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	<title>jornalismo-online &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornalismo-online/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornalismo-online"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:12:15 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Cobrar ou não cobrar, eis a questão]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/30/cobrar-ou-nao-cobrar-eis-a-questao/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:01:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Natalia Sarkis Em entrevista ao site Adnews, Silvio Genesini, diretor-presidente do grupo Estado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Por Natalia Sarkis</em></p>
<p style="text-align:justify;">Em entrevista ao site <a href="http://http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96663">Adnews</a>, Silvio Genesini, diretor-presidente do grupo Estado afirmou que a empresa não cobrará pelas notícias no site, embora não descarte a possibilidade do internauta ter que pagar outros tipos de informação, como banco de dados e reportagens segmentadas.</p>
<p style="text-align:justify;">A questão do direito autoral é algo que sempre esteve presente desde as primeiras publicações de textos. No início, ao terem um texto impresso no jornal, estas preocupações não existiam. Hoje, entretanto, é um assunto muito mais discutido, principalmente com a rápida troca de informações que temos graças à internet.</p>
<p style="text-align:justify;">O grande debate que gira em torno dessa mídia é se deve-se ou não cobrar pelo conteúdo disponível, em sua maior parte gratuito, de livre acesso a internautas do mundo inteiro. Aqueles que são a favor, dizem que é uma forma de proteger os autores do texto ou de qualquer outro produto cultural. Aqueles que são contra, afirmam que essa não será a melhor solução, além de dificilmente funcionar na web.</p>
<p style="text-align:justify;">O mundo virtual é tão extenso e tão complexo que realmente será difícil fazer funcionar um ato de cobrança pelos conteúdos. Onde houver um site cobrando pela informação haverá outro a proporcionando de graça. Quem não se lembra dos primeiros programas de downloads de músicas; sempre que um era fechado pela violação de direito autoral (ou então passava a cobrar pela canção que o usuário estava baixando), surgia outro, com disponibilização gratuita dos arquivos.</p>
<p style="text-align:justify;">O que os grandes veículos de comunicação não compreendem, é que a internet é muito mais do que uma nova mídia onde podem vender informação. A internet é um lugar onde as pessoas podem experimentar a troca livremente, sendo essa muito mais importante que a comercialização da notícia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quanto vale a informação?]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/quanto-vale-a-informacao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/quanto-vale-a-informacao/</guid>
<description><![CDATA[ Por Fabio Ornelas A discussão em torno da cobrança ou não dos conteúdos jornalísticos disponibiliza]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"> <em>Por Fabio Ornelas</em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/computador11779eda_400x2251.jpg"><img class="size-full wp-image-927  aligncenter" title="computador11779eda_400x225" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/computador11779eda_400x2251.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">A discussão em torno da cobrança ou não dos conteúdos jornalísticos disponibilizados na internet, advinda da <a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/leia-integra-da-declaracao-de-hambugo/" target="_blank">Declaração de Hamburgo</a>, abre precedentes para uma série de reflexões.</p>
<p style="text-align:justify;">À primeira vista, a cobrança por estes conteúdos parece ir de encontro à função primordial da internet: o da democratização da informação. Será que existe sentido falarmos de cobrança de notícias em uma rede de comunicação em que até obras literárias já estão sendo disponibilizadas gratuitamente (e na íntegra) a exemplo do que ocorre no site <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp" target="_blank">Domínio Publico</a>?</p>
<p style="text-align:justify;">E afinal de contas, quanto vale a informação? Como estipular o preço de uma notícia? Porque haveremos de pagar por notícias que hoje circulam gratuitamente por redes sociais como o Twitter? São muitos os questionamentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Particularmente, concordo com o <a href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96140" target="_blank">Paulo Rosa Neto</a>, editor-chefe do Adnews, que afirma que &#8220;essas novas “regras” são formas de salvamento das mídias tradicionais, que já migraram para a internet, mas ainda não se adaptaram totalmente ao mundo digital&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A maioria esmagadora dos meios de comunicação tradicionais (jornais, revistas, etc..) ainda mantêm a prática nada estimulante de transpor seus conteúdos na íntegra para a internet, sem qualquer adaptação ou incremento ao meio eletrônico. Você provavelmente já deve ter se perguntado por que continuar comprando um jornal ou uma revista nas bancas se é possível lê-los na internet sem pagar absolutamente nada. Por outro lado, por que pagar por estes mesmos conteúdos na rede quando você já os leu no jornal ou na revista antes? É uma faca de dois gumes.</p>
<p style="text-align:justify;">A declaração de Hamburgo fala que a prática da gratuidade da informação disponível na net &#8220;põe em risco a criação de conteúdos de alta qualidade e o próprio jornalismo independente&#8221;. Mas a que qualidade a declaração se refere haja vista que até mesmo as mais conceituadas empresas jornalísticas se limitam apenas a fazer um Control+C/Control+V de seus conteúdos tradicionais?</p>
<p style="text-align:justify;">Com base nisso, creio que a cobrança de conteúdos informativos na rede só terá sentido a partir do momento em que as empresas de comunicação passarem a investir maciçamente em conteúdos exclusivos (e aprofundados) para a internet. Uma solução viável talvez seja continuar disponibilizando notícias gratuitas  e paralelamente cobrar por matérias mais aprofundadas produzidas exclusivamente para a rede.</p>
<p style="text-align:justify;">Vale observar ainda que a Declaração de Hamburgo defende o jornalismo independente (&#8220;não há democracia sem jornalismo independente&#8221;) mas refere-se apenas ao jornalismo profissional (&#8220;a internet é uma grande oportunidade para o jornalismo profissional&#8221;) ignorando totalmente o emergente &#8221;jornalismo cidadão&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Não seria a declaração, portanto, um recurso para inibir a produção espontânea de conteúdo jornalístico pelo cidadão comum, como se este não fosse um genuíno representante do jornalismo independente e capaz de produzir também conteúdos de qualidade?</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda há muito o que se questionar.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Exercício #5</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conteúdo fechado - Uma atitude desesperada]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/conteudo-fechado-uma-atitude-desesperada/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:20:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/27/conteudo-fechado-uma-atitude-desesperada/</guid>
<description><![CDATA[Por Marina Gazzoni A cobrança de conteúdo on-line pelas empresas de comunicação, como defende o pres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Por Marina Gazzoni</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/fechado.jpg"><img class="size-medium wp-image-907 aligncenter" title="fechado" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/fechado.jpg?w=300" alt="" width="240" height="227" /></a></p>
<p>A cobrança de conteúdo on-line pelas empresas de comunicação, como <a href="http://www.adnews.com.br/midia.php?id=96445" target="_self">defende o presidente da News Corporation, Rupert Murdoch</a>, é uma batalha perdida. Primeiro, porque a cultura de leitura gratuita na internet já está consolidada. Segundo, porque sempre haverá quem oferecerá informação sem custos para o leitor.</p>
<p>Hoje mesmo isso já acontece. O conteúdo da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/" target="_blank">Folha de São Paulo</a>, por exemplo, está disponível na internet apenas para assinantes do jornal ou do <a href="http://www.uol.com.br/" target="_blank">Uol</a>. No entanto, diversos blogs e sites replicam as reportagens do dia na íntegra, oferecendo o mesmo texto gratuitamente para o leitor que fizer uma pesquisa simples no <a href="http://www.google.com.br/" target="_blank">Google</a>.</p>
<p>Cobrar pelo conteúdo on-line é uma atitude desesperada das empresas de comunicação para garantir a receita do seu negócio. É uma decisão errada, pois poucas pessoas estão dispostas a pagar por uma informaçao que terão gratuitamente em sites, blogs, na televisão ou em veículos alternativos.</p>
<p><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/icone_tv.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-910" title="icone_tv" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/icone_tv.jpg?w=107" alt="" width="107" height="150" /></a>Esse erro acontece porque os empresários do setor frequentemente comparam os sites informativos com jornais diários, que custam para o leitor. Na minha opinião, compará-los à televisão é mais adequado e trará também uma visão diferente de como financiar o conteúdo on-line.</p>
<p><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/grana.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-908" title="grana" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/grana.gif?w=114" alt="" width="114" height="150" /></a></p>
<p>O conteúdo da televisão também é gratuito para o telespectador, mas a penetração do veículo em massa e a capacidade de atingir um público segmentado conforme a programação faz o veículo despontar como emissor de mensagens publicitárias. Da mesma forma que ocorre com a televisão, creio que a publicidade é ainda a melhor forma de viabilizar a produção de conteúdo jornalístico on-line. Na minha opinião, ainda há um potencial muito grande inexplorado para o desenvolvimento da publicidade na internet, que ganha força com a redução do custo de computadores e de banda larga, massificando o veículo.</p>
<p>Assim como ocorre com a televisão a cabo, creio que há espaço para conteúdos exclusivos na internet. Mas esses precisam ter uma qualidade superior ao que é oferecido gratuitamente e atingir um nicho específico. Um veículo que explora bem esse conceito é a <a href="http://aeinvestimentos.limao.com.br/" target="_blank">Agência Estado</a>, que oferece conteúdos exclusivos e serviços personalizados para clientes do mercado financeiro. O que realmente não será possível é cobrar pelo feijão com arroz.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exemplo de infografia (New York Times)]]></title>
<link>http://jornalismouniversitario.wordpress.com/2009/11/25/exemplo-de-infografia-new-york-times/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:03:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>amoralis</dc:creator>
<guid>http://jornalismouniversitario.wordpress.com/2009/11/25/exemplo-de-infografia-new-york-times/</guid>
<description><![CDATA[O New York Times fez uma infografia sensacional depois das eleições para prefeito da cidade: eles se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jornalismouniversitario.wordpress.com/files/2009/11/infografia2346782.jpg"><img src="http://jornalismouniversitario.wordpress.com/files/2009/11/infografia2346782.jpg" alt="" title="infografia2346782" width="350" height="293" class="aligncenter size-full wp-image-517" /></a></p>
<p>O <strong>New York Times</strong> fez uma infografia sensacional depois das eleições para prefeito da cidade: eles separam os votos por quarteirão!</p>
<p>E mais: como tinham feito o mesmo trabalho nas eleições de 2005, foi possível comparar os votos recebidos pelo prefeito reeleito, Michael Bloomberg.</p>
<p>Taí uma inspiração para nossas próximas eleições. (<strong><a href="http://novoemfolha.folha.blog.uol.com.br/">Novo em Folha</a></strong>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A tuiteira Ana Paula Padrão]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/24/a-tuiteira-ana-paula-padrao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:28:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/24/a-tuiteira-ana-paula-padrao/</guid>
<description><![CDATA[Por Taís Laporta Gosto de acompanhar o Twitter da Ana Paula Padrão (@anapaulapadrao). E não é só por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/app-no-cenario-do-sbt-credito-roberto-nemanis-sbt.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-774" title="app-no-cenario-do-sbt-credito-roberto-nemanis-sbt" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/app-no-cenario-do-sbt-credito-roberto-nemanis-sbt.jpg?w=300" alt="" width="300" height="189" /></a></p>
<p>Por Taís Laporta</p>
<p>Gosto de acompanhar o Twitter da Ana Paula Padrão <a href="http://twitter.com/anapaulapadrao">(@anapaulapadrao).</a> E não é só porque a considero uma tremenda profissional, muito menos por ela ser bonitona – embora muitos a sigam por causa disso, não duvido. É principalmente porque ela diz o que pensa sem papas na língua na frente de 15.231 seguidores.</p>
<p>Pouco jornalista se comporta como um ser humano normal na rede social. A superexposição da internet assusta muita gente, mesmo o profissional acostumado a ficar na frente das câmeras, no cenário iluminado de um estúdio ou nas ruas. Por trás do computador, qualquer palavra descuidada denuncia a personalidade e as opiniões do repórter ou editor – seria isso um problema? Jornalistas das antigas eram nomes, vozes, mas quase nunca pessoas com vontades e personalidade.</p>
<p>Percebo que grande parte dos profissionais hoje prefere manter o Twitter como um recurso impessoal, como se um robô estivesse por trás das mensagens publicadas, em vez de dedos com carne e osso. Separar a atividade jornalística da de um usuário comum – ou mistura-la – na rede é um dilema ainda a ser superado por muitos na era virtual. Como afirmei num <a href="http://impressao.wordpress.com/2009/11/20/taislaporta-no-twitter/">post anterior</a>, está ficando impossível dissociar estas duas vertentes na internet.</p>
<p>A Ana Paula Padrão pode divulgar <a href="http://www.anapaulapadrao.com.br/">um link com uma reportagem </a>sua sobre um ex-morador de rua que virou artista e, minutos depois, escrever que está cansada e que gostaria de uma folga. Pode ler uma entrevista na coluna da Sônia Racy, por exemplo, e emitir uma opinião em menos de 140 caracteres. Pode também responder na lata aos comentários dos leitores. É uma nova forma de entender o trabalho de um jornalista, mais humana e democrática, talvez. Ana Paula Padrão é uma pessoa, mas também é uma marca. Não faz sentido se comportar em uma rede social como se ela estivesse na tela impenetrável da TV, ou impressa no jornal.</p>
<p><em>* Exercício 3, questão 3.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para saber sobre o futuro da comunicação, não esqueça de visitar o passado]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2009/11/23/para-saber-sobre-o-futuro-da-comunicacao-nao-esqueca-de-visitar-o-passado/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:10:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>charles cadé</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tenho percebido em diversos em conversas e textos (blogs, livros etc.) uma tendência a polarizar a d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tenho percebido em diversos em conversas e textos (blogs, livros etc.) uma tendência a polarizar a d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sérgio Rizzo no Twitter]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/21/sergio-rizzo-no-twitter/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:55:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/21/sergio-rizzo-no-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Por Natalia Sarkis “Jornalista, crítico de cinema e professor”. É assim que o próprio Sérgio Rizzo s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em><img class="aligncenter" src="http://www.sergiorizzo.com.br/upload/photo/sergiorizzo_pb_72.jpg" alt="" width="369" height="492" /></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Por Natalia Sarkis</em></p>
<p style="text-align:justify;">“Jornalista, crítico de cinema e professor”. É assim que o próprio <a href="http://http://twitter.com/sergiorizzo">Sérgio Rizzo</a> se apresenta no twitter. Quando decidi analisar o perfil dele, pensei que encontraria muitos tweets relacionados ao cinema, por se tratar do assunto que mais gira em torno dele. Engano meu.</p>
<p style="text-align:justify;">O seu perfil é muito variados; há desde tópicos sobre o próprio cinema chegando até o futebol, passando por cursos, conversas, respostas de seguidores e assuntos gerais.</p>
<p style="text-align:justify;">Na última, semana, Rizzo tweetou muito sobre futebol. O tema? A famosa mão de Thierry Henry que garantiu a vaga da França na Copa do Mundo de 2010. O assunto rendeu comentários somente sobre ele em um dia inteiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro ponto é que o jornalista atualiza seu microblog diariamente, e não somente uma vez. Retweets, na maioria das vezes com comentários, não são difíceis de encontrar. Sempre que julga que há algo de interesse e que merece destaque, ele repassa para as pessoas que o seguem.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos textos lidos, não há nenhum link colocado para uma matéria, ou artigo assinado pelo autor. Também se pode notar um cuidado no momento de publicar alguma notícia. Percebe-se que tudo o que é repassado diz respeito a algo que já foi publicado previamente.</p>
<p style="text-align:justify;">O twitter de Rizzo é muito dinâmico e abrange. Ele acaba evitando a monotonia ao explorar vários assuntos. Além disso, interage muito bem com seus seguidores, tirando dúvidas de seus seguidores. Em fim, acredito que ele realmente entendeu a real função da plataforma.</p>
<p style="text-align:justify;">Exercício #3 &#8211; questão 3</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Conversando”? Nem tanto...]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/20/%e2%80%9cconversando%e2%80%9d-nem-tanto/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:29:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/20/%e2%80%9cconversando%e2%80%9d-nem-tanto/</guid>
<description><![CDATA[Por Natalia Sarkis Quando se segue o “conversando” da Converse Brasil, pensa-se que o perfil seria m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Por Natalia Sarkis</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/GPZ5fnYFI4Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/GPZ5fnYFI4Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Quando se segue o <a href="http://http://twitter.com/conversando">“conversando”</a> da Converse Brasil, pensa-se que o perfil seria muito mais dinâmico, muito mais a cara da marca. Mas não é bem isso que acontece.</p>
<p style="text-align:justify;"> A maior parte dos tweets dos últimos dias são relacionados a promoções. E muitas vezes, repetidos, possivelmente para chamar a atenção dos que seguem a marca. Estas não fogem muito do lugar comum; o participante responde a uma enquete e pode ganhar um tênis.</p>
<p style="text-align:justify;"> Esse é o tipo de interação mais comum, não só se tratando do “Conversando”, mas na maioria das marcas. O <a href="http://http://www.scribd.com/doc/18384369/Manual-Twitter-Melhor-resolucao-10-MB">Manual do Twitter </a>coloca que distribuir brindes é uma das possibilidades de se usar a ferramenta. Mas ao mesmo tempo, ele ressalta que é importante “não usar o twitter como veículo de propaganda tradicional, disseminando apenas links próprios e mensagens comerciais, sem interagir.” Sim, enquetes são uma forma de interação, mas não a única.</p>
<p style="text-align:justify;"> Ao que parece, “conversando” usa a plataforma apenas como uma maneira mais rápida de fazer os seguidores acessarem o blog oficial da Converse, o <a href="http://http://www.conversation.com.br/">“Conversation”</a>. Há muitas divulgações de links que levam para as matérias do blog. Essa atitude corresponde exatamente a crítica feita acima pelo Manual.</p>
<p style="text-align:justify;"> “Conversando” tenta ser um twitter ligado a pessoas jovens e modernas, o maior consumidor da marca, mas ainda vai demorar um tempo até atingir esse objetivo. Algumas melhorias são necessárias em relação às atualizações – passar a ser diariamente, coisa que hoje não é. Também deveriam repensar o conteúdo dos tweets. Seria interessante ter mais notícias do universo que a marca está inserida, e não somente links para o blog, ou então retweets de perfis seguidos por ela.</p>
<p style="text-align:justify;">Exercício 3 &#8211; questão 2</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seu blog possui audiência ou você construiu uma comunidade?]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2009/11/20/seu-blog-possui-audiencia-ou-voce-construiu-uma-comunidade/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:19:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>charles cadé</dc:creator>
<guid>http://charlescade.com.br/2009/11/20/seu-blog-possui-audiencia-ou-voce-construiu-uma-comunidade/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Você está criando uma comunidade ou uma audiência?&#8221; É dessa forma que o consultor de mí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Você está criando uma comunidade ou uma audiência?&#8221; É dessa forma que o consultor de mí]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[@taislaporta no Twitter]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/20/taislaporta-no-twitter/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:35:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/20/taislaporta-no-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Por Taís Laporta Percebo que cada usuário do Twitter elege um motivo diferente para utilizar esta fe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Taís Laporta</p>
<p>Percebo que cada usuário do Twitter elege um motivo diferente para utilizar esta ferramenta de microblogging que permite o envio de mensagens com até 140 caracteres. Há os perfis que se popularizaram em demasia, como <a href="http://twitter.com/HugoGloss">@HugoGloss</a>, com mais de 100 mil seguidores, que deu vazão a deboches e histerias ao se especializar no humor de celebridades como cover do comediante <a href="http://twitter.com/Evandro_santos_">Cristian Pior</a>, do programa Pânico na TV. Há também os extritamente profissionais,  como o jornalista <a href="http://twitter.com/Bob_Fernandes">@Bob_Fernandes</a>, que desconhecem o texto em primeira pessoa, só postando informações relacionadas ao trabalho.  Há ainda os fakes, porém interessantes, como <a href="http://twitter.com/rodriguesnelson">@rodriguesnelson</a>, que ao incorporar o falecido dramaturgo Nelson Rodrigues, posta máximas esporádicas como se ele estivesse ativo, digitando naquele momento. Confesso que, às vezes, me esqueço que o perfil é falsoe mergulho na literatura do poeta como se fosse criada em tempo real.</p>
<p>Enquanto uma parcela de usuários aproveita o Twitter para ampliar sua influência e rede de contatos profissional, outra parte faz da ferramenta um diário de rápidas confissões e comentários sobre a própria vida pessoal. É comum encontrar perfis cadastrados que começam a seguir um número considerável de pessoas, postam alguma coisa, mas logo se desinteressam e desaparecem do Twitter, embora seus nomes e avatares permaneçam na rede, a exemplo de uma <a href="http://twitter.com/reinforzato">amiga minha</a>.</p>
<p>Analisando friamente meus <a href="http://twitter.com/taislaporta">últimos posts no Twitter</a>, concluo que não sei ao certo o que estou fazendo lá, embora esteja viciada na ferramenta e não consiga passar um dia sequer sem fuçar nela. O fato de seguir e ser seguida ao mesmo tempo por <a href="http://twitter.com/taislaporta/followers">amigos, colegas e desconhecidos</a> me coloca em posição de cautela. Se desejo compartilhar alguma informação sobre meu dia ou almoço, hesito ao lembrar que posso me expor demais para pessoas que nunca vi na vida. Também ocorre o contrário, quando quero postar notícias sobre minha área profissional, o jornalismo, temo que meus amigos não-jornalistas se cansem de tanta informação que não os interessa. Procuro dosar um pouco de tudo.</p>
<p>Minha atuação nesta rede social é, portanto, uma grande salada de pensamentos pessoais e profissionais. Na verdade, não dá distinção: meu perfil de usuária se confunde com o de profissional, formando um pacote &#8220;Tais Humana&#8221; + &#8220;Taís Jornalista&#8221;. Creio que estes dois lados são simplesmente indissociáveis nas redes sociais, a menos que se crie dois perfis e se consiga mantê-los em ordem, tarefa árdua na era da internet.</p>
<p>O Twitter ainda é uma ferramenta com pouca usabilidade e mecanismos frágeis de busca. Lembra muito o Orkut em começo de carreira. Talvez seja essa simplicidade que tenha rendido a atenção que recebeu. Resta saber se redes mais complexas e avançadas como o Facebook conseguirão desbancar o Twitter num futuro não muito distante.</p>
<p><em>* Exercício 3, questão 1</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arnaldo Jabor decepciona no Twitter]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/arnaldo-jabor-decepciona-no-twitter/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:54:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/arnaldo-jabor-decepciona-no-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Por Fabio Ornelas (#faornelas) O perfil do Arnaldo Jabor no Twitter é tão fraco que, à primeira vist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Por Fabio Ornelas (#faornelas)</em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/jabor_livro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-678" title="jabor_livro" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/jabor_livro.jpg" alt="" width="254" height="283" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O <a href="http://twitter.com/Arnaldo_Jabor" target="_blank">perfil do Arnaldo Jabor no Twitter </a>é tão fraco que, à primeira vista, nos leva até a desconfiar se foi ele mesmo quem criou a conta. &#8220;O cineasta com complexo de jornalista, e vice-versa&#8221; (como ele mesmo se autodenomina em sua biografia no site), famoso por seus discursos mirabolantes na rede de televisão, parece não ter encontrado voz na rede social. Ou talvez a limitação de 140 caracteres por postagem tenha podado a sua criatividade.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua última postagem no microblog data do dia 4 de setembro. Trata-se de um link para <a href="http://colunas.jg.globo.com/arnaldojabor/" target="_blank">sua página de colunas no portal Globo.com</a>, que também não passa de uma coletânea de reproduções de seus comentários rocambolescos apresentados no Jornal Nacional. Será que o cineasta-jornalista resolveu tirar férias e repousar na rede social? (talvez isso justifique o papel de parede praiano que ele escolheu para ilustrar o fundo da página) Ou será que o mesmo, jornalista-cineasta, resolveu se contentar em fazer do Twitter um mero link para divulgação de suas colunas?</p>
<p style="text-align:justify;">O fato é que o Arnaldo Jabor, que é inegavelmente criativo, tem desperdiçado o potencial jornalístico do Twitter, limitando-se a utilizar a ferramenta como mero veículo de promoção do seu trabalho na TV. Acontece que, enquanto suas colunas são atualizadas no site da Globo.com, seu perfil no Twitter ficou engessado e não apresenta nenhuma novidade. Seria interessante ver o jornalista expressar suas opiniões sobre os acontecimentos mais recentes (como o apagão que tomou conta do país, ou a polêmica da Uniban) também no microblog. Seria inclusive uma maneira do comentarista, acostumado a falar pelos cotovelos, exercer a concisão. Mas o Jabor sequer definiu se ele representa ele mesmo no Twitter ou o veículo para o qual ele trabalha. Mais grave ainda é a total falta de interatividade, pois quase não há qualquer vestígio de interação com seus seguidos e seguidores.</p>
<p style="text-align:justify;">Investigando algumas postagens anteriores do jornalista, fica evidente o descaso com o microblog: &#8220;Devo me desculpar com meus seguidores pela falta de tempo e da falta de conteúdo depositado aqui, e estou na dúvida se continuo por aqui&#8221;; &#8220;Não gosto de assumir compromissos que não consigo cumprir&#8221; (13 de Agosto). &#8220;Não pretendo divulgar nada por aqui, apenas deixar o fluxo da vida digital seguir livremente&#8230;&#8221; (14 de julho), ou ainda &#8220;Havia me esquecido desta minha aquisição eletrônica, e me surpreendi quando avistei algumas pessoas como meus ditos &#8220;followers&#8221;&#8230;&#8221; (23 de julho).</p>
<p style="text-align:justify;">E para quem tem curiosidade em saber o que o jornalista acha do microblog, basta recorrer a seu post do dia 30 de julho:  &#8220;Twitter é o paraíso dos poetas e filósofos de pensamentos limitados e de frases feitas, que soam como uma obra-prima aos ouvidos leigos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Precisa dizer mais?</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Exercício # 3.3</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rodrigo Bocardi no twitter]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/rodrigo-bocardi-no-twitter/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:56:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/rodrigo-bocardi-no-twitter/</guid>
<description><![CDATA[Por Maria Fernanda Teperdgian Confesso que não pensava em seguir o jornalista global Rodrigo Bocardi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Por Maria Fernanda Teperdgian</em></p>
<p style="text-align:justify;">Confesso que não pensava em seguir o jornalista global <a href="http://twitter.com/rodrigobocardi">Rodrigo Bocardi</a><a href="http://twitter.com/rodrigobocardi"></a>. Primeiro porque não o tenho como um exemplo de jornalista, aliás, longe disso. Segundo, porque em uma coletiva de imprensa pude ficar ao lado dele, e vi apenas um jornalista fazendo perguntas mecânicas e sistemáticas, somente preocupado com sua aparência frente às câmeras.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, procurei segui-lo para conhecer um pouco mais do seu lado profissional. Para isso, me afastei da imagem que havia criado, e passei a observá-lo. O jornalista tem mais de 14 mil seguidores e escreve diariamente sobre sua rotina atual em Nova York. Rodrigo Bocardi está morando nos Estados Unidos como correspondente da Rede Globo, e seus comentários no twitter, em maioria, mostram seu dia a dia na cidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre aeroportos, parques, táxis e restaurantes, o jornalista coloca em cada post suas impressões sobre a cidade, os costumes e hábitos americanos. Como um “diário de bordo”, Bocardi coloca fotos e comenta o que encontra por lá. Por incrível que pareça, os seguidores do jornalista respondem e pedem mais fatos de Nova York, estabelecendo assim uma proximidade que ultrapassa as fronteiras territoriais.</p>
<p style="text-align:justify;">No dia 23 de outubro, Bocardi em agradecimento ao número de respostas do dia escreveu: “Galera, valeu pelos inúmeros comentários sobre a história do avião, sobre as fotos, sobre tantas outras tantas coisas. Tks. Estamos juntos!”. Essa falsa idéia de conhecer o jornalista como se fosse um “amigo”, faz com que mais pessoas se interessem por segui-lo. E ele se mostra simpático, sempre interagindo com o público.</p>
<p style="text-align:justify;">Rodrigo Bocardi também mostra um pouco do seu trabalho. Mas não de forma didática, explicando passo a passo sobre sua profissão. Ele relata que tipo de matéria está fazendo no dia, que eventos vai cobrir, e ao final de cada comentário chama seus seguidores dizendo: “E vamos pro ar”.  Algumas vezes o jornalista faz comentários mais políticos como no caso do apagão, em que ele escreveu:</p>
<p style="text-align:justify;">Ah, tá ! &#8220;Fatores Atmosféricos.&#8221; 1:45 AM Nov 11th from web</p>
<p style="text-align:justify;">E aí ? Já deram a luz nas bandas de baixo ? 1:27 AM Nov 11th from web</p>
<p style="text-align:justify;">O último já saiu? E ele levou a recomendação a sério!! 11:13 PM Nov 10th from web</p>
<p style="text-align:justify;">Galera, sério. Problema em Itaipu &#8211; ao que parece. Economizem a bateria de vocês. from web <span style="text-decoration:underline;">11:11</span> PM Nov 10th</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;">Talvez, a idéia do jornalista seja justamente a de não postar informações jornalísticas, ou ainda comentar sobre assuntos de interesse público. Possivelmente, Bocardi busca utilizar essa ferramenta como forma de se aproximar do público, e estabelecer um retorno sobre seu trabalho e imagem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pega pelo pássaro azul]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/pega-pelo-passaro-azul/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/19/pega-pelo-passaro-azul/</guid>
<description><![CDATA[Por Natalia Sarkis Quando o twitter surgiu, confesso que achei ser uma grande besteira. Tanto que só]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Natalia Sarkis</em></p>
<p style="text-align:justify;">Quando o <a href="http://www.twitter.com">twitter</a> surgiu, confesso que achei ser uma grande besteira. Tanto que só criei uma conta pela necessidade da aula. Logo, não possuo muitos textos publicados no microblog &#8211; apenas 28. Por conta disso, uma análise do <a href="http://www.twitter.com/natalia_sarkis">meu perfil </a>na plataforma será um tanto simples.</p>
<p style="text-align:justify;"> Pelo que publiquei até hoje, a grande parte dos tweets dizem respeito a eventos &#8211; em sua maioria culturais &#8211; que estão para acontecer. Além da divulgação, direta, também faço de uma forma indireta, quando comento os mesmos.</p>
<p style="text-align:justify;"> Em menor número, encontram-se comentários sobre fatos cotidianos, mas sempre de uma maneira geral, coisas que poderiam acontecer com qualquer pessoa andando pela rua. Seria mais como um olhar para a realidade, chamando a atenção para fatos corriqueiros que muitas vezes passam despercebidos.</p>
<p style="text-align:justify;"> Até agora não postei nada no sentido de dar informações sobre o que estou fazendo ou porque estou deixando de tweetar. Conversas com pessoas que estou seguindo ainda é raro; só aconteceu uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;"> O número de atualizações no twitter também varia. Há dias em que não posto nenhuma observação; há dias que faço três seguidas, embora tenho mantido o hábito de entrar diariamente na plataforma. Isso para pelo menos saber o que as pessoas que sigo andam destacando, fazendo de mim mais alguém em busca de algo novo do que uma pessoa compartilhando uma descoberta.</p>
<p style="text-align:justify;"> O que pude notar com o uso contínuo do site é que tendo começado com posts ligados a &#8220;divulgação&#8221; e comentários de eventos, aos poucos fui escrevendo mais sobre os fatos cotidianos que mencionei acima, além de conseguir manter uma linguagem cada vez mais enxuta para os 140 caracteres.</p>
<p style="text-align:justify;"> Através do uso, percebi que essa plataforma vai muito além de um simples microblog onde as pessoas escrevem o que estão fazendo naquele momento. É uma ferramenta muito útil para se obter uma informação poucos minutos depois de ela estar na rede, fazendo com que ela se torne mais ágil, principalmente para nós jornalistas. Fora isso, também podemos pensar o quão o twitter corresponde ao <a href="http://http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/o-surgimento-do-jornalismo-cidadao/">Jornalismo Cidadão</a> (Citizen Journalism); diferentes usuários que não trabalham com a busca pela notícia tweetam aquilo que acham relevantes, o que chamou a atenção deles, permitindo aos outros um acesso a algo que nem sempre é destacado pela mídia.</p>
<p style="text-align:justify;"> Exercício # 3 questão 1</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os quarenta minutos mais bem pagos será?]]></title>
<link>http://ritaallgayer.wordpress.com/2009/11/18/os-quarenta-minutos-mais-bem-pagos-sera/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:29:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>ritaallgayer</dc:creator>
<guid>http://ritaallgayer.wordpress.com/2009/11/18/os-quarenta-minutos-mais-bem-pagos-sera/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Como a vida pode muitas vezes ser um tanto quanto esquisita não? Pois é passamos pensando em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p>Como a vida pode muitas vezes ser um tanto quanto esquisita não? Pois é passamos pensando em porque determinadas coisas acontecem, porque com a gente, blá blá blá e é claro que comigo não foi diferente. Questionava me intrigava chorava me deprimia, vivemos quase que as vinte quatro horas do dia pensando que tudo está errado, não têm como mudar e ponto. Errado, bastaram quarenta minutos na poltrona de uma analista pra perceber, que tudo tem um porque, que nada é por acaso e que tudo tem solução, basta dar tempo ao tempo, correr atrás e nunca, mas nunca perder as forças.</p>
<p>São os quarenta minutos mais bem investidos afinal, nada como alguém digamos “desconhecido”, quer dizer até a primeira consulta, porque depois da segunda é como se fossemos confidentes e verdadeiros amigos de infância. Assim se confirma mais uma teoria, aquela que diz que, quem vê de fora, observa melhor as situações e assim consegue ver com uma melhor clareza cada ponto.</p>
<p>Perdemos anos de nossas vidas buscando no outro, respostas, mudanças, sentimentos, que podem jamais acontecer, mas na verdade no fundo bem no fundinho sabemos que a verdade, a mudança e principalmente as respostas das questões mais importantes de nossas vidas estão sempre dentro de nós mesmos. Mas a pergunta que ainda não tenho resposta é: Se as verdades e respostas estão dentro de nós, por que não as encontramos?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cobrança de conteúdo online]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2009/11/17/cobranca-de-conteudo-online/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:57:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>charles cadé</dc:creator>
<guid>http://charlescade.com.br/2009/11/17/cobranca-de-conteudo-online/</guid>
<description><![CDATA[Na semana passada, a indústria da informação buscou novamente proteger sua atuação. A Declaração de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Na semana passada, a indústria da informação buscou novamente proteger sua atuação. A Declaração de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa de Bar]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/16/conversa-de-bar/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:26:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/16/conversa-de-bar/</guid>
<description><![CDATA[Por Fabio Ornelas (@faornelas)   Posso considerar minha participação no Twitter ainda bastante tímid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Fabio Ornelas (@faornelas)</em></p>
<p> <img class="size-full wp-image-566 alignleft" title="twitter" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/twitter.png" alt="twitter" width="230" height="230" /></p>
<p style="text-align:justify;">Posso considerar minha participação no Twitter ainda bastante tímida (criei <a href="http://twitter.com/faornelas" target="_blank">meu perfil</a> no nosso primeiro dia de aula). Não tenho postado todo dia, apenas ocasionalmente, e posso dizer que mal interagi com outras pessoas. Por enquanto estou adotando uma postura de observador, típica de quem ainda está engatinhando em terreno desconhecido.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde o começo tenho resistido a responder &#8220;o que estou fazendo no momento&#8221; e transformar o microblog em um diário da minha vida. Isto porque pouco me agrada a idéia de auto-exposição que permeia a maioria dos sites de relacionamentos e também porque creio que seja mais interessante (sobretudo a terceiros) compartilhar notícias e experiências que sejam relevantes aos outros também.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso acabei estabelecendo naturalmente um certo critério de postagem: tenho procurado me ater a compartilhar pequenos informes de eventos culturais (sobretudo cinema) que estão acontecendo na cidade e que de alguma forma encontram eco em mim. Assim, sempre que vejo um filme, uma peça teatral ou vou a alguma exposição que acho interessante, posto um pequeno comentário como indicação para que os outros possam tirar proveito também. Desse modo eu consigo unir o útil ao agradável, pois além de prestar um serviço de divulgação, eu me realizo comentando sobre assuntos que tem tudo a ver comigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Até mesmo na única ocasião em que respondi diretamente à pergunta &#8221;o que você está fazendo agora?&#8221;, estava embutida na mensagem a divulgação de um evento cultural: &#8220;Tô indo pro Vale do Anhagabaú ver a apresentação de bonecos gigantes que encerra o ano da França no Brasil&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-574 alignright" title="twitter bird" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/twitter-bird1.jpg" alt="twitter bird" width="384" height="275" /></p>
<p style="text-align:justify;">Outra função que encontrei no Twitter é o de compartilhar reclamações sobre empresas. Já fiz isso duas vezes ao reclamar da espera no atendimento da Ticketmaster Brasil e, mais recentemente, do abuso do site de fidelidade Dotz.com que passou a cobrar comissão de agência de viagem para quem compra passagens aéreas pelo site.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o fato é que ainda me sinto falando sozinho num pátio de hospício (como alega uma das definições do manual), pois sequer as empresas das quais eu fiz reclamações fizeram qualquer contato comigo. Encaro isso como algo natural de alguém que acabou de aderir à ferramenta e creio que com o passar do tempo estarei interagindo bastante com outras pessoas &#8211; diferentemente do que aconteceu com um blog que criei há algum tempo atrás e acabei deixando de atualizar por falta de feedback e interação.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas mesmo quando não há interação, é inegável o poder da ferramenta de disseminar informações, pois ao passo que informamos também somos informados, mesmo que isso às vezes pareça conversa de bêbado via internet, visto que na maioria das vezes a comunicação é unilateral.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, como seguidor, tenho acompanhado perfis culturais como o da <a href="http://twitter.com/bravonline" target="_blank">Revista BRAVO! </a>, do <a href="http://twitter.com/sescsp" target="_blank">SESC</a>, e do <a href="http://twitter.com/guiafolhaonline" target="_blank">Guia da Folha</a>, além de buscar emprego em perfis como o da <a href="http://twitter.com/link_zero" target="_blank">Link Zero</a>, que publica oportunidades de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;">Trocando em miúdos, assim como ocorreu com outros sites da web que viraram sensação da noite pro dia (orkut, youtube, blogger, etc.) encarei o Twitter a priore com certo ceticismo, mas agora que estou no bar - para usar a metáfora do manual que vimos &#8211; estou observando o ambiente, começando a me familiarizar e tomando os meus primeiros goles. Não pretendo com isso me embriagar, mas percebo que não dava mais para ficar totalmente sóbrio em face ao fenômeno dessa incrível ferramenta.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Exercício # 3.1</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na era da web 2.0]]></title>
<link>http://paolacarvalho.wordpress.com/2009/11/15/na-era-da-web-2-0/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 01:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>paolacarvalho</dc:creator>
<guid>http://paolacarvalho.wordpress.com/2009/11/15/na-era-da-web-2-0/</guid>
<description><![CDATA[Há 15 anos os responsáveis pelas pouco mais de 10 mil páginas existentes na internet podiam, unicame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há 15 anos os responsáveis pelas pouco mais de 10 mil páginas existentes na internet podiam, unicamente, colocar suas informações da rede virtual. Nada de intercâmbio nessa via de mão única. Na estrada, chamada de web 1.0, estavam grandes portais, como Yahoo, Aol e Uol. O tráfego intenso de internautas provocou mudanças e esse caminho ganhou mais uma via. Nos últimos anos, os sites permitiram que seus usuários publicassem seu próprio conteúdo. A wikipédia, onde verbetes são criados e editados pelos usuários, é um dos símbolos dessa transformação. Assim como o You Tube, onde é possível postar e acessar vídeos produzidos ao redor do mundo. Mais que isso. A configuração dos novos portais possibilitaram o intercâmbio de informações. Os veículos de comunicação publicam reportagens e os leitores podem criticar, sugerir, dar nota para o que leu, indicar a notícia, votar em enquetes, entre outras formas de participação. No momento, tomam a dianteira as redes sociais: blogs, orkut, facebook, twitter, etc. Muitos acreditam que estamos, aliás, caminhando para a web 3.0, uma internet mais inteligente, mas cujos conceitos e instrumentos estão na linha de largada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre o jornalismo e o consumo digitais]]></title>
<link>http://jolpuc.wordpress.com/2009/11/14/sobre-o-jornalismo-e-o-consumo/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 23:52:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolpuc</dc:creator>
<guid>http://jolpuc.wordpress.com/2009/11/14/sobre-o-jornalismo-e-o-consumo/</guid>
<description><![CDATA[Por Roni Fagundes - follow me O 3º Media On, maior fórum de jornalismo online da América Latina, foi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://twitter.com/Roni_Kane_Citiz" target="_blank">Por Roni Fagundes</a> - follow me</em></p>
<p>O <a href="http://www.mediaon.com.br" target="_blank">3º Media On</a>, maior fórum de jornalismo online da América Latina, foi realizado nos dias 27, 28 e 29/10 pelo Itaú cultural com o apoio da BBC Brasil e da CNN International. Contou com a participação de especialistas em comunicação e jornalismo digital, como <a href="www.twitter.com/srlm" target="_blank">Silvio Meira</a>.</p>
<div id="attachment_2905" class="wp-caption aligncenter" style="width: 467px"><a rel="attachment wp-att-2905" href="http://jolpuc.wordpress.com/2009/11/14/sobre-o-jornalismo-e-o-consumo/media-on/"><img class="size-medium wp-image-2905" title="Media on" src="http://jolpuc.wordpress.com/files/2009/11/media-on.jpg?w=300" alt="Media on" width="457" height="181" /></a><p class="wp-caption-text">Interação no debate com Twitter</p></div>
<p>O especialista falou sobre a mudança comportamental e social que as novas tecnologias estão introduzindo. Nas palavras dele, está acontecendo &#8220;uma explosão cambriana. Estamos na era em que o público virou comunidade&#8221;. Para ele, isso implica que “os jornais perceberam que precisam se adaptar de alguma maneira. Não dá mais para ficar disponibilizando conteúdo apenas no papel. As empresas têm de criar o seu DNA de adaptabilidade. Muita gente está tentando fazer coisas diferentes”.</p>
<p>Da exposição do professor de engenharia de software da universidade federal de Pernambuco, é possível entender que, gradualmente, as formas digitais substituirão as convencionais no jornalismo. A mensagem final de Silvio Meira foi que as redes convergentes e sociais requerem mudanças nos meios de comunicação e no modo como produzem e organizam notícias e informações.</p>
<p>Confira o <a href="http://www.mediaon.com.br/2009/10/29/painel-6-mediaon-discute-consumo-de-conteudo-online-parte-1">fórum sobre consumo de conteúdo online</a> com Silvio Meira e André Mermelstein. Pode mudar sua maneira de pensar o jornalismo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aquecimento global: Brasil define meta para emissão de gases poluentes]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/aquecimento-global-brasil-define-meta-para-emissao-de-gases-poluentes/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:52:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/aquecimento-global-brasil-define-meta-para-emissao-de-gases-poluentes/</guid>
<description><![CDATA[Valeria Bursztein A Agência Reuters publicou extensa matéria sobre a resolução brasileira de definir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-531" title="aquecimento-global[1]" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/aquecimento-global1.jpg" alt="aquecimento-global[1]" width="159" height="155" /></p>
<p>Valeria Bursztein</p>
<p>A <a href="http://br.reuters.com">Agência Reuters </a>publicou extensa <a href="http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE5AC0NJ20091113?pageNumber=1&#38;virtualBrandChannel=0">matéria </a>sobre a resolução brasileira de definir meta de redução de emissões de gases poluentes de até 38,9% até 2020 (base 2005).</p>
<p>A proposta será oficializada em Copenhague na próxima Conferência do Clima, o <a href="http://en.cop15.dk/">COP 15</a>.</p>
<p>Emissões de gases poluentes, como CO2 e o conseqüente <a href="http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/ee/Efeito_Estufa.html">efeito estufa</a>, promovem a elevação da temperatura do planeta&#8230; Aí está o problema.</p>
<p>Mesmo ambiciosa, a meta é menor do que a estabelecida pelo <a href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/estado-de-sao-paulo-aprova-meta-de-reduzir-em-20-emissao-de-co2-ate-2020-20091014.html">Estado de São Paulo</a>, redução de 20% na emissão, que saiu na frente em carreira solo. De qualquer forma, no contexto internacional, a medida é, até agora, uma das mais audaciosas. As propostas da China e Índia, parceiros brasileiros no BRIC, não ultrapassam os 17%.</p>
<p>Uma das questões que circundam o tema é como conciliar o crescimento econômico previsto e o controle da poluição.</p>
<p><img class="size-full wp-image-522 alignleft" title="poluicao1" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/poluicao1.jpg" alt="poluicao1" width="211" height="156" /></p>
<p> “Tem que ser possível?”, dizem os indianos e chineses, reclamando o seu direito de expandir a indústria local tal como aconteceu em outros séculos com os países desenvolvidos.</p>
<p> Vale a ressalva que, de acordo com a Convenção do Clima da ONU, os países considerados desenvolvidos não são obrigados a adotarem metas de redução.</p>
<p>Grandes poluidores como Estados Unidos ainda resistem em definir uma política realmente eficaz para a questão e fazem uso do ainda abstrato conceito do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zUH4NrUY6JU">crédito carbono </a>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-532" title="dilma" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/dilma1.jpg" alt="dilma" width="208" height="151" />Entre as fronteiras verde-amarelas, a discussão é sobre a seriedade da definição de metas. Especialistas dizem que não basta definir um número sem regulamentar em lei os procedimentos a serem seguidos pela indústria. Há ainda os que sugerem que o recente anúncio – da definição de metas de redução – é mais um panfletário discurso que cabe muito bem em tempos de veladas campanhas eleitorais.</p>
<p>O tema é de extrema urgência e merece atenção.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fracassos e sucessos do jornalismo cidadão]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/fracassos-e-sucessos-do-jornalismo-cidadao/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:17:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
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<description><![CDATA[Taís Laporta Jornalismo cidadão é um daqueles termos ainda levados ao extremo: ame-o ou odeie-o. De ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Taís Laporta</p>
<p>Jornalismo cidadão é um daqueles termos ainda levados ao extremo: ame-o ou odeie-o. De fato, para muitos autores como <a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fileadmin/documents/Publications/Red_Kayaks___Hidden_Gold.pdf">John Kelly,</a> ele foi cunhado como a grande salvação do jornalismo, o libertador do monopólio e o ápice da democratização. Uma visão bastante utópica, a meu ver, já que só leva em conta o fato de que a notícia pode ser disseminada por todos em qualquer canal, esquecendo da responsabilidade de noticiar corretamente e com responsabilidade. Esse último argumento é o preferido dos que abominam o termo jornalismo cidadão e seus similares (jornalismo colaborativo, jornalismo participativo etc). Para estes, é um absurdo permitir que qualquer pessoa seja um canal de comunicação aberto, substituindo a velha mídia, que sempre teve o privilégio – aclamado como um direito – de informar com exclusividade. </p>
<p>Levadas ao extremo, ambas as visões pecam por falta de ponderação. O jornalismo cidadão é simplesmente um formato em fase beta, testado por diversos canais no mundo. Cada qual com suas próprias regras. Há grandes fracassos, casos em que sequer há colaboração dos leitores, canais fantasmas que não engataram. Há também grandes sucessos, como o sul-coreano <a href="http://english.ohmynews.com/">OhmyNews,</a> fundado em 2000 em Seul e que hoje possui 55 jornalistas e mais de 100 mil cidadãos repórteres de todo o mundo. Uma coisa é certa: sucesso ou fracasso, esse recurso é visto como fundamental na era da internet, e os veículos não o dispensam, mesmo que mal saibam trabalhar com ele. Nesta apresentação, Ana Maria Brambilla resume bem as mudanças de conceito proprocionadas pelo jornalismo colaborativo: </p>
<p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
<p>Por já ter trabalhado com jornalismo participativo, posso afirmar que o Canal <a href="http://noticias.terra.com.br/vcreporter">Vc Repórter</a>, do Portal Terra, é um exemplo de jornalismo cidadão que funciona, apesar das falhas a serem corrigidas. O maior trunfo deste formato foi colocar jornalistas como peneiras por trás de cada informação enviada pelo leitor. Ou seja, a notícia só será publicada depois que o repórter do Terra tiver avaliado a importância do fato como notícia e apurado todas as informações, confirmando sua veracidade. Fotografias de acidentes, tumultos ou tempestades são checadas e, caso não possam ser confirmadas, vão para a gaveta, por melhores que sejam. Essa é uma forma segura e responsável de não repetir a <a href="http://imezzo.wordpress.com/2007/07/18/uol-erra-e-assume-foto-de-acidente-era-montagem/">gafe histórica </a>do UOL no acidente com o avião da TAM em 2007, quando o canal publicou uma fotomontagem de um homem em chamas. Pegou muito mal. </p>
<p>Um exemplo legal de como o jornalismo cidadão pode funcionar aconteceu em novembro do ano passado, durante as enchentes que devastaram Santa Catarina. O Vc Repórter recebeu, por um período ininterrupto de quase um mês, uma quantidade incontável de fotografias da tragédia, e por trás de cada uma, histórias anônimas que jamais chegariam ao conhecimento do público por outra forma. O jornalismo cidadão é uma realidade positiva e sem volta, mas é preciso saber fazê-lo com responsabilidade, para que não vire um desastre. Neste contexto entra o jornalista. Ele não deveria se sentir ameaçado, pelo contrário, deveria se colocar como peça fundamental deste processo. </p>
<p><em>* Exercício 1, proposta 3 da aula de 7/11</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma história recente quase sem memória]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/uma-historia-recente-quase-sem-memoria/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 02:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/uma-historia-recente-quase-sem-memoria/</guid>
<description><![CDATA[Por Leandro Cacossi Um dos eventos mais trágicos dos últimos vinte anos, certamente, não teve a dime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Por Leandro Cacossi</em></p>
<p style="text-align:right;"><em></em><a href="http://www.pime.org.br/imagens/mmset2004-f13b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-464" title="Genocídio" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/ruanda-abertura.jpg" alt="Genocídio" width="530" height="160" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Um dos eventos mais trágicos dos últimos vinte anos, certamente, não teve a dimensão e propagação que deveria tido. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Genocídio_de_Ruanda" target="_blank">guerra civil</a> instaurada no país africano de <a href="http://www.gov.rw/" target="_blank">Ruanda</a> aconteceu em 1994 e, mesmo numa era em que a mídia televisiva já era muito avançada tecnologicamente, pouco foi exibida para o mundo. Ainda assim, deixou marcas até hoje sentidas profundamente na sociedade local.</p>
<p style="text-align:justify;">Ruanda é, basicamente, formada por 2 grupos étnicos que, apesar das mesmas origens, têm princípios diferentes: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tutsis" target="_blank">tutsis</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hutus" target="_blank">hutus</a>. Ao longo de todo o século XX, os hutus praticamente sempre tiveram o poder em suas mãos.Muitos tutsis acabaram exilados e acuados. Até que, em 1993, um acordo de paz foi selado e acabou-se criando um governo de transição. Apesar disso, no ano seguinte, tropas hutus extremistas (chamadas <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interahamwe" target="_blank">Interahamwe</a></em>) revoltaram-se e acabaram matando cerca de 800 mil pessoas, entre presidentes, gente do governo e civis.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xON22c7pZ6c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xON22c7pZ6c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">O <a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/index.html" target="_blank">National Security Archive</a>, organização independente com base em Washington, nos Estados Unidos, analisou a atuação estadunidense no episódio. Destaca a pouca vontade de intervenção do então governo Clinton. Informações apontam que os Estados Unidos tinham informações suficientes para evitar, inclusive, o início dos ataques dos <em>Interahamwe</em>. O fato é que não havia um interesse direto estadunidense em nada que envolvia Ruanda. Na época haviam outros confrontos que chamavam mais a atenção de Clinton (como os da Bósnia, por exemplo).</p>
<p style="text-align:justify;">Um relatório mais aprofundado acerca da questão Ruanda X EUA pode ser lido no site do <a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB117/index.htm" target="_blank">National Security Archive</a>. Também um bom meio de conhecer a história dos confrontos de Ruanda é o longa “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0395169/" target="_blank">Hotel Ruanda</a>” , que retrata a história real de um gerente de hotel que consegui salvar cerca de 1200 vidas em meio aos conflitos.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mYwuXvA589A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/mYwuXvA589A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">(exercício #2 -aula de 7/11)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O surgimento do Jornalismo Cidadão]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/o-surgimento-do-jornalismo-cidadao/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 01:30:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/14/o-surgimento-do-jornalismo-cidadao/</guid>
<description><![CDATA[Por Natalia Sarkis  Em seu livro Red Kayaks and Hidden Gold: the rise, challenges and value of citiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Por Natalia Sarkis</em></p>
<p style="text-align:justify;"> Em seu livro <em><a href="http://http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fileadmin/documents/Publications/Red_Kayaks___Hidden_Gold.pdf">Red Kayaks and Hidden Gold: the rise, challenges and value of citizen journalism</a></em>, John Kelly apresenta ao leitor o surgimento e as principais características do novo modo de se fazer jornalismo: o Citizen Journalism &#8211; Jornalismo Cidadão, em tradução livre.</p>
<p style="text-align:justify;"> Lendo o texto de Kelly, é impossível não sentir a euforia com que o autor descreve esse novo modelo. O jornalismo cidadão teve o seu advento após o 11 de setembro de 2001. Diz Kelly “O que a mídia da época não esperava fazer era dar voz para qualquer um que quisesse expressar sua raiva, seu lamento, comentar ou dividir emoções sobre os ataques de um modo público. Blogs, entretanto, podem fazer isso.”</p>
<p style="text-align:justify;"> É inegável que essa transformação de leitor, ouvinte e espectador de passivos para ativos traz muitos benefícios. Em palestra no evento mediaon, Joshua Benton, jornalista e diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade de Harvard, citou vários exemplos de pessoas que estão fazendo um trabalho de cobertura muito bom, entre os quais os blogs <a href="http://http://westseattleblog.com/blog/">West Seattle </a>e o <a href="http://http://annarborchronicle.com/">The Ann Arbor Chronicle</a>.  </p>
<p style="text-align:justify;"> Em pesquisa recente do Instituto Vox Populi sobre quais são as mídias de maior credibilidade para o brasileiro, a internet ficou em segundo lugar. Entretanto, isso não impediu que as redes sociais ficassem em último. Portanto isso comprova para nós brasileiros que o importante é ter um grande nome por trás do jornalista. No caso, de um veículo de comunicação, de uma empresa. Outro exemplo envolvendo a mesma questão é quando John Kelly diz que os jornalistas cidadãos não conseguem ter acesso a fontes oficiais por não serem estáveis.</p>
<p style="text-align:justify;"> Kelly aponta ainda a necessidade de abertura do site de quem faz Jornalismo Cidadão a qualquer pessoas para escrever qualquer coisa. Esse é um grande problema. Caímos na questão que nem sempre todos terão algo relevante para dizer. Mas, como definir o que é relevante para esse modelo de jornalismo? Existe um consenso sobre o que realmente é Jornalismo Cidadão? Tudo é passível de virar notícia? Essa acaba sendo uma questão sempre debatida desde o surgimento do jornalismo como conhecemos hoje, aquele da grande mídia. Afinal, o que o Jornalismo Cidadão deve abordar? Qual a distinção entre ele e um blog pessoal? São questões muito complexas que merecem maior discussão. O leitor se tornando alguém ativo e publicando o que vê é muito importante para o trabalho jornalístico. Algumas pessoas se destacarão nesse trabalho, e serão um grande apoio para aqueles que vivem do jornalismo como profissão. </p>
<p style="text-align:justify;"> A meu ver, o que ainda falta é estabelecer quais são os limites do Jornalismo Cidadão.</p>
<p style="text-align:justify;"> (exercício #1 – questão 3 -aula de 7/11)</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Forças militares colombianas sob suspeita de apoiar massacre histórico.]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/13/forcas-militares-colombianas-sob-suspeita-de-apoiar-massacre-historico/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/13/forcas-militares-colombianas-sob-suspeita-de-apoiar-massacre-historico/</guid>
<description><![CDATA[Por Fabio Ornelas   Segundo arquivo publicado no site da National Security Archive, os Estados Unido]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Por Fabio Ornelas</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-554" title="massacre" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/massacre.jpg" alt="massacre" width="472" height="194" /> </p>
<p style="text-align:justify;">Segundo <a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB287/index.htm" target="_blank">arquivo publicado no site da National Security Archive</a>, os Estados Unidos investigam o possível envolvimento das forças militares da Colômbia no massacre de El Salado, uma das mais terríveis e indiscriminadas atrocidades da história colombiana, ocorrida em fevereiro do ano 2000, quando os dois países estavam em negociação para acertar os ajustes finais do pacote de auxílio militar conhecido como Plano Colômbia.</p>
<p style="text-align:justify;">Os massacres, promovidos por um exército paramilitar ilegal que se autodenomina  Forças Unidas de Autodefesa da Colômbia (AUC), duraram cinco dias, período em que centenas destes militares avançaram sobre El Salado, dentre outras cidades locais, deixando para trás um rastro de tortura, terror e sangue, que levou 60 pessoas à morte e deixou milhares de desabrigados, como mostra uma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P2-JODBzdsI&#38;feature=related" target="_blank">série de depoimentos </a>colhidos para um especial de TV promovido pela <a href="http://www.semana.com/noticias-conflicto-armado/conspiracion-silencio-estados-unidos-masacre-salado/129076.aspx" target="_blank">Semana</a>, principal revista periódica da Colômbia.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas enquanto os mentores do terrível massacre foram identificados já faz muito tempo, o potencial envolvimento das forças militares da Colômbia ainda não foi totalmente esclarecido. Oficiais americanos alegam ter motivos para acreditar que as forças militares colombianas facilitaram o massacre ao evacuar  a cidade antes da carnificina começar e ao construir bloqueios nas estradas para retardar a chegada de auxílio humanitário. Isto porque estavam em jogo as negociações do Plano Colômbia.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas alegações corroborariam com o relato <a href="http://www.cnrr.org.co/new09/semanaM/informe_la_masacre_de_el_salado.pdf" target="_blank">&#8220;</a><em><a href="http://www.cnrr.org.co/new09/semanaM/informe_la_masacre_de_el_salado.pdf" target="_blank">La Masacre de El Salado: Esa Guerra No Era Nuestra&#8221;</a> , </em>produzido pela Memoria Histórica, um grupo independente encarregado pela Comissão Nacional em Reparações e Reconciliações da Colômbia de investigar e publicar a história da luta armada no país.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-410 " title="niña" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/nina.jpg" alt="niña" width="245" height="261" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Criança colombiana exibe cópia do relato &#8220;La Masacre de El Salado: Esa Guerra No Era Nuestra&#8221;</dd>
</dl>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A WEB 2.0 E O CIDADÃO COMUM]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/a-web-2-0-e-o-cidadao-comum/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:41:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/a-web-2-0-e-o-cidadao-comum/</guid>
<description><![CDATA[Por Leandro Cacossi O espectador sempre esteve acostumado a ser apenas um passivo para os meios de c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Por Leandro Cacossi</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><a href="http://a1.vox.com/6a00d4142655736a4700d09e5cdd89be2b-pi"><img class="aligncenter size-medium wp-image-328" title="Web 2.0" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/web20.png?w=300" alt="Web 2.0" width="300" height="225" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">O espectador sempre esteve acostumado a ser apenas um passivo para os meios de comunicação. Por maior que fosse a interatividade proposta por emissoras de rádio e TV, por jornais e revistas, o cidadão nunca teve uma voz realmente ativa, capaz de se expressar como queria. Os meios, claro, sempre puderam filtrar e escolher o que iria para o ar, qual carta ia parar no <em>Painel do Leitor</em>, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">A difusão da internet teve como um ponto positivo a aproximação da relação dos meios com seus consumidores. E a posterior chegada da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0" target="_blank">era 2.0 na web</a> efetivou de vez a real participação do cidadão nos meios de comunicação. Os homens deixaram de ser apenas espectadores para também se tornarem comunicadores.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas até que ponto o cidadão comum pode mesmo ser um comunicador, um alimentador de notícias? Até que ponto uma pessoa qualquer pode ter algo relevante a acrescentar a uma notícia?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">O portal <a href="http://www.terra.com.br" target="_blank">Terra</a> abre todas as suas <a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/apagao/noticias/0,,OI4094408-EI14461,00-Itaipu+volta+a+operar+normalmente+apos+apagao.html" target="_blank">notícias</a> para comentários dos leitores. Uma rápida olhada e é possível notar que o espaço de interação que poderia se tornar um debate a respeito daquela notícia, na verdade passou a ser uma lista de piadas e, na “melhor” das hipóteses, um bate-boca político-partidário.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas, afinal, o quanto essas “opiniões” são relevantes e de interesse de outros internautas? Provavelmente a resposta é: nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Obviamente a web 2.0 vai muito além de simples caixas de comentários. O cidadão hoje <strong>faz</strong> a internet. O avanço da tecnologia e o fácil acesso a equipamentos permite a muita gente criar seus próprios <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">vídeos</a> e postá-los na internet, o mesmo valendo para <a href="http://www.podomatic.com/" target="_blank">programas de rádio</a> (os chamados <em>podcasts</em>), entre outras coisas.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-324 alignleft" title="Wikipedia" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/wikipedia-logo.png?w=244" alt="Wikipedia" width="122" height="150" /></p>
<p style="text-align:justify;">Exemplo de site efetivamente feito pelo internauta e por meio de interação é a <em><a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipedia</a></em>, enciclopédia livre em que os verbetes são criados e editados pelos próprios usuários. O jornalista <a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer" target="_blank">Maurício Stycer</a>, em seu blog no IG, <a href="http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/2009/11/05/verbete-de-danilo-gentili-na-wikipedia-e-alvo-de-disputa-e-manipulacao/" target="_blank">relatou</a> no início de novembro um caso de manipulação de informações na enciclopédia virtual: o verbete do humorista Danilo Gentili havia sido manipulado com informações com as quais o próprio Gentili não concordava serem verdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Até que ponto um cidadão comum consegue discernir uma informação verdadeira de uma falsa? Até que ponto ele sabe apurar os fatos (ou mesmo, sabe a necessidade de uma apuração nas notícias)?</p>
<p style="text-align:justify;">Praticamente todos os grandes canais de notícia, hoje, abrem espaço para o internauta mandar a sua notícia, seja ela em vídeo ou em foto. É o caso do <em><a href="http://noticias.terra.com.br/vcreporter" target="_blank">VC Repórter</a></em> do Terra, <em><a href="http://g1.globo.com/VCnoG1/0,,8491,00.html" target="_blank">VC no G1</a></em> do portal de notícias da Globo, entre outros. Mas o princípio básico para que uma informação dessas seja publicada é a <strong>apuração</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">A internet ainda é um meio muito novo na vida das pessoas. Em pouco tempo de existência, mudou radicalmente conceitos que tantos anos demoraram a se consolidar. Nada no mundo virtual é “fechado”, a cada momento novidades surgem e outras tantas ficam obsoletas e vão sendo esquecidas.</p>
<p style="text-align:justify;">O cidadão comum vai angariando seu espaço, aumentando sua importância e deixando clara a sua liberdade e sua força no mundo virtual. Mas só o tempo mostrará se esses novos “comunicadores” poderão mesmo ser chamados de “jornalistas cidadãos”, ou se continuarão a ser apenas as fontes de informação.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">(exercício #1 &#8211; questão 3 -aula de 7/11)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Problemática dos Blogs]]></title>
<link>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/a-problematica-dos-blogs/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:40:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>cursoblogcorp</dc:creator>
<guid>http://impressao.wordpress.com/2009/11/11/a-problematica-dos-blogs/</guid>
<description><![CDATA[Por Fabio Ornelas Em seu livro &#8220;Red Kayaks and Hidden Gold&#8221; o escritor e jornalista John]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><em>Por Fabio Ornelas</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-314 aligncenter" title="blogs" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/blogs.jpg" alt="blogs" width="279" height="279" /></p>
<p style="text-align:justify;">Em seu livro <a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fileadmin/documents/Publications/Red_Kayaks___Hidden_Gold.pdf" target="_blank">&#8220;Red Kayaks and Hidden Gold&#8221;</a> o escritor e jornalista John Kelly destaca o blog como uma ferramenta singular no contexto do chamado &#8221;jornalismo cidadão&#8221;. Isto porque os blogs exerceram papel crucial na passagem dos leitores de meros receptores de informação a produtores de conteúdo, a ponto de representar uma ameaça e até mesmo abalar as velhas estruturas do jornalismo tradicional .</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Havia um receio de que os blogs existissem de alguma maneira fora da esfera objetiva jornalística. Os jornais demoraram para adotar os blogs, enxergando no seu estilo formal livre e sem edição algo de antiético ao jornalismo tradicional&#8221;, diz o autor.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a problemática dos blogs vai além da mera questão formal &#8211; ela é acima de tudo uma questão de conteúdo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto no aspecto formal os blogs são definidos como uma coletânea de posts em ordem cronológica negativa, produzidos por um ou mais autores, geralmente incluindo links para outros sites (ou seja, quase não há variações de nível formal, salvas algumas variáveis estéticas); no aspecto conteudista eles podem variar radicalmente, oscilando desde histórias investigativas, narradas de maneira objetiva e com credibilidade, até textos altamente subjetivos que pouco ou absolutamente nada teriam de cunho &#8220;jornalístico&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é de se admirar, portanto, que os motivos que induzem esses &#8220;cidadãos comuns&#8221; a publicarem seus textos na internet sejam de natureza igualmente diversas. Em função disso, John Kelly nos apresenta uma relação de fatores motivantes que levariam uma pessoa a manter um blog na rede mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Vejamos a seguir algumas dessas motivações, exemplificando com blogs brasileiros.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por reconhecimento ou para reafirmar a própria reputação:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Kelly destaca a possibilidade de um indivíduo se tornar popular e ser reconhecido nos mais diversos nichos como um dos principais fatores motivantes para as postagens em blogs. No caso de pessoas já reconhecidas do grande público, ou celebridades, o blog pode ser uma ferramenta poderosa para reafirmar a notoriedade do blogueiro.</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/"><img class="aligncenter" title="topo_index" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/topo_index.gif" alt="topo_index" width="490" height="169" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">No Brasil temos como exemplo o <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/" target="_blank">Blog do Tas</a>. Nele o apresentador de TV <a href="http://twitter.com/maRcelotas" target="_blank">Marcelo Tas</a>, notabilizado atualmente como um dos apresentadores do fenômeno de televisão <a href="http://www.band.com.br/cqc/" target="_blank">CQC</a>, utiliza o blog para divulgar seus trabalhos e se autopromover, como fica explícito no post &#8220;Tas, 50&#8243; em que ele celebra os seus 50 anos de vida, com direito a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ivi00Sf4csc&#38;feature=player_embedded" target="_blank">vídeo do Youtube</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por ativismo:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Neste caso a principal motivação do autor é uma causa. O blogueiro se identifica com uma causa (política, social, ambiental, etc.) e busca através de seus posts chamar a atenção de seus leitores para esta causa com o objetivo de engajá-los.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://dilma13.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-313" title="BANNER -3 BlogDILMA" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/banner-3-blogdilma2.jpg" alt="BANNER -3 BlogDILMA" width="490" height="146" /></a> </p>
<p style="text-align:justify;">Um exemplo atual de blog ativista no Brasil é o <a href="http://dilma13.blogspot.com/" target="_blank">Blog da Dilma</a>, que se aproveita do <a href="http://3.bp.blogspot.com/_nIhHylcueUs/SsfQ_Ig55_I/AAAAAAAAc6A/zD9Xq3crZZ0/S335/Dilma2010.jpg" target="_blank">selo dos Jogos Olímpicos </a>de 2016 no Rio para promover a ministra <a href="http://twitter.com/blogdadilma13" target="_blank">Dilma Rouseff </a>como candidata à disputa presidencial de 2010, incluindo artigos sobre a petista e uma enquete prévia das eleições de 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">Obs: é claro que o referido blog também não deixa de ser uma maneira de promover o reconhecimento e inflar a reputação da candidata para as próximas eleições, mostrando que os motivos para a criação e manutenção de um blog pode partir de uma ou mais motivações.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para criar um senso de comunidade:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> Outra das principais motivações para a criação de blogs é a possibilidade de agregar pessoas que tem interesses em comum e pensam mais ou menos da mesma maneira para discutir questões de interesse do grupo.</p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://papocalcinhaparte2.blogspot.com/"><img class="aligncenter" title="calcinha" src="http://impressao.wordpress.com/files/2009/11/calcinha.jpg" alt="calcinha" width="330" height="222" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"> É o caso do blog brasileiro <a href="http://papocalcinhaparte2.blogspot.com/" target="_blank">Papo Calcinha</a>, criado com o intuito de promover &#8220;reflexões sobre os encontros e desencontros da vida sob uma ótica feminina e inteligente&#8221;, que com pouco mais de 300 seguidores (ou melhor, seguidoras) já figura entre os TOP 3 blogs eleitos pelo júri popular do portal <a href="http://www.topblog.com.br/index.php" target="_blank">Top Blog</a> na categoria Comunicação a ponto de vender <a href="http://s300.photobucket.com/albums/nn29/egitode/?action=view&#38;current=calcinhaPubli2.gif" target="_blank">espaços publicitários no blog</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Outros fatores:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Mais dois fatores motivantes para a criação de blogs são mencionados por Kelly em seu livro: a necessidade de se expor (uma cultura bastante comum sobretudo nos sites de relacionamentos) e o simples prazer de criar ligado à arte de fazer blogs.</p>
<p style="text-align:justify;">Independente da motivação que explique a existência de um blog, o fato é que os blogs se tornaram mecanismos poderosos de expressão individual e coletivos capazes de influenciar a mídia tradicional e ditar novos rumos para o jornalismo e a comunicação em geral. O resultado disso é que cada vez mais jornais e jornalistas estão se voltando para os blogs como fonte de informações para suas pautas. Afinal, como o próprio John Kelly ressalta, os blogs tem um poder multiplicador da notícia. &#8220;À medida em que mais e mais blogs se ligam a um artigo, ou uns aos outros, uma história pode ter uma vida além do ciclo noticiário tradicional&#8221;, diz.</p>
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