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	<title>judaismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/judaismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "judaismo"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 19:44:05 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Caminhando na Mata]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/11/28/caminhando-na-mata/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:17:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/11/28/caminhando-na-mata/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Não há nada mais espiritual, do que através do vento nas folhas das árvores, no meio do campo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://rizzolot.wordpress.com/files/2009/11/floresta.jpg"><img src="http://rizzolot.wordpress.com/files/2009/11/floresta.jpg?w=300" alt="" title="floresta" width="300" height="187" class="alignnone size-medium wp-image-13642" /></a><em></p>
<p>&#8220;Não há nada mais espiritual, do que através do vento nas folhas das árvores, no meio do campo, dia frio e nublado, sentir a grandeza ventando violenta. Movendo os galhos vergados de velhos, emprestando seu gesto numa forma de sim, numa dança harmônica, no bailado da mata. Envolto ao cheiro das plantas molhadas, da terra bem fofa, do olhar sem limite, ouvir Villa-Lobos bachianas talvez, caminhando no vento soprando no rosto, sentir-se bem só e sonhando com Deus. Misturar-se no campo diluindo meu eu, o vento nas folhas me faz sentir bem, livre, tranquilo, perto de Deus, como se aquilo tudo, fosse enfim, uma doce oração, um presente para mim.&#8221;</p>
<p></em><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Olho Bom]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/11/27/um-olho-bom-2/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:31:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[*Por Sara Chana Radcliffe A escolha é sua Segundo Rabi Eliezer, um sábio talmúdico, uma das qualidad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>*Por Sara Chana Radcliffe</strong></p>
<p><strong>A escolha é sua</strong> </p>
<p>Segundo Rabi Eliezer, um sábio talmúdico, uma das qualidades mais importantes que uma pessoa pode desenvolver é um “olho bom” (Ética dos Pais, 2:13), que significa a capacidade de interpretar nosso mundo positivamente. A maneira pela qual D&#8217;us fez o nosso mundo, no entanto, torna a interpretação positiva um grande desafio. Há maldade e trevas ao nosso redor, problemas em todos os níveis políticos e pessoais. Nem as nações nem os indivíduos acham fácil conviver em harmonia. Nossos mundos e relacionamentos imperfeitos nos dão muitos motivos para reclamar e muitos pontos negativos para focalizarmos. É sempre mais fácil ver o que é chocantemente errado que ver o que é sutilmente certo. E apesar disso, o “certo” é apenas sutil quando o relegamos a um canto pequeno do universo. Temos a opção, se desejarmos, de promovê-lo a um local frontal e importante onde pode se tornar o foco da nossa atenção. Engajarmo-nos nesse ato é o que constitui o desenvolvimento de nosso “olho bom”.</p>
<p><strong>Escolhendo as lentes certas</strong></p>
<p>Para ver o que está certo em nosso mundo, devemos escolher as lentes certas. Primeiro, temos de nos descartar das lentes defeituosas, aquelas que falham e mostram os defeitos. Quando se trata de casamento, usar nossa lente defeituosa nos traz uma dor aguda. Uma coisa é notar que o mundo é um ambiente imperfeito (de maneira geral) e outra coisa completamente diferente usar o zoom nas imperfeicões de um parceiro íntimo. Afinal, vemos este parceiro diariamente. Se tudo que podemos ver é o errado, certamente seremos infelizes. É deprimente olhar sobre a mesa e enxergar uma montanha de falta de consideração, relaxamento, indiferença, impaciência, egoísmo, irritabilidade ou seja lá o que for. Isso nos deixa tristes, sozinhos, frustrados e infelizes por termos de passar o nosso tempo com tamanho “fracasado”.</p>
<p>Obviamente, este mesmo parceiro certa vez foi maravilhoso aos nossos olhos. É foi por isso que concordamos em casar! Ele ou ela era inteligente, caloroso, engraçado, interessante, maravilhoso. O que terá acontecido desde o dia do casamento? De alguma forma sugamos a vida de nosso parceiro, transformando-o na sombra de uma pessoa? Ou isto apenas aconteceu por si mesmo?</p>
<p>O interessante é que outros ainda podem encontrar o lado maravilhoso de nosso cônjuge. Muitas vezes as pessoas ficam admiradas ao descobrir que seu cônjuge infiel conseguiu atrair alguém! Como uma pessoa tão terrível pode ser atraente? É claro, o que está acontecendo aqui é que os atributos positivos estão sempre presentes. Para alguém mais, eles estão mais focalizados. Para um cônjuge, eles podem se tornar apagados demais para perceber. Somente os traços desagradáveis estão visíveis. </p>
<p><strong>A expectativa afeta o desempenho</strong></p>
<p>Pesquisas mostram que os professores que esperam que seus alunos tirem boas notas (porque foram informados de que os estudantes eram muito inteligentes) terminam tendo alunos que se saem muito bem. Os professores que tem um “olho bom” fazem aflorar o melhor em seus alunos. No casamento ocorre a mesma coisa. Ter um olho bom faz surgir – e mantém – o melhor no próprio cônjuge. A fim de cultivar um olho bom, imagine que você está tentando “vender” seu cônjuge para alguém (i.e., imagine que você jamais se casou com ele, agora tem de encontrar para ele/ela um cônjuge – eu sei que parece loucura, mas tente!). Imagine que a sua felicidade futura depende completamente dessa venda. Como você anunciaria o seu cônjuge? Pense! Tente se concentrar nos aspectos bons.</p>
<p>Faça esse exercício diariamente. Com o tempo seu olho bom se tornará mais forte. E quando isso acontecer, você ficará mais feliz, bem como o seu cônjuge, e seu casamento prosperará. As sábias palavras de Rabi Eliezer permanecem válidas através dos tempos.</p>
<p>Cabe somente a nós.<br />
fonte: beit Chabad</p>
<p>Tenha um sábado de paz !</p>
<p><em><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JUDAS B. Y MAURICIO M....]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/27/judas-b-y-mauricio-m/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 15:27:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>María Angel</dc:creator>
<guid>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/27/judas-b-y-mauricio-m/</guid>
<description><![CDATA[PEQUEÑOS APUNTES PARA ESTE JUEVES de Catapulta Noviembre 26th, 2009 1) Judas B. recibió en audiencia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>PEQUEÑOS APUNTES PARA ESTE JUEVES</h2>
<h2><a href="http://www.catapulta.com.ar/">de Catapulta</a></h2>
<p>Noviembre 26th, 2009</p>
<p style="text-align:justify;">1) Judas B. recibió en audiencia privada a Mauricio, niño pijo y alcalde, para decirle que había faltado gravemente a su deber de gobernante y custodio de la ley al no apelar el fallo de la jueza Seijas sobre el putimonio*.</p>
<p style="text-align:justify;">Es el caso de preguntarse: ¿y por casa, cómo andamos? (la casa de Judas B., digo), porque si hay alguien que “ha faltado gravemente a su deber de gobernante y custodio de la ley”, es precisamente él.</p>
<p style="text-align:justify;">No entro en detalles sobre su defección como Primado de la Argentina, frente a todas las disposiciones violatorias del orden natural, que se han sancionado en los últimos años -sean leyes, decretos o resoluciones- sino en la responsabilidad que le cabe como Gran Canciller, en el proceso de destrucción integral de la UCA. Fueron nada menos que diez años, donde  sus paniaguados Alfredo Borderline Zecca, Joaquín “Cebolla” Ledesma, Ernesto “Viscoso” Parselis y los raritos de FUNDAR, hicieron y deshicieron a su antojo “stalinianamente”, haciendo de la Universidad tierra arrasada. (A lo publicado en CATAPULTA me remito).</p>
<p style="text-align:justify;">2) En cuanto al putimonio, Judas B. tenía elementos más que suficientes como para salir al cruce anticipadamente. Le hubiese bastado, en efecto, leer lo que escribió sobre el tema el Padre Juan Carlos Sanahuja en sus NOTICIAS GLOBALES, para conocer todo que el lobby LGTB impulsaba a nivel mundial, y que tarde o temprano, llegaría a nuestras playas.</p>
<p style="text-align:justify;">3) Desde la perspectiva del Mysterium iniquitatis, una explicación plausible de la defección de Judas B. sería que obedeciese a otros superiores  distintos a S.S. Benedicto. Me refiero a superiores con mandiles atados en la cintura.</p>
<p style="text-align:justify;">Y volveré el sabado, SDQ, con estos pequeños apuntes míos.</p>
<p style="text-align:justify;">Nota catapúltica: la Seijas es profesora de la UCA y de la Universidad Austral. (¡¡) <a href="http://www.catapulta.com.ar/imagenes/gabrielaseijas.pdf">Ver su currículum vítae.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LINDA MITRA ¿NO?]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/27/linda-mitra-%c2%bfno/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:33:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Radio Cristiandad</dc:creator>
<guid>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/27/linda-mitra-%c2%bfno/</guid>
<description><![CDATA[MITRA CON EL HEXAGRAMA DE SALOMON UTILIZADA POR BENEDICTO XVI EN LA CANONIZACIÓN DEL 11-OCT-2009 No ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;">MITRA CON EL <span style="color:#800080;">HEXAGRAMA DE SALOMON </span>UTILIZADA POR BENEDICTO XVI EN LA CANONIZACIÓN DEL 11-OCT-2009</h2>
<p><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto_img-estrella2.jpg"><img class="size-full wp-image-9275 aligncenter" title="benedicto_img.estrella2" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto_img-estrella2.jpg" alt="" width="360" height="480" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto_img-estrella-detalle.jpg"><img class="size-full wp-image-9276 aligncenter" title="benedicto_img.estrella DETALLE" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto_img-estrella-detalle.jpg" alt="" width="480" height="583" /></a></p>
<p style="text-align:center;">No es lo mismo la &#8220;Estrella de David&#8221; que el &#8220;Hexagrama de Salomón&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;">La estrella de 6 puntas ha sido utilizada también como símbolo por la Santa Iglesia Católica Apostólica Romana.</p>
<p style="text-align:center;">Por ej. el Blasón de San Pio X la lleva:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/escudo-de-san-pio-x.png"><img class="size-full wp-image-9277 aligncenter" title="Escudo de San Pío X" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/escudo-de-san-pio-x.png" alt="" width="353" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Pero se trata de una forma completa, una estrella rellena.</p>
<p style="text-align:center;">El &#8220;HEXAGRAMA DE SALOMON&#8221; es la unión de 2 triángulos, tal como puede verse en la Bandera de Israel:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto-bandera.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9278" title="ISRAEL PAPA TIERRA SANTA" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto-bandera.jpg" alt="" width="318" height="194" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto-bandera-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9279" title="MIDEAST ISRAEL POPE" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/benedicto-bandera-2.jpg" alt="" width="600" height="360" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">EN ESTA MITRA USADA POR BENEDICTO XVI (¿LA GLORIA DEL OLIVO?) SE TRATA DEL HEXAGRAMA DE SALOMON</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004912.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9280" title="or1004912" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004912.jpg" alt="" width="504" height="756" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004917.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9281" title="or1004917" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004917.jpg" alt="" width="694" height="462" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004805.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-9282" title="or1004805" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/or1004805.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Ciertamente que este signo de los triángulos superpuestos no tiene nada de católico&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">Pronto presentaremos un informe detallado del símbolo cabalístico del Hexagrama de Salomón</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batendo na meretriz*]]></title>
<link>http://contrasenso.wordpress.com/2009/11/26/batendo-na-meretriz/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:44:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Tavares</dc:creator>
<guid>http://contrasenso.wordpress.com/2009/11/26/batendo-na-meretriz/</guid>
<description><![CDATA[Resolvi publicar aqui um comentário sobre o texto Uma boa velhinha, de Léo Cruz Souza, indicado por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Resolvi publicar aqui um comentário sobre o texto Uma boa velhinha, de Léo Cruz Souza, indicado por ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿CÓMO?]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfcomo/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>María Angel</dc:creator>
<guid>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfcomo/</guid>
<description><![CDATA[Fundación Wallenberg certificará la ayuda de Juan XXIII a judíos Entregará los resultados de una inv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#ff0000;">Fundación Wallenberg certificará la ayuda de Juan XXIII a judíos</span></h2>
<p><strong>Entregará los resultados de una investigación histórica a Yad Vashem</strong></p>
<p style="text-align:justify;">JERUSALÉN, martes 24 de noviembre de 2009 (ZENIT.org).- La Fundación Internacional Raoul Wallenberg anuncia la conclusión de una investigación histórica que documenta la ayuda que ofreció el Papa Juan XXIII a los judíos perseguidos durante el Holocausto.</p>
<p style="text-align:justify;">Según el estudio, antes de ser Papa, cuando era nuncio apostólico salvó numerosas vidas de judíos de Europa del Este, ayudándoles a emigrar a Tierra Santa.</p>
<p style="text-align:justify;">La noticia ha sido confirmada por la Fundación en un comunicado enviado a ZENIT en la víspera del 25 de noviembre, 128 cumpleaños de Angelo Giuseppe Roncalli, su nombre de pila.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Su papado se destacó por su actitud de acercamiento entre la Iglesia católica y el judaísmo, cuya mayor expresión se vio plasmada en el Concilio Vaticano II&#8221;, explica la institución fundada por Baruch Tenembaum, pionero del diálogo interreligioso.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Menos conocido fue su papel precedente a su elección como Papa, durante el Holocausto, en la década de los años 40, mientras era delegado apostólico en Estambul, donde usó todos sus recursos políticos, intelectuales y afectivos para salvar al mayor numero posible de victimas judías del cruel aparato de exterminio nazi&#8221;, explica la Fundación.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Una investigación conjunta de la Fundación Wallenberg y del Comité Roncalli, con la participación de destacados historiadores, revela la valiente actitud del delegado apostólico, quien aprovechó las prerrogativas diplomáticas de su cargo a fin de enviar certificados de bautismo y de inmigración a Palestina a los judíos de Hungría&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Su intervención se extendió a favor de los judíos de Eslovaquia y de Bulgaria y se multiplicó a favor de muchas más víctimas del nazismo&#8221;, asegura la Fundación.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;La Fundación Wallenberg y el Comité Roncalli entregarán los resultados de dichas investigaciones a Yad Vashem (la autoridad nacional israelí del Holocausto), con la firme recomendación de que esta prestigiosa entidad le otorgue el titulo de &#8216;justo entre las naciones&#8217; a Angelo Giuseppe Roncalli&#8221;, afirma el comunicado.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Con el propósito de honrar la memoria de Roncalli y educar a las jóvenes generaciones sobre su legado de solidaridad, ambas instituciones realizan un llamamiento conjunto a los alcaldes de todas las ciudades del mundo, instándolos a que emplacen estatuas y bustos conmemorativos de Roncalli en lugares públicos y emblemáticos de sus respectivas ciudades&#8221;, explica la Fundación.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Todos los seres humanos de buena voluntad, sin distinción de credo ni raza, deben reconocer la gesta heroica de Angelo Roncalli y tienen la obligación moral de inculcar su legado a las jóvenes generaciones&#8221;, concluye la institución, cuyo fundador es judío.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Video: El judaísmo de Jesús]]></title>
<link>http://viviendolafe.org/2009/11/25/video-el-judaismo-de-jesus/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:19:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>angel soto</dc:creator>
<guid>http://viviendolafe.org/2009/11/25/video-el-judaismo-de-jesus/</guid>
<description><![CDATA[Entrevista a Mario Saban sobre su libro El Judaismo de Jesús..]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Entrevista a Mario Saban sobre su libro El Judaismo de Jesús..]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Judaismo, Razão e Além ]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/11/13/judaismo-razao-e-alem/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 00:07:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/11/13/judaismo-razao-e-alem/</guid>
<description><![CDATA[DR. TALI LOEWENTHAL, DIRETOR DO CHABAD RESEARCH UNIT, LONDRES Existe uma forma confortável e raciona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>DR. TALI LOEWENTHAL, DIRETOR DO CHABAD RESEARCH UNIT, LONDRES</strong></p>
<p>Existe uma forma confortável e racional de olhar para a vida, que se adequa bem confortavelmente na estrutura normal da consciência. Ela é aceitável. É por isso que “Razão” e racionalidade são frequentemente o tom fundamental da voz da mídia, reivindicando falar por todos, qualquer que seja a mensagem realmente transmitida. Talvez surpreendentemente, a Razão pode também incluir o que nós poderíamos chamar de perspectivas “religiosas” e comportamento corajoso e aparentemente heróico. A pessoa que faz da razão o seu tema pode se dedicar a um ideal e poderia realizar atos extraordinários para aprofundá-lo.</p>
<p>De fato, a Razão também pode usar habilidosamente falsas premissas e levar a conclusões falsas e perigosas. Nas circunstâncias e ambiente certos, a Razão pode levar a abortos e eutanásia em massa, até mesmo ao terrorismo. Os heróis da Revolução Francesa diziam prezar a Razão, mas também organizaram “O Terror” em Paris em 1793-1794 no qual homens, mulheres e crianças da nobreza, assim como milhares de outros, foram assassinados na guilhotina, o que era testemunhado por uma considerável multidão.</p>
<p>Em contraste, existe um conceito judaico de alcançarmos além da razão. Isto não significa “fundamentalismo religioso”. Significa a percepção de que as estruturas lógicas da Razão precisam de orientação que vem de valores absolutos que transcendem cultura, nacionalismo e revolução, tal como a santidade da vida: da vida de todos.</p>
<p>O tema judaico de se alcançar além da razão, significa uma ligação com D’us que está acima do nosso próprio intelecto, e uma consciência de que nossas vidas são baseadas em premissas Divinas: o milagroso em vez do natural.</p>
<p>É intrigante que, dentre as várias interpretações de nossa Parashá (a leitura da Torá de Lech-Lecha, Bereshit 12-17), exista uma apresentação da diferença entre o caminho da Razão e o caminho além dela, explorando o contraste entre os dois filhos de Avraham: Yishmael e Yitzchak.</p>
<p>Sarah, a esposa de Avraham, não era capaz de ter filhos. Como era o costume naquela época, ela deu a ele sua jovem serva egípcia Hagar como concubina, e Yishmael nasceu. Mais tarde na Parashá, D’us disse a Avraham que sua esposa Sarah milagrosamente teria um filho. Ele seria chamado de Yitzchak e seria o verdadeiro herdeiro da mensagem de Avraham ao mundo.</p>
<p>A resposta de Avraham foi: “se pelo menos Yishmael vivesse perante Ti!” [Bereshit 17:18]. Avraham parecia contente em ter somente um filho, Yishmael, desde que aquele filho seguisse um caminho “perante Ti”, um caminho de proximidade com D’us. Mas D’us insistiu que somente Yitzchak fosse seu herdeiro.</p>
<p>O que distingue Yitzchak e Yishmael um do outro? Yishmael nasceu de forma natural, enquanto Yitzchak nasceu de forma milagrosa de uma mãe de 90 anos de idade que já tinha sido estéril. Yishmael foi circuncidado aos 13 anos de idade, uma idade de reconhecimento e compreensão; Yitzchak foi circuncidado aos 8 dias de vida, um estágio anterior ao intelecto e à racionalidade.</p>
<p>Assim, Yishmael é explicado pelos comentaristas como significando a Razão, enquanto Yitzchak expressa a dimensão judaica além da Razão [2]. A ligação de Yishmael com a Razão poderia explicar porque hoje em dia alguns descendentes de Yishmael, na batalha dos vastos territórios árabes contra a minúscula Israel, aparentemente têm a simpatia de um número relativamente grande de pessoas.</p>
<p>A mensagem de Avraham, através de Yitzchak, Yaakov e o Povo Judeu, é a de que todos os seres humano têm um papel potencialmente positivo na criação. Para perceber isto, eles também precisam dar o passo para além do racional, aceitar os padrões e princípios morais absolutos tais como aquele da santidade da vida. Este passo além é o caminho para o futuro.</p>
<p>(Baseado em Likkutei Sichot do Lubavitcher Rebbe vol. 1, pp. 18-22.)</p>
<p>fonte<br />
site Glorinha Cohen</p>
<p>Tenha um sábado de paz.</p>
<p><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una Torá española, vendida en Nueva York por 220.503 euros]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2009/11/25/una-tora-espanola-vendida-en-nueva-york-por-220-503-euros/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:50:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
<guid>http://jonkepa.wordpress.com/2009/11/25/una-tora-espanola-vendida-en-nueva-york-por-220-503-euros/</guid>
<description><![CDATA[Detalle de un rollo de pergamino de origen español y de unos 700 años de antigüedad, considerado el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_16381" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://jonkepa.wordpress.com/files/2009/11/tora_completa.jpg"><img class="size-medium wp-image-16381" title="Tora_completa" src="http://jonkepa.wordpress.com/files/2009/11/tora_completa.jpg?w=300" alt="" width="300" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Detalle de un rollo de pergamino de origen español y de unos 700 años de antigüedad, considerado el más completo que existe, vendido en Nueva York.- EFE</p></div>
<p style="text-align:justify;">Un rollo de pergamino de la Torá de origen español y de unos 700 años de antigüedad, considerado el más completo que existe, se ha vendido hoy en Nueva York por 330.000 dólares (220.503 euros) en una subasta de obras hebreas <a href="http://www.sothebys.com/" target="_blank">organizada por la firma Sotheby&#8217;s</a>. El manuscrito, adornado con dibujos cabalísticos y que data de finales del siglo XIII, es el único de los cuatro textos religiosos judíos de origen español en salir a la venta que ha logrado comprador, en una puja que ha recaudado 3,2 millones de dólares (2,1 millones de euros) con la venta de objetos ceremoniales y obras religiosas hebreas.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Esta Torá probablemente fue elaborada en Soria, en el círculo de místicos y cabalistas que surgió en el norte de España y el sur de Francia, y que más tarde emigró a Israel&#8221;, ha explicado el experto en arte judío de Sotheby&#8217;s, David Wachtel, quien ha detallado que la pieza se escribió entre 1278 y 1295. Ese ejemplar de los textos sagrados judíos, descrito por el experto como &#8220;único en el mundo&#8221;, ha ido a parar a manos de un comprador que pujaba por teléfono y que ha pagado un precio de venta que se situó dentro del valor que Sotheby&#8217;s había previsto, entre 300.000 y 500.000 dólares (entre 200.452 y 334.087 euros).<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Único en su género</strong></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Lo que hace a esta Torá única es que ha sobrevivido, y pese a que existen fragmentos un poco más antiguos que éstos, no están completos. Esta Torá, el objeto más sagrado de la religión judía, pertenece a una época de la que no quedan demasiados objetos&#8221;, ha añadido Wachtel. El rollo, que perteneció a una familia de origen español que vivió en Marruecos y que ahora reside en Israel, es &#8220;el único libro español de la Torá que incluye las tradiciones cabalísticas de letras anómalas, curvadas y en espiral a través de todo el texto&#8221;. Esas características se describen en un antiguo manual y se han encontrado también en los escritos del cabalista español Shem-Tov ben Abraham ibn Gaon (1238-1330), así como en diversos textos escritos de la llamada Edad de Oro española.</p>
<p style="text-align:justify;">Con una medida de 58 centímetros de alto y 36,65 metros de largo, está escrito en tinta negra sobre pergamino (gevil), tal como manda la ley judía, y es de una sola pieza. Asimismo, contiene puntos de anclaje típicos del siglo XIII y su escritura es la sefardita cuadrada de esa época, con algunas correcciones escritas sobre el texto y con ciertos defectos, al ser cosidas sus membranas, y alguna rasgadura reparada por el reverso con piezas de pergamino.</p>
<p style="text-align:justify;">El rollo, de 48 páginas -cada una con de tres a cinco escritas en 47 líneas-, está preparado con una mezcla de sal, harina y <em>mey afatzim</em> (residuos de cera y el extracto de bugalla de roble), que le dan el tono marrón típico de una Torá española. El libro fue identificada por el rabino neoyorquino Yitzchok Reisman, quien, para conocer su valor, investigó durante varios años y sometió el pergamino a diversas pruebas, entre ellas la del carbono 14, para determinar su antigüedad.</p>
<p><!-- ************* Tabla **************** --> <!-- ************* Fin Tabla **************** --> <!-- ************* Despiece **************** --></p>
<p style="text-align:justify;"><a name="despiece1"></a></p>
<h3 style="text-align:justify;">Lo que Sotheby&#8217;s no ha logrado vender</h3>
<p style="text-align:justify;">Otras piezas provenientes de la península Ibérica que salían a la venta, pero que Sotheby&#8217;s ha decidido retirar al no alcanzar el valor que se les había estimado, eran un compendio gramatical hebreo del siglo XV, obra del rabino David Kimhi, y una colección de tratados cabalísticos de finales del siglo XIV.</p>
<p style="text-align:justify;">La firma de subastas esperaba vender esas piezas por un precio que oscilaba entre 20.000 y 30.000 dólares (de 13.362 a 20.044 euros) para el tratado lingüístico, y entre 60.000 y los 80.000 dólares (de 40.091 a 53.455 euros) para los textos cabalísticos. El grupo de piezas españolas que no han logrado adjudicarse lo completaron un tratado de leyes datado en 1457, valorado entre 50.000 y 60.000 dólares (de 33.410 a 40.091 euros), y un libro de homilías fechado entre los siglos XIV y XV y que estaba estimado entre 12.000 y 15.000 dólares (de 8.018 a 10.023 euros).</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Tora/espanola/vendida/Nueva/York/220503/euros/elpepucul/20091124elpepucul_17/Tes">El País</a></p>
<p><a href="http://bitacoras.com/anotaciones/http://jonkepa.wordpress.com/2009/11/25/una-tora-espan…-220-503-euros"><img style="vertical-align:middle;border:0;" title="Votar esta anotación en Bitacoras.com" src="http://widgets.bitacoras.com/votar/normal/http://jonkepa.wordpress.com/2009/11/25/una-tora-espanola-vendida-en-nueva-york-por-220-503-euros/" alt="votar" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acontece no Centro de História e Cultura Judaica em 26/11/2009: ]]></title>
<link>http://ceiauff.wordpress.com/2009/11/24/acontece-no-centro-de-historia-e-cultura-judaica-em-26112009/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceiauff</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://bibliamemoriahistoria.blogspot.com/"><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="Clique no cartaz para a PROGRAMAÇÃO COMPLETA e MAIS INFORMAÇÕES sobre o II Colóquio História, Memória e Literatura Bíblica, a ocorrer no Centro de História e Cultura Judaica, Botafogo, Rio de Janeiro (RJ), em 26 de novembro de 2009." src="http://ceiauff.wordpress.com/files/2009/11/iicoloquio.jpg" alt="" width="470" height="664" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Grande Lebowski (Joel e Ethan Coen, 1998)]]></title>
<link>http://cinecafe.wordpress.com/2009/11/23/o-grande-lebowski-joel-e-ethan-coen-1998/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:21:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bernardo Brum</dc:creator>
<guid>http://cinecafe.wordpress.com/2009/11/23/o-grande-lebowski-joel-e-ethan-coen-1998/</guid>
<description><![CDATA[- por Bernardo Brum A era hippie acabou e agora todos estão trabalhando. Mas você sabe, às vezes tem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/11/big-lebowski-diminuto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1718" title="big lebowski diminuto" src="http://cinecafe.wordpress.com/files/2009/11/big-lebowski-diminuto.jpg" alt="" width="500" height="284" /></a></p>
<p><em>- por Bernardo Brum</em></p>
<p>A era hippie acabou e agora todos estão trabalhando. Mas você sabe, às vezes tem um homem que pode mudar tudo isso.  Sem comunistas, agora no máximo podemos acreditar no discurso deste republicano ou daquele democrata. Mas às vezes existe um homem para provar como nós todos estávamos enganados. Tudo agora é baseado no dinheiro para a caridade, para as artes plásticas ou para fortalecer a máfia da pornografia em videotape, que não sabem mais o que é cinema. Só que as vezes tem um homem que não liga, chega e destrambelha tudo.  E esse homem que eu não conheço não é ninguém importante, mas você sabe que às vezes tem um homem que&#8230; Hum, perdi o fio da meada.</p>
<p>Eis Jeffrey Lebowski, O Cara, exímio jogador de boliche que junto de seus incapazes amigos &#8211; o cardíaco Donny e o psicótico ex-combatente do Vietnã Walter &#8211; é tirado do seu mundo de baseados, white russians e calorosos debates nos clubes onde bolas rolam e pinos caem para fazer as vezes de Sam Spade. Ou de Philip Marlowe. Para aqueles sombrios anos pós-depressão,  o homem era Bogart, gel no cabelo, terno impecável, cigarrinho no canto da boca e frases ferinas. Nesses anos de incrível ressaca moral, nós temos que deixar isso pra lá e buscar compensação por nossos carpetes mijados e nossas fitas do Creedence.</p>
<p>Esse é o dilema moral do Cara. Tomado por um milionário homônimo, tendo seu carpete mijado e tendo que sair por aí atrás de uma ex-atriz pornô casada com o tal Grande Lebowski &#8211; que, segundo o próprio foi raptada por uma gangue de&#8230; niilistas? E, claro, no meio do caminho tendo que aguentar moleques arrogantes, a filha excêntrica do milionário, o síndico afetado, o pederasta <em>mothafucka&#8217;</em>, agiotas do mundo pornô, a polícia, um taxista que é fã do Eagles, os ataques de Walter, e lá vamos nós.</p>
<p>Predileção dos Coen, <em>O Grande Lebowski</em> é um grande filme sobre o nada, a desinformação, a estupidez e a fragilidade da vida. Só O Cara que não parece ligar sobre isso, e em momento algum ele reina soberano &#8211; o mundo faz gato e sapato de um pobre vagabundo metido em uma conspiração digna de um <em>O Falcão Maltês</em> ou <em>À Beira do Abismo</em> que, no final das contas, surgiu apenas por causa do caos que faz de nossas vidas grandes campanhas em nome de coisa alguma e que só foram empreendidas, afinal, porque nós somos estúpidos demais para fazer qualquer coisa útil. Ou preguiçosos, talvez.</p>
<p>Aí, uma bola de feno sendo empurrada por aí pelo vento logo transforma-se em sonhos psicodélicos envolvendo garotas gostosas vestidas de viking em uma pista de boliche, ou cinzas de um defunto sendo jogadas em nosso rosto. É tudo muito frágil, ridiculamente frágil. E é tudo muito estúpido, hilariamente estúpido. O planeta é tão rico em oxigênio quanto em burrice, e assim segue o balaio das grandes epopéias dos inúteis, por gerações. Por que, às vezes, tem um Cara para nos mostrar tudo isso. Às vezes, tem um cara para acender uns baseados e ouvir uns rockzinhos safados antes de terem a cabeça afundada na privada. Às vezes, tem&#8230; um Cara.</p>
<p>5/5</p>
<p><em>Ficha técnica: O Grande Lebowski (The Big Lebowski) &#8211; 1998, EUA. Dir.: Joel e Ethan Coen. Elenco: Jeff Bridges, Julianne Moore, Philip Seymour Hoffman, John Goodman, Steve Buscemi, Tara Reid, John Turturro, Flea</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[el Che Guevara  era judío]]></title>
<link>http://yrania.wordpress.com/2009/11/23/el-che-guevara-era-judio/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:13:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>julio</dc:creator>
<guid>http://yrania.wordpress.com/2009/11/23/el-che-guevara-era-judio/</guid>
<description><![CDATA[No es ni un elogio ni tampoco un vituperio&#8230; Está claro que ese conocido rostro/icono hecho fam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://yrania.wordpress.com/files/2009/11/guevara-60pciento.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1863" title="guevara 60pciento" src="http://yrania.wordpress.com/files/2009/11/guevara-60pciento.jpg?w=293" alt="" width="293" height="300" /></a></p>
<p>No es ni un elogio ni tampoco un vituperio&#8230; Está claro que ese conocido rostro/icono hecho famoso en el mundo entero para mentalizar a los jóvenes inconformistas fue diseñado con rasgos que pretenden expresar una personalidad soñadora o de &#8220;iluminado&#8221;, aunque probablemente un estudioso de la fisiognomía descubriría en sus ojos la mirada  típica de un fanático.</p>
<p>Ahora nos enteramos  que Ernesto  &#8220;Che&#8221; Guevara, &#8211;que llegó a estampar su firma en los billetes de la valuta cubana, ya que fue algo así como ministro de Economía&#8211; , y que ha sido convertido en &#8220;martir&#8221; laico de la progesía, fue de ascendencia judía. Resumimos lo que  hemos leído en <a href="http://www.lavozylaopinion.com.ar/cgi-bin/medios/vernota.cgi?medio=lavoz&#38;numero=Agosto-Septiembre&#38;nota=Agosto-Septiembre-2">la voz y la opinión</a>:</p>
<p>Probablemente, todo comenzó a finales de 1964.<br />
(&#8230;) entonces la madre de Ernesto, detectando su muerte cercana (&#8230;) divulgó a su hijo la historia oculta de su vida.<br />
Celia (la madre de Ernesto) nació en Buenos Aires en  1908 en el seno de una familia (&#8230;) de emigrantes judíos de Rusia.<br />
(&#8230;). Hasta la edad de dieciocho años Celia Sheinerman creció en el ghetto cerrado y congestionado del emigrante, obteniendo la educación judía tradicional.</p>
<p>Cuando alcanzo la edad de 18 años se alejó de su casa, su familia y la religión, cambiando su nombre judío y un año más tarde se caso con Ernesto Guevara Linch, natural de la Argentina.<br />
Un año más tarde ella dio a luz a Ernesto.</p>
<p>El 19 de febrero 1965, Ernesto Guevara llega a Egipto. En la República Árabe Unida, que incluía por entonces a Egipto y Siria, el Che permanecerá por una semana hasta el 24 de febrero. Y el  día 1 de marzo él reaparece en el valle del Nilo, restante en Egipto por casi dos semanas.<br />
¿Pero dónde el ministro cubano ha pasado los días entre  el 24 de febrero  y el 1 de marzo?<br />
La respuesta a esta pregunta se supo durante este año 2007, cuando algunos documentos de la CIA fueron desclasificados.<br />
El 25 de febrero 1965, de Guevara sale de Egipto para Chipre, y de allí llega a Israel, pisando por primera vez la tierra de sus antepasados.<br />
Guevara llega en Israel de incógnito, en la tentativa casi vana de encontrar a la familia de su tío; y el milagro sucede: ¡él descubre que  tiene un primo de su misma edad! Sin embargo, el primo tampoco mantuvo el apellido familiar.<br />
Ernesto Che Guevara consigue ver en Tel Aviv a este primo, el comandante de la división de la sección del entrenamiento de combate del personal general, Ariel Sharon.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Nota de <strong>Yrania</strong>: La ideología &#8220;internacionalista&#8221; del &#8220;Che&#8221; puede avalar la teoría de su origen judaico; sin embargo, cabe la posibilidad de que se trate de hacer pública esa supuesta ascendencia a fin de prestigiar al judaísmo en los ambientes de &#8220;izquierda&#8221;. También cabe la posibilidad de que se trate de desacreditar al &#8220;Che&#8221; entre las personas que tienen poca o ninguna simpatía hacia todo lo que representa el judaísmo.  En cualquier caso, la historia dirá que  Ernesto Guevara fue tan sólo un aventurero fracasado y un icono de la propaganda pseudo-revolucionaria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lula recebe líder do Irã em visita cercada de polêmica]]></title>
<link>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/23/lula-recebe-lider-do-ira-em-visita-cercada-de-polemica/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:32:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>mpassosbr</dc:creator>
<guid>http://pensarpoliticamente.wordpress.com/2009/11/23/lula-recebe-lider-do-ira-em-visita-cercada-de-polemica/</guid>
<description><![CDATA[Obs.: volto mais tarde para comentar a notícia. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, faz nesta ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Obs.: volto mais tarde para comentar a notícia. O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, faz nesta ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pulso a la Iglesia: Judea presiona al Vaticano]]></title>
<link>http://tresmontes7.wordpress.com/2009/11/22/pulso-a-la-iglesia-judea-presiona-al-vaticano/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:28:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>tresmontes</dc:creator>
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<description><![CDATA[En el blog hurania hemos leído un interesante artículo del que reproducimos una parte en la que su a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En el blog <a href="http://hurania.wordpress.com/2009/11/21/caso-williamson-estorsion-judia-contra-la-iglesia/">hurania</a> hemos leído un interesante artículo del que reproducimos una parte en la que su autor, Antonio Caponnetto, interpreta el sigificado teológico de un  supuesto &#8220;holocausto&#8221; del que todo el mundo habla sin saber ni siquiera el origen de esta palabra griega:</p>
<div><strong><span style="font-size:large;">V. La mayor mentira de la mentira del Holocausto</span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:large;"> </span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:large;"></span></strong></div>
<p><strong><span style="font-size:large;"></p>
<div><span style="font-size:medium;">A pesar de que lleva largo tiempo el alboroto inicuo armado ex profeso por el aparato judeo-modernista internacional contra las razonables declaraciones de Monseñor Richard Williamson, todavía no terminan de inteligir los católicos la verdadera gravedad de sostener la versión oficial del Holocausto. Incluso —y con pesar lo decimos— no terminan de entenderlo ciertos intelectuales católicos de orientación tradicionalista. A muchos de ellos el fastidio que les suscita la sola mención del Nacionalsocialismo, y la posibilidad siquiera indirecta de que puedan quedar defendiéndolo, les impide ver la profundidad del mal que se está consumando ante nuestra vista.</span></div>
<div><span style="font-size:medium;">Porque esta versión oficial del Holocausto, que desde antes del pontificado de Benedicto XVI ya Roma se había decidido a sostener y a preservar, y que ahora ha cuasi dogmatizado, no contiene sólo una inadmisible fábula histórica sino una horrenda falsificación teológica. El mito de la Shoah no es principalmente inaudito porque se adulteren las cifras de los homicidios, las causas de las muertes o las condiciones edilicias de los campos de concentración. No radica su nocividad en hacer pasar por gases humanamente letales los desinfectantes del tifus, o en montar hornos crematorios después del triunfo aliado, o en trucar fotos, cifras, testimonios, juicios y acontecimientos. Ni siquiera es su peor culpa haber hecho un negocio multimillonario de esta mentira, como lo probó el judío Norman Finkelstein en su libro La industria del Holocausto. Todo esto y tantísimo más, describen la faz histórica, política y económica de este embuste basal del siglo XX, asegurado por los verdugos inmisericordes de Nüremberg y sellado en las tenidas torvas de Yalta y de Potsdam. Y todo esto, claro, estará bien que se dirima en el ámbito de los estudios historiográficos, distante si se quiere de las cuestiones de Fe.</span></div>
<div><span style="font-size:medium;">Pero todavía hay algo mucho más tenebroso, y es la teología judaica sobre el Holocausto. Una teología dogmática que enseñan y hacen suya las más renombradas agrupaciones hebreas que suelen tener ahora libre acceso al Vaticano, o viceversa, que suelen dar hospedaje al Santo Padre. Según esta teología, Israel, no Cristo, es el Cordero Inmolado. Perseguido durante siglos y ofreciéndose en sacrificio permanentemente, alcanza el punto culminante de su ofrenda cuando muere masivamente bajo las tropelías del Tercer Reich. Tropelías antisemitas que, en esta cosmovisión mesiánica del Israel carnal, no tendrían sino como fundamento último las mismas enseñanzas católicas que durante siglos y siglos habrían predicado la culpabilidad hebrea en la muerte de Cristo. Al nazismo se llega por culpa del cristianismo; y bajo el nazismo la oblación mesiánica de Israel alcanza su punto culminante. Cristo es el gran destronado de su trono de Víctima, y acusados sus seguidores de instigación secular al antisemitismo, colócase en ese trono sangrante el mismo Israel. Del Gólgota ya no pende Aquel cuya sangre pidieron un día que cayera sobre sus testas impías y las de sus propios hijos. Pende sacrílegamente la mano y la mente, el puño y la inteligencia de aquellos que fraguaron la crucifixión del Redentor.</span></div>
<p></span><span style="font-size:medium;">Parodia endemoniada de la economía de la salvación, caricatura infernal del genuino mesianismo, subversión radical del sentido de la Historia de clara inspiración cabalística, esta versión teológica del Holocausto es la que debe saber todo católico honrado que está adquiriendo cada vez que le hacen creer que &#8220;quien niega la Shoah no conoce el misterio de Dios ni de la Cruz de Cristo&#8221;. Palabras insensatas pronunciadas el 30 de enero por el Padre Federico Lombardi, Director de la Oficina de Información de la Santa Sede y que, lamentablemente, no fueron desmentidas ni enmendadas.</p>
<p>Es por este carácter paródico y endemoniado del mesianismo de Israel, que sus principales ideólogos monopolizan la denominación de holocausto para lo sucedido durante la Segunda Guerra Mundial, no permitiendo que el término se use para los cien millones de cristianos masacrados por el Comunismo a lo largo de la casi totalidad del siglo XX, porque es bien sabido que la dirigencia comunista responsable de este martirio colectivo ha sido y fue en su casi totalidad de origen hebreo.</p>
<p>Y es porque este carácter paródico del mesianismo debe quedar asegurado universalmente, que la teología dogmática judía elabora o promueve en abundancia obras como las de Yad Vashem (Jerusalém), M. Polakoff (Iom HaShoá VeHagvurá. Un manual para el recuerdo), Isajar Moshé Teijtel (Alegre madre de hijos), Pasión intacta, de George Steiner, Breviario del Odio, de León Poliakov —con su prólogo meaculpista del cristiano Francois Mauriac—, The destruction of the European Jews, de Raul Hilberg o la de Gustavo D. Perednik, Teología del holocausto, que con interés y provecho puede consultarse digitalmente. (&#8230;/&#8230;). </p>
<p>Precisamente en este ensayo dice Perednik, glosando a otros exégetas hebreos, que el capítulo 53 de Isaías, llamado Del Siervo del Eterno, no sería una prefiguración de la Crucifixión de Jesucristo, sino &#8220;que puede ser entendido perfectamente como una referencia al Holocausto&#8221;, pues en él &#8220;los sufrimientos son purificadores en dos sentidos: en lo personal y en un plano social&#8221; […] Aquí cabe evocar al filósofo que se basó precisamente en Isaías 53 para fundamentar su teología del Holocausto. Para Ignaz Maybaum, el judío sufre a fin de despertar la conciencia del mundo gentil que es su victimario. A partir del martirio judío, la humanidad entera, por reflejo, ahonda su búsqueda en la senda del bien […] &#8220;Mira:yo pongo hoy delante de ti la vida y la bendición, la muerte y la maldición&#8221;, concluye por decirnos la Torá. Berkovits, sostenedor de esta idea, agregará que en el tema del Holocausto, el contraste histórico es claro: &#8220;desde los humos de Treblinka, irrumpe el Estado de Israel. Lo que Berkovitz denominaría, después del horror, «la sonrisa suficiente». El retorno a Sión da el significado a la historia judía&#8221;.</p>
<p>Pero ni este texto representativo ni este artículo agotan lo que cabría saber al respecto. La nómina de expositores de este paródico mesianismo, se engrosaría si incluyéramos en ella a ciertos autores protestantes, como Robert McAfee Brown, o sedicentemente católicos como Harry James Cargas, mucho más entitativo, audaz y heterodoxo que el vocero vaticano Lombardi.</p>
<div><strong>VI. La Iglesia debe pensar católicamente</strong></div>
<div><strong>Si se nos ha seguido benévolamente hasta aquí, con especial énfasis en la lectura del parágrafo anterior, un par de necesarias conclusiones podríamos ir elaborando.</strong></div>
<div><strong>La primera es que la Iglesia no puede asumir como propia la versión oficial sobre el Holocausto, ni mucho menos dotarla de la intangibilidad que se pretende.</strong></div>
<p><strong>Tiene esta versión un cúmulo inagotable de mentiras a designio, fruto principalmente de las llamadas &#8220;campañas de desnazificación&#8221;, con sus tribunales fiscalizadores, sus lavados de cerebro colectivos y sus programas de reeducación, cuya parcialidad antialemana y aliadófila jamás disimularon. Terminada la guerra, en el Bundesland de Baden-Württemberg se publicó sin rubores: &#8220;No debe ser dicho nada favorable sobre el Tercer Reich, y no debe ser dicho nada desfavorable sobre los aliados&#8221;. Y en 1960, el Presidente de Alemania Federal, Heinrich Lübke, hablando de &#8220;los textos escolares&#8221; referidos &#8220;al lapso histórico alemán de 1933 a 1945&#8243;, solicitó expresamente que trasmitieran &#8220;aborrecimiento por el Tercer Reich&#8221;.</p>
<p></strong>Con sublevante patetismo se advierte que nadie pide estudiar la verdad histórica, investigar serenamente, escudriñar las fuentes, cotejar testimonios, fatigar archivos. Ningún rebelde librepensador se atreve al llegar aquí a pensar libremente. Lo que se pide es instalar de modo unánime y sacramental el pensamiento único elaborado por Israel. Ardid inmoral y escandaloso que viene siendo elaborado perseverantemente desde el infame juicio de Nüremberg, cuyas aberraciones de toda índole jamás se quieren mencionar. Empezando por la que señala Carlos Whitlock Porter en su Not guilty at Nuremberg: se desecharon sin escrúpulos las 312.022 declaraciones notariales presentadas por la defensa, se aceptaron como moneda de buena ley, en cambio, las 8 ó 9 declaraciones presentadas por la fiscalía. Mención aparte significaría recordar la nómina de atentados judíos —algunos de ellos mortales— contra autores e instituciones dedicadas a la revisión histórica. Por probar este aserto, el 3 de enero de 1996, el embajador de Israel en la Argentina, Israel Avirán, ordenó la captura y el secuestro de la revista &#8220;Memoria&#8221; que entonces editábamos con un puñado de amigos.</p>
<p>El Santo Padre, precisamente por su doble condición de patriota alemán y de intelectual destacadísimo, debe ser la persona indicada para advertir que esta versión ruinosa y ficta no puede ser asumida por la Iglesia. Entiéndase bien: no se trata de exigirle a Roma que avale una determinada escuela historiográfica en contra de otra, ni de que tome partido por el revisionismo u otorgue rango de definición ex cathedra a los asuntos meramente terrenos. Pero se trata sí, de rogarle con insistencia que busque celosamente la verdad del pasado, que promueva esa búsqueda con empeño y sabiduría, que apoye a los estudiosos serios y veraces, desdeñando interpretaciones facciosas, preñadas de adulteraciones y de embustes de grueso calibre. Se trata, en suma, de tener bien presente, que el último dogma fue el de la Asunción de María Santísima.</p>
<p>No podemos conformarnos cada vez con menos, que es una de las definiciones de la tibieza; ni podemos tampoco aceptar la necesidad del doble discurso como constitutivo ineludible de las relaciones diplomáticas. Cierto es que el grueso de las sociedades vive bajo las falacias de la virtualidad y bajo el sometimiento de esos ídolos que supo describir Bacon. Cierto que al amparo de esos ídolos, que entenebrecen la realidad, pocos y cada vez menos son los que distinguen lo que las cosas son, como gustaba decir Gilson. Y cierto al fin, si se quiere, que no le corresponde al Pontífice hacer de historiador, ni andar dirimiendo sobre el Zyklon B o los alambrados de púas en Auschwitz. Pero si ya no hemos de pedirle al Vicario de Cristo que combata a los hijos de las tinieblas, y bregue por la Verdad en la totalidad de sus manifestaciones, ¿a quién entonces deberíamos acudir los católicos?</p>
<p>En su confortadora encíclica Spe Salvi, Su Santidad Benedicto XVI memora un texto del Sermón 340 de San Agustín, que parece contener toda una respuesta al dilema que estamos planteando. Explica allí el de Hipona que una misión se ha impuesto: &#8220;corregir a los indisciplinados, confortar a los pusilánimes, sostener a los débiles, refutar a los adversarios, guardarse de los insidiosos, instruir a los ignorantes, estimular a los indolentes, aplacar a los soberbios, apaciguar a los pendencieros, ayudar a los pobres, liberar a los oprimidos, mostrar aprobación a los buenos&#8221;. Todo un programa para estas cruciales circunstancias.</p>
<p>Pero además, y como quedó dicho, existe otra razón superior para que la Iglesia rechace enfáticamente la versión oficial del Holocausto, y es que tras la misma asoma una teología dogmática judía groseramente anticristiana, burdamente paródica del genuino mesianismo, deliberada mueca hostil de inspiración talmúdica contra la misión salvífica de Nuestro Señor Jesucristo, y su Divina Majestad.</p>
<p>Llama poderosamente la atención que en estos agitados días alrededor del caso Williamson, haya pasado inadvertida toda voz eclesial, empezando por la de Benedicto XVI, que nos haya remitido a la <strong>Mit brennender sorge</strong> de Pío XI. Allí está todo lo que un católico debe saber para tomar distancias del Nacionalsocialismo, y de cuanto aquella ideología y su concreción política pudieron haber tenido de injusto y aún de ominoso. Pero está todo lúcida y corajudamente explicado en perspectiva católica, para que ningún bautizado confunda el rumbo y la finalidad. &#8220;La Cruz de Cristo&#8221; —dice Pío XI— &#8220;aunque su solo nombre haya llegado a ser para muchos locura y escándalo, sigue siendo para el cristiano la señal sacrosanta de la redención, la bandera de la grandeza y de la fuerza moral. A su sombra vivimos, besándola morimos; sobre nuestro sepulcro estará como pregonera de nuestra fe, testigo de nuestra esperanza, aspiración hacia la vida eterna&#8221; [nº 31].</p>
<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><a href="http://www.revistacabildo.blogspot.com/"><span style="font-size:x-small;">http://www.revistacabildo.blogspot.com/</span></a></span>&#8212;</span></span></span></span></div>
<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;">Nota de URANIA: Independientemente de que históricamente  las cosas ocurrieran según la versión oficial o bien de otro modo, tal como sólo es posible conocer por medio de ciertos investigadores,  lo cierto es que para el Cristianismo el único y supremo holocausto es el sacrificio en Cruz de Jesucristo.</span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;">Por otra parte, algunos  historiadores hablado del genocidio del pueblo alemán &#8212;víctimas de bombardeos, bajas en el frente de guerra y éxodo de los territorios de Prusia&#8211; y un artista ha representado lo que llamó el holocausto de Europa en un lienzo sólo dado a conocer a unas pocas personas de Barcelona en los años 80.</p>
<p>En todo caso, incluso si se acepta la versión hoy dominante de la historia reciente, la interpretación religiosa que hace Caponnetto es digna de consideración incluso para los &#8220;no creyentyes&#8221;.</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></span></span></span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Judíos para el Judaísmo: La Respuesta a una Necesidad Urgente]]></title>
<link>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/22/judios-para-el-judaismo-la-respuesta-a-una-necesidad-urgente/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:25:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Schnessel</dc:creator>
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<description><![CDATA[En el programa de noticias premiado del ABECÉ, 20/20, Barbara Walters recientemente preguntó, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En el programa de noticias premiado del ABECÉ, 20/20, Barbara Walters recientemente preguntó, <em>&#8220;¿Qué pasaría si su hijo de 12 años viniera a casa y le dice que un adulto lo había persuadido a cambiar su religión?”.</em> Esta pregunta introdujo la historia de un muchacho que fue obligado en la conversión tres meses antes de su Bar-mitsvá. Su conversión ocurrió durante un programa juvenil sostenido en una iglesia Bautista del Sur. El miembro de la iglesia que habló a este muchacho le dijo que él podría ser &#8220;Judío y cristiano al mismo tiempo&#8221;.  El informe mostró claramente que esta seria amenaza para la comunidad Judía ha adquirido nuevas proporciones. De acuerdo a una reciente encuesta del grupo Gallup and Harris, hay más de 70 millones de “Cristianos nacidos de nuevo”  en Norteamérica, muchos de los cuales están convencidos que para que Jesús retorne, los Judíos primero deben ser convertidos al Cristianismo. Denominaciones Cristianas como la Convención Bautista del  Sur &#8211; que aprobó una resolución en 1996 que apunta como meta la conversión de Judíos  &#8211; y las “Asambleas de Di-s&#8221;, así como un sin número de otros grupos Cristianos por todo el mundo, contribuyen con más de 250 millones de dólares cada año para evangelizar agresivamente a Judíos. Estos Cristianos evangélicos han establecido &#8220;sinagogas Hebreo-Cristianas&#8221; especiales para atraer a Judíos. Tales &#8220;sinagogas&#8221; han crecido de un número de 20 a más de 400 en los últimos veinte años. </p>
<p>Los misioneros convencen a sus reclutas que ellos no son completos como Judíos hasta que ellos acepten a Jesús como el Mesías, y que un Judío conserva su identidad Judía aún después de la conversión al Cristianismo. Según un estudio de población realizado en 1990 por el Concilio de Federaciones Judías, más de 600.000 Judíos en Norteamérica  se identifican con alguna variante del Cristianismo. En  los últimos 25 años, más de 275.000 Judíos por todo el mundo han sido convertidos por los misioneros que usan tácticas engañosas en las que el Evangelio es predicado por &#8220;rabinos Mesiánicos&#8221; que visten yarmulkas (casquetes) y talesim (mantos de rezo) en los servicios de &#8220;Shabbat&#8221; y &#8220;Jaguim”. Estos &#8220;Hebreo-Cristianos&#8221; promueven su fe Cristiana usando un nuevo nombre: &#8220;Judaísmo Mesiánico&#8221;.</p>
<p>Estos grupos han influido en iglesias evangélicas para que adopten sus mismas técnicas engañosas. Por primera vez en la historia, los Judíos son bienvenidos en las iglesias y se les dice que ellos pueden conservar su identidad Judía. Los miembros de iglesia entonces le presentan al Judío &#8220;a otro Judío que ha aceptado al Señor&#8221;. Este método de proselitismo posibilita un contacto con más gente, ya que estos Cristianos se encuentran en el trabajo, la escuela y en distintos grupos sociales y sirven como intermediaros entre el Judío y los misioneros “Hebreo-Cristianos”. Además, nuevos programas como el parque temático, de 16 millones de dólares en Orlando, Florida, llamado la Experiencia de Tierra Santa, y viajes de conferencias como &#8220;al Judío Primero en el Nuevo Milenio&#8221; son tierras (razones) de educación (entrenamiento) virtuales para enseñar a los Cristianos cómo con eficacia evangelizar a sus conocidos Judíos.</p>
<p>Contrariamente a la percepción popular, no sólo los Judíos inestables emocionalmente son víctima de los esfuerzos de los misioneros; de hecho, todos los Judíos son susceptibles. A menudo los misioneros escogen como blancos los recintos universitarios, hospitales, programas de rehabilitación para drogadictos, residencias para mayores, y Shoppings en vecindarios Judíos, así también como la comunidad israelí, inmigrantes soviéticos y  matrimonios mixtos. Ellos deliberadamente citan incorrectamente, traducen erróneamente e interpretan mal las escrituras Judías y los textos rabínicos para &#8220;demostrar&#8221; que Jesús era tanto el Mesías Judío como Di-s. Su deslegitimación del Judaísmo, junto a su  explotación engañosa de símbolos Judíos, artículos religiosos e incluso la música tradicional, sirven para confundir al potencial converso, haciéndolo más vulnerable.</p>
<p>Estos grupos misioneros &#8211; más de 900 solo en Norteamérica &#8211; están activos en todo el mundo, y pueden ser encontrados en casi cada centro con población Judía. Varios de los dirigentes de estos movimientos cuentan con una considerable influencia política; incluso a uno le han concedido el estado &#8220;observador&#8221; en las Naciones Unidas. Varios grupos han fundado escuelas &#8220;Judío- Mesiánicas&#8221; para niños y &#8220;yeshivot&#8221; de donde surgen &#8220;rabinos Mesiánicos&#8221;. En Israel actualmente hay más de 100 &#8220;congregaciones Mesiánicas&#8221;, y más de 38 en la ex-Unión Soviética. Estos grupos cazan casi exclusivamente Judíos incultos, no afiliados y/o alienados.</p>
<p>En respuesta a esta amenaza creciente, Judíos para el Judaísmo Internacional fue fundada en 1986. El único recurso anti-misionero full-time y con una red extendida por Norte América y el mundo, Judíos para el Judaísmo tienen sucursales en Los Angeles; Nueva York; Baltimore; Washington, D.C.; Toronto; Johannesburgo, Sudáfrica; y Melbourne, Australia. Sus dos objetivos primarios son la educación preventiva y el rescate de aquellos Judíos que han estado bajo la influencia de misioneros.</p>
<p>Judíos para el Judaísmo alcanza estos objetivos dialogando con &#8220;Hebreo-Cristianos”, controlando las actividades de los misioneros y ofreciendo charlas y cursos intensivos de contra-misionerismo. Judíos para el Judaísmo son también pioneros en el empleo de publicidad multimedia y la distribución mundial de materiales de contra-misionerismo. Hemos producido una amplia selección de literatura, audio y videocintas, disponibles en inglés y ruso. Además, tenemos un sumamente aclamado website en: www.jewsforjudaism.com.</p>
<p>El mejor antídoto contra los misioneros &#8220;Hebreo-Cristianos &#8221; y las sectas es una comunidad Judía bien educada. Judíos para el Judaísmo ofrecen varios programas que describen la naturaleza y el alcance de estos esfuerzos para convertir Judíos, y les explican cómo neutralizarlos. Estos cursos favorecen a concienciar sobre las técnicas de los misioneros, incluyendo errores y engaños usados por los grupos misioneros que falsifican el Judaísmo.</p>
<p>Los Judíos a menudo son confundidos e intimidados por misioneros. Es importante que nosotros entendamos los defectos teológicos del argumento “Hebreo-Cristiano” que acepta a Jesús como el cumplimiento del Judaísmo. Mientras la mayor parte de Judíos saben que no aceptamos a Jesús como el Mesías, pocos son capaces de explicar por qué.</p>
<p>Con este propósito, Judíos para el Judaísmo también proveen extensiones en campus, extensiones a Judíos rusos, y extensiones a &#8220;Hebreo-Cristianos&#8221;. Aquellos que han salido de grupos “Judío-Mesiánicos”  pueden ser consejeros voluntarios. Basados en la premisa de que la persona no contaba con información suficiente en el momento de tomar una decisión, él o ella es presentado con los argumentos Judíos para contestar la perspectiva Cristiana. Varias de nuestras oficinas han desarrollado grupos de apoyo, ofreciendo el entendimiento y el estímulo a individuos y familias afectadas por misioneros y sectas.</p>
<p>¿Cuán acertado es Judíos para el Judaísmo? Hay una posibilidad del 60 a 70 % que cualquier persona Judía que piensa convertirse al Cristianismo, o ya se haya convertido, volverá al Judaísmo si están dispuestos a escuchar al punto de vista Judío. La mayor parte de estos individuos salen de nuestras charlas con una apreciación renovada y vital de su herencia Judía.</p>
<p>Si desea recibir información adicional, solicitar un conferencista para su grupo, o arreglar una consulta personal, por favor comuníquese con cualquiera de las oficinas de Judíos para el Judaísmo catalogadas en la página Web. www.jewsforjudaism.com </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[SINTESIS DEL JUDAISMO]]></title>
<link>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/22/5686/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 23:31:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Schnessel</dc:creator>
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<description><![CDATA[A) HISTORIA Por judaísmo se entiende el conjunto de la civilización, y tradición religiosas, cultura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>A) HISTORIA</strong></p>
<p><strong>Por judaísmo se entiende el conjunto de la civilización, y tradición religiosas, culturales y jurídicas del pueblo judío, tal como se desarrollaron y trasmitieron desde los comienzos de los tiempos bíblicos hasta el presente. Como tal, no es un ente monolítico. Comprende muchos diferentes períodos históricos, así como muchas distintas aproximaciones a las preguntas fundamentales referentes a Dios, al hombre y al mundo. Aún así, todos estos «Judaísmos» están ligados por el hilo común de la continuidad de la tradición y el destino histórico colectivo de los Hijos de Israel.</strong></p>
<p><strong>EL PERIODO BÍBLICO</strong></p>
<p>La historia del judaísmo se inicia a principios del segundo milenio antes de la era común (a.e.c.) en Mesopotamia. Allí, a causa de la destrucción de la ciudad de Caldea de Ur y de otras circunstancias externas, se daba un gran desplazamiento de población. Entre las muchas familias que migraban con dirección norte hacia Asiria se hallaba una cuyo destino la llevaría al descubrimiento de que existe un solo Dios. Esta familia, conforme a los relatos bíblicos, estaba encabezada por Abraham y Sara. Más tarde migraron a las tierra de Canaán y fue allí donde se desarrollaron sus ideas monoteístas.</p>
<p>Nuevas circunstancias empujaron a muchos semitas occidentales a Egipto, con la conclusión de algunos miembros de la familia patriarcal. Allí la experiencia de la esclavitud y la redención definió al pueblo judío y a su futura fe. Al abandonar Egipto hacia el año 1250 a.e.c. aproximadamente, en medio de eventos cataclísmicos (el Éxodo), los hijos de Israel experimentaron en el Sinaí un despertar religioso y nacional, el que describieron como Revelación Divina. Bajo la guía de su maestro Moisés llegaron a aceptar lo que consideraron la Ley de Dios. La Tora se transformaría en la guía directora de toda la historia judía subsiguiente.</p>
<p>De estas experiencias en el Sinaí, junto con la percepción judía de la Revelación de Dios, surgió la Tora. La Tora, mejor conocida como los Cinco Libros de Moisés o Pentateuco es, según la tradición judía, el resultado de la Revelación Divina directamente a Moisés y a través de él, a la totalidad del pueblo judío y para el mundo entero. Los estudios modernos han cuestionado la validez de esta afirmación, basándose en su propio análisis literario de la Tora. Su teoría es que la Tora fue redactada o editada a partir de varios documentos, cada uno siendo el producto de grupos o autores distintos, en épocas diferentes. De cualquier manera hasta los tiempos modernos, tales tópicos no afectaron en modo alguno el desarrollo del judaísmo. Para los Rabinos del Talmud y para sus sucesores en la Edad Media y moderna, la creencia en la santidad y la revelación de la Tora eran un axioma.</p>
<p>A comienzos del siglo XII (a.e.c.) Israel ocupó la tierra de Canaán, que conquistaron lentamente. Allí encontraron a algunos miembros de su clan que nunca habían abandonado esta tierra, y juntos empezaron a forjar una nueva sociedad. La base ideal de esta sociedad fueron las tradiciones que los israelitas habían recibido en el Sinaí, pero de hecho la realidad fue muy distinta. Por todas partes se sentía la influencia de los cananitas, y pasaron muchos años antes que los israelitas pudieran liberar de esta influencia a su pueblo. (El Rey Salomón quien reino entre 970 y 930 a.e.c.) había construido el Templo de Jerusalem. Los reyes que lo sucedieron hicieron ilegal el culto en los santuarios esparcidos por el país y centralizaron el culto en el Templo.</p>
<p>El reino de Salomón se dividió a su muerte en dos pequeños Estados, Judea en el sur e Israel en el norte. Este último se sintió atraído con mucha mayor fuerza por las influencias paganas circundantes. El norte fue destruido por Asiria en el 722 (a.e.c.) y el sur junto con el Templo de Jerusalem, por los babilonios en el 586 (a.e.c.).</p>
<p>Estos sucesos fueron de importancia capital dentro de la historia del judaísmo. Por una parte, el Templo debía ser reemplazado, aunque fuera de modo temporal. Existen evidencias que se había desarrollado una nueva clase de culto en el exilio, sin presentar sacrificios en el Templo. Asimismo, por primera vez, había un gran porcentaje de la población judía fuera de la tierra de Israel. La Diáspora había nacido y el judaísmo comenzó a ser una religión mundial.</p>
<p>EL HELENISMO Y LA PLURALIDAD JUDIA</p>
<p>Al retomar algunos judíos a Judea durante el gobierno persa 538 (a.e.c.) se reconstruyó el Templo y se inició la Segunda Mancomunidad. Durante este período, los sabios judíos desarrollaron un método de interpretación llamado Midrash, por el cual se interpretaba un verso bíblico a la luz del otro. Esta forma de exégesis, tanto como las tradiciones legales que entonces se desarrollaron en base a la Tora, servirían como base al judaísmo post-bíblico.</p>
<p>La influencia griega sobre la Tierra de Israel y sobre los judíos había aumentado lentamente desde el siglo IV (a.e.c.). Con la llegada de Alejandro El Grande en el 334 (a.e.c.) esta influencia se incrementó enormemente en Judea, y los judíos comenzaban a sentir sus efectos en las esferas religiosas y culturales, mientras que antes sólo había afectado a la economía. A comienzos del siglo II (a.e.c.), algunos judíos que deseaban asimilarse al mundo helenista y obtener las ventajas políticas, sociales y económicas que aquel conllevaba, trataron de reorganizar a Judea según los planteamientos de una Polis (ciudad &#8211; Estado) helénica y de convertir el Templo en un santuario más de los dioses del Pantheón griego. Una familia de sacerdotes conocidos como los Macabeos o Hashmonitas, sin embargo se opuso y junto con sus seguidores iniciaron una revuelta victoriosa que duró del 168 al 165 (a.e.c.). Los Seleucidas, sucesores de Alejandro, gobernantes de Siria, se solidarizaron con sus aliados pro-helénicos y declararon ilegal la práctica del judaísmo, pero los Macabeos restablecieron el culto judío en el Templo, y esta victoria se conmemora actualmente en la festividad de Januka.</p>
<p>El desenlace final del aspecto político de esta lucha se alcanzó en el 153 (a.e.c.) al necesitar los seleucidas la ayuda militar de Jonatan el Hashmonita. A cambio de dicha ayuda, estaban dispuestos a conceder la independencia a Judea (141 a.e.c.) Ahora los reyes &#8211; sacerdotes hashmoneos eran reconocidos de modo oficial. El helenismo, al menos en su forma extrema, había sido rechazado por el pueblo de Israel, que a cambio escogió mantener su propio carácter espiritual y su tradición nacional y religiosa.</p>
<p>El período hashmoneo trajo también muchos cambios religiosos. A partir de esta época se conoce un pluralismo espiritual. Estaban los fariseos que eran los antecesores-espirituales de los Rabinos del Talmud., los saduceos, que conformaban el grupo del sacerdocio y la aristocracia, y otros grupos como los esenios, la secta de los «Ro­llos del Mar Muerto», quienes rechazaban tanto los valores religiosos como económicos de la sociedad de Jerusalem. La existencia de tantos grupos distintos permitió la evolución de distintas aproximaciones al judaísmo. Aunque cada grupo se veía a si mismo como poseedor del «verdadero» camino, en realidad la decisión final sería dada por el devenir histórico.</p>
<p>Desde 63 a.e.c. Palestina estaba bajo la influencia y control de Roma y luego se transformó en un vasallaje, perdiendo su autonomía política.</p>
<p> Esta es la época de nacimiento de Jesús y el comienzo de la formación del cristianismo.</p>
<p>Hacia el final de la Gran Revuelta del 67 al 70 (E.C.), los romanos destruyeron el Templo y asimismo gran parte del país. Los saduceos perdieron su plataforma de poder al ser arrasado el Templo: grupos como los esenios o la secta del Mar Muerto fueron aniquilados físicamente o como resultado del gran desencanto espiritual causado por el fracaso de la revuelta, no pudieron continuar sus prédicas. Sólo los fariseos permanecieron como grupo capaz de sobrevivir. Los sabios fariseos fueron escogidos por los romanos para administrar los asuntos internos y religiosos de los judíos. Esto decidió la consolidación del judaísmo post-bíblico.</p>
<p>Sin embargo algunas tendencias que podían ser observadas dentro de los grupos sectarios, tales como las sectas apocalípticas extremas, no desaparecerían. En gran parte, la ideología sectaria iba a jugar su papel en el desarrollo de la naciente cristiandad, la que hacía gran énfasis en la cercanía del ideal mesiánico y en su cumplimiento. Aún así, hay que enfatizar que estos grupos no deben ser considerados los predecesores del cristianismo puesto que conservaron interpretaciones de la Ley aún más estrictas y más literales que aquellas encontradas entre los fariseos y sus descendientes rabínicos.</p>
<p>La tradición farisea estaba ya bastante extendida durante el período previo a la destrucción, aunque es aún discutible su número. En el tiempo de la conquista de Judea por los romanos en el 63 (a.e.c.) los principios de los que hemos llegado a llamar tradición Mishnaica se podía observar entre los fariseos. En realidad, los fariseos ya constituían un grupo intelectual definible que más tarde sería llamado TANAIM, palabra que designa a los transmisores de la tradición de la Mishna.</p>
<p>Los primeros sabios fariseos habían participado en un Concilio de dirigentes judíos, junto con otros grupos (fabne 71e.c.), y estaban bastante involucrados en los tópicos políticos de su tiempo. En la época de la conquista romana y poco después, bajo el liderazgo de los sabios Hilel y Shamai, el fariseismo se presentaba a si mismo cada vez más como un movimiento religioso e intelectual. Los tanaim tomaron la conducción del estudio y la enseñanza de lo que los rabinos posteriores llamaron el Talmud o Ley Oral. Esta casi segunda Tora, consistía en la Ley judía (HALAJA, o el modo de vida) y saber (AGGADA, tradiciones y leyendas narradas). Al desarrollar estas enseñanzas, los tanaim echaron los cimientos para las grandes colecciones de tradiciones que se redactarían más tarde.</p>
<p>Fue hacia esta época que algunos de las fuerzas mesiánicas y apocalípticas que se habían estado gestando dentro de las sectas, emergieron en Judea en la forma de la primera cristiandad. En sus etapas iniciales, la Cristiandad era una forma de judaísmo. Hacia comienzos del siglo II y con la decisión de la Iglesia naciente de liberarse de las obligaciones de la Ley (Halajá), cesó la cristiandad de ser una forma de judaísmo.</p>
<p>JUDAISMO RABINICO</p>
<p>Luego de la destrucción del país y de su Templo en 70 (e.c.) los fariseos entraron nuevamente en asuntos políticos. En realidad los romanos confiaron los asuntos internos de la comunidad judía de Palestina en dichos rabinos, lo que produjo durante un tiempo una creciente estabilidad y recuperación económicas. El oficio de Patriarca (Nasi) fue ocupado por una dinastía hereditaria de descendientes de Hillel. Como resultado del discolamiento experimentado por la nación, los tanaim encontraron que era necesario consolidar las tradiciones del período precedente. La liturgia fue fijada, y se recopilaron numerosas leyes y explicaciones en una colección fácil de recordar. Este material se convirtió, eventualmente, en la base de las tradiciones de los tanaim que se encuentran en la Mishna, Guemará Tosefta y Misdrashim. Estos textos, que se hallaban aún en forma oral en esta época, constituyeron la base de las tradiciones posteriores del Talmud Palestino y Babilónico y por lo tanto la base del desarrollo del judaísmo que nos es familiar en nuestros días.</p>
<p>Hacia el 132 (e.c.) las expectativas mesiánicas de los judíos habían sido nuevamente incorporadas al deseo de ser redimidos de la opresión romana. Sin embargo, el resultado final de esta situación, la Revuelta de Bar Kojba, terminó en la derrota y la devastación del país. Pero como una cantidad suficiente de rabinos no apoyaron la revuelta, al terminar ésta los romanos decidieron como una solución práctica dar de nuevo el poder a los Sabios, y así los esfuerzos intelectuales y religiosos de los tanaim pudieron continuar. Hacia el año 200 (e.c.) el material atesorado en la Mishna y organizado por el Rabi Akiva (alrededor del 50-135 e.c.) y por su discípulo el Rabi Meir, estaba listo para su redacción final, bajo la dirección del Rabi Juda el Príncipe.</p>
<p>Al término de la compilación de la Mishna, finalizó el período tanaitico. Entonces en la región de Babilonia, en Mesopotamia, donde había existido una gran comunidad judía desde la destrucción del norte de Israel en el 722 a.C. y en Palestina, grupos de sabios iniciaron el trabajo de explicar las tradiciones de los tanaim, algunas de las cuales estaban siendo incorporadas a la Tosefta y al Midrash Halajico (legal). Los Amoraim (los que explican las Mishna) que fueron los rabinos de este período, además de contribuir al desarrollo gradual de los Talmud Palestino y Babilónico, dejaron mucho material en forma de Midrash explicativo, que fue aparentemente el resultado de las lecciones de la Sinagoga, dadas en la tarde del Sábado. Todos estos textos constituyeron lo que ahora llamamos Literatura Talmúdica o Posbíblica y que forma la base del judaísmo rabínico.</p>
<p>A causa de las persecuciones, aunadas a difíciles condiciones económicas, hacia los principios del siglo IV se compiló el Talmud Palestino sin haber finalizado el comentario rabínico. Al mismo tiempo, el oficio de Patriarca se abolió en Palestina. El Talmud Babilónico se completó a fines del siglo V, pero su interpretación fue continuada por los Saboraim (comentaristas) hasta poco después de la conquista islámica de la Mesopotamia en el 638 (e.c), cuando se publicó.</p>
<p>EL JUDAISMO MEDIEVAL</p>
<p>La llegada de los musulmanes determinó un nuevo momento del judaísmo, el proceso de cambio del período rabínico al período medieval. La judería palestina se eclipsaba, aunque ahora sabemos que era mucho más creadora de lo que habíamos pensado. Pero para entonces la Diáspora era mucho más importante. Además de las poblaciones judías de Babilonia y del mundo helénico, ya conocidas en el período anterior, los judíos llegaban ahora al Norte de África, al Sur de Europa y aún a España y Francia. Se establecieron también comunidades en Turquía y los Balcanes. Y mientras es difícil decir cómo llegaron los judíos al Oriente, este período aparece como una lógica elección. Arabia era el hogar seguro de muchos judíos, factor que ayudó a producir el nacimiento de la nueva religión monoteísta: el Islamismo.</p>
<p>El establecimiento del nuevo califato en Bagdad, en el cual se habían establecido también las grandes academias talmúdicas de Babilonia, hizo posible el establecimiento de la hegemonía talmúdica sobre las comunidades judías del mundo islámico. Parece que gran parte de la Diáspora no siguió las prácticas que los Tanaim y Amoraim palestinos estaban desarrollando. En lugar de esto, las costumbres locales persistieron, algunas de las cuales se cree, actualmente, tuvieron nexos con las antiguas tradiciones sectarias de la época del Segundo Templo. Bajo los musulmanes, los rabinos de Babilonia pudieron exigir a las más apartadas comunidades judías que acataran su liderazgo espiritual. De este modo, el judaísmo Talmúdico de los Babilonios, en lugar del Talmud Palestino, se convirtió en norma para todos los judíos.</p>
<p>De hecho se presento cierta oposición a esta normalización. La secta conocida como los Caraitas se originó, aparentemente en el siglo VIII (e.c.) como una coalición de varios grupos que no seguían la dirección rabínica. Estos grupos habían basado desde mucho tiempo su judaísmo sobre su propia interpretación de la Tora, alineados bajo el concepto de literalismo y ahora rechazaban la interpretación rabínica. Hasta cierto punto, algunas creencias de los antiguos saduceos, o aún de la secta de los Rollos del Mar Muerto pueden haber influenciado en el desarrollo de esta división sectaria del siglo VIII. Este grupo ha contribuido, al fenómeno multifacético que denominamos judaísmo.</p>
<p>Los rabinos babilónicos, conocidos como GAONIM «eminencias» no pudieron mantener por mucho tiempo el control absoluto. Hacia mediados del siglo XII, se habían establecido autoridades locales a través del mundo judío. Pero para esta época el judaísmo se había regularizado suficientemente de modo que en realidad las costumbres locales añadían sabor y belleza a las prácticas, sin detractar de la unidad esencial del pueblo judío ni de su modo de vida.</p>
<p>El período gaonico fue también de importancia central en el desarrollo de la filosofía y del misticismo judío. Por supuesto, que estos dos aspectos de la tradición judía eran muchos más antiguos. Los aspectos místicos se encuentran ya en la Biblia y en los Rollos del Mar Muerto y existen algunas referencias en la literatura talmúdica. Pero fue en el período gánico cuando se editaron los textos básicos del primitivo misticismo judío, preparando el escenario para la popularidad del Zohar, el gran trabajo de la Kabbala, la tradición del misticismo judío medieval. Hacia el fin de la Edad Media, se había desarrollado al máximo la aproximación mística al judaísmo por parte del círculo de los cabalistas místicos de Safed, en la Tierra de Israel. El misticismo se había convertido en un sistema para comprender al pueblo judío, su Dios y sus creencias.</p>
<p>Este gran aspecto de la tradición judía tuvo también su lado oscuro, algunas veces, cuando las condiciones históricas para los judíos eran más difíciles, se presentaban falsos Mesías que proclamaban su mesianidad con base en la doctrina cabalística. Este fue el caso de Shabbetai Zevi (1626-1676 d.C) cuyas pretensiones mesiánicas se basaban en parte en el misticismo judío.</p>
<p>La filosofía no estaba apartada del judaísmo y se había hecho evidente en los trabajos del filósofo de Alejandría Filón (cerca de 20 A.C-50 D.C), aunque su trabajo no tuvo mucho impacto fuera de la comunidad helenista judía y de aquellos cristianos que leyeron sus obras en griego. Al diluirse el judaísmo helenista, también Filón se alejó de la escena judía. Sólo en la Edad Media, bajo la influencia del reciente interés islámico en la filosofía y en las nuevas traducciones de los textos clásicos de la filosofía griega al árabe, los trabajos del Saadia Gaón (882-942) Moisés Maimónides (1135-1204) Juda Halevi (antes de 1070 a 1141) Salomón ibn Gabirol (1021 &#8211; 1058) y Bahya Ben Josef ibn Paquda (segunda mitad del siglo XI), culminaron esta aproximación al pensamiento judío y a su literatura. Ciertamente en este momento estaba listo el escenario para la eventual confrontación del judaísmo con la filosofía moderna, confrontación que perdura dentro de la comunidad judía contemporánea.</p>
<p>Los estudios de la Biblia por los judíos adelantaron mucho durante el período medieval. En el área de los estudios bíblicos, la iniciación de los estudios gramaticales y lexicográficos fue estimulada grandemente por los nuevos descubrimientos referentes al idioma árabe. Pero, aún más importante, el reto canaita estimuló a los judíos a desarrollar aún más la interpretación bíblica. Comentaristas tales como Abraham ibn Ezra (1089-1164), Moisés Najmanides (1194-1270), David Kimhi (1160-1235) y el prominente Rashi (Salomón Ben Isaac 1040-1105) crearon un verdadero tesoro de exégesis bíblica.</p>
<p>Simultáneamente se desarrolló la ley judía (Halajá), se crearon nuevos comentarios sobre el Talmud siendo uno de los más famosos el Rashi. Se editaron y publicaron los códigos legales de Maimónides y el Shuljan Aruj, que es el código por Josef Caro (1448-1575). Adicionalmente la literatura «responsa», o sea cartas que discutían las soluciones a querellas legales enviadas a las academias o a los principales estudiosos, ayudaron a unir a los judíos y fueron una fuerza primordial dentro de los esfuerzos de normalización de los maestros gaonim de Babilonia, y luego también en otros centros.</p>
<p>VIVENCIA JUDIA EN TIERRAS CRISTIANAS</p>
<p>Durante la Edad Media ocurrió asimismo un gran cambio en la demografía judía. Los judíos se trasladaron a Europa en números cada vez más crecientes, lo que produjo que la mayoría de los judíos vivieran en tierras cristianas y que el centro de la cultura y la literatura judías se trasladaran a Europa, aquí, los judíos se enfrentaron a sus vecinos cristianos, a veces en disputas, a veces en diálogo, pero a menudo perecieron por causa de su adhesión a la fe ancestral que ninguna persecución antijudía podía destruir.</p>
<p>En Europa, la persecución fue fomentada por las Cruzadas, que lanzaron a las clases sociales más bajas contra los judíos. Ciertamente, este fuerte antisemitismo continuó a través de los siglos hasta culminar en el Holocausto, o sea el intento del genocidio de toda la judería europea.</p>
<p>Es a partir de este momento que se puede hablar de los judíos como dos comunidades separadas, los Ashkenazim y los Sefardim, cada una de costumbres y tradicio­nes ceremoniales separadas. Los Ashkenazim (a partir de un término que designaba a Alemania) se esparcieron desde Europa Central y Oriental, mientras que los Sefarditas (literalmente españoles) vivieron en las tierras mediterráneas, incluyendo a España, de donde habían sido expulsados (1692) el norte de África, Egipto, Palestina, Turquía, Italia y Francia.</p>
<p>El fin de la Edad Media halló a los judíos con una tradición intelectual altamente desarrollada. Su ley (Halajá) había sido codificada, sus teorías místicas y filosóficas se habían desarrollado de modo extensivo, y el estudio de la Biblia, del Talmud y de la literatura y ciencias judías habían avanzado.</p>
<p>JUDAISMO Y EL MUNDO MODERNO</p>
<p>Es difícil trazar la línea divisoria entre el judaísmo medieval y el moderno, puesto que la transición tuvo lugar en épocas y lugares diferentes. Para los judíos de Italia, el fin del Medioevo fue marcado por el Renacimiento. Para aquellos en el resto de Europa lo fue por la Iluminación, la Revolución Industrial y la Emancipación. Para los judíos del mundo árabe, este proceso se dio a principios del siglo XX con el inicio de la modernización en los países islámicos.</p>
<p>Pero aunque el centro de la vida judía viró a Europa de modo marcado durante el período moderno, al menos en sus etapas iniciales, tenemos razones que justifican fechar el comienzo del período moderno hacia 1800. Poco después de esta fecha, los judíos se hallaron lanzados de modo súbito a un nuevo mundo en el que, por primera vez, les era dada la opción de participar en una cultura más amplia. Esta cultura dominante estaba, en apariencia, dispuesta a aceptarlos y les exigía ciertos compromisos o adaptaciones de poca importancia. Este nuevo reto dio lugar a varios movimientos: reforma religiosa, reforma cultural y sionismo, que es el Movimiento de la Liberación Nacional que finalmente llevó a la creación del Estado de Israel.</p>
<p>Los judíos reaccionaron de diferente manera al proceso de la modernización en la civilización europea. Algunos judíos, especialmente en Europa Occidental, se sintieron atraídos por la idea de la emancipación. Este concepto prometía la completa igualdad social a los judíos que dejaran los confines de sus propios ghettos y participaran de la cultura general. En Europa Occidental, este movimiento llevó a la adopción de los idiomas de algunos vernaculares, a una creciente asimilación y, eventualmente, al matrimonio mixto de parte de algunos de la comunidad judía.</p>
<p>Al mismo tiempo, estos mismos factores estimularon la inauguración del estudio histórico del judaísmo. Esta ciencia del judaísmo intentó introducir los métodos de estudio histórico y filosófico entonces prevalentes dentro de la comunidad académica europea, al estudio del judaísmo y de su literatura. Además, los líderes de este movi­miento esperaban demostrar que la tradición judía era un valioso tópico de investigación intelectual y facilitar la entrada de los judíos a la vida científica de Europa. Eventualmente, este movimiento se esparció a todos los segmentos de la comunidad judía y produjo grandes resultados en estudios judaicos también en Israel y América.</p>
<p>Los judíos de Centro Europa y del Occidente acogieron bien la Emancipación, junto con la idea de la reforma religiosa. Asumieron que con el cambio de las condiciones sociales para los judíos, su religión y cultura, debían ser modernizadas. Se pidió mayor decoro en los servicios y se implantaron prácticas similares a las de sus vecinos protestantes.</p>
<p>Además, las antiguas ceremonias y las barreras rituales que separaban a los judíos de sus vecinos debían ser eliminadas. Sólo de este modo pudieron los judíos vivir dentro de la sociedad y pudo el judaísmo continuar sobreviviendo. Algunos judíos alemanes, involucrados en el estudio histórico del judaísmo, deseaban mantener la teoría tradicional, e inauguraron una aproximación que hemos llegado a llamar «judaísmo Histórico». Fue esa ideología la que eventualmente sirvió como base al movimiento conservador que se desarrolló en América y luego en todo Occidente.</p>
<p>Otro segmento del pueblo judío, los neo-ortodoxos, enseñaron que era posible mantener la tradición del pasado y al mismo tiempo participar de los aspectos de la cultura circundante. En esta forma de Ortodoxia Moderna y la que, como la Reforma y el judaísmo Conservador, también refleja una reacción a la modernización. No es necesario decir que la igualdad civil tan buscada por los judíos en Europa Occidental duró muy poco, y que gran parte de esta comunidad fue eventualmente destruida en el Holocausto.</p>
<p>En la Europa Oriental, el Iluminismo llevó a los judíos a intensificar los aspectos seculares del judaísmo. Así se inició un renacimiento de la literatura hebrea, especialmente en lo relativo a los temas seculares. Al mismo tiempo, el naciente movimiento sionista divulgó entre los judíos que sólo en su propia tierra podría realizarse su destino. Los progroms de la década de 1880 les demostraron la futilidad de sus esfuerzos de asimilación dentro de la sociedad general. Son bien conocidas las vastas movilizaciones de la población judía de Europa Oriental hacia América y la Tierra de Israel durante el final del siglo XIX y principios del XX.</p>
<p>El Movimiento Jasídico, formado a fines del Siglo XVII mostró una reacción completamente opuesta al de la modernización. Encarados a las nuevas circunstancias, los místicos intensificaron su teoría, y esta circunstancia, junto con ciertos factores sociales e históricos, llevó a la más reciente etapa en la historia del misticismo judío, el Jasidismo. Sus adherentes enfatizaban los aspectos espirituales del judaísmo y la realización de su destino espiritual dentro del contexto de la compacta unidad de la comunidad religiosa. El surgimiento de este movimiento en Europa Oriental y su subsiguiente desarrollo en América e Israel, son los principales factores que contribuyen a la supervivencia del judaísmo ortodoxo dentro del mundo moderno.</p>
<p>ELSIGLOXX</p>
<p>Los eventos más significativos de la reciente historia del judaísmo, no han tenido aún su completo impacto. Comenzando el final del siglo XIX, las fuerzas del creciente nacionalismo europeo, del antisemitismo y del antiguo mesianismo judío se combinaron para producir el movimiento sionista. Al principio, este movimiento fue visto como una amenaza para las normas tradicionales judías, pero con el tiempo fue adoptado por casi todos los judíos.</p>
<p>En el mismo umbral de su realización, este sueño de la restauración de la antigua patria judía fue roto por la peor demostración de odio antisemita en la historia. Entre 1938-1945, seis millones de judíos, aproximadamente un tercio de la población judía mundial, fueron asesinados brutalmente por los nazis. Los judíos que en aquel entonces vivían en Palestina vieron frustradas sus ambiciones de ofrecer un refugio seguro para los judíos de Europa. Cuando los sobrevivientes a los brutales medios de destrucción que asesinaron a seis millones de sus hermanos judíos salieron de los campos de concentración, se les negó el acceso a Palestina, que se hallaba entonces bajo el mandato británico. Finalmente, de las cenizas se declaró el Estado Judío en 1948, evento que sirvió, en escala pequeña pero apreciable, como consuelo al pueblo judío por la inescrutable tragedia de la destrucción de la judería europea.</p>
<p>Estos eventos produjeron un cambio masivo en la demografía judía. El Holocausto trajo el fin de los principales centros de población judía en Alemania y en los países y territorios ocupados por los nazis. Las comunidades de la judería palestiniense y norteamericana aumentaban continuamente con inmigrantes que buscaban una nueva vida. La creación del Estado de Israel produjo a si mismo, una emigración en gran escala de los judíos establecidos en los países árabes, lo que a su vez causó la virtual terminación de lo que una vez fueron grandes centros culturales judíos. Actualmente, las juderías norteamericana e israelí constituyen las mayores comunidades, existiendo aún, detrás de la cortina de hierro, un importante grupo en la Unión Soviética.</p>
<p>Existen comunidades grandes en Francia e Inglaterra y más pequeñas en Europa Occidental, en la mayoría de los países comunistas y en Sud América. De todos modos, no existe virtualmente ningún país en el mundo que no tenga una pequeña comunidad judía.</p>
<p>El Holocausto dejó al pueblo judío en búsqueda de una respuesta teológica. Algunos dijeron que Dios, por alguna razón inexplicable, -había desviado su mirada. Otros vieron el Holocausto como el preludio de la restauración del Estado Judío.</p>
<p>Otros simultáneamente permanecieron quietos y silenciosos, dándose cuenta de su incapacidad para resolver los dilemas teológicos producidos por este evento.</p>
<p>Las opiniones sobre el significado de la creación del Estado de Israel ante el pueblo judío fueron también variadas. Algunos vieron el Estado como el comienzo de la redención mesiánica, mientras que otros lo vieron sencillamente como un paso más en la asimilación de los judíos a una nación «normal» como todas las demás naciones. A través del corto tiempo de existencia del Estado Judío, Israel ha sido el mayor factor de unión dentro del pueblo judío. El pueblo judío en Israel y en la Diáspora cree que Israel será la realización de sus sueños, de una sociedad que incorpore las ideas y el destino del pueblo judío. En tal sentido, Israel representa, quizás, un paso auspicioso para todos los judíos hacia la redención.*</p>
<p>(Nota: Dada la importancia del Holocausto y del Renacimiento del Estado de Israel en la historia moderna del pueblo judío, se tratarán estos temas en forma separada).</p>
<p>B)   CREENCIAS   BÁSICAS  JUDIAS</p>
<p>El judaísmo de los rabinos talmúdicos, sentó las bases para la teología y las prácticas de los judíos medievales y modernos. Aún los movimientos religiosos modernos, con su deseo de reformar las antiguas estructuras, tomaron como punto de partida las tradiciones de aquellos sabios. Con el fin de contribuir a la comprensión de lo que se ha llamado a menudo judaísmo «Normativo», vamos a resumir sus creencias teológicas y religiosas. Debe recordarse, sin embargo, que la sistemática presentación de principios teológicos es por si misma, totalmente ajena a los rabinos del Talmud, cuyas creencias deben tan sólo extrapolarse a partir de sus varias tradiciones exegéticas y jurídicas.</p>
<p>El mundo fue creado por un Dios que ha existido desde la eternidad y que existirá para siempre. Este Dios es Omnipotente, Omnisciente. El creó el mundo, por su Voluntad y persevera como dueño de sus eventos. Su único deseo es que sus criaturas obedezcan su guía y observen su Tora, que es el instrumento por el cual Dios revela al hombre su voluntad divina. En su sentido más amplio, la Tora es la instrucción dada por Dios a Moisés en el Sinaí en forma de la Ley Escrita y también la Ley Oral. La primera está preservada por la Biblia Hebrea (lo que los cristianos llaman Antiguo Testamento) y la segunda se explica en la literatura del Talmud y del Midrash. Juntas, y dentro de una tensión creativa, estas dos fuentes forman la base del judaísmo. Dios le exige a su pueblo que obedezca la Ley (Halajá) y al hacerlo logrará el acceso al mundo por venir y la recompensa dentro de éste. Los no judíos pueden también lograr esta recompensa, al observar unos siete preceptos, los Mandamientos de Noé, que son una especie de conjunto rabínico de leyes naturales a que está sujeta toda la humanidad. La opción del proselitismo o conversión al judaísmo, queda abierta para el no &#8211; judío sincero que desee identificarse de modo completo con el pueblo judío y adoptar su modo de vida.</p>
<p>Lampara de Aniversario</p>
<p>Lámpara de aniversario de fallecimiento de fines del siglo pasado.Museo Sefaradí</p>
<p>La Halajá busca santificar nuestra vida entera y nuestras relaciones, tanto con Dios como con los demás hombres. En ella y a través de ella, uno logra la perfección en lo referente a las preocupaciones éticas y morales a  los asuntos rituales y de hecho para el judaísmo Rabínico no existe tal distinción, pero sí para el profético. Toda la orientación proviene de la Ley, que busca santificar aún la más mundana de las actividades humanas con miras a infundir divinidad en la vida de los mortales.</p>
<p>El estudio y enseñanza de la Ley (Halajá) se ve, en si mismo, como un valor religioso. A través de éste, uno aprende no sólo como realizar la voluntad Divina, sino a participar en la transmisión continua de la tradición. El estudiante de la Tora se convierte en un eslabón de la ininterrumpida cadena que conecta al pueblo judío con la Revelación del Sinaí.</p>
<p>La observancia o no observancia de los mandamientos lleva al hombre a la recompensa o al castigo, tanto en esta vida como en la siguiente, aunque algunas veces parece que los justos sufren en este mundo, de hecho les espera su recompensa en el mundo por venir; cuando parece que los malvados prosperan en este mundo, esto es sólo una ilusión, en la vida futura recibirán su justo castigo.</p>
<p>Pero el tópico de recompensa y castigo va más allá del mero individuo. La Comunidad de Israel busca el logro de la recompensa colectiva, de la Era Mesiánica. Se cree que, en algún momento futuro, una serie de eventos transformarán al mundo y al Pueblo de Israel, y se iniciará un período de perfección. Esta Era comenzará con una serie de cataclismos, pero al final, prevalecerá la paz. Al fin de los días el Pueblo de Israel saldrá de la dominación extranjera y estará regido en su propia tierra por un Rey Davídico, un Mesías. Junto con la Era Mesiánica llegará el reconocimiento final de la verdad del Dios de Israel por todas las naciones, lo que a su turno llevará a la fraternidad y unión de todos los pueblos del mundo de la Era Mesiánica. Todos obedecerán la voluntad de Dios y orarán al pie de Su montaña. El Templo será reconstruido en Jerusalem y la resurrección final llevará a todos quienes vivieron con justicia al gozo de la dicha eterna.</p>
<p>Cabe mencionar que la filosofía judía moderna no está de acuerdo con algunas de estas creencias</p>
<p> C) RITUALES TRADICIONALES</p>
<p>Durante siglos, entre la codificación del judaísmo mishnaico y el surgimiento de los movimientos modernos, ha existido un esquema básico de prácticas rituales judías, que los han unido.</p>
<p>Estos ritos fueron primero establecidos por la Mishna y el Talmud, y luego por los Códigos medievales de la ley judía. Como tal hacen parte de la Halajá, o sea el sistema de la ley judía. Mientras que ciertamente han existido divergencias a través del tiempo en lo referente a reglamentaciones y costumbres específicas de la ley judía, en la mayoría de los casos se trata de diferencias de poca importancia que añaden sabor a la vida de los judíos. Muchas de estas hermosas costumbres locales y ritos de oración han sido reunidos en Israel por inmigrantes Askenazies y Sefarditas, que las han preservado durante muchas generaciones y que las han traído desde sus países de origen.</p>
<p>Lámpara de Januka</p>
<p>Lápara de Januka. Museo Sefaradí</p>
<p>Rimoním sigo XIV</p>
<p>Rimonim siglo XIV guardado en la Catedral de Palmas de Mallorca</p>
<p>LA BÚSQUEDA DE LA SANTIDAD</p>
<p>La vida de un judío tradicional debe ser dedicada, en todo momento, a la búsqueda de la santidad y al cumplimiento de sus obligaciones religiosas. El día se inicia con una serie de rituales. Apenas se levanta, el judío lava sus manos, de modo tanto físico como espiritual, para prepararse al servicio del Creador. Existen reglas específicas referentes al vestido. Los hombres cubren sus cabezas con un pequeño gorro llamado Yarmulke en yiddish, o kippa en hebreo, y se visten con el tradicional Tsitsit de cuatro franjas. Las mujeres deben vestir modestamente. Las mujeres casadas deberán cubrir su cabello. Con bendiciones especiales se agradece a Dios por el cumplimiento de las funciones fisiológicas y por proveer a las necesidades diarias.</p>
<p>ORACIÓN:</p>
<p>Luego de las bendiciones matinales, el judío de sexo masculino y de más de trece años (BAR MITZVA) viste el manto de la plegaria (TALIT) y las filacterias (TEFILIN), y da comienzo al ritual de la oración de la mañana (SHAJARIT). Este ritual se lleva a cabo preferiblemente con la participación de diez hombres adultos (MINIAN), generalmente, en la Sinagoga. El Servicio se centra en la recitación del Shema (Deut 6:4-9), la declaración judía de fe en un solo Dios, en sus bendiciones asociadas y en la devoción silenciosa llamada AMIDA o la «plegaria de pie» literalmente. En las mañanas de los días lunes y jueves, así como en la mañana y tarde del sábado, y la mañana de las fiestas y semifiestas es leída una parte escogida del Rollo de la Tora.</p>
<p>Dentro del judaísmo tradicional, el hebreo, para quienes lo dominan, es el idioma de la oración. El idioma hebreo se considera poseedor de cualidades místicas que unen al judío con su Creador y, a su vez, a todos los judíos con la Tierra de Israel, aquel lugar especial en donde se halla con mayor esplendor la cercanía de Dios con el hombre.</p>
<p>Rimoním de plata siglo XIX</p>
<p>Rimoním de plata (adorno para los Rollos de la Torá) procedente de Marruecos y fechado en el siglo XIX. Museo Sefaradí, Toledo</p>
<p>Un hombre judío debe orar tres veces al día. El servicio vespertino (MINJA) está formado del salmo introductorio y la Amida, mientras que el servicio de la noche (MAARIV) consiste en el SHEMA y sus bendiciones, y la Amida. En los sábados y días festivos existen expansio­nes especiales que prolongan los servicios, al ser recitado el MUSAF, que es un servicio adicional y al ser leída la porción completa de la lectura semanal de la Tora. (En los Sábados y Festivos no se llevan las filacterias). Cada año se completa la lectura de la Tora (formada por los Cinco Libros de Moisés).</p>
<p>Las comidas deben ir siempre precedidas y seguidas del recitado de bendiciones (BERAJOT), puesto que todo es creación de Dios y los hombres debemos ofrecer gracias por lo que recibimos; sólo podrá comerse alimentación Kasher. Aunque las reglamentaciones de preparación de la alimentación Kasher no son sencillas, pueden describirse brevemente así: 1) Sólo aquellos animales que la Tora especifica como «puros», son Kasher, pueden ser ingeridos, 2) Los animales de carne deben ser sacrificados conforme al ritual judío (SHEJITA) y luego inspeccionados para asegurar que no exista enfermedad. El sacrificio ritual judío es buscar ser indoloro en lo posible y elimina la sangre, cuya ingestión está prohibida por la Tora. La carne debe salarse y luego tratar de eliminar todo resto de sangre, 3) No podrán cocerse juntos la carne y los productos lácteos ni sus derivados. Tampoco podrán ingerirse en la misma comida. Por esta razón se mantienen separados en la cocina los utensilios destinados al manejo de la carne y al de los productos lácteos.</p>
<p>ELSÁBADO:</p>
<p>El sábado (SHABAT) se inicia hacia el ocaso del día viernes. En realidad, el día judío, se inicia al ocaso del sol y termina al anochecer del día siguiente. El propósito del Sábado es el de crear una pausa en la semana de trabajo de modo que el hombre pueda distraer su atención de los asuntos mundanos a los aspectos más espirituales de la vida, el Sábado judío combina dos conceptos diferentes: el de la elevación espiritual y el del descanso.</p>
<p>Por una parte, se celebra con tres comidas festivas, con cantos y con tiempo compartido con la familia y amigos. Por otra, es también una celebración de los poderes creativos de Dios, y para realizar esta función, toda labor creativa que demuestre el poderío humano en la Tierra está prohibida dentro del sábado. Así como Dios descansó el séptimo día, así el hombre debe descansar y renovarse espiritualmente. El sábado tiene un motivo especial también. El judío debe recordar que fue esclavo en Egipto. En conformidad, debe dar a sus criados, trabajadores y aún animales un día de descanso. Además de ser el día para destinar tiempo a la propia familia, el sábado era a menudo el único día que un hombre trabajador podía destinar a la propia familia, al estudio de la Biblia o el Talmud.</p>
<p>Cálices de plata siglo XVIII</p>
<p>Cálices de plata para Kidush (Santificación del Shabat y las Fiestas) siglo XVIII.</p>
<p>La observación del sábado se inicia con el encendido de velas en el hogar, y en la Sinagoga con el canto de la oda kabalística: el sábado, que se personifica como una Novia Real, quien es bienvenida por la comunidad. El servicio vespertino es seguido en el hogar por la comida, que se inicia con el Kiddush (o santificación), plegaria que se recita sobre una copa de vino y la bendición sobre las dos hogazas de pan entrelazadas (Jala). La comida se acompaña con el canto de jubilosas canciones del shabat (Zemirot).</p>
<p>Al día siguiente, en la Sinagoga se entona el servicio matinal (Shajarit) con la porción semanal de la Tora (Sidra), la cita prescrita de los Profetas (Haftara) y el Servicio Adicional (Musaf). La segunda comida del shabat se ingiere, como la primera, con la previa recitación del Kiddush o plegaria que santifica el día y la comida de una porción de jala, que simboliza el maná que llovió sobre los israelitas mientras peregrinaban por el desierto. La tarde se pasa dentro de una atmósfera de descanso general. No se discuten cuestiones materiales, ni asuntos similares. El servicio de oración de la tarde (Minja) va seguido de una comida ligera y de las oraciones nocturnas para el día siguiente (Maariv).</p>
<p>El Sábado termina oficialmente con la llegada de la oscuridad y con la ceremonia de la Havdala (literalmente «separación»). Se recitan bendiciones sobre vino, especias y una vela, candelero espiral. El encendido de la vela es el primer acto creativo de la semana que se inicia y anuncia que el sábado ha terminado y que de nuevo el trabajo es permitido.</p>
<p>LAS ALTAS FIESTAS (YAMIM NORAIM):</p>
<p>Rollos de la Torá</p>
<p>Rollos de la Torá de la Sinagoga de Madrid</p>
<p>Los festivales o festividades del año judío se celebran, como el sábado, con la abstención de la labor creativa. Adicionalmente, cada festividad lleva consigo un tema particular. Entre los más conocidos están los Días Austeros de Rosh Hashana y Yom Kippur. Rosh Hashana, la festividad del año nuevo, se celebra durante dos días. Junto con la celebración de la majestad y potencia de Dios, viene el tema de la fragilidad del hombre. Como tal, este día santo es parte integrante de la estación penitencial que se extiende hasta Yom Kippur. Lo más importante en el Rosh Hashana es la obligación de escuchar el sonido del Shofar, o sea el cuerno de carnero que simboliza el sacrificio que hizo Abraham en reemplazo de su hijo Isaac (Gen 22). El sonido del shofar se considera también como un llamado para despertar el alma de modo que se arrepienta de sus transgresiones.</p>
<p>Yom Kippur, o Día de la Expiación, sigue a Rosh Hashana, diez días más tarde, la víspera se llama Kol Nidre. Los conceptos básicos de este día son: el arrepentimiento, la confesión de los pecados y el regreso al camino que Dios nos ha mos­trado. Todo este día se pasa en la Sinagoga ayunando y orando el perdón de Dios por las culpas en que se haya incurrido contra El. Las culpas por nuestras acciones contra otros hombres sólo pueden ser perdonadas por aquel que ha sido ofendido y que ha perdonado al culpable. Este día termina con una llamada final del Shofar</p>
<p>FIESTAS DE PEREGRINACIÓN:</p>
<p>Existen tres Festividades de Peregrinación (Shalosh Regalim) en el calendario judío. En estos días sagrados todo Israel acostumbraba subir al Monte del Templo, en Jerusalem, mientras que aún se conservaba en pie el santuario central. Cada uno de estos gozosos festivales celebra eventos de la historia de Israel y también señala las estaciones del calendario agrícola en la Tierra de Israel.</p>
<p>Libro de Esther</p>
<p>El libro de Esther se describe generalmente sobre rollos de pergamino, que con frecuencia se ilustraban artísticamente. He aquí una parte del Rollo de Esther escrito en el Sur de Francia en el años 1600.</p>
<p>El festival de la Pascua (Pesaj) conmemora la libertad de Israel del yugo de la servidumbre en Egipto. Originalmente se celebraba con el sacrificio pascual. Actualmente la parte central de la Pascua es la recitación de la Haggada durante la comida familiar (seder). Este festival convoca a Israel para que tome conciencia de la importancia de la libertad en la vida de todos los hombres y en la de su propia nación. Era al mismo tiempo el festival de la cosecha de la cebada. Para simbolizar estas dos ideas, se consume pan ácimo (Matza) y se prohíben los alimentos que contengan levadura durante todo el festival, que dura una semana en Israel y ocho días en la Diáspora.</p>
<p>La Pascua es seguida por un período de treinta y tres días durante los cuales se observan momentos de duelo. Conforme a la tradición, este período recuerda a los estudiantes del Rabi Akiba, quienes murieron a causa de una plaga durante la Rebelión de Bar Kojba (132-135 d.e.C). No se celebran matrimonios durante este tiempo, ni el cabello debe ser cortado.</p>
<p>Shavuot fue originalmente el festival de los primeros frutos, coincidiendo con la cosecha del trigo. Toma su nombre («Semanas») del hecho de que tiene lugar siete semanas después de la Pascua. Dentro de la tradición rabínica es también el festival que conmemora la entrega de la Tora en el Monte Sinaí. Se celebra durante un día en Israel y durante dos días en la Diáspora.</p>
<p>El festival otoñal de la cosecha de la uva (SUCOT) es el más colorido. Los judíos deben habitar en chozas durante esta semana, como símbolo de los cobertizos en que hubieran de dormir los Hijos de Israel durante el tiempo de su peregrinación luego del Éxodo de Egipto. La rama de palma (LULAV) y la sidra (ETROG) junto con el mirlo y el sauce, son el símbolo de la bendición de Dios y de la esperanza de lluvia abundante durante el año por llegar. El séptimo día para concluir la época del arrepentimiento es Hoshana Raba, se recitan plegarias especiales y los fieles acostumbran dar vuelta a la mesa de lectura en la Sinagoga por siete veces. El octavo día es Shemini Atzeret, cuando se reza por abundantes lluvias, seguido de Simjat Tora, cuando el ciclo anual de lecturas de la Tora se completa y se da comienzo a su lectura de nuevo con rondas de cantos y danzas en la Sinagoga.</p>
<p>JANUKA Y PURIM:</p>
<p>Januka y Purim son dos festivales gozosos. Januka exige el encendido diario de la Menorá, durante 8 días, para simbolizar la victoria judía sobre los helenistas y sus aliados, los judíos asimilados durante la Revuelta Macabea de 168-165 a.e.c. Purim conmemora la victoria judía sobre el antisemita persa Haman. El Rollo (Meguilá) de Esther se lee en la noche y en la mañana. Se dan regalos a los pobres y hay un intercambio de dulces y masas entre los parientes y amigos. Como en todos los festivales se consumen alimentos especiales de festividad.</p>
<p>DÍAS DE AYUNO:</p>
<p>Eventos trágicos de la historia judía están conmemorados por una serie de días de ayuno. Estos días se refieren a la destrucción del Primero y Segundo Templo y a la consiguiente pérdida de autonomía judía en la Tierra de Israel. El más importante es el Noveno de Av (TISHA BEAV). En este día se recitan endechas o cantos fúnebres por la destrucción de ambos templos en el 586 a.e.C. y el 70 e.c. y por varias otras tragedias que han asolado al pueblo judío durante la historia.</p>
<p>Grabado del siglo XVIII</p>
<p>Grabado del siglo XVIII incluido en el libro editado en Berlín: &#8220;La Circuncisión&#8221;. Museo Sefaradí, Toledo</p>
<p>Traje de novia Sefaradí</p>
<p>Traje de novia Sefaradí. Colección Anita Bensadon</p>
<p>NUEVAS CONMEMORACIONES:</p>
<p>Recientemente se han incorporado, por parte de muchos judíos, algunos hechos conmemorativos. Yom Hashoa conmemora la destrucción de la judería europea durante el Holocausto. Yom Haatzmaut es el día de la Independencia de Israel. Yom Yerushalaim celebra la reunificación de la ciudad sagrada de Jerusalem en 1967. Mientras que estos días deben aún desarrollar una tradición litúrgica distintiva, es claro que repercuten en la conciencia religiosa del pueblo judío.</p>
<p>EL CICLO VITAL</p>
<p>El ciclo vital del judío está también rodeado por varios rituales antiguos. Un recién nacido es recibido dentro de la comunidad por medio de una ceremonia especial. A los niños se les efectúan la circuncisión ritual (Berit Mila) a la edad de ocho días, lo que les da el ingreso al Pacto de Abraham. A las niñas se les da el nombre hebreo en la Sinagoga en el momento de la lectura de la Tora.</p>
<p>A la edad de 12 años y un día para las niñas, de 13 años y un día para los niños (Bat Bar Mitzva) se alcanza la mayoría de edad religiosa, lo que conlleva la obligación de cumplir con todos los mandamientos de la Tora, tal como los adultos. Este evento va señalado a menudo, especialmente en los tiempos modernos, por una ceremonia y una fiesta o comida festiva.</p>
<p>El matrimonio y la procreación se consideran mandamientos positivos. La Ley también fija la ceremonia doble, primero el compromiso y luego la boda. Los dos están unidos por el intercambio de argollas y por la lectura del contrato matrimonial (Ketuba) que garantiza la seguridad económica y legal de la esposa dentro del matrimonio y en el evento de un divorcio. La Halajá gobierna la conducta sexual de los cónyuges. Puesto que es un mandamiento positivo crear una familia, se requiere asimismo que los padres den a los niños una educación judía y la preparación para un futuro trabajo.</p>
<p>Muzuzá en diferentes estuches</p>
<p>Mezuzá en diferentes estuches (Símbolo del judaísmo en las puertas)</p>
<p>El divorcio es permitido, aunque es visto como casi una tragedia. Debe ser llevado a cabo en una Corte Rabínica en presencia de testigos y por medio de un documento apropiado (Guet) que libera a la mujer para casarse de nuevo. A partir de la Edad Media, casi todas las comunidades judías han insistido en la monogamia</p>
<p>La Ley también gobierna la última etapa humana en este mundo. Se exige el entierro dentro de los tres días de la muerte, como muestra de respeto. Es costumbre elogiar a los muertos. El cuerpo es lavado, vestido y sepultado mientras se recitan los salmos, y los parientes cercanos hacen luto durante siete días (Shiva), con algunos rituales menores del luto continúan por treinta días más (Sheloshim). Adicionalmente hay ciertas restricciones que deben observarse durante todo el año siguiente. El judaísmo opina que los deudos deben demostrar respeto por el fallecido recitando la plegaria del Kaddish durante once meses. Durante el aniversario anual de la muerte (Yahrzeit), los deudos recitan el Kaddish en la Sinagoga y hacen contribuciones de caridad en memoria de su familiar y amigo.</p>
<p>D)  ASPECTOS   ÉTICOS</p>
<p>Los aspectos morales y éticos de la vida están gobernados también por la halajá. La ética en los negocios está regida de modo severo y se prohíbe el sobreprecio, la deshonestidad, el fraude y la competencia injusta. Mientras que estas áreas están, a menudo, sujetas al juicio personal, debe entenderse que no puede existir una vida seriamente regida por el ritual si no conlleva una conducta ética y moral concomitante. Este concepto está ya expresado en los libros proféticos y reforzado una y otra vez por los sabios talmúdicos. El judaísmo busca crear un mundo en el cual los rituales lleven al hombre a una vida de moralidad, santidad y cercanía a Dios.</p>
<p>E) EL   CULTO  JUDIO   EN   EL   MUNDO MODERNO</p>
<p>Aunque la Ortodoxia se esfuerza todavía en preservar las tradiciones de observancia que hemos acabado de describir, los otros movimientos del judaísmo en el Nuevo Mundo &#8211; el Reformista, el Conservador y el Reconstruccionista- han introducido varios cambios a los rituales y cultos judíos. En general, puede decirse que dentro de estos movimientos se ha producido una disminución de los aspectos del ritual que dependen del individuo, con el consiguiente incremento de importancia del hogar y de la Sinagoga como centro de la ejecución de los rituales judíos. Este escrutinio intentará presentar un reflejo de los ideales de varios movimientos religiosos judíos dentro de la cohesión judía del mundo moderno, aunque los patrones de observación y de entrega pueden variar ampliamente dentro de cada grupo.</p>
<p>Los judíos ortodoxos utilizan los términos «Sinagoga» o «congregación» o la palabra en Yidish Shul para designar sus sitios de adoración. Los judíos reformistas simplemente usan la palabra «templo» en razón de la creencia reformista de que el servicio de la Sinagoga ha reemplazado en su totalidad el culto sacrificial del Templo de Jerusalem. Los judíos conservadores tienden al uso del término «templo» o sinagoga.</p>
<p>EL MOVIMIENTO REFORMISTA</p>
<p>En sus primeras etapas, el movimiento de la Reforma intentó regresar a la práctica bíblica. Además, ha puesto mucho énfasis en el desarrollo de una práctica litúrgica que enfatice el concepto occidental de decoro y estética. Por esta razón, mu­chas sinagogas reformistas han adoptado el uso del órgano y el coro. Con el fin de hacer que la liturgia sea más comprensible a los asistentes, quienes probablemente no tengan una educación hebrea extensa, las sinagogas reformistas recitan la mayor parte de sus plegarias en una traducción inglesa o castellana en Latinoamérica. Algunos libros de plegarias que han sido publicados por el Movimiento Reformista contienen también servicios alternos diseñados para evitar la regularidad y rutina del sistema tradicional. La mayor parte del material hallado en los libros reformistas se han tomado, sin embargo, de la liturgia tradicional, a la que se han introducido modificaciones.</p>
<p>Los servicios del viernes por la noche reciben mayor énfasis que los de la mañana del sábado, los cuales están dedicados primordialmente al servicio del Bar o Bat-Mitzvah. Para dar fuerza a la educación judía, el Movimiento Reformista tiene un ritual de confirmación para los jóvenes de 16 años. La ceremonia de grupo, que se aplica tanto a los niños como a las niñas, trató inicialmente de ser un sustituto de la ceremonia del Bat Mitzvah, puesto que se consideraba que dicha ceremonia hacía responsables a los niños a edad muy temprana. Con el tiempo, sin embargo, se introdujo también el Bat Mitzvah para las niñas, de 12 años.</p>
<p>El ciclo tradicional de los días festivos judíos es observado por los judíos Reformistas, excepto que los festivales de peregrinación; La Pascua, Shavout y Sukkot y el Rosh Hashana en muchas Sinagogas, se han reducido a un día cada uno, en conformidad con la legislación de la Tora para la Tierra de Israel. Shavout ha ganado especial importancia en las Sinagogas reformistas, ya que sirve como ocasión para la ceremonia de confirmación. Se anima la asistencia regular a la Sinagoga en las tarde de los viernes y la mayoría de los judíos reformistas asisten a la Sinagoga en los días festivos y para ocasiones familiares personales. Se insiste en las celebraciones hogareñas.</p>
<p>El Movimiento Reformista cree que el hombre y la mujer deben cumplir idénticos papeles religiosos. En conformidad, existen rabinos y oficiantes reformistas que son mujeres, y se puede llamar a las mujeres a la Tora. Algunos rabinos reformistas han accedido recientemente a efectuar matrimonios interreligiosos, ya que los problemas de asimilación y matrimonios mixtos se han incrementado dentro de muchos segmentos de la comunidad judía. Pero la mayoría de los rabinos no los oficia. Tan sólo recientemente, el Movimiento Reformista se alejó de la Ley judía tradicional al reglamentar que los niños de padres judíos y de las madres no judías podrían ser aceptados como judíos si eran capaces de demostrar su compromiso judío de un modo concreto. A diferencia de los Movimientos Conservador y Ortodoxo, el Movimiento Reformista no requiere de un divorcio religioso antes del nuevo matrimonio. Se exige la circuncisión a todos los hombres judíos.</p>
<p>El Movimiento Reformista ha intentado recientemente animar una mayor devoción a los rituales y símbolos tradicionales del judaísmo. Se hacen esfuerzos en la actualidad para animar prácticas de culto casero tales como el encendido de las velas del sábado, el Kidush, la Havdala, y la bendición luego de las comidas. El mayor énfasis en el uso del hebreo en los servicios es evidente en los libros de plegarias de más servicios es evidente en los libros de plegarias de más reciente publicación. Algunas congregaciones reformistas observan leyes alimenticias en la Sinagoga, mientras que otras no lo hacen.</p>
<p>EL MOVIMIENTO CONSERVADOR:</p>
<p>El Movimiento Conservador se adhiere a la mayoría de los principios del judaísmo tradicional. Sin embargo, ciertas desviaciones de la práctica en la Sinagoga fueron introducidas para modernizar los servicios. Mientras que la mayoría de las Sinagogas conservadoras tienen órganos y coros, algunas no los tienen. Es de notar que casi todas las Sinagogas, a ejemplo de los reformistas, abandonaron la práctica tradicional de sentar separadamente a los hombres y las mujeres, favoreciendo los grupos familiares. Al mismo tiempo, las Sinagogas Conservadoras situaron la mesa de lectura al frente, colocando allí al lector de cara a la congregación.</p>
<p>Los libros de plegarias conservadoras preservan la liturgia tradicional virtualmente intacta, haciéndole sólo modificaciones menores. Estos cambios se diseñaron, ya para situar el libro de plegarias en armonía con los principios teológicos conservadores, ya para eliminar plegarias que los asistentes no podían comprender o que alargaban el servicio. En el servicio se alterna el texto hebreo con el inglés o el castellano.</p>
<p>El Movimiento Conservador adoptó recientemente roles equivalentes para los hombres y mujeres en la Sinagoga. Primero se decidió permitir a las congregaciones tradicionales el decidir si deseaban contar con mujeres dentro del quórum ritual. Luego la mayoría de las Sinagogas adoptaron la práctica de llamar a las mujeres a la Tora. Finalmente el movimiento ha decidido aceptar mujeres como rabinos. A pesar de lo anterior, al Movimiento Conservador se adhiérela mayoría de los principios de la ley judía tradicional en lo que respecta al status personal, a las conversiones, el matrimonio y el divorcio.</p>
<p>El Movimiento Conservador ha resguardado también la actitud tradicional ante la mayor parte de las prácticas rituales tales como la plegaria diaria, los tefilin, las leyes dietéticas y todas las prácticas de los días festivos. Además, las Sinagogas conservadoras se esfuerzan en mantener los servicios diarios, llevados generalmente del modo tradicional y exigen las celebraciones hogareñas como también el estudio y conocimiento del judaísmo organizando cursos para niños, adolescentes y adultos.</p>
<p>RECONSTRUCCIONISMO:</p>
<p>Siendo el Reconstruccionismo una derivación de la actitud conservadora, comparte muchos elementos de la práctica y de la tradición con el Movimiento Conservador. Por otra parte, el Reconstruccionismo hace énfasis en la necesidad del individuo de determinar que las leyes rituales deberían ser conservadas conforme a la visión de sus propias necesidades y las de la comunidad. Los reconstruccionistas han compilado un libro de oraciones con extensas revisiones para contener la teología sustancialmente original del Movimiento. Este movimiento fue pionero en la actitud creativa ante el ritual judío, influenciando también de este modo el desarrollo de nuevas prácticas litúrgicas en las Sinagogas reformistas y conservadoras. Fueron los reconstruccionistas quienes dieron origen á la Javura, pequeño grupo de personas dedicadas a promover la práctica judía entre sus miembros. Las Javurot son ahora comunes tanto dentro como fuera del marco de las Sinagogas y han tenido un gran impacto en los movimientos no ortodoxos en América.</p>
<p>La importancia del ritual y de la práctica judías en el inculcamiento de los valores y enseñanzas del judaísmo está reconocida con certeza por todos los movimientos de importancia de la comunidad judía. Cada uno a su modo busca asegurar que la práctica judía juegue un papel dentro de la vida de sus miembros y convertir a la Sinagoga en el centro de la actividad judía. Ciertamente, éstos han sido desde la antigüedad los propósitos de las leyes y costumbres judías, y continúan cumpliendo estos propósitos dentro de la comunidad judía contemporánea.</p>
<p>CONCLUSIÓN:</p>
<p>El judaísmo ha tenido una historia larga y variada. Sus conceptos y principios formativos se desarrollaron durante el período bíblico. Hacia el siglo II e.c. fue desarrollado un consenso sobre la tradición farisa-rabínica, que se convirtió en la base de la ley y de las creencias subsiguientes. La Edad Media fue testigo del advenimiento de la seria discusión de la teología y filosofía judías.</p>
<p>Esta combinación de ley y teología no expresada en palabras, determinó el carácter del judaísmo y del pueblo judío que se enfrentaría a la marea de la modernización. Mientras que este enfrentamiento debilitó la fe de algunos en la tradición, fortaleció la de otros. Para otros más, transformó radicalmente el significado de la tradición. Pero los años de la emancipación y del Iluminismo fueron nublados por la trágica destrucción de uno de cada tres judíos en manos de los nazis.</p>
<p>Sin embargo, como si su intención fuera arrebatar a los nazis su triunfo y revivir el espíritu y cuerpo del pueblo judío a partir de las cenizas del Holocausto produjo el más grande triunfo de este pueblo. Luego de 2.000 años, pudo finalmente retornar el pueblo a su hogar y constituir el Estado Judío en Israel. Allí como en la Diáspora, continúa la historia del judaísmo basada en la tradición multimilenaria pero con mucha fuerza y voluntad de adaptación a las circunstancias cambiantes y con esperanza y fe en el futuro.</p>
<p>Fuente: www.veghazi</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Estados Unidos: Subastan una Torá de 700 años]]></title>
<link>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/22/estados-unidos-subastan-una-tora-de-700-anos/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 22:56:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Schnessel</dc:creator>
<guid>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/22/estados-unidos-subastan-una-tora-de-700-anos/</guid>
<description><![CDATA[17/11/2009 Sefer ToráUna Torá de unos 700 años de antigüedad, de origen español y data de finales de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>17/11/2009</p>
<div id="attachment_5682" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/sefertorah.jpg"><img src="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/sefertorah.jpg?w=300" alt="" title="SeferTorah" width="300" height="200" class="size-medium wp-image-5682" /></a><p class="wp-caption-text">Sefer Torá</p></div><strong>Una Torá de unos 700 años de antigüedad, de origen español y data de finales del siglo XIII, saldrá a subasta el próximo 24 de noviembre en Sotheby’s de Nueva York.</p>
<p>Se trata del más completo rollo de pergamino, de origen español, que comprende los textos sagrados para los judíos. La pieza está adornada con dibujos cabalísticos místicos.<br />
</strong><br />
Se trata del más completo rollo de pergamino de la Torá, que comprende los textos sagrados para los judíos, indica la casa de subastas en su página web, en la que también ha situado su valor entre 300 mil y 500mil dólares.</p>
<p>Es “el único libro español de la Torá que incluye las tradiciones cabalísticas de letras anómalas, curvadas y en espiral a través de todo el texto del Pentateuco”, agrega la firma, que ese mismo día sacará a la venta una importante colección de objetos ceremoniales, manuscritos y otras obras relacionadas con la religión hebrea.<br />
La Torá española a subastar fue identificada como tal por el rabino neoyorquino Itzjak Reisman, que es también marchante de manuscritos y que fue su propietario durante diez años, según indicó a la prensa otro marchante, Itzjak Wiener.</p>
<p>Según Wiener, la preciosa Torá perteneció a una familia de origen español que vivió en Marruecos y que ahora reside en Israel.</p>
<p>Asimismo, indicó que para conocer su valor, Reisman investigó durante varios años y sometió el pergamino a diversas pruebas, entre ellas la del carbono 14, para determinar su antigüedad, además de señalar que la decoración que lleva el valioso rollo se menciona en diversos textos escritos de la llamada Edad de Oro española.</p>
<p>El rollo, que mide 58 centímetros de alto y 36,65 metros de largo, está escrito en tinta negra sobre pergamino (gevil), tal como manda la ley judía, y es de una sola pieza.</p>
<p>Además, está preparado con una mezcla de sal, harina y “mey afatzim”(residuos de cera y el extracto de bugalla de roble), que le dan el tono marrón típico de una Torá española.<br />
Este libro sagrado, según describe Sotheby’s, contiene 48 páginas de “gevil”, que tienen cada una de tres a cinco columnas, sobre un total de 221 columnas y escritas en 47 líneas.</p>
<p>Asimismo, contiene puntos de anclaje típicos del siglo XIII y su escritura es la sefardita cuadrada de esa época, con algunas correcciones escritas sobre el texto y con algunos defectos al ser cosidas sus membranas y alguna rasgadura reparada por el reverso con piezas de pergamino.<br />
“Fue escrito unos 200 años antes de la expulsión de los judíos de la Península Ibérica, y es uno de los pocos que existen en el mundo de esa época”, indicó un portavoz de la casa de subastas.</p>
<p>Explicó también que “además de la ornamentación de algunas letras del texto, esa Torá incluye el antiguo esquema cabalístico de letras anómalas, curvadas y en espiral, que se describen en un antiguo manual y que se ha encontrado también en los escritos del venerado cabalista español Shem Tov ben Abraham ibn Gaon” (1238-1330)</p>
<p>[Vanguardia]
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[caindo na real]]></title>
<link>http://calcinotto.wordpress.com/2009/11/21/caindo-na-real/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:05:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexrh89</dc:creator>
<guid>http://calcinotto.wordpress.com/2009/11/21/caindo-na-real/</guid>
<description><![CDATA[imagine que você acordar um dia, daqueles como todos os outros, e perperceber que há algo diferente.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[imagine que você acordar um dia, daqueles como todos os outros, e perperceber que há algo diferente.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Caso" Williamson: ¿Estorsión  judía contra la IGLESIA?]]></title>
<link>http://hurania.wordpress.com/2009/11/21/caso-williamson-estorsion-judia-contra-la-iglesia/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:59:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>axel</dc:creator>
<guid>http://hurania.wordpress.com/2009/11/21/caso-williamson-estorsion-judia-contra-la-iglesia/</guid>
<description><![CDATA[Estamos acostumbrados a llamar &#8220;antisemitismo&#8221; cualquier crítica a los judíos&#8230; per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estamos acostumbrados a llamar &#8220;antisemitismo&#8221; cualquier crítica a los judíos&#8230; pero nadie llama &#8220;anticristianismo&#8221; cualquier crítica a la Iglesia Católica.  Hay que desconfiar de cualquier &#8220;anti&#8230;.&#8221;, pues lo que da sentido a la vida y a un ideal es una actitud positiva. Lo importante es lo que defendemos y esa defensa nos hará des¡cubrir quienes son  nuestros enemigos.</p>
<p>A fin de clarificar las declaraciones de  Monseñor Williamson que fueron objeto de graves críticas por parte de organizaciones judias es interesante conocer el análisis de un conocido pensador católico, Antonio Caponnetto, que sido publicado en el blog <a href="http://www.revistacabildo.blogspot.com/"> Cabildo:</a></p>
<p>I. La defensa del Papa</p>
<p>No desconocemos los esfuerzos del Papa Benedicto XVI en orden a lo que podríamos llamar —algo simplificadamente— el afán restaurador de la Tradición. Desde sus tiempos de Prefecto de la Sagrada Congregación para la Doctrina de la Fe que viene dando concretos testimonios de este anhelo, estampado incluso en algunos hechos relevantes de los que muy pocos tomaron debida nota, como los sendos y magníficos prólogos a las dos obras del liturgista alemán Monseñor Klaus Gamber, traducidas al castellano como ¡Vueltos hacia el Señor! y La reforma de la liturgia romana. Esto sin contar su propia obra como liturgo, reseñada en su notable libro El espíritu de la liturgia.</p>
<p>(&#8230;/&#8230;)</p>
<p>II. La disolvente ambigüedad continúa</p>
<p>(&#8230;/&#8230;)<br />
En menguadísima síntesis, y con dolor filial, limitaremos a dos estas penosas dificultades del pontificado de Benedicto XVI.<br />
Por un lado, es dable constatar la continuación de los errores y de las confusiones doctrinales que parecen haber ganado desgarradora carta de ciudadanía en la Iglesia de las últimas cuatro décadas.<br />
(&#8230;/&#8230;)<br />
Pídasenos un ejemplo reciente de lo que decimos y mencionaremos (&#8230;)<br />
la aceptación de una laicidad de los Estados, formalmente pregonada en Francia, en el año 2008. Avanzando así por la misma y desubicada línea que lo hiciera su antecesor Juan Pablo II, cuando en la Carta a los Obispos Franceses del 12 de febrero de 2005, ponderó la ley de 1905 de separación de la Iglesia y del Estado. La misma que había condenado San Pío X en la Vehementer nos.<br />
(&#8230;/&#8230;)</p>
<p>Todavía no entendemos a quienes ante la vista de estos desaciertos que inducen frecuentemente al error —sea que se determinen por afirmación expresa o por anfibología— deciden hacer de cuenta que no existen, mirar hacia otro rumbo, minimizar su gravedad, o lo que es más grave, denostar a quienes se atreven a protestarlos bajo el cargo de que escandalizan o desobedecen al Santo Padre. Como si atacar los errores fuera atacar la autoridad per se. Como si ya no rigiera la enseñanza de San Gregorio Magno, estampada en sus Homilías sobre la profecía de Ezequiel: “cuando alguien se escandaliza de la Verdad, más vale consentir el escándalo que no el abandonar la Verdad”.</p>
<p>III. La debilidad del mando</p>
<p>De dos inconvenientes penosos hablábamos arriba para caracterizar el pontificado de Benedicto XVI. Quede lacónicamente señalado el primero con lo antedicho. Pero al segundo llamaremos lisa y llanamente debilidad y cesión ante las injustísimas presiones de los enemigos de la Iglesia. Si en este terreno bastara también con un ejemplo, recordaríamos la serie de episodios y de reacciones que protagonizó después de su famoso discurso en la Universidad de Ratisbona, el 12 de septiembre de 2006.</p>
<p>El discurso, por cierto, tuvo la erudición y la lumbre a las que ya nos tiene acostumbrados el Pontífice. También, lamentablemente, tuvo sus sombras, como reprobar indistintamente toda defensa de la verdad por la espada o guerra justa al descalificar el concepto mahometano de yihad. Pero desatada sobreactuadamente la cólera de los mahometanos por aquella pieza académica, y alimentada dicha cólera por el aparato modernista internacional y la inquina multimediática, la reacción del Pontífice fue el repliegue, la explicación indebida, la rápida contemporización con el mundo islámico, los súbitos pedidos de disculpa, las increíbles majaderías dirigidas a gobernantes y teólogos de los países árabes, y un sinfín de salvedades lamentables que debieron haberse evitado. Mientras los mahometanos dieron señales de desproporcionado encono —sin que faltaran los asesinatos de inocentes— en la Santa Sede se prefirió la orfebrería del efugio y de la elipsis, del aplacamiento de los enunciados taxativos para diluir cuanto antes los efectos de aquella importante pieza académica leída en la Universidad de Ratisbona.<br />
Cuando lo mismo sucede ante las presiones judaicas —todas ellas fabricadas insidiosamente y sin motivos— las debilidades suelen ser todavía más lamentables y estridentes. Más lamentables porque es la misma doctrina sobre el fariseísmo judaico y sobre el deicidio la que entonces resulta escamoteada. Más estridente porque si Israel moviliza a todo el mundo a su favor, monopolizando el carácter de víctima, a todo ese mundo mentiroso, obsecuente y abyecto se dirigen también los incesantes pedidos de perdón. No es imposible ver en estas conductas otras tantas manifestaciones del temor mundano o del temor servil, cifrado en los respetos humanos, y que Santo Tomás reprobara como encarnaduras posibles de cobardía (Cfr. S.Th, II, II, q.19,a.1).</p>
<p>(&#8230;/&#8230;)</p>
<p>IV. El deber de los súbditos y la papolatría</p>
<p>(&#8230;/&#8230;)</p>
<p>No somos tan temerarios como para andar diciendo —a secas y sin más— que el Papa es un pecador; y si eso se entendió y en eso hay ofensa estamos prontos a retirarla. Conocemos el principio “de internis non iudicat Ecclesia”, y en su cumplimiento, ninguna intención osaríamos juzgar. “De adentro del corazón salen las intenciones malas”, enseña el Señor (Mt. 15, 19-20). Y adentro del corazón de nadie estamos. Tanto menos en el del Vicario de Cristo.<br />
Pero es posible distinguir con Santo Tomás (S. Th, III, q. 96, a. 4) entre el fuero interno y el fuero externo, siendo el primero aquel en el que habitan esas intenciones no sujetas a ningún juicio humano, y el segundo el de las acciones públicas, visibles, evidentes. Si el primero refugia las disposiciones interiores, la comúnmente llamada vida privada, y es el fuero de Dios (forum Dei), el otro expresa las acciones y las reacciones públicas, es el forum ecclesiæ y puede llegar a ser también, de existir dolo, el forum iudiciale. De allí que una acción o una reacción pontificia pública —como la que sucedió y sigue sucediendo respecto de la insolencia judía con ocasión del “caso Williamson”, por no mentar otros muchos casos— pueda ser descalificada por pusilánime e impregnada de temor servil y mundano, o de respetos humanos reñidos con la virtud de la fortaleza. De hecho, y si se repasan los titulares de los grandes medios, sin excluir L’Osservatore Romano, es común que de “movidas por el temor a irritar a los judíos” se tilden estas acciones y reacciones romanas. Aunque para el mundo que así ofrece las noticias, ese temor se les antoje sacro y ponderable. No lo es, porque remoza aquel miedo a los judíos que tenían los apóstoles antes de la llegada del Espíritu (Jn. 20, 19). Pero el Espíritu Santo ha llegado, y no nos es lícito vivir como si Pentecostés no hubiera sucedido.<br />
(&#8230;/&#8230;)<br />
Bueno será recordar o saber, que Benedicto XVI, en la Audiencia General del miércoles 1º de octubre de 2008, y a propósito justamente de esta famosa Controversia de Antioquía, hizo el elogio de San Pablo y de su “libertad interior”, de sus “encendidas reacciones” con las que “llegó a acusar a Pedro y a los demás de hipocresía”, pues “este comportamiento [el de Pedro] “amenazaba realmente la unidad y la libertad de la Iglesia”.<br />
(&#8230;/&#8230;)<br />
En su obra Las parábolas de Cristo, específicamente en el capítulo 52, analizando la “Parábola de las puertas de la polis”, el Padre Leonardo Castellani vuelve a decir lo que es justo sobre tan espinosa cuestión. “No es necesario para el gobierno de la Iglesia, y la guarda de la Revelación, que el hombre Pedro, o el hombre Pío, o el hombre Juan, sean puros e inmaculados, aunque sea deseable. Pedro representa a Cristo y está en lugar de Cristo; y cuando reconoce, confiesa, profesa y proclama a Cristo, habla con la voz de Dios; pero el mismo Pedro como persona privada, hablando por sus fuerzas naturales y con su entendimiento humano, puede decir y hacer cosas indignas, escandalosas e incluso satánicas. Existen entre nosotros fulanos que piensan es devoción al Sumo Pontificado decir que el Papa «gloriosamente reinante» en cualquier tiempo «es un santo y un sabio», «ese santazo que tenemos de Papa», aunque no sepan un comino de su persona. Eso es fetichismo africano, es mentir sencillamente a veces, es ridículo; y nos vuelve la irrisión de los infieles: lo que cumple es obedecer al Papa y respetarlo en cualquier caso, como Pontífice; y amarlo como persona, cuando merece ser amado. Los defectos y los pecados personales son pasajeros; la función social del Monarca Eclesiástico es permanente”.</p>
<p>Y en “San Agustín y nosotros”, publicada largos años tras su muerte, en Mendoza, hacia el 2000, sigue Castellani especificando el candente tema: “El Papa es infalible, pero no en todo. Cuando declara solemnemente las cosas de la Fe, cosa que hace pocas veces, por cierto. Pero pretender como hace muchísima gente aquí que todos los Papas o tal Papa particular son maravillas de inteligencia y de rectitud, hasta llegar a renunciar al propio sentido moral, cerrar los ojos ante un error y una iniquidad manifiesta, y dar como anticatólico, o poco católico, o no católico al que no puede cerrar los ojos así, al que no puede renunciar a su sentido moral, eso es inventar un nuevo dogma, eso es rendirse a una superstición, eso es morar en plena exterioridad […] En otros tiempos, cuando el Papa se equivocaba, los santos de aquel tiempo le decían tranquilamente: «Non lo sapevate un corno», y el Papa mismo rogaba que se lo dijeran. Había más caridad. Había comunión”.<br />
(&#8230;/&#8230;).</p>
<p>V. La mayor mentira de la mentira del Holocausto</p>
<p>A pesar de que lleva largo tiempo el alboroto inicuo armado ex profeso por el aparato judeo-modernista internacional contra las razonables declaraciones de Monseñor Richard Williamson, todavía no terminan de inteligir los católicos la verdadera gravedad de sostener la versión oficial del Holocausto. Incluso —y con pesar lo decimos— no terminan de entenderlo ciertos intelectuales católicos de orientación tradicionalista. A muchos de ellos el fastidio que les suscita la sola mención del Nacionalsocialismo, y la posibilidad siquiera indirecta de que puedan quedar defendiéndolo, les impide ver la profundidad del mal que se está consumando ante nuestra vista.</p>
<p>Porque esta versión oficial del Holocausto, que desde antes del pontificado de Benedicto XVI ya Roma se había decidido a sostener y a preservar, y que ahora ha cuasi dogmatizado, no contiene sólo una inadmisible fábula histórica sino una horrenda falsificación teológica. El mito de la Shoah no es principalmente inaudito porque se adulteren las cifras de los homicidios, las causas de las muertes o las condiciones edilicias de los campos de concentración. No radica su nocividad en hacer pasar por gases humanamente letales los desinfectantes del tifus, o en montar hornos crematorios después del triunfo aliado, o en trucar fotos, cifras, testimonios, juicios y acontecimientos. Ni siquiera es su peor culpa haber hecho un negocio multimillonario de esta mentira, como lo probó el judío Norman Finkelstein en su libro La industria del Holocausto. Todo esto y tantísimo más, describen la faz histórica, política y económica de este embuste basal del siglo XX, asegurado por los verdugos inmisericordes de Nüremberg y sellado en las tenidas torvas de Yalta y de Potsdam. Y todo esto, claro, estará bien que se dirima en el ámbito de los estudios historiográficos, distante si se quiere de las cuestiones de Fe.</p>
<p>Pero todavía hay algo mucho más tenebroso, y es la teología judaica sobre el Holocausto. Una teología dogmática que enseñan y hacen suya las más renombradas agrupaciones hebreas que suelen tener ahora libre acceso al Vaticano, o viceversa, que suelen dar hospedaje al Santo Padre. Según esta teología, Israel, no Cristo, es el Cordero Inmolado. Perseguido durante siglos y ofreciéndose en sacrificio permanentemente, alcanza el punto culminante de su ofrenda cuando muere masivamente bajo las tropelías del Tercer Reich. Tropelías antisemitas que, en esta cosmovisión mesiánica del Israel carnal, no tendrían sino como fundamento último las mismas enseñanzas católicas que durante siglos y siglos habrían predicado la culpabilidad hebrea en la muerte de Cristo. Al nazismo se llega por culpa del cristianismo; y bajo el nazismo la oblación mesiánica de Israel alcanza su punto culminante. Cristo es el gran destronado de su trono de Víctima, y acusados sus seguidores de instigación secular al antisemitismo, colócase en ese trono sangrante el mismo Israel. Del Gólgota ya no pende Aquel cuya sangre pidieron un día que cayera sobre sus testas impías y las de sus propios hijos. Pende sacrílegamente la mano y la mente, el puño y la inteligencia de aquellos que fraguaron la crucifixión del Redentor.</p>
<p>Parodia endemoniada de la economía de la salvación, caricatura infernal del genuino mesianismo, subversión radical del sentido de la Historia de clara inspiración cabalística, esta versión teológica del Holocausto es la que debe saber todo católico honrado que está adquiriendo cada vez que le hacen creer que “quien niega la Shoah no conoce el misterio de Dios ni de la Cruz de Cristo”. Palabras insensatas pronunciadas el 30 de enero por el Padre Federico Lombardi, Director de la Oficina de Información de la Santa Sede y que, lamentablemente, no fueron desmentidas ni enmendadas.</p>
<p>Es por este carácter paródico y endemoniado del mesianismo de Israel, que sus principales ideólogos monopolizan la denominación de holocausto para lo sucedido durante la Segunda Guerra Mundial, no permitiendo que el término se use para los cien millones de cristianos masacrados por el Comunismo a lo largo de la casi totalidad del siglo XX, porque es bien sabido que la dirigencia comunista responsable de este martirio colectivo ha sido y fue en su casi totalidad de origen hebreo.</p>
<p>Y es porque este carácter paródico del mesianismo debe quedar asegurado universalmente, que la teología dogmática judía elabora o promueve en abundancia obras como las de Yad Vashem (Jerusalém), M. Polakoff (Iom HaShoá VeHagvurá. Un manual para el recuerdo), Isajar Moshé Teijtel (Alegre madre de hijos), Pasión intacta, de George Steiner, Breviario del Odio, de León Poliakov —con su prólogo meaculpista del cristiano Francois Mauriac—, The destruction of the European Jews, de Raul Hilberg o la de Gustavo D. Perednik, Teología del holocausto, que con interés y provecho puede consultarse digitalmente (http://www.monografias.com/trabajos28/teologiaholocausto/teologia holocausto.shtm).</p>
<p>Precisamente en este ensayo dice Perednik, glosando a otros exégetas hebreos, que el capítulo 53 de Isaías, llamado Del Siervo del Eterno, no sería una prefiguración de la Crucifixión de Jesucristo, sino “que puede ser entendido perfectamente como una referencia al Holocausto”, pues en él “los sufrimientos son purificadores en dos sentidos: en lo personal y en un plano social” […] Aquí cabe evocar al filósofo que se basó precisamente en Isaías 53 para fundamentar su teología del Holocausto. Para Ignaz Maybaum, el judío sufre a fin de despertar la conciencia del mundo gentil que es su victimario. A partir del martirio judío, la humanidad entera, por reflejo, ahonda su búsqueda en la senda del bien […] “Mira:yo pongo hoy delante de ti la vida y la bendición, la muerte y la maldición”, concluye por decirnos la Torá. Berkovits, sostenedor de esta idea, agregará que en el tema del Holocausto, el contraste histórico es claro: “desde los humos de Treblinka, irrumpe el Estado de Israel. Lo que Berkovitz denominaría, después del horror, «la sonrisa suficiente». El retorno a Sión da el significado a la historia judía”.</p>
<p>Pero ni este texto representativo ni este artículo agotan lo que cabría saber al respecto. La nómina de expositores de este paródico mesianismo, se engrosaría si incluyéramos en ella a ciertos autores protestantes, como Robert McAfee Brown, o sedicentemente católicos como Harry James Cargas, mucho más entitativo, audaz y heterodoxo que el vocero vaticano Lombardi.</p>
<p>VI. La Iglesia debe pensar católicamente</p>
<p>Si se nos ha seguido benévolamente hasta aquí, con especial énfasis en la lectura del parágrafo anterior, un par de necesarias conclusiones podríamos ir elaborando.</p>
<p>La primera es que la Iglesia no puede asumir como propia la versión oficial sobre el Holocausto, ni mucho menos dotarla de la intangibilidad que se pretende.</p>
<p>Tiene esta versión un cúmulo inagotable de mentiras a designio, fruto principalmente de las llamadas “campañas de desnazificación”, con sus tribunales fiscalizadores, sus lavados de cerebro colectivos y sus programas de reeducación, cuya parcialidad antialemana y aliadófila jamás disimularon. Terminada la guerra, en el Bundesland de Baden-Württemberg se publicó sin rubores: “No debe ser dicho nada favorable sobre el Tercer Reich, y no debe ser dicho nada desfavorable sobre los aliados”. Y en 1960, el Presidente de Alemania Federal, Heinrich Lübke, hablando de “los textos escolares” referidos “al lapso histórico alemán de 1933 a 1945”, solicitó expresamente que trasmitieran “aborrecimiento por el Tercer Reich”.</p>
<p>Con sublevante patetismo se advierte que nadie pide estudiar la verdad histórica, investigar serenamente, escudriñar las fuentes, cotejar testimonios, fatigar archivos. Ningún rebelde librepensador se atreve al llegar aquí a pensar libremente. Lo que se pide es instalar de modo unánime y sacramental el pensamiento único elaborado por Israel. Ardid inmoral y escandaloso que viene siendo elaborado perseverantemente desde el infame juicio de Nüremberg, cuyas aberraciones de toda índole jamás se quieren mencionar. Empezando por la que señala Carlos Whitlock Porter en su Not guilty at Nuremberg: se desecharon sin escrúpulos las 312.022 declaraciones notariales presentadas por la defensa, se aceptaron como moneda de buena ley, en cambio, las 8 ó 9 declaraciones presentadas por la fiscalía. Mención aparte significaría recordar la nómina de atentados judíos —algunos de ellos mortales— contra autores e instituciones dedicadas a la revisión histórica. Por probar este aserto, el 3 de enero de 1996, el embajador de Israel en la Argentina, Israel Avirán, ordenó la captura y el secuestro de la revista “Memoria” que entonces editábamos con un puñado de amigos.</p>
<p>El Santo Padre, precisamente por su doble condición de patriota alemán y de intelectual destacadísimo, debe ser la persona indicada para advertir que esta versión ruinosa y ficta no puede ser asumida por la Iglesia. Entiéndase bien: no se trata de exigirle a Roma que avale una determinada escuela historiográfica en contra de otra, ni de que tome partido por el revisionismo u otorgue rango de definición ex cathedra a los asuntos meramente terrenos. Pero se trata sí, de rogarle con insistencia que busque celosamente la verdad del pasado, que promueva esa búsqueda con empeño y sabiduría, que apoye a los estudiosos serios y veraces, desdeñando interpretaciones facciosas, preñadas de adulteraciones y de embustes de grueso calibre. Se trata, en suma, de tener bien presente, que el último dogma fue el de la Asunción de María Santísima.</p>
<p>No podemos conformarnos cada vez con menos, que es una de las definiciones de la tibieza; ni podemos tampoco aceptar la necesidad del doble discurso como constitutivo ineludible de las relaciones diplomáticas. Cierto es que el grueso de las sociedades vive bajo las falacias de la virtualidad y bajo el sometimiento de esos ídolos que supo describir Bacon. Cierto que al amparo de esos ídolos, que entenebrecen la realidad, pocos y cada vez menos son los que distinguen lo que las cosas son, como gustaba decir Gilson. Y cierto al fin, si se quiere, que no le corresponde al Pontífice hacer de historiador, ni andar dirimiendo sobre el Zyklon B o los alambrados de púas en Auschwitz. Pero si ya no hemos de pedirle al Vicario de Cristo que combata a los hijos de las tinieblas, y bregue por la Verdad en la totalidad de sus manifestaciones, ¿a quién entonces deberíamos acudir los católicos?</p>
<p>En su confortadora encíclica Spe Salvi, Su Santidad Benedicto XVI memora un texto del Sermón 340 de San Agustín, que parece contener toda una respuesta al dilema que estamos planteando. Explica allí el de Hipona que una misión se ha impuesto: “corregir a los indisciplinados, confortar a los pusilánimes, sostener a los débiles, refutar a los adversarios, guardarse de los insidiosos, instruir a los ignorantes, estimular a los indolentes, aplacar a los soberbios, apaciguar a los pendencieros, ayudar a los pobres, liberar a los oprimidos, mostrar aprobación a los buenos”. Todo un programa para estas cruciales circunstancias.</p>
<p>Pero además, y como quedó dicho, existe otra razón superior para que la Iglesia rechace enfáticamente la versión oficial del Holocausto, y es que tras la misma asoma una teología dogmática judía groseramente anticristiana, burdamente paródica del genuino mesianismo, deliberada mueca hostil de inspiración talmúdica contra la misión salvífica de Nuestro Señor Jesucristo, y su Divina Majestad.</p>
<p>Llama poderosamente la atención que en estos agitados días alrededor del caso Williamson, haya pasado inadvertida toda voz eclesial, empezando por la de Benedicto XVI, que nos haya remitido a la Mit brennender sorge de Pío XI. Allí está todo lo que un católico debe saber para tomar distancias del Nacionalsocialismo, y de cuanto aquella ideología y su concreción política pudieron haber tenido de injusto y aún de ominoso. Pero está todo lúcida y corajudamente explicado en perspectiva católica, para que ningún bautizado confunda el rumbo y la finalidad. “La Cruz de Cristo” —dice Pío XI— “aunque su solo nombre haya llegado a ser para muchos locura y escándalo, sigue siendo para el cristiano la señal sacrosanta de la redención, la bandera de la grandeza y de la fuerza moral. A su sombra vivimos, besándola morimos; sobre nuestro sepulcro estará como pregonera de nuestra fe, testigo de nuestra esperanza, aspiración hacia la vida eterna” [nº 31].</p>
<p>Los argentinos, además, hemos tenido la gracia del magisterio del Padre Julio Meinvielle. En su opúsculo “Entre la Iglesia y el Reich”, publicado en el mismo año 1937 de la encíclica de Pío XI, abundan las razones por las que un católico no puede dar su adhesión al Nacionalsocialismo. Pero, insistimos, son las razones de la teología católica, no de la cábala hebrea; y de la historia veraz, no de la fábula del holocausto.</p>
<p>VII. El juramento antinegacionista</p>
<p>La segunda conclusión que debemos ir sacando es que Monseñor Williamson se quedó muy corto. Enbuenahora se haya atrevido a desenmascarar algunos aspectos de la faz histórica de la gran mentira pagando el alto precio de un linchamiento tan injusto cuanto deleznable, sin que las mismas autoridades de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X hayan atinado a algo más que a sacarlo de escena, al compás de las exigencias vaticanas, de las coacciones rabínicas y de las inmundas disposiciones kirchneristas. Pero lo más importante para un católico, y sobre todo si se trata de un Obispo, es la faz teológica de esta ficción hebrea. Y sobre eso nada se dijo.</p>
<p>Entiéndase que no es esto un reproche hacia un clérigo que, en este momento de su vida, antes necesita y reclama con equidad un homenaje público que un reto. Pero si le estamos reprochando amablemente todo lo contrario de lo que el mundo le espeta, es para protestar por vía de paradoja, la indignación que nos causa el que no haya prácticamente un solo analista católico y “bienpensante” de esta cuestión que no haya pagado su tributo a la corrección política, diciendo que Monseñor Williamson estuvo imprudente o inoportuno. No faltó tampoco quien le atribuyó la responsabilidad directa en la reacción blasfema de la judería propalada por la televisión del Estado de Israel. Caído el árbol, los incapaces de la altura se abajan dócilmente para fabricar su propia leña.</p>
<p>No hay nada de cierto en lo que se dice contra Monseñor Williamson; y seguir repitiéndolo agrega estulticia a la ofensiva mundana contra este digno Pastor. Bien y sobradamente se sabe hoy que si no hubiera pronunciado sus traídas y llevadas palabras, cualquiera hubiera sido la excusa para presionar a Benedicto XVI e inculpar al Tradicionalismo hasta impedir su formal inserción en la Iglesia. Bien y sobradamente conocemos también la capacidad del enemigo para instalar un tema, inventándolo, y torcer el rumbo de la realidad hasta sustituirla por la virtualidad. De hecho, no son pocos los informes que vienen circulando desde hace años, incluyendo a Monseñor Lefebvre como una de las cabezas de una supuesta Internacional Negra. ¿Qué hubiera costado cambiar de chivo expiatorio? Sin el reportaje de marras, el montaje judeo-modernista estaría igual en todo su rabioso esplendor. Monseñor Williamson fue la ocasión y la excusa, el pretexto y la coartada. El objetivo era y es mantener en permanente estado de sospecha, de culpa y de marginación a todo lo que represente al Tradicionalismo Católico.</p>
<p>Algunos, movidos por la más noble preocupación, han visto en las declaraciones de Monseñor Williamson un obstáculo para que el Papa pudiera seguir adelante con sus intenciones restauradoras, ya no de los cuatro obispos en apuros canónicos sino de lo que ellos representan desde el punto de vista del resguardo del magisterio tradicional. Pero por lo que llevamos dicho, no sólo es injusto convertir a Monseñor Williamson en un obstáculo —porque desde el instante en que así lo han presentado, artificial e insidiosamente, él no ha hecho otra cosa más que poner la otra mejilla— sino que clama al cielo escamotear a los verdaderos obstaculizadores que se muestran desfachatadamente en centenares de declaraciones judeo-modernistas. Que ante este obstáculo real y concreto —un verdadero montaje internacional contra la Tradición— nada se diga, intramuros o extramuros romanos, es lo verdaderamente preocupante e irritativo. Cambiando la premisa clásica de Tertuliano, se nos quiere hacer creer ahora, que ya no la Sinagoga sino Monseñor Williamson en un reportaje televisivo, es la causa de todos nuestros males.</p>
<p>Quienes en vez de defenderlo a capa y espada —no tanto por la literalidad de lo que dijo, sino por lo que representa y encarna el que haya osado, y el que por eso mismo quieran exterminarlo los honorables criminales de paz—, quienes en vez de sostenerlo, reiteramos, lo han llevado al convencimiento de que debe humillarse hasta el anonadamiento, removiéndolo de sus funciones, se confunden si creen que pueden hacerlo en nombre de la prudencia, de los arreglos temporales, o sencillamente porque lo que debería retractar no es una verdad de Fe. Lo que en el fondo está en debate aquí, encarnado en la figura de este Obispo, no es si existieron o no las cámaras de gas; es si a partir de ahora son los judíos o es la Jerarquía Católica la que manda en la Iglesia y decide la suerte de sus hijos, de su magisterio y de su teología dogmática. Si es el báculo recio del Vicario de Cristo el que tiene que resonar imperativamente entre los fieles, o el cotorreo pérfido de los que siguen vociferando: “¡No queremos que Éste reine sobre nosotros!”. Una vez más lo repetimos: es la integridad del Antiguo y del Nuevo Testamento lo que nos moviliza; no el Manifiesto del NSDAP.</p>
<p>Hemos escuchado y leído decenas de veces el fatídico reportaje que convirtió a Monseñor Williamson en un paria, y al caso que él encarna en un casus belli internacional en el que los litigantes y fiscales se amontonan para castigarlo, pero nunca para debatir académicamente lo que sostuvo. Es curioso. Se trata literalmente de un puñado de palabras racionales, mesuradas, matizadas, dichas sin el menor compromiso con una ideología y sin el mínimo asomo de odio racial o religioso. Sólo una hipocresía de inspiración satánica, y un plan maldito de idéntico origen, pudo convertir ese manojo de serenas, acotadas y eventuales reflexiones históricas en la piedra de escándalo para poner en entredicho la decisión pontificia a favor de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X, por un lado, y el derecho del Tradicionalismo a pertenecer a la Iglesia, por otro.</p>
<p>La reacción de Roma fue la peor de todas. Con fecha 4 de febrero de 2009, la Secretaría de Estado del Vaticano hizo público un Comunicado que, en la parte que nos concierne dice: “Las posturas de monseñor Williamson sobre la Shoah son absolutamente inaceptables y firmemente rechazadas por el Santo Padre, como él mismo ha recordado el 28 de enero pasado, cuando, refiriéndose a aquel salvaje genocidio, reafirmó su plena e indiscutible solidaridad con nuestros hermanos destinatarios de la Primera Alianza, y afirmó que la memoria de aquel terrible genocidio debe inducir a «la humanidad a reflexionar sobre el poder imprevisible del mal cuando conquista el corazón del hombre», añadiendo que la Shoah permanece «para todos como advertencia contra el olvido, contra la negación o el reduccionismo, porque la violencia hecha contra un solo ser humano es violencia contra todos». El obispo Williamson, para ser admitido a las funciones episcopales en la Iglesia, deberá también tomar de modo absolutamente inequívoco y público distancias a sus posturas sobre la Shoah, desconocidas por el Santo Padre en el momento de la remisión de la excomunión&#8221;.</p>
<p>Es una declaración de pésima factura doctrinaria y prudencial, que en vano se podrá atemperar adjudicándosela al Secretario de Estado, mientras desde instancias más altas se la refrende, sea tácitamente, por omisión de rectificaciones, o con hechos concretos.</p>
<p>Se trata, en rigor, de la puesta en práctica de un nuevo juramento que sustituye al ya tristemente dado de baja en 1967, y que impusiera en 1910 San Pío X en el Motu Proprio Sacrorum Antistitum. A partir de ahora no es contra “el conglomerado de todas las herejías” que los religiosos deben jurar rechazo y animadversión, sino contra el “negacionismo”, ridículo efugio de la neoparla hebrea para calificar bajo tal mote a todo aquello que ose poner en discusión racional la amañada versión preponderante del “holocausto”, con su doble mitología, la histórica y la teológica. Y a partir de ahora, repetimos, Monseñor Williamson y todo aquel que quiera “ser admitido a las funciones episcopales en la Iglesia”, deberá hacer profesión pública de que admite y tiene por válida esta flamante dogmática, incorporada al Syllabus, en tiempos en que este glorioso vademécum de las heterodoxias condenables ha cedido su lugar a la libertad irrestricta de pensamiento.</p>
<p>Las nuevas y escandalosas declaraciones del Padre Federico Lombardi —director de la Oficina de Información de la Santa Sede, recordémoslo— no hacen sino ratificar hasta qué punto las autoridades romanas se han decidido a conferir carácter dogmático al antinegacionismo. En efecto, el viernes 27 de febrero de 2009, la precitada Oficina hace público un comunicado, en el cual —a la par que rechaza las disculpas ofrecidas por Monseñor Williamson, teniéndolas por insuficientes— le ordena que, de acuerdo “con las condiciones establecidas por la nota de la Secretaría de Estado del 4 de febrero de 2009, tendrá que tomar de modo absolutamente inequívoco y público distancias a sus posturas sobre la Shoah”. No encontramos palabras para calificar tamaña obsecuencia al poder judío, tamaña falta de caridad para con el derrumbado Monseñor Williamson, y tamaña osadía como para configurar de hecho este nuevo juramento antinegacionista, a todas luces contrario a la verdad histórica y teológica, y funcional en todo a la estrategia israelita de victimización perpetua.</p>
<p>Ni con el tema de la Inquisición se llegó tan lejos. Urgido Juan Pablo II tras la Memoriali Domini a que aquel Santo Tribunal fuera condenado enérgicamente, el Papa respondió creando una Conferencia Internacional de Estudios, en 1998, asesorada por tres Cardenales y presidida por el Profesor Agostino Borromeo. Seis años después, un enorme volumen titulado precisamente La Inquisición, recogía los resultados de aquellos académicos e investigadores, llegando a la conclusión de que la vilipendiada institución “está lejos de ser como opinan los enemigos de la Iglesia”. Al “Holocausto”, en cambio, no se le puede conceder este rango de objeto de estudio. Por eso, no nos equivocamos cuando llamamos “irreflexiva” a la decisión de incorporarlo, de facto, al Símbolo de los Apóstoles, con un status cuasi dogmático, que no se trepidó, por ejemplo, en rechazar para la creencia en el limbo.</p>
<p>Extraño caso el de la Santa Madre Iglesia. No se conoce otra religión con una legítima estructura jerárquica bimilenaria, en la cual, agentes externos, y tradicionalmente tenidos por impugnadores de la Fe que esa estructura jerárquica preserva, le indiquen imperativamente a quiénes se puede canonizar, qué oraciones se deben rezar en los oficios cuaresmales, cómo y bajo cuáles formas se han de aplicar sanciones y des excomuniones, y al fin, en qué nuevos dogmas habrá que depositar la certeza a priori e inconcusa como conditio sine qua non para pertenecer al rebaño, ser “admitido a las funciones episcopales” y, perseverando mansamente en esa línea, tal vez, algún día, alcanzar la salvación eterna.</p>
<p>Y extraño caso además, el de esta Iglesia, que asfixiada y coaccionada por estos agentes externos —repetimos: tradicionalmente tenidos, y con razón, por impugnadores de su doctrina— los convoca para darles satisfacciones, concesiones y aún perdones, pero no recibe de ellos gesto equivalente alguno sino mayores e insolentes destemplanzas. Cuando el 12 de febrero, el Santo Padre convocó humildemente a su sede a las autoridades de la Fundación Judía “Appeal of Conscience”, y —tal vez a los efectos de descongestionar tanto entredicho— llamó a los israelitas ya no “hermanos mayores” sino “padres en la Fe”, Arthur Schneier, presidente de la entidad invitada le dijo textualmente: “Las víctimas del Holocausto no nos han dado el derecho de perdonar a los culpables ni a los que niegan el Holocausto”. Y cuando Monseñor Williamson, acosado hasta el límite de sus fuerzas, en soledad absoluta y bajo la presión de quienes debieron respaldarlo, escribió el 26 de febrero, al llegar a Londres: “A todas las almas que quedaron honestamente escandalizadas por lo que dije, ante Dios, les pido perdón”, contestó inmediatamente el vicepresidente del Consejo Central de Judíos en Alemania, Dieter Graumann, diciendo que no aceptaba (la petición) del perdón. Otras cabezas rabínicas emularon su actitud.</p>
<p>¡Ellos, los deicidas, los criminalistas rituales, los responsables de homicidios innúmeros, los martirizadores de pueblos cristianos, los apedreadores de Esteban y los acuchilladores del Santo Niño de la Guardia, los cruentos despojadores de Palestina, los recientes invasores de Gaza a sangre y fuego…! ¡Ellos, los carceleros de los soviets, los instigadores de las chekas, los verdaderos dueños de los gulags, los sicarios de San Simón de Trento, los crucificadores de San Guillermo de Norwich, los que hace dos mil años gritaron crucíficale al Justo entre los justos… Ellos, los sepulcros blanqueados, los hijos del homicida desde el principio, los que por dentro están llenos de huesos de muertos y de podredumbre (Mt. 23, 27-24), no pueden perdonar ante quien se prosterna para pedirles un perdón que no merecen ni corresponde ni cabe! Qué razón tenía el Padre Castellani cuando decía que “si se hacen manteca los leales, se salen de la vaina los protervos”. Qué razón mayor tenían los honrosos hermanos Lémann, cuando ya conversos y sacerdotes ambos, se dirigían a los aún circuncisos de cuerpo y de alma para asegurarles que un día, en reparación de sus muchas ignominias, tendrán que acercar sus labios a las llagas de Cristo, y dejar caer sobre ellas torrentes de lágrimas.</p>
<p>(&#8230;/&#8230;)</p>
<p>Antonio Caponnetto</p>
<p>http://www.revistacabildo.blogspot.com/</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SI ESTO NO ES JUDAIZAR EL MUNDO Y NUESTRA PATRIA....]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/20/si-esto-no-es-judaizar-el-mundo-y-nuestra-patria/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 04:39:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>María Angel</dc:creator>
<guid>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/20/si-esto-no-es-judaizar-el-mundo-y-nuestra-patria/</guid>
<description><![CDATA[Crean una organización judía para el diálogo interconfesional Y un dia el mundo desperto y todo era ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#ff0000;">Crean una organización judía para el diálogo interconfesional</span></h2>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"></p>
<div id="attachment_9188" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/rockyrabbi.jpg"><img class="size-full wp-image-9188" title="rockyrabbi" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/rockyrabbi.jpg" alt="" width="360" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Y un dia el mundo desperto y todo era judio....hasta la música...!!!!!!!</p></div>
<p></span></p>
<p style="text-align:justify;">
La entidad tiene como objetivo difundir las verdaderas características del judaísmo entre los diferentes credos y promover un mejor conocimiento mutuo. La integran personas con vasta experiencia en diálogo interreligioso.</p>
<p style="text-align:justify;">Un grupo de personas con experiencia en Diálogo Interreligioso crearon la Organización Judía para el Diálogo Interconfesional (OJDI), con el objetivo de difundir las bases que caracterizan al judaísmo y promover un mejor conocimiento entre las distintas comunidades y sus integrantes.</p>
<p style="text-align:justify;">En diálogo con la Agencia Judía de Noticias, el presidente de la organización, Mario Burman, explicó que &#8220;el diálogo interreligioso exige un mutuo conocimiento. El hecho de difundir entre los diferentes credos lo que son las verdaderas características del judaísmo, más allá de lo que puedan tener algunos como prejuicios, es una de las funciones de OJDI&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Asimismo, Paúl Warszawski, vocal de la organización, explicó que quienes llevan adelante el proyecto integran un núcleo de mucha experiencia en esta materia.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nos pareció que estaba siendo falta una organización que mantuviera viva la identidad judía, se relacionara con otros cleros desde una perspectiva de dignidad e igualdad&#8221;, agregó Warszawski.</p>
<p style="text-align:justify;">Respecto de si la propuesta surgió en descuerdo a otros movimientos que impulsan el diálogo interreligioso, el directivo indicó: &#8220;No voy a cuestionar a otras corrientes u otras personas&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Las responsabilidades de cada uno, desde el punto de vista judío, se manifiesta a través del trabajo voluntario&#8221;, precisó.</p>
<p style="text-align:justify;">Justamente, para el cumplimiento de sus fines, la organización promoverá actividades entre las que se incluyen actos, conferencias, encuentros y participación en actividades promovidas por otras entidades afines.</p>
<p style="text-align:justify;">Respecto a los cursos educativos que organizará OJDI, Burman ejemplificó que podría realizarse desde un curso sobre valores judaicos dirigidos a no judíos, hasta otro sobre la posición actual de la Iglesia respecto al diálogo judío cristiano dirigido a judíos o a un público interreligioso.</p>
<p style="text-align:justify;">El Presidente de OJDI sostuvo que los que conforman la organización trabajan desde hace tiempo en el área de diálogo interreligioso, pero consideraron que había llegado el momento de darle un marco institucional a esa labor, a través de &#8220;la creación de una organización dedicada específicamente al tema&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Burman se mostró optimista en cuanto al futuro de la organización ya que afirmó: &#8220;Más allá de haberlo dado a publicidad recientemente, hace rato venimos pensando en él y afortunadamente tenemos la gente, los contactos, las relaciones y eventualmente también los docentes -en referencia a catequistas y rabinos- para poder llevarlo a cabo&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡CON RAZÓN!]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/19/%c2%a1con-razon/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 01:11:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Radio Cristiandad</dc:creator>
<guid>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/19/%c2%a1con-razon/</guid>
<description><![CDATA[A CONFESION DE PARTE&#8230; CHE GUEVARA ERNESTO CHE GUEVARA SHEINERMAN ¿Le habrá pedido prestado el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:justify;">A CONFESION DE PARTE&#8230;</h2>
<h2 style="text-align:center;">CHE GUEVARA<br />
ERNESTO CHE GUEVARA SHEINERMAN                                                                    <span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;"> </span></h2>
<div id="attachment_9181" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/jewguevara.gif"><img class="size-full wp-image-9181" title="Jewguevara" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/jewguevara.gif" alt="¿Le habrá pedido prestado el &#34;gorito&#34; a Marcelo Gonzalez de Panorama Católico?" width="600" height="613" /></a><p class="wp-caption-text">¿Le habrá pedido prestado el &#34;gorito&#34; a Marcelo Gonzalez de Panorama Católico?</p></div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;"><br />
Algunos ven en él a un asesino fanático,que tomaba la vida de las personas en el nombre de ideas cuestionables y erróneas.<br />
Otros lo consideran un héroe glorioso,defensor del débil y oprimido, el personaje romántico de generaciones enteras de jóvenes.<br />
Quién era él en realidad, este revolucionario americano ardiente, que alcanzó los picos de la autoridad en CUBA y fue muerto en tierra extranjera, el objeto de la dedicación de sus amigos y del odio a sus enemigos incluso después de la muerte?<br />
Solamente cuarenta años después de la muerte de Ernesto Guevara, los materiales desclasificados de los archivos de los servicios de inteligencia de las superpotencias abrieron para nosotros el fondo verdadero de los acontecimientos improbables y trágicos,que marcaron la vida de Comandante.<br />
Los nuevos documentos descubrieron con claridad penetrante el sino dramático del héroe,que aprendió el secreto de su origen judío,vuelto a su gente y fe y muerto en la búsqueda para la salvación de la tierra y de la gente de Israel.<br />
Probablemente, todo comenzó a finales de 1964.<br />
Posiblemente entonces la madre de Ernesto, detectando su muerte cercana (ella morirá en mayo de 1965) divulgó a su hijo la historia oculta de su vida.<br />
Celia (la madre de Ernesto) nació en 1908 en el seno de una familia religiosa de Buenos Aires de emigrantes judíos de Rusia.<br />
La llamaron &#8211; Celia en memoria de una tía muerta durante los pogroms en Rusia. Hasta la edad de dieciocho Celia Sheinerman creció en el ghetto cerrado y congestionado del emigrante, obteniendo la educación judía tradicional.<br />
Cuando alcanzo la edad de 18 años se alejo de su casa, su familia y la religión, cambiando su nombre judío y un año más tarde se caso con Ernesto Guevara Linch, natural de la Argentina.<br />
U n año más tarde ella dio a luz a Ernesto.<br />
Ni el Che ni sus cuatro hermanos y hermanas sospecharon nunca de sus raíces judías.<br />
Celia oculto siempre su origen judío, sin hablar de él incluso a su marido. Sin embargo, no mucho antes de que muerte, ella confía su se creto a su hijo querido.<br />
El Che sacudido por la revelación aprende que,según la tradición judía, él es un judío y que en el viejo mundo él tiene parientes cercanos por línea materna.<br />
Celia sabía por sus padres que su hermano Samuel, dieciocho años mayor que ella, había permanecido en Rusia. Como su hermana, él salió de la casa de sus padres, por razones sionistas rumbo a Palestina, después de rechazar ir a la Argentina.<br />
E s posible conjeturar la confusión causada por las revelaciones de su madre en el alma del Che.<br />
Nunca antes se había interesado por los judíos o de Israel, él comienza a estudiar todo lo que puede encontrar sobre su gente.<br />
El estado judío, liberado del régimen colonial británico, que sabía protegerse contra los regímenes árabes ganó su simpatía en otras épocas, pero ahora él se siente que algo más fuerte que lo conecta con Israel.<br />
El 19 de febrero 1965, Ernesto Guevara llega a Egipto. En la República Árabe Unida, que incluía por entonces a Egipto y Siria, el Che permanecerá por una semana hasta el 24 de febrero. Y el 1ro, de marzo él reaparece en el valle del Nilo, restante en Egipto por casi dos semanas.<br />
¿Pero dónde el ministro cubano ha pasado los días entre de febrero el 24 y de marcha la 1?<br />
La respuesta a esta pregunta se supo durante este año 2007, cuando algunos documentos de la CIA fueron desclasificados.<br />
El 25 de febrero 1965, de Guevara sale de Egipto para Chipre, y de allí llega a Israel, pisando por primera vez la tierra de sus antepasados.<br />
Guevara llega en Israel de incógnito, en la tentativa casi vana de encontrar a la familia de su tío; y el milagro sucede: ¡él descubre que él tiene un primo de su misma edad! Sin embargo, el primo tampoco mantuvo el apellido familiar.<br />
Ernesto Che Guevara consigue ver en Tel Aviv a este primo, el comandante de la división de la sección del entrenamiento de combate del personal general, Ariel Sharon. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;">Tomado de <a href="http://www.lavozylaopinion.com.ar/cgi-bin/medios/vernota.cgi?medio=lavoz&#38;numero=Agosto-Septiembre&#38;nota=Agosto-Septiembre-2" target="_blank">aquí</a> gracias al aviso de Juan Carlos<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNA GUERRA TOTALMENTE INUTIL]]></title>
<link>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/19/una-guerra-totalmente-inutil/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 18:46:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ramrockmanchesterunited</dc:creator>
<guid>http://ramrockmanchesterunited.wordpress.com/2009/11/19/una-guerra-totalmente-inutil/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; ”Una guerra terriblemente inútil&#8220;   (15 de noviembre de 2009) Guido Maisuls Kiriat Bial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">”</span></em></strong><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Una guerra terriblemente inútil</span></em></strong><strong><em><span style="text-decoration:underline;">&#8220;</span></em></strong><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><span style="font-size:small;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>(15 de noviembre de 2009)</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr">
<strong><em>Guido Maisuls<br />
Kiriat Bialik, Israel, IL</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>La guerra es la peor de las tragedias que nos pueden ocurrir a los seres humanos, es la forma mas errónea que disponemos los hombres para demostrar nuestra imperfección, es nuestra reiterada incapacidad de resolver nuestras diferencias por otros medios mucho mas racionales y lógicos, mucho mas humanos. El logro mas elevado al que podemos aspirar, es llegar algún día a comprender y  a concretar esta lucida y profunda conclusión de Ari Folman: &#8220;La guerra es terriblemente inútil&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>He rodado &#8220;Vals con Bashir&#8221; desde el punto de vista de un soldado cualquiera, y solo puede concluirse que la guerra es terriblemente inútil. No tiene nada que ver con las películas estadounidenses. No tiene nada de glamoroso ni de glorioso. No son más que hombres muy jóvenes, que no van a ninguna parte y que disparan contra desconocidos, les disparan desconocidos, y que vuelven a su casa intentando olvidarlo todo. Algunas veces lo consiguen. Pero no ocurre en la mayoría de los casos. </em></strong><strong>Ari Folman.</strong><strong> </strong><strong>Director y guionista: VALS CON BASHIR (2007). </strong></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>El tremendo genocidio cometido por Rusia ha exterminado alrededor de 100.000 chechenios, uno de cada diez civiles, ante la permisividad y apatía del mundo occidental que se dicen defensores de la paz y de los derechos humanos, no tienen ningún reproche hacia los herederos del KGB, hacia los  Vladimir Putin y sucesores, que ejecutaron en Chechenia uno de los mayores genocidios de los últimos tiempos, mirando  hacia otro lado y recibiéndolos con gran pompa en las cumbres internacionales.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>En la región de Darfur, al oeste de Sudán, el presidente Omar al Bashir</strong> <strong>y sus secuaces han perpetrado un espantoso genocidio,  ante la indiferencia generalizada de la opinión pública y los lideres de Occidente y la habitual y previsible impotencia de la ONU. En el último dato oficial del 2007 se considera que el número de muertes por el conflicto se aproxima a las 750.000 fallecidos por el hambre y la masacre. Las victimas del genocidio (negros y pobres) han pasado simplemente al anónimo y silencioso rincón universal del olvido.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Los líderes y los detentadores del poder económico y militar mundial no hacen nada para evitar el próximo genocidio nuclear que al igual que Hiroshima y Nagasaki amenaza repetirse pero esta vez multiplicado en poder y destrucción. Sus líderes solo parlotean y desvían las posibles acciones hacia imposibles e hipócritas intentos de negociaciones con psicópatas criminales como Ahmanideyiad y sus secuaces.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>&#8220;Ellos podrían lograr en cuestión de segundos lo que hizo Hitler, y matar a seis millones de judíos, literalmente&#8221; &#8220;hay relojes marchando. Uno de estos relojes es el reloj del enriquecimiento de uranio, que muestran que en una fecha determinada, los iraníes tendrán suficiente uranio altamente enriquecido para crear una bomba que podría literalmente borrar a Israel del mapa en cuestión de segundos&#8221;.</em></strong><strong> Embajador de Israel en los EE.UU., Michael Oren.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Ante la persistencia de una mitificación de la verdadera realidad de este conflicto casi eterno en la que se ve permanentemente afectada la seguridad  de nuestra querida Israel, los zionófobos aportan supuestas pautas y pareceres que deslegitiman los derechos elementales y básicos de Israel a defenderse de los espurios intereses del fundamentalismo islámico y de los antisemitas de siempre que solo intentan destruir esta realización histórica que es la existencia y continuidad de nuestro hogar nacional en esta tierra donde nuestros antepasados forjaron nuestra cultura e identidad nacional</strong><strong>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>En 1947 la O.N.U. voto a favor de la partición de Palestina por dos estados y entonces los países árabes la rechazaron violentamente porque querían y quieren solo una realidad – &#8220;una palestina sin judíos&#8221; – y la opción de supuesta solución militar fue inventada y sostenida exclusivamente por ellos. </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>¿</strong><strong>Crees que los palestinos existieron como pueblo en épocas pasadas?, ¿Que los crearon políticamente luego de la independencia del estado de Israel como una necesidad para deslegitimarlo? ¿Son realmente los palestinos más originarios de estas tierras que los judíos? ¿Los judíos nunca tuvimos nada que ver con estas tierras? ¿El regreso de los judíos a su patria ancestral es imperialismo? ¿Es el Sionismo sinónimo de imperialismo y racismo? ¿Crees realmente en esto</strong><strong>?</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>El diabólico uso de las armas para mutilar y aniquilar a otros seres humanos se ve alimentado permanentemente y desde hace mas de cien años por la obstinación fundamentalista de lideres, gobiernos e ideólogos árabes y palestinos; de no tolerar la mera existencia de un estado judío y democrático en la tierra de nuestros antepasados. Han intentado infructuosamente destruirlo y ese ha sido el único obstáculo para la paz y la convivencia pacifica en esta maltratada zona del mundo</strong><strong>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Este estado de Israel al que demonizan, estuvo en sus primeros pasos (1947-1948) a punto de ser eliminado totalmente y su población judía a ser masacrada y/o echada al mar Mediterráneo, como una mera continuación del holocausto nazi. Se arrojaron sobre el flamante Israel, varios y poderosos ejércitos de los países árabes vecinos (incitados por el decadente imperio británico) con la expresa e incondicional colaboración de los <em>&#8220;victimizadas</em>&#8221; palestinos de aquel momento.  No deseo decepcionar a sus detractores pues si esto hubiera ocurrido realmente, no tendrían a quien echarle casi todas las culpas de los males del mundo de hoy</strong><strong>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Podemos tener más o menos idea de cómo viven los palestinos hoy pero sus dirigentes y mentores son los únicos responsables pues no tuvieron la mas mínima y lógica voluntad de trabajar para mejorar su calidad de vida, solo les interesaron las grandes y copiosas donaciones internacionales para engrosar sus cuentas bancarias en Suiza y comprar los explosivos y las armas mas letales posible que serán utilizadas luego sobre los inocentes ciudadanos israelíes.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Se empeñaron en crear mas y mas terror, en fabricar bombas humanas suicidas y misiles del mas largo alcance posible para destruir la innegable y evidente realidad de ese Israel indeseado y negado, siempre trabajaron incansablemente para ser las eternas victimas y crear con bastante éxito esa espantosa imagen del israelí cruel y sanguinario en la opinión internacional.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Israel – ingenuamente &#8211; se retira de Gaza dejando abierta una gran oportunidad y creando un verdadero desafío para que sus habitantes palestinos logren salir de esa ciénaga en la que se auto sumergen. Hoy ya no hay ocupación israelí, no hay asentamientos israelíes, no hay un solo judío en toda la Franja. Y &#8211; ¿qué hacen los palestinos? &#8211; lanzar misiles que matan y mutilan a inocentes civiles. </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Pudo mas la opción del terror, pudo mas someter a Sderot, Ashkelon y todo el Neguev occidental a un fusilamiento letal y despiadado de sus pobladores, e increíblemente ante esta terrible realidad, <em>&#8221; Israel es acusada de alimentar el odio y el genocidio&#8221;.</em> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Este estado injustamente demonizado tiene una cualidad extraordinaria que desgraciadamente hoy no la poseen la mayoría de los países de la región y es precisamente la elección de vivir en un sistema de completa democracia: esa creación humana e imperfecta que nos permite a los ciudadanos poder desarrollar nuestros talentos en una forma completamente libre, permitiendo y potenciando la autorreflexión, la autocrítica, la capacidad de disenso y el pluralismo de ideas y sentimientos. </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Felizmente hoy el ideal de paz y justicia de los israelíes goza de muy buena salud y se encuentra en su lugar habitual, siempre fue y será un atributo de nuestro pueblo y este conflicto se solucionaría mucho mas rápido si también fuera el preferido de los Arafat, de los Al Fatah y de los Hamas.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>La única y natural solución a este interminable conflicto es promover como objetivo estratégico y primordial la obtención de una paz genuina con todos nuestros países vecinos árabes, <em>&#8220;Paz por Paz&#8221;, </em>como voluntad recíproca de convivir armónica y pacíficamente, sin mentiras ni mascaradas. <em>&#8220;Paz por Paz&#8221;,</em> no paz por territorios, no paz por dinero, no paz por terror, no paz por balas, no paz por hipocresías, simple y genuinamente Paz.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Es mi ferviente deseo de que la solución de este conflicto termine devorando al terror, a la Intolerancia, a la irracionalidad, al odio gratuito y a la incomprensión entre los pueblos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"> </p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"> </p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"> </p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>“…Con sus espadas forjarán arados</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>y con sus lanzas podaderas.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>No levantará la espada una nación contra otra</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>ni se adiestrarán más para la guerra”.</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>(Isaías 2, 4)</strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong>Si no soy yo ¿quién?, si no es ahora ¿cuando?<br />
</strong><br />
<strong><em>(Hillel)</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"><strong><em>FUENTE: <span style="font-size:x-small;"><span style="color:#ff6600;"><a rel="nofollow" href="http://cartasdesdeisrael.blogspot.com/" target="_blank"><strong><em>http://cartasdesdeisrael.blogspot.com/</em></strong><strong><em>  </em></strong></a><strong><em><span style="text-decoration:underline;"> </span></em></strong></span></span></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;" dir="ltr"> </p>
<p style="text-align:justify;" dir="rtl"><strong><em></p>
<p></em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documental:El Libro Divino (The Divine Book]]></title>
<link>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/19/documentalel-libro-divino-the-divine-book/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 06:58:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>killuminati2012</dc:creator>
<guid>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/19/documentalel-libro-divino-the-divine-book/</guid>
<description><![CDATA[Versión Subtitulada Al Español De La Obra Del Cineasta Noreagaa &#8220;the Divine Book&#8221;, Un Di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i.ebayimg.com/18/%21Bbyevfg%21mk%7E$%28KGrHqYH-C4EquiQBtyRBK%29o3b4Q5g%7E%7E_35.JPG" alt="" width="240" height="189" /></p>
<h3><span style="color:#ffcc00;">Versión Subtitulada Al Español De La Obra Del Cineasta Noreagaa &#8220;the Divine Book&#8221;, Un Dios y un solo Mensaje.Este Documental Habla Sobre Las Diferentes Religuiones Que Existen En El Planeta Tierra,Que No Hay Diferencia Entre Ellas Todas Enseñan Lo Mismo Que Es Amar y Tener FE en DIOS,El Es Creador De Todo Lo Material y Espiritual,No Entiendo Por Que La Gente Se Divide a Causa De Las Religuiones,Si Hemos Sido Creados Por Un Solo Dios Que Nos Ama Por Igual,</span><span style="color:#99cc00;">Dios Ha Bendecido a Los Seres Humanos Con La Logica y La Razon y Es Atravez De Estas 2 Herramientas Que Se Espera Que Alcancemos La Verdad y La Sabiduria,Esta Frase Fue Extraida Del Documental.</span><span style="color:#ff0000;">Gracias a Las Personas Que Subieron Estos Extraordinarios Videos y Por Subtitularlos Dios Los Bendiga Siempre.</span><strong><!--more--></strong><span style="color:#808000;"> </span></h3>
<h3><span style="color:#33cccc;">Un Dios. Un Mensaje.</span></h3>
<h3><span style="color:#33cccc;">Esta serie del equipo de WakeUpProject presentará pruebas divinas de nuestro creador, mostrará verdades impactantes, de igual manera proveera luz, sabiduria y unidad para aquellos que la buscan. Disfrutenla.</span></h3>
<p><span style="color:#808000;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 1</strong></span></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xKW1kdSmgJI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xKW1kdSmgJI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 2</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NScSoNGbE6s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/NScSoNGbE6s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 3</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3qDkNllL_vI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/3qDkNllL_vI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 4</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/l-TDSwL91gI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/l-TDSwL91gI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 5</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/SPXhcvHo1hU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/SPXhcvHo1hU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 6</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gZf7obGfe4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gZf7obGfe4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 7</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/nwrB2JYFbGk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/nwrB2JYFbGk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Parte 8</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/pZtQqHuMsLI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/pZtQqHuMsLI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong><br />
</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pintores judíos de Polonia ]]></title>
<link>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/19/pintores-judios-de-polonia/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:11:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silvia Schnessel</dc:creator>
<guid>http://yadbeyad.wordpress.com/2009/11/19/pintores-judios-de-polonia/</guid>
<description><![CDATA[Para acceder a la presentación abrir aquí Jewish_painters HISTORIA DEL ARTE JUDÍO Los pintores judío]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/abraham-stein.png"><img src="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/abraham-stein.png?w=300" alt="" title="Abraham Stein" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-5593" /></a>Para acceder a la presentación abrir aquí <a href='http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/jewish_painters.ppt'>Jewish_painters</a></p>
<p><strong>HISTORIA DEL ARTE JUDÍO</strong></p>
<p>Los pintores judíos no comenzaron a ser conocidos hasta la segunda mitad del Siglo XIX, cuando sus correligionarios pudieron al fin gozar del movimiento de Emancipación que se manifestó por esa época en Europa.  Anteriormente pocos judíos se habían consagrado a la pintura por el hecho de que su condición social no les permitía hacerlo libremente y que su religión prohibía la representación de las figuras humanas. No siempre esta prohibición fue respetada al pie de la letra, ni siquiera en la antigüedad y todavía menos en la Edad Media como se puede constatar perfectamente mirando los libros relacionados con los rituales tradicionales.</p>
<p>El Décimo Mandamiento, que representa uno de los principios básicos  del Judaísmo, decretó que no debían representarse los dioses con estatuas o las imágenes que se hallaran bajo los cielos, sobre la tierra o sobre el mar.  Este texto recuerda también a sus seguidores que no representarán la imagen de Dios de ninguna manera, ni crearán estatuas que representan los símbolos o imágenes de hombre o mujer y aun de animales vivos sobre la tierra.  (Deutéronomio 4:16 &#8211; 18).</p>
<p>Este Mandamiento tuvo una influencia considerable sobre el curso de la historia del arte judío, restringiendo o inhibiendo su pleno desarrollo. </p>
<p>Durante los siglos siguientes, las autoridades talmúdicas o rabínicas tuvieron tendencia a reforzar este decreto y condenaron la mayoría de las veces las representaciones de imágenes por idolátricas.</p>
<p>Sin embargo, las Escrituras contienen referencias al arte y a sus ejecutantes. En  Éxodo 31:3- y  Éxodo 35:31-34 se hallan elogios explícitos en favor de los maestros artesanos del Templo, como esta afirmación por ejemplo: &#8220;los dotó del talento para ejecutar toda esta obra de artesano, de artista”. Y en el Rabat 133b se descubre el consejo de glorificar lo divino a través de bellos objetos.</p>
<p>Por otra parte, las excavaciones arqueológicas llevadas a cabo en Israel  permitieron constatar que los judíos de los tiempos antiguos no se abstenían de representar imágenes. En realidad, el Décimo Mandamiento fue interpretado de diversas maneras a pesar de la censura de los rabinos. Ha habido gran variedad de formas de representaciones visuales que permiten ver hoy que durante ciertos períodos las comunidades judías y sus artistas llegaron a vivir y trabajar eludiendo las prohibiciones. Los ricos mosaicos encontrados en las sinagogas de la Galilea y los extraordinarios murales de la Sinagoga de Dora Europeos (Siria) que datan del siglo III den., así como algunos escritos que están relacionados con lugares de culto tienden a demostrar que el arte visual jugó un cierto rol en la vida de los judíos en diferentes épocas. Sin embargo, el arte judío sufrió luego un largo ciclo de decadencia antes del período de la Emancipación, a principios del Siglo XIX. </p>
<p>De hecho, los pintores de comienzos del Siglo XIX ignoraron los principios religiosos prohibiendo la representación de imágenes y trabajaron fuera del marco religioso. No obstante, como se indica en “la Historia del Arte judío” (World ORT Unión), las artes visuales, en particular, el arte figurativo, se convirtieron con la Emancipación en transmisores importantes del judaísmo con la representación de los aspectos de la cultura y la historia judías como se puede comprobar especialmente en las obras de Chagall o Kitaj.</p>
<p><div id="attachment_5596" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/chagall1.jpg"><img src="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/chagall1.jpg?w=300" alt="" title="chagall" width="300" height="292" class="size-medium wp-image-5596" /></a><p class="wp-caption-text">Marc Chagall - Paris </p></div><br />
Los partidarios de la Haskalá, que obraron en favor de la Emancipación, impulsaron a los artistas a hacer abstracción de los preceptos religiosos a riesgo de sufrir el anatema de los sectores ortodoxos. La corriente por la cual se inclinaron numerosos artistas llevó entonces al fenómeno del expresionismo judío el cual impulsó un verdadero ímpetu de renovación a la representación de los símbolos, signos y ritos de la cultura judaica.</p>
<p>Gracias a la Haskalá y a la nueva mentalidad de estos artistas, el mundo del arte prestó una nueva dimensión a la mentalidad de esos artistas, luego de 1870, de los que emergieron pintores como Jozef e Isaac Israëls, Edouard Moyse, Isidore Kaufmann, Mauricy Gottlieb, Simeon Solomon, Gustav Bauernfeind, Max Liebermann, Abel Pann, Lesser Ury, Yehuda Penn, Marc Chagall, Henry Hayden, El Lissitzky, Amedeo Modigliani, Julius Pascin, Chaïm Soutine, Moïse Kisling, Jankel Adler, Eugène Zak, Chana Orlov, Louis Marcoussis, Marcel Janco, Mané-Katz, Moshe Castel, Reuven Rubin, Nahum Gutman, Marcel Dyf, Pinchus Krémègne, Michel Kikoïne y tantos otros.</p>
<p>Hacia 1880 no hubo más de una treintena de buenos pintores judíos que trabajaban en Europa. Cincuenta años más tarde, su número se había decuplicado pero la edad de oro sólo duró tres décadas entre 1910 y 1940, es decir, hasta el momento de la invasión de Europa por las tropas nazis.</p>
<p>Con la llegada de la guerra, las persecuciones se generalizaron inmediatamente en los países ocupados y el Holocausto causó la desaparición de numerosos artistas de talento. Cuando terminó el conflicto la idea de ver por fin nacer a una escuela judía de pintura se había desvanecido y eso a  pesar del éxito mundial obtenido por Chagall. Después de su muerte, en el único lugar donde tuvo lugar un surgimiento artístico equivalente al período anterior a la Shoa, fue en Israel donde numerosos pintores han tratado a menudo temas vinculados con las tradiciones del Judaísmo y  su folklore.<br />
<strong><br />
Génesis</strong></p>
<p>Siempre hay un comienzo en lo que concierne a toda escuela de pintura y para los pintores judíos, el verdadero comienzo tuvo lugar dentro del marco determinado por el academicismo. Durante la primera mitad del Siglo XIX se pintaron retratos y algunos paisajes, fueron muy escasos los temas elegidos relacionados con la vida en el seno de la comunidad.  </p>
<p>De hecho, las prohibiciones en la producción artística judía, concernían a la representación de imágenes, existía una fuerte inclinación, muy largamente practicada, hacia un arte judaico pleno de símbolos y signos, los pintores que se ocuparon de la vida judía no fueron numerosos. Además varios pintores no judíos, como Rembrandt, doscientos años más tarde habían realizado los retratos de numerosos rabinos y pintado numerosas escenas del Antiguo Testamento </p>
<p>Así, Jozef Israëls se dedicó a pintar típicas escenas holandesas y muy raramente temas judíos en tanto que Camille Pissarro, quién era judío estuvo exclusivamente ligado al movimiento impresionista y no produjo obras inspiradas por sus orígenes.</p>
<p>Más tarde, Modigliani, un judío italiano, se instaló en París donde encontró su propio estilo que se hallaba completamente alejado de las tradiciones judías. Lo mismo puede decirse de Hayden, Kisling, Pascin y Soutine. De los maestros que se convirtieron en los fundadores de la Escuela de Paris y su relación con el judaísmo no puede percibirse más que a través del modo de expresión y de la utilización de colores que los hizo inscribirse en un movimiento determinado. Había en ellos un verdadero sentimiento específicamente judío, que se trasuntó en muchas obras ya que estos pintores, lo quisieron o no, permanecieron ligados en su mayor parte a sus raíces familiares y a los países de dónde venían.</p>
<p>Ellos fueron como expatriados a Paris, Berlin o Viena que se convirtieron en sus nuevos lugares de residencia, pero permanecieron unidos por sus afinidades y formaron una comunidad  unida con otros emigrados no judíos como Picasso, Juan Gris o Kandinsky. Sin embargo, para los franceses continuaron siendo extranjeros y solamente una minoría llegó a sentirse parte de su nueva patria. Sin embargo, el período caótico de la Segunda Guerra Mundial no tardó en recordarles sus orígenes y que ser judío y aún cristiano con un padre o un abuelo judío, constituía una terrible desventaja a través de toda la Europa ocupada.</p>
<p>Marc Chagall no fue diferente de esos artistas aunque adoptó una aproximación diferente en su manera de trabajar. Muy conocido por sus raíces judías, pintó la escena que le recordaba su juventud en el Shetl y durante toda su carrera, su inspiración estuvo largamente ligada a la Biblia. Contrariamente a Chagall, Moïse Kisling en Paris o Henryk Kuna en Polonia, con todo y pese que ambos nacieron en familias judías, vivieron y trabajaron completamente fuera del contexto judaico.  </p>
<p>Sería sin embargo inexacto pretender que los artistas judíos no comenzaron a manifestarse más que en el siglo XIX. De hecho a pesar del Décimo Mandamiento, decretando que estaba prohibido erigir estatuas y señalando que no podían posternarse ante ellas o adorarlas, los judíos que Vivian en Tierra Santa hace dos mil años y más aún, se tomaron la libertad de erigir esculturas en sus calles o decorar sus casas con imágenes figurativas.</p>
<p>Se debe señalar por otra parte que la religión había hecho una excepción concerniente al Arca sagrada en el Templo de Jerusalem pues había sido adornada con querubines. De hecho, el arte judío encuentra su fuente en la construcción del Primer Templo que estimula directamente su desarrollo durante el Siglo IX antes de la Era Cristiana. </p>
<p>El mismo rey Salomón  ignoró el décimo Mandamiento ya que instaló en el templo una fuente imponente de bronce llamada « El Mar » apoyada sobre doce bueyes esculpidos. </p>
<p>Durante los siglos siguientes, hubo un cierto desarrollo del vocabulario visual decorativo pero la caída del Imperio Romano y el advenimiento del Islam terminaron por escindir a la comunidad judía en dos grupos geopolíticos diferentes.</p>
<p>En el mundo cristiano, los manuscritos iluminados fueron abiertamente producidos en el seno de la comunidad judía, especialmente en el sur de Europa. Esta tendencia fue totalmente diferente durante los siglos XII y XIII en Alemania, donde los representantes del nuevo movimiento ascético y místico de los Hasidim se opusieron a todo tipo de ambición estética. De hecho las figuras humanas en los manuscritos de la región del Rhin fueron mostradas con caras de pájaros o reemplazadas por cabezas de animales.</p>
<p>En el mundo islámico, los judíos orientales terminaron rápidamente por respetar los preceptos de la religión musulmana que prohibe las imágenes figurativas y partiendo de allí, los artistas se limitaron a producir las representaciones puramente decorativas hechas de líneas, de símbolos, de curvas o de elementos caligráficos.</p>
<p><div id="attachment_5603" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/autorretrato1.png"><img src="http://yadbeyad.wordpress.com/files/2009/11/autorretrato1.png?w=300" alt="" title="autorretrato" width="300" height="224" class="size-medium wp-image-5603" /></a><p class="wp-caption-text">Gottlieb - Autorretrato</p></div>En cualquier caso, los manuscritos iluminados de la Edad Media producidos en el mundo cristiano han testimoniado el talento de los artistas judíos que trabajaron entre 1100 y 1500. Estos manuscritos fueron probablemente herencia de una tradición muy antigua pero las huellas históricas de tal tradición que podrían remontarse hasta casi los primeros siglos de nuestra era, desaparecieron con la destrucción de veinte mil manuscritos judíos en un incendio que tuvo lugar entre los años 1240 y 1248.</p>
<p>Además de los manuscritos iluminados, los objetos rituales judíos comenzaron a ser elaborados a fines de la Edad Media como los janukiot de Jánuca, las placas de la Torá, las cajas de especias, las lámparas, los cubiletes y los candelabros. Estos objetos eran así capaces de demostrar que los judíos tenían un cierto gusto por el arte. </p>
<p>Las numerosas comunidades fueron también las que construyeron las sinagogas que fueron ricamente decoradas mientras que algunos de sus miembros encargaron manuscritos ilustrados para su propio uso personal. No existe de hecho un arte judío en un plano convencional en relación a otras corrientes artísticas marcadas por las influencias griegas, romanas, góticas, francesas, alemanas flamencas o italiana. Tampoco los artistas que produjeron en la Edad Media, los manuscritos iluminados judíos, fueron exclusivamente judíos.  </p>
<p>En el mundo cristiano, el Renacimiento permitió la emergencia de nuevos ideales artísticos y de nuevos valores a nivel estilístico. Ciertos cambios sobrevenidos en los siglos XV y XVI influyeron así sobre el arte judío y condujeron a su transformación. Fuera de la Menorah, cuya existencia se remonta a los tiempos bíblicos, los otros objetos de ritual, como los rimmonim (adornos de los Rollos de Torá) las copas para el Kidush y los tejidos bordados fueron producidos por artesanos que rivalizaron en audacia artística. Algunos objetos fueron decorados con elementos figurativos como las imágenes de Abraham, de Moisés o de Arón. Luego, la religión del Libro fue rápidamente atraída por la invención y desarrollo de la imprenta durante los siglos XV y XVI. Numerosas obras fueron impresas y especialmente los libros conteniendo imágenes como los de la Meguila Esther, la Hagadah de Pesaj o los certificados de matrimonio. (Ketuba).</p>
<p>Los historiadores piensan sin embargo que el arte judío no pudo adquirir jamás una base estilística coherente en razón del contexto histórico y geográfico, un poco caótico, en el cual los judíos se hallaban establecidos. </p>
<p>Las diversas comunidades tuvieron que adaptarse a las diferentes situaciones según los lugares donde vivían y de hecho, en la Diáspora el arte dependía del desarrollo de las comunidades así como de la elección de las influencias que tomaron de las otras tradiciones. </p>
<p>En razón de las persecuciones que sufrieron y también de las condiciones de existencia tan precarias en las que vivieron, los miembros de las comunidades judías de Europa ni soñaron con poderse consagrar exclusivamente al harte al menos antes del siglo XIX. En el siglo precedente, no había más que un número limitado de artístas judíos en actividad, en Inglaterra y Alemania particularmente. Es necesario precisar que entre ellos había un buen número de conversos al cristianismo, como el alemán Marquard Treu quién fue el origen de una dinastía de pintores.</p>
<p>Con la Emancipación, el arte judío tomó otra dimensión. Las esferas sociales y culturales que habían estado por tan largo tiempo cerradas a los judíos se abrieron progresivamente y ahí fueron numerosos los que optaron por una identidad moderna separando su existencia ciudadana de la vida religiosa.<br />
Durante un cierto tiempo, los artistas trataron sobre temas relacionados con sus comunidades pero con el paso de los años, fueron cada vez más numerosos los que los ignoraron. Se puede observar la obra de Chagall por una parte y la de Pissarro por la otra, que no pintó nunca un tema judío en su vida. Los pintores de origen judío que ejercieron su talento a fines del siglo XIX olvidaron la continuidad de las tradiciones del judaísmo y se dedicaron en sus obras a los temas universales o contemporáneos. Esto no significa que esto limitó el crecimiento de un arte judío, su actitud demostró que podían desempeñar un papel importante en el desarrollo o la creación del arte moderno, y nadie negará que su contribución fue excepcional.</p>
<p>A pesar de todo, el debate sobre el arte judío, continuará suscitando controversias en cuanto a demostrar si ha existido o no. La artesanía judía no provoca por su parte ningún debate en cuanto a su existencia mientras que algunas personalidades pusieron en duda la existencia de una arte judío, como Martin Buber o el crítico de arte Harold Rosenberg. </p>
<p>Paradojalmente fueron los nazis los que durante los años 1930 se encargaron de fustigar la existencia de un arte específicamente judío calificándolo de «arte degenerado». Instituyeron un verdadero pogrom artístico a través de toda Alemania, destruyendo las obras de artistas judíos donde organizaban las exposiciones. Denunciando que este arte, que otros artistas no judíos también practicaban, representaba tendencias que como el cubismo o el expresionismo fueron juzgados también como subversivos por el Nuevo Orden europeo que el Tercer Reich pensaba hacer durar mil años. </p>
<p>Sin embargo, si se quiere hablar de un arte puramente nacional  será siempre una definición incorrecta o errónea cuando se habla de arte, tanto de los judíos como de los que no lo son. El arte de carácter ashkénazi que se desarrolló a partir del Siglo XIX, como de otras escuelas extranjeras, debe reconocerse que tuvo sus verdaderos orígenes en París.</p>
<p>Fuente: L’ENCYCLOPEDIE DES PEINTRES ET SCULPTEURS JUIFS. Par Adrian Darmon ©</p>
<p>Extraído de: Milim cultural</p>
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<title><![CDATA[EL CURA "QUITO" MARIANI, CINCO RABINOS Y DIRIGENTES JUDÍOS HICIERON PÚBLICA SU APROBACIÓN AL PUTOMONIO]]></title>
<link>http://radiocristiandad.wordpress.com/2009/11/16/el-cura-quito-mariani-cinco-rabinos-y-dirigentes-judios-hicieron-publica-su-aprobacion-al-putomonio/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:56:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>María Angel</dc:creator>
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<description><![CDATA[En la foto: El matrimonio es sólo entre un hombre y una mujer&#8230; ¿obvio, no? Cinco rabinos y dir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/a-matrimonio.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-9149" title="a matrimonio" src="http://radiocristiandad.wordpress.com/files/2009/11/a-matrimonio.jpg" alt="" width="280" height="275" /></a></p>
<p style="text-align:center;">En la foto: El matrimonio es sólo entre un hombre y una mujer&#8230; ¿obvio, no?</p>
<p style="text-align:justify;">Cinco rabinos y dirigentes de la colectividad judía enviaron cartas a los diputados en apoyo al matrimonio gay. En el mismo sentido se expresaron docentes universitarios, investigadores del Conicet, artistas y organismos de derechos humanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Los rabinos Daniel Goldman, Sergio Bergman, Guido Cohen, Damián Karo y Alejandro Avruj les enviaron sendas cartas a las presidentas de las comisiones de Legislación General y Familia de la Cámara de Diputados, Vilma Ibarra y Juliana Di Tullio, expresando su apoyo a la ley de matrimonio gay.</p>
<p style="text-align:justify;">“Quiero expresar mi compromiso con la construcción de una sociedad sin discriminación. Las personas lesbianas, gays, bisexuales y trans tienen negados en nuestro país muchos de los derechos fundamentales que deberían ser reconocidos por la ley y garantizados por el Estado. Quiero dejar constancia de mi apoyo al tratamiento de los expedientes 1854-D-2008 y 1737-D-2009 (matrimonio gay) y su posterior sanción favorable por parte de ambas cámaras”, dice la carta suscripta por cada uno de los rabinos a pedido de la organización Judíos Argentinos Gays, que integra la Falgbt y funciona en la sede de la Fundación Judaica.</p>
<p style="text-align:justify;">El presidente de Judaica, Marcelo Svidovsky, el vicedirector regional para América Latina de la American Jewish Joint Distribution Committee, Alejandro Kladniew, y la directora de proyectos especiales de la misma entidad, Mónica Cullucar, suscribieron idénticas cartas, que fueron remitidas al Congreso.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos apoyos se suman a los que ya se habían expresado en una declaración de apoyo realizada cuando la Falgbt presentó el proyecto en el Congreso y firmada entre otros por la CTA, todos los organismos de derechos humanos, el director de cine Juan José Campanella, el bailarín Julio Bocca, los actores Alfredo Alcon, Cecilia Roth, Mercedes Morán, Arturo Bonín, Gerardo Romano y Luis Brandoni, los músicos Andrés Calamaro, Ignacio Copani, Liliana Herrero y Kevin Johansen, el cura ¿católico? Guillermo (&#8220;Quito&#8221;) Mariani, los gobernadores Hermes Binner y Fabiana Ríos y otras personalidades. Adhirieron también el Consejo Municipal de Rosario, la Legislatura de la Ciudad de Buenos Aires y la Legislatura de la Provincia de Santa Fe.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p style="text-align:justify;">¿En Israel también son negados estos supuestos derechos y hará una declaración también para ese país?<br />
Pasajes de la Toráh (Pentateuco):<br />
Génesis 19:4-5<br />
No bien se habían acostado, cuando los hombres de la ciudad, los sodomitas, rodearon la casa desde el mozo hasta el viejo, todo el pueblo sin excepción. Llamaron a voces a Lot y le dijeron: «¿Dónde están los hombres que han venido donde ti esta noche? Sácalos, para que abusemos de ellos.»</p>
<p style="text-align:justify;">Levítico 18:22 &#8220;No te echarás con varón como con mujer, es abominación&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Levítico 20:13 &#8220;Si alguno se juntare con varón como con mujer, abominación hicieron; ambos han de ser muertos, sobre ellos será su sangre&#8221;<br />
El Catecismo de la Iglesia Católica dispone que el homosexual merece un trato digno como persona, pero que la homosexualidad es un acto intrínsecamente malo y vicioso que no se puede aprobar bajo ninguna circunstancia.</p>
<p style="text-align:justify;">VISTO EN : <a href="http://diariopregon.blogspot.com/2009/11/el-cura-quito-mariani-cinco-rabinos-y.html">DIARIO PREGÓN</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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