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	<title>itaparica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/itaparica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "itaparica"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 22:48:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Salvador, férias maravilhosas]]></title>
<link>http://medeiross.wordpress.com/2009/09/30/salvador-ferias-maravilhosas/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 00:06:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>medeiross</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acabou-se meus 10 dias de férias mais bem aproveitados da vida!!! Começou na penúltimo sábado, quand]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabou-se meus 10 dias de férias mais bem aproveitados da vida!!!</p>
<p>Começou na penúltimo sábado, quando fomos na formatura da Camila, que formou-se em Direito! Da festa, fomos quase que direto pegar o vôo no Domingo. Pensa na preguiça, na babação que foi daqui de Blumenau até Navegantes. De lá pra Campinas, depois Vitória onde tinha uma escala e finalmente SALVADOR!</p>
<p>Não que aqui estava frio, mas o calor de lá é sem comparações. Uma média de 28ºC enquanto estivemos por lá. Enquanto por aqui, só chovia, ameaçava enchente, como até aconteceu em algumas cidades aqui próximas de Blumenau!</p>
<p>Ficamos na casa de Priscilla + Rafa. Dois dos melhores anfitriões. Levaram a gente por toda Salvador, até pra Morro de São Paulo nós fomos. Conhecemos a Praia do Forte, Praia de Vilas, Projeto Tamar. Passeamos todos os dias, fomos várias vezes à Praia da Barra. Conhecemos todos os pontos turísticos, como o Elevador Lacerda, apenas de vista o Forte de São Marcelo. Claro, sem contar todas aquelas comidas diferentes de lá, o famoso acarajé, os vários tipos de bijou! Nham, nham!</p>
<p>Férias mais que inesquecíveis. Morro de São Paulo é um lugar lindo. Demora um pouco pra chegar se fizer o trajeto de carro. Você pega um ferry boat em Salvador, atravessa até Itaparica. Isso já dá 1hr +/- . Então você sai de carro e anda até Valença, onde pára no terminal hidroviário. De lá, você pode pegar um barco &#8220;poc poc&#8221; como Priscilla apelida o barquinho, que demora 1h e 30min pra chegar em Morro; ou você pega uma lancha rápida, que faz esse mesmo trajeto, só que em 30min. Existe a possibilidade de pegar um catamarã de Salvador, direto pra Morro. Mas ae, são 70 reais por pessoa. Como estávamos em cinco, era mais em conta ir parte do trajeto de carro. E todo esse empenho, vale muito à pena.</p>
<p>Morro de São Paulo é um lugar inesquecível, as praias são fantásticas, lindas, maravilhosas; sem qualquer exagero. A água limpa, em tons de verde ou azul. Vários e vários peixes. Os corais (como em muitas praias em Salvador), fazem piscinas naturais; os 28ºC de temperatura, se encarregam de esquentar essa água; e está pronta a melhor banheira de água natural que você pode imaginar, com aquela água quentinha, digna de ducha na chave &#8220;inverno&#8221; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não preciso nem dizer que quero muito voltar !!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viva o Dois de Julho!- parte II]]></title>
<link>http://mardehistorias.wordpress.com/2009/07/03/viva-o-dois-de-julho-parte-ii/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:54:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dando sequência ao post de ontem sobre o Dois de Julho, resgatei hoje uma antiga reportagem sobre Ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dando sequência ao post de ontem sobre o Dois de Julho, resgatei hoje uma antiga reportagem sobre Ma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maria Felipa: Guerreira de Itaparica]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/03/maria-felipa-guerreira-de-itaparica/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:01:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Promessa é dívida e conforme prometi no post de ontem, sobre a Guerra da Independência no Dois de Ju]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Promessa é dívida e conforme prometi no post de ontem, sobre a<a href="http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/02/dois-de-julho-festa-popular-para-a-independencia/"> Guerra da Independência no Dois de Julho</a>, hoje pago a conta e revelo para vocês quem foi Maria Felipa de Oliveira, a guerreira negra que combateu os portugueses na Ilha de Itaparica.</p>
<div id="attachment_2812" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2812" title="Maria Felipa" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/maria-felipa1.jpg?w=300" alt="Retrato de Maria Felipa. Desenho da artista plástica Filomena Orge, com base em relatos históricos, pesquisa e fotos de descendentes vivos de Maria Felipa. A imagem foi feira em 2005 e não retrata com 100% de certeza o rosto de Felipa, mas faz uma projeção de como ela seria." width="300" height="217" /><p class="wp-caption-text">Retrato de Maria Felipa. Desenho da artista plástica Filomena Orge, com base em relatos históricos, pesquisa e fotos de descendentes vivos da heroína negra. A imagem foi feita em 2005 e não retrata com 100% de certeza o rosto de Felipa, mas faz uma projeção de como ela seria.</p></div>
<p>Em janeiro de 2005, minha pauta era descobrir quem era a mulher que seria homenageada pelo Blocão da Liberdade, agremiação afro de Salvador, no Carnaval daquele ano, marcado para o final de fevereiro. A ideia dos meus editores era que a matéria fosse publicada antes da folia de Momo, assim, quem fosse para a rua brincar o Carnaval e assistisse o desfile do Blocão, já ficava sabendo quem era a homenageada &#8211; Maria Felipa de Oliveira.</p>
<p>Primeiro passo, entrar em contato com a diretoria do Blocão. Como sempre tem um santo chefe de reportagem que favore os repórteres desesperados, a minha chefe na época, descobriu que a coordenadora do mestrado em Turismo da Uneb (Universidade do Estado da Bahia), professora Eny Kleyde Vasconcelos Farias, tinha uma pesquisa que já durava dois anos sobre Maria Felipa de Oliveira. O objetivo era resgatar sua importância histórica e dar a ela o lugar de destaque que merecia por ser uma das heroínas da independência. Como não podia deixar de ser, grudei na professora Eny e em uma das suas orientandas, a super prestativa Priscila Caldas, feito chiclete. Entrevistas com as duas pesquisadoras, viagens para Itaparica atrás dos descendentes vivos de Felipa, uma tarde inesquecível com a artística plástica Filomena Orge, que recompôs o rosto da personagem a partir de resquícios de memória, literatura e arqueologia, a ajuda imprescindível dos bibliotecários da ilha, e pronto, eu já me sentia Indiana Jones.  O que descobri foi isso aqui:</p>
<p><strong>De mito a heroína, a biografia de Maria Felipa:</strong></p>
<div id="attachment_2813" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-2813" title="Joao Ubaldo" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/joao-ubaldo.jpg" alt="João Ubaldo, escritor. Seu avô Ubaldo Osório foi um dos primeiros a descrever Felipa" width="180" height="278" /><p class="wp-caption-text">João Ubaldo, escritor. Seu avô Ubaldo Osório foi um dos primeiros a descrever Felipa</p></div>
<p>Um dos primeiros autores a falar sobre Maria Felipa de Oliveira foi o pesquisador Ubaldo Osório, avô do escritor João Ubaldo Ribeiro. Em homenagem à guerreira negra que liderou a resistência aos portugueses durante a Guerra da Independência, Ubaldo Osório batizou a filha, mãe de João Ubaldo, também como Maria Felipa. A personagem aparece ainda no romance <em>Sargento Pedro</em>, do escritor baiano Xavier Marques. Na obra de Ubaldo Osório, <em>A ilha de Itaparica</em>, Maria Felipa é descrita como uma crioula estabanada, alta e corpulenta. Descrição semelhante está presente na obra de Xavier Marques. Esse autor também narra uma surra que Maria Felipa teria dado em um vigia português chamado Guimarães das Uvas.</p>
<p>Outro episódio famoso envolvendo a personagem é a queima de 42 embarcações da frota de Madeira de Melo, o general português que queria dominar a ilha para, a partir de Itaparica, controlar a guerra na baía de Todos os Santos. Maria Felipa, liderando 40 mulheres conhecidas como as vedetas (vigias) da praia, entrou no acampamento do exército português, atacou os guardas com galhos de cansansão e ateou fogo às embarcações, promovendo baixas no exército. Seu grupo de mulheres era conhecido como vedetas porque eram elas que vigiavam a aproximação das embarcações portuguesas e das canoas com as tropas tentando desembarcar na ilha. Maria Felipa, que segundo as pesquisadoras Eny Kleyde e Priscila Caldas, devia ter uns 20/ 22 anos na época da guerra, subia nas árvores para fiscalizar o horizonte.</p>
<div id="attachment_2814" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-2814" title="xavier_marques" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/xavier_marques.jpg" alt="O escritor Xavier Marques descreve Maria Felipa no seu romance Sargento Pedro" width="160" height="200" /><p class="wp-caption-text">O escritor Xavier Marques descreve Maria Felipa no seu romance Sargento Pedro</p></div>
<p>Na época em que escrevi a reportagem sobre Felipa, seu nome havia deixado de ser clandestino havia pouco tempo. Antes do início da pesquisa, em 2003, moradores da ilha que conheciam sua história passada de geração para geração, tinham medo de sofrer represálias ao citar a heroína que, se por um lado era motivo de orgulho, por outro, por ser negra, mulher e pobre, era descrita como bandoleira pelos representantes da elite. Lembro que uma das bisnetas dela, ainda viva naquela ocasião, dona Zizi, acreditava que seria presa se contasse para estranhos as façanhas de sua antepassada.</p>
<p>De 2005 para cá, o que se sabe sobre Maria Felipa não se alterou tanto. As pesquisadoras que estudaram a vida da personagem tiveram de fazer um trabalho de reconstituição histórica em que não faltaram documentos raros, garimpados em arquivos dentro e fora da ilha, mas não desmereceram a memória popular e é no inconsciente coletivo que repousa boa parte da sua trajetória.</p>
<p>O atestado de óbito de Maria Felipa, datado de 04 de janeiro de 1873, dá uma dimensão de que após a luta da Independência, ela continuou tocando sua vida de marisqueira na ilha, até morrer. Antes do documento ser encontrado por Priscila Caldas, no cartório de Maragogipe,  cidade do recôncavo baiano, acreditava-se que Felipa havia morrido na guerra. No entanto, comprovou-se que ela sobreviveu e  teve uma filha, também chamada Maria Felipa, que era parteira, a avó de dona Zizi.</p>
<p>Mas o ano exato e as circunstâncias do seu nascimento continuam um mistério. Ninguém sabe por exemplo, se foi uma negra alforriada, uma escrava ou se nasceu livre. Sendo que a última hipótese é a mais provável, devido ao fato de ter se oferecido como voluntária para espionar as tropas portuguesas e por sua atuação na resistência. Pela descrição física, acredita-se que descendia de africanos do Sudão.</p>
<p><strong>O episódio da santa</strong></p>
<div id="attachment_2815" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-2815" title="Viva o povo" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/viva-o-povo.jpg" alt="Viva o povo brasileiro, romance de João Ubaldo Ribeiro. O autor teria criado a personagem Maria da Fé inspirado em Maria Felipa de Oliveira" width="180" height="269" /><p class="wp-caption-text">Viva o povo brasileiro, romance de João Ubaldo Ribeiro. O autor teria criado a personagem Maria da Fé inspirado em Maria Felipa de Oliveira</p></div>
<p>Na reconstituição da vida de Maria Felipa de Oliveira, existe ainda um episódio de bravura que envolve a defesa de uma antiga imagem de Nossa Senhora da Piedade. Trazida para a ilha e depositada em um nicho na praia pelo Visconde do Rio Vermelho, Nossa Senhora da Piedade era uma espécie de protetora maior dos pescadores, marisqueiras e de toda a população pobre da ilha. Antes  de ir pescar, quando os filhos nasciam, na hora da morte, os ilhéus rogavam à santa um socorro. Existem lendas em Itaparica que dão conta de que Nossa Senhora, em pessoa, até entrou na batalha em defesa dos ilhéus e contra os portugueses. Lendas a parte, a verdade é que quando o visconde morreu, seus descendentes quiseram tirar a imagem do seu nicho na pedra, onde ela já estava por gerações. Adivinhem quem enfrentou os soldados da polícia para impedir que os ilhéus perdessem sua padroeira? Exato, Maria Felipa. Ela e suas seguidoras se postaram diante da imagem e não teve quem tivesse coragem de tirar Nossa Senhora da Piedade do seu lugar. Aliás, a santa ainda está lá, dizem os itaparicanos, no altar da capela construída em honra da padroeira.</p>
<p><strong>Capoieira mata um, zum zum zum</strong></p>
<p>Na memória coletiva da ilha, a figura de Maria Felipa é confundida com a da capoerista Maria Doze Homens, que tem esse apelido por ter derrubado doze marmanjos numa roda. Em comum, as duas personagens tem o fato de serem capoeiristas, jogarem o brinquedo de Angola no antigo Cais Dourado (Mercado do Ouro), a corpulência e a valentia das poucas descrições que sobreviveram ao esquecimento do tempo e o fato de se chamarem Maria. No entanto, ainda não ficou provado que as duas são a mesma pessoa.</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-2816" title="jorge_amado" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/jorge_amado.jpg?w=278" alt="Jorge Amado criou a personagem Rosa Palmeirão, de Mar Morto, inspirado em Maria Doze Homens, que por sua vez, pode ter sido na verdade Maria Felipa de Oliveira" width="278" height="300" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Na ficção, acredita-se que os feitos de Maria Felipa de Oliveira inspiraram João Ubaldo Ribeiro a criar Maria Da Fé, personagem de <em>Viva o Povo Brasileiro</em> &#8211; romance ambientado em Itaparica; enquanto Jorge Amado, inspirado em Maria Doze Homens, teria criado Rosa Palmeirão, personagem do romance <em>Mar Morto</em>.</p>
<p>O que se sabe de real sobre Felipa é que ela remava sua canoa até o Cais Dourado, para jogar capoeira, e que nas rodas, ficava sabendo das novidades sobre a guerra, levando as informações de volta à resistência em Itaparica. E sobre Maria Doze Homens, especula-se que tenha sido companheira de outro capoeirista famoso, o Besouro Cordão de Ouro (também conhecido como Besouro Mangangá). No entanto, como boa parte dessa história antiga da Bahia foi reconstituída com base na memória dos mais velhos, é difícil estabelecer o limite entre fato e ficção, porque a memória é uma das mais traiçoeiras habilidades humanas.</p>
<p>O que aprendi na época em que descobri a existência de Maria Felipe é que o Brasil já tem versões oficiais demais da sua história e também sobram por aqui heróis elitizados que bastam para encher dezenas de enciclópedias. A reconstrução da memória cultural deste país precisa destacar a participação de pessoas do povo, que lutaram pela sobrevivência daquilo que acreditavam (suas famílias, seus deuses, sua dignidade, o direito à liberdade, por um tento, por comida, por suas tradições). Como diz a escritora Ana Maria Machado, somos o resultado da mistura de três etnias (no mínimo) e não há mais justificativas para que nossas heranças culturais, étnicas e históricas sejam tratadas de forma desigual.</p>
<p>================================</p>
<p><em><strong>Fonte:</strong> Reportagem Guerreira da Ilha, de autoria da jornalista Andreia Santana, publicada em 20 de fevereiro de 2005, no caderno Correio Repórter, edição de domingo do jornal Correio da Bahia (atual Correio*) &#8211; Salvador &#8211; BA. </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Club Med oferece diversão para toda família]]></title>
<link>http://trancosobrasil.wordpress.com/2009/07/03/club-med-oferece-diversao-para-toda-familia/</link>
<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 16:10:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferellen</dc:creator>
<guid>http://trancosobrasil.wordpress.com/2009/07/03/club-med-oferece-diversao-para-toda-familia/</guid>
<description><![CDATA[O Club Med preparou promoções especiais durante as férias de julho. Oferecem aos pais e filhos toda ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-68" title="Férias Club Med" src="http://trancosobrasil.wordpress.com/files/2009/07/ferias-club-med.jpg" alt="Férias Club Med" width="450" height="239" /></p>
<p style="text-align:justify;">O <strong>Club Med</strong> preparou promoções especiais durante as <strong>férias de julho</strong>. Oferecem aos pais e filhos toda comodidade com  entretenimento infantil. São mais de 40 atividades monitoradas, baby welcome, mini club med, refeições, snacks e muito mais.</p>
<p>Crianças até 11 anos são convidadas*<br />
Adolescentes até 17 anos têm 25% de desconto*</p>
<p>Aproveite a promoção e vá conhecer as belezas de <strong>Trancoso</strong> e <strong>Itaparica</strong>.</p>
<p>Para maiores informações acesse www.clubmed.com.br</p>
<p>Por Carla Layane</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dois de Julho, festa popular para a Independência]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/02/dois-de-julho-festa-popular-para-a-independencia/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 17:17:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://conversademenina.wordpress.com/2009/07/02/dois-de-julho-festa-popular-para-a-independencia/</guid>
<description><![CDATA[Alegoria simboliza participação dos indígenas na luta do Dois de Julho. Caboclo, no contexto da guer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2774" class="wp-caption alignright" style="width: 234px"><img class="size-medium wp-image-2774" title="Bahia_alegoria_do_caboclo" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/bahia_alegoria_do_caboclo.jpg?w=224" alt="Alegoria simboliza participação dos indigenas na luta do Dois de Julho. Caboclo, no contexto da Guerra, tanto tem relação com os filhos de índios e brancos, que aderiram ao combate, quanto com as entidades indigenas mescladas com o Candomblé, eleitos como padroeiros populares da guerra, a quem se faz pedidos e de onde vem a força para enfrentar o combate" width="224" height="300" /><p class="wp-caption-text">Alegoria simboliza participação dos indígenas na luta do Dois de Julho. Caboclo, no contexto da guerra, tanto tem relação com os filhos de índios e brancos, que aderiram ao combate, quanto com as entidades indígenas mescladas com o Candomblé, eleitos como padroeiros populares da guerra, a quem se faz pedidos e de onde vem a força para enfrentar o combate</p></div>
<p>Nesta quinta-feira é dia de ato cívico em Salvador. Lembro da infância e dos desfiles escolares. Vestida em saia plissada branca, camiseta branca, com duas fitas (uma verde e outra amarela) presas ao peito com um alfinete. Na cabeça, um chapeuzinho de cartolina que imitava o modelo usado por Maria Quitéria. Naquela ocasião, todas as meninas da escola aprendiam que soror Joana Angélica, a freira que morreu trespassada por golpes de baioneta para defender o convento da Lapa, e o soldado Medeiros, nome com o qual Quitéria, disfarçada de homem, se alistara no exército para ajudar a expulsar os portugueses do Brasil, eram as grandes heroínas da Independência. Outra cena da infância muito recorrente, o Afoxé Filhos de Gandhy é que arrastava a multidão da Lapinha até o Campo Grande, onde as imagens do Caboclo e da Cabocla (simbolizando a participação indígena na luta) eram depositadas para o início da devoção popular. Flores, bilhetes com pedidos, fotografias, religião afro-indigena-brasileira misturada com parada militar e festa do povo. Mas, se você não é de Salvador e não tem ideia do que o Dois de Julho significa para os baianos; pior, se não sabe da importância dessa data para a consolidação da Independência do Brasil, tentarei explicar, nas linhas que seguem. Pretendo revelar também, como descobri, em fevereiro de 2005,  muitos anos depois dos desfiles vestidinha de Quitéria, a existência de uma terceira heroína na luta contra os portugueses. Uma mulher do povo, negra, analfabeta, mas com vontade de ferro. Maria Felipa de Oliveira entrou na minha vida para confirmar de uma vez por todas, que sem as mulheres, a luta contra os portugueses talvez tivesse outro desfecho.</p>
<p><strong>Independência ou morte!</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2763" title="grito do ipiranga" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/grito-do-ipiranga.jpg?w=300" alt="grito do ipiranga" width="300" height="272" />O que a historiografia oficial registra há muitos anos é que em 07 de setembro de 1822, D. Pedro, então príncipe regente brasileiro, ergueu a espada às margens do riacho Ipiranga e deu o grande grito &#8220;Independência ou Morte!&#8221; proclamando de uma vez por todas a separação do Brasil do domínio português. A cena, celebrizada em quadro do pintor Pedro Américo, era reproduzida nos livros didáticos da minha infância. Mas, só depois de mais velha, fui entender o que estava por trás do grito de D. Pedro. E descobri que o contexto histórico do período é tão importante, ou mais até, do que a atitude do regente.</p>
<p>Há quatro anos atrás, recebi como missão na redação do jornal onde trabalhava na ocasião, a tarefa de contar a história dos antigos engenhos e solares do recôncavo baiano. Foi assim que cheguei às origens do grito de Independência ou Morte!. Diante de mim, o solar Subaé, em Santo Amaro da Purificação. Por trás das suas paredes, os ecos de um passado nem tão remoto assim. Em 14 de junho de 1822, dentro desse solar, foi assinado um documento, pelos poderosos senhores de engenho da região, exigindo a libertação do Brasil do jugo português. Também em 25 de junho daquele ano, a cidade de Cachoeira, vizinha a Santo Amaro, proclamou-se independente em nome de todo o país e reconhecia Pedro I como governante perpétuo do Brasil. O movimento dos senhores de engenho, que na verdade refletia um forte anseio popular, chegou até a corte. Se D. Pedro declarasse o Brasil livre, os barões do açúcar, que eram os donos do dinheiro, o colocarim no trono e ele seria imperador do Brasil.</p>
<p>A encenação às margens do riacho Ipiranga teve forte impacto de marketing. Pois simbolizava a rebelião de um português, criado desde a mais tenra idade no Brasil, contra o seu país de origem,  a casa paterna e a herança lusitana. Será mesmo? Mas, não podemos esquecer que houve uma articulação política forte, bem pensada e orquestrada pela elite brasileira do período. Era conveniente, naquele momento, que Brasil e Portugal se separassem. Os barões do açúcar sabiam disso e não davam ponto sem nó.</p>
<p>Mas, o que não pode ser esquecido quando se fala do Dois de Julho ou do processo de Independência como um todo, é que se não fosse a vontade popular e a valentia do povo que literalmente comprou a briga, os planos de D. Pedro e do seu baronato dos engenhos, tanto na Bahia, quanto em Pernambuco e demais estados, teriam sofrido uma grande mudança e poderiam nem dar certo. Foi o povo humilde que de fato colocou os portugueses para correr.</p>
<p><strong>Batalha naval na Barra do Paraguassu</strong></p>
<div id="attachment_2768" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-2768" title="Tambor soledade" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/tambor-soledade.jpg?w=300" alt="Morte do tambor Soledade, em Cachoeira, durante a Guerra da Independência" width="300" height="167" /><p class="wp-caption-text">Morte do tambor Soledade, em Cachoeira, durante a Guerra da Independência</p></div>
<p>O comandante português se chamava Madeira de Melo e era general. Sua missão, garantir a posse do recôncavo, região rica desde os tempos da origem da colônia. Mesmo no século XIX, o açúcar ainda era um elemento forte na economia brasileira. Garantindo a posse do recôncavo, Madeira de Melo reinaria sobre a baía de Todos os Santos, golfo de mais de mil quilômetros quadrados. E, reinando sobre a baía, teria o controle do porto de Salvador, o mais importante do Brasil na época colonial e que, naqueles idos de 1822/23, ainda mantinha seu prestígio. O que o general não sabia é que no meio do seu caminho haveria uma cidade (Cachoeira) encravada às margens do rio Paraguassu. Também não imaginava que na baía de Todos os Santos havia uma ilha (Itaparica). Muito menos sabia que na barra do rio, nos estreitos canais que levam o Paraguassu a se derramar na baía, havia uma flotilha de saveiros disposta a infernizar a vida das grandes naus portuguesas. Liderando essa flotinha, um homem, mestre saveirista e tenente, João das Botas, que conhecia o intrincado mapa de canais do rio como a palma da sua mão.</p>
<p>A luta era desigual. Os portugueses tinham 41 embarcações de guerra, entre naus, brigues, corvetas, navios mercantes armados; 1.500 canhões e cinco mil marinheiros. João das Botas contava apenas com três saveiros, quatro barcos pequenos e uma escuna. Um peixe dourado chamando um tubarão branco para a briga. No entanto, quem conhece a geografia da baía de Todos os Santos sabe que ser pequeno e leve é vantagem, e das boas, na hora de atacar e se esconder por trás de recifes e ilhotas da região da barra do Paraguassu e do arquipélago de Itaparica. A frota portuguesa não passava pelo Estreito do Funil e nem tinha como manobrar pelo traiçoeiro recife das Pinaúnas, colar de coral que contorna Itaparica e que desde o século XVI havia posto diversos navios a pique. Mas João das Botas passava com folga. Foi assim que, usando táticas de guerrilha, ele montou uma operação que consistia em cortar o fornecimento de comida e água para a frota de Madeira de Melo, que já havia sido escorraçada em Cachoeira. Sem poder navegar em águas tão traiçoeiras com seus navios de grande calado, o general mandava pequenos grupos em canoas. Era a festa de João das Botas. Os poucos marinheiros portugueses que conseguiam furar o bloqueio dos saveiros, teriam destino pior nas praias de Itaparica. Era lá que Maria Felipa e as mulheres que ela comandava, aguardavam os soldados&#8230;</p>
<p><strong>Heroína negra e popular</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2764" title="Maria Felipa" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/maria-felipa.jpg" alt="Maria Felipa" width="186" height="280" />É impossivel falar de Maria Felipa de Oliveira em poucas linhas. Sua biografia merece um capítulo (melhor dizendo, um post inteiro). Prometo continuar contando a história dela nesta sexta-feira. Por ora, conto para vocês o seu papel na Luta da Independência e de como o seu ódio atávico pelos portugueses (temos de lembrar que naquela ocasião erámos colônia e por isso o ódio do dominado pelo dominador se justicava)  foi de grande ajuda para garantir a vitória em Itaparica. Sem essas lutas em Cachoeira e na ilha, o exército pacificador do general Labatut não teria dado o golpe de misericórdia no exército de Madeira de Melo. A moral da tropa portuguesa estava baixíssima. E não era para menos. Os soldados apanharam de Maria Felipa e das suas comandadas<strong>.</strong></p>
<p>Conheci a história de Maria Felipa em janeiro de 2005. Um mês inteiro investigando a vida dela, até que em 20 de fevereiro daquele ano, uma reportagem com cinco páginas dividia com outras pessoas tudo o que aprendi sobre ela, graças a um grupo de pesquisadoras da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), capitaneadas pela professora Enyr Kleyde Vasconcelos. Naquele ano, a pesquisa da Uneb resgatava a importância da figura histórica de Maria Felipa e buscava garantir para ela, lugar de destaque entre as heroínas da Independência. Hoje, quatro anos depois, novas pesquisas são feitas sobre a heroína negra, que já foi tema de desfile no Carnaval, em 2006, e figura entre as personagens históricas que devem ser conhecidas nas salas de aula. A história do Brasil vem sendo reescrita, para valorizar a importância popular na construção do nosso imaginário coletivo.</p>
<p>Maria Felipa era marisqueira em Itaparica. Em janeiro de 1823, enquanto a luta pela Independência continuava acirrada na Bahia desde junho de 1822, antes até do Grito do Ipiranga, ela entraria para a história como líder de uma das maiores revoltas populares que eclodiram durante a guerra.  Para impedir que os portugueses dominassem a baía de Todos os Santos e saíssem vitoriosos do conflito, todo mundo entrava na briga. Eram suas casas e famílias que os itaparicanos defendiam e não a pretensa coroa de D. Pedro. Incansável, Maria Felipa é apontada como autora de um ataque às canoas portuguesas &#8211; aquelas que tinham de ser usadas para atravessar o Estreito do Funil. Com um grupo de mulheres, ela ateou fogo aos barcos, não sem antes usar galhos de cansansão, uma planta que possui um veneno que provoca bolhas e coceira, para surrar os vigias das embarcações.</p>
<p>Boa atiradora, ela mirava certeira nos soldados. Também percorria as trincheiras, estimulando homens e mulheres a continuar lutando por suas vidas e por suas famílias. Recolhia feridos, se arriscava em busca de comida para os mais velhos e as crianças. Diz a lenda que era capoeirista, e que atravessava da ilha para Salvador, para jogar o brinquedo de Angola no Cais Dourado. Foi lá que ficou sabendo das articulações em prol da Independência e onde decidiu aderir à luta.</p>
<p><strong>Joana D&#8217;arc brasileira</strong></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-2765" title="Quiteria" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/quiteria.jpg?w=171" alt="Quiteria" width="171" height="300" />Meu fascínio por Maria Quitéria na infância tinha origem no fato curioso de uma mulher se vestir de homem, cortar os cabelos e se alistar no exército para combater homens, de igual para igual. Tinha também um pouco de tristeza pelo fato dela ter morrido, pobre, quase cega e isolada. Mas, na vida adulta, descobri que embora continuasse admirando Quitéria e tudo o que ela fez, em pleno século XIX, não deixei de compará-la com Maria Felipa, que não precisou se vestir de homem, que se afirmou na sua pele de mulher, vestindo sua saia de crioula, a bata e o torço. Quitéria por ser branca, figurava nas notas de rodapé dos livros da minha infância. Maria Felipa, até 2005, não passava de uma quase lenda, citada pelo pesquidador Ubaldo Osório, pai do escritor João Ubaldo Ribeiro.</p>
<p>Entendo que para uma moça, ainda mais sendo branca e com algumas posses, naquele período, só havia um destino possível: casar e parir. Quitéria subverteu essa lógica e mostrou que uma mulher pode fazer tudo, até lutar como um homem. Hoje, eu preferia que ela tivesse provado que uma mulher pode lutar como uma mulher. Mas feminismo era algo que não existia na época da heroína. Ainda assim, ela pode ser considerada uma patrona das feministas baianas.</p>
<p>Maria Quitéria nasceu em Cachoeira, no final do século XVIII (1792) e morreu em Salvador (em 1853). Na época em que saiu da casa paterna para lutar na Guerra da Independência, estava noiva. Era a filha mais velha e não tinha irmãos. Pediu autorização ao pai para se alistar, em lugar do filho homem que ele não tinha &#8211; as famílias estavam mandando seus filhos para se alistar no exército de Labatut e assim engrossar as fileiras para expulsar os portugueses. Quando teve o pedido negado, ela decidiu fugir. Já incorporada ao exército, foi descoberta pelo pai, que tentou levá-la para casa. A essa altura, o comando do exército já sabia do valor do soldado Medeiros e via na disposição de Maria Quitéria um forte incentivo. O povo simpatizaria com um exército que tratava uma mulher de igual para igual. Assim, ela manteve o posto. Quitéria fazia parte da tropa que venceu a célebre batalha de Pirajá, essa que comemoramos no Dois de Julho e que botou um fim à guerra, com a vitória dos brasileiros sobre os portugueses.</p>
<p>Após a guerra, recebeu algumas homenagens e o posto de Primeiro Cadete. Sendo perdoada pelo pai,  se casou com o noivo deixado em prol da luta e teve uma filha. Quando seu pai morreu, ela tentou receber sua parte na herança familiar, mas acabou sendo prejudicada pela morosidade da justiça e de nada adiantou ser uma ex-combatente condecorada.</p>
<p><strong>Mártir da Independência</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2766" title="Joana Angelica" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/07/joana-angelica.jpg" alt="Joana Angelica" width="200" height="250" />A soror Joana Angélica não lutou na praia, como Maria Felipa, ou pegou em fuzis como Quitéria. Sua figura na luta da Independência é lembrada como mártir, devido a forma trágica como morreu, defendendo o convento da Lapa. Ela era a abadessa do convento na ocasião. Nasceu em Salvador, em 1761 e morreu em 19 de janeiro de 1823, antes dos conflitos do Dois de Julho. Durante a Guerra, os portugueses queriam transformar o convento em quartel. Para isso, tentaram invadir o local. Temendo que as monjas fossem violentadas pelos soldados, a abadessa se postou diante da entrada do convento e teria exclamado que as tropas só passariam por cima do seu cadáver. Foi morta a golpes de baioneta. O fim trágico da freira acabou virando um símbolo de resistência para o povo ultra-católico do período. Chocados com a brutalidade dos portugueses, os moradores de Salvador buscaram formas de resistir e de ajudar as tropas do general Labatut a entrarem na cidade, o que só aconteceu em 02 de julho.</p>
<p>Sem a ajuda de Maria Felipa esgotando as tropas de Madeira de Melo em Itaparica, ajudando o trabalho da flotilha de João das Botas e animando o povo pobre e faminto a lutar por sua liberdade; sem o carisma do soldado Medeiros, que caiu nas graças do povo, e sem o sacrifício da freira, que causou revolta e virou a opinião popular contra os dominadores, talvez o general Labatut não tivesse vencido a guerra. Não dá para esquecer também da história do corneteiro Lopez, que ninguém sabe se por um blefe do exército brasileiro, bem menor do que o português, ou se porque era inexperiente, tocou avançar ao invés de recuar, levando os portugueses a acreditar que Labatut tinha recebido reforços que nunca existiram.</p>
<p>Representando todas as classes sociais, uma mulher negra, uma moça branca, uma freira, um saveirista-tenente e um corneteiro viraram a vantagem a favor dos dominados, que se tornaram vencedores de uma guerra que tinha tudo para ser perdida.</p>
<p>Viva o Dois de Julho!</p>
<p>=====================</p>
<p><em>As fontes para este texto são as mais variadas e vão desde a memória, a minha e das pessoas incríveis que tive a chance de conhecer nos anos em que fui repórter, até documentos antigos pesquisados no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Biblioteca dos Barris, Biblioteca de Itaparica, Fundação Clemente Mariane, Arquivo Público do Estado; passando por livros como a História da Bahia, do professor Luiz Henrique Dias Tavares, as pesquisas lideradas pela professora Enyr Kleyde Vasconcelos, na Uneb, os relatos de Ubaldo Osório, os telefonemas intermináveis para &#8220;encher o saco&#8221; do professor Cid Teixeira, uma espécie de oráculo da história baiana e outras coisinhas que andei lendo aqui e ali. Não sou historiadora de formação, sou jornalista, mas tenho uma paixão incontrolável por saber coisas, uma curiosidade premiada, lembrando o título de um livro infantil de que gostava muito na minha época de escola.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mural CMMC - Resorts]]></title>
<link>http://cmmcturismo.wordpress.com/2009/04/17/mural-cmmc-resorts/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 15:40:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Shinny</dc:creator>
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<description><![CDATA[Resort Para Crianças Crianças em casa nos meses de férias é sinal de aborrecimento para elas e de pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>
<p><div id="attachment_298" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-298" title="Resorts" src="http://cmmcturismo.wordpress.com/files/2009/04/1243213juquehy_praia_hotel_turismo_357_577.jpg?w=300" alt="Resort Para Crianças" width="300" height="185" /><p class="wp-caption-text">Resort Para Crianças</p></div></h3>
<h3>Crianças em casa nos meses de férias é sinal de aborrecimento para elas e de preocupação para os pais.</h3>
<p><strong>1 - <a href="http://www.juquehy.com.br/" target="_blank">Juquehy Praia</a> (São Sebastião)<br />
</strong><br />
A praia de águas calmas de Juquehy é o lugar ideal para sair com a criançada nas férias. Localizado à beira-mar, o hotel disponibiliza monitores que dão aulas de surfe para os  mais esportistas, além de  passeios de barco pelo rio e trilhas na mata atlântica. A programação infantil continua também com sessões de cinema e um restaurante com um cardápio especial para os pequenos hóspedes.</p>
<p><strong>2 &#8211; </strong><a href="http://www.casagrandehotel.com.br/" target="_blank"><strong>Casa Grande Hotel</strong></a><strong> (Guarujá)</strong></p>
<p>O maior resort do litoral paulista conta com um espaço de 1.500 metros quadrados onde o público infanto-juvenil encontra uma piscina exclusiva de biriball, um salão para jogos com brinquedos e mini campo de golfe. As atividades são acompanhadas por profissionais formados em Educação Física que desenvolvem atividades educativas e gincanas.</p>
<p><strong>3 &#8211; </strong><a href="http://www.barrabonita.com.br/" target="_blank"><strong>Estância Barra Bonita</strong></a><strong> (Barra Bonita)</strong></p>
<p>Atrações infantis não vão faltar no verão desse hotel, pelo menos se depender do tema oficial da temporada: A Infância de Todos os Tempos, programação em que todas as gincanas e atividades ao ar livre serão preparadas de acordo com a temática. As crianças também contam com tobogãs e um parque aquático com escorregadores.</p>
<p><strong>4 - <a href="http://www.hotelcantodafloresta.com.br/" target="_blank">Canto da Floresta</a> (Amparo)<br />
</strong><br />
Construído segundo os conceitos do Feng Shui, esse hotel místico no interior de São Paulo disponibiliza uma equipe de monitores que realiza atividades para crianças entre 4 e 12 anos. A programação, organizada por idade, inclui oficinas de artes, jogos e passeios à fazendinha.</p>
<p><strong>5 &#8211; </strong><a href="http://www.bomtemporesort.com.br/" target="_top"><strong>Bom Tempo Resort</strong></a><strong> (Petrópolis)<br />
</strong><br />
A programação desse resort temático de 40 mil metros quadrados construído para os amantes do tênis vai além das quadras e raquetes. Os pimpolhos são monitorados por profissionais que realizam jogos esportivos, atividades entre os animais da fazendinha e organizam sessões de cinema.</p>
<p><strong>6 - <a href="http://www.rioquenteresorts.com.br/" target="_blank">Rio Quente Resorts</a> (Goiás)</strong></p>
<p>A estrutura desse complexo hoteleiro localizado em Rio Quente, a 43 quilômetros de Caldas Novas, está voltada para toda a família, mas as crianças contam com uma área dedicada, exclusivamente, às atividades infantis. A equipe de monitores Boto Infantil é responsável em manter os pequenos ocupados durante todo o dia (ou até que terminem suas &#8216;pilhas&#8217;) com uma intensa programação que inclui atividades esportivas, artísticas e ecológicas, como trilhas e caça-fantasmas.</p>
<p><strong>7 &#8211; </strong><a href="http://www.clubmed.com.br/" target="_blank"><strong>Club Med</strong></a><strong> (Itaparica)</strong></p>
<p>Esportes e artes são os destaques desse resort baiano construído com bangalôs sobre palafitas. Considerado a maior escola de esportes do mundo, o hotel oferece atividades infantis como arco e flecha, caiaque e o novo Le Petit Tennis, aulas de tênis desenhadas, exclusivamente, para o ensino de crianças. Já os pequenos &#8216;artistas&#8217; contam com uma programação que inclui aulas de circo, oficinas de teatro e pintura, além de apresentações teatrais. Hóspedes com até 4 anos não pagam a estadia.</p>
<p><strong>8 &#8211; </strong><a href="http://www.salinas.com.br/" target="_blank"><strong>Salinas do Maragogi Resort</strong></a><strong> (Maragogi &#8211; Alagoas)<br />
</strong><br />
Educação ambiental é o tema principal das atividades recreativas organizadas pelos profissionais do Clubinho do Siri que estão à disposição das crianças até às 22h. Os pequenos que mal começaram a falar também contam com um serviço extra de babysitter que inclue passeios pelas instalações do hotel.</p>
<p><strong>9 &#8211; </strong><a href="http://www.summervilleresort.com.br/" target="_blank"><strong>Summerville Beach Resort</strong></a><strong> (Porto de Galinhas)</strong></p>
<p>O destino em si, conhecido pelas praias de piscinas naturais, já é um excelente motivo para sair de casa com a criançada. Mas nesse hotel de 70 mil metros quadrados vão faltar motivos para as crianças quererem sair dali: restaurante infantil com cardápio preparado à medida para os pequenos, uma piscina de 2.300 metros quadrados com áreas infantis exclusivas e um espaço, conhecido como Clubinho, com atividades recreativas, educação ambiental e prática de esportes.</p>
<p><strong>10 - <a href="http://http//www.bourbon.com.br/resorts/cataratas/apresentacao_hotel.php?codHotel=7" target="_blank">Bourbon Cataratas</a> (Foz do Iguaçu)<br />
</strong><br />
O Kid´s Club é a área dedicada ao entretenimento das crianças hospedadas no hotel e conta com recreadores, piscina com brinquedos, sala de jogos, arvorismo e serviço de babá para os menores.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Festival de Contadores de Histórias em Itaparica]]></title>
<link>http://pequenopolis.wordpress.com/2009/04/15/festival-de-contadores-de-historias-em-itaparica/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 00:26:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianacarneiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[O programa não é em Salvador, mas divulgo porque pode haver algum interessado que esteja pelas banda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O programa não é em Salvador, mas divulgo porque pode haver algum interessado que esteja pelas banda]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Eu assisti uma festa de Eguns em Itaparica]]></title>
<link>http://danysoares.wordpress.com/2009/02/01/eguns-em-itaparica/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 20:51:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>DANY SOARES</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois do Reveillon à base de fome, muitas coisas boas nos aconteceram e abaixo um relato que escrev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Depois do Reveillon à base de fome, muitas coisas boas nos aconteceram e abaixo um relato que escrev]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Dicas de viagem Salvador-Itaparica]]></title>
<link>http://stenioleao.wordpress.com/2008/11/22/dicas-de-viagem-salvador-itaparica/</link>
<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 01:07:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>stenioleao</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Para a galera que deseja ir a itaparica de salvador, segue a tabela de horários do ferry boat. No ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Para a galera que deseja ir a itaparica de salvador, segue a tabela de horários do ferry boat. No ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Praia de Guaibim Valença - Outubro/2008]]></title>
<link>http://stenioleao.wordpress.com/2008/11/11/praia-de-guaibim-valenca-outubro2008/</link>
<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 03:01:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>stenioleao</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há uns tempos tinha decidido conhecer a Praia de Guaibim em Valença. Foram uns dias programando até ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Há uns tempos tinha decidido conhecer a Praia de Guaibim em Valença. Foram uns dias programando até ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ilha de Itaparica - Agosto 2008]]></title>
<link>http://stenioleao.wordpress.com/2008/10/19/ilha-de-itaparica-agosto-2008/</link>
<pubDate>Sat, 18 Oct 2008 18:14:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>stenioleao</dc:creator>
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<description><![CDATA[Outro dia resolvi: vou à Ilha de Itaparica. Não que fosse um tour qualquer mas já estive lá e não me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Outro dia resolvi: vou à Ilha de Itaparica. Não que fosse um tour qualquer mas já estive lá e não me]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Toeristen geplunderd in Bahia]]></title>
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<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 19:02:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Observer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Over de stad Salvador (Bahia) hebben we het hier onlangs nog over gehad. Minder bekend is het nabijg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Over de stad Salvador (Bahia) hebben we het hier onlangs nog over gehad. Minder bekend is het nabijg]]></content:encoded>
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<title><![CDATA["recordações da ilha" - por salete maso]]></title>
<link>http://tabuleirocultural.wordpress.com/2008/04/10/recordacoes-da-ilha-por-salete-maso/</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 00:49:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>tabuleirocultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[salete maso fotógrafa BRA &#8211; salvador recordações da ilha nossa viagem começou às 9 h. engraçad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[salete maso fotógrafa BRA &#8211; salvador recordações da ilha nossa viagem começou às 9 h. engraçad]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Yemanjá Festival on Itaparica]]></title>
<link>http://sabrinagledhill.com/2008/02/04/yemanja-festival-on-itaparica/</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 15:24:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>hsgledhill</dc:creator>
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<description><![CDATA[Yesterday, I had the privilege of attending a very special Yemanjá Festival in Barra Grande, on the ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Yesterday, I had the privilege of attending a very special Yemanjá Festival in Barra Grande, on the island of Itaparica. This year, February 3rd fell during Carnival, so the festivities were significantly reduced. Even so, they were beautiful and deeply moving. Here are some of the photos I thought best captured the event (just click on the photo to see the slideshow).</p>
<table style="width:194px;">
<tr>
<td style="background:transparent url('http://picasaweb.google.com/f/img/transparent_album_background.gif') no-repeat scroll left center;height:194px;" align="center"><a href="http://picasaweb.google.com.br/sabrina.gledhill/YemanjDayOnItaparica030208"><img src="http://lh3.google.com.br/sabrina.gledhill/R6Z6AbtUXSE/AAAAAAAABF8/Syp-0R7dcoI/s160-c/YemanjDayOnItaparica030208.jpg" style="margin:1px 0 0 4px;" height="160" width="160" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align:center;font-family:arial,sans-serif;font-size:11px;"><a href="http://picasaweb.google.com.br/sabrina.gledhill/YemanjDayOnItaparica030208">Yemanjá Day on Itaparica &#8211; 03.02.08</a></td>
</tr>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
