Habitar o mapa de pesquisa empírica traçado pela cartografia identitária do labor de Ken Vandermark – o mais rigoroso, exigente e visionário topógrafo do porvir jazzístico do século XXI – é, amiúde, um premente viés sonoro para celebrar e reclamar o nosso destino humanista e, mais ainda, existencialista. 327 more words