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	<title>industria-fonografica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/industria-fonografica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "industria-fonografica"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 08:54:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O Fim da Música]]></title>
<link>http://recuo.wordpress.com/2009/11/25/o-fim-da-musica/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:32:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>imperfect_thoughts</dc:creator>
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<description><![CDATA[Autor: Glenn Branca Texto original em inglês Parece que estamos caminhando para uma mudança de parad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><span style="color:#888888;">Autor: <a title="Quem é Glenn Branca" href="http://bocafechada.wordpress.com/tag/glenn-branca" target="_blank">Glenn Branca</a><br />
</span></em></p>
<p><span style="color:#888888;">Texto original <a title="End of Music" href="http://opinionator.blogs.nytimes.com/2009/11/24/the-end-of-music/?scp=1&#38;sq=Glenn%20Branca&#38;st=cse" target="_blank">em inglês</a></span></p>
<p>Parece que estamos caminhando para uma mudança de paradigma. As orquestras estão acabando, o rock foi relegado ao underground, o jazz parou de evoluir e se tornou uma arte obsoleta. A indústria da música foi absorvida pela cultura corporativa e os compositores não sabem mais o que fazer tentando encontrar algo que seja moderno e, ao mesmo tempo, satisfaça um público enredado na sensibilidade do século XIX.</p>
<p>Em mais de meio século, vimos avanços incríveis na tecnologia do som, mas muito pouco ou nenhum avanço na qualidade da música. Nesse caso, a mudança de paradigma talvez não seja uma mudança, mas o fim. Será que as pessoas não querem ouvir nada novo? Ou será que compositores e músicos simplesmente engoliram o discurso pós-moderno de que nada mais de &#8220;novo&#8221; pode ser feito &#8211; o que, ironicamente, é apenas a mesma velha história.</p>
<p>É lógico que a música não morreu. Continuaremos a ouvir &#8220;algo parecido&#8221; tocando alto em shopping centers, restaurantes fast food, lojas de roupa ou outro lugar onde o consumidor, hipnotizado, irá sacar satisfeito o seu cartão de crédito ou débito.</p>
<p>Não há dúvida de que na música, como na política, quanto maior a audiência, mais diluída tem que ser a &#8220;mensagem&#8221;. A chamada &#8220;música de elevador&#8221; já está por aí há muito tempo, mas talvez as pessoas já não saibam dizer mais qual a diferença e, provavelmente, os compositores e autores também não. Principalmente, quando a música está pagando uma casa de praia em Malibu ou um apartamento em Nova York.</p>
<p>Claro, podíamos escutar todos os velhos álbuns, CDs e MP3s. Aliás, é daí que a indústria tira quase a maior parte do seu lucro hoje em dia. Podíamos também apenas ver filmes antigos e programas velhos na TV. Há muito disso agora. Pra que se preocupar em fazer coisas novas? Pra que se preocupar em ter alguma mudança ou progresso desde que tenhamos &#8220;evoluído&#8221;? Só queria saber se isso é o novo paradigma e se a nova música é apenas a velha música outra vez, e se isso seria realmente o fim da música.</p>
<h5><span style="color:#888888;">Tradução de <a title="Dawnfine Myspace" href="http://www.myspace.com/dawnfine" target="_blank">Jeovane Cazer</a></span></h5>
<p><em><img class="alignleft" title="Glenn Branca" src="http://graphics8.nytimes.com/images/blogs/thescore/Glenn-Branca.75.jpg" alt="" width="75" height="75" />Glenn Branca compôs 13 sinfonias: seis para guitarra elétrica, três para instrumentos de série harmônica, três para orquestra e uma, No. 13, para 100 guitarras. O primeiro movimento de No. 14 foi apresentado pela 1a vez pela St. Louis Symphony em 2008. Ele está gravando um novo álbum, “The Ascension: The Sequel. Visite seu <a title="Webiste Glenn Branca" href="http://www.glennbranca.com/" target="_blank">website</a><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A transformação na indústria fonográfica causada pela internet]]></title>
<link>http://multimidia2.wordpress.com/2009/11/17/a-transformacao-na-industria-fonografica-causada-pela-internet/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:48:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>folhadafoca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com a ampla disseminação da música digital, a indústria fonográfica passa por crise e busca meios de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Com a ampla disseminação da música digital, a indústria fonográfica passa por crise e busca meios de se adequar à nova realidade</em></p>
<p style="text-align:right;">Por Rodrigo Gianesi</p>
<p>A indústria da música passa por um momento delicado. Com a internet, as bandas conseguem mais liberdade para divulgar seu trabalho, ficam menos dependentes de uma gravadora para atingir o sucesso. Essa crise na indústria fonográfica a deixa claramente enfraquecida. Porém, a torna também mais agressiva.</p>
<p>Desde a intensificação da música pop e da cultura de massa, nos anos 60, as gravadoras e produtores vêm moldando seus artistas, criando seu produto. O que mudou de lá para cá é que, nessa época, a indústria tinha total poder sobre os artistas, pois as bandas, para atingirem sucesso, tinham de ter um disco, fazer com que ele fosse vendido. Hoje em dia, não é mais tão </p>
<div id="attachment_346" class="wp-caption alignright" style="width: 142px"><a href="http://multimidia2.wordpress.com/files/2009/11/cd3.jpg"><img class="size-full wp-image-346" title="cd" src="http://multimidia2.wordpress.com/files/2009/11/cd3.jpg" alt="" width="132" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração. Fonte: Corbis</p></div>
<p>necessário, devido à ampla disseminação da música digital. A indústria fonográfica continua moldando os artistas, e, de certa forma, mais agressivamente agora, pois antes uma gravadora investia ao mesmo tempo em muitas bandas que estavam crescendo. Hoje, investem menos, em duas ou três bandas, e o fazem pesadamente apenas nelas. “Nesse momento que a indústria está perdendo o poder, perdendo vários negócios, o que as gravadoras fazem? Elas investem em duas ou três bandas grandes, então elas parecem mais fabricadas, é mais agressivo”, diz Bia Abramo, jornalista especializada em jornalismo cultural. Os artistas são moldados desde seu visual até a música em si. “O artista tem que ser visualmente bonito, carismático e, acima de tudo, profissional, o que significa que ele tem de deixar sua música ser totalmente reformulada por produtores”, diz Lucas Pereira, produtor musical. “Mas há casos em que o artista é tão bom, ou tão diferenciado, que a gravadora só faz o seu papel que seria o natural, de gravar e divulgar a banda”, completa o produtor.</p>
<p>Apesar das imposições da indústria sobre o artista, as gravadoras não sabem como se adequar à nova realidade da internet e da música digital. “A disseminação de música digital atrapalhou muito o negócio das gravadoras, quase acabou com a indústria fonográfica em certo sentido. A indústria está procurando, agora, novos modelos para se sustentar”, diz Bia Abramo. Por outro lado, a internet torna mais fácil o processo de divulgação de bandas: “a distribuição de música pela internet tem seus dois lados: é muito boa pra divulgar a banda de uma forma muito rápida e abrangente, porém diminui absurdamente o número de vendas de CDs”, argumenta Pereira.</p>
<p>Uma coisa que preocupa é a homogeneização das bandas. Cada vez mais, os artistas estão mais semelhantes, tanto na música quanto no visual. Os rótulos estão cada vez mais freqüentes e fortes, porém, isso tem também um ponto positivo, tanto para as gravadoras quanto para os artistas. “Essa tendência de ter um som e um visual parecido foi ótimo para as gravadoras, pois aumentou o leque de opções e o número de artistas. Para as bandas também é muito positivo, por que acaba forçando que eles trabalhem mais e mais pra se destacar em meio a tanta coisa ‘igual’. Acaba sendo uma concorrência muito saudável”, defende o produtor.</p>
<p>Apesar de mais visível hoje, exatamente pelo fato da música abranger mais pessoas, atingir um público muito maior, esse processo sempre aconteceu, desde o início da cultura pop, “quando a música deixou de ser só uma trilha sonora de nossas vidas e passou a ser um produto”, como define Lucas Pereira.</p>
<div id="attachment_341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://multimidia2.wordpress.com/files/2009/11/dsc04619.jpg"><img class="size-medium wp-image-341" title="DSC04619" src="http://multimidia2.wordpress.com/files/2009/11/dsc04619.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Para Bia Abramo, as novas configurações da indústria fonográfica oferecem, de certo modo, mais liberdade ao artista. Foto: MSC</p></div>
<p>O fato é que a indústria vem sim perdendo o poder, o que dá mais liberdade ao artista de se expressar da forma que quer, dependendo do projeto e do objetivo traçado por ele: &#8220;Se você quer ter uma banda legal e existir é uma coisa, se quer fazer megassucesso é outra, depende do seu projeto. Mas acho que hoje é mais fácil para a banda criar seu público. Como você tem muitas formas de circulação, acho que, no fundo, é um cenário que pode ser mais diversificado, mais interessante”, diz Bia Abramo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bananização]]></title>
<link>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/10/29/bananizacao/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:36:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunodarshan</dc:creator>
<guid>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/10/29/bananizacao/</guid>
<description><![CDATA[A algum tempo que o conceito de álbum de musica vem perdendo força na industria fonográfica. Os disc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A algum tempo que o conceito de álbum de musica vem perdendo força na industria fonográfica. Os discos, antes idolatrados ou odiados pela critica musica, hoje exprimem apenas um amontoado de musicas num circulo de 12 cm de diâmetro. Eu como defensor que não se deixa levar pelas inovações sempre bati nessa tecla, de que a tecnologia leva-nos a banalização, ou melhor, BANANIZAÇÃO.</p>
<p>Sim leitor, bananização mesmo, com a popularização do formato de musica digital ficou cada vez mais fácil e pratico adquirir musicas pela internet o que para alguns é um novo meio a ser explorado pelas gravadoras. Mas você deve estar se perguntando: Por que bananização? Simplesmente pelo fato de hoje em dia ser tão fácil se adquirir musica a preço de banana, muitas vezes podre (a banana).</p>
<p>Numa época conturbada pelo individualismo e pelo materialismo novamente encontramos um paradoxo, cada vez mais as pessoas deixam de lado o sentido concreto das coisas e aderem ao digital, quase abstrato. Seria então a internet uma fonte para a qual o ser humano usa para adquirir o desprendimento total das coisas?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El nuevo paquete telecom de la UE: El Imperio del copyright contra-ataca]]></title>
<link>http://chemtrailsevilla.wordpress.com/2009/10/26/el-nuevo-paquete-telecom-de-la-ue-el-imperio-del-copyright-contra-ataca/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 10:19:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>zass7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estamos ante uno de los momentos más duros de la historia de Internet. Tras dos intentos fallidos, l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://chemtrailsevilla.wordpress.com/files/2009/10/censura-internet1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2632" title="Censura Internet1" src="http://chemtrailsevilla.wordpress.com/files/2009/10/censura-internet1.jpg" alt="Censura Internet1" width="200" height="200" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Estamos ante uno de los momentos más duros de la historia de Internet. Tras dos intentos fallidos, los lobbies de la industria del copyright van a volver a intentar que el parlamento europeo apruebe el Paquete Telecom. Dicho paquete de medidas legales supone un recorte de derechos digitales sin precedentes:</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><strong>a)</strong> Va a permitir que te corten la conexión a internet sin garantias judiciales (luego podrás ir a juicio para recuperar tus derechos tres años más tarde)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>b)</strong> Terminará con la neutralidad en la red, es decir, dejará que las operadoras filtren el tráfico fomentando a las webs con las que tengan contratos firmados y marginando (o directamente censurando) el tráfico que moleste a sus intereses (Skype, YouTube, P2P, o lo que quieran) y finalmente</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>c)</strong> Sistematizará y legalizará las escuchas y monitorización del tráfico sin garantias judiciales, ni respeto por la presunción de inocencia, ni garantías para la privacidad de los usuarios. Infórmate y actúa antes de que sea demasiado tarde.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>¿Qué está pasando ahora mismo con el Paquete Telecom?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Acabamos de conocer por Twitter de la Telecomix News Agency que la Enmienda 138, que protegía el derecho al acceso a Internet como uno nuestros derechos, ha muerto.</p>
<p style="text-align:justify;">Los lobbies del copyright han conseguido que algunos euro-representantes abandonen su misión de representar a sus ciudadan@s y salvaguardar el bien común para entregar nuestros derechos de privacidad y de acceso a una Internet neutral a las industrias del entretenimiento. Distintos medios de comunicación alertan ante la preparación del borrador del &#8220;Telecoms Package&#8221; por parte de la Comisión Europea y una delegación del Parlamento. Todo apunta a una propuesta que o bien elimina la Enmienda 138 o bien incluirá otras enmiendas que permitan a la industria del entretenimiento cortar nuestras libertades.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Un chiringuito de &#8220;democracia&#8221; corrupta a la medida de la industria de la propiedad intelectual</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La política demócrata europea de pasillos ocultos y movimientos invisibles, inescrutable para la ciudadanía, llega a las más altas cumbres de sus instituciones; acuerdos y enmiendas manipulados con claros intereses particulares acaban dirigiendo nuestra forma de vida. No es algo que empiece ahora: el robo de nuestras libertades en el Europarlamento es tan viejo como él mismo. Estos últimos años hemos visto de todo: desde introducir enmiendas sobre &#8220;Propiedad intelectual y patentes&#8221; en comisiones de pesca, intentando que no haya posibilidad de discusión, hasta la más reciente traición política de Alejo Vidal-Quadras, que, contra el 88% de los Europarlamentarios que votaron mantener la enmienda 138, acaba de anularla completamente en la primera negociación de la conciliación del paquete (los proyectos de ley pasan a comisiones de conciliación para llegar a un consenso, lo lobbies han conseguido colar a Vidal-Quadras como jefe de la comisión dedicada al paquete telecom). Para que os hagáis una idea, a los europarlamentarios del grupo Verde / Partido Pirata y GUE/NGL (¡pertenecientes a la comisión!) que ni siquiera se les permitió LEER el texto final. Vidal-Quadras terminó la sesión diciendo que el texto &#8220;había sido dicustido por todos&#8221; (justo después de haberseles negado la posibilidad de leer siquiera el texto a los europarlamentarios de la comisión) puedes comprobarlo directamente en el blog del europarlamentario sueco Henrik Alexandersson.</p>
<p><strong>Ofensiva mediática de los lobbies y complicidad del gobierno</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Mientras tanto, esta semana sucede una increible ofensiva mediática de las empresas multinacionales del entretenimiento como Warner o EMI, que apoyadas por la Federación Internacional de la Industria Fonográfica (IFPI) han sembrado en los medios de comunicación masiva desinformación y confusión. Mientras, el gobierno español (Miguel Sebastián y Paco Ros) invita a volver a sentarse a la mesa a la coalición de creadores y a los operadores asociados en REDTEL pese a la ruptura sin acuerdos de hace unos meses. Ahora les pide que busquen el acuerdo en base a lo que podrían venir si el paquete telecom se aprueba con una propuesta que se lo permita, todo pagado por nosotr@s, todo contra nosotr@s.</p>
<p style="text-align:justify;">Mientras nos dicen que defienden la libertad, el PP de Vidal-Quadras apunta y el PSOE-Gobierno dispara, ambos (con la ayuda de ciertos partidos nacionalistas) pretenden crear las nuevas leyes corcuera de internet, cortar nuestras libertades, que internet deje de ser libre para proteger los intereses de unos accionistas multimillonarios, todo un ejemplo de democracia.</p>
<p style="text-align:justify;">
<strong>Llamamiento a la acción</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Profesionales del lobby llevan mas de 2 años persiguiendo las libertades de los ciudadanos Europeos mediante el Paquete Telecom. ¿Qué enmienda introducirán que permita saltarse las garantias judiciales?, ¿podré seguir usando Skype o VoIP con mi conexión a internet?, ¿alguna entidad privada estará monitoreando o espiando las cosas que me descargo?&#8230; Cada día de estos 2 años nos hemos hecho esas y muchas más preguntas, como si tuviéramos que avergonzarnos de querer mantener nuestras libertades civiles, nuestro derecho a la intimidad y privacidad, a compartir.</p>
<p style="text-align:justify;">Siendo esta red una forma de la expresión de resistencia P2P y de espacio de cooperación, hacemos un llamamiento todas las personas interesadas en mantener una red libre y neutral a la organización de resistencias contra el Paquete Telecom.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Participa y vence</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Porque tu computadora está conectada a una red neutral, eres un punto con la misma importancia que el resto, podemos responder con otras formas de hacer política; algunas empresas como Google arañan millones de céntimos de cada movimiento en sus webs: nosotras podemos arañar colectivamente millones de clicks para bloquear sus campañas. Sólo por participar ya vences el esquema del inmovilismo en el que nos desean.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Organízate y crea</strong></p>
<p style="text-align:justify;">No hay esfuerzo pequeño o inútil, quizás sólo mal difundido. Crea banners, vídeos que desmonten las mentiras, publica en tu blog, difunde los comunicados, escribe a la prensa, crea contenidos que amplifiquen las luchas, enlázate a otras personas y otras asociaciones para conectarlas, pregunta y participa en los foros, atento a las acciones colectivas de tu territorio y a nivel Europeo. No esperes que se asocien por ti, asóciate y multiplica tu participación, busca puntos de encuentro y genera movimiento. Cada palabra cuenta, pero también cuenta la forma en la que lo organizas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ponte en contacto con nosotras para coordinarte y/o acude al Foro de Cultura Libre, FCFORUM, en Barcelona.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenemos 2 semanas para conocer la propuesta definitiva, si pretenden monitorizar nuestras conexiones o romper la neutralidad de la red no permitiremos que los políticos que participen en este asalto se vayan sin ser señalados como corresponde.</p>
<p>Mas información:</p>
<p>* <a href="http://www.laquadrature.net/">La Quadrature du Net</a><br />
*<a href="http://www.telecomix.org/"> Telecomix News Agency</a><br />
* <a href="http://fcforum.net/">FCForum</a><br />
* <a href="http://exgae.net/la-avaricia">La Avaricia &#124; EXGAE</a><br />
* <a href="http://hacktivistas.net/">Hacktivistas</a></p>
<p>Fuente: <a href="http://hacktivistas.net/node/38/">Hacktivistas </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Country Mouse, City House]]></title>
<link>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/10/19/country-mouse-city-house/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 14:54:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunodarshan</dc:creator>
<guid>http://acaoinstantanea.wordpress.com/2009/10/19/country-mouse-city-house/</guid>
<description><![CDATA[Bom, depois de recomendar um filme e um livro ­– ótimos por sinal – me falta falar de um disco e nes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Bom, depois de recomendar um filme e um livro ­– ótimos por sinal – me falta falar de um disco e nesse ponto que lhes apresento Josh Rouse.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Se o consumismo não fosse tão forte, se não existissem paradas do sucesso, jabaculés e afins, se o que importasse no mundo fosse o simples prazer pelo prazer (e não por modismos, vícios ou enganos), Josh Rouse seria um cara muito mais reconhecido.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">É por essas palavras de Marcelo Costa (Blog Calmantes com Champagne 2.0) que exprime muito bem o que penso, que falo sobre esse musico tão talentoso, mas que pelos parâmetros mercadológicos da finada industria fonográfica sofre uma esmagadora concorrência com ‘artistas’ de menor calibre. Porem, nem por isso o americano deixa de ser prestigiado com honras de inúmeros fãs – a par, sempre, do repertorio – e também pela critica especializada.</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, para quem quiser conhecer melhor o seu trabalho deixo a dica de álbum “Country Mouse City House”, no qual logo de cara você se depara com a bela ‘Sweetie’. Vale a pena conferir.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Country Mouse City House" src="http://images.uulyrics.com/cover/j/josh-rouse/album-country-mouse-city-house.jpg" alt="" width="500" height="500" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Só o rock salva!]]></title>
<link>http://oucaparanaomorrer.wordpress.com/2009/10/10/so-o-rock-salva/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 01:06:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pati</dc:creator>
<guid>http://oucaparanaomorrer.wordpress.com/2009/10/10/so-o-rock-salva/</guid>
<description><![CDATA[“Quando Jesus não salva, só o rock salva!”. A frase combina perfeitamente com o conteúdo do livro, j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Quando Jesus não salva, só o rock salva!”. A frase combina perfeitamente com o conteúdo do livro, já que boa parte dos 1001 discos é do gênero musical que mais perturba a vizinhança. O rock and roll, como já era de se esperar, ocupa um número de páginas significativas, principalmente nas décadas de 60 e 70; apresentando desde as origens do gênero até as mais recentes e barulhentas vertentes.</p>
<p>A obra, que é referência básica ao apreciador da boa música e que não se contenta só em ouvi-la, traz uma contextualização e informações interessantes de acordo com cada década. Ao caminhar pelas 960 páginas, as histórias que acompanham os álbuns de rock são as mais divertidas. Brigas entre os integrantes, escândalos que aumentaram as vendas do disco e inspirações causadas pelas drogas são algumas das histórias que fazem parte e dão ritmo a esse universo viciante.</p>
<p>Mesmo apresentando o bom e velho Rock’n’Roll como carro chefe do livro, o pop também ganha destaque, principalmente nas décadas de 80 e 90. Um dos grandes motivos é o surgimento do vídeo clipe, o que despertava no artista a vontade de se tornar um astro pop. A lista dos anos 80 inicia com o álbum “Kings of the Wild Frontier”, de Adam &#38; the Ants, artista que mais tarde, assim como outros, direcionou sua carreira para se tornar uma estrela do pop.</p>
<p>É inevitável, e seria uma ofensa, não dedicar boa parte do livro a um dos gêneros musicais que mais influenciaram e seguem influenciando gerações ao longo dos anos. Cabe lembrar também que uma das propostas do livro é trazer álbuns que tiveram destaque na indústria fonográfica, o que explica facilmente a aparição desse número considerável dos discos do gênero demoníaco.  </p>
<p>O certo é que para os amantes do rock e suas vertentes, o livro é uma bíblia sagrada, considerado indispensável; dessas de se levar embaixo do braço por onde quer que vá&#8230;Aleluia!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/594WLzzb3JI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/594WLzzb3JI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>My Generation, do The Who. O álbum foi lançado em 1965 e  integra o livro</p>
<p>site que serviu de fonte e que apresenta a lista de todos os discos que compõem o livro. Vale a pena conferir!<a href="http://www.rocklistmusic.co.uk/steveparker/1001albums.htm">http://www.rocklistmusic.co.uk/steveparker/1001albums.htm</a> </p>
<p>Até mais!</p>
<p> Pati Oliveira</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alex Steinweiss, o sujeito que me fez comprar The Number of the Beast]]></title>
<link>http://desova.wordpress.com/2009/10/08/alex-steinweiss-o-sujeito-que-me-fez-comprar-the-number-of-the-beast/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 22:12:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sávio Vilela</dc:creator>
<guid>http://desova.wordpress.com/2009/10/08/alex-steinweiss-o-sujeito-que-me-fez-comprar-the-number-of-the-beast/</guid>
<description><![CDATA[Alex Steinweiss, o sujeito que me fez comprar The Number of the Beast Aos 11 anos de idade comprei o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Alex Steinweiss, o sujeito que me fez comprar The Number of the Beast</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Aos 11 anos de idade comprei o disco The Number of the Beast, do conjunto musical inglês de heavy metal Iron Maiden. Assim como boa parte dos moleques que viveu os anos 80 ou 90, seguindo o caminho do espírito-de-porco pela rua e pela escola e inclinando-se em direção à música que o tinhoso inventou, o que me convenceu a levar aquele negócio para o meu católico lar foi a capa (link da imagem).</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Em casa, coloquei a agulha sobre o vinil e o som que saiu dali não me entusiasmou tanto quanto aquela caveirona cabeluda, o Eddie, que manipulava o capeta feito uma marionete. Mais tarde, claro, desenvolvi um carinho quase caricato &#8211; mas não irônico – pela banda e até acoplei algumas citações ao meu léxico cotidiano (Leia-se: às merdas que eu falo no dia-a-dia). Mas isso não vem ao caso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Minha historinha pessoal é o clichê dos clichês na cultura do rock, mas é o que eu tenho pra contar. No entanto, de clichês em clichês, o Iron Maiden tornou-se uma das maiores bandas do mundo e cometeu o excesso de adquirir seu próprio Boeing 757. Se eu acho isso bonito? Não, não acho nada bonito, mas é o que eu tenho pra contar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">“Beleza, qual é o ponto então?”, você pergunta – e se não perguntou, deveria. O ponto é que&#8230; Ou melhor, meu chute é que, dos mais de 70 milhões discos vendidos pelo Iron Maiden, uma parcela bem razoável dessas vendas foi realizada graças à sedução visual que suas capas exerceram sobre os corações e mentes de jovens como eu (era). Ainda que em tempos de MP3s uma capa não signifique o que já significou, Bruce Dickinson e companhia deveriam comprar pelo menos um jatinho de presente para Alex Steinweiss, o inventor das capas de discos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Até 1940 os discos – que na época era discões que giravam a 78 rpm – eram embalados em papel pardo. Um negócio sem graça e sem mojo. A coisa mudou quando o designer Steinweiss, então um jovem diretor de arte da Columbia Records, convenceu seus patrões a relançarem Smash Song Hits, de Rodgers &#38; Hart, estampada com uma ilustração chamativa ao invés do enfastioso embrulho marrom de sempre. Em poucos meses, as vendas do disco subiram quase 900% em comparação às da primeira prensagem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Alex Steinweiss, com apenas 23 anos, mudou a indústria fonográfica, encheu de cores e linhas um metiê que não tinha tradição gráfica alguma e estabeleceu uma relação visual entre a música e seus apreciadores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Com o aparecimento do LP de vinil, oito anos depois, Steinweiss atendeu ao pedido do presidente da Columbia para reformular sua invenção, consolidando de vez o que hoje entendemos por capa de disco. Se o visual de  Arca de Noé, de Vinícius de Moraes e companhia, te encantou e te fez lambrecar de cola o seu vinil, culpe Alex Steinweiss. Se as capas dos discos do Mayhem fez seu estômago embrulhar, culpe Steinweiss. Se algum disco do Ney Matogrosso te fez corar, culpe o velho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Hoje com 92 anos e semi-aposentado desde 1973, o designer acumula a autoria de mais de 2500 capas, a maioria delas de discos de jazz, pop e música erudita. Uma boa seleção de seu trabalho pode ser apreciada no recém-lançado Alex Steinweiss, The Inventor of the Modern Album Cover. Um item luxuoso editado pela Taschen que, se você é um playboy em conflito (consciência de classe, culpa burguesa, essas coisas&#8230;) como eu, você gostaria de ter na sua estante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Steinweiss acreditava que elementos visuais que remetiam à música e simbolismos culturais despertavam no público um interesse muito maior do que o retrato dos intérpretes. Para desenvolver essa “isca”, usava desavergonhadamente referências do Modernismo europeu (De Stijl e Bauhaus) e do Construtivismo russo, e levantava da prancheta com uma peça classuda, de cores chapadas e tipografia elegante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Não sei como fecho este texto. Então vou continuar insistindo que pelo menos um aeromodelo bacana Steve Harris e o resto da sua turma deveria deixar na porta da casa do velhinho.</div>
<p style="text-align:right;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2480/4013249915_4815c4c5cf_o.jpg" alt="" width="466" height="700" /></p>
<p style="text-align:right;"><em>A culpa é desse velhinho (Fotos: Taschen/Divulgação)</em></p>
<p>Aos 11 anos de idade comprei o disco <em>The Number of the Beast</em>, do conjunto musical inglês de heavy metal Iron Maiden. Assim como boa parte dos moleques que viveu os anos 80 ou 90, seguindo o caminho do espírito-de-porco pela rua e pela escola e inclinando-se em direção à música que o tinhoso inventou, o que me convenceu a levar aquele negócio para o meu católico lar foi <a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/1f/Iron_Maiden_-_The_Number_Of_The_Beast.jpg" target="_blank">a capa</a>.</p>
<p>Em casa, coloquei a agulha sobre o vinil e o som que saiu dali não me entusiasmou tanto quanto aquela caveirona cabeluda, o Eddie, que manipulava o capeta feito uma marionete. Mais tarde, claro, desenvolvi um carinho quase caricato &#8211; mas não irônico – pela banda e até acoplei algumas citações ao meu léxico cotidiano (Leia-se: às merdas que eu falo no dia-a-dia). Mas isso não vem ao caso.</p>
<p>Minha historinha pessoal é o clichê dos clichês na cultura do rock, mas é o que eu tenho pra contar. No entanto, de clichês em clichês, o Iron Maiden tornou-se uma das maiores bandas do mundo e cometeu o excesso de adquirir seu próprio Boeing 757. Se eu acho isso bonito? Não, não acho nada bonito, mas é o que eu tenho pra contar.</p>
<p>“Beleza, qual é o ponto então?”, você pergunta – e se não perguntou, deveria. O ponto é que&#8230; Ou melhor, meu chute é que, dos mais de 70 milhões discos vendidos pelo Iron Maiden, uma parcela bem razoável dessas vendas foi realizada graças à sedução visual que suas capas exerceram sobre os corações e mentes de jovens como eu (era). Ainda que em tempos de MP3s uma capa não signifique o que já significou, Bruce Dickinson e companhia deveriam comprar pelo menos um jatinho de presente para Alex Steinweiss, o inventor das capas de discos.</p>
<p>Até 1940 os discos – que na época era discões que giravam a 78 RPM – eram embalados em papel pardo. Um negócio sem graça e sem mojo. A coisa mudou quando o designer Steinweiss, então um jovem diretor de arte da Columbia Records, convenceu seus patrões a relançarem <em>Smash Song Hits</em>, de Rodgers &#38; Hart, estampada com uma ilustração chamativa ao invés do enfastioso embrulho marrom de sempre. Em poucos meses, as vendas do disco subiram quase 900% em comparação às da primeira prensagem.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2506/4007374092_31cae53b2f.jpg" alt="" width="500" height="427" /></p>
<p>Alex Steinweiss, com apenas 23 anos, mudou a indústria fonográfica, encheu de cores e linhas um metiê que não tinha tradição gráfica alguma e estabeleceu uma relação visual entre a música e seus apreciadores.</p>
<p>Com o aparecimento do LP de vinil, oito anos depois, Steinweiss atendeu ao pedido do presidente da Columbia para reformular sua invenção, consolidando de vez o que hoje entendemos por capa de disco. Se o visual de  <em>Arca de Noé</em>, de Vinícius de Moraes e companhia, te encantou e te fez lambrecar de cola o seu vinil, culpe Alex Steinweiss. Se as capas dos discos do Mayhem fez seu estômago embrulhar, culpe Steinweiss. Se algum disco do Ney Matogrosso te fez corar, culpe o velho.</p>
<p>Hoje com 92 anos e semi-aposentado desde 1973, o designer acumula a autoria de mais de 2500 capas, a maioria delas de discos de jazz, pop e música erudita. Uma boa seleção de seu trabalho pode ser apreciada no recém-lançado <em>Alex Steinweiss, The Inventor of the Modern Album Cover</em>. Um item luxuoso editado pela Taschen que, se você é um playboy em conflito (consciência de classe, culpa burguesa, essas coisas&#8230;) como eu, você gostaria de ter na sua estante.</p>
<p>Steinweiss acreditava que elementos visuais que remetiam à música e simbolismos culturais despertavam no público um interesse muito maior do que o retrato dos intérpretes. Para desenvolver essa “isca”, usava desavergonhadamente referências do Modernismo europeu (De Stijl e Bauhaus) e do Construtivismo russo, e levantava da prancheta com uma peça classuda, de cores chapadas e tipografia elegante.</p>
<p>Não sei como fecho este texto. Então vou continuar insistindo que pelo menos um aeromodelo bacana Steve Harris e o resto da sua turma deveriam deixar na porta da casa do velhinho.</p>

<p>Mais:</p>
<p><a href="http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/design/all/05039/facts.alex_steinweiss_the_inventor_of_the_modern_album_cover.htm">http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/design/all/05039/facts.alex_steinweiss_the_inventor_of_the_modern_album_cover.htm</a></p>
<p><a href="http://www.alexsteinweiss.com/">http://www.alexsteinweiss.com/</a></p>
<p><a href="http://www.soundfountain.org/rem/remcovart.html">http://www.soundfountain.org/rem/remcovart.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema no celular: agora vai!]]></title>
<link>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/10/07/cinema-no-celular-agora-vai/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 10:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>murilomoreno</dc:creator>
<guid>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/10/07/cinema-no-celular-agora-vai/</guid>
<description><![CDATA[George Lucas on Technology from Gizmodo on Vimeo. Apesar de estar mal filmado, apesar de estar em in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:eb4cccd0-a386-45f5-b6b1-1ec0ae150aa4" class="wlWriterEditableSmartContent">
<div>
<p><a href="http://vimeo.com/6937862">George Lucas on Technology</a> from <a href="http://vimeo.com/user562128">Gizmodo</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
</div>
</div>
<p>Apesar de estar mal filmado, apesar de estar em inglês, vale a pena ver. George Lucas, criador da série Star Wars, apresentou-se no World Business Forum, em Nova York, e surpreendeu a audiência ao falar que irá produzir filmes para celular. Significa dizer que se um dos mais aclamados diretores de Hollywood vê o celular como opção num futuro próximo, a idéia já se espalhou por toda a indústria cinematográfica. Ela continua à busca de soluções que não façam com que sofra os mesmos males que a indústria fonográfica passou com a invenção do MP3.</p>
<p>Importante para cada um de nós, marqueteiros. Significa que muito brevemente a programação de tv e a publicidade seguirão pela mesma trilha. E que uma nova forma de linguagem irá aparecer, uma que considera as limitações da tela pequena.</p>
<p>Comentário final, que pode passar desapercebido: o Forum foi realizado pela brasileiríssima <a href="http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?idCMSIdioma=3">HSM</a>. São as novas multinacionais brasileiras, conquistando espaço no mundo corporativo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lily Allen &amp; Fred 04 X Troca de arquivos &amp; Pirataria]]></title>
<link>http://duelo.wordpress.com/2009/09/24/lily-allen-fred-04-x-troca-de-arquivos-pirataria/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielmls</dc:creator>
<guid>http://duelo.wordpress.com/2009/09/24/lily-allen-fred-04-x-troca-de-arquivos-pirataria/</guid>
<description><![CDATA[As declarações recentes da cantora pop Lily Allen sobre ser contra a pirataria de música, o blog que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As declarações recentes da cantora pop <strong>Lily Alle</strong>n sobre ser contra a pirataria de música, o <a href="http://idontwanttochangetheworld.blogspot.com/">blog</a> que criou e apagou em 3 dias para defender a propriedade intelectual fizeram voltar a tona, de-novo-again-mais-uma-vez, essa história de prejuízos da trocas de arquivos pela internet.</p>
<p><strong>Fred04</strong>, o vocalista do Mundo Livre S/A, curiosamente, deu uma <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1809200911.htm">entrevista</a> recente dizendo que &#8220;a web tem desestruturado quase todas as cadeias que se envolvem com a digitalização, do jornalismo à música.&#8221; A linha de argumento dos dois passa por um ponto parecido: existe uma cadeia de produção e divulgação inteira, que envolve muitas pessoas e forma a <a href="http://"><strong>indústria fonográfica</strong></a>. A pirataria atua na etapa final do consumo e impede a lucratividade dessa indústria enquanto negócio, restringindo a capacidade de investimentos e apostas em novas revelações.</p>
<p>E isso é inquestionável dentro a indústria musical das <strong>grande 4</strong> gravadoras (EMI, Sony-BMG, Universal e WEA).</p>
<p>A absurda concentração de mercado &#8211; serve de exemplo escolar para a formação de um cartel &#8211; facilita a organização das medidas de repressão que todos conhecemos: processar usuários de programas de troca de arquivos, derrubar servidores de sites de downloads etc.</p>
<p>Apesar disso, vemos que os avanços não foram satisfatórios, e a retração do mercado é forte e é contínua. Resultado disso podemos ver na queda das vendas de artistas consagrados e no crescimento do mercado independente para ocupar esse vácuo. Em comparação às majors, selos como <strong>Matador Records </strong>(Mogwai, Belle &#38; Sebastian, Cat Power, Sonic Youth e Yo La Tengo i.e.) e <strong>Subpop </strong>(revelou Nirvana e detem Go! Team, Fleet Foxes, The Shins e Sebadoh) são os que conseguiram crescer e experimentar novas possibilidades do mercado nos anos 2000.</p>
<p>O cenário da pirataria no <strong>Brasil </strong>tem características parecidas, mas com <strong>diferenças importantes</strong>:</p>
<p>1) Dizer por aqui que a culpa é dos internautas é pura <strong>demagogia</strong>. A pirataria que afeta o bolso das gravadoras é a dos camelôs nos calçadões e praças de qualquer cidade. Existe uma cadeia de produção <strong>paralela</strong>, supostamente vinculada à lavagem de dinheiro e ao tráfico de drogas que se beneficia dos grandes investimentos das majors. Os cortes em lançamentos de novos nomes no Brasil são gigantescos, é só olhar a quantidade de gente independente nas listas de indicados para o <a href="http://vmb.mtv.uol.com.br/cat_videoclipedoano.html">VMB 2009</a>.</p>
<p>2) A situação chegou a um ponto em que existem artistas que preferem não assinar com uma gravadora major por medo de ser esquecido na geladeira. Só que aqui não é EUA e não existe uma cena independente forte o suficiente, <a href="http://www.deckdisc.com/sacolao/">apesar</a> <a href="http://mmrecords.com.br/">de</a> <a href="http://www.foradoeixo.org.br/">alguns</a> <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/">esforços</a>. Sem as majors e sem as independentes, o artista brasileiro fica na dependência da agenda de <strong>editais </strong>de leis de incentivo para poder lançar um material, como aconteceu com o último disco do <a href="http://www2.uol.com.br/wado/">Wado</a>, e é o que o Mundo Livre S/A espera conseguir para lançar seu próximo disco.</p>
<p>A surpresa dos grupos que defendem liberdade de circulação de informação na internet com as declarações de Fred 04 &#8211; um dos fundadores do <strong>mangue beat</strong> &#8211; é que um sujeito tão engajado seja contra essa &#8220;liberdade&#8221;. E não sei se ele pensa <strong>exatamente </strong>assim ou simplesmente estava fazendo uma análise. O argumento desses grupos é que não se trata de combater a circulação sem fins lucrativos na internet, como <a href="http://www.featuredartistscoalition.com/showscreen.php?site_id=161&#38;screentype=site&#38;screenid=161&#38;newsaction=showitem&#38;newsid=2549&#38;dc=6&#38;sn=News">artistas gringos de peso</a> defendem, mas simplesmente a indústria deve se adaptar aos novos tempos. Como disse 04,</p>
<p>Fala-se muito em economia sustentável, mas na cultura não existe consumo sustentável. [...] Estamos todos aguardando que surja um novo modelo de negócio baseado na web 2.0. Mas ele não surge.</p>
<p>Desse jeito, a <strong>tendência </strong>é que a indústria fonográfica brasileira fique com a cara da indústria cinematográfica: cheia de conceitos malas para levar um edital, panelas cada vez mais fechadas e com divulgação e distribuição cada vez pior (no caso do CD mesmo, que a gente pega na mão e tal, óbvio),enquanto as majors devem investir em imensos <strong>pacotes </strong>de super-ultra-mega-plus-enlatados como Jonas Brothers, High School Music, Hannah Montana e essas coisas lucrativas da Disney, já que a mega concentração do <a href="http://libreria.sourceforge.net/library/Free_Culture/images/media-concentration-cl.png">mercado de mídia</a> viabiliza esse tipo de articulação de produtos.</p>
<p>Só para  registrar minha <strong>posição</strong>, percebo todos esses prejuízos da crise da indústria fonográfica na última década e acho uma grande perda, para a cultura como um todo, não ver a possibilidade de, em um futuro próximo, surgir um novo mangue beat ou um novo grunge. Mas toda guerra tem as suas baixas, e com certeza haverá um recuperação do mercado depois da tão retardada reestruturação &#8211; porque ela <strong>vai</strong> acontecer &#8211; sem os vícios da indústria musical e com os  benefícios da liberdade. <strong>#prontofalei</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ação e reação]]></title>
<link>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/09/22/acao-e-reacao/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 04:58:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Ibelli</dc:creator>
<guid>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/09/22/acao-e-reacao/</guid>
<description><![CDATA[(ação &#8211; Fred Zero Quatro, Folha, sexta, 18.09) (&#8230;) a despeito de toda a questão do acess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.flickr.com/photos/arielmartini/3942217530/"><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2508/3942217530_a773da757f.jpg" alt="" width="335" height="500" /></a></p>
<p><strong>(ação &#8211; <a title="MySpace" href="http://www.myspace.com/mundolivresa" target="_blank">Fred Zero Quatro</a>, <a title="assinantes" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1809200911.htm" target="_blank">Folha, sexta, 18.09</a>)</strong></p>
<blockquote><p>(&#8230;) a despeito de toda a questão do acesso democrático e da maior visibilidade que chegaram com a internet, um fato inegável é que <strong>a web tem desestruturado quase todas as cadeias que se envolvem com a digitalização, do jornalismo à música</strong>. Hoje é moda celebrar a web, dizendo que finalmente nos livramos dos malas da indústria fonográfica. Tudo bem, a indústria até tinha um aspecto predatório (&#8230;)</p></blockquote>
<blockquote><p>Se o mangue beat tivesse surgido num ambiente parecido com o que rola hoje, com gravadoras em crise, talvez o mangue beat <strong>tivesse se limitado a uma ou duas comunidades de Orkut, </strong>uma coisa de gueto.</p></blockquote>
<blockquote><p>[No início dos anos 90] A Sony foi a Recife, contratou o Chico Science e bancou o primeiro clipe da banda, que rodou direto na MTV. Finalmente a indústria olhava para nós. E teve um efeito multiplicador forte. As pessoas esquecem isso. Hoje há uma situação sem indústria, sem cadeia produtiva. <strong>Está se instalando uma religião da tecnologia, um fundamentalismo tecnológico</strong>.</p></blockquote>
<blockquote><p>Estamos todos aguardando que surja um novo modelo de negócio baseado na web 2.0. <strong>Mas ele não surge</strong>.</p></blockquote>
<p><strong>(reação &#8211; <a title="assinantes" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm2109200914.htm" target="_blank">Álvaro Pereira Junior, Folhateen, segunda, 21.09</a>)</strong></p>
<blockquote><p>Não se trata de concordar com ele ou discordar. Eu mesmo já escrevi coisa parecida: <strong>no universo musical, a web é uma maravilha só para o ouvinte</strong>. Música parece que vai dar cada vez menos dinheiro, atividade de nicho <strong>e amadora</strong>.</p>
<p>O que sobra da entrevista de Zero Quatro é a ironia: ele era dos caras que vieram chacoalhar o establishment, que traziam modernidade do lugar mais improvável: <strong>&#8216;Somos do mangue, mas temos computadores! Somos cyber! Lemos a Wired!&#8217;.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p></blockquote>
<p><strong>UPDATE:  (réplica &#8211; <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL1317603-7085,00.html" target="_blank">Fred Zero Quatro, G1, domingo, 27.09</a>)</strong></p>
<blockquote><p>No caso específico da música, por exemplo, eu não posso chegar numa feira livre e pegar quatro tomates e cinco pimentões e levar pra casa, porque eu vou ser acusado de ladrão – e olha que estou falando de coisas <strong>que brotam da terra</strong>. Primeiro porque estamos numa sociedade capitalista, e segundo porque ali houve trabalho, investimento. É muito doido saber que há uma consciência de sustentabilidade quando se trata da natureza, dos rios, das florestas, e que essa mesma geração não aplica esse conceito <strong>quando se trata de música, cinema, jornalismo, formação de debate</strong>. Acha que o pensamento, que a produção cultural tem de ser necessariamente compartilhada. O conceito de sustentabilidade devia ser preservado também quando se trata das cadeias econômicas, produtivas, profissionais da cultura.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Será o fim das Plataformas P2P!?]]></title>
<link>http://desbloqueiomental.wordpress.com/2009/09/20/sera-o-fim-das-plataformas-p2p/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 22:46:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eric Samuel</dc:creator>
<guid>http://desbloqueiomental.wordpress.com/2009/09/20/sera-o-fim-das-plataformas-p2p/</guid>
<description><![CDATA[Desde que o mundo virou de cabeça para baixo com a popularização da internet, as formas livres de us]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde que o mundo virou de cabeça para baixo com a popularização da internet, as formas livres de us]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PIRATARIA]]></title>
<link>http://lettersofjatiacy.wordpress.com/2009/09/09/pirataria/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 19:14:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilinutil</dc:creator>
<guid>http://lettersofjatiacy.wordpress.com/2009/09/09/pirataria/</guid>
<description><![CDATA[Setenta por cento dos DVD´s em circulação são piratas. Trinta por cento foi a redução do mercado for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Setenta por cento dos DVD´s em circulação são piratas. Trinta por cento foi a redução do mercado formal nos últimos anos. A justiça diz que é crime. O governo diz que a pirataria alimenta o crime organizado.  A Indústria Fonográfica e todos os envolvidos lamentam.  A taxa de desemprego na área formal do comércio e locação de DVD´s está em ascenção meteórica. Mas a verdade é que a qualidade de boa parte dos DVD´s piratas já não deixa nada a desejar, mas mesmo assim o Governo e a Indústria Fonográfica não querem abrir mão de seus quinhões.  Se o Governo e a Indústria Fonográfica tivessem interesse esta situação já poderia ter sido revertida.  Como nada é feito para reduzir o preço dos DVD´s Originais, tudo leva a crer que além do crime organizado tem mais alguém ganhando e muito com esta situação e com certeza não sou eu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EDIÇÃO DO FESTIVAL "C/O POP" DE 2009 TEM FORTE PRESENÇA LATINO-AMERICANA ]]></title>
<link>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/08/13/edicao-do-festival-co-pop-de-2009-tem-forte-presenca-latino-americana/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 14:33:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticiasdobem</dc:creator>
<guid>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/08/13/edicao-do-festival-co-pop-de-2009-tem-forte-presenca-latino-americana/</guid>
<description><![CDATA[“LEMA ESCOLHIDO PELA SEXTA EDIÇÃO DO FESTIVAL DE MÚSICA ELETRÔNICA &#8220;C/O POP&#8221; PARA REFLET]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1690" title="festival" src="http://noticiasdobem.wordpress.com/files/2009/08/festival1.png" alt="festival" width="450" height="90" /></p>
<p align="center">“LEMA ESCOLHIDO PELA SEXTA EDIÇÃO DO FESTIVAL DE MÚSICA ELETRÔNICA &#8220;C/O POP&#8221; PARA REFLETIR MUDANÇAS NA INDÚSTRIA FONOGRÁFICA E DE ENTRETENIMENTO É &#8220;CULTURA POP 2.0&#8243;&#8230;”</p>
<p><a href="http://www.dw-world.de/dw/0,,607,00.html" target="_blank">DW-WORLD.DE</a> &#8211; Carlos Albuquerque</p>
<p style="text-align:justify;">“Neste ano, com o fim da Popkomm, em Berlim, as atenções estão particularmente voltadas para esta sexta edição do  festival de música e cultura pop que teve início nesta quarta-feira (12/08), em Colônia, e que está sendo considerado o sucessor da daquela que foi a maior feira mundial do mercado fonográfico.</p>
<p style="text-align:justify;">No concerto inaugural do &#8220;c/o pop&#8221;, realizado na Filarmônica de Colônia, Zach Condon, vocalista do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Beirut_%28band%29" target="_blank">grupo Beirut</a> – conhecido no Brasil pela música de abertura de <em>Capitu</em>, série da Rede Globo realizada em 2008 – afirmou achar que gosta &#8220;mais de Colônia do que de Berlim&#8221;&#8230;” <a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4562743,00.html" target="_blank">(Leia mais)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o Twitter informa mais que o jornal]]></title>
<link>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/08/06/quando-o-twitter-informa-mais-que-o-jornal/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 12:13:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Macaco Elétrico</dc:creator>
<guid>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/08/06/quando-o-twitter-informa-mais-que-o-jornal/</guid>
<description><![CDATA[Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_357" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-357" title="O editor da Wired e autor do livro &#34;A Cauda Longa&#34;, Chris Anderson - Foto: James Duncan Davidson" src="http://macacoeletrico.wordpress.com/files/2009/08/chris_anderson.jpg" alt="Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo" width="250" height="348" /><p class="wp-caption-text">Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo</p></div>
<p>“Eu não uso a palavra jornalismo. eu não uso a palavra mídia. Não uso a palavra notícia. Não acho que essas palavras signifiquem alguma coisa hoje. Elas definem o mundo editorial do século 20. Hoje, são uma barreira. Elas estão bloqueando nosso caminho, como uma carruagem sem cavalos.”</p>
<p>Com essas palavras, <a title="(leia o verbete sobre Chris Anderson na Wikipedia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson" target="_blank">Chris Anderson</a> começa a responder as <a title="(leia a tradução da entrevista no UOL)" href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/08/03/ult2682u1260.jhtm" target="_blank">perguntas de Frank Horni</a>, da <a title="(link para a home page da Der Spiegel, em alemão)" href="http://www.spiegel.de/" target="_blank">Der Spiegel</a>. Para o editor-chefe da Wired e autor do best-seller <a title="(leia verbete sobre o conceito e sobre o livro, na Wikipedia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_cauda_longa" target="_blank">A Cauda Longa</a>, jornais, revistas, televisão, a chamada “mídia tradicional” perderam o sentido de ser. Ele diz não consumir mais jornais e só lê uma reportagem do The New York Times se ela chegar até ele pelo Twitter, por exemplo, depois de passar por um “filtro pessoal” de pessoas em quem confia. O que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo: apenas isso agora pode ser produzido e distribuído por qualquer um. “O problema não é que a forma tradicional de escrever não vale mais. O problema é que isso hoje é a minoria. Costumava ser um monopólio.”</p>
<p>Anderson é um conhecido provocador profissional, mas há verdade no que ele diz. A Internet virou de pernas para o ar o modelo de negócios de várias indústrias, como a fonográfica. A bola (de neve) da vez é justamente a mídia, cuja vítima mais evidente é a impressa. A possibilidade de qualquer um produzir e distribuir material jornalístico de qualidade afetou não apenas a economia dos grupos de mídia, mas está redefinindo a maneira de se produzir jornalismo, que, cada vez mais, é analítico e instantâneo, gerado com os recursos disponíveis por quem estiver juntos dos fatos.</p>
<p>O que falta ainda ao jornalismo-cidadão é organização editorial. Por mais que o volume gigantesco de produção possa resultar em qualidade no final, por mais que a relevância concedida pela audiência a cada peça jornalística seja capaz de definir o que deve ser a manchete (e o <a title="(link para a home page do Google News)" href="http://news.google.com/" target="_blank">Google News</a> está aí para mostrar que isso funciona), cada blogueiro escreve sobre o que quer, o que gosta e o que pode. Falta o “norte” a ser perseguido, nem sempre visível para o cidadão comum. E falta recursos para produzir reportagens caras. Por isso, ao contrário do que Anderson provoca e do que <a title="(leia o post em que comento essa declaração de Lula)" href="../../../../../2009/07/02/lula-diz-que-a-internet-enfraquece-a-imprensa-e-por-isso-fortalece-a-liberdade/" target="_blank">Lula sugeriu</a> há pouco mais de um mês no <a title="(link para a home page do evento)" href="http://fisl.softwarelivre.org/" target="_blank">10º Fórum de Software Livre</a>, o papel e a importância de uma indústria de mídia organizada continuam firmes e fundamentais para a sociedade.</p>
<p>A verdade nas afirmações do jornalista é que o formato, a distribuição e o modelo de negócios precisam ser reinventados. Ninguém ousaria dizer que a música perdeu a sua importância, mas nunca se venderam tão poucos álbuns quanto hoje. Isso é algo que não parará de diminuir até que as pessoas deixem de vez de comprar CDs, para desespero da indústria fonográfica, que não conseguiu ainda encontrar um modelo realmente substituto os disquinhos prateados. Por outro lado, cantores e bandas, igualmente afetados por essa onda, foram mais rápidos e já perceberam que <a title="(leia reportagem de Denise Carvalho, na Exame, que aborda esse assunto)" href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0945/negocios/brasil-entrou-mapa-476342.html" target="_blank">seus ganhos hoje devem vir mais de shows que de CDs</a>. Nesse cenário, a Internet deixa de ser uma inimiga e passa a ser divulgadora de seus trabalhos.</p>
<p>O que sobra aos jornalistas? Acredito que revistas e jornais, no atual formato, sejam os seus “CDs”. Assim como as empresas, os profissionais também precisam redefinir o seu modelo de negócios. Não quer dizer que o jornalismo tenha que ser um emprego de meio-período ou um hobby, como sugere Anderson (até pode ser), mas é improvável que ele continue como é hoje. Hora de os coleguinhas botarem os miolos para funcionar, caso não queiram se tornar obsoletos pela “cauda longa informativa”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GRAVADORAS SE NEGAM A ACHAR NOVO MODELO DE NEGÓCIO]]></title>
<link>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/06/26/gravadoras-se-negam-a-achar-novo-modelo-de-negocio/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>noticiasdobem</dc:creator>
<guid>http://noticiasdobem.wordpress.com/2009/06/26/gravadoras-se-negam-a-achar-novo-modelo-de-negocio/</guid>
<description><![CDATA[Folha Online &#8211; Daniela Arrais “&#8230;artistas que não produzem há algum tempo se mostram cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-1192" title="vinil" src="http://noticiasdobem.wordpress.com/files/2009/06/vinil.jpg" alt="vinil" width="310" height="310" /></p>
<p><a href="http://www.folha.uol.com.br/" target="_blank">Folha Online</a> &#8211; Daniela Arrais</p>
<p style="text-align:justify;">“&#8230;artistas que não produzem há algum tempo se mostram contrários ao compartilhamento de arquivos na internet. &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prince" target="_blank">Prince</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Village_People" target="_blank">Village People</a>&#8221; tentaram processar a gente. Nenhum deles está fazendo música desde os anos 1980. Mas eles se incomodam por não venderem coletâneas de melhores sucessos. No entanto, sem a <em>internet</em>, os novos músicos não seriam&#8230;” <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u585975.shtml" target="_blank">(Leia mais)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indústria fonográfica quer U$2 milhões por um CD?]]></title>
<link>http://colateralmidia.wordpress.com/2009/06/20/industria-fonografica-quer-u2-milhoes-por-um-cd/</link>
<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 21:13:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>plinio rodrigues</dc:creator>
<guid>http://colateralmidia.wordpress.com/2009/06/20/industria-fonografica-quer-u2-milhoes-por-um-cd/</guid>
<description><![CDATA[A última da RIAA, Associação da Indústria Fonográfica dos EUA, foi conseguir, com apoio da justiça d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://colateralmidia.wordpress.com/files/2009/06/9040.jpg"><img class="size-full wp-image-249 alignleft" title="9040" src="http://colateralmidia.wordpress.com/files/2009/06/9040.jpg" alt="9040" width="200" height="193" /></a>A última da RIAA, Associação da Indústria Fonográfica dos EUA, foi conseguir, com apoio da justiça do Estado de Minnesota, a condenação de Jammie Thomas a pagar US$ 1,92 milhão a seis gravadoras por fazer download de músicas protegidas por direitos autorais. A corte, em decisão inédita, determinou que ela pague US$ 80 mil por cada uma das 24 músicas baixadas. A RIAA já entrou com 30 mil processos como esse na &#8220;justiça&#8221; norte-americana.</p>
<p>Jamie disse que não tem como pagar a quantia. E aí? O que acontece? Ela vai presa? Vai para a cadeira elétrica? Acho que se depender da RIAA sim. &#8220;Espero que isso [a multa] seja uma mensagem de que baixar e compartilhar <strong>nossos</strong> arquivos não está certo&#8221;, disse o advogado Richard Gabriel, que representa as empresas da indústria fonográfica.</p>
<p>Claro que não sr. Gabriel. Certo é lucrar milhões com uma indústria <span style="text-decoration:line-through;">mafiosa</span> exploradora da cultura. Começamos a ter exemplos de condenações absurdas como essa. Qual o próximo passo? Eu diria que é rediscutir leis de direitos autorais. Mas ainda acho que vamos presenciar outras palhaçadas das associações antipirataria e etc.. Lamentável.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pirataria se torna legal]]></title>
<link>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/06/19/pirataria-se-torna-legal/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 03:21:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>murilomoreno</dc:creator>
<guid>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/06/19/pirataria-se-torna-legal/</guid>
<description><![CDATA[Foi um belo tiro pela culatra. No começo deste ano a indústria fonográfica conseguiu vencer nos trib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Foi um belo tiro pela culatra. No começo deste ano a indústria fonográfica conseguiu vencer nos tribunais a ação contra o Pirate Bay, um dos principais sites de torrents do mundo. Seus quatro fundadores foram condenados a a um ano de prisão mais multa de alguns milhões de dólares. Agora a pirataria conseguiu uma revanche em cima dos seus algozes. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pirate_Party">Partido Pirata</a>, criado na Suécia para representar todos que questionam os direitos autorais, <a href="http://news.cnet.com/8301-13578_3-10259048-38.html">conseguiu eleger dois dos 18 representantes suecos no Parlamento Europeu</a>. O jogo está empatado.</p>
<p align="justify"><a href="http://murilomoreno.files.wordpress.com/2009/06/piratpartiet.jpg"><img title="Piratpartiet" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="244" alt="Piratpartiet" src="http://murilomoreno.files.wordpress.com/2009/06/piratpartiet_thumb.jpg?w=244&#038;h=244" width="244" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">O que chama a atenção nessa eleição é que, pela primeira vez na história, estamos assistindo a legalização da pirataria. Ela passa a ter representantes legalmente eleitos. Significa dizer que as pessoas estão levantando suas vozes contra o atual conceito do que representa direitos autorais.</p>
<p align="justify">Para dizer a verdade, não tenho um ponto de vista definitivo sobre o assunto. Creio que o que existe hoje não vai durar por muito mais tempo. Mas tenho certeza de que tentar barrar a mudança, como a indústria fonográfica vem tentando fazer, é a pior solução possível. É como tentar barrar um rio com as mãos. Um pouco de água você segura. Mas chega uma hora que você morre afogado.</p>
<p align="justify"><img title="Piratas do Caribe" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="189" alt="Piratas do Caribe" src="http://murilomoreno.files.wordpress.com/2009/06/piratasdocaribe_thumb.jpg?w=245&#038;h=189" width="245" border="0" /></p>
<p align="justify">O mais interessante de tudo é ver como a tecnologia vem mudando os conceitos que existiram por tantos anos. E vem tornando uma palavra que por anos representou a criminalidade num tema cool. </p>
<p align="justify">E viva os Piratas do Caribe!</p>
<p align="justify">Leia também:</p>
<p align="justify"><a href="http://murilomoreno.blogspot.com/2009/03/o-julgamento-do-ano.html">O julgamento do ano</a></p>
<p align="justify"><a href="http://murilomoreno.blogspot.com/2009/04/piratebay-o-julgamento-do-ano-ii.html">PirateBay. O julgamento do ano II</a></p>
<p align="justify"><a href="http://murilomoreno.blogspot.com/2008/10/internet-adeus-ao-copyright.html">Internet: Adeus ao copyright</a></p>
<p align="justify"><a href="http://murilomoreno.blogspot.com/2008/10/copyright-ii.html">Copyright II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indústria Fonográfica em novos rumos.]]></title>
<link>http://globulo.wordpress.com/2009/06/01/industria-fonografica-em-novos-rumos/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 19:02:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>arturcap</dc:creator>
<guid>http://globulo.wordpress.com/2009/06/01/industria-fonografica-em-novos-rumos/</guid>
<description><![CDATA[   Por: Artur Pereira  Desde o surgimento do formato mp3 e dos downloads de músicas pela internet, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[   Por: Artur Pereira  Desde o surgimento do formato mp3 e dos downloads de músicas pela internet, a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Álbum nada convencional]]></title>
<link>http://demonstra.wordpress.com/2009/05/23/album-nada-convencional/</link>
<pubDate>Sat, 23 May 2009 20:29:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>tamymu</dc:creator>
<guid>http://demonstra.wordpress.com/2009/05/23/album-nada-convencional/</guid>
<description><![CDATA[A banda irlandesa Ash disponiblizou uma música para download em seu site antes de começar o projeto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-331" title="56758845" src="http://demonstra.wordpress.com/files/2009/05/56758845.jpg" alt="56758845" width="500" height="500" /></p>
<p>A banda irlandesa Ash disponiblizou uma música para download em seu <a href="http://www.ash-official.com/">site</a> antes de começar o projeto &#8220;A-Z Series&#8221;. A partir de setembro, uma música da banda será lançada de acordo com as letras do alfabeto. A primeira se chamará &#8220;True Love 1980&#8243; e depois outras 25 canções serão lançadas a cada quinzena. O grupo anunciou que não faria mais álbuns convencionais. É um exemplo de como a indústria fonográfica pode inovar na era da Internet.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Download de filmes: legal, mas caro (e, por isso, tolo)]]></title>
<link>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/05/15/download-de-filmes-legal-mas-caro-e-tolo/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 21:50:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Macaco Elétrico</dc:creator>
<guid>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/05/15/download-de-filmes-legal-mas-caro-e-tolo/</guid>
<description><![CDATA[A Saraiva largou na frente no download de filmes no Brasil, mas os preços altos podem matar a bela i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_263" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-263" title="Screenshots do software da Saraiva Digital - Foto: reprodução" src="http://macacoeletrico.wordpress.com/files/2009/05/saraiva_digital.jpg" alt="A Saraiva largou na frente no download de filmes no Brasil, mas os preços altos podem matar a bela iniciativa" width="250" height="163" /><p class="wp-caption-text">A Saraiva largou na frente no download de filmes no Brasil, mas os preços altos podem matar a bela iniciativa</p></div>
<p>A <a title="(link para a Saraiva.com)" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/" target="_blank">Livraria Saraiva</a> anunciou hoje um serviço inédito no Brasil, que permite aos internautas fazer downloads de cópias legais de filmes com qualidade de DVD. Batizado de <a title="(link para a Saraiva Digital)" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/digital/" target="_blank">Saraiva Digital</a>, imita serviços internacionais (mais notadamente o <a title="(link para o iTunes, em inglês)" href="http://www.itunes.com/" target="_blank">iTunes</a>) e permite que o usuário alugue ou compre os filmes. A diferença entre as duas modalidades, além do preço (entre R$ 3,90 e R$ 6,90 no caso de aluguel), reside no fato de que, no modelo de aluguel, o filme não roda mais depois de 24 ou 48 horas e apenas a modalidade de compra permite queimar o filme em um disco.</p>
<p>Parabenizo a Saraiva pela iniciativa: acho que estão no caminho certo! Mas esses preços&#8230; Acompanhem o meu raciocínio:</p>
<p>O usuário será obrigado a baixar o filme, o que, de cara, já exige uma banda (bem) larga e muitas horas de download. Até aí, tudo bem, especialmente para aqueles que já são adeptos dos <a title="(Não sabe o que é um torrent? Veja a explicação na Wikipedia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent" target="_blank">torrents</a> da vida, baixando filmes ilegalmente. Depois, se quiser gravar em disco, precisa somar o custo da mídia. No final, ficará com um DVD com aspecto de pirata, sem extras, encarte, caixinha, nada.</p>
<p>Pois bem: entrei no novo serviço e vi o filme <a title="(leia mais sobre o filme no Adorocinema.com)" href="http://www.adorocinema.com/filmes/juno/juno.asp" target="_blank">Juno</a>, belíssima história. O download para compra sai por R$ 34,90. A Saraiva.com me entrega o DVD original, com tudo o que o download não me dá, no dia seguinte por&#8230; R$ 34.90. Ok, vamos ver outro filme: <a title="(leia mais sobre o filme no Adorocinema.com)" href="http://www.adorocinema.com/filmes/homem-de-ferro/homem-de-ferro.asp" target="_blank">O Homem de Ferro</a>, aventura com um dos super-heróis mais cafajestes (pelo menos o seu alter-ego) e divertidos que existem. Na Saraiva Digital, a compra me custa R$ 39,90, enquanto, na Saraiva.com, sai por&#8230; R$ 39,90! Procurei então na <a title="(link para a home da Americanas.com)" href="http://www.americanas.com.br/" target="_blank">Americanas.com</a>, concorrente direta da Saraiva.com. E esse mesmo DVD me era oferecido por R$ 19,90.</p>
<p>Aí fica difícil, né? Não sou tão desesperado a ponto de PRECISAR ver o filme imediatamente, sem poder esperar até o dia seguinte para a entrega do DVD e todas as suas vantagens sobre o download. Isso sem falar que a segundo opção não é instantânea, pois ela vai levar umas cinco horas fácil para ser concluída.</p>
<p>Uma das razões do sucesso do iTunes, que o transformaram no maior vendedor de músicas do mundo (superando o Wall Mart), é que o usuário pode comprar, com muita facilidade, apenas as faixas musicais que ele quer, sem precisar levar o álbum inteiro. Além disso (e isso é crítico), cada uma sai por míseros US$ 0,99. Esse valor é baixo o suficiente para “sair na urina” do cartão crédito.</p>
<p>Como disse, a Saraiva mandou bem com a iniciativa. Mas tem que ficar mais barato. Não apenas que a concorrência, mas que ela própria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Star Trek chegou! Todos para o cinema]]></title>
<link>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/05/12/star-trek-chegou-todos-para-o-cinema/</link>
<pubDate>Tue, 12 May 2009 03:45:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>murilomoreno</dc:creator>
<guid>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/05/12/star-trek-chegou-todos-para-o-cinema/</guid>
<description><![CDATA[Desculpe-me, mas não consegui me conter. Como fã de Star Trek tinha que fazer um post sobre o lançam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desculpe-me, mas não consegui me conter. Como fã de <a href="http://www.startrek.com/">Star Trek</a> tinha que fazer um post sobre o lançamento. Primeiro final de semana e já é o campeão de faturamento dos lançamentos do mês. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gene_Roddenberry">Gene Roddenberry</a> deve estar todo feliz com a releitura que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams">J.J. Abrams</a> fez de seu clássico. <a href="http://finance.yahoo.com/news/Star-Trek-has-galactic-765M-apf-15194535.html?.v=1">O filme custou U$ 140 milhões e faturou no seus primeiros três dias U$ 76,5 milhões</a>. Esta é a nova realidade do cinema mundial: um enorme lançamento, distribuição em todo o mundo e a garantia do retorno mais rápido possível. Não vai ser necessário nem um mês para que o investimento se pague. E desde já dá para se pensar em outras sequências dessa nova série de Jornada nas Estrelas.</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:496d0764-fc0c-4b8b-a618-fa1fb58df839" style="display:block;float:none;margin-left:auto;width:425px;margin-right:auto;padding:0;">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ScHxUopDlKc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ScHxUopDlKc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
</div>
<p>A briga contra todos os novos meio de comunicação é insana para a indústria cinematográfica. Mas eles vem se reinventando mais rapidamente do que a fonográfica. Já postei aqui sobre as novas idéias, tais como o <a href="http://murilomoreno.blogspot.com/2009/02/reinvencao-de-uma-industria.html">Imax</a> e as <a href="http://murilomoreno.blogspot.com/search/label/Homem%20de%20Ferro">promoções em videoclubes</a>. Mas nunca me canso de ver como eles abrem sempre novas frentes, como a onda de filmes sobre heróis de histórias em quadrinho e antigos seriados de tv. É uma forma de contar de foma inovadora com a atenção dos expectadores, já que eles se sentem atraídos por histórias que já conhecem desde a infância. </p>
<p>Criatividade é isso. Olhar para o mesmo e achar novas formas de se envolver o cliente. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2009/05/10/vida+longa+e+prospera+para+star+trek+e+o+nosso+planetinha+6043921.html">Vida Longa e próspera</a>!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta à Rolling Stone]]></title>
<link>http://unirock.wordpress.com/2009/04/30/carta-a-rolling-stone/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 17:49:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>lourencodepauli</dc:creator>
<guid>http://unirock.wordpress.com/2009/04/30/carta-a-rolling-stone/</guid>
<description><![CDATA[Quanto vale a qualidade nos dias de hoje? O acesso à cultura, pela internet principalmente, só cresc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong>Quanto vale a qualidade nos dias de hoje?</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><a href="http://www.zanesville.ohiou.edu/emedia/images/protools%20screen%202.jpg"><img class="aligncenter" title="Protools" src="http://www.zanesville.ohiou.edu/emedia/images/protools%20screen%202.jpg" alt="" width="420" height="315" /></a> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">O acesso à cultura, pela internet principalmente, só cresce e só tende a crescer. Ótimo? Nem Sempre. Até quando vale destruir a qualidade das coisas a fim de aumentar a quantidade? É isso que está acontecendo. Estamos formando pessoas que conhecem tudo, e tudo pela metade, com ruído, sem fidelidade. Hoje temos acesso ao Rock de subúrbio escocês e ouvimos isso em caixas de PC sem qualidade alguma, com a compressão “no talo”. Não só na música, a globalização trouxe e trás ao mundo quantidade e esquece da qualidade. O que nos resta? Contentarmo-nos com um monte de lixo. Alguém se importa?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">Lourenço de Pauli Souza</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">21/04/2008</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Igreja Evang&eacute;lica, a Cat&oacute;lica e a m&uacute;sica]]></title>
<link>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/04/23/igreja-evanglica-a-catlica-e-a-msica/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 00:15:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>murilomoreno</dc:creator>
<guid>http://murilomoreno.wordpress.com/2009/04/23/igreja-evanglica-a-catlica-e-a-msica/</guid>
<description><![CDATA[Eu não sou evangélico. Mas é impressionante o marketing das diversas igrejas e templos que se prolif]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu não sou evangélico. Mas é impressionante o marketing das diversas igrejas e templos que se proliferam cada vez mais no Brasil. Contra uma postura conservadora, eles se posicionam de uma forma moderna e atualizada. Não é a tôa que vem crescendo os números de fiéis que trocam de religião a favor das novas versões cristãs. Lógica das lógicas, o católico é o principal cliente em potencial, pois além de serem em maior número já são culturalmente formados e creem em Jesus Cristo e tem na Bíblia sua principal fonte de fé. </p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edir_macedo">Edir Macedo</a>, o líder máximo da Igreja Universal, vem sempre se posicionando, inclusive, contrário a todas as posições de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Bento_XVI">Bento XVI</a>. O <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u536571.shtml">Papa se declarou contra o uso das camisinhas</a>? <a href="http://www.midiaindependente.org/pt/red/2009/03/443214.shtml">O Bispo inaugura seus novos tempos distribuindo-as</a> e declarando “Nós não podemos evitar que as pessoas tenham relações sexuais. Distribuindo camisinhas, estamos fazendo um trabalho social.” <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u538194.shtml">O Sumo Pontífice diz que é errado praticar o aborto</a>? O Evengélico coloca seus meio de comunicação para fazer campanha a favor da sua legalização. Se fossem duas empresas, estaríamos assistindo uma guerra de mercado pela conquista de consumidores. E é assim que as novas religiões vem considerando seus fiéis em potencial.</p>
<p>Entre 1994 e 2007, a Igreja Católica caiu de uma participação de 75% para 64% de “participação de mercado”, segundo <a href="http://datafolha.folha.uol.com.br/po/ver_po.php?session=447">dados do DataFolha</a>. Nesse mesmo período, os evangélicos subiram de 14% para 22%. <a href="http://mais.uol.com.br/view/0g6icl69k26g/mercado-evangelico-movimenta-r-1-bi-no-pais-04023170C0897326?types=A&#38;">O deputado Pastor Cleiton Collins (PSC) estima em mais de 45 milhões de pessoas</a> o número de evangélicos no Brasil, número um pouco maior do que a projeção do DataFolha. Dá para ignorar um mercado desse tamanho? Hoje, o mercado Gospel já movimenta R$ 1 bilhão por ano, crescendo 8% por ano. É bom lembrar que o Brasil, como um todo, chegou a crescimentos de 5%. E não adianta nos enganarmos. Eles consomem os produtos que nós colocamos no mercado e são um segmento que não pode ser ignorado. </p>
<p>A música já o descobriu e é cada vez maior o número de cantores dirigidos para essa faixa de público. E aqui reside outra modernidade dessas igrejas: os ritmos são os mais variados. Para seu conhecimento, selecionei três ritmos diferentes. Você poderá ouvir um Rock pesado, uma balada e um Funk. Enquanto isso a Igreja Católica ataca somente de Padre Marcelo e seu ritmo de aleluia.</p>
<p>É. A guerra já está quase vencida…</p>
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<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KcJal4rvj2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/KcJal4rvj2w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
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<p><strong>Rock pesado – Metal Nobre</strong></p>
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<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PYVKDeR61oo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PYVKDeR61oo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
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<p><strong>Balada – Nova Voz</strong></p>
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<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/5-fNn5AcRks&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/5-fNn5AcRks&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
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<p><strong>Funk &#8211; Cabeção</strong></p>
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