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	<title>jornalismo-20 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornalismo-20/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornalismo-20"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 22:40:58 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Curso Jornalismo 2.0 - Hipermídia e Redes Sociais – Salvador ]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/12/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-salvador/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 00:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/11/12/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-salvador/</guid>
<description><![CDATA[O curso tem o objetivo de desenvolver as melhores práticas de texto na internet e os conceitos relac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso tem o objetivo de desenvolver as melhores práticas de texto na internet e os conceitos relacionados às novas mídias. Entre outros temas, o programa de aulas aborda assuntos como o histórico do jornalismo on-line, as 5 características do segmento, além das diferenças entre a internet e as mídias impressa e eletrônica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Hotel Bahia do Sol – Avenida Sete de Setembro, 2009, Corredor da Vitória – Salvador/BA</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – 14  a 15 de novembro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – de R$ 285 a R$ 318</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>André Rosa</em> (Jornalista formado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, foi subeditor do site Gazeta Esportiva.Net, onde trabalhou por nove anos. Agora é gerente de conteúdo do Comunique-se e professor da UniSant’Anna no curso de Conunicação Social)<em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 12 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Twitter – </strong><a href="http://twitter.com/escola_comunic" target="_blank">@escola_comunic</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/teor.asp?id=897" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso de Introdução ao Jornalismo 2.0: Oportunidades e Desafios na Era Digital – On-line]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/10/22/curso-de-introducao-ao-jornalismo-2-0-oportunidades-e-desafios-na-era-digital-%e2%80%93-on-line/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:49:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/10/22/curso-de-introducao-ao-jornalismo-2-0-oportunidades-e-desafios-na-era-digital-%e2%80%93-on-line/</guid>
<description><![CDATA[Com o objetivo de qualificar jornalistas brasileiros para aprimorar as técnicas de trabalho em ambie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qTU_fb9x_nI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qTU_fb9x_nI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Com o objetivo de qualificar jornalistas brasileiros para aprimorar as técnicas de trabalho em ambientes virtuais, o curso transmite uma visão ampla do jornalismo on-line, explorando entre outros temas, os seguintes tópicos:</p>
<p style="text-align:justify;">- Novas ferramentas e tarefas do jornalismo na web</p>
<p style="text-align:justify;">- Weblogos e podcasts: alternativas de jornalismo</p>
<p style="text-align:justify;">- Áudio e fotos digitais no jornalismo on-line</p>
<p style="text-align:justify;">- Interatividade entre jornalistas e o público na era digital</p>
<p style="text-align:justify;">- Convergência multimídia: um novo ambiente jornalístico</p>
<p style="text-align:justify;">O período de inscrições será encerrado em 25 de outubro, às 10h (horário de Brasília). Os selecionados serão informados no dia 5 de novembro.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Centro Knight Para o Jornalismo nas Américas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – a distância</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – 9 de novembro a 6 de dezembro de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – gratuito (<a href="http://knightcenter.utexas.edu/blog/?q=pt-br/node/5387" target="_blank">formulário de inscrição</a>)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>Carlos Castilho</em> (jornalista profissional com mais de 35 anos de experiência em jornais, emissoras de rádio e TV, além de agências de notícias. Foi diretor de telejornais e correspondente estrangeiro para publicações brasileiras e européias, dedicando-se desde 1995 à produção de conteúdos jornalísticos para a Web. Atualmente leciona jornalismo online em universidades do Brasil)<em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Twitter – </strong><a href="http://twitter.com/utcentroknight" target="_blank">@utcentroknight</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://knightcenter.utexas.edu/distancelearning_article.php?page=9768" target="_blank">Centro Knight Para o Jornalismo nas Américas</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Jornalismo 2.0 - Hipermídia e Redes Sociais – Belo Horizonte]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/10/16/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-belo-horizonte/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/10/16/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-belo-horizonte/</guid>
<description><![CDATA[Através de aulas expositivas, debates e atividades práticas, o curso se propõe a apresentar as melho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Através de aulas expositivas, debates e atividades práticas, o curso se propõe a apresentar as melhores práticas de texto na internet e os conceitos relacionados às novas mídias. No conteúdo programático há assuntos como o histórico do jornalismo on-line, as 5 características do segmento, as diferenças entre a internet e as mídias impressa e eletrônica, entre outros pontos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Instituto Cervantes – Praça Milton Campos, 16, 2º andar, Serra – Belo Horizonte/MG</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – 24  a 25 de outubro de 2009, de 9h a 18h (sábado) e de 9h a 13h (domingo)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – de R$ 285 a R$ 318</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>André Rosa</em> (Jornalista formado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, foi subeditor do site Gazeta Esportiva.Net, onde trabalhou por nove anos. Agora é gerente de conteúdo do Comunique-se e professor da UniSant’Anna no curso de Conunicação Social)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 12 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Twitter – </strong><a href="http://twitter.com/escola_comunic" target="_blank">@escola_comunic</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/teor.asp?id=895" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Jornalismo 2.0 - Hipermídia e Redes Sociais – João Pessoa]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/09/18/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-joao-pessoa/</link>
<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 11:55:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/09/18/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-joao-pessoa/</guid>
<description><![CDATA[O curso desenvolve as ferramentas disponíveis para a produção de conteúdo em redes sociais na web, c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso desenvolve as ferramentas disponíveis para a produção de conteúdo em redes sociais na web, capacitando o participante a executar planos e projetos voltados à web 2.0, além de elaborar e interpretar pesquisas e captar os principais conceitos de marketing. Através de elementos teóricos e exemplos práticos, o conteúdo programático aborda temas como a redação para internet, o emprego de linguagens múltiplas e as plataformas de publicação pessoal, como blogs e Twitter.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Manaíra Shopping – Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, S/N, Manaíra – João Pessoa/PB</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – dias 26 e 27 de setembro de 2009, de 9h a 18h (sábado) e de 9h a 13h (domingo)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – de R$ 285 a R$ 318</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>André Rosa</em> (Jornalista formado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, foi subeditor do site Gazeta Esportiva.Net, onde trabalhou por nove anos. Agora é gerente de conteúdo do Comunique-se e professor da UniSant’Anna no curso de Conunicação Social)<em></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 12 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/teor.asp?id=872" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Workshop Jornalismo 2.0: Hipermídia e Redes Sociais – Vitória]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/21/workshop-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-vitoria/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 12:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/21/workshop-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-vitoria/</guid>
<description><![CDATA[O workshop ilustra o crescimento das plataformas colaborativas na internet e as possibilidades e des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O workshop ilustra o crescimento das plataformas colaborativas na internet e as possibilidades e desafios que esses ambientes trazem aos profissionais de comunicação. O conteúdo programático apresenta números e estatísticas da internet no Brasil, o comportamento do usuário e os novos paradigmas das áreas de jornalismo e relações públicas no meio digital. Os cenários e ferramentas da web 2.0 também estão presentes no programa, sendo abordados conceitos de blogs, microblogs, redes sociais e comunidades on-line como Orkut, Flickr, Ning e Facebook. As atividades englobam ainda o ciclo de vida de um projeto de mídia social e a apresentação de cases.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza</strong> – Prix Trevisan</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Avenida César Hilal, 391, Bento Ferreira – Vitória/ES</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – dia 25 de agosto, das 18h00 às 22h15</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor</strong> – R$ 210</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>Gilber Machado</em> (Mestre em Computação pela UFES, sócio-diretor do<br />
Grupo e-brand, consultor de marketing e estratégia, palestrante e professor de pós-graduação. É colunista dos mais influentes sites sobre Marketing Digital e Internet do Brasil (Webinsider e Imasters) É membro da Diretoria da ADVB-ES e Sinapro-ES (sindicato das agências de propaganda))</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 4 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (27) 2124-9756/9740</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:weverton.prixtrevisan@prix.com.br">weverton.prixtrevisan@prix.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.prixtrevisan.com.br/cursos_jornalismo.html" target="_blank">Prix Trevisan</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Jornalismo 2.0 - Hipermídia e Redes Sociais – São Paulo]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/19/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-sao-paulo/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 22:27:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/08/19/curso-jornalismo-2-0-hipermidia-e-redes-sociais-%e2%80%93-sao-paulo/</guid>
<description><![CDATA[O curso desenvolve as principais ferramentas disponíveis para a produção de conteúdo em redes sociai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso desenvolve as principais ferramentas disponíveis para a produção de conteúdo em redes sociais na web. Através de elementos teóricos e exemplos práticos, o programa de aulas aborda temas relacionados à redação para internet, o uso de múltiplas linguagens e as plataformas de publicação pessoal, como blogs e Twitter. O participante desenvolve a capacidade de executar planos e projetos voltados à web 2.0, além de elaborar e interpretar pesquisas e captar os principais conceitos de marketing.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem organiza – </strong>Escola de Comunicação</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde</strong> – Sede da Aceesp – Av. Paulista, 807, 9º andar, cj. 904 – São Paulo/SP</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando</strong> – de 24 de agosto a 14 de dezembro de 2009, das 19h30 às 22h20 (segundas-feiras)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Matrícula – </strong>R$ 90</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mensalidade</strong> – R$ 290</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra</strong> – <em>André Rosa</em> (Jornalista formado e pós-graduado pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, foi subeditor do site Gazeta Esportiva.Net, onde trabalhou por nove anos. Agora é gerente de conteúdo do Comunique-se e professor da UniSant’Anna no curso de Conunicação Social)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carga Horária</strong> – 40 horas</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Telefone</strong> – (11) 3897-0860</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>E-mail –</strong> <a href="mailto:cursos@comunique-se.com.br">cursos@comunique-se.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site</strong> – <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/programa/843/" target="_blank">Escola de Comunicação</a></p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre inscrições, formas de pagamento e outros, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Release 2.0]]></title>
<link>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/15/release-2-0/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 13:56:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuela Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/15/release-2-0/</guid>
<description><![CDATA[A Ralcoh Comunicação criou um novo formato de release, o “Press Release Social 2.0”. O modelo possui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Ralcoh Comunicação criou um novo formato de release, o “Press Release Social 2.0”. O modelo possui um novo layout, com botões para acesso da conta da agência de comunicação no Youtube, Twitter e Feed RSS e links para compartilhamento das notícias.</p>
<p>Além de imagens em alta resolução, lista de links, sala de imprensa, galeria de fotos, Feed de Notícias e site do cliente, o release traz botões que permitem que a informação seja compartilhada pelo Digg, Reddit, Del.icio.us e Stumble Upon, Twitter e Facebook.</p>
<p>Cada release é ilustrado por avatares dos responsáveis pelo atendimento da conta, com todas as informações para contato.</p>
<p>De acordo com a agência, o objetivo é facilitar o acesso de blogueiros aos releases e informações dos clientes, além de criar novos canais de comunicação com os jornalistas.</p>
<p>Visualize o <a href="http://tr.virtualtarget.com.br/index.dma/DmaClick?565,1842,68139,91410,a2791bbbeb7793283ec5999b2d5c2ed7,aHR0cDovL3d3dy5yYWxjb2guY29tLmJyL2ltYWdlcy9waG9jYWdhbGxlcnkvZG93bmxvYWQucGhwP2ZpbGU9cmFsY29oL3ByX25vdm8uanBn"><strong>novo modelo</strong></a>.</p>
<p>A informação é do <a href="http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&#38;idnot=52437&#38;editoria=1192"><strong>Comunique-se</strong></a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A cura do stress: uma busca pela web ]]></title>
<link>http://mundodoispontozero.wordpress.com/2009/05/19/a-cura-do-stress-uma-busca-pela-web/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 22:41:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caroline</dc:creator>
<guid>http://mundodoispontozero.wordpress.com/2009/05/19/a-cura-do-stress-uma-busca-pela-web/</guid>
<description><![CDATA[Para os estressados de plantão, segue uma prévia do que a web oferece. Antes algumas observações 1- ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para os estressados de plantão, segue uma prévia do que a web oferece.</p>
<p>Antes algumas observações</p>
<p>1- Esse exercício me fez descobrir outros sites de busca, como o Ask, Clusty e DogPile.</p>
<p>2- Percebi que certos resultados se repetem nos sites de busca, e o blog “Lixo tipo especial” mostrou-se o mais popular nessa pesquisa.</p>
<p>3- Em muitos casos, o termo stress é esquecido, dando espaço para anúncios e vendas.</p>
<p> <strong>Google </strong></p>
<p> - Oferece wallpapers (papéis de parede) para aliviar os sintomas.</p>
<p>- A opinião de um blogueiro (Lixo tipo especial)</p>
<p>- Stress: como combater (explica o termo, sua origem e algumas medidas eficazes)</p>
<p>- Imagem de um cartunista (o que seria uma pessoa stressada)</p>
<p>- O que é stress para um site de saúde</p>
<p>Obs: O Google também exibe links patrocinados, de empresas, clínicas e demais especialistas em stress</p>
<p><strong>Yahoo </strong></p>
<p>- Blog sobre stress (o mesmo do segundo tópico da busca do Google)</p>
<p>- Mais um blog sobre stress e comentários de leitores</p>
<p>- Fórum de discussão sobre stress</p>
<p>- Site sobre técnicas de cura para o stress</p>
<p>- Massagem: técnica para cura</p>
<p><strong>Altavista </strong></p>
<p>A pesquisa do Altavista apresentou resultados semelhantes a do Yahoo (listado acima)</p>
<p> - Blog sobre stress (o mesmo do segundo tópico da busca do Google)</p>
<p>- Mais um blog sobre stress e comentários de leitores</p>
<p>- Fórum de discussão sobre stress</p>
<p>- Site sobre técnicas de cura para o stress</p>
<p>- Massagem: técnica para cura</p>
<p><strong>UOL</strong></p>
<p>A pesquisa do UOL apresentou resultados semelhantes a do Google</p>
<p>­- Oferece wallpapers (papéis de parede) para aliviar os sintomas.</p>
<p>- A opinião de um blogueiro (Lixo tipo especial)</p>
<p>- Stress: como combater  </p>
<p>- Imagem de um cartunista</p>
<p>- O que é stress para um site de saúde</p>
<p><strong>Clusty </strong></p>
<p>Obs: A busca apresentou sites e páginas em inglês</p>
<p>- Site de um médico (Edwin Riley) que desenvolve técnicas para combater o stress</p>
<p>-  Página com resultados de busca sobre técnicas e medicinas alternativas que combatem o stress.</p>
<p>- A cura do stress relacionado a estudos de astrologia</p>
<p>- (Página fora do ar) : aparentemente relacionava stress e ansiedade</p>
<p>- Estudo sobre astrologia árabe. Algum tópico deve ser relacionado a stress</p>
<p><strong>MSN </strong></p>
<p>- Páginas com resultados de busca por vídeos que tratem a questão da cura do stress</p>
<p>- Anúncio de pousada</p>
<p>- Site que explica o termo stress, causas e como curar</p>
<p>- O poder do limão no combate ao stress</p>
<p>- Anúncio de empresa de turismo</p>
<p><strong>Ask </strong></p>
<p>Obs: apenas o primeiro resultado aponta uma página em Português</p>
<p>- Blog sobre stress (Lixo tipo especial)</p>
<p>- Site sobre técnicas de pescaria</p>
<p>- Página do Yahoo shopping, apresentando um instrumento de pescaria</p>
<p>- Página que apresenta instrumento de pescaria</p>
<p>- Artigo científico (em algum ponto deve tratar o stress, mas aparentemente não parece ser esse o assunto principal).</p>
<p><strong>DogPile</strong></p>
<p>- Página apresenta alguns instrumentos que podem combater o stress e de fácil manipulação</p>
<p>- Artigo: como manter uma vida ocupada sem stress e ansiedade</p>
<p>- Página apresenta tratamento alternativo para stress (terapia)</p>
<p>- Blog (página em português) sobre cura do stress (Lixo tipo especial)</p>
<p>- Página sobre stress, síndrome do pânico e ansiedade e técnicas de combate</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeiras impressões]]></title>
<link>http://mundodoispontozero.wordpress.com/2009/05/04/primeiras-impressoes/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 21:09:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caroline</dc:creator>
<guid>http://mundodoispontozero.wordpress.com/2009/05/04/primeiras-impressoes/</guid>
<description><![CDATA[Recentemente recebi um e-mail do Knight Center for Journalism in the Americas convocando-me para a t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Recentemente recebi um e-mail do Knight Center for Journalism in the Americas convocando-me para a turma de maio do curso &#8220;Jornalismo 2.0&#8243;. Naquele dia, esse era o e-mail que eu precisava receber. Dia em que percebi que muitas ferramentas do meio digital ainda não me causam atração, mas que é necessário dominá-las de uma forma ou de outra. Afinal, nós jornalista<img class="alignleft size-full wp-image-4" title="public-net" src="http://mundodoispontozero.wordpress.com/files/2009/05/public-net.jpg" alt="public-net" width="216" height="239" />s, que trabalhamos diretamente com o ser humano, devemos também acompanhar aquilo que tanto atrai nosso público nesses últimos tempos: a web 2.0</p>
<p>Interação, colaboração, multimidia, agilidade e velocidade são as primeiras palavras que surgem em minha mente, quando o assunto em questão é essa vasta rede de informação, mais conhecida como internet. E aqui estou, em mais um valioso desafio, que é aprender como minha profissão está inserida nesse contexto e como podemos ampliar os conceitos de informar e comunicar no ambiente digital.</p>
<p>Esse blog irá me acompanhar nessas próximas quatro semanas de curso. Jornalistas de todo o país (creio até que temos colegas no exterior) poderão trocar suas experiências e impressões sobre a web 2.0, amparados pela orientação de Carlos Castilho, Vanessa Joyce e Robin Schwartz.</p>
<p>Até a próxima! </p>
<p>Créditos da imagem: Business Opportunities Brasil Webbog (<a href="http://brasil.business-opportunities.biz/2006/07/27/empreendedor-e-jornalista/">http://brasil.business-opportunities.biz/2006/07/27/empreendedor-e-jornalista/</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RSS - Todas as notícias em um só lugar]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/04/14/rss-todas-as-noticias-em-um-so-lugar/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 15:54:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
<guid>http://focamais.wordpress.com/2009/04/14/rss-todas-as-noticias-em-um-so-lugar/</guid>
<description><![CDATA[Logo da ferramenta RSS Você gosta de se informar por meio da Internet? Acessa frequentemente portais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_196" class="wp-caption alignleft" style="width: 138px"><img class="size-full wp-image-196" title="rss" src="http://focamais.wordpress.com/files/2009/04/rss.png" alt="rss" width="128" height="128" /><p class="wp-caption-text">Logo da ferramenta RSS</p></div>
<p>Você gosta de se informar por meio da Internet? Acessa frequentemente portais e blogs jornalísticos para ler notícias atuais? Pois saiba que é possível ler todas as reportagens de seus sites favoritos em uma única página!</p>
<p>O RSS é a ferramenta que facilita a vida dos &#8220;caçadores&#8221; de notícias. A tecnologia RSS &#8211; <em>Really Simple Syndication</em> (que pode ser traduzido como &#8220;Sindicação e Subscrição de Notícias&#8221;) está disponível na maioria dos grandes sites que produzem conteúdo online periódico. Estes sites reproduzem o conteúdo publicado em <em>feeds</em> que &#8220;alimentam&#8221; um leitor de RSS. Os leitores de RSS, também chamados de agregadores, permitem a visualização dos <em>feeds </em>de todos os sites com tecnologia RSS de interesse do usuário.</p>
<p>É só acessar o agregador para ler textos das mais diversas fontes. Pode-se consultar o Le Monde, ver as últimas mensagens do blog de um amigo, acompanhar comentários e discussões entre muitas outras possibilidades. A maioria dos browsers como o Internet Explorer 7 e o Firefox já tem a tecnologia RSS. Há também os agregadores remotos, ou agregadores via site. A vantagem deste tipo de agregador é que você pode visualizar seus <em>feeds </em>a partir de qualquer computador com acesso à internet. Eles são simples de usar e não exigem conhecimento sobre programação e banco de dados. Eles também não exigem a instalação de nenhum software.</p>
<p><strong>Exemplos de agregadores : </strong></p>
<p><a href="http://www.google.com/reader">Google Reader</a>, <a href="http://akregator.kde.org/">Akregator</a>, <a href="http://liferea.sourceforge.net/">Liferea</a> (agregador de RSS para Unix e Linux), <a href="http://www.vienna-rss.org/vienna2.php">Vienna</a> (agregador de RSS para Mac OS X).</p>
<p>Ou acesse uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_agregadores_de_feed">lista </a>de agregadores de <em>feed</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Google e os jornais]]></title>
<link>http://kaponline.wordpress.com/2009/04/08/google-e-os-jornais/</link>
<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:12:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kleber Pinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Notícia do &#8220;Valor Econômico&#8221; de hoje. Vale a reflexão! Eric Schmidt, o executivo-chefe d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Notícia do &#8220;Valor Econômico&#8221; de hoje. Vale a reflexão!</p>
<p><em>Eric Schmidt, o executivo-chefe do Google, disse ontem que os jornais precisam transformar-se à medida que os leitores vão para a internet. Os jornais deveriam usar tecnologias capazes de permitir-lhes reunir informações de várias fontes, afirmou o executivo, numa convenção da Newspaper Association of America. A afirmação, observou a Bloomberg, veio um dia depois de a agência de notícias Associated Press anunciar que vai tomar medidas legais contra companhias que agregam notícias a seus sites sem compartilhar receita, como o Google e o Yahoo.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adiado julgamento sobre Lei de Imprensa e recurso contra diploma de jornalismo]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/04/02/adiado-julgamento-sobre-lei-de-imprensa-e-recurso-contra-diploma-de-jornalismo/</link>
<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:45:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
<guid>http://focamais.wordpress.com/2009/04/02/adiado-julgamento-sobre-lei-de-imprensa-e-recurso-contra-diploma-de-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[No dia 1º de abril o Supremo Tribunal Federal (STF) adiou julgamentos importantes para o exercício d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia 1º de abril o <a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=105643">Supremo Tribunal Federal</a> (STF) adiou julgamentos importantes para o exercício da profissão do jornalismo. Está em questão a revogação da Lei de Imprensa e também recurso contra a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercer a profissão. O relator do caso da Lei de Imprensa, Carlos Ayres Britto, e o ministro Eros Grau já anteciparam seus votos a favor da revogação total da lei. Carlos afirma que a Lei de Imprensa é incompatível com a Constituição Federal. O presidente do STF, Gilmar Mendes, não votou no caso mas defendeu no final da sessão uma legislação que proteja o direito de resposta. Direito que segundo ele, se encontrará no vácuo jurídico caso a Lei de Imprensa seja totalmente revogada. O julgamento sobre a Lei de Imprensa será retomada no dia 15 de abril.</p>
<p>No caso da obrigatoriedade do diploma ainda não foi definida nova data para julgamento. A questão divide opiniões de empresas, sindicatos e movimento sociais. A Folha de São Paulo <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/04/01/imprensa27132.shtml">defende o fim da obrigatoriedade</a>. Segundo a empresa o jornalismo não requer diploma por ser uma profissão livre, baseada na liberdade de expressão e na democracia. O crescimento do jornalismo cidadão na internet é, para a Folha, um sinal de atraso da lei em relação aos rumos da sociedade. O movimento <a href="http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=419&#38;Itemid=42">midialivrista</a>, formada por defensores da mídia alternativa, também defende o fim da discriminação dos jornalistas sem diploma. Para o movimento a mídia colaborativa (que não requer formação superior) permite a visibilidade de grupos marginalizados pelas grandes mídias.</p>
<p>No lado oposto está a <a href="http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2516">Federação Nacional dos Jornalistas</a> (FENAJ), que faz campanha a favor do diploma obrigatório. Para a FENAJ o fim do diploma significaria a queda da qualidade dos profissionais , que não seriam mais obrigados a ter uma formação de nível superior. A instituição afirma que a queda de qualidade pode comprometer o atendimento aos interesses públicos e o exercício ético e responsável da profissão. O professor Pedro Courbassier, que leciona a prática do jornalismo em centro universitário, acredita que o diploma não é garantia de qualidade mas permite filtrar quem não tem competência. Baseia-se em comentário do jornalista Carlos Nascimento sobre o tema: &#8220;O diploma não forma bons jornalistas. Atrapalha os maus…&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo 2.0]]></title>
<link>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/03/24/jornalismo-20/</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 17:52:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuela Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/03/24/jornalismo-20/</guid>
<description><![CDATA[O título acima se refere ao livro do jornalista americano Mark Briggs. Publicado em 2007, ele está i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O título acima se refere ao livro do jornalista americano Mark Briggs. Publicado em 2007, ele está inteiramente disponível na internet para <a href="http://knightcenter.utexas.edu/Jornalismo_20.pdf"><strong>download</strong> </a>em PDF.</p>
<p>O livro <strong>&#8220;Jornalismo 2.0: Como sobreviver e prosperar&#8221;</strong> também possui versões em Inglês, Espanhol e Português.</p>
<p>A iniciativa é do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Busca apurada: você sabe usar os sites de pesquisa?]]></title>
<link>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/22/busca-apurada-voce-sabe-usar-os-sites-de-pesquisa/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 00:57:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kleber Pinto</dc:creator>
<guid>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/22/busca-apurada-voce-sabe-usar-os-sites-de-pesquisa/</guid>
<description><![CDATA[O que é preciso para se fazer uma pesquisa bem apurada nos sites de busca da web?  Para começar, é n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT-BR">O que é preciso para se fazer uma pesquisa bem apurada nos sites de busca da web</span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT">?<span>  </span>Para começar, é necessário usar as palavras corretas e utilizar as técnicas disponíveis nos buscadores. Isso porque muitos blogs e páginas da rede são lidos de diferentes maneiras por sites de busca. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-25" title="yahoo" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/yahoo.jpg?w=150" alt="yahoo" width="150" height="105" />O resultado da busca de um simples termo como “cura do stress” pode decepcionar – e muito – quem procura por formas de aliviar a tensão. Para esta busca, os sites Google, Alta Vista, Yahoo!, Ask, MSN, Dogpile, Radar Uol e Clusty <span> </span>apresentaram como resposta vídeos, links de clínicas e endereços que não condizem com o que se procura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT"><img class="alignleft size-full wp-image-27" title="askkaponline" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/askkaponline.jpg" alt="askkaponline" width="147" height="109" />No Google, por exemplo, o primeiro resultado para “cura do stress” é um vídeo do YouTube, site de vídeos da empresa. Os resultados subsequentes são vídeos que não tratam do stress propriamente. Uma palavra (“stress”) ou outra (“cura”) é citada no texto como tag (palavra-chave).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT">A busca no Yahoo considera as palavras separadamente e antes de qualquer resultado mostra os inks patrocinados no mesmo espaço do resultado. Neste caso, há apenas um link patrocinado. O Radar UOL utiliza desta ferramenta e mostra sete links patrocinados antes do resultado de busca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-29" title="stress_kaponline" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/stress_kaponline.jpg?w=100" alt="stress_kaponline" width="100" height="150" />Ask, MSN, DogPile e Clusty<span>  </span>levam o internauta a páginas de compras de vídeos, livros sobre saúde, além de oferecer contatos de clínicas e spas. O Alta Vista não foge deste resultado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT">Curiosamente, o segundo resultado do Yahoo levou a uma análise dos buscadores feita por uma estudante da turma de 2008 do curso Jornalismo 2.0 da Knight Center for Journalism.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;" lang="PT">Uma das maneiras de se apurar a busca por “cura do stress” é colocar o termo entre aspas. Desta maneira, os buscadores entendem que o resultado deve<span>  </span>apresentar o termo pesquisado na ordem digitada e com as duas palavras reunidas. No geral, é preciso afinar ao máximo uma busca para se chegar ao resultado esperado. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leitura simples]]></title>
<link>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/22/leitura-simples/</link>
<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 15:30:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kleber Pinto</dc:creator>
<guid>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/22/leitura-simples/</guid>
<description><![CDATA[Really simple syndication, ou RSS, nada mais é do que um distribuidor de notícias que oferece a orga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Really simple syndication, ou RSS, nada mais é do que um distribuidor de notícias que oferece a organização de assuntos para facilitar a leitura de qualquer conteúdo oferecido na web.</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-15" title="rss_kaponline" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/rss_kaponline.jpg?w=150" alt="rss_kaponline" width="150" height="137" />Para fazer uso deste recurso basta ter um leitor de RSS instalado na máquina ou mesmo acessar a versão RSS de uma página na web (geralmente a barra do navegador oferece a opção quando o ícone – figura ao lado – aparece em laranja).</p>
<p>Como ferramenta organizadora de RSS, o leitor FeedDemon é muito melhor do que as páginas que oferecem leitura de RSS como o Netvibes e o próprio Google. No entanto, visualmente não achei prático e sua estrutura é um tanto cansativa depois de algum tempo lendo os feeds. Foi preciso administrar os RSS já existentes assim que fiz o download do programa. Mas no segundo dia pude me inscrever em sites de interesse e deletar os que estavam programados inicialmente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na web 2.0, quem manda é o usuário]]></title>
<link>http://mirellanascimento.wordpress.com/2009/03/22/na-web-20-quem-manda-e-o-usuario/</link>
<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 03:01:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>mirellanascimento</dc:creator>
<guid>http://mirellanascimento.wordpress.com/2009/03/22/na-web-20-quem-manda-e-o-usuario/</guid>
<description><![CDATA[Quantas pessoas que você conhece têm blogs individuais ou coletivos, pessoais ou corporativos na int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quantas pessoas que você conhece têm blogs individuais ou coletivos, pessoais ou corporativos na internet? Quantos sites de notícias que você costuma acessar têm espaços para comentários de leitores? <span style="background-color:#ffffff;">A q</span>uantos vídeos você já assistiu no YouTube? Quantos amigos você tem no Orkut?</p>
<p>Se você entendeu &#8211; e, especialmente, se soube responder &#8211; alguma das perguntas acima, provavelmente já ouviu falar ou conhece muito bem a expressão &#8220;web 2.0&#8243;. Em um fenômeno relativamente recente, o usuário da internet deixou de ser passivo consumidor de informações para ser também produtor e disseminador de conteúdo na web. Esse cenário, em que a internet é usada como plataforma para aplicações diversas, foi batizado como &#8220;web 2.0&#8243; &#8211; termo que aparece sempre como uma oposição ao da &#8220;web 1.0&#8243;, criado retroativamente para comparar as novas atividades com as limitações do período inicial da rede.</p>
<p>Um dos princípios desse novo jeito de viver a internet é justamente um enfoque de criação e distribuição de conteúdos caracterizadas pela comunicação aberta. Na primeira fase, o editor de um site publicava o conteúdo para que muitos usuários o consumissem. Hoje, é possível que esses mesmos usuários interajam com esse conteúdo &#8211; opinando, comentando, colaborando com outras informações e ainda passando-o adiante, combinado a outros semelhantes ou complementares.</p>
<p>Com usuários produzindo e consumindo conteúdo entre si<span style="background-color:#ffffff;">,</span> percebe-se o surgimento e desenvolvimento de verdadeiras comunidades virtuais. <span style="background-color:#ffffff;">Blogs </span>e redes sociais (como Orkut, Facebook e MySpace) são exemplos de como essas comunidades se comportam no ambiente de web. Nesses sites, os usuários exibem seus perfis &#8211; com informações sobre idade, sexo e gostos pessoais &#8211; trocam experiências e comentários sobre assuntos comuns, mantêm contato com amizades nascidas &#8220;offline&#8221; e criam novos grupos de amigos &#8220;online&#8221;.</p>
<p>Também há, nessa nova fase da web, uma mudança na maneira de tratar a informação. Se antes os dados <span style="background-color:#ffffff;">era</span>m divididos em categorias e subcategorias, eles agora são relacionados diretamente a palavras-chave (tags), sendo encontradas com muito mais facilidade pelo usuário que a indexou e por outros. Esse conteúdo, cada vez mais valorizado, também pode ser disponibilizado fora da interface padrão do site na internet, permitindo sua integração em aplicativos externos e seu acesso por meio de outros serviços e interfaces &#8211; no celular, por exemplo.</p>
<p>Toda essa mudança no comportamento do usuário de internet está diretamente ligada a facilidades técnicas, criadas e aperfeiçoadas ao longo do tempo. Os antigos consumidores passivos de conteúdo passaram a ter acesso fácil a softwares cada vez mais poderosos e simples, que disponibilizam ferramentas que rivalizam com as dos criadores de conteúdo profissionais.</p>
<p>Além disso, eles encontram cada vez mais serviços de publicação &#8211; em sua grande parte gratuitos &#8211; que permitem publicar e divulgar esse conteúdo para quem quiser ver, com um custo que beira o zero. Como costuma dizer o jornalista <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/" target="_blank">Marcelo Tas</a>, qualquer um &#8220;pode virar o Roberto Marinho de si mesmo&#8221;. Quem antes de preocupava em simplesmente publicar conteúdo, para que esses usuários consumissem passivamente, precisa agora concentrar seus esforços para tornar os ambientes online cada vez mais acessíveis e atrativos como ferramenta para produção e divulgação de conteúdos gerados pelos usuários.</p>
<p>Como escreveu <a href="http://www.journalism20.com/blog/" target="_blank">Mark Briggs</a> em seu <em>Jornalismo 2.0 &#8211; Como sobreviver e prosperar</em>, &#8220;os editores da web estão criando plataformas, ao invés de conteúdo. Os usuários estão criando conteúdo&#8221;.</p>
<p><span style="font-style:italic;">* Este post foi produzido para o Módulo 1 do </span><em>3º curso Jornalismo 2.0: Oportunidades e Desafios na Era Digital</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Web em constante mutação]]></title>
<link>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/17/web-em-constante-mutacao/</link>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 02:08:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kleber Pinto</dc:creator>
<guid>http://kaponline.wordpress.com/2009/03/17/web-em-constante-mutacao/</guid>
<description><![CDATA[No final dos anos 1990, a internet conectou de vez o mundo &#8211; entre países desenvolvidos e em d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No final dos anos 1990, a internet conectou de vez o mundo &#8211; entre países desenvolvidos e em desenvolvimento – por meio do que hoje chamamos de Web 1.0. Tratava-se de um meio de comunicação unilateral, onde o leitor (internauta) apenas recebia as informações em seu computador, quando as buscava em sites de grandes empresas de comunicação.</p>
<p>No Brasil, esse período ficou marcado pela febre “pontocom”, quando todas as idéias de sites e negócios online foram financiadas por instituições financeiras ou empresas chamadas incubadoras. Uma “bolha” foi criada com a existência de todo o tipo de site, serviço virtual e informação sobre assuntos específicos.  À época, muitos veículos impressos brasileiros colocaram seu conteúdo na rede, de maneira a atrair seus leitores para essa nova mídia. O inchaço foi tamanho que muitos negócios não vingaram e uma dezena de empresas quebrou por falta de gestão adequada ou credibilidade no negócio por parte do internauta.</p>
<div id="attachment_10" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-10" title="icq_kaponline_160309" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/icq_kaponline_160309.jpg?w=150" alt="ICQ tem 11 anos" width="150" height="109" /><p class="wp-caption-text">ICQ tem 11 anos</p></div>
<p>Até meados de 2003, esse meio foi ganhando outras ferramentas que ampliaram a comunicação mundial. Os sites estáticos ganharam dinamismo e a comunicação entre pessoas passou a ser a prioridade da internet. Chat, ICQ, MSM e outras ferramentas de comunicação instantânea do gênero se popularizaram. No entanto, o internauta ainda estava nas mãos dos provedores de acesso e empresas de comunicação que alimentavam o sonho de migrar os leitores reais para o mundo virtual.</p>
<p>Ao final de 2003, a interação entre usuários ganhou corpo e sua participação na redação e edição do conteúdo da web transformou a rede mundial, revolucionando a internet. Essa é a web 2.0, onde o usuário é agente ativo de todo o conteúdo que se encontra virtualmente nos dias de hoje. Ele produz, publica, administra, comenta o conteúdo alheio e até mesmo o ajuda a divulgar para terceiros.</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-11" title="logo_google_kaponline_160309" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/logo_google_kaponline_160309.gif?w=150" alt="logo_google_kaponline_160309" width="150" height="59" />Um bom exemplo dessa nova realidade online é o <a href="http://www.google.com" target="_blank"><strong>Google</strong></a>, uma empresa criada por dois amigos americanos. Inicialmente eles lançaram um site de busca de informações gerais. O sucesso foi tanto que outros agregados vieram como e-mail (GMail), mapas (Google Earth), vídeos (You Tube), site de relacionamento (Orkut), agenda (Google Calendar) e até mesmo um telefone celular (G1), uma ferramenta real para se administrar as outras virtuais.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_12" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-12" title="twitter_kaponline_160309" src="http://kaponline.wordpress.com/files/2009/03/twitter_kaponline_160309.gif?w=150" alt="Twitter: ideias em 140 caracteres" width="150" height="35" /><p class="wp-caption-text">Twitter: ideias em 140 caracteres</p></div>
<p>A web 2.0 conta ainda com blogs e fotologs, espaços personalizados onde internautas publicam – postam – suas idéias e imagens para compartilhamento. O <strong><a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a></strong>, versão mais compacta do blog – um post pode ter até 140 caracteres &#8211; é a mais perfeita prova de que a internet está mudando numa velocidade não antes vista quando o assunto é comunicação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Introdução ao Jornalismo 2.0: Oportunidades e Desafios Na Era Digital - Online]]></title>
<link>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/02/20/curso-introducao-ao-jornalismo-20-oportunidades-e-desafios-na-era-digital-online/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 05:19:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação CPJ</dc:creator>
<guid>http://cursosdejornalismo.wordpress.com/2009/02/20/curso-introducao-ao-jornalismo-20-oportunidades-e-desafios-na-era-digital-online/</guid>
<description><![CDATA[O curso desenvolvido pelo Centro Knight abordará em seu conteúdo programático as técnicas direcionad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O curso desenvolvido pelo Centro Knight abordará em seu conteúdo programático as técnicas direcionadas à execução do jornalismo digital.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os módulos semanais, estão previstas atividades que abordarão temas como as novas ferramentas e tarefas do jornalismo na web, os mecanismos de weblogs e podcasts, a interatividade entre o jornalista e o público na era digital, entre outros pontos relevantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Onde &#8211; </strong>Curso a distância</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quando &#8211; </strong>9 de março a 5 de abril de 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Valor &#8211; </strong>Gratuito</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Site &#8211; <a href="http://knightcenter.utexas.edu/index.php" target="_blank">http://knightcenter.utexas.edu/index.php</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quem ministra &#8211; </strong>Carlos Castilho</p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações sobre o período de inscrição e o processo seletivo, acesse o site da instituição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Newsgaming: jogando a notícia]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/02/02/newsgaming-jogando-a-noticia/</link>
<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 18:46:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
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<description><![CDATA[Irei postar aqui, com algumas atualizações, artigo que escrevi para o Gamecultura, site dedicado ao ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-98" title="newsgaming" src="http://focamais.wordpress.com/files/2009/02/newsgaming.jpg" alt="newsgaming" width="200" height="167" />Irei postar aqui, com algumas atualizações, artigo que escrevi para o <a href="http://www.gamecultura.com.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=605&#38;Itemid=9&#38;lang=pr-BR">Gamecultura</a>, site dedicado ao estudo dos games como manifestação cultural. O artigo trata de um novo formato para apresentar notícias, o <strong>newsgaming</strong>,  que pode ser conceituado como um &#8220;jogo informativo de acontecimentos não-ficcionais&#8221;.</p>
<p>Este estilo de jornalismo é muito recente. Ele é fruto do novo jornalismo digital que ainda custa a se adequar à linguagem hipertextual da web. O newsgaming nasceu da descoberta de que informar através da internet pode ir muito além de postar, <em>linkar</em>, colocar <em>tags </em>e responder a comentários: <strong>por que não divulgar a notícia através de jogos online ?</strong></p>
<p>Um ótimo exemplo é o site <a href="http://www.playthenewsgame.com/portal/home.action">Play the News</a>  que informa fatos atuais através de jogos em Flash. Um dos seus jogos é sobre o ataque de helicópteros americanos na Síria em outubro de 2008. O &#8220;jogo&#8221; informa toda a situação militar e diplomática da região e pede ao jogador/leitor escolher um lado do conflito. Deve-se então, no papel de representante do governo americano ou sírio, selecionar as melhores medidas que devem ser tomadas. O jogo/reportagem mostra as possíveis consequencias de sua escolha e também as estatísticas de quantos usuários escolheram a sua opção.</p>
<p>Mas todo cuidado é pouco ao lidar com essa nova modalidade de newsgaming. O foco principal é a informação e não a diversão. O formato do videogame deve ser usado para permitir a <strong>interatividade do usuário, imergindo-o na compreensão dos fatos e eventos.</strong>  O newsgaming portanto não significa transformar a notícia em um jogo de Mário. <a href="http://superobamaworld.com/" target="_blank">Super Obama World </a> ou jogos em Flash onde você <a href="http://www.tabloidgames.com/game.php?id=9" target="_blank">joga sapatos no Bush</a>  não são newsgames pois embora lidem com acontecimentos reais não envolvem a apuração e divulgação contextualizada dos fatos.</p>
<p>Também é preciso distinguir o que é um jogo que apresenta fatos com isenção e um jogo propaganda que está a serviço de grupos de interesses comercias ou políticos. Os profissionais de marketing já adotaram a linguagem dos jogos muito antes dos jornalistas e têm experiência com os <em><a href="http://www.watercoolergames.org/archives/cat_advergames.shtml">advergames</a></em>. </p>
<p> Os exemplos de newsgaming ainda são <a href="http://www.watercoolergames.org/archives/cat_newsgames.shtml">escassos </a>mas é uma nova modalidade de narrativa digital e de jornalismo que irá evoluir bastante. Um futuro onde a própria notícia é palco para a interação do leitor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mídia convencional vs. Mídia alternativa]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/01/29/midia-convencional-vs-midia-alternativa/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 19:07:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
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<description><![CDATA[A crise do jornal impresso pode ser comparado com a perda do monopólio do saber pela Igreja na Idade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A crise do jornal impresso pode ser comparado com a perda do monopólio do saber pela Igreja na Idade Média. Com a imprensa de Gutenberg a produção de livros já não estava mais restrita às mãos dos monges copistas. Uma tentativa de controlar a nova e crescente imprensa através de uma lista de livros considerados heréticos revelou-se inútil. A Igreja estava fadada a conviver com outras fontes de conhecimento.</p>
<p>O jornalista passa hoje por um processo semelhante, já não é detentor do monopólio da informação, cabe agora competir com redes sociais e mídias alternativas ou se juntar a elas. Carlos Castilho apontou recentemente no <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id_blog=2&#38;id={260FBC2F-D5C0-4040-AA1E-C43B48405DD2}">Observatório da Imprensa</a>: &#8220;Estamos entrando rapidamente no contexto da <strong>produção coletiva e colaborativa </strong>de informações, enquanto a quase totalidade dos jornais ainda está atrelada à cultura da notícia feita e empacotada dentro das redações.&#8221;</p>
<p>O próprio Campus Party 2009 revela a fratura da mídia convencional pelas mídias alternativas. No evento o blogueiro Rodrigo do <a href="http://buzz.globo.com/jacarebanguela/">Jacaré Banguela</a> se vestiu de dinossauro e <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/02/14/campus-party-dinossauro-invade-aquario-dos-jornalistas/">invadiu</a> uma sala restrita a jornalistas com cartazes humorísticos que os comparavam a seres pré-históricos. Segundo Rodrigo foi uma manifestação contra a barreira criada pelos jornalistas entre os bloguers e a mídia convencional. Um protesto para a validação da mídia alternativa diante do modo padrão de produzir conteúdo informativo.</p>
<p>A mídia alternativa é foco de várias pesquisas, embora não seja um conceito recente: em 1967 o pesquisador Luiz Beltrão criou o termo <a href="http://www.multirio.rj.gov.br/portal/riomidia/rm_entrevista_conteudo.asp?idioma=1&#38;v_nome_area=Entrevistas&#38;idMenu=4&#38;label=Entrevistas&#38;v_id_conteudo=72213">folkcomunicação</a> para o estudo da cultura popular e sua relação com as mídias de comunicação de massa. Segundo ele a folkcomunicação é a comunicação dos marginalizados, que estão fora da grande mídia seja por fatores sociais e econômicos ou devido a uma atitude de contracultura. Exemplos de folkcomunicação podem ser encontrados na literatura de cordel, nos fanzines underground, nas pichações de rua, no hip-hop. Não seria o caso de incluir o universo dos bloguers e das redes sociais?</p>
<p>O evento mais recente de mídia alternativa foi realizado no Pará, antecedendo o Fórum Social Mundial: o <a href="http://forumdemidialivre.blogspot.com/">Fórum de Mídia Livre</a><span style="color:#000000;text-decoration:none;">. O fórum discutiu o conceito de <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=521CID009">midialivrismo</a>, uma forma de &#8220;facilitar e garantir a democratização da comunicação&#8221; como contraponto à grande mídia, denominada  também como &#8220;mídia hegemônica&#8221;. E assim como o jornalismo 2.0 o midialivrismo também é uma <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=4632">produção colaborativa</a> segundo a diretora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ivana Bentes. Para Rita Freire, editora da Ciranda Internacional de Comunicação Compartilhada, a rede social colaborativa é também uma <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=521CID009">arma contra o mercado</a> da  mídia padrão: &#8221;Sem competição e lucro, o mercado não vive.&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#000000;text-decoration:none;">É visível a força crescente da mídia alternativa. Fruto de tecnologias mais acessíveis que barateiam e democratizam a produção, edição e difusão de conteúdo. Conteúdo não mais visto como propriedade dos jornalistas e especialistas mas de vários colaboradores com diversas experiências de vida, nem sempre acadêmica ou profissional. </span></p>
<p><span style="color:#000000;text-decoration:none;">Ainda é incerto o papel do jornalista nesta nova realidade. Estará ele condenado ao passado como os monges copistas ? A ser um dinossauro ? Por enquanto devemos acompanhar atentamente a formação destas novas mídias, procurar entendê-las e pensar como nossa formação poderá auxilia-las na produção de conteúdo informativo.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Podcasts sobre jornalismo]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/01/24/podcasts-sobre-jornalismo/</link>
<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 01:45:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
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<description><![CDATA[As redes sociais estão diminuindo todas as distâncias do conhecimento, destruindo todas as barreiras]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As redes sociais estão diminuindo todas as distâncias do conhecimento, destruindo todas as barreiras da informação. Os centros universitários já não são torres de marfim cujo saber é reservado apenas aos seus seletos alunos. Nem as palestras de jornalistas veteranos se restrigem a poucos afortunados.</p>
<p>Já pensou ter aulas de jornalismo em Stanford, na California ? Ou ouvir as opiniões de jornalistas como Paul Krugman, vencedor do Nobel de economia ?</p>
<p>Pois com os podcasts é possível ouvir, no conforto de sua casa, aulas e palestras de jornalismo. Podcast é um arquivo de áudio distribuido pela internet. Sua palavra vem da junção de &#8221;iPod&#8221;, tocador de MP3 da Apple, com a palavra &#8220;broadcast&#8221; que significa &#8220;transmissão&#8221; em inglês. No <a href="http://www.apple.com/br/itunes/">iTunes</a>, programa gratuito de exibição digital de música e vídeo da Apple, basta acessar o canal iTunesU para ouvir diretamente ou fazer o download das mais diversas aulas e leituras. O único entrave para o acesso a esses podcasts é a língua inglesa. Os principais canais do iTunesU que lidam com podcasts jornalísticos são os da Universidade de Stanford, da American Public Media e da CUNY &#8211; City University of New York.</p>
<p>Os podcasts das universidades brasileiras ainda avançam timidamente. Mas já há caminhos sendo trilhados tanto por acadêmicos como por blogueiros, incluindo discussões sobre o novo  jornalismo 2.0.</p>
<p>Tem o <a href="http://www.podcast1.com.br/canais.php?tag=jornalismo" target="_blank">Podcast1</a>, com seção dedicada ao jornalismo, que possui extensa lista de trabalhos universitários. Outra fonte é o <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=podcast">Papo JOL</a>, cujos podcasts são apresentados por Alexandre Carvalho e Mario Lima Cavalcanti, o enfoque principal da dupla é a discussão do jornalismo digital. Também merece destaque o podcast de <a href="http://alexandresena.jor.br/podcasts/2008/79-divagacoes-sobre-jornalismo-digital/">Alexandre Sena</a> sobre a adaptação dos jornalistas &#8220;das antigas&#8221; à internet e o podcast de <a href="http://www.andredeak.com.br/2008/04/21/jornalismo-open-source/">André Deak</a> sobre o conceito de jornalismo open source, um jornalismo cujas fontes para a criação da matéria são não somente acessíveis aos leitores como também disponíveis para reconfiguração.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo 2.0]]></title>
<link>http://focamais.wordpress.com/2009/01/24/jornalismo-20/</link>
<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 16:58:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>pluvinage</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os jornais impressos estão em crise e isso não se deve apenas à economia, a própria linguagem do jor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os jornais impressos estão em crise e isso não se deve apenas à economia, a própria linguagem do jornalismo está sofrendo uma metamorfose diante da influência do mundo digital. O <a href="http://www.itu.com.br/wiki/index.php?title=Página_principal">jornalismo 2.0</a> representa uma mudança profunda na forma da produção e edição de notícias, na relação entre o jornalista e o leitor e no acesso à informação.</p>
<p>O jornalismo digital não é apenas a transcrição de uma notícia impressa para a página online de um jornal. A participação instantânea do leitor com comentários e até mesmo com textos e fotos de sua autoria, a interação e o compartilhamento descentralizado de informações são fatores da narrativa digital que não podem ser replicados em um impresso. </p>
<p>A principal marca deste novo jornalismo é a presença do leitor, que não é mais passivo e agora faz parte do processo de produção jornalística. Ele traz o feedback instantâneo às matérias do jornalista, envia fotos de acontecimentos, divulga as informações através de seus vários contatos na blogosfera e redes sociais. “O jornalismo mudou. Está virando uma conversa. Não é mais via de mão única.” declarou Giles Wilson, editor de blogs da BBC ao <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=14568">Link </a>do Estadão.</p>
<p>Esse jornalismo de mão dupla é conhecido também como jornalismo cidadão. É um jornalismo produzido pelos próprios leitores em colaboração com jornalistas profissionais. Tem gerado forte polêmica pois coloca em questão o próprio papel do jornalista atual. Afinal se os próprios leitores produzem e divulgam a informação qual a necessidade de um jornalista ?</p>
<p>A aparente falta da necessidade do jornalista no meio digital se deve a uma mudança na forma como a notícia está sendo acessada. Os impressos estão perdendo espaço para o mundo digital mas ao invés dos leitores migrarem para os respectivos sites de notícias eles estão passando a acessar informações através de redes sociais. Para os que participam destas redes não há necessidade de ir atrás das notícias, é a notícia que deve chegar ao internauta.</p>
<p>Para acompanhar essa tendência os jornais estão se adaptando. Tentaram atrair os leitores através de portais, mas como linguagem o portal é apenas uma transcrição estática do jornal impresso para o mundo virtual. A solução encontrada e que está se tornardo extremamente popular é a criação de redes sociais de notícias. Um orkut jornalístico que permite o jornalismo participativo e cidadão.</p>
<p>Mas a rede social não elimina o jornalista. Ele ainda é necessário no processo de produção pois precisa assegurar a credibilidade dos fatos e a qualidade da notícia. Segundo Jean François Fogel, diretor de internet do jornal Le Monde, em entrevista ao <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=14917">Link</a>: &#8220;O jornalismo continua a ser a mesma coisa: independente, responsável. A diferença é que agora é preciso ser melhor do que a sua audiência, que, em uma certa medida, compete com você.&#8221;</p>
<p>O jornalismo 2.0 continua portanto em uma fase experimental, onde já é possível descobrir tendências e criar novas possibilidades de lidar com a produção e o consumo de notícias.</p>
<p>Para quem estiver interessado segue uma lista de redes sociais de notícias pertencentes a famosas empresas nacionais e internacionais:</p>
<p><a href="http://www.lepost.fr/">Le Post </a>- Do jornal francês Le Monde.</p>
<p><a href="http://www.ireport.com/index.jspa">iReport</a> &#8211; Do canal de televisão americano CNN.</p>
<p><a href="http://current.com/">Current</a> &#8211; Do canal de televisão participativo de Al Gore</p>
<p><a href="http://www.globoamazonia.com/">Globo Amazônia</a> &#8211; Da Rede Globo, site onde os internautas denunciam desmatamentos com a ajuda de um mapa interativo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um case de mídia social corporativa]]></title>
<link>http://engenheirorodrigo.wordpress.com/2009/01/05/um-case-de-midia-social-corporativa/</link>
<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 01:40:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Gomes de Oliveira</dc:creator>
<guid>http://engenheirorodrigo.wordpress.com/2009/01/05/um-case-de-midia-social-corporativa/</guid>
<description><![CDATA[Transcrevo abaixo parte do texto de  Juliano Spyer. Site da Southwest Airlines mostra como fazer a c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Transcrevo abaixo parte do texto de  <a title="Juliano" href="http://http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/05/24/site-da-southwest-airlines-um-case-de-midia-social-corporativa">Juliano Spyer</a>.</p>
<p><strong>Site da Southwest Airlines mostra como fazer a comunicação nas empresas depois da internet.</strong></p>
<p>Tendo <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" href="http://72.47.237.129/" target="_blank">esse site</a> como modelo, qualquer pessoa tem um roteiro para montar uma plataforma de &#8220;web 2.0″ corporativa. Obviamente não existem regras prontas e empresas atuando em segmentos diferentes poderão explorar outras funcionalidades, mas o feijão com arroz é esse e pode ser observado com clareza na <a title=" (Este link abre uma nova janela!)" href="http://72.47.237.129/about" target="_blank">apresentação do site</a>.</p>
<p><strong>Impressões sobre a capa</strong></p>
<p>Vou comentar rapidamente alguns pontos do texto de apresentação do site, mas vale a pena prestar atenção primeiro na capa do site, percebendo como a informação em destaque é a produzida pela audiência (e não por algum funcionário de comunicação corporativa, que além de não se identificar e de não entender de aviação, escreve com indiferença, deshumanizado).</p>
<p>Note que as fotos vêm do Flickr e o vídeo do YouTube. É conteúdo produzido e compartilhado socialmente, já está na rede, não precisa ser produzido, a empresa não precisa se preocupar com direitos autorais (porque o conteúdo está em outro site), existe material abundante para ser usado, e é um conteúdo muitas vezes diferenciado, caseiro, feito pelo próprio passageiro com a câmera do celular.</p>
<p>Note ainda no final do site os links para os principais sites de relacionamento que existem: YouTube, Linkedin, Facebook, Twitter e Flickr. Precisa mais?</p>
<p>Os idealizadores deste projeto aproveitam o site para fazer perguntas para os visitantes pela enquete. Isso é meio carne de vaca, mas às vezes a carne é melhor temperada, a enquete é atualizada com freqüência, as perguntas servem para melhorar o serviço para o cliente, o que motiva o cliente a participar.</p>
<p>Agora, vamos dar uma olhada no texto da apresentação, que foi o que me motivou a escrever este texto.</p>
<p><strong>Propósito</strong>: o site não é uma vitrine de informação e sim um espaço de relacionamento para o público conhecer a empresa por dentro.</p>
<p><strong>Educar</strong>: existe uma preocupação em educar o público, explicando o propósito do site, particularmente do blog, para encorajar a participação ao mesmo tempo em que fica claro o motivo da presença do moderado. Resumo &#8211; eles querem escutar, mas o assunto deve ser interessante para a comunidade.</p>
<p><strong>Espaço para a diferença</strong>: aqui um ponto estratégico &#8211; não é porque existe moderação que o site é oficial e que não existe espaço para visões opostas, para debate, mesmo para críticas.</p>
<p><strong>Transparência</strong>: quem se dá ao trabalho de participar fica na expectativa de receber uma resposta. Aqui eles esclarecem que isso ocasionalmente poderá não ser viável, e explica que existe a opção do usuário conversar com os autores dos posts pela área de comentário, que é livre, não depende de mediação.</p>
<p><strong>Quem faz, fala</strong>: agora veja só: quem está melhor capacitado para falar com a empresa do que os próprios funcionários? No caso da companhia de aviação, eles são os pilotos e aeromoças. Faz toda a diferença. Eles estão na linha de frente do atendimento e também têm suas perspectivas, histórias para contar. A narrativa em primeira pessoa é imbatível, it&#8217;s the real thing. Obviamente eles foram identificados por apresentarem qualidades como boa redação, espontaneidade, identificação com a internet, e também devem ter sido treinados.</p>
<p><strong>Resumo</strong>: siga esses passos: seja franco, abra canais de comunicação, estabeleça limites razoáveis, aproveite o que já existe na rede. Não precisa reinventar a roda. Geralmente fazer um site desses não esbarra na tecnologia e sim na disposição de se escutar e aprender.</p>
<p>Visite o <a href="http://72.47.237.129/">site</a>, mais um espaço 2.0.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[This is journalism 2.0]]></title>
<link>http://danielaortega.wordpress.com/2009/01/03/this-is-journalism-20/</link>
<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 20:35:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielaortega</dc:creator>
<guid>http://danielaortega.wordpress.com/2009/01/03/this-is-journalism-20/</guid>
<description><![CDATA[Falando em jornalismo 2.0, o governo de Israel dá o exemplo. Foi feita uma coletiva de imprensa sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Falando em jornalismo 2.0, o governo de Israel dá o exemplo. Foi feita uma coletiva de imprensa sobre o conflito em Gaza via <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>. Os interessados postaram as perguntas _com o limite de 140 caracteres. E as respostas foram dadas no dia seguinte. Aliás, eles têm até um <a href="http://www.israelpolitik.org/blog-roll/">blog</a>. As respostas da coletiva tecnológica todas no <a href="http://www.israelpolitik.org/2008/12/31/answers-to-questions-from-press-conference/">site do governo de Israel</a>, pra quem quiser conferir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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