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	<title>jornal-diario &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornal-diario/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornal-diario"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:31:06 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Estudo de um caso de epilepsia na Folha]]></title>
<link>http://neuroobservatorio.wordpress.com/2009/11/17/estudo-de-um-caso-de-epilepsia-na-folha/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:43:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>neurojornalismo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Felipe Modenese Na reportagem intitulada “Pesquisa da PUC-RS testa célula-tronco em epiléptico”,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Felipe Modenese</p>
<p>Na reportagem intitulada “Pesquisa da PUC-RS testa célula-tronco em epiléptico”, publicada pelo jornal <em>Folha de S. Paulo</em> na edição do dia 16 de junho de 2009, no caderno de Saúde – cuja versão online pode ser acessada apenas por assinantes), a jornalista que assina a matéria e os editores são bastante cautelosos ao abordar os resultados preliminares do estudo, em andamento na época, envolvendo a aplicação de uma terapia de células-tronco para o tratamento de oito pacientes com epilepsia de lobo temporal refratária a medicamentos.</p>
<p>Um dos sinais de cuidado aparece já no primeiro parágrafo, em que o ineditismo e a inovação da técnica são atribuídos à fala dos pesquisadores, e não afirmados categoricamente, o que exigiria uma pesquisa minuciosa nos periódicos científicos que tratam do assunto.</p>
<p>Embora estatisticamente insuficiente para comprovar a eficácia do método, a reportagem relata os primeiros resultados para duas pacientes: redução drástica da quantidade de crises e melhora na “qualidade da memória”. Um jornalista minimamente sensacionalista ou menos cuidadoso poderia se utilizar dessas informações para empregar um verbo mais assertivo já no título, ao invés de “testar”, ao tratar da pauta&#8230;</p>
<p>Por falar em título, aqui entra uma digressão. Aparece ali o termo “epiléptico” funcionando como substantivo. É resultado de uma pesquisa recente que tal expressão tem um significado mais negativo, mais carregado de estigma do que combinações como “pessoa com epilepsia” ou “paciente com epilepsia”. Embora, já no primeiro parágrafo, a jornalista utilize tais expressões mais adequadas, o efeito do uso de “epiléptico” no título sobressai-se negativamente, por se tratar de elemento síntese do texto.</p>
<p>O efeito do uso da expressão poderia ter sido ainda mais negativo, como acontece na matéria “Cirurgia cerebral beneficia memória de doente epiléptico”, (publicada pela <em>Folha Online</em> no dia 27 de julho de 2009), que apresenta um estudo sobre efeitos da cirurgia de extração de focos epiléticos em “pessoas com epilepsia” refratária a medicamentos: redução das crises epilépticas e consequente melhora do desempenho cognitivo. Nesse caso, a expressão está qualificando “doente”, o que o torna ainda mais agressivo. Embora abordem pesquisas que fornecem esperança a pessoas com epilepsia, de difícil controle e tratamento, as matérias pecam ao trazer no título expressões carregadas e propagadoras de preconceito.</p>
<p>Voltando à primeira reportagem, nota-se que o jornal, depois de falar sobre os resultados de duas pacientes, opta por colocar, no sétimo parágrafo, informações ditas por um dos pesquisadores sobre os outros seis pacientes: “Eles estão evoluindo bem”. Tal escolha traz mais esperança à consagração da pesquisa e do método, assim como confirma o respeito da reportagem pelas informações e pelo leitor. Este fica ciente de que os resultados são os primeiros passos de “um longo caminho a percorrer”.</p>
<p>O texto apresenta, então, uma pausa através do intertítulo “Mecanismo de ação” e, a partir daí, a intenção é explicar como tais resultados podem ter sido atingidos. Para se aproximar de uma explicação do mecanismo, a reportagem explicita o que ocorre nas epilepsias: “neurônios de determinadas regiões apresentam atividade elétrica anormal”, o que seria uma consequência de lesões ou neurônios em falta, mal posicionados ou anormais. Com isso e a afirmação de um pesquisador sobre estudos experimentais das células-tronco, o leitor é induzido a concluir que as tais células são capazes de “regenerar a área atrofiada” e restabelecer a “função perdida”. Embora simplista, a abordagem delineia um mecanismo “problema-solução”, sem especificar detalhes, mas também sem correr os risco de errar ou deixar o leitor sem explicação alguma.</p>
<p>Na sequência do texto, está a justificativa da relevância da pesquisa. Afirma-se que o uso das células-tronco seria uma alternativa menos invasiva que a cirurgia, única opção para pessoas com epilepsia refratária. Tal fator deveria receber mais destaque na reportagem e poderia ter sido citado logo no início, já que é uma grande e promissora novidade.</p>
<p>A reportagem termina por justificar a pesquisa e, assim, justificar-se, trazendo a possibilidade do uso do método para as epilepsias multifocais refratárias, casos em que a cirurgia deixa de ser opção. Para concluir, o jornal traz um contraponto importante às esperanças e promessas do procedimento através da fala de um pesquisador de uma instituição diferente da dos autores do estudo. Ele lembra que a cirurgia para epilepsia de lobo temporal tem taxa de 80% de melhora do quadro. Dessa forma, o método em avaliação “terá que se provar extremamente benéfico” para consolidar-se. A reportagem torna-se, assim, realista e não cria ilusões por estar trazendo para a luz uma panacéia às epilepsias.</p>
<p>Elementos gráficos </p>
<p>Um elemento fundamental à compreensão da reportagem é o infográfico que acompanha o texto, fornecendo elementos gráficos sequenciais para que o leitor entenda termos como “cateterismo” e “hipocampo”. Além disso, a associação dos termos a suas correspondentes ilustrações materializa a pesquisa e aproxima o conteúdo, aparentemente hermético da reportagem, a uma pessoa leiga no assunto. Pode-se pensar, inclusive, que se trata de um elemento capaz de provocar uma identificação do leitor com a situação de uma pessoa com epilepsia. O próprio uso da ilustração do contorno de corpo humano transparente, com alguns elementos internos como ossos, artérias e cérebro, tende a humanizar a epilepsia, a dar “carne e osso” para as pessoas com epilepsia.</p>
<p>Outro elemento diferencial da reportagem, característico dos meios de comunicação escrita e impressa, são os “arte-texto” da parte inferior. Eles trazem números em destaque, impressos com letras de fonte maior e cor vermelha, e textos a respeito de estatísticas da epilepsia. São estruturas que chamam a atenção em uma página de jornal e são capazes de facilitar a contextualização e enriquecimento da reportagem.</p>
<p>Do lado direito do texto, existe ainda um box contendo explicações de termos do texto: “A EPILEPSIA”, “AS CRISES”, OUTROS SINTOMAS” e “A CIRURGIA”. Eles são seguidos de um parágrafo com informações importantes e que não constam no texto corrido da reportagem por, provavelmente, retirarem o foco da atenção do leitor da pesquisa em si. São textos didaticamente selecionados para completar a apropriação de conceitos recorrentes no texto. Também é um elemento gráfico enriquecedor da publicação.</p>
<p>Diante do apresentado, pode-se considerar a abordagem da epilepsia pela reportagem bastante coerente, sensata e cautelosa. A reportagem consegue trazer a epilepsia para um veículo de grande circulação e abordá-la sem sensacionalismo ou levantamento de falsas ilusões. Com exceção do uso de termo “epiléptico”, seria oportuno o jornal publicar mais matérias que abordem o tema dessa maneira, contribuindo para retirar a epilepsia das sombras da ignorância quase total no país. Fica também a sugestão para que, aproveitando a plataforma de informações, numa próxima reportagem sobre o tema, sejam publicadas dicas de comportamentos adequados diante de uma crise de epilepsia.</p>
<p>Leia a reprodução da matéria da Folha no Jornal da Ciência:<br />
<a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/imprimir.jsp?id=64108">Pesquisa da PUC-RS testa célula-tronco em epiléptico</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma divulgação científica na contramão da formação]]></title>
<link>http://neuroobservatorio.wordpress.com/2009/11/12/uma-divulgacao-cientifica-na-contramao-da-formacao/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:52:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>neurojornalismo</dc:creator>
<guid>http://neuroobservatorio.wordpress.com/2009/11/12/uma-divulgacao-cientifica-na-contramao-da-formacao/</guid>
<description><![CDATA[Por Juliano Sanches Na matéria “EUA premia estudo sobre epilepsia”, do jornal Correio Popular, de Ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Juliano Sanches</p>
<p>Na matéria “EUA premia estudo sobre epilepsia”, do jornal<em> Correio Popular</em>, de Campinas, publicado em 30 de novembro de 2007, o jornalista Marcelo Andriotti comenta que a pesquisadora do Departamento de Genética Médica da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), recebeu o prêmio Young Investigator Travel Award, concedido pela American Epplepsy Society (AES). Ela realizou um estudo de comparação entre os genes de pessoas com ou sem a condição neurológica. A proposta foi utilizar um chip de DNA de última geração, onde foram alocadas moléculas do hipocampo de portadores de epilepsia.</p>
<p>O texto do jornal reforça o estigma sobre quem sofre dessa condição, porque trata o paciente com a terminologia “epiléptico”, em vez de “pessoa com epilepsia”. Ao invés de chamar de condição neurológica, o jornalista se refere à situação de acometimento como uma “doença”. O jornalista não colocou na matéria nenhuma fala de uma pessoa com epilepsia, e isso fez o texto se desumanizar, ao mesmo tempo em que supervalorizou a <em>questão institucional</em>. E a matéria não explica, com clareza, como é a epilepsia, ou seja, não trata de temas pertinentes ao assunto, como por exemplo, a lesão no cérebro. Enfim, a produção jornalística desse conteúdo não possibilitou uma <em>formação</em> ou um <em>esclarecimento</em> sobre as questões da origem da epilepsia.</p>
<p>O texto de Andriotti conduz o leitor, muitas vezes, a se colocar numa posição de dúvida sobre o assunto lido. Em outras palavras, a interpretação é vaga diante dessa forma de expor o tema.</p>
<p>Nos últimos tempos, a maioria das produções de divulgação científica, de certa forma, perdeu o patamar de formação das pessoas. Basta ler duas ou três linhas da maioria dos textos de divulgação científica do presente momento, e o leitor atento já percebe como as informações são expostas sem um cuidado com a maneira <em>como</em> o conteúdo chega ao observador.</p>
<p>De uma maneira geral, as informações passadas não possibilitam uma <em>formação eficaz</em> a respeito dos temas tratados. Propiciam apenas uma <em>formação incompleta</em>, <em>fragmentada</em>. Numa frase, estabelecem uma situação de conhecimento de pequenas partes, muitas vezes, dissociadas da compreensão das bases mínimas dos assuntos. Em outras palavras, se o receptor aprende algo, é pouco. E, em alguns casos, ele não faz as associações esperadas pelos jornalistas e pesquisadores.</p>
<p>O produtor de conteúdo, principalmente o executor de muitas funções jornalísticas, muitas vezes, esquece a dinâmica de representação, presente no papel exercido por ele e pelos colegas. O papel envolve o desenvolvimento de significados culturais e sociais, o compartilhamento de experiências. Na maioria dos momentos, ele é displicente quanto ao teor e à qualidade.</p>
<p>O jornalista, principalmente quando está envolvido numa grande carga de horas de trabalho e se foca exclusivamente em abordagens científicas, de maneira geral, parece ter contraído a “robopatologia”, termo cunhado por Lewis Yablonsky. Isso porque a maioria dos produtores de conteúdo, quando expostos a uma rotina excessivamente desgastante e estressante, de certa forma, incorpora uma postura automatizada, repetitiva, com excesso de padronização e carência de criatividade, criticidade, análise, soltura, tato, sensibilidade e intuição. Satisfaz-se com a mesmice, sem querer <em>apurar</em>,<em> desconfiar</em>, <em>checar </em>ou <em>questionar</em>.</p>
<p>O mercado de trabalho fez uma boa parte dos jornalistas, de certa maneira, “desaprender” a arte de fazer perguntas. Hoje, uma grande parte apenas <em>confirma</em> as informações com o entrevistado, como se o interesse da equipe jornalística se resumisse em ter a voz de um especialista atrelada ao restante da produção, apenas para persuadir, por alguns instantes, os telespectadores, ouvintes ou leitores.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Nasci sob circunstâncias incomuns" - Nos Açores há mais de 2 semanas]]></title>
<link>http://paranoiasnfm.wordpress.com/2009/03/01/nasci-sob-circunstancias-incomuns-nos-acores-ha-mais-de-2-semanas/</link>
<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 20:37:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>paranoiasnfm</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá, muito boa noite! E, vão seguir-se alguns posts com espírito crítico, a começar por este. Ao ir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá, muito boa noite!</p>
<p>E, vão seguir-se alguns posts com espírito crítico, a começar por este.</p>
<p>Ao ir à página do Sapo, à secção local, para ver as notícias cá da região (Açores), deparei-me com esta notícia, fresquinha, mas que cheira a velha:</p>
<p><a href="http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=19491" target="_blank">História de um homem que nasceu em circunstâncias pouco comuns</a></p>
<p>Notícia esta que data de: 2009-03-01 13:00:00</p>
<p>Meus &#8220;amigos&#8221;, que eu saiba, este filme já está cá na ilha há mais de 2 semanas (senão mesmo, há mais de 3 semanas).</p>
<p>Não sei o porquê desta &#8220;notícia&#8221;, quanto mais não seja por estar, provavelmente, na sua última semana aqui na ilha.</p>
<p>Eu pergunto:</p>
<p>Será isto uma forma de os outros (Continentais e não só), pensarem que nós (Açorianos), somos atrasados, até mesmo no que toca a cinema?</p>
<p>Pior que isto, é saber que se trata de um jornal cá da terra.</p>
<p>AH!!</p>
<p>E ainda mais grave (e que parece hábito da região), é o facto de as &#8220;notícias&#8221; saírem sempre DEPOIS de algo acontecer&#8230; ou melhor, as divulgações (publicidade a eventos, etc).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[National press writes about Education Support Faire]]></title>
<link>http://cleobekkers.wordpress.com/2009/01/27/national-press-writes-about-education-support-faire/</link>
<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 01:07:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cleo Bekkers</dc:creator>
<guid>http://cleobekkers.wordpress.com/2009/01/27/national-press-writes-about-education-support-faire/</guid>
<description><![CDATA[For all to know, the Jornal Diário from Azores Regional Government Portal has written about Educatio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>For all to know, the <a href="http://www.jornaldiario.com/ver_noticia.php?id=19001" target="_blank">Jornal Diário</a> from Azores Regional Government Portal has written about Education Support Faire, 25-30th Jan. This is a real life journal. So, this event has been announced within the portuguese press.</p>
<p>Great work, Pathfinder and all the people involved in its organization! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Refino de açúcar cai 12,20% na Rússia até outubro]]></title>
<link>http://lmatiazzo.wordpress.com/2008/10/25/refino-de-acucar-cai-1220-na-russia-ate-outubro/</link>
<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 00:07:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Matiazzo</dc:creator>
<guid>http://lmatiazzo.wordpress.com/2008/10/25/refino-de-acucar-cai-1220-na-russia-ate-outubro/</guid>
<description><![CDATA[O refino de açúcar demerara importado na Rússia alcançou 2,252 milhões de toneladas de 1 de janeiro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O refino de açúcar demerara importado na Rússia alcançou 2,252 milhões de toneladas de 1 de janeiro a 21 de outubro, queda de 12,20% ante o mesmo período do ano passado, informou hoje a associação de produtores Soyuzrossakhar. Na mesma época do ano passado, o refino foi de 2,565 milhões de toneladas.</p>
<p>As refinarias processaram 2,287 milhões de toneladas do produto importado, em comparação a 2,613 milhões de toneladas no mesmo período de 2007. As informações são da Dow Jones.<!-- /N --> <strong>(<!-- A -->Deise Vieira &#8211; Agência Estado<!-- /A -->)</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem vai dar jeito nisso? (ou procura-se um jornal diário decente)]]></title>
<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/10/10/quem-vai-dar-jeito-nisso-ou-procura-se-um-jornal-diario-decente/</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 00:01:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
<guid>http://rafaelfortes.wordpress.com/2008/10/10/quem-vai-dar-jeito-nisso-ou-procura-se-um-jornal-diario-decente/</guid>
<description><![CDATA[Da série &#8220;piores momentos das campanha eleitoral 2008&#8243;, as capas de alguns jornais do Ri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Da série &#8220;piores momentos das campanha eleitoral 2008&#8243;, as capas de alguns jornais do Rio. A mídia gorda impressa diária carioca, que vinha realizando uma cobertura despolitizada e tendenciosa, se superou no domingo (05/10/2008), dia das eleições.</p>
<p class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2008/10/o-globo-5-10-08-003.jpg"><img class="size-large wp-image-896" title="o-globo-5-10-08-003" src="http://rafaelfortes.wordpress.com/files/2008/10/o-globo-5-10-08-003.jpg?w=450" alt="O Globo, 05/10/2008" width="450" height="337" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O Globo, 05/10/2008</dd>
</dl>
<p><em>O Globo</em> apresentou uma capa de nítidos traços fascistas. Sob a manchete (&#8220;Quem vai dar jeito nisso?&#8221;), uma foto mostrando favelas. Acima da foto e embaixo da manchete, lia-se: &#8220;Favelização, trânsito caótico, desordem  urbana e conservação de ruas são desafios para novo prefeito&#8221;. Seria mais honesto dizer: &#8220;Favelização, trânsito caótico, desordem urbana e conservação de ruas <em>são as prioridades deste jornal</em>&#8220;. Mas,  como dizia um sambista das antigas, &#8220;onde está a honestidade?&#8221;.</p>
<p>Legenda da  foto: &#8220;As favelas do Vidigal e da Chácara do Céu vistas a partir da Praia do  Arpoador: as comunidades do Rio sofrem um processo de verticalização, com  prédios de até 11 andares.&#8221; A perspectiva usada para olhar as favelas &#8211; a partir da praia &#8211; é ato falho ou algo proposital?</p>
<div id="attachment_897" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2008/10/jb-5-10-08.jpg"><img class="size-large wp-image-897" title="jb-5-10-08" src="http://rafaelfortes.wordpress.com/files/2008/10/jb-5-10-08.jpg?w=450" alt="Jornal do Brasil, 05/10/2008" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Jornal do Brasil, 05/10/2008</p></div>
<p>O <em>Jornal do Brasil </em>não deixou por menos e estampou, sem vergonha ou pudor, a despolitização que marcou a campanha eleitoral e sua cobertura na mídia gorda: &#8220;Procura-se um síndico&#8221;. Segundo o jornal, que defende os valores do neoliberalismo &#8211; mesmo em meio ao colapso &#8211; e a ausência de discussão política, &#8220;eleitores vão às urnas hoje à espera de um administrador capaz de cuidar de sua cidade&#8221;. Ou seja, nada a se discutir em termos de plataforma partidária, projeto político, concepção de poder público etc. Trata-se apenas de &#8220;gerenciar&#8221;, dentro dos moldes do neoliberalismo que aí está. Coitados dos leitores&#8230;</p>
<div id="attachment_898" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://rafaelfortes.files.wordpress.com/2008/10/extra-e-o-dia-5-10-08.jpg"><img class="size-large wp-image-898" title="extra-e-o-dia-5-10-08" src="http://rafaelfortes.wordpress.com/files/2008/10/extra-e-o-dia-5-10-08.jpg?w=450" alt="Extra e O Dia, 05/10/2008" width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Extra e O Dia, 05/10/2008</p></div>
<p><em>Extra</em> (Organizações Globo) e <em>O Dia</em> preferiram estampar uma não-notícia na primeira página e abordaram a  ficção das pesquisas de opinião, tentando manipular os leitores ao disseminar a idéia de que Eduardo Paes já estava garantido no segundo turno e que a outra vaga seria disputada entre Fernando Gabeira e Marcelo Crivella. Gabeira foi o escolhido pela mídia gorda como &#8220;anti-Crivella&#8221;, ou seja, aquele em quem se deveria votar para evitar que o ex-bispo candidato da Record chegasse ao segundo turno.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:left;">No dia seguinte, <em>O Globo</em> ratificou em manchete os interesses corporativos anti-Record que nortearam sua cobertura da campanha: &#8220;Rio derrota Cesar e Crivella; Paes e Gabeira vão a 2o. turno&#8221;. Poderia ser assim: &#8220;Rio derrota candidatos dos outros; Nossos candidatos vão ao segundo turno&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p style="text-align:left;">Entre os 51 vereadores eleitos para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, há representantes de nada menos do que 21 (isso mesmo: 21) partidos. Haja diversidade ideológica&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Depósito de gás metano está se abrindo na Sibéria]]></title>
<link>http://lmatiazzo.wordpress.com/2008/10/09/deposito-de-gas-metano-esta-se-abrindo-na-siberia/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 12:26:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Matiazzo</dc:creator>
<guid>http://lmatiazzo.wordpress.com/2008/10/09/deposito-de-gas-metano-esta-se-abrindo-na-siberia/</guid>
<description><![CDATA[Divulgação Por Luciana Matiazzo   O leito marítimo do Ártico começou a derreter e liberar gás metano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"></span></span></div>
<div><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Georgia;"></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"></p>
<div id="attachment_102" class="wp-caption alignleft" style="width: 162px"><a href="http://lmatiazzo.files.wordpress.com/2008/10/siberia.gif"><img class="size-full wp-image-102" title="siberia" src="http://lmatiazzo.wordpress.com/files/2008/10/siberia.gif" alt="Divulgação" width="152" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div>
<div></div>
<div><span style="font-family:Georgia;"></span></div>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Por Luciana Matiazzo</p>
<div><span style="font-family:Georgia;"></p>
<div><span style="font-family:Georgia;"></span></div>
<p></span></div>
<p></span></span></span><font face="Georgia"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O leito marítimo do Ártico começou a derreter e liberar gás metano na Sibéria. De acordo com pesquisadores do Instituto Alfred Wegener para Pesquisa Polar e Marítima (AWI), o resultado poderá ser um aquecimento global do planeta.</span></span></span></span><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">O metano é considerado o terceiro gás que provoca efeito estufa (depois do dióxido de carbono e vapor d´agua). Ele possui um menor tempo de residência na atmosfera, quando comparado com o CO2. No entanto, ele possui um potencial de aquecimento 60 vezes maior.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Cientistas polares russos têm grandes indícios de que os primeiros passos do derretimento já estão ocorrendo. No leito de permafrost (gelo permanente) do mar de 200 metros de profundidade da Sibéria, gigantescos depósitos de hidratos gasosos repousam em poderosas camadas congeladas de sedimentos. O tamanho estimado de carbono da mistura de gelo e metano é de 540 bilhões de toneladas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:small;">Os cientistas russos alertaram o que poderia ocorrer se o selo do permafrost siberiano derretesse completamente e todo o gás armazenado escapasse. O conteúdo de metano na atmosfera do planeta elevaria vinte vezes. “O resultado seria um aquecimento global catastrófico”, disseram os cientistas. </span></span></p>
<div></div>
<div><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"></p>
<div><span style="font-size:14pt;"></span></div>
<p></span></span></div>
<p><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"></p>
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<title><![CDATA[A primeira página]]></title>
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<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 19:49:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quer ver a capa de hoje de cerca de 500 jornais pelo mundo? Este é apenas um dos recursos que o News]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quer ver a capa de hoje de cerca de 500 jornais pelo mundo? Este é apenas um dos recursos que o <a target="_blank" href="http://www.newseum.org/todaysfrontpages/default.asp">Newseum</a> tem. Essa aí de baixo é do Yedioth Ahronoth, de Tel-Aviv (Israel). Juro.</p>
<p><em><a rel="attachment wp-att-38" href="http://webmanario.wordpress.com/2008/03/27/a-primeira-pagina/capa-do-yedioth-ahronoth-de-tel-aviv/" title="Capa do Yedioth Ahronoth, de Tel-Aviv"><img src="http://webmanario.wordpress.com/files/2008/03/jornal_israel.jpg" alt="Capa do Yedioth Ahronoth, de Tel-Aviv" /></a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
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