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	<title>jornais-impressos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornais-impressos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornais-impressos"</description>
	<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 14:29:18 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Um formato inusitado para jornais impressos]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/13/um-formato-inusitado-para-jornais-impressos/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 10:01:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ideias novas são sempre bem-vindas. Vem da Holanda, capitaneada pela Telegraaf (um dos gigantes do r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=lPtK89Id3W8&#38;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2305" title="jornal_vertical" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/11/jornal_vertical.jpg" alt="jornal_vertical" width="500" height="305" /></a></p>
<p>Ideias novas são sempre bem-vindas.</p>
<p>Vem da Holanda, capitaneada pela <a href="http://www.tmg.nl/?language=nl&#38;size=11px" target="_self">Telegraaf</a> (um dos gigantes do ramo de jornais e revistas no país), uma sugestão para facilitar a leitura dos diários em ambientes densamente povoados, como o transporte público.</p>
<p>O jornal vertical, de fato, parece ser o formato que melhor resolveu o problema de virar as páginas de uma publicação (o vídeo acima é autoexplicativo).</p>
<p>Tudo bem que as demonstrações deste tipo de produto são sempre caricatas e mais próximas de uma comédia pastelão.</p>
<p>E tudo bem também que o jornal impresso, ainda mais na Europa, está cada vez mais distante das mãos das pessoas em trânsito.</p>
<p>Até porque o celular resolve essa parada com muito mais rapidez e otimização de espaço.</p>
<p>Mas boas ideias são sempre boas ideias.</p>
<p>A dica é da Adriana Salles Gomes e de seu <a href="http://updateordie.com/updates/design/2009/11/jornal-vertical" target="_self">ótimo Update ou Die</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA['Inventing LA' mostra o poder que o jornal impresso já teve]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/28/inventing-la-mostra-o-poder-que-o-jornal-impresso-ja-teve/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 10:16:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Inventing LA é um documentário do premiado diretor Peter Jones que conta a fantástica história da fa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.pbs.org/kcet/inventing-la/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2232" title="inventing_LA" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/10/inventing_la.jpg" alt="inventing_LA" width="500" height="159" /></a></p>
<p><a href="http://www.pbs.org/kcet/inventing-la/watch_online.html" target="_self">Inventing LA</a> é um documentário do premiado diretor Peter Jones que conta a fantástica história da família Chandler, que há quatro gerações dá as cartas no Los Angeles Times, um dos jornais mais importantes dos Estados Unidos mesmo hoje, quando centenas de demissões tolheram postos de trabalho em sua redação.</p>
<p>É extraordinário como são parecidas as trajetórias de herdeiros do ramo do jornalismo. Neste caso, eles são vistos como <a href="http://www.pbs.org/kcet/inventing-la/timeline.html" target="_self">espécies de heróis</a> que, à frente do periódico, foram atores principais da transformação da pequena cidade em metrópole global.</p>
<p>Quem conhece como se faz linguiça, entretanto, é <a href="http://www.nytimes.com/2009/10/05/arts/television/05chandler.html" target="_self">incapaz de não perceber</a> a metodologia daqueles que estiveram à frente da publicação com um impressionante poder e influência sobre a sociedade.</p>
<p>Tempos que não voltam mais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E se a gente mudasse o cardápio noticioso dos jornais?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/21/e-se-a-gente-mudasse-o-cardapio-noticioso-dos-jornais/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 10:23:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Temos de partir de uma situação em que tentamos fazer o melhor trabalho cobrindo as mesmas no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Temos de partir de uma situação em que tentamos fazer o melhor trabalho cobrindo as mesmas notícias que todo mundo para outra em que trazemos a nossas audiências notícias que não havia ninguém cobrindo&#8221;.</p>
<p>A frase é do presidente da rede de TV norte-americana ABC, <a href="http://www.mediabistro.com/webnewser/abccom/abc_newss_westin_were_competing_against_our_aggr" target="_self">David Westin</a>, e faz muito sentido. Por que ainda não se discutiu, no jornalismo, uma mudança de cardápio noticioso.</p>
<p>No máximo, temos batido na tecla, no caso dos produtos impressos, da necessidade de se relativizar o &#8220;aconteceu ontem&#8221;, divulgado fartamente pela web, para investir em conteúdo analítico e opinativo.</p>
<p>E a coragem para se fazer isso?</p>
<p>Westin avança na conversa com um ótimo ingrediente: e se procurássemos outra categoria de notícias, fazendo uma mudança profunda na agenda das editorias e, ao mesmo tempo, valorizando o exclusivo?</p>
<p>Não estou falando aqui de matar o hard news, por favor. Ele nunca morrerá. Mas pode perfeitamente ocupar bem menos espaço num jornal do futuro.</p>
<p>Equilibrar o que obrigatoriamente deve ser noticiado e incluir players novos me parece um excelente novo caminho para o produto impresso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As retrógradas 'edições eletrônicas' dos jornais]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/07/as-retrogradas-edicoes-eletronicas-dos-jornais/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 09:47:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[O jornalista André Deak fez, há algum tempo, uma crítica bastante pontual ao sistema Flip Page, adot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornalista André Deak fez, há algum tempo, uma <a href="http://www.andredeak.com.br/2009/09/13/fail-fsp-online-segue-onda-ultrapassada" target="_self">crítica bastante pontual</a> ao sistema Flip Page, adotado recentemente pela Folha de S.Paulo para exibir sua edição na web _e há muitos anos por diversos outros jornais.</p>
<p>A questão sobre o flip é justamente o fato de ser uma reprodução pura simples de um produto impresso, neste caso apenas transposto para a web. Os defensores desse sistema dizem que é isso, exatamente, o que buscam esses usuários.</p>
<p>Deak torce o nariz. &#8220;Ainda assim é possível criar outro lay-out, específico para a internet, mais interativo e com mais usabilidade do que a simples reprodução das páginas impressas&#8221;.</p>
<p>Verdade. E o pior é que o Flip até tem alguns recursos, mas que muitas vezes o leitor não percebe, como a inclusão de links (a própria Folha tem links associados dentro daquelas páginas, como em remissões de textos do impresso que levam ao site do jornal). Você já percebeu?</p>
<p>O texto critica a Folha pelo atraso em adotar a tecnologia, disponível desde 2002, mas também por essa insistência de emular e perpetuar linguagens anteriores, quando o que temos pela frente sugere muito mais dinamismo e criatividade.</p>
<p>Concordo com absolutamente tudo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aeroflot demite ]]></title>
<link>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/aeroflot-demite/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 22:49:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viana</dc:creator>
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<description><![CDATA[ EMPRESAS Em meio à queda dos resultados, a companhia aérea estatal russa Aeroflot informou ontem te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em> EMPRESAS</em></p>
<p>Em meio à queda dos resultados, a companhia aérea estatal russa Aeroflot informou ontem ter planos para demitir mais de 2 mil funcionários. A porta-voz da empresa, Irina Dannenberg, disse que os cortes vão ocorrer nos próximos seis meses e afetarão cerca de 13% da força de trabalho da Aeroflot, maior companhia aérea da Rússia. Em julho, o lucro líquido da empresa registrou queda de 88% em relação ao mesmo período de 2008, para US$ 37 milhões, informou a Associated Press. </p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sócios da VarigLog terão novo julgamento ]]></title>
<link>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/socios-da-variglog-terao-novo-julgamento/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 18:34:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viana</dc:creator>
<guid>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/socios-da-variglog-terao-novo-julgamento/</guid>
<description><![CDATA[ EMPRESAS  Paola de Moura, de São Paulo A Justiça julgará novamente o recurso dos sócios brasileiros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> EMPRESAS </p>
<p><strong>Paola de Moura</strong>, de São Paulo</p>
<p>A Justiça julgará novamente o recurso dos sócios brasileiros da Variglog, afastados da administração da empresa pelo juiz da 17ª Vara Cível de São Paulo José Paulo Magano. A 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que a decisão do juiz Carlos Dias Motta, de encerrar o processo mantendo o afastamento dos brasileiros, não procede e o recurso deve ser julgado .</p>
<p>Marcos Audi e Marcos Haftel detinham, juntamente com Luiz Eduardo Galo, 40% da companhia. O restante pertencia ao fundo americano Mattlin Patterson. Em outubro de 2007, os três foram afastados pelo juiz José Magano, em um processo movido pelo fundo que alegava que eles haviam desviado US$ 87 milhões para um banco na Suíça. Os brasileiros enfrentam uma batalha judicial, com várias derrotas.</p>
<p>Em novembro de 2008, a Câmara Especial do Tribunal de Justiça afastou o juiz Magano. Seu substituto, segundo o advogado dos sócios, Marcello Panella, julgou o processo em três dias. &#8220;Ele recebeu 70 volumes, cada um com 200 páginas e decidiu em poucos dias&#8221;, diz o advogado. Em face dessa rapidez, Audi e Haftel entraram com um recurso alegando cerceamento de defesa e nulidade. O juiz não aceitou o pedido, alegando que as custas do processo não foram pagas corretamente. Mas, os sócios brasileiros pagaram o teto previsto em São Paulo, atualmente em R$ 42 mil. Por isso os desembargadores anularam a decisão e determinaram novo julgamento.</p>
<p>Os três sócios acusam o fundo americano de sucatear a empresa, levando-a a falência. Paralelamente ao processo judicial, corre uma investigação do Ministério Público Federal de São Paulo e da Polícia Federal para averiguação de sabotagem.</p>
<p>Enquanto isso, no início do mês, o empresário Germán Efromovich, dono do Synergy Group, do qual fazem parte as empresas Avianca e Ocean Air, além do Estaleiro Mauá no Rio, fez uma proposta de apenas R$ 100 mil pela Variglog, que está em recuperação judicial desde março. No entanto, para fechar o negócio, exige que o plano de recuperação feito por ele mesmo seja aceito pelos credores.</p>
<p>A proposta foi apresentada de surpresa no último dia 11 na assembleia de credores. Os representantes não gostaram de serem surpreendidos. Haverá nova assembleia no dia 23 para que os credores tenham tempo de analisar a proposta de Efromovich.</p>
<p>A VarigLog pertencia ao grupo da velha Varig e em 2005 foi adquirida pela Volo do Brasil, sociedade entre o Mattlin Patterson, cujo principal executivo é o chinês Lap Chan, e os três brasileiros. Em 2006, a VarigLog comprou o que restava das operações aéreas da Varig (então VRG). Mais tarde, em março de 2007, vendeu-a à Gol por quase R$ 570 milhões. Após a venda, as disputas societárias começaram, com o fundo acusando os brasileiros de desvio do dinheiro e cobrando-os judicialmente.</p>
<p>Em julho de 2008, o fundo apresentou nova composição em que a sócia majoritária é Lup Ohira Chan, irmã de Lap. A Anac foi impedida de avaliar a nova constituição devido a uma liminar obtida pelos brasileiros, que tentam, com exceção de Gallo, voltar à sociedade. A empresa hoje está batizada com o nome de Velog.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Valor Econômico</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aeroflot vai demitir 2 mil funcionários ]]></title>
<link>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/aeroflot-vai-demitir-2-mil-funcionarios/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 15:43:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viana</dc:creator>
<guid>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/aeroflot-vai-demitir-2-mil-funcionarios/</guid>
<description><![CDATA[ECONOMIA &amp; NEGÓCIOS A companhia aérea russa Aeroflot planeja eliminar dois mil empregos, ou 13% ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ECONOMIA &#38; NEGÓCIOS</p>
<p>A companhia aérea russa Aeroflot planeja eliminar dois mil empregos, ou 13% de sua força de trabalho, nos próximos seis meses, informou um porta-voz. A imprensa russa, citando fontes não identificadas, informou que os cortes podem chegar a 6 mil. Questionado sobre os números, o porta-voz respondeu que &#8220;sim, poderá haver mais demissões, mas por enquanto são 2 mil&#8221;. No primeiro semestre deste ano, a Aeroflot sofreu queda de 11,5% do número de passageiros transportados. </p>
<p><strong>Fonte:</strong> Jornal Estado de São Paulo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Air France abre auditoria externa sobre segurança ]]></title>
<link>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/air-france-abre-auditoria-externa-sobre-seguranca/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 13:32:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viana</dc:creator>
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<description><![CDATA[DA FOLHA ONLINE A Air France abrirá uma auditoria externa sobre a segurança dos voos, segundo funcio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>DA FOLHA ONLINE</em></p>
<p>A Air France abrirá uma auditoria externa sobre a segurança dos voos, segundo funcionários da empresa, afirmou a agência EFE.</p>
<p>De acordo com uma porta-voz da Air France, diz a agência, &#8220;a empresa vai organizar uma missão de perícia externa sobre a segurança em consequência do acidente do voo Rio-Paris&#8221;.</p>
<p>&#8220;Decidimos aprofundar ainda mais nossa análise e revisar todos os processos e todas as operações que afetam a segurança de nossos voos&#8221;, afirma uma carta destinada aos pilotos da Air France.</p>
<p>O Airbus 330 da Air France caiu no Atlântico em 31 de maio com 216 passageiros e 12 tripulantes a bordo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Galeão no telhado ]]></title>
<link>http://brazilianwings.wordpress.com/2009/09/18/galeao-no-telhado/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:27:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Viana</dc:creator>
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<description><![CDATA[ANCELMO GOIS Onze meses depois de o Conselho Nacional de Desestatização (CND) ter aprovado a concess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>ANCELMO GOIS</em></p>
<p>Onze meses depois de o Conselho Nacional de Desestatização (CND) ter aprovado a concessão à iniciativa privada dos aeroportos Tom Jobim (Galeão), no Rio, e Viracopos, em Campinas (SP), o governo praticamente não deu nenhum passo para concretizar a medida.</p>
<p>O certo até agora parece ser o leilão do terceiro terminal de São Paulo, ainda a ser construído.</p>
<p>Segue&#8230;</p>
<p>Aliás, ontem, na entrevista ao “Valor”, Lula baixou a bola: — Eu pedi ao Jobim para estudar o processo de concessão de um ou outro aeroporto para a gente poder ter um termômetro, medir a qualidade de funcionamento.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> O Globo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornal Nacional - um Jornal tendencioso e agressivo]]></title>
<link>http://26hora.wordpress.com/2009/08/14/jornal-nacional-um-jornal-tendencioso-e-agressivo/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:09:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Oliveira</dc:creator>
<guid>http://26hora.wordpress.com/2009/08/14/jornal-nacional-um-jornal-tendencioso-e-agressivo/</guid>
<description><![CDATA[RETIRADO DO BLOG jornalismob: &#8220;&#8230;Fique claro: não quero com tudo isso dizer que acho Edir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>RETIRADO DO BLOG <strong>jornalismob:</strong></p>
<blockquote><p><strong>&#8220;</strong>&#8230;Fique claro: não quero com tudo isso dizer que acho Edir Macedo inocente. Nem nesse caso, nem em outros. Não vou, também, colocar aqui em questão se não está o sujo falando do mal lavado. Quero demonstrar apenas que a cobertura do Jornal Nacional foi altamente tendenciosa, agressiva e atropelou os fatos. O Jornal da Band, em 1min42seg, deu basicamente as mesmas informações, e de forma sóbria, sem espetacularização, sem show. O JN culpou um denunciado, e o fez sabendo que o fazia e o porquê de fazê-lo.</p>
<p>O Grupo Record assusta cada vez mais a Globo. Na televisão, nos jornais impressos, nas rádios. Bate de frente com o poderio da Globo e põe em xeque, cada vez mais, o domínio dos Marinho. Então, o dono do império que ameaça a deusa maior da mídia brasileira é denunciado por práticas absolutamente condenáveis. O que fazer? Aproveitar! Jornal Nacional neles!<strong>&#8220;</strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os jornais são descartáveis?]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/06/24/os-jornais-sao-descartaveis/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 14:12:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/06/24/os-jornais-sao-descartaveis/</guid>
<description><![CDATA[Vi uma tirinha no Malvados que me fez pensar de novo no assunto. Penso que os jornais não são descar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vi uma tirinha no Malvados que me fez pensar de novo no assunto. Penso que os jornais não são descar]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DONOS DA MÍDIA]]></title>
<link>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/05/20/donos-da-midia/</link>
<pubDate>Wed, 20 May 2009 20:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>tiguportfolio</dc:creator>
<guid>http://tigubarcelos.wordpress.com/2009/05/20/donos-da-midia/</guid>
<description><![CDATA[O Projeto Donos da Mídia reúne dados públicos e informações fornecidas pelos grupos de mídia para mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://donosdamidia.com.br/inicial"><img class="aligncenter size-full wp-image-651" title="donosdamidia" src="http://tigubarcelos.wordpress.com/files/2009/05/donosdamidia.jpg" alt="donosdamidia" width="450" height="270" /></a></p>
<p style="line-height:18px;font:12px Geneva;color:#222222;margin:0 0 18px;">O Projeto <a href="http://donosdamidia.com.br/inicial" target="_blank">Donos da Mídia</a> reúne dados públicos e informações fornecidas pelos grupos de mídia para montar um panorama completo da mídia no Brasil. Aqui estão detalhadas diversas informações sobre os seguintes tipos de veículos: emissoras e retransmissoras de TV; rádios AM, FM, Comunitárias, OT e OC; operadoras de TV a cabo, MMDS e DTH; canais de TV por assinatura; e as principais revistas e jornais impressos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A saída hiperlocal para o jornalismo]]></title>
<link>http://boghossian.wordpress.com/2009/05/10/a-saida-hiperlocal-para-o-jornalismo/</link>
<pubDate>Sun, 10 May 2009 23:28:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Boghossian</dc:creator>
<guid>http://boghossian.wordpress.com/2009/05/10/a-saida-hiperlocal-para-o-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[O que você lê primeiro quando recebe o jornal em casa? As notícias da sua cidade, do país ou do mund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-172" title="Jornal (foto: Mariana Ribeiro)" src="http://boghossian.wordpress.com/files/2009/05/alemanha-005.jpg?w=300" alt="Jornal (foto: Mariana Ribeiro)" width="300" height="225" /></p>
<p><strong>O que você lê primeiro quando recebe o jornal em casa?</strong> As notícias da sua cidade, do país ou do mundo? Como você se informa sobre o que acontece na sua rua, <strong>na sua esquina</strong>? O que acontece em um bairro do subúrbio da sua cidade te interessa?</p>
<p>Recentemente, tem-se falado muito que uma das saída para &#8220;a crise dos jornais impressos&#8221; pode ser o <strong>jornalismo hiperlocal</strong> &#8211; que, em resumo, é a produção de um noticiário exclusivamente sobre a área em que ele vai ser lido ou assistido: o que acontece na esquina, o buraco na sua rua, a história do seu vizinho que foi assaltado. A ideia é exacerbar o valor-nótícia da <strong>proximidade </strong>para consolidar um público fiel<strong>:</strong> um fato que acontece perto do leitor teria sempre mais importância do que qualquer coisa que acontece no Camboja.</p>
<p>Escrevi alguns comentários sobre esse assunto no blog do <strong>Alec Duarte</strong>, do <a href="http://webmanario.wordpress.com/" target="_blank">Webmanário</a>, e ele deu uma explicação interessante sobre esse fenômeno: como o jornal de papel tem alcance e distribuição limitados, deveria tratar de assuntos locais já que é ali que ele vai ser lido. Na web, o acesso é universal e o interesse dos internautas tende a ser mais diversificado.</p>
<p>Eu, na verdade, tinha dado uma sugestão completamente diferente. Minha teoria não comprovada era de que o <strong>noticiário local</strong> tenderia a ser suprido por <strong>sites e blogs</strong>, enquanto os <strong>jornais impressos</strong> passariam se dedicar ao <strong>noticiário nacional e internacional</strong>. Pode não fazer muita lógica, mas a explicação é simples: a web é gratuita e tem um espaço virtualmente ilimitado tanto para a publicação de conteúdo quanto para a criação de veículos,o que permitiria que cada cidadezinha, cada bairro e cada rua possam ter um blog para a divulgação de notícias. A <strong>web </strong>também é a única plataforma que permite uma <strong>interação imediata</strong> entre os leitores interessados em colaborar, pedir mais informações e denunciar os seus problemas, fazendo um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" target="_blank"><em>crowdsourcing</em></a> mais abrangente.</p>
<p>Além disso, os <strong>jornais impressos</strong> podem sim virar veículos exclusivos de noticiário nacional e internacional. Em vez de desaparecer, os grandes veículos nacionais se fortaleceriam com a ampliação da tendência de publicar mais <strong>análises, comentários e reportagens especiais</strong>, virando uma espécie de <strong>revista diária</strong>. Jornais locais podem mesmo desaparecer, mas os grandes, como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, devem sobreviver, já que estão longe de ter um alcance limitado.</p>
<p>Vale destacar uma pesquisa do <a href="http://people-press.org/reports/pdf/497.pdf" target="_blank">Pew Research Center</a>, indicada pelo próprio Webmanário, que diz que &#8220;só 43% dos americanos acham que o fim do jornal em sua cidade teria impacto cívico na comunidade&#8221;. Ou seja, <strong>quase metade dos leitores acham que os jornais impressos não fazem a menor diferença em suas vidas</strong>.</p>
<p>O meio não é necessariamente a mensagem, mas vale a pena refletir sobre esse assunto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sites de notícias tomam lugar de jornais impressos nos EUA]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/2009/05/04/sites-de-noticias-tomam-lugar-de-jornais-impressos-nos-eua/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 23:33:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/2009/05/04/sites-de-noticias-tomam-lugar-de-jornais-impressos-nos-eua/</guid>
<description><![CDATA[Richard Perez-Pena The New York Times Ao longo dos últimos dois anos, alguns dos segredos mais sórdi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Richard Perez-Pena The New York Times Ao longo dos últimos dois anos, alguns dos segredos mais sórdi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornais online: o que temos com isso?]]></title>
<link>http://ferramentasparabibliotecarios.wordpress.com/2009/05/04/jornais-online-o-que-temos-com-isso/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 21:00:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Castilhos</dc:creator>
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<description><![CDATA[A questão do jornalismo online é bem interessante&#8230; para jornalistas. A nós não cabe discutir s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A questão do jornalismo online é bem interessante&#8230; para jornalistas. A nós não cabe <strong>discutir</strong> se o jornal impresso vai morrer &#8212; até porque, em termos de conservação, já estão mortos no ano seguinte &#8212; ou se as pessoas estão mais ou menos participativas nas novas mídias.</p>
<p>Cabe ao bibliotecário <strong>permitir o acesso</strong> de seus usuários <strong> independente de suporte</strong>. Infelizmente, muitas bibliotecas bloqueiam os computadores para que acessem apenas o catálogo. E assinam apenas jornais impressos. Consideram que, com essas medidas, estão cumprindo o seu papel para a disseminação da informação. Entretanto, as notícias mais atualizadas estão <em>online</em>; não há forma de atualizar um papel como um jornal <em>online</em>! </p>
<p>Acredito que as bibliotecas públicas e escolares deveriam disponibilizar os links dos principais jornais brasileiros em seus favoritos e incentivar seu uso. Sugiro que jornais de alcances diversos (local, nacional e internacional) sejam disponibilizados, preferencialmente mediante assinatura, aos usuários. Podem ser utilizados pelos próprios usuários como fonte de informação e pelos bibliotecários / atendentes para facilitar o serviço de referência.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Sei que devo um post sobre o uso de blogs para o marketing em bibliotecas: pretendo publicá-lo em breve! Aguardem. Ah, também coloquei links para os colegas da disciplina! Acessem, estão muito interessantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Jornais impressos beirando um fim ideologicamente desejado]]></title>
<link>http://wemersons.wordpress.com/2009/04/29/jornal-em-foco/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:55:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>wemersonsantos</dc:creator>
<guid>http://wemersons.wordpress.com/2009/04/29/jornal-em-foco/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Fabrício Fernandes O fechamento do primeiro trimestre gerou sentimentos bem diferentes entre o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Foto: Fabrício Fernandes O fechamento do primeiro trimestre gerou sentimentos bem diferentes entre o]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O futuro do jornal impresso na era digital]]></title>
<link>http://jornalistaempauta.wordpress.com/2009/04/21/o-futuro-do-jornal-impresso-na-era-digital/</link>
<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 13:12:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ioanna</dc:creator>
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<description><![CDATA[A internet surgiu de maneira discreta, com o objetivo inicial de proteger informações sigilosas das ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A internet surgiu de maneira discreta, com o objetivo inicial de proteger informações sigilosas das forças armadas americanas. Hoje, é a principal fonte de informação livre do mundo. Nela você encontra opiniões de todo tipo, de todos os cantos do mundo e se basea nelas para construir a sua própria.</p>
<p><!--more--><br />
Houve um tempo em que a &#8220;verdade&#8221; estava publicada na capa dos maiores jornais. À grosso modo, estávamos todos vulneráveis aos filtros de informação: não podíamos (ou sequer conseguíamos) contestar aquilo que era publicado nas principais fontes de informação da massa, até porque certamente, tais informações e inclusive detalhes dessas informações eram &#8220;impedidos&#8221; de vir à tona. Havia  e ainda há um controle rigoroso sobre o que é publicado em um grande jornal.</p>
<p>A internet rompeu essa censura: hoje, através de ferramentas como blogs e fórums, as mais diversas opiniões chegam à você em questões de segundo. De fato, não há como creditar a veracidade das informações que vêm à nós, o que faz da internet uma fonte muito solta&#8230; Por outro lado, ela abriu espaço à participações e debates nas principais polêmicas, fazendo com que as opiniões sejam formadas em uma base sólida e rica em conteúdo.</p>
<p>Como não tem (diretamente) na internet quem filtre as informações que chegam às nossas mãos como são feitos nos grandes jornais impressos &#8211; ou inclusive nos telejornais &#8211; cabe a cada um selecionar criteriosamente as fontes nas quais buscamos informações, fazendo pesquisas amplas e variadas, de forma a assimilar apenas os conteúdos relevantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Salvem os jornais impressos]]></title>
<link>http://brenobarros.wordpress.com/2009/04/06/salvem-os-jornais-impressos/</link>
<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 19:02:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>brenobarros</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[América Latina? Vide editoria de esportes.]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/11/america-latina-vide-nas-editorias-de-esportes/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 14:07:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já escrevi uma vez que os acontecimentos políticos na América Latina, nossos países vizinhos, são su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já escrevi uma vez que os acontecimentos políticos na América Latina, nossos países vizinhos, são subexplorados pela mídia nacional. Ontem, ganharam páginas quase inteiras os EUA (política de Obama), Austrália (incêndios), China (tambem incêndio) e Itália (morte da italiana em coma). Já Colômbia e Bolívia ficaram com duas minúsculas notinhas sobre, respectivamente, a negociação de reféns das Farc e anúncio das eleições presidenciais. E nem sinal do restante dos países da AL.</p>
<p>Concordo que o anúncio das eleições bolivianas que acontecerão em dezembro não são uma notícia factual, mas poderiam ser um gancho para uma grande matéria sobre as mudanças causadas no país por Evo Morales, as implicações para o Brasil (ficaremos com gás ou sem gás?), os possíveis candidatos etc. O factual não sabe mais aos grandes jornais impressos, mas sim à internet e aos jornais <em>online</em>. As matérias aprofundadas podem ser uma alternativa para a sobrevivência do jornal no papel!</p>
<p>Bom, hoje a AL ficou mais para escanteio ainda nas editorias internacionais: os principais jornais diários deram uma média de três páginas para as eleições em Israel (observação: ninguém falou, nessas páginas, os impactos que a vitória da ministra de relações exteriores Tzipi Livni pode ter sobre os árabes fundamentalistas. Uma mulher governando Israel! Mas isso é outra história.) Nenhum país da América Latina consta nos jornais. Nada acontece por lá. Marasmo total. Será?</p>
<p>A subexploração do que acontece com nossos vizinhos não é uma característica só dos jornais brasileiros. Os hermanos sofrem do mesmo mal. Hoje, nos dois principais jornais da Argentina, <em>El Clarin</em> e o <em>La Nación</em>, também predominam informações sobre Israel e EUA. Não seria interessante para a Argentina, por exemplo, divulgar que o Brasil está promovendo uma encontro nacional de prefeitos? Imagine que bacana. O repórter poderia estabelecer uma comparação com alguma iniciativa semelhante nos hermanos (se já existiu), poderia até influenciar políticas públicas de integração nacional. Nada disso.</p>
<p>Mas o Brasil está nas páginas esportivas! Os dois jornais argentinos trouxeram matérias sobre o resultado do jogo Brasil x Itália de ontem. Veja:</p>
<p><a href="http://www.clarin.com/diario/2009/02/11/deportes/d-01856610.htm" target="_blank">Brasil ganó un aplauso ante Italia</a></p>
<p><a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=1098575&#38;high=dunga" target="_blank">Brasil venció a Italia en Londres</a></p>
<p>Pelo menos futebol nossos hermanos sabem que jogamos. O resto, só se for em notinhas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Felipão cai e o assunto é o Dunga]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/10/felipao-cai-e-o-assunto-e-o-dunga/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 13:50:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
<guid>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/10/felipao-cai-e-o-assunto-e-o-dunga/</guid>
<description><![CDATA[É impressionante como existem assuntos latentes que, vira e mexe, dão um jeito de aparecer. Um exemp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É impressionante como existem assuntos latentes que, vira e mexe, dão um jeito de aparecer. Um exemplo disso é o nosso técnico da seleção brasileira de futebol, o Dunga. Vira e mexe ele está na mídia, mesmo quando a seleção nem sequer está jogando. E se a seleção perde, a culpa é do Dunga. Mas se a selação ganha (o que é raro), a imprensa praticamente fica sem assunto&#8230;</p>
<p>Com a demissão de Felipão do time inglês Chelsea, o assunto da vez foi, novamente, o Dunga. &#8220;Cuidado, Dunga, o próximo pode ser você&#8221;, anunciam as manchetes. A mídia esportiva tem pregado tanto que Dunga pode ser demitido, como aconteceu com Felipão, quanto que Dunga pode ser demitido e justamente substituído pelo Felipão, que agora está sem emprego.</p>
<p>Veja dois exemplos no <em>UOL</em> e <em>Estadão</em>, respectivamente:</p>
<p><a href="http://www.google.com.br/url?q=http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2009/02/09/ult59u187153.jhtm&#38;ei=CYSRSaaMD8e_tgemx4zQCw&#38;sa=X&#38;oi=spellmeleon_result&#38;resnum=1&#38;ct=result&#38;cd=1&#38;usg=AFQjCNGdi5ebKK9ltlw_sIapRYf5ORJ7EA" target="_blank">&#8216;Assombrado&#8217; por Felipão, Dunga refuta pressão e pede respeito ao colega</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090210/not_imp321125,0.php" target="_blank">Felipão é demitido do Chelsea e volta a fazer sombra a Dunga</a></p>
<p>A <em>Folha de S.Paulo</em> não trouxe uma matéria sobre o assunto, mas trouxe a opinião do nosso técnico: <em>&#8220;A capacidade técnica do Luiz Felipe Scolari é indiscutível. Não é essa notícia [sua demissão pelo Chelsea] que vai mudar isso&#8221; DUNGA, técnico da seleção.</em></p>
<p>Bom, eu prefiro não opinar se Dunga é bom ou ruim. Mas ainda acho que deveriam colocar o Bernardinho para treinar a seleção de futebol!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o conflito é notícia e a solução não.]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/10/quando-o-conflito-e-noticia-e-a-solucao-nao/</link>
<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 13:30:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Certa vez perguntei a um amigo advogado que trabalhava no setor jurídico da Sabesp a quantas andava ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Certa vez perguntei a um amigo advogado que trabalhava no setor jurídico da Sabesp a quantas andava o embate Sabesp x Correios na questão da entrega de contas de água (os Correios tinham entrado com uma ação contra a Sabesp dizendo que a entrega de contas de água era monopólio deles). O embate havia sido muito divulgado pela mídia em novembro do ano passado, mas o resulta do conflito &#8211; a Sabesp ganhou a ação &#8211; eu não vi em lugar nenhum. &#8220;E você não sabe que o conflito sempre é notícia, mas a solução não?&#8221;, perguntou o meu amigo advogado.</p>
<p>Ele tinha toda razão: a continuidade de um acontecimento ou sua solução não são notícia. Tenho observado isso na cobertura do conflito na favela de Paraisópolis, ocorrido no último dia 02. No dia seguinte (03), a mídia recheou suas páginas com fotos e informações sobre os carros depredados e pneus queimados pelos moradores. Os motivos da manifestação ficaram nebulosos e, parece-me, ninguém quis muito saber (já escrevi sobre isso, <a href="http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/03/vandalismo-confronto-baderneiros-guerra/" target="_blank">veja</a>).</p>
<p>Pois bem. Hoje eu estava preparada para escrever sobre a falta de continuidade na cobertura da manifestação e posterior ocupação da PM no Paraisópolis quando me deparei com uma matéria do <em>Estadão</em> sobre o assunto. Depois de uns dias sem cobertura do caso, o jornal trouxe uma matéria sobre a ocupação da PM na favela do Paraisópolis &#8211; 400 homens, cem viaturas e um helicóptero da PM &#8211; e sobre a prisão de 16 pessoas (sendo dez foragidos sem confirmação do envolvimento na manifestação). O <em>Estadão</em> mandou bem com a matéria. Já na <em>Folha de S.Paulo</em> encontrei apenas uma nota, na coluna Mônica Bergamo, sobre a construção da primeira casa de cultura da favela, sem nenhuma ligação com o conflito.</p>
<p>Alguém do <em>Estadão</em> deve ter assistido ontem o programa <em>Hoje em dia</em> (Record) de ontem, em que o jornalista Brito Jr abordou a falta de continuidade na cobertura de Paraisópolis. Deu resultado: no dia seguinte a questão voltou às páginas do jornal. Agora é só acompanhar se o <em>Estadão</em> cobrirá o caso até a desocupação da favela e se trará os motivos reais da manifestação dos moradores de Paraisópolis ocorrida na semana passada. Continue acompanhando a cobertura por aí, Brito Jr!</p>
<p>ps: pena que o Brito Jr está de saída do <em>Hoje em dia</em> para conduzir o <em>Fazenda das Celebridades</em>, que estréia na Record em junho. Mais celebridades e menos jornalismo na TV brasileira.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vandalismo, confronto, baderneiros, guerra?]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/03/vandalismo-confronto-baderneiros-guerra/</link>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 18:05:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
<guid>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/03/vandalismo-confronto-baderneiros-guerra/</guid>
<description><![CDATA[Ontem, no final da tarde, um grupo de moradores da favela do Paraisópolis (ou &#8220;comunidade do P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem, no final da tarde, um grupo de moradores da favela do Paraisópolis (ou &#8220;comunidade do Paraisópolis&#8221;, como diriam os jornalistas de TV) fomaram barricadas nas redondezas da favela com pneus e sacos de lixo em chamas. Tentaram fechar uma avenida que corta o Morumbi e houve confronto com a polícia e troca de tiros. Os jornais que cobriram o caso, que mereceu destaque na primeira página, usaram e abusaram de termos como vândalos, cofronto, baderneiros, bandidos, guerra e afins. Entrevistaram polícias e Secretários da Segurança. Mas nenhum morador da comunidade envolvido na ação foi ouvido.</p>
<p><em>O Estado de S.Paulo</em>, por exemplo, trouxe duas hipóteses que desencadearam o confronto pela voz de um policial militar: a morte de um traficante da região ou a troca de um comandante que fazia a segurança local. O jornal trouxe ainda uma retranca em que mostra que a favela passa por reurbanização e que a primeira fase do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento, federal) foi concluída no ano passado. Repare, leitor, como são injustos esses moradores de Paraisópolis, evidencia o jornal. Veja a matéria: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090203/not_imp317328,0.php" target="_blank">Vandalismo e confronto deixam Favela de Paraisópolis sitiada </a></p>
<p>Já a <em>Folha de S.Paulo</em> foi mais sutil. Apesar de não ter consultado os manifestantes, trouxe entrevistas com moradores e comerciantes do local, todos assustados, claro. Veja um trecho: &#8220;<em>Parecia uma guerra. Eu nunca vi uma coisa dessas aqui&#8221;, dizia, assustado, o dono de um lava-rápido, de 27 anos, que estava em casa com a mulher, grávida, e a filha, quando a confusão começou. &#8220;A gente nem conseguia sair de casa, que acabou alvejada </em><em>por tiros.&#8221; </em>(para ler a matéria na edição impressa da <em>Folha</em> é preciso senha, por isso nem disponibilzei o <em>link</em> aqui).</p>
<p>A reportagem da <em>Folha</em> trouxe também uma retranca contextualizando a formação de Paraisópolis, com dados que mostram a triste realidade local: a favela está no pedaço menos escolarizado da capital paulista (54% dos moradores da região chegaram só até o ensino fundamental). O desemprego na região é também o maior de São Paulo: 25%. Dados para o leitor &#8211; aquele que mora no Morumbi, mas passa pela favela de carros com vidros fechados &#8211; saber como é duro viver lá.</p>
<p>Eu já trabalhei numa ONG no Paraisópolis e em ONGs em outras favelas paulistanas, e sei bem que ninguém sai nas ruas quebrando carro se não tiver um motivo. CLARO que isso não justifica o ato de violência de ontem. Mas sei também que baixos índices de educação e de emprego, como mostra a retranca da <em>Folha</em>, estão diretamente relacionados com violência &#8211; não no sentido de dizer que quem é pobre é necessariamente criminoso (pois muitos pobres não são e muitos ricos são), mas no sentido, pouco enfatizado, de dizer que quem vive numa realidade em que os seus direitos quase sempre são negados, tem muito mais motivos para negar os seus deveres.</p>
<p>Mas acho que os jornalistas que cobriram o fato não têm a mesma vivência em favelas (devem ser aqueles que passam dentro do carro, de vidros fechados etc). Ninguém procurou saber, até o momento, o que levou cerca de 40 pessoas sairem as ruas botando fogo em barricadas e quebrando carros. Sei que é bem difícil entrevistar manifestantes raivosos no meio de uma manifestação em que houve até troca de tiros. Vá lá. Mas entrevistar apenas o &#8220;outro lado&#8221; e promover um julgamento ao invés de uma fonte de informação é muito sério.</p>
<p>E paro por aqui. Nego-me a comentar a cobertura do Datena, da Tv Bandeirantes, que acompanhei ontem, de queixo caído, ao vivo. Mesmo porque, meu blog é sobre jornalismo. Já o programa do Datena&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Editorias: iguais no Brasil, bem diferentes na América Latina.]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/02/editorias-de-jornais-diarios-iguais-no-brasil-bem-diferentes-no-resto-da-al/</link>
<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 18:54:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
<guid>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/02/editorias-de-jornais-diarios-iguais-no-brasil-bem-diferentes-no-resto-da-al/</guid>
<description><![CDATA[No Brasil, os principais jornais diários costumam dispor suas notícias em alguns cadernos que concen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No Brasil, os principais jornais diários costumam dispor suas notícias em alguns cadernos que concentram sempre (ou quase sempre) as mesmas editorias. O primeiro caderno costuma ter a seção Opinião e as editoriais Nacional, Internacional, Política e Ciência. Depois, vêm os cadernos de Cultura, Esportes, Economia e Cidades (este último, integrando a editoria policial). Isso além dos suplementos Agrícola, feminino etc. Mas isso é no Brasil. Na América Latina já é bem diferente (e, às vezes, um diferentre meio bagunçado). Vejamos.</p>
<p>O <em><a href="http://www.clarin.com/" target="_blank">El Clarin</a></em>, jornal argentino, por exemplo, dispõe as suas informações em sete editorias, sendo uma delas a Policial. Isso mesmo: Policial. O caderno &#8220;Cidade&#8221; argentino, que aqui no Brasil costuma agregar as informações policias, lá nos hermanos traz informações de acontecimentos da cidade, tanto do ponto de vista cultural e educativo, quanto urbanístico (obras e afins). Casos regionais ou nacionais de polícia, como pedofilia, sequestro, assalto e outras atitudes &#8220;gente boa&#8221; estão separadas na editoria Policial. Como ficam separadas nas prisões. Não se misturam ao restante do jornal.</p>
<p>Também no jornal peruano <em><a href="www.elcomercio.com.pe/" target="_blank">El comercio</a></em> há coisas interessantes para serem notadas na separação das editorias. Política, diferente do que acontece na Argentina, tem uma editoria própria. E o melhor: os jovens peruanos têm uma editoria com matérias diárias: é o caderno SIC, em que só jornalistas de 22 a 25 anos trabalham. Na ocasião do lançamento dessa editoria, em agosto de 2008, o jornal justificou: &#8220;os jovens estão interessados em falar, em dividir experiências, muito mais do que em ficar apenas ouvindo conselhos dos mais velhos&#8221;. Será, então, que no Peru os jovens lêem jornais? (no Brasil, a população jovem é quase ínfima entre os assinantes dos diários). Ou será que essa é uma tentativa de atraí-los?</p>
<p>Já o paraguaio<em> <a href="http://www.lanacion.com.py/" target="_blank">La Nación</a></em> parece dar muito mais peso a informações econômicas do que às policias, como o <em>El Clarin</em>, ou aos jovens, como o <em>El Comercio</em>. Das seis editorias, quatro estão ligadas, de alguma maneira, ao assunto: Política, Negócios, Mundo e País. E os destaques da edição de hoje falam de Obama (Manchete: &#8220;Casa Branca busca limitar o uso comercial de Obama&#8221;).</p>
<p>Esse tipo de exercício &#8211; analisar a distribuição da informação em jornais estrangeiros &#8211; é interessante porque mostra alternativas de escrita e de leitura de jornais. E o melhor: mostra que a distribuição de editorias e cadernos já determina o peso que um jornal dará a determinados assuntos, em detrimento de outros. Será que as editoriais atuais dos brasileiros refletem as necessidades e anseios dos leitores? Não seria a hora de focar no público jovem, talvez como fez o peruano <em>El Comercio</em>, na tentativa de atrair aquele que será o leitor e assinante do futuro?! Deixo a pergunta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nariz-de-cera sim, nariz-de-cera não.]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/01/nariz-de-cera-sim-nariz-de-cera-nao/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 21:26:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
<guid>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/01/nariz-de-cera-sim-nariz-de-cera-nao/</guid>
<description><![CDATA[Certa vez uma colega bióloga me perguntou por que quase todos os textos jornalísticos começam iguais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Certa vez uma colega bióloga me perguntou por que quase todos os textos jornalísticos começam iguais. Respondi que era por causa da construção tradicional do <em>lide</em>, que já no primeiro parágrafo traz todas as informações essenciais da notícia: quem, como, quando, onde e porquê. &#8220;Mas tem que ser assim?&#8221;, continuou. &#8220;O fato das coisas serem assim não significa que é assim que elas devem ser&#8221;, respondi, quase num discurso militante.</p>
<p>Bom, na faculdade aprendi que o <em>lide</em> deve ser tradiconal nas notícias &#8211; ou seja, na cobertura factual, diária -, mas que nas reportagens, nas revistas semanais, poderíamos fazer o uso do &#8220;nariz-de-cera&#8221;, o que seja, uma introdução criativa, que conta uma história, contextualiza o fenômeno, apresenta um personagem e por aí vai. Isso era assim. Hoje em dia, o nariz-de-cera voltou renovado, dizem os téoricos da comunicação.</p>
<p>Parece que sim! Hoje, encontrei um exemplo bacana de nariz-de-cera em um dos vários textos que saíram nessa semana sobre células-tronco (<a href="http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/01/as-celulas-tronco-de-cada-dia/" target="_blank">leia mais</a> sobre isso). A matéria é de Roberto Godoy, de <em>O Estado de S. Paulo</em>. Divido-o com vocês:</p>
<p><em>Às 7 horas de terça-feira, o tratorista Ezequiel P. parou a soma de dez, que fazia a pedido do médico, ali pelo número três. Anestesiado da cintura para baixo e sedado, ele estava adormecido, pronto para, ao longo dos 45 minutos seguintes, ter o quadril perfurado, parte da medula óssea (cerca de cem mililitros) extraída e processada no laboratório de terapia celular.<br />
(&#8230;)</em> </p>
<p>Apenas um exemplo de que, quando bem aplicado ao jornalismo diário, o nariz-de-cera muda completamente o texto, deixando-o criativo, alegre, diferente. Muda a receptividade do leitor: torna a informação mais fácil de ser saboreada &#8211; ao invés de ser engolida goela abaixo!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As células-tronco de cada dia.]]></title>
<link>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/01/as-celulas-tronco-de-cada-dia/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 18:49:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabine righetti</dc:creator>
<guid>http://midiaemais.wordpress.com/2009/02/01/as-celulas-tronco-de-cada-dia/</guid>
<description><![CDATA[A cobertura jornalística de ciência no Brasil é falha. Falta espaço para o assunto nos jornais (a Fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A cobertura jornalística de ciência no Brasil é falha. Falta espaço para o assunto nos jornais (a <em>Folha de S.Paulo</em>, por exemplo, extinguiu o caderno de Ciência, deixando o tema em algumas páginas dos cadernos Equilíbrio e Mais!) e faltam jornalistas especializados para tratar de ciência (por isso têm surgido &#8211; ainda bem &#8211; cada vez mais cursos de capacitação na área). Em geral, nos grandes jornais diários, a cobertura de ciência limita-se à tradução de matérias de agências internacionais e à divulgação de pesquisas internacionais que foram publicadas em grandes revistas científicas. E a ciência tupiniquim nossa de cada dia fica de fora.</p>
<p>Os jornalistas de ciência &#8211; os muito bons e os não tão bons &#8211; de todos os meios de comunicação (jornais, revistas, TV, rádio e internet) caminham juntos na cobertura excessiva de alguns poucos temas. Um bom exemplo são as células-tronco: novas pesquisas, novas hipóteses, novos argumentos a favor e contra, tudo é pauta.E a cobertura demasiada de um tema gera um interesse aumentado da população pelo mesmo tema. Prova disso é que na revista de divulgação científica ComCiência (da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência &#8211; SPBC), a resenha mais acessada até hoje é a de um livro sobre células-tronco (leia <a href="http://www.comciencia.br/resenhas/celulas/s.htm" target="_blank">Células-tronco e o futuro da medicina regenerativa</a>), de minha autoria por coinscidência. E isso considerando que essa resenha é fevereiro de 2004 e que a revista, que é mensal, já publicou mais de 50 resenhas desde então&#8230;</p>
<p>Na última semana, <em>O Estado de S.Paulo</em> e a <em>Folha de S.Paulo</em> dedicaram seu pouco espaço destinado à ciência praticamente para cobrir células-tronco. O Estadão, versão impressa e online, publicou seis matérias diferentes sobre a temática (incluindo uma matéria grande na edição de hoje) e a Folha publicou a metade disso (três, o que já é muito). Tudo foi assunto: pesquisa pública e privada com células-tronco, no Brasil e nos Estados Unidos, embrionários ou sem embrião. Vale a pena conferir abaixo (e refletir).</p>
<p><strong>Matérias publicadas na última semana sobre células-tronco (ordem cronológica decrescente) no Estadão e na Folha:</strong></p>
<p><strong>O ESTADO DE S.PAULO<br />
</strong><a href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid316483,0.htm" target="_blank">Rio Preto pesquisa células-tronco</a> (matéria de hoje)</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090129/not_imp314659,0.php" target="_blank">Uso clínico de célula iPS [células-tronco de pluripotência induzida] será difícil</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090128/not_imp314020,0.php" target="_blank">Grupos estudam células-tronco sem embrião</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/internacional/not_int315064,0.htm" target="_blank">Empresa sul-coreana diz clonar cão com células-tronco</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090124/not_imp312098,0.php" target="_blank">País cria 1ª linhagem de célula-tronco embrionária sem o uso de embriões</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup312510,0.htm" target="_blank">EUA autorizam teste com células-tronco<br />
</a><br />
<strong>FOLHA DE S.PAULO</strong><br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2401200902.htm" target="_blank">Bush limitou pesquisa [de células-tronco] a 19 linhagens</a></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2401200901.htm" target="_blank">EUA liberam 1º teste com célula de embrião humano</a></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2501200901.htm" target="_blank">Grupo cria célula-tronco sem o embrião<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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