<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>lei-de-imprensa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/lei-de-imprensa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "lei-de-imprensa"</description>
	<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 05:49:28 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Ultraje à nação e ao povo brasileiro : arquivada ação do jornal O Estado de S. Paulo contra proibição de veicular matérias sobre Fernando Sarney]]></title>
<link>http://usaconfidential.wordpress.com/2009/12/11/ultraje-a-nacao-e-ao-povo-brasileiro-arquivada-acao-do-jornal-o-estado-de-s-paulo-contra-proibicao-de-veicular-materias-sobre-fernando-sarney/</link>
<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 14:21:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>usaconfidential</dc:creator>
<guid>http://usaconfidential.wordpress.com/2009/12/11/ultraje-a-nacao-e-ao-povo-brasileiro-arquivada-acao-do-jornal-o-estado-de-s-paulo-contra-proibicao-de-veicular-materias-sobre-fernando-sarney/</guid>
<description><![CDATA[Por seis votos a três, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou a Reclamação (RCL) 9428]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por seis votos a três, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou a Reclamação (RCL) 9428, proposta pelo jornal O Estado de S. Paulo contra a proibição imposta pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) de publicar matérias sobre processo judicial que corre em segredo de justiça contra Fernando Macieira Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1691" title="bancoImagemFotoAudiencia_AP_117578" src="http://usaconfidential.wordpress.com/files/2009/12/bancoimagemfotoaudiencia_ap_1175781.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Em seu voto , seguido pela maioria, o relator da Reclamação, ministro Cezar Peluso, manifestou-se pela extinção do processo, por não ver na decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) conexão com a decisão tomada pelo STF no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 130, conforme alegado pela empresa jornalística.</p>
<p>Naquele julgamento, a Suprema Corte declarou a completa inconstitucionalidade da Lei de Imprensa (Lei nº 5.250/1967). Segundo o ministro relator, naquela oportunidade, a Suprema Corte não tratou especificamente da censura à imprensa, mas sim, genericamente, da questão da liberdade de imprensa.</p>
<p>“O objeto da reclamação reduz-se ao impedimento de publicar dados de um inquérito judicial sob segredo de justiça”, sustentou o relator, afastando qualquer vinculação entre a decisão do TJDFT e o decidido na ADPF 130.</p>
<p>“Não encontro, no teor da decisão impugnada, desacato algum à decisão tomada pelo STF no julgamento da ADPF 130”,  afirmou o ministro. Segundo ele, no julgamento da ADPF, deu-se uma resposta jurisdicional para revogar uma lei não recepcionada pela Constituição Federal de 1988, porque não estava compatível com a nova ordem constitucional.</p>
<p>Para Cezar Peluso, uma reclamação somente é admissível em duas hipóteses: quando discute a esfera de competência do STF e quando objetiva garantir a autoridade da Suprema Corte em suas decisões. E, no entender dele, não é este o caso na RCL 9428.</p>
<p>Em seu voto, o ministro determinou ao juiz federal no Maranhão que julga recurso do jornal contra a decisão do TJDFT, que apresse o julgamento da questão. A proibição de veicular matérias contra Fernando Sarney foi determinada pelo desembargador Dácio Vieira, do TJDFT. O jornal apelou, mas o tribunal se declarou incompetente para julgar a matéria e a afetou a um juiz federal do Maranhão, que julga um caso envolvendo a divulgação de degravações de escutas telefônicas.</p>
<p><strong>Votos</strong></p>
<p>O voto do ministro Cezar Peluso foi acompanhado pelo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes. Ele compartilhou o voto no sentido de que não há uma garantia fundamental absoluta – no caso a liberdade de expressão e o direito de informação, contrapostos ao direito à privacidade, individualidade, honra e outros direitos fundamentais da pessoa humana.</p>
<p>Segundo ambos, não há uma hierarquia entre tais garantias, assentadas sobretudo em diversos incisos do artigo 5º da Constituição Federal, devendo cada caso ser avaliado ponderando-se as diversas garantias para analisar qual delas está sendo mais afetada por uma determinada decisão ou conduta.</p>
<p><strong>Divergência</strong></p>
<p>O ministro Carlos Ayres Britto abriu a divergência em relação ao voto do ministro Cezar Peluso. Britto, que foi o relator da ADPF 130, observou que há plena relação entre a decisão do TJDFT que motivou a reclamação de “O Estado de S. Paulo” e o julgamento da ADPF 130, que resultou na declaração de inconstitucionalidade da Lei de Imprensa.</p>
<p>Segundo ele, naquela ADPF, proposta pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), a alegação era justamente que a lei embaraçava o disposto nos artigos 220 (liberdade de manifestação do pensamento, livre de censura) e no inciso IX do artigo 5º da CF (liberdade de expressão, também sem censura). Segundo ele, a ADPF voltava-se, inicialmente, contra 22 dispositivos da extinta lei, entre eles os artigos 61 a 64, que tratavam justamente da censura judicial prévia à imprensa.</p>
<p>O ministro Ayres Britto defendeu a liberdade de imprensa, sem censura, invocando os parágrafos primeiro e segundo do artigo 220 da Constituição Federal. Dispõe o primeiro deles que “nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o  disposto no artigo 5º, incisos IV, V, X, XIII e XIV”. Por seu turno, o segundo deles dispõe que “é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.</p>
<p>“O tamanho da liberdade de imprensa não pode ser medido pela trena da lei”, sustentou o ministro Carlos Ayres Britto. Isto, segundo ele, só é possível com aspectos periféricos dela, como por exemplo a disciplina do direito de resposta.</p>
<p><strong>Dias Toffoli</strong></p>
<p>O ministro José Antonio Dias Toffoli acompanhou o voto do relator, ministro Cezar Peluso. Segundo ele, a decisão atacada pelo jornal paulista não está fundamentada na Lei de Imprensa (Lei nº 5.250/67), que foi revogada quando o Supremo analisou a ADPF 130. “A via escolhida da reclamação não é cabível porque a decisão reclamada não está baseada na Lei de Imprensa, mas sim na Lei de Interceptações Telefônicas [Lei nº 9.296/96]. Nesse sentido, a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios não afrontou a decisão desta Suprema Corte na ADPF 130”, afirmou Dias Toffoli.</p>
<p><strong>Cármen Lúcia</strong></p>
<p>A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha acompanhou a divergência aberta pelo ministro Carlos Ayres Britto, ao conhecer da reclamação e votar pelo deferimento da liminar. “O ponto nuclear da discussão é se há pertinência ou não entre o paradigma apontado e o ato reclamado. O ato reclamado afronta, pelo menos à primeira vista e não para fins de procedência ou improcedência, mas para fins de cabimento ou não cabimento, a ADPF 130. Naquela decisão foi fixado que, fora as restrições que a Constituição faz para o estado de Direito, qualquer forma de inibição pode desconfigurar a liberdade de imprensa”, concluiu a ministra.</p>
<p><strong>Ricardo Lewandowski</strong></p>
<p>O ministro Ricardo Lewandowski acompanhou o relator, não conhecendo da reclamação porque, em sua opinião, há uma questão preliminar impossível de ser superada no caso. “Para o conhecimento da reclamação é preciso que haja uma estrita correspondência entre o ato reclamado e a decisão paradigma. Na presente reclamação, vejo que a decisão reclamada baseou-se no artigo 8º e 10 da Lei nº 9.296/96, que trata do sigilo das investigações judiciais. Verifico, estudando e analisando a ADPF 130, tão bem relatada pelo ministro Ayres Britto, que o que se decidiu naquela ação foi a não recepção da Lei de Imprensa pelo atual ordenamento constitucional”, ressaltou. </p>
<p><strong>Eros Grau</strong></p>
<p>O ministro Eros Grau acompanhou o voto do relator, entendendo que a reclamação é a via inadequada para o pedido. De acordo com ele, ao juiz incumbe decidir em cada caso sobre a relatividade da liberdade de imprensa e da proteção da intimidade. “Nenhuma é superior à outra, não há nenhuma absoluta e ao juiz incumbe, caso a caso, limitado pela lei, decidir a situação”, afirmou. Ele defendeu a importância da lei como fundamento e sustentação da liberdade de imprensa. Grau citou ainda Karl Marx, segundo o qual  “o juiz está limitado pela lei, enquanto o censor não é limitado por lei nenhuma”. Portanto, segundo o ministro, “em juízo, não há censura. Há a aplicação da lei”.  E é este, segundo ele, o caso da decisão do TJDFT.</p>
<p><strong>Ellen Gracie</strong></p>
<p>A ministra Ellen Gracie também entendeu não ser cabível a reclamação e acompanhou o voto do relator. Ela verificou uma contradição colocada entre a liberdade de imprensa e os poderes da jurisdição e abrangência dos seus ditames. Para a ministra, a matéria não foi objeto de discussão na ADPF 130 e, dentro do estreito limite que é posto pela reclamação, não parece cabível. “Acredito que, sem dúvida, a eventual erronia da decisão judicial atacada por esse meio será corrigida pela via recursal própria”, disse.</p>
<p><strong>Celso de Mello </strong></p>
<p>“Entendo particularmente grave e profundamente preocupante que ainda remanesçam no aparelho de estado determinadas visões autoritárias que buscam justificar, pelo exercício arbitrário do poder geral de cautela, a prática ilegítima da censura, da censura de livros, jornais, revistas, publicações em geral”, disse o ministro Celso de Mello. Ele conheceu da ação e acompanhou a divergência iniciada pelo ministro Carlos Ayres Britto, no sentido de deferir o pedido contido na ADI.</p>
<p>De acordo com ele, a censura “traduz a ideia mesma da perversão das instituições democráticas, não podendo subsistir num regime político onde a liberdade deve prevalecer”. Celso de Mello afirmou que a censura estatal, não importando o órgão de que emane (Executivo, Legislativo ou Judiciário), representa grave retrocesso político e jurídico no processo histórico brasileiro. Isto porque “devolvê-nos ao passado colonial e aos períodos em que declinaram em nosso país as liberdades públicas”.</p>
<p>O ministro salientou que o Estadão foi a única empresa jornalística atingida, uma vez que outros órgãos de comunicação social divulgaram, continuam divulgando e não sofreram interdição. “Portanto, essa interdição é, além de arbitrária, inconstitucional, ofensiva à autoridade do nosso julgamento proferido na ADPF 130, é uma decisão discriminatória e coincidentemente incide sobre um órgão de imprensa que já no final do segundo reinado fez da causa da República um dos seus grandes projetos políticos”, ressaltou.</p>
<p>Para o ministro, a apreensão de livros, revistas, jornais é um comportamento típico de regimes autoritários e não se pode retroceder no processo de conquistas de liberdades. “Eu entendo que tem sido tão abusivo o comportamento de alguns magistrados de tribunais que hoje, de certa maneira e é lamentável que se tenha que dizer isso, hoje o poder geral de cautela é o novo nome da censura judicial em nosso país”, disse, ao frisar que a conquista de direitos e garantias constitucionais não pode sofrer retrocesso.</p>
<p>Ele destacou que o peso da censura é algo insuportável e intolerável. “A censura representa esta face odiosa que compromete o caráter democrático de um país que deseja ser livre e que quer examinar sob escrutínio público a conduta dos seus governantes. Os cidadãos têm direitos a governantes probos”, finalizou.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MTE não abre mão de controlar registro profissional]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/25/mte-nao-abre-mao-de-controlar-registro-profissional/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:20:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/25/mte-nao-abre-mao-de-controlar-registro-profissional/</guid>
<description><![CDATA[Por Helena Marques¹ Em reunião com representantes sindicais de jornalistas na terça-feira (24/11), o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Helena Marques¹ Em reunião com representantes sindicais de jornalistas na terça-feira (24/11), o]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PEC dos Jornalistas está na pauta da CCJC do Senado para ser votada nesta quarta]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/25/pec-dos-jornalistas-esta-na-pauta-da-ccjc-do-senado-para-ser-votada-nesta-quarta/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:16:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/25/pec-dos-jornalistas-esta-na-pauta-da-ccjc-do-senado-para-ser-votada-nesta-quarta/</guid>
<description><![CDATA[Por Helena Marques¹ O relatório favorável à Proposta de Emenda Constitucional 33/09, que reinstitui ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Helena Marques¹ O relatório favorável à Proposta de Emenda Constitucional 33/09, que reinstitui ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sete pontos sobre o acórdão do STF e o jornalismo]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/24/sete-pontos-sobre-o-acordao-do-stf-e-o-jornalismo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:12:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/24/sete-pontos-sobre-o-acordao-do-stf-e-o-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[Por Elaine Tavares¹ Quando o mundo feudal europeu caiu, após mais de mil anos de existência, não foi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Elaine Tavares¹ Quando o mundo feudal europeu caiu, após mais de mil anos de existência, não foi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diploma: a luta continua parte II]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/05/diploma-a-luta-continua-parte-ii/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:25:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/05/diploma-a-luta-continua-parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[Em defesa da obrigatoriedade! Por Bruna Soratto A votação da proposta de emenda à Constituição (PEC)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em defesa da obrigatoriedade! Por Bruna Soratto A votação da proposta de emenda à Constituição (PEC)]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diploma: a luta continua!]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/04/diploma-a-luta-continua/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 19:43:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/11/04/diploma-a-luta-continua/</guid>
<description><![CDATA[Contrário ao diploma! Por Bruna Soratto O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) está apresentando vá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Contrário ao diploma! Por Bruna Soratto O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) está apresentando vá]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lei de Imprensa, o fim e os novos desafios à responsabilidade]]></title>
<link>http://objethos.wordpress.com/2009/10/19/lei-de-imprensa-o-fim-e-os-novos-desafios-a-responsabilidade/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 10:26:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogério christofoletti</dc:creator>
<guid>http://objethos.wordpress.com/2009/10/19/lei-de-imprensa-o-fim-e-os-novos-desafios-a-responsabilidade/</guid>
<description><![CDATA[Por Francisco José Castilhos Karam (Publicado originalmente na revista Em Contato, de São José, SC) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Francisco José Castilhos Karam</p>
<p><em>(Publicado originalmente na revista Em Contato, de São José, SC)</em></p>
<p>A recente revogação da Lei de Imprensa pelo Supremo Tribunal Federal carrega um duplo significado. De um lado, sepulta de vez o que recentemente se chamava de “entulho autoritário”, o lixo que havia sobrado do findo regime militar brasileiro (1964-1985), assegurando a liberdade de imprensa diante do novo cenário do “livre mercado de idéias”; de outro , exige ainda mais da mídia a tarefa de corresponder, na prática, aos ideais de credibilidade e legitimidade sociais que sustentam o direito social à informação, herdeiros das modernas revoluções, entre elas a Francesa (1789) e a Americana (1776).</p>
<p>A imprensa, no caso correspondendo hoje à informação midiática por qualquer suporte, por meio da informação imediata, planetária e massiva, em períodos cada vez mais curtos, tem papel central na inteligibilidade e organização da vida pública.</p>
<p>Como atua em todas as áreas e estas se refletem de forma imediata nela, ocorre um conjunto de acertos e erros, alguns irreversíveis, que resultam em danos morais e/ou profissionais e/ou financeiros e similares a pessoas e instituições. Com o fim da Lei de Imprensa, depois de 42 anos em vigor (passou a valer em fevereiro de 1967, durante o primeiro governo militar da última ditadura, o do marechal Castello Branco), há um ganho social em termos de liberdade – e uma responsabilidade sobre as conseqüências desta.</p>
<p>Agora, jornalistas e instituições da área ficam sujeitos mais à legislação convencional, como a do Código Penal/Civil, especialmente em relação à injúria, calúnia e difamação. Portanto, a imprensa não se livra de eventuais punições. E, para ilustrar o assunto, resta dizer que a maioria dos processos em vigor, nos últimos anos, foram encaminhados menos via Lei de Imprensa e mais via Código Penal, seguidamente mais duro. Parece-me que, depois de 21 anos de promulgação da Constituição cidadã de 1988, está mais do que na hora de disciplinar, por via legal, o que ela previa, de Direito de Resposta proporcional ao agravo. Seria um caminho ameno, e igualmente responsável, para renovar à imprensa o papel de ser, efetivamente, portadora da credibilidade e  reconhecimento públicos. Afinal, ela está na base da vitalidade democrática contemporânea.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mendes defende regras para suprir vácuo do fim da Lei de Imprensa ]]></title>
<link>http://politicabrasileira2500.wordpress.com/2009/10/07/mendes-defende-regras-para-suprir-vacuo-do-fim-da-lei-de-imprensa/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:54:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicabrasileira2500</dc:creator>
<guid>http://politicabrasileira2500.wordpress.com/2009/10/07/mendes-defende-regras-para-suprir-vacuo-do-fim-da-lei-de-imprensa/</guid>
<description><![CDATA[Na Folha: O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, defendeu que o Congresso crie nov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na Folha:<br />
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, defendeu que o Congresso crie novas regras para suprir o vácuo jurídico deixado pelo fim da Lei de Imprensa. Para ele, a falta de “normas de organização e procedimento” gera situações de “perplexidade”.<br />
No final de abril, o STF decidiu revogar toda a Lei de Imprensa (5.250/67), conjunto de regras criado no regime militar (1964-1985) que previa atos como a censura, a apreensão de publicações e a blindagem de autoridades da República contra o trabalho jornalístico.<br />
Muitos dos casos relacionados à lei revogada são agora tratados pelos códigos Civil e Penal e pela Constituição de 1988.<br />
“O próprio episódio a propósito desse conflito com o “Estado de S. Paulo” está a mostrar que há alguma perplexidade. Por exemplo: qual é a regra que disciplina a competência [onde o caso deve ser julgado]? É o local do dano, é o local de publicação do veículo? Em suma, são perplexidades que não existiam diante do quadro anterior, quando havia uma lei”, disse ontem, no seminário “Mídia e Liberdade de Expressão”, organizado pela TV Globo.<br />
Uma decisão do desembargador Dácio Vieira proibiu, em julho, o “Estado de S. Paulo” de publicar informações da Operação Boi Barrica (rebatizada de Faktor). A investigação da Polícia Federal tem entre os alvos Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Fernando é o autor do pedido à Justiça.<br />
Vieira foi afastado do caso pelos colegas do Tribunal de Justiça do DF, por suspeição. Mas o mesmo tribunal declarou que o episódio deve ser julgado pela Justiça do Maranhão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mobilização pela aprovação da PEC do diploma na CCJC da Câmara]]></title>
<link>http://webjornalcriciuma.wordpress.com/2009/10/05/mobilizacao-pela-aprovacao-da-pec-do-diploma-na-ccjc-da-camara/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:55:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://webjornalcriciuma.wordpress.com/2009/10/05/mobilizacao-pela-aprovacao-da-pec-do-diploma-na-ccjc-da-camara/</guid>
<description><![CDATA[A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 386/09 deverá ser votada na Comissão de Constituição, Just]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 386/09 deverá ser votada na Comissão de Constituição, Just]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mobilização pela aprovação da PEC do diploma na CCJC da Câmara]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/10/05/mobilizacao-pela-aprovacao-da-pec-do-diploma-na-ccjc-da-camara/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 18:55:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/10/05/mobilizacao-pela-aprovacao-da-pec-do-diploma-na-ccjc-da-camara/</guid>
<description><![CDATA[A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 386/09 deverá ser votada na Comissão de Constituição, Just]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 386/09 deverá ser votada na Comissão de Constituição, Just]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SBT pode ser processado por suposta armação em reportagem]]></title>
<link>http://tudosobredireitosautorais.wordpress.com/2009/09/24/sbt-pode-ser-processado-por-suposta-armacao-em-reportagem/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 20:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ariana Degelo</dc:creator>
<guid>http://tudosobredireitosautorais.wordpress.com/2009/09/24/sbt-pode-ser-processado-por-suposta-armacao-em-reportagem/</guid>
<description><![CDATA[O ex-servidor público, Carlos Alberto Soares, poderá voltar a cobrar indenização do SBT por danos mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O ex-servidor público, Carlos Alberto Soares, poderá voltar a cobrar indenização do SBT por danos morais. A decisão foi determinada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que restabeleceu o direito de Soares, que alega ter sido vítima de um flagrante armado por repórteres da empresa e policiais de São Paulo, em abril de 1992.</p>
<p>Segundo o autor da ação, a equipe de reportagem da emissora o surpreendeu com policiais e filmou a prisão pelo crime de concussão (exigir para si ou para outra pessoa vantagem indevida em razão de função pública), acusação que Soares alega inocência.</p>
<p>De acordo com o ex-funcionário público, os jornalistas do SBT teriam preparado o flagrante e chamado a polícia para prendê-lo. As imagens foram ao ar em horário nobre, veiculadas no programa &#8220;Aqui e Agora&#8221;.</p>
<p>Por causa da acusação, Soares ficou 35 dias na prisão, além de perder o emprego. Por causa dos danos, o ex-servidor entrou com uma ação na Justiça. A primeira instância reconheceu a “armação” dos repórteres e o erro judiciário, mas negou o pedido, alegando que o direito não era mais válido, porque a ação por danos morais foi proposta três anos após o ocorrido.</p>
<p>A decisão foi sustentada com base na Lei de Imprensa, vigente na época, que estabelecia três meses, a partir da data de veiculação da matéria, o prazo para propor uma ação desse tipo contra o veículo de comunicação. Soares recorreu da decisão, mas a segunda instância também negou o pedido.</p>
<p>Os advogados do ex-servidor público então entraram com um novo recurso, afirmando que a decisão da Justiça paulista violou o artigo 59 do Código Civil de 1916, lei que estava em vigor na época da ação proposta, que trata da responsabilidade de quem causa dano a terceiros. A defesa também argumentou que o prazo decadencial está previsto na legislação civil, mais amplo, e não disposto na Lei de Imprensa, em vigor no período.</p>
<p><em>Fonte: Portal Comunique-se</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo]]></title>
<link>http://michellyribeiro.wordpress.com/2009/09/17/nao-obrigatoriedade-do-diploma-de-jornalismo/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 14:36:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>michellyribeiro</dc:creator>
<guid>http://michellyribeiro.wordpress.com/2009/09/17/nao-obrigatoriedade-do-diploma-de-jornalismo/</guid>
<description><![CDATA[No início deste ano, o comentário entre os jornalistas era a questão referente sobre a não obrigator]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">No início deste ano, o comentário entre os jornalistas era a questão referente sobre a não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Muitos se revoltaram em relação a essa situação e eu fui um desses muitos. Claro! Passei quatro anos estudando para que? Para nada? Então, coloquei a &#8220;boca no trombone&#8221;, à minha maneira, mandando um e-mail a todos os responsáveis pelo STF (Supremo Tribunal Federal) que foram a favor de tal absurdo, como segue:</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">&#8220;<strong><span style="font-family:&#34;">Senhores;</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Estou escrevendo em nome de muitos que por algum motivo não tiveram a coragem ou vontade de se manifestar diante do fato recente, ocorrido na semana que passou sobre a aprovação da não obrigatoriedade do diploma de Jornalista.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Estou enviando este e-mail para mostrar a minha indignação, representando a indignação de muitos outros jornalistas espalhados pelo Brasil afora.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Critico a péssima comparação que fizeram entre nossa classe e os cozinheiros. Não estou aqui para rebaixar os cozinheiros, apenas para dizer que essa comparação foi ignorante! Existe uma enorme diferença e uma grande distância entre os cozinheiros e os Jornalistas. Não quero tomar aqui comparações ou referências a textos que citam o cozinheiro e o jornalista, mas o sarcasmo utilizado por um superior que me indignou. Por onde anda o respeito para com o próximo? Que exemplo as autoridades são capazes de dar, se não se respeitam nem a eles próprios? (Discussões irrelevantes e infantis assistimos recentemente com o presidente do STF&#8230;)</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Gostaria de mencionar, inclusive, que o fato de ter nos rebaixado (classe dos formadores de opinião &#8211; jornalistas &#8211; definição que encho a boca para dizer), não vai fazer com que nos calemos. Não vamos nos sentir reprimidos por conta de uma ignorância anunciada.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Já que qualquer um pode ser jornalista, na opinião de &#8216;vocês&#8217;, então me digam se sabem o que é &#8220;lead&#8221;, &#8220;pirâmide invertida&#8221;, &#8220;abertura envolvente&#8221;, &#8220;pauta jornalística&#8221;, e me conte quais são as inferências desse texto que resolvi escrever. Souberam responder mesmo que internamente o significado de alguma dessas palavras ou apenas ouviram falar? Ótimo! Porque é na faculdade de Jornalismo que se aprende as técnicas, as quais dificilmente se pode aprender de um dia para o outro em uma contratação por meio de um simples QI em qualquer &#8220;empresa&#8221; que seja.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Digo &#8220;qualquer empresa&#8221; porque acredito que as renomadas jamais admitirão os &#8220;não-profissionais&#8221; de Jornalismo. E tem outra coisa: É PRECISO NASCER JORNALISTA PARA SER UM EXCELENTE PROFISSIONAL!!!</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Então, senhores, peço-lhes com toda cordialidade do mundo que repensem a posição que tomaram, porque nossa classe tem uma história que não deixa &#8220;barato&#8221;. Manifestações já estão sendo feitas&#8230;e não pensem que nos calaremos diante do poder. Vamos continuar denunciando, e utilizando nossas armas (a palavra) para manter a população informada do que ocorre no &#8216;andar de cima&#8217;, o qual dificilmente um mero mortal  (o povo &#8211; do qual vocês muito precisam) consegue atingir. Vamos lutar para que o poder cumpra com seu papel. E tem mais: O salário é muito importante para nós sim, mas desde o início sabíamos que este não era muito, entramos nessa pela paixão e muito pouco pela ambição; portanto, esperamos uma resposta muito bem elaborada desse poder que os senhores julgam possuir, porque mesmo com pouco, podemos muito.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Desde já, agradeço a paciente atenção!</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Michelly Ribeiro (estudante do 4º ano de Jornalismo com muito orgulho!)</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">P.S.: Este e-mail foi encaminhado para grande parte dos jornalistas que conheço &#8211; acredito que muitos se manifestarão em breve!&#8221;</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Não deu outra. Recebi respostas de diversos jornalistas do sul do Brasil que concordaram com minha opinião, mas, claro, depois que um dos ministros me respondeu:</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">&#8220;<em><span style="font-family:&#34;">Michelly, estou convicto de que cumpri o dever. Isolado na votação, continuo convencido do entendimento que sustentei sobre a constitucionalidade da exigência do diploma de jornalista. Marco Aurélio Mello</span></em>&#8220;</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Este, por sua vez, foi o único que não concordou com a lei que não obriga o diploma ao jornalista. Fiquei feliz pelo retorno, embora nenhum dos que foram a favor da lei tenha me respondido.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Tudo bem, mas tenho a certeza de que o e-mail chegou a eles, bem como a indignação de todos os demais colegas que me responderam ao e-mail.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Se adiantou? Acho que não, afinal o STF tem a palavra final, não é verdade?</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Pois é&#8230;tem a palavra final, mas comete atrocidades que nem podemos contar nos dedos.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Na mesma época, o STF aprovou outras leis: umas favorecendo impostores, pessoas de baixa índole, entre outros. Que justiça é essa?</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">A questão do diploma ficou, durante um tempo, sem muita claridade no entendimento. Deixo claro que continuo a não concordar, mas interpreto de outra forma: mais vale ter um diploma na mão do que exercer uma profissão importantíssima sem qualificação e conhecimento. Claro que o diploma não quer dizer muita coisa para nenhuma profissão, sempre vai depender da força de vontade de correr atrás dos próprios propósitos do detentor do diploma. Porque qualificação somos nós quem temos que buscar e o diploma é algo que simboliza nosso árduo percurso de estudo e sucesso.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Em um processo seletivo do qual participei na Rede Gazeta de Vitória/ES (afiliada da Globo), assisti a uma palestra no qual um dos profissionais da rede dizia que <em><span style="font-family:&#34;">essa nova lei não será regra, apenas uma exceção,</span></em><em> </em>ou seja, o diploma será sempre prioridade nas contratações.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Então, fico sossegada, porque minha parte eu estou fazendo: me aprimorando sempre, cada vez mais, a fim de que meu lugar esteja sempre reservado para mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Conclusão: essa lei não mudou nada. Apenas deu um pouco mais de poder a quem já tinha e cabe a nós, jornalistas, lutarmos pelo que é nosso. E BOCA NO TROMBONE! Sempre&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Considerando que tenho Comunicação Social, meus horizontes já estão ampliados&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;color:black;">Primeiro começou com a discussão voltada para a lei de imprensa, sendo que existem outros assuntos muito mais pertinentes a serem tratados e depois, findou com esse absurdo completo. Pode-se concluir ainda, com tudo isso, que o poder da profissão jornalística só aumenta a cada dia que passa, e o que eles estão querendo é acabar com o quarto poder (Jornalistas). Mas, não vão conseguir! </span></p>
<p style="text-align:justify;line-height:14.25pt;background:white;">Ser jornalista é muito mais do que escrever um belo texto ou aparecer na TV. <strong>PARA FAZER JORNALISMO É PRECISO ENTENDER O QUE ESTÁ SENDO FEITO. É PRECISO ESTUDAR MINUCIOSAMENTE ESSA PROFISSÃO, CUJA RESPONSABILIDADE ESTÁ VOLTADA PARA A VAIDADE DE OUTREM, POIS LIDA COM VIDAS.</strong></p>
<p style="text-align:left;margin:1em 0;"><strong>Contatos:</strong></p>
<p style="text-align:left;margin:1em 0;">(12) 9749-3912 / (12) 9104-6202 / (12) 8822-6263</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula e a “Mídia Golpista” (PARTE 4)]]></title>
<link>http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/09/01/lula-e-a-%e2%80%9cmidia-golpista%e2%80%9d-parte-4/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 12:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amilton Aquino</dc:creator>
<guid>http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/09/01/lula-e-a-%e2%80%9cmidia-golpista%e2%80%9d-parte-4/</guid>
<description><![CDATA[No dia 23 de agosto publiquei o terceiro artigo da série Lula e a “Mídia Golpista”, onde enumerei al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[No dia 23 de agosto publiquei o terceiro artigo da série Lula e a “Mídia Golpista”, onde enumerei al]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula e a “Mídia Golpista” (PARTE 3) ]]></title>
<link>http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/08/22/lula-e-a-%e2%80%9cmidia-golpista%e2%80%9d-parte-3/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 13:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amilton Aquino</dc:creator>
<guid>http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/08/22/lula-e-a-%e2%80%9cmidia-golpista%e2%80%9d-parte-3/</guid>
<description><![CDATA[Terminamos o segundo post desta série com uma pergunta: a quem interessa uma imprensa desmoralizada?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Terminamos o segundo post desta série com uma pergunta: a quem interessa uma imprensa desmoralizada?]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ LEI DE IMPRENSA e DIPLOMA - Depois do extermínio, a reencarnação]]></title>
<link>http://comunicapress.wordpress.com/2009/07/16/lei-de-imprensa-e-diploma-depois-do-exterminio-a-reencarnacao/</link>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:54:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>comunicapress</dc:creator>
<guid>http://comunicapress.wordpress.com/2009/07/16/lei-de-imprensa-e-diploma-depois-do-exterminio-a-reencarnacao/</guid>
<description><![CDATA[Liquidada pelo lobby das empresas de comunicação, há sinais de que, em breve, a Lei de Imprensa ress]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Liquidada pelo lobby das empresas de comunicação, há sinais de que, em breve, a Lei de Imprensa ressuscitará de alguma maneira ou deverá reencarnar-se em outro estatuto legal. Quem oferece estes sinais é o mesmo grupo exterminador que há dois meses, sem qualquer preocupação com as conseqüências do vazio legal, decidiu sepultá-la.</p>
<p>Dois destes sinais foram emitidos há poucos dias, quase simultaneamente. Na sua edição do último fim de semana, (n° 2.121, 15/07) Veja publicou um impactante anúncio de página dupla na serie comemorativa dos seus 40 anos com a proposta de uma nova Lei de Imprensa. No texto está dito que &#8220;&#8230;o fim da lei dos tempos da ditadura foi um avanço. É recomendável [grifo nosso] porém a criação de uma lei sucinta para delimitar o valor das ações de direito de resposta e de dano moral&#8230;&#8221;</p>
<p>Recomendável ou imprescindível?</p>
<p>Coincidentemente, no dia seguinte (segunda, 13/7), a Folha de S.Paulo inseriu, na sua página 3, artigo do jurista Marcelo Nobre (representante da Câmara Federal no Conselho Nacional de Justiça), filho do inesquecível Freitas Nobre, que afirma taxativamente: &#8220;Há que encontrar uma regulamentação que permita a coexistência da imprensa livre e de um cidadão protegido em sua privacidade&#8221;. Nobre acredita que &#8220;somente uma lei especial de informação pode garantir este direito&#8221;.</p>
<p>Em outras palavras: a Lei de Imprensa está morta, viva a nova Lei de Imprensa.</p>
<p>Lobby irresponsável</p>
<p>Veja e Folha parecem excepcionalmente responsáveis. Irresponsável foi o lobby das empresas de mídia – do qual ambas fazem parte – que iludiu a sociedade brasileira e pressionou indevidamente o Supremo Tribunal Federal para banir integralmente a lei 5.250, mais conhecida como Lei de Imprensa. </p>
<p>Antes do STF curvar-se à falácia do &#8220;entulho autoritário&#8221; este Observatório da Imprensa advertia para os perigos de suprimir integralmente um estatuto legal sem examinar com a necessária prudência todas as conseqüências do ato. Juristas do gabarito de Miguel Reale Jr. e Manuel Alceu Ferreira manifestaram-se categoricamente contra a supressão total da Lei de Imprensa. Porém, a soma das arrogâncias midiática e jurídica não permitiu que fossem ouvidos.</p>
<p>O lobby da mídia preferiu silenciar, não lhe interessava moderar o radicalismo com algumas gotas de sensatez nem travar o seu rolo compressor. Agora, com inaudita desfaçatez e impudência, tenta apresentar-se como fator de equilíbrio. Evidentemente, não está preocupado com a sua credibilidade, representa uma indústria como outra qualquer que, embora não fabrique salsichas, enlata qualquer trambique ideológico por mais simplório que seja.</p>
<p>No entanto, ficou comprometida a imagem do STF como uma corte sábia e ponderada, capaz de colocar-se acima das pressões dos lobbies. Os magistrados da suprema instância adotaram uma decisão que de antemão sabiam ser precária.</p>
<p>Diploma e regulamentação</p>
<p>Resta saber quando começará o reexame da Desastrosa Decisão Número Dois: aquela que acabou com a obrigatoriedade do diploma e a especificidade da atividade jornalística. Não faltam indícios de que esta revisão seguirá o mesmo figurino da anterior: mudará de nome e aparências. </p>
<p>Nas duas últimas semanas foram regulamentadas duas profissões: a dos moto-taxistas e, no Distrito Federal, a dos flanelinhas, guardadores de carros. Não foram paridas pelo STF, mas confrontam abertamente a tendência anunciada pelo presidente do Supremo, Gilmar Mendes, de que o mundo caminha para a desregulamentação profissional. </p>
<p>Sua Excelência deve ser um fanático da robótica por isso confia na infinita capacidade do homem em criar máquinas capazes de substituir o homem. Nesta questão não difere muito dos empresários da comunicação que apostam suas poucas fichas no Twitter e nos celulares para substituir jornais, revistas e livros como meios para reproduzir os acontecimentos. </p>
<p>Como acontece nos EUA e Europa, seremos levados a adotar uma obrigatoriedade smart, por meio da qual as empresas jornalísticas serão obrigadas a pagar altíssimos salários aos formados em jornalismo para evitar que a indústria jornalística seja aniquilada pela fragmentação, irresponsabilidade e incompetência.</p>
<p>Enquanto isto não acontece, o lobby da indústria jornalística certamente será forçado a reclamar uma especificidade institucional e, por extensão, uma condição especial para seus agentes. Não percebeu que, ao forçar o nivelamento da atividade jornalística às demais atividades, nivelava-se ela própria às demais indústrias e abdicando da pretensão de ser Quarto (Quinto ou Sexto) Poder. </p>
<p>Convém não esquecer que a democracia sul-americana está estabelecendo novos paradigmas para acomodar seu inato caudilhismo às exigências de um calendário eleitoral e eventual alternância no poder. O primeiro a reclamar será o segmento do coronelismo midiático, incapaz de sobreviver sem manifestar-se e incapaz de manifestar-se sem o decidido suporte de jornalistas diplomados.</p>
<p>Por Alberto Dines publicado no Observatório da Imprensa.</p>
<p>&#8212;<br />
<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/"><img alt="Creative Commons License" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/88x31.png" /></a><br />Esta obra est&#225; licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/">Licen&#231;a Creative Commons</a>.</p>
<p>© Copyleft – É permitida a reprodução desde que citados autor e fonte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conselho de autorregulamentação pode substituir lei]]></title>
<link>http://legisla471.wordpress.com/2009/07/13/conselho-de-autorregulamentacao-pode-substituir-lei/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 14:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://legisla471.wordpress.com/2009/07/13/conselho-de-autorregulamentacao-pode-substituir-lei/</guid>
<description><![CDATA[  Por Marcelo Nobre No final do mês de abril, o Supremo Tribunal Federal retirou integralmente do or]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 id="textTitle"><em> </em></h1>
<div><a href="http://legisla471.wordpress.com/wp-admin/#autores"><img src="http://s.conjur.com.br/img/a/arrow/smallDown.gif" alt="" width="11" height="8" />Por Marcelo Nobre</a></div>
<div>
<p>No final do mês de abril, o Supremo Tribunal Federal retirou integralmente do ordenamento jurídico a Lei 5.250, de 9 de fevereiro de 1967 — conhecida como Lei de Imprensa. No curto espaço de tempo entre o início do julgamento da Ação de Arguição de Descumprimento de Direito Fundamental que pretendia ver declarada a citada lei como inconstitucional e o seu julgamento final, foram poucos os que se posicionaram contra a declaração de inconstitucionalidade integral da Lei de Imprensa naquele momento.</p>
<p>O receio desses poucos era o da possibilidade de um caos jurídico em relação aos inúmeros processos em trâmite fundamentados na Lei de Imprensa, bem como a preocupação de ausência de previsão legal para casos futuros.</p>
<p>No próprio STF, a maioria dos ministros e também inúmeros defensores da inconstitucionalidade total da Lei de Imprensa sustentaram que a norma em questão não faria falta e que eventual vácuo jurídico seria preenchido pelos códigos Civil, Penal e até Eleitoral, por analogia.</p>
<p>Não podemos concordar com a possibilidade de que questões importantíssimas como a privacidade frente a imprensa e todos os outros direitos atinentes a ela fiquem no vazio normativo. E não se pode admitir que veículos de informação que atuam com responsabilidade sejam fechados em razão de condenações de valores significativos a título indenizatório. Há que encontrar uma regulamentação que permita a coexistência da imprensa livre e de um cidadão protegido em sua privacidade.</p>
<p>Acreditamos que somente uma lei especial de informação pode garantir esses direitos de maneira duradoura e segura. O inesquecível jurista e professor Freitas Nobre ensinava: &#8220;Como equiparar uma ofensa à honra praticada por um cidadão comum e uma outra cometida através da imprensa? Indispensável levar em conta a ausência do &#8220;animus&#8221; e a intenção de informar, como em geral ocorre nos delitos de opinião? As agravantes, as atenuantes ou as excludentes de criminalidade não são as mesmas para o crime comum e o delito de imprensa. Se inserirmos todos esses dispositivos no Código Penal, ter-se-á uma Lei de Imprensa dentro desse código. Mais prático é mantê-la autônoma&#8221;.</p>
<p>Vivemos um momento de interpretações esparsas, em que alguns juízes aplicam leis gerais para casos específicos de imprensa, mas outros juízes, não; em que tribunais determinam a extinção de todas as ações fundamentadas na Lei de Imprensa revogada.</p>
<p>Isso mostra, a nosso ver, que o STF poderia ter modulado os efeitos da sua decisão — como já o fez em inúmeros casos —, determinando que apenas as futuras ações não pudessem ser fundamentadas na lei revogada, prestigiando, assim, a segurança jurídica e evitando o caos que presenciamos nos processos em andamento.</p>
<p>O surgimento desse vácuo normativo e do acréscimo de recursos e ações fez com que algumas pessoas repensassem a necessidade de uma nova lei da informação. Ocorre que o processo legislativo é, por boas razões democráticas, mais demorado do que as necessidades prementes de regulamentação que já se mostram. Enquanto não dispomos de uma nova lei da informação, gostaríamos de apresentar uma ideia que pode ser rapidamente implementada e que pode auxiliar não só nesse momento de vácuo jurídico mas também em um momento de plena regulamentação.</p>
<p>Há aproximadamente 25 anos, o citado jurista Freitas Nobre inseriu na agenda de discussões para a atualização e democratização da Lei de Imprensa a criação de um Conselho Nacional de Autorregulamentação da Informação. Alguns anos depois, surgiu o hoje bem-sucedido Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).</p>
<p>Essa proposta de conselho é hoje defendida por vários operadores do direito, como o presidente do STF e do CNJ, ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>É certo que a criação desse conselho só será possível se houver uma união de esforços entre as empresas de comunicação, os jornalistas e as associações e, ainda, a OAB e a sociedade civil organizada. Mas acreditamos que o momento seja propício para dar esse primeiro e importante passo.</p>
<p>O resultado dessa união poderia ser um órgão privado de autorregulamentação estruturado e dirigido pelos próprios segmentos que representam, contribuindo para a prevenção, bem como para o reparo de informações divulgadas pelos diferentes meios de comunicação.</p>
<p>Um órgão cuja instalação pode colaborar em muito para a consecução da própria tarefa urgente e complexa da produção de uma lei da informação democrática e moderna pelo Congresso Nacional.</p>
<p><em>[Artigo originalmente publicado na edição de segunda-feira (13/7) do jornal Folha de S.Paulo]</em></p>
<div><a name="autores"></a></p>
<div><span><a href="mailto:marcelo.nobre%40cnj.jus.br">Marcelo Nobre</a></span><span> é conselheiro do Conselho Nacional de Justiça.</span></div>
</div>
<div>
<div>
<div>Revista <strong>Consultor Jurídico</strong>, 13 de julho de 2009</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Opinião solidária à categoria]]></title>
<link>http://webjornalcriciuma.wordpress.com/2009/06/26/opiniao-solidaria-a-categoria/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 17:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://webjornalcriciuma.wordpress.com/2009/06/26/opiniao-solidaria-a-categoria/</guid>
<description><![CDATA[Por Rodrigo Da Silva Gonçalves¹ Gostaria de expressar minha solidariedade aos jornalistas pela humil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Rodrigo Da Silva Gonçalves¹ Gostaria de expressar minha solidariedade aos jornalistas pela humil]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Opinião solidária à categoria]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/26/opiniao-solidaria-a-categoria/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 17:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/26/opiniao-solidaria-a-categoria/</guid>
<description><![CDATA[Por Rodrigo Da Silva Gonçalves¹ Gostaria de expressar minha solidariedade aos jornalistas pela humil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Rodrigo Da Silva Gonçalves¹ Gostaria de expressar minha solidariedade aos jornalistas pela humil]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Senador junta assinaturas para tornar obrigatória exigência do diploma]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/25/senador-junta-assinaturas-para-tornar-obrigatoria-exigencia-do-diploma/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 17:22:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/25/senador-junta-assinaturas-para-tornar-obrigatoria-exigencia-do-diploma/</guid>
<description><![CDATA[A notícia é da Agência Brasil. O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) protocolou uma Proposta d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A notícia é da Agência Brasil. O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) protocolou uma Proposta d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mídia Contemporânea – nem velha, nem nova, mas uma soma das qualidades das duas]]></title>
<link>http://marciawirth.wordpress.com/2009/06/24/midia-contemporanea-%e2%80%93-nem-velha-nem-nova-mas-uma-soma-das-qualidades-das-duas/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 02:37:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>mwirth2009</dc:creator>
<guid>http://marciawirth.wordpress.com/2009/06/24/midia-contemporanea-%e2%80%93-nem-velha-nem-nova-mas-uma-soma-das-qualidades-das-duas/</guid>
<description><![CDATA[Eu estaria sendo simplista se dissesse que a Mega Brasil, de Eduardo Ribeiro e Marco Rossi, organizo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-334" title="logo_pequeno2" src="http://marciawirth.wordpress.com/files/2009/06/logo_pequeno21.jpg" alt="logo_pequeno2" width="150" height="102" /></p>
<div style="text-align:justify;">Eu estaria sendo simplista se dissesse que a Mega Brasil, de Eduardo Ribeiro e Marco Rossi, organizou o 12° Congresso de Comunicação Corporativa com a competência de sempre. Produzir, em plena crise econômica, um evento com a força que teve este encerrado na 6ª.feira passada, envolveu competência, sim, mas também coragem e confiança no prestígio e na qualidade do Congresso junto aos patrocinadores, ao público-alvo e à mídia em geral. Confiança que foi, mais uma vez, plenamente correspondida. O 12° Congresso deixou no ar duas mensagens da maior importância em relação à imprensa brasileira. Uma de Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, que resume uma preocupação: a sociedade brasileira tem noção da importância da liberdade de imprensa? Parece uma questão fora de propósito, mas não o é para quem tem claro que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia. A outra mensagem tem a ver com a primeira e foi dada pelo premiado como Personalidade da Comunicação 2009, Nelson Sirotsky, presidente do Grupo RBS, e pelo governador paulista José Serra, que lhe entregou o troféu: a urgente necessidade de regulamentar o direito de resposta, em função da extinção da malfadada lei de imprensa da ditadura. De fato, o direito de resposta é um elemento essencial para um bom e justo relacionamento entre a imprensa livre, a cidadania e as instituições. A crise da imprensa, provocada pela expansão das novas mídias, foi uma das idéias-força do Congresso. Mais uma vez me reporto à fala de Ricardo Gandour, que disse que é importante valorizar o papel da edição, dos editores, em meio à cacofonia provocada pela internet, na qual milhões escrevem e opinam. Gandour lembrou que, historicamente, cabe aos editores oferecer ao público um cardápio de assuntos hierarquizados por importância e relevância para a sociedade e dar-lhes um tratamento informativo ou analítico de qualidade. Função que, na sua visão, deve ser preservada e estimulada em todas as mídias, da impressa à web. Na contramão da fala de Gandour, foi citada em uma das palestras uma frase do tycoon Rupert Murdoch, donos de veículos de mídia por todo o mundo. Para Murdoch, a web está provocando um efeito semelhante ao surgimento da imprensa há 500 anos, que propiciou uma fenomenal democratização da informação. Essa democratização estaria afrontando o poder dos editores, dos publishers, enfim da elite da mídia. Arremata Murdoch: “Agora é o povo quem manda (now it’s people who are taking control)”. Isso será bom ou mau? Já o jornalista Vicente Vilardaga se fez porta-voz dos seus colegas que estão surfando nas ondas da web sem amarras com a mídia tradicional, produzindo blogs de informação, opinião, lazer, seja lá o que for, mas enfrentando uma questão vital: como financiar a sua atividade? Vilardaga, inspirando- se em discussões que já ocorrem no mundo da mídia, propõe a “monetização da web”. Ou seja, o pagamento por artigos e informações nela produzidos, como já se fez no caso da venda de músicas. Eu, que produzo o blog Serrano &#38; Cia (<a href="http://www.serranoecia.blogspot.com/">http://www.serranoecia.blogspot.com/</a>), acho essa discussão da maior importância. Cabotinismos à parte, a questão é realmente relevante para democratizar com qualidade o fluxo de informações na web. O desafio é abrir os caminhos. Como conviver com as mídias sociais na web foi outra idéia-força do Congresso. As empresas perdem o controle de suas marcas na rede, pois seus consumidores, e outros nem tanto, podem manifestar opiniões sobre uma marca, suas qualidades e seus defeitos para milhões de pessoas, a uma velocidade alucinante, criando correntes favoráveis ou contra ela. É um fenômeno que atinge a todas as instituições e a políticos e profissionais. Foi apontada a necessidade das empresas e instituições monitorarem o tráfego de suas marcas ou de sua reputação no universo da internet – no Facebook, Orkut, Twitter, YouTube, entre muitos outros – e, quando recomendável, interagirem com esse fluxo de informações, procurando influenciálo. Para isso, é necessário dominar ferramentas tecnológicas, mas, mais importante, é saber como fazê-lo, para não ser mal recebido, ser acusado de adotar procedimentos invasivos, que provoquem repulsa ao invés de simpatia e acolhimento.É preciso criar uma ética que balize o monitoramento e a interação e usar uma linguagem apropriada ao meio, flexibilizando o discurso rígido e formal que caracteriza as manifestações mpresariais. As ações precisam estar sempre alinhadas com a estratégia de Relações Públicas da empresa ou da instituição. É preciso agir com cautela, criatividade e sempre preservar e reforçar a credibilidade da empresa, sua marca, seus produtos. A utilização da internet por Barack Obama, tanto na campanha quanto agora na Casa Branca, foi muito citada como um exemplo inspirador.Quando se fala em crise da imprensa e o vigor das novas mídias sempre se corre o perigo de cair em um clima de disputa, superação, substituição de uma pela outra. É um erro. A convivência da mídia tradicional com as novas resulta, isto sim, em uma mídia contemporânea. Esta soma a enorme capacidade da mídia tradicional em recolher e distribuir informações com a enorme potencialização da interação direta, sem intermediários, entre pessoas, instituições e públicos. O resultado para a comunicação corporativa, ou seja a quem for, é a possibilidade de ter acesso a mais canais, atingir maiores audiências e obter mais e melhores resultados. Como fazer isso foi o que se discutiu no 12° Congresso promovido pela Mega Brasil e continuará ser discutido nos próximos.</div>
<div><strong>Por Luiz Roberto Serrano – </strong><a href="mailto:serrano@serranoassociados.com.br"><strong>serrano@serranoassociados.com.br</strong></a><br />
<strong>Diretor da Serrano &#38; Associados<br />
e presidente do Sindicato Nacional<br />
das Agências de Comunicação Social<br />
(Sinco)</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso promove encontro com sindicado dos jornalistas]]></title>
<link>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/23/curso-promove-encontro-com-sindicado-dos-jornalistas/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 18:45:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>jornalismosatc</dc:creator>
<guid>http://jornalismosatc.com.br/2009/06/23/curso-promove-encontro-com-sindicado-dos-jornalistas/</guid>
<description><![CDATA[Acadêmicos de Jornalismo e profissionais da área são convidados a participar da Plenária do Sindicat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Acadêmicos de Jornalismo e profissionais da área são convidados a participar da Plenária do Sindicat]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornal fechado, jornalistas presos. E tudo sob a égide da lei]]></title>
<link>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/23/jornal-fechado-jornalistas-presos-e-tudo-sob-a-egide-da-lei/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:51:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>alecduarte</dc:creator>
<guid>http://webmanario.wordpress.com/2009/06/23/jornal-fechado-jornalistas-presos-e-tudo-sob-a-egide-da-lei/</guid>
<description><![CDATA[A charge da discórdia: trabalho de Muharraqi mostra o governo tentando impedir o trabalho da imprens]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1736" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1736" title="cartum_muharraqi" src="http://webmanario.wordpress.com/files/2009/06/cartum_muharraqi2.jpg" alt="A charge da discórdia: trabalho de Muharraqi mostra o governo tentando impedir o trabalho da imprensa independente que teria sido o pretexto para o súbito fechamento do jornal" width="400" height="288" /><p class="wp-caption-text">A charge da discórdia: trabalho de Muharraqi mostra o governo tentando impedir o trabalho da imprensa independente que teria sido o pretexto para o súbito fechamento do jornal</p></div>
<p>O Bahrein <a href="http://bahraini.tv/2009/06/22/akhbar-al-khaleej-suspended-until-further-notice" target="_blank">fechou, sem justificativa plausível</a>, o jornal <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Akhbar_Al_Khaleej" target="_blank">Akhbar Al Khaleej</a> _publicação combativa e ligada à oposição do país.</p>
<p>Justo quando a ebulição política no Irã já teve como consequência a <a href="http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/06/21/ira-prendeu-ao-menos-24-jornalistas-diz-reporteres-sem-  fronteiras-756440161.asp" target="_blank">prisão de pelo menos 24 jornalistas</a>.</p>
<p>Os dois países, por sinal, têm lei de imprensa e exigência de diploma específico para o exercício da profissão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teresina: Jornalistas organizam manifestação contra decisão do STF]]></title>
<link>http://alternoticias.wordpress.com/2009/06/20/teresina-jornalistas-organizam-manifesto-contra-decisao-do-stf/</link>
<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 06:04:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>celula07</dc:creator>
<guid>http://alternoticias.wordpress.com/2009/06/20/teresina-jornalistas-organizam-manifesto-contra-decisao-do-stf/</guid>
<description><![CDATA[Por Raoni Barbosa Pouco mais de três dias após a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>Por Raoni Barbosa</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pouco mais de três dias após a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal de &#8216;derrubar&#8217; a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão, jornalistas do Piauí começam a organizar manifestação-resposta à essa decisão. O ato tem dia e hora para realização: Segunda-feira, dia 22 de junho, às 10 da manhã no canteiro central da Av.Frei Serafim com Av. Coelho de Resende.</p>
<p style="text-align:justify;">O repúdio ao fim da regulamentação da profissão ganhará destaque a mais por conta da caracterização dos manifestantes: todos os jornalistas e pessoas afins deverão comparecer ao local trajado de roupa preta &#8211; simbolizando &#8216;luto&#8217; pela decisão &#8211; e, como se não bastasse, acompanhado de narizes vermelhos de palhaço.</p>
<p style="text-align:justify;">Até a data da manifestação no grande centro da capital, a campanha tem sido feito de forma viral entre os próprios profissionais, principalmente pela Internet, que em poucos cliques espera-se uma participação massiva aos adeptos do ato. Ao tempo que jornalistas piauienses se concentram no ponto de encontro, outros jornalistas em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro,  Caxias do Sul também farão sua manifestação no mesmo horário.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>____________</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Repercussão, entre os <strong><span style="text-decoration:underline;">&#8216;a favor&#8217;</span> e&#8230;</strong></em> </p>
<ul>
<li>
<div style="text-align:justify;"><em> </em><em><a href="http://www.agenciacentralsul.org/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1769&#38;Itemid=52" target="_blank">Agência Centralsul Notícias &#8211; Marcha estadual a favor do jornalismo regulamentado.</a></em></div>
</li>
<li>
<div style="text-align:justify;"><em><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=542DAC008" target="_blank">O que a FENAJ pensa da decisão?</a></em></div>
</li>
<li><em> </em><a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=11806" target="_blank">REGULAMENTAÇÃO DO JORNALISMO &#8211; Projeto de lei avança sobre outras categorias e segue polêmico<br />
</a></li>
</ul>
<p><strong><em> &#8230; e os &#8220;contra&#8221;&#8230;</em></strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=542DAC011" target="_blank">Diploma Desncessário &#8211; Talento e dicas de redação por Reinaldo Azevedo</a></li>
<li>
<div><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=542DAC004" target="_blank">DIPLOMA DESNECESSÁRIO &#8211; Uma vitória da lógica e da democracia por Luiz Antonio Magalhães</a></div>
</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">___________</span></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">Matérias Relacionadas</span></span></p>
<ul>
<li><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dWkVEDPqX7E&#38;feature=related" target="_blank">Regulamentação da profissão de jornalismo</a></span></span></span></li>
<li><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=us2EklQtGso" target="_blank">Liberdade de Expressão na Democracia</a></span></span></span></li>
<li><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=xyq9GRlsdvk" target="_blank">Marcha pelo Diploma em Porto Alegre em 2009</a></span></span></span></li>
<li><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"> </span></span></span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1061469-7823-STF+ACABA+COM+OBRIGATORIEDADE+DE+DIPLOMA+PARA+JORNALISTAS,00.html" target="_blank">STF acaba com obrigatoriedade de diploma para jornalistas</a></span></span></span></li>
<li><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/19/depois-de-derrubar-obrigatoriedade-do-diploma-de-jornalista-stf-pode-fazer-mesmo-com-outras-profissoes-756424570.asp" target="_blank">Depois de derrubar obrigatoriedade do diploma de jornalista, STF pode fazer o mesmo com outras profissões.</a></span></span></span></li>
</ul>
<p style="padding-left:30px;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
