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	<title>jose-roldao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jose-roldao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jose-roldao"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:34:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Falso Padre, Hino da CF 2011]]></title>
<link>http://exsurge.wordpress.com/2009/10/09/falso-padre-hino-da-cf-2011/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:19:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>genteestranha</dc:creator>
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<description><![CDATA[I   Os salafrários oportunistas vão dominar o mundo. Já temos um dominando o Brasil e outro dominand]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;">I</span></strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;">Os salafrários oportunistas vão dominar o mundo. Já temos um dominando o Brasil e outro dominando os EUA. Então não deve demorar a que todo o resto do planeta seja contaminado&#8230; O caso é o seguinte [em proporção de oportunismo bem menor, é claro]:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://joseroldao.com/2009/10/08/falso-padre-cobra-por-oracoes-em-cemiterio/">O José Roldão publicou</a> reportagem sobre um falso padre que cobrava pelas encomendações de corpo que fazia num cemitério em São Paulo. Destaco:</p>
<p style="text-align:justify;"><em> “Em sua defesa, o ‘padre’ afirma que ‘nunca disse’ fazer parte da Igreja Católica Apostólica Romana e que é ‘monsenhor’ pela Igreja Católica Apostólica Reunida do Brasil, com sede em Guarulhos. ‘Esse monopólio não pode ficar com a Igreja Católica Apostólica Romana’, disse. ‘Não enganei ninguém’.</em></p>
<p>É mole?</p>
<p> </p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">II</span></strong></p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2233">Foi aberto o concurso</a> para letra do <strong>Hino da Campanha da Fraternidade 2011</strong>. E aí? Alguém se habilita a fazer um canto que realmente preste? Porque, sinceramente, coisa brega são esses hinos da CF! Letras cheias de ideologia política, mulheres cantando com voz de Xuxa Meneghel, arranjos pré-fabricados de teclado. É tudo horroroso!</p>
<p> </p>
<p align="center"><strong><span style="text-decoration:underline;">Lançado concurso para letra do hino da CF 2011</span></strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;">A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está lançando o concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade 2011. O hino será escolhido em duas etapas: Na primeira, será feita a escolha da letra, com prazo de entrega das composições até dia 01 de dezembro de 2009; na segunda, será feito o concurso para a música, até abril de 2010.</p>
<p style="text-align:justify;">  A Campanha da Fraternidade 2011 tem como tema: “Fraternidade e a vida no planeta”, e o lema é: “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22).</p>
<p style="text-align:justify;">  Contribuir para o aprofundamento do debate e busca de caminhos de superação dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e seus impactos sobre as condições da vida no planeta é o objetivo geral da campanha.</p>
<p style="text-align:justify;">  “A CNBB solicita a colaboração de todos os poetas para a criação de um texto belo e profundo que possa servir de hino para a Campanha da Fraternidade de 2011” , afirmou o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.</p>
<p> </p>
<p> <em>Pe. José Carlos Sala </em></p>
<p><em>Assessor da CNBB para Música Litúrgica </em></p>
<p><em>(61) 2103-8300 </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todos os anos de uma só vez a cair]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2009/07/11/todos-os-anos-de-uma-so-vez-a-cair/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 06:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2009/07/11/todos-os-anos-de-uma-so-vez-a-cair/</guid>
<description><![CDATA[— O que importa o lugar, Dane-se! Cale-se!, pois trago todo o peso do mundo comigo, minha filha está]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-638" title="chuva janela" src="http://fragmentosdetempo.wordpress.com/files/2009/07/chucajanela.jpeg?w=221" alt="chuva janela" width="139" height="189" />— O que importa o lugar, Dane-se! Cale-se!, pois trago todo o peso do mundo comigo, minha filha está morta, se fosse viva dois mundos apoiavam-se em meus ombros mais a minha filhinha a bater-me, a gritar-me, jogando coisas e deixando marcas de suor nas paredes, os dedos dela a perfurarem o abdômen ferido e eu a cuidar inventando mil remédios, e eu forte, e eu mais feliz, a brigar com o tempo e a esquecer da morte (&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://cidadesolitaria.blogspot.com/2009/09/todos-os-anos-de-uma-so-vez-cair.html">Continue lendo&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A IGREJA CATÓLICA MANIPULA AS PESSOAS?]]></title>
<link>http://juliemaria.wordpress.com/2009/03/29/a-igreja-catolica-manipula-as-pessoas/</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 01:39:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julie Maria</dc:creator>
<guid>http://juliemaria.wordpress.com/2009/03/29/a-igreja-catolica-manipula-as-pessoas/</guid>
<description><![CDATA[Por José Roldão É comum ouvir por aí que, durante a sua história, a Igreja Católica procurou e ainda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por José Roldão É comum ouvir por aí que, durante a sua história, a Igreja Católica procurou e ainda]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Menina de 13 anos que ficou grávida do pai não quer abortar ]]></title>
<link>http://roldao.wordpress.com/2009/03/17/menina-de-13-anos-que-ficou-gravida-do-pai-nao-quer-abortar/</link>
<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:57:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://roldao.wordpress.com/2009/03/17/menina-de-13-anos-que-ficou-gravida-do-pai-nao-quer-abortar/</guid>
<description><![CDATA[Parece que nem tudo corre como os famintos de aborto desejam. Infelizmente para eles, felizmente par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Parece que nem tudo corre como os famintos de aborto desejam. Infelizmente para eles, felizmente para a mãe e o bebê, não vai ser desta vez que tentarão saciar a fome de assassinato, uma fome que não pode mesmo saciar, pois é uma fome de &#8220;nada&#8221;, de vazio: de morte.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>FONTE:</strong>  <strong><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1046132-5598,00-MENINA+DE+ANOS+QUE+FICOU+GRAVIDA+DO+PAI+NAO+QUER+ABORTAR+NA+BAHIA.html">G1</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;">«A menina de 13 anos, que ficou grávida do pai após ser estuprada por ele em novembro do ano passado, não pretende fazer a aborto em Guaratinga (BA), segundo informações da conselheira tutelar Lindidalva Batista Santana, que obteve a guarda provisória da jovem». </p>
<p style="text-align:justify;">«&#8221;Não haverá o risco de acontecer a mesma polêmica que aconteceu em Pernambuco, pois a menina não pretende fazer um aborto. Ela quer continuar a com a gravidez até o fim&#8221;, disse Lindidalva».</p>
<p style="text-align:justify;">«A guardiã da menina de 13 anos disse ainda que foram feitos exames periciais no Instituto de Criminalística de Porto Seguro para atestar a violência sexual. &#8220;Além disso, a acompanhei até um médico, que fez uma ultrassonografia para saber como estava a saúde da criança e está tudo bem com o bebê.&#8221;».</p>
<p style="text-align:justify;">«A menina está grávida de 17 semanas, o equivalente a cerca de quatro meses de gestação. &#8220;Ela não fez nenhuma tipo de pré-natal. Agora, que estou com a guarda provisória dela, faremos todo o acompanhamento médico para que ela não tenha problemas na gravidez&#8221;, disse Lindidalva»</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Efeitos da destruição da família como instituição]]></title>
<link>http://igrejadomestica.com/2009/03/13/efeitos-da-destruicao-da-familia-como-instituicao/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 11:58:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabrício Lombardi Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://igrejadomestica.com/2009/03/13/efeitos-da-destruicao-da-familia-como-instituicao/</guid>
<description><![CDATA[["Sugado" do blog do José Roldão.] «A ONU, os partidos de esquerda, a mídia iluminada, os educadores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>["Sugado" do blog do <a href="http://roldao.wordpress.com/2009/03/12/efeitos-da-destruicao-da-familia-como-instituicao/" target="_blank">José Roldão</a>.]</p>
<blockquote><p><em>«<strong>A ONU, os partidos de esquerda, a mídia iluminada, os educadores progressistas e uma infinidade de ONGs &#8211; as mesmas entidades que promoveram o feminismo, o divórcio, o gayzismo e todos os demais movimentos que destruíram a integridade das famílias &#8211; posam hoje como os heróicos defensores das crianças contra o risco permanente de ser estupradas por seus próprios pais. Toda a credibilidade dessas campanhas advém da ocultação sistemática de um dado estatístico inúmeras vezes comprovado: a quase totalidade dos casos de abuso sexual de crianças acontecem em casas de mães solteiras, cujo namorado &#8211; ou namorada &#8211; é o autor preferencial desse tipo de delitos.</strong> Na Inglaterra, os filhos de mães solteiras sofrem 73 vezes mais abusos fatais &#8211; e 33 vezes mais abusos sérios sem morte &#8211; do que as crianças criadas em famílias completas. Nos EUA, 55 por cento dos assassinatos de menores de idade acontecem em casas de mães solteiras. <span style="color:#ff0000;"><strong>Raríssimos casos de abusos de menores acontecem em lares íntegros, com um pai e uma mãe regularmente casados.</strong></span> A presença de um pai é, hoje como sempre, a maior garantia de segurança física para as crianças. Aqueles que removeram esse pai, entregando as crianças à mercê dos amantes de suas mães, são diretamente culpados pela epidemia crescente de violência contra crianças, e são eles mesmos que tiram proveito dela, arrogando-se cada vez mais autoridade para solapar a da família constituída e colocar um número cada vez maior de crianças sob a guarda de assistentes sociais politicamente corretos.</em></p>
<p><em>A seqüência dialética é de uma nitidez impressionante. <span style="color:#ff0000;"><strong>Tese: a pretexto de proteger mulheres e crianças, procede-se à demolição da autoridade paterna, bem como dos princípios morais que a sustentam; antítese: nas famílias desfeitas &#8211; surpresa! -, proliferam os estupros e a gravidez infantil; síntese: o aborto é elevado à categoria de obrigação moral, e em seu nome o Estado condena a religião como imoral e desumana e se autoconstitui em guia espiritual da sociedade.</strong></span></em></p>
<p><em>Pensando bem, é um truque simples, até besta. Mas o tempo decorrido entre a tese e a síntese torna invisível a continuidade do processo aos olhos da multidão».</em></p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><strong>TEXTO NA ÍNTEGRA, SIGA O LINK ABAIXO:</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.olavodecarvalho.org/semana/090310dc.html" target="_blank">http://www.olavodecarvalho.org/semana/090310dc.html</a></p>
<p>Paz e Bem!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O labirinto que antecede as pontes]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2009/03/04/o-labirinto-que-antecede-as-pontes/</link>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 04:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2009/03/04/o-labirinto-que-antecede-as-pontes/</guid>
<description><![CDATA[Existem pontes São tantas E o problema de existirem assim Tantas É que ficamos parados (nos momentos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin:0;">Existem pontes</p>
<p style="margin:0;">São tantas</p>
<p style="margin:0;">E o problema de existirem assim</p>
<p style="margin:0;">Tantas</p>
<p style="margin:0;">É que ficamos parados</p>
<p style="margin:0;">(nos momentos decisivos)</p>
<p style="margin:0;">A olhar para cada uma delas</p>
<p style="margin:0;">Os olhos bem abertos</p>
<p style="margin:0;">Às diversas possibilidades</p>
<p style="margin:0;">E o problema de existirem assim</p>
<p style="margin:0;">Tantas</p>
<p style="margin:0;">É que ficamos perdidos</p>
<p style="margin:0;">(e nos esquecemos das pontes, por instantes)</p>
<p style="margin:0;">A pensar em cada uma delas</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p style="margin:0;">Depois</p>
<p style="margin:0;">É preciso que alguém nos chame</p>
<p style="margin:0;">De longe</p>
<p style="margin:0;">(será que ouvimos?)</p>
<p style="margin:0;">Pois já estaremos sozinhos</p>
<p style="margin:0;">Às voltas com as idéias</p>
<p style="margin:0;">(tantas!)</p>
<p style="margin:0;">No labirinto que inventamos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APRESENTAÇÃO]]></title>
<link>http://roldao.wordpress.com/2009/02/01/apresentacao/</link>
<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 03:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://roldao.wordpress.com/2009/02/01/apresentacao/</guid>
<description><![CDATA[A intenção para este blog é centralizar minhas anotações sobre os objetos de meu interesse; seja inf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A intenção para este blog é centralizar minhas anotações sobre os objetos de meu interesse; seja informando, seja tecendo críticas ou expressando minhas opiniões. Tenho blogs específicos para literatura e cristianismo, mas aqui quero escrever de forma mais abrangente, livre, sobre qualquer área que me interesse, de forma mais pessoal. Pretendo, também, disponibilizar aqui alguns excertos ou fichamentos de material de estudo pessoal ou anotações avulsas.</p>
<p style="text-align:justify;">Justo por ser também um espaço para análises e opiniões pessoais, tudo o que for escrito aqui e leve minha assinatura (exceto quando for especificado de outra forma), pode conter erros e falhas de interpretação, assim como, as opiniões e análises, podem vir a se alterar ou ser implementadas posteriormente, devido a estarmos sempre em constante aprimoramento e crescimento intelectual.</p>
<p style="text-align:justify;">Por esse motivo, este blog leva apenas o meu nome, pois tende a ser a expressão do pensamento de uma pessoa em particular e, além disso, também um espaço para expor material de estudos particulares.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui eu falo (escrevo) por mim apenas, e não me julgo no direito de criar verdades, pois, como bem disse Santo Agostinho: «<em>Não é o ato de reflexão que cria as verdades. Ele somente as constata</em>».</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudança e novo endereço!]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/12/22/venham-comigo/</link>
<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 15:12:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/12/22/venham-comigo/</guid>
<description><![CDATA[Caros amigos, Estou agora com um domínio próprio e todo o conteúdo deste blog já foi transplantado p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Caros amigos,</p>
<p style="text-align:justify;">Estou agora com um domínio próprio e todo o conteúdo deste blog já foi transplantado para o mesmo. De agora em diante, vou publicar naquele endereço e só esporadicamente copiarei algo delá prá cá, a nível de manter este blog e nome, e também para que ninguém se perca no meio do caminho.</p>
<p style="text-align:justify;">Gostaria muito que todos vocês continuassem a visitar este que vos escreve no novo blog.</p>
<p style="text-align:justify;">Aos que não forem, deixo aqui meu imenso abraço e meu sincero agradecimento pelas vezes que visitaram este local, que é tão caro para mim.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#c73843;"><a href="http://cidadesolitaria.blogspot.com"><strong>Cidade Solitária</strong></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cidadesolitaria.blogspot.com">http://cidadesolitaria.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align:center;">Bons Ventos!</p>
<p style="text-align:center;">José Roldão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As tardes de Nuno Mendes]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/30/as-tardes-de-nuno-mendes-2/</link>
<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 03:31:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/30/as-tardes-de-nuno-mendes-2/</guid>
<description><![CDATA[Nuno passava as tardes brincando quieto, em silêncio. Seus pais sempre dormiam após o almoço e ele f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://fragmentosdetempo.wordpress.com/files/2008/11/harry_labirinto2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-625" title="harry_labirinto2" src="http://fragmentosdetempo.wordpress.com/files/2008/11/harry_labirinto2.jpg" alt="harry_labirinto2" width="158" height="236" /></a>Nuno passava as tardes brincando quieto, em silêncio. Seus pais sempre dormiam após o almoço e ele ficava sozinho pela casa imensa. Quando somos pequenos todas as coisas parecem enormes. Ou será que vão encolhendo na medida em que crescemos? É de conhecimento público que nós é que crescemos, e na proporção em que isso acontece os espaços vão-nos escasseando. No final das contas, as casas são mesmo menores. Vemos que são assim. Pontos de vista&#8230; &#8220;Qual será a medida certa das coisas?&#8221;, perguntamo-nos.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Nuno, dormir à tarde era castigo. Não gostava. Quando entendiam que fazia alguma coisa errada (os adultos têm erros para tudo), levavam-no para deitar entre os dois, pai e mãe, e para quem visse a cena de um ponto de vista aéreo ficava parecendo uma pintura de uma família perfeita, um quadro. A menos que reparassem nos olhos úmidos do menino. &#8220;Em famílias perfeitas podem existir crianças com os olhos úmidos?&#8221;. Claro que pode! Não existem famílias perfeitas! Então, Nuno ficava assim quando o levavam para o meio deles na cama: com um brilho molhado e triste nos olhos. Deixemos bem claro que, para ele, sua família era perfeita, apesar do que acabamos de concluir agora há pouco. Nuno dava-se esse direito, mesmo sem pensar nisso.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele brincava de muitas coisas durante essas tardes. Desenhava (Nuno desenhava muito bem. Certa vez a mãe de um amigo seu da escola havia sugerido para a sua que o colocasse em aulas de desenho. Mas não o colocaram, não.) histórias de monstros vindos de outros planetas e naves espaciais que os combatiam. Era engraçado de se ver. Nuno fazia baixinho aquele barulho de explosões, de vôos rasantes e rabiscava aquele monstrengo pouco a pouco, até que todo ele estivesse escondido atrás de muitos rabiscos: era o fim do monstro. As naves também ficavam um pouco rabiscadas, mas era para dar veracidade às histórias. Outras vezes ele brincava com seus bonequinhos: dinossauros verdes, índios amarelos, robôs azuis e vermelhos. Aqui se faz necessária uma pequena descrição. Dentre todos eles, o que Nuno mais gostava de brincar era um robô que havia achado na rua. Não tinha mais nem pernas nem braços, apenas o tronco azul e a cabeça vermelha. Mas o quê? Era justo isso que o havia fascinado! Um robô já ferido de tantas batalhas! Aliás, esse robozinho (devia ter entre uns três a cinco centímetros de altura) também o havia ajudado. Depois de ter encontrado esse robô na rua, sempre que tinha de ficar deitado durante toda uma tarde de castigo o levava escondido em uma das mãos fechadas. Quando os pais dormiam (ele mantendo a força, numa grande batalha silenciosa, os olhos abertos para não ser vencido!) pegava o robô e criava histórias debaixo dos travesseiros. Eram cavernas escuras e frias (o ar-condicionado sempre estava ligado)! Também mexia nos lençóis, criando caminhos difíceis por onde sempre surgiam monstros invisíveis, muito mais difíceis de vencer. Quase invencíveis! Como podemos vencer os monstros que não vemos? &#8220;E se os vencêssemos todos? Como a batalha haveria de continuar?&#8221;. Ora! Quem disse que um dia todos os monstros serão vencidos? Para cada necessidade criamos um novo monstro! E muitas vezes os criamos assim: invisíveis! Existem batalhas que duram toda uma vida. &#8220;Como podemos vencer os monstros que não vemos?&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">E Nuno passava aquelas tardes que tinha de ficar preso à cama, brincando com o robô, como vínhamos contando. Temos de deixar bem claro que nem sempre saía vencedor das batalhas: algumas vezes acabava caindo no sono. Quem o visse assim, de olhos fechados e boca entreaberta, sem movimentos, e virasse um pouco mais os olhos e encontrasse um robô sem braços e pernas, soterrado por um imenso travesseiro, certamente acordaria a todos, mais que depressa. Só que, nas brincadeiras, sempre podemos recomeçar intactos, renovamos, como se alguma mágica poderosíssima nos fizesse abrir os olhos para nos dar a vida inúmeras vezes. Quando não estava de castigo (e ficava de castigo pouquíssimas vezes), brincava sobre o tapete da sala de jantar. Cada linha reta era uma estrada, cada desenho era um porto ou uma estação espacial, os pés da mesa eram obstáculos que davam graça aos vôos difíceis, que exigiam sempre manobras aprimoradas e perigosas, enfim, todo um mundo surgia nessa pequena gênese diária para que chegasse ao fim dos tempos assim que seus pais acordassem. E quando eles acordavam, ligavam a televisão. Sua mãe preparava um copo de café com leite (bem escuro, pois Nuno não gostava do leite) e um pãozinho com manteiga, para que ele pudesse comer enquanto assistia aos desenhos animados. &#8220;Mas não era Nuno que criava as histórias?&#8221;. Sim, era, mas só quando estava sozinho. Quando o vento do fim da tarde invadia a casa, quando sua mãe vinha lhe trazer o prato com os dedos brilhantes de manteiga e quando ligavam a televisão, não era preciso criar suas batalhas. Agora era o momento de aquele herói descansar, e assistir as batalhas e os monstros dos outros.</p>
<p style="text-align:right;">05/04/2008 &#8211; 15:56h. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O passar das coisas]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/28/o-passar-das-coisas/</link>
<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 04:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/28/o-passar-das-coisas/</guid>
<description><![CDATA[Só percebemos o momento quando o buscamos no passado. O presente à nossa volta entorpece-nos, turva-]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin:0;">Só percebemos o momento</p>
<p style="margin:0;">quando o buscamos no passado.</p>
<p style="margin:0;">O presente à nossa volta entorpece-nos,</p>
<p style="margin:0;">turva-nos os pensamentos.</p>
<p style="margin:0;">É preciso pressa; agora.</p>
<p style="margin:0;">Mais tarde,</p>
<p style="margin:0;">quando tudo se tornar memória,</p>
<p style="margin:0;">somos ainda capazes de retocar os acontecimentos.</p>
<p style="margin:0;">Pegamo-los para nós; arrancamo-los do tempo.</p>
<p style="margin:0;">Os que fazem isto com arte chamam-se poetas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A sombra]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/23/a-sombra/</link>
<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 04:51:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/11/23/a-sombra/</guid>
<description><![CDATA[Uma insignificante sombra pousou sobre a mesa cor de tabaco. Quase não pude perceber a nuance, uma g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://fragmentosdetempo.wordpress.com/files/2008/11/1143139281.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;">Uma insignificante sombra pousou sobre a mesa cor de tabaco. Quase não pude perceber a nuance, uma gradiente, que saltava de um lado para o outro, fugindo sistematicamente da minha mão incansável. Mentira. Cansava-se ao mesmo tempo em que meu braço: descansavam juntos, em uma trégua amigável e sem receios de que qualquer um dos lados quebrasse a regra improvisada. Ficaram assim até que o dia amanheceu e a sombra partisse imperceptivelmente, deixando minha mão solitariamente iluminada.</p>
</div>]]></content:encoded>
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