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	<title>inconformismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/inconformismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "inconformismo"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 12:29:52 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[zica geral]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/11/10/zica-geral/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:40:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Queria realmente ter saído de casa para um dia tranquilo. Mas parece que meu desânimo contamina outr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Queria realmente ter saído de casa para um dia tranquilo. Mas parece que meu desânimo contamina outras pessoas. Nem ficando calado eu ajudo. É que às vezes não consigo mesmo me controlar, e foge do controle. Talvez seja melhor não falar mais nada, não comentar nada, não sorrir, mas também não fechar a expressão, apenas me manterei aqui, imóvel, inanimado.</p>
<p>Não digo por hoje o dia todo, mas no exato momento, por enquanto será assim.</p>
<p><em>&#62; Ouvindo: <a href="http://www.myspace.com/dlxtrio" target="_blank">Deluxe Trio</a>, <a href="http://www.barao.com.br/" target="_blank">Barão Vermelho</a></em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Dónde están los huevos?]]></title>
<link>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/11/07/%c2%bfdonde-estan-los-huevos/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 09:41:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luisa</dc:creator>
<guid>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/11/07/%c2%bfdonde-estan-los-huevos/</guid>
<description><![CDATA[Romper sistemas de trabajo es como escalar montañas. Difícil. Los argumentos en contra, siempre son ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://i999.photobucket.com/albums/af117/misideascotidianas/huevos.gif" alt="" width="400" height="223" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Romper sistemas de trabajo es como escalar montañas. Difícil.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Los argumentos en contra, <strong>siempre son los argumentos de siempre</strong>, pero en el fondo es que no hay&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Y en ese estilo de malas costumbres, desayunamos mediocridad, almorzamos ineficacia, merendamos horas que no llevan a ningún reloj y cenamos muros inamovibles <span style="text-decoration:underline;">que además</span>, presumen de años.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Pero las montañas se escalan, las voluntades se fortalecen y las malas costumbres no pueden venirse con nosotros a la tumba.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#333399;">Hay que romper sistemas de trabajo  que son inútiles y solo generan frustración y agotamiento.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;"> Pero empecemos por los alimentos. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333399;">Ayer teníamos una vaca en MIC y hoy la cosa va de <strong>huevos</strong> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A "não-me-toques"! - Artur Azevedo]]></title>
<link>http://oitoquatro.wordpress.com/2009/10/27/a-nao-me-toques-artur-azevedo/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:44:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>84!Blogger</dc:creator>
<guid>http://oitoquatro.wordpress.com/2009/10/27/a-nao-me-toques-artur-azevedo/</guid>
<description><![CDATA[I Passavam-se os anos, e Antonieta ia ficando para tia, &#8211; não que lhe faltassem candidatos, ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I</p>
<p>Passavam-se os anos, e Antonieta ia ficando para tia, &#8211; não que lhe faltassem candidatos, mas &#8211; infeliz moça! &#8211; naquela capital de província não havia um homem, um só, que ela considerasse digno de ser seu marido.<br />
Ao Comendador Costa começavam a inquietar seriamente as exigências da filha, que repelira, já, com desdenhosos muxoxos, uma boa dúzia de pretendentes cobiçados pelas principais donzelas da cidade. Nenhuma destas se casou com rapaz que não fosse primeiramente enjeitado pela altiva Antonieta.<br />
- Que diabo! dizia o comendador à sua mulher, D. Guilhermina, &#8211; estou vendo que será preciso encomendar-lhe um príncipe!<br />
- Ou então, acrescentava D. Guilhermina, esperar que algum estrangeiro ilustre, de passagem nesta cidade.<br />
- Está você bem aviada! Em quarenta anos que aqui estou, só dois estrangeiros ilustres cá têm vindo: o Agassiz e o Herman.<br />
Entretanto, eram os pais os culpados daquele orgulho indomável. Suficientemente ricos tinham dado à filha uma educação de fidalga, habituando-a desde pequenina a ver imediatamente satisfeitos os seus mais custosos e extravagantes caprichos.<br />
Bonita, rica, elegante, vestindo-se pelo último figurino, falando correntemente o francês e o inglês, tocando muito bem o piano, cantando que nem uma prima-dona, tinha Antonieta razões sobejas para se julgar um <em>avis rara </em>na sociedade em que vivia, e não encontrar em nenhuma classe homem que merecesse a honra insigne de acompanhá-la ao altar.<br />
Uma grande viagem à Europa, empreendida pelo comendador em companhia da esposa e da filha, completara a obra. Ter estado em Paris constituía, naquela boa terra, um título de superioridade.<br />
Ao cabo de algum tempo, ninguém mais se atrevia a erguer os olhos para a filha do Comendador Costa, contra a qual se estabeleceu pouco a pouco certa corrente de animadversão.<br />
Começaram todos a notar-lhe defeitos parecidos com os das uvas de La Fontaine, e, como a qualquer indivíduo, macho ou fêmea, que estivesse em tal ou qual evidência, era difícil escapar ali a uma alcunha, em breve Antonieta se tornou conhecida pela &#34;Não-me-toques&#34;.</p>
<p>II</p>
<p>Teria sido realmente amada? Não, mas apenas desejada, &#8211; tanto assim que todos os seus namorados se esqueceram dela&#8230;<br />
Todos, menos o mais discreto, o mais humilde, o único talvez, que jamais se atrevera a revelar os seus sentimentos. Chamava-se José Fernandes, e era o primeiro empregado da casa do Comendador Costa, onde entrara aos dez anos de idade, no mesmo dia em que chegara de Portugal.<br />
Por esse tempo veio ao mundo Antonieta. Ele vira-a nascer, crescer, instruir-se, fazer-se altiva e bela. Quantas vezes a trouxera ao colo, quantas vezes a acalentara nos braços ou a embalara no berço! E, alguns anos depois, era ainda ele quem todas as manhãs a levava e todas as tardes ia buscá-la no colégio.<br />
Quando Antonieta chegou aos quinze anos e ele aos vinte e cinco, &#34;Seu José&#34; (era assim que lhe chamavam) notou que a sua afeição por aquela menina se transformava, tomando um caráter estranho e indefinível; mas calou-se, e começou de então por diante a viver do seu sonho e do seu tormento Mais tarde, todas as vezes que aparecia um novo pretendente à mão da moça, ele assustava-se, tremia, tinha acessos de ciúmes, que lhe causavam febre, mas o pretendente era, como todos os outros, repelido, e ele exultava na solidão e no silêncio do seu platonismo.<br />
Materialmente, Seu José sacrificara-se pelo seu amor. Era ele, como se costuma dizer (não sei com que propriedade) o &#34;tombo&#34; da casa comercial do Comendador Costa; entretanto, depois de tantos anos de dedicação e amizade, a sua situação era ainda a de um simples empregado; o patrão, ingrato e egoísta, pagava-lhe em consideração e elogios o que lhe devia em fortuna. Mais de uma vez apareceram a Seu José ocasiões de trocar aquele emprego por uma situação mais vantajosa; ele, porém, não tinha ânimo de deixar a casa onde ao seu lado Antonieta nascera e crescera.</p>
<p>III</p>
<p>Um dia, tudo mudou de repente.<br />
Sem dar ouvidos a Seu José, que lhe aconselhava o contrário, o Comendador Costa empenhou a sua casa numa grande especulação, cujos efeitos foram desastrosos, e, para não fechar a porta, viu-se obrigado a fazer uma concordata com os credores. Foi este o primeiro golpe atirado pelo destino contra a altivez da &#34;Não-me-toques&#34;.<br />
A casa ia de novo se levantando, e já estava quase livre dos seus compromissos de honra, quando o Comendador Costa, adoecendo gravemente, faleceu, deixando a família numa situação embaraçosa.<br />
Um verdadeiro deus <em>ex machina </em>apareceu então na figura de Seu José que, reunindo as suadas economias que ajuntara durante trinta anos, e associando-se a D. Guilhermina, fundou a firma Viúva Costa &#38; Fernandes, e salvou de uma ruína iminente a casa do seu finado patrão.</p>
<p>IV</p>
<p>O estabelecimento prosperava a olhos vistos e era apontado como uma prova eloqüente de quanto podem a inteligência, a boa fé e a força de vontade, quando o falecimento da viúva D. Guilhermina veio colocar a filha numa situação difícil&#8230;<br />
Sozinha, sem pai nem mãe, nem amigos, aos trinta e dois anos de idade, sempre bela e arrogante em que pesasse a todos os seus dissabores, aonde iria a &#34;Não-me-toques&#34;?<br />
Antonieta foi a primeira a pensar que o seu casamento com José Fernandes era um ato que as circunstâncias impunham&#8230;<br />
Antes da sua orfandade, jamais semelhante coisa lhe passaria pela cabeça. Não que Seu José lhe repugnasse: bem sabia quanto esse homem era digno e honrado; estimava-o, porém, como a um tio, ou a um irmão mais velho, &#8211; e ela, que recusara a mão de tantos doutores, não podia afazer-se a idéia de se casar com ele.<br />
Entretanto, esse casamento era necessário, era fatal. Demais, a &#34;Não-me-toques&#34; lembravase de que o pai, irritado contra os seus contínuos e impertinentes muxoxos, um dia lhe dissera:<br />
- Não sei o que supões que tu és, ou o que nós somos! Culpa tive eu em dar-te a educação que te dei! Sabes qual <em>é </em>o marido que te convinha? Seu José! Seria um continuador da minha casa e da minha raça!<br />
Tratava-se por conseguinte, de homologar uma sentença paterna. A continuação da casa já estava confiada a Seu José: era preciso confiar-lhe também a continuação da raça.<br />
Assim, pois, uma noite ela chamou-o e, com muita gravidade, pesando as palavras, mas friamente, como se se tratasse de uma simples operação comercial, lhe deu a entender que desejava ser sua mulher, e ele, que secretamente alimentava a esperança desse desenlace, confessou-lhe trêmulo, e com os olhos inundados de pranto, que esse tinha sido o sonho de toda a sua vida.</p>
<p>V</p>
<p>Casaram-se.<br />
Nunca um marido amou tão apaixonadamente a sua esposa. Seu José levou à Antonieta um coração virgem de outra mulher que não fosse ela; fora das suas obrigações materiais, amála, adorá-la, idolatrá-la, tinha sempre sido e continuava a ser a única preocupação do seu espírito&#8230;<br />
Entretanto, não era feliz; sentia que ela o não amava, que se entregara a ele apenas para satisfazer a uma conveniência doméstica: era apática; sem querer, fazia-lhe sentir a cada instante a superioridade terrível das suas prendas. Ninguém melhor que ele, tendo sido, aliás, até então, o único homem que lhe tocara, se convenceu de quanto era bem aplicada aquela ridícula alcunha de &#34;Não-me-toques&#34;.<br />
O pobre diabo tinha agora saudades do tempo em que a amava em silêncio, sem que ninguém o soubesse, sem que ela própria o suspeitasse.</p>
<p>VI</p>
<p>Antonieta aborrecia-se mortalmente naquele casarão onde nascera, e onde ninguém a visitava, porque o seu caráter a incompatibilizara com toda a gente.<br />
O marido, avisado e solícito, bem o percebeu. Admitiu um bom sócio na sua casa comercial, que prosperava sempre, e levou Antonieta à Europa, atordoando-a com o bulício das primeiras capitais do Velho Mundo.<br />
De volta, ao cabo de um ano, construiu uma bela casa no bairro mais elegante da cidade, encheu-a de mobílias e adornos trazidos de Paris, e inaugurou-a com um baile para o qual convidou as famílias mais distintas.<br />
Começou então uma nova existência para Antonieta, que, não obstante aproximar-se da medonha casa dos quarenta, era sempre formosa, com o seu porte de rainha e o seu colo opulento, de uma brandura de cisne.<br />
As suas salas, profundamente iluminadas, abriam-se quase todas as noites para grandes e pequenas recepções: eram festas sobre festas.<br />
Agora já lhe não chamavam a &#34;Não-me-toques&#34;; ela tornara-se acessível, amável, insinuante, com um sorriso sempre novo e espontâneo para cada visita.<br />
Fizeram-lhe a corte, e ela, outrora impassível diante dos galanteios, escutava-os agora com prazer.<br />
Um galã, mais atrevido que os outros, aproveitou o momento psicológico e conseguiu uma entrevista &#8211; Esse primeiro amante foi prontamente substituído. Seguiu-se outro, mais outro, seguiram-se muitos&#8230;</p>
<p>VII</p>
<p>E quando Seu José, desesperado, fez saltar os miolos com uma bala, deixou esta frase escrita num pedaço de papel:</p>
<p>&#34;Enquanto foi solteira, achava minha mulher que nenhum homem era digno de ser seu marido; depois de casada (por conveniência) achou que todos eles eram dignos de ser seus amantes. Mato-me.&#34;</p>
<p><em>(Correio da Manhã, </em>12 de outubro de 1902)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[quando faltam flores]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/10/16/quando-faltam-flores/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 09:20:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dias sonolentos, tempo nublado, ânimos fracos e tensos. &#8220;Se essas paredes falassem&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dias sonolentos, tempo nublado, ânimos fracos e tensos. &#8220;Se essas paredes falassem&#8230;&#8221; talvez cuspissem todo resto de volto em cima de nós. A negatividade que nos rodeia é construída por nós mesmos, e cresce, até o ponto em que se revelará com força.</p>
<p>Faltam flores e colorido. A vida ainda está aqui, corta-nos então o coração nos entregarmos ao que não presta. Cabe-nos então reagir, reergendo-nos e seguirmos em frente. Brota em nossos peitos e mente aquilo que cultivarmos.</p>
<p><em>&#62; Ouvindo: <a href="http://www.myspace.com/danceofdays" target="_blank">Dance of Days</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Requisitos para alcanzar la unidad]]></title>
<link>http://germanabreu.wordpress.com/2009/10/15/requisitos-para-alcanzar-la-unidad/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 22:58:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>germanabreu</dc:creator>
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<description><![CDATA[En la oposición al presidente defendemos a toda costa la unidad política, estamos convencidos que es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En la oposición al presidente defendemos a toda costa la unidad política, estamos convencidos que es]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[aquecimento global, ficção ou realidade?]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/10/15/aquecimento-global-ficcao-ou-realidade/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 09:00:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Apoiando a iniciativa e campanha Tic Tac Tic Tac, e o Dia de Ação dos Blogs, pesquei aqui um texto d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Apoiando a iniciativa e campanha <a href="http://www.tictactictac.org.br/" target="_blank">Tic Tac Tic Tac</a>, e o <a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?22121/Dia-de-Ao-dos-Blogs-15-de-outubro-de-2009#comments" target="_blank">Dia de Ação dos Blogs</a>, pesquei aqui um texto de 2007 do meu antigo blog, dando uma repaginada no conteúdo.</p>
<p>Dia 18 de novembro de 2007, uma edição do Fantástico apresentou uma matéria sobre cientistas que participaram de um documentário alegando que o aquecimento global é uma farsa. Durante a semana anterior foi publicada no Jornal do Brasil a divulgação da pesquisa e relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) sobre as condições do nosso planeta. Lá os cientistas mostram as consequências das mudanças radicais de temperatura. Segundo eles, <strong>a grande causadora do efeito estufa, e consequentemente do aquecimento global, é a grande emissão de gases, sendo o principal o gás carbônico</strong>. Eles defendem que os governos devem tomar posicionamento firme e imediato no estabelecimento e diminuição da emissão de gases.</p>
<p>Por incrível que pareça, são os governos que indicam cientistas renomados para integrar esse grupo de pesquisa. Mas na hora dos governantes receberem as informações e cumprirem sua parte, eles ignoram e se negam a tomar as decisões. Muitos países pediram que o texto do relatório fosse reformulado,  &#8220;suavizando&#8221; a culpa dos países nesse caos ambiental. Ou seja, pura incoerência, uma tentativa de menosprezar e de certa forma censurar a pesquisa, ou seja, manipular a divulgação de seus resultados.</p>
<p>Outra corrente de cientistas, do tal documentário, diz que essa história de aquecimento global é uma farsa, realmente defende e acredita nisso, ou seja, não acham que a mudança climática é tão grave quanto dizem, e que isso seja realmente consequência da emissão de gás carbônico. Pelos estudos desses, antes mesmo do &#8220;boom&#8221; da emissão de gazes, já era perceptível o aumento da temperatura do planeta, ou seja, não são os gazes responsáveis pelo aumento da temperatura. Ainda por cima dizem que é justamente ao contrário, ou seja, que o aumento da temperatura que é responsável pelo aumento da concentração de gazes nocivos.</p>
<p>Mas afinal de contas, o que é ou não verdade? Existe mídia e discussão defendendo ambos os lados. Qual a causa, qual o efeito real disso tudo não sabemos (ainda) &#8211; ou muitos não querem realmente explicar. Mas o que sabemos e o que sofremos são as consequências: sim, a temperatura está aumentando (ou baixando em determinadas regiões), florestas sumindo, geleiras descongelando, inundações, furacões, maremotos&#8230; isso é inegável.</p>
<p>Já está mais do que na hora de tomarmos consciência de que estamos num caminho que a princípio não está nos mostrando saída. Pode continuar aumentando 1 grau nos próximos 125 anos, ou pode aumentar 1 grau a cada ano! <strong>Cada vez mais estamos impedindo nosso planeta de respirar</strong>, tampando sua &#8220;pele&#8221; com estradas asfaltadas, um imenso tapete de petróleo quase impermeável. Deixa de existir mais terra e floresta, para ter mais asfalto, concreto, edificações, pessoas. <strong>Pessoas que não terão memória do que é pôr pés no chão.</strong> Estamos &#8220;encapando&#8221; nosso planeta, aos poucos nos destruindo. E isso tem que parar. Devemos pensar soluções para diminuir a emissão de poluentes, fazer uso e consumo consciente de bens duráveis ou não. Devemos fazer uso consciente de nós mesmos e do nosso planeta, pois é o que somos&#8230; para poder então poder sonhar com o amanhã.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Em 2007 já era crítica assim a situação. Hoje, entre &#8220;eco-chatos&#8221; e &#8220;eco-bags&#8221; (que às vezes não tem nada de eco), nosso consumismo desenfreado está nos matando. A cada pedaço de carne, desperdiçamos no processo de produção milhares de litros de água. Vale lembrar que não só as indústrias as vilãs da emissão de gazes, toda a cadeia, inclusive nós consumidores somos responsáveis. Até a agricultura, mesmo que não pareça, está nessa mira, pois o grande volume de água utilizado no planeta é mais da metade consumido aí. Vale lembrar ainda que o desperdício está em nossas torneiras jorrando à toa diariamente.</p>
<p>Os filmes de ação, que custam bilhões por produção, e que nós cínica e cegamente assistimos no cinema, hoje são a mais pura realidade, o mundo está esgotado, saturado de poluição, descaso e desrespeito. Estamos nos condenando. E não adianta buscar solução lá na Lua&#8230; Antes de tudo, falta educação e respeito.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Falando Nisso:</em></p>
<p>Hoje no Yahoo: &#8220;<a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/14102009/48/saude-impulso-solar.html" target="_blank">Avião movido a energia solar?</a>&#8221; Busca de uma alternativa para avião que não produz poluentes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["a Lua e eu"]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/10/09/a-lua-e-eu/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/10/09/a-lua-e-eu/</guid>
<description><![CDATA[Deixem a Lua em paz. Sim, um apelo, uma súplica romântica, pois hoje resolvi que não poderia dispor ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Deixem a Lua em paz. Sim, um apelo, uma súplica romântica, pois hoje resolvi que não poderia dispor de palavras ácidas para expressar meu descontentamento com mais um ato cruel do ser humano.</p>
<p>Lá no alto, aonde até há alguns século atrás não podíamos ir, mas melhor que isso, podíamos sonhar e imaginar, está um grande ser, que os cientistas classificam como satélite natural. Inspiração para muitas músicas, romances e casais, orientação para grandes viajantes, luz e observador de muitos amantes, esse gigante branco, que aparenta tantas formas, que horas se esconde tímido nos eclipses, outras por trás de nuvens, horas mostra-se branco e luminoso como um grande farol na imensidão do céu limpo e aberto.</p>
<p>Se pés já pisaram sua superfície, até hoje gera-se dúvida. Mas que isso, acho que deveria gerar descontentamento, pois lá deve estar e lá ficar o grande gigante branco, e nós aqui, onde é nosso lugar. Se não nos cuidamos, e não cuidamos do nosso solo e natureza, porque alguns cismam em querer explorar o nosso carinhoso vizinho?</p>
<p>Agora são bombardeios, justificados em fins científicos. Mais do que raiva, me dá mais dor no coração. Cansados de bombardear e destruirmos nós mesmos, queremos achar a pureza de água límpida na imensidão do universo.</p>
<p>Por Deus, por nós mesmos, pelo amor à natureza, que tenhamos mais juizo. Peço perdão ao gigante branco que nos conforta lá em cima, perdão pela ignorância do ser humano. Que seu futuro seja mais digno que o nosso.</p>
<p><em>&#62; Ouvindo: <a href="Leo Jaime," target="_blank">Leo Jaime</a> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[explodo]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/10/07/cansado/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:20:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cansado de pequenas coisas. Aquelas pequenas pedras doem dentro do sapato. São as pequenas que machu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cansado de pequenas coisas. Aquelas pequenas pedras doem dentro do sapato. São as pequenas que machucam, pois das grandes podemos contornar. Odeio a acidez de certos atos e palavras, de como uma coisa leva a outra e essa outra leva a algo maior, e cresce em proporções que incontrolavelmente não sabemos aonde aonde pararão.</p>
<p>Tanta ironia e sarcasmo hoje me tiraram do sério.</p>
<p>Se sou ou se fico tenso, me perdoem, eu assumo tal culpa. Se eu explodo e caio fora, é porque não suporto a pressão. Se sou fraco, bem, é característica minha. E continuarei me permitindo isso, pois é preciso ter escolhas, sempre.</p>
<p><em>&#62; Ouvindo: <a href="http://www.pitty.com.br/256tonsdecinza/" target="_blank">Pitty</a>, <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=42195" target="_blank">Som da Rua</a>, <a href="http://www.carbona.com.br/" target="_blank">Carbona</a>, &#8230;</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[riffs]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/09/27/riffs/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 23:35:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/09/27/riffs/</guid>
<description><![CDATA[As páginas não estavam coloridas o suficiente, desde o início pareciam que mereciam mais dignamente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As páginas não estavam coloridas o suficiente, desde o início pareciam que mereciam mais dignamente ser preenchidas de bons riffs, mais sentimento, mais harmonia. Bastava saber misturar melhor os elementos, cores, formas, colar, juntar, refazer, desconstruir o incostrívelmente inacabado. Volúvel que é, se torna vivamente mutável.</p>
<p>Meu caderno, meu sketctbook, estava aqui, nunca abandonado, mas com formas e páginas inacabadas, e assim continua, mas mereceu alguns momentos de melhor atenção e experimentação. Recebeu mais carinho, mais papel, mais cor, mais cola, mais mão, mais tato, mais coração. Os verdes preencheram alguns espaços. Uma nova melodia surgiu em seu interior.</p>
<p>Estou aqui, fiquei hoje fazendo experiências com papéis, tintas, misturando algumas coisas no meu bom e companheiro caderno, e montando mais cadernos de encomendas. É bom poder voltar a trabalhar um pouco, mas ainda há muito o que ser feito.</p>
<p>Em breve, mais novidades no meu <a href="http://www.flickr.com/photos/rogeriomarcal/" target="_blank">Flickr</a>.</p>
<p>Cadernos são como vida, devemos preenchê-los de histórias, de vivências, de cores, de alegria, de harmonia. Se deixarmos somente páginas em branco quer dizer que passamos e não soubemos aproveitar, não soubemos absorver o que estava diante dos nossos olhos, o que a vida, as pessoas, o mundo nos oferecia.</p>
<blockquote><p>Você carrega o mundo dentro do teu peito. (&#8220;Planetário&#8221;, da banda <span style="font-family:'Lucida Grande', 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height:normal;"><a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=32101" target="_blank">Lunar 4</a>)</span></p></blockquote>
<p><span style="font-family:'Lucida Grande', 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;line-height:normal;">E dentro do nosso peito, esse mundo de coisas nós somos capazes de mudar, transformar, florescer, fazer crescer e ser algo bom. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bartimeu: atitude e inconformismo]]></title>
<link>http://predupratati.wordpress.com/2009/09/22/bartimeu-atitude-e-inconformismo/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:00:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>predu</dc:creator>
<guid>http://predupratati.wordpress.com/2009/09/22/bartimeu-atitude-e-inconformismo/</guid>
<description><![CDATA[Mar 10:46-52 &#8211; Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mar 10:46-52 &#8211; Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma gr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adestramento cristão]]></title>
<link>http://markusribeiro.wordpress.com/2009/09/22/adestramento-cristao/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:23:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Markus Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://markusribeiro.wordpress.com/2009/09/22/adestramento-cristao/</guid>
<description><![CDATA[Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela segunda vez, ele responderá mais alto. Se no meio do louvor você gritar “pule na presença do Senhorrrrrrrr”, então eles pulam. Se você dançar de modo estranho, verá correspondência imediata nas pessoas.</p>
<p>Sua linguagem é facilmente influenciável por jargões. Basta pegar qualquer expressão bíblica cujo significado seja obscuro para a maioria, e pronto! Também colam as expressões inventadas que possuem aparência de espiritual, como por exemplo “ato profético”. Difícil de crer que nem existe esta expressão na Bíblia né?</p>
<p>Facilmente também estereotipamos outras coisas que fazem do crente um ser quase alienígena: os lugares que frequenta, o conteúdo de suas conversas e a aversão às coisas “do mundo”.</p>
<p>Pena quem os crentes não são condicionados a obedecer a todo tipo de “comando”. Parece que o adestramento a que foram submetidos possui limitações. Nem todos aceitam sugestionamentos que os levem a renunciar a seus interesses; ou dividirem suas posses com os necessitados; ou mesmo disponibilizar tempo para aqueles que estão abandonados em asilos, orfanatos e nas ruas.</p>
<p>Ah… antes que eu me esqueça, quero deixar claro que amo os crentes. E exatamente por ser um deles é que me incomodo tanto com estas coisas incompreensíveis que aceitamos passivamente em nossa conduta.</p>
<p>Creditos:  <a title="Posts de Ariovaldo Jr" href="http://www.ariovaldo.com.br/?author=1">Ariovaldo Jr</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[saudade]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/09/11/saudade/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 00:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/09/11/saudade/</guid>
<description><![CDATA[Achei que fosse forte o suficiente por não sentir saudade um jovem tolo, inconsequênte por não prova]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Achei que fosse forte o suficiente<br />
por não sentir saudade<br />
um jovem tolo, inconsequênte<br />
por não provar da verdade<br />
talvez seja mesmo esse idiota<br />
por ser fraco, me entregando<br />
me dar conta só agora<br />
quando estou precisando</p>
<p>desculpe, mas sinto estar longe<br />
saudade do que nunca tive<br />
saudade do que estava perto<br />
e nunca me dei conta</p>
<p>sua voz ao telefone não me dá mais o conforto<br />
ao desligar passa o efeito<br />
sua voz ao telefone não me dá mais o encanto<br />
acho que não há mais jeito<br />
pois a noite é fria<br />
eu achava isso que era bom<br />
nem percebi o quanto doía<br />
estar mergulhado na solidão.</p>
<p style="margin:13px 0;">————————————————–</p>
<p style="margin:13px 0;">Mais um texto antigo, um tempo em que eu me questionava sobre um monte de coisas. Do início (janeiro) de 2006. Relembrando os antigos textos, tinha muita coisa interessante no meu Fotolog, era quase um diário (não diário) de desabafos sinceros. Por isso resolvi publicar de novo.</p>
<p style="margin:13px 0;">=)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[diversão sim!]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/26/diversao-sim/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 15:40:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/26/diversao-sim/</guid>
<description><![CDATA[Trabalhar é algo penoso!? Não sei, como não tenho penas, pouco posso opinar sobre o assunto. O fato ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Trabalhar é algo penoso!? Não sei, como não tenho penas, pouco posso opinar sobre o assunto. O fato é que trabalhar não é propriamente dito, um meio de enobrecer o homem, como dizem por aí, pode dar retorno financeiro, status, pode fazer engrandecê-lo intelectual, culturalmente, fazer bem para a alma, a mente, o corpo e o espírito, mas isso não é via de regra. E ah, pode também trazer alguns malefícios, mas não precisamos comentar.</p>
<p>Legal é quando há espaço, no ambiente de trabalho, de falar besteira, de rir, de experimentar, de zoar, e ver essas pessoas loucas assim: <a href="http://twitter.com/soaresvic" target="_self">@soaresvic</a>, <a href="http://twitter.com/lyrarod" target="_self">@lyrarod</a>, <a href="http://twitter.com/hugorio1" target="_self">@hugorio1</a>, <a href="http://twitter.com/quem_liga" target="_self">@quem_liga</a>, <a href="http://twitter.com/jackferrazz" target="_self">@jackferrazz</a>, produzindo e curtindo, crescendo junto. Viva a pluralidade, viva a algazarra, viva a zona, o ócio criativo, a ralação consciente. Nossos melhores projetos têm nascido do caos, do acréscimo que cada um agrega. Se não for assim, se não houver diversão no processo é melhor irmos para casa. =)</p>
<p>Entre tanto stress, correria, prazos e clientes, nada melhor que desligar um pouco, ou mesmo continuar ligado, mas colocar um som (alto ou não), falar besteira, sair para almoçar, viajar nos comentários e insanidades e voltar com gás pra concluir tudo e meter o pé com aquela sensação de dever cumprido. Dia após dia estamos nós na luta, não é fácil, mas cercado de pessoas assim, ajuda muito.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Auto no mismo.....espera, ¿cómo?]]></title>
<link>http://almassy.wordpress.com/2009/08/23/auto-no-mismo-espera-%c2%bfcomo/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 10:29:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>almassy</dc:creator>
<guid>http://almassy.wordpress.com/2009/08/23/auto-no-mismo-espera-%c2%bfcomo/</guid>
<description><![CDATA[En la era de la incomunicación física me enseñan que la sociedad tiende a la comunicación libre y yo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-363" title="VERO-32" src="http://almassy.wordpress.com/files/2009/08/vero-321.jpg" alt="VERO-32" width="500" height="348" /></p>
<p style="text-align:center;">En la era de la incomunicación física me enseñan que la sociedad tiende a la comunicación libre y yo digo&#8230;.¿cómo?, espera, dame un beso y un abrazo y hablemos de nosotros en lugar de mi y de ti.</p>
<p style="text-align:center;">Espera, que me río o tal vez lloro</p>
<p style="text-align:center;">¿qué hay de comunicar sentimientos?</p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[desabafando]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/18/desabafando/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estive conversando ainda há pouco com um amigo. Acabei desabafando de mais sobre minha vida profissi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estive conversando ainda há pouco com um amigo. Acabei desabafando de mais sobre minha vida profissional, sobre o que penso e desejo, rsrs. Certezas ou não, ao menos é sempre bom parar para refletir sobre o rumo que vou seguindo.</p>
<p>Sobre se eu quero trabalhar com propaganda, por enquanto não mais, quero focar no meu trabalho mais autoral, mexer mais um lado artístico. É o que quero fazer, se puder um dia largar tudo, parar de trabalhar em empresa e viver só do meu trabalho, ficarei muito feliz. Trabalho com design já há pouco mais de 5 anos, no mesmo lugar, saturado de algumas coisas já, e é difícil sair, porque o mercado é &#8220;do mal&#8221;, coisa feia mesmo.</p>
<p>E o curso (Portfolio, na ESPM) ainda me mostrou um lado mais amargo ainda disso tudo, e me fez ver que em agências, desse porte, com esse nível (de pessoas e estrutura) definitivamente eu não me encaixaria, e isso por um lado é ótimo, ao menos pra mim.</p>
<p>Eu tenho namorada, planos de casar mais pra frente, quero e preciso me dedicar a um trabalho que eu ache justo e verdadeiro, uma parada que me dê prazer e leve isso também a outras pessoas. E isso, infelizmente, fica um pouco de fora desse mercado todo, nós sabemos que fazemos nosso trabalho digno no dia-a-dia, mas há muita falsidade aí no meio também, coisas que me fazerem diariamente pensar&#8230; Ao menos eu trabalho num lugar aonde, tendo ou não liberdade de falar e me expressar, eu falo mesmo, seja para xingar meu chefe (que é um grande amigo meu) ou gerente ou quem for&#8230; e eu falo, porque não dá pra engolir sapos o tempo todo e ainda baixar a guarda pra deixar o bonde passar, pois o bonde passa, leva um monte de coisas junto, e se bobearmos somos sempre deixados para trás.</p>
<p>Mas eu também não sou revoltado assim o tempo todo não, rs.</p>
<p>Só que eu me permito dizer &#8220;sim&#8221; e &#8220;não&#8221;, e sempre acreditei que andar e crescer nunca é só para frente e para cima (&#8220;para o alto e avante&#8221; ou &#8220;para o infinito e além&#8221;). Na vida andamos pra frente sim, e devemos saber olhar para trás, ter humildade, pedir ajuda, saber a hora de pegar o caminho mais longo ou o mais curto, não por comodidade, mas por relevância.</p>
<p>Quanto a esse lado profissional, eu coloquei uma coisa na cabeça e pretendo seguir até quando aguentar. Pelo que vi, pouco que conheci, no momento só há tem 3 lugares que pretendo trabalhar: aonde estou (porque cresci ali e encontrei pessoas muito especiais, que me fizeram enxergar e encarar o mundo como um profissional e acima disso, uma pessoa melhor, descobri muito sobre amizade e amor, mesmo que algumas dessas pessoas não estejam mais, mas ainda carrego comigo algo muito especial que aprendi, e aprendo ainda hoje); outro lugar, que é meu sonho, é a Tátil Design (pois admiro muito o trabalho, e ainda entendo que é algo sério, sincero e profissional); e outra situação seria voltar a trabalhar com minha primeira chefe (pois ela é uma pessoa incrível, e sabe respeitar, dar espaço e confiar). Felizmente, ou infelizmente sei lá, eu não consigo tirar meu coração do trabalho que faço, isso pode atrapalhar bastante, mas se não for dessa forma, eu prefiro não fazer. E já algumas vezes tentei ser firme em afirmar e me retirar quando não quis executar algo com que não concordava.</p>
<p>O fato é que ajudar as pessoas é muito mais gratificante. Ajudar é muito melhor do que simplesmente trabalhar, pois as pessoas dão valor, na maioria das vezes. Me entregar e coração é muito melhor que me entregar somente enquanto trabalhador assalariado.</p>
<p>Desejo do fundo do meu coração, poder realizar meu trabalho em paz e feliz. =)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ah, mundo capitalista]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/14/ah-mundo-capitalista/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 09:20:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/14/ah-mundo-capitalista/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Onde se plantando tudo dá.&#8221; Isso foi há tempos, e deste solo fértil brasileiro ainda há]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Onde se plantando tudo dá.&#8221; Isso foi há tempos, e deste solo fértil brasileiro ainda há chance de brotar mais e mais, pois nossa natureza é mais mãe e humana que a própria gente que passeia e maltrata o solo, nosso único e verdadeiro bem que nos dá retorno real. É bom ter o melhor bem e ele efetivamente não precisar ser nosso, pois mesmo documentos de posse nunca garantirão o domínio real, pleno e verdadeiro.</p>
<p>O grande problema é que aqui, além de amor e sementes, se planta muita desordem e corrupção.</p>
<p>Nosso povo cordial, há muito se deixou contaminar pela brutalidade da perdição humana. Há muito nosso povo, de corpo fraco e preguiçoso, ganhou músculos e se acostumou com o trabalho pesado. Isso fez brotar veias escuras e secas em cérebros bombados, inflados de &#8220;nada&#8221;.</p>
<p>Ah, mundo CAPETAlista. Que a natureza nos ajude, mostrando que podemos ser melhores, livrai-nos do mau, e dai-nos a paz e sabedoria, e sobretudo, força de vontade para sermos seres HUMANOS melhores, pois nossa existência, e permanência nesse mesmo mundo depende da nossa consciência.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bom dia]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/11/bom-dia/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/08/11/bom-dia/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Bom Dia Brasil&#8221;&#8230; ou melhor &#8220;Bom Dia, Vietnã&#8221;, talvez se adequasse mel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Bom Dia Brasil&#8221;&#8230; ou melhor &#8220;Bom Dia, Vietnã&#8221;, talvez se adequasse melhor ao editorial de hoje (ontem) do jornal matinal. Tive que acordar mais cedo, por causa de um curso, tirando o sono enorme, acho que nem escutei o despertador tocar, mas me surpreendi ao ver a televisão ligada, e estava passando um jornal regional, que nem lembrava que passava, rs. Mas logo que terminou o Bom Dia Rio, começou o Bom Dia Brasil. E qual foi meu espanto, para uma segunda-feira que poderia ser tão mais agradável, logo após um final de semana de dia dos pais? Um péssimo editorial: trânsito, polêmica, violência, e em meio a tanta notícia ruim (ainda bem que não era eu sentado em frente a TV, e estava mais preocupado com escovar meus dentes), a única notícia que não era ruim, foi referente aos resultados co Campeonato Brasileiro de Futebol. E mais ainda, ainda bem que eu não fiquei para assistir ao jornal.</p>
<p>Uma pena&#8230;</p>
<p>Isso foi ontem, mas por hoje os noticiários, não só matinais, mas os da tarde também se repetiram em furacões, tremores, senadores e um monte de más notícias. Poxa vida, poderia ser melhor hein.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[quero ser...]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/07/28/quero-ser/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 11:15:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/07/28/quero-ser/</guid>
<description><![CDATA[Volta e meia me bate isso, esse sentimento de querer mudar, de me explorar, de sair e romper a barre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Volta e meia me bate isso, esse sentimento de querer mudar, de me explorar, de sair e romper a barreira que o fóssil foi virando dentro da pele que teima em envelhecer. Ontem me deram 30 anos, e hoje me sinto pesado como quem deixou que se perdessem aí uns 5 a 7 anos desperdiçados em pouca construção levantada. Boas histórias sim, excelentes pessoas, excelentes experiências, mas o resultado parece me fugir do que hoje acredito que fosse o melhor para mim&#8230;</p>
<p>Final de semana um breve momento me emocionou, senti o quanto me perdi e não era mais uma criança, o quanto a inocência deu lugar a barba e cabelo grande, a marcas no corpo, a marca na mão se um surto de raiva, a olhares pesados, a expectativas frustradas. O simples fato de ver meu sobrinho correr, de voltar, depois de anos, a chutar uma bola&#8230; Coisa de criança a gente pode (e deveria) fazer sempre, a qualquer hora, mas deixamos que as coisas de adulto nos tomem as poucas horas do dia. Parece que quando somos crianças a vida é aproveitada mais e o tempo não custa e nem corre por passar, ele simplesmente dura o que for, seja pouco, seja muito, seja acompanhado de desenho animado com biscoitos ou passeios ao ar livre.</p>
<p>Eu quero mergulhar em tinta, me entorpecer no experimento, adentrar o casulo da criatividade e romper como uma enorme bolha de sabão que respinga por todos os lados ao estourar. O lado animal dentro de mim rosna, uiva para a lua que se esconde atrás de um sol que está posto há meses, queimando a retina, já meio difusa, obtusa, cega em certos pontos. O artista quer seguir seu caminho, meu eu interior quer correr em todas as direções ao mesmo tempo, por todos os caminhos ao mesmo tempo, o tempo todo até não aguentar mais, e depois não ligar se precisa ou não seguir, deixar acontecer. Não dá mais para conter apenas em madrugadas o ofício prazeroso. A vida ainda pode e deve ser preenchida em cores, formas, extinto, estilo, experimentação e experiências. Se assim não for, não sei mais como deve ser.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARDERÉ EN LAS CALDERAS]]></title>
<link>http://rebecca05.wordpress.com/2009/07/15/ardere-en-las-calderas/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:49:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>rebecca05</dc:creator>
<guid>http://rebecca05.wordpress.com/2009/07/15/ardere-en-las-calderas/</guid>
<description><![CDATA[Confieso que he robado. Los hechos ocurrieron  ayer, en Carrefour de San Pablo, sobre las ocho de la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Confieso que he robado. Los hechos ocurrieron  ayer, en Carrefour de San Pablo, sobre las ocho de la]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A hora do revival dos anos 90]]></title>
<link>http://filombeta.wordpress.com/2009/06/17/a-hora-do-90s-revival/</link>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 04:43:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thais Coimbra</dc:creator>
<guid>http://filombeta.wordpress.com/2009/06/17/a-hora-do-90s-revival/</guid>
<description><![CDATA[Quanto tempo é necessário para que tudo aquilo que você gostou um dia se torne ultrapassado? Seriado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quanto tempo é necessário para que tudo aquilo que você gostou um dia se torne ultrapassado? Seriados de TV, música, lugares, roupas, enfim, essas coisas que você e seus amigos achavam o máximo ontem, enfrentam basicamente a mesma situação hoje: os seriados são reapresentados várias e várias vezes até a exaustão nos horários mais esdrúxulos da TV a cabo, as músicas agora são consideradas midback, os lugares, ou fecharam ou viraram outra coisa, tipo igreja envangélica; as roupas, quanta cafonice&#8230; Nós nunca observamos que o tempo está passando até darmos conta dessas transformações tão repentinas.</p>
<p>Foi o que aconteceu na semana passada. Fui numa boate – ou, como dizem os paulistas, numa balada – que dizia tocar flashbacks. Tinha até 70 no nome. Cheguei lá esperando ouvir Abba, Bee Gees, Donna Summer, esses clássicos que a gente escuta em toda festa de quinze anos, formatura, casamento&#8230; Depois, o DJ mandaria uns Beatles, <em>La Bamba</em>, um <em>Rock Around The Clock</em>, misturando com <em>Sunday Bloody Sunday, Boys don’t cry</em>, Sha-la-la-la-la-la (aka <em>Mr. Jones</em>, do Counting Crows), chegando até a colocar umas Beyonces e Rihannas da vida, só pro público não sair fedendo a naftalina da &#8220;buátchi&#8221;.</p>
<p>Eis que, no meio daquele jogo de luzes, escuto um poperô familiar&#8230; Está tocando <a href="http://www.youtube.com/watch?v=y8_sKlqcoaY"><em>I Can’t Make You Love Me</em></a>?? Sério mesmo?? Esse troço tocava diariamente na Jovem Pan e 99 FM quando tinha 13, 14 anos. Existiam programas específicos para <em>pout pourris</em> e mixagens dessa linha, que passavam quase sempre no final da tarde. Ah, o house music, quantas lembranças&#8230;</p>
<p>Dá pra citar como exemplo as listas que a Jovem Pan fazia no decorrer do dia, as famosas (que eu acho que ainda devem existir) Sete Melhores; ou no programa HIT PARADE, que passava em não sei qual rádio. Essas rádios faziam a garotada pirar, ensaiando dancinhas sem graça ao som de Haddaway, Corona, entre outras. A Jovem Pan lançou até umas coletâneas em CD &#8211; tenho dois, confesso &#8211; com músicas tipo <em>Se Fue,</em> versão dance da Laura Pausini; <em>Run to Me</em>, do Double You; e nosso inesquecível Scatman John!</p>
<p>Todas essas tosquices que embalaram tantas festinhas, as pausas nos estudos à tarde, as conversas com as meninas no térreo do prédio&#8230; São músicas que, hoje, muita gente acha horríveis, com rimas paupérrimas e letras que não dizem nada com nada, mas que me trazem lembranças muito boas de uma adolescência cheia de sonhos e expectativas.</p>
<p>E, nesse meu momento totalmente nostálgico, vem uma amiga e solta a verdade cruel:</p>
<p>- Que legal! Isso virou midback!</p>
<p>E eu: &#8211; Ahn? Tá louca? Midback é anos 80 e&#8230; Ôpa!</p>
<p>OK, vamos fazer as contas&#8230; Há 15 anos, uma década e meia atrás, o midback que conheciámos virou flashback e ninguém avisou. O jeito é aceitar e se jogar, pois é o que nos resta. E que o mundo não se espante se daqui há cinco anos ou menos os 90 passem a ser incluídos na categoria flashback.</p>
<p>Assim é a vida. Veja a idade dos artistas que, um dia, fizeram parte da vida de muitas pessoas:</p>
<p>MC Hammer tem 47 anos. (E quem seria esse? O cara da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=otCpCn0l4Wo&#38;feature=fvst"><em>Can’t Touch This</em></a>, oras&#8230;)</p>
<p>Kurt Cobain (Nirvana) teria 42.</p>
<p>Jordan Night (New Kids On The Block) tem 38!!!</p>
<p>Aquele menininho francês, o Jordy, tem 21…</p>
<p>Acreditem, apesar dos fatos estarem nas nossas fuças, eu procuro não me abalar com esse negócio de idade, velhice e afins. Afinal, não dá mesmo pra confiar em quem não estava vivo quando o cometa Halley cruzou a órbita terrestre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Haiku de Álvaro]]></title>
<link>http://poetasdesterrados.wordpress.com/2009/06/01/haiku-de-baro/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 20:54:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Baro</dc:creator>
<guid>http://poetasdesterrados.wordpress.com/2009/06/01/haiku-de-baro/</guid>
<description><![CDATA[Soy un reflejo. No me eches la culpa: yo solo soy tú.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Soy un reflejo.<br />
No me eches la culpa:<br />
yo solo soy tú.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[reverberar]]></title>
<link>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/06/01/reverberar/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriomarcal</dc:creator>
<guid>http://devaneiosviscerais.wordpress.com/2009/06/01/reverberar/</guid>
<description><![CDATA[Reverberando entre caixas altas e baixas, palavras perdem sentido, letras perdem caminhos entre linh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reverberando entre caixas altas e baixas, palavras perdem sentido, letras perdem caminhos entre linhas, sem objetivo. Mesmo que sigam uma direção, é somente mais um dos vetores que compõem um movimento, e movimento nem sempre é explicável ou algo que valha se parar para analisar, nem que seja friamente, depende sempre do referencial.</p>
<p>Letras em novas fôrmas, mas essas não são mais rígidas e pesadas, a forma já não segue mais a função ou representação simplificada de formas e objetos reais, já não ganham corpo como antes, hoje já não passam mais o registro e memória de outrora, alguns até parecem acompanhar e incorporar a gordura da sociedade de consumo, alimentando-se nos fast foods, em cidades cheias de letreiros, painéis e neons à fora.</p>
<p>Ponto, ponto, ponto. Cada sinal gráfico vibra na superfície estática, estética asséptica, mas não imune às ondas tensas que cercam nosso contexto. Reverberam foscas ou brilhantes, esvaídas ou cintilantes, espelham nossa cara de pau diante dos fracassos. As palavras não sabem dizer o que a mente não é capaz de deduzir por si só. A atitude vai da consciência, da mente, coração, do ato, &#8230; e não da ferramenta ou instrumento. www, a grande arte de dizer e dizer, e dizer que não dizer, e no fim nada dizer, de nada, e é tão óbvio, e é tão banal, e é tão constante quanto a vida vazia que levamos viralizando links nos micro-blogs da esfera virtual, nosso novo lar, aonde podemos nos encontrar no tanto que nos perdemos. Essa sim, uma superfície luminosa, mas nem sempre iluminada, é assepticamente suja e contaminada, de alguns valores vazios, de conceitos inacabados, de transformações, transgressões, transmutações, de sexos trocados, de falta de sexo, de falta de caráter, moral, falta de amor, de surgimento de novos amores, de recortar e encurtar distâncias ou de enxertar ainda mais distância, informações inválidas, informações trocadas, essa página expirou.</p>
<p>Cada signo gráfico vibra, na cabeça, na ponta do instrumento, na superfície escrita e até mesmo na superfície vazia. Espaçam-se valores, escondem-se rancores, recolhem-se amores. E a vida, que sempre brotou a cada germinar no verde, a cada gota de chuva caída do céu que chora oras de felicidade, oras de tristeza, lá está, firme e confiante, enquanto houver esperança. Cada signo, cada letra, cada parte desse todo, que às vezes nem em conjunto parece fazer sentido se perde ao ponto de não ter mais ponto, pontuação, sem ter barreira, limite, em uma busca ininterrupta, incoerente, inconsequente, insana, por alcançar algo que nem sabemos o que é, e a fase cresce, o sentido se perde, a agonia aumenta, a tensão aumenta, o desespero aumenta, os olhos não se cabem em piscar, o abismo parece cada vez mais próximo, uma mão, duas mão, centenas de corpos e mão atolando-se fazem pressão para abrir a porta do vagão que desemboca nesse abismo tenso do grito do povo de que é devoto ou não de santos, mas que tenta se agarrar em forçar para sentir mais do que só o vento no rosto, o vento seco, o sol ardendo e lá em baixo tão distante, tão profundo, o caminho se abrir, sabe-se lá para onde vai dar, e o relógio acelerado, como mil corações batendo no peito que não se cabe em si e &#8230; silêncio. (ponto final) &#8230; Desemboca novamente no nosso próprio e pequeno eu, que será cultivado em valores, palavras, gestos, signos, amores, que terá nova chance, de fazer, de se perder ou se achar, de escolher.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Para qué este blog?]]></title>
<link>http://catalinatrujillo.wordpress.com/2009/05/27/%c2%bfpara-que-este-blog/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 21:04:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Catalina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta mañana leí este comentario que dejó Letransfusión en un post de mi blog: “Este desahogo que se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Esta mañana leí este comentario que dejó <a title="Blog de Letransfusión" href="http://letransfusion.wordpress.com" target="_blank">Letransfusión</a> en un post de mi blog: “Este desahogo que se nos permite en los blogs me parece otra estrategia de los gobiernos para desgastar nuestra energía, de tal modo que no haya suficiente para efectuar otros actos”.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Estas palabras se sumaron a las muchas confusiones que tengo últimamente y a los interrogantes que me atormentan por no encontrarles una respuesta satisfactoria.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;"><!--more-->Cuando comencé a escribir en el blog había decidido crear un espacio de denuncia donde se sumaran muchas voces y empezáramos una revolución. Para muchos esta idea debe ser familiar y posiblemente les haya ido como a mí.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Poco a poco fui ganando lectores y se sumaron personas que compartía mi forma de ver el mundo y criticarlo, pero no era suficiente. Éramos los mismo poquitos que siempre estamos en contra de la forma en que arbitrariamente suceden las cosas. Encontré otros blogs de igual espíritu y vi que a ellos les iba igual que a mí.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Con el tiempo me fui desanimando y a eso se sumó tener un trabajo que demandaba mucho tiempo. Comencé a publicar artículos más personales y por momentos el blog pareció un diario de muchachita de colegio, contando anécdotas que a nadie importan y menos a gente que no me conoce.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">La tapa de todo fue la apertura del oráculo y la inclusión de contenido místico al blog.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Sentí que el blog perdió forma, estilo y gancho. Pero seguía ahí, mezclando temas y con el ánimo cada vez más en decadencia.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Después del comentario de esta mañana me volví a llenar de ganas. Y así debemos hacer todos los que tenemos blogs de denuncia. Quizás no se puedan movilizar las masas que soñamos pero, sin duda, alguien nos leerá y mínimamente reflexionará sobre lo que escribimos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">Eso sí, los que tengamos oportunidad de llevar las discusiones a otras esferas menos virtuales no podemos perder la fuerza. Hay que hacer todo lo posible por cambiar las injusticias y hostilidades de este mundo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:12pt;line-height:150%;font-family:'Times New Roman',serif;">No sé si deje este blog y empiece otro. No sé si abandone los contenidos rosados o los aproveche como un respiro entre tanta quejadera. No sé si me olvide de los sueños de los demás y me concentre más en los míos, que aunque son pocos no dejan de ser extraños. No sé si este ánimo me dure más de un día y sea solo producto de la efervescencia que me transmite <a title="Blog de Letransfusión" href="http://letransfusion.wordpress.com" target="_blank">Letransfusión</a>. Sólo sé que en este momento, más que nunca, tengo ganas de no callar.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O que é que vamos escolher nas eleições deste ano?]]></title>
<link>http://fjsantos.wordpress.com/2009/05/22/o-que-e-que-vamos-escolher-nas-eleicoes-deste-ano/</link>
<pubDate>Fri, 22 May 2009 15:04:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjsantos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Anda por aí um apelo «vota à direita ou à esquerda, não votes no PS» Parece ser um discurso com sent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Anda por aí um apelo «vota à direita ou à esquerda, não votes no PS»</p>
<p>Parece ser um discurso com sentido, em função das malfeitorias levadas a cabo pelo governo Pinto de Sousa. Mas será mesmo indiferente votar num sentido ou noutro? Será que apenas nos resta &#8220;escolher o molho com que vamos ser cozinhados&#8221;?</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iLc8gnKtRoE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/iLc8gnKtRoE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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