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	<title>le-mur &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/le-mur/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "le-mur"</description>
	<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 07:05:41 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Figuring out Dane. What a pain in the ass. No rhyme intended.]]></title>
<link>http://boysandbooze.wordpress.com/2009/12/12/figuring-out-dane-what-a-pain-in-the-ass-no-rhyme-intended/</link>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 16:20:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>ennagagliano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dane stalks my phone number (yes I failed to mention that I never gave him my number, he looked it u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dane stalks my phone number (yes I failed to mention that I never gave him my number, he looked it u]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Chant Berlin...]]></title>
<link>http://laizairos.wordpress.com/2009/11/09/cest-le-jour-pour-se-la-repasser/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>eksex</dc:creator>
<guid>http://laizairos.wordpress.com/2009/11/09/cest-le-jour-pour-se-la-repasser/</guid>
<description><![CDATA[Ça déménageait et avait une sacrée gueule ! Cindy Lauper  et Roger Waters&#8230; Ce concert fut donn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ça déménageait et avait une sacrée gueule !</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aXrA9fGWmM4">Cindy Lauper  et Roger Waters</a>&#8230;</p>
<p>Ce concert fut donné à Berlin en 1990 !<br />
Pour les 20 ans, ils n&#8217;ont rien inventé.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Idos de 1989: e o Muro foi ao chão]]></title>
<link>http://cdeassis.wordpress.com/2009/11/04/idos-de-1989-a-queda-do-muro/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 04:16:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>cdeassis</dc:creator>
<guid>http://cdeassis.wordpress.com/2009/11/04/idos-de-1989-a-queda-do-muro/</guid>
<description><![CDATA[O Muro Cleto de Assis Berlim, 9 de novembro de 1989 – Aos brados de “Wie Sind ein Volk – Nós somos u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#daa520;">O Muro</span></h3>
<p style="padding-left:60px;"><em>Cleto de Assis</em></p>
<h5 style="padding-left:90px;"><em>Berlim, 9 de novembro de 1989</em> – Aos brados de “<em>Wie Sind ein Volk – Nós somos um só povo</em>” – berlinenses do Leste e do Oeste derrubaram a vergonhosa barreira que, durante 28 anos, separou as famílias alemãs.</h5>
<p><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/queda-do-muro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1829" title="Queda do Muro" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/11/queda-do-muro.jpg" alt="Queda do Muro" width="500" height="194" /></a></p>
<p>O Muro aparta e afasta<br />
o irmão do próprio irmão.<br />
O Muro, dura concretude,<br />
vergonha suntuosa<br />
da segregação.</p>
<p>O Muro divide cérebros<br />
e cria fossas abismais onde vermificam as idéias unitárias,<br />
malcheirosas, corrosivas, infectantes.<br />
E os cérebros, necessariamente bilaterais,<br />
dividem-se em hemisférios esquerdo e direito irreconciliáveis.</p>
<p>Oh, Muro sem qualquer estética,<br />
Feito de pedras amontoadas às pressas pela ira e pelo medo,<br />
de concreto armado pela tecnologia fratricida,<br />
de arames coroados de espinhos lacerantes!</p>
<p>Oh, Muro estático, bélico, fanático,<br />
ereto monumento da estupidez!<br />
Oh, Muro que, uma vez construído, destróis e desconstróis&#8230;</p>
<p>Ah, muros nacionais do desentendimento,<br />
muros internacionais a toda hora germinados,<br />
Muro da Cisjordânia, Muro do México, Muro do Paralelo 38,<br />
o projetado Muro  das favelas cariocas,<br />
filhos todos da parvoíce politicante,<br />
não tendes direito a orações nem boas-vindas<br />
porque, embora linhas inertes,<br />
dividis, isolais, amedrontais e matais a vida e a liberdade.</p>
<p>Muro de Berlim, pai e mãe de todas as vergonhas,<br />
ainda gerador de filhotes desavergonhados,<br />
The Wall, Le Mur, Die Berliner Mauer,<br />
poliglota e polinéscio, bendizemos a tua queda<br />
e saudamos, com festas e más lembranças, a tua morte vintenária.<br />
Pena que, uma vez no chão,<br />
desfeito em cacos de memória,<br />
transformado  em preciosos <em>souvenirs</em>,<br />
não calaste nos corações humanos<br />
a energia do fraterno congresso.<br />
Pena que o esforço gasto em tua construção<br />
e na de teus bastardos filhos<br />
não tenha sido usado para a ereção de templos do saber<br />
e das  idéias sem barreiras.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
Um dia, o martelo afastou-se da foice e desmantelou a rocha insensata.<br />
Caiu o Muro. Mudou o Rumo?</p>
<p><span style="color:#ff0000;">__________________________________________________________</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#0000ff;"><strong>Nota histórica</strong></span> – </span> </span>A queda do Muro de Berlim, como chegou à memória de nosso tempo, não foi um ato inesperado de demolição das paredes da vergonha. Já enfraquecida politicamente diante do governo soviético, à época governado pelo primeiro-ministro <strong>Mikhail Gorbachev</strong>, a República Democrática Alemã. Depois da passagem, por Berlim oriental, de Gorbachev, que deixou seu recado de abandono do protecionismo da Rússia à RDA, muitos alemães passaram a refugiar-se nas embaixadas da Alemanha ocidental em vários países do bloco soviético e a manifestar-se ostensivamente nas ruas de Berlim, exigindo livre passagem pelas rígidas barreiras construídas já havia mais de duas décadas. Mas a real queda do muro foi causada por um erro de comunicação de um membro do Politburo da RDA, <strong>Günter Schabowski</strong>, que, na tarde do dia 9 de Novembro de 1989, reuniu a imprensa para uma entrevista e anunciou a decisão do conselho de ministros de abolir de imediato as restrições de viagens ao Oeste. A entrevista, assistida pela televisão por milhares de habitantes de Berlim oriental, antes que a decisão fosse regulamentada, provocou uma corrida, naquela mesma noite, de milhares de berlinenses do Leste às fronteiras, principalmente ao posto da rua Bornholmer, a pedir a abertura dos portões onde nem as unidades militares, nem o pessoal de controle de passaportes haviam sido instruídos.</p>
<p>Formou-se o tumulto e muitos cidadãos rasgaram seus passaportes, em sinal de protesto. Outros pontos da fronteira também foram assediados e, diante das manifestações, os atônitos guardas tiveram que deixar passar as multidões.</p>
<p>Registra a história: “Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitas boates perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram no muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis a eles. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento e os deputados espontaneamente cantaram o hino nacional da Alemanha”.</p>
<p>O Muro havia caído. A sua demolição final, que prosseguiu, nos dias seguintes, em meio a festas de reencontro entre tantos alemães separados por força da estultícia política, foi um grande ato simbólico de um dos episódios mais marcantes do Séc. XX. Talvez o verdadeiro fim da segunda Guerra Mundial, pois a divisão de Berlim havia sido resultado da pilhagem dos vencedores do conflito mundial que, mais tarde, iriam separar-se em dois grandes blocos conflitantes e protagonistas da chamada Guerra Fria, também aniquilada com a derrubada do muro.</p>
<h3><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">Momentos da História</span></span></h3>
<h3><strong>A Queda do Muro de Berlim</strong></h3>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MM2qq5J5A1s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MM2qq5J5A1s&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dissertation sur L'Etranger d'Albert Camus]]></title>
<link>http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/26/dissertation-sur-letranger-dalbert-camus/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:57:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>christelle</dc:creator>
<guid>http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/26/dissertation-sur-letranger-dalbert-camus/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;Etranger d&#8217;Albert Camus est publié en 1942. Ouvrage littéraire que son auteur attribue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>L&#8217;Etranger </strong></em>d&#8217;<strong>Albert Camus</strong> est publié en 1942.</p>
<p>Ouvrage littéraire que son auteur attribue au &#8220;cycle de l&#8217;absurde&#8221; aux côtés de l&#8217;essai <em>Le Mythe de Sisyphe</em> et des pièces de théâtre <em>Caligula </em>et <em>Le Malentendu</em>, <em><strong>L&#8217;Etranger</strong></em> est l&#8217;une des oeuvres fondamentales de la bibliographie d&#8217;<strong>Albert Camus</strong>.</p>
<p>Toute l&#8217;histoire du roman se fonde sur deux évènements venant bouleverser la vie du principal protagoniste, Mersault : la mort de sa mère et le meutre qu&#8217;il commet le menant à la peine capitale en clôture de l&#8217;ouvrage. Ce sont ces themes que vous aborderez dans vos 2 principales parties de dissertation.</p>
<p><em>&#8220;Aujourd’hui, maman est morte. Ou peut-être hier, je ne sais pas.&#8221;</em> Avec cette première phrase restant comme l&#8217;une des plus belles et des plus fortes de la littérature française, Albert Camus écrit un court roman entre absurde et <a href="http://www.academon.fr/existentialisme" target="_blank">existentialisme</a>. Car <strong>l&#8217;Etranger</strong> pose aussi la reflexion philosophique via la narration. Mersault est un homme ne se conformant à la norme définie par la société dans laquelle il évolue. Il ne trouve pas sa place et devient étranger au monde comme à lui-même. A ce titre, il vous sera intéressant de faire le parallèle avec le personnage principal de<em> <a href="http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/14/dissertation-sur-la-nausee-de-jean-paul-sartre/" target="_blank">La Nausée</a></em> de <a href="http://www.sos-dissertations.com/jean-paul-sartre.htm" target="_blank">Jean-Paul Sartre</a>. Cette différence, cette distance face au monde lui vaudra d&#8217;ailleurs sa condamnation à la guillotine: l&#8217;homme qui ne pleure le décès de sa mère et ne trouve comme excuse du meurtre que le soleil aveuglant ne peut être qu&#8217;un étranger, qu&#8217;un danger pour la société qui l&#8217;entoure. Pourtant, Mersault n&#8217;est ni mauvais, ni bon, il subit l&#8217;existence et l&#8217;achaînement des rencontres, des évènements sans interférer, sans manifester de colère ou de passion à l&#8217;image de la pensée existentialiste.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dissertation sur "La Nausée" de Jean-Paul Sartre]]></title>
<link>http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/14/dissertation-sur-la-nausee-de-jean-paul-sartre/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 14:07:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>liorah5</dc:creator>
<guid>http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/14/dissertation-sur-la-nausee-de-jean-paul-sartre/</guid>
<description><![CDATA[La Nausée de Jean-Paul Sartre est l&#8217;une de ses oeuvres les plus abouties et reconnues. Roman p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>La Nausée </strong>de<strong> Jean-Paul Sartre</strong> est l&#8217;une de ses oeuvres les plus abouties et reconnues.</p>
<p>Roman philosophique, <strong>La Nausée</strong> fût publiée en 1938.</p>
<p>Il vous sera important de rappeler la genèse de l&#8217;ouvrage. Ecrit sur une période de huit années, <strong>La Nausée</strong> est le fruit l&#8217; élaboration de la pensée philosophique de son auteur romancé à l&#8217;instar d&#8217;<a href="http://www.academon.fr/Albert-Camus" target="_blank">Albert Camus</a>. Il écrit notamment une partie de l&#8217;ouvrage à Berlin entre 1933 et 1934 alors qu&#8217;il y étudiait la phénoménologie d&#8217;Husserl. Si l&#8217;ouvrage fut pris et repris par <strong>Sartre</strong> et sa compagne Simone de Beauvoir, c&#8217;est aussi dû au premier refus de publication auquel se voit confrontrer <strong>Jean-Paul Sartre </strong>avant d&#8217;obtenir en 1938 une première publication de l&#8217;ouvrage qu&#8217;il avait initialement intitulé <em>Melancholia</em> en référence directe à la gravure célèbre d&#8217;Albrecht Dürer.</p>
<p><strong>La Nausée</strong> se lit comme une recherche philosophique et aussi comme une expérience théorisée par <a href="http://www.sos-dissertations.com/Husserl.htm" target="_blank">Husserl</a> :  celle de la réduction phénoménologique.<strong> La Nausée</strong> prend pour personnage principal Antoine Roquentin, un trentenaire solitaire pris dans l&#8217;étude et l&#8217;écriture d&#8217;un ouvrage sur un personnage de XVIIIème siècle. Il semble absent de tout désir, de toute envie et erre jour après jour ressentant cette sensation de dégoût face au monde. <strong>Jean-Paul Sartre </strong>en profite ainsi pour théoriser les notions de contigence de l&#8217;existence et de l&#8217;existentialisme qui seront d&#8217;ailleurs le sujet prépondérant du célèbre <a href="http://blog.sos-dissertations.com/2009/10/03/les-pensees-de-blaise-pascal/" target="_blank">essai philosophique</a> <em>L&#8217;Existentialisme est un Humanisme</em> publié en 1945.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un Graffito per la Città]]></title>
<link>http://loradelte.wordpress.com/2009/10/09/un-graffito-per-la-citta/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:12:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Camille H. Chartreuse</dc:creator>
<guid>http://loradelte.wordpress.com/2009/10/09/un-graffito-per-la-citta/</guid>
<description><![CDATA[  Gli artisti si sfidano sui muri grigiastri per trasformali in visioni.  A Londra un tunnel diventa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://loradelte.wordpress.com/files/2009/10/audre.jpg"></a></p>
<p>Gli artisti si sfidano sui muri grigiastri per trasformali in visioni.  A Londra un tunnel diventa galleria e a Parigi, all&#8217;angolo fra due vie, nasce un quadro &#8220;en plein air&#8221; .</p>
<p>A<strong> <span style="color:#ff9900;">Londra</span></strong><span style="color:#ff9900;"> </span>imperversa<strong> <span style="color:#3366ff;">BANKSY</span></strong> (<a href="http://www.banksy.co.uk/">http://www.banksy.co.uk/</a>) che ha riempito oltre alla &#8220;City&#8221; anche mezzo mondo con la sua Guerrilla Art, da Bristol a New York, passando per il muro che divide Israele e Palestina. &#8220;Non posso credere che voi deficienti compriate veramente questa merda&#8221;, così ha detto Banksy ai compratori dopo aver saputo che i suoi lavori erano stati venduti a centinaia di migliaia di sterline !!! è noto inoltre per aver piazzato di nascosto opere dissacranti nei più prestigiosi musei del pianeta (il MoMa e l&#8217;American Museum of Natural History a New York, il British Museum a Londra e  il Louvre a Parigi). Se mette in vendita qualcosa sul web, il sito collassa a causa delle stermiante richieste. Ciò che lo rende così celebre è l&#8217;identità tenuta segreta fin dall&#8217;inizio della sua attività. Banksy si è fatto notare nel &#8216;98 quando ha organizzato insieme al suo amico Inkie la prima collettiva &#8220;Walls on Fire&#8221; a Bristol. Nel 2002 si è arrampicato all&#8217;interno della gabbia dei pinguini nello zoo di Londra dove ha scritto a caratteri cubitali &#8220;Siamo Stufi del Pesce&#8221;. Nel 2004 ha emesso una serie di banconote con la principessa Diana al posto della Regina (<a href="http://farm4.static.flickr.com/3462/3742987364_f9a649d66f_m.jpg">http://farm4.static.flickr.com/3462/3742987364_f9a649d66f_m.jpg</a>). Nel 2006 ha sostiuito più di 500 copie di cd di Paris Hilton nei negozi di musica inglesi. Le copie firmate da Bansky mostrano l&#8217;ereditiera con una testa di cane e hanno i titoli delle canzoni stravolti (<a href="http://video.google.it/videosearch?sourceid=navclient&#38;hl=it&#38;rlz=1T4HPNN_itIT326IT326&#38;q=paris+hilton+banksy&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;ei=SRfPSrKSMYKF_Aba0rXZAg&#38;sa=X&#38;oi=video_result_group&#38;ct=title&#38;resnum=1">http://video.google.it/videosearch?sourceid=navclient&#38;hl=it&#38;rlz=1T4HPNN_itIT326IT326&#38;q=paris+hilton+banksy&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;ei=SRfPSrKSMYKF_Aba0rXZAg&#38;sa=X&#38;oi=video_result_group&#38;ct=title&#38;resnum=1</a>#). Nel 2007 viene premiato con l&#8217; &#8220;Art&#8217;s Greatest Living Briton&#8221; e come previsto, non si è presentato alla consegna del premio in questione.</p>
<p><strong><span style="color:#ff9900;">Parigi</span></strong>. &#8220;Fare qualcosa di illegale su qualcosa di illegale: è questo l&#8217;aspetto più interessante della mia attività&#8221;. Così <span style="color:#3366ff;"><strong>Thomas Schmitt</strong></span>, in arte Tom Tom, trentenne parigino, descrive il suo lavoro iniziato nel 2000 quando nella città si respirava l&#8217; &#8220;Internet delirium&#8221; ovvero quell&#8217;asfissiante e onnipresente attenzione pubblicitaria al fenomeno Internet in ascesa. Ed è proprio la pubblicità il movente di Tom Tom che, taglierino alla mano, ha deciso di rivoluzionarla facendola a pezzi. Tom Tom passa dalla reinterpretazione alla creazione e istituisce, con l&#8217;aiuto di Jean Faucher, artista di strada degli anni &#8216;80, un luogo di incontro e confronto tra artisti, collocandolo sotto un&#8217;affissione pubblicitaria di 3 metri per 8 che da quel momento prende il nome di &#8220;le M.U.R.&#8221;. Dal 2002 si sono alternati più di 45 artisti. &#60;&#60;Uno spazio per il pubblico che non solo fisicamente vede ma empaticamente sente il cambiamento in atto&#62;&#62;, racconta Tom Tom. &#60;&#60;Confondere la street art con la cornice: è questo l&#8217;aspetto più importante del progetto perchè in questo modo l&#8217;artista di strada viene contaminato e &#8220;classicizzato&#8221;, deve reinventare lo spazio e se stesso&#62;&#62;.</p>
<p> </p>
<p>________________________________________________________________</p>
<p><strong><span style="color:#ff9900;">Fonti</span></strong>: <em>Velvet, Marzo 2009</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bonnes cotes d'écoute pour les débuts de V]]></title>
<link>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/09/02/bonnes-cotes-decoute-pour-les-debuts-de-v/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 21:15:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrateur</dc:creator>
<guid>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/09/02/bonnes-cotes-decoute-pour-les-debuts-de-v/</guid>
<description><![CDATA[La nouvelle chaîne de télévision québécoise V a recueilli de bonnes cotes d&#8217;écoute pour ses pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La nouvelle chaîne de télévision québécoise V a recueilli de bonnes cotes d&#8217;écoute pour ses pr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TAK]]></title>
<link>http://sarthe72.wordpress.com/2009/09/02/tak/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 16:35:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarthe72</dc:creator>
<guid>http://sarthe72.wordpress.com/2009/09/02/tak/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Qui efface ?]]></title>
<link>http://sarthe72.wordpress.com/2009/09/02/qui-efface/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 16:06:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarthe72</dc:creator>
<guid>http://sarthe72.wordpress.com/2009/09/02/qui-efface/</guid>
<description><![CDATA[on démolit, ici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>on démolit, ici</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reprise]]></title>
<link>http://notremob.wordpress.com/2009/08/30/reprise/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 20:53:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claus&#38;Flo</dc:creator>
<guid>http://notremob.wordpress.com/2009/08/30/reprise/</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;entrée C&#8217;est la rentrée, on est passé à un niveau supérieur mais il reste toujours du ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#008000;"><strong>L&#8217;entrée </strong></span></p>
<p>C&#8217;est la rentrée, on est passé à un niveau supérieur mais il reste toujours du travail sur la planche. Enfin pendant les vacances nous avons tout de même réussi à avancer sur le crépis. Etape importante car elle conditionne le terrassement du jardin.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-476" title="crepis_01" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_01.jpg" alt="crepis_01" width="425" height="250" /></p>
<p>Alors c&#8217;est avec beaucoup d&#8217;émotion que nous vous présentons le mur de l&#8217;entrée.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-477" title="crepis_02" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_02.jpg" alt="crepis_02" width="510" height="153" /></p>
<p>Sous la maison, même traitement, aurevoir le gris des piliers.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-478" title="crepis_05" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_05.jpg" alt="crepis_05" width="510" height="243" /></p>
<p>Le sous-bassement de la dalle est aussi crépis. Le tout est fait avec un enduit à la chaux, un grain très fin. Nous sommes ravis du rendu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-479" title="Crepis_Blanc" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_blanc.jpg" alt="Crepis_Blanc" width="340" height="177" />Nous avons eu &#8220;chaud&#8221; car un crépis en ciment de couleur foncée ne se pose pas avec  des températures supérieures à 25 degré.C&#8217;est pourquoi nous avons choisi un enduit à la chaux qui peut rester ainsi ou se peindre.</p>
<p>Comme par exemple en bleu:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-480" title="Crepis_Blue" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_blue.jpg" alt="Crepis_Blue" width="340" height="177" /></p>
<p>Ou alors version écolo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-481" title="Crepis_Green" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_green.jpg" alt="Crepis_Green" width="340" height="177" /></p>
<p>Ou encore, version Barbie:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-482" title="Crepis_Pink" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_pink.jpg" alt="Crepis_Pink" width="340" height="177" /></p>
<p>A moins qu&#8217;un rouge suédois:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-483" title="Crepis_Red" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_red.jpg" alt="Crepis_Red" width="340" height="177" /></p>
<p>Ou bien la couleur du soleil:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-484" title="Crepis_Yellow" src="http://notremob.wordpress.com/files/2009/08/crepis_yellow.jpg" alt="Crepis_Yellow" width="340" height="177" />Va falloir se décider car les peintres fatiguent.                                    à suivre&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Une autre photo]]></title>
<link>http://sarthe72.wordpress.com/2009/08/25/une-autre-photo/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 23:13:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarthe72</dc:creator>
<guid>http://sarthe72.wordpress.com/2009/08/25/une-autre-photo/</guid>
<description><![CDATA[c&#8217;est pour vous]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>c&#8217;est pour vous</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Une photo du mur]]></title>
<link>http://sarthe72.wordpress.com/2009/08/25/une-photo-du-mur/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:32:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarthe72</dc:creator>
<guid>http://sarthe72.wordpress.com/2009/08/25/une-photo-du-mur/</guid>
<description><![CDATA[22H le mur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-32" title="voici une autre" src="http://sarthe72.wordpress.com/files/2009/08/p1080303.jpg" alt="voici une autre" width="420" height="315" />22H</p>
<p>le mur</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[22H59, une nouvelle vue de temps en temps]]></title>
<link>http://sarthe72.wordpress.com/2009/08/25/22h59-une-nouvelle-vue-de-temps-en-temps/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:12:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>sarthe72</dc:creator>
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<description><![CDATA[soleil En voilà déjà une :]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_23" class="wp-caption alignright" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-23" title="de près" src="http://sarthe72.wordpress.com/files/2009/08/p1080309.jpg" alt="soleil" width="420" height="315" /><p class="wp-caption-text">soleil</p></div>
<p>En voilà déjà une :</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TQS dévoilera sa nouvelle identité demain]]></title>
<link>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/08/18/tqs-devoilera-sa-nouvelle-identite-demain/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrateur</dc:creator>
<guid>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/08/18/tqs-devoilera-sa-nouvelle-identite-demain/</guid>
<description><![CDATA[MISE À JOUR : TQS change de nom pour V La chaîne québécoise TQS, qui, depuis quelques temps, fait pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[MISE À JOUR : TQS change de nom pour V La chaîne québécoise TQS, qui, depuis quelques temps, fait pa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le Mur]]></title>
<link>http://pieceofbrain.wordpress.com/2009/08/09/le-mur/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 17:06:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>shnoukys</dc:creator>
<guid>http://pieceofbrain.wordpress.com/2009/08/09/le-mur/</guid>
<description><![CDATA[J&#8217;ai rêvée que j&#8217;habitais le mur de Fermont&#8230;. Serieusement what the fuck?!?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>J&#8217;ai rêvée que j&#8217;habitais le mur de Fermont&#8230;.</p>
<p>Serieusement what the fuck?!?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[<em>Le mur</em>, l'adaptation québécoise]]></title>
<link>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/07/24/le-mur-ladaptation-quebecoise/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:13:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrateur</dc:creator>
<guid>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/07/24/le-mur-ladaptation-quebecoise/</guid>
<description><![CDATA[Bien que l&#8217;émission Le mur soit produite dans plus de vingt pays, le Québec a encore tenu à se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bien que l&#8217;émission Le mur soit produite dans plus de vingt pays, le Québec a encore tenu à se]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Des murs mitoyens pour une paix juste]]></title>
<link>http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/2009/06/22/des-murs-mitoyens-pour-une-paix-juste/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:01:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>virginiel</dc:creator>
<guid>http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/2009/06/22/des-murs-mitoyens-pour-une-paix-juste/</guid>
<description><![CDATA[Article d&#8217;AM Pirard paru dans le numéro de juin de &#8220;Signe des temps&#8221; (revue de Pax]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Article d&#8217;AM Pirard paru dans le numéro de juin de &#8220;Signe des temps&#8221; (revue de Pax Christi) consacré au thème des Murs.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Jérusalem, Bethléem, Hébron, Naplouse, la Haute Galilée, Tibériade, le Golan , Tel Aviv… Durant douze jours, une délégation de Pax Christi et Justice et paix a parcouru les routes d’Israël et de Palestine pour un voyage d’information,  de découvertes et de solidarité. Le groupe composé de représentants des deux associations, comptait aussi des membres du groupe « Pour une paix juste au proche Orient » du Brabant wallon, des étudiantes de l’Ihecs et deux journalistes. Durant douze jours, la délégation a multiplié les contacts avec des associations de terrain et des personnes désireuses de construire la paix, dans le respect des conventions et du droit. Des rencontres fortes, intenses, au gré d’un pays magnifique, séparé par le Mur et les murs invisibles de la haine et de la peur. Récit de voyage.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">« Voici que je me tiens à la porte et que je frappe… Où vais-je dormir ce soir ? » Telle est l’éternelle question du nomade, du pèlerin, du voyageur, du réfugié… Telle est l’éternelle question de celui qui est loin de l’espace où il demeure. Quatre murs, un toit, c’est un abri. Même s’il est incommode, fragile, c’est un refuge où l’on peut s’arrêter, se restaurer, se reposer avant de repartir. Etre « dans ses murs » permet aussi de partager la protection, le refuge, le repas. L’hospitalité est une culture commune des trois religions abrahamiques – le judaïsme, le christianisme et l’islam.</p>
<p style="text-align:justify;">Passant de l’individuel au collectif, l’abri se fait ville fortifiée. Jérusalem, Saint-Jean d’Acre derrière leurs murs d’enceinte épais, témoignent de ce temps où, le soir venu, les portes des villes étaient soigneusement closes, ceux du dehors étant considérés avec méfiance voire hostilité. Car le mur qui protège peut très vite devenir le mur qui sépare, divise…  Bâtir des murs qui permettent de s’abriter sans exclure est une construction longue et ardue. Emmanuel Lévinas affirmait : « L’hospitalité universelle doit servir d’horizon à la cohabitation entre les hommes. C’est elle qui justifie et encourage les initiatives de paix ».</p>
<p style="text-align:justify;">La délégation de Pax Christi et de Justice et Paix partie pour un voyage d’information et de solidarité en Israël et en Palestine, en avril dernier, a vu dans les villes et les campagnes des murs qui séparent. Elle a rencontré des hommes et des femmes qui refusent de se laisser emprisonner et s’engagent chaque jour à ouvrir des brèches pour se parler, se comprendre et parvenir à la paix.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Des ruines dans l’herbe folle</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Etre à l’abri, chez soi, c’est le sentiment qu’ont éprouvé de très nombreux Juifs, le 14 mai 1948, quand Israël a déclaré son indépendance. Pour de très nombreux Palestiniens, au contraire, cette date marque le début de l’errance, de la dépossession, de l’exil. C’est la Nakba, la catastrophe. Ainsi, au Nord d’Israël, en Haute Galilée, s’étend une vaste « réserve naturelle ». La région est splendide, très verte, plantée de vieux arbres d’ou résonnent les chants des oiseaux. Les touristes s’acquittent d’un droit d’entrée et se promènent, au calme. Les guides touristiques font grand cas des ruines d’une « ancienne synagogue » &#8211; selon certains historiens, il s’agit d’un temple romain. Un peu à l’écart, une ancienne église dont les guides ne disent pas grand chose. Cette église, c’était celle de Biram, un village créé par des maronites libanais sous l’empire ottoman.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_82" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-82" title="biram" src="http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/files/2009/06/biram2.jpg?w=300" alt="Village de Biram" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Village de Biram</p></div>
<p style="text-align:justify;">En 1948, le village comptait 1.050 habitants, implantés là depuis des générations, vivant de leurs terres. Ils ont été chassés de chez eux et ont dû fuir : les uns sont allés vers la Jordanie, les autres vers une ville à quelques kilomètres. Un peu chemin, en contrebas de l’église, mène aux ruines du village. Des morceaux de murs en pierre, des fenêtres à arcades surgissent parmi les herbes folles. « C’était mon village, explique l’homme. Et là, c’était ma maison.</p>
<p style="text-align:justify;">Voici le puits ». Il écarte une pierre et l’eau apparaît. Il raconte son enfance, montre son école, évoque l’arrivée des soldats, l’espoir, l’angoisse, le départ. Il raconte simplement, calmement et sa détermination est impressionnante :</p>
<p style="text-align:justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-77" title="birampuit" src="http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/files/2009/06/birampuit.jpg?w=300" alt="Le puit à Biram" width="300" height="199" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Le puit à Biram</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align:justify;">« Notre terre et notre église sont sacrées. Bihram est le premier mot que nous apprenons à nos enfants. Nous ne renoncerons jamais » affirme-t-il. A force de se battre, les anciens habitants de Bihram qui vivent dans les environs ont obtenu le droit de retourner dans leur église pour célébrer les fêtes religieuses et les mariages, celui d’enterrer leurs morts dans le cimetière. En justice, les habitants de la première génération ont obtenu le droit de se réinstaller… avec deux descendants (« Mais que faire de nos autres enfants ? ») dans des maisons construites sur un modèle unique !</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong> Retrouver ses murs</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Encore l’autorisation du retour était-elle conditionnée à un renoncement aux terres, l’Etat acceptant de leur louer quelques terrains ! Les habitants de Bihram ont voulu y voir un droit au retour implicite. Alors le vieil homme revient malgré tout, soigne ses arbres. Les anciens et leurs enfants continuent d’espérer, parient sur le fait qu’une démocratie soit établie, espèrent l’aide internationale… Il dit : « Les Juifs ont attendu 2.000 ans avant de revenir. J’espère ne pas devoir attendre aussi longtemps »…</p>
<p style="text-align:justify;">Cette attente fervente du retour sur sa terre, dans ses murs, ils sont nombreux à la partager en Cisjordanie, dans le Golan… Après l’indépendance d’Israël, des centaines de villages ont été rasés ou occupés. Leurs anciens habitants ont fui à l’étranger, d’autres sont restés dans des localités voisines, d’autres encore se sont entassés dans des camps de réfugiés ouverts par les Nations-Unies. Ils y sont toujours aujourd’hui.  Ainsi au camp de Dheisheh, proche de Bethléem, 3.000 familles sont entassées dans un espace réduit. Elles sont originaires de 450 villages dont les Israéliens se sont emparés en 1948. Pendant quatorze ans, elles ont vécu sous des tentes. Puis, des maisons « en dur » ont été érigées. Encore faut-il s’entendre sur le mot : faits de matériaux bon marché, les murs laissent passer les sons : « L’intimité fait cruellement défaut dans ce camp, explique un jeune responsable du comité de gestion. Le camp ne peut s’étendre. Alors quand un enfant se marie, les familles ajoutent une pièce, un étage si c’est possible. Mais tout communique, tout s’entend et tout le monde sait ce qui se passe chez ses voisins. C’est une source de tension ». La situation est semblable au camp de Balata,  à Naplouse. En 1952, 5.000 réfugiés venus de Jaffa et d’Haïfa y ont été rassemblés. Aujourd’hui, ils sont  25.000, entassés sur un km² dans ce camp aux ruelles étroites, cruellement dépourvu d’infrastructures. Une polyclinique, gérée par l’UNRWA (agence des Nations-Unies dédiée à l’assistance au peuple palestinien) et ouverte de 8 à 13 h seulement, 4 écoles, également organisées par l’UNRWA, pour 4.500 élèves qui ont cours soit le matin, soit l’après-midi dans des classes d’environ 45 élèves…</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Laisser passer le vent qui vient…</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Tous veulent rentrer dans les villages dont ils se revendiquent et dont certains n’existent plus. S’ils quittent le camp, ils perdent le statut de réfugiés et le droit au retour. Et d’ailleurs, où aller ? Le chômage est important dans les camps depuis que les Israéliens empêchent les Palestiniens de venir travailler à Jérusalem. Ils n’ont pas d’argent pour s’en aller, pour construire ailleurs. Et ce serait renoncer à 60 ans de lutte pour le retour, ce que la plupart ne peuvent accepter. La délégation de l’UNRWA fait ce qu’elle peut mais c’est une agence d’assistance, désarmée qui ne peut empêcher l’Etat d’Israël d’imposer sa loi. Comme partout ailleurs dans le monde, les réfugiés sont plutôt mal considérés, y compris par leurs pairs. « Si un jeune de Bethléem ou de Naplouse veut épouser un enfant issu des camps, il a souvent fort à faire pour convaincre sa famille. On les considère comme des mal élevés, des pouilleux » explique le guide (palestinien de Jérusalem) de la délégation belge. Et pourtant ces pauvres parmi les pauvres sont opiniâtres. Des comités citoyens, élus, organisent des activités pour les jeunes, les femmes… Ils tentent de tisser des liens sociaux, d’endiguer la violence qui naît inévitablement de la promiscuité. A Balata, le comité prime chaque année les trois meilleurs élèves de chaque école pour encourager la scolarité.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_80" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-80" style="margin:5px;" title="danse" src="http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/files/2009/06/danse.jpg?w=300" alt="Danse au camp de Deisheh" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Danse au camp de Deisheh</p></div>
<p>A Dheisheh, le comité a créé un centre culturel, organisé un groupe de danses traditionnelles de grande qualité. Enfermés sans horizon, filles et garçons dansent les rites de la terre, des récoltes, dansent la guerre et la destruction et puis l’espoir de voir venir la lumière et la paix. Moment de grâce et d’émotion pour les hôtes de la Guest house conviés au spectacle.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Car, à Dheisheh, des chambres sont proposées aux voyageurs. L’argent ainsi gagné permet de réaliser des projets et d’améliorer la vie dans le camp. Et puis, il y a les contacts, si importants pour des gens enfermés : « Nous ne pouvons pas partir, un jour peut être, Inch Allah. ! Mais quand vous venez, vous apportez un vent d’ailleurs, vous nous faites exister aux yeux du monde, vous pouvez raconter… ».  Raconter l’hospitalité, le partage sans calcul. Ainsi, apprenant qu’un visiteur fête son anniversaire, ils improvisent une fête et réveillent le pâtissier pour acheter un gâteau…</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong> D’infranchissables remparts</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Partout, à Bethléem, Hébron, Naplouse, Arabe et Saknin, dans tous les territoires occupés, cette même fierté de l’hospitalité palestinienne, ce même désir d’accueillir, nombreux, des visiteurs qui peuvent témoigner de l’autre côté des infranchissables remparts. Car tous les Palestiniens ne sont pas dans des camps, mais tous sont enfermés. En 2002, le gouvernement israélien à commencer à édifier le Mur qu’il appelle «barrière de sécurité » et que les Palestiniens vivent comme un apartheid.</p>
<div id="attachment_67" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-67" title="mur2" src="http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/files/2009/06/mur2.jpg?w=300" alt="Le Mur à Bethléem" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Le Mur à Bethléem</p></div>
<p style="text-align:justify;">A certains endroits, comme à Bethléem, c’est un mur en béton haut de huit mètres qui enferme et étouffe. A d’autres, ce sont des fossés, des clôtures hérissées de fil de fer barbelés. A peine un cinquième de ce Mur respecte le tracé de la ligne verte. La Cour internationale de Justice a estimé cette construction illégale au regard du droit international (Avis consultatif de juin 2004). Mais rien n’y fait… Le Mur est là qui sépare 300.000 paysans de leurs terres, qui divise des familles, qui entrave la circulation. Et il n’y a pas que le Mur. Il y a aussi, par centaines, les tranchées, les clôtures, les obstacles sur les routes, les check points… recensés par  Ocha (Office for the coordination of humanitarian affairs. Occupied Palestinian territory, une agence des Nations Unies)) dont les cartes et relevés sont impressionnants.</p>
<p style="text-align:justify;">« La Palestine est morcelée comme une peau de léopard. Chaque ville est entourée d’obstacles et encerclée par des colonies. Ici, elles ont été construites après Oslo et sont totalement illégales. Leur présence impose de longs chemins de détours pour aller d’une ville à l’autre… » dénonce Jihan Anastas, responsable du Centre pour la paix de Bethléem. Membre du conseil municipal durant plus de huit ans, elle a travaillé avec une députée israélienne dans le cadre d’une mission parlementaire. Des liens forts se sont noués. Mais, la dernière fois qu’elles se sont vues, c’était par dessus une clôture de barbelés et des soldats en armes les ont empêchées de s’étreindre et de s’embrasser.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Le cœur isolé de la Palestine</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Bethléem, Beit Jala, Hébron au sud de la ville trois fois sainte, Ramallah et Naplouse au nord… Autant de villes pour qui Jérusalem était le centre autour duquel tout tournait. Palestiniens musulmans et chrétiens y avaient tous peu ou prou de famille, y allaient faire des courses, s’y rendaient pour les fêtes afin de prier les uns à la Mosquée Al-Aqsa ou au Dôme du Rocher, les autres à la Basilique du Saint-Sépulcre ou dans une des nombreuses églises des différentes confessions qui trouvent asile dans le quartier chrétien. Tout cela est interdit aujourd’hui. Les femmes –musulmanes et chrétiennes- de l’Arab educational institute (AEI, association affiliée à Pax Christi international) n’ont pas assez de mots pour dénoncer cette lente asphyxie de leur vie. « Ils veulent nous gâcher la vie et, ainsi nous forcer à partir » constatent-elles avec tristesse. Le travail de l’AEI est de tisser des liens, de rendre du sens et ainsi de lutter contre les départs et contre le désespoir.</p>
<p style="text-align:justify;">D’autres associations font ce même travail de lien, de recherche de sens, de recherche de la sérénité pour les enfants de Naplouse ou d’Hébron ébranlés par la répression violente de la seconde intifada. « 2003 a été la pire année. Il n’y avait que la peur. Naplouse était une grande prison et chaque maison était une cellule » raconte une jeune bénévole de l’ASBL Hope, à Naplouse. Là-bas, pour ne pas risquer leur vie, les soldats israéliens dédaignaient les rues de la vieille ville et se frayaient un passage en passant de maison en maison en cassant les murs…</p>
<p style="text-align:justify;">A Jérusalem Est aussi, la situation se dégrade. « Jérusalem paie un grand prix. Pour nous, c’est le cœur de la Palestine, mais il est  isolé, dénonce encore Jihan Anastas. Aujourd’hui, c’est Silwan que l’on détruit. Que fait le monde ? Pourquoi ne fait-on pas appliquer la loi internationale ? »</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> Les murs invisibles</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Et puis,  il y a ces milliers d’hommes emprisonnés sans raison particulière, parce qu’ils passaient au mauvais endroit au mauvais moment. Enfermés au cœur des ténèbres, ils constituent les « stocks de prisonniers » qu’Israël échange contre ses soldats capturés. « Ils restent en prison, sans jugement, sans procès, parfois deux ou trois ans, sans savoir pourquoi. Et sont libérés un jour, sans savoir pourquoi » explique une française d’Hébron. Et puis encore, tous ceux qui sont à jamais sous les pierres. A Arabe, non loin de Nazareth, Aseel Assleh a été tué par la police israélienne durant la seconde intifada. Il avait 17 ans et portait le tee shirt de l’ASBL « Semences de paix » qui organisait des séjours aux USA pour de jeunes Israéliens et palestiniens. Dynamique, bon élève, il avait été sélectionné. Ce jour-là, assis sous un olivier, il regardait une manifestation. « J’ai vu le soldat qui a tué mon fils, raconte sa mère. Ce jour-là, trois jeunes sont morts car l’ambulance a dû prendre des chemins de détours et franchir plusieurs barrages pour gagner l’hôpital. Elle n’est pas arrivée à temps ». C’était en septembre 2000. Depuis les parents tentent d’obtenir justice. Sans plus d’espoir, mais sans renoncer…</p>
<p style="text-align:justify;">Ils se battent contre les murs invisibles, mais tellement puissants, de la peur et de la haine de l’autre. Ils se battent sans violence mais avec une exceptionnelle détermination. Comme se battent sans violence, avec les mots du droit et les gestes de la guérison, des milliers de femmes et d’hommes qui tentent de soigner, guérir, réconforter, restaurer le droit contre l’arbitraire. Ils sont Palestiniens, Druzes, Israéliens aussi. « La paix mettra fin à la tragédie palestinienne, mais aussi à la tragédie israélienne. Peut être nous fera-t-elle même plus de bien qu’à eux car nous perdons notre âme dans ce conflit » affirme Joseph Al Ghazi qui fut l’une des grandes plumes du quotidien Haaretz. Aujourd’hui retraité, il reste actif et signe encore des chroniques sans concession. Né à Alexandrie, il a vécu la là-bas, dans un quartier populaire, la richesse de la multiculturalité. C’est comme cela qu’il conçoit Israël.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Des interstices dans le mur</strong></p>
<p style="text-align:justify;">« Nous avons beaucoup espéré , beaucoup lutté. Nous savions que la paix serait difficile . Mais elle a carrément échoué. J’ai dû conclure avec tristesse que ma génération ne connaîtra pas la paix » avoue-t-il, sans renoncer à la construire. Il dénonce la guerre qui broie les corps et les âmes, il dénonce le coût effroyable des budgets militaires qui pompent des ressources énormes dont l’enseignement, les soins de santé, l’aide à la pauvreté croissante auraient tant besoin. Deux Etats pour deux peuples, c’est le vœu de ce grand monsieur qui ne capitule pas.</p>
<p style="text-align:justify;">C’est le vœu aussi des Rabbins pour la paix qui, à Jérusalem Est, luttent jour après jour pour que soient respectés les droits des Palestiniens. Régulièrement, la haute silhouette de leur responsable, Arik Ascherman, se dresse devant les bulldozers de l’armée, venus détruire des maisons à Jérusalem Est. Et depuis 1988, ces religieux agissant de manière pacifiste vont dans les écoles rappeler l’enseignement de la Torah sur le respect des arbres fruitiers et dire leur conviction que la Terre promise peut abriter deux peuples… Ils ne sont qu’une centaine, minoritaires parmi les religieux mais porteurs d’espoir pour la paix. Comme le sont aussi tous ces jeunes de l’université de Bir Zeith qui, dans les territoires occupés, aspirent à vivre en paix : « Tous les Israéliens ne sont pas violents, affirme une jeune étudiante. Avec ceux-là, je peux vivre s’ils reconnaissent notre Etat. Tous, nous voulons vivre, voyager, étudier à l’étranger, travailler, créer une famille » proclame-t-elle.  Ces étudiants ont l ‘énergie et le dynamisme de la jeunesse et ne demandent que le respect de leur droit. Une responsable d’Oxfam, à Jérusalem depuis plusieurs années, estime que de beaucoup de jeunes Israéliens qui ont servi dans l’armée, se posent des questions. « Toutefois, ils n’osent pas le dire car ils ont peur d’être stigmatisés et traités de mauvais Juifs » explique-t-elle.</p>
<p style="text-align:justify;">Le chemin vers la paix sera très long encore. Si long que certains désespèrent de le voir aboutir. Pourtant, il existe de minces interstices dans le mur : la musique des jeunes élèves d’Al Kamandjati s’y faufile à Ramallah ; les actions non violentes de « The library on wheels for non-violence and peace » à Hébron, les corps reconstruits et les vies sauvées à la  « Bethléem arab society for rehabilitation » du Dr Edmund Shehadeh,  sont autant de petites lumières qui passent entre les lézardes du Mur… Il nous revient de faire entendre cette musique, de porter ces lumières. C’est ce qu’ils nous demandent, dans chaque ville, lors de chaque rencontre : « Dites ce que vous avez vu et demandez au monde de faire respecter les conventions ». Pour qu’un jour existe un mur devenu mitoyen, entre deux Etats en paix.</p>
<p>/ A.M.P. /</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baudouin Loos interviewé]]></title>
<link>http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/2009/06/22/baudouin-loos-interviewe/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 18:44:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>virginiel</dc:creator>
<guid>http://unvoyageenpalestineoccupee.wordpress.com/2009/06/22/baudouin-loos-interviewe/</guid>
<description><![CDATA[Baudouin Loos, Journaliste au Soir. Spécialiste du monde arabe et d’Israël depuis 1990 Propos recuei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Baudouin Loos, Journaliste au Soir. Spécialiste du monde arabe et d’Israël depuis 1990</p>
<p><em>Propos recueillis par Aurélien Berthier le 19 mai 2009 Aurélien Berthier, pour le n° de juin des <span style="font-family:Arial;">Cahiers de l’Education permanente (de l&#8217;association Présence et action culturelles)</span></em></p>
<p style="text-align:justify;">De retour d’une récente mission en Cisjordanie occupée, Baudouin Loos, spécialiste de la région au quotidien « Le Soir », nous donne ses impressions sur l’évolution de la situation, et précise les conséquences d’événements précédents, car, comme souvent dans un conflit, le passé explique le présent et détermine en partie l’avenir.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vous revenez d’un séjour en Israël et en Palestine, quel est votre sentiment ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">En Cisjordanie, pour le moment, la tension extrême a disparu, mais ce qu’on a entendu n’est pas du tout rassurant. On y est allé avec la volonté de ne pas voir d’hommes politiques mais plutôt de rencontrer la société civile. Et l’impression qu’on en a retiré était très dure. Les Palestiniens ont le sentiment que le dossier est oublié par la communauté internationale. La situation s’est considérablement détériorée ces dernières années dans la mesure où, en Cisjordanie, ils se retrouvent confinés dans des agglomérations comme Jénine, Jéricho Tulkarem, Qalqiliya, Bethléem, Hébron, Naplouse, ou Ramallah qui sont, en somme, des poches de population palestinienne dont il est extrêmement difficile de sortir.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ils ne peuvent pas sortir de la ville où ils habitent ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Le commerce n’est pas libre sur les routes entre ces villes. Il faut montrer patte blanche auprès de l’administration militaire israélienne, surnommée d’ailleurs assez curieusement par les Israéliens « administration  civile ». A l’instar de Gaza &#8211; mais évidemment avec une sévérité moins importante parce qu’il n’y a pas des représailles militaires tous les trois jours &#8211; ils ont l’impression de vivre dans des prisons à ciel ouvert. Par exemple, ils sont tous coupés de Jérusalem ; ça fait des années qu’il est interdit à un Palestinien, sauf rarissime permis, d’entrer dans la ville sainte. Ils sont coupés de cette ville qui était souvent au départ leur centre de vie, pour les secteurs de la santé, de l’éducation, de la culture, de l’enseignement. Le mur continue à s’étendre dans l’indifférence de la communauté internationale et malgré l’avis de la Cour internationale de justice qui le juge illégal. L’expérience de Jérusalem était assez frappante. Au sein même de la partie arabe de Jérusalem, juste à côté de la vieille ville, les Israéliens sont en train de démolir des maisons du quartier de Silwan, et de construire des bâtiments réservés aux Juifs. Ça ne se passe pas à un seul endroit mais dans une quinzaine d’endroits. L’Europe et les Etats-Unis ont certes protesté, mais sans plus. Et au-delà, il y le mur qui englobe quelques quartiers palestiniens mais qui surtout ferme toute la Cisjordanie. C’est un mur très étendu qui va comprendre la colonie de Maale Adumim en direction de Jéricho, vers l’Est. Il faut connaître la géographie locale pour comprendre que ça va couper, c’est d’ailleurs quasiment fait, la Cisjordanie en deux. C’est la continuation et le développement de faits accomplis insidieux et permanents, selon un plan directeur visiblement réfléchi destiné à saboter, comme me l’a dit un diplomate européen à Jérusalem, toute idée de continuité territoriale et donc d’Etat palestinien digne de ce nom. Les diplomates sur place, c’est-à-dire les Consuls généraux, sont tous d’accord y compris l’Américain, d’après ce diplomate, pour dire qu’il s’agit d’un plan.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Un plan mis en place par Netanyahou ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Non. Tous les gouvernements israéliens se sont succédé avec le même but. Ils ont toujours proclamé qu’ils voulaient la paix mais on constate sur le terrain qu’ils pratiquent le contraire de ce qu’une paix suppose. Il y a un grignotage du territoire. Les Israéliens ont, en 1948, déjà conquis 78% de la Palestine alors que le plan de partage de l’ONU leur en accordait 56%. Et en 1967, ils ont conquis les 22% restants. C’est sur ces 22% que les Palestiniens disent qu’ils veulent bâtir leur Etat. C’est déjà un compromis terrible pour eux : ils renoncent à 78% ! Et c’est sur ces 22% qu’Israël colonise à tour de bras. Il y a encore un rapport d’une organisation israélienne de droits de l’homme sorti le 7 mai qui dit que le rythme de la colonisation n’a jamais été aussi effréné dans toute l’histoire d’Israël.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quelles sont les conséquences de ces actions ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Toute cette situation entraîne un désarroi, un découragement, un désespoir du côté palestinien parce que ça leur donne l’impression qu’ils sont face à une machine implacable, une machine israélienne étatique et militaire, de colonisation. On ne voit pas comment l’espoir de voir un jour se dresser deux Etats pacifiques côte à côte pourrait se réaliser. C’est pourtant la seule manière de ramener la paix puisque les Israéliens ne veulent pas entendre parler d’un Etat unique binational, car ils craignent la démographie palestinienne. C’est d’ailleurs pour ça qu’ils n’ont pas annexé autre chose que Jérusalem-Est et le Golan. Il faut savoir que toute cette colonisation sur les 22% du territoire palestinien n’a jamais entraîné la moindre annexion.</p>
<p style="text-align:justify;">Est-ce que l’arrivée de Netanyahou dans une coalition avec l’extrême droite va impliquer un mode de fonctionnement encore plus dure ?</p>
<p style="text-align:justify;">On n’en est pas encore à pouvoir faire le bilan. Ce 18 mai, Netanyahou a rencontré Barack Obama à la Maison-Blanche. Il a répété qu’il faudrait que les Palestiniens reconnaissent d’abord Israël comme l’Etat des Juifs. Ce qui est problématique pour les Palestiniens qui estiment cela raciste. Non seulement pour la minorité de 20% de Palestiniens qui sont israéliens et surtout pour le fait qu’on sait bien ce que les Israéliens entendent par ça, c’est pour pouvoir dire : « Vous avez accepté, c’est un Etat juif, donc bien entendu, toute idée du droit au retour des réfugiés n’est pas valable pour vous ». Netanyahou a un problème pour aligner deux mots pourtant évident : « Etat » et « palestinien ». Il parle de d’abord faire une paix économique. Or, quand on voit la situation dans laquelle se retrouve leur économie, ça fait amèrement sourire les Palestiniens. Lieberman, nouveau ministre des Affaires étrangères, a déjà déclaré à plusieurs reprises que la formule des deux Etats est « un slogan creux qui complique tout ». Finalement, ils vont sans doute dire qu’ils acceptent une entité ou même Etat palestinien mais alors un Etat sur un territoire où ils conserveront leurs colonies, où la vallée du Jourdain sera la frontière d’Israël à l’Est, etc. Ce sera une espèce de peau de léopard que les Palestiniens pourront appeler leur Etat mais sans aucun contrôle sur les frontières, sur l’espace aérien, sans armée, etc. Une entité croupion dont l’économie sera captive de celle d’Israël. Cette perspective-là est celle qui se développe depuis des années, il n’a pas fallu attendre Netanyahou. On peut espérer que l’administration américaine, qui est la seule qui a potentiellement une influence considérable sur ce gouvernement, mettra le holà. Obama a clairement montré le 18 mai qu’il maintenait ses positions, en totale opposition avec Netanyahou. En tout cas, il faut admettre que sur la perspective de paix, d’un Etat palestinien, le monde entier était d’accord, y compris Israël dans le gouvernement précédent (même si la colonisation annihilait ses intentions proclamées). A présent, sur ce point, le monde entier se dresse contre le gouvernement d’Israël.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>C’est une conséquence des bombardements de Gaza ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Non, le monde appuie cette solution depuis un moment. George Bush, depuis juin 2002 a dit « Il faut deux Etats ». Clinton était finalement très pusillanime. Il n’a jamais osé dire « Il faut un Etat palestinien, point ». Eh bien ! Bush l’a dit, en 2002, en pleine Intifada, même s’il ajoutait, « avec un autre dirigeant qu’Arafat », et même si deux ans après il a ajouté qu’il fallait annuler le droit au retour des réfugiés palestiniens, que les grandes colonies juives étaient des réalités à prendre en compte. Bref, il a accommodé sa pensée à la sauce israélienne. Il n’empêche que depuis 2002, même les Etats- Unis &#8211; les Européens c’est depuis 1980 &#8211; disent qu’il faut donner l’autodétermination aux Palestiniens. Maintenant, logiquement, il devrait y avoir un clash assez rapidement entre Washington et Israël.</p>
<p style="text-align:justify;">Alors, ce clash n’aura peut-être pas lieu frontalement parce que je pense Netanyahou suffisamment intelligent pour tenter d’amadouer Obama avec des perspectives à très long terme d’autodétermination pour les Palestiniens. Et ce, seulement quand une longue série de conditions seront remplies, notamment la fin du règne du Hamas à Gaza, ce qui reporte déjà aux calendes grecques, ou l’acceptation par l’Autorité palestinienne qu’Israël est un Etat juif. Il enveloppera cela de promesses de contribution au développement économique du territoire palestinien ou de la levée de certains barrages. Pendant que leur politique du fait accompli continuera par ailleurs. Les Etats-Unis et les Européens ont besoin d’entendre une musique modérée venant des Israéliens.</p>
<p style="text-align:justify;">Des événements comme les bombardements de Gaza, les révélations de soldats qui confirmeraient les crimes de guerre constatés par des civils palestiniens, les enquêtes de l’ONU peuvent faire vaciller la moralité que revendiquent l’armée et l’Etat israélien ?</p>
<p style="text-align:justify;">Oui, si la population israélienne était ébranlée. Or elle ne l’est pas, sauf une toute petite minorité. Les « enquêtes » de l’armée israélienne menées sur ses propres crimes allégués ont blanchi l’armée. Ben voyons ! Il y a quand même des gens, comme dans le journal « Haaretz », pour dire que ce n’est pas très sérieux. Les Israéliens, bien que dotés d’une force militaire inouïe, conservent une mentalité d’assiégés, comme si tout le monde voulait les jeter à la mer, alors ceux qui souffrent le plus, ceux qui sont dépossédés, réprimés et colonisés, sont en face.</p>
<p style="text-align:justify;">Durant notre récent voyage, on a été surpris de rencontrer des Israéliens, des gens vraiment de gauche, qui nous disaient que l’opération à Gaza était nécessaire vu les roquettes du Hamas. Ils en restent à l’analyse qu’on leur livre depuis des années, c’est-à-dire : « on a évacué Gaza en 2005, et regardez comment ils réagissent, au lieu de construire un Singapour ils lancent des roquettes sur nous ». L’analyse de va pas plus loin que ça, ne prend pas en compte qu’on ne peut développer un territoire en état de siège.</p>
<p style="text-align:justify;">Les Israéliens ne voient pas la réalité en face, c’est-à-dire que Sharon a fait évacuer Gaza dans un but bien précis. Reprenons la chronologie : il a donc refusé de coordonner cette évacuation en août-septembre 2005 avec l’Autorité palestinienne de Mahmoud Abbas qui avait succédé depuis huit mois à Arafat, décédé le 11 novembre 2004. Abbas avait été élu en janvier 2005 sur un programme ultra pacifiste, de fin de la violence. Abbas a donc été complètement marginalisée dans l’opération de retrait de Gaza par Sharon qui fait évacuer unilatéralement l’armée et les colons. Quatre mois plus tard, il y a eu des élections en Palestine. Le Hamas a proclamé : « Ils sont partis à cause de notre résistance ! ». Il y avait une partie de vrai là-dedans. Mais les plans de Sharon étaient bien plus machiavéliques. Il s’agissait surtout d’apaiser la communauté internationale et une partie de l’opinion israélienne qui, après quelques années d’intifada n’en pouvaient plus de cette situation. Sans parler de ce mouvement des pilotes de chasse dont une trentaine avaient signé une pétition pour ne plus avoir à bombarder des civils, ce qui avait fait du bruit. On sait de quoi il retourne parce que le bras droit de Sharon, Dov Weisglass, a fait une interview retentissante au « Haaretz » en 2004 où il expliquait les buts cachés de l’opération : soulager les pressions sur Israël, internes ou externes, et « mettre dans le formol toute idée de l’Etat palestinien ». Donc, Sharon avait anticipé qu’avec ce retrait unilatéral le Hamas s’emparerait de la bande de Gaza, par des élections ou par les armes. C’est un scénario idéal dans l’esprit d’un stratège comme Sharon. Israël peut alors dire à la face du monde : « Voyez, ce sont des terroristes qui on pris le pouvoir à Gaza, comment voulez-vous que nous, qui cherchons la paix, négociions avec des gens qui n’ont qu’une idée en tête : nous envoyer des kamikazes ou des roquettes. ».</p>
<p style="text-align:justify;">Quelques mois plus tard, en janvier 2006, le Hamas gagne donc les élections. Israël saisit l’occasion. C’est Olmert, successeur de Sharon, qui ordonne le siège, un siège déjà en place mais qui devient plus sérieux. Mais surtout on assiste alors au boycott du gouvernement palestinien homogène Hamas. La communauté internationale (USA et UE), avec Israël, avait posé des conditions exorbitantes au Hamas. Une série de clashes entre le Hamas et le Fatah s’ensuivirent, des clashes favorisés par les agents américains. Tout ça s’est terminé par la prise de contrôle militaire du Hamas à Gaza en juin 2007. C’était la première fois qu’on voyait un coup d’Etat d’un gouvernement contre lui-même. Pas contre lui-même en fait, mais contre une partie de la police locale qui refusait d’obéir au gouvernement, les membres du Fatah. Avant cela, la bande de Gaza était devenu un Far-west. Il y avait des bandes rivales, des milices, des check-points de diverses bandes armées. Donc, le Hamas a pris le contrôle militairement, ce qui a correspondu à un soulagement, peut-être provisoire, de la population qui  voyait enfin les bandes disparaître. Je n’ai aucune sympathie particulière pour le Hamas, mais je pense que, comme beaucoup de diplomates occidentaux qui se sont frottés au terrain, par réalisme, il vaut mieux pas ne faire comme s’il n’existait pas ou poser des conditions qui feront qu’il restera infréquentable alors qu’il est une composante importante, pas majoritaire, de la population palestinienne. Leur succès ne doit rien au fait qu’ils seraient de méchants islamistes conservateurs. Pas du tout. C’est lié à l’occupation et aux échecs du Fatah qui a négocié pendant treize ans pour obtenir des lambeaux de territoires sans continuité et sans contrôle de ces territoires, sans liberté de mouvement. Le Fatah s’est aussi enferré dans une corruption à l’instar des régimes arabes. Il est probable que si de nouvelles élections avaient lieu, le Hamas continuerait de faire bonne figure. L’offensive sur Gaza a paradoxalement renforcé la popularité du Hamas, surtout en Cisjordanie.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Parce que le Hamas symbolise une résistance concrète ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Et parce que l’Autorité palestinienne est extrêmement impopulaire là où elle domine, en Cisjordanie. Depuis deux ans, l’Autorité palestinienne, grâce aux aides internationales, américaines, européennes et même israélienne, s’est refait une police digne de ce nom (ce qui n’empêche pas Israël d’ailleurs de faire des incursions très régulières dans les enclaves palestiniennes). Cette police, n’a qu’un seul ennemi, le Hamas. Il y a des centaines de gens du Hamas dans les prisons israéliennes et des centaines de gens du Hamas dans les prisons palestiniennes. On m’a souvent dit depuis deux ans, quand je vais là-bas : « l’Autorité palestinienne est un auxiliaire de l’occupation israélienne ». Il faut le savoir. Mahmoud Abbas, qui est quelqu’un qui négocie avec beaucoup de bonne volonté depuis Annapolis, fin novembre 2007, pour ne rien obtenir, est complètement déconsidéré aux yeux des gens. Au mieux, ils pensent qu’il s’est laissé berné par les Israéliens et, au pire, on le voit comme un collaborateur. Voilà, le tableau en Cisjordanie.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dans ce contexte, quelle est la marge de manœuvre côté palestinien pour changer les choses ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La population réclame à cor et à cri un gouvernement d’union nationale et une réconciliation entre les deux grands mouvements, Fatah et Hamas. Mais cette réconciliation est impossible. D’abord, parce qu’elle est sabotée par la communauté internationale, les Etats-Unis et même l’Europe. Il y a déjà eu une expérience brève d’un tel gouvernement poussé par les Saoudiens en février 2007. Ce gouvernement a éclaté avec la prise de pouvoir du Hamas à Gaza quatre mois plus tard. Parce que la communauté a continué à boycotter ce gouvernement malgré le fait que le Fatah, son allié, y était entré ! En fait, la barre des exigences posées au Hamas est bien trop haute. On demande toute sorte de conditions au Hamas qu’on ne demande pas à Israël. 1) Renonciation à la violence : est-ce qu’Israël a renoncé à la violence ? Il suffit d’aller voir sur le terrain ce qui se passe. 2) Acceptations des accords antérieurs signés par l’OLP avec Israël. Est-ce qu’Israël ne s’est pas assis une fois pour toutes depuis 2002 sur les accords d’Oslo ? Les zones A, B, C ne sont plus du tout respectées, il y a des incursions quotidiennes en zone A ; pourtant on ne demande pas du tout à Israël de respecter ces accords. 3) On demande au Hamas de reconnaître la légitimité d’Israël comme Etat juif. C’est une aberration. On ne l’a même pas demandé à Abbas, qui aurait refusé, mais Netanyahou entend désormais imposer cela à l’AP aussi. Déjà qu’on n’exigeait rien des Israéliens pendant la période avant Netanyahou, va-t-on continuer à ne rien dire quand le ministre des Affaires étrangères affirme que l’expression « La terre contre la paix » n’est qu’un slogan creux, qui ne mène à rien? Continuera-t-on à ne poser des exigences qu’aux Palestiniens, ceux qui sont occupés, qui n’ont aucune carte en main ?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Quel genre de pressions les Etats-Unis pourraient-ils faire peser sur Israël ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Dans le temps, sous Clinton, Netanyahou, qui a déjà régné entre 1996 et 1999, avait surpris en cédant aux Américains. Ça a donné les accords de Wye River et de Hébron. Il a quand même fait évacuer 4/5èmes de Hébron alors qu’il avait juré qu’il ne le ferait pas. Il est donc sensible aux pressions. Actuellement, ce qui pourrait servir de moyen de pression, c’est l’Iran. Les Israéliens sont obsédés par l’Iran, la menace iranienne, la bombe iranienne, etc. Ils montrent bien qu’ils vont attaquer l’Iran dans l’année qui vient avant qu’il n’accède à la bombe nucléaire. Les Etats-Unis s’y opposent pour l’instant. Donc, il y a un moyen de pression qui serait de dire : on ne collabore pas sur l’Iran avec vous si vous continuez à coloniser les territoires occupés.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Dans la société israélienne, vous évoquiez le fait que même les gens de gauche se soumettent au discours officiel. Est-ce que c’est renforcé par le fait que le parti travailliste est dans la coalition gouvernementale de Netanyahou ?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Si on peut encore appeler le Parti travailliste un parti. Ils n’ont que 11 députés. C’est un parti à la dérive et, s’il continue comme ça, n’en aura bientôt plus que 3 et  disparaîtra. Et ce sera logique vu ce que ses dirigeants, principalement Ehoud Barak, en ont fait. En Israël, la gauche a disparu corps et bien avec la deuxième intifada, à cause de Barak. Et notamment ce qu’il a dit après Camp David. Avant la deuxième intifada, il y a donc eu Camp David, en juillet 2000, un sommet convoqué par Clinton en urgence sous la pression de Barak qui voulait frapper un grand coup et coincer Arafat avec une soi-disant « offre la plus généreuse de l’histoire d’Israël ». C’était l’offre la plus généreuse parce qu’il n’y en avait jamais eu avant ! Mais c’était complètement inacceptable. Et ce n’est pas moi qui dit ça mais des gens comme Elie Barnavi, alors ambassadeur d’Israël en France. Il n’y a pas un leader palestinien parmi les modérés, et Arafat était plutôt modéré, qui aurait accepté de signer un accord alors qu’il n’y avait absolument rien de prévu sur la question des réfugiés. Et pourtant c’est fondamental, la cause palestinienne existe d’abord en fonction du fait qu’il y a des réfugiés. Sur Jérusalem, il y avait juste quelques quartiers périphériques passant sous « administration » palestinienne mais sous contrôle militaire israélien. Ce n’était vraiment pas sérieux. On a beaucoup glosé sur l’offre généreuse des Israéliens d’offrir 97%  et le refus des Palestiniens qui est contredit par des témoins, palestiniens et américains, qui ont bien constaté que les propositions israéliennes étaient consternantes et loin de ce chiffre. Israël n’ai d’ailleurs jamais osé publier les cartes de ses « offres ». Puis à la sortie de Camp David, Barak déclare que c’est un échec, qu’il a « mis au jour le vrai visage de Arafat qui n’est pas un partenaire pour la paix ». Quelques semaines après éclate la deuxième intifada, encore une fois par une lourde faute de Barak qui autorise Sharon à venir parader avec mille policiers sur l’Esplanade des mosquées, ce qui est considéré par les Palestiniens comme une provocation, une insulte. S’ensuit la deuxième Intifada qui subira une répression effroyable, un million de balles sont tirés par les Israéliens pendant le premier mois ! Chiffre israélien. Barak quitte le pouvoir en février 2001. Il a réussi l’exploit de déclencher la deuxième intifada et de « prouver » qu’il n’y a pas de partenaires sérieux pour la paix du côté palestinien – ce qui est rigoureusement faux de l’aveu même des services secrets israéliens qui démentent cette version et montrent qu’Arafat était prêt à un compromis à condition qu’on lui donne de meilleures conditions. Ensuite vient le règne brutal de Sharon auquel les Palestiniens répondent avec d’atroces attentats suicide qui visent la population civile. Face à cela, une répression équivalente relance encore le cycle. Dès qu’il y a un mois sans violence, on a des assassinats ciblés et ça reprend. La population israélienne est ainsi entretenue dans une mentalité paranoïaque par une propagande officielle, dans les médias qui sont toujours dans la surenchère. Vous mettez ce cocktail ensemble, Barak, Sharon, des attentats suicide etc. eh bien ! la gauche israélienne s’est étiolée. Elle représentait quasi la moitié des gens, maintenant, il n’y a plus que 10% qui y croient encore un petit peu et même pas 1% qui sont en faveur d’une paix la moins injuste possible pour les Palestiniens. Il y a très peu d’Israéliens qui sont prêts à dire « Partageons Jérusalem vraiment, selon que les quartiers soient juifs ou arabes», « Retirons-nous sur les frontières de 67 »,« Evacuons les colonies », « Laissons rentrer quelques dizaines de milliers de réfugiés, au moins les cas les plus durs vivant au Liban ». Ce genre de discours est inaudible en Israël car les gens sont  entretenus dans l’esprit que la moindre concession aboutirait tôt ou tard à la fin d’un Etat juif.</p>
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<title><![CDATA[Renaissance de TQS : 30 nouveautés pour l’automne 2009]]></title>
<link>http://teleduquebec.wordpress.com/2009/06/02/tqs-a-l%e2%80%99intention-de-renaitre-a-l%e2%80%99automne-2009/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 01:03:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrateur</dc:creator>
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<description><![CDATA[TQS, qui a l&#8217;intention de « renaître », a fait l&#8217;annonce de sa programmation pour la sai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[TQS, qui a l&#8217;intention de « renaître », a fait l&#8217;annonce de sa programmation pour la sai]]></content:encoded>
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