<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>introducao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/introducao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "introducao"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:17:07 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Brasil Plataforma Missionária]]></title>
<link>http://brasilplataformamissionaria.wordpress.com/2009/11/29/brasil-plataforma-missionaria/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 06:43:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilplataformamissionaria</dc:creator>
<guid>http://brasilplataformamissionaria.wordpress.com/2009/11/29/brasil-plataforma-missionaria/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'></div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seja bem-vindo ao louco mundo virtual chamando Second Life!]]></title>
<link>http://slnewbieguide.wordpress.com/2009/11/28/seja-bem-vindo-ao-louco-mundo-virtual-chamando-second-life/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:44:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cole Setzer</dc:creator>
<guid>http://slnewbieguide.wordpress.com/2009/11/28/seja-bem-vindo-ao-louco-mundo-virtual-chamando-second-life/</guid>
<description><![CDATA[Olá! Meu nome é Cole Setzer e juntamente com minha esposa Gaby, somos mentores no SL. Nossa função é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá!</p>
<p>Meu nome é Cole Setzer e juntamente com minha esposa Gaby, somos mentores no SL.</p>
<p>Nossa função é ajudar e introduzir os newbies nesse louco mundinho virtual. Sem preconceitos, eu e Gaby temos muita paciência e o maior prazer em ajudar, ensinar, explicar.</p>
<p>Ficamos orgulhosos quando encontramos alguém que ajudamos e que com o tempo conseguiu evoluir no SL. É muito gratificante.</p>
<p>Bem, se vc começou sua segunda vida agora e não faz a menor idéia de como começar a vivê-la, não seja tímido e nos procure.</p>
<p>Mande um MI para Cole Setzer ou Gabrielle Setzer e nós o ajudaremos a desfrutar o melhor que a segunda vida pode te oferecer!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução ao pfSense]]></title>
<link>http://skippernet.wordpress.com/2009/11/26/introducao-ao-pfsense/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:07:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>skippernet</dc:creator>
<guid>http://skippernet.wordpress.com/2009/11/26/introducao-ao-pfsense/</guid>
<description><![CDATA[pfSense é uma distribuição baseada em FreeBSD, seu objetivo é ter um firewall facilmente configuráve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>pfSense é uma distribuição baseada em FreeBSD, seu objetivo é ter um firewall facilmente configurável através de uma interface web e instalável em qualquer PC, incluindo miniPC, um cartão.</p>
<p>Algumas das principais características deste serviço:</p>
<ol>
<li>
<div>Bloqueia e registra as tentativas de acessos indevidos<sup><a id="fnt__1" name="fnt__1" href="http://biosystems.ath.cx:8080/wiki/doku.php?id=manuais:instalacao_do_pfsense_e_configuracao_do_squid#fn__1"></a></sup></div>
</li>
<li>
<div>Gerência quem entra e sai do nosso link com a internet e a nossa rede interna.</div>
</li>
<li>
<div>Compartilhar o link da internet entre a rede interna de forma mais segura.</div>
</li>
<li>
<div>Disponibilizar acesso remoto para usuários que estão fora da empresa.</div>
</li>
</ol>
<p>É, portanto, uma solução completa, sob a licença BSD e, portanto, distribuído gratuitamente.</p>
<p>O firewall é parte do kernel do sistema. Na verdade, este é o filtro de pacotes (PF), originários do OpenBSD com sistema operacional considerado o mais seguro do mundo.</p>
<p>Packet Filter (PF) está presente como padrão no FreeBSD desde novembro de 2004. Inclui características como ALTQ controlador de fluxo, que permite a priorização de tráfego.</p>
<p>Desenvolvedores pfSense em vez escolheu FreeBSD no lugar do OpenBSD pela sua facilidade de instalação no mundo dos PCs.</p>
<p>Isto dá uma grande flexibilidade na solução pfSense, desde que você pode montar tanto miniPC (com base em uma única placa) usado como um disco Compact Flash como uma unidade de disco rígido do PC. Neste último caso, você pode adicionar pacotes como Snort, Squid, Radius, etc.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução]]></title>
<link>http://melodramaticos.wordpress.com/2009/11/24/introducao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 03:21:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Teddy Bear</dc:creator>
<guid>http://melodramaticos.wordpress.com/2009/11/24/introducao/</guid>
<description><![CDATA[Um pedaço de mim. Um pedaço da minha vida. Um pedaço que vivi, um pedaço que quis viver. Um conjunto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um pedaço de mim. Um pedaço da minha vida. Um pedaço que vivi, um pedaço que quis viver. Um conjunto deles formam o inicio desse conto. Coisas que deveria ter feito, que queria ter feito, que fiz, em nomes fictícios que ocultam os verdadeiros personagens. E assim começa&#8230;</p>
<p>Grande cidade, grandes feitos, grandes nomes. Contudo, Daniel não era nada. Um pequeno adolescente que vivia entre grandes nomes, com pequenos atos no meio de grandes feitos, com uma pequena rede social no meio de uma grande cidade.<br />
Cabelos negros, lisos e macios. Um corpo atlético de sorte, já que não fazia nada. Bonito, inteligente e alto. Chegava a conquistar garotas a primeira vista; Daniel, é apenas mais um no meio de vários.<br />
Durante seus 14 anos Daniel não fez nada mais do que ficar em casa jogando video-game, assistindo TV e conversando virtualmente com seus poucos amigos da escola. Era um vagabundo, mas que por sorte sempre foi inteligente o suficiente para nunca ser atormentado por viver assim.</p>
<p>- Então Leo, a Mari disse que tem trabalho de português pra amanhã. A gente fez? &#8211; perguntava Daniel à Leonardo.</p>
<p>Leonardo que era o melhor amigo de Daniel, o qual &#8220;nasceu e cresceu&#8221; com ele, estava no Skype falando idiotices.<br />
Ele que tinha cabelos louros e finíssimos, olhos azuis e profundos, sem contar com um corpo que qualquer garota apreciaria. Leonardo era o garoto mais popular do Colégio Amada Cortez &#8211; um nome em própria homenagem à fundadora e atual diretora do centro educacional, um colégio pequeno, mas muito conceituado pelo seu método de ensino, o que provavelmente seria a única explicação das mensalidades tão caras, uma vez que o nome era de se espantar -. Leo amava esportes. Futebol, Vôlei, Handebol, Basquete. Tudo que podia, ele fazia, o que deixava ele do jeito que todas as garotas se encantavam; com um forte e definido corpo, além de sua beleza.</p>
<p>E Mariana, a &#8216;cabeça da turma&#8217;. A &#8220;nerdzinha&#8221; bonitinha da classe que todos colavam. Branca como se nunca tivesse tomado sol, e com longos e negros cabelos, assim como olhos, era a garota mais inteligente da classe, e de quebra, a mais bonita. Ela que sempre soube do seu potencial, nunca foi dada. Sempre desejou os garotos mais bonitos, mais velhos, mais inteligentes, e sempre os conseguiu. Ela apenas não era daquelas que se apegavam. Namorou apenas uma pessoa. Ricardo, um garoto do 3º ano do médio. Bonitão, saradão, e muito boa pinta. Foi uma boa época essa, até ele terminar, pois tinha que se empenhar para o vestibular que faria.</p>
<p>- Cara, estamos no quarto bimestre. Eu já fechei o todas matérias com pelo menos 26 pontos. Você realmente acha que vou me preocupar com trabalhos? &#8211; disse Leonardo, com um tom de preguiça em sua voz. &#8211; E fala pra Mari parar de se encher com isso e ir pegar alguém! &#8211; disse ele rindo.<br />
- Você tem sorte de ela não estar aqui na conversa. Você sabe que ela odeia quando você fala assim dela&#8230; Enfim, falarei que foi você que disse com essas mesmas palavras. &#8211; Daniel falava, enquanto digitava no MSN pra Mari. &#8211; Ok, Ok. Ela disse que amanhã ela te bate.<br />
- Manda ela vir, que pego ela de jeito, só que não vai ser pra briga. &#8211; dizia Leo, rindo.</p>
<p>O relacionamento dos três era diferente. Eles nunca tinham se visto com outros olhos, afinal estudaram desde a primeira série juntos, e desde aquela época eram muito amigos. Sempre ajudavam uns aos outros nos relacionamentos. Falar como fossem se pegar entre eles era só levado como brincadeira, e Mari sempre era a mais esquentadinha com essas brincadeiras. Ela dizia que relacionamentos são serios e as pessoas não deveriam ser tratas como objetos, dizendo que ia se pegar, comer, e enfins.</p>
<p>- Ela disse que você só vai voltar pra casa se for do hospital. &#8211; narrava a conversa para Leonardo.<br />
- Serio, fala pra ela relaxar com esse negócio de tirar nota e ir dormir, que já passou da hora de criança ir pra cama.<br />
- Ela já esta indo dormir e disse que a única criança é você. &#8211; Daniel continuava a narrar.<br />
- Eu sei, já estou indo dormir mesmo&#8230; Bateu um soninho. &#8211; bocejava, Leonardo.<br />
- Bom, então também estou indo deitar. &#8211; dessa vez Daniel falava por sí.<br />
- Você é muito preguiçoso. Não faz nada o dia inteiro e já vai dormir.<br />
- Claro, está todo mundo indo deitar. Vou ficar aqui sozinho? &#8211; fingindo dizer em uma voz de pena.<br />
- Então tá. Boa noite Dan, e manda um também pra Mari. Até amanhã no colégio. &#8211; Leonardo despedia-se.<br />
- Boa noite pra você também Leo!</p>
<p>Daniel despediu-se dos dois, desligou o computador e foi dormir. Ele não conseguia. Rodava e rodava na cama pensando no final do ano. Ano que vem ele iria para o colegial. Era seu ultimo ano de brincadeiras e de vagabundar. Depois era só ralar para ir bem numa faculdade, ao menos era isso que sua família dizia sempre. E por fim, pegou no sono.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Todos os nomes e relatos aqui escritos são fictícios, caso haja alguma interpretação, é apenas uma mera coincidência. &#8211; TB</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[♬ Snow Dance]]></title>
<link>http://queengiardino.wordpress.com/2009/11/23/snow-dance/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:42:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcella</dc:creator>
<guid>http://queengiardino.wordpress.com/2009/11/23/snow-dance/</guid>
<description><![CDATA[Esse vai ser seu típico primeiro post, sem muito conteúdo, uma introdução. Bem, uma das muitas coisa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esse vai ser seu típico primeiro post, sem muito conteúdo, uma introdução. Bem, uma das muitas coisas que quero é ser ilustradora. Estou caminhando lentamente para isso. Com esse blog espero deixar registrado meu progresso nessa área e também um pouco do que eu estou pensando enquanto estou estou trabalhando em algo. Enfim, não tenho muito mais a adicionar, sempre fui péssima com introduções. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>♔</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução]]></title>
<link>http://poderesmalditos.wordpress.com/2009/11/22/introducao/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 15:17:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>peiixiinho</dc:creator>
<guid>http://poderesmalditos.wordpress.com/2009/11/22/introducao/</guid>
<description><![CDATA[Em uma cidade grande como São Paulo, você encontra todo o tipo de pessoa e é impossível não fazer pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em uma cidade grande como São Paulo, você encontra todo o tipo de pessoa e é impossível não fazer pate de nenhuma &#8220;tribo&#8221;. Sophia era uma excessão. Ela achava que não havia ninguém como ela, diferente. Quando entra uma escola nova, ela descobre que isso não é verdade e seus novos amigos a farão perceber que nem tudo é o que parece e que existem muitos segredos não revelados sobre seu passado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Módulos @ WordPress]]></title>
<link>http://modulos.wordpress.com/2009/11/20/modulos-wordpress/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogeriom</dc:creator>
<guid>http://modulos.wordpress.com/2009/11/20/modulos-wordpress/</guid>
<description><![CDATA[Em contexto de trabalho de uma formação base que estou neste momento a frequentar (Curso de Turismo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em contexto de trabalho de uma formação base que estou neste momento a frequentar (Curso de Turismo e Lazer &#8211; CLC5 &#8211; Cultura, Comunicação e Lazer), foi proposto a abertura de um <em>blog</em>, com conteúdo alusivo aos módulos do meu curso e à partilha de trabalhos realizados (quem sabe para tentar auxiliar alguém?).</p>
<p>Espero que gostem do conteúdo do <em>blog</em>!</p>
<p><em><strong>Rogério M.</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Mago Boliviano, uma jornada rumo ao sagrado!]]></title>
<link>http://magoboliviano.wordpress.com/2009/11/19/o-mago-boliviano-uma-jornada-rumo-ao-sagrado/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:18:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>hipnologo</dc:creator>
<guid>http://magoboliviano.wordpress.com/2009/11/19/o-mago-boliviano-uma-jornada-rumo-ao-sagrado/</guid>
<description><![CDATA[Bem vindo(a)! Nesse blog, O Mago Boliviano, compartilha suas experiências numa jornada rumo ao encon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bem vindo(a)!</p>
<p>Nesse blog, O Mago Boliviano, compartilha suas experiências numa jornada rumo ao encontro com o sagrado. São momentos de meditação em profunda relação com aspectos que ultrapassa o entendimento comum.</p>
<p>Namasté!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maçons proclamam combater a corrupção e a impunidade]]></title>
<link>http://oeternoaprendiz.wordpress.com/2009/11/17/macons-proclamam-combater-a-corrupcao-e-a-impunidade/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:55:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.Monteiro.&#39;.</dc:creator>
<guid>http://oeternoaprendiz.wordpress.com/2009/11/17/macons-proclamam-combater-a-corrupcao-e-a-impunidade/</guid>
<description><![CDATA[Hoje recebi um email do irm. Ronaldo com o texto abaixo&#8230;. reproduzindo para vocês: &gt; &gt; M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje recebi um email do irm. Ronaldo com o texto abaixo&#8230;. reproduzindo para vocês:</p>
<p>&#62; &#62; MAÇONS CLAMAM POR MORALIDADE NA REPÚBLICA<br />
Muito discretos diante do público, os maçons resolvem, neste momento que se comemora 120 anos da Proclamação da República se manifestar de forma aberta e direta. Mais do que nunca é necessário proclamar e relembrar os valores desta Nação. Impõem-se dar um Grito de Basta. Não podem continuar ocorrendo tantos casos abertos de corrupção e desmandos. Não há nenhuma Ética no exercício político em nome do povo. A Proclamação da República ocorreu em defesa do bem público nacional, com a queda de alguns privilegiados do poder. Entretanto, eles estão de volta e há muitos anos. É preciso destronar os corruptos, os privilegiados e os usurpadores&#8230; O povo precisa proclamar uma nova ordem moral. As notícias de crimes contra o patrimônio público são alarmantes e decepcionantes. Certamente só uma parte desses desmandos e do mau uso dos cargos eletivos ou mediante concursos chegam ao conhecimento  público. Aliás, só chegam ao conhecimento público quando há divergências entre os corruptos e as falcatruas não são encobertas&#8230; Infelizmente! É  possível afirmar que a grande maioria dos ocupantes de cargos das Casas Legislativas ou de ocupantes de cargos públicos executivos são corruptos ativos (praticando atos) ou passivos (omissos nas atitudes corretivas).</p>
<p>Salvo raras exceções de alguns paladinos que mesmo sem terem as forças necessárias denunciam, correm atrás de assinaturas para abertura de processos, entre outras iniciativas, as quais, contudo, são simplesmente rechaçadas pela maioria que direta ou indiretamente se beneficiam das falcatruas e benesses públicas. E mais, quando abertos os processos, o julgamento só ocorre muito tempo depois, numa morosidade incompreensível dada a relevância de um tema que envolve a moralidade do exercício de cargos públicos&#8230; Sem adentrar em detalhes e arrolar pessoas ou maus exemplos antigos e / ou recentes, julgando culpados ou não, o que realmente pretendem os maçons neste momento é proclamar a eliminação da vida pública de políticos sem ética, corruptos e usurpadores, e como corolário desse saneamento, lutar incessantemente para ver reduzida a carga tributária e no número de senadores, deputados federais, estaduais e vereadores eleitos a cada ano, bem como apoiar os vários projetos que tramitam nas Casas Legislativas que buscam aprovar leis voltadas à correção do rumo da nossa Nação. E para isso acontecer na prática é necessário que todos os maçons se unam em torno do ideal de tornar mais feliz o nosso povo mediante ações diretas voltadas às escolhas dos candidatos a serem votados nas eleições, escolhendo democraticamente aqueles que realmente estão comprometidos com  moralidade e a ética na vida pública, não reelegendo candidatos sobre os quais pesam denúncias de corrupção e de desmandos. Há necessidade de alcançar mais transparência no uso do sistema de voto eletrônico, ainda passível de manipulação! Façamos o julgamento pelo voto, como povo esclarecido e comprometido com o futuro da Nação. Não se está aqui atacando as instituições, mas as pessoas que as vem denegrindo! E não são poucos esses hipócritas que tanto defraudam o povo brasileiro. Vamos erguer a cabeça e dar um Grito de Basta, pois só assim todos nós voltaremos a confiar nas instituições públicas e dos nossos eleitos&#8230; Os maçons, neste momento que se comemora a Proclamação da República, vão portar e distribuir adesivos com frases motivadoras de mudanças contra políticos corruptos, contra a impunidade e / ou tardia aplicação da lei, redução de gastos públicos e da carga tributária, entre outras. Curitiba, 15 de novembro de 2009. Loja Maçônica Fraternidade Paranaense nº 05, sob a jurisdição da Muito Respeitável Grande Loja do Paraná&#8230; Presidente, Job Rocha Pereira.</p>
<p>também veio com esses modelos de adesivos:</p>
<p><a href="http://oeternoaprendiz.wordpress.com/files/2009/11/adesivo-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-435" title="adesivo 1" src="http://oeternoaprendiz.wordpress.com/files/2009/11/adesivo-1.jpg" alt="" width="450" height="214" /></a></p>
<p><a href="http://oeternoaprendiz.wordpress.com/files/2009/11/adesivo-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-436" title="adesivo 2" src="http://oeternoaprendiz.wordpress.com/files/2009/11/adesivo-2.jpg" alt="" width="450" height="214" /></a></p>
<p>Para os interessados segue o link da <a href="http://www.glp.org.br/" target="_blank">GLP</a>.</p>
<p>TFA&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Resumo e Introdução]]></title>
<link>http://joaocostafernandes.wordpress.com/2009/11/17/resumo-e-introducao/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:34:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaocostafernandes</dc:creator>
<guid>http://joaocostafernandes.wordpress.com/2009/11/17/resumo-e-introducao/</guid>
<description><![CDATA[Conclui a primeira versão do resumo e introdução, ambos se encontram disponiveis para revisões em: h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Conclui a primeira versão do resumo e introdução, ambos se encontram disponiveis para revisões em:</p>
<p><a href="http://web.ist.utl.pt/joao.costa.fernandes/survey/1.pdf" target="_blank">http://web.ist.utl.pt/joao.costa.fernandes/survey/1.pdf</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Astrologia Védica]]></title>
<link>http://yogaequalidadedevida.wordpress.com/2009/11/17/astrologia-vedica/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:24:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>shantipriya108</dc:creator>
<guid>http://yogaequalidadedevida.wordpress.com/2009/11/17/astrologia-vedica/</guid>
<description><![CDATA[Existe muitos tipos de Astrologia, se é que podemos falar em “tipos”; esta ciência ancestral, cuja o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://yogaequalidadedevida.wordpress.com/files/2009/11/planetas.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-357" title="planetas" src="http://yogaequalidadedevida.wordpress.com/files/2009/11/planetas.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Existe muitos tipos de Astrologia, se é que podemos falar em “tipos”; esta ciência ancestral, cuja origem se perde na história de tantas antigas civilizações, se ramificou e se adaptou às culturas e hábitos de seus povos de forma bastante peculiar. Quando estudamos um tipo de Astrologia, estudamos também a visão de uma civilização antiga, arcaica, cheia de mistérios envolventes, que embriaga e hipnotiza nossa mente mística.</p>
<p>Mesmo na Índia, berço da civilização humana, onde a Astrologia encontra sua origem ainda mais antiga (cerca de 5 ou 6 mil anos antes de Cristo, época em que foi surgiu o Rig Veda, o texto mais antigo da humanidade, que já oferecia muitas informações astrológicas), esta ciência encontrou suas diferenças entre um sistema e outro, entre um mestre e outro, já que nesta civilização todo conhecimento é passado sistematicamente de Guru  (Mestre) para discípulo, e essa sucessão, chamada em sânscrito Parampara, segue assim até os dias de hoje.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Conta uma lenda antiga que em alguma biblioteca nos confins da Índia Antiga encontram-se papiros feitos de folha de bananeira com a descrição da vida de todas as pessoas que existiram e que ainda irão existir. Nestes papiros estão dados como o nome de sua mãe, seu pai, sua profissão e até sua digital. Você pode imaginar o tamanho que seria esta biblioteca?</p>
<p>Você pode pensar que isso é somente uma lenda, mas não é. De fato existe um tipo de Astrologia, cujo sistema é chamado Nadí, em que o astrólogo recolhe, juntamente com seus dados, sua impressão digital, para assim achar seu papiro. É claro que o número de charlatões nesta área é ainda maior, e é bem provável que você ache um desses do que um mestre verdadeiro. Mas enfim, informações como esta alimenta em nós o desejo profundo de sabermos mais sobre nós mesmos, e ainda, de saber o que nos é destinado nessa vida. A Astrologia Védica, entretanto, nos proporciona este conhecimento. Sua Carta ou Mapa Natal nada mais é que o mapa da sua alma, aquilo que você veio colher nesta vida. Não estou afirmando, com isso, que toda nossa vida é fatídica e que tudo já “está escrito nas estrelas”, mas sim que temos uma grande probabilidade de experimentar o que está descrito no nosso mapa natal.</p>
<p>Na Índia Antiga, os brahmanes que liam as estrelas eram considerados conselheiros do governo, pois sabiam ao certo que decisão tomar para que dessem bons frutos – ou seja, para que alguém não se desviasse do seu Dharma ou missão de vida. Também, tão logo uma criança nascia, os mesmos brahmanes eram então chamados para falar do futuro dessa criança, e isso fazia-se não somente para preparar os pais para o futuro sofrimento, mas bem como para remediar caso houvesse alguma previsão de infelicidade. Unindo nossa vontade com a vontade do Criador, surgem os “remédios astrológicos”, que vão desde o uso de pedras, sementes de Rudrakshas, canto de mantras até sacrifícios planetários, conhecidos pelo nome sânscrito Agni Hotra. Mais recentemente, podemos observar o uso de florais da nossa rica mata sendo utilizados para sanar deficiências causadas pelos maus posicionamentos de planetas e seus aspectos nefastos.</p>
<p>Dessa forma, ainda que você não receba apenas boas notícias em relação ao seu Karma, sempre existirá um meio pelo qual você poderá se adequar à vontade do Criador amenizando seu sofrimento.</p>
<p>Talvez esta carta mereça aqui um parêntese para que eu possa lhe explicar que a vontade do Criador não é trazer sofrimento, mas pelo contrário; A astrologia baseia-se na crença da reencarnação, assim sendo, colhemos nesta vida os frutos de outras existências e é por isso que devemos passar por determinadas situações nesta vida. Vendo o sofrimento do ser humano, o Senhor Shiva, que é um deus muito empático e caridoso conosco, chorou, e suas lágrimas se transformaram em <strong><em>Rudrakshas</em></strong> (<strong><em>Rudra</em></strong>: Shiva; <strong><em>Akshas</em></strong>: lágrimas), cada uma com um número de linhas exato e de consonância com os planetas. Já foi provado cientificamente a atuação das Rudrakshas sobre os batimentos cardíacos e as ondas cerebrais, mas mesmo antes disso, já se acreditava que as Rudrakshas detinham o poder de amenizar os raios maléficos dos planetas mau colocados, e com estes objetivos é que são utilizadas.</p>
<p>Quando você faz a leitura do seu mapa védico, possivelmente seria os mesmos escritos que você encontraria nos papiros daquela imensa biblioteca “da vida de todos os seres humanos”.</p>
<p>Por fim, tenho que ao menos mencionar sobre as muitas diferenças entre a astrologia ocidental e a astrologia védica. Não há espaço aqui para mencionar todas as diferenças, mas porquanto basta saber que há uma diferença técnica de 23  graus em relação à astrologia ocidental ou tropical, pelo motivo da precessão de equinócios, o que não é levado em consideração pela astrologia ocidental. Por isso, possivelmente você se verá em outros signos na astrologia védica. Nesta astrologia o planeta Sol não é o mais importante, como na astrologia tropical. Por isso, na Índia é muito mais comum perguntar em que constelação (nakshatra) você nasceu ao invés de perguntar qual é seu signo. Na astrologia védica o Sol somente lhe falará sobre seu ego, ou o tipo de sua alma (forma). O Ascendente e a Lua são muito mais importantes, bem como as suas constelações, como já dito. Ainda assim, uma astrologia não anula a outra, pois falam de coisas diferentes, uma mais relacionada com aspectos psicológicos e outra mais sobre considerações kármicas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Desejos sinceros de profunda paz em seu coração. Espero que as informações aqui desveladas lhe sejam úteis em diversos sentidos. Em qualquer caso de dúvida, não hesite em me procurar.</p>
<p><a href="mailto:santipriyagopi@yahoo.com.br">santipriyagopi@yahoo.com.br</a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Hari Om</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Shantipriya Gopi Devi (Sheila Drumond)</em></p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Obs.: Carta ao Consulente do Mapa Astral Védico (contém outras informações que foram suprimidas)<br />
</em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por quê?]]></title>
<link>http://sutiastransbordantes.wordpress.com/2009/11/17/por-que/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 03:00:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>sutiastransbordantes</dc:creator>
<guid>http://sutiastransbordantes.wordpress.com/2009/11/17/por-que/</guid>
<description><![CDATA[Como diz o Ultraje a Rigor, &quot;eu gosto &eacute; de mulher&quot;. E desde novo, sempre tive fasci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como diz o Ultraje a Rigor, &#34;<em>eu gosto &#233; de mulher</em>&#34;. E desde novo, sempre tive fascina&#231;&#227;o por seios. N&#227;o sei se fui desmamado tarde, mas acho que &#233; porque &#233; a &#250;nica parte do corpo feminino que n&#227;o h&#225; equivalente nos homens. Logo, peitos, mamas, seios&#8230; Chamem do que quiser. Sempre preferi os seios &#224;s outras partes do corpo feminino. E da&#237; vem o fetiche de v&#234;-los crescendo, a olhos vistos.</p>
<p>Outro fetiche diz respeito &#224; mulheres com m&#250;sculos. Essa eu lembro bem, quando era crian&#231;a e pedi a uma menina para exibir o b&#237;ceps, e fiquei intrigado com o fato. N&#227;o gosto muito de fisiculturismo ou de mulheres absurdamente musculosas, mas atl&#233;ticas, bem torneadas, algumas at&#233; bem musculosas. Mas nada de grandemente exagerado. E, somando ao fetiche do crescimento, mulheres tornando-se musculosas sempre me fascinaram deveras. Mas n&#227;o gosto de pornografia, como tem por a&#237;. </p>
<p>E gosto de escrita. Mexer com a imagina&#231;&#227;o &#233; algo m&#225;gico. Li muitos contos e hist&#243;rias sobre os assuntos, e cheguei a traduzir algumas para o portugu&#234;s. Tamb&#233;m mexi com imagens, e principalmente com manipula&#231;&#245;es, e morphing, de uma imagem em outra, animando o desenvolvimento do corpo feminino. Ainda belo, mas agora, mais poderoso.</p>
<p>Na Internet tem v&#225;rios sites com esse conte&#250;do, e alguns ser&#227;o indicados a&#237; do lado. Outros ser&#227;o colocados aqui. O objetivo desse blog &#233; postar as minhas tradu&#231;&#245;es de contos que podem ser achados na rede, al&#233;m de anima&#231;&#245;es que fiz. Espero que gostem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução]]></title>
<link>http://folhasviajantes.wordpress.com/2009/11/17/introducao/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:40:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sonia Costa</dc:creator>
<guid>http://folhasviajantes.wordpress.com/2009/11/17/introducao/</guid>
<description><![CDATA[Quem lê, pensa&#8230; Quem pensa, escreve&#8230;  Quem escreve, fala&#8230;   Quem fala, é ouvido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Quem lê, pensa&#8230;</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem pensa, escreve&#8230; </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem escreve, fala&#8230;  </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem fala, é ouvido&#8230;   </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem ouve, se transforma&#8230;  </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem se transforma, cria&#8230; </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Quem cria,gera mudanças&#8230;  </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Leia!  </em><em>Pense!  </em><em>Escreva!  </em><em>Fale!  </em><em>Ouça!  </em><em>Transforme-se!  </em><em>Seja criativo!  </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Contribua para a existência de um mundo melhor!</em></p>
<p>Este livro ‘nasceu’ no Curso “Leitura, Biblioteca e Educação”, acontecido na Capital de São Paulo durante o PROLER, na Biblioteca Infanto-Juvenil Monteiro Lobato, de 22 a 27/10/2001. No último dia, elaboramos uma Exposição das nossas “<a title="Memórias de Leitura" href="http://folhasviajantes.wordpress.com/2009/11/16/memorias-de-leitura/" target="_blank">Memórias de Leitura</a>”  que foi uma aplicação do curso que havíamos acabado de concluir. Durante aquele evento me senti impulsionada a ir embora, enquanto todos ainda estavam absortos naquela festividade de encerramento.</p>
<p>Fui ao <a title="Shopping Higienópolis" href="http://www.patiohigienopolis.com.br/" target="_blank">Shopping Higienópolis</a>, e depois de almoçar, desci para o piso Pacaembu.  Sentei-me em frente à joalheria <a title="Swarovski" href="http://www.swarovski.com/Web_AA/en/index" target="_blank">Swarovski</a>; comecei a contemplar a beleza dos cristais e o reflexo que a luz estava produzindo através deles; ao vislumbrar a beleza daquelas pedras preciosas, me reportei à história da criação. Enquanto estava pensando em como teria sido o momento em que Deus criou o Universo, Ele falou ao meu coração: escreve! Obedeci e ali começou este livro.</p>
<p>Este livro pode ser compreendido como um leque que se abre para outros livros, ou como a luz de uma estrela que oferece seus raios luminosos para outras estrelas; ou também, como uma bússola que, acima de qualquer tendenciosidade religiosa ou preconceituosa, possa apontar o caminho em direção ao pleno conhecimento (Is. 11:9b).</p>
<p>Propositadamente apresentaremos, vários pontos polêmicos, para que sejam passíveis de questionamentos e investigações, pois temos presenciado através da história, que as diferenças de pensamentos e de opiniões, sempre serviram para a busca da verdade em toda a ciência e sabedoria que Deus tem dado ao homem.  (Pv. 3:13 /  Dn. 1:3-4, 17, 19-20 /  Os. 4:6)</p>
<p>Esta leitura levará o leitor a refletir, pensar e repensar seus conceitos e visualizar uma outra dimensão com respeito à história da Criação; provavelmente, os fundamentos de suas opiniões serão fortemente abalados; muitas inquietações surgirão em sua mente, as quais precisarão ser mais bem esclarecidas.</p>
<p>Ler é assumir compromisso diante da sociedade, pois quanto mais sabemos, mais temos o compromisso de fazer alguma coisa para melhorar, tanto nosso <em>habitat</em>, quanto nosso <em>modus vivendi</em>. </p>
<p>De certa forma concordo com a opinião expressada na crônica “Feliz o analfabeto que não lê este artigo” de Elio Gaspari (2), quando diz que o analfabeto é “feliz”, porém, é uma felicidade utópica e que não tem essência em si mesma. Ele acaba vivendo o que os outros querem que ele viva e assim é coagido a viver acéfalo; essa é a forma mais cômoda para se viver, pois ele não é obrigado e nem precisa raciocinar; ele elege outros para raciocinarem por ele.</p>
<p>Você, querido leitor, com certeza não é analfabeto, portanto pense bem antes de continuar lendo este livro. Meu desejo é que, ao ler este livro, você não consiga  mais  parar  e que, ao terminar de lê-lo, sua curiosidade esteja tão aguçada, a ponto de despertar o desejo de saciar sua sede de saber!!!&#8230;</p>
<p>Você tem duas opções: “ler, ou não ler este livro!&#8230;” Decida agora!!!&#8230;</p>
<p>Se você decidiu por continuar lendo, o objetivo deste livro é apontar o melhor caminho para buscar o pleno conhecimento, compreendendo a predisposição divina em compartilhar Seu conhecimento, segundo a disposição volitiva do homem.</p>
<address>&#8220;E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba”.  (Jo. 7:37) (grifo nosso)</address>
<address>Se desejarmos nutrir um forte laço com o nosso Criador, devemos continuamente nos comunicar com Ele.  (20).</address>
<address>“Deus jamais envia a alma sedenta a um poço seco.”  (40)</address>
<p style="text-align:right;"><em>Sonia Valerio da Costa</em></p>
<p style="text-align:right;"><a rel="attachment wp-att-444" href="http://folhasviajantes.wordpress.com/2009/11/17/introducao/passaroramo-4/"><img class="aligncenter size-full wp-image-444" title="passaroramo" src="http://folhasviajantes.wordpress.com/files/2009/11/passaroramo3.gif" alt="" width="500" height="76" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INTRODUÇÃO]]></title>
<link>http://narrativasparaumoutromundopossivel.wordpress.com/2009/11/14/introducao/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 03:29:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Terrestre Extra</dc:creator>
<guid>http://narrativasparaumoutromundopossivel.wordpress.com/2009/11/14/introducao/</guid>
<description><![CDATA[O presente trabalho tem o intuito de contribuir na construção de caminhos para se alcançar um outro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O presente trabalho tem o intuito de contribuir na construção de caminhos para se alcançar um outro mundo possível. Não tem a pretensão de ser considerado um receituário, tese, testamento ou manifesto, muito menos instrumento de luta contra as forças que regem o mundo em que vivemos. Ele nasce da necessidade da compreensão das contradições que surgem diante dos olhos todos os dias, e também da força que cada indivíduo, consciente ou não, produz como algo que se considera bom, seja uma gota de suor pelo trabalho bem feito, seja um novo conhecimento, uma nova visão que muito contribui para o bem planetário. Este trabalho é um apanhado de bons exemplos encontrados num ambiente em cuja atmosfera era nitidamente sentido o intento geral em se construir um outro mundo possível.</p>
<p>Mas por quê se deseja alcançar um outro mundo, que não este que se mostra diariamente em nossos cotidianos ou nos noticiários?</p>
<p>O presente trabalho tem como inspiração o livro “Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal”, escrito pelo geógrafo brasileiro Milton Santos e lançado em 2000. Nele, Milton parte da premissa de que existem três tipos de Globalização: a primeira, a que nos fazem crer, a Globalização como fábula, construída pelos ideais de desenvolvimento e modernidade que guiam as economias dos países; a segunda, a que nos está diante dos olhos, a Globalização como perversidade, que não esconde as disparidades gritantes que o mundo apresenta como conseqüência de uma falsa lógica de liberdade, da democracia guiada pela economia de mercado, pela cegueira por lucros, pela exploração do trabalho; e, a terceira, a Globalização possível, aquela em que “[se] pode pensar na produção local de um entendimento progressivo do mundo e do lugar, com a produção indígena de imagens, discursos, filosofias, junto à elaboração de um novo <em>ethos</em> e de novas ideologias e novas crenças políticas, amparadas na ressurreição da ideia e da prática da solidariedade”<a href="#_ftn1">[1]</a>.</p>
<p>A obra do geógrafo é um diagnóstico profundo da civilização, expondo de maneira bem analítica os cânceres que causam seus descaminhos e suas preocupações que assolam o senso comum mundial. Fome e miséria, desigualdades sociais profundas, desmatamentos incalculáveis e prejuízos irreversíveis. Como um cuidadoso cirurgião, Milton Santos não apenas localiza todas essas doenças planetárias, mas apresenta a profilaxia de sua cura. Por isso, faz-se necessário, senão urgente, um outro mundo, uma outra Globalização. Ninguém melhor do que ele para mostrar a ferida planetária que está exposta, e que resta a cada ser humano construir um pensamento único, e a toda sociedade elevar a tenda da consciência universal.</p>
<p>Porém a consciência universal anda deturpada pelo que Milton Santos chama de “globaritarismo”, definição baseada na característica totalitária da atual globalização. Na época em que escreveu o livro, na virada do milênio, o mundo se perguntava o que foi deixado no rastro da História durante o século XX. O que se via nas respostas latentes eram páginas de guerras, conflitos, corridas armamentistas, desordem social, inchaço nas cidades, desemprego, desigualdades sociais, precarização do serviço público. Na década de 1990, os países denominados “desenvolvidos”, sobretudo os Estados Unidos, passaram a interferir diretamente nas economias dos países “subdesenvolvidos”, por meio de conselhos econômicos que faziam crer no esgotamento dos serviços estatais (públicos), e que estes deveriam ser substituídos por uma abertura do mercado em que todos pudessem oferecer tais serviços (privatizações). Alguns países subdesenvolvidos ganharam até outra alcunha: “em desenvolvimento”, em sua maioria países latinoamericanos, como Brasil, México, Argentina e Chile. Só que este desenvolvimento resultou em desvalorização do trabalho, achatamento dos salários e aumento das desigualdades sociais.</p>
<p>Sem aparecer na mídia, indivíduos e grupos sociais se mobilizavam e foi possível ver, no fim do século, novos caminhos para essa globalização alternativa, baseada nas inspirações vindas do nicho social que sempre esteve à margem, na equiparação do poder da palavra entre os historicamente incluídos e excluídos.</p>
<p>Não eram apenas os marginalizados e ativistas sociais que perceberam no horizonte próximo degradações irreversíveis resultantes da voraz modernização e tecnologia que consumiam o planeta no século XX. Os grandes grupos econômicos e demais líderes mundiais constantemente eram alertados por cientistas e intelectuais sobre os descaminhos da humanidade. No ano de 1979, a fria e remota cidade suíça de Davos passou a ser, então, a sede de um encontro não-governamental das personalidades mais influentes do mundo capitalista a fim de discutir os efeitos mundiais da economia. Nascia o Fórum Econômico de Davos, e até hoje é reconhecido e disseminado pelos tablóides e articulistas políticos. Trata-se de uma ampla conferência em que só entra quem paga cerca de 20 mil dólares para ouvir as maiores celebridades pensantes da Globalização ou para mostrar aos holofotes o espírito assistencialista de artistas milionários, mas que no fundo só reforça as justificativas de que as seqüelas causadas pela lógica do mercado são dissociadas das crises planetárias.</p>
<p>“Pois foi em frente a tudo isso que estava acontecendo que alguns brasileiros pensaram que se poderia iniciar uma nova etapa de resistência a esse pensamento hoje hegemônico no mundo. Mais além das manifestações de massa e protestos, pareceria possível passar-se a uma etapa propositiva, de busca concreta de respostas aos desafios de construção de ‘um outro mundo’, em que a economia estivesse a serviço do ser humano e não o inverso. Economistas e outros universitários contrários ao neoliberalismo já vinham realizando, na Europa, encontros que chamavam de Anti-Davos. O que se pretendia, no entanto, era mais do que isso. Propunha-se realizar um encontro, de dimensão mundial e com a participação de todas as organizações que vinham se articulando nos protestos de massa, voltado para o social – o Fórum Social Mundial. Esse encontro teria lugar, para se dar uma dimensão simbólica ao início dessa nova etapa, nos mesmos dias do encontro de Davos em 2001, podendo a partir daí se repetir todos os anos, sempre nos mesmos dias em que os grandes do mundo se encontrassem em Davos.”<a href="#_ftn2">[2]</a></p>
<p>&#160;</p>
<p><em>1.1) Metodologia</em></p>
<p>Quase uma década se passou desde o lançamento de “Por Uma Outra Globalização”, assim como nove edições do Fórum Social Mundial.</p>
<p>O presente trabalho aproveita as inspirações do livro e reúne entrevistas com pessoas que participaram do último grande encontro, realizado do dia 27 de janeiro a 1º de fevereiro de 2009, em Belém do Pará. As histórias contadas, além de servir de alegoria para descrever o que foi o Fórum Social Mundial 2009, mostram cada qual um grande exemplo, que muito bem se encaixaria na idealização de um outro mundo possível, e seus discursos soariam perfeitos na construção de uma consciência universal, neste mesmo sentido tão desejado por Milton Santos. Por meio de seus trabalhos pessoais, militâncias políticas, peregrinações religiosas e serviços sociais, os entrevistados são exemplos bem claros de que, sim, todos esses atos são baluartes deste novo mundo, senão guias que podem levar a sociedade planetária neste caminho.</p>
<p>Além de Milton Santos, as referências bibliográficas incluem o sociólogo português Boaventura Sousa Santos, cuja “Sociologia das Ausências” ajudou na tentativa de compreensão dos povos excluídos. Também não se pode esquecer a contribuição do curso ministrado pelo professor Evandro Ouriques, denominado “Jornalismo e Políticas Públicas Sociais”, que fiz no primeiro semestre de 2009 na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e que trouxe para a formulação deste trabalho a importância do conceito de <em>envolvimento</em>, sobre a unanimidade desenvolvimentista que se apregoa diariamente.</p>
<p>A escolha dos entrevistados foi quase que aleatória, porém já tinha em mente quem eu gostaria de entrevistar. Minha intenção era fugir das chamadas “fontes oficiais”, que me dariam as versões comuns capazes de serem encontradas em qualquer veículo que registrou o evento de Belém. Levava na bagagem a experiência de uma edição do Fórum, em 2005, na cidade de Porto Alegre, e assim sabia de sua magnitude. Desta vez, o encontro recebeu mais de 130 mil pessoas, cerca de 5.800 organizações, de 148 países, entre militantes das mais variadas causas, cidadãos e excluídos, estudantes, acadêmicos, intelectuais, jornalistas, índios de mais de cem etnias, quilombolas, peregrinos, e presidentes de nações.</p>
<p>Despi-me de jornalista, com o objetivo de extrair relevantes informações de conversas despretensiosas. Atento ao contexto em que, dentro do Fórum, os entrevistados se inseriam, lembrava-me dos tempos em que o aprendizado de Jornalismo, na Universidade, era complementado com excelência nas conversas extraclasses, e muito aprendia em andanças por Niterói. Tramitava assim pelas dependências do grande evento de Belém disfarçado de cão sem dono, que fareja a informação como alimento, em círculos de debates entre pessoas distintas, em figuras exóticas que, intencionalmente ou não, atraiam os olhares alheios, em expressões aguerridas nos rostos de jovens, em nítidos paradoxos que o universo do Fórum proporcionou.</p>
<p>Conto aqui uma ocasião que explica bem como foi a seleção de entrevistados. No dia da palestra do teólogo Leonardo Boff, o qual estava me programando para ouvir e, se possível, entrevistar, cheguei atrasado ao imenso campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), que abrigava dezenas de eventos e acolhia centenas de barracas no Acampamento Internacional da Juventude. O local da palestra era distante e, quando lá estive, Leonardo Boff estava cercado por admiradores, já nas conversas após o debate. Então esperei um pouco, até conhecer uma mulher negra, cujos olhos grandes me fitavam, e assim começamos a conversar. Apresentou-se em um inglês não-autóctone como Dorothy Kallowa, oriunda da Namíbia, e contou seus trabalhos com jovens amputados por minas no Zâmbia. Enquanto conversávamos, passava à nossa frente o palestrante Leonardo Boff, desta vez sem muitos seguidores. Preferi assim não dispensar a conversa com Dorothy, e deixei o teólogo para uma outra oportunidade, pois sabia que os ditos na palestra eram possíveis de serem colhidos em outros meios.</p>
<p>A cada personagem que conhecia, aumentava meu acervo de informações, de histórias, anotadas em meu pequeno bloco, gravadas em meu discreto <em>MP3player</em>, retratadas em imagens quando assim era conveniente, filmadas em vídeo, mesmo sem muita habilidade de enquadramento. Quando voltei ao Rio, vi o grande acervo multimídia que tinha em mãos, que bem descreve uma ampla visão, multifacetada, sobre o que foi o Fórum Social Mundial de 2009. Restava costurar todas as histórias, com a resignação de que tudo não caberá no trabalho. Como considero ricas tais histórias, assim como os personagens e o contexto dos lugares em que aconteceram as entrevistas, a linguagem do Jornalismo Literário foi utilizada como a mais adequada, sobretudo com inspirações da vertente denominada Novo Jornalismo que, nas palavras de um de seus expoentes, o jornalista estadunidense Tom Wolfe, “evita o aborrecido tom bege pálido dos relatórios que caracteriza a tal ‘imprensa objetiva”<a href="#_ftn3">[3]</a>.</p>
<p>Desta vez adaptada para um <em>blog</em> de Internet, a reportagem completa suporta todo este aparato multimídia de fotografia, áudio e vídeo, além do texto.</p>
<p>Esta monografia é então um trabalho prático, sustentado em devidas referências teóricas e, sobretudo, nos depoimentos dos entrevistados. Procuro nele não esconder meus deslizes como jornalista, seja nos esquecimentos em recarregar a bateria do gravador, ou nos desejos de ser um homem múltiplo e assim não chegar atrasado ao que estava programado em minha agenda. Não foi escolhida uma seqüência cronológica para melhor compreensão desta “costura” de histórias, tornando esta monografia uma série de relatos encadeados conforme temas. Como pano de fundo está meu ponto de vista declarado na busca de uma compreensão de todos estes temas, o que teve como conseqüência uma descrição do cenário durante os cinco de encontro.</p>
<p>Assim, esta monografia começa com o principal assunto do Fórum Social Mundial 2009, as questões amazônicas e os povos da Grande Floresta, tendo como personagem principal Paulo, cacique da tribo indígena Wai Wai. Em seguida, apresento a advogada Márcia Batista, que contou a história do pai João César Batista, que tanto militou pela reforma agrária, mas foi assassinado há 20 anos atrás por razões ainda não esclarecidas. A segunda temática aborda as questões políticas, por meio das entrevistas com o estudante e militante do PSTU, Victor Aguiar Pereira, do deputado federal pelo PSOL, Chico Alencar, e do jornalista e diretor de comunicação da UJS, Fernando Borgonovi. O capítulo posterior refere-se às questões sociais a partir da história de Preto, morador da Terra Firme, uma das maiores favelas de Belém, e segue com as agentes sociais, Socorro Melo, que trabalha na reintegração social de menores infratores em Salvador, Bahia, e a já citada Dorothy Kallowa, que atua assistindo jovens amputados e portadores do vírus HIV em Lusaka, capital do Zâmbia; além dos locutores da rádio comunitária União, da cidade de Xinguara, sul do Pará. Finalizando o trabalho, alguns personagens que bem representam o grande evento de Belém, o simpático vendedor andarilho Atanael, que explicou sua teoria econômica da “alternatividade”; Paulo Moisés, que desejava ir de Niterói a Manaus, passando pelo Fórum, mas acabou o evento de uma forma inusitada; o poeta popular maranhense Moisés Nobre, que pude compartilhar bons versos e algumas doses de cachaça artesanal; e o líder espiritual Cho Tab Khen Zambuling, ou Alfredo Sfeir-Younis, ex-consultor econômico da ONU, que peregrinava pela UFPE e não quis trocar muitas palavras comigo senão me presentear seu livro “Ten Spiritual Laws To Heal The World” (<em>Dez Leis Espirituais Para Curar o Mundo</em>), que muito se apropria para o encerramento desta monografia.</p>
<p>Desta forma, espero que este trabalho sirva ao menos de reflexão sobre as atitudes e os debates contidos nas histórias de todos os personagens. Não espero que sejam como exemplos a serem seguidos, mas fontes de inspiração na construção de um outro mundo possível.</p>
<p>Boa leitura.</p>
<p>&#160;</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> SANTOS, Milton. <em>Por uma outra globalização, do pensamento único à consciência universal</em>. Editora Record, 2000 p. 167 e p. 168.</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Fórum Social Mundial: origens e objetivos, de Francisco Whitaker, paulista, membro do Secretariado internacional do Fórum Social Mundial, representante no evento da Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Foi presidente da Juventude Universitária Católica &#8211; JUC, em 1953-1954, assessor da CNBB no 1° Plano Pastoral de Conjunto em 1965-1966, e assessor da Arquidiocese de São Paulo e da CNBB de 1982 a 1988. É sócio-fundador da Associação Transparência Brasil e foi professor no Instituto de Formação para o Desenvolvimento de Paris e no Instituto Latino-Americano de Pesquisas Econômicas e Sociais (Ilpes/ONU).</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> PENA, Felipe. <em>Jornalismo Literário</em>. Editora Contexto, 2006. p. 54.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aspectos psicológicos do transtorno afetivo bipolar - Introdução]]></title>
<link>http://humorbipolar.wordpress.com/2009/11/12/aspectos-psicologicos-do-transtorno-afetivo-bipolar-introducao/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 02:43:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>bdebigode</dc:creator>
<guid>http://humorbipolar.wordpress.com/2009/11/12/aspectos-psicologicos-do-transtorno-afetivo-bipolar-introducao/</guid>
<description><![CDATA[Sabe-se que não há uma causa única para o transtorno bipolar do humor. As pesquisas sugerem que é fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sabe-se que não há uma causa única para o transtorno bipolar do humor. As pesquisas sugerem que é freqüentemente herdado, relacionado a uma falta de estabilidade na transmissão dos impulsos dos nervos no cérebro, sendo que esse problema bioquímico torna as pessoas com distúrbio bipolar do humor mais vulneráveis às tensões emocionais, sociais e físicas. Fatores como contratempos na vida (estresse), o uso de substâncias psicoativas (por exemplo, estimulantes como cocaína e anfetaminas), a privação de sono ou outra estimulação excessiva podem levar a um desequilíbrio nos mecanismos que regulam o funcionamento do cérebro.</p>
<p>Essa teoria de interação entre uma vulnerabilidade biologicamente determinada associada à influência de estímulos psicológicos, sociais ou físicos é semelhante a teorias propostas para a compreensão de outras condições médicas, como o diabetes e a hipertensão dentre outras. Por exemplo, na doença coronariana, a pessoa pode herdar uma tendência a ter níveis elevados de colesterol ou ter pressão alta, que gradualmente diminui a quantidade de oxigênio que chega ao coração. Além disso, uma forte tensão emocional pode contribuir para o desencadeamento de dor no peito ou de um infarto, em decorrência de uma baixa importante no aporte de oxigênio na musculatura do coração. O tratamento no caso é medicamentoso, em um primeiro momento, mas é importante que se façam mudanças no estilo de vida para reduzir o risco de que isso se repita e na tentativa de melhorar a qualidade de vida do paciente.</p>
<p>No caso do transtorno afetivo bipolar, a despeito da base biológica do transtorno e dos sintomas físicos que apresenta, sua manifestação é psicológica e comportamental, por meio de temperamentos e suas flutuações, pensamentos, percepções, linguagem, comportamentos, sentimentos e intelecto. E esses aspectos apresentam-se na interação com membros da família, amigos, colegas, no meio social mais amplo, na vida profissional dentre outros. (Goodwin e Jamison, 1990).</p>
<p>É importante ressaltar que quando se faz o diagnóstico de transtorno afetivo bipolar, além dos sintomas, do curso e da história da doença, devem ser levados em conta o mundo interno, o grau de sofrimento do paciente e a interpretação subjetiva que ele dá ao seu problema. Nesse sentido é que no atendimento ao paciente valorizamos a escuta e a compreensão do sentido que ele atribui ao seu sofrimento e à sua doença, dando ênfase à sua experiência subjetiva.</p>
<p>Esquematicamente, podemos estabelecer uma ponte entre o modelo médico, para a compreensão de doenças orgânicas, tais como o diabetes, a hipertensão e o transtorno bipolar do humor.<br />
No caso do transtorno afetivo bipolar, existe uma vulnerabilidade genética que predispõe o paciente, quando submetido a estressores psicológicos, sociais ou físicos, a ter um problema no funcionamento de seus neurotransmissores. Sabe-se, também, que alterações no ciclo circadiano (sono-vigília) podem interferir no adoecer, produzindo manifestações comportamentais ou sintomas.</p>
<p>Além de ter uma etiologia multifatorial, a doença é cíclica e recorrente, isto é, tende a se repetir ao longo da vida e cursa com episódios depressivos e/ou eufóricos (maníacos).</p>
<p>O paciente deve ter um papel ativo no seu tratamento. Ele deve conhecer todos os aspectos de sua doença, saber identificar e reconhecer o sintoma – sinal, a duração e os mecanismos de prevenção da doença. Deve aprender a identificar o sintoma – sinal que sinaliza o início da crise, não sendo o mesmo para todos os pacientes. Por exemplo: o aumento do desejo sexual e a sensação de maior vivacidade intelectual. Muitas vezes, esse sintoma-sinal pode ser discreto e passar despercebido pelo paciente e por seus familiares. Sua identificação precoce implica a utilização de estratégias para evitar a progressão da crise, como, por exemplo, procurar o médico, voltar a tomar ou reforçar a medicação dentre outras.</p>
<p>É necessário que se promovam mudanças no estilo de vida do paciente, para diminuir o risco de novos episódios e melhorar sua qualidade de vida.</p>
<p>É importante ter em mente em que fase da doença o paciente se encontra, pois o tipo de intervenção em cada uma delas deve ser diferente.</p>
<p>Na crise, o paciente apresenta riscos, tais como exposição a situações vexatórias, de suicídio, de vida, prejuízo no funcionamento social, profissional e psicológico; a crise é um momento difícil. Requer a mobilização de pessoas próximas – familiares ou amigos, do médico e de uma equipe de saúde mental.</p>
<p>A intervenção na crise requer procedimentos diferentes daqueles quando o paciente se encontra no estado livre de sintomas (eutimia). O paciente precisa de proteção; pode ser necessária a internação em ambiente adequado (hospitalar ou domiciliar). Nesse momento não é possível fazer uma leitura psicológica dos sintomas, pois é difícil diferenciar o que é da doença e o que é da personalidade.<br />
Na eutimia, o paciente deve manter a medicação, procurar ter uma boa qualidade de vida, seguir as orientações médicas, podendo beneficiar-se da psicoterapia.</p>
<p>A comorbidade com abuso de álcool e outras substâncias psicoativas, tentativas de suicídio e transtorno de personalidade é muito comum nos casos de transtorno afetivo bipolar.</p>
<p>Os pacientes experienciam esse transtorno como uma perturbação da auto-estima, no contexto de relações interpessoais fracassadas.<br />
Com relação à eficácia do tratamento, vários autores concordam que a psicoterapia em combinação com o tratamento medicamentoso produz melhores resultados do que cada tipo de intervenção utilizada isoladamente (Miklowitz, 1996).</p>
<p>A utilização de uma abordagem psicossocial e psicológica no tratamento do transtorno parte da suposição e aceitação de que o distúrbio tem uma determinação neurobiológica e genética, mas que é fortemente afetada pelo contexto ambiental e psicológico. Há várias evidências que indicam que os eventos estressantes da vida e os relacionamentos familiares em conflito afetam o funcionamento dos pacientes.<br />
A introdução do lítio, no início dos anos 70, trouxe esperança a pacientes e familiares. Pessoas com o transtorno, que viviam como pacientes psiquiátricos crônicos, tornaram-se capazes de trabalhar, socializar e restabelecer um relacionamento familiar adequado. Goodwin e Zis (l979) estimaram que de 60% a 70% de pacientes bipolares respondem ao lítio durante a fase aguda de mania. Outros autores observaram 50% de resposta (Bowden, l966). Há alguns estudos que apontam para a eficácia dos anticonvulsivantes no tratamento do transtorno.</p>
<p>Miklowitz e Goldstein (1997) mostram que os resultados obtidos com o tratamento medicamentoso do transtorno trazem uma implicação importante, de que devemos dar aos pacientes mais do que só medicação. Intervenções psicossociais e psicológicas, combinadas com tratamento medicamentoso, podem ajudar a diminuir o intervalo entre as crises, reduzir a severidade dos episódios, melhorando o funcionamento social entre as crises, e ajudar o paciente na aderência ao tratamento, enfatizando a importância do uso da medicação<br />
O tratamento medicamentoso, embora traga uma grande melhora na vida dos pacientes e seus familiares, sozinho não é suficiente para combater os efeitos desastrosos dessa doença. O trabalho de orientação e de psicoterapia com familiares pode colaborar no tratamento, pois a família pode ajudar o paciente a aceitar a realidade da doença e a necessidade de tomar medicação por longo tempo, garantindo a adesão ao tratamento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Piercings]]></title>
<link>http://padrevagnerbaia.wordpress.com/2009/11/10/os-piercings/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:27:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>padrevagnerbaia</dc:creator>
<guid>http://padrevagnerbaia.wordpress.com/2009/11/10/os-piercings/</guid>
<description><![CDATA[Os Piercings Os médicos dermatologistas chamam a atenção para o perigo do piercing transmitir doença]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os Piercings Os médicos dermatologistas chamam a atenção para o perigo do piercing transmitir doenças graves como as hepatites e até mesmo a AIDS.  Isso acontece porque frequentemente os que realizam a introdução do piercing, fazem a tatuagem ou a automutilação do corpo não tomam as necessárias cautelas higiênicas.</p>
<p>Verifica-se que em cada cinco um adolescente é contagiado assim, ao passo que as adolescentes são duas vezes mais afetadas.</p>
<p>Os piercings costumam ser fixados em partes do corpo muito impróprias: na língua, umbigo, lábios, e até nos órgãos genitais, o que mostra um comportamento exótico e excêntrico. Às vezes são usados vários anéis fixados através do pavilhão da orelha, e que podem acarretar necrose da cartilagem.</p>
<p>O jovem cristão não precisa disso. “Do ponto de vista ético, a prática dos piercings e afins só pode ser rejeitada, pois contribui para afetar negativamente o corpo e a saúde dos usuários.</p>
<p> A lei de Deus manda preservar a vida. A integridade corporal e a saúde não devem ser sacrificadas a modismos. Aos pais compete incutir aos filhos uma escala de valores que esteja acima de modismos e ondas do momento, que prejudicam o autêntico desenvolvimento físico e moral dos adolescentes”.</p>
<p> Do Ponto de Vista Espiritual, é uma prática atração de uma força superior do mal, de ter forças e poder sobre uma área de nossa vida, assim os índios usam evacando um poder astral, para que ele possa possuir um poder de uma força sobre natural, isto acontece em muitas tribo e povos que tinha estes sinais como um força vital, sem isto o homem não atem poder e para adquiri-lo ele se submetia a diversos rituais.</p>
<p>Nesta situação cada um desses piercing esta localizado em uma área de nossa vida, assim na orelha, é por onde entra nossa fé, nos mamilos é onde se da o alimento da vida, umbigo o centro da vida e o poder de sedução, no nariz é o hálito da vida a respiração, neste casos vai obstruindo a graça de receber a fé e as instruções de Deus, o centro da vida passa ser a sedução, o alimento é a força astral ou cósmica e não mais Deus e o hálito da vida passa ser não mais a força do espirito santo e sim as forças espirituais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viva a diversidade]]></title>
<link>http://projetobeta.wordpress.com/2009/11/09/viva-a-diversidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>user</dc:creator>
<guid>http://projetobeta.wordpress.com/2009/11/09/viva-a-diversidade/</guid>
<description><![CDATA[O projeto Beta foi criado para abordar assuntos variados, só que eu cheguei por aqui, fui assumindo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O projeto Beta foi criado para abordar assuntos variados, só que eu cheguei por aqui, fui assumindo minha posição nesse &#8220;barco&#8221; e comecei a escrever. Primeiro foi um texto sobre F1, as especulações e outras coisas para a temporada 2009, depois foram alguns textos sobre outros assuntos mas com Formula 1 no meio.</p>
<p>Passado se um tempo a Juliet se juntou ao blog oficialmente (isso é uma longa historia), e continuei postando sobre meu vicio, e ela com seus textos deu uma variada no blog (apesar dela colocar indiretas, principalmente para esse aqui que está escrevendo, na maioria de  seus textos). E a agradecer a ela por trazer alguma coisa a mais para o blog para não parecer exclusivo de automobilismo.</p>
<p>Agora postarei alguns outros assuntos(e isso não é promessa estilo de ano novo não), mas não é porque a temporada 2009 acabou que somente em 2010 voltaram os posts, tentar ao máximo informar sobre o que acontece nos bastidores.</p>
<p>Vamos ver agora como serão (se ela postar) os post da Juliet já que ela está em época de vestibulares, e ela prometeu nas ferias mais atualizações.</p>
<p>Ver o que acontece nesse barco navegando por águas desconhecidas e sem um destino certo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[DB - 1] Introdução ao projeto]]></title>
<link>http://audioteste.wordpress.com/2009/11/08/db-1-introducao-ao-projeto/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:49:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bissu</dc:creator>
<guid>http://audioteste.wordpress.com/2009/11/08/db-1-introducao-ao-projeto/</guid>
<description><![CDATA[Sonhar pode ser considerado um grande dom humano, mas tornar sonhos realidade é algo que vai muito a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sonhar pode ser considerado um grande dom humano, mas tornar sonhos realidade é algo que vai muito além. É acreditando na ilimitada capacidade do ser de inventar e traçar melhorias para o seu dia-a-dia, indo, se necessário, contra o metodismo e a realidade tecnológica, ultrapassando barreiras nunca ultrapassadas e andando por caminhos nunca antes percorridos que se é possível inovar. O ÁudioTeste talvez não seja mais apenas o produto dos sonhos paralelos de dois alunos. Ele passou a ser uma nova perspectiva do mundo para quem já vê o mundo com outras perspectivas, a perspectiva sonora. E é percorrendo novos caminhos e pensando nesse mundo paralelo, que o ÁudioTeste tenta ser mais uma ferramenta que provenha um sentimento de liberdade, mesmo que por alguns minutos.</p>
<p>Foi poético pra caramba não é? Meio apelativo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introdução]]></title>
<link>http://asbru.wordpress.com/2009/11/07/introducao/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>grmmjow</dc:creator>
<guid>http://asbru.wordpress.com/2009/11/07/introducao/</guid>
<description><![CDATA[Olá a todos, meu nome é Lucas, o carioca viadinho chamado luir me chama de granja, mas vamos por par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá a todos, meu nome é Lucas, o carioca viadinho chamado luir me chama de granja, mas vamos por partes:</p>
<p>Primeiro, eu vou postar direto aqui, então, quem começar a acompanhar não pare, e recomende para os outros, ibope sempre é bom. hoho.</p>
<p>Segundo, eu curto demais jogos indie num geral, postarei bastante jogos interessantes que estão vindo para diversas plataformas, meu próximo post será sobre um jogo chamado Aleph, que vai ser lançado para a XBLA em 2010, fodão. Hmph.</p>
<p>Terceiro, Crackdown rula tetas, e o 2 será um dos melhores jogos de 2010.</p>
<p>E por ultimo, eu sou foda.</p>
<p>Abraços a todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sejam Bem Vindos!]]></title>
<link>http://abtmblog.wordpress.com/2009/11/06/sejam-bem-vindos/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 03:02:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>abtmblog</dc:creator>
<guid>http://abtmblog.wordpress.com/2009/11/06/sejam-bem-vindos/</guid>
<description><![CDATA[Oi Pessoal! Sejam bem vindos ao blog da ABTM. Sou o André Tonanni e aqui vocês vão ficar sabendo sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Oi Pessoal!</p>
<p>Sejam bem vindos ao blog da ABTM. Sou o André Tonanni e aqui vocês vão ficar sabendo sobre o que acontece no cenário de Teatro Musical Brasileiro e notícias da Broadway e West End.</p>
<p>Vou divulgar também informações sobre o que acontece na ABTM (aulas, cursos e workshops) e algumas dicas sobre espetáculos de teatro no circuito SP, RJ e notícias importantes sobre a indústria fonográfica local e internacional.</p>
<p>Fiquem a vontade pra sugerir posts e qualquer dúvida me escrevam no andretonanni@hotmail.com ou acesse o site da ABTM www.abtm.art.br</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conhecimento Tácito]]></title>
<link>http://gestaoconhecimento.wordpress.com/2009/11/04/conhecimento-tacito/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:14:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edmundo José Wenck Júnior</dc:creator>
<guid>http://gestaoconhecimento.wordpress.com/2009/11/04/conhecimento-tacito/</guid>
<description><![CDATA[Pode-se compreender o conhecimento tácito como o conhecimento adquirido pelas sucessivas experiência]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Pode-se compreender o conhecimento tácito como o conhecimento adquirido pelas sucessivas experiência]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conhecimento Implícito]]></title>
<link>http://gestaoconhecimento.wordpress.com/2009/11/04/conhecimento-implicito/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 01:05:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edmundo José Wenck Júnior</dc:creator>
<guid>http://gestaoconhecimento.wordpress.com/2009/11/04/conhecimento-implicito/</guid>
<description><![CDATA[Pode-se compreender o conhecimento implícito como o conhecimento não formalizado. Caracteriza-se pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Pode-se compreender o conhecimento implícito como o conhecimento não formalizado. Caracteriza-se pri]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maçonaria no Alaska??]]></title>
<link>http://oeternoaprendiz.wordpress.com/2009/11/05/maconaria-no-alaska/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:54:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>E.Monteiro.&#39;.</dc:creator>
<guid>http://oeternoaprendiz.wordpress.com/2009/11/05/maconaria-no-alaska/</guid>
<description><![CDATA[Até lá, perto do polo norte tem maçons! Veja o site da Grande Loja do Alaska. TFA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Até lá, perto do polo norte tem maçons!</p>
<p>Veja o site da <a href="http://www.alaska-mason.org/" target="_blank">Grande Loja do Alaska</a>.</p>
<p>TFA</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
