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	<title>jornalismo-impresso &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornalismo-impresso/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornalismo-impresso"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 10:07:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Contra a internet]]></title>
<link>http://pozzobom.wordpress.com/2009/11/17/contra-a-internet/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:18:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>pozzobom</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na palestra de ontem, aqui em Porto Alegre, Tom Wolfe mostrou-se bastante desatualizado no que diz r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://pozzobom.wordpress.com/files/2009/11/tom_wolfe_11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-57" title="Tom Wolfe" src="http://pozzobom.wordpress.com/files/2009/11/tom_wolfe_11.jpg" alt="" width="400" height="192" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Na palestra de ontem, aqui em Porto Alegre, Tom Wolfe mostrou-se bastante desatualizado no que diz respeito ao jornalismo digital. Alguns comentários são de uma imprecisão espantosamente infeliz:</p>
<blockquote><p>&#8220;Ninguém até agora conseguiu ganhar dinheiro colocando anúncio na internet. Não existe nenhuma lei que impeça você de colocar aquele material no seu site gratuitamente.&#8221;</p>
<p>&#8220;Não existe notícia em outra parte a não ser no jornal impresso. Eu não conheço nenhum site que mande repórteres para cobrir eventos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Se os jornais impressos continuarem a perder funcionários, haverá poucas notícias cobertas nos EUA, e menos ainda na televisão.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outro consolo a quem não deu as caras por lá.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O trabuco do povo]]></title>
<link>http://escrevivendoavida.wordpress.com/2009/10/30/maieutica-infantil/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 10:28:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lívia Inácio</dc:creator>
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<description><![CDATA[- Conheça um pouco da história do grande radialista que dá nome a um dos mais conhecidos bairros da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>- Conheça um pouco da história do grande radialista que dá nome a um dos mais conhecidos bairros da cidade de Franca: Vicente Leporace</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-281" title="Leporace" src="http://escrevivendoavida.wordpress.com/files/2009/10/h0067m11.jpg" alt="Leporace" width="321" height="486" /></em> </p>
<p style="text-align:left;">       Vicente era um menino humilde. Nascido na cidade mineira de São Tomás de Aquino em 1912, veio com a família para Franca se tornando um francano de coração.</p>
<p>       Sob as orientações de seu pai, aprendeu o ofício de sapateiro. Contudo, seus olhinhos brilhavam quando se voltavam para o coreto da praça, onde a música das rádios animava o ambiente.</p>
<p>       Com o passar do tempo, passou a nutrir uma paixão cada vez maior pelo rádio. O mundo da comunicação o fascinava. Sempre movido por uma imensa revolta diante dos problemas sociais vigentes no mundo, Vicente via no radialismo, uma oportunidade de expor a dor da sociedade por meio de seu grito de impaciência e indignação. Pronto! Traçara então seu destino: &#8220;Seria radialista!&#8221; E assim foi.</p>
<p>       Aos 16 anos de idade começou a trabalhar na <strong>Rádio Clube Hertz </strong>em Franca. Era um orgulho para sua família tê-lo trabalhando em um veículo de comunicação tão influente na cidade. Quanto ao entusiasmo do jovem então, nem se fala! Era evidente sua satisfação por trabalhar com aquilo que sempre sonhou.</p>
<p>       Mas como &#8220;nem tudo é tão perfeito como se espera”, aos 20 anos, Vicente se viu obrigado a deixar a Rádio para lutar na Revolução de 1932. Após o fim dos combates, o jovem sentiu-se como &#8220;um peixinho fora da água&#8221; longe dos microfones. É nessa época em que ele é chamado pela rádio <strong>Atlântica de Santos </strong>para trabalhar e aceita o convite. A partir daí, Vicente não parou mais.</p>
<p>       Passou a trabalhar na rádio paulistana<strong> Cruzeiro do Sul</strong>, partindo depois para a <strong>Rádio Record</strong>, onde apresentava o programa <em>Jornal da Manhã</em>, lendo as notícias dos principais jornais do Brasil, falando mal dos maus políticos e da péssima estrutura política e econômica do nosso país.</p>
<p>       Seu sucesso se consolida na <strong>Rádio Bandeirantes </strong>com a apresentação de um radio jornal matinal, da <strong>Rádio Record</strong>, mas com o nome de <em>&#8220;Trabuco*&#8221;. </em>Sua crítica social era tão significativa, que Vicente era conhecido como &#8220;o delegado do rádio&#8221;.</p>
<p>       Além do rádio, também atuou na TV, no Cinema e na Imprensa escrita, recebendo vários prêmios e troféus por seu excelente trabalho.</p>
<p>       <span style="text-decoration:underline;">Vicente Leporace</span>,dá nome ao famoso Parque Vicente Leporace e à Alameda Vicente Leporace que passa pela Avenida Chico Júlio.Trata-se de uma merecida homenagem,não acham?Pois o povo francano também achou e pouco tempo após seu falecimento,a sugestão de dar o nome do francano ao bairro e à alameda foi acatada.</p>
<p>       Vicente Leporace faleceu em 1978, aos 66 anos, deixando sua esposa, seus dois filhos e uma legião de ouvintes que jamais se esquecerão daquele que fez da sua voz, a voz de seu povo!</p>
<p><strong>Curiosidades</strong></p>
<p>-Dentre os filmes dos quais Leporace participou, está o longa <strong>&#8220;Nadando em Dinheiro”, </strong>sendo este o terceiro filme da carreira do memorável humorista <em>Mazzaropi</em>, &#8220;o eterno Jeca do cinema nacional&#8221;.</p>
<p>-Leporace trabalhou em praticamente todos os setores do ramo do radialismo: Foi redator, locutor, programador e discotecário.</p>
<p>-As radio novelas (novelas veiculadas pelas rádios) foram uma verdadeira &#8220;sensação&#8221; durante décadas em meados do século XX. Como Leporace não poderia ficar fora de nada que se relacionasse a radio, também interpretou personagens em várias tramas trabalhando como radio ator.</p>
<p>-Como apresentador de TV, trabalhou na <strong>TV Record</strong>, apresentando <em>A Gincana Kibon</em>, um dos primeiros programas infantis da televisão brasileira. Depois de nove anos de sucesso, Leporace abandonou a TV, alegando não gostar muito de atuar no campo televisivo. Resolveu assim dedicar-se somente ao rádio.</p>
<p>-Devido ao aspecto extremamente crítico de seu programa que incomodava os militares que passaram a governar o Brasil sob um regime ditatorial e rígido a partir de 1964 durante o regime militar, Leporace, por diversas vezes, apresentou o <em>Trabuco</em> sob a mira de um fuzil ou metralhadora, que não foram suficientes para intimidá-lo ou provocar mudanças em seu comportamento sempre contundente, irônico e sequioso da verdade.</p>
<p>-Quando o programa &#8220;O Trabuco&#8221; começava, sempre às oito da manhã, ouvia-se uma música de abertura que até hoje povoa a mente de antigos ouvintes: &#8220;<em>Seu Leporace agora com o Trabuco/Vai comentar as notícias dos jornais/Seu Leporace agora com o Trabuco/Vai dar um tiro nas notícias nacionais</em>.&#8221;</p>
<p>-Leporace se responsabilizava por tudo o que dizia em seus programas. No fim do ano de 1977, por exemplo, encerrou seu programa afirmando, como de costume, que todos os comentários do informativo matinal eram de sua total responsabilidade &#8220;Está encerrado nosso programa de hoje. Os comentários são de inteira responsabilidade de Vicente Leporace, que sou eu. Boas festas, feliz ano novo e tchau!&#8221;</p>
<p>-Quando morreu,em 1978,deixou um jornal diário que chegou a ser constituído e registrado como <strong>&#8220;O Trabuco&#8221;. </strong>Entretanto, &#8220;<strong>O Trabuco</strong>&#8221; nunca chegou às bancas. Tratava-se de um dos sonhos que Leporace nunca pode ver concretizado: A Publicação de seu próprio informativo impresso.</p>
<p><span style="color:#808080;">*Trabuco: Antiga máquina de guerra, com a qual se arremessavam pedras; espécie de espingarda de um só cano. Vicente Leporace acreditava que sua palavra era como uma arma em defesa do povo contra as injustiças sociais,justificando assim,a designação do nome <strong>O Trabuco </strong>para seu programa diário matinal.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GCN recebe mais de 100 alunos pelo Projeto Jornal Escola]]></title>
<link>http://jornalescola.wordpress.com/2009/10/19/357/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 16:02:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lívia Inácio</dc:creator>
<guid>http://jornalescola.wordpress.com/2009/10/19/357/</guid>
<description><![CDATA[     Alunas da Escola Maria Cintra Nunes Rocha se divertem nos estúdios da Rádio Difusora de Franca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>    </p>
<div id="attachment_358" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-358" title="Escola Maria Cintra Nunes Rocha (109)" src="http://jornalescola.wordpress.com/files/2009/10/escola-maria-cintra-nunes-rocha-109.jpg?w=300" alt="Alunas da Escola Maria Cintra Nunes Rocha se divertem nos estúdios da Rádio Difusora de Franca" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Alunas da Escola Maria Cintra Nunes Rocha se divertem nos estúdios da Rádio Difusora de Franca</p></div>
<p>        Nesta semana o <strong>GCN</strong> recebeu a visita de mais de 100 alunos do ensino Fundamental.Durante a visita,os estudantes conheceram cada departamento do Jornal <strong>Comércio da Franca</strong> e da<strong> Rádio Difusora de Franca</strong>,tiraram suas dúvidas e participaram ao vivo dos programas do Valdes Rodrigues,Everton Lima e Hélio Rodrigues.</p>
<p>       A primeira turma que passou pelas dependências do <strong>Grupo Corrêa Neves  </strong>foi a 6º série “A” da Escola Ângelo Gosuen,do Jardim Brasilândia .Segundo a professora de Português Regina Cintra,que acompanhou a classe,além de ter despertado o interesse dos estudantes pelo jornalismo impresso,a visita também foi uma forma de aperfeiçoar um projeto que a escola desenvolve:”A rádio Alô Jovem Gosuen”,uma rádio comunitária com programas transmitidos quinzenalmente para toda a escola no período da manhã. Pedro Florêncio de Almeida, 12,responsável pelo núcleo de notícias da rádio disse ter adorado conhecer os Estúdios da <strong>Difusora</strong>:”Foi ótimo porque eu pude conhecer um pouco mais sobre a carreira que seguirei no futuro,já que quero ser radialista.”</p>
<p>       A aluna Isabel da Silva Almeida, 13, surpreendeu-se com a agilidade com a qual trabalha toda a equipe do <strong>Comércio</strong> para publicar o jornal do dia seguinte: ”São muitas etapas para um trabalho que tem que sair tão rápido.”</p>
<p>       Na quarta-feira duas turmas também puderam conhecer um pouquinho sobre o dia a dia de uma empresa de comunicação. A primeira delas foi de alunos do 1º ano da Escola Municipal Antônio Reginaldo Bovi,do Jardim Alvorada.As professoras Silvana Faleiros,44, e Maria Conceição Teixeira,47,acharam a visita muito produtiva, uma vez que as mesmas utilizam o jornal na sala de aula até mesmo para promover discussões sobre as notícias e a visita ao <strong>Comércio</strong> instigou a curiosidade das crianças,que quiseram saber  como e onde são produzidas as reportagens.</p>
<p>       O aluno Victor Hugo Aziz Cabral, 6,que permaneceu atento durante todo o passeio, contou que quando crescer vai querer trabalhar no <strong>Comércio da Franca</strong>:”Gosto de escrever e quero trabalhar onde as pessoas escrevem as notícias”,disse se referindo à redação.</p>
<p>       A outra turma que visitou o <strong>GCN</strong> na quarta-feira foi da Escola Maria Cintra Nunes Rocha,do Jardim Cambuí.A aluna Ana Flávia Sobrinho Monteiro,12 gostou de conhecer o Acervo:”Não imaginava que vocês tinham os jornais arquivados desde 1915.Achei muito legal porque por meio destas edições antigas podemos saber o que aconteceu há muito tempo atrás.”</p>
<p>       A professora de Artes, Michele de Andrade Ribeiro, 24 e a Professora de Língua Portuguesa,Juliana Bianco Peliciari Trovão,26,que já trabalharam “notícia” com a sala,disseram ter adorado a visita.”Agora os alunos certamente ficarão mais atentos ao jornal e conseqüentemente lerão bem mais”,disseram</p>
<p>      Ao final do passeio os alunos tomaram um lanche fornecido pela padaria Estrela e pelos Laticínios Jussara e ganharam brindes do Projeto Jornal Escola.</p>
<div id="attachment_359" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-359 " title="Emeb Professor Antônio Reginald Bove (38)" src="http://jornalescola.wordpress.com/files/2009/10/emeb-professor-antonio-reginald-bove-38.jpg" alt="Alunos da Emeb Professor Antônio Reginald Bove param para um lanche no refeitório do GCN" width="400" height="287" /><p class="wp-caption-text">Alunos da Emeb Professor Antônio Reginald Bove param para um lanche no refeitório do GCN</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alemanha ganha primeiro jornal impresso personalizado do mundo]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/16/alemanha-ganha-primeiro-jornal-impresso-personalizado-do-mundo/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 10:56:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma dupla de jovens empresários alemães apresentou esta semana um projeto mirabolante: o do &#8220;p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma dupla de jovens empresários alemães apresentou esta semana um projeto mirabolante: o do &#8220;<a href="http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5i_tpe33jOjeKXQhEEl63oBtS_u-w" target="_self">primeiro jornal personalizado da Europa</a>&#8220;. Parece loucura, e é.</p>
<p>O <a href="http://www.niiu.de/" target="_self">Niiu</a>, que será lançado na segunda quinzena de novembro, se propõe a ser uma miscelânea de reportagens publicadas pelas edições on-line de veículos alemães e internacionais.</p>
<p>Cada assinante (que pagará 1,20 euros por edição) escolhe, no dia anterior, que tipo de notícia quer ver no seu jornal na manhã seguinte.</p>
<p>A premissa do ousado projeto é superquestionável: &#8220;as pessoas preferem ler em papel&#8221;, diz Wanja Soeren Oberhof, 23, um dos donos da ideia (ao lado de Hendrik Tiedemann, 27).  É?</p>
<p>A duplinha de aventureiros diz que, para os anunciantes, seu produto é um prato cheio, porque podem alcançar exatamente o público que almejam.</p>
<p> Como aventura, o Niiu me parece sensacional _é desse tipo de experimento que sacamos conclusões para o futuro do negócio jornal. Como produto, entretanto, tem tudo para naufragar.</p>
<p>Volto ao assunto quando ele fechar as portas.</p>
<p>(via <a href="http://www.233grados.com/blog/2009/10/berl%C3%ADn-tendr%C3%A1-un-peri%C3%B3dico-hecho-al-gusto-de-cada-lector.html" target="_self">233 Grados</a>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olimpíada-16 e Copa-14 dão sobrevida aos jornais impressos brasileiros]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/03/olimpiada-16-e-copa-14-dao-sobrevida-aos-jornais-impressos-brasileiros/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 08:41:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/10/03/olimpiada-16-e-copa-14-dao-sobrevida-aos-jornais-impressos-brasileiros/</guid>
<description><![CDATA[Repare na quantidade de anúncios dos jornais impressos deste sábado relacionados à escolha do Rio de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Repare na quantidade de anúncios dos jornais impressos deste sábado relacionados à escolha do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.</p>
<p>A Folha de S.Paulo, por exemplo, editou um caderno especial de 20 páginas _nenhuma delas &#8220;limpa&#8221;, como falamos no jargão (ou seja, todas com anúncios, vários de página inteira).</p>
<p>Somada a realização da Copa do Mundo de futebol, em 2014, estes próximos sete anos com direito aos dois maiores eventos esportivos no país prometem ser de bonança para o jornalismo impresso, ainda o porto seguro das verbas publicitárias (públicas e privadas).</p>
<p>Pela amostra dos diários deste sábado, os periódicos de papel brasileiros terão pela frente um período bastante auspicioso do ponto de vista de acúmulo de receitas. É um respiro num cenário de crise, enxugamento e queda de circulação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Editor do Zero Hora, Ticiano Osório fala sobre os desafios do jornalismo impresso na era digital]]></title>
<link>http://pandoracult.wordpress.com/2009/09/28/editor-do-zero-hora-ticiano-osorio-fala-sobre-os-desafios-do-jornalismo-impresso-na-era-digital/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 03:55:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pandora Cult</dc:creator>
<guid>http://pandoracult.wordpress.com/2009/09/28/editor-do-zero-hora-ticiano-osorio-fala-sobre-os-desafios-do-jornalismo-impresso-na-era-digital/</guid>
<description><![CDATA[“Inquietude e desejo de reinventar-se” foram os termos usados por Ticiano Osório, editor do Segundo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Inquietude e desejo de reinventar-se” foram os termos usados por Ticiano Osório, editor do <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&#38;local=1&#38;section=capa_online" target="_blank">Segundo Caderno</a>, do jornal Zero Hora, quando escreveu sobre a versão online e o novo projeto gráfico do caderno <a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/home,136,4105,Home.html" target="_blank">Donna</a>. A equipe do Pandora Cult foi a procura de Ticiano, que  falou a respeito do “jornalismo de papel” nos dias de hoje.</p>
<p>Não foi só o caderno dominical Donna que atualizou seu visual, mas sim todo o Zero Hora, quando, recentemente, inaugurou seu novo parque gráfico. Segundo Ticiano, com exceção de algumas mudanças de espaço dos colunistas, o público tem aprovado as inovações, que apostam em mais cor e melhor organização. “Mas isso não é suficiente. Por trás da embalagem, precisa haver conteúdo”, salienta o editor, que está ciente quanto aos desafios da era digital:<br />
- Urge que os jornais impressos repensem seus conteúdos e também a abordagem dos assuntos.<br />
Ticiano coloca como possível solução o jornalismo de nicho, hiperlocalizado ou segmentado. Mas tendo em mãos tais desafios e preocupações, pergunto ao editor se ele acredita no futuro do impresso. E tenho uma resposta realista:<br />
- Acredito. Zero Hora, aliás, é um exemplo mundial, pois suas tiragens não só não estão caindo; ainda vejo futuro. O fetiche do papel não morrerá tão facilmente. O segredo é não combater o online, mas juntar forças.<br />
E aos estudantes que ainda resistem sonhando em trabalhar na área, Ticiano Osório indica:<br />
- O jornalista do futuro deve entrar numa redação de jornal impresso com a cabeça voltada para o jornalismo online. Deve saber que cada pauta pode gerar vídeos, audioslides, gráficos interativos. Deve inclusive fazer treinamento com equipamentos de vídeo e de computação gráfica. Deve, também, saber como lidar com as redes sociais que surgem a todo momento. E deve, claro, ler muito.<br />
Por Melissa Resch.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguns ótimos exemplos de bom jornalismo visual]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/06/alguns-otimos-exemplos-de-bom-jornalismo-visual/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 13:47:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/06/alguns-otimos-exemplos-de-bom-jornalismo-visual/</guid>
<description><![CDATA[Trabalho do brasileiro Gerson Mora no portfólio do Visual Editors Não, o jornalismo visual estático ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2043" class="wp-caption aligncenter" style="width: 499px"><a href="http://visualeditors.ning.com/photo/photo/listFeatured"><img class="size-full wp-image-2043" title="infografico_exemplo" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/09/infografico_exemplo.jpg" alt="Trabalho do brasileiro Gerson Mora no portfólio do Visual Editors" width="489" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho do brasileiro Gerson Mora no portfólio do Visual Editors</p></div>
<p>Não, o jornalismo visual estático não morreu. Ainda que tenham diminuído os espaços para sua veiculação _claro, os produtos impressos passam pela maior crise de sua história.</p>
<p>Aqui, <a href="http://visualeditors.ning.com/photo/photo/listFeatured" target="_self">numa cortesia do Visual Editors</a>, você confere o que de melhor está sendo feito no mundo para transmitir informação via imagens.</p>
<p>Tem muita coisa nesse portfólio eletrônico, vale a pena dar uma olhada detalhada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abaixo a Pirâmide Invertida na TV!]]></title>
<link>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/08/24/abaixo-a-piramide-invertida-na-tv/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 21:39:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clara Torres</dc:creator>
<guid>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/08/24/abaixo-a-piramide-invertida-na-tv/</guid>
<description><![CDATA[A transição de um repórter do impresso para o telejornalismo não significa que ele vai ter que aband]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;">A transição de um repórter do impresso para o telejornalismo não significa que ele vai ter que abandonar o legado adquirido no outro meio. É preciso adaptar. Fatalmente na TV não há espaço para todas aquelas informações nas matérias de jornal, mas histórias poderosas são uma preciosa bagagem em qualquer meio.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Escrever para TV força a ter que pegar o gancho mais rápido</strong> e faz com que esse propósito precise ficar mais claro do que se você estivesse escrevendo para o jornal. <strong>A TV ensina a apreciar mais a força das imagens e a trabalhar com os fotógrafos (na TV cinegrafistas) de uma forma mais integrada. </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Uma pesquisa do renomado <strong><a href="http://www.media.mit.edu/">MIT Media Lab </a>– o Media Laboratory</strong> – comparando os dois meios apontou conclusões reveladoras:</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- A </strong><strong>audiência aprende mais a partir das histórias contadas nos noticiários, do que com as mesmas histórias contadas nos jornais</strong><strong>. </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Isto </strong><strong>também acontece quando as reportagens na TV são transcritas, impressas e adaptadas para os jornais impressos</strong><strong>. </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- A pesquisa aponta que </strong><strong>uma das razões preponderantes para essa constatação é o </strong><strong>domínio da estrutura da pirâmide invertida nas tradicionais reportagens impressas</strong><strong>.</strong><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Pois é. Este estudo não só faz sentido, como derruba uma das premissas mais antigas e dominantes nas redações – a de que o LEAD é onipotente e onipresente. Como dizem os americanos, nada mais “last century”.<br />
</span></p>
<p><a href="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/tv5.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/tv5.jpg" alt="" width="252" height="182" /></a></p>
<p><span style="color:#000000;">Partindo da premissa: <strong>Jornalistas do impresso podem aprender com a dinâmica do texto feito para a TV</strong>, algumas lições:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:#000000;">Contar histórias com começo, meio e fim. Não      deixe que a pirâmide invertida seja o molde uma história. Termine com algo      forte. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Escreva sentenças nesta ordem na maioria das      vezes: sujeito-verbo-objeto. “O garoto (sujeito) encontrou (verbo) o corpo (objeto).” </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Trabalhe com o fotógrafo e/ou artista à medida      que você noticia. Eles podem ter ideias que enriquecerão e tornarão mais      claro o produto final. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Deixe as pessoas o mais próximo possível da      história que se está contando. Use autoridades e especialistas em último plano. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Retire cada palavra ou jargão complicado do      texto. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Tente evitar a reprodução de redundâncias na      manchete, sub-manchete e lead. Faça com que cada elemento seja único. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Durante a apuração e no processo da escrita      pergunte a si mesmo, “Qual é o propósito da história? Qual a linha de      raciocínio? Essa informação que estou utilizando dá suporte ao meu      propósito?” Se não, retire! Lembre-se, brevidade e claridade vem de      seleção, não de compressão. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Dê atenção aos detalhes da narração que      capturam sua experiência a respeito do que está sendo contado: Leve o      leitor a sentir que o está escrito é o que aconteceu. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Se concentre no que você vai ver e ouvir e que      essa experiência você não pode pegar pelo telefone. Use o telefone como em último caso. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Escreva na voz      ativa.</span><span style="color:#000000;"><br />
</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Sentença de Newman (pesquisador do Media Lab):</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">“Qualquer que seja a vantagem que o vídeo deva ter na comunicação da informação para a grande massa, não é, como Marshall McLuhan tão efetivamente argumentou, uma característica fundamental da mídia. Particularmente, <strong>a diferença deriva de como telejornalistas tem aprendido a usar a mídia para sua vantagem.”</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatório sobre diretrizes curriculares de Jornalismo será entregue ao MEC ]]></title>
<link>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/08/13/relatorio-sobre-diretrizes-curriculares-de-jornalismo-sera-entregue-ao-mec/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 02:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerson Luiz Martins</dc:creator>
<guid>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/08/13/relatorio-sobre-diretrizes-curriculares-de-jornalismo-sera-entregue-ao-mec/</guid>
<description><![CDATA[Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC Por Carmen Pereira Nos próximos dias, a Comissão de Especia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_947" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-947" title="comissao_jornalismo_mec" src="http://brciberjornalismo.wordpress.com/files/2009/08/comissao_jornalismo_mec.jpg" alt="Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC" width="209" height="113" /><p class="wp-caption-text">Comissão Diretrizes de Jornalismo do MEC</p></div>
<p>Por Carmen Pereira</p>
<p>Nos próximos dias, a Comissão de Especialistas encarregada da revisão das diretrizes curriculares para os cursos universitários de jornalismo entregará seu relatório ao Ministério da Educação. Embora o conteúdo do documento ainda não seja conhecido, a FENAJ espera que suas contribuições, bem como as das entidades do campo do jornalismo tenham sido aceitas.<br style="line-height:1.22em;" /><br style="line-height:1.22em;" />O prazo final para conclusão e entrega do relatório se encerra no dia 19 de agosto. Mas o presidente da Comissão, professor José Marques de Mello, já adiantou a veículos de comunicação que o relatório está pronto, faltando apenas a definição de agenda oficial para sua apresentação ao Ministério da Educação.<br style="line-height:1.22em;" /><br style="line-height:1.22em;" />Valci Zuculoto, do Departamento de Educação da FENAJ, conta que, embora o documento final ainda não tenha sido publicizado, as informações obtidas de alguns dos membros da Comissão são de que as contribuições da Federação e de entidades como o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) “em sua essência” foram incorporadas.<br style="line-height:1.22em;" /><br style="line-height:1.22em;" />“Ao que nos consta, questões como a ampliação da carga horária mínima para 3.200 horas, curso específico desmembrado da Comunicação Social, estágio curricular nas últimas fases e não se confundindo com exploração de mão-de-obra barata, entre outras questões, estão presentes no relatório”, destacou Valci. Ela destaca, no entanto, que a FENAJ espera que o MEC disponibilize o documento para uma avaliação mais rigorosa. <br style="line-height:1.22em;" /><br style="line-height:1.22em;" /><strong>Curso de atualização?</strong><br style="line-height:1.22em;" />Sobre os questionamentos que a FENAJ recebeu referentes ao “curso A arte de fazer jornalismo”, promovido pela revista Cult em parceria com a Faculdade Cásper Líbero, a diretora da FENAJ lamentou a forma como vem sendo divulgado. “Me parece óbvio que um ‘curso’ que vai das 9h30 às 18 horas só pode ser de atualização, mas o texto que divulga a atividade revoltou muita gente em função da decisão do STF sobre o diploma”, diz. O texto de divulgação do curso diz que ele é direcionado a estudantes de graduação ou portadores de diploma de nível superior (de qualquer área do conhecimento) que queiram exercer ou se aperfeiçoar na profissão.<br style="line-height:1.22em;" /><br style="line-height:1.22em;" />A professora e sindicalista lembra que vêm proliferando cursos de curta duração sobre jornalismo após o julgamento do STF que tornou desnecessária a exigência de diploma de curso superior de Jornalismo para o exercício da profissão. “Agora este evento, da forma como vem sendo divulgado e trazendo o nome da Cásper Líbero vem trazendo transtornos, pois muita gente considerou que a primeira escola de jornalismo do Brasil abraçou a causa do patronato e do ministro Gilmar Mendes”, conta. “Num momento de questionamento do diploma, é hora de os cursos mostrarem qualidade para formar jornalistas capacitados e não se deixarem confundir com a decisão equivocada do STF”, completa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Última semana para inscrições no Prêmio Adelmo Genro da SBPJor]]></title>
<link>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/08/05/ultima-semana-para-inscricoes-no-premio-adelmo-genro-da-sbpjor/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 03:39:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerson Luiz Martins</dc:creator>
<guid>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/08/05/ultima-semana-para-inscricoes-no-premio-adelmo-genro-da-sbpjor/</guid>
<description><![CDATA[Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo Restam apenas sete dias para o final do prazo de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_944" class="wp-caption alignleft" style="width: 255px"><img class="size-full wp-image-944" title="convite_pagf" src="http://brciberjornalismo.wordpress.com/files/2009/08/convite_pagf.jpg" alt="Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo" width="245" height="160" /><p class="wp-caption-text">Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo</p></div>
<p>Restam apenas sete dias para o final do prazo de inscrição para a quarta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. A premiação é concedida pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e é  voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2008.</p>
<p>São três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria (Sênior) é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.</p>
<p>O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da SBPJor, e os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@yahoo.com.br Entre as novidades deste ano está a composição das comissões avaliadoras por três membros, e a possibilidade de envio de trabalhos de iniciação científica em co-autoria.</p>
<p>Os resultados têm anúncio previsto para 6 de outubro. Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 7º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Paulo.</p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?page_id=421" target="_blank">http://www.sbpjor.org.br/sbpjor/?page_id=421</a></p>
<p>Reforçando: inscrições no PAGF 2009 até 10 de agosto!!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um produto jornalístico que não se preocupa com quem lê]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/07/24/um-produto-jornalistico-que-nao-se-preocupa-com-quem-le/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 12:01:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/07/24/um-produto-jornalistico-que-nao-se-preocupa-com-quem-le/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Blockbuster mentality&#8221; ou relevância jornalística? Que caminho seguir quando se faz jor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Blockbuster mentality&#8221; ou relevância jornalística? Que caminho seguir quando se faz jornalismo na internet?</p>
<p>Eu costumo dizer que não pode ser o objetivo de ninguém manter um site que não seja acessado. Seria   frustrante profissionalmente e uma catástrofe em termos de negócio.</p>
<p>Ao mesmo tempo, abandonar os preceitos do bom jornalismo apenas em troca de cliques a mais, convenhamos, é desabonador.</p>
<p>Temos observado, na web, os dois lados da moeda.</p>
<p>Não vejo absolutamente nenhum problema em se pensar o conteúdo a partir do interesse do leitor. É assim que se começa a desenhar um veículo sintonizado com sua audiência.</p>
<p>Agora, fazer como diz que faz o NYT (segundo o editor de área Jim Roberts, <a href="http://www.businessinsider.com/nytcom-front-page-editors-dont-know-what-stories-readers-are-clicking-on-2009-7" target="_blank">nenhuma decisão tomada leva em consideração o comportamento do usuário</a>) é ridículo ou mentira.</p>
<p>Não é possível editar um site noticioso sem a participação dos leitores. Senhores, isso se chama jornal impresso, produto bem por isso em desuso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Supremo julga jornalismo pelo que ele não é e atribui superpoder de regulação às empresas do setor]]></title>
<link>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/06/24/supremo-julga-jornalismo-pelo-que-ele-nao-e-e-atribui-superpoder-de-regulacao-as-empresas-do-setor/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 12:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerson Luiz Martins</dc:creator>
<guid>http://brciberjornalismo.wordpress.com/2009/06/24/supremo-julga-jornalismo-pelo-que-ele-nao-e-e-atribui-superpoder-de-regulacao-as-empresas-do-setor/</guid>
<description><![CDATA[Presidente do FNPJ, Edson Spenthof Por Edson Spenthof, presidente do FNPJ Duas premissas equivocados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_940" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-full wp-image-940  " title="edson-spenthof" src="http://brciberjornalismo.wordpress.com/files/2009/06/edson-spenthof.jpg" alt="Presidente do FNPJ, Edson Spenthof" width="209" height="312" /><p class="wp-caption-text">Presidente do FNPJ, Edson Spenthof</p></div>
<p>Por Edson Spenthof, presidente do <a href="http://www.fnpj.org.br" target="_blank">FNPJ</a></p>
<p>Duas premissas equivocados constituíram a base de argumentação do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo, do Ministério Público Federal e de oito ministros do STF para derrubar a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Com premissa errada, a conclusão só poderia repetir erro.</p>
<p>A primeira é a de que a atividade profissional do jornalista seria a do exercício da opinião, cujo direito estaria, portanto, impedido pela exigência de qualquer diploma. Assim, o jornalismo foi julgado pelo que <strong><span style="text-decoration:underline;">não é. </span></strong></p>
<p>O jornalismo opinativo faz parte da fase embrionária da imprensa. Na atualidade, porém, o jornalista produz informações novas (conhecimento) acerca da realidade e faz a mediação das diversas opiniões sociais que disputam visibilidade na esfera pública. Por dever ético e eficácia técnica, ele não expressa a sua própria opinião nas notícias e reportagens que escreve.</p>
<p>Trata-se de atividade profissional, remunerada, e não gozo de direito fundamental, o que torna a medida do STF, além de equivocada, ineficaz. Mas ela teve uma consequência ainda pior, caminhando no sentido contrário ao anunciado: eliminando a necessidade não só de qualificação, mas também de fiscalização e registro em órgão de Estado (Ministério do Trabalho), o Supremo acabou com qualquer proteção ao cidadão, transferindo o poder de regulação para as empresas do setor.</p>
<p>E se o jornalista passou a ser aquele que meramente expressa a sua opinião, quem provê a sociedade de notícias e intermedeia as opiniões sociais? Destituindo essa função de qualquer requisito em termos de conhecimento, a decisão do STF criou séria restrição a outro direito humano fundamental, o de receber informações de qualidade, um direito-meio para o pleno exercício da cidadania.</p>
<p>A segunda premissa equivocada é a de confundir diploma com “restrição de acesso”. O critério para decidir se um diploma deve ser obrigatório não é, como disseram os ministros, a capacidade inequívoca, cristalina, para evitar erros e danos à sociedade, porque nenhum diploma garante isso. Prova disso são os inúmeros erros médicos, jurídicos e de engenharia cotidianamente noticiados. Em vez disso, o critério mais adequado é a capacidade efetiva de um curso para qualificar serviços fundamentais para os indivíduos e para as sociedades, como é o jornalismo nas complexas sociedades contemporâneas.</p>
<p>Na verdade, o diploma universitário democratiza o acesso à profissão, na medida em que se dá não pelo poder discricionário do dono de mídia, mas via instituição de ensino, que tem natureza pública e cujo acesso, por sua vez, se dá mediante seleção pública (vestibular) entre todos os pretendentes à determinada profissão. Pelo menos era assim também no jornalismo até o fatídico 17 de junho de 2009. Se há problemas com a água do banho, não podemos jogar fora também o bebê (o espírito da seleção pública e democrática e a própria formação).</p>
<p>Ao contrário disso, e junto com a revogação total da Lei de Imprensa, dias antes, o fim do diploma deu poder absoluto aos empresários do setor sobre a imprensa no Brasil. Nada mais avesso aos anseios dos cidadãos brasileiros, que se preparam para discutir, na Conferência Nacional de Comunicação, como limitar o poder dos donos de mídia.</p>
<p>Com isso, o Brasil retrocede nos dois sentidos: o jornalista, entregue ao domínio do empregador, deixou de <strong><span style="text-decoration:underline;">ser</span></strong>, para meramente <strong><span style="text-decoration:underline;">estar</span></strong> (jornalista), a depender da situação conjuntural de possuir um contrato de trabalho, e o dono de mídia abocanha também um poder da sociedade, o de órgão regulador.</p>
<p>Mas o duro golpe recebido com tamanha desqualificação da atividade (até mesmo por envergonhadas empresas de comunicação) não deve nos levar a desistir. Uma das formas de luta, agora, passa a ser a própria Conferência Nacional de Comunicação, em que a importância e a singularidade do jornalismo como forma de conhecimento e de mediação social tem de ser por nós demonstrada. Afinal, alguém imagina as complexas relações sociais atuais sem o jornalismo? Esse é um debate da sociedade e não só de quem sobrevive da atividade.</p>
<p>É o momento, também, para assumirmos e defendermos, sem culpa, a linha de afirmação dessa identidade e especificidade do jornalismo que até agora norteia, no âmbito do MEC, o debate nacional em torno das novas diretrizes curriculares para o ensino de jornalismo.</p>
<p>Só conseguiremos reverter as consequências negativas do 17 de junho se houver ainda mais investimento pessoal e coletivo de estudantes, profissionais, professores, pesquisadores e escolas de jornalismo na própria formação e nessa afirmação também qualificada do campo do jornalismo, em cursos de graduação, mestrado e doutorado inequivocamente estruturados sobre a natureza da atividade, a partir da qual se organiza a sua necessária relação com as demais áreas profissionais e do conhecimento.</p>
<p>Precisamos continuar demonstrando para os ministros do Supremo, como já o fizemos diversas vezes, mas também para a sociedade, que todos os seres humanos são comunicadores, e podem expressar a sua opinião, na medida em que isso é inerente à condição humana. E que os jornalistas são os primeiros a valorizar e defender essa condição e esse direito. A história confirma isso.</p>
<p>Contudo, a comunicação jornalística constitui um campo singular, e mantém com a sociedade um contrato específico, que gira em torno da prestação do serviço público de mediação do debate social e da produção cotidiana de um conhecimento novo (informação) a respeito da realidade. Trata-se de algo bastante distante da simples expressão da opinião, e que também não se confunde com ficção, publicidade e entretenimento.</p>
<p><em>*Edson Luiz Spenthof é jornalista formado pela UFG, professor de Jornalismo na mesma instituição desde 1996, pesquisador em jornalismo, presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo e diretor do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornal A Tribuna de cara nova]]></title>
<link>http://letiz.wordpress.com/2009/06/18/jornal-a-tribuna-de-cara-nova/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>letiz</dc:creator>
<guid>http://letiz.wordpress.com/2009/06/18/jornal-a-tribuna-de-cara-nova/</guid>
<description><![CDATA[O jornal A Tribuna acordou de cara nova hoje. O novo projeto gráfico finalmente foi para a rua. Fico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O jornal A Tribuna acordou de cara nova hoje. O novo projeto gráfico finalmente foi para a rua.<br />
Ficou lindo, bem mais limpo e moderno. Veja a <a href="http://www.redetribuna.com.br/pdfdia/capa.pdf">capa</a>:<br />
e projeto gráfico:<a href="http://www.redetribuna.com.br/noticias1/capa.html"> reportagem especial</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ele Ela deixa de circular]]></title>
<link>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/16/ele-ela-deixa-de-circular/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 13:22:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuela Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/16/ele-ela-deixa-de-circular/</guid>
<description><![CDATA[A revista Ele Ela, da editora Manchete, estará temporariamente suspensa. A partir desde mês, todo o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A revista Ele Ela, da editora Manchete, estará temporariamente suspensa. A partir desde mês, todo o conteúdo estará disponível apenas na <a href="http://eleela.terra.com.br/"><strong>internet</strong></a>, onde os leitores poderão acessar blogs, reportagens, colunas, seções e os ensaios sensuais normalmente. Em princípio, o acesso ao conteúdo online não será cobrado.</p>
<p>César Lopes, editor da revista, afirmou ao Portal Imprensa que a suspensão se deve por problemas financeiros e afirmou que existe um plano para a retomada da versão impressa, mas sem prazo para acontecer. Há informação de que, com a mudança, a equipe foi reduzida.</p>
<p>Há 40 anos no mercado, a revista é especializada em conteúdo adulto masculino. Além de ensaios fotográficos, a publicação traz reportagens e entrevistas.</p>
<p><strong>AGONIA &#8211; </strong>Já as revistas Gula e Viver Bem, da Editora Peixes, sofrem atrasos desde a edição de abril. As publicações não chegaram às bancas no último mês e os leitores que têm procurado a central de assinantes são informados que as revistas passaram por uma reestruturação editorial e que devem voltar a circular no próximo mês.</p>
<p>Segundo o Comunique-se, jornalistas da editora reclamam de falta de informações, e que, por não saberem quando as revistas serão publicadas, trabalham em esquema de rodízio. Além de denunciarem problemas de infra-estrutura e atrasos nos pagamentos de contas (como as de gráfica), além dos salariais.</p>
<p style="text-align:center;">_________________________________________________</p>
<p><a href="http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/03/gazeta-voltara-a-circular/"><strong>Gazeta voltará a circular?</strong></a></p>
<p><strong><a href="http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/05/30/gazeta-mercantil-o-fim-de-um-jornal/">Gazeta Mercantil: o fim de um jornal</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/05/27/crise-na-empresa-jornalistica-o-fim-da-gazeta-mercantil/">Crise na empresa jornalística: o fim da Gazeta Mercantil</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/05/20/newsweek-se-reinventa-para-fugir-da-crise/">Newsweek se reinventa para fugir da crise</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O "velho" e o "novo" jornalismo em um único filme.]]></title>
<link>http://blognofimdouniverso.wordpress.com/2009/06/15/o-velho-e-o-novo-jornalismo-em-um-unico-filme/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 01:31:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Darshany L.</dc:creator>
<guid>http://blognofimdouniverso.wordpress.com/2009/06/15/o-velho-e-o-novo-jornalismo-em-um-unico-filme/</guid>
<description><![CDATA[Russell Crowe como o jornalista Cal McAffrey. Inevitável foi, ao assistir no último sábado o filme I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_122" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-122" title="Intrigas de Estado" src="http://blognofimdouniverso.wordpress.com/files/2009/06/in.jpg?w=300" alt="Russell Crowe como o jornalista Cal McAffrey." width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">Russell Crowe como o jornalista Cal McAffrey.</p></div>
<p>Inevitável foi, ao assistir no último sábado o filme <em>Intrigas de Estado</em>, pensar logo em indicá-lo aqui nesse blog. O filme já começa com um quê de guerrinha entre jornalismo impresso e o jornalismo online: de um lado, Russell Crowe como um jornalista &#8220;das antigas&#8221;, com seu PC de 1900 e lá vai bolinha, em um pseudo escritório mergulhado em papéis. Do outro, Rachel McAdams como uma jornalista novata, responsável pela versão online do jornal, custando muito menos e produzindo muito mais &#8211; parafraseando Helen Mirren no filme.</p>
<p>No blog <a href="http://espacoolumiere.blogspot.com">Espaço Lumière</a>, vi uma resenha bem bacana do filme, vale conferir clicando <strong><a href="http://espacoolumiere.blogspot.com/2009/06/intrigas-de-estado.html">aqui</a></strong>. Abaixo, assista ao trailer, que também tem Ben Affleck e Robin Wright Penn no elenco:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/16T4jSElSFc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/16T4jSElSFc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Embate on x off no cinema]]></title>
<link>http://blognovo.wordpress.com/2009/06/13/embate-on-x-off-no-cinema/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 02:27:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marlise Brenol</dc:creator>
<guid>http://blognovo.wordpress.com/2009/06/13/embate-on-x-off-no-cinema/</guid>
<description><![CDATA[Adultério, traição, conflito de interesses, mortes, mistério, falência dos jornais impressos. Intrig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Adultério, traição, conflito de interesses, mortes, mistério, falência dos jornais impressos. Intrig]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BNFDU entrevista: Daniel Fernandes e o mash-up literário.]]></title>
<link>http://blognofimdouniverso.wordpress.com/2009/06/12/bnfdu-entrevista-daniel-fernandes-e-o-mash-up-literario/</link>
<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 02:39:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Darshany L.</dc:creator>
<guid>http://blognofimdouniverso.wordpress.com/2009/06/12/bnfdu-entrevista-daniel-fernandes-e-o-mash-up-literario/</guid>
<description><![CDATA[Daniel Fernandes, 19 anos, é estudante de Jornalismo na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Daniel Fernandes, 19 anos, é estudante de Jornalismo na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Nerd confesso, apaixonado por cultura, música e literatura, ele escreve em seu blog <span style="color:#0000ff;"><a href="http://caixadevinis.wordpress.com">Caixa de Vinis</a></span> mash-ups</strong> <strong>literários. Da sua janela de MSN, Daniel contou um pouco mais sobre o seu blog e o que o motivou a criá-lo.</strong></em></p>
<div id="attachment_115" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-115" title="Daniel Fernandes" src="http://blognofimdouniverso.wordpress.com/files/2009/06/l.jpg" alt="Daniel e seu acervo literário: ele também é fã de Douglas Adams." width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Daniel e seu acervo literário: ele também é fã de Douglas Adams.</p></div>
<p><strong>Blog No Fim Do Universo:</strong> de onde veio a idéia para criar o Caixa de Vinis?</p>
<p><strong>Daniel Fernandes:</strong> É engraçado. Eu estava fazendo um blog atrás do outro, mas nenhum parava. Aí você me deu uma dura e mandou eu deixar pelo menos um blog parado, existindo no meio da blogosfera. <em>(risos) </em></p>
<p><em>(Pergunto porque Daniel riu, ele responde):</em> É eu ri, mas não põe isso, é que é engraçada a história.</p>
<p><em>(E continua):</em> Aí, eu pensei em um nome, em um layout. Inicialmente, seria meio que uma caixa de remédios, com o que seria, tipo assim, um bálsamo para os ouvidos, olhos, etc. Só que eu pensei que era meio pretensioso e que não estava bem na hora de ser pretensioso. Aí eu me lembrei que o Curtiss (<a href="http://grupograv.wordpress.com">Alexandre Curtiss</a>, professor de várias disciplinas no curso de Comunicação Social da Ufes) tinha pedido um trabalho final de dez páginas e eu só tinha escrito quatro ou cinco. Então juntei dois trabalhos &#8211; um sobre Van Gogh e outro sobre a escola Bahaus. Ficou até decente e deu pra garantir uma nota boa. Foi na mesma época que eu criei o blog. Daí a idéia de misturar duas coisas. Se deu certo com o Curtiss, porque não ia dar certo fora de História da Arte? (<em>Daniel diz que posso rir, eu rio e continuo a entrevista).</em></p>
<p><strong>BNFDU:</strong> você já tinha visto algum<em> mash-up</em> literário antes?</p>
<p><strong>Daniel: </strong>Assim, prontinho, não. Eu tinha, no máximo, descoberto que jornalismo e literatura, se não são a mesma coisa, são coisas muito próximas. Acho que o <em>Plata Quemada</em>, do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Piglia">Ricardo Piglia</a>, é meio o que eu gosto &#8211; não dá pra saber até onde vão os fatos, até onde vai a ficção.</p>
<p><strong>BNFDU:</strong> Entendi. Mas você considera o que você faz jornalismo literário? Ou apenas literatura disfarçada em resenha?</p>
<p><strong>Daniel:</strong> Acho que agora, um pouco com mais coragem, dá pra sair do <em>mash-up</em> básico que estou fazendo para algo mais, mais, mais, mais desafiador, para ser brega. Eu acho que as duas primeiras fases do blog são bem jornalistas, bem factuais. Mas, agora, com os textos que ando pensando e escrevendo, a situação vai se inverter. Acho que o jornalista vai ser o leitor também. Porque vão surgir ficções no meio de fatos, fatos com fatos e ficções com ficções. Acho que já não cabe mais, pra mim, ser o mediador. Acho que me limita. Vou passar a desconfiança pros meus comentaristas. <em>(Risos)</em> Ver se eles descobrem ou não o que é real e o que é fake.</p>
<p><strong>BNFDU:</strong> Espertinho. Me diga então, Daniel, você está apenas no 3º período de Jornalismo. Acha que essa sua experiência com <em>mash-up</em> literário pode influenciar na sua vida depois de formado?</p>
<p><strong>Daniel:</strong> Sinceramente, essa eu não sei. Como anda o jornalismo brasileiro, talvez ajude se eu me der muito bem e for parar numa publicação mais avant-guard.</p>
<p><strong>BNFDU:</strong> Mas é algo que você queira fazer profissionalmente?</p>
<p><strong>Daniel:</strong> Eu acho que sim. É algo que eu quero fazer depois de formado, não só pelo prazer de escrever, de mexer com cultura, mas para colocar um pouco mais de sal em um jornalismo cultural que eu, hoje, como consumidor, me acho subestimado. Tem jornalista que acha que o leitor é um ignorante e não sabe completar as lacunas de suas reportagens. Eu não quero ser assim.</p>
<p><strong>BNFDU:</strong> Então você considera o jornalismo cultural brasileiro fraco?</p>
<p><strong>Daniel:</strong> Se não for fraco é, no mínimo, preguiçoso e covarde. Eu gosto muito de reportagens da<em><strong> <a href="http://bravonline.abril.com.br/">Bravo!</a></strong></em> que, por exemplo, trazem a linguagem dos quadrinhos ou da própria literatura para dentro de si. Mas infelizmente, isso é algo que é culpa não só do jornalista, mas do leitor também. Esse semestre, escrevendo o <em><strong>No Entanto</strong></em> (Jornal Experimental do curso de Comunicação Social da Ufes), a minha coluna com a <a href="http://dentrodasalaescura.blogspot.com">Flora<em> (Viguini)</em></a> e o Tiago <em>(Moreno)</em> <em>(estudantes de Jornalismo da sala de Daniel)</em> sofreu um pouco. Amigos de outros cursos preferiram a parte mais factual do que a parte que a gente brinca com o humor negro, com a ficção e com o sarcasmo. Eu acho que se o jornalista é preguiçoso ou ainda covarde, o leitor, muitas vezes, é acomodado. E essa acomodação é, na minha opinião, o cerne do problema.</p>
<p><strong>BNFDU:</strong> Seria o caso então de considerar o jornalismo cultural da internet melhor do que o impresso?</p>
<p><strong>Daniel:</strong> O jornalismo impresso quer ser o que foi há 200 anos. Tem posts no <a href="http://www.twitter.com/psychdamn">Twitter</a> que são melhores que reportagens completas de grandes jornais por aí. A internet dá uma polifonia incrível. Eu vejo não só a opinião do jornalista, mas a de fãs nos comentários. Posso baixar (ainda &#8211; vamos esperar o AI-5 digital) o CD da banda num blog, ler a resenha no outro. E isso me sai muito mais acessível, barato e prazeroso que no impresso. Acho que a principal diferença que faz dos meios online mais &#8220;dignos&#8221; é o fim desse monopólio do discurso cultural.</p>
<p><em><strong>Daniel Fernandes, além de tudo, também é fã da série de livros O Guia do Mochileiro das Galáxias, que inspirou esse blog.</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista INFO disponibiliza edições desde 2003]]></title>
<link>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/10/revista-info-disponibiliza-edicoes-desde-2003/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 14:17:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuela Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/10/revista-info-disponibiliza-edicoes-desde-2003/</guid>
<description><![CDATA[Após passar por uma reformulação, a revista INFO decidiu disponibilizar na web 76 edições da revista]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-328" title="info" src="http://emanuelaribeiro.wordpress.com/files/2009/06/info1.jpg?w=114" alt="info" width="114" height="150" />Após passar por uma reformulação, a revista <a href="http://info.abril.com.br/arquivo/"><strong>INFO </strong></a>decidiu disponibilizar na web 76 edições da revista, de janeiro de 2003 até abril de 2009. Segundo a diretora de redação, Débora Fortes, “um dos pedidos que costumam chegar à redação é a possibilidade de consultar as edições antigas pela internet”.</p>
<p>Bom saber que ainda existem meios que param um pouco para escutar &#8211; e atender &#8211; seus leitores.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aconteceu ontem: análise e opinião resolvem?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/10/aconteceu-ontem-analise-e-opiniao-resolvem/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 12:59:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/10/aconteceu-ontem-analise-e-opiniao-resolvem/</guid>
<description><![CDATA[Subverter a lógica de edição de um produto impresso. É um pouco nosso desafio nessa semana, quando e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Subverter a lógica de edição de um produto impresso. É um pouco nosso desafio nessa semana, quando estamos tratando do novo papel do jornal. Chegaremos ao ápice, que é discutir até mesmo se é necessário, a um periódico diário, exibir uma manchete por dia (por sinal, vote e opine na enquete).</p>
<p>Num post anterior falei sobre a possibilidade de tratar o &#8220;aconteceu ontem&#8221; como um bonito infográfico que exiba o passo a passo da jornada anterior. Um story board luxuoso, explicativo de per si. É um passo que abre o resto da página para material analítico e/ou opinativo.</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/09/aconteceu-ontem-como-avancar-sem-desinformar/" target="_blank"><strong>Leia também: Aconteceu ontem: como avançar sem desinformar</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/08/aconteceu-ontem-alguns-escritos-sobre-o-estado-do-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Aconteceu ontem: alguns escritos sobre o estado do jornal impresso</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/" target="_blank"><strong>Aconteceu ontem: nada mais desatualizado do que o jornal de hoje</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/about/enquete-a-manchete-e-o-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Opine: um jornal precisa de manchete todos os dias?</strong></a></p>
<p>Não por acaso jornais como Folha de S.Paulo e O Globo abrem páginas com colunistas. É o que se tem de mais diferente e exclusivo, via de regra, na edição.</p>
<p>Repare na quantidade de chamadas de primeira página para colunistas/articulistas. É uma saída fácil que os jornais não demoraram a tomar. Resolveu?</p>
<p>Curiosamente, há um paradoxo nisso tudo: apesar do andamento do noticiário diário (e sua atualização pelo jornalismo on-line), é inegável que os portais e sites começam o dia reproduzindo e, horas depois, repercutindo reportagens dos jornais impressos.</p>
<p>Uma demonstração clara de que há uma questão de plataforma da entrega do produto por trás do suposto processo de perda de importância dos veículos em papel.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que tentam se recriar, esses veículos são canibalizados diariamente com seu próprio material, exibido em tempo real e muitas vezes nem sequer tratado como pede uma notícia publicada na web _que, relembremos, não é papel eletrônico e tem a obrigação de, ainda que faça o necessário clipping dos jornalões, acrescentar ali dados e links que aprofundem a informação inicial.</p>
<p>Há um troca, no jornalismo, entre papel e on-line diariamente. Vamos explorar esse assunto a seguir.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aconteceu ontem: como avançar sem desinformar?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/09/aconteceu-ontem-como-avancar-sem-desinformar/</link>
<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 13:01:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/09/aconteceu-ontem-como-avancar-sem-desinformar/</guid>
<description><![CDATA[Como o jornal impresso deve se posicionar a fim de apresentar o noticiário sem redundar com os meios]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como o jornal impresso deve se posicionar a fim de apresentar o noticiário sem redundar com os meios que o fazem em tempo real? Como, sem abrir mão da incumbência de registro histórico do dia que passou, avançar e interpretar os acontecimentos? É a discussão da semana no Webmanario.</p>
<p>O debate sobre o &#8220;aconteceu ontem&#8221; permeia a tese de mestrado tranformada no livro &#8220;<a href="http://monitorando.wordpress.com/2008/08/21/o-destino-do-jornal-um-livro-um-comentario-e-muitas-questoes/" target="_blank">O Destino do Jornal</a>&#8220;, de Lourival Sant&#8217;Anna, repórter especial do Estado de S. Paulo. É o dilema dos jornais: cobrir ou não cobrir o hard news? Não cobrir seria uma insanidade. Então, como cobrir?</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/08/aconteceu-ontem-alguns-escritos-sobre-o-estado-do- jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Leia também: Aconteceu ontem: alguns escritos sobre o estado do jornal impresso</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/" target="_blank"><strong>Leia também: nada mais desatualizado do que o jornal de hoje</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/about/enquete-a-manchete-e-o-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Opine: um jornal precisa de manchete todos os dias?</strong></a></p>
<p>&#8220;Os jornais precisam, na medida do possível, em algum grau, abandonar a cultura do aconteceu ontem e investir mais em histórias próprias&#8221;, diz Otavio Frias Filho, publisher da Folha de S.Paulo, na obra.</p>
<p>&#8220;Acho que nunca vai deixar de ser [o registro histórico do dia que passou], até pelo nome, jornal&#8221;, contrapõe Rodolfo Fernandes, diretor de redação de O Globo.</p>
<p>Quando tive minha oportunidade, concebi um jornal em que o hard news era um acompanhamento luxuoso da página, preferencialmente um belo infográfico que resumisse os acontecimentos das últimas 24 horas. O abre da página, e suas respectivas sub-retrancas, continham repercussão e análise.</p>
<p>Em esportes, esse experimento não teve o apoio do público: mais de 70% dos leitores do Diário do Grande ABC (onde pude experimentar o formato entre 1995 e 2000) deploravam o fato de que as declarações de vestiário _dadas bem após o jogo e, portanto, mais quentes_ eram mais valorizadas do que o relato da partida em si (relegado a um box acompanhado da ficha técnica).</p>
<p>Talvez, na época, a internet ainda fosse coisa de poucos, e a exigência pelo relato formal da jornada anterior, uma necessidade.</p>
<p>Ainda enxergo o jornal assim. Com o aconteceu ontem ajudando a construir um contexto capitaneado por informação exclusiva, analítica, de observação.</p>
<p>É subverter todo um modelo. Há outras subverções, e falaremos delas amanhã.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nada mais desatualizado do que o jornal de hoje]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 12:25:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/</guid>
<description><![CDATA[Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha de S.Paulo, escreve hoje em sua coluna no jornal im]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Carlos Eduardo Lins da Silva, ombudsman da Folha de S.Paulo, escreve hoje em sua coluna no jornal impresso sobre um <a href="http://shortxt.com/1xhi6jmsl" target="_blank">fenômeno trazido com o avanço tecnológico</a>: mais e mais leitores, enfim, &#8220;descobriram&#8221; subitamente que o jornal de hoje é feito, na verdade, ontem.</p>
<p>Silva ilustra sua tese com frases que recebe diariamente do público consumidor do periódico, como as que se seguiram à manchete &#8220;Avião com 228 a bordo some no mar no trajeto Rio-Paris&#8221;, que dava o mesmo tratamento noticioso, na última terça-feira, a uma informação amplamente conhecida desde as primeiras horas da manhã do dia anterior.</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/08/aconteceu-ontem-alguns-escritos-sobre-o-estado-do-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Leia também: Aconteceu ontem &#8211; Alguns escritos sobre o estado do jornalismo impresso</strong></a></p>
<p>&#8220;A manchete seria boa em 1921 [ano de fundação da Folha] quando não havia TV e internet. Hoje, parece mais um jornal de ontem. Todo mundo já sabia&#8221; e &#8220;A manchete principal da Folha de hoje explica por que o jornal impresso está, cada vez mais, perdendo espaço para outras mídias&#8221; foram algumas das manifestações.</p>
<p>É um novo dilema de uma velha mídia: como o produto concebido para ser o registro histórico do dia que passou conseguirá ser atraente para um público que, não bastasse a possibilidade de se informar em tempo real, o faz sob demanda e ao alcance de um clique.</p>
<p>Há saídas, todas ousadas e arriscadas _como a própria não obrigatoriedade da manchete, motivo de enquete neste site (aliás, clique no link abaixo e dê a sua opinião sobre o assunto).</p>
<p>Vamos tratar bastante do tema nesta semana no Webmanario.</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/about/enquete-a-manchete-e-o-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Opine: um jornal precisa de manchete todos os dias?</strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Jornais gastam só 14% da receita em produção de conteúdo]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/06/jornais-gastam-so-14-da-receita-em-producao-de-conteudo/</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 12:54:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/06/jornais-gastam-so-14-da-receita-em-producao-de-conteudo/</guid>
<description><![CDATA[Os jornais nunca gastaram tanto com impressão e distribuição de seu produto como agora. E é exatamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os jornais nunca gastaram tanto com impressão e distribuição de seu produto como agora. E é exatamente isso o que está fazendo balançar o secular modelo que garantiu seu domínio por séculos.</p>
<p>A conclusão é de um <a href="http://www.editorandpublisher.com/eandp/news/article_display.jsp?vnu_content_id=1003980461" target="_blank">estudo da agência de classificação financeira Moody&#8217;s</a> de autoria de John Puchalla.</p>
<p><strong>Leia também as melhores do Webmanario:</strong></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/05/27/jornalistas-sao-os-profissionais-que- mais-consomem-alcool/" target="_blank"><strong>Jornalistas são os profissionais que mais consomem álcool</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/03/20/aeroportos-querem-banir-revista-caras- da-sala-de-embarque/" target="_blank"><strong>Aeroportos querem banir revista Caras das salas de embarque</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/03/07/publico-se-mobiliza-e-obriga-g1-a-se- completar/" target="_blank"><strong>Público se mobiliza e obriga G1 a se &#8216;completar&#8217;</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/about/enquete-a-manchete-e-o-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Opine: um jornal precisa de manchete todos os dias?</strong></a></p>
<p>Segundo o documento, a combinação folha de pagamento, mais impressão, mais logística de distribuição consome 70% das receitas dos periódicos.</p>
<p>Triste, porque apenas 14% deste montante é convertido em produção efetiva de conteúdo. É muito pouco e, nas palavras de Puchalla, explica a &#8220;desconexão estrutural&#8221; pela qual passam os meios impressos hoje _não há dados no Brasil, mas estima-se que os gastos operacionais, incluindo salários, ultrapassem 50% da receita (há ainda a parcela investida em publicidade, que nos EUA é de 16%).</p>
<p>A Moody&#8217;s fala claramente que a saúde destas empresas está ameaçada citando que as companhias que abriram o capital na bolsa, caso do New York Times, estão abaixo do nível para atrair qualquer investimento.</p>
<p>O economista, entretanto, não acredita no fim do jornal impresso ou das revistas. Crê num modelo híbrido de valorização de conteúdos em papel e on-line, mas desde que a imprensa seja capaz de monetizar suas operações na web.</p>
<p>É um caminho árduo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gazeta voltará a circular?]]></title>
<link>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/03/gazeta-voltara-a-circular/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 14:07:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Emanuela Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://emanuelaribeiro.wordpress.com/2009/06/03/gazeta-voltara-a-circular/</guid>
<description><![CDATA[Um comunicado assinado pela Gazeta Mercantil S/A e Gazeta Participações S/A afirma que &#8220;a inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um comunicado assinado pela Gazeta Mercantil S/A e Gazeta Participações S/A afirma que &#8220;a interrupção é momentânea e, no menor tempo possível, a Gazeta Mercantil voltará a circular com os padrões de credibilidade, que constituíram seu paradigma de excelência&#8221;.</p>
<p>O grupo informou, ainda, que deverá discutir em &#8220;foro próprio a drástica decisão da CBM, ex-donatária do jornal de por fim ao contrato&#8221;.</p>
<p>O objetivo do comunicado, segundo a empresa, &#8220;é de tranquilizar leitores e o público em geral&#8221;, afirmando que &#8220;logo o jornal voltará a circular com a qualidade que sempre o pautou&#8221;.</p>
<p>Agora é esperar para ver&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revista pede doações para salvá-la da crise]]></title>
<link>http://letiz.wordpress.com/2009/06/03/revista-pede-doacoes-para-salva-la-da-crise/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 03:04:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>letiz</dc:creator>
<guid>http://letiz.wordpress.com/2009/06/03/revista-pede-doacoes-para-salva-la-da-crise/</guid>
<description><![CDATA[A paste magazine, uma revista de música com design que adoro e já falei uma vezes neste espaço, crio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A <a href="http://pastemagazine.com">paste magazine</a>, uma revista de música com design que adoro e já falei uma vezes neste espaço, criou uma <a href="http://www.pastemagazine.com/paste/the-campaign-to-save-paste.html">campanha</a> para salvar a publicação.<br />
A explicação: A recessão global prejudicou nossos anunciantes, que cortaram as duas despesas. Nós estamos nos voltando para nosso leitores para ajudar temporariamente. Uma pequena contribuição pode fazer uma grande diferença.<br />
E ainda reforça: esses artistas ajudaram. The Decemberists, Neko Case, She &#38; Him, Cowboy Junkies, Of Montreal, Indigo Girls, Jayhawks, String Cheese Incident, G. Love, Josh Rouse, The Hives, Matthew Sweet, The Avett Brothers, Joe Henry, John Roderick of The Long Winters, Over the Rhine, Bob Mould, Arrested Development, Brandi Carlile, John Doe, Josh Ritter, Marc Broussard.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dez músicas sobre jornalismo impresso]]></title>
<link>http://letiz.wordpress.com/2009/06/03/dez-musicas-sobre-jornalismo-impresso/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 02:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>letiz</dc:creator>
<guid>http://letiz.wordpress.com/2009/06/03/dez-musicas-sobre-jornalismo-impresso/</guid>
<description><![CDATA[Gostei de uma das listas da paste maganize, com dez músicas sobre jornalismo impresso: legal para co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Gostei de uma das listas da <a href="http://pastemagazine.com">paste maganize</a>, com dez músicas sobre jornalismo impresso:<br />
legal para conhecer algumas: <a href="http://www.pastemagazine.com/blogs/lists/2009/05/ten-songs-about-print-journalism.html">Ten songs about print journalism</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
