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	<title>industrias-criativas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/industrias-criativas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "industrias-criativas"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 00:09:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Social Media in Plain English]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/11/12/social-media-in-plain-english/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:51:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vejam que forma interessante de explicar Mídia Social.  O que é mais interessante ainda, é como algu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vejam que forma interessante de explicar <strong>Mídia Social</strong>.  O que é mais interessante ainda, é como algumas poucas pessoas inventaram um negócio utilizando princípios e ferramentas de redes sociais para literalmente &#8220;explicar conceitos&#8221;.  Num mundo de novos conceitos isto só poderia dar um negócio!</p>
<p>A história desta empresa, a Common Craft, está contada <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/how_common_craft_stopped_doing_client_work_in_plain_english.php">aqui</a>!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MpIOClX1jPE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MpIOClX1jPE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia 2.0 (breve síntese de palestra)]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/11/09/economia-2-0-breve-sintese-de-palestra/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 19:34:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/11/09/economia-2-0-breve-sintese-de-palestra/</guid>
<description><![CDATA[Já está no ar a newsletter da Creativante que trata sobre um breve resumo de nossa palestra sobre Ec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já está no ar a newsletter da Creativante que trata sobre um breve resumo de nossa palestra sobre <a href="http://www.creativante.com.br/lettericia/blog/2009/43_2009.html">Economia 2.0</a>, no evento Web 2.0 anunciado no post anterior! </p>
<p>Na newsletter há indicação de onde baixar os vídeos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros: "T-shirts and Suits - A Guide to the Business of Creativity"]]></title>
<link>http://culturascopio.com/2009/11/02/livros-t-shirts-and-suits-a-guide-to-the-business-of-creativity/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 00:07:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora Santos Silva</dc:creator>
<guid>http://culturascopio.com/2009/11/02/livros-t-shirts-and-suits-a-guide-to-the-business-of-creativity/</guid>
<description><![CDATA[Da autoria de David Parrish, consultor britânico em economia criativa, este livro é fundamental para]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1442" title="david_parrish" src="http://culturascopio.wordpress.com/files/2009/11/david_parrish.jpg" alt="david_parrish" width="214" height="298" /><span style="color:#888888;">Da autoria de </span><a href="http://www.davidparrish.com" target="_blank"><span style="color:#99cc00;">David Parrish</span></a><span style="color:#888888;">, consultor britânico em economia criativa, este livro é fundamental para todos os criadores que têm (ou pretendem ter)  projectos ou empresas na área das </span><a href="http://culturascopio.wordpress.com/2008/11/23/sobre-a-definicao-de-industrias-criativas-i-parte/" target="_blank"><span style="color:#99cc00;">indústrias criativas</span></a><span style="color:#888888;">. Escrito de uma forma muito clara, é, ao mesmo tempo, um guia de boas práticas e uma fonte de recursos sobre as temáticas mais importantes a ter em conta. Contém também boas definições de termos relacionados com a área.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Mais: a versão ebook do livro &#8220;Tshirts and Suits &#8211; A guide to the business of creativity&#8221; está disponível<span style="color:#99cc00;"> </span></span><a href="http://www.davidparrish.com/dp/uploads/TShirtsAndSuits_AGuideToTheBusinessOfCreativity_DavidParrish.pdf" target="_blank"><span style="color:#99cc00;">aqui</span></a><span style="color:#888888;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um museu não precisa de ser chato.]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/um-museu-nao-precisa-de-ser-chato/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:07:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/um-museu-nao-precisa-de-ser-chato/</guid>
<description><![CDATA[Um museu não precisa de chato. Realmente não. Alguns são. outros não, de todo. O Museu da Ciencia, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um museu não precisa de chato. Realmente não. Alguns são. outros não, de todo. O Museu da Ciencia, d]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Festival Future Places - Digital Media no Porto]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/festival-future-places-digital-media-no-porto/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 05:13:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/14/festival-future-places-digital-media-no-porto/</guid>
<description><![CDATA[O Porto transforma-se num lugar do futuro Festival sobre media digitais e culturas locais, Future Pl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Porto transforma-se num lugar do futuro Festival sobre media digitais e culturas locais, Future Pl]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Apoio às industrias criativas?]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/13/apoio-as-industrias-criativas/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 23:34:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/13/apoio-as-industrias-criativas/</guid>
<description><![CDATA[“Fundo Capital Criativo” é o instrumento financeiro de apoio às Indústrias Culturais e Criativas cuj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“Fundo Capital Criativo” é o instrumento financeiro de apoio às Indústrias Culturais e Criativas cuj]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[As indústrias criativas]]></title>
<link>http://diptta.wordpress.com/2009/10/08/as-industrias-criativas/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:50:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bento Pereira</dc:creator>
<guid>http://diptta.wordpress.com/2009/10/08/as-industrias-criativas/</guid>
<description><![CDATA[As indústrias criativas ocupam, cada vez mais, um lugar de destaque no crescimento económico de qual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As indústrias criativas ocupam, cada vez mais, um lugar de destaque no crescimento económico de qualquer cidade ou nação. Servem de exemplo cidades como Sheffield, Amesterdão e Barcelona.</p>
<p>De facto, o Reino Unido, que antes de 1997 apresentava números marginais para a participação destas indústrias no produto do país, colocou-as agora num lugar de prioridade política de primeira ordem.</p>
<p>E pode-se dizer que não é caso para menos. As actividades ligadas ao cinema, música, publicidade ou design, para citar algumas, competem hoje em pé de igualdade com os sectores económicos mais tradicionais. Para o provar, temos os números do caso britânico – 7,3% do PIB tem origem nas actividades ligadas ao sector, que emprega 1,8 milhões de pessoas.</p>
<p>Provado isto, temos ainda que, como noutros factores de desenvolvimento económico, as indústrias criativas geram um ciclo vicioso (ou virtuoso), visto que as cidades criativas são sinónimo de talento, pelo que têm capacidade para atrair investimento que, por sua vez, acelerará a criação de riqueza da região. O exemplo de Barcelona é paradigmático. Com a implementação de políticas públicas e do florescimento de escolas ou centros de excelência na área do design, a cidade conseguiu atrair para a Catalunha empresas e algumas marcas de peso na economia europeia, como são a Renault e a Seat. O Centro de Design de Barcelona está agora a assinalar os seus 35 anos, e a efeméride pode muito bem ser entendida como um marco do hub criativo criado na cidade catalã. Afinal, o centro tem sido, ao longo dos anos, um dos eixos do design enquanto elemento estratégico para a excelência da actividade empresarial da região.</p>
<p>No caso da cidade do Porto, a mesma ideia foi discutida a propósito da apresentação do estudo Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas na Região Norte, impulsionado pela CCDR-N e coordenado pelo especialista britânico Tom Fleming. O documento sustenta que a região do Porto reúne condições para se tornar no pólo criativo de referência em Portugal. A existência de um conjunto de estabelecimentos de ensino com capacidade para criarem talentos criativos e a existência de infra-estruturas são alguns exemplos que ilustram o potencial daquela região. Com a economia criativa a representar, neste momento, um volume de negócios de 646 mil milhões de euros na EU, a solução apontada passa por aproximar o Porto de um novo modelo económico assente na criatividade. É defendida assim a criação de uma agência que sirva de pólo de articulação entre os agentes públicos e privados ligados às indústrias criativas da cidade. “A criação de benefícios fiscais ao investimento nas indústrias culturais, a criação de um fundo regional de investimento que combine empréstimo, capital de risco e project finance, para que seja possível alavancar negócios criativos que necessitam de ganhar escala” são outras das medidas apontadas para aproximar o Porto das cidades europeias onde a excelência criativa é já, actualmente, entendida como o grande paradigma do desenvolvimento económico. E será neste sentido que a palavra reabilitação surge como palavra-chave na região norte, porque as indústrias criativas têm sido o ponto mais avançado da revitalização urbana em muitas cidades degradadas, principalmente da Europa do Norte, com o Reino Unido no centro destas experiências. O Porto vive actualmente uma conjuntura especialmente propícia à experimentação e à aplicação prática de algumas medidas tendentes a empreender novos caminhos. O programa de revitalização da Baixa e da zona Património Mundial actualmente em curso, nomeadamente através da acção da Porto Vivo – SRU poderá ser um ponto de partida na implementação destas ideias na cidade. O movimento de regresso das pessoas ao centro urbano, como todas as noites se pode verificar no movimento nas ruas em volta da Avenida dos Aliados (Cândido dos Reis, Galeria de Paris, esplanada do Café Piolho). Diz-se que no centro do Porto há muitas zonas que à noite não têm ninguém. Hoje acontece precisamente o inverso, havendo zonas que estão desertas durante o dia, mas cheias à noite. Inverteu-se o fenómeno. Há agora que reequilibrá-lo, fazendo-o perdurar ao longo das vinte e quatro horas do dia. As indústrias criativas têm sido o ponto estratégico para a revitalização urbana, um pouco por toda a Europa. A diversidade de núcleos de actividades criativas, entre os espaços comerciais, culturais e de lazer nocturnos, mas também estabelecimentos de ensino artístico e organizações culturais poderão ser as chaves para o sucesso da cidade do Porto.</p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">s indústrias criativas ocupam, cada vez mais, um lugar de destaque no crescimento económico de qualquer cidade ou nação. Servem de exemplo cidades como Sheffield, Amesterdão e Barcelona.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">De facto, o Reino Unido, que antes de 1997 apresentava números marginais para a participação destas indústrias no produto do país, colocou-as agora num lugar de prioridade política de primeira ordem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">E pode-se dizer que não é caso para menos. As actividades ligadas ao cinema, música, publicidade ou design, para citar algumas, competem hoje em pé de igualdade com os sectores económicos mais tradicionais. Para o provar, temos os números do caso britânico – 7,3% do PIB tem origem nas actividades ligadas ao sector, que emprega 1,8 milhões de pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Provado isto, temos ainda que, como noutros factores de desenvolvimento económico, as indústrias criativas geram um ciclo vicioso (ou virtuoso), visto que as cidades criativas são sinónimo de talento, pelo que têm capacidade para atrair investimento que, por sua vez, acelerará a criação de riqueza da região. O exemplo de Barcelona é paradigmático. Com a implementação de políticas públicas e do florescimento de escolas ou centros de excelência na área do design, a cidade conseguiu atrair para a Catalunha empresas e algumas marcas de peso na economia europeia, como são a Renault e a Seat. O Centro de Design de Barcelona está agora a assinalar os seus 35 anos, e a efeméride pode muito bem ser entendida como um marco do hub criativo criado na cidade catalã. Afinal, o centro tem sido, ao longo dos anos, um dos eixos do design enquanto elemento estratégico para a excelência da actividade empresarial da região.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">No caso da cidade do Porto, a mesma ideia foi discutida a propósito da apresentação do estudo Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas na Região Norte, impulsionado pela CCDR-N e coordenado pelo especialista britânico Tom Fleming. O documento sustenta que a região do Porto reúne condições para se tornar no pólo criativo de referência em Portugal. A existência de um conjunto de estabelecimentos de ensino com capacidade para criarem talentos criativos e a existência de infra-estruturas são alguns exemplos que ilustram o potencial daquela região. Com a economia criativa a representar, neste momento, um volume de negócios de 646 mil milhões de euros na EU, a solução apontada passa por aproximar o Porto de um novo modelo económico assente na criatividade. É defendida assim a criação de uma agência que sirva de pólo de articulação entre os agentes públicos e privados ligados às indústrias criativas da cidade. “A criação de benefícios fiscais ao investimento nas indústrias culturais, a criação de um fundo regional de investimento que combine empréstimo, capital de risco e project finance, para que seja possível alavancar negócios criativos que necessitam de ganhar escala” são outras das medidas apontadas para aproximar o Porto das cidades europeias onde a excelência criativa é já, actualmente, entendida como o grande paradigma do desenvolvimento económico. E será neste sentido que a palavra reabilitação surge como palavra-chave na região norte, porque as indústrias criativas têm sido o ponto mais avançado da revitalização urbana em muitas cidades degradadas, principalmente da Europa do Norte, com o Reino Unido no centro destas experiências. O Porto vive actualmente uma conjuntura especialmente propícia à experimentação e à aplicação prática de algumas medidas tendentes a empreender novos caminhos. O programa de revitalização da Baixa e da zona Património Mundial actualmente em curso, nomeadamente através da acção da Porto Vivo – SRU poderá ser um ponto de partida na implementação destas ideias na cidade. O movimento de regresso das pessoas ao centro urbano, como todas as noites se pode verificar no movimento nas ruas em volta da Avenida dos Aliados (Cândido dos Reis, Galeria de Paris, esplanada do Café Piolho). Diz-se que no centro do Porto há muitas zonas que à noite não têm ninguém. Hoje acontece precisamente o inverso, havendo zonas que estão desertas durante o dia, mas cheias à noite. Inverteu-se o fenómeno. Há agora que reequilibrá-lo, fazendo-o perdurar ao longo das vinte e quatro horas do dia. As indústrias criativas têm sido o ponto estratégico para a revitalização urbana, um pouco por toda a Europa. A diversidade de núcleos de actividades criativas, entre os espaços comerciais, culturais e de lazer nocturnos, mas também estabelecimentos de ensino artístico e organizações culturais poderão ser as chaves para o sucesso da cidade do Porto.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Socialnomics]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/10/07/socialnomics/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 12:09:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/10/07/socialnomics/</guid>
<description><![CDATA[Super dica do Prof. Silvio Meira!  Quem quiser dar uma olhada no site do blog do livro, é só clicar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-2941" title="Socialnomics" src="http://jccavalcanti.wordpress.com/files/2009/10/socialnomics.jpg" alt="Socialnomics" width="256" height="256" /></p>
<p>Super dica do Prof. Silvio Meira! </p>
<p>Quem quiser dar uma olhada no site do blog do livro, é só clicar <a href="http://socialnomics.net/2009/08/11/statistics-show-social-media-is-bigger-than-you-think/">AQUI</a>!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dasein (e Catarina Pestana)]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/06/dasein-e-catarina-pestana/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 01:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/06/dasein-e-catarina-pestana/</guid>
<description><![CDATA[The word Dasein was used by several philosophers before Heidegger, with the meaning of &#8220;existe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[The word Dasein was used by several philosophers before Heidegger, with the meaning of &#8220;existe]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coca-Cola CENSURA na Experimenta Design!]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/06/coca-cola-interfere-na-exeprimenta-censura/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:53:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/06/coca-cola-interfere-na-exeprimenta-censura/</guid>
<description><![CDATA[  A Coca-Cola não gostou de um vibrador!!! &#8230;e com isso interferiu na Experimenta Design 2009, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  A Coca-Cola não gostou de um vibrador!!! &#8230;e com isso interferiu na Experimenta Design 2009, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capitalism Allows This: 97.3% Gross Profit Margin ]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/10/06/capitalism-allows-this-97-3-gross-profit-margin/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 00:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/10/06/capitalism-allows-this-97-3-gross-profit-margin/</guid>
<description><![CDATA[Post de hoje do blog do Prof. Mark Perry  apontando a hipocrisia que alguns fazem em relação ao capi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Post de hoje do <a href="http://mjperry.blogspot.com">blog do Prof. Mark Perry </a> apontando a hipocrisia que alguns fazem em relação ao capitalismo!</p>
<p>==============</p>
<p><strong>Capitalism Allows This: 97.3% Gross Profit Margin </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_otfwl2zc6Qc/SsnohL0RKoI/AAAAAAAALjY/XaJnyUeIsLc/s1600-h/fahrenheit.jpg"><img style="display:block;width:269px;cursor:hand;height:400px;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_otfwl2zc6Qc/SsnohL0RKoI/AAAAAAAALjY/XaJnyUeIsLc/s400/fahrenheit.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div><a href="http://townhall.com/columnists/AustinHill/2009/10/04/economics_and_me_michael_moore_on_being_entitled?page=full&#38;comments=true"><span style="font-family:georgia;">Michael Moore</span></a><span style="font-family:georgia;">: <em>Capitalism did nothing for me.</em><br />
<em> </em><br />
According to </span><a href="http://www.boxofficemojo.com/movies/?id=fahrenheit911.htm"><span style="font-family:georgia;">Box Office Mojo</span></a><span style="font-family:georgia;">, Michael Moore&#8217;s movie &#8220;Fahrenheit</span> 9/11&#8243; had a worldwide gross of $222,446,882, with a production budget of only $6,000,000. That&#8217;s a gross profit margin of 97.3%, and a gross return on investment of 3,607% (not all for Michael Moore, since there were obviously distribution costs and payments to theaters, etc.). Not sure if that sets any kind of profit record for a movie, but it&#8217;s a pretty impressive, eye-popping profit margin and ROI, and the kind of capitalist return on a movie that a Cuban filmaker would only dream about.</div>
<p> </p>
<div><span style="font-family:georgia;"> </span></div>
<div><span style="font-family:georgia;">HT: Argonaut</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thinkpublic - service design]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/05/thinkpublic-service-design/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 23:55:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/05/thinkpublic-service-design/</guid>
<description><![CDATA[Thinkpublic é uma agencia inglesa, baseada em Londres, focada em usar o design para melhorar a exper]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Thinkpublic é uma agencia inglesa, baseada em Londres, focada em usar o design para melhorar a exper]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Designwise - Objects With a Twist]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/05/designwise-objects-with-a-twist/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 16:52:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/10/05/designwise-objects-with-a-twist/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;DESIGNWISE é uma marca que edita objectos e produtos originais criados por designers portugue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;DESIGNWISE é uma marca que edita objectos e produtos originais criados por designers portugue]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Finalmente consegui terminar :-) ]]></title>
<link>http://portocriativo.wordpress.com/2009/10/05/finalmente-consegui-terminar/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 13:25:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porto Criativo</dc:creator>
<guid>http://portocriativo.wordpress.com/2009/10/05/finalmente-consegui-terminar/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Conceito e importância económica das Indústrias Criativas com aplicação, em termos de classif]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>&#8220;</strong><strong>Conceito e importância económica das Indústrias Criativas com aplicação, em termos de classificação e mensuração, ao caso português&#8221;.</strong></p>
<p>A presente dissertação tem por objectivo um estudo quantitativo das IC utilizando as indústrias e suas classificações, focando na identificação de potenciais <em>clusters</em> regionais. Para tal utilizamos as directivas propostas pela WIPO (<em>World Intellectual Property Organization</em>) de standardização internacional para o estudo do contributo económico das empresas baseadas em <em>copyright</em>. O guia foi publicado em 2003 com o objectivo de fornecer conceitos práticos uniformes a todos os países que desejem estudar e medir a dimensão e o impacto das suas IC.</p>
<p>O documento encontra-se dividida em três capítulos. No primeiro efectuamos uma conceptualização das IC tendo por base inúmeros estudos relacionados com o assunto. Efectuamos um resumo das diferentes propostas de definição existentes para as IC, considerações acerca das especificidades destas indústrias, dos aspectos institucionais e das dinâmicas fundamentais ao seu sucesso e da importância particular do capital humano nas IC. No segundo capítulo efectuamos uma análise descritiva da relevância das IC nos países desenvolvidos. Damos um panorama geral da importância económica das IC ao nível mundial, falamos acerca de vários tipos de clusters criativos terminando com a análise de dois casos concretos de cidades criativas (Barcelona e Berlim). No terceiro capítulo quantificamos a importância das IC em Portugal. Descrevemos a metodologia que utilizamos, efectuamos diversas análises estatísticas ao nível nacional e ao nível das regiões terminando com algumas considerações acerca da dinâmica das IC em Portugal.</p>
<p>Apresentação da tese: <a href="http://portocriativo.wordpress.com/files/2009/10/090928_miet_apresentacao_versao_final.pdf">Apresentação Tese de Mestrado (090928_MIET) (download) </a></p>
<p>Texto integral da tese: <a href="http://portocriativo.wordpress.com/files/2009/10/090918_miet_tese_versao_final.pdf">Versão Final Tese de Mestrado (090918_MIET) (download)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes sociais e empreendedorismo em pequenas empresas de base tecnológica ]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/23/2654/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 03:13:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/23/2654/</guid>
<description><![CDATA[Encontram-se pérolas na internet. E esta é uma. O artigo chama-se &#8220;Redes sociais e empreendedo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Encontram-se pérolas na internet. E esta é uma. O artigo chama-se &#8220;Redes sociais e empreendedo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yanko Design - web magazine de design]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/18/yanko-design-web-magazine-de-design/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 00:05:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/18/yanko-design-web-magazine-de-design/</guid>
<description><![CDATA[Yanko Design é uma web magazine dedicada ao melhor design internacional, cobrindo conceitos, design ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Yanko Design é uma web magazine dedicada ao melhor design internacional, cobrindo conceitos, design ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Experimenta Design 09]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/17/experimenta-design-09/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:58:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/17/experimenta-design-09/</guid>
<description><![CDATA[Está a decorrer em Lisboa a ExperimentaDesign2009 (EXD/09) com um programa rico e variado que vai de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Está a decorrer em Lisboa a ExperimentaDesign2009 (EXD/09) com um programa rico e variado que vai de]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[From Pyramids to Pancakes]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/09/08/from-pyramids-to-pancakes/</link>
<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 20:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este post abaixo saiu hoje naa área de Design da Philips (http://www.design.philips.com), ou melhor,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este post abaixo saiu hoje naa área de Design da Philips (<a href="http://www.design.philips.com">http://www.design.philips.com</a>), ou melhor, de sua Diretora de Tendências e Estratégia!</p>
<p>=================<br />
<strong>&#8220;From Pyramids to Pancakes&#8221; </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2894" title="josephine_green_main" src="http://jccavalcanti.wordpress.com/files/2009/09/josephine_green_main.jpg" alt="josephine_green_main" width="200" height="247" /></p>
<p>The era of elitism, top-down management and deterministic ideals is over. We are now living in an age of social innovation and sustainability that opens up the future to the many, not just the few. Mass consumerism has given way to mass creativity, which is transforming how we think about and how we engage with the world around us. It is a transformation that Philips Design’s Josephine Green calls the ‘Pyramids to Pancakes’ model, in which the hierarchical 20th century has given way to the flattened, more co-creative 21st.  </p>
<td> </td>
<p>  </p>
<tbody></tbody>
<p><strong>Josephine Green<br />
</strong><em>Senior Director Trends and Strategy at Philips Design</em></p>
<p>This new paradigm is essential for all levels of society &#8211; including businesses, institutions and innovators &#8211; to grasp if they are to succeed in the future, says Josephine, who is Senior Director or Trends and Strategy at Philips Design. In her recent paper, ‘Democratizing the future: Towards a new era of creativity and growth’, she shows how former passive consumers of the 20th century are now contributing to and taking power over innovation. “Think of social networking sites, which are moving people from the back end to the front,” she explains. “Easy travel and the internet have also enabled people to discover more about other societies, both influencing and being influenced by them, to the point where they co-create each others lives.”</p>
<p>The key to future success in any industry therefore is not in the hands of those who make more ‘stuff’, but those who enable meaningful social interaction. In the Pyramid world, those at the top attempted to dominate and shape the future to their needs. Their vision of progress was linear. “We were convinced that if we carried on as we were and kept everything ticking like a well-oiled clock then we would remain kings of the universe,” says Josephine. It was a model that worked in the 20th century, but no longer fits our society. “Now six billion people are out there doing all kinds of things. There’s nothing predictable about it, so trying to dominate it is impossible. We need a new approach.”</p>
<p>That approach is to engage with the Pancake, not try and pin it down. “The key for businesses is to experiment and constantly learn from stakeholders to discover what touch points make sense at any given time,” Josephine explains. “If the Pyramid era was about accountability, management, planning and controlling, then the Pancake is about responsibility, questioning, learning and creating.”</p>
<p>To find the new growth model, we need to start asking questions, she urges. But the ultimate transformation will involve making structural and cultural changes. It may also require freeing up our institutions to empower grassroots and frontline innovation, warns Josephine. To do that, the design community can take a key role. “We all have to move from the ‘industrial’ notion of design towards a more holistic approach. To do so, we need to involve stakeholders from every level and work together to make change happen.” The transition may be rough, she says, but the reward would be a more dynamic, inclusive and ultimately healthier global market, a more stable economy and stronger local and national societies.</p>
<p><a id="link" href="http://www.design.philips.com/philips/shared/assets/Downloadablefile/democratizing-the-future-14324.pdf" target="_blank">Read more on ‘Democratizing the future’ (pdf)</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TED Talks]]></title>
<link>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/05/ted-talks/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 01:54:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Ledo Fonseca</dc:creator>
<guid>http://dreamfeel.wordpress.com/2009/09/05/ted-talks/</guid>
<description><![CDATA[Tudo começou com uma pequena conferência em 1984 em Long Beach, na Califórnia, juntando pessoas de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tudo começou com uma pequena conferência em 1984 em Long Beach, na Califórnia, juntando pessoas de t]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartoonize-se!]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/29/cartonnize-se/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 17:49:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/29/cartonnize-se/</guid>
<description><![CDATA[ Dica do Prof. Mark Perry: cartoonize em http://www.befunky.com!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> Dica do Prof. Mark Perry: cartoonize em <a href="http://www.befunky.com">http://www.befunky.com</a>!</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2873" title="jccBeFunky" src="http://jccavalcanti.wordpress.com/files/2009/08/jccbefunky.jpg?w=267" alt="jccBeFunky" width="267" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lançado o livro "Indústrias Criativas no Brasil"]]></title>
<link>http://iniciativacultural.wordpress.com/2009/08/28/industrias-criativas-no-brasil/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 16:25:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>iniciativacultural</dc:creator>
<guid>http://iniciativacultural.wordpress.com/2009/08/28/industrias-criativas-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[A expressão indústrias criativas surgiu nos anos 1990, primeiramente na Austrália, ganhando em segui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A expressão indústrias criativas surgiu nos anos 1990, primeiramente na Austrália, ganhando em segui]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Social Media Revolution]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/20/social-media-revolution/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 23:40:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/20/social-media-revolution/</guid>
<description><![CDATA[Um vídeo muito bom sobre Social Media Revolution.  A indicação veio de Vinicius Cardoso Garcia, na f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um vídeo muito bom sobre Social Media Revolution.  A indicação veio de Vinicius Cardoso Garcia, na ferramenta A.M.I.G.O.S, do CESAR!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Power of Story]]></title>
<link>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/16/the-power-of-story/</link>
<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 18:15:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>jccavalcanti</dc:creator>
<guid>http://jccavalcanti.wordpress.com/2009/08/16/the-power-of-story/</guid>
<description><![CDATA[Post interessante do palestrante Bert Decker, em seu blog: http://www.bertdecker.com! ========= The ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Post interessante do palestrante Bert Decker, em seu blog: <a href="http://www.bertdecker.com">http://www.bertdecker.com</a>!</p>
<p>=========</p>
<p><strong>The Power of Story</strong></p>
<p><a href="http://www.bertdecker.com/photos/uncategorized/storytelling.jpg"></a>At a recent speech the presenter before me started out with a story, followed by another, and another. All linked to points. Brilliant, and so rare in business presentations today. He warmed up the audience, and I was grateful.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Story&#8221; is the S of our <a href="http://www.bertdecker.com/experience/2006/02/weve_talked_abo.html">SHARP principles,</a> Story is also the primary tool in making your message stick, as in Chip and Dan Heath&#8217;s great book <a href="http://www.bertdecker.com/experience/2007/03/made_to_stick.html">&#8220;Made To Stick.&#8221;</a> And in the vernacular of Malcolm Gladwell &#8211; story makes ANY idea stick, and if you haven&#8217;t read his great book get <a href="http://www.bertdecker.com/experience/2005/08/blink_the_book_.html">(&#8220;Blink&#8221;)</a> </p>
<p> </p>
<p><strong>The Top Ten Reasons stories are useful and powerful:</strong></p>
<ul>
<li>They are real</li>
<li>They are short</li>
<li>They are interesting</li>
<li>They are human</li>
<li>They give third party credibility</li>
<li>They are easy to tell</li>
<li>They are memorable</li>
<li>They are emotionally connecting</li>
<li>They move people</li>
<li>They are the principle communication tool since Man began talking</li>
</ul>
<p><strong>What Others Say</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p> </p>
<p><em>To be a person is to have a story to tell.</em><br />
  -Isak Dinesen</p>
<p> </p>
<p><em>The story is more important to me than the part.</em><br />
   -Catherine Deneuve</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><em>Of course it&#8217;s the same old story. Truth usually is the same old story.</em><br />
   -Margaret Thatcher</p>
<p><em>A compelling story, even if factually inaccurate, can be more emotionally compelling than a dry recitation of the truth.</em><br />
  &#8211; Frank Luntz (Communication Specialist in language – also a political consultant)</p>
<p> </p>
<p><em>Eighty percent of our life is emotion, and only 20 percent is intellect. I am much more interested in how you feel than how you think. I can change how you think, but how you feel is something deeper and stronger, and it&#8217;s something that&#8217;s inside you.</em><br />
   - Frank Luntz</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>From Todd Paulsen, here is some of the power of story, and the reason behind it <a href="http://edweb.sdsu.edu/eet/articles/storyemotions/index.htm">(see the complete article here)</a>:</p>
<p><em>&#8220;THE USE OF STORIES IS A POWERFUL TOOL that aids in material retention, but methodologies of inclusion are rarely discussed. The desire to share emotions and effect the emotional states of others drives us to tell and retell stories. A story is a vector that spreads the information and emotion that is contained within it. No classroom or teacher is needed past the initial storytelling. We have been doing this for years in the form of childrens stories.  It has been widely speculated that the story of Hantzel and Gretel (sic) is a cautionary tale used by elders to prevent children from wandering off into the dangers of the European forests alone.&#8221;</em></p>
<p>Jesus told stories and parables. He didn’t talk in concepts – he only needed stories, and he riveted peoples attention. Sowing seeds along the path, the rich young ruler, a house built on sand, faith growing like a mustard seed, and dozens more.</p>
<p> </p>
<p>Remember, people <a href="http://www.bertdecker.com/experience/2006/08/it_takes_more_t.html">buy on emotion and justify with fact.</a></p>
<p>A great resource for getting great at telling stories is <a href="http://www.dougstevenson.com/">Doug Stevenson&#8217;s Story Theatre</a> &#8211; after our <a href="http://www.decker.com/">&#8220;Communicate To Influence&#8221; </a>program this is one to take &#8211; it pays as a communicator to get serious about storytelling.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo: Hidden Innovation in the Creative Industries]]></title>
<link>http://portocriativo.wordpress.com/2009/07/07/estudo-hidden-innovation-in-the-creative-industries/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 22:24:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porto Criativo</dc:creator>
<guid>http://portocriativo.wordpress.com/2009/07/07/estudo-hidden-innovation-in-the-creative-industries/</guid>
<description><![CDATA[Mais um excelente documento acerca de inovação nas indústrias criativas. &#8220;Innovation has been ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um excelente documento acerca de inovação nas indústrias criativas.</p>
<p>&#8220;Innovation has been a subject of serious academic and policy interest for several decades. The ‘creative industries’ have been studied for a shorter period of time, but perhaps more intensely. However, we do not understand well the process of innovation within the creative industries, nor how waves of innovation from elsewhere impact upon them. Since they represent a large and fast-growing part of our economy, this gap in our understanding needs to be remedied.</p>
<p>Working with the Manchester Institute of Innovation Research, this research project uses the tools of ‘traditional’ innovation research to explore, analyse and compare innovation in four sectors that are critical to the UK’s creative future: videogames development, product design, advertising, and independent broadcast production. Technology is an important driver of innovation in all four sectors, but much innovation remains ‘hidden’ – uncounted by traditional innovation indicators. Moreover, the sectors studied display varied abilities to adapt to new technologies and increasing competition.&#8221;</p>
<ul>
<li><a href="http://portocriativo.wordpress.com/files/2009/07/hidden_innovation_in_creative_industries_report_nesta.pdf">Hidden Innovation in Creative Industries Report NESTA</a> (download)</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo: Economia Criativa]]></title>
<link>http://portocriativo.wordpress.com/2009/07/07/estudo-economia-criativa/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 22:17:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porto Criativo</dc:creator>
<guid>http://portocriativo.wordpress.com/2009/07/07/estudo-economia-criativa/</guid>
<description><![CDATA[Excelente documento acerca da Economia Criativa. “The Creative Economy Report 2008 is the first stud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Excelente documento acerca da Economia Criativa.</p>
<p>“The <em>Creative Economy Report 2008 </em>is the first study to present the United Nations perspective on this emerging topic. It is an initiative of the partnership between UNCTAD and the UNDP Special Unit for South-South Cooperation. Furthermore, it is a pioneer example of the work being undertaken by the Multi-Agency Informal Dialogue Group on Creative Industries. It brings together contributions from five relevant United Nations bodies: UNCTAD, UNDP, UNESCO, WIPO and ITC. This collective effort not only contributes to building synergy and exploring complementarities but also is an effective way to advance policy coherence and enhance the impact of international actions in the area of the creative economy and creative industries.”</p>
<p> “In the contemporary world, a new development paradigm is emerging that links the economy and culture, embracing economic, cultural, technological and social aspects of development at both the macro and micro levels. Central to the new paradigm is the fact that creativity, knowledge and access to information are increasingly recognized as powerful engines driving economic growth and promoting development in a globalizing world. “Creativity” in this context refers to the formulation of new ideas and to the application of these ideas to produce original works of art and cultural products, functional creations, scientific inventions and technological innovations. There is thus an economic aspect to creativity, observable in the way it contributes to entrepreneurship, fosters innovation, enhances productivity and promotes economic growth.”</p>
<ul>
<li><a href="http://portocriativo.wordpress.com/files/2009/07/creative-economy-report.pdf">Creative Economy Report 2008</a> (download)</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
