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	<title>individualismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/individualismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "individualismo"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 05:52:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A aventura moral do individualista]]></title>
<link>http://liepkan.wordpress.com/2009/11/29/a-aventura-moral-do-individualista/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:42:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Filipe Liepkan</dc:creator>
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<description><![CDATA[A enorme maioria das pessoas é instintivamente colectivista. Não há nada de imediato a fazer quanto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<div><span style="color:#333333;">A enorme maioria das pessoas é instintivamente colectivista. Não há nada de imediato a fazer quanto a isso. Continua a ser completamente estranha àquela enorme maioria a descoberta que se fez de que os seres humanos se relacionam espontaneamente e ajustam sem coerção as suas necessidades às dos outros, criando laços voluntários de interdependência e de troca. Chamou-se por analogia “mercado” às possibilidades deste tipo de relação em que cada um age por si próprio e em seu nome ou em nome daqueles a quem se associa. Essas relações, embora nasçam da necessidade, são voluntárias no sentido de poderem ser preteridas a favor de outras julgadas mais convenientes. Mas, para isso, cada um tem de ser livre de poder gerir as suas relações e os resultados delas obtidos. A essa autonomia do indivíduo se chama propriamente individualismo – e esse individualismo pode ser usado com propósitos egoístas ou altruístas porque o critério é de cada pessoa.</span><span style="color:#333333;">Mas a generalidade das pessoas não entende nem quer entender o individualismo e o mercado. A moralidade que lhes pregaram desde o berço, e que é superior a qualquer conjectura moral ou económica, é que todos somos responsáveis uns pelos outros e ninguém por si próprio; cada um deve dar o seu “contributo à sociedade” e desta receber “aquilo a que tem direito”. Dado que aprenderam que nada há de moral no mercado, orgulham-se da sua ignorância sobre questões económicas porque, como lhes ensinaram, a única economia tolerável reduz-se a uma actividade de redistribuição da riqueza. E disto não saem.</span>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#333333;">Alguns, por momentos, podem escutar com curiosidade ideias diferentes, mas logo que regressam às rotinas ligam o piloto automático colectivista. As ideias que lhes inculcaram são muito fortes e têm associados mecanismos de medo muito eficazes: <em>a grande maioria das pessoas é vítima de alguém ou de alguma coisa e precisam de ajuda ou que tomem conta delas</em>; eles próprios nunca têm a certeza de não pertencer ao número das vítimas e, portanto, só se sentem seguros se a “sociedade” estiver comprometida em ajudá-los. Desse modo, o altruísmo, o sistema simbólico da entreajuda, torna-se o grande vínculo que mantém a unidade da “sociedade” e de cada um com ela. As ideias diferentes não passam de fantasias; para um número considerável, estas fantasias são mesmo perigosas ou constitutivas da moral hipócrita daqueles que, quebrando a entreajuda, são responsáveis pela existência de tantas vítimas. Estes, os que alegadamente não se pautam pelo colectivismo, são os elementos corruptores do sistema, os agentes da entrada do mal no mundo e contra os quais se torna evidente a necessidade de reforço da protecção colectiva.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Porque a função providente da “sociedade” corre mal, os responsáveis pelo mal estão obviamente com demasiado poder, influenciando as decisões políticas e o curso dos acontecimentos. É instintivo associá-los aos que têm riqueza ou modos de vida independente – por mais que esses sejam muitas vezes utilizadores inteligentes das decisões colectivas estabelecidas. Só que como o resultado dessas decisões não deveria ser a desigualdade de resultados, logo se conclui que <em>a vantagem desses quantos teve de ser conquistada à custa daquilo que pertence a todos</em>. Não é uma consequência do sistema colectivista, mas da sua corrupção. Daí o apelo que podem ter os tribunos da plebe autopromovidos ou os Césares moralizadores. E quando o exercício do poder colectivo por estes se revela desastroso é porque, mais uma vez, houve cedência à moral hipócrita dos que fazem vítimas, violando os puros princípios do colectivismo. Pode-se assim sempre começar de novo sem questionar os instintos. Pode-se assim viver numa sociedade completamente organizada numa lógica colectivista e proclamar-se que impera o individualismo mais selvagem e maléfico.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Esta visão do mundo é perfeitamente compatível com o mais bruto egoísmo individual. Na sua vida privada, o colectivista instintivo pode ser completamente autocentrado nos seus actos sem se contradizer. É que ele é uma vítima e tem direitos que a “sociedade” lhe deve; ora, dado que a “sociedade” é ineficaz na distribuição desses direitos, por causa da corrupção causada pelos que fazem vítimas, é perfeitamente legítimo que ele aja como um recolector – senão um predador – em relação àquilo “que é de todos”. Isso que é de todos também é dele e, se as benesses ficam à mão de semear, só se fosse tolo é que não as colhia. Mais vale ser ele, que é uma pobre vítima, do que um desses corruptores do sistema que já tem mais do que a medida. O facto de ser vítima pode até dar-lhe o direito de agir com agressividade e de transgredir os princípios altruístas do colectivismo: ele está a defender aquilo a que tem direito – seja o subsídio de desemprego estando empregado ou a entrada mais à frente na bicha para a ponte; se há injustiças no sistema, não são as “migalhas” que ele colhe que a originam, é a corrupção dos que fazem vítimas. De maneira que o colectivista pode comportar-se como um pulha com os seus semelhantes e preservar a sua boa consciência, odiando ritualmente os seus demónios anti-colectivistas.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">É esta lógica circular, preventiva das contradições, alimentada pelo medo e pelo ódio ao que se julga causar o medo, que é praticamente impossível ao individualista de quebrar. O individualista descobriu por um percurso íntimo que o colectivismo está errado. Não descobriu apenas que é ineficaz, descobriu que é imoral. Por isso, tem dificuldade de entender a razão pela qual ninguém está disposto a levar a sério o que tem para dizer. Mais: fica chocado por o tomarem a ele por um ser imoral. Exalta-se algumas vezes, irrita-se com os seus interlocutores e, de repente, apercebe-se que está a representar o papel de arrogante em que eles o querem ver. Claro que essa arrogância até está proporcionada àquela que exibem os que dele discordam, mas é a sua que sobressai porque todos estão de acordo em discordar dele. Então, o individualista cala-se, deixa cair os braços. Está magoado, mas aprende que essa mágoa lhe vem de um instinto gregário que lhe pede concordância com o grupo. Aprende a superar isso separando as pessoas dos seus instintos mais errados, tentando compreender porque pensam e agem daquele modo. Evitando a misantropia, o individualista convive com os seus semelhantes e passou a considerar-se um estrangeiro. Não pertence moralmente a esta sociedade, mas tem de viver nela com aqueles que se pautam por valores, expectativas e objectivos diferentes.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Aqui começa a aventura moral do individualista. Como viver no colectivismo sem se tornar um colectivista? Há uma primeira porta de saída com que se depara: ser um individualista consequente é tão difícil que viver as contrariedades enfrentadas seria oferecer-se a um estranho sacrifício pessoal no altar do colectivismo. Ele, um individualista, precisamente porque o é e não sente qualquer comprometimento moral com o colectivismo, não deve aproveitar tudo aquilo que o sistema lhe der, tudo aquilo que lhe vier ter à mão? Ele não é responsável por as coisas serem como são, ele diz-se, como toda a gente sabe, individualista. Está moralmente de fora, mas é obrigado a viver neste meio. Não esperam, com certeza, que ele se deixe espezinhar pelo sistema, ser forçado aos deveres e recusar os direitos. Ele alerta para a falência moral do sistema que não lhe permite <em>viver como se deve viver</em>; e então vai viver do sistema, mas denunciando-o. É isso que o distingue do sectário colectivista que, denunciando um défice de colectivismo que torna tudo imoral, se põe à margem, às vezes com uma opção pela violência. Ele não. O individualista não se transforma num objecto sacrificial. Era o que faltava: o colectivismo não vale tanto. O individualista decide sair pela primeira porta e torna-se um pragmático. Se está à procura de emprego, deve considerar todas as ofertas. Um emprego mantido pela máquina fiscal do colectivismo pode ser aceitável. Alguém vai ficar com ele, de qualquer maneira. Que irónico que é ficar ele nesse lugar em vez de um colectivista convicto. Algumas pessoas como ele em lugares desses e um dia será fácil desmontar todo o sistema…</span></p>
</div>
<p><span style="color:#333333;">A segunda porta de saída – que pode ser a primeira, dependendo de onde se vem – é a que se depara ao individualista <em>que não julga os outros</em>. “Não julgues para não seres julgado”: a diferença entre a frase assim dita e a que no evangelho está na boca de Jesus é que este falava de direitos e deveres das pessoas com Deus, não das pessoas com a “sociedade” funcional e simbolicamente transformada n’Ele. Para este segundo tipo de individualista pragmático, cada um sabe de si e não lhe compete a ele andar a apontar o dedo. Não é um mau princípio, mas ele sabe que, na verdade, essa atitude se traduz em não mostrar qualquer desagrado ou desconforto perante o pragmatismo de outros individualistas, o que não é exactamente a mesma coisa de se abster de apontar o dedo; é, pelo contrário, implicitamente, aprovar aquela conduta. Porque o segundo individualista pragmático sabe que há formas de tornar conhecida a sua maneira de ver, de mostrar desagrado e desconforto, sem andar a “julgar” os outros ou a “apontar o dedo”. Ele simplesmente não quer desagradar porque, no fundo, valoriza mais as relações do que os princípios. Em term<span style="color:#333333;">os morais, estará um furo acima do primeiro pragmático, mas quantos abaixo ainda daquela palavra virtude a qu</span></span><span style="color:#333333;">e se diz alérgico?</span></p></blockquote>
<p style="text-align:right;"><a href="http://livreeleal.blogspot.com/2009/11/aventura-moral-do-individualista.html">Luís Aguiar Santos</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La muerte de Ginebra asesinada]]></title>
<link>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/29/la-muerte-de-ginebra-asesinada/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:57:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>abenyusuf</dc:creator>
<guid>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/29/la-muerte-de-ginebra-asesinada/</guid>
<description><![CDATA[Bismilah al rahmán y rahim Ginebra ha sido asesinada por los suizos y las suizas, hijos e hijas de G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://www.simplonpc.co.uk/CGN/LaSuisse1_PC-04.jpg" alt="" width="450" height="296" /></p>
<p style="text-align:justify;">Bismilah al rahmán y rahim</p>
<p style="text-align:justify;">Ginebra ha sido asesinada por los suizos y las suizas, hijos e hijas de Guillermo Tell, que han votado con amplia mayoría <a href="http://www.letemps.ch/Page/Uuid/00c0f1b2-dcd8-11de-bc20-cbd5d36bc26f">a favor de una ley islamófoba</a> y <a href="http://www.letemps.ch/Page/Uuid/bb603f74-dce1-11de-bc20-cbd5d36bc26f/Les_autres_votations_f%C3%A9d%C3%A9rales">en contra de una iniciativa justa</a>, promovida por el colectivo pacifista más representativo del legado idealista de la paz, en un tiempo asociado a la ciudad del borde del Lago Léman. &#8220;<a href="http://www.liberation.fr/monde/0101605697-les-suisses-auraient-vote-en-faveur-de-l-interdiction-des-minarets">Catastrófico</a>&#8220;, califica el resultado Tariq Ramadan. Yo pienso en mis amigos que siguen viviendo en aquella ciudad, musulmanes y ateos, quizás hasta cristianos y judíos, que deben estar abatidos, sentirse desolados ante unos resultados terribles y <a href="http://www.lemonde.fr/europe/article/2009/11/29/les-suisses-se-prononceraient-en-faveur-de-l-interdiction-des-minarets_1273728_3214">sorprendentes</a>. Ha muerto su ciudad, asesinada en un sucio domingo fascista del siglo XXI, en nombre de la democracia. ¡Qué asco!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vistorias......]]></title>
<link>http://danielbiologo.wordpress.com/2009/11/28/vistorias/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:51:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielbiologo</dc:creator>
<guid>http://danielbiologo.wordpress.com/2009/11/28/vistorias/</guid>
<description><![CDATA[Nestas últimas três semanas realizando vistorias pela Grande Florianópolis, aproximadamente 2,500 km]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000080;"><strong>Nestas últimas três semanas realizando vistorias pela Grande Florianópolis, aproximadamente 2,500 km rodados pelos Municípios e localidades de; Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, Enseada de Brito, Palhoça, São José, Garopaba, Santa Isabel, Paulo Lopes, São Pedro de Alcântara, Praia do Sonho, Praia da Pinheira, Morro dos Cavalos, Ilha de Santa Catarina &#8230;.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>&#8230;. constatei mais uma vez que o Homem tem ocupado todo o espaço, não se encontra nenhuma área onde a mão destruidora do ser Humano não tenha chegado. Mesmo com a Legislação tentando proteger um pouco, o Respeito às Leis é totalmente ignorado refletindo em áreas totalmente antropizadas sempre em detrimento da Mata Atlântica, leia-se aqui; Flora e Fauna e seus ecossistemas. Este Egoísmo Humano destruindo a Natureza da qual somo integrantes e não &#8220;Proprietários&#8221;, está causando danos irreversíveis em nosso planeta</strong></span>.</p>
<h2><span style="color:#008000;">Está mais do que na hora do Homem começar a agir de acordo com a Conservação da Natureza, refletindo na preservação da vida de nossa própria espécie. </span></h2>
<h2><span style="color:#008000;">Somos todos, junto com as demais formas de vida, &#8220;tripulantes do Planeta Terra&#8221;  e dependentes uns dos outros, será tão difícil perceber isto? </span></h2>
<h2><span style="color:#008000;">Onde está a tal da &#8220;Racionalidade&#8221; Humana? </span></h2>
<h2><span style="color:#008000;"> </span></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7.000.000.000 en nueve lunas]]></title>
<link>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2009/11/28/7mil-millones-nueve-lunas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:00:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andres Schuschny</dc:creator>
<guid>http://humanismoyconectividad.wordpress.com/2009/11/28/7mil-millones-nueve-lunas/</guid>
<description><![CDATA[El sufrimiento está conduciendo a la humanidad a su nacimiento. Fuente: Me llegó a través de mi amig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WxtJGoZjgRs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WxtJGoZjgRs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>El sufrimiento está conduciendo a la humanidad a su nacimiento. </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I56DApr0SS0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/I56DApr0SS0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>Fuente:</strong> Me llegó a través de mi amigo <a href="http://suelto.net/naturaleza-de-la-humanidad/">Suelto, Pablo Benavides</a>, gracias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La religión es inconciliable con la libertad individual]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/27/la-religion-es-inconciliable-con-la-libertad-individual/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:39:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
<guid>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/27/la-religion-es-inconciliable-con-la-libertad-individual/</guid>
<description><![CDATA[Hace algunos días durante los últimos minutos de la conferencia &#8220;The Progress of Freedom: The ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.darwinfish.com//catalog/product_info.php?cPath=26_42&#38;products_id=44&#38;osCsid=5e0ced781fb46df92db22e45332b09a8"><img title=" Reality Bites Car Plaque " src="http://www.darwinfish.com//catalog/images/Reality%20Bites%20Large.jpg" border="0" alt="Reality Bites Car Plaque" width="200" height="200" /></a></p>
<p>Hace algunos días durante los últimos minutos de la conferencia &#8220;<a title="link al video de esta conferencia" href="http://www.newmedia.ufm.edu/gsm/index.php?title=The_Progress_of_Freedom:_The_Future_of_the_Movement" target="_self">The Progress of Freedom: The Future of the Movement (link a la conferencia)</a>&#8221; escuché el comentario del sacerdote católico Robert Sirico del <a title="sitio del instituto" href="http://www.acton.org/" target="_self">Instituto Acton</a> y Alejandro Chafuen del <a title="sitio oficial del centro" href="http://atlasnetwork.org/" target="_self">Atlas Economic  Research Foundation</a> que leía algo similar a: <em>&#8220;la religión ha sido importantísima para el desarrollo de una sociedad de hombres libres&#8221;</em>.</p>
<p>Cuando escuché eso casi me caigo de la silla y empiezo a reir/llorar.</p>
<p>Porque una sociedad de hombres libres se fundamenta en el respeto de los individuos, en la libertad que tienen de actuar y opinar, en el reconocimiento de la vida como el valor más alto de los seres humanos, y en aceptar que la   razón es el único medio por el cual los humanos entendemos la realidad.</p>
<p>Sin embargo, lo anterior nunca ha sido defendido, apoyado, protegido y/o aprobado por ninguna religión.  Al contrario, todas las religiones que han existido condenan a los hombres al pecado, la ignorancia, la relatividad, el castigo y el sufrimiento.  Las religiones han sobrevivido únicamente a costa del sacrificio de los seres humanos y el cristianismo es el mejor ejemplo de cómo a costa de muchas muertes y sufrimiento se han convertido en la religión con más feligreses en el mundo luego de 2,000 años de imponer terror.</p>
<p>Las religiones comparten todas la prohibición y negación de las libertades individuales, el irrespeto a la vida humana y el sacrificio de la felicidad de los hombres con la promesa de una futura vida eterna (las más sensatas sólo dicen que los hombres reencarnarán en sapos o árboles).</p>
<p>Las religiones y sus dogmas fueron, son y serán siempre incompatibles con la libertad y/o con la búsqueda de la felicidad a las que todos los seres humanos coherentes aspiramos.  Por fortuna, el poder de las religiones ya no es impuesto de la misma manera en que lo era hace no más de 50 años&#8230; el problema es que de nuevo, tratan de engañarnos y vendernos &#8220;historias divinas&#8221; en las que la religión parece haber sido la que nos rescató de la barbarie.</p>
<p>No nos dejemos engañar; estudiemos y conozcamos la inmensa lista de actos inmorales y crímenes contra la humanidad que las religiones han cometido a lo largo de la historia.  Somos personas inteligentes y es hora de responsabilizar a quienes tanto daño han hecho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La pulce autoritaria nell'orecchio]]></title>
<link>http://serrature.wordpress.com/2009/11/26/la-pulce-autoritaria-nellorecchio/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:19:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Serraturestaff</dc:creator>
<guid>http://serrature.wordpress.com/2009/11/26/la-pulce-autoritaria-nellorecchio/</guid>
<description><![CDATA[Giusto ieri ho partecipato ad una conferenza organizzata dall&#8217;università di Siena, dal titolo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Giusto ieri ho partecipato ad una conferenza organizzata dall&#8217;università di Siena, dal titolo &#8220;<span style="text-decoration:underline;">Il declino della sovranità e dei poteri pubblici</span>&#8220;. Senza entrare nel merito di ogni singolo argomento toccato, voglio solo riferirmi all&#8217;intervento di un professore di diritto amministrativo, il quale mi <a href="http://serrature.wordpress.com/files/2009/11/hitler-at-dortmund.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-575" title="hitler-at-dortmund" src="http://serrature.wordpress.com/files/2009/11/hitler-at-dortmund.jpg?w=300" alt="" width="300" height="201" /></a>ha offerto l&#8217;occasione di sviluppare il ragionamento che qui riporto. Questo docente si è detto convinto che il <strong>decentramento del potere</strong>, attualmente in atto in Italia, rappresenti una tangibile prova del fatto che la <strong>sovranità popolare</strong> non è in crisi, o perlomeno di come lo Stato cerchi continuamente di <strong>accorciare le distanze tra sè ed il cittadino</strong>, ponendo, lungo la strada, una serie crescente di apparati ed organismi su base locale che favoriscano la partecipazione individuale alla vita sociale e politica. Almeno filosoficamente, ciò non può essere vero, e per un motivo se volete astratto, ma comunque ampiamente dimostrato. Ci pare, infatti, che questo processo di progressivo decentramento del potere, di federalismo, di delega alle amministrazioni locali, non vada verso un&#8217;affermazione della sovranità popolare ma, tutt&#8217;altro, ci porti <strong>dritti dritti nella chiusura, nell&#8217;individualismo, nell&#8217;autoritarismo, nell&#8217;intolleranza</strong>, in altre parole in braccio alla supremazia di una sovranità autoritaria. Si tratta innanzitutto di pensare a chi sono, nel nostro paese, i principali fautori della politica federalista di decentramento, e cioè i leghisti. Detto ciò, basta rifarsi all&#8217;interpetazione che <strong>Charles Maier</strong>, professore di storia alla <span style="text-decoration:underline;">Harvard</span> University, dà del secolo XX. Egli infatti vede il novecento come un&#8217;epoca lunga, che ha avuto il suo inizio attorno al 1850, in concomitanza e parallelamente all&#8217;ascesa di una forte <strong>idea di territorialità</strong>: si afferma, cioè, nella seconda parte del secolo XIX, un concetto di territorio circoscritto, dotato di un&#8217;organizzazione politica e caratterizzato da <span style="text-decoration:underline;">violente istanze di dominio</span> entro i confini che lo determinano. Al di là di queste delimitazioni, si sviluppano ovviamente una pluralità di altri stati, con i quali viene instaurato un rapporto di conflittualità reciproca; nello stesso tempo, cresce la tendenza a riempire il proprio spazio con le prerogative della famiglia, della classe, della nazione, ed a negare le prerogative altrui.<br />
Il modello di cui abbiamo parlato entra in crisi negli ultimi quindici anni del 1900, a causa della separazione netta che si è venuta nel frattempo a creare tra lo spazio dell&#8217;identità e quello della decisione, all&#8217;interno di un contesto più ampio che riguarda il fenomeno definito <strong><a href="http://serrature.wordpress.com/files/2009/11/pontida.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-576" title="pontida" src="http://serrature.wordpress.com/files/2009/11/pontida.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>globalizzazione</strong>: internazionalizzazione delle corporations, multinazionali, sviluppo di internet, disintegrazione delle barriere sociali.<br />
Per tutta risposta nasce una corrente di pensiero (che ha tra i suoi esponenti appunto la<strong> Lega</strong> in Italia, <strong>Le Pen</strong> in Francia, <strong>Haider</strong> in Austria, adesso il<strong> BNP</strong> in Inghilterra), la quale sostiene la necessità di una ricostruzione di quei <strong>confini</strong>, nonchè di una presa di posizione forte <span style="text-decoration:underline;">contro</span> gli aspetti più controversi della situazione, ovvero <span style="text-decoration:underline;">cosmopolitismo</span> e <span style="text-decoration:underline;">multiculturalità</span> (il cosiddetto <strong>populismo territoriale</strong>). </div>
<p>Con la mia (per la verità lunga) divagazione, voglio dire che è facile intuire come il decentramento non vada nella direzione di una maggiore sovranità popolare, per il semplice fatto che nasconde, piuttosto, l&#8217;obiettivo di una ripresa di controllo sul territorio, da raggiungere attraverso una politica di demagogia e d&#8217;intolleranza. Come è possibile tutto questo? Che rapporto c&#8217;è tra il singolo ed una massa che legittima un potere autoritario? Possiamo pensare a quello che hanno scritto psicologi del calibro di <strong>Freud</strong> e Le Bon: l&#8217;individualismo è infatti caratterizzato da storture ideali (razzismo, xenofobia, sospetto, violenza, chiusura mentale) che possono facilmente confluire in un&#8217;entità più grande (la massa, appunto), in cui esse trovano rifugio, si esaltano e perdono i freni inibitori, ed in cui la persona stessa subisce un processo di <strong>regressione a stati primitivi</strong>, divenendo facilmente malleabile per un leader furbo e manipolatore.<br />
Morale della favola? Se nel 2000 la sovranità popolare appare in crisi, non se la passa invece male la <strong>sovranità autoritaria</strong>, che risponde all&#8217;apertura del mondo facendo leva sulle difficoltà dell&#8217;integrazione e della coesistenza. Insomma, bisogna stare in guardia, perchè il rischio c&#8217;è.</p>
<p><em>D.Piselli</em></p>
<hr />
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡Llegó un nuevo día de Acción de Gracias!]]></title>
<link>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/26/%c2%a1llego-un-nuevo-dia-de-accion-de-gracias/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:03:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
<guid>http://homohominilupus.wordpress.com/2009/11/26/%c2%a1llego-un-nuevo-dia-de-accion-de-gracias/</guid>
<description><![CDATA[Craig Biddle, editor de The Objective Standard, sugirió que a partir de este año celebremos el Día d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><div style="text-align:center;"><a href="http://view.picapp.com/default.aspx?term=thanksgiving&amp;iid=218009" target="_blank"><img src="http://cdn.picapp.com/ftp/Images/0214/0b77d1c4-0ec8-4cac-9f06-b931430430c2.jpg?adImageId=7858176&amp;imageId=218009" width="355" height="481" border=0  /></a></div><script type="text/javascript" src="http://cdn.pis.picapp.com/IamProd/PicAppPIS/JavaScript/PisV4.js"></script></p>
<p>Craig Biddle, editor de <a title="post de Biddle sobre Thanksgiving" href="http://www.capmag.com/article.asp?ID=5062" target="_self">The Objective Standard</a>, sugirió que a partir de este año celebremos el Día de Acción de Gracias (sobre las celebraciones que hice en el <a title="Thanksgiving 2008 de Homo Homini Lupus" href="http://homohominilupus.wordpress.com/2008/11/27/%c2%a1feliz-dia-de-accion-de-gracias/" target="_self">2008</a>, <a title="thanksgiving 2007" href="../2007/11/22/feliz-dia-de-accion-de-gracias-aprovechen-la-excusa-para-cenar-con-la-familia/" target="_self">2007</a> y <a title="thanksgiving 2006" href="../2006/11/28/%c2%bfpor-que-debemos-celebrar-todos-el-dia-de-accion-de-gracias/" target="_self">2006</a>) agradeciéndonos mutuamente por el trabajo, esfuerzo, empeño, cariño y amor que pusimos en todas las actvidades productivas que emprendimos este último año.</p>
<p>Así, yo también los invito a celebrar todos sus éxitos y celebrar el trabajo que ustedes realizaron.  Este día inició como una celebración cristiana para celebrar la culminación de un año de buenas y productivas cosechas.</p>
<p>Porque como Biddle bien dice, no es ningún Dios místico el que creo y trabajó por lo que estará en nuestros platos el día de hoy como Biddle asegura.  El Dios abrahámico (también conocido como Yavhé o Jehová) no es la fuente de nuestra felicidad y/o de la vida humana que esta noche celebraremos.</p>
<p>Mejor agradezcamos a quienes realmente se lo merecen: a la familia que nos quiere y protege, a los amigos y amigas que nos acompañan, a los compañeros de trabajo que colaboran en nuestras empresas, a los hombres dignos y a los que luchan por nuestra libertad e independencia.</p>
<p>Este año celebro que:</p>
<ul>
<li>¡<a title="sobre el Centro" href="http://capitalismo.ufm.edu/" target="_self">Fundé el Centro de Estudio del Capitalismo</a> y en los próximos meses trabajaré con decenas de estudiantes de high school en Guatemala!</li>
<li>Compré y leí muchos libros; empecé a escribir uno y espero publicarlo el próximo año,</li>
<li>¡Tengo pareja!</li>
<li><a title="fotos del viaje a NYC" href="http://www.flickr.com/photos/homohominilupus/sets/72157621807088621/" target="_self">Viajé a Nueva York</a> con mis mejores amigos,</li>
<li>volví a tomar muchas <a title="cafe con la Ades" href="http://flickr.com/photos/bibliotecalvm/2528734948/" target="_self">tazas de café y compartí cientos de risas a las 3pm;</a></li>
<li>a pesar de que no pude viajar tanto y tan lejos, sí pude ir a visitar a fantásticas y hermosas personas en<br />
<a title="fotos del viaje a Chile" href="http://www.flickr.com/photos/homohominilupus/sets/72157602441493288/" target="_self">Santiago, Chile</a><a title="fotos del viaje a Europa 2008" href="http://flickr.com/photos/homohominilupus/collections/72157605681901744/" target="_self"></a></li>
<li>¡Mi familia está sana y muy contenta!  ¡Mi <a title="La Mama" href="http://flickr.com/photos/homohominilupus/2368618445/in/set-72157602444244347/" target="_self">abuela materna </a>no ha tenido problemas de salud y sigue tomando whiskey con nosotros!</li>
<li>este Blog fue visto por <a title="visitas al blog" href="http://www.sitemeter.com/?a=stats&#38;s=s29condottiero&#38;r=33" target="_self">más de 200,000 visitas únicas</a> desde noviembre, 2008.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;">¡Espero que este próximo año esté lleno de muchas buenas historias, noticias, fortuna y proyectos!  ¡Yo también, junto con Biddle, me uno a celebrar la vida humana y el trabajo que los hombres realizamos!</p>
<h2 style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff0000;">¡Feliz día</span> <span style="color:#008000;">de Acción</span> <span style="color:#ff0000;">de Gracias!</span></strong></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[|Libros| "El único y su propiedad" de Max Stirner]]></title>
<link>http://ellibertario.wordpress.com/2009/11/26/libros-el-unico-y-su-propiedad-de-max-stirner/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:41:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafaeluzcategui</dc:creator>
<guid>http://ellibertario.wordpress.com/2009/11/26/libros-el-unico-y-su-propiedad-de-max-stirner/</guid>
<description><![CDATA[El único y su propiedad, de Max Stirner. Colección Utopía Libertaria. 379 páginas Si Dios y la Human]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://ellibertario.wordpress.com/files/2009/11/el-unico-y-su-propiedad.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-476" title="El-Unico-y-su-Propiedad" src="http://ellibertario.wordpress.com/files/2009/11/el-unico-y-su-propiedad.jpg" alt="" width="198" height="283" /></a><br />
El único y su propiedad, de Max Stirner. Colección Utopía Libertaria. 379 páginas</p>
<p>Si Dios y la Humanidad son poderosos con lo que contienen, hasta el punto de que para ellos mismos todo está en todo, yo advierto que me falta a mi mucho menos todavía, y que no tengo que quejarme de mi &#8220;futilidad&#8221;. Yo no soy nada en el sentido de vacío, pero soy la nada creadora, la nada de la que saco todo. Fuera entonces toda causa que no sea entera y exclusivamente la mía! Mi causa, me dirán, debería ser, al menos, la &#8220;buena causa&#8221;. ¿Qué es lo bueno, qué es lo malo? Yo mismo soy mi causa, y no soy ni bueno ni malo; esas no son, para mí, más que palabras. Lo divino mira a Dios, lo humano mira al hombre. Mi causa no es divina ni humana, no es ni lo verdadero, ni lo bueno, ni lo justo, ni lo libre, es lo mío, no es general, sino única, como yo soy único. Nada está por encima de mí. <span style="color:#ff0000;"><strong>&#124;60 Bs&#124;</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PROVE TECNICHE DI REGIME. 2]]></title>
<link>http://ferrucci.wordpress.com/2009/11/25/prove-tecniche-di-regime-2/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:26:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>p. ferrucci</dc:creator>
<guid>http://ferrucci.wordpress.com/2009/11/25/prove-tecniche-di-regime-2/</guid>
<description><![CDATA[Dunque, s&#8217;è detto che Silvio Berlusconi, otto anni fa, riuscì a unire nella Casa delle Libertà]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dunque, s&#8217;è detto che Silvio Berlusconi, otto anni fa, riuscì a unire nella Casa delle Libertà]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Face to Face! - Katherine Dunn]]></title>
<link>http://scrittoriprecari.wordpress.com/2009/11/25/face-to-face-katherine-dunn/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 05:36:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>scrittoriprecari</dc:creator>
<guid>http://scrittoriprecari.wordpress.com/2009/11/25/face-to-face-katherine-dunn/</guid>
<description><![CDATA[Con Katherine Dunn, tra sigarette rollate con del tabacco fortissimo, the e sguardi carichi di intes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><img class="alignleft" src="http://www.elliotedizioni.com/catalog/cover/a/9788861920194a.jpg" alt="" width="124" height="165" /><strong><em>Con <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Katherine_Dunn" target="_blank">Katherine Dunn</a>, tra sigarette rollate con del tabacco fortissimo, the e sguardi carichi di intesa abbiamo parlato del suo “<a href="http://www.elliotedizioni.com/catalog/title/title_card.php?title_id=29" target="_blank">Carnival Love</a>” (<a href="http://www.elliotedizioni.com/catalog/pags/" target="_blank">Eliott edizioni</a>).</em></strong></span><strong><em><span style="font-size:x-small;"> Anche a registratore spento ho continuato a respirare un’aria che aveva in sé una sorta di misticismo metropolitano, una specie di lungo racconto umano che nelle pagine del romanzo galleggia invischiando il lettore in un vortice emotivo crescente.</span></em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Chick (uno dei protagonisti del libro nda.) dice “ Il volersi spostare fa parte delle cose stesse”. Cosa si è spostato in te con la scrittura di <em>Carnival Love</em>?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Chick è la mia personale interpretazione dell’energia che è contenuta nella materia. Questo libro è un luogo dove sono andata e ho vissuto per moltissimo tempo, per moltissimi anni. Un posto in cui ho raccolto tante cose della mia vita.<br />
C’è stato un processo di crescita, di mutamento che ha accompagnato la scrittura del mio romanzo, ma io per prima ancora non mi rendo conto perfettamente di quali siano questi cambiamenti.<br />
Fatto sta che l’energia contenuta nella materia scritta ha mutato qualcosa di profondo, talmente profondo da essere “insondabile”.<br />
Ci sono sentimenti molto privati che sono davvero cambiati.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Quella dei Bineswki è una saga familiare, corale, che prende il via dalla scelta di due genitori che per creare dei freaks usano droghe durante la gravidanza. Saga che poi continua con le varie esistenze egotiche dei figli. Cos’è l’ego per te?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Credo in una specie di imposizione innata nel DNA dell’ego, e infatti la scelta di Al e Lil di assumere le droghe è legata proprio a questa idea che mi sono fatta vedendo svilupparsi i personaggi e le loro caratteristiche umorali. Padre e madre cercano di creare la prossima generazione seguendo i loro sogni e i loro desideri, arrivando, durante i primi “esperimenti”, ad uccidere molti dei loro figli, ma proseguendo lo stesso nel loro intento.<br />
Ogni scelta del personaggio poi è differente. All’inizio avevo deciso di mettermi al loro posto e poi immaginare il loro sviluppo. Ma tutto questo è cambiato in corso d’opera, le riflessioni che nascevano durante la produzione letteraria erano frutto di una battaglia interna tra vanità e identità che affliggeva i protagonisti.<br />
La scrittura è un’imposizione egotica che mi permette di cambiare continuamente il materiale che ho a disposizione, quindi credo che l’ego sia semplicemente una parte dell’uomo con cui convivere.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Tutte le vicende ruotano attorno al concetto di “normale”, “freak”, “diverso”, eppure nel libro spesso queste idee si confondono, si mescolano, capovolgendosi: esistono davvero per te la diversità e la normalità?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Come dici tu, nel libro cerco di capovolgere il concetto di normalità. La famiglia circense di cui parlo, normalmente non è auspicabile nella nostra società, non è desiderabile, ma nella mentalità dei Bineswki il concetto si ribalta e loro sono “auspicabili”, “desiderabili”, guardano con tristezza e compassione i normali.<br />
Come in un gioco mentale ho cercato di confondere il sistema dei valori sociali che muovono le nostre scelte, i nostri pensieri e i nostri giudizi.<br />
Non parlo di cose nuove, se ci pensi bene, ma cerco di dare una “prospettiva nuova”, un nuovo modo di vedere la normalità e per farlo il punto di vista deve nascere dall’interno del “diverso”, del comunemente ritenuto “diverso”, per andare verso il normale.<br />
Da questo gioco ne esce fuori che la normalità è un prodotto, un brand, una serialità in cui questi freaks si ergono come unici, come pezzi unici diversi da quelli della fabbrica sociale.<br />
Anche i giovani, americani e non, si raggruppano in tribù sociali in cui pensano di poter esternare la loro unicità, non rendendosi perfettamente conto che fanno parte di una macchina comportamentale ben precisa, che illude di essere “fuori dagli schemi” inglobando invece anche quella falsa libertà espressiva in una gabbia sociale che non permette l’espressione dell’io più vera.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Si coglie un senso quasi religioso nei personaggi, nella storia: Chick è una specie di Cristo silenzioso, Artie un Lucifero che si ribella al padre, fonda un suo culto e offre affabulazione.<br />
È una dimensione consapevole questa, perché la religione ti appartiene o è nata con lo sviluppo narrativo?</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Io sono atea, individualista e solitaria.<br />
All’inizio credevo di essere cosciente di questa costruzione religioso/familiare, di questa sorta di archetipo, anche se poi, durante la scrittura, mi sono resa conto che non ero davvero consapevole di questa idea di partenza, di questo costrutto che stava vivendo la sua evoluzione.<br />
Per quel che mi riguarda, io non sono molto favorevole ai culti in generale. In America ci sono moltissime sette, chiese, culti che spesso sfociano in suicidi di massa o omicidi.<br />
La cosa che mi fa rabbrividire è che le persone che ne fanno parte sono quasi sempre molto istruite, hanno avuto una buona educazione e non capisco come possano compiere queste azioni, o far parte di queste congregazioni avendo una coscienza e una conoscenza dignitosa.<br />
Per la creazione del culto arturiano ho cercato di entrare profondamente nella testa di Arturo e dei suoi seguaci all’inizio e credevo di esserci riuscita, smentendomi in seguito, perché entrare in quelle menti è davvero complicato.<br />
La famiglia in senso lato ha un profondo senso religioso poi, è un misto tra una casta piramidale, una società ben definita, un’orda e un un’unione di individualità. Forse questo senso “religioso” di cui parli viene fuori anche grazie a questa sensazione che abbiamo della famiglia: un luogo in cui si può essere paria, santi e peccatori, un luogo in cui tutto si condanna e tutto si assolve. Una storia fatta di errori, cadute e risalite sempre tenute insieme dal legame di sangue… nel bene e nel male di questo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Individualista e solitaria? Quindi nella solitudine siamo davvero liberi?</strong><br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">No assolutamente. Non dico niente di nuovo dicendo che le grandi conquiste dell’umanità sono frutto della collaborazione, che tendenzialmente ci si raggruppa anche in piccoli gruppi per darsi un senso di appartenenza comune in cui poi davvero capire il proprio sé.<br />
L’individuo ha bisogno dell’altro, tutti abbiamo dei piccoli bisogni che riescono ad essere soddisfatti solo dagli altri o con gli altri.<br />
Nella solitudine troviamo il nostro io evinto dalla massa, dalla moda, dagli influssi sociali, hai mai pensato al fatto che ti chiedano “Che tipo sei e non chi sei?”, una volta trovato questo io si deve semplicemente trovare una via di mezzo capace di regalarci la convivenza con la società e i suoi dettami. Per vivere sereni, per vivere in pace.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Dietro<em> Carnival Love</em> si percepisce un altro personaggio di cui non si parla mai o con cui ho parlato fino adesso. Hai detto che hai messo dentro il libro molte cose di te… quante davvero?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Ogni storia raccontata è frutto del narratore, quindi sì, in ogni riga ci sono io, c’è questo “personaggio”… però non creo nulla di nuovo con il mio scrivere, con la mia esperienza. Mi piace dare il <em>point of view</em>, il mio punto di vista personale riunendo così il lato biografico con quello dell’invenzione letteraria.<br />
Come diceva Einstein “La materia occupa lo spazio” allo stesso modo io, in ogni mia piccola parte, occupo i miei personaggi e le vicende che si trovano a vivere.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Se dovessi paragonare il tuo stile di scrittura ad un pugile (la Dunn adora la boxe.nda) chi sceglieresti tra questi nomi: Alì, Tyson o Carnera?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Mmm, credo nessuno di questi nomi, però c’è un proverbio inglese che dice che in ogni scrittura c’è combattimento e quindi scrivo lottando.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><em>Faccio un ultimo tiro dalla sigaretta offerta e mi esce spontaneo</em>: <strong>Sai che mi è sembrato di leggere la Bibbia sotto acido con <em>Carnival Love</em>?</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;">Quando torno a casa questa me la faccio tatuare qui sulla pancia..<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Ridendo ci salutiamo abbracciandoci.</strong><br />
</span></span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:x-small;"><a href="http://www.thebackinblack.splinder.com/" target="_blank"><em>Alex Pietrogiacomi</em></a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Stato impresa famiglia individuo]]></title>
<link>http://stronggrond.wordpress.com/2009/11/23/stato-impresa-famiglia-individuo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:46:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>stronggrond</dc:creator>
<guid>http://stronggrond.wordpress.com/2009/11/23/stato-impresa-famiglia-individuo/</guid>
<description><![CDATA[In quest&#8217;ordine, dal più importante al meno importante: non è l&#8217;italia, questa, per fort]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>In quest&#8217;ordine, dal più importante al meno importante: non è l&#8217;italia, questa, per fortuna.</p>
<p>L&#8217;individuo realizza valore quando forma una famiglia, la quale beneficia della luce emanata dall&#8217;azienda per la quale l&#8217;individuo lavora e dalla quale trae sostenetamento, nella misura in cui questi è capace di vendersi all&#8217;azienda. Ma il valore supremo è lo Stato, al quale sacrificare il benessere insividuale.</p>
<p>Echi fascisti, pericolosi, che permeano le menti. Echi fascisti che giustificano il giogo, cui l&#8217;italiano non deve più soggiacere. Ce ne siamo liberati, ma il mostro sta tornando, celato dietro il volto anestetizzato dell&#8217;affascinante strisciante passione d&#8217;oriente.</p>
<p>Silvio è solo il fantoccio, anche divertente, in mano ad un sistema più grande. Silvio è il male minore, il contabarzellette del bar sport, che forse alla fine fa quello che può, per sè e anche per l&#8217;Italia. E&#8217; il nostro male politico, ma il male più grande è nelle nostre anime, ammaliate da una culura del consumo e del potere, che hanno completamente annichilito l&#8217;idea stessa di individuo e di responsabilità individuale</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'errore di puntare sull'etica anziché sull'educazione.]]></title>
<link>http://johnmaynard.wordpress.com/2009/11/23/lerrore-di-puntare-sulletica-anziche-sulleducazione/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:03:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>johnmaynard</dc:creator>
<guid>http://johnmaynard.wordpress.com/2009/11/23/lerrore-di-puntare-sulletica-anziche-sulleducazione/</guid>
<description><![CDATA[L’individualismo è un tentativo di risolvere i problemi vecchio come l’uomo, implicando il rapporto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://johnmaynard.wordpress.com/files/2009/11/39_sironi___il_gasometro__1943.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1333" title="39_Sironi___Il_gasometro__1943" src="http://johnmaynard.wordpress.com/files/2009/11/39_sironi___il_gasometro__1943.jpg?w=300" alt="" width="300" height="218" /></a></p>
<p>L’individualismo è un tentativo di risolvere i problemi vecchio come l’uomo, implicando il rapporto tra il proprio bene e il bene altrui, la tensione tra io e comunità. Il fatto di non vivere da soli, bensì di essere sempre all’interno di una comunità, ci costringe a decidere in continuazione il modo di affrontare questo paradosso.<br />
Noi siamo chiamati a vivere questa sfida in un contesto culturale in cui la risposta a questa tensione sembra palese: l’individualismo. Detto con una frase: io raggiungo meglio il mio bene se prescindo dagli altri. Di più: l’individualista vede nell’altro una minaccia per raggiungere lo scopo della propria felicità. È quanto si può riassumere nello slogan che definisce l’atteggiamento proprio di questa mentalità: homo homini lupus.<br />
Ma dicendo così lamodernità simostra incapace di dare una risposta esauriente, vale a dire che contempli tutti i fattori in gioco. Infatti<br />
la concezione individualista risolve il problema cancellando uno dei poli della tensione. E una soluzione che deve eliminare uno dei fattori in gioco, semplicemente, non è una vera soluzione.<br />
Fino a quale punto questa impostazione è sbagliata si vede dal fatto, emerso clamorosamente, della sempre più urgentemente sentita richiesta di regole. Quanto più l’altro è concepito come un potenziale nemico, tanto più viene a galla la necessità d’un intervento dall’esterno per gestire i conflitti. Questo è il paradosso della modernità: più incoraggia l’individualismo, più è costretta a moltiplicare le regole permettere sotto controllo il “lupo” che ognuno di noi si rivela potenzialmente essere.<br />
Il clamoroso fallimento di questa impostazione è oggi davanti a tutti, malgrado i tentativi di nasconderlo. Non ci saranno mai abbastanza<br />
regole per ammaestrare i lupi.<br />
Questo è l’esito tremendo quando si punta tutto sull’etica invece che sull’educazione, cioè su un adeguato rapporto tra l’io e gli altri.<br />
Ma non è tanto l’incapacità delle regole a costituire il problema. La vera questione è che l’individualismo è fondato su un errore madornale: pensare che la felicità corrisponda all’accumulo.</p>
<p>In questo la modernità dimostra ancora una volta lamancanza di conoscenza dell’autentica natura dell’uomo, di quella sproporzione strutturale di leopardiana memoria.<br />
Per questo l’individualismo, ancor più che sbagliato, è inutile per risolvere il dramma dell’uomo.<br />
Inoltre occorrerebbe aggiungere anche un ulteriore inganno, proclamato dal potere dominante: che si possa essere felici a prescindere dagli altri.</p>
<p>Julian Carròn, intervento all&#8217;assemblea della CdO, Assago, 22 novembre 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se você está vivo...]]></title>
<link>http://mondosketchbook.wordpress.com/2009/11/23/se-voce-esta-vivo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:28:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>darkt3co</dc:creator>
<guid>http://mondosketchbook.wordpress.com/2009/11/23/se-voce-esta-vivo/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;é porque alguém quer. Já pensou nisso? Bem, eu já, aliás, penso isso toda vez que termino de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8230;é porque alguém quer. Já pensou nisso?
<p>Bem, eu já, aliás, penso isso toda vez que termino de ver um Episódio de Prison Break. Resolvi postar porque hoje não assisti nenhum e mesmo assim pensei nisso, ou foi o tema que veio mais rapidamente ao limiar da minha memória, wtv&#8230;
<p>Nós vemos hoje como o mundo capitalista criou uma sociedade&#8230;melhor&#8230;uma maneira de pensar, agir e reagir (<em>Leia-se</em> Viver) no homem que desenvolveu uma (Agora sim a palavra no lugar certo) sociedade que se divide com base no poder monetário do indivíduo, ou melhor, daquela peça do quebra-cabeças das grandes corporações.<br />
O Capitalismo promove a liberdade, mas esquece de lembrar que todos os seus outros parâmetros nos levam a descobrir que a liberdade tem sim o seu preço, e que também pode ser comprada em vários pacotes, tamanhos, cores e formatos de acordo com o poder de compra do cliente. Tudo isso impulsionado pela mídia, subproduto do capitalismo que invade cada vez mais a mente do indivíduo transformando-o cada vez mais numa peça moldável que se encaixa perfeitamente onde alguém quer.
<p>Essa sociedade movida a Dólares criou toda a cultura de massa em que vivemos, desde a música até as artes que até pouco tempo atrás era quem mandava e desmandava no pensamento. Hoje como não dizer que a arte é financiada pelas grandes corporações?
<p>Por que não pensar que aquela banda mais famosa não está fazendo fama por que alguém precisa de uma distração mental para a população, para que esta não veja o que realmente ocorre?<br />
Os programas de televisão, revistas, jornais, os próprios movimentos contra a cultura de massa e as grandes corporações poderiam facilmente ser uma nova maneira de impulsionar a população cada vez mais para o fundo do poço da ignorância.
<p>Por que não? Pense como um grande empresário limpador de mentes, que depende da ignorância alheia para ganhar dinheiro garimpando o trabalho humano. Sua colheita parou de dar produtos? Dê-lhes um novo adubo. Ainda nada, forneça inseticidas falando que é para o seu bem. Se eles continuarem, compre a fazenda ao lado e plante-os lá, dizendo que eles estão sob a criação de um novo lavrador, bondoso e que se importa com os seus produtos.
<p>Se nada disso funcionar, tire as ervas daninhas da colheita. Existem 6 bilhões de outras mudas que podem ser colocadas no lugar, tão iguais quanto a primeira, que já foram criadas dentro dos parâmetros impostos pela mídia.
<p>Em pouco tempo as grandes corporações atingirão a Internet (Se já não o fizeram, o que eu não duvido), com seus falsos blogueiros divulgando sua maneira &#8220;revolucionariamente planejada&#8221; de pensar, sob o estandarte de que somos todos as exceções do rebanho capitalista.
<p>Eu acho que devia postar mais alguma coisa, mas já estou com sono e necessitando de um banho demais para um ser humano comum.
<p>
Cya</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicação e Sociologia da Literatura]]></title>
<link>http://chezjacob.wordpress.com/2009/11/21/comunicacao-e-sociologia-da-literatura/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>leiturasociologica</dc:creator>
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<description><![CDATA[Notas sobre o principium individuationis, a criação de identidades particulares e a arte de montage.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Notas sobre o principium individuationis, a criação de identidades particulares e a arte de montage.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu, Você e os Outros.]]></title>
<link>http://thinkoutsidebr.wordpress.com/2009/11/18/eu-voce-e-os-outros/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:24:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Enrico Cardoso</dc:creator>
<guid>http://thinkoutsidebr.wordpress.com/2009/11/18/eu-voce-e-os-outros/</guid>
<description><![CDATA[Um bom profissional precisa dosar, com toda a precisão, a INDIVIDUALIDADE com o TRABALHO EM EQUIPE. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um bom profissional precisa dosar, com toda a precisão, a INDIVIDUALIDADE com o TRABALHO EM EQUIPE. Digo isso porque um profissional não é apenas formado por aquilo que ele consegue fazer sozinho: o seu sentido de urgência, sua determinação, disciplina e auto-confiança. A sua fama e reputação podem ser importantes para a empresa, mas pode matar o trabalho em equipe. Isso, porque muitas vezes, ser um profissional de excelência em empresas, ser um cara que faz a diferença pode fazer com que o sucesso suba a cabeça. O QUE É UM SÉRIO PROBLEMA.</p>
<p>Relacionamento não é ensinado nesses livros que somos obrigados a ler nas faculdades. Lá, muita gente aprende a fazer cálculos contábeis, estatísticos, contratos de trabalho, cálculos de preços de vendas, inventários. Todo esse trabalho técnico vai colocando ainda mais em segundo plano a grande importância do RELACIONAMENTO. Uma empresa, antes de produtos, de preços, de INOVAÇÃO e CRIATIVIDADE é feita de pessoas competentes.</p>
<p>Pessoas competentes que sejam humildes e, que sabem que nem toda capacidade do mundo faz a diferença SOZINHO. A única coisa que todos os cálculos da faculdade podem fazer em uma empresa é saber que um funcionário pode fazer muito menos SOZINHO do que junto de uma equipe competente.</p>
<p>Um parêntese.</p>
<p>O que eu tô querendo dizer aqui não é que todos devem viver felizes trabalhando como formigas. Eu estou dizendo que funcionários extraordinários fazem toda a diferença, mas que, muitas vezes o EGO e o seu ESTRELISMO o afastam do resto da equipe, o que pode matar em 50% o trabalho de uma empresa. Um excelente funcionário FAZ  a diferença, mas não faz tudo sozinho. Relacionamento é a matéria que não nos ensinam na faculdade e que faz mais falta no dia-a-dia de uma empresa.</p>
<p>Funcionários inovadores e empreendedores muitas vezes estão tão envolvidos no trabalho que esquecem dos outros. Por isso, temos que criar uma forma de exercitar o nosso RELACIONAMENTO na prática, uma vez que só iremos sentir falta dele quando nos vermos rodeados por outras pessoas, o que muitas pessoas chamam de EQUIPE.</p>
<p>Aí entramos na verdadeira raiz do problema. Saber lidar com colegas de diferentes opiniões, culturas, comportamento, gostos e até religiões diferentes é um coringa. Uma necessidade de todo profissional para o sucesso e crescimento de toda empresa.</p>
<p>Eu já vi empresas com tudo para dar certo dar errado por causa de relacionamento. E o pior de tudo. Problema de relacionamentos entre a família. Os sócios, donos do negócio, começaram a divergir suas opiniões, brigar e atrapalhar o ambiente da empresa com um conflito idiota. Um conflito besta que, por ciúmes dividia a empresa em um conflito onde um sócio diariamente discutia com os demais. Assim, um queria mostrar mais serviço do que o outro, para mostrar que era a pessoa mais indicada para tocar o negócio, fazendo que um clima horrível dividisse a equipe de trabalho de cada sócio. Isso, acabou com o ambiente e com o relacionamento na empresa. Se os donos do negócio, irmãos, não conseguem se dar bem, ninguém mais conseguia.</p>
<p>Assim, o comportamento entre a família acabou afetando diretamente o desempenho dos outros e, consequentemente as VENDAS da empresa e quando todo mundo percebeu isso já era muito tarde. A empresa se dividiu em partes, por causa da briga dos irmão, uma vez que o ambiente estava insustentável e a sobrevivência da empresa estava em risco. No final das contas, as brigas só acabaram com a divisão da empresa.</p>
<p>Isso porque o RELACIONAMENTO dentro da própria família estava desgastado e, cada sócio só sabia defender sua própria opinião sobre as coisas. Relacionamento não é ensinado na teoria, mas sim na prática, através da solidariedade, das conversas com pessoas de estilos diferentes, sobretudo da VONTADE DE AJUDAR.</p>
<p>A minha estadia em São Paulo me faz concluir que falta nas pessoas a vontade de ajudar, o que explica todo problema de relacionamento que vemos nas grandes empresas.</p>
<p>A vontade de ajudar, a solidariedade é a única forma de entendermos as pessoas, compreendê-las e AJUDAR DE VERDADE.</p>
<p>Eu tenho treinado o meu relacionamento, a minha vontade de entender as pessoas e me transformar em um profissional melhor ainda da seguinte maneira:</p>
<p><strong>1. Ajudar pessoas.</strong> Quando eu falo em ajudar pessoas, eu não digo em dar conselhos à secretária, agradecer ao motoboy, ou servindo de exemplo para as outras pessoas. Quando eu digo ajudar, eu digo fazer alguma coisa pequena, mas que para outras pessoas pode parecer ser GIGANTESCA. Quando eu digo ajudar, eu digo você se levantar da praça de alimentação na rodoviária de São Paulo e oferecer um lanche a uma pessoa que está mexendo no lixo, desesperado por um pedaço de pão para preencher a fome. Ajudar é oferecer o que comer, escutar o que a pessoa tem a dizer e descobrir que ela foi para São Paulo encontrar o irmão que trabalhava na cidade e lhe prometera um emprego e, quando chegou, nem sinal do irmão. Ajudar é descobrir que aquela pessoa mexendo no lixo é um TRABALHADOR. É descobrir que ele está pedindo dinheiro para ir embora e, não quer gastar o pouco que já conseguiu com comida, por que precisa pegar o ônibus às 23:00h e já são 19:00h. Ajudar, de verdade é, depois de comprar a passagem para essa pessoa e lhe dar algum dinheiro para o lanche, ver essa pessoa chorar de felicidade e simplesmente sumir, desaparecer. Ajudar pessoas é muito mais do que uma simples palavra, ou um simples gesto. Ajudar, é QUERER RESOLVER O PROBLEMA DELA. E se possível, RESOLVER. Ajudar é olhar o necessitado do outro lado da rua e estender a mão independentemente do terno que se está usando.</p>
<p>Ajudar é o mais importante. O resto é detalhe.</p>
<p>Ajudar é ver uma pessoa que sofre de problemas mentais e não tem onde morar, não tem dinheiro, não tem emprego, precisar comprar um remédio para evitar a convulsão e ajudá-la. Não ajudar procurando um abrigo para que ele durma, ou pedir na justiça remédios gratuitos, o que qualquer um poderia fazer no longo prazo. Ajudar de verdade naquele momento significa comprar o remédio que a pessoa precisa pra não ter uma convulsão e morrer. Ajudar é sempre no CURTÍSSIMO PRAZO. O abrigo, os remédios gratuitos e tudo mais não resolveriam o problema dele, porque não iria evitar o problema eminente.</p>
<p>Ajudar o próximo. Aquele que menos tem. Essa é a melhor forma de entender o ser humano, de se misturar, e de levar a verdadeira postura de ajudar para dentro das empresas.</p>
<p><strong>2. Envolva-se com pessoas de diferentes culturas</strong>. Se você não sair do seu gueto, você não vai entender as pessoas. Se você não sair da sua casa e começar a conversar com as pessoas da sua rua, você não vai conseguir entendê-las, e conviver com o posicionamento delas. Se você só conhece os solteiros, não vai conseguir se relacionar com os casados, os viuvos e os separados. Se você não tem amigos com filhos, não vai entender quando um funcionário chegar atrasado por causa da febre de 40o da filha. Se você tem preconceitos com homossexuais, nunca irá entender como se relacionar com essa pessoa no trabalho. Se misture na multidão.</p>
<p>Se você souber o por quê dos feriados dos judeus, ficará mais fácil se relacionar com eles. Se você souber alguma coisa da dificuldade dos deficientes, ficará mais fácil convencer o chefe a passar o escritório pro térreo, ou colocar um elevador no prédio.</p>
<p>Se você não souber o que as outras pessoas pensam, o que esperar, como agem, como trabalham, como encaram a vida, ficará MUITO difícil se relacionar bem com elas. Se todos os seus companheiros forem homens, se não tiver nenhuma mulher, será bem difícil quando você tiver que trabalhar com uma.</p>
<p>Se misture na multidão. Envolva-se com as pessoas, veja como elas agem, entenda-as. Relacionamento é isso, é se misturar, entender e se fazer entender. Viver com outras pessoas e fazer parte de uma sociedade é isso, entender os sentimentos e conhecer os semelhantes.</p>
<p><strong>3. Tenha um espelho</strong>. Espelhe-se em quem você conhece que tem amigos e é respeitado. Peça conselhos, veja sua postura e aprenda diariamente como se portar para que as pessoas lhe entendam, lhe admirem e, acima de tudo, que você consiga ser entendido e respeitado.</p>
<p>A grande diferença não é fazer vencer a sua opinião em um consenso, ou hierarquicamente. A diferença é ser entendido e compreendido por muito mais amigos do que companheiros de trabalho. Espelhe-se na pessoa que você acredita ser um mestre em relacionamento. O exemplo é a melhor forma de aprendizado e, junto com as outras coisas vai fazer a grande diferença.  Mire-se na forma de agir dos grandes exemplos do relacionamento que lhe rodeiam. Estude-o. Se preciso, aproxime-se, peça dicas e lições sobre RELACIONAMENTO. Todo líder de verdade está praticando as três lições que eu falei sobre o relacionamento, e estão sempre prontos para AJUDAR DE VERDADE.</p>
<p>Tenha um exemplo, um parâmetro. Um espelho para que você possa observar, estudar, e ver quais atitudes que realmente fazem a diferença no RELACIONAMENTO.</p>
<p>O relacionamento é a matéria menos estudada, menos praticada e que mais faz diferença vai fazer em sua vida. Estou falando sobre relacionar-se com pessoas, e não sobre politicagem. Como eu disse acima, a individualidade, a inovação, a criatividade e a força-de-vontade são igualmente importantes ao relacionamento, ou trabalho em equipe. Vence quem consegue atingir mais pontos nos dois quesitos: INDIVIDUALIDADE e RELACIONAMENTO. O respeito não pode ser imposto pela INDIVIDUALIDADE, mas é facilmente conquistado quando sabemos nos relacionar e temos um IMPECÁVEL TRABALHO DE EQUIPE.</p>
<p>O segredo para ultrapassar qualquer crise, qualquer problema é a INDIVIDUALIDADE combinada com o TRABALHO EM EQUIPE. Trabalho em equipe aliado a metas e objetivos individuais. Essa é a atitude profissional que faz a diferença.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tariq Ramadan: el desastre de un debate]]></title>
<link>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/17/tariq-ramadan-el-desastre-de-un-debate/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:50:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>abenyusuf</dc:creator>
<guid>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/17/tariq-ramadan-el-desastre-de-un-debate/</guid>
<description><![CDATA[Bismilah al rahmán y rahim Ya había escrito aquí que el discurso homófobo, la ofensiva homófoba de T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://coranix.org/105/tariq_ramadan_livre.jpg" alt="" width="235" height="370" /></p>
<p style="text-align:justify;">Bismilah al rahmán y rahim</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://abenyusuf.wordpress.com/2009/05/26/la-ofensiva-homofoba-de-tariq-ramadan/">Ya había escrito aquí</a> que el discurso homófobo, la ofensiva homófoba de Tariq Ramadan, lo incapacitaba definitivamente como intelectual de referencia para pensar la articulación del islam en Europa. Sigo pensando que no todo lo que dice y expone en sus libros es digno de ser tirado a la basura, pero su nerviosismo, su falta de educación, sus insultos y sus contradicciones durante el <a href="http://ce-soir-ou-jamais.france3.fr/?page=emission&#38;id_rubrique=833">debate de una hora con Caroline Fourest</a> en el programa de la televisión francesa Ce soir ou jamais, del lunes 16 de Noviembre, son un espectáculo tristísimo que pone a Tariq Ramadan en la posición nada envidiable de ser efectivamente el ser caricaturesco que define con acierto Caroline Fourest.</p>
<p style="text-align:justify;">En los diferentes temas tratados, Caroline Fourest sí supo presentar con pruebas innegables cómo Tariq Ramadan fomenta los ataques a los espacios mixtos, recupera las homofobias clásicas de los fundamentalismos religiosos, apenas escondidas con la fórmula del &#8220;respeto a las personas&#8221;, cómo Tariq Ramadan instrumentaliza las acusaciones probadas en sus discursos y declaraciones con acusaciones indesmostrables de ser amigos de los neoconservadores, de los islamófobos, de todos los grupos de derecha y extrema derecha que pululan en el panorama político europeo y americano. Como llevo mucho tiempo escondiéndolo, aprovecho este escrito para sacar a relucir una bomba mediática que no tengo por qué seguir camuflando: mientras en público Tariq Ramadan apela a la legitimidad de una moral sexual islámica que condena el adulterio, su vida privada no ha sido siempre coherente con esa postura. Y no daré más detalles por respeto a terceras personas. No me parece mal la vivencia en sí, pero sí condeno que exija a los demás musulmanes, hombres y mujeres, la aceptación de unos valores que convendría revisar y que él mismo no pudo o no quiso asumir.</p>
<p style="text-align:justify;">Por último, el ataque de Tariq Ramadan a Charles Genequand, como un profesor incapaz de entender el islam moderno al ser un especialista del islam medieval y de una supuesta desautorización de la Universidad de Ginebra me afecta <a href="http://abenyusuf.wordpress.com/2008/04/29/cartas-unidas/">personalmente</a>, puesto que yo mismo he tenido una relación difícil con este profesor, pero no comparto la forma de descalificarlo sin más motivo que el resentimiento y mediante la calumnia,  porque tuvo la autoridad de no dar su visto bueno a la tesis que intentó presentar Tariq Ramadan en la Universidad sobre su abuelo Hasan al-Banna, fundador de los Hermanos Musulmanes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O particular nunca pode prevalecer sobre o coletivo.]]></title>
<link>http://danielbiologo.wordpress.com/2009/11/15/o-particular-nunca-pode-prevalecer-sobre-o-coletivo/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:41:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielbiologo</dc:creator>
<guid>http://danielbiologo.wordpress.com/2009/11/15/o-particular-nunca-pode-prevalecer-sobre-o-coletivo/</guid>
<description><![CDATA[Há tempos venho dizendo e muitos ainda dizem que sou chato. Mas a solução para a maioria dos problem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há tempos venho dizendo e muitos ainda dizem que sou chato. Mas a solução para a maioria dos problemas está nas atitudes de cada um. E me incomoda ver o carro estacionado sobre a calçada, o cara que fura a fila, o esperto é aquele que &#8220;burla&#8221;a Lei, essa idéia de que ser esperto é &#8220;passar a rasteira&#8221; no outro, a famosa &#8220;Lei de Gérson&#8221;, tudo isso reflete o individualismo que a Sociedade está vivendo. Para conviver em Sociedade sacrifícios pessoais são necessários, para o bem estar da coletividade.</p>
<h3><em><span style="color:#003300;">O ser Humano tem que começar a pensar como Espécie e não como indivíduo !</span></em></h3>
<p>Abaixo reportagem Especial do <span style="color:#0000ff;"><strong>Diário Catarinense</strong></span> - 15 de novembro de 2009 &#124; N° 8624</p>
<p>VIDA REAL</p>
<p>Os pequenos atos de um grande mal . Texto completo <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;source=a2717743.xml&#38;template=3898.dwt&#38;edition=13528&#38;section=846">aqui</a></p>
<p>Foco na geração que pode fazer a diferença. Texto completo <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;source=a2717744.xml&#38;template=3898.dwt&#38;edition=13528">aqui</a></p>
<p>&#8220;Procuro me policiar em dobro&#8221;. Texto completo <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;source=a2717745.xml&#38;template=3898.dwt&#38;edition=13528">aqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Purismos]]></title>
<link>http://drengo.wordpress.com/2009/11/13/purismos/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:30:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>drengo</dc:creator>
<guid>http://drengo.wordpress.com/2009/11/13/purismos/</guid>
<description><![CDATA[Ter um espaço de escrita privado para consulta pública passa por uma opção pessoal &#8211; a de torn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ter um espaço de escrita privado para consulta pública passa por uma opção pessoal &#8211; a de tornar público o que pensa em privado, com todas as consequências que isso acarreta.</p>
<p>Em momentos de extremos, há sempre o risco de se escrever aquela frase maldita que corrói até aos alicerces uma amizade de muitos anos, ou de se soltar aquele desabafo inspirado que fomenta o diálogo entre almas gémeas que não se teriam reconhecido de outra forma.</p>
<p>Um blogue é parte do seu autor. Mesmo que não contenha textos ou imagens, que não passe de um mero acumular de ligações a outros lugares na rede global, o conteúdo de um blogue reflecte escolhas, posições perante a vida, a sociedade, a sua própria individualidade. É algo que o autor oferece de si próprio à comunidade, mesmo que não tenha consciência disso.</p>
<p>Como em tudo o que existe, há vantagens e inconvenientes. Num mundo cada vez mais complexo e problemático, as motivações que levam as pessoas a passear-se por entre textos e imagens colocados ao seu dispor, são tantas quanto o número de pessoas que por estas páginas navegam. Tanto quanto a individualidade expressa por quem escreve, há que atender também à individualidade subjectiva de quem lê. </p>
<p>Acima de tudo, o espaço de cada blogue é usado com liberdade tanto para emitir quanto para receber informação. No entanto, caso se entenda que a liberdade convive lado a lado com a responsabilidade, e exista uma auto-censura quer no conjunto de temas abordados quanto na forma como os mesmos são traduzidos em palavras, é legítimo esperar que quem leia ou veja o que lá se escreve ou representa respeite essa auto-censura do autor, e se abstenha de comentários impróprios ou despropositados.</p>
<p>No entanto, pior que essas manifestações avulsas, existem os que subrepticiamente vão registando o que outros escrevem, com um assédio dissimulado e metódico digno de um espião que nunca conseguiu mais do que prescrutar janelas alheias, mas a tal se dedica como se fosse um Sorge ressuscitado, ou um Bond em carne inflado.</p>
<p>De entre de todas as actividades que podem tomar aspectos quezilentos, no entanto, a pior de todas parece-me ser a de quem começa por apreciar um lugar em particular, e depois espera que o autor que dele cuida seja sempre capaz de lhe corresponder a expectativas de continuidade que não são as mais adequadas a quem atravessa turbilhões próprios do que possa entender, pessoalmente, como próprios do processo criativo em que se sinta embrenhado.</p>
<p>A liberdade para escolher o que se escreve no seu próprio espaço, passa também por poder mudar de opiniões, de formatos, de assuntos, de estilos&#8230; ser coerente como as órbitas da Lua em volta de nós, ou inconstante como a força das vagas que assolam as falésias de acordo com o impulso que ventos longínquos lhes transmitem.</p>
<p>Gosto da liberdade no que escrevo, como escrevo, do que escrevo. Gosto da responsabilidade que pode parecer uma tentativa &#8220;burguesa&#8221; de ser &#8220;politicamente correcto&#8221;, mas me deixa de paz com a minha consciência fortemente moldada pela culpa judaico-cristã que me foi doutrinada na infância. Quanto à expressão da minha individualidade, não posso deixar de evitar que seja influenciada pelo mundo que me rodeia, incluindo o que acontece nestes espaços. Felizmente, tenho a liberdade de escolher as influências que quero, e aceitar as que aprecio &#8211; recusando as que nada me acrescentem ao que sou e penso.</p>
<p>Neste espaço, por exemplo, restrinjo-me a assuntos relativamente formais, sérios, mas que vou tentar rechear de irreverência por causa dos temas que nele vou abordar. Polémicos, capazes de inflamar discussões. Algo que não é fácil associar a mim por parte de quem me conheça, mas que também é parte de mim &#8211; não sou feito de matéria inerte, e o sangue que me corre nas veias, por vezes, também ferve.</p>
<p>Este será o espaço dedicado às emoções expressas de forma tendencialmente racional, mas não deixando de ser, por causa de isso, emocional. </p>
<p>&#8230;e, acima de tudo, escrito com liberdade e responsabilidade. Num estilo diferente do que costumo empregar, mas que também é meu. Porque não gosto de me sentir restringindo a uma única forma de estar neste mundo como se fôssemos obrigados a encarnar uma única personagem em toda a nossa vida como se de uma camisa de forças se tratasse.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diego López Garrido tendrá que dar explicaciones]]></title>
<link>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/13/diego-lopez-garrido-tendra-que-dar-explicaciones/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>abenyusuf</dc:creator>
<guid>http://abenyusuf.wordpress.com/2009/11/13/diego-lopez-garrido-tendra-que-dar-explicaciones/</guid>
<description><![CDATA[Que Diego López Garrido tenga problemas con la justicia por prevaricación y malversación de fondos p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://4.bp.blogspot.com/_6ooPycs1Mok/Rz0pyKlkHPI/AAAAAAAAMP0/FJjy4LgbIBM/s400/Lopez%2BGarrido.jpg" alt="" width="220" height="281" /></p>
<p style="text-align:justify;">Que Diego López Garrido tenga problemas con la justicia por <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2009/11/13/espana/1258114906.html">prevaricación y malversación de fondos públicos</a> no es una sorpresa. Yo me siento aún engañado por este personaje, con el que llegué a compartir mesa en mis tiempos de militante en Nueva Izquierda, y creo que es uno de los personajes nefastos que pueblan la política española: oportunista, falso, aprovechado, se pasó de IU al PSOE con el puente del partido Nueva Izquierda, engañando a los propios militantes de IU que le siguieron y a los jóvenes que , como yo, ingenuos, quisimos creer que se trataba de crear una fuerza política a la izquierda del PSOE que, con modestia y buenas prácticas democráticas, pretendía hacer política. Sus intervenciones desde que entró en el PSOE fueron mediocres y previsibles, siempre del lado del aparato, contra la Justicia, contra los inmigrantes, contra el progreso real de la ciudadanía, siempre del lado de la Europa fortaleza. Ojalá esta denuncia esté bien documentada y se acabe de una vez el camino fulgurante y cutre de un catedrático de derecho que no tiene vergüenza.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexo de tempos virtuais-impessoais]]></title>
<link>http://interpretar.wordpress.com/2009/11/11/reflexo-de-tempos-virtuais-impessoais/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 01:50:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cris</dc:creator>
<guid>http://interpretar.wordpress.com/2009/11/11/reflexo-de-tempos-virtuais-impessoais/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Há quarenta anos, segundo as pesquisas, seis de cada dez norte-americanos confiavam na maiori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>&#8220;Há quarenta anos, segundo as pesquisas, seis de cada dez norte-americanos confiavam na maioria das pessoas. Hoje a confiança mudou: só quatri de cada dez confiam nos demais.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:right;">Eduardo Galeano, em <em>De pernas pro ar: a escola do mundo ao avesso</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crece la insolidaridad: uno de cada seis europeos se siente víctima de discriminación ]]></title>
<link>http://labanderanegra.wordpress.com/2009/11/11/crece-la-insolidaridad-uno-de-cada-seis-europeos-se-siente-victima-de-discriminacion/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:59:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>LaBanderaNegra</dc:creator>
<guid>http://labanderanegra.wordpress.com/2009/11/11/crece-la-insolidaridad-uno-de-cada-seis-europeos-se-siente-victima-de-discriminacion/</guid>
<description><![CDATA[Uno de cada seis europeos considera que fue víctima de discriminación durante el último año, en la m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="float:left;border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.conelpapa.com/codigo/expulsar_clip_image001.jpg" alt="" width="191" height="127" /><span style="color:#ffffff;">Uno de cada seis europeos considera que fue víctima de discriminación durante el último año, en la mayoría de los casos, por motivos de edad, dice un estudio hecho público hoy por el servicio sociológico Eurobarometer.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8220;El problema de discriminación sigue existiendo en Europa&#8221;, señala el comisario europeo para el empleo e igualdad de oportunidades para todos Vladimir Spidla.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Según el estudio, el 16% de los preguntados fueron discriminados en los países europeos en 2009, en particular, el 6% por motivos de edad; el 3%, por motivos de sexo; el 2%, por razones étnicas; el 2%, a causa de invalidez; el 1% por religión y otro 1% debido a su orientación sexual.</span></p>
<p><!--more--><br />
<span style="color:#ffffff;">El 58% de los europeos afirman que en su país se practica ampliamente la discriminación por edad; el 53% están seguros de que en su países se discrimina con la mayor frecuencia por enfermedad o discapacidad.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">El estudio se realizó del 29 de mayo al 15 de junio de 2009 entre 26.756 personas de los 27 países de la Unión Europea y tres países candidatos a ingresar en la UE: Croacia, Macedonia y Turquía, con miras a la tercera cumbre dedicada al problema de igualdad de derechos, que se celebrará del 16 al 17 de este mes de noviembre en Estocolmo.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Extraído de</span> <a href="http://www.argenpress.info/" target="_blank">Argenpress</a><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La insurrección que llega]]></title>
<link>http://nabaizaleok.wordpress.com/2009/11/11/la-insurreccion-que-llega/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 08:49:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>nabaizaleokbi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Texto en PDF de &#8220;La insurrección que llega&#8221; por el Comite Invisible Se trata de un libro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Texto en PDF de &#8220;La insurrección que llega&#8221; por el Comite Invisible Se trata de un libro]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Apenas 6% seriam acidentes.]]></title>
<link>http://danielbiologo.wordpress.com/2009/11/10/apenas-6-seriam-acidentes/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:06:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielbiologo</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;&#8230;são vários os fatores capazes de influir para a ocorrência de acidentes envolvendo veí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>&#8220;&#8230;são vários os fatores capazes de influir para a ocorrência de acidentes envolvendo veículos, mas o principal é – e sempre foi – o comportamento imprudente dos motoristas, que em Santa Catarina responde por mais de 94%.&#8221;</strong></em><br />
Texto completo <a href="http://bicicletadafloripa.wordpress.com/2009/11/10/imprudencia-dos-catarinense-torna-banal-a-violencia-no-transito/">aqui</a></p>
<p>Bem, o Editorial da edição impressa do periódico </a><a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;source=a2712541.xml&#38;template=3898.dwt&#38;edition=13494&#38;section=1320"><span style="color:#0000ff;">Diário Catarinense</span></a> de 10 de novembro de 2009 reflete o que venho dizendo a todos, apenas 6% dos acidentes envolvendo automotores, são realmente acidentes. O restante é tudo &#8220;proposital&#8217; sim, porque se a sinalização indica limite de 50 km/h e o motorista &#8220;bate&#8221; a 100 km/h, isto não pode ser considerado acidente, afinal se o limite era de 50 km/h para ter segurança, a partir do momento que o motorista desrespeita, está assumindo o risco e a responsabilidade do que vier a acontecer. E em caso do &#8220;acidente&#8221; ocorrer este motorista não pode sair impune!<br />
Se as multas fossem de valor e realmente aplicadas, tenho certeza que reduziria e muito estes índices.<br />
Esperar a conscientização de todos, já está provado que não está funcionando, então <strong>Multar para Educar!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-590" title="Mais um na Lagoa" src="http://danielbiologo.wordpress.com/files/2009/11/imagem002_2.jpg" alt="Certamente se este automotor estivesse respaitando o limite de velocidade para esta via, não teria &#34;errado&#34; a curva. agora imaginem se houvesse um Pedestre ou um Ciclista no inexistente acostamento?" width="504" height="566" /></strong></p>
<p style="text-align:center;">Mais um carro dentro da Lagoa. Certamente se este motorista estivesse respeitando o  Limite de Velocidade permitido para esta via, o mesmo não teria &#8220;errado&#8221; a curva ou a outra hipótese, se estivesse sóbrio teria &#8220;feito&#8221; a Curva. <strong>Agora se houvesse um Pedestre ou um Ciclista seria mais uma Morte na rua Osni Ortiga e,  o pior é que já aconteceram muitas.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Tenemos derecho a recibir ayuda?]]></title>
<link>http://centrodecapitalismo.wordpress.com/2009/11/09/derecho_a_recibir_-ayuda/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>condottiero</dc:creator>
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<description><![CDATA[Un lector de nuestros posts en Facebook envió la siguiente pregunta y me gustaría iniciar la discusi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un lector de nuestros posts en Facebook envió la siguiente pregunta y me gustaría iniciar la discusi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una reforma sanitaria, sí, ¿y la pena de muerte?]]></title>
<link>http://lacocteleraradioblog.wordpress.com/2009/11/09/una-reforma-sanitaria-si-%c2%bfy-la-pena-de-muerte/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:35:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesusdematias</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estados Unidos es el país de las libertades, el país de las oportunidades, el país del self made man]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Estados Unidos es el país de las libertades, el país de las oportunidades, el país del <em>self made man</em> (hombre hecho a sí mismo), el país donde el individualismo es mucho mejor que el trabajo colectivo, porque si no esl self made man no tendría ningún valor. EE.UU. es además el país que hace un año y cinco días hizo historia al elegir en las Elecciones al primer hombre negro como Presidente, Barack Obama. Un hombre en el que se han puesto todas las esperanzas -por parte de aquellas personas que esperan cosas buenas de los políticos- para que cambie el mundo. Un hombre que parece el mejor Presidente de EE.UU. de la Historia, pero es que con un predecesor tan vil como el que ha tenido si lo hace peor es para pegarse un tiro.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">De momento está mejorando en parte lo que hizo George W. Bush. Este sábado -domingo en España- la Cámara de Representantes de EE.UU. aprobó la primera fase de la reforma sanitaria, que es el gran reto que han tenido los presidentes demócratas en las últimas décadas. Y es que la Sanidad en EE.UU., el país de las oportunidades, el país de las libertades, el país del entertainment, el país de las playas con más silicona del mundo&#8230; es de tanta calidad que si no tienes seguro médico -costeado por ti mismo o por la empresa en la que trabajas- te mueres en la sala de urgencias o en la puerta del hospital. Una muerte muy digna, sí señor. Una muerte, que no nos engañemos, es la mejor prueba del individualismo, de la libertad, del entertainment y del <em>self made man </em>que podamos ver: individualismo porque te mueres tú, como individuo; libertad porque nadie te prohíbe que te mueras, es más, te ponen todas facilidades habidas y por haber; entertainment porque hay pocos entretenimientos más entretenidos que ver morir en la puerta de un hospital a un enfermo; y self made man porque el muerto ha sido tan inútil que no ha podido valerse por sí mismo para ganar el dinero suficiente como para tener un seguro médico.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero los estadounidenses pueden estar contentos. No a día de hoy, porque todavía no se ha aprobado ninguna reforma sanitaria. La Cámara de Representantes ha aprobado el proyecto de ley. Y sólo lo ha conseguido con dos votos por encima del número de votos necesarios. Y lo más curioso es que ni siquiera hay cohesión en el Partido Demócrata, porque el texto ha recibido 39 votos en contra procedentes de los compañeros de Barack Obama. Es como si en el Congreso español 39 diputados del PSOE votan en contra de la reforma de la ley del aborto, un cachondeo. Pero claro, las elecciones estadounidenses son presidencialistas, se vota directamente al Presidente de EE.UU., y aunque lo más lógico es que una persona esté de acuerdo consigo misma -y esto no siempre pasa- no es tan lógico o normal que todos los miembros de un Partido Político estén de acuerdo con las decisiones del miembro más importante. ¿Esto qué quiere decir? Que pese a la unión que existe en torno a esta decisión de Barack Obama, porque sin la unión suficiente no se obtiene la mayoría necesaria en ninguna votación, hay voces discrepantes que no están muy por la labor de que la Sanidad estadounidense atienda a todos los ciudadanos del país de las libertades.</p>
<p style="text-align:justify;">Y esto, que tiene unas consecuencias fatales como es morir en la puerta de un hospital, o en mitad de la calle camino de tu casa después de que no te quieran atender en el hospital, o en un callejón porque eres parte de esa escoria humana que se reúne en el nombre de los vagabundos, está fundamentado en esa filosofía del <em>self made man</em>. O te ganas la asistencia médica o te jode y te mueres -o en el orden inverso, que  los EE.UU. es un país en el que todo puede pasar-. Y nadie, salvo tus familiares que luchan por tu asistencia médica, va a sentir pena por ti. Ni los senadores, ni  los miembros de la Cámara de Representantes que votan en contra de la reforma sanitaria, ni las aseguradoras médicas que primero cobran y después ya, si eso, te dan el tratamiento necesario como para curarte. Si no tienes dinero para pagarte un seguro médico en otros países puedes tener derecho a la asistencia sanitaria gratuita; pero en EE.UU. significa que eres un rastrojo humano que no es capaz de conseguir trabajo y que no tiene dinero, porque el dinero, salvo que te toque la lotería, te lo tienes que ganar, y si no te lo ganas no vengas pidiendo derechos como es que te asistan en un hospital para impedir que mueras.</p>
<p style="text-align:justify;">Si el Senado, antes de finales de este año, según lo previsto, aprueba el texto de la reforma sanitaria, millones de estadounidenses que hasta ahora no pueden costearse el seguro médico lo podrán hacer. Hasta un total de 36 millones de estadounidenses, que a día de hoy, no tienen acceso a la cobertura sanitaria. Sí, no es una broma, 36 millones de estadounidenses que pueden morir porque no pueden pagar un seguro médico. Para que luego digan que EE.UU. es lo mejor que hay en el mundo. Un país que no duda en enviar miles y miles de soldados a todo tipo de guerras, iniciadas o no por sus propios políticos estadounidenses, pero que tiene a 36 millones de ciudadanos sin seguro médico porque no se lo pueden permitir. De esos 36 millones de estadounidenses, muchos se podrán acoger al sistema sanitario gratuito, pero otros que tengan un mínimo nivel económico se lo tendrán que costear previa negociación con los seguros médicos privados. Que a fin de cuentas son los que mandan y los que no van a dejar que ningún político les toque los cojones porque ellos no lo van a permitir.</p>
<p style="text-align:justify;">Así que estamos ante un momento histórico, como informa a través de su titular un editorial de la edición digital del diario El País. <em>Obama hace historia</em>, una vez más. Y como en el periodismo se lleva mucho utilizar eslóganes pegadizos, y si los ha utilizado antes un político como Barack Obama mucho mejor, el editorial termina con un premonitorio &#8220;<em>Sí, pudimos</em>&#8220;, en referencia al &#8220;<em>Yes, we can</em>&#8220;, el lema de campaña de Barack Obama en las pasadas Elecciones del 2008 (hasta tal punto llega la tontería que incluso el lema de la selección española de fútbol era &#8220;<em>Podemos</em>&#8220;). Ese &#8220;<em>Sí, pudimos</em>&#8220;, hace referencia a lo que se podrá decir una vez aprobado el texto final también en el Senado. Pero mucho ojo, que Barack Obama no es ningún político salvador ni nada por el estilo. Mejor político que George W. Bush (dependiendo del punto de vista político e ideológico de cada uno) seguro que es, lo está siendo o lo será, pero tampoco es muy difícil. Superar a un genocida no es muy complicado. Pero incluso en este punto no debemos engañarnos a nosotros mismos, y en la medida de lo posible, no nos debemos dejar engañar por los demás, lo primero de todo por los políticos y por su lenguaje persuasivo. Con la &#8220;universalización&#8221; del sistema sanitario estadounidense (que ni es universalización ni es nada, porque para que algo sea universal debe ser compartido o debe ser una característica de todo el universo, no sólo de un Estado, por muy grande que sea, ni sólo de un Planeta, porque entonces sería planetario) se supone que morirán menos pacientes. También se supone que esta reforma sanitaria llevará aparejada un control de la actividad de los seguros médicos, porque la legislación teórica no vale de nada si no se vigila a los seguros privados que son los que cortan el pescado al final. Puede haber una ley que obligue a la cobertura sanitaria de casi el 100% de los ciudadanos de EE.UU., tengan el dinero que tengan, pero el tratamiento médico debe ser igual para los hijos de los políticos -Barack Obama incluido- que para el hijo del fontanero que hace dos chapuzas al mes y que está muerto de hambre, manteniendo a una familia sin poder llegar a fin de mes. Porque el hijo de un millonario no es más que el hijo de un pobre; ni siquiera el millonario es más que el pobre, porque un ser humano no es más ser humano por tener miles de dólares en el banco o por tener unos cuantos centavos. Un ser humano es un ser humano sea cual sea su poder adquisitivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero claro, aquí llegamos al enorme pero que se le debe poner a la reforma sanitaria de Barack Obama y a cualquier decisión política que tome durante su primer mandato -y durante el segundo si dentro de tres años es reelegido, que puede no serlo-. Barack Obama ha cumplido una promesa electoral, que era reformar el sistema sanitario para que la cobertura sea universal (mal dicho, porque los inmigrantes ilegales no tendrán derecho de acogida en la reforma sanitaria y son tan seres humanos con el mismo derecho a tener asistencia sanitaria como las hijas de Barack Obama, los hijos de los millonarios, los hijos de los pobres y los hijos de los que no tienen ni un puto dólar y malviven como vagabundos -siempre que un grupo de cabrones degenerados no les utilicen en peleas de vagabundos para ganar miles de dólares vendiendo los DVD&#8217;s con las peleas-. Y como seres humanos no sólo se merecen asistencia sanitaria, sean del país que sean y vivan en el país que vivan -porque pasa lo mismo que para acogerse a los Derechos Humanos, hay que ser ciudadano de un país para serlo, y al final los Derechos sólo son para los que tengan una nacionalidad y tengan unos documentos firmados, que hay que joderse-; como seres humanos no merecen morir en la silla eléctrica o mediante inyección letal. Y aquí estamos ante una gran hipocresía que está vigente en EE.UU.: la vigencia de la pena de muerte. La pena capital no la va a abolir Barack Obama porque como político estadounidense que es, como todos los demás, está a favor de la pena de muerte, y por eso ningún político candidato a la Casa Blanca va a presentar en su programa la abolición de la pena capital.</p>
<p style="text-align:justify;">Por este motivo (al igual que por seguir enviando soldados a las guerras iniciadas por George W. Bush) Barack Obama podrá encabezar una reforma sanitaria, y podrá conseguir un hecho histórico como es la &#8220;universalización&#8221; de la cobertura sanitaria para casi todas las personas que residen en los EE.UU. (inmigrantes ilegales no incluidos), pero mientras la pena de muerte siga vigente Barack Obama no merecerá aplausos; y mucho menos un Premio Nobel de la Paz. Podrá llevar adelante una reforma sanitaria para que menos enfermos mueran porque no tienen dinero para costearse un seguro médico, pero mientras no llegue la abolición de la pena de muerte todos los Presidentes de EE.UU., Barack Obama incluido, seguirán siendo unos asesinos. Unos asesinos que además siguen enviando soldados a todas las guerras que haga falta para que el Presidente de turno sea el hombre más poderoso del mundo al frente del Estado más poderoso del mundo, el Estado cuya política debe ser seguida por todos los demás para que no haya terrorismo, para que no haya violencia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">El que quiera aplaudir la labor política de Barack Obama que lo haga, aquí no se va a encontrar con ningún tipo de orden para que no lo haga. Pero el que aplauda que se esté aprobando una reforma sanitaria debe saber que aunque se vayan a salvar miles de vidas, en los corredores de la muerte se está matando a otros tantos miles de seres humanos. Que han cometido crímenes y cuya culpabilidad ha sido probada, pero que también están ahí sin ser culpables de los delitos por los que se les ha condenado a morir. Y se les ha condenado a morir en el país de las oportunidades, en el país del self <em>made man</em>, en el país de las libertades, en el país del entertainment, en el país donde todos los ciudadanos tienen el derecho a portar un arma y donde miles de personas mueren como consecuencia de disparos de arma porque hay una enmienda que otorga ese derecho, siglos atrás, para defenderse de los ingleses, no vaya a ser que desde la metrópolis londinense se intente colonizar de nuevo a los Trece Estados que se independizaron en el siglo XVII. ¿De qué vale reformar el sistema sanitario para que mueran menos personas que no pueden pagarse un seguro médico si en las cárceles del corredor de la muerte hay miles de presos que van a morir? ¿Con la reforma sanitaria Barack Obama ya es Dios, ya es el salvador del mundo? ¿Por parar el escudo antimisiles en Polonia y llegar a un acuerdo con Rusia ya estamos presenciando la política de un hombre que se merece el Premio Nobel de la Paz? ¿No será la concesión del Premio Nobel de la Paz a Barack Obama un intento por mejorar su imagen frente a sus detractores? Porque el actual Presidente de EE.UU. no ha hecho todavía nada como para merecerse ningún premio, y mucho menos el Premio Nobel de la Paz. ¿Qué pasa, que en Estocolmo no saben que Barack Obama gobierna un Estado donde sigue vigente la pena de muerte y donde no hay visos de un futuro a corto, medio o largo plazo de una abolición de la pena capital? ¿Se merece el Presidente de un Estado que permite la pena de muerte ganar el Premio Nobel de la Paz, por muchos esfuerzos diplomáticos que haga -esfuerzos diplomáticos entre los que destaca el envío de más soldados a las guerras, guerras cuyo objetivo, todo el mundo lo sabe, es conseguir una vida pacífica con los demás seres humanos que pueblan el Planeta Tierra-?</p>
<p style="text-align:justify;">La respuesta es que no. Está muy bien que de verdad todos los ciudadanos estadounidenses puedan acogerse al sistema sanitario y que no se mueran en la calle sin poder ser asistidos porque son pobres y no pueden pagarse un seguro. Está muy bien <a title="La Cámara de Representates de EE.UU. aprueba la reforma sanitaria" href="http://www.elpais.com/articulo/opinion/Obama/hace/historia/elpepiopi/20091109elpepiopi_1/Tes" target="_blank">que se apruebe en la Cámara de Representantes el texto de la reforma sanitaria</a>, a falta de la aprobación en el Senado. Pero Barack Obama no merece más aplausos que los que se merece por esta acción puntual: sigue enviando soldados a las guerras, sigue con el mismo carácter prepotente, aunque maquillado, del político estadounidense que por ser el Presidente de EE.UU. tiene que ser el hombre más poderoso del mundo; y sigue permitiendo que la pena de muerta esté vigente en el país que debe servir de espejo al resto del mundo, ¿verdad? Pues entonces que ningún demócrata (miembro del Partido Demócrata, no demócrata en el sentido de persona a favor de la democracia, que esos también son los miembros del Partido Republicano, o por lo menos en principio, ya se ha hablado en esta sección en más de una ocasión de cómo funcionan las democracias) critique a los demás Estados donde hay pena de muerte (como China), porque está viviendo en uno donde también se mata a seres humanos pero donde no se habla de asesinato, sino de condenas legales.</p>
<p style="text-align:justify;">Por lo tanto, estamos viviendo un hecho importante con la reforma sanitaria, sí. ¿Y la pena de muerte? ¿Qué hacemos con ella? ¿Nos olvidamos de este hecho porque Barack Obama ha ganado el Premio Nobel de la Paz, porque ha sido el primer Presidente negro de la Historia de EE.UU. y porque ha cumplido, o está en proceso de cumplir, una promesa electoral -aún queda el cierre definitivo de Guantánamo y que esas torturas no se repitan en ninguna cárcel-?</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente no. Por muchas reformas sanitarias que haya, Barack Obama sigue siendo, como Presidente de EE.UU. y por mucho federalismo que haya en EE.UU., el principal responsable de todas las ejecuciones que se han producido durante su mandato. Y lo seguirá siendo hasta que no llegue la abolición de la pena de muerte.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fuente:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="edición digital del diario El País" href="http://www.elpais.com" target="_blank">www.elpais.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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