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	<title>jurassico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/jurassico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jurassico"</description>
	<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 14:26:45 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Amiga exótica]]></title>
<link>http://contemporaneamagazine.wordpress.com/2009/11/29/amiga-exotica/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 15:10:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberta Garrido</dc:creator>
<guid>http://contemporaneamagazine.wordpress.com/2009/11/29/amiga-exotica/</guid>
<description><![CDATA[Por Roberta Garrido Foto: Steven McCurdy Apesar da cara de poucos amigos, a iguana pode ser o seu bi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Por Roberta Garrido</em></p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 501px"><a href="http://contemporaneamagazine.wordpress.com/files/2009/11/steven-mccurdy.jpg"><img class="size-large wp-image-1303" title="Steven McCurdy" src="http://contemporaneamagazine.wordpress.com/files/2009/11/steven-mccurdy.jpg?w=1024" alt="" width="491" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Steven McCurdy</p></div>
<p>Apesar da cara de poucos amigos, a iguana pode ser o seu bichinho de estimação</p>
<p>De longe, ela pode dar medo e pode parecer agressiva. Mas a verdade é que a iguana é um réptil de temperamento tranqüilo e dócil e pode perfeitamente ser domesticada. Apesar da sua aparência jurássica, esta amiga exótica tem se tornado cada vez mais comum dentro de casa. Isto porque ela se adapta facilmente aos ambientes e tem uma ótima integração com o homem.</p>
<p>Segundo a bióloga Paola Antoniassi, da clínica Pet Center Marginal, em São Paulo, sua agressividade só aparece quando se sente ameaçada. “Ai pode até usar a cauda como um chicote, além de arranhar e morder&#8221;. Um comportamento instintivo que acontece até com quem tem um cachorro ou um gato.</p>
<p>Quem tem uma amiga dessa precisa ter uma série de cuidados. A começar pelo amplo espaço. A iguana pode chegar a dois metros. O bom é que 2/3 desse tamanhão corresponde à cauda. Outro ponto que deve ser levado em consideração é o bom sistema de aquecimento em seu território.</p>
<p>Por se tratar de um animal de sangue frio, ela precisa de um ajudinha externa. A  temperatura do ambiente deve ficar em torno dos 30º no período diurno e 23º no período noturno. Banhos de raios ultravioletas auxiliam na fixação de vitamina D. A umidade também é importante. Deve estar entre 70% e 80%. Mas se o ar estiver seco demais, você pode borrifar água no ambiente.</p>
<p><strong>Dieta nada comum</strong></p>
<p>Apesar de serem grandalhonas, iguanas se alimentam preferencialmente de insetos quando jovens. Ao se tornarem adultas elas viram vegetarianas de plantão, consumindo basicamente brotos, queijo branco, alface, escarola, laranja, banana, cenouras raladas, flores de hibisco, ipê, pétalas de rosa, entre outras.</p>
<p>Sua dieta alimentar deve ser administrada duas vezes por dia. Mas não se assuste ela deixar de comer durante o inverno. Com a baixa da temperatura, seu metabolismo fica mais lento, por isso ela diminui a quantidade de alimento ou até para de comer por um tempo.</p>
<p>É importante lembrar que para adquirir uma dessas é preciso ter a autorização do Ibama. Para regulamentar sua criação, o órgão exige que ele tenha um microchip com seu número de registro. É preciso também ficar atento à higiene. Algumas doenças como a salmonelose, infecção por bactéria que provoca diarréia e vômitos pode ser transmitida do animal para o homem. Para evitar o transtorno, é só manter o território limpo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crinóide dos xistos Jurássicos de Holzmaden ]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2009/11/28/crinoide-dos-xistos-jurassicos-de-holzmaden/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:51:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2009/11/28/crinoide-dos-xistos-jurassicos-de-holzmaden/</guid>
<description><![CDATA[Pentacrinus subangularis,  Holzmaden, Alemanha. Colecção paleontológica do Museu Mineralógico e Geol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2009/11/crinoides.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1092" title="crinoides" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2009/11/crinoides.jpg" alt="" width="336" height="445" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>Pentacrinus subangularis</strong></em>,  Holzmaden, Alemanha. Colecção paleontológica do Museu Mineralógico e Geológico do Departamento de Ciências da Terra da FCTUC.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arqueólogos amadores encontram maiores pegadas de dinossauro do mundo]]></title>
<link>http://esteeomeusangue.wordpress.com/2009/10/14/arqueologos-amadores-encontram-maiores-pegadas-de-dinossauro-do-mundo/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:27:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>roque</dc:creator>
<guid>http://esteeomeusangue.wordpress.com/2009/10/14/arqueologos-amadores-encontram-maiores-pegadas-de-dinossauro-do-mundo/</guid>
<description><![CDATA[Uma dupla de caçadores amadores de fósseis da França descobriu o que se acredita serem as maiores pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;"><strong>Uma dupla de caçadores amadores de fósseis da França descobriu o que se acredita serem as maiores pegadas de dinossauro já encontradas no mundo.</strong></p>
<div id="attachment_1066" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-1066" title="Marie-Helène Marcaud e Patrice Landry ao lado de uma das pegadas (Foto: CNRS Photothèque/Hubert Raguet)" src="http://esteeomeusangue.wordpress.com/files/2009/10/pegada_dinossauro.jpg" alt="Marie-Helène Marcaud e Patrice Landry ao lado de uma das pegadas (Foto: CNRS Photothèque/Hubert Raguet)" width="420" height="236" /><p class="wp-caption-text">Marie-Helène Marcaud e Patrice Landry ao lado de uma das pegadas (Foto: CNRS Photothèque/Hubert Raguet)</p></div>
<p>A descoberta de Marie-Helène Marcaud e Patrice Landry, no vilarejo de Plagne, perto de Lyon, em abril, foi confirmada na terça-feira por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS, na sigla em francês).</p>
<p>Segundo os cientistas, as pegadas se estendem por uma distância de centenas de metros e foram deixadas por saurópodes &#8211; herbívoros gigantes de pescoço comprido.</p>
<p>&#8220;Vamos fazer mais escavações nos próximos anos e esperamos que elas revelem que o sítio arqueológico de Plagne é um dos maiores do tipo no mundo&#8221;, disse Jean-Michel Mazin, pesquisador do CNRS.</p>
<p><strong>Jurássico</strong></p>
<p>Os cientistas informaram que as pegadas têm formas circulares com diâmetros que variam de 1,2 metro a 1,5 metro, o que significa que foram deixadas por animais de até 40 toneladas, e com mais de 25 metros de comprimento.</p>
<p>As bordas das pegadas têm um sedimento calcáreo, que data do período Jurássico (há cerca de 150 milhões de anos), quando a região era coberta por um mar morno e raso.</p>
<p>Apesar de o rastro ter sido deixado por animais gigantescos, eles não foram os maiores dinossauros já conhecidos.</p>
<p>Alguns cientistas acreditam que o <em>Amphicoelias fragilimus</em>, também da família dos saurópodes, pesavam até 122 toneladas e teriam de 40 a 60 metros de comprimento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pegadas de Dinossaurios]]></title>
<link>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/06/pegadas-de-dinossaurios/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 08:12:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>BG</dc:creator>
<guid>http://bgnaescola.wordpress.com/2009/10/06/pegadas-de-dinossaurios/</guid>
<description><![CDATA[Maior concentração de pegadas de dinossaurios descoberta em França  A maior concentração de pegadas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong><img class="alignright size-full wp-image-110" title="Pegadas" src="http://bgnaescola.wordpress.com/files/2009/10/282043.jpg" alt="Pegadas" width="224" height="335" />Maior concentração de pegadas de dinossaurios descoberta em França </strong><a href="http://10.38.1.194/admin/editaNoticiaHTM.asp?idNot=1403929&#38;id=13" target="_blank"><strong> </strong></a></p>
<p style="text-align:justify;">A maior concentração de pegadas de dinossaurios conhecida até hoje, correspondendo a animais pesando 30 ou 40 toneladas, foi descoberta na região de Jura, em França, por paleontólogos de Lyon, anunciou o Centro Nacional de Investigação Científica &#8211; CNRS.</p>
<p style="text-align:justify;">Descobertas em Abril, em Plagne, por dois naturalistas amadores, as pegadas &#8221;são de um tamanho muito grande, podendo chegar a 1,20, 1,50 m de diâmetro&#8221;, segundo o CNRS. As marcas foram conservadas numa camada calcária, com 150 milhões de anos, &#8220;período durante o qual a zona estava coberta por um mar quente e pouco profundo&#8221;, segundo Jean-Pierre Mazin e Pierre Hantzpergue, do laboratório Paléoenvironnements e Paléobiosphères da Universidade de Lyon 1, que avaliaram o site.</p>
<p style="text-align:justify;">“A descoberta destas pegadas mostra que os saurópodes (grandes dinossaurios quadrúpedes e herbívoros) habitaram esta região durante uma fase de descida do nível do mar”, afirmam os especialistas. “Segundo a primeira avaliação dos investigadores, estes vestígios de dinossauro são os maiores conhecidos até hoje”, diz o CNRS. “Além disso, os trilhos formados por estas pegadas estendem-se sobre dezenas ou centenas de metros. As escavações mais importantes serão conduzidas nos próximos anos e poderão revelar o sítio de Plagne como um dos mais vastos e conhecidos do mundo&#8221;, refere ainda o CNRS.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> <em>Jornal Público</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FNS | 02.10.09 | JURASSIC SOUNDSYSTEM SELECTORS]]></title>
<link>http://beagaska.wordpress.com/2009/09/29/fridaynight-skanking-jurassic-soundsystem-selectors/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 12:20:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>gustássifon</dc:creator>
<guid>http://beagaska.wordpress.com/2009/09/29/fridaynight-skanking-jurassic-soundsystem-selectors/</guid>
<description><![CDATA[Clique na imagem para ampliar. Essa semana o FRIDAYNIGHT SKANKING é especialíssimo e merece até um t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><a title="FNS 02.10.09" href="http://www.flickr.com/photos/gustassifon/3965161879/" target="blank"><img title="FNS 02.10.09" src="http://farm3.static.flickr.com/2557/3965161879_197aeeb7aa.jpg" border="0" alt="" width="406" height="331" /></a><br />
<span style="font-size:80%;">Clique na imagem para ampliar.</span></p>
<p>Essa semana o <strong>FRIDAYNIGHT SKANKING</strong> é especialíssimo e merece até um texto mais encorpado <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Enquanto grande parte dos colecionadores e DJ’s focam na música jamaicana pós-setentista, o <strong>JURASSIC SOUNDSYSTEM</strong> vai na contra-mão desse fluxo. Resgata os sons perdidos e pouco conhecidos, presentes apenas em compactos originais de época, os quais pode-se notar maior qualidade sonora. A maior parte desse acervo contém preciosidades entre o início da década de 60 &#8211; tempo em que o ritmo contagiante do <strong>Ska</strong>, bombava os soundsystems da ilha &#8211; até meados de 70. Dando o pontapé inicial na música jamaicana, o Ska abriu caminho para o <strong>Rocksteady</strong>, outro gênero pouco divulgado em meio à música jamaicana, no qual o <strong>JURASSIC SOUNDSYSTEM</strong> se especializa cada vez mais, criando um acervo único e exclusivo no Brasil e dedicando-se à velha escola que deu origem ao ritmo que tornaria a Jamaica mundialmente conhecida: o <strong>Reggae</strong>!</p>
<p>Após apresentações no <strong>Paraguai</strong> e no <strong>sul</strong> do país, <strong>Luís &#38; Jurássico</strong>, selectors do <strong>JURASSIC SOUNDSYSTEM</strong> de São Paulo, vem à Beagá apresentar seu trabalho no <strong>FRIDAYNIGHT SKANKING</strong>, dia 02/10/09. Grandes conhecedores da cultura musical jamaicana, são dois dos cinco contribuidores do blog <a title="You &#38; Me On a Jamboree" href="http://youandmeonajamboree.blogspot.com" target="blank">You &#38; Me On a Jamboree</a> e <a title="Invasão Jamaica" href="http://mtv.uol.com.br/jamaica/blog" target="blank">Invasão Jamaica</a> (vinculado ao site da MTV Brasil). O primeiro, o <strong>You &#38; Me</strong>, é referência mais que nacional sobre o tema, recebendo frequentadores de todas as partes do globo. Disponibilizam informações, textos e principalmente muita música rara de seu acervo. Essa é uma oportunidade única de conhecer e curtir mais dessa rica cultura que é a música jamaicana!</p>
<p>Conheça:<br />
<a title="Jurassic Soundsystem - Flickr" href="http://flickr.com/jurassicsoundsystem" target="blank">http://flickr.com/jurassicsoundsystem</a><br />
<a title="You &#38; Me On a Jamboree" href="http://youandmeonajamboree.blogspot.com" target="blank">http://youandmeonajamboree.blogspot.com</a><br />
<a title="Invasão Jamaica" href="http://mtv.uol.com.br/jamaica/blog" target="blank">http://mtv.uol.com.br/jamaica/blog</a></p>
<p>Onde?<br />
<strong>Uzina Restaurante &#38; Lounge</strong><br />
Rua Grão Mogol 908, Sion/BH/MG<br />
<a title="Uzina Restaurante &#38; Lounge" href="http://www.uzinarestaurante.com.br" target="blank">www.uzinarestaurante.com.br</a> &#8211; (31) 3221-2601<br />
$15 sendo $11 consumíveis</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soundclash]]></title>
<link>http://beagaska.wordpress.com/2009/08/12/soundclash/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 05:07:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>rasfael</dc:creator>
<guid>http://beagaska.wordpress.com/2009/08/12/soundclash/</guid>
<description><![CDATA[Soundclash é uma disputa entre duas equipes de som na qual as armas são discos e dubplates Aconteceu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Soundclash é uma disputa entre duas equipes de som na qual as armas são <span style="font-weight:bold;">discos</span> e <span style="font-weight:bold;">dubplates</span> Aconteceu alguns dias atrás em São Paulo o primeiro soundclash brasileiro . Muamba vs. Jurassic. A revista<span> Trip foi conferir a primeira batalha de soundsystems, que rolou em São Paulo. As armas eram os discos, e a munição eram as pedradas jamaicanas. </span></p>
<p><span>Sente só:</span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-zMGBygkCcA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-zMGBygkCcA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>No Blog do <a href="http://youandmeonajamboree.blogspot.com/2009/08/1-soundclash-de-sao-paulo-audio.html">Jurássico e do Sono</a> você pode baixar o vídeo completo do soundsystem.</p>
<p><span><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu mostra dinossauro diferente ]]></title>
<link>http://omundodino.wordpress.com/2009/08/01/museu-mostra-dinossauro-diferente/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 14:24:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>stenio009</dc:creator>
<guid>http://omundodino.wordpress.com/2009/08/01/museu-mostra-dinossauro-diferente/</guid>
<description><![CDATA[O Museu da Lourinhã tem um novo género e nova espécie de dinossauro do Jurássico que baptizou com o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Museu da Lourinhã tem um novo género e nova espécie de dinossauro do Jurássico que baptizou com o nome de Miragaia longicollum. Os dinossauros estegossauros são, normalmente, identificados pelas suas placas no dorso, espinhos na cauda, membros pequenos e pescoço curto. Contudo, um novo estegossauro com 150 milhões de anos, descoberto perto da Lourinhã, surpreendeu os paleontólogos. </p>
<p>Sobertudo para os mais jovens e nesta época de férias, o Museu da Lourinhã tem uma forma de cultura científica diferente. Todos podem ver as diferenças entre este e os restantes dinossauros mais conhecidos. </p>
<p>Ainda que o pescoço de cerca de metro e meio do Miragaia longicollum possa parecer pequeno quando comparado com o dos gigantes saurópodes, as 17 vértebras cervicais representam mais cinco do que as do Stegosaurus e mais dez do que a girafa &#8211; sendo o mesmo número mais alto entre todos os dinossauros não-avianos. O alongamento do pescoço ocorreu por dois processos evolutivos: pela adição de mais vértebras do pescoço e pela cervicalização, isto é, a transformação de vértebras do dorso em pescoço. </p>
<p>Por tudo isto e muito mais, a Lourinhã é uma vista obrigatória em tempo de férias. </p>
<p>ahref=&#8221;http://viajar.clix.pt/noticias.php?id=3782&#38;lg=pt&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&#62;Viajar Clix</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fósseis apontam ligação entre aumento da temperatura e extinção em massa há 200 milhões de anos]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/2009/06/26/fosseis-apontam-ligacao-entre-aumento-da-temperatura-e-extincao-em-massa-ha-200-milhoes-de-anos/</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 01:54:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>André</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.wordpress.com/2009/06/26/fosseis-apontam-ligacao-entre-aumento-da-temperatura-e-extincao-em-massa-ha-200-milhoes-de-anos/</guid>
<description><![CDATA[Fósseis de plantas podem ajudar a compreender as possíveis causas para a extinção em massa que ocorr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fósseis de plantas podem ajudar a compreender as possíveis causas para a extinção em massa que ocorr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Crise...]]></title>
<link>http://jatiacy.wordpress.com/2009/06/26/a-crise/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 23:20:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>jatiacy</dc:creator>
<guid>http://jatiacy.wordpress.com/2009/06/26/a-crise/</guid>
<description><![CDATA[Vídeo game Jurássico da marca Atari Eram 22:30h do dia 26 de Junho de 2009, toca meu celular, ligaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_309" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-309" title="Vídeo game Jurássico da marca Atari" src="http://jatiacy.wordpress.com/files/2009/06/atari.jpg?w=300" alt="Vídeo game Jurássico da marca Atari" width="300" height="230" /><p class="wp-caption-text">Vídeo game Jurássico da marca Atari</p></div>
<p>Eram 22:30h do dia 26 de Junho de 2009, toca meu celular, ligação sem identificação&#8230; Uma voz distante me diz &#8220;O sr. pode me atender agora?&#8221;, Claro, falei, em que posso ajudá-lo? A voz me diz&#8230; &#8220;Bem estive acessando a internet e vi que em seu site o sr. faz empréstimos&#8221;. Bem, falei, não é bem por ai, tenho empresas parceiras que disponibilizam Aporte de Capital para Pessoas Jurídicas. &#8220;Puxa&#8230; o sr. não trabalha com tele-sena?&#8221; declara meu interlocutor. Falei que não, mas que ele poderia continuar a busca na internet pois existem algumas pessoas que comercializam a tele-sena no centro de São Paulo e anunciam em vários classificados.  Então escuto aquela voz, maciça, trêmula, quase ofegante&#8230; &#8220;O senhor não compra atari? estou ferrado, preciso de dinheiro&#8230;&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dinossauros reconheciam companheiros pela voz ]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/31/dinossauros-reconheciam-companheiros-pela-voz/</link>
<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 21:21:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/31/dinossauros-reconheciam-companheiros-pela-voz/</guid>
<description><![CDATA[Lambeossauro, foto The New York Times   Os lambeossauros – dinossauros com bicos semelhantes aos dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1581" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/lambeossauro1.jpg"><img class="size-full wp-image-1581" title="lambeossauro1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/lambeossauro1.jpg" alt="Lambeossauro, foto The New York Times" width="286" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Lambeossauro, foto The New York Times</p></div>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Os lambeossauros – dinossauros com bicos semelhantes aos dos patos viveram entre 85 milhões e 65 milhões de anos atrás, no que chamamos de <strong><em>Período Cretáceo</em></strong>, tardio.<span>  </span>Conhecidos por terem uma crista, feita de ossos, e às vezes bastante complexas, bem em cima de suas cabeças como se fossem coroas, estes dinossauros sempre atraíram a curiosidade dos estudiosos, que já imaginaram todo tipo de função para tal apêndice. <span>  </span><span> </span>A imaginação de paleontólogos parecia não ter limites quando ainda considerava que nestas cristas <span> </span>haviam longas e tortuosas passagens nasais. <span> </span>Inicialmente pensou-se que fizessem parte de um sistema de refrigeração do cérebro. <span> </span>Ou talvez uma maneira dos dinossauros respirarem debaixo d’água.<span>  </span>Talvez eles tivessem a capacidade de melhorar o faro desses animais? <span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Recentemente, no entanto, exames de tomografia computadorizada das passagens nasais desses dinossauros sugerem que os dinossauros tinham a capacidade de reconhecer indivíduos da espécie com base apenas em suas vozes.<span>  </span><span> </span>Cientistas de três universidades canadenses e norte-americanas criaram reconstruções digitais dos fósseis de cérebros e das cavidades das cristas de quatro espécies diferentes de lamebossaurídeos. <span>  </span>Chegaram à conclusão de que estas cristas ósseas <span> </span>faziam com que os dinossauros pudessem reconhecer outros dinossauros de sua espécie com base apenas em suas vozes.<span>  </span>As vozes desses animais provavelmente mudavam à medida que eles envelheciam, assim como mudavam os tamanhos de suas cristas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">O estudo revelou que uma porção, em forma de tubo, no ouvido interno dos dinossauros, a que se dá o nome de <strong><em>cóclea</em></strong>, era sensível o suficiente para detectar os sons em freqüências graves que as cristas produziam.<span>  </span>E como as cristas cresciam com a idade, as cócleas tomavam formas diferentes, mudando muito entre cada indivíduos.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Isto indica que as cavidades nasais podem ter sido tão únicas quanto as impressões digitais humanas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">&#8220;Os jovens têm apenas o começo de uma crista e passagens de ar ligeiramente expandidas&#8221;, disse Lawrence Witner, paleontologista da Universidade do Ohio que participou do estudo. &#8220;À medida que envelhecem, começam a desenvolver passagens de ar muito mais tortuosas e cristas mais altas&#8221;.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Como resultado, os lambeossaurídeos podem ter tido maneiras únicas de se identificarem a ponto de permitir que seus chamados fossem distinguidos por outros animais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Mais informações, <strong><a title="Dinossauros reconheciam companheiros pela voz" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3281555-EI319,00-Dinossauros+reconheciam+companheiros+pela+voz.html" target="_blank">aqui.</a></strong></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo dinossauro descoberto na China!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/23/novo-dinossauro-descoberto-na-china/</link>
<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 15:49:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/23/novo-dinossauro-descoberto-na-china/</guid>
<description><![CDATA[Arqueólogos na China descobriram fosseis de um dinossauro do tamanho de um pombo que acreditam ser u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Arqueólogos na China descobriram fosseis de um dinossauro do tamanho de um pombo que acreditam ser um ancestral não-direto dos pássaros. <span> </span>O fóssil preservado numa rocha na Mongólia, no condado de Ningcheng no Norte da China, tem 90% de seu corpo preservado. <span> </span>Deve ter habitado a Terra aproximadamente há 176 – 146 <span> </span>milhões de anos passados, no Médio ao Jurássico Tardio.<span>  </span><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">O novo dinossauro, recebeu o nome de Epidexipteryx  hui – que em grego quer dizer: o que tem penas de exibição. <span>  </span>Pela data ele se mostra antecessor, ou seja, mais antigo do que os dinossauros Archaeopteryx, que viviam por volta de 155 to 150 milhões de anos atrás, e que são as primeiras aves, com aspecto de dinossauro.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/a-epidexipteryx-hui.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1462" title="a-epidexipteryx-hui" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/a-epidexipteryx-hui.jpg" alt="" width="236" height="320" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A aparência do Epidexipteryx é interessante.<span>  </span>Tinha penas, mas não voava. <span> </span>Tinha uma arcada dentária projetada para fora, como a maioria dos carnívoros, mas pesava só aproximadamente 164 gramas. <span> </span>Os cientistas ainda não sabem de que se alimentava.<span>  </span>Suas refeições seriam de insetos?<span>  </span>De outros répteis ou anfíbios? <span> </span>Ou seria ele vegetariano, alimentado-se de plantas? <span>  </span>Tinha quatro longas e finas penas saindo de seu curto rabo. <span> </span>Era bípede (um terópode) pequeno.<span>  </span>O que o faz singular são as quatro longas penas, que saíam da cauda e neste caso específico, para nossa felicidade, ficaram bem preservadas. <span> </span>Os investigadores julgam que estas penas, que se parecem com uma fita poderiam não só serem ornamentais mas talvez até ajudado no seu movimento por entre ramos de árvores. <span> </span>Como ornamentação elas deveriam cumprir uma função importante para a reprodução. Há muitas espécies de aves com penas grandes e de cores exóticas, que são importantes para o ritual de acasalamento. O mesmo poderia acontecer com o Epidexipteryx. <span> </span>Já suas penas curtas, que cobrem o corpo todo do dinossauro provavelmente funcionariam com protetores da temperatura, insulando o corpo do animal das mudanças em temperatura. <span>  </span>Na época em que este dinossauro vivia erupções vulcânicas eram muito comuns.<span>  </span>Ele era parte de um ambiente cheio de lagos e árvores.<span>  </span>Junto a este dinossauro diversos insetos, plantas, salamandras, lagartos, pterossauros cabeludos e mamíferos primitivos voadores e nadadores foram encontrados. <span lang="EN-US"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span lang="EN-US"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cientistas estão certos de que este dinossauro não pertence ao grupo Microraptor , que são dinossauros apresentando penas e que os acredita-se que voava além de planar. <span> </span>Mas como o Microraptor – um dinossauro que viveu mais tarde entre 130 a 125 milhões de anos – também tinha dois grupos de asas semelhantes aos primeiros bi planos. Esta nova descoberta ajuda na evidência, muito importante, da relação entre dinossauros e pássaros. <span> </span>O esqueleto tinha várias características parecidas com os das aves e os paleontólogos colocaram a espécie ao lado das primeiras linhas evolutivas dos dinossauros voadores. <span> </span><span> </span>Apesar de este dinossauro não poder ser considerado na linha direta dos ancestrais dos pássaros, é um dinossauro que tem a mais próxima relação filogenética aos pássaros.<span>  </span>Conseqüentemente, pode fornecer informações sobre a transição dos dinossauros a pássaros, incluindo as mudanças ocorridas nas penas e nos rabos. <span> </span>A sua descoberta nos leva mais próximo do pássaro ancestral – o grande pai dos pássaros que conhecemos hoje.<span>  </span>Descobre-se também com este novo achado que a complexidade da evolução dos dinossauros para pássaros é maior do que até aqui imaginávamos. <span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Esta descoberta foi publicada na revista científica <strong>Nature</strong>, com edição desta semana, <span> </span>por um grupo de investigadores da Academia de Ciências da China, encabeçada por Zhonghe Zhou do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e <span> </span>Paleo-antropologia da Academia de Ciências da China em Pequim. <span> </span></span></span></p>
<p>Para saber mais clique:<a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/a-epidexipteryx-standard.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1463" title="a-epidexipteryx-standard" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/a-epidexipteryx-standard.jpg" alt="" width="186" height="298" /></a></p>
<p><strong><a title="Reuters article on Chinese Dinossaur" href="http://www.reuters.com/article/scienceNews/idUSTRE49L66Z20081022?pageNumber=1&#38;virtualBrandChannel=0" target="_blank">Aqui</a></strong></p>
<p><strong><a title="MSNBC New Dinossaur" href="http://www.msnbc.msn.com/id/27324139/" target="_blank">Aqui</a></strong></p>
<p><strong><a title="New feathered dinosaur discovered " href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7684796.stm" target="_self">Aqui</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Araraquara, a cidade das calçadas jurássicas   * ]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/14/araraquara-a-cidade-das-calcadas-jurassicas/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:53:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/10/14/araraquara-a-cidade-das-calcadas-jurassicas/</guid>
<description><![CDATA[* Este post é uma compilação de 4 artigos sobre o assunto.  Seus links encontram-se no fim deste pos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp mceIEcenter">* Este post é uma compilação de 4 artigos sobre o assunto.  Seus links encontram-se no fim deste post.</div>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-urolitos-pegadas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1351" title="araraquara-urolitos-pegadas" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-urolitos-pegadas.jpg" alt="" width="300" height="214" /></a></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Muitos não sabem, mas as calçadas da área central de Araraquara, no interior de São Paulo, escondem evidências da existência de mamíferos e de outros dinossauros maiores do período jurássico e cretáceo no Brasil, há cerca de 140 milhões de anos. As pegadas podem ser facilmente encontradas em placas de arenito usadas na cidade .<span>  </span>O Arenito Botucatu, extraído das pedreiras da região do Ouro, no Município de Araraquara, desde o século XIX, teve suas lajes utilizadas para a construção de calçadas e guias de sarjetas, em grande espaço do centro histórico da cidade, além de aproveitamento em revestimentos de paredes, quintais, jardins de residências, entradas, etc.<span>  </span>Foi também comercializado para muitas cidades da região.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<div id="attachment_1352" class="wp-caption alignnone" style="width: 519px"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-r-voluntarios-da-patria.jpg"><img class="size-large wp-image-1352" title="araraquara-r-voluntarios-da-patria" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-r-voluntarios-da-patria.jpg?w=509" alt="Rua Voluntários da Pátria em Araraquara" width="509" height="408" /></a><p class="wp-caption-text">Rua Voluntários da Pátria em Araraquara</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A história da paleontologia da região tem uma data marcante: 1976. <span> </span>Mesmo sabendo-se desde 1911 que o engenheiro de minas Jovino Pacheco, encontrou nas calçadas em São Carlos 18 pegadas impressas na rocha arenito (extraída na região do Ouro, em Araraquara).<span>  </span>Mas foi só em 1976 que o paleontólogo Giuseppe Leonardi foi até Araraquara. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O padre Giuseppe Leonardi, um dos maiores paleontólogos do mundo, viajava pelo interior paulista em 1976 quando uma súbita dor de dente o obrigou a fazer uma parada em Araraquara- Ao pisar nas lajes cor-de-rosa usadas como calçamento na cidade, reparou em algo estranho. Ficou tão entusiasmado que até se esqueceu de ir ao dentista. A análise das marcas confirmou o seu palpite. Ali estavam impressas pegadas de répteis que habitaram a região de Araraquara 180 milhões de anos atrás. As lajes tinham sido arrancadas das rochas de uma pedreira, nos arredores da cidade. Lá ficaram gravados os únicos registros de dinossauros brasileiros do período jurássico. Leonardi explicou ao prefeito que precisava arrancar os trechos de calçadas com pegadas de dinos. 0 prefeito riu da cara dele e negou o pedido. Mas o padre-cientista não se abalou. Esperou o Carnaval, quando a cidade inteira estava muito ocupada em se divertir, para meter a picareta no calçamento e levar o tesouro para o Departamento Nacional da Produção Mineral, no Rio de Janeiro, que o guarda até hoje.</span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-padre-giuseppe-leonardi.jpg"><img class="size-full wp-image-1353" title="araraquara-padre-giuseppe-leonardi" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-padre-giuseppe-leonardi.jpg" alt="Padre paleontólogo Giuseppe Leonardi" width="300" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">Padre paleontólogo Giuseppe Leonardi</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fascinado, José Leonardi, acabou voltando para Araraquara dezenas de outras vezes, por um período de dez anos, sempre estudando esses vestígios.<span>   </span>Hoje, esta pesquisa já encerra três décadas de dedicação.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Os <span> </span>icnofósseis<span>  </span>(pegadas e vestígios de seres pré-históricos deixados em rochas fossilizadas)<span>  </span>são estudados por um setor ainda pouco conhecido da paleontologia e surpreendem os visitantes de Araraquara porque ainda são encontrados em vários pontos da cidade. <span> </span>São vestígios e pistas de pegadas fósseis com uma idade média de 130 -140 milhões de anos: do final do período jurássico ao início do cretáceo.<span>  </span>A região de Araraquara fez parte do maior deserto de areia da história geológica do planeta e desfrutava deum clima muito quente e seco.<span>  </span>Dunas como as que encontramos, hoje, no deserto do Saara, abundavam cobrindo uma área de 1,5 milhão de quilômetros quadrados,<span>  </span>do Sul de Minas Gerais até o Uruguai.<span>  </span>Os rastros pesquisados<span>  </span>indicam povoamento local tanto de vertebrados quanto de invertebrados, como a equipe do paleontólogo Marcelo Fernandes demonstra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Marcelo Adorna Fernandes, morador de Araraquara, professor e paleontólogo do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), já reconheceu em alguns pontos pegadas do ornitópodo, um dinossauro com até cinco metros de comprimento e cerca de três metros de altura.<span>  </span>Muitas vezes, diz Adorna Fernandes, é difícil de se reconhecer esses vestígios porque<span>  </span>como as placas foram utilizadas como calçamento<span>  </span>há um desgaste muito grande e chegam a sumir com o tempo. Uma pegada com marcas de unha ao lado de uma praça quase foi destruída para a instalação de um orelhão. Em outro ponto, vestígios de um mamífero quase foram cobertos pelo cimento por uma moradora desavisada. &#8220;As pessoas acham que esse buraco na pedra é um defeito&#8221;, comentou o pesquisador.<span>  </span>Mas. &#8220;há marcas até de escorpiões pré-históricos.&#8221; </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<div id="attachment_1354" class="wp-caption alignright" style="width: 204px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-pedreira-sao-bento.jpg"><img class="size-full wp-image-1354" title="araraquara-pedreira-sao-bento" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-pedreira-sao-bento.jpg" alt="Araraquara, Pedreira de São Bento" width="194" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Araraquara, Pedreira de São Bento</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">As pedreiras da região do Ouro foram largamente exploradas para obtenção das lajes, sem que se soubesse da presença das pegadas e outros vestígios de formas de vida existentes naquele período da história.<span>  </span>Os estudos geológicos da região vêm ganhando importância pelo fato da rocha sedimentar ser a formadora do Aqüifero Guarani, fundamental como reserva de água doce subterrânea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O estudo destes vestígios, levou o paleontólogo Marcelo Fernandes, que procurava em Araraquara rastros de animais pré-históricos na pedreira São Bento, de onde vem o calçamento das ruas da cidade à uma outra descoberta que respondeu a uma pergunta sobre a vida dos dinossauros que ainda não havia sido respondida: como os dinossauros eliminavam os resíduos líquidos de seu corpo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Até bem pouco tempo atrás não havia evidências de que esses animais urinavam: pensava-se que eles excretavam apenas materiais sólidos, a exemplo da maioria das aves, consideradas seus parentes mais próximos.<span>  </span>Mas recentemente<span>  </span>Marcelo Fernandes, que desenvolveu esta pesquisa em sua tese de doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou, através de rastros fossilizados de líquidos, que pelo menos alguns dos gigantes pré-históricos acumulavam reservas de água no corpo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Os dois urólitos ( urina de pedra) não apresentam componentes da urina. “Estimamos que eles tenham cerca de 145 milhões de anos, e a matéria orgânica depositada não sobrevive tanto tempo assim”, explica Marcelo Fernandes. <span> </span>Estes urólitos foram encontrados na pedreira São Bento, de onde se extrai material para o calçamento das ruas de Araraquara, quando Fernandes procurava rastros de animais pré-históricos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<div id="attachment_1355" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-ornitopodo-pesquisador-marcelo-adorna-fernandes.jpg"><img class="size-full wp-image-1355" title="araraquara-ornitopodo-pesquisador-marcelo-adorna-fernandes" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-ornitopodo-pesquisador-marcelo-adorna-fernandes.jpg" alt="Paleontólogo Marcelo Adorna Fernandes" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Paleontólogo Marcelo Adorna Fernandes</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O pesquisador e sua equipe – formada pela bióloga Luciana Fernandes, da Universidade Federal de São Carlos, e pelo geólogo Paulo Souto, da UFRJ – se surpreenderam ao encontrar duas formas completamente diferentes de qualquer rastro descoberto anteriormente. “Eram rochas com sulcos em forma de elipse e um longo fluxo escorrido de areia, em um plano inclinado”, conta. <span> </span>Já que a região formava o maior <span> </span>deserto de areia do planeta, Marcelo Fernandes lembra que para se adaptar a um meio tão árido, os animais precisavam armazenar água no corpo. “Ocasionalmente, quando havia maior disponibilidade de água no ambiente, eles poderiam eliminar o excesso na forma de urina”, esclarece Fernandes. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<div id="attachment_1356" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-rastro-fossilizado.jpg"><img class="size-full wp-image-1356" title="araraquara-rastro-fossilizado" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-rastro-fossilizado.jpg" alt="Araraquara, rastro fossilizado" width="300" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Araraquara, rastro fossilizado</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O ambiente, chamado de paleodeserto, também ajudou a equipe do paleontólogo a imaginar que tipo de dinossauro eliminou os líquidos. Como as poucas aves que urinam (o avestruz, a ema e o casuar australiano) vivem em locais áridos ou semi-áridos, acredita-se que os resíduos sejam de um ornitópode (dinossauro herbívoro com pés semelhantes aos de pássaros), devido ao seu grau de parentesco com essas aves de grande porte. As pegadas desses animais são facilmente visualizadas em Araraquara, até mesmo nas calçadas das ruas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Além de comparar os urólitos encontrados com os rastros deixados pela urina de um avestruz vivo, Fernandes realizou experimentos que simulavam a eliminação de líquidos em solo arenoso. “A semelhança entre as marcas (do fóssil, do avestruz e do experimento) não deixa dúvidas de que encontramos registros de urina”, diz. Assim, ele conseguiu provar que pelo menos os dinossauros que viviam em áreas desérticas eram capazes de urinar. <span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"></p>
<div id="attachment_1357" class="wp-caption alignright" style="width: 193px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-iguanadonte.jpg"><img class="size-full wp-image-1357" title="araraquara-iguanadonte" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-iguanadonte.jpg" alt="Araraquara Iguanadonte" width="183" height="285" /></a><p class="wp-caption-text">Araraquara Iguanadonte</p></div>
<p><font face="Times New Roman" size="3"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A prova foi encontrada durante a retirada de placas de arenito da pedreira São Bento, em Araraquara. A descoberta ocorreu quando o pesquisador fazia um trabalho no local buscando icnofósseis &#8211; pegadas e vestígios de seres pré-históricos deixados em rochas fossilizadas. As camadas sobrepostas de arenito &#8211; que mantém os icnofósseis &#8211; eram retiradas na utilização de placas em calçadas em uma cidade vizinha. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A região de Araraquara era habitada por um dinossauro denominado Ornitópode, batizado de pés de aves. Acreditava-se que o animal medisse até 5 m de comprimento com cerca de 3 m de altura. &#8220;Achamos que esse Ornitópodo foi que deu origem ao urólito&#8221;, diz o paleontólogo. <span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A prova da urina trata-se de duas estruturas, cada uma com 34 cm de comprimento &#8211; com pequenas crateras elípticas de escavação &#8211; provocadas pelo impacto de líquido em queda, com sedimentos depositados pela ação da gravidade em um plano inclinado. Para o pesquisador, não há como confundi-las com pegadas que têm como marca uma elevação semelhante a uma meia-lua nas bordas. Além disso, o material pode ter sido conservado porque os dinossauros Ornitópodes (herbívoros bípedes) e terópodes (carnívoros) caminhavam pelas dunas do paleodeserto compactando a areia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O teste feito com a areia da própria pedreira mostra claramente que a marca encontrada é um líquido. Mas como provar que esse líquido era urina? Para Fernandes, é muito simples. A chuva não acumulava em um ponto único dessa maneira na areia e, naquela época, não existiam árvores com folhas capazes de reter a água da chuva possibilitando essa queda brusca ao chão. &#8220;Estudos referentes à &#8216;palcofauna&#8217; da região atestam a presença de pequenos mamíferos e de dinossauros. Assim, o urólito só poderia ter sido provocado por animais de médio ou grande porte como os dinossauros&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </p>
<div id="attachment_1358" class="wp-caption alignleft" style="width: 296px"><a href="http://peregrinacultural.files.wordpress.com/2008/10/araraquara-pedra-com-imagem-de-urina-de-dinossauro.jpg"><img class="size-full wp-image-1358" title="araraquara-pedra-com-imagem-de-urina-de-dinossauro" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2008/10/araraquara-pedra-com-imagem-de-urina-de-dinossauro.jpg" alt="Pedra com imagem de urina de dinossauro" width="286" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Pedra com imagem de urina de dinossauro</p></div>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Antes, os paleontólogos acreditavam que os dinossauros excretassem em forma sólida. Agora, existe prova de que eles urinavam líquido. Segundo o paleontólogo, biologicamente também já fora comprovado que alguns dinossauros evoluíram para as aves. &#8220;Se os compararmos com um avestruz, que é uma ave e urina, o processo faz sentido. É que o avestruz tem uma espécie de bexiga que armazena uma estrutura para absorção de líquido. Quando tem abundância de água, ele elimina esse excesso em forma de urina. Pode ser que esses dinossauros, em um ambiente desértico, poderiam ter a mesma capacidade&#8221;. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Com a descoberta dos urólitos, Araraquara ganha mais um argumento a favor do reconhecimento da importância de seu acervo paleontológico. Conhecida pelos especialistas como ‘a cidade das calçadas jurássicas’, ela conta com o apoio da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e das universidades italianas de Gênova e Pisa para alavancar a construção de um museu paleontológico, que promete estimular o turismo na região. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“Esse é o único lugar do Brasil onde são encontrados vestígios da existência de dinossauros e de mamíferos do final do período Jurássico”, conta Fernandes. Por enquanto, o projeto, que faz parte do plano de metas da prefeitura, ainda não tem data certa para sair do papel. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Atualmente, o lar permanente dos dois urólitos é o Museu Histórico de Araraquara, mas uma das placas poderá ser vista até o dia 30 de abril na Oca do Parque Ibirapuera, na capital paulista, onde está em cartaz uma exposição sobre dinossauros e outros animais pré-históricos. Lá também estão expostos outros icnofósseis encontrados na formação Botucatu: uma coleção de 45 peças, com pegadas de dinossauros, de mamíferos e de animais invertebrados, como escorpiões e besouros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://www.visiteararaquara.com.br/index.php?id=117"><span style="font-size:small;color:#0000ff;font-family:Times New Roman;">http://www.visiteararaquara.com.br/index.php?id=117</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;"><a href="http://cienciahoje.uol.com.br/45751"><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#0000ff;font-family:Times New Roman;">http://cienciahoje.uol.com.br/45751</span></span></a></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10.5pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://www.angelfire.com/ar/paccanaro/dinobrasil2.html"><span style="font-size:small;color:#0000ff;font-family:Times New Roman;">http://www.angelfire.com/ar/paccanaro/dinobrasil2.html</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1404590-EI319,00.html"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1404590-EI319,00.html</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lenhite do Jurássico]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/08/07/lenhite-do-jurassico/</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 18:16:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/08/07/lenhite-do-jurassico/</guid>
<description><![CDATA[Lenhite em marga do Domeriano. Praia do Abalo, Peniche, Julho de 2008.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lenhite em marga do Domeriano. Praia do Abalo, Peniche, Julho de 2008.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.files.wordpress.com/2008/08/lenhite1.jpg"><img class="size-full wp-image-402 alignnone" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/08/lenhite1.jpg" alt="" width="427" height="336" /></a><a href="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/08/lenhite.jpg"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fronteiras na pedra]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/28/fronteiras-na-pedra/</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 12:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/28/fronteiras-na-pedra/</guid>
<description><![CDATA[A linha vermelha mostra, sem grande precisão, a passagem do Domeriano para o Toarciano. Eis um local]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A linha vermelha mostra, sem grande precisão, a passagem do Domeriano para o Toarciano. Eis um local importante na estratigrafia do Jurássico português.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.files.wordpress.com/2008/06/passagem1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-367" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/06/passagem1.jpg" alt="" width="336" height="448" /></a></p>
<p style="text-align:center;"> Praia do Abalo, Peniche. Junho de 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros de pedra]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/25/livros-de-pedra/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 17:25:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/25/livros-de-pedra/</guid>
<description><![CDATA[Estantes de pedra, aqui está a História da Terra. Cabo Mondego, Figueira da Foz, Junho de 2008.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.files.wordpress.com/2008/06/estratos.jpg"><img class="size-full wp-image-360  aligncenter" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/06/estratos.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Estantes de pedra, aqui está a História da Terra. Cabo Mondego, Figueira da Foz, Junho de 2008.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedras soltas]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/22/pedras-soltas/</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:50:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/22/pedras-soltas/</guid>
<description><![CDATA[Relevo cársico na costa em frente à Nª Srª dos Remédios. São rochas carbonatadas com enorme presença]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Relevo cársico na costa em frente à Nª Srª dos Remédios. São rochas carbonatadas com enorme presença de elementos detríticos e fragmentos de fósseis. O paleoambiente era de elevada energia o que torna o Toarciano de Peniche muito especial em relação ao do resto do país. Um destes dias digo-vos porquê&#8230; está prometido!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.files.wordpress.com/2008/06/lapias_remedios.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-351" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/06/lapias_remedios.jpg" alt="" width="448" height="319" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Nª Srª dos Remédios, Peniche, Junho de 2008. Foto de Ricardo Pimentel.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estrelas de pedra]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/22/estrelas-de-pedra/</link>
<pubDate>Sun, 22 Jun 2008 17:17:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/06/22/estrelas-de-pedra/</guid>
<description><![CDATA[Tinha eu uns 3 ou 4 anos&#8230; e um dia, num passeio pelos Remédios com o meu Pai, encontrei uma pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tinha eu uns 3 ou 4 anos&#8230; e um dia, num passeio pelos Remédios com o meu Pai, encontrei uma pedra com artículos de crinóides em forma de estrela.</p>
<p>- Pai&#8230; o que é isto?</p>
<p>- São estrelas que se apagaram e cairam do céu.</p>
<p>O meu Pai evitou uma resposta mais científica, talvez por achar que eu era demasiado novo para a entender,  mas o facto de ainda hoje me lembrar disto&#8230; é sinal que melhor resposta não haveria&#8230; para um menino de 3 ou 4 anos.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ricardojchp.files.wordpress.com/2008/06/crinoides.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-349" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/06/crinoides.jpg" alt="" width="336" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Artículos de <em>Pentacrinus penichensis</em> em calcarenito do Toarciano, Junho de 2008, Nª Sª dos Remédios, Peniche. Foto de Ricardo Pimentel</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma viagem ao mundo das amonites...]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/05/09/uma-viagem-ao-mundo-das-amonites/</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 16:57:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/05/09/uma-viagem-ao-mundo-das-amonites/</guid>
<description><![CDATA[Na Escola Secundária de Peniche, onde fui aluno entre 1979 e 1985, decorreu uma dramatização integra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:white;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;">Na Escola Secundária de Peniche, onde fui aluno entre 1979 e 1985, decorreu uma dramatização integrada na comemoração do Ano Internacional do Planeta Terra. Aqui ficam os links que permitem ter uma ideia da actividade &#8211; <span>Uma viagem ao mundo das amonites. Mais uma notícia enviada pelo professor Chico <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:white;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:white;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"><a href="http://www.es-peniche.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=219&#38;Itemid=1" target="_blank">Notícia no site da ESP</a> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:white;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:white;line-height:150%;"><span style="font-family:Times New Roman;"><a href="http://picasaweb.google.com/webmaster.esp/Teatro/photo#s5197942775079068962" target="_blank">Galeria de fotos no Picasa</a></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Galinhas descendem do T-Rex]]></title>
<link>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/04/27/galinhas-descendem-do-t-rex/</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 16:50:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>blacksmoker</dc:creator>
<guid>http://blacksmoker.wordpress.com/2008/04/27/galinhas-descendem-do-t-rex/</guid>
<description><![CDATA[Análises revelam que temível dinossauro não é mais do que um galináceo crescido. Fonte : Revista Sci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/04/t-rex.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117" style="vertical-align:text-top;" src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2008/04/t-rex.jpg" alt="" width="500" height="200" /></a></p>
<p>Análises revelam que temível dinossauro não é mais do que um galináceo crescido.</p>
<p>Fonte : Revista Science</p>
<p>Outros Monstros (neste caso, Marinhos)</p>
<p><a title="monstros-marinhos.jpg" href="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/monstros-marinhos.jpg"><img src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/monstros-marinhos.thumbnail.jpg" alt="monstros-marinhos.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://science.nationalgeographic.com/science/photos/permian-period/dinogorgon-skull.html">http://science.nationalgeographic.com/science/photos/permian-period/dinogorgon-skull.html</a></p>
<p> </p>
<p><a title="ammonites-ga.jpg" href="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/ammonites-ga.jpg"><img src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/ammonites-ga.thumbnail.jpg" alt="ammonites-ga.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://www.nationalgeographic.com/seamonsters/photogallery/ammonites.html">http://www.nationalgeographic.com/seamonsters/photogallery/ammonites.html</a></p>
<p> </p>
<h2>Dinossauros e os autocarros de dois andares!</h2>
<p><a title="24638.jpg" href="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/24638.jpg"><img src="http://blacksmoker.wordpress.com/files/2007/12/24638.thumbnail.jpg" alt="24638.jpg" /></a>Segundo um artigo publicado quarta-feira no Journal of Vertebrate Paleontology, o &#8216;Carcharodontosaurus iguidensis&#8217; foi um dos maiores dinossauros carnívoros bípedes descobertos até agora. Teria de 13 a 14 metros de comprimento e seria mais alto do que um autocarro de dois andares. O seu crânio mediria cerca de 1,75 metros de comprimento e os seus dentes seriam do tamanho de bananas.</p>
<p>Steve Brusatte, estudante da Universidade de Bristol, explica que a espécie agora identificada é afinal &#8216;prima&#8217; do já conhecido &#8216;Carcharodontosaurus saharicus&#8217;, cujos primeiros restos foram descobertos em 1920, mas apenas consistiam em dois dentes que foram entretanto perdidos.</p>
<p>Segundo o principal autor do artigo, outros restos deste &#8216;Carcharodontosaurus saharicus&#8217; foram descobertos no Saara marroquino e descritos nos anos 30 do século passado, mas acabaram por ser destruídos quando a cidade de Munique, na Alemanha, foi bombardeada em 1944<strong>. &#8220;Desde então, um crânio de Carcharodontosaurus saharicus apareceu no sahara marroquino e foi descrito há uma década. Como podem ver, as provas deste dinossauro são muito raras!&#8221;,</strong> afirma.</p>
<p>O fóssil agora identificado como uma nova espécie de &#8216;Carcharodontosaurus&#8217; diferente da do Sahara foi encontrado em 1997 noutra região de África durante uma expedição ao Níger liderada por Paul Sereno, da Universidade de Chicago, co-autor deste trabalho. Os restos mostram numerosas diferenças em relação aos fósseis encontrados em Marrocos, permitindo a Bursatte nomeá-lo como &#8216;Carcharodontosaurus iguidensis&#8217;.</p>
<p><strong>Há 95 milhões de anos<br />
</strong><br />
Inclui muitas peças do crânio: partes do focinho, maxilar inferior e caixa cerebral, assim como partes do pescoço. A nova classificação mostra que um número de espécies diferentes de grandes terópodes, dinossauros bípedes e carnívoros, viveram simultaneamente em África há 95 milhões de anos.</p>
<p>Dois outros mega-carnívoros são conhecidos por terem habitado o ecossistema do Sahara ao mesmo tempo: o &#8216;Spinosaurus&#8217;, uma criatura com barbatana dorsal que pode ter crescido mais de 18 metros de comprimento, e o ligeiramente mais pequeno &#8216;Abelisaurid&#8217;, terópode caracterizado por membros traseiros atarracados e extensiva ornamentação nos ossos do crânio.</p>
<p>Ambos podiam chegar até cerca dos nove metros de altura. Brusatte explica que o mundo cretáceo de há 95 milhões de anos atrás foi o tempo de alguns dos maiores níveis atingidos pelo mar e dos climas mais quentes na história da Terra. <strong>&#8220;Parece que mares de pouca profundidade dividiam Marrocos e o Níger, permitindo a separação evolucionária de espécies nas duas regiões&#8221;,</strong> realça.</p>
<p>&#8220;Isto tem implicações para o mundo de hoje no qual as temperaturas e os níveis do mar estão a aumentar. É precisamente pelo estudo destas espécies de ecossistemas que podemos esperar compreender como o nosso mundo moderno pode mudar&#8221;, conclui.</p>
<p><a href="http://science.nationalgeographic.com/science/photos/permian-period/dinogorgon-skull.html"></a></p>
<p><a href="http://blacksmoker.files.wordpress.com/2008/04/galinhas-descendem-do-t-rex.jpg"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Primavera chegou aos calcários...]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/03/30/a-primavera-chegou-aos-calcarios/</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 14:57:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/03/30/a-primavera-chegou-aos-calcarios/</guid>
<description><![CDATA[Hoje faço 41 primaveras nada melhor que comemorar mostrando que a Primavera chegou aos calcários e m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><font face="Times New Roman">Hoje faço 41 primaveras nada melhor que comemorar mostrando que a Primavera chegou aos calcários e margas Jurássicas das Terras de Sicó! A falta de água superficial e a escassez de solo condicionam a flora natural que aqui se desenvolve. São de admirar as orquídeas selvagens e os narcisos! </font></span><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><font face="Times New Roman">A <em>Vanessa atalanta</em> já cá anda… são os primeiros sinais de Primavera já que chegam mesmo antes das andorinhas!</font></span><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><font face="Times New Roman"></font></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><img border="0" align="middle" width="357" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/03/borboleta.jpg" height="336" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><em>Vanessa atalanta</em>, Cumeeira, Penela. Foto de Ricardo Pimentel</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><img border="0" align="middle" width="400" src="http://ricardojchp.wordpress.com/files/2008/03/ervaabelha.jpg" height="300" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"> </span><span style="font-size:10pt;color:silver;line-height:150%;"><em>Ophrys sp</em>. Cumeeira, Penela. Foto de Ricardo Pimentel</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
