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	<title>impulsividade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/impulsividade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "impulsividade"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:14:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Filme:Impulsividade - DVDRip XviD - Dublado]]></title>
<link>http://thegeniustv.wordpress.com/2009/11/03/filmeimpulsividade-dvdrip-xvid-dublado/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 22:08:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thegeniustv</dc:creator>
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<description><![CDATA[DESCRIÇÃO/SINOPSE! Justin Cobb (Lou Taylor Pucci) seria um adolescente comum se não fosse o fato de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://img682.imageshack.us/img682/8751/capaimpulsividade.jpg"><img class="aligncenter" src="http://img682.imageshack.us/img682/8751/capaimpulsividade.jpg" alt="" width="221" height="320" /></a></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><strong>DESCRIÇÃO/SINOPSE!</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#008080;">Justin Cobb (Lou Taylor Pucci) seria um adolescente comum se não fosse o fato de que nunca conseguiu parar de chupar o dedo. Aos 17 anos, após ter tentado de tudo para se livrar do vício, ele finalmente resolve o problema através da hipnose feita pelo seu dentista, que tem ambições a psicólogo. O verdadeiro problema, porém, está apenas começando. Justin continua compensando suas frustrações pela boca, consumindo todo e qualquer tipo de droga, de maconha a remédios antidepressivos. Filho de pais que nunca saíram da adolescência, ele vai ter de aprender a crescer sozinho, nem que seja à força.</span></p>
<p><span style="color:#008080;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">INFORMAÇÕES DO FILME!</span></span></strong></span></p>
<p><span style="color:#008080;">Tamanho:750 Mb</span></p>
<p><span style="color:#008080;">Formato:DVDRip</span></p>
<p><span style="color:#008080;">Indioma:Português</span><span style="color:#008080;"><span style="color:#008080;"></span><strong><span style="text-decoration:underline;"></span></strong></span></p>
<p><span style="color:#008080;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">Download abaixo!</span></span></strong></span></p>
<p><span style="color:#008080;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;"><a href="http://www.mandamais.com.br/download/sx9k2112009181132" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">Baixar</span></a><br />
</span></span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Impulsividade]]></title>
<link>http://dmandrack.wordpress.com/2009/10/12/impulsividade/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 17:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dmandrack</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa palavrinha vem de &#8220;Impulsivo&#8221;, que no dicionário significa nada mais nada menos que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Essa palavrinha vem de &#8220;Impulsivo&#8221;, que no dicionário significa nada mais nada menos que]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os Três Conselhos]]></title>
<link>http://calamita.wordpress.com/2009/10/08/os-tres-conselhos/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 16:38:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>calamita</dc:creator>
<guid>http://calamita.wordpress.com/2009/10/08/os-tres-conselhos/</guid>
<description><![CDATA[Contam que&#8230; Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Contam que&#8230; Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ansiedade - pequenas angústias]]></title>
<link>http://andretaka.wordpress.com/2009/10/02/ansiedade-pequenas-angustias/</link>
<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 03:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>andretakagochi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pode achar que estou exagerando, que estou tentando criar um palco em que eu seja o protagonista e q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Pode achar que estou exagerando, que estou tentando criar um palco em que eu seja o protagonista e que o enredo seja hiperatividade, mas vou relatar algumas de minhas pequenas angústias do dia-a-dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Aliás, resolvi escrever isso porque à pouco estava no banco sacando dinheiro. Sabem como é, o cartão magnético agora é de chip.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, há a frase:</p>
<p style="text-align:justify;">- Insira o cartão.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu insiro, pensando, que saudade do &#8220;insira e retire o cartão&#8221;!</p>
<p style="text-align:justify;">- Aguarde o sistema validar o chip &#8211; (ou algo assim).</p>
<p style="text-align:justify;">Eu aguardo, já contando os segundos perdidos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Retire seu cartão.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu aliviado, retiro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Erro de leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">Fico puto, mas como tenho que sacar o dinheiro, novamente eu insiro o cartão para &#8211; MEU DEUS QUE SACO! &#8211; reiniciar a operação.</p>
<p style="text-align:justify;">- Aguarde o sistema validar o chip &#8211; e por aí vai e minha paciência se esgotando e a angústia aumentando.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_28" class="wp-caption aligncenter" style="width: 110px"><img class="size-full wp-image-28" title="o grito - Edward Munch" src="http://andretaka.wordpress.com/files/2009/10/o-grito-munch.jpg" alt="ansiedade, desespero, loucura...o grito!" width="100" height="126" /><p class="wp-caption-text">ansiedade, desespero, loucura...o grito!</p></div>
<p style="text-align:justify;">Outra coisa aterrorizante é fila de restaurante por quilo. É angustiante ver o pessoal cavucando a comida, escolhendo o melhor frango grelhado, procurando qual pastel tem mais recheio, pedindo para o churrasqueiro trocar a picanha por uma mais bem passada, etc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Será que essas pessoas não se lembram que há outras atrás delas? Será que não se dão conta que eu, como eles, também estou com fome? Será que não sabem que a fila aumenta com a demora sem razão deles?</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sei, o errado sou eu que não controlo minha ansiedade e deixo esta pequena coisa me angustiar.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem mais, elevador. Quer uma coisa que me irrita, elevador. Seria algo para tornar a vida mais rápida, mas muitas vezes ocorre o contrário.</p>
<p style="text-align:justify;">Fico esperando o elevador descer para pegá-lo, numa fila enorme, entro e o bichinho para de andar em andar, isso sem contar quando alguém num andar aperta e pergunta:</p>
<p style="text-align:justify;">- Tá descendo???</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente eu sorrio e me controlo exteriormente, mas por dentro fico angustido com a tamanha falta de atenção e perda de tempo que isso causa. Por isso, muitas vezes eu acabo usando as escadas, preterindo os elevadores&#8230;ah, o caso também vale para as escadas rolantes&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Mas musiquinha de auto-atendimento de bancos, telefones celulares, SAC´s de lojas, empresas aéreas e quaisquer outras são, creio, agentes causadores de gastrites, úlceras e até infartos, de tanto angústia que provocam.</p>
<p style="text-align:justify;">É inadmissível o tratamento dispensado aos consumidores e principalmente à nós, pobres hiperativos, ansiosos e angustiados amigos por estas prestadoras (?) de (des) serviço que mais nos estressam do que nos prestam algo&#8230;não sabem o quanto sofremos com eles&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, não adianta reclamar, nunca irão mudar, nem mesmo com a lei alteraram a forma de tratamento, não serei eu com meus comentários que as farão refletir sobre seus clientes e pobres utilizadores&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Beleza, já despejei demais, né?!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vinho e Personalidade]]></title>
<link>http://vinificando.com/2009/09/20/vinho-e-personalidade/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 08:37:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Oliveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Doce ou seco? O vinho que você escolhe revela sua personalidade NOVA YORK (Reuters) &#8211; O gosto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Doce ou seco? O vinho que você escolhe revela sua personalidade NOVA YORK (Reuters) &#8211; O gosto ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Folha Amassada]]></title>
<link>http://vamosrefletir.wordpress.com/2009/09/13/folha-amassada/</link>
<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:19:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>vamosaprender</dc:creator>
<guid>http://vamosrefletir.wordpress.com/2009/09/13/folha-amassada/</guid>
<description><![CDATA[Quando eu era criança, por causa do meu caráter impulsivo, tinha raiva de qualquer coisa. Na maioria]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_GxkWQBvtYUI/SP8gEERzxUI/AAAAAAAAAJI/vS-01LVPUuA/s200/bola-de-papel%5B1%5D.JPG" alt="" width="151" height="160" /></p>
<p>Quando eu era criança, por causa do meu caráter impulsivo, tinha raiva de qualquer coisa. Na maioria das vezes, depois desses incidentes me sentia envergonhada me esforçava para consolar a quem eu tinha magoado.</p>
<p> Um dia, minha professora me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva e entregou-me uma folha de papel lisa e disse:</p>
<p>-Amasse-a!</p>
<p> Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha. A professora me disse novamente:</p>
<p> -Agora a deixe como estava antes.</p>
<p> Óbvio que não pude deixá-la como antes. Pôr mas que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.</p>
<p>A professora me disse: o coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.</p>
<p>Assim, aprendi a ser mas compreensiva e mais paciente.</p>
<p> Quando sinto vontade de estourar, lembro daquele papel amassado. A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar. Quando magoamos alguém com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais&#8230;.</p>
<p>Alguém já me disse uma vez: “Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio”. Mas não deixe de falar, por medo da reação do outro.</p>
<p>Acredite, principalmente em seus sentimentos!</p>
<p>Seremos sempre responsáveis pelos nossos atos.</p>
<p>Fonte: Grupo Professores Solidários</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por um Mundo Muito Pior (parte I) (por Daniel Pinheiro)]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/01/por-um-mundo-muito-pior-parte-i-por-daniel-pinheiro/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:22:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/09/01/por-um-mundo-muito-pior-parte-i-por-daniel-pinheiro/</guid>
<description><![CDATA[Por um Mundo Muito Pior Autor: Daniel Pinheiro Segundo consta na minha preferidíssima (sic!) Wikipéd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Por um Mundo Muito Pior</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Autor: Daniel Pinheiro</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Segundo consta na minha preferidíssima (sic!) Wikipédia, “o <strong>Transtorno de Personalidade Anti-Social</strong>, vulgarmente chamado <strong>Sociopatia</strong>, é um transtorno de personalidade (…) caracterizado pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros”. Já a psicopatia, bastante próxima do transtorno de personalidade anti-social, em geral, é mais severa que este, segundo informações da mesma fonte.</p>
<p style="text-align:justify;">Ousarei deixar apenas os critérios que constam em um dos itens (A) do Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (vulgo DSM-IV), sem a introdução devida feita na Wikipédia, dos quais três deles indicariam traços da sociopatia:<strong> </strong></p>
<ol style="text-align:justify;">
<li>Fracasso em conformar-se às normas sociais com      relação a comportamentos legais, indicado pela execução repetida de atos      que constituem motivo de detenção;</li>
<li>Tendência para enganar, indicada por mentir      repetidamente, usar nomes falsos ou ludibriar os outros para obter      vantagens pessoais ou prazer;</li>
<li>Impulsividade ou fracasso em fazer planos para o      futuro;</li>
<li>Irritabilidade e agressividade, indicadas por      repetidas lutas corporais ou agressões físicas;</li>
<li>Desrespeito irresponsável pela segurança própria ou      alheia;</li>
<li>Irresponsabilidade consistente, indicada por um      repetido fracasso em manter um comportamento laboral consistente ou honrar      obrigações financeiras;</li>
<li>Ausência de remorso, indicada por indiferença ou      racionalização por ter ferido, maltratado ou roubado outra pessoa.</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">Uso apenas estes de forma ilustrativa, para provocar o que quero falar a frente. Mas, antes, ainda, há um complemento que talvez nos sirva: “Importante notar que o termo antissocial, na psiquiatria, não significa (como rotineiramente costuma ser entendido) um tipo de inibição social, timidez ou o fato de ser introvertido/reservado, mas sim, <strong><em>atitudes contrárias às regras da sociedade</em></strong> <strong><em>(grifo nosso)</em></strong>. Nesse caso de timidez ou ser introvertido ou reservado na psiquiatria contemporânea o termo usado é conduta defensiva”.</p>
<p style="text-align:justify;">Recorro agora a outra definição, interessante, encontrada no blog Sociedade Nua. Aliás, vou copiar parte do texto na íntegra. Pulando (indicando por […] quando o fizer) algumas partes, tentarei deixar o texto mais curto, aproximando-se de onde talvez eu chegue. Os negritos e itálicos serão nossos, propositais, para destacar algumas coisinhas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O condutor incondutível&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">“São pessoas que nas suas atitudes &#8220;<strong><em>intransparentes</em></strong>&#8221; difere-se um cruel comportamento torpe, contemporâneo, oculto expansivo: Personalidade inconclusa vinculada à destuação de caráter e espírito, com característica para a emigração na defensiva; que <strong><em>acredita ser o dono (a) da razão, sempre</em></strong>!!! Delimitando &#8220;seu espaço&#8221; <strong><em>sem se importar com demais pessoas e situação a sua volta</em></strong>. A essas informações com forte carga negativa já embutida no caráter destas, que predispõe o indivíduo para uma determinada ação (comportamento), dou o nome de: <strong><em>Sociopata ou indivíduo com distúrbios espirituais, que mexe com todo caráter e comportamento do portador, o levando ao declínio social e moral com requintes e mecanismos de sadismo e crueldade nas suas atitudes</em></strong>. […]. Que tem no seu intimo, já incrustada, a fiel convicção de viver a atormentar a tranqüilidade, paz e domínios alheios. <strong><em>Fazendo das vidas de algumas pessoas, um verdadeiro inferno quase que diário</em></strong>. Porem, esse tipo de gente tem nas suas características físicas, um <strong><em>semblante enganador e quase sempre angelical</em></strong>; na voz, um suar encantador que sob uma mascara sônica, envolve algumas <strong><em>seguidoras (os)</em></strong>, que, por precisão de apoio financeiro em prol da sobrevivência, lhes apóia com uma indescritível <strong><em>devoção</em></strong> que poucos conseguem compreender.” […]</p>
<p style="text-align:justify;">“Seu alimento: <strong><em>a ousadia e a discórdia</em></strong>. Que lhes preenche e alimenta todo seu espírito e coração nebuloso. As características dos sociopatas englobam, principalmente, o <strong><em>desprezo pelas obrigações sociais e a falta de consideração com os sentimentos dos alheios</em></strong>. Eles possuem um <strong><em>egocentrismo</em></strong> exageradamente patológico, <strong><em>emoções superficiais, teatrais e falsas</em></strong>, pobre ou nenhum controle da impulsividade, <strong><em>baixa tolerância para frustração</em></strong>, baixo limiar para descarga de agressão, irresponsabilidade, <strong><em>falta de empatia com outros seres humanos</em></strong>, <strong><em>ausência de sentimentos de remorso e de culpa</em></strong> em relação ao seu comportamento. Essas pessoas geralmente são <strong><em>cínicas</em></strong>, <strong><em>incapazes de manter uma relação leal e duradoura</em></strong>. <strong><em>São manipuladoras, e incapazes de amar de verdade.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">São indivíduos que <strong><em>não preenchem e nem trazem nada para a sociedade</em></strong>, apenas para os seus, talvez. São pessoas enfermas de espírito que ainda na magia de suas cresças, umedecem e alimentam mais ainda o seu coração de pessoa ínfima e articulosa. São dignas de compaixão e de muita oração por serem <strong><em>nocivas ao convívio social</em></strong>.”</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Agora, some-se a este texto último o pequeno lapso de conhecimento compartilhado sobre o tema na Wikipédia. Espiritual, mental&#8230; não há razão para não se dar conta de que, ao ler, sentimos a sensação, real e lasciva, de que “parece que estão falando de alguém que eu conheço”. Se você se identificou, não se preocupe. Pode servir de reflexão. Se alguém sempre te diz isso, e você mesmo lendo, insistiu em negar, procurando uma linha que justifique o seu modo de pensar de que não era com você, pare por alguns minutos.</p>
<p style="text-align:justify;">Do ponto de vista do espírito, empobrecemos a cada dia. Envelhecer deveria ser uma riqueza, mas a sociedade caminha na direção contrária. Tornar-se “velho” virou uma tormenta. O velho é um termo quase pejorativo. Agora, é idoso. A ciência, com a justificativa de uma vida longa e melhor, vendeu boa parte do que conquistou para aqueles que desejavam comercializar a “fonte da juventude”. Para isso, tivemos que abandonar o nosso ideal de envelhecer, e passamos a desprezar os nossos, agora rotulados, idosos. Meu amigo Paulo Rink que me desculpe. No começo deste texto nem imaginei que escreveria este parágrafo, mas lembrando de sua história recente, foi inevitável falar isso.</p>
<p style="text-align:justify;">O “velho” tornou-se um fardo. Cada vez mais buscam-se “atividades para a terceira idade”. Lembro que, com meus avós, Sr. Salvador nascido em 1894 (falecido em 1993) e D. Francisca nascida em 1904 (falecida em 1992), as atividades eram estar em família. E o conceito de família nunca foi o de “quem mora lá em casa”. A família era família, era todo mundo. O primo distante, a prima, do primo, do irmão, do sobrinho&#8230; Mas, estar junto, visitar os velhinhos (sim, carinhosamente, eram velhinhos) era realmente o programa da terceira idade.</p>
<p style="text-align:justify;">Em minha opinião, os sociopatas são pessoas que cresceram alheios à tudo isso. Reprimidos, passam a querer ser o centro das atenções e do mundo, para que lhe venerem. Os mais fracos, realmente, tornam-se seguidores deste tipo de pessoa, copiando-os. E são também sociopatas, pois perdem o seu próprio papel em sociedade. A relação dominador e dominado é clara. Geralmente, para não dizer fundamentalmente, é comandada por dinheiro, hierarquia e poder. A busca de status é constante. O desejo de consumir, infinito. Os artefatos (roupas, sapatos, jóias, carros, maquiagem&#8230;) são representações letais de sua dominação. E não ouse desafiar uma pessoa assim, achando que é só uma questão, por exemplo, de vestir-se bem. Além de buscar recursos para fazer melhor que você, esta pessoa tomará o expediente da humilhação, e te fará sofrer o quanto possível. Eles não gostam de desafios.</p>
<p style="text-align:justify;">Para fortalecerem, andam em bandos. Basta ficar minutos em frente a um prédio comercial, próximo a uma região bancária, ou ir a uma reunião destes neo-executivos metidos à besta (desculpem, escrevi isto, e pretendo baixar o nível até o fim do texto). Estas pessoas que fazem o seu novo BlackBerry® acender incessantemente numa sessão de cinema, ou até mesmo, tocar em meio à uma ópera. O mais interessante, é que eles estão lá não pela obra, mas para marcar território.</p>
<p style="text-align:justify;">A idiotice, babaquice, “n” “ices”, somados à arrogância e ao desprezo pelos outros e pelo mundo, os fazem o dono de p*rra nenhuma. Eles foram criados assim, num mundo onde provar que é bom envolve humilhação, desrespeito, repulsa e um mundo de falsidades.</p>
<p style="text-align:justify;">O pior, é que tudo isto está à venda. Eu costumo dizer que prefiro uma patricinha assumida, que tenha personalidade, aos dissimulados e canalhas sociopatas. Eles te seduzem, compram a sua devoção (que, para piorar, você considera admiração) e os tornam escravos silenciosos. São as piores chibatadas, aquelas que não sangram por fora. Depois de um tempo, depois de usado, você percebe o que aconteceu. Eles estão cada vez maiores, e você, descobre que não é nada. O espelho que você criou, vira dependência. Aí, você olha que as roupas que comprou, eram espelhadas em quem admirava. E tudo o mais. Tenta descobrir o sentido, e mergulha em depressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim está nossa sociedade. Violenta, estranha. Cheia de babacas com dinheiro, hipócritas no comando, e um exército de compradores que não vêem razão para isso, só o fazem. Lembrem-se de que sociopatas não tem remorso.</p>
<p style="text-align:justify;">Pensei em baixar o nível, mas vou parar. É o suficiente para dizer que o pior dos sociopatas, é o <strong><em>dinheiro</em></strong>. Ele é exatamente como os indivíduos de que falamos, que <strong><em>não preenchem e nem trazem nada para a sociedade, </em></strong>sendo igualmente <strong><em>nocivo ao convívio social.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Mais beijos, menos dinheiro.</em> Amar não custa nada, apesar de hoje ter preço, inclusive, para isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Felicidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel Pinheiro</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A prova de processo... ¬¬]]></title>
<link>http://garotadasacadaolado.wordpress.com/2009/06/30/a-prova-de-processo-%c2%ac%c2%ac/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:43:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>garotadasacadaolado</dc:creator>
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<description><![CDATA[E o resultado foi uma caixa de bis consumida no impulso&#8230; Depois eu não sei porque tou pesando ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E o resultado foi uma caixa de bis consumida no impulso&#8230; Depois eu não sei porque tou pesando 62 kg&#8230;. Impulsividade é uma das minhas piores qualidades, pena eu ter falhado em controlar ela dessa vez. =x</p>
<p>Mas que a prova de processo estava filha da puta, estava! E mal redigida pra melhorar a situação. ;~~ Triste isso, parece que tudo o que eu estudei não valeu de nada. Agora é retomar a vida, lavar a louça acumulada na pia, lavar a roupa acumulada no sexto, cozinhar algo pra afogar ainda mais minha raiva e depressão pós-prova e pensar em quando vou começar a estudar mais, não que eu não tenha estudado. Shit&#8230;E meu vizinho parece que tem uma vida fácil, todo dia ouço ele tocando violão e rindo com os amigos&#8230; eita!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inteligência Emocional e Inteligência Ecológica]]></title>
<link>http://filmesqueensinam.wordpress.com/2009/06/30/inteligencia-emocional-e-inteligencia-ecologica/</link>
<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:21:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafaela Laurencini</dc:creator>
<guid>http://filmesqueensinam.wordpress.com/2009/06/30/inteligencia-emocional-e-inteligencia-ecologica/</guid>
<description><![CDATA[Nessa entrevista, dividida em três partes, Daniel Goleman fala sobre seus livros Inteligência Emocio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nessa entrevista, dividida em três partes, Daniel Goleman fala sobre seus livros Inteligência Emocio]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://alexandrerivero.wordpress.com/2009/05/18/100/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 01:38:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexandrerivero</dc:creator>
<guid>http://alexandrerivero.wordpress.com/2009/05/18/100/</guid>
<description><![CDATA[Amigo(a) compreendo sua dor, decepcionou-se de maneira intensa. Tantos planos, esperanças tecidas co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Amigo(a) compreendo sua dor, decepcionou-se de maneira intensa. Tantos planos, esperanças tecidas com tanta dedicação e empenho. Você envolveu-se com uma imaginação, fantasiou uma pessoa inexistente. A frustração foi inevitável! Você construiu uma estrutura interna para poder ter coragem de ver que a pessoa imaginada é inexistente. Parabéns, você conseguiu tomar consciência da situação e posicionou-se de maneira esclarecedora. Lembre-se foram importantes suas inúmeras insistências e tentativas, assim você não poderá auto acusar-se de ser impulsivo e imprudente. Retome a vida olhando a realidade, sabedor dos seus limites e possibilidades. Vamos lá, a hora é de rever projetos, redimensionar expectativas e traçar novas ações. Força! </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Alexandre Rivero</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Impulsividade ou Discipulado?]]></title>
<link>http://verboeterno.wordpress.com/2008/10/21/impulsividade-ou-discipulado/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 12:42:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Adelson</dc:creator>
<guid>http://verboeterno.wordpress.com/2008/10/21/impulsividade-ou-discipulado/</guid>
<description><![CDATA[  Oswald Chambers Meditações de Oswald Chambers   Edificando-vos na vossa fé santíssima (Judas 20). ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Oswald Chambers Meditações de Oswald Chambers   Edificando-vos na vossa fé santíssima (Judas 20). ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade]]></title>
<link>http://caentrenos.wordpress.com/2008/05/12/tdah-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade/</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 13:30:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Consultório de Psicologia Clínica</dc:creator>
<guid>http://caentrenos.wordpress.com/2008/05/12/tdah-transtorno-de-deficit-de-atencao-e-hiperatividade/</guid>
<description><![CDATA[Tisa Paloma Longo CRP 08\11412 Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental Especialista em Psicopedagogi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tisa Paloma Longo CRP 08\11412 Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental Especialista em Psicopedagogi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hiperatividade]]></title>
<link>http://umrefugio.wordpress.com/2008/03/13/hiperatividade/</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 05:44:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lhaiza</dc:creator>
<guid>http://umrefugio.wordpress.com/2008/03/13/hiperatividade/</guid>
<description><![CDATA[Observando minha querida irmã de apenas 9 anos de idade, percebi o quanto ela é inquieta. Não pára u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Observando <i>minha querida irmã de apenas 9 anos de idade</i>, percebi o quanto ela é inquieta. <b>Não pára um segundo, extremamente falante e impulsiva</b>. E observando também as amigas dela, com a mesma idade, percebi que há uma grande diferença de comportamento entre elas, suas amigas não são tão agitadas quanto ela, e achei que havia algo de anormal com ela.</p>
<p align="justify">Antes de pesquisar sobre o assunto, eu já tinha ouvido falar sobre a <b>Hiperatividade</b>, mas não sabia do que se tratava e fui pesquisar. Mesmo sabendo que não devemos tirar conclusões através de uma pesquisa, sem uma opnião médica, conclui que ela pode ter um <b>transtorno neurobiológico chamado Hiperatividade</b>. Mas o que seria isso?</p>
<p align="justify">É uma doença, ou melhor dizendo um transtorno neurobiológico, inicialmente vinculado a uma <b>lesão cerebral mínima</b>. Nos anos 60, devido à dificuldade de comprovação da lesão, sua definição adquiriu uma perspectiva mais funcional, caracterizando-se como uma síndrome de conduta, tendo como sintoma primordial a atividade motora excessiva. A doença nasce com o indivíduo e já aparece na pequena infância, quase sempre acompanhando o indivíduo por toda a sua vida. <b>O transtorno se caracteriza por sinais claros e repetitivos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desaten%C3%A7%C3%A3o" class="mw-redirect" title="Desatenção"></a>desatenção, inquietude e impulsividade</b>, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo.</p>
<h3 align="justify"><span class="mw-headline">Os sintomas relacionados a hiperatividade/impulsividade</span></h3>
<div align="justify">
<ul>
<li>ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;</li>
<li>não permanecer sentado por muito tempo;</li>
<li>pular, correr excessivamente em situações inadequadas;</li>
<li>sensação interna de inquietude;</li>
<li>ser barulhento em atividades lúdicas;</li>
<li>ser muito agitado;</li>
<li>falar em demasia;</li>
<li>responder às perguntas antes de concluídas;</li>
<li>ter dificuldade de esperar sua vez;</li>
<li>intrometer-se em conversas ou jogos dos outros.</li>
</ul>
</div>
<p align="justify"> Pois é, e lendo estes sintomas, tive certeza absoluta de que ela tem esse distúrbio. Ela se encaixa em TODOS os sintomas citados.</p>
<p align="justify">É interessante também saber as causas. Que podem surgir durante problemas durante a gravidez ou no parto, exposição a determinadas substâncias (chumbo) ou problemas familiares como: um funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, famílias com baixo nível socio-econômico, ou famílias com apenas um dos pais. Famílias caracterizadas por alto grau de agressividade nas interações, podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças.</p>
<p align="justify">Eu acreditava que era algo inofensivo, que não precisava de muita atenção, mas acho que me enganei.</p>
<p align="justify">Fonte:  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_com_hiperatividade">Wikipédia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicopedagogia]]></title>
<link>http://caentrenos.wordpress.com/2008/03/04/psicopedagogia/</link>
<pubDate>Tue, 04 Mar 2008 14:25:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Consultório de Psicologia Clínica</dc:creator>
<guid>http://caentrenos.wordpress.com/2008/03/04/psicopedagogia/</guid>
<description><![CDATA[Tisa Paloma Longo CRP 08\11412 Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental Especialista em Psicopedagogi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tisa Paloma Longo CRP 08\11412 Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental Especialista em Psicopedagogi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boca suja]]></title>
<link>http://yvana.wordpress.com/2007/12/01/boca-suja/</link>
<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 17:35:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>yvana</dc:creator>
<guid>http://yvana.wordpress.com/2007/12/01/boca-suja/</guid>
<description><![CDATA[Três meses sem raiva! E agora, uma nova explosão! Nem era necessário, mas fiquei cega de raiva ao re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" style="border:0 none;float:left;margin:0 10px;" src="http://shopping.animazing.com/gallery/willardson_04/art/small/images/505-1216%20The%20Fast%20And%20The%20Furious%20%23%2012%2011.5x8.5.jpg" border="0" alt="" width="227" height="146" /></p>
<p align="justify">Três meses sem raiva! E agora, uma nova explosão! Nem era necessário, mas fiquei cega de raiva ao receber uma notícia. Tenho uma casa alugada que foi desocupada há cerca de um mês. Mas não havia recebido as chaves ainda, pois alguns pertences da inquilina ainda estavam lá.</p>
<p align="justify">Pois, bem, recebi um recado alertando-me para o fato de que a notícia de uma casa vazia estava correndo o risco de ser invadida. A minha, é claro. É uma casinha simples. Não moro nem pretendo morar lá, mas é um patrimônio que pretendo usar para comprar um apartamento.</p>
<p align="justify">O que me deixou louca de raiva foi a inquilina me mandar um recado. A idéia de ter sido a última a saber me deixou fula da vida. Achei que ela deveria ter me comunicado imediatamente. Liguei para ela e xinguei muitos palavrões.</p>
<p align="justify">Ela ligou-me de volta e devolveu-me todos os palavrões e mais alguns.  Cheguei ao trabalho possessa e desabafei com meus colegas. Soltei mais alguns palavrões. A lembrança de ter sido a  última a saber que as amantes de meu marido estava em seu velório e de que meu filho estava morto e todo o condomínio sabia e ninguém me avisou veio à tona.</p>
<p align="justify">Não era pela casa, nem pelo risco de ela vir a ser invadida. Mas o fato de eu não ter sido avisada imediatamente. Mais tarde, quando voltei do trabalho, ela estava em minha casa. Veio trazer as chaves e pediu desculpas por ter me xingado, pois não queria se igualar a mim.</p>
<p align="justify">No dia seguinte, soube que ela dissera que eu a amaldiçoara e a mandara ir para um certo lugar. Devolveu a maldição para minha família. Liguei para ela e disse que se já pedíramos desculpas uma a outra, ela não devia dizer que eu a amaldiçoara nem a xingara ofendendo sua moral. Porque isto não era verdade.</p>
<p align="justify">Sei que vai levar ainda algum tempo para esta situação se resolver. Não sinto mais raiva, mas sei que não havia necessidade nenhuma de brigar, muito menos de xingar. Foi uma perturbação emocional, um descontrole sem tamanho. Já pedi desculpas a cada um de meus colegas de trabalho por meu destempero.</p>
<p align="justify">Lastimável o que aconteceu&#8230;</p>
<p align="justify"><em><a href="http://shopping.animazing.com/gallery/willardson_04/art/small/images/505-1216%20The%20Fast%20And%20The%20Furious%20%23%2012%2011.5x8.5.jpg" target="_blank">imagem</a><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um ciclo vicioso: baixa inteligência e o cheiro de cola e gasolina]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/08/27/um-ciclo-vicioso-baixa-inteligencia-e-o-cheiro-de-cola-e-gasolina-3/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 11:30:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/08/27/um-ciclo-vicioso-baixa-inteligencia-e-o-cheiro-de-cola-e-gasolina-3/</guid>
<description><![CDATA[Há pouca informação sobre as consequências de cheirar cola, um hábito de muitas crianças, particular]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Há pouca informação sobre as consequências de cheirar cola, um hábito de muitas crianças, particularmente de &#8220;meninos de rua&#8221;. <font color="#cc0000">É um barato fácil, mas que sai caro</font>. Não pesquisamos o tema e, por isso, somos obrigados a usar resultados de pesquisas em outros países, onde cheirar gasolina é mais comum do que cola. Mesmo lá há poucas pesquisas sobre os efeitos a longo prazo. Essas pesquisas, quase obrigatoriamente, são retrospectivas e as experimentais são impensáveis. Teríamos que viciar um grupo de meninos durante muitos anos e manter outro livre de vícios, acompanhando-os por muitos anos, para averiguar os efeitos do hábito de cheirar, seja cola, seja gasolina, seja outras substâncias intoxicantes.<br />
<font color="#cc0000">Os estudos feitos mostram que o desempenho escolar dessas crianças é catastrófico, mas não há como saber quais as relações causais.</font> <font color="#3333ff">Há estudos de caso, em sua maioria clínicos, que podem ilustrar mas não demonstram causalidade.</font> &#8220;Mr. A&#8221; é um desses. Com 19 anos é um exemplo de séria incapacitação mental que acompanhou o hábito de cheirar gasolina durante muito tempo. Aos 19, tinha cheirado durante dois anos. Para aumentar os efeitos, esquentava a gasolina e adicionava detergentes e remédios. &#8220;Mr. A&#8221; era retardado &#8211; no sentido exato da palavra &#8211; estava atrasado em relação aos demais, particularmente no desenvolvimento motor e no desenvolvimento da fala. Durante a adolescência o uso de muitas drogas ficou registrado nas suas escolas. Testes cognitivos aos 16 anos, <em>antes </em>do hábito específico de cheirar gasolina, já mostravam deficiências e o colocavam na categoria de deficientes mentais &#8220;leves&#8221;, usando um teste de inteligência para crianças muito testado, o <em>Wechsler Intelligence Scale for Children</em> (WISC-III). Três anos depois foi feito outra avaliação cognitiva, usando um teste equivalente, mas para adultos, o <em>Wechsler Adult Intelligence Scale </em>(WAISIII). Esse teste tem dimensões relacionadas ao desenvolvimento<br />
verbal, ao desempenho e ao QI geral. Houve um deterioro considerável<br />
entre os dois.</strong><strong><br />
Porém, não se localizou um problema estrutural no cérebro com os instrumentos disponíveis, que são reconhecidamente insuficientes. Uma tomografia na base da emissão de um foton (SPECT) mostrou declínio na atividade cerebral, particularmente nos lóbulos frontais. Uma das áreas, chamada de borda anterior, tinha atividade tão reduzida que parecia um queijo suiço, cheia de buracos. Havia, também, atividade reduzida nos lóbulos orbitais inferiores, nos temporais e no <em>cerebellum</em>.<br />
<font color="#cc0000">Porém, do ponto de vista puro do desenho de pesquisas não há como saber qual a extensão das anormalidades devidas à infância nem às devidas ao hábito de cheirar gasolina.</font> Não obstante, a situação piorou tanto entre as duas medições que é difícil excluir o abuso da droga do banco dos réus. &#8220;Mr. A&#8221; não conseguia controlar seus impulsos nem a terminar o uso de drogas, levando a um círculo vicioso de dano cerebral e de aumento no consumo de drogas, que é conhecido de pesquisadores e psiquiatras.<br />
<font color="#cc0000">Infelizmente, o consumo de drogas consideradas leves, como maconha, cheirar cola e cheirar gasolina, deixou o campo da ciência para entrar no ideológico. Há &#8220;contras&#8221; e &#8220;a favor&#8221;. </font>Alguns dos argumentos são inconsistentes e de reduzida capacidade analítica.<br />
A sociedade brasileira tem um alto consumo de drogas associado com a alta criminalidade e uma altíssima taxa de homicídios. Precisamos pesquisar a temática a fundo e perguntar quais os limites do deterioro humano e das conseqüências criminais que queremos ter, se queremos proibir ou não, o que implica em questões políticas e filosóficas muito sérias.</strong></p>
<p class="poweredbyperformancing"><strong><font color="#993300">Referências</font><br />
1. Maruff P, Burns CB, Tyler P, Currie BJ, Currie J: Neurological and cognitive abnormalities associated with chronic petrol sniffing. <em>Brain</em> 1998; 121:1903–1917<br />
2. Wechsler D: <em>Wechsler Adult Intelligence Scale</em>, 3rd ed. San Antonio, Tex, Psychological Corp (Harcourt), 1997<br />
</strong><strong><br />
</strong></p>
<p class="poweredbyperformancing">Powered by <a href="http://scribefire.com/">ScribeFire</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sogras e genros]]></title>
<link>http://yvana.wordpress.com/2007/06/09/sogras-e-genros/</link>
<pubDate>Sat, 09 Jun 2007 21:02:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>yvana</dc:creator>
<guid>http://yvana.wordpress.com/2007/06/09/sogras-e-genros/</guid>
<description><![CDATA[Está certo que “quem casa quer casa”, e, foi pensando nisso que fiz questão de alugar um apartamento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.c7nema.net/canais/filmes/bews/006.jpg" border="0" alt="" hspace="0" vspace="0" width="270" height="275" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Está certo que “quem casa quer casa”, e, foi pensando nisso que fiz questão de alugar um apartamento para não morar com minha filha. No entanto, tento ajudá-los financeira e emocionalmente. Sei que não devo interferir na vida deles, e , como me conheço, prefiro ficar de fora. Mas sempre acabo me metendo em situações difíceis, achando que eles não serão capazes de se virar sozinhos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O que aconteceu este final de semana foi um puxão de tapete para eu aprender a ficar quieta no meu canto e só me meter se for chamada. Pois bem, acontece que eu fui chamada! Sim, porque os dois se desentenderam em uma festa e o bonitinho saiu cantando os pneus e deixou minha filha e neta sozinhas para se virar e voltar para casa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ela me ligou pedindo que eu as fosse buscar. Quando soube do que aconteceu, liguei para o celular dele, já achando que não ia atender. Mas, atendeu! E quando perguntei se não ia buscá-las, ele me mandou cuidar de minha vida e parar de se meter na dele. E que ela se virasse, que tomasse um táxi. Eu só disse o seguinte: “Veja lá como você fala comigo!” E ele só respondeu que estava com a cabeça quente. Desliguei. O telefone e me desliguei dele.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Fui buscá-las e, quando estava bem perto, ele me liga dizendo que ia buscá-las. “Agora eu já estou aqui, perdida, tentando encontrar o local!” E desliguei mais uma vez. Encontrei-as e levei-as até o local onde ele disse que estaria, à minha filha, pelo celular.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ele disse a minha filha que vai me tratar do jeito que ele achar que deve. Eu disse a ela que ele não vai mais ter a oportunidade de falar sequer comigo. A raiva dele deve-se à minha intromissão, pois ninguém gosta que fiquem dando palpites em sua vida. Então, vou me afastar dele, e, se minha filha e neta precisar de alguma coisa, ajudarei de longe.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sei que precisam de privacidade, de aprender a caminharem sozinhos, de resolver seus próprios problemas, e tal. Se eu interferir nestas coisas, não será possível que eles cresçam, amadureçam. Pensei bastante nisso hoje, quando minha filha me disse para me manter neutra e deixar eles resolverem a vida deles sozinhos. Eu devo cuidar da minha própria vida, pensar em mim, em meu trabalho e aproveitar o tempo que investia nos meus filhos em meu benefício ou de pessoas que precisem de mim.</p>
<p class="MsoNormal">Agora, vai ser difícil de engolir o modo grosseiro como ele falou comigo e não se desculpou. Não precisa mais falar comigo. Só não revido porque quero manter contato com minhas meninas. Não vou me afastar de minha filha e neta. Isso nunca! Ainda não consegui digerir a grosseria dele. Foi a primeira e a última. Nunca mais ele precisará me dirigir a palavra. Estou muito aborrecida com esta história. Desta vez não me acalmei ainda&#8230;</p>
<p><a href="http://www.c7nema.net/canais/filmes/bews/006.jpg" target="_blank"> </a></p>
<p class="MsoNormal"><em>imagem <a href="http://www.c7nema.net/canais/filmes/bews/006.jpg" target="_blank">daqui</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O QUE JÁ SE SABIA SOBRE SUICÍDIOS DE JOVENS E ARMAS DE FOGO HÁ MAIS DE UMA DÉCADA]]></title>
<link>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/02/11/o-que-ja-se-sabia-sobre-suicidios-de-jovens-e-armas-de-fogo-ha-mais-de-uma-decada/</link>
<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 20:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://suicidionuncamais.wordpress.com/2007/02/11/o-que-ja-se-sabia-sobre-suicidios-de-jovens-e-armas-de-fogo-ha-mais-de-uma-decada/</guid>
<description><![CDATA[Nos Estados Unidos, dados das emergências hospitalares mostram que tentativas de suicídio com armas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nos Estados Unidos, dados das emergências hospitalares mostram que tentativas de suicídio com armas de fogo são quase sempre fatais: para cada suicídio, há menos de uma tentativa não fatal.<br /><span style="font-style:italic;">Journal of the American Medical Association</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Em 1992, nos Estados Unidos, cada seis horas um jovem ou adolescente (10 a 19) se matava com arma de fogo, quatro por dia, 1.426 em um ano. <br /><span style="font-style:italic;">National Center for Health Statistics</span>, 1994</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Entre 1980 e 1992, a taxa de suicídios de jovens 15 a 19 aumentou 28,3% e de 10 a 14 aumentou 120%. Entre jovens negros de 15 a 19, aumentou 165,3%. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Em 1992, as armas de fogo foram responsáveis por 64,9% dos suicídios de pessoas com menos de 25 anos de idade. Entre os com 15 a 19, as armas de fogo respondem por 81% do aumento da taxa de suicídios entre 1980 e 1992. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995 </p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>O risco de que um adolescente potencialmente suicida se mate <span style="font-style:italic;">dobra<span style="font-weight:bold;"></span></span> se houver uma arma de fogo na casa. <br />Brent, <span style="font-style:italic;">General Psychiatry</span>, 1988</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>O aumento na taxa de suicídios completos é atribuível ao uso de armas mais letais nas tentativas. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>No Estado de Oregon, entre 1988 e 1993, 78,2% das tentativas de suicídio com armas de fogo foram fatais; apenas 0,4% das com overdose de drogas foram fatais. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Nos Estados Unidos, as armas de fogo são usadas em 65% dos suicídios de homens adolescentes e em 47% nos de mulheres adolescentes. <br /><span style="font-style:italic;">National Center for Health Statistics</span>, 1991</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Entre 1960 e 1980, o número absoluto de mulheres que cometeram suicídio com armas de fogo mais do que dobrou, ao passo que o número de mulheres que cometeram suicídio com todos os demais meios aumentou apenas 16%.<br />Zimring FE, <span style="font-style:italic;">Health Affairs</span>, 1993</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>A maioria dos suicídios de jovens são <span><span style="font-weight:bold;">impulsivos</span><span style="font-style:italic;">, sem planejamento ou com pouco planejamento e 70% ocorrem na residência da vítima. </span></span><br /><span style="font-style:italic;">University of Minnesota Medical School</span>, University of Minnesota Clinic and Hospital</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O QUE JÁ SE SABIA SOBRE SUICÍDIOS DE JOVENS E ARMAS DE FOGO HÁ MAIS DE UMA DÉCADA]]></title>
<link>http://vivaavida.wordpress.com/2007/02/11/o-que-ja-se-sabia-sobre-suicidios-de-jovens-e-armas-de-fogo-ha-mais-de-uma-decada/</link>
<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 20:26:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://vivaavida.wordpress.com/2007/02/11/o-que-ja-se-sabia-sobre-suicidios-de-jovens-e-armas-de-fogo-ha-mais-de-uma-decada/</guid>
<description><![CDATA[Nos Estados Unidos, dados das emergências hospitalares mostram que tentativas de suicídio com armas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nos Estados Unidos, dados das emergências hospitalares mostram que tentativas de suicídio com armas de fogo são quase sempre fatais: para cada suicídio, há menos de uma tentativa não fatal.<br /><span style="font-style:italic;">Journal of the American Medical Association</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Em 1992, nos Estados Unidos, cada seis horas um jovem ou adolescente (10 a 19) se matava com arma de fogo, quatro por dia, 1.426 em um ano. <br /><span style="font-style:italic;">National Center for Health Statistics</span>, 1994</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Entre 1980 e 1992, a taxa de suicídios de jovens 15 a 19 aumentou 28,3% e de 10 a 14 aumentou 120%. Entre jovens negros de 15 a 19, aumentou 165,3%. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Em 1992, as armas de fogo foram responsáveis por 64,9% dos suicídios de pessoas com menos de 25 anos de idade. Entre os com 15 a 19, as armas de fogo respondem por 81% do aumento da taxa de suicídios entre 1980 e 1992. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995 </p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>O risco de que um adolescente potencialmente suicida se mate <span style="font-style:italic;">dobra<span style="font-weight:bold;"></span></span> se houver uma arma de fogo na casa. <br />Brent, <span style="font-style:italic;">General Psychiatry</span>, 1988</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>O aumento na taxa de suicídios completos é atribuível ao uso de armas mais letais nas tentativas. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>No Estado de Oregon, entre 1988 e 1993, 78,2% das tentativas de suicídio com armas de fogo foram fatais; apenas 0,4% das com overdose de drogas foram fatais. <br /><span style="font-style:italic;">Centers for Disease Control</span>, 1995</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Nos Estados Unidos, as armas de fogo são usadas em 65% dos suicídios de homens adolescentes e em 47% nos de mulheres adolescentes. <br /><span style="font-style:italic;">National Center for Health Statistics</span>, 1991</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>Entre 1960 e 1980, o número absoluto de mulheres que cometeram suicídio com armas de fogo mais do que dobrou, ao passo que o número de mulheres que cometeram suicídio com todos os demais meios aumentou apenas 16%.<br />Zimring FE, <span style="font-style:italic;">Health Affairs</span>, 1993</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
<p>A maioria dos suicídios de jovens são <span><span style="font-weight:bold;">impulsivos</span><span style="font-style:italic;">, sem planejamento ou com pouco planejamento e 70% ocorrem na residência da vítima. </span></span><br /><span style="font-style:italic;">University of Minnesota Medical School</span>, University of Minnesota Clinic and Hospital</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Tire armas de fogo da sua casa!</span></p>
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