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	<title>interpretar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/interpretar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "interpretar"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 23:30:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Vontade?!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/27/vontade/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 07:36:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vontade de gritar!!! Vontade de desistir de tudo!!! Vontade de dançar!!! Vontade de não voltar para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Vontade de gritar!!! Vontade de desistir de tudo!!! Vontade de dançar!!! Vontade de não voltar para casa!!! Vontade de reencontrá-lo!!! Vontade de comer doce!!! Vontade de tirar a roupa!!! Vontade de rir!!! Vontade de chorar!!! Vontade de viver!!! Vontade de morrer!!! Vontade de viver uma história de amor!!! Vontade de me declarar!!! Vontade de enlouquecer!!! Vontade de voar!!! Vontade de dormir!!! Vontade de sonhar!!! Vontade de cantar!!! Vontade de mudar!!! Vontade de correr!!! Vontade de acreditar!!! Vontade de amar!!! Vontade de ligar!!! Vontade de abraçar!!! Vontade de beijar!!! Vontade de conversar!!! Vontade de superar!!! Vontade de pular!!! Vontade de ser outra pessoa!!!  Vontade de ser magra!!! Vontade de voltar no tempo e viver tudo de novo!!! Vontade de mudar o passado!!! Vontade de viajar à Lua!!! Vontade de assistir televisão!!! Vontade de fugir!!! Vontade de ser totalmente livre!!! Vontade de ser uma pessoa mais desencanada!!! Vontade de ser eu mesma!!! Vontade de tê-lo ao meu lado!!! Vontade de surpreender!!! Vontade de ser sexy!!! Vontade de transformar!!! Vontade de interpretar!!! Vontade de nadar!!! Vontade de andar de carro!!! Vontade de comprar CD!!! Vontade de ser feliz!!! Vontade de comemorar!!! Vontade de desbundar!!! Vontade de ficar bonita!!! Vontade de vestir um vestido!!! Vontade de me acabar!!! Vontade de me libertar!!! Vontade de marcar a vida alheia!!! Vontade de ver foto!!! Vontade, simplesmente vontade sem a menor explicação&#8230; ♣</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programação do MAM]]></title>
<link>http://abahiadetodosospovos.wordpress.com/2009/10/27/programacao-do-mam/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 14:34:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>agenciamaso</dc:creator>
<guid>http://abahiadetodosospovos.wordpress.com/2009/10/27/programacao-do-mam/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; CINEMA DE ARTISTA O audiovisual conquista cada vez mais espaço na programação do MAM. Além de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="news261009" src="http://abahiadetodosospovos.wordpress.com/files/2009/10/news261009.jpg" alt="news261009" width="455" height="262" /></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>CINEMA DE ARTISTA </strong>O audiovisual conquista cada vez mais espaço na programação do MAM. Além de lançar outra iniciativa na área, o CineMAM (veja abaixo), o museu promove a quarta edição do Cinema de Artista que, desta vez, destaca a diversidade do trabalho de Lucas Bambozzi. </p>
<p><strong>CINEMAM </strong>Direcionado à exibição permanente das mais diversas e criativas produções em cinema e vídeo do Brasil e do mundo, o CineMAM é a nova atividade do museu no campo do audiovisual. O projeto começa apresentando seis filmes que integram a inédita <em>Mostra 50 Anos de Cinema da África Francófona</em>.<strong> </strong></p>
<p><strong>SOPHIE CALLE &#124; CUIDE DE VOCÊ </strong>A exposição que vem instigando o público por onde passa, permanece em cartaz até 22 de novembro no MAM. <em>Cuide de Você</em> conta com a participação de 104 mulheres que, a convite da artista, interpretaram uma carta de rompimento amoroso. A instalação integra o Ano da França no Brasil. </p>
<p><strong>CURADORIA EDUCATIVA SOPHIE CALLE </strong>Paralelamente à exposição, prossegue no MAM a <a href="http://cache.easymailing.com.br/links.php?AGE_ID=238887&#38;PES_ID=5668&#38;n=14574&#38;URL_ID=64&#38;url=http://www.mam.ba.gov.br/arte-educacao/%23program"><strong>programação educativa</strong></a> que estimula o público a mergulhar no universo de Sophie Calle. Há vagas para palestras e percursos de mediação. </p>
<p><strong>MAMBOXX </strong>Além de participar das atividades educativas e gratuitas que acompanham a exposição <em>Cuide de Você, </em>os visitantes podem enviar trabalhos artísticos para o MAMBOXX, o blog do MAM. Até 22 de novembro.<strong> </strong></p>
<p><strong>SILVIA MECOZZI, LICA MONIZ E DAVID GLAT </strong>Em novembro, o MAM apresenta três novas produções em vídeo, instalação e fotografia autoral. Os trabalhos, dois deles inéditos, têm como temas centrais a sensibilidade, a relação arte/natureza e o patrimônio histórico de Salvador.<strong> </strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Leia Mais em: <a title="MAM Convida" href="http://www.mam.ba.gov.br/newsmam/2009/014/final/#cinemadeartista" target="_blank">http://www.mam.ba.gov.br/newsmam/2009/014/final/#cinemadeartista</a></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Fonte: <a title="MAM BA" href="http://www.mam.ba.gov.br" target="_blank">http://www.mam.ba.gov.br</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://murmullosdebabel.wordpress.com/2009/10/09/180/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 15:12:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>rikva</dc:creator>
<guid>http://murmullosdebabel.wordpress.com/2009/10/09/180/</guid>
<description><![CDATA[Hasta el peor papel necesita ser bien interpretado.  &#8212;  Proverbio escocés.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Hasta el peor papel necesita ser bien interpretado.  &#8212;  Proverbio escocés.</p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como interpretar os desenhos das crianças]]></title>
<link>http://bielmar.wordpress.com/2009/09/03/como-interpretar-os-desenhos-das-criancas/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 10:07:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gabriel Martins</dc:creator>
<guid>http://bielmar.wordpress.com/2009/09/03/como-interpretar-os-desenhos-das-criancas/</guid>
<description><![CDATA[Mais de que uma actividade lúdica, fazer e colorir desenhos tem um papel muito importante no desenvo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://colorirdesenhos.com/files/imagecache/artigos_full/artigos/desenho-crianca_0.jpg" alt="" width="400" height="309" /></p>
<p>Mais de que uma actividade lúdica,  fazer e <a href="http://colorirdesenhos.com/artigos/colorir-qual-sua-importancia">colorir desenhos tem um papel  muito importante no desenvolvimento de várias capacidades infantis</a>, mas não só. Um desenho feito por uma criança exprime emoções, opiniões, medos, dúvidas e características da sua personalidade. Não é por acaso que os desenhos são uma ferramenta de trabalho preciosa nas avaliações psicológicas infantis e terapias posteriores. Saiba a que tipo de desenhos deve estar atento.</p>
<h2>A força de um desenho</h2>
<p>As crianças privilegiam uma folha de papel branca e lápis de cera para exprimir as suas opiniões, sentimentos e medos – muito mais do que a comunicação verbal. É esta a forma que a <a rel="nofollow" href="http://pequenada.com/">pequenada</a> encontra para contar uma história que terá, invariavelmente, representações de cenas e de pessoas da sua vida real. Um desenho encerra um sem número de significados, presentes em pequenos pormenores que podem não ser imediatamente evidentes, mas que com um olhar mais atento podem revelar algo que possa estar a afectar a criança de forma negativa.</p>
<h2>Meninos vs. Meninas</h2>
<p>Quem já teve oportunidade de analisar desenhos criados por meninos e meninas rapidamente verifica que, na maior parte dos casos, existem diferenças notórias. Por norma, os desenhos de crianças do sexo masculino estão intimamente ligados à acção e à força, sendo por consequência mais escuros e até mais agressivos (podem incluir explosões, armas e monstros, por exemplo); enquanto os desenhos de crianças do sexo feminino estão mais voltados para a natureza e a serenidade, sendo mais contemplativos, belos e coloridos (incluem, não raras vezes, o sol, as nuvens, flores e personagens fantasiosas como fadas, por exemplo).</p>
<h2>Como interpretar desenhos</h2>
<p>Uma área específica e alvo de estudo intensivo, os desenhos infantis são matéria privilegiada no campo da psicologia, o que significa que nem os professores ou educadores de infância estão completamente treinados para decifrar desenhos. Porém, existem sinais de alerta, presentes nos desenhos das crianças, que podem despertar pais e professores para situações anormais. Os terapeutas especialistas afirmam que a interpretação dos desenhos deve ser feita consoante <a href="http://colorirdesenhos.com/artigos/que-significam-rabiscos-coloridos-criancas">a idade da criança</a>, ou seja, um desenho todo preto feito por uma criança de 2 anos pode não ter nenhuma conotação negativa, uma vez que esta ainda não tem uma consciência clara da escolha das cores, ao invés de uma criança mais velha, com 4 ou 5 anos. No entanto, os psicólogos vão mais longe nesta matéria e defendem ainda a importância de não avaliar o desenho isoladamente, mas de considerar, para além da idade da criança, a sua personalidade, o seu desenvolvimento cognitivo e ainda o seu historial de desenhos. Em adição, há, naturalmente, o contexto do desenho, ou seja, sugere-se que o adulto fale frequentemente com a criança sobre aquilo que desenha.</p>
<h2>Deve estar atento a:</h2>
<ul type="disc">
<li><a href="http://colorirdesenhos.com/artigos/as-cores-que-criancas-escolhem">Cores utilizadas</a> e       vivacidade das mesmas</li>
<li>Força ou interrupção do traço</li>
<li>Existência de sombras</li>
<li>Isolamento de determinadas figuras (“fechadas”       dentro de um quadrado ou de um círculo, por exemplo)</li>
<li>Ausência de determinadas figuras ou representação       das mesmas numa escala muito reduzida</li>
<li>Agressividade de determinadas figuras</li>
<li>A criança passa a desenhar, continuadamente,       cenários de violência</li>
<li>Desenha repetidamente a mesma figura</li>
<li>Se alguma figura é riscada ou apagada, depois de       desenhada</li>
<li>Desenha figuras sem cabeça ou sem rosto</li>
<li>Não consegue desenhar-se a si próprio, numa imagem       de família por exemplo</li>
<li>Desenha cenários que não são adequados à sua idade</li>
</ul>
<h2>O que fazer?</h2>
<ul type="disc">
<li>Não entre em pânico, nem proíba a criança de desenhar. O desenho tanto pode revelar algo negativo, como não. Mas, independentemente da conclusão final, é sempre preferível saber e descobrir atempadamente algo que esteja menos bem na vida da criança.</li>
<li>Como os adultos nem sempre vêem o que o imaginário das crianças (e a falta de técnica, compreensível nos mais novos) transpõe para o papel, é essencial manter um diálogo aberto sobre os desenhos infantis, sem recriminações, apenas muitos “porquês”. Procure descobrir a “história” por de trás de cada desenho.</li>
<li>Se verificou um ou mais “sinais de alerta” (transcritos na lista acima), é importante reunir os desenhos mais recentes da criança, para verificar se existe uma recorrência desse padrão ou não. Se necessário, marque uma reunião com a professora, de forma a poder também ter acesso aos desenhos efectuados na escola.</li>
<li>Fale com a criança sobre os desenhos em questão, tentando descobrir o que está por de trás dos mesmos, ou seja, a criança pode ou não dizer-lhe exactamente o que se passa ou o que se passou, por isso, será necessário estar atento às “entrelinhas”.</li>
<li>Se os desenhos da criança continuarem a alarmá-lo,       procure ajuda profissional.</li>
<li>Acima de tudo, não desencoraje a criança de desenhar, esta é uma actividade lúdica, criativa e educacional, que deve ser praticada continuamente, até porque os seus benefícios são mais do que muitos.</li>
</ul>
<h6><span style="color:#c0c0c0;">Fonte: <a href="http://colorirdesenhos.com" target="_blank">Colorir Desenhos</a></span></h6>
<p><span style="color:#888888;"><span style="color:#339966;"><strong>Faltam 23 dias</strong></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONFLITOS]]></title>
<link>http://academiaagir.wordpress.com/2009/07/08/conflitos/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 14:36:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana</dc:creator>
<guid>http://academiaagir.wordpress.com/2009/07/08/conflitos/</guid>
<description><![CDATA[O tema de hoje, é muito atrelado à comunicação no sentido mais amplo, pois pode nascer nela, ou aind]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O tema de hoje, é muito atrelado à comunicação no sentido mais amplo, pois pode nascer nela, ou ainda ser resolvido por meio dela, a saber: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conflito" target="_blank">CONFLITOS</a>. Onde não há conflitos? Como fazer para evitar? Como  minimizá-los?  Desafios da comunicação, haver sintonia na mensagem entre o  emissor e o receptor,  pode sofrer com a poluição sonora. O Falar pode conter mensagens explícitas e implícitas. O Ouvir depende de como o receptor capta, interpreta e avalia a mensagem. Há diversos fatores influenciando o Falar&#62; Dizer: o modo de falar, a expressão, o vocabulário, o objetivo, interesse e expectativas do emissor, bem como o Ouvir&#62; Escutar: a ocasião, sensação, atenção, pretensão ou não, interpretação e consideração ou não do receptor. Tais fatores (tanto os influenciadores do Falar&#62; Dizer, quanto os do Ouvir&#62; Escutar), podem poluir ou favorecer a mensagem, produzindo ruídos na comunicação, gerando ou não complicações e surgir conflito.   As divergências de objetivos, interesses, expectativas, necessidades, possibilidades e desdobramentos também podem gerar falta de entendimento surgindo<a class="aligncenter" style="display:inline!important;" title="Trinônimos - clique em 27 - Dicionários" href="http://www.academiaagir.com.br/novo_index2511.htm" target="_blank"> ATRITOS&#62; DISPUTAS&#62; CONFLITOS</a>.<br />
Então, é preciso construir CONVERGÊNCIAS para todos saírem ganhando.   Como fazer para SOLUCIONAR Conflitos?  Abaixo uma figura representativa da Metodologia em Conflitos:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-145" title="1-Análise do contexto 1" src="http://academiaagir.wordpress.com/files/2009/07/1-analise-do-contexto-1.jpg" alt="1-Análise do contexto 1" width="506" height="185" /></p>
<p>Para construir CONVERGÊNCIA é preciso equacionar o CONFLITO. É preciso:  1º&#62; Identificar os Sintomas dos Conflitos,  2º&#62; Analisar as causas dos Conflitos,3º&#62; Diagnosticar os desejos das pessoas. Depois de conhecer os desejos dos envolvidos é fundamental:  4º&#62; Conectar afinidades, 5º&#62; Integrar soluções, 6º&#62; Concretizar propostas.</p>
<p>Esse processo exige VONTADE<a title="Trinônimos - clique em 27 - dicionários" href="http://www.academiaagir.com.br/novo_index2511.htm" target="_blank">&#62; DETERMINAÇÃO&#62; PERSEVERANÇA</a> das pessoas envolvidas.   É preciso lembrar sempre que: Se for um PROBLEMA, tem SOLUÇÃO&#8230;certamente. A SOLUÇÂO, sem dúvida, exige bastante dedicação do profissional, mas representa também um grande DESAFIO&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resenha de Pedro Aragão]]></title>
<link>http://letrasunicid.wordpress.com/2009/06/09/resenha-sobre-o-texto-a-importancia-do-ato-de-ler-em-tres-artigos-que-se-completam-paulo-freire/</link>
<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:55:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>letrasunicid</dc:creator>
<guid>http://letrasunicid.wordpress.com/2009/06/09/resenha-sobre-o-texto-a-importancia-do-ato-de-ler-em-tres-artigos-que-se-completam-paulo-freire/</guid>
<description><![CDATA[Resenha sobre o texto A importância do ato de ler em três artigos que se completam (Paulo Freire) De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Resenha sobre o texto A importância do ato de ler em três artigos que se completam (Paulo Freire)</p>
<p>De forma muito clara e pessoal, em todo o seu discurso, Paulo Freire exemplificou com as suas experiências de leitura qual era a relação da leitura de mundo com a leitura da palavra . Percebemos que o texto oral de Paulo Freire realça o sentido cognoscitivo de seus sentimentos vividos como leitor. Para melhor ilustrar essas sensações foi preciso fazer uma “viagem” à infância – trazendo experiências, dúvidas e reflexões do passado – sem esquecer de realizar uma associação lógica com a maturidade lingüística de leitor. Esse artifício, muito bem usado por Paulo Freire, possibilitou uma compreensão e uma aproximação mais favorável ao interlocutor, fazendo com que a discussão evoluísse em diversas proporções.</p>
<p>Em outro momento entendemos que estar instigado à leitura é muito mais do que uma pré-disposição de um indivíduo é, na verdade, uma conseqüência natural dos acontecimentos da vida de cada um, e isso pode ocorrer tanto no período de juventude quanto na maturidade. A importância que Paulo Freire dá a leitura nos remete a uma progressão, ou seja, o processo que indica o crescimento intelectual do leitor precisa de tempo – que pode variar em cada situação – para amadurecer. Entendemos que, mais do que interpretar textos, a leitura consiste em avaliar o quanto se compreende do assunto tratado. Portanto, está descartada a possibilidade de criar reflexões lógicas sem um repertório – seja ele, específico ou alternativo – de leituras e o desenvolvimento de pesquisas que permeiem os assuntos que interessam ao leitor.</p>
<p>O que chama mais atenção nesse discurso é a valorização intrínseca da alfabetização. No contexto educativo, a leitura é muito valiosa e tem o caráter de instruir, por isso, a atenção deve ser redobrada. Paulo Freire não enxerga o ato de alfabetizar como um ato mecânico, e sim, como uma possibilidade de aproximação com a palavra, enquanto leitura de mundo, isso vale tanto para o aluno quanto para o educador. Mais que isso, é preciso sentir-se ativo enquanto leitor e conseqüentemente discutir com propriedade os assuntos enquanto propagador de ideias e conceitos.</p>
<p style="text-align:right;">Pedro Aragão</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Faemino y Cansado y la teoría de mesas]]></title>
<link>http://miradadepat.com/2009/05/29/faemino-y-cansado-y-la-teoria-de-mesas/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 12:38:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>pat</dc:creator>
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<description><![CDATA[El miércoles, en lugar de ver la final de la Champion como haría cualquiera que no quiera parecer al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El miércoles, en lugar de ver la final de la Champion como haría cualquiera que no quiera parecer al día siguiente un marginado social, fuimos a ver a Faemino y Cansado a la Sala Galileo Galilei.  Un poco de humor nunca viene mal. De hecho siempre viene bien. Pero no era mi intención ni hablar de la genialidad de la pareja, ni tampoco a reventar alguno de sus sketches, sino de algo que me llamó la atención. Las mesas  (sí, ya sé que pueda sonar raro, pero es que está escribiendo una persona que no vio la final de la Champion, ya lo avisé desde el principio).</p>
<p>Cuando uno va a comprar las entradas puede elegir entre de pie o sentado. Y si es sentado, como el aforo no es muy grande, a veces toca mesa compartida. Ese no fue nuestro caso, que aún comprando entradas el día de la final tuvimos que conformarnos con una mesa en la parte de arriba, segunda fila. Pero por estar en la segunda fila, veíamos mejor lo que ocurría en la primera que en el escenario.</p>
<p>En una mesa de cuatro se sentó una pareja. Se trataba de una mesa compartida. Parece que el concepto es claro, pero sin embargo hasta los conceptos claros son susceptibles de ser interpretados. Y si no, no hay más que seguir leyendo.</p>
<p>Cuando llegó otra pareja a la mesa diciendo “creo que compartimos mesa”, los que ya estaban sentados les preguntaron cómo preferían el reparto de los sitios. Nosotros habíamos pensado sentarnos uno junto a otro y no uno frente a otro, para que así al menos un miembro de cada pareja tenga visibilidad directa al escenario. Perfecto, como prefiráis.<br />
Interpretación: compartir una mesa significa que todos los usuarios comparten derechos y obligaciones, y las decisiones son tomadas por consenso y de la forma más justa posible para todos los integrantes.</p>
<p>En otra mesa de cuatro, justo al lado de la anterior, también había sentada una pareja. Se habían sentado uno frente a otro, ocupando los dos sitios con vista directa al escenario.<br />
De pronto llegó la otra pareja “buenas noches, creo que compartimos mesa”. Uno de los que estaban ya sentados emitió un gruñido y continuó mirando al escenario aún vacío, como para evitar así cualquier riesgo de conversación o contacto directo. La pareja recién llegada ocupó los asientos que quedaron libres.<br />
Interpretación: compartir una mesa significa sentarse en el mismo lugar que otras personas. El que primero llega decide dónde, que para eso se ha esforzado en llegar pronto. El que llega después se conforma con lo que queda.</p>
<p>Me habría gustado poder observar más interpretaciones. Porque aunque parece que no, seguro que hay tantas como usuarios de mesa. Y después me pregunto qué interpretación le habría dado yo al concepto “compartir mesa”. Porque así, a toro pasado, lo fácil es decir sin duda que la primera, que queda mejor, como muy rollo cívico y solidario. Pero eso no es más que lo que hubiera deseado interpretar. Lo que hubiera interpretado no lo sabré hasta que no me encuentre en situación. Porque al final, primera interpretación, segunda, tercera y las que hubiera, son todas humanas.</p>
<p>Y bueno, pensándolo mejor, no voy a reventar un sketch, lo voy a fusilar. Este lo contaron el otro día y además está grabado en la sala Galileo Galilei. Y sí,  tendré cuidado, no vaya ser que se entere Ramoncín y me de un cabezazo&#8230;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/wmhuQShQaNI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/wmhuQShQaNI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[interpretacoes]]></title>
<link>http://asmiudasmaisgirasdeangolaeomiudodept.wordpress.com/2009/05/03/interpretacoes/</link>
<pubDate>Sun, 03 May 2009 22:38:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>pp</dc:creator>
<guid>http://asmiudasmaisgirasdeangolaeomiudodept.wordpress.com/2009/05/03/interpretacoes/</guid>
<description><![CDATA[lembro-me de um tema na nossa noite gira em pt: interpretacao de posts e comentarios. eu ate&#8217; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>lembro-me de um tema na nossa noite gira em pt: interpretacao de posts e comentarios.<br />
eu ate&#8217; nem escrevo muito quando comento, nao uso maiusculas, de qd em vez lembro-me que ha&#8217; paragrafos,   a bem dizer, quem me conhece sabe o q escrevo e sabe ler nas entrelinhas. ah, o maior comentario que fiz foi no blog do chefe, qd ainda o mario andava por estas bandas, antes de ir para os camelos.<br />
o engracado por aqui e foi sempre o q mais gostei nos comentarios e posts, e&#8217; escrever sem &#8220;mencionar&#8221;, ler na diagonal e sempre com boa disposicao.</p>
<p>e agora nem preciso de dizer pq escrevi este post.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos aprender a programar em C/C++? Lição 03: código-fonte, código objeto, compiladores, interpretadores e IDEs]]></title>
<link>http://fabianovasconcelos.wordpress.com/2009/04/10/c-c-plusplus-licao03/</link>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 18:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabianovasconcelos</dc:creator>
<guid>http://fabianovasconcelos.wordpress.com/2009/04/10/c-c-plusplus-licao03/</guid>
<description><![CDATA[Salve galerinha do país mais corrupto do mundo! Aos que cairam do berço quando eram bebês e hoje têm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Salve galerinha do país mais corrupto do mundo! Aos que cairam do berço quando eram bebês e hoje têm]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teatro para Tolos]]></title>
<link>http://rebelheartbr.wordpress.com/2009/03/30/teatro-para-tolos/</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 15:49:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ka</dc:creator>
<guid>http://rebelheartbr.wordpress.com/2009/03/30/teatro-para-tolos/</guid>
<description><![CDATA[Qual máscara você está usando hoje? A vida de muitas pessoas é uma peça de teatro. Cada dia vestindo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4 style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-612" title="mascara2" src="http://rebelheartbr.wordpress.com/files/2009/03/mascara2.jpg" alt="mascara2" width="318" height="446" /></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Qual máscara você está usando hoje?</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">A vida de muitas pessoas é uma peça de teatro. Cada dia vestindo uma personagem diferente, vai levando sua vida de acordo com as reações da &#8220;plateia&#8221;. Interpreta magistralmente seu papel na ansia de agradar a todos que estão a sua volta. E para que? Simplesmente para fazer parte, não ser rejeitada e nem julgada.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Enquanto isso sua personalidade verdadeira fica oculta, enterrada sobre esse mundo de personagens, até que um dia, inevitavelmente ela se perca de uma vez.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Por que tanto medo assim de ser quem somos de verdade? Será que ter pensamentos, idéias e vontades diferentes da maioria dos atores desse teatro para tolos é tão ruim assim?</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Isso pra mim é covardia&#8230; Pessoas covardes precisam de aprovação, tem medo de enfrentar seus problemas e da rejeição.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">As pessoas que verdadeiramente querem compartilhar de nossa vida gostam de nosso verdadeiro &#8220;EU&#8221;. Gostam de nós como somos, podem ser sinceras a todo momento, podem ser quem são sem medo de magoar, ou ferir&#8230;</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Pessoas que fazem brotar em nós o que temos de melhor, que premiam nossa personalidade, que realmente gostam do que somos e não de uma personagem que criamos para melhor servir aos interesses de quem insistimos em agradar sempre.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Até quando? Será que você precisa mesmo se sujeitar a tamanho desamor com sua personalidade para ser alguem que as pessoas esperam que você seja ao invés de ser o que você realmente é?</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Quando aprenderá a dizer o que realmente pensa ao invés de falar o que as pessoas querem ouvir?</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Quando deixará de tentar agradar quem NUNCA gostou realmente de você, mas sim de sua personagem nessa peça de teatro idiota?</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Acordem!!! Chega!!!</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Você não é uma personagem, você não tem que fazer o que o resto do mundo ta fazendo por osmose, você não tem que mentir pra agradar ninguem, você não tem que aceitar tudo que lhe oferecem&#8230; Tenha personalidade, resgate a coitada que está soterrada em meio a todos os papeis que você interpretou até hoje.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Aprenda de uma vez por todas, pessoas de verdade e não personagens gostam de clareza, de honestidade, enfim vão gostar de você independente de quem você for, pois só pessoas reais entendem o verdadeiro sentido de sentimentos como o amor, e o amor como todos sabem e já cansei de repetir, é totalmente incondicional.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Afaste-se desse teatro, venha para o mundo de pessoas reais e deixe os atores e seus personagens e sua vidinha falsa e interpretada de lado.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Nós sabemos melhor do que ninguem que personagens interpretam tudo, até mesmo o que dizem sentir, afinal é isso que  fazem os bons atores: Mentem bem, enganam e dissimulam.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Ser real, verdadeiro e honesto, são qualidades para raros, mas que deveriam ser de todos.</span></h4>
<p><span style="color:#800080;"><br />
</span></p>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#800080;">Por RebelHeartBR</span></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conclusiones del seminario Augusto Fernandes. Backstage2]]></title>
<link>http://amaializarralde.wordpress.com/2009/03/17/conclusiones-del-seminario-augusto-fernandes-backstage2/</link>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 10:44:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>amaializarralde</dc:creator>
<guid>http://amaializarralde.wordpress.com/2009/03/17/conclusiones-del-seminario-augusto-fernandes-backstage2/</guid>
<description><![CDATA[Hace días que terminé el seminario con Augusto y todavía sigo oyendo frases como : ¿qué es lo que qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hace días que terminé el seminario  con Augusto y todavía  sigo oyendo frases como :  ¿qué es lo que quieres decir?,  ¿cuál es la escena?, ¿cuál es la música de la escena?&#8230;etc,una y otra vez.Frases y preguntas que son el abc del teatro pero que olvidamos  a la hora de interpretrar.</p>
<p>Para continuar con  mi ciclo de vídeos mostratré una sesión de trabajo   con Augusto en la que  utilizo mis palabras para saber qué es lo que dice el personaje y así asimilar la lógica y la continuidad de las ideas del texto. Espero que disfruteis con la maestría, paciencia y capacidad de Augusto para llevar al actor a encontrar la acción del texto.</p>
<p>GRACIAS AUGUSTO!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/oqMDGfj3qts&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/oqMDGfj3qts&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Odio la Poesía...]]></title>
<link>http://apetencias.wordpress.com/2009/03/13/interested/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 08:04:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eurídicej</dc:creator>
<guid>http://apetencias.wordpress.com/2009/03/13/interested/</guid>
<description><![CDATA[Interested por Lala Mártin . . .  porque es un cuerpo, funciona  gracias a  un complejo sistema circ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Interested por Lala Mártin . . .  porque es un cuerpo, funciona  gracias a  un complejo sistema circ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interpretando os Resultados dos Dados.]]></title>
<link>http://falhacriticarpg.wordpress.com/2009/03/08/interpretando-os-resultados-dos-dados/</link>
<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 14:42:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gun Hazard</dc:creator>
<guid>http://falhacriticarpg.wordpress.com/2009/03/08/interpretando-os-resultados-dos-dados/</guid>
<description><![CDATA[Interpretando os Resultados dos Dados. Talvez por falta de ‘interpretação’ de texto muita gente asso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Interpretando os Resultados dos Dados. Talvez por falta de ‘interpretação’ de texto muita gente asso]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[06-ESTUDIO POR LIBRO -TIC8- FUNDAMENTOS DE LA FE CRISTIANA - 8. CÓMO INTERPRETAR LA BIBLIA - James M. Boice]]></title>
<link>http://cebei.wordpress.com/2009/03/06/06-estudio-por-libro-tic8-36fundamentos-de-la-fe-cristiana-8-como-interpretar-la-biblia-james-m-boice/</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 04:01:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adolfo prisionero de Cristo</dc:creator>
<guid>http://cebei.wordpress.com/2009/03/06/06-estudio-por-libro-tic8-36fundamentos-de-la-fe-cristiana-8-como-interpretar-la-biblia-james-m-boice/</guid>
<description><![CDATA[8. CÓMO INTERPRETAR LA BIBLIA &#8220;ALGUNOS LIBROS SON PARA SER PROBADOS, OTROS PARA SER tragados, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img src="http://dist-ch.com/libros/images/Los_Fundamentos_De_La_Fe_Cristiana.jpg" alt="" width="226" height="236" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>8. CÓMO INTERPRETAR LA BIBLIA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;ALGUNOS LIBROS SON PARA SER PROBADOS, OTROS PARA SER tragados, y algunos pocos para ser masticados y digeridos; o sea, algunos son para ser leídos sólo en partes; otros son para ser leídos, pero no por mera curiosidad; y algunos pocos para ser leídos en su totalidad, con diligencia y atención&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">1 Cuando el ensayista inglés del siglo diecisiete, Sir Francis Bacon, escribió estas palabras no estaba pensando sólo en la Biblia. Pero de lo que no queda ninguna duda es que si la amonestación &#8220;para ser leído con diligencia y atención&#8221; debe ser aplicada a algún libro, este es la Escritura del Antiguo y del Nuevo Testamento, que es la Palabra de Dios. La Biblia es una forma de la revelación que Dios, en su gracia, realiza de sí mismo a los hombres y las mujeres. Debemos tratarla con cariño. Lo que nos impulsa a estudiarla con diligencia será nuestro amor a Dios más un deseo por conocerle mejor para poder obedecer sus órdenes expresas.<br />
Pero aquí se plantea un problema. Si la Biblia es el libro de Dios, que nos fue entregado durante un período de cerca de mil quinientos años por más de cuarenta autores humanos, se trata de algo completamente distinto a cualquier otro libro que alguna vez hayamos visto. Los principios de estudio a seguir, por lo tanto, debieran ser diferentes. ¿Deberán ser diferentes? Si es así, ¿cómo deberán ser? ¿Deberíamos considerar a la Biblia espiritualmente -es decir, en un sentido místico o mágico? Los que encaran la Biblia de esta manera suelen acabar persuadidos de forma extraña e irracional. ¿O, más bien, deberíamos leerla de una manera puramente natural -es decir, como leeríamos cualquier otro libro? Este último curso parece ser el apropiado, pero es también el propósito del criticismo naturalista que hemos criticado tan enfáticamente. ¿Cuál debería ser el enfoque del lector cristiano o del académico cristiano?<br />
Las respuestas las encontramos en las cuatro verdades más fundamentales sobre la Biblia, las que ya hemos cubierto en los capítulos anteriores:</p>
<p style="text-align:justify;">(1) la Biblia tiene un verdadero autor, Dios;</p>
<p style="text-align:justify;">(2) la Biblia nos fue entregada por canales humanos;</p>
<p style="text-align:justify;">(3) la Biblia tiene un propósito unificador, el llevarnos a un conocimiento obediente y reverente del verdadero Dios; y,</p>
<p style="text-align:justify;">(4) para entender la Biblia necesitamos de la actividad sobrenatural del Espíritu Santo, cuya tarea consiste en interpretar las Escrituras. Los principios esenciales para estudiar la Palabra de Dios están implícitos en estas cuatro proposiciones.</p>
<p style="text-align:justify;">UN LIBRO, UN AUTOR, UN TEMA<br />
Primero, la Escritura tiene un solo autor, Dios. Si bien es cierto que la Biblia llegó a nosotros por medio de<br />
canales humanos, más importante resulta el hecho que la Biblia en su totalidad y en cada una de sus partes<br />
proviene de Dios. Superficialmente, una persona puede considerar a la Biblia como una colección miscelánea<br />
de escritos, en cierto modo encadenados por los accidentes de la historia. Pero la Biblia no es sólo una<br />
colección. Como lo afirma J. I. Packer es &#8220;un solo libro con un solo autor -Dios el Espíritu, y un solo tema -Dios<br />
el Hijo, y los propósitos salvíficos del Padre, que giran en torno a él&#8221;.2<br />
La autoría de la Biblia nos conduce a dos principios de interpretación: el principio de la unidad y el principio<br />
de la no contradicción. Juntos significan que si la Biblia es verdaderamente de Dios y si Dios es un Dios de<br />
verdad (como lo es), entonces, (1) las distintas partes del libro deben complementarse mutuamente para<br />
contar una historia, y (2) si dos partes parecen estar en oposición o ser contradictorias, nuestra interpretación<br />
de una de esas partes o de ambas debe ser errónea. Podemos hasta decir que si un académico está<br />
malgastando sus esfuerzos para remarcar las contradicciones del texto bíblico y no las trasciende para<br />
demostrar cómo pueden ser resueltas, no está demostrando ni su sabiduría ni su honestidad, sino más bien su<br />
fracaso como intérprete de la Palabra de Dios.<br />
Muchos podrán afirmar que intentar encontrar unidad donde, según ellos dicen, no hay unidad es ser<br />
deshonestos. Pero el problema es en realidad uno de interpretación y presuposiciones.<br />
Podemos tomar el tema de los sacrificios como un ejemplo. Todos reconocen que aunque los sacrificios juegan<br />
un papel importante en el Antiguo Testamento, luego no son enfatizados en el Nuevo Testamento. ¿Por qué<br />
es esto? ¿Cómo debemos considerarlos? Y aquí alguien propone su idea de una conciencia religiosa<br />
evolutiva. Presupone que los sacrificios fueron importantes en las formas religiosas más primitivas; que deben<br />
ser explicados por el temor que los individuos sentían hacia los dioses o hacia Dios. Dios es imaginado como<br />
2<br />
un ser caprichoso, una deidad vengativa, a quien los adoradores buscan aplacar con un sacrificio. Esto parece<br />
ser la idea general del sacrificio en las religiones paganas de la antigüedad. Se supone que también es así<br />
para la religión de los antiguos pueblos semitas.<br />
Con el tiempo, sin embargo, dicha concepción primitiva de Dios da lugar a un concepto más evolucionado<br />
sobre él. Dios es visto ahora no tanto como un Dios de ira y de antojos caprichosos, sino como un Dios de<br />
justicia. Y entonces la ley comienza a tener un sitio más prominente, para finalmente acabar<br />
reemplazando el sacrificio del centro de la religión. Por último, los adoradores alcanzan el concepto de Dios<br />
como un Dios de amor y, llegado este punto, el sacrificio desaparece por completo. Quienquiera que piense<br />
de esta manera podría fijar el punto de giro en la venida de Jesucristo y sus enseñanzas. Por lo tanto, hoy en<br />
día consideraría que tanto los sacrificios, como la idea de la ira de Dios, son conceptos anticuados, ya<br />
superados.<br />
Por el contrario, otra persona (un evangélico estaría dentro de esta categoría) podría acercarse al material<br />
con unas presuposiciones completamente distintas y, por lo tanto, produciría una interpretación completamente<br />
diferente. El, o ella, comenzaría tomando nota que el Antiguo Testamento realmente nos dice bastante<br />
sobre la ira de Dios. Pero se daría cuenta que este elemento apenas es eliminado en la medida que se<br />
recorre la Biblia, y ciertamente no es eliminado en el Nuevo Testamento. Es uno de los temas importantes de<br />
Pablo, por ejemplo. Surge con claridad en el libro de Apocalipsis, donde leemos sobre la justa ira de Dios<br />
que finalmente se derrama contra los pecados de una raza rebelde e incrédula. Con respecto propiamente a<br />
los sacrificios, es cierto que las iglesias del Nuevo Testamento no realizan más los sacrificios detallados del<br />
sistema del Antiguo Testamento. Pero su desaparición no es porque una concepción primitiva de Dios haya<br />
evolucionado para convertirse en una concepción más avanzada, sino porque el gran sacrificio de<br />
Jesucristo completó y puso fin a todos los sacrificios, como sostiene la epístola a los Hebreos.<br />
Para dicha persona la solución no se encontrará en una concepción evolutiva de Dios; para dicha persona,<br />
Dios es siempre el mismo -un Dios de ira hacia el pecado, un Dios de amor hacia el pecador. La solución se<br />
hallará en la revelación progresiva que Dios hace de sí mismo a la humanidad, una revelación en la cual el<br />
propósito de los sacrificios (para los cuales Dios da instrucciones explícitas) es enseñar la naturaleza grave<br />
del pecado y la manera en que Dios siempre se propuso salvar a los pecadores. Los sacrificios del Antiguo<br />
Testamento señalan a Cristo. Juan el Bautista puede decir, refiriéndose a una parte del sistema de<br />
sacrificios de la vida antigua judía que todos podían comprender: &#8220;¡He aquí el Cordero de Dios, que<br />
quita el pecado del mundo!&#8221; (Jn. 1:29). Y Pedro puede escribir: &#8220;sabiendo que fuisteis rescatados de vuestra<br />
vana manera de vivir, la cual recibisteis de vuestros padres, no con cosas corruptibles, como oro o plata, sino<br />
con la sangre preciosa de Cristo, como de un cordero sin mancha y sin contaminación&#8221; (1 P. 1:18-19).<br />
En este ejemplo, como en todos los demás casos de interpretación bíblica, la información es la misma. La única<br />
diferencia es que una interpretación se acerca a las Escrituras buscando contradicciones y desarrollo; la otra<br />
interpretación, en cambio, se acerca a las Escrituras creyendo que Dios las ha escrito y por lo tanto en<br />
busca de unidad, permitiendo que un pasaje ilumine a otro pasaje. La Confesión de Fe de Westminster<br />
afirma: &#8220;La regla infalible para la interpreta ción de la Escritura es la Escritura misma: y por lo tanto,<br />
cuando hay alguna incógnita sobre el verdadero y cabal sentido de una parte de la Escritura (que no son<br />
varias sino una sola) debe buscarse y ser comprendida mediante otras partes que hablan con más<br />
claridad&#8221;(I, ix).<br />
EL FACTOR HUMANO<br />
Una segunda verdad sobre la Biblia es que nos ha sido legada mediante canales humanos, si bien Dios es la<br />
fuente originaria de las Escrituras. Este factor humano no significa que la Biblia entonces está sujeta a error,<br />
como casi todos los libros humanos lo están. Significa, empero, que todos los principios fundados de<br />
interpretación deben ser usados para estudiar la Biblia, de la misma manera que se usarían para estudiar<br />
cualquier otro documento antiguo. El camino a la mente de Dios es mediante la mente del autor humano, a<br />
quien él utilizó como canal. En consecuencia, la única manera apropiada para interpretar la Biblia es descubrir<br />
lo que los portavoces humanos de Dios querían expresar.<br />
Es necesario que cualquier interpretación considere cada afirmación bíblica en su contexto; o sea, dentro del<br />
contexto del capítulo, del libro y, por último, de toda la Palabra de Dios. Entender el contexto es una<br />
3<br />
necesidad obvia para la interpretación de cualquier documento. Una afirmación expresada fuera de su<br />
contexto suele ser equivocada. Pero en especial, debemos estar en guardia de no caer en este error al<br />
interpretar la Biblia; ya que las personas que creen en la Biblia tienen las palabras de las Escrituras en tan alta<br />
estima que algunas veces las elevan en detrimento del contexto. Frank E. Gaebelein, el autor de una valioso<br />
libro de interpretación bíblica, dice:<br />
Al reconocer que la Biblia es la Palabra inspirada por Dios, el lector devoto le asigna una importancia<br />
peculiar a cada una de sus afirmaciones. Esta reverencia es digna de encomio, pero cuando se reduce a<br />
la práctica de tomar versículos aislados como prueba de cualquier cosa, se convierte entonces en algo<br />
positivamente peligroso. Si este fuera un método serio de interpretación, sería posible encontrar apoyo<br />
bíblico para casi todos los crímenes habidos y por haber, para las borracheras y los asesinatos, para la<br />
mentira y el engaño.3<br />
La Biblia misma nos habla de la necesidad de una interpretación adecuada. &#8220;Procura con diligencia<br />
presentarte a Dios aprobado, como obrero que no tiene de qué avergonzarse, que usa bien la palabra de<br />
verdad&#8221; (2 Ti. 2:15). En este versículo la palabra traducida &#8220;que usa bien&#8221; significa literalmente &#8220;que corta<br />
derecho&#8221; o &#8220;que usa correctamente&#8221;.<br />
También tenemos necesidad de considerar el estilo del material y luego interpretarlo dentro de ese marco.<br />
Las consideraciones de estilo son de particular importancia al estudiar la literatura poética, como el libro de<br />
los Salmos, el de Proverbios, Job y aun partes del material profético. Los libros poéticos suelen emplear con<br />
frecuencia símbolos o imágenes; estas metáforas pueden malinterpretarse si son tomadas literalmente. El<br />
Apocalipsis no debe ser tomado literalmente en todas sus partes como, por ejemplo, la visión de Jesús en los<br />
versículos iniciales. El resultado de una interpretación literal es una monstruosidad; tendríamos una<br />
figura que es completamente blanca, que tiene cabello como la lana, los ojos como fuego, los pies como<br />
bronce caliente y refulgente, una espada que sale de su boca, con siete estrellas en su mano derecha. Por otro<br />
lado, cuando descubrimos que cada uno de estos elementos tiene una imagen asociada con Dios en el Antiguo<br />
Testamento, entonces la visión nos brinda un retrato de Jesús como siendo uno con Dios el Padre en todos<br />
sus atributos: santo, eterno, omnisciente, omnipresente, revelador y soberano.<br />
El estilo también es significativo en las parábolas del Nuevo Testamento. El uso de las parábolas era una<br />
método especial de enseñanza y así es como debe ser reconocido. Una parábola suele servir para ilustrar uno,<br />
o como mucho, unos pocos puntos principales. En consecuencia, es un error encontrar una aplicación para cada<br />
detalle de la historia. Por ejemplo, resulta ridículo intentar asignarle un significado a las algarrobas, los cerdos<br />
y otros detalles de la historia del hijo pródigo.<br />
En tercer lugar tenemos necesidad de considerar el propósito para el cual un pasaje en particular fue escrito.<br />
En otras palabras, debemos considerar su alcance. Gaebelein escribe:<br />
La Biblia tiene un único gran propósito. Nos fue entregada para revelar el amor de Dios manifestado en<br />
la provisión divina de la salvación mediante nuestro Señor Jesucristo. Este es su objetivo, y una<br />
interpretación seria nunca debe perder de vista este objetivo. En consecuencia, es un error serio y<br />
equívoco considerar la Biblia como una fuente de estudio para la ciencia, la filosofía, o cualquier otro<br />
tema que no sea el tema central de la Deidad en relación con la humanidad. Después de todo, la<br />
Escritura tiene su propio alcance, un alcance que está determinado no por los escritores individuales,<br />
aunque fueron inspirados, sino por el Autor divino de todo el libro. No se puede pretender que la Biblia<br />
se expida en todos los campos del conocimiento fuera del alcance delineado por el propósito divino del<br />
libro.4<br />
Esto se puede aplicar obviamente a las referencias que parecen haber molestado tanto a Rudolf Bultmann,<br />
donde se supone que el cielo está &#8220;allá arriba&#8221; y el infierno &#8220;debajo&#8221; de nuestros pies. Nuevamente aquí,<br />
debemos considerar el propósito y el alcance de la Biblia en aquellos pasajes sobre los huesos que gimen, las<br />
entrañas que añoran, los riñones que instruyen y los oídos que juzgan. Se suele decir que estas referencia<br />
revelan una noción equivocada del universo y de la fisiología humana, pero esto es absurdo. Lo único que<br />
muestran es que los escritores bíblicos escribieron en el lenguaje de su época, para poder ser entendidos. Su<br />
uso de tales expresiones no es menos científico que expresiones tales como &#8220;flotar en el aire&#8221;, &#8220;tengo un<br />
nudo en mi garganta&#8221;, &#8220;en lo profundo de mi corazón&#8221; y otras.<br />
No siempre es fácil determinar cuando un pasaje está usando un lenguaje literal y cuando está utilizando<br />
un lenguaje figurativo, por supuesto; entonces, debemos ser muy cuidadosos. Lo primordial es ser<br />
conscientes del problema y buscar conscientemente el verdadero alcance del pasaje. Al seguir este propósito<br />
4<br />
podemos hacernos preguntas tales como las siguientes: ¿para quién fue escrito? ¿quién lo escribió? ¿cuándo<br />
fue escrito? ¿qué es lo que dice?<br />
Una cuarta necesidad la constituye el prestar toda la atención posible al significado de las palabras<br />
individuales. Es posible que Dios pueda pensar sin palabras u otros símbolo, pero es bien cierto que no es así en<br />
nuestro caso. Como consecuencia, el significado de las palabras y el uso individual de ellas es de suma<br />
importancia. Cuando no las tomamos en consideración, inevitablemente malinterpretamos.<br />
Es obvio que los estudiantes de la Biblia no deben dejar de prestar atención al significado preciso de las<br />
palabras bíblicas. Los estudios de las palabras mismas pueden ser muy gratificadores; palabras como &#8220;fe&#8221;,<br />
&#8220;salvación&#8221;, &#8220;justicia&#8221;, &#8220;amor&#8221;, &#8220;espíritu&#8221;, &#8220;gloria&#8221;, &#8220;iglesia&#8221;, y muchas otras son fascinantes.<br />
Estos puntos pueden ser resumidos en lo que se ha venido a llamar el método histórico-literal de<br />
interpretación bíblica. Este método significa simplemente, en las palabras de Packer, que &#8220;el sentido<br />
natural y propio de cada pasaje (es decir, el sentido intencionado del escritor) debe ser considerado<br />
fundamental&#8221;. El punto de partida es el significado intencionado de las palabras en su propio contexto y en<br />
el habla del autor u orador original.<br />
En otras palabras, las afirmaciones de las Escrituras deben ser interpretadas a la luz de las reglas de la<br />
gramática y el discurso, por un lado; y de su propio lugar en la historia, por el otro. Esto es lo que sería de<br />
esperar según la naturaleza del caso, sabiendo que los libros bíblicos se originaron como documentos<br />
ocasionales, dirigidos a un público contemporáneo; y está ejemplificado en la exposición que el Nuevo<br />
Testamento hace del Antiguo Testa mento, donde brilla por su ausencia la alegorización antojadiza practicada<br />
por los filisteos y los rabinos.5<br />
El principio se basa en el hecho de que la Biblia es la Palabra de Dios en lenguaje rumano. Significa que las<br />
Escrituras deben interpretarse en un sentido natural, y que no debe permitirse que las preferencias teológicas<br />
y culturales oculten el significado fundamental.<br />
RESPONDIENDO A LA PALABRA<br />
Tercero, la Biblia nos fue entregada por Dios para provocar una respuesta personal en nosotros. Si no<br />
permitimos que esto suceda, inevitablemente la estaremos usando mal (aun cuando la estudiamos) y<br />
podremos malinterpretarla.<br />
En cierta oportunidad Cristo le dijo a los líderes judíos de su día: &#8220;Escudriñad las Escrituras; porque a<br />
vosotros os parece que en ellas tenéis la vida eterna; y ellas son las que dan testimonio de mí; y no<br />
queréis venir a mí para que tengáis vida. Gloria de los hombres no recibo. Mas yo os conozco, que no tenéis el<br />
amor de Dios en vosotros. &#8230;Cómo o podéis vosotros creer, pues recibís gloria los unos de los otros, y no<br />
buscáis la gloria que viene del Dios único? (Jn. 5:39-42,44).<br />
Nadie podría acusar a los judíos de la época de Cristo de tener una baja opinión sobre las Escrituras, ya que<br />
las tenían en muy alta estima. Tampoco se les podría inculpar de una falta de estudio meticuloso. Los judíos<br />
estudiaban las Escrituras. Las apreciaban. Sin embargo, su alto aprecio por las Escrituras había pasado por alto<br />
la intención de las Escrituras: sus vidas no habían sido transformadas. Si bien gozaban del aplauso humano<br />
por su conocimiento detallista de la Biblia, no habían obtenido la salvación.<br />
En el evangelio de Juan se nos narra sobre la curación de un hombre que había nacido ciego. La historia gira<br />
sobre el hecho de que, como todos, también estaba espiritualmente ciego antes que Cristo lo tocara. Después,<br />
adquirió la vista espiritual.<br />
Cuando el hombre fue sanado, tuvo un conflicto con las autoridades judías. Estas conocían a Jesús, pero no<br />
le creían. Es más, no creían en él por su actitud hacia las Escrituras. Para ellos, la revelación registrada en el<br />
Antiguo Testamento era un fin en sí misma. Nada podía ser agregado y nada era necesario. Ellos decían:<br />
&#8220;Nosotros sabemos que Dios ha hablado a Moisés; pero respecto a ése, no sabemos de dónde sea&#8221; (Jn.<br />
9:29). El hombre que había sido sanado no intentó competir con ellos en materia de dominio del Antiguo<br />
Testamento, pero les señaló el hecho incuestionable de su curación, y concluyó diciéndoles que &#8220;si éste no<br />
viniera de Dios, nada podría hacer&#8221; (vs. 33). Al tratar al Antiguo Testamento como un fin en sí mismo, los<br />
judíos lo estaban pervirtiendo en realidad y el verdadero significado se les escapaba. No podían entender<br />
que la ley del Antiguo Testamento (que vino por intermedio de Moisés) estaba testificando precisamente<br />
sobre Jesús.<br />
5<br />
Lo mismo vuelve a suceder cuando una persona compra una hermosa Biblia para colocarla en un sitio de<br />
honor en su casa pero no la lee. ¿Por qué hacen tales cosas las personas? En sus mentes, la Biblia es algo<br />
especial. Tienen reverencia por la Biblia. Pero su creencia no es más que superstición. Como resultado,<br />
nunca la leen y nunca entran en contacto con su Autor.<br />
Jesús dijo que conoceríamos la verdad sobre él sólo si hacemos su voluntad, si permitimos que las verdades<br />
que encontramos en las Escrituras nos transformen. Él dijo: &#8220;El que quiera hacer la voluntad de Dios,<br />
conocerá si la doctrina es de Dios, o si yo hablo por mi propia cuenta&#8221; (Jn. 7:17). No podemos suponer que<br />
seremos capaces de comprender en su totalidad un pasaje de las Escrituras si no estamos dispuestos a ser<br />
transformados por él.<br />
EL TESTIMONIO INTERIOR DEL ESPÍRITU<br />
Por último, tenemos el testimonio interior del Espíritu que nos testifica sobre la verdad de la Palabra de Dios.<br />
En este punto las Escrituras hablan de forma sucinta. No sólo el Espíritu Santo intervino activamente en la<br />
redacción de los libros bíblicos, sino que también participa activamente en transmitir la verdad de la Biblia a<br />
las mentes de los que la leen. Pablo escribe: &#8220;Y nosotros no hemos recibido el espíritu del mundo, sino el<br />
Espíritu que proviene de Dios, para que sepamos lo que Dios nos ha concedido, lo cual también hablamos,<br />
no con palabras enseñadas por sabiduría humana, sino con las que enseña el Espíritu, acomodando lo<br />
espiritual a lo espiritual&#8221; (1 Co. 2:12-13). La Biblia trata temas espirituales, y por lo tanto, se requiere de la<br />
actividad del Espíritu Santo para poder entenderlos. El Espíritu Santo es el maestro de los cristianos. Él es<br />
quien hace brotar la nueva vida en los que escuchan el evangelio.<br />
Debemos orar cuando estudiamos las Escrituras, y debemos pedirle al Espíritu Santo que ilumine nuestros<br />
corazones. La presencia del Espíritu no está para que un estudio cuidadoso y diligente de la Palabra de Dios sea<br />
innecesario. Está para que nuestro estudio sea efectivo.<br />
Dios habla en la Biblia. Debemos permitirle hablar, y debemos escuchar lo que nos dice. Un día, en plena<br />
Reforma, a Martín Lutero se le solicitó un autógrafo en la contratapa de una Biblia, como solía suceder<br />
luego de la publicación de su traducción. Tomó la Biblia y escribió la cita de Juan 8:25. &#8220;¿Tú quién eres? .. Lo<br />
que desde el principio os he dicho&#8221;. Y Lutero agregó:<br />
Ellos.., desean saber quién es él y no considerar lo que tiene para decir, mientras que él desea que ellos<br />
primero le escuchen; y luego sabrán quién él es. La regla es: Escuchar y permitir que la Palabra sea quien<br />
comience; luego vendrá el conocimiento. Sin embargo, si no escuchamos, nunca conoceremos nada. Ha<br />
sido decretado: Dios no puede ser visto, conocido o entendido sino sólo mediante su Palabra. Por lo tanto,<br />
cualquier cosa que uno tome por salvación fuera de la Palabra de Dios es en vano. Dios no responderá<br />
a eso. No lo aceptará. No lo tolerará de ninguna manera. Por lo tanto, encomiendo este Libro, en el que<br />
él habla con nosotros; ya que él no permitió que fuera escrito sin ningún propósito. No quería que lo<br />
dejáramos descansando en el olvido, como si estuviera hablando con los ratones debajo del banco o<br />
con las moscas en el púlpito. Debemos leerlo, meditar, hablar sobre él, y estudiarlo, convencidos de que él<br />
mismo (no un ángel o una criatura) está hablando con nosotros.6<br />
Aquel que lee la Biblia en oración, con meditación y con el corazón abierto, descubrirá que es la Palabra de<br />
Dios y que es &#8220;útil para enseñar, para redargüir, para corregir, para instruir en justicia, a fin de que el hombre<br />
de Dios sea perfecto, enteramente preparado para toda buena obra&#8221; (2 Ti. 3:16-17).<br />
Notas<br />
1. Francis Bacon, &#8220;Of Studies,&#8221; Essays or Counsels Civil and Moral en Selected Writings of Francis Bacon, ed. Hugh<br />
G. Dick (New York: Modern Library, 1955), p. 129.<br />
2. Packer, &#8220;Fundamentalism&#8221; and the Word of God, p. 84.<br />
3. Frank E. Gaebelein, Exploring the Bible: A Study of Background and Principies<br />
4. (Wheaton, Ill.: Van Kampen Press, 1950), p. 134. 4. Ibid., pp. 138-139.<br />
5. Packer, &#8220;Fundamentalism&#8221; and the Word of God, pp. 102-3. 6. Lutero, What Luther Says: An Anthology, vol. l,<br />
p. 81.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Realidad?]]></title>
<link>http://eljuiciodeparis.wordpress.com/2009/02/07/%c2%bfrealidad/</link>
<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 08:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Don Alfredo</dc:creator>
<guid>http://eljuiciodeparis.wordpress.com/2009/02/07/%c2%bfrealidad/</guid>
<description><![CDATA[Cuando te pones un reloj por primera vez, notas una cierta presión, no te resulta del todo cómodo. S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Cuando te pones un reloj por primera vez, notas una cierta presión, no te resulta del todo cómodo. Sin embargo al poco tiempo esa sensación desaparece. El estímulo es duradero e inocuo, y no tiene sentido seguir informando de eso al cerebro. Igual pasa con los olores, o con los ruidos de fondo. El ojo y el cerebro tambien nos engañan, tanto por los límites fisiológicos del primero, como por el afan interpretativo del segundo.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" src="http://foros.paralax.com.mx/discus/messages/17/104678.gif" alt="" width="201" height="201" /></p>
<p style="text-align:justify;">El ejemplo que os traigo ilustra el primer caso. Probablemente lo conozcais; consiste en mirar fijamente la cruz central. Notareis que los puntos rosas desaparecen, y al final queda un punto verde que no existe girando alrededor de la cruz.</p>
<p style="text-align:justify;">Al mirar fijamente un punto, estamos proyectando<!--more--> de manera continuada, una imagen en nuestra retina, agotando la capacidad regenerativa de pigmento de las celulas receptoras de esas zonas. El resultado es la falta de impulso nervioso de esas células a nuestro cerebro que rellena los huecos con gris porque no es capaz de procesar una ausencia. Por otro lado, aparece un punto verde que se corresponde con la desaparición alternativa de los puntos rosas en la imagen. Esto es porque cuando las células receptoras del rosa dejan de emitir el impulso, salen a escena las células receptoras del color complementario, el verde.</p>
<p style="text-align:justify;">La siguiente imagen es otro caso patente de como nos engaña cerebro.<img class="alignright" src="http://softwaricho.com/blogueo/wp-content/uploads/2007/11/ilusion-optica.jpg" alt="" width="220" height="171" /></p>
<p style="text-align:justify;">En este tablero de ajedrez, la casilla A y B son del  mismo color. Te puedes fiar o no, pero tu cerebro nunca se lo va a creer. Siempre va a ver A más oscuro, por estar rodeado de casillas claras, y B más claro por estar rodeado de casillas oscuras. El cerebro en este caso se fia mucho más de la lógica del contexto que de la realidad.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" src="http://softwaricho.com/blogueo/wp-content/uploads/2007/11/ilusion-optica2.jpg" alt="" width="210" height="163" /></p>
<p style="text-align:justify;">Para poder percibir esto basta con disipar la realidad de todo contexto.</p>
<p style="text-align:justify;">Verla de forma objetiva, o poniendo papelitos que te tapen todo menos las dos casillas, o tal vez más facil, uniendo las dos. Ahora si se ve claro ¿verdad?</p>
<p style="text-align:justify;">Esto es solo una muestra de lo que hay por ahí, pero entonces&#8230;¿Podemos concer la realidad?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">He encontrado este refrán resolutivo.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span class="result_cita">Aunque estén sin legañas, a veces los ojos engañan.</span></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Proposta de Plano Interpretativo Mariana - MG]]></title>
<link>http://bhturismo.wordpress.com/2009/01/29/proposta-de-plano-interpretativo-mariana-mg/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 17:13:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Franchini</dc:creator>
<guid>http://bhturismo.wordpress.com/2009/01/29/proposta-de-plano-interpretativo-mariana-mg/</guid>
<description><![CDATA[Por: Ana Carolina Pontes, Anna Cristina Machado, Gustavo Pereira Pinto e José Geraldo de Moura Jr ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por: Ana Carolina Pontes, Anna Cristina Machado, Gustavo Pereira Pinto e José Geraldo de Moura Jr ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sueños]]></title>
<link>http://mazar.wordpress.com/2008/12/10/suenos/</link>
<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 18:45:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>ganjah</dc:creator>
<guid>http://mazar.wordpress.com/2008/12/10/suenos/</guid>
<description><![CDATA[¿Qué son los sueños? Los sueños son voces con fuerza propia que surgen de los niveles más ocultos y ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://mazar.wordpress.com/files/2008/12/fantasia1.jpg?w=128" alt="fantasia1" title="fantasia1" width="128" height="96" class="alignright size-thumbnail wp-image-548" /><br />
<strong>¿Qué son los sueños?</strong><br />
Los sueños son voces con fuerza propia que surgen de los niveles más ocultos y desconocidos de nuestro inconsciente. Estas voces, funcionan como imágenes que transmiten experiencia, dejan un sabor, un clima, que al despertar nos hará comprender un poco más de nuestras vidas.<br />
<!--more--><br />
<strong>Técnicas para recordar sueños</strong>Estas son las técnicas que puedes seguir antes y después de dormir para incitar la memoria de los sueños:</p>
<p><strong>Técnicas para antes de dormir:</strong><br />
1. Meditación tibetana: Cuando te acuestes concentrate en tu deseo de recordar los sueños. Después enfoca esa intención como si estuvieras situada detrás de tu garganta. Puedes imaginarte una esfera azul resplandeciente en la zona del cuello, e imagina que colocas en el interior de esa órbita azul tu deseo de recordar sueños. Visualiza un rato esta imagen hasta que te duermas.</p>
<p>2. Técnica del agua: Bebe la mitad de un vaso lleno de agua antes de acostarte y mientras la bebes, piensa concentradamente: “Esta noche recordará mis sueños”. Cuando te levantas a la mañana siguiente, si no te acuerdas de ninguna imagen onírica, bebe la otra mitad y piensa: “Recuerdo mis sueños, ahora y a lo largo del día.”</p>
<p>3. La técnica del tercer ojo: Coloca una taza o un cuenco con agua junto a tu cama. Justo antes de dormirte, sumerge los dedos en el agua y roza suavemente tu cuello. Luego tócate la frente con los dedos en la zona del tercer ojo. Mientras la rozas piensa con contundencia que vas a recordar tus sueños. A la mañana siguiente toca de nuevo estas dos zonas con el agua.</p>
<p>4. Ayuda espiritual: Relaja tu cuerpo y procura que tu columna vertebral esté recta. Tu mente debe permanecer tranquila y receptiva. Reza a Dios o pídele ayuda a tu guía de los sueños para que te facilite la memoria. Piensa que recordarás los sueños y repite esta afirmación antes de dormirte.</p>
<p>5. Visualización creativa: Cuando notes que empieces a dormirte, visualiza que te desiertas, miras el reloj, anotas la hora y escribes concienzudamente tus recuerdos sobre el sueño. Después, continúa con esta visualización hasta haberte despierto por la mañana y escribiendo otros sueños.</p>
<p><strong>Técnicas para recordar después de dormir:</strong><br />
1. Darse la vuelta: Según diversas investigaciones y estudios, las personas damos la vuelta o cambiamos la postura inmediatamente después de un sueño. Se cree que ello facilita al cerebro desplazarse a un tipo distinto de onda cerebral. Si no hay forma de que recuerdes los sueños, cambia la posición corporal cuando estés en la cama ya que esto permite generar imágenes de sueño.</p>
<p>2. Conversación: Inmediatamente después de despertarte, cuéntale a alguien lo que recuerdes del sueño. A medida que hablas te irás acordando de más detalles, ya que permitirás que estos afloren a tu conciencia.</p>
<p>3. Escribir: Escribe todo lo que recuerdes hasta los detalles. Cuando no te acuerdes escribe: “No me acuerdo de mi sueño” Esta frase estimula tu recuerdo</p>
<p>4. Imaginación: Imagínate que es de noche y te preparas para ir a dormir, te lavas los dientes y te acuestas en la cama. Observa las imágenes y sentimientos que se te ocurren y no te olvides de dar rienda suelta a tu imaginación.</p>
<p>5. Garabatos: Si no te acuerdas de tu sueño, dibuja garabatos. Es una técnica que acostumbra a incitar asociaciones y despierta tu memoria.</p>
<p>6. Técnica del color: Trata de acordarte de qué color sentiste tu sueño y empieza a imaginarte ese color para incitar al recuerdo.</p>
<p>7. Coge dos almohadas. Siéntate en una de ellas y dile a la otra: “A ver, sueños ¿Por qué no venís a mi memoria?” Luego siéntate en la otra almohada y responde. Un ejemplo sería: “Porque siempre tienes tantas prisas por la mañana que nunca me da tiempo a venir.” Pasa de una almohada a otra durante ese diálogo.<br />
8. Estado de ánimo: Con los ojos cerrados fíjate en tu estado de ánimo. Saborea ese estado como si fuera un vino de primera categoría. Sumérgete en esa emoción e increméntala. Esa técnica suele facilitarte la clave mental para recordar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[livros: Web Analítica]]></title>
<link>http://psgl.wordpress.com/2008/10/30/livros-web-analitica/</link>
<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 00:53:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Gomes</dc:creator>
<guid>http://psgl.wordpress.com/2008/10/30/livros-web-analitica/</guid>
<description><![CDATA[Aprenda a web analítica imediatamente com este guia moderno, único e completo para os desafios e as ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://psgl.wordpress.com/files/2008/10/21312789.jpg" alt="" /></p>
<p>Aprenda a web analítica imediatamente com este guia moderno, único e completo para os desafios e as oportunidades da web analítica de hoje. Escrito por um profissional da área, este livro vai além dos conceitos e das definições para desafiar o pensamento dominante sobre o campo e fornecer um guia prático para implementar uma estratégia web analítica bem-sucedida. O especialista da web analítica Avinash Kaushik,em seu estilo provocador do raciocínio, ridiculariza os principais mitos e o leva a conseguir critérios acionáveis a partir de seus esforços analíticos. Descubra como ir além da análise do fluxo de cliques, por que os dados qualitativos devem ser seu foco, e mais critérios e técnicas que o ajudarão a desenvolver uma predisposição centrada no cliente sem sacrificar o resultado final de sua empresa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[un fin de semana de mucho pensar]]></title>
<link>http://sinreglas.wordpress.com/2008/10/19/un-fin-de-semana-de-mucho-pensar/</link>
<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 10:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>el guie</dc:creator>
<guid>http://sinreglas.wordpress.com/2008/10/19/un-fin-de-semana-de-mucho-pensar/</guid>
<description><![CDATA[estaba seguro que mi proyecto estaba por el camino correcto. la verdad es que me equivoque. un buen ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">estaba seguro que mi proyecto estaba por el camino correcto. la verdad es que me equivoque. un buen trabajo nunca es la llave a un mejor futuro, mejor ser un cabron que una persona dedicada a brindar excelencia a los entornos organizacionales. definitivamente a los cabrones siempre les va mejor&#8230; sobre eso, pense todo el fin de semana.</p>
<p style="text-align:justify;">tan bajoneado estaba que me pase todo el finde viviendo de noche, cosa que hacia mucho no hacia. he pensado mucho, realmente mucho, y continuo tratando de encontrar respuestas a un monton de preguntas que me hago recurrentemente.</p>
<p style="text-align:justify;">en fin, hay que seguir buscando. apenas pueda encontrar un poco de luz tratere de pasar la receta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Nosso" Hino Nacional]]></title>
<link>http://heldervictor.wordpress.com/2009/09/01/nosso-hino-nacional/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 00:36:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helder Victor</dc:creator>
<guid>http://heldervictor.wordpress.com/2009/09/01/nosso-hino-nacional/</guid>
<description><![CDATA[Lembro bem dos meus 11 anos de idade quando cursava a 5a série do Ensino Fundamental e nossa escola ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6w9MpztV4gk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6w9MpztV4gk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Lembro bem dos meus 11 anos de idade quando cursava a 5a série do Ensino Fundamental e nossa escola Ângelo Martino nos colocava em fila todas as segundas feiras para cantar o Hino Nacional e o Hino à Bandeira. Claro que nem todos se preocupavam em decorar a letra, muitos até mesmo brincavam mudando a letra, imitando uma corneta ou até arrotando durante a execução por aquele aparelho de som da década de 60. Mas nossa cara colega <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vanusa">Vanusa</a> arrasou se tinha a mesma intenção de meus colegas do &#8220;primário&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Mas falando sério. Será que a rígida educação de antigamente (nem tão antigamente) era o motivo pelo qual a escola pública funcionava melhor do que nos dias de hoje? Disciplina e obediência cega é melhor do que transformar nossos alunos em seres pensantes, com raciocínio próprio e capazes de argumentar sobre o que lhes é ensinado?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Eu duvido. E acredito que a falta de controle e qualidade nas escolas de hoje não é consequência apenas de liberdades cedidas aos alunos, mas de péssimos planos políticos que desvalorizam cada vez mais o valor da educação. Contratando professores sem avaliação, mantendo métodos ultrapassados, descartando a importância da participação dos pais nas atividades extraclasse, e por ai vai&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Enquanto não levamos o futuro do país mais a sério desde já, poderemos fazer como meus colegas que cantavam de forma debochada o hino, debochando de nós mesmos e refletindo a atual situação política com pizzas, suquinhos de maracujá ou até miniaturas de barris de petróleo para esquecer que a ignorância de hoje condena o amanhã.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'home solitari]]></title>
<link>http://estrips.wordpress.com/2009/09/01/lhome-solitari/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 17:23:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lluís</dc:creator>
<guid>http://estrips.wordpress.com/2009/09/01/lhome-solitari/</guid>
<description><![CDATA[“Les observacions i els acudits de l’home solitari i silent són més confusos i alhora més colpidors ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Les observacions i els acudits de l’home solitari i silent són més confusos i alhora més colpidors que els de l’home sociable, i els seus pensaments, més greus, més extravagants, acompanyats sempre d’un deix de tristesa. Imatges i sensacions que serien fàcils de foragitar amb un somriure, un bescanvi d’impressions, l’afecten ultra mesura, l’endinsen en el silenci, esdevenen experiències, aventures, sentiments transcendentals. La solitud assaona, és cert, tot el que és original, el que és agosaradament i paradoxalment bell, el que és poesia. Però fa madurar també allò que és absurd, desproporcionat, capgirat i il·lícit.”</p>
<p>Thomas Mann. <em>Mort a Venècia. </em>Barcelona: Proa, 2005 (pàg. 41).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Robin Wiliiams foi convidado para interpretar Susan Boyle em filme.]]></title>
<link>http://sonzeeira.wordpress.com/2009/08/24/robin-wiliiams-foi-convidado-para-interpretar-susan-boyle-em-filme/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 01:02:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sonzeeira</dc:creator>
<guid>http://sonzeeira.wordpress.com/2009/08/24/robin-wiliiams-foi-convidado-para-interpretar-susan-boyle-em-filme/</guid>
<description><![CDATA[  Robin Wiliiams foi convidado para interpretar Susan Boyle em filme. Robin Williams O ator Robin Wi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://sonzeeira.wordpress.com/category/noticias/" target="_self"><img title="Notícias - sonzeeira.wordpress.com" src="http://sonzeeira.files.wordpress.com/2009/05/noticias-logo.jpg?w=270&#038;h=45#38;h=45&#38;h=45" alt="Notícias - sonzeeira.wordpress.com" width="270" height="45" /></a></span></span></span></span></span></span></p>
<h4 style="text-align:left;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><img title="Veja mais notícias no UOL!" src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/06/mages.jpg" alt="UOL - Confira as melhores notícias musicais do UOL aqui no Sonzeeira!" width="150" height="60" /></span></span></span></span></span></span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Robin Wiliiams foi convidado para interpretar Susan Boyle em filme.</span></h4>
<div id="attachment_266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><span style="color:#000000;"><img class="size-full wp-image-266" title="Robin Williams foi convidado para interpretar Susan Boyle em filme." src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/08/robin_williams_picgetty_image_2_471929641.jpg" alt="Robin Williams" width="270" height="181" /></span><p class="wp-caption-text">Robin Williams</p></div>
<p><span style="color:#000000;">O ator Robin Williams (Licença Para Casar) foi convidado para interpretar Susan Boyle nos cinemas, segundo o IMDB. </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Desconhecida até se apresentar no programa de calouros Britain’s Got Talent, Boyle impressionou com uma visão arrebatadora de I Dreamed a Dream. Desde então, especula-se sobre um filme a respeito de sua vida. </span></p>
<div id="attachment_267" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><span style="color:#000000;"><img class="size-full wp-image-267" title="Susan Boyle é projeto para o cinema!" src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/08/susan-boyle.jpg" alt="Susan Boyle!" width="270" height="389" /></span><p class="wp-caption-text">Susan Boyle!</p></div>
<p><span style="color:#000000;">Williams confirmou o convite. “Fui questionado se gostaria de interpretá-la”, afirmou. O ator de 58 anos também revelou que admira a escocesa. “Eu acho Boyle incrível. Aquele vídeo dela cantando no programa é extraordinário, inspirador. Foi um choque quando ela começou a cantar. Vi outro vídeo dela cantando Cry Me A River alguns anos atrás, foi inacreditável. Ela realmente tem uma grande voz”.</span></p>
<div id="attachment_268" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px"><span style="color:#000000;"><img class="size-full wp-image-268" title="Robin Williams em &#34;Uma Babá quase perfeita&#34; (1993)." src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/08/t_babaquaseperfeita.jpg" alt="Robin Williams em &#34;Uma Babá quase perfeita&#34; (1993)." width="211" height="146" /></span><p class="wp-caption-text">Robin Williams em &#34;Uma Babá quase perfeita&#34; (1993).</p></div>
<p><span style="color:#000000;">Não será segredo para o ator interpretar uma mulher. Em 1993, ele usou vestidos em Uma Babá Quase Perfeita. O trabalho rendeu um Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia e Musical. </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Fonte:</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Texto de:</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;"><a href="www.uol.com.br" target="_blank"><img title="Veja mais notícias no UOL!" src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/06/mages.jpg" alt="UOL - Confira as melhores notícias musicais do UOL aqui no Sonzeeira!" width="150" height="60" /></a></span></span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#000000;">Fotos de:</span> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">   <a href="http://images.google.com.br/imghp?hl=pt-BR&#38;tab=wi" target="_blank"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-272" title="Procure fotos do que quiser no Google Imagens!" src="http://sonzeeira.wordpress.com/files/2009/08/images_logo_lg1.gif?w=150" alt="Procure fotos do que quiser no Google Imagens!" width="150" height="59" /></a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Video "Errores en la comunicación"]]></title>
<link>http://secretariaslideres.wordpress.com/2009/08/14/video-errores-en-la-comunicacion/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 03:56:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Tidone</dc:creator>
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<description><![CDATA[Qué difícil resulta comunicarnos con otros. Cuántos errores se cometen sin siquiera percatarnos de q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Qué difícil resulta comunicarnos con otros. Cuántos errores se cometen sin siquiera percatarnos de q]]></content:encoded>
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