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	<title>jornalismo-participativo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jornalismo-participativo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jornalismo-participativo"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 13:04:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O Google Wave e as mudanças no jornalismo]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/24/o-google-wave-e-as-mudancas-no-jornalismo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 08:24:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/24/o-google-wave-e-as-mudancas-no-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[Como o Google Wave está contribuindo para o jornalismo? Leah Betancurt cita, em bom artigo no Mashab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como o Google Wave está contribuindo para o jornalismo?</p>
<p>Leah Betancurt cita, em <a href="http://mashable.com/2009/11/22/news-media-google-wave/" target="_self">bom artigo no Mashable</a>, pelo menos quatro grandes áreas onde já é possível perceber interferências do produto, saudado como uma grande plataforma colaborativa _e, de fato, um instrumento interessante para agregar sua audiência num espaço público.</p>
<p>1. Para engajar o público e gerar mais participação;<br />
2. Como &#8220;praças públicas&#8221;, ou Ágoras modernas;<br />
3. No planejamento de novas ferramentas para as redações;<br />
4. Para incentivar a criação de novas ondas por meio de insights em blogs;</p>
<p>No Brasil, a revista Época foi o primeiro veículo do mainstream a criar um Wave público. A <a href="http://interatores.ning.com/profiles/blogs/o-epoca-wave-uma-experiencia" target="_self">descrição do produto</a> vai bem ao encontro do que citou Betancourt.</p>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO</strong>: A Dora Matos, nos comentários, mostra que o <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/11/24/o-google-wave-e-as-mudancas-no-jornalismo/#comment-2250" target="_self">Guardian também já abriu o olho para a novidade</a>. E Sérgio Lüdtke, o comandante de Época On-line e cabeça por trás do Wave do veículo, responde ao meu chamamento e nos <a href="http://interatores.ning.com/profiles/blog/show?id=2334583%3ABlogPost%3A8349&#38;xgs=1&#38;xg_source=msg_share_post" target="_self">conta a quantas anda a experiência</a> por lá.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos melhorar o jornalismo na Wikipedia?]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/22/vamos-melhorar-o-jornalismo-na-wikipedia/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 09:44:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/11/22/vamos-melhorar-o-jornalismo-na-wikipedia/</guid>
<description><![CDATA[Pede-se melhorar o termo &#8220;jornalismo&#8221; na Wikipedia. Várias coisas erradas, clichês, boba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pede-se melhorar o termo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo" target="_self">&#8220;jornalismo&#8221; na Wikipedia</a>.</p>
<p>Várias coisas erradas, clichês, bobagens&#8230; e uma bibliografia de meter medo.</p>
<p>Vou começar a meter a mão. Sugiro um mutirão. Vamos ver até onde vai o poder da inteligência coletiva num ambiente tão controlado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reuters e jornalismo cidadão]]></title>
<link>http://tecjor.wordpress.com/2009/09/27/reuters-e-jornalismo-cidadao/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 00:16:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>tecjor</dc:creator>
<guid>http://tecjor.wordpress.com/2009/09/27/reuters-e-jornalismo-cidadao/</guid>
<description><![CDATA[Jornalismo cidadão O Reuters Institute for the Study of Journalism publicou neste mês um livrinho in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 236px"><a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fileadmin/documents/Publications/Red_Kayaks___Hidden_Gold.pdf" target="_blank"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_NOB8IEK0yUE/SrQHSQOjM3I/AAAAAAAAJfQ/zEX1eOiiWTI/s320/ScreenHunter_02+Sep.+18+19.08.gif" alt="livro da Reuters" width="226" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Jornalismo cidadão</p></div>
<p>O <a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/index.html" target="_blank">Reuters Institute for the Study of Journalism</a> publicou neste mês um livrinho interessante sobre &#8220;<strong>o aumento, os desafios e o valor do jornalismo cidadão</strong>&#8220;, como sugere seu subtítulo.</p>
<p>De tamanho reduzido (menos de 50 páginas) e fácil leitura, a publicação explora, basicamente:</p>
<p>- os aspectos mais básicos do tema (&#8220;<strong>technology makes every citizen a publisher</strong>&#8220;), lançando definições e revisando conceitos;</p>
<p>- a adoção do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jornalismo_cidad%C3%A3o">jornalismo cidadão</a> pela <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mass_media">grande mídia</a> e o processo de adaptação que isso exigiu;</p>
<p>- a eleição de Barack Obama (o grande estudo de caso ainda por um bom tempo);</p>
<p>- alguns exercícios de futurologia. Destaco aqui a questão da <strong>busca por atenção na rede</strong>, algo que tem sido discutido em muitos estudos. Para os autores do livro, mesmo com as facilidades oferecidas pelas tecnologias digitais e com a baixa barreira de entrada para quem quer se tornar um produtor de conteúdo, &#8220;it will be nearly as difficult to launch a successful stand-alone citizen journalism project in the network age as it was to launch a newspaper or television station in the broadcast age&#8221;.</p>
<p><a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/fileadmin/documents/Publications/Red_Kayaks___Hidden_Gold.pdf" target="_blank">Download gratuito do livro</a></p>
<p><a href="http://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/publications/risj.html">Demais publicações do RISJ</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo colaborativo ganha força em O Globo]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/21/jornalismo-colaborativo-ganha-forca-em-o-globo/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 09:32:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/21/jornalismo-colaborativo-ganha-forca-em-o-globo/</guid>
<description><![CDATA[Muito legal a iniciativa do jornal O Globo na campanha &#8220;Dois Gritando&#8220;, que tenta incent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Muito legal a iniciativa do jornal O Globo na campanha &#8220;<a href="http://www.doisgritando.com.br" target="_self">Dois Gritando</a>&#8220;, que tenta incentivar o   jornalismo hiperlocal e a colaboração, contando para isso com a participação de seus leitores.</p>
<p>Pelos próximos três meses, o jornal vai publicar reportagens exclusivas baseadas em informações   prestadas ou sugeridas por seus clientes. Trinta e seis temas (favelização e rua sem calçamento são   dois exemplos) foram destacados inicialmente, mas o leitor pode incluir outros.</p>
<p>É o tipo de iniciativa adequada à necessidade de conversação com o público, mas me preocupa   seu caráter temporário. Não podemos nos dispor a ouvir as pessoas por apenas três meses: é um trabalho   de formiguinha interminável.</p>
<p>Se bem que O Globo é, de longe, o jornal brasileiro com maior diálogo com seu público. Basta lembrar das vezes em que material do Eu Repórter, o canal permanente de participação do periódico, apareceu nas páginas do produto impresso.</p>
<p>De toda forma, uma vez mais é O Globo _até por sua característica provinciana, mesmo sendo um jornalão_  quem se mostra mais preocupado com o que as pessoas estão falando, discutindo e se incomodando.</p>
<p>Aliás, sobre o provincianismo que citei acima: está certíssimo. Jornais com pretensões de alcance nacional, em geral, não conseguem atingir seus objetivos fora da sede e, ainda por cima, decepcionam o leitor da cidade onde são publicados. Em resumo: não consegue cobrir o país adequadamente, e ainda deixa brechas locais porque tem de gastar papel com assuntos gerais nacionais.</p>
<p>Passou da hora de derrubar esse tabu.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuidado: pessoas imitando jornalistas]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/15/cuidado-pessoas-imitando-jornalistas/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 16:05:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/15/cuidado-pessoas-imitando-jornalistas/</guid>
<description><![CDATA[Hoje um amigo jornalista me contou o pedido de socorro de um colega de trabalho da área de tecnologi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje um amigo jornalista me contou o pedido de socorro de um colega de trabalho da área de tecnologia de informação, instado em sua faculdade a entrevistar alguém para uma tarefa acadêmica.</p>
<p>Curioso, mas as pessoas sempre querem agir como jornalistas. O colega do amigo, leigo, queria saber quais os formatos de entrevista e como fazê-las.</p>
<p>Meio chato, porque a mobilização sem vícios é, sempre, mais útil. E o que garante o mosaico que dá origem à verdadeira colaboração que está por trás do conceito de jornalismo participativo.</p>
<p>O que você, cidadão, quer realmente saber? Sempre renderá mais do que simplesmente reproduzir hábitos e indagações de repórteres profissionais. Repórteres ganham a vida pra perguntar, você não. Pergunte o que quiser saber, de verdade. Funcionará bem melhor. Não há liturgia, apenas pergunta boa e pergunta ruim.</p>
<p>No geral, o jornalista tem um propósito: seu lide. A informação ou frase que resolverá a principal tarefa do dia.</p>
<p>O restante da humanidade, que também diariamente analisa, apura e difunde informação), não tem essa amarra formal. Ideias preconcebidas sobre o que são perguntas ou respostas, definitivamente, nada acrescentam ao processo.</p>
<p>Amador ou profissional, o jornalismo é, e faz tempo, uma conversa em que se buscam versões, explicações e análises.</p>
<p>Deixem o lado chato e protocolar com a gente e cuidem do resto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O dia em que o jornalismo cidadão foi notado]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/11/o-dia-em-que-o-jornalismo-cidadao-foi-notado/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 07:49:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/09/11/o-dia-em-que-o-jornalismo-cidadao-foi-notado/</guid>
<description><![CDATA[Nova York arrasada: foto do acervo do museu que lembra o maior acontecimento jornalístico de todos o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2063" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://makehistory.national911memorial.org/photos/27392"><img class="size-full wp-image-2063" title="911_nyc_fumaça" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/09/911_nyc_fumaca.png" alt="Nova York arrasada: foto do acervo do museu que lembra o maior acontecimento jornalístico de todos os tempos _e também o mais registrado por não jornalistas na história" width="500" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Nova York arrasada: foto do acervo do museu que lembra o maior acontecimento jornalístico de todos os tempos _e também o mais registrado por não jornalistas da história</p></div>
<p>É consenso acadêmico que os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, mais especificamente os que   tiveram o World Trade Center como alvo, são o evento mais registrado de todos os tempos. Foi o momento   em que todos os olhos do mundo estavam voltados para aquelas duas torres glamourosas que, de repente,   ruíram.</p>
<p>&#8220;Dizem que 11/9 foi o acontecimento mais registrado digitalmente em nossa história. E nós estamos   convidando as pessoas a nos ajudar a contar essa história&#8221;, conta Alice Greenwald, diretora do <a href="http://www.national911memorial.org" target="_self">museu   que recordará a data</a> _e que será inaugurado apenas em 2012.</p>
<p>Porém já está no ar, sob a chancela da curadoria do novo museu, um site provisório com centenas de registros   dos ataques, num belo exemplo de convivência pro-am _material profissional e amador mesclado,   jornalistas e testemunhas contando juntos um fato histórico que mudou a humanidade.</p>
<p>O museu tem um projeto, o <a href="http://makehistory.national911memorial.org" target="_self">Make History</a>, que conclama os cidadãos a encaminhar registros que, seja por   descuido, esquecimento, falta de iniciativa ou luto familiar, estejam depositados em algum cartão   fotográfico ou disco rígido.</p>
<p>O material que já está no ar é muito bom e nos relembra, fortemente, o dia em que o jornalismo cidadão   foi notado. É um momento decisivo para o que viria a acontecer ao próprio jornalismo nos anos   seguintes.</p>
<p>A coleção tem registros não mostrados na televisão, como restos de corpos, uma poltrona de avião, fotos de família. Arrasador.</p>
<p>Mas um museu sempre quer mais relíquias.</p>
<p>Nada mais adequado que recorrer a quem melhor cobriu o fato _o cidadão, atônito diante do cataclisma.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mídias sociais para estudantes de jornalismo]]></title>
<link>http://carineroos.wordpress.com/2009/08/05/midias-sociais-na-sala-de-aula/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 00:09:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carine Roos</dc:creator>
<guid>http://carineroos.wordpress.com/2009/08/05/midias-sociais-na-sala-de-aula/</guid>
<description><![CDATA[A convite da professora Mônica Prado, que foi minha orientadora da pesquisa de graduação, dei uma au]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A convite da professora Mônica Prado, que foi minha orientadora <a href="http://carineroos.wordpress.com/files/2009/07/20561472.pdf">da pesquisa de graduação</a>, dei uma aula informal sobre mídias sociais para os alunos do sexto semestre de Jornalismo Contemporâneo do Uniceub. Achei a iniciativa bem legal e uma oportunidade de falar de um tema que gosto bastante e o melhor, para futuros jornalistas.</p>
<p>Comecei falando que a estrutura em rede do ciberespaço permite a possibilidade de qualquer pessoa ser produtora de notícias. Não mais no esquema um –&#62;todos como acontece nas mídias convencionais, mas num esquema que também pode ser um –&#62; todos, mas também todos &#60;-&#62; todos, todos &#60;– um, e até mesmo um&#60;-&#62;  um. O fato é que com a liberação do pólo emissor, os jornalistas não possuem mais o controle da informação, muito menos do processo de produção da notícia. É isso que faz a internet ser tão fascinante e ao mesmo tempo tão desafiadora para os profissionais de comunicação.</p>
<p>Sob os olhos atentos daquela gurizada, falei o que eram as mídias sociais e suas várias plataformas que permitem a participação e interação do cidadão na rede, a diferenciação entre jornalismo colaborativo &#8211; quando o cidadão participa de maneira limitada do processo de produção da notícia, apenas comentando, enviando fotos, sugestões, críticas às matérias – e de jornalismo participativo – quando o cidadão participa de todas as etapas do processo de produção da notícia, desde a busca de pautas, apuração, escrita e divulgação.</p>
<p>Toquei também na importância de olhar a internet como uma ferramenta de trabalho do jornalista, ou seja, utilizar ela a seu favor, e não vê-la como concorrente ou inimiga. Trouxe exemplos como o do jornal americano New York Times que várias vezes já citou e divulgou matérias do <a href="http://globalvoicesonline.org/">Global Voices</a>, um observatório de blogues internacionais feito por cidadãos de vários países. Da mesma forma, mencionei que os sites de notícias <a href="http://www.clarin.com/weblogs/">El Clarín</a> e o <a href="http://www.elpais.com/blogs/">El País</a> permitem a qualquer cidadão criar blogues pelas suas próprias páginas na internet.</p>
<p>Comentei sobre a relevância de igualar os blogueiros no mesmo status que os jornalistas, no sentido de divulgar notícias, e que muitas vezes escrevem com maior competência que os próprios profissionais formados. Mencionei sobre a importância do <a href="http://twitter.com/">twitter</a> hoje não só para informar, mas também para divulgar informações a partir do “seguimento” de pessoas que trazem informações contundentes e que atuam nas redes.</p>
<p>Expliquei sobre a importância da contra-informação gerada pelo ciberespaço por colaboradores e cidadãos noticiando a situação de Honduras e a violação dos direitos humanos após a censura dos meios de comunicação nesse país e a deposição do presidente, Manuel Zelaya, por um golpe de Estado.</p>
<p>Frisei o cuidado e a responsabilidade hoje, mais do que nunca, em divulgar informações já que elas podem ser desmentidas, criticadas, questionadas de imediato por qualquer cidadão em seu blog ou mídia social.</p>
<p>Se a rapazeada vai passar a escrever num <a href="http://wordpress.com/">blog</a> ou abrir uma conta no<a href="http://twitter.com/"> twitter</a>, isso eu já não sei. Mas o recado foi dado, e a lição foi apreendida, uma vez que o retorno dos comentários foram surpreendentes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O cidadão pede participação na notícia e a Agência Brasil nega]]></title>
<link>http://carineroos.wordpress.com/2009/08/01/o-cidadao-pede-participacao-na-noticia-e-a-agencia-brasil-nega/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 16:07:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carine Roos</dc:creator>
<guid>http://carineroos.wordpress.com/2009/08/01/o-cidadao-pede-participacao-na-noticia-e-a-agencia-brasil-nega/</guid>
<description><![CDATA[Após toda a discussão gerada pelo meu TCC, &#8220;As percepções dos jornalistas da EBC sobre mídias ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Após  toda a discussão gerada pelo meu TCC, <a href="http://carineroos.wordpress.com/files/2009/07/20561472.pdf">&#8220;As percepções dos jornalistas da EBC sobre mídias sociais&#8221;</a>, e com o post de 21 julho <a href="http://carineroos.wordpress.com/2009/07/21/resposta-ao-editor-executivo-da-agencia-brasil-sobre-minha-pesquisa/">&#8220;Resposta ao editor-executivo sobre minha pesquisa&#8221;</a> e uma parte da reprodução desse debate no blog Trezentos com o post <a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=2325&#38;owa_from=feed&#38;owa_sid=">&#8220;EBC, Agência Brasil e Mídias Socias: verdades e mentiras&#8221;</a>, agora a declaração parte de Paulo Machado, ouvidor adjunto da EBC, sobre a falta de participação do cidadão com a notícia na Agência Brasil. Paulo Machado alerta que recebe várias reivindicações de leitores pedindo maior participação nesse veículo, ao menos pela via do comentário. O ouvidor da EBC também relata que não houve avanços das ferramentas tecnológicas na ABr para que a participação do cidadão com a notícia se efetivasse e os motivos seriam estruturais e editoriais, assim como, a Abr editorialmente tem reagido às mensagens que chegam pelo ouvidor &#8220;como se ao leitor coubesse apenas receber a informação pronta e acabada, pos parecem que as sugestões nunca surtem efeitos práticos&#8221; . Segue o texto, na íntegra, feito <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/07/31/materia.2009-07-31.5462863816/view">por Paulo Machado em sua coluna.</a></p>
<p><span> JORNALISMO E A PARTICIPAÇÃO DO CIDADÃO</span></p>
<p><span>31 de Julho de 2009 &#8211; 11h21 </span><span></span></p>
<p><em><strong>Paulo Machado</strong><br />
Ouvidor Adjunto da EBC</em></p>
<p>Brasília &#8211; Muitos leitores têm escrito para a Ouvidoria reivindicando novas formas de acesso aos conteúdos da Agência Brasil ou ainda espaço para que possam publicar seus comentários e opiniões sobre os assuntos tratados nas matérias. A acessibilidade para pessoas com diferentes tipos de deficiência também tem sido objeto das mensagens.</p>
<p>No canto superior esquerdo desta Coluna há um símbolo, por meio do qual o leitor pode acessar um formulário e enviar seu comentário com críticas e sugestões sobre o presente conteúdo. Experimente. Esse mecanismo de interatividade foi criado em 2006 quando inaugurado o novo site da ABr. O símbolo também leva o leitor a saber quais são as ferramentas previstas para interagir com o site e como utilizá-las, por exemplo, para publicar notícias, fotos, vídeos e áudios em sua página pessoal, além de conhecer alguns dos princípios da comunicação pública.</p>
<p>Naquela oportunidade, ao licenciar o novo site em Creative Comuns (*), os gestores da ABr davam os primeiros passos para a prática do jornalismo colaborativo que, com o tempo, poderia se transformar em jornalismo participativo. De lá para cá, as ferramentas tecnológicas evoluíram muito, mas essa evolução não foi acompanhada pela Agência Brasil e a interatividade e a participação do cidadão não avançaram. Questões estruturais e editoriais, mantiveram os leitores como meros receptores da notícia fazendo a comunicação de mão única nos moldes praticados pela mídia convencional.</p>
<p>A novidade em termos de canais de participação do cidadão foi a implantação desta Ouvidoria que desde 2007 constitui-se em uma possibilidade real de que a comunicação faça o caminho inverso, levando a opinião do leitor à redação. Mas os efeitos práticos dessa participação dependem basicamente da boa vontade do gestor de plantão. Alguns jornalistas são refratários às críticas dos leitores e não abrem mão de seu poder de decidir sobre a verdade. Outros já perceberam o quanto esse retorno é importante para saber como o leitor recebe a informação. Mas ainda estamos longe do jornalismo participativo nas páginas da ABr.</p>
<p>O leitor Jairo de Albuquerque foi um dos muitos que escreveram para a Ouvidoria procurando uma forma de manifestar suas opiniões sobre os conteúdos veiculados nas matérias da Agência Brasil.</p>
<p>Comentando duas notícias que tratavam da Marcha dos Prefeitos à Brasília o leitor fez uma análise do Sistema Tributário Nacional, sugeriu a convocação de uma assembleia constituinte para rediscutir o papel do município na Federação e falou até das responsabilidades do município na formulação e execução das políticas públicas. Se fosse publicada em um espaço apropriado, a mensagem do leitor daria margem a uma importante discussão sobre o tema, principalmente se o referido espaço permitisse que outros leitores contribuíssem com suas opiniões e informações. Seria uma forma da ABr se constituir literalmente em espaço público que abrigasse o debate democrático sobre as questões de interesse nacional.</p>
<p>Sobre os comentários do leitor a Agência Brasil respondeu: “É a opinião do leitor. Não creio que seja necessária alguma resposta.”</p>
<p>Outro exemplo de leitor que gostaria de manifestar sua opinião foi dado por Jackson Emanuel que escreveu: “Gostaria do direito de resposta à notícia recentemente publicada sobre as 50 ações do governo que visam favorecer a comunidade LGBT. Segue um artigo em anexo, se for possível publicar ficarei grato.” Em seu artigo Jakson defende pontos de vista contrários às ações do governo. A Ouvidoria explicou a ele não se tratar de direito de resposta como solicitou, pois não foi citado nas matérias, mas sim do direito a opinar sobre políticas públicas e portanto contribuir para o debate e a formação da opinião do público. Mas a ABr não tem espaço para esse tipo de participação do leitor.</p>
<p>Por ultimo lembramos das dezenas de mensagens de leitores que recebemos com sugestões de pautas, abordagens e enfoques, alem de indicações de possíveis fontes para serem ouvidas nas matérias. São leitores querendo ajudar a fazer o jornalismo cidadão, participar da elaboração da notícia e, quem sabe, até fazer a reportagem sobre um determinado assunto. Essas mensagens são encaminhadas pela Ouvidoria para a Agência Brasil e a resposta é sempre a mesma: “agradecemos a participação do leitor”, ou eventualmente, “vamos levar em consideração suas observações”. A ABr, além de não ter ferramentas tecnológicas que permitam a interação com o cidadão, editorialmente tem reagido a essas mensagens como se ao leitor coubesse apenas receber a informação pronta e acabada, pois parece que as sugestões nunca surtem efeitos práticos.</p>
<p>Essas mensagens também podem ser lidas e interpretadas como uma fotografia de um momento histórico da democracia e da comunicação onde o novo olhar do jornalismo cidadão reivindica transformações – afinal, qual seria o espaço mais legítimo para se afirmar do que na empresa pública de comunicação que tem entre seus objetivos o de inovar e experimentar novas formas de jornalismo e de comunicação?</p>
<p>Como dissemos, na mídia convencional a relação entre emissor e receptor é uma via de mão única, ou seja, a emissão da notícia é feita apenas pelos jornalistas, e a audiência, somente recebe a informação, não sendo portanto, produtor dela. Os jornalistas das mídias convencionais compartilham uma cultura da profissão: seguir critérios de noticiabilidade e dos valores-notícia, assim como crenças e percepções próprias dessa comunidade. Na agência pública, até o momento, não observamos diferenças nesses critérios e crenças.</p>
<p>Contrapondo-se às práticas liberais do jornalismo convencional, insurge-se no final do século passado a noção de jornalismo cidadão(**) que parte do conceito de que todos somos potencialmente produtores de informação, desde que disponhamos dos meios para apurarmos um fato, tratá-lo adequadamente e publica-lo. Com a revolução tecnológica em curso os meios se diversificam e tornam-se efetivamente disponíveis para mais e mais pessoas a cada dia. A sua propriedade se democratiza à revelia dos poderosos donos dos veículos de comunicação de massa que detinham o monopólio da informação.</p>
<p>Democracia e comunicação reforçam e reformulam seus vínculos e suas práticas. Mais pessoas votam, mais se tornam consumidores, a consciência crítica se amplia e mais gente quer participar das decisões, inclusive da decisão sobre o que é verdade. Para participar as pessoas se organizam e com isso seus argumentos em favor de interesses comuns ou coletivos ganham força e faz-se ouvir sua voz.</p>
<p>A verdade passa a ser uma construção coletiva, negociada e relativa a determinadas parcelas da sociedade ou a determinados grupos de interesse. A verdade passa a ser algo tão relativo e complexo que já nem vale a pena procurá-la como algo pronto, acabado, quase divino &#8211; entre a verdade absoluta e a relativa há tantas outras verdades quantos são os grupos de interesse. São as visões de mundo que se diversificam e ganham espaço na medida em que já não se pode impor uma verdade unívoca. Ao jornalismo vale mais a pena descrever o processo, a busca de consensos e dissensos. Ao jornalista cabe o papel de alinhavá-los, mostrando a realidade de uma sociedade em franco processo de democratização das decisões e da comunicação.</p>
<p>Por trás da disputa entre o jornalismo convencional e o participativo, está a questão do poder – o poder de construir a verdade e dizê-la ao público por meio de um veículo de massas, ou seja, o poder da comunicação convencional. Mas a tecnologia ao modernizar os meios, chamados agora de plataformas digitais, também democratizou o acesso a eles. Portanto, a cada dia mais e mais pessoas detêm o poder de construir a verdade e expor sua visão pessoal de um determinado fato. Do ponto de vista pessoal, há jornalistas que encaram essa subversão como uma séria ameaça ao poder que exercem – e, verdadeiramente, o é. Do ponto de vista do modelo de negócios das empresas de comunicação abre-se espaço para que se democratize a sua propriedade – hoje em dia há blogs pessoais mais acessados do que muitas agências de notícias. Isso significa basicamente que os negócios, que sobrevivem do lucro da venda do conhecimento, da cultura e da informação, podem estar com os dias contados &#8211; a propriedade privada desses bens da humanidade sobreviverá à democracia e à revolução tecnológica? Começamos efetivamente a questionar a quem pertence a informação e o papel do jornalista frente a ela.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[3 somewhat related posts | 3 posts mais ou menos relacionados]]></title>
<link>http://olago.wordpress.com/2009/06/25/3-somewhat-related-posts-3-posts-mais-ou-menos-relacionados/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 14:41:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Gamela</dc:creator>
<guid>http://olago.wordpress.com/2009/06/25/3-somewhat-related-posts-3-posts-mais-ou-menos-relacionados/</guid>
<description><![CDATA[Twitter, news, Iran, citizen journalism and how journalists fit in the news process, all in three po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table class="MsoNormalTable" style="border-collapse:collapse;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" width="640">
<tbody>
<tr>
<td style="width:300pt;border-style:none solid none none;border-width:medium 1pt medium medium;padding:0 5.4pt;" width="310" valign="top">
<p align="justify"><strong>Twitter, news, Iran, citizen journalism and how journalists fit in the news process, all in three posts that reflect the new news logic.</strong></p>
<p><strong> </strong></td>
<td style="width:300pt;padding:0 5.4pt;" width="310" align="justify" valign="top">
<p align="justify"><strong>Twitter, notícias, Irão, jornalismo do cidadão e como os jornalistas se encaixam no processo informativo, em três posts que reflectem a nova lógica noticiosa.<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<ul>
<li>
<h4><a title="How to verify a tweet" rel="bookmark" href="http://www.twitterjournalism.com/2009/06/25/how-to-verify-a-tweet/">How to verify a tweet</a></h4>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Twitter is the great equalizer. It doesn’t matter if you have 100 followers or 10,000, you can break news. That’s because all tweets are recorded and indexed at <a href="http://search.twitter.com/">search.twitter.com</a>. If someone types the right keyword(s), they can find your tweet.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.breakingtweets.com/">Breaking Tweets</a> prides itself on giving many different types of Twitterers credit for breaking news, whether it be someone in Honduras with a dozen followers recording the first “earthquake” tweet or a news organization providing the first details of a major story.</p>
<p style="text-align:justify;">But how do you know a tweet’s legitimate?</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<ul>
<li>
<h4><a href="http://www.editorsweblog.org/analysis/2009/06/iran_when_journalists_cant_be_heard_how.php" target="_blank">Iran: When journalists can&#8217;t be heard, how successful can citizen journalism be at providing back-up?</a></h4>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">In the absence of an abundance of professional reporters, amateurs have stepped up. One of the most watched and discussed videos to come out of the tragedy, and one which is emblamatic of the role of citizen journalism in reporting from Iran, is that of the death of Neda Agha-Soltan, a young Iranian woman who was walking near the scene of clashes between pro-government militias and demonstrators when she was shot. The video has prompted international outcry and the girl&#8217;s death has since come to represent the tragedy of the conflict, a &#8220;symbol of the anti-government movement,&#8221; according to the <em>New York Times</em>. It was taken, not by a reporter with a camera, but by a bystander on a mobile phone, and posted on Facebook and YouTube after the man sent the 40-second clip to a friend who then forwarded to friends and news sites in Europe and the US.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">
<ul>
<li>
<h4><a href="http://mumbrella.com.au/colgo-twitter-makes-journalists-more-accountable-6887" target="_blank">Editor claims Twitter ‘humanises’ journalists</a></h4>
</li>
</ul>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">At a discussion on Twitter’s impact on media and journalism, <a href="http://twitter.com/colgo" target="_blank">Colgan </a>claimed that journalism has “never been healthier” with Twitter a powerful reporting tool. “It enables you to gather and distribute information very quickly and make it common property of the nation and the world,” he said.</p>
<p style="text-align:justify;">He added, that by allowing journalists to express themselves personally and professionally on Twitter, can “humanise” the writer and make them more accountable. He said:  ”As professionals, our job is to try and be objective. It makes journalists accountable. You’re not just doing your job in public you’re doing a whole lot of other things in public. I think it’s a positive thing for journalism.”</p>
<p style="text-align:justify;">But he stressed that tips sourced from Twitter still need to be checked as it is a new form of source. “The dynamic has changed to how people report on the web whether it be by Tweet or longer blog post or by aggregating a whole lot of opinion. When it comes to reporting on the web, verifying information still remains paramount,” Colgan said.</p>
</blockquote>
<table class="MsoNormalTable" style="border-collapse:collapse;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" width="640">
<tbody>
<tr>
<td style="width:300pt;border-style:none solid none none;border-width:medium 1pt medium medium;padding:0 5.4pt;" width="310" valign="top">
<p align="justify"><strong>See how neatly we are directed right back to the top? Other thing: back in the presentation i gave at <a href="http://olago.wordpress.com/2009/03/31/convention-conclusions-conclusoes-da-convencao/" target="_blank">a convention in Guimarães</a>, i said that journalists are becoming news traffic controllers, and media outlets are becoming more and more aggregators than generators of information, being one of the final steps of the news cycle. <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/yellow_press_standards_define_future_journalism.php" target="_blank">Now and then</a> i don&#8217;t feel so lonely in the world.<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></td>
<td style="width:300pt;padding:0 5.4pt;" width="310" align="justify" valign="top">
<p align="justify"><strong>Viram a maneira catita como somos reenviados para o início? Outra coisa: na apresentação que fiz <a href="http://olago.wordpress.com/2009/03/31/convention-conclusions-conclusoes-da-convencao/" target="_blank">na convenção em Guimarães</a>, disse que os jornalistas tornaram-se controladores de tráfego informativo, e que as empresas de media são cada vez mais agregadores do que geradores de informação, sendo uma das etapas finais do ciclo de informação. <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/yellow_press_standards_define_future_journalism.php" target="_blank">De vez em quando</a> não me sinto assim tão sozinho.<br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:right;"><!--more--></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aconteceu ontem: alguns escritos sobre o estado do jornal impresso]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/08/aconteceu-ontem-alguns-escritos-sobre-o-estado-do-jornal-impresso/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 12:59:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/08/aconteceu-ontem-alguns-escritos-sobre-o-estado-do-jornal-impresso/</guid>
<description><![CDATA[Desde ontem, com Carlos Eduardo Lins da Silva (ombudsman da Folha de S.Paulo), iniciamos aqui uma co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde ontem, com Carlos Eduardo Lins da Silva (ombudsman da Folha de S.Paulo), iniciamos aqui uma conversa sobre formas de o jornal impresso apresentar o noticiário a fim de se diferenciar de internet/tv, que exploram exaustivamente os mesmos fatos horas antes.</p>
<p>Silva contou que é recorrente a reclamação, por parte dos leitores da Folha, de que o <a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/" target="_blank">jornal não trouxe fatos novos nem sequer avançou</a>, publicando meramente o que já havia sido visto/lido pelo público no dia anterior.</p>
<p>Pesa contra o desprendimento ao &#8220;aconteceu ontem&#8221;, antes de mais nada, o próprio DNA do produto jornal, nascido para relatar e documentar a jornada que passou. Poucos jornalistas conceberiam um publicação diária que fugisse ao registro destacado do dia anterior. Mas, e o público?</p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/2009/06/07/nada-mais-desatualizado-do-que-o-jornal-de-hoje/" target="_blank"><strong>Leia também: nada mais desatualizado do que o jornal de hoje</strong></a></p>
<p><a href="http://webmanario.wordpress.com/about/enquete-a-manchete-e-o-jornal-impresso/" target="_blank"><strong>Opine: um jornal precisa de manchete todos os dias?</strong></a></p>
<p>Pode-se dizer que é uma patologia do jornalismo.</p>
<p>O advento da internet teve muito mais impacto na audiência dos jornais do que o rádio e televisão porque, diferentemente de dois antecessores, a web deu ao consumidor de notícias a possibilidade de escolher onde e quando consumi-la.</p>
<p>Essa sim é a grande novidade que a revolução tecnológica trouxe ao exercício do jornalismo. Hoje não é mais necessário aguardar o momento em que jornal/tv/rádio vão transmitir notícias. Um sequenciado e curto apertar de botões leva o freguês a um destino ainda melhor: a exata notícia que procura. Afora o fato dele próprio ser capaz de apurar/produzir/difundir a informação que lhe convenha.</p>
<p>O triunfo da navegação por mecanismos de busca (eufemismo para Google), essa sim, expôs a grande ferida do jornalismo impresso: a desatualização.</p>
<p>Soluções óbvias são oferecer conteúdo diferenciado proveniente de investigação (o bom e velho furo) e tratamento analítico e opinativo ao noticiário.</p>
<p>Mas o que fazer com o &#8220;aconteceu ontem&#8221;?</p>
<p>Volto ao assunto nesta terça.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo participativo conquista os telejornais da Globo]]></title>
<link>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/05/25/jornalismo-participativo-conquista-os-telejornais-da-globo/</link>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 03:32:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clara Torres</dc:creator>
<guid>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/05/25/jornalismo-participativo-conquista-os-telejornais-da-globo/</guid>
<description><![CDATA[Jornalismo Participativo é assunto da excelente coluna de Antônio Brasil: &#8220;É evidente que até ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/73441285.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/73441285.jpg" alt="" width="320" height="230" /></a></p>
<p><strong>Jornalismo Participativo</strong> é assunto da <a href="http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&#38;p2=idnot%3D52111%26Editoria%3D286%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D29267339929%26fnt%3Dfntnl">excelente coluna de Antônio Brasil</a>: &#8220;É evidente que até mesmo a grande e poderosa Rede Globo se rende às novas propostas do jornalismo participativo e as facilidades de comunicação da internet em seus telejornais. Trata-se de uma grande mudança no monolítico jornalismo da emissora líder que merece ser investigado pelos pesquisadores de nossas universidades&#8221;.</p>
<p><strong>Olha o que relata a editora do RJ TV, Cecília Mendes, sobre a tendência:</strong></p>
<p>“Hoje, é impossível conceber um jornalismo feito apenas pelos repórteres,  pelos produtores ou editores. É essencial a participação do público,  do leitor, do ouvinte, do telespectador – trazendo pautas, reformulando a notícia. (&#8230;)  Ganhamos agilidade, riqueza de informações. Hoje, temos a possibilidade de fazer coberturas  antes impossíveis. Em caso de catástrofes, como grandes enchentes, por exemplo,  podemos levar ao ar não apenas o material produzido por nossas equipes,  mas cenas incríveis gravadas pelos nossos telespectadores e enviadas momentos depois pela internet. Mas, mais importante que tudo, a meu ver, é a diversificação de pontos de vista.  Com a participação do telespectador, temos a possibilidade  de ver diferentes lados de um mesmo fato. (&#8230;)  A tendência é que o quadro conquiste cada vez mais espaço”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O estado do jornalismo cidadão no Brasil]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/04/20/o-estado-do-jornalismo-cidadao-no-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 17:34:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/04/20/o-estado-do-jornalismo-cidadao-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Os pesquisadores da USP Beth Saad e Francisco Madureira (sim, meu amigo Madu, também editor de tecno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os pesquisadores da USP Beth Saad e Francisco Madureira (sim, meu amigo Madu, também editor de tecnologia do UOL) apresentaram (Beth representou a dupla) um <a href="http://online.journalism.utexas.edu/2009/papers/SaadMadureira09.pdf" target="_blank">interessante trabalho</a> no Simpósio Internacional de Jornalismo On-line, realizado em Austin (Texas) no final de semana.</p>
<p>O paper analisa detalhadamente o estado atual do jornalismo cidadão nos principais portais de internet do Brasil. Vale a leitura.</p>
<p>Os outros papers do simpósio também já <a href="http://online.journalism.utexas.edu/papers.php?year=2009" target="_blank">estão disponíveis na web</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo participativo ou simples participação?]]></title>
<link>http://aspasduplas.wordpress.com/2009/04/19/jornalismo-participativo-ou-simples-participacao/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 20:45:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://aspasduplas.wordpress.com/2009/04/19/jornalismo-participativo-ou-simples-participacao/</guid>
<description><![CDATA[Se para alguns a discussão sobre as diferenças entre jornalismo participativo, jornalismo cidadão ou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se para alguns a discussão sobre as diferenças entre <strong>jornalismo participativo</strong>, <strong>jornalismo cidadão</strong> ou <strong>jornalismo open source</strong> se baseia apenas ao termo ou aos processos que alguns autores usam para defini-los como tal, outros afirmam categoricamente que <strong>o jornalismo cidadão não existe</strong>.</p>
<p><a href="http://alt1040.com/author/eduardo-arcos" target="_blank">Eduardo Arcos</a>, autor do blog <a href="http://alt1040.com/author/eduardo-arcos" target="_blank">ALT1040</a> vê o jornalismo cidadão como <a href="http://alt1040.com/2009/04/el-periodismo-ciudadano-no-existe" target="_blank">apenas mais um termo inventado </a>por pessoas para tentar racionalizar o fato de que qualquer um pode publicar conteúdos informativos &#8211; isso porque as novas tecnologias de software e hardware permitem. </p>
<p>Arcos não é jornalista, mas defende que a nova realidade não ameaça a profissão de jornalista nem vai tirar o mérito dos meios de comunicação.  O problema, segundo ele, é entender que somente pertencendo a um veículo de comunicação é que se ganha a autoridade para investigar, editar e fornecer informações.</p>
<p>Principalmente em uma era em que a possibilidade de publicação de uma foto, vídeo ou notícia é instantânea, visto que em uma plataforma como a internet, qualquer um pode criar o seu próprio dispositivo para difundir as informações, seja pelo <strong>blog</strong>, pelo perfil no <strong>Facebook</strong> ou pelo <strong>Twitter</strong> (e tantos outros&#8230;).</p>
<p> Arcos diz que o termo jornalismo participativo traduz melhor o que a mídia tem se proposto a fazer com o conteúdo gerado pelo <strong>usuário (user-generated-content).</strong></p>
<p> Mas, há que se pensar se não é novamente voltar a uma questão de termo. E inclusive aprofundar a discussão sobre se <strong>o jornalismo participativo existe de fato</strong> ou se foi apenas um termo criado para designar um <strong>canal</strong> criado para receber o conteúdo gerado pelo usuário.</p>
<p>Não seria apenas uma forma de <strong>criar valor para a participação</strong>, por meio de um canal específico existente na grande mídia; um meio de <strong>convidar a audiência</strong> e <strong>ampliar as formas de contribuição</strong>?</p>
<p>Por que, então, não se fala em jornalismo participativo para se designar os programas de rádio criados quase que exclusivamente nos depoimentos dos ouvintes, em que o diálogo entre o usuário e a mídia é <strong>imediato</strong> e <strong>constante</strong>?</p>
<p>Há que se pensar&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
