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	<title>industrializacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/industrializacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "industrializacao"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 16:35:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Tecnologias de Informação Trazem Mudanças nos Postos de Trabalho ]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/26/tecnologias-de-informacao-trazem-mudancas-nos-postos-de-trabalho/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:44:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Eu Vi o Mundo&#8221; por Cícero Dias(1907-2003) Pela definição conceitual, uma &#8220;revoluç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1482" title="Eu Vi o Mundo_Cicero Dias" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/eu-vi-o-mundo_cicero-dias1.jpg" alt="" width="496" height="389" /></a>&#8220;<em>Eu Vi o Mundo</em>&#8221; por Cícero Dias(1907-2003)</p>
<p style="text-align:justify;">Pela definição conceitual, uma &#8220;revolução&#8221; se dá quando são observadas transformações radicais de âmbito econômico, social, político, artístico e científico. A Primeira Revolução Industrial aconteceu entre 1760 e 1850 e teve como protagonista a Inglaterra, grande produtor mundial de algodão. Com a introdução do vapor usado como fonte de energia nas máquinas e locomotivas, o país deu início à automação da produção de tecidos e de outros produtos, antes feitos à mão, e agilizou o sistema de transportes de pessoas e de mercadorias com a introdução das linhas férreas.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Fernando Teixeira, pesquisador e professor da Universidade Metodista (Unimep), a Inglaterra era o único país que, naquele momento, estava em condições de exercer esse papel na economia mundial, pois havia passado por uma revolução burguesa, no século anterior, que criou condições favoráveis ao desenvolvimento do capitalismo. &#8220;Havia uma política protecionista que tornou o comércio externo superior ao consumo doméstico. As leis voltadas às demandas capitalistas, os cercamentos de terras sem obstáculos e o domínio colonial foram alguns dos vários fatores que colocaram a Inglaterra em condições de liderar a Europa a partir do final do século XVII&#8221;, afirma Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A Segunda Revolução Industrial teve início em 1860 e gerou mudanças no processo de industrialização que se estenderam até o início da Primeira Guerra Mundial. Com o surgimento da eletricidade, a produção em série nas linhas de montagem proposta por Henry Ford (conhecida como &#8220;fordismo&#8221;) e o método de administração científica baseada no conhecimento de Frederick Taylor (&#8220;taylorismo&#8221;), a produção industrial ganha um novo ritmo. O protagonista da Segunda Revolução Industrial passa a ser os EUA que, às vésperas da Primeira Guerra, detinham 40% do PIB dos países desenvolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Terceira Revolução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, na década de 1990, alguns autores afirmaram que estávamos vivendo uma Terceira Revolução Industrial, impulsionada, do ponto de vista tecnológico, pelo surgimento de novas Tecnologias de Informação (TIs) e pelo advento da eletrônica, em substituição à eletro-mecânica, no setor industrial. O conceito ainda é polêmico e divide a academia. Mesmo assim, há um consenso: as TIs têm causado profundas transformações na organização do trabalho em todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Trata-se de um processo, é preciso tempo para avaliar se o atual momento histórico poderá ser chamado de Terceira Revolução Industrial&#8221;, afirma Sérgio Queiroz, pesquisador e professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), da Unicamp. Para ele, é difícil definir se as mudanças trazidas com as TIs podem ter provocado uma nova &#8220;revolução industrial&#8221;, já que, em alguns setores, não houve mudanças &#8220;radicais&#8221;. É o caso dos meios de transporte, que são os mesmos da Segunda Revolução Industrial com tecnologia aprimorada, e dos meios de produção, ainda baseados na automação, que deixou de ser repetitiva para ser programada pelo computador.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, diferentemente dos processos ocorridos nos séculos XVIII e XIX, atualmente não há um país protagonista. &#8220;Pode-se pensar no Japão e na China, que estão crescendo em ritmo acelerado. Mas eles não estão ditando as regras da produção atual, como aconteceu anteriormente com a Inglaterra, na primeira revolução, e com os Estados Unidos, na segunda&#8221;, afirma Queiroz.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, durante o período inicial da industrialização, as técnicas primitivas de produção poderiam resultar em grande produtividade. Atualmente, no conceito de Terceira Revolução Industrial, isso já não é mais possível devido às exigências da produção de bens de capital, em termos científicos e tecnológicos. &#8220;A diferença mais surpreendente entre a Terceira Revolução Industrial e as duas anteriores é a possibilidade de uma produção descentralizada, em que os componentes de um determinado produto podem ser fabricados em diferentes lugares. O mundo globalizado diminui tempo e distância em escala jamais alcançada, o que deve ser atribuído à aceleração do ritmo dos transportes de mercadorias e da informação&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">A idéia de Terceira Revolução Industrial é caracterizada por uma redução expressiva dos custos de produção e de preço dos produtos automatizados, e pela aceleração do ritmo de produção. &#8220;Dos anos 80 para cá, os computadores tiveram uma queda de preços de cerca de 20% ao ano&#8221;, afirma Fernando Mattos, professor da pós-graduação em Ciência da Informação e do Centro de Economia e Administração da PUC de Campinas. Para o pesquisador, as Tecnologias de Informação provocaram, também, uma redefinição das dimensões de espaço e de tempo. &#8220;O fluxo das informações passou a ser quase instantâneo e, assim, as distâncias ficam encurtadas&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil, o total empregado no Setor de Informação ainda é baixo se comparado aos países desenvolvidos. O setor concentra cerca de 18% da mão-de-obra empregada, que se apropria de mais de 37% da massa de rendimentos. Além do maior nível de renda, uma média de 54% dos trabalhadores do setor têm carteira assinada (contra 35% da média nacional) e aproximadamente 40% deles têm curso superior (contra 20% da média nacional).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Tecnologia X postos de trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O advento das TIs e o aumento da importância do complexo eletrônico no processo industrial causaram uma mudança nos postos de trabalho, marcada pela redução do número de trabalhadores com atividades operacionais e pelo surgimento de vagas voltadas para os profissionais responsáveis pelo gerenciamento e pela coordenação da produção. &#8220;Há uma necessidade de maior qualificação para ocupar os postos de trabalho que lidam com as TIs. O trabalho intelectual passou a ter uma importância maior nesse setor específico&#8221;, explica Mattos.</p>
<p style="text-align:justify;">A diminuição de determinados postos de trabalho e o surgimento de outros é, para Queiroz, uma característica do capitalismo e foi observada também na Primeira e na Segunda Revolução Industrial. &#8220;A produção está cada vez mais mecanizada, o que exige menos trabalhadores lidando diretamente com as máquinas&#8221;, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Há uma tendência para se tentar justificar o desemprego macro-econômico pelas inovações tecnológicas&#8221;, explica Mattos, que acredita que problemas sociais da atualidade, como o desemprego, devem-se ao baixo crescimento das economias dos países, e não às novas tecnologias. &#8220;Tecnologias sempre foram criadas. As que tanto nos fascinam hoje têm um efeito menor do que tiveram as indústrias química e petroquímica nos anos 50 e 60. A globalização está acentuando as diferenças entre os países e a concentração de renda, mas isso não é uma questão tecnológica&#8221;, conclui o pesquisador.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Teixeira, a força de trabalho no Setor de Informação tem sido cada vez menos necessária, mas a questão do trabalho não deve ser limitada aos efeitos da automação. &#8220;A atual competitividade internacional e as políticas de corte neoliberal favorecem iniciativas empresariais de flexibilização da força de trabalho. É com a insegurança estrutural e permanente do emprego que se pode, com certa tranqüilidade, oferecer trabalho com salários mais baixos&#8221;, complementa Teixeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A atual insegurança no trabalho é abordada por David Harvey, em A condição pós-moderna. Para Harvey, a força de trabalho está enfraquecida devido ao alto desemprego, à competição do mercado e à redução da força sindical, o que facilita o controle por parte dos empregadores. Assim, os trabalhos em tempo integral e com segurança (como carteira de trabalho) tendem a se reduzir, ao passo que postos de trabalho flexíveis e autônomos &#8211; que criam uma insatisfação coletiva &#8211; tendem a aumentar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.comciencia.br/comciencia/" target="_blank">Com Ciência</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Audiência pública sobre SüdMetal está sepultada]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/11/26/audiencia-publica-sobre-sudmetal-esta-sepultada/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:18:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acabo de falar com o secretário municipal de Desenvolvimento, Jorge Ramos. Ele me revelou que não de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabo de falar com o secretário municipal de Desenvolvimento, Jorge Ramos. Ele me revelou que não deverá ocorrer nova audiência pública para discutir a instalação de fábricas do grupo <a href="http://sudmetal.com.br">SüdMetal</a> em Osório. Duas reuniões deste tipo já foram realizadas, uma no plenário da Câmara Municipal e a outra no auditório da Facos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como a crise atual (2008) se compara com a de 1929?]]></title>
<link>http://caderno.allanpatrick.net/2009/11/10/como-a-crise-atual-2008-se-compara-com-a-de-1929/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:00:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>allanpatrick</dc:creator>
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<description><![CDATA[Comparação da produção industrial mundial em 1929 com a atual: Produção industrial (100 = início da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comparação da produção industrial mundial em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Depressão">1929</a> com a atual:</p>
<div id="attachment_1776" class="wp-caption aligncenter" style="width: 458px"><a href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2009/11/03/the-story-so-far-in-one-picture/"><img class="size-full wp-image-1776" title="Krugman two crises" src="http://allanpatrick.wordpress.com/files/2009/11/krugman-two-crises.png" alt="Krugman two crises" width="448" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Produção industrial (100 = início da crise) ao longo do tempo (meses). Em azul, comportamento em 1929. Em vermelho, curva da produção industrial no mundo (dias atuais, 2008-2009).</p></div>
<p>Fonte: <a href="http://krugman.blogs.nytimes.com/2009/11/03/the-story-so-far-in-one-picture/">Blogue de Paul Krugman</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">P.S.: algumas diferenças importantes devem ser anotadas. A produção industrial é muito mais desconcentrada hoje do que em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Depressão">1929</a>, quando o peso dos Estados Unidos e da Europa Ocidental na produção industrial era muito maior. E, também, <a href="/2009/08/11/krugman-o-estado-salvou-o-mundo-da-crise/">como já lembrado pelo próprio Krugman</a>, o Estado é, atualmente, muito mais ativo e se tornou um fator essencial para evitar uma nova depressão.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Textos relacionados:</h3>
<p style="text-align:justify;">- <a href="/2009/10/29/menor-carga-tributaria-e-sinonimo-de-desenvolvimento/">Menor carga tributária é sinônimo de desenvolvimento?</a></p>
<p style="text-align:justify;">- <a href="/2009/08/11/krugman-o-estado-salvou-o-mundo-da-crise/">Krugman: o Estado salvou o mundo da crise</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">- <a href="/2009/08/12/qual-o-maior-problema-economico-dos-estados-unidos/">Qual o maior problema econômico dos Estados Unidos?</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De volta do mundo de Charles Dickens]]></title>
<link>http://visoesdofuturo.wordpress.com/2009/10/14/de-volta-do-mundo-de-charles-dickens/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:30:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo S.</dc:creator>
<guid>http://visoesdofuturo.wordpress.com/2009/10/14/de-volta-do-mundo-de-charles-dickens/</guid>
<description><![CDATA[As ligações dos grandes países em desenvolvimento com os fluxos de comércio internacionais são varia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://visoesdofuturo.wordpress.com/files/2009/10/mumbai-slums.jpg?w=300" alt="mumbai-slums" title="mumbai-slums" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-196" /><br />
As ligações dos grandes países em desenvolvimento com os fluxos  de comércio internacionais são variadas e desiguais. Em cidades como Mumbai, o capitalismo financeiro do século XXI e a produção artesanal de quinquilharias para exportação são exemplos extremos dessa variedade de conexões da economia indiana com a economia mundial.<br />
<!--more--><br />
Mumbai é o centro comercial e de entretenimento da Índia. Nela, localizam-se grandes bancos, bolsas de valores importantes. Mas, o que talvez a torna mais famosa,  é em Mumbai que se localiza Bollywood, a bem sucedida indústria de cinema e televisão do país. Não sem razão, a cidade atrai migrantes de todo o país, em busca de melhores oportunidades de vida. Muitas dessas pessoas vão parar em favelas urbanas, como Dharavi. </p>
<p>Nos corredores de Dharavi, onde sol quase não chega ao chão, tão próximos uns dos outros são os casebres, milhares de casas-fábrica conectam dezenas de milhares de pessoas pobres aos fluxos de comércio mundial. Ali, são produzidos, por exemplo, potes de barro, latões de alumínio, sapatos, calças e tecidos ultracoloridos para exportação, além de uma miríade de equipamentos eletrônicos recondicionados. Montanhas de lixo eletrônico são convertidas em produtos baratos. As condições são precárias, com o esgoto correndo entre as casas. </p>
<p>Sob o aspecto da superpopulação, das condições ambientais, da pouca infra-estrutura e da desigualdade dos mecanismos de inserção econômica, a situação de Mumbai é parecida com a de outras grandes cidades de países emergentes. Porém, segundo o relatório &#8220;<a href="http://www.unhabitat.org/pmss/getPage.asp?page=bookView&#38;book=1156">The Challenge of Slums</a>&#8220;, publicado, em 2003, pela ONU, na maioria deles, o crescimento urbano continua ocorrendo de forma desenfreada, mesmo em condições de estagnação econômica. </p>
<p>O resultado do crescimento urbano descontrolado é a favelização, que, em pleno século XXI, cria cenários surreais de pobreza. Parece que, na ânsia de diminuir o atraso econômico em relação às velhas potências industriais, países da África, Ásia e América Latina estão adotando postura similar a que tiveram por ocasião da Conferência do Meio Ambiente de Estocolmo, em 1972. A retórica politicamente correta de muitos governos não consegue esconder o fato de que os emergentes estão se &#8220;desenvolvendo a qualquer custo&#8221;, sem abordar adequadamente problemas como poluição e superurbanização. Com isso, estão recriando o lado ruim do cenário industrial vitoriano, tão bem descrito por <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u741.jhtm">Charles Dickens</a>. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SüdMetal poderá ficar em Capão da Areia]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/10/05/sudmetal-podera-ficar-em-capao-da-areia/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 01:16:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Visando reduzir custos de instalação e infraestrutura, o grupo SüdMetal talvez se instale em área na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Visando reduzir custos de instalação e infraestrutura, o grupo SüdMetal talvez se instale em área na localidade de Capão da Areia, junto à RS 30.<br />
Há estudos iniciais para a construção das fábricas na Estrada da Perua, mas o projeto poderá ir para local que resulte em menores custos para o empreendimento.<br />
Em breve irá ocorrer mais uma audiência pública para discutir a instalação destas indústrias do ramo metal-mecânico em Osório. Parte da população permanece contra a vinda da SüdMetal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Água, área plana, eletricidade e telefonia para as empresas]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/28/agua-area-plana-eletricidade-e-telefonia-para-as-empresas/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:35:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Osório é uma cidade plana; possui água, luz e telefonia&#8221;. Esta era a frase que servia p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>&#8220;Osório é uma cidade plana; possui água, luz e telefonia&#8221;.</strong> Esta era a frase que servia para um prefeito de Osório divulgar o município como ótimo local para sediar empreendimentos. Observem a pobreza desta frase, a falta de argumentos e o quão rasteira é a visão sobre as possibilidades do município.<br />
Quantas cidades gaúchas possuem a mesma condição? Centenas. O absurdo pode ser dito tranquilamente, sendo pronunciado com a solenidade daquelas coisas ridículas que querem se eternizar, mas se ditas agora parecem absurdas.<br />
A SüdMetal quer vir para Osório por causa das estradas e rodovias que cortam e circundam a cidade, a proximidade da Região Metropolitana e fatores estratégicos que mais adiante, caso as fábricas se instalem, ficarão bem nítidos. Já os R$ 67 milhões dos cofres municipais integram o pacote de incentivos para a instalação das indústrias. Só isso? Pois é, terras planas são muitas, mas o grupo quer vir para cá. Está tudo explicado então.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú das memórias]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/28/bau-das-memorias/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:16:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sempre que Osório começa a discutir turismo, desenvolvimento e empreendimentos aparecem especialista]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/09/bau.jpg" alt="baú" title="baú" width="104" height="104" class="alignleft size-full wp-image-1600" /> Sempre que Osório começa a discutir turismo, desenvolvimento e empreendimentos aparecem especialistas de última hora e teses surgidas do momentâneo interesse. Recordo-me de um prefeito que certa vez prometeu um pórtico na entrada da cidade e foguetório festivo no topo do Morro da Borussia. Nada disso foi feito, naturalmente. Foram aqueles ímpetos surgidos de quem tinha repentinamente a caneta na mão e a cabeça transtornada pela possibilidade de mandar sem compreender o que é governar.<br />
Dentro da mesma improvisação, os debates sobre a industrialização de Osório são de uma pobreza terrível. Tudo se baseia em teses surgidas do ar, onde os ventos levam para qualquer lado, com afirmações e descobertas que beiram a infantilidade. O componente político está incrustado, querendo aparecer quando se fala em empregos, renda e desenvolvimento do município.<br />
Um provincianismo ingênuo também existe, pois parece saudar a vinda de indústrias como se fosse uma salvação. Mas temos que desculpar. É algo novo para Osório e a administração municipal tem a chance de criar uma nova mentalidade em debates sobre empresas e desenvolvimento econômico. Daqui a alguns anos o baú das memórias de Osório estará repleto de discussões deste tempo em que houve a possibilidade de se apoiar um novo impulso à economia local. As memórias desta época serão úteis às futuras gerações.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A SüdMetal está chegando]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/25/a-sudmetal-esta-chegando/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 20:35:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
<guid>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/25/a-sudmetal-esta-chegando/</guid>
<description><![CDATA[As fábricas da SüdMetal estão cada vez mais perto de Osório. Recentemente o Centro Empresarial Osori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As fábricas da SüdMetal estão cada vez mais perto de Osório. Recentemente o Centro Empresarial Osoriense (CEO) deu seu apoio à vinda destas indústrias para o município.<br />
Há vozes discordantes e seus argumentos são bastante plausíveis. O Guego Pacheco escreveu um artigo interessante sobre o tema, marcando posição contrária à SüdMetal.<br />
Tudo indica que dentro de algumas semanas o prefeito Romildo Bolzan Júnior (PDT) irá sacramentar o apoio do município que destinará R$ 67 milhões ao empreendimento. Após isto, o debate deverá se estender, pois envolve valores altos saídos dos cofres públicos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estrada da Perua]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/15/estrada-da-perua/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 13:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
<guid>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/15/estrada-da-perua/</guid>
<description><![CDATA[Estrada ainda é de chão batido A SüdMetal demonstra interesse em instalar suas unidades fabris na Es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><div id="attachment_1510" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/09/estrada-da-perua.jpg?w=300" alt="Estrada ainda é de chão batido" title="Estrada da Perua" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1510" /><p class="wp-caption-text">Estrada ainda é de chão batido</p></div> A SüdMetal demonstra interesse em instalar suas unidades fabris na Estrada da Perua. Esta via de 2,5 quilômetros interliga a BR 290, em seu acesso com a RS 30, e a RST 101. Isto significa que a estrada está numa posição muito boa do ponto de vista de logística e transporte, bem ao lado da cidade de Osório.<br />
Na Estrada da Perua existem propriedades rurais, empreendimentos agrícolas e chácaras. Ela é também importante acesso ao parque eólico existente no município.<br />
Caso o grupo SüdMetal se instale em alguma área ao longo da estrada, o asfalto poderá se tornar uma realidade para as empresas e moradores.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prefeito decepcionado com debate sobre a SüdMetal]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/09/prefeito-decepcionado-com-debate-sobre-a-sudmetal/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 13:06:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em entrevista na Rádio Osório, agora de manhã, o prefeito Romildo Bolzan Júnior (PDT) disse estar de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em entrevista na Rádio Osório, agora de manhã, o prefeito Romildo Bolzan Júnior (PDT) disse estar decepcionado com o nível dos debates em torno da instalação das fábricas do grupo SüdMetal em Osório.<br />
Avalio que esta decepção tenha a ver com o tom político que tomaram as críticas, a maior parte partindo de oposicionistas. Romildo também explicou que foi a própria SüdMetal que optou por se instalar em área localizada junto à Estrada da Perua. O prefeito realmente tem interesse em trazer o empreendimento para o município e irá sacramentar isto em outubro.<br />
Romildo também disse que está encaminhado o projeto de regionalização do Hospital São Vicente de Paulo que será feito com recursos federais e municipais. UTIs deverão ser instaladas na instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Polo metal-mecânico é promessa do PDT]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/04/polo-metal-mecanico-e-promessa-do-pdt/</link>
<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 23:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
<guid>http://gastao30.wordpress.com/2009/09/04/polo-metal-mecanico-e-promessa-do-pdt/</guid>
<description><![CDATA[Prefeito Romildo discursa antes da assinatura do protocolo com a SüdMetalEstava olhando o programa d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><div id="attachment_1414" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/09/prefeitura-e-sudmetal2.jpg?w=300" alt="Prefeito Romildo discursa antes da assinatura do protocolo com a SüdMetal" title="Prefeitura e SüdMetal" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1414" /><p class="wp-caption-text">Prefeito Romildo discursa antes da assinatura do protocolo com a SüdMetal</p></div>Estava olhando o programa de governo para 2009-2012 do então candidato à reeleição Romildo Bolzan Júnior (PDT). No item &#8220;geração de emprego&#8221; há um tópico que trata da consolidação do polo metal-mecânico conforme protocolo de intenções firmado entre o município e o grupo SüdMetal.<br />
Romildo se reelegeu prefeito em Osório e as negociações com a SüdMetal prosseguiram. A polêmica agora gira em torno dos R$ 67 milhões que o município deverá destinar ao empreendimento. Nas primeiras reuniões os valores ficavam em torno de R$ 17 milhões.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porque a industria de base era considerada fundamental para aceleraçao do processo industrialização Brasileira?]]></title>
<link>http://profclaudio.wordpress.com/2009/08/29/porque-a-industria-de-base-era-considerada-fundamental-para-aceleracao-do-processo-industrializacao-brasileira/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 13:42:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>profclaudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Porque mediante investimentos estatais seriam instaladas indústrias de bens de produção, tipo sideru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="content">Porque mediante investimentos estatais seriam instaladas indústrias de bens de produção, tipo siderurgia, prospecção e mineração, máquinas e equipamentos para setores elétricos, automobilísticos, portos, transportes em geral,etc. Tais setores demandavam o aporte de enormes recursos e cujo retorno era de longo prazo e/ou incerto, o que desestimulava o investimento privado nacional ou esrangeiro.<br />
Assim, o Estado assumia o papel que deveria se da inciativa privada e alavancava o desenvolvimento industrial do país. São termos correlatos à questão o Nacional-Estatismo (Getúlio Vargas) ou o Nacional-Desenvolvimentismo (Juscelino Kubitschek).</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SüdMetal quer se mudar para Osório]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/27/sudmetal-quer-se-mudar-para-osorio/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 02:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Executivos apresentaram a empresa e seu interesse em vir para Osório Claro está que o prefeito Romil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><div id="attachment_1359" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/08/sudmetal.jpg" alt="Executivos apresentaram a empresa e seu interesse em vir para Osório" title="SüdMetal" width="450" height="337" class="size-full wp-image-1359" /><p class="wp-caption-text">Executivos apresentaram a empresa e seu interesse em vir para Osório</p></div><br />
Claro está que o prefeito Romildo Bolzan Júnior e o secretário de Desenvolvimento e Turismo, Jorge Ramos, querem a instalação das indústrias da SüdMetal em Osório. Conversei com dois executivos do grupo que me afirmaram que as unidades de Sapiranga, São Leopoldo, Estância Velha, Gravataí e Sapucaia do Sul serão gradativamente fechadas. Estas fábricas irão se instalar no polo em Osório. As negociações estão bem adiantadas.<br />
Com as indústrias localizadas numa mesma área, a administração fica facilitada e os custos caem bastante. Mais informações sobre a SüdMetal podem ser obtidas <a href="http://www.sudmetal.com.br">clicando aqui</a>. A audiência pública ocorrida no auditório da Facos foi bastante proveitosa e muitas dúvidas foram esclarecidas, inclusive questões ambientais. Um diretor afirmou que o grupo enfrentou grandes dificuldades financeiras devido à crise global e agora há um cenário de recuperação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Industrialização]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/27/industrializacao/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:52:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje à noite, no auditório da Facos, acontece mais um capítulo da história de Osório na busca de ind]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/08/industrializacao.jpg?w=150" alt="industrialização" title="industrialização" width="150" height="127" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1348" /> Hoje à noite, no auditório da Facos, acontece mais um capítulo da história de Osório na busca de indústrias de grande porte. A pequena foto deste tópico mostra indústrias em meio a uma área urbana. Certamente não é esta a industrialização que Osório quer.<br />
O município já tomou sua decisão. Por conta disto, deve enfrentar resistência de segmentos que temem danos ambientais e prejuízos à vocação turítica da cidade. Executivos do grupo SüdMetal vão estar presentes, munidos de todos os cuidados e dados para que as negociações evoluam.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[SüdMetal vai mostrar sua cara]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/23/sudmetal-vai-mostrar-sua-cara/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 13:46:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira (27), no auditório da Facos, a SüdMetal vai abordar o impacto ambiental da i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na próxima quinta-feira (27), no auditório da Facos, a SüdMetal vai abordar o impacto ambiental da indústria e a geração de emprego do empreendimento.<br />
Em Osório há forte oposição à instalação desta indústria. Numa audiência pública realizada na Câmara Municipal percebi um ambiente transtornado pelas rivalidades políticas.<br />
Acredito que esta reunião será mais produtiva que a anterior e a administração municipal vai apresentar de forma bastante objetiva seu interesse.<br />
Há tratativas para que a Südmetal fique instalada em área na Estrada da Perua. Trata-se de uma empresa consolidada. No seu <a href="http://www.sudmetal.com.br/site/">site</a> há explicações mais detalhadas sobre as suas atividades no ramo metal-mecânico.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A industrialização temida]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/17/a-industrializacao-temida/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 23:39:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde muito pequeno ouço falar de uma industrialização maléfica para Osório. Tal história, passada d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/08/ver-rossano-teixeira.jpg?w=140" alt="Ver. Rossano Teixeira" title="Ver. Rossano Teixeira" width="140" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1286" /> Desde muito pequeno ouço falar de uma industrialização maléfica para Osório. Tal história, passada de pai para filho, ficou bastante real quando da realização da audiência pública na Câmara para tratar da vinda da SüdMetal para o município. O propositor da reunião, <strong>vereador Rossano Teixeira (foto)</strong>, é um dos contrários à implantação das indústrias do grupo SüdMetal na cidade.<br />
Ao longo da audiência mais claro ficou o medo de uma industrialização. Há um temor enraizado e histórico de parte da sociedade osoriense em relação às fábricas de grande porte. É uma faceta do conservadorismo que domina grande parte da comunidade local. É o medo do novo, daquilo que vem de fora e mexe com valores tradicionais.<br />
Osório é ainda vista como uma cidade de aposentados e funcionários públicos e, inconscientemente, muitos querem a manutenção deste padrão de vida, deste estilo acomodado e sem desafios.<br />
Na próxima audiência pública tratando da vinda da SüdMetal poderemos analisar muitos assuntos relacionados. Nesta primeira reunião ficou escancarada a repulsa à industrialização de significativa parcela da comunidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil]]></title>
<link>http://caderno.allanpatrick.net/2009/08/14/nacionalizacao-da-gm-o-carro-eletrico-e-o-futuro-do-brasil/</link>
<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 00:49:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>allanpatrick</dc:creator>
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<description><![CDATA[Valor Econômico -  12/08/2009 Os governos mais uma vez salvarão suas marcas nacionais Gustavo A. G. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.defato.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=208949&#38;sid=6">Valor Econômico -  12/08/2009</a></p>
<h2>Os governos mais uma vez salvarão suas marcas nacionais</h2>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_1147" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Volt"><img class="size-medium wp-image-1147" title="Chevrolet_Volt" src="http://allanpatrick.wordpress.com/files/2009/08/chevrolet_volt.jpg?w=300" alt="Chevrolet Volt" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Chevrolet Volt</p></div>
<p>Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica</p>
<p style="text-align:justify;">A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.</p>
<p style="text-align:justify;">Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista &#8220;Custo Brasil&#8221;, em março.</p>
<p style="text-align:justify;">As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&#38;D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias.</p>
<p style="text-align:justify;">A indústria automobilística foi a vanguarda da indústria e da difusão do &#8220;way of life&#8221; americano. Mas não é coisa do passado. Ela é hoje mais importante que há 40 anos. Entre as indústrias centrais, a metal-mecânica se destaca. E nela, a indústria automotiva é o carro-chefe, e continua sendo considerada um passaporte para o Primeiro Mundo. JK foi um estadista, entre outras razões, por ter percebido isso. Mas ao contrário de todas as outras grandes nações, o Brasil não buscou ter sua própria marca.</p>
<p style="text-align:justify;">Após a Segunda Guerra, o Japão era um país destruído. No início da década de 50, grupos de engenheiros e técnicos da Toyota viajaram para os EUA com o intuito de aprender a produzir automóveis competitivos. O jogo já era global. Ao visitarem as instalações da Ford perceberam que não teriam condições de vencer adotando o fordismo. Assim, com forte apoio do governo, criaram seu próprio jeito de produzir. Uma geração depois, a administração Reagan imporia cotas de importações sobre o Sistema Toyota de Produção. Combinando automação de baixo custo com trabalhador multifuncional, a Toyota revolucionou a indústria mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">No início da década de 60, o Produto Nacional Bruto (PNB) per capita sul-coreano era menor do que o do Sudão e não ultrapassava 33% do mexicano. A rápida industrialização da Coreia do Sul derivou em grande parte da imitação (engenharia reversa). Como no Japão, as empresas coreanas dependeram das diretrizes governamentais. Seu governo também colocou a indústria automobilística como prioridade. Hyundai e Kia são referências hoje na indústria automobilística mundial. A Kia atualmente se faz presente em mais de 170 países. Essa empresa foi a primeira fabricante de veículos sul-coreana e a sua primeira exportadora de automóveis. Em 1986, a Hyundai iniciou a exportação para os EUA. Somente a partir de 1991 apresentou o primeiro motor de fabricação própria. Com uma imagem inicialmente associada à má qualidade, a montadora decidiu investir em qualidade e design. Os esforços da Hyundai foram premiados com um dos mais prestigiados prêmios de design e qualidade da indústria.</p>
<p style="text-align:justify;">A indiana <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tata_Motors">Tata Motors</a> possui, desde 2005, uma aliança estratégica com a Fiat. Através de subsidiárias e companhias associadas, a Tata opera na Grã-Bretanha, na Coreia do Sul, na Tailândia e na Espanha. Destaca-se também uma joint venture com a empresa brasileira <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcopolo">Marcopolo</a>, constituída a partir de 2006.</p>
<p style="text-align:justify;">As empresas chinesas começaram a fazer carros nos anos 90 e até recentemente não exportavam. Hoje, com poucos anos de vida, já estão na vanguarda em muitas tecnologias automotivas. A China também aposta pesadamente na indústria automobilística como o passo fundamental rumo ao desenvolvimento, sendo estatais a maioria das suas empresas.</p>
<p style="text-align:justify;">A importância da indústria automobilística é tão grande que o Japão passou a ser considerado um país desenvolvido na época em que suas exportações de automóveis passaram a inundar os EUA. Já os EUA passaram a ser considerados em decadência, nos anos 80, quando ficou clara sua falta de competitividade neste setor.</p>
<p style="text-align:justify;">A GM nunca se recuperou plenamente da invasão japonesa. Nem mesmo com proteção do Estado e copiando o que podia das técnicas toyotistas. No mês passado, a GM foi nacionalizada por inviabilidade de seu modelo de negócio e falta de fôlego para mudar. Mas as técnicas japonesas são como um estilingue perto do poder de destruição dos baixos custos de manufatura chineses e indianos e seu carro de US$ 2 mil.</p>
<p style="text-align:justify;">Os custos chineses e indianos são ainda uma ameaça pequena perto do carro elétrico. Quem já abriu o capô de um carro elétrico não ficará surpreendido com essa afirmativa. São poucas peças. Não requer as caras peças de transmissão mecânica, injeção, refrigeração e lubrificação. O motor elétrico custa uma fração de um motor a combustão. Resolvido o problema da bateria &#8211; em breve -, o carro elétrico custará menos que os carros convencionais, terá custo de abastecimento muito menor, desempenho superior em torque e sem barulho. Deve ainda contar com incentivos governamentais por razões ambientais. Para complicar as coisas, os chineses estão na vanguarda, com o primeiro carro elétrico de baixo custo em operação comercial.</p>
<p style="text-align:justify;">A indústria automobilística tal como vemos hoje estará enterrada em 15 anos. Muitas empresas sucumbirão em razão da depreciação de seus ativos. Os governos mais uma vez salvarão suas marcas nacionais, para salvar o próprio futuro. Enquanto se adaptam ao carro elétrico e aos asiáticos, serão estatais, paraestatais ou viverão às custas dos Estados.</p>
<p style="text-align:justify;">A nova indústria automobilística ainda está para ser construída. Esta é a hora de entrar. Algumas empresas de energia brasileiras já estão fazendo testes superficiais com carros elétricos. Mas é pouco. O carro elétrico significará impactos profundos nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica. O governo precisa urgentemente de um programa para sua fabricação, o que pode ser a chance de se ter uma marca brasileira. Isso é o futuro. O ocaso da GM é uma oportunidade única em um século. A solução alemã para a filial europeia pode servir de inspiração</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Gustavo A. G. dos Santos</strong> é doutor em Economia pelo IE/UFRJ e funcionário do BNDES.<br />
<strong>Rodrigo Medeiros</strong> é professor adjunto da UFES.</em></p>
<h3 style="text-align:justify;">Textos relacionados:</h3>
<p style="text-align:justify;">- <a href="/2009/06/13/uma-montadora-de-automoveis-brasileira/">Uma montadora de automóveis brasileira?</a></p>
<p style="text-align:justify;">- <a href="/2009/07/26/o-livre-comercio-e-sempre-a-resposta/">O livre-comércio é sempre a resposta?</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Júlio Ramos: "sou totalmente contrário"]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/13/julio-ramos-sou-totalmente-contrario/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 12:54:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[WordPress video O vereador Júlio Ramos (PMDB), durante a audiência pública sobre a instalação de emp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><span id='plh-loop-video-embed-0' class='hidden'>done</span><ins style='text-decoration:none;'>
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<p>O vereador Júlio Ramos (PMDB), durante a audiência pública sobre a instalação de empresas do grupo SüdMetal, afirmou ser totalmente contrário à vinda do empreendimento para Osório.<br />
Ramos cita as mudanças ocorridas nas negociações entre o município e a SüdMetal, pois a participação da prefeitura passou de cerca de R$ 17 milhões para R$ 67 milhões. A empresa alega que a crise econômica global atingiu diretamente suas finanças.<br />
Outro contrário é o vereador Rossano Teixeira (PP), proponente da audiência pública. Outra audiência irá ocorrer na cidade, desta vez com a presença de diretores importantes da SüdMetal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prefeito quer SüdMetal em Osório]]></title>
<link>http://gastao30.wordpress.com/2009/08/13/prefeito-quer-sudmetal-em-osorio/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 12:23:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gastão Muri</dc:creator>
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<description><![CDATA[O município tem grande interesse na vinda de indústria metal-mecânica do grupo Südmetal. Esta foi a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://gastao30.wordpress.com/files/2009/08/romildo-b-jr.jpg?w=118" alt="romildo b. jr" title="romildo b. jr" width="118" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-1246" /> O município tem grande interesse na vinda de indústria metal-mecânica do grupo Südmetal. Esta foi a impressão que o <strong>prefeito Romildo Bolzan Júnior (foto)</strong> deixou às pessoas presentes à audiência pública realizada na Câmara Municipal. A reunião ocorreu em razão de pedido do vereador Rossano Teixeira (PP).<br />
A SüdMetal anuncia que serão investidos no empreendimento R$ 249 milhões e R$ 67 milhões viriam dos cofres municipais. A empresa enviou dois observadores à audiência que foi marcada por vários pronunciamentos contra a instalação da empresa. A formação de um cinturão de miséria e a poluição são os argumentos dos contrários. O prefeito Romildo (PDT) afirmou que a SüdMetal tem controle total sobre a poluição, garantindo proteção de 100% ao meio ambiente. Seu companheiro de partido, o ex-deputado Ciro Simoni, defendeu a vinda da empresa visando dar uma guinada no desenvolvimento de Osório.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma montadora de automóveis brasileira?]]></title>
<link>http://caderno.allanpatrick.net/2009/06/13/uma-montadora-de-automoveis-brasileira/</link>
<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 18:12:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>allanpatrick</dc:creator>
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<description><![CDATA[General Motors do Brasil em São Caetano-SP. Foto por betta design. Luís Nassif, em sua coluna econôm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_316" class="wp-caption alignright" style="width: 243px"><a href="http://www.flickr.com/photos/betta_design/1256223033/"><img class="size-full wp-image-316" title="gmb" src="http://allanpatrick.wordpress.com/files/2009/06/gmb.jpg" alt="General Motors do Brasil em São Caetano-SP. Foto por betta design." width="233" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">General Motors do Brasil em São Caetano-SP. Foto por betta design.</p></div>
<p>Luís Nassif, em sua coluna econômica de 02/06/2009, lança uma discussão interessante:</p>
<h3 style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;"><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/a-montadora-nacional/">Interessa ao Brasil ter sua própria indústria automobilística?</a></span></h3>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Vamos a alguns dados do engenheiro de produção e professor da Universidade Federal do Espírito Santos Rodrigo Medeiros, publicados no Blog.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Nos países mais desenvolvidos e nos tigres Asiáticos, os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações. Medeiros denomina a esses setores de “indústrias centrais”, em torno das quais se estrutura a industrialização, a inovação e a competitividade nesses países centrais.</span></p>
<p style="padding-left:30px;"><span style="color:#888888;">Hoje em dia, Estados Unidos, a Europa e o Japão respondem por pouco menos de 70% dos gastos globais em pesquisa e desenvolvimento (P&#38;D). Por isso, investir nesses setores deve ser prioridade nas políticas industriais dos países menos desenvolvidos, diz Medeiros.</span></p>
<div id="attachment_317" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:General_Motors_EV1,_engine_bay,_Motorraum.JPG"><img class="size-medium wp-image-317" title="carro-elétrico-gm" src="http://allanpatrick.wordpress.com/files/2009/06/carro-eletrico-gm.jpg?w=300" alt="Carro elétrico EV1 da GM. Foto por Claus Ableiter" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Carro elétrico EV1 da GM. Foto por Claus Ableiter</p></div>
<p>Alguns aspectos complementares foram discutidos no dia seguinte, em seu blogue: &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/a-industrializacao-desperdicada/">a industrialização desperdiçada</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/os-automoveis-brasileiros/">os automóveis brasileiros</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/as-baterias-de-litio/">as baterias de lítio</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/os-padroes-de-desenvolvimento/">os padrões de desenvolvimento</a>&#8220;.</p>
<p>O momento histórico é único e, com a falência da General Motors, surge uma oportunidade para reestruturar a GM do Brasil sob controle nacional. Sim, concordo com os <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net/2009/06/02/adeus-general-motors/">argumentos expostos por Michael Moore em sua carta de despedida à GM</a>. Nessa perspectiva, o Brasil tem uma vantagem adicional para a produção de carros elétricos. As maiores reservas de lítio conhecidas do mundo ficam aqui do lado, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Salar_de_Uyuni">na Bolívia</a>.</p>
<h3>Textos relacionados:</h3>
<p>- <a href="/2009/08/14/nacionalizacao-da-gm-o-carro-eletrico-e-o-futuro-do-brasil/">Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HOME - Full Movie]]></title>
<link>http://canilho.wordpress.com/2009/06/05/home-full-movie/</link>
<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 21:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Canilho</dc:creator>
<guid>http://canilho.wordpress.com/2009/06/05/home-full-movie/</guid>
<description><![CDATA[Home não é apenas mais um documentário. Em cerca de hora e meia, este filme leva-nos a praticamente ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2048" title="home" src="http://canilho.wordpress.com/files/2009/06/home.jpg" alt="home" width="400/" /><br />
Home não é apenas mais um documentário.<br />
Em cerca de hora e meia, este filme leva-nos a praticamente a todos os pontos do mundo.<br />
O objectivo, é simples, contar um história. A história do nosso planeta, a nossa história, depois disso, cada um decide por si que rumo quer tomar.<br />
<a href="http://www.home-2009.com/us/index.html" target="_blank">Site Oficial</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=jqxENMKaeCU" target="_blank">Ver Vídeo</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A farsa do aquecimento global - uma breve introdução]]></title>
<link>http://otaodabiologia.wordpress.com/2009/06/04/a-farsa-do-aquecimento-global-uma-breve-introducao/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 15:33:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>otaodabiologia</dc:creator>
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<description><![CDATA[O texto abaixo refere-se a uma dissertação que apresentei na Faculdade de Tecnologia  de São Paulo (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O texto abaixo refere-se a uma dissertação que apresentei na Faculdade de Tecnologia  de São Paulo (]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ziks and Icyng - ON STUDY - Geografia humana]]></title>
<link>http://gabrielgs.wordpress.com/2009/04/30/ziks-and-icyng-on-study-geografia-humana/</link>
<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 14:28:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>icyng</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em época de grandes mudanças no vestibular, é sempre necessário estar atento a toda e qualquer novid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em época de grandes mudanças no vestibular, é sempre necessário estar atento a toda e qualquer novidade que possa porventura aparecer. Por sorte nossa querida Federal não terá seu vestibular modificado&#8230; o que dá continuidade à nossa série&#8230;<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-3295" title="On Study Logo" src="http://gabrielgs.wordpress.com/files/2009/04/onstudy.png" alt="On Study Logo" width="320" height="150" /><br />
Frisamos também que o ENEM, por ser uma prova basicamente de interpretação, possui várias questões de geografia, matéria que engloba todas as outras.</p>
<p>Como todos sabem, geografia é uma ciência humana que se divide em geografia física e geografia humana. Na geografia física estuda-se os aspectos físicos do mundo e a cartografia. Na geografia humana estuda-se, principalmente,  a relação política da sociedade ao longo dos tempos. Dentro dessas relações, é importante destacar a Divisão Internacional do Trabalho, denominação que diferencia o papel que cada país exerce nas relações comerciais.<br />
<!--moreConfira aqui um resumo sobre a D.I.T.--><br />
No começo do chamado &#8220;Capitalismo&#8221;, a economia sustentava-se no comercio, caracterizando assim o &#8220;Capitalismo financeiro&#8221;.<br />
Essa época era a época das grandes navegações, ou seja: os países eram divididos entre as grandes metrópoles, que exploravam os mares, no processo de expansão marítima, eplorando as colônias em busca de metais preciosos, especiarias e escravos.<br />
Resumo: A DIT inicial dava-se entre as <strong>metrópoles</strong>, responsáveis pela colonização, e as <strong>colônias</strong>, que eram exploradas.</p>
<p>Na segunda fase do capitalismo, chamado de Capitalismo Industrial, a base da economia fundamentava-se na indústria, com produtos mais elaborados e, conseqüentemente mais caros e de maior qualidade. Nesta época a DIT era, ainda, entre metrópoles e colônias, sendo que essas forneciam produtos primários e matéria prima para as metrópoles, que vendiam produtos industrializados.</p>
<p>Na terceira e atual fase do capitalismo, ele baseia-se nas finanças, caracterizando o &#8220;Capitalismo financeiro&#8221;. Agora entram em cena os empréstimos, investimentos, a comunicação e a tecnologia avançada. Com isso surgemdois tipos de países que não são desenvolvidos como os de primeiro mundo: os subdesenvolvidos não-industrializados e os subdesenvolvidos industrializados.  Com isso, a nova DIT se divide mais complexamente:</p>
<p>A DIT clássica:<br />
Países desenvolvidos enviam produtos industrializados, empréstimos e investimentos aos não-industrializados, que por sua vez enviam produtos primários e matérias-primas para os países desenvolvidos.</p>
<p>e a NOVA DIT:</p>
<p>Os países subdesenvolvidos industrializados enviam produtos industrializados, juros de dívidas e lucros Royalties (permissão para utilizar algumas tecnologias) aos países desenvolvidos. Estes, por sua vez, enviam produtos industrializados de tecnologia maior e empréstimos e investimentos.</p>
<p>Basicamente é isso!<br />
Abraços!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recursos hídricos-consequêcias da utilização da água]]></title>
<link>http://filipedebarros.wordpress.com/2009/04/29/recursos-hidricos-consequecias-da-utilizacao-da-agua/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:40:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>filipedebarros</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para captar a água de que precisa e transferi-la de um lado para o outro, o ser humano intervém nos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Para captar a água de que precisa e transferi-la de um lado para o outro, o ser humano intervém nos ecossistemas com várias obras de construção civil – <strong>barragens</strong> – para criar albufeiras, <strong>reservatórios de água</strong>, <strong>minas</strong>, <strong>poços</strong> e <strong>furos</strong>. Estas intervenções, apesar de beneficiar as populações, têm <strong>consequências para os ecossistemas</strong> como a <strong>modificação</strong> e <strong>perda de habitats</strong> e a <strong>diminuição da biodiversidade</strong>.</span></span><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span> </span></p>
<p style="text-align:justify;"> <span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;"> </span></span></span><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;">Apesar de a água ser um recurso renovável, a sua qualidade tem vindo a diminuir em consequência das actividades humanas, o que faz com que a água própria para o consumo possa vir a tornar-se um bem escasso num futuro próximo, entrando assim num <strong>stress hídrico</strong>, isto é falta de água doce</span>.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span><strong><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Isto porquê???</span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong></strong></span><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;">Para além dos consumos crescentes de água, consequentes do <strong>aumento da população humana</strong>, da <strong>industrialização</strong> e de <strong>melhores condições de higiene</strong> e <strong>saneamento</strong>, os <strong>efluentes domésticos</strong> e <strong>industriais</strong> e os <strong>resíduos agrícolas</strong> têm provocado a <strong>poluição</strong> dos rios e lagos, o que faz com que a quantidade de<span style="color:#000000;"> <strong><span style="color:#ff0000;">água potável</span></strong></span> </span><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#888888;">(<em><strong>água que não causa prejuízo à saúde humana, ou seja, não contém microrganismos patogénicos nem substâncias capazes de provocar doenças</strong></em>) tenha tendência para diminuir mais</span>.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-size:10pt;"><img class="size-medium wp-image-519 alignleft" title="aguapura" src="http://filipedebarros.wordpress.com/files/2009/04/aguapura.jpg?w=300" alt="aguapura" width="218" height="248" /></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"><span style="font-size:10pt;"><img class="size-medium wp-image-525 alignright" title="agua_poluida2" src="http://filipedebarros.wordpress.com/files/2009/04/agua_poluida2.jpg?w=235" alt="agua_poluida2" width="218" height="247" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-526" title="agua-morte3" src="http://filipedebarros.wordpress.com/files/2009/04/agua-morte3.jpg?w=291" alt="agua-morte3" width="442" height="167" /></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;">Para evitar a degradação do meio ambiente, é necessário proceder ao <strong>tratamento de esgotos</strong> antes da sua rejeição directa no meio aquático. A <strong>poluição</strong> dos nossos dias poderá permanecer, durante muitas gerações, nas águas subterrâneas destinadas ao consumo humano</span>.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-size:10pt;"></span></span> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;">Os receios de um futuro sem água são agravados, ainda, pelo aumento previsto da população mundial</span>. <span style="color:#888888;">De facto, a população humana continua a aumentar e a cidade expande-se mais rapidamente do que os sistemas de distribuição <strong>e tratamento de água</strong></span>.</span></span></span> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#888888;">Assim, é fundamental que o homem tome consciência de que a água é um bem essencial, mas existente em quantidade limitada, pelo que</span>:</span></span></span></div>
<p><span style="font-size:x-small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">→ <span style="color:#888888;">não deve</span> <span style="color:#888888;">desperdiçar</span> água</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">→<span style="color:#888888;"> não deve poluir os cursos de</span> água</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">→ <span style="color:#888888;">deve efectuar de forma controlada a extracção de</span> água <span style="color:#888888;">dos lençóis subterrâneos</span>.</span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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