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	<title>leitura-infantil &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "leitura-infantil"</description>
	<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 02:58:28 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Os periquitos, poema com exercícios de texto]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/os-periquitos-poema-com-exercicios-de-texto/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:21:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Os Periquitos                                                                    Osório Dutra No l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6212" title="periquitos no galho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquitos-no-galho.jpg" alt="" width="510" height="333" /></a></p>
<h5>Os Periquitos</h5>
<p>                                                                   Osório Dutra</p>
<p>No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que ornam a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos.</p>
<p>Numa algazarra delirante,</p>
<p>Batendo as asas irisadas,</p>
<p>Cantam a terra e o céu distante,</p>
<p>Glorificando as alvoradas.</p>
<p>Porque se julguem muito ricos</p>
<p>Donos do espaço e das alturas,</p>
<p>Fogem dos pobres tico-ticos,</p>
<p>Trocando afetos e ternuras.</p>
<p>Unidos contra aos caçadores,</p>
<p>Andam ariscos e assustados:</p>
<p>Temem os ventos destruidores</p>
<p>E a poeira azul dos descampados.</p>
<p>São tão alegres, tão ruidosos,</p>
<p>Que a gente ao vê-los avalia</p>
<p>Que sejam todos venturosos,</p>
<p>Brincando ao sol de cada dia.</p>
<p>Não param nunca os mais tranqüilos.</p>
<p>Pulam, febris, de galho em galho.</p>
<p>Com que prazer, para segui-los,</p>
<p>Deixo de lado o meu trabalho!</p>
<p>Passam a vida saltitando</p>
<p>E é cada qual mais tagarela.</p>
<p>Onde vai um, lá vai o bando,</p>
<p>Cortando o azul na tarde bela.</p>
<p>Ordena um deles a partida</p>
<p>Em busca de outros horizontes.</p>
<p>Depois é a volta…  E que corrida</p>
<p>Vertiginosa sobre os montes!</p>
<p>E quando, à noite, escuto os gritos</p>
<p>De mil insetos bandoleiros,</p>
<p>Dormem, sonhando, os periquitos</p>
<p>No leque aberto dos coqueiros.</p>
<p><strong>Osório</strong> Hermogênio <strong>Dutra</strong>, Vassouras, Estado do Rio, (1889 -1968). Diplomata brasileiro e poeta.</p>
<p>Obras:</p>
<p><em>O país do deuses (crônicas sobre o Japão)</em></p>
<p><em>Terra Bendita, 1923 (poesia)</em></p>
<p><em>Castelos de Marfim e  Céu Tropical (poesia), 1930</em></p>
<p><em>Inquietação, 1933 (poesia)</em></p>
<p><em>Dentro da noite Azul, 1934</em></p>
<p><em>Silêncio doce silêncio, 1936 (poesia)</em></p>
<p><em>O gênio poético de Martins Fontes, 1938</em></p>
<p><em>Mundo sem alma, 1943</em></p>
<p><em>Terra da gente, 1944 (poesia)</em></p>
<p><em>Emoção, 1945</em></p>
<p><em>Tempo perdido, 1946</em></p>
<p><em>Elas e nós, 1955, (poesia)</em></p>
<p><strong>Vocabulário para uso escolar:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ornar = decorar, enfeitar</p>
<p>Galhofeiro = brincalhão</p>
<p>Irisada = furta-cor</p>
<p>Venturoso = feliz</p>
<p>Bandoleiros =  errante, sem paradeiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sugestões para uso escolar do poema: <strong><em>Os Periquitos</em></strong>, de Osório Dutra</p>
<p>Aqui estão diversos exercícios que usam a leitura deste poema como base do aprendizado.  Cada professor deve selecionar os exercícios que melhor se adaptem ao nível de conhecimento de seus alunos: 1ª, 2ª, 3ª série e assim por diante.</p>
<p>VOCABULÁRIO:</p>
<p><strong>Ornar</strong> = decorar, enfeitar, ornamentar</p>
<p>“No leque verde dos coqueiros</p>
<p>Que <em>ornam</em> a margem dos caminhos,</p>
<p>Os periquitos galhofeiros</p>
<p>Zombam dos outros passarinhos”.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">1 -  Substitua o verbo nas seguintes frases, pelo verbo ornar:</span></em></strong></p>
<p>Luzes pisca-pisca <em><span style="color:#008000;">decoram</span></em> as janelas no Natal.</p>
<p>Flores de açúcar <em><span style="color:#008000;">enfeitarão</span></em> o bolo da noiva.</p>
<p>O coelhinho <span style="color:#008000;"><em>ornamentava</em> <span style="color:#000000;">a cesta de</span></span><span style="color:#000000;"> </span>ovos de Páscoa com papel colorido.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">2  -  Escolha, entre as mencionadas abaixo, outras coisas que possam ornar a margem do caminho:</span></em></strong></p>
<p> Luzes,  roseiras,  latas de lixo,  cerca de arame,  árvores floridas,  muro alto, bandeirinhas de São João, fios elétricos, garrafas de refrigerante. </p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">3 – Onde também encontramos margens?  Faça um círculo em volta das palavras certas:</span></em></strong></p>
<p>Automóvel,  lagoa,  estrada,  trem,  rio,  carroça,  baía,  patinete,  caminhão, barco.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">4 – Na cidade de São Paulo, existe uma estrada longa, que acompanha o rio Tietê.  Ela se chama: Estrada Marginal Tietê.  Explique nas suas palavras por que ela tem este nome?</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">5 – O leque é usado para espantar o calor.  As pessoas se abanam com o leque para se refrescarem.  Explique a expressão: <span style="color:#000000;">leque do coqueiro</span>.  É por causa da cor verde?  É por causa da forma das folhas dos coqueiros?  É porque as folhas balanceiam com o vento?  </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;"> </span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">6 – Você sabia que os primeiros leques eram feitos de penas?  Ponha um X ao lado do que também é feito de penas:</span></em></strong></p>
<p>(  ) sombrinha                                  (  ) camarão                 (  ) saia da baiana</p>
<p>(  ) peteca                                         (  ) chapéu                   (  ) cocar</p>
<p>(  ) capa do livro                             (  ) lápis                       (  ) baleia</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA:</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A lenda do primeiro leque</em></strong></p>
<p>Há muitos e muitos anos, na China, havia um mandarim muito poderoso.  Ele tinha uma filha obediente e bonita, que todos na corte admiravam.  Chamava-se Kan-Si.  Ela era um modelo de bondade e todos que a viam ficavam encantados.  Todos os anos o país inteiro participava de uma festa muito bonita neste reino.  Chamava-se a <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>.  Numa noite as pessoas que haviam preparado belas lanternas, mostravam a todo mundo o que tinham feito.  Estas lanternas eram feitas com papel colorido, decoradas com pinturas ou com recortes de figuras coladas no papel.  Elas também eram iluminadas por dentro, cada qual com sua vela.  A noite ficava toda carregadinha de luzes das mais diversas cores e com a leve brisa do verão, as lanternas tinham um pisca-pisca, um tremelique mágico, fazendo a noite parecer encantada. </p>
<p> O mandarim e sua filha estavam sempre entre os juízes que decidiam quais eram as lanternas mais bonitas.  Para que ninguém soubesse quem era o autor de cada lanterna ou quem eram os juízes da competição, todos os participantes usavam uma máscara, dura, feita com uma massa de papel, cola e tinta colorida.  Assim todos que participavam da festa não podiam ser reconhecidos.</p>
<p> Naquele verão, naquela noite da <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong>, havia uma competição muito grande.  Todo mundo queria mostrar suas habilidades na arte de fazer e decorar lanternas. Havia prêmios!  Eram tantas, mas tantas as lanternas acesas naquela noite no reino que já não se sabia se era noite ou dia. A jovem filha do Mandarim começou a sentir muito calor.  Estavam no meio do verão.  A noite permanecia quente e as todas as velas acesas aqueciam ainda mais o ar calmo.   De repente, não agüentando mais, a jovem retirou a sua máscara e pôs-se a se abanar com ela, para aliviar o calor que sentia.  Todos os membros da corte, vendo a bela princesa fazer isso, passaram a imitá-la também, arrancando suas máscaras e usando-as como abano.  No ano seguinte, toda a corte compareceu à <strong><em>Festa das Lanternas</em></strong><em> </em>mascarada, mas cada pessoa tinha em mãos um abano para aliviar o calor.  Assim surgiram, na China, os primeiros leques.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong><em>7 – Periquitos.  Existem periquitos no mundo inteiro.  Mas há alguns periquitos que existem </em></strong><strong><em>SÓ no Brasil e alguns que vivem aqui e em outros países da América do Sul:</em></strong></span></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Primeiro vejamos:</p>
<p>O periquito é parente do papagaio.  E faz ninhos em árvores em lugares seguros contra seus predadores.  Seus inimigos são: iguanas, serpentes, cães e o homem.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6206" title="periquito-rei close" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei-close.jpg" alt="" width="287" height="221" /></a></strong></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-do-rei</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Periquito-do-rei</strong> – ou </span><strong><span style="color:#0000ff;">Jandaia</span> – </strong>vive em todo o Brasil. Estes periquitos sempre andam em bandos.  Acordam muito cedo e já fazem barulho de madrugada, antes do sol raiar.  Gostam de comer arroz e milho.  Quando decidem formar uma família eles deixam o bando de lado para criarem os filhotes sozinhos.  Eles também gostam muito de cantar e conseguem aprender algumas palavras se tiverem contato com pessoas.</p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6205" title="periquito cabeça amarela-jandaia" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-cabeca-amarela-jandaia.jpg" alt="" width="222" height="202" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Periquito-da-cabeça-amarela</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-da-cabeça-amarela</span></strong> – também é chamado de <strong>Jandaia</strong> – este, pode-se dizer que é um periquitão!  Chega a 32 cm!  Maior do que a tradicional régua de 30 cm.  Os periquitos-da-cabeça-amarela gostam de um clima mais quente.  Então moram principalmente no Nordeste do Brasil, nos seguintes estados:  Maranhão, Piauí, Ceará e Pernambuco.  Assim como os Periquitos-do-rei eles gostam de voar em bandos, estão sempre afiando os seus bicos, falam entre si o tempo todo, fazendo bastante barulho.  Uma verdadeira algazarra. </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6209" title="periquito-rei" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/periquito-rei.jpg" alt="" width="210" height="240" /></a>Periquito-rei </p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito–rei</span></strong> &#8212; também chamado de <strong>caturra</strong> <strong> </strong>&#8211; gosta mais do clima ameno.  Vive da Bahia ao Rio Grande do Sul, e também no Paraguai e na Argentina.</p>
<p>Os periquitos-reis são menores chegando a um palmo de altura ou 20 cm.   Ele tem um topetinho de penas vermelhas no topo da cabeça que descem pelas suas costas.  Por isso, fora do Brasil, ele também é chamado de maitaca-da-cabeça-vermelha.   São muito numerosos e pode-se vê-los em todo e qualquer lugar com árvores frutíferas.  Adora comer milho e frutas.</p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6203" title="caturrita" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/caturrita.jpg" alt="" width="252" height="189" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Caturrita</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-pantanal</span></strong> – também chamado de <strong>caturra</strong> ou <strong>caturrita</strong> – tem um tamanho entre o periquito-rei e o periquito-da-cabeça-amarela.  Chega a medir 28 cm.  As caturritas vivem no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná até os estados do Mato-Grosso e Mato-Grosso do Sul.  Também moram no Paraguai, na Argentina e no Uruguai.  Também gostam muito de comer milho e arroz.  Mas eles são muito diferentes dos outros periquitos porque eles constroem uns ninhos muito grandes, às vezes até muitos ninhos numa mesma árvore.  E tem mais:  o casal de periquitos não se separa do grupo para criar seus filhotes.  As caturritas fêmeas dividem o trabalho de cuidar dos filhotes e chegam até a morar duas ou três fêmeas por ninho.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6210" title="tuim" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/tuim.jpg" alt="" width="241" height="246" /></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Tuim</span></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito-do-Espírito-Santo</span></strong> também chamado de <strong>Tuim</strong>.  Este periquito é verdadeiramente sul-americano, ou seja, mora em todo o Brasil e em toda a América do Sul.  Vive na beira das florestas.  Estes são os menores periquitos do Brasil, chegam só até 12 centímetros de comprimento. No entanto, fazem tanta algazarra o tempo todo, falando tão alto, que parecem até maiores do que são.  Apesar de conversarem muito entre si, eles nunca chegam a falar.  São namorados muito carinhosos.  Gostam de comer milho e cana. Preferem sementes às frutas. São atraídos por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeira, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. Os cocos de muitas palmeiras constituem sua alimentação predileta, procuram também as frutas da imbaúba dos capinzais.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">Periquito </span></strong>– este é o periquito comum.  Não tem outro nome.  É o mais encontrado dos periquitos no Brasil. Podemos vê-lo nos parques, nas cidades, nas praças públicas, nos jardins, nas fazendas.  Adora brincar no bambuzal e roer bambus.  Aliás adora roer.  Ele chega a 26 cm de comprimento e gosta de milho e de arroz.  Este periquito aprende a falar.</p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">8 – Veja o mapa do Brasil</span></em></strong></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-6204" title="mapa_brasil" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/mapa_brasil.png" alt="" width="372" height="400" /></a></p>
<p>A -  Cubra de tracinhos vermelhos os estados onde vivem os periquitos-do-rei.</p>
<p>B -  Encha de bolinhas verdes  os estados onde vivem os periquitos-do-pantanal.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#0000ff;">9 &#8212;  Galhofeiro quer dizer brincalhão, zombeteiro, a pessoa que ri à custa dos outros&#8230; </span></em></strong></p>
<p>Substitua a palavra grifada pela palavra <strong><em>galhofeiro</em></strong> nas seguintes frases.</p>
<p>1-                          Depois que Esmeraldo, um conhecido <strong><em><span style="color:#008000;">zombeteiro</span></em></strong>, fez a turma toda rir dos sapatos vermelhos de Cazuza, este saiu chorando da sala.</p>
<p><em>2-                        </em>Maria das Dores era <strong><em><span style="color:#008000;">brincalhona</span></em></strong>.  Pegou um papel, escreveu a palavra burro e o colou nas costas de João Pedro sem que este soubesse.<strong><em> </em></strong></p>
<p><em>3-                        </em>O palhaço Zumzum sempre ri quando vê o jato d’água de sua flor na lapela molhar o rosto da pessoa com quem conversa.  Ele é um <span style="color:#008000;"><strong><em>zombeteiro</em></strong> </span>de primeira categoria!<em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">10- A palavra algazarra, quer dizer: barulheira, vozeria, tagaleria.  Note que a palavra algazarra começa com as letras a + l, seguidas de uma consoante (g).  Preencha os pontinhos formando palavras que comecem com as letras a+l seguidas de uma consoante:</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Na salada:  al _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na costura: al _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No dicionário: al _ _ _ _ _ _ </em></p>
<p><em>No armário de remédios: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Com o policial: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>No navio: al _ _ _ _ _ _ _</em></p>
<p><em>Na gaiola do passarinho: al _ _ _ _ _</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong><span style="color:#0000ff;">Leitura:  Você sabia?</span></strong></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>A nossa língua, a língua portuguesa, tem mais de 700 palavras que começam com as letras a + l.  600 destas palavras são de origem árabe.  Do tempo que os mouros invadiram Portugal.</em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><strong>11 &#8212; &#8230;</strong></em><em><strong>batendo as asas irisadas</strong></em><em><strong>&#8230; Nós vimos que </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong> quer dizer  furta-cor, que muda de cor conforme o ângulo.  Nas frases abaixo troque as palavras grifadas pela palavra </strong></em><em><strong>irisada</strong></em><em><strong>.</strong></em></span></p>
<p><em><strong> </strong></em><em>O corpo da mosca varejeira é<span style="color:#008000;"><strong> furta-cor</strong></span>.</em></p>
<p><em>Maria colecionava conchinhas do mar,  mas guardava só aquelas com as conchas <span style="color:#008000;"><strong>matizadas</strong></span>.</em></p>
<p><em>Minha avó foi à festa com um vestido de tafetá rosa <span style="color:#008000;"><strong>cambiante</strong></span>.</em></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>12 – No poema acima, Osório Dutra caracteriza os periquitos como &#8220;<em>alegres</em> e <em>ruidosos&#8221;</em>.   E que por causa disso, eles parecem </strong></span><em><strong><span style="color:#0000ff;">&#8220;venturosos&#8221;.</span> </strong> </em><strong><span style="color:#0000ff;">Nas frases abaixo, passe um círculo em volta das palavras que sejam sinônimos de venturoso</span><span style="color:#0000ff;">.</span></strong></p>
<p>A &#8212; As meninas ao saírem da escola, alegres e tagarelas, pareciam felizes.</p>
<p>B – Nem todos os reis foram afortunados na guerra.  Alguns perderam tudo.</p>
<p>C – João tem muita sorte, ganhou um ursinho de pelúcia no sorteio da escola.</p>
<p>D – Lúcia é uma jovem afortunada: inteligente, atraente e tem muitas amigas.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">LEITURA/ DITADO</span> </strong></p>
<p>Em 1500, o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral. N aquela época,  D. Manuel I, também chamado <em>O Venturoso,</em> era rei de Portugal.  Seu reinado foi repleto de muitos eventos felizes, de decisões acertadas e de várias aventuras marítimas bem realizadas.  Foi um período importante para Portugal, porque o país se tornou muito rico.  Dentre os eventos mais ditosos, mais felizes, de seu reinado estão: a descoberta do caminho marítimo para as Índias por Vasco da Gama e a descoberta do Brasil. Por isso esse rei ficou conhecido pelo cognome <em>O Venturoso</em>.</p>
<p><strong><span style="color:#000000;">Cognome:</span></strong>  é um nome, um apelido, pelo qual pessoas ficam conhecidas.  Por exemplo:  </p>
<p>Edson Arantes do Nascimento, cognome: Pelé.</p>
<p>Diogo Álvares Correia, cognome: Caramuru.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>13 – Escreva o nome completo e seu cognome de um mártir da Independência do Brasil.   </strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>14 &#8212;  <em>Onde vai um, lá vai o bando, /Cortando o azul na tarde bela./ Ordena um deles a partida/  Em busca de outros horizontes.</em>  Nestes versos de Osório Duque parece que os periquitos têm um líder que os orienta.    Nem todos os pássaros voam em bandos e seguem um líder.  Faça um círculo em volta dos pássaros da lista abaixo que voam em grupos</strong></span>:</p>
<p>Águia, Beija-flor,  Arara, Martim-pescador,  Urubu, Pato, Albatroz, Sabiá, Flamingo, Cegonha, Assum-preto, Canário, Tucano, Maracanã.</p>
<p><strong><span style="color:#0000ff;">15 – Onde dormem os periquitos?     Onde dormem&#8230;</span></strong></p>
<p>Os macacos?</p>
<p>Os morcegos?</p>
<p>O gado na fazenda?</p>
<p>A jaguatirica?</p>
<p>E os alunos da escola?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da rosa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/25/quadrinha-da-rosa/</guid>
<description><![CDATA[Ó rosa, nobre e bonita, que encantamento trazeis! Em vossa beleza, habita a majestade dos reis! ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6068" title="rosa cartão postal 1909" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/rosa-cartao-postal-19091.jpg" alt="rosa cartão postal 1909" width="390" height="248" /></a></p>
<p>Ó rosa, nobre e bonita,</p>
<p>que encantamento trazeis!</p>
<p>Em vossa beleza, habita</p>
<p>a majestade dos reis!</p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#ffffff;">&#8212;</span></p>
<p>(Eno Teodoro Wanke)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha, filosofia de vida]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:09:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/23/quadrinha-filosofia-de-vida/</guid>
<description><![CDATA[Bambu ao vento, aquarela chinesa.   Resiste ao vento o pinheiro, e a ramaria espedaça; mas o bambu, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5121" title="bambu ao vento" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/bambu-ao-vento.jpg" alt="bambu ao vento" width="510" height="360" /></a><strong><em>Bambu ao vento, aquarela chinesa.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Resiste ao vento o pinheiro,</p>
<p>e a ramaria espedaça;</p>
<p>mas o bambu, mesureiro,</p>
<p>dobra o dorso, e o vento passa.</p>
<p>(Archimino Lapagesse)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre a lua ]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/13/quadinha-infantil-sobre-a-lua/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:09:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/13/quadinha-infantil-sobre-a-lua/</guid>
<description><![CDATA[Cartão Postal de Ano Novo, década de 1930, França. &nbsp; &nbsp; A lua faceira e bela, vestindo um m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/pierrot-feliz-ano-ano.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5113" title="pierrot, feliz ano ano" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/pierrot-feliz-ano-ano.jpg" alt="pierrot, feliz ano ano" width="321" height="500" /></a><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/luar-no-havai.jpg"></a></p>
<p><strong><em>Cartão Postal de Ano Novo, década de 1930, França.</em></strong></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>A lua faceira e bela,</p>
<p>vestindo um manto de prata,</p>
<p>debruçou-se numa nuvem</p>
<p>para ouvir a serenata.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>( Joanna D&#8217;Arc Pereira)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha da borboleta]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/27/quadrinha-da-borboleta/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:34:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/27/quadrinha-da-borboleta/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Borboleta multicor tu me lembras, ao passar, um bilhetinho de amor dobrado em dois, a voar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/borboleta-e-menino.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5919" title="borboleta e menino" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/borboleta-e-menino.jpg" alt="borboleta e menino" width="348" height="406" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>Borboleta multicor</p>
<p>tu me lembras, ao passar,</p>
<p>um bilhetinho de amor</p>
<p>dobrado em dois, a voar&#8230;</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>(J. G. de Araújo Jorge)  </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha para o Dia do Mestre]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/15/quadrinha-para-o-dia-do-mestre/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 02:06:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/15/quadrinha-para-o-dia-do-mestre/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração, Maurício de Sousa.   No dia Quinze de Outubro, Eu quero de coração, Abraçar a minha Mest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/escola-com-chuva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5914" title="escola com chuva" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/10/escola-com-chuva.jpg" alt="escola com chuva" width="449" height="172" /></a></p>
<p><em><strong>Ilustração, Maurício de Sousa.</strong></em></p>
<p> </p>
<p>No dia Quinze de Outubro,</p>
<p>Eu quero de coração,</p>
<p>Abraçar a minha Mestra</p>
<p>Em sinal de gratidão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha sobre o sorriso]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/11/quadrinha-sobre-o-sorriso/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 18:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/11/quadrinha-sobre-o-sorriso/</guid>
<description><![CDATA[  &#8220;Muito riso, pouco sizo&#8221;, diz-nos o velho ditado. Mas eu digo que um sorriso sempre dá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/gato-cheshire.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5031" title="gato cheshire" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/gato-cheshire.jpg" alt="gato cheshire" width="510" height="408" /></a></p>
<p> </p>
<p>&#8220;Muito riso, pouco sizo&#8221;,</p>
<p>diz-nos o velho ditado.</p>
<p>Mas eu digo que um sorriso</p>
<p>sempre dá bom resultado&#8230;</p>
<p> </p>
<p>(Luciana Long)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil: nós e a macacada]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/07/quadrinha-infantil-nos-e-a-macacada/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 13:17:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/07/quadrinha-infantil-nos-e-a-macacada/</guid>
<description><![CDATA[Macaquinhos, MW Editora e Ilustrações.   A vida &#8212; coisa engraçada &#8211; é um contraste perma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/macaquinhos-mw-editora-ilustracoes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5117" title="macaquinhos MW Editora &#38; Ilustrações" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/macaquinhos-mw-editora-ilustracoes.jpg" alt="macaquinhos MW Editora &#38; Ilustrações" width="510" height="580" /></a><strong><em>Macaquinhos, MW Editora e Ilustrações.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>A vida &#8212; coisa engraçada &#8211;</p>
<p>é um contraste permanente:</p>
<p>nós rimos da macacada,</p>
<p>que ri imitando a gente.</p>
<p> </p>
<p>(Remy Prates Pinheiro)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre o galo e a manhã]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/04/quadrinha-infantil-sobre-o-galo-e-a-manha/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 12:00:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/10/04/quadrinha-infantil-sobre-o-galo-e-a-manha/</guid>
<description><![CDATA[   Ilustração, Hergé.     A serenata de um galo vai, de quebrada em quebrada, e de intervalo a inter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/galo-cantando-herge.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5424" title="galo cantando, hergé" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/galo-cantando-herge.jpg" alt="galo cantando, hergé" width="312" height="582" /></a></p>
<p><strong><em> Ilustração, Hergé.</em></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A serenata de um galo</p>
<p>vai, de quebrada em quebrada,</p>
<p>e de intervalo a intervalo,</p>
<p>acordando a madrugada!</p>
<p> </p>
<p>(Sebastião Paiva)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casamento, poema infantil de Luísa Ducla Soares]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/27/casamento-poema-infantil-de-luisa-ducla-soares/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 01:56:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/27/casamento-poema-infantil-de-luisa-ducla-soares/</guid>
<description><![CDATA[    CASAMENTO                                               Luísa Ducla Soares   Casei um cigarro co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/cigarras.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5738" title="cigarras" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/cigarras.jpg" alt="cigarras" width="510" height="415" /></a></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>CASAMENTO</em></strong></p>
<p>                                              Luísa Ducla Soares</p>
<p> </p>
<p>Casei um cigarro<br />
com uma cigarra,<br />
fizeram os dois<br />
tremenda algazarra<br />
porque o cigarro<br />
não sabe cantar<br />
e a cigarra<br />
detesta fumar.</p>
<p>Não digam que errei<br />
(mania antipática!)<br />
só cumpri a lei<br />
que manda a gramática.</p>
<p> </p>
<p>Em: <strong><em>Poemas da Mentira e da Verdade,</em></strong> Livros Horizonte, 1999.</p>
<p><em>&#8212;</em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/luisa_ducla_soares.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5740" title="luisa_ducla_soares" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/luisa_ducla_soares.gif" alt="luisa_ducla_soares" width="192" height="237" /></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p>Luísa Ducla Soares (Lisboa, 1939) escritora, tradutora, consultora literária e jornalista.  Mais recentemente sua produção  é dedicada ao público infanto-juvenil.  Formada em Filologia Germânica.</p>
<p> </p>
<p>Obras:</p>
<p> </p>
<p><em>Contrato</em> (Poesia), 1970</p>
<p><em>A História da Papoila</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1972 ; 1977</p>
<p><em>Maria Papoila,</em> prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977</p>
<p><em>O Dr. Lauro e o Dinossauro</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1988</p>
<p><em>Urso e a Formiga</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002</p>
<p><em>O Soldado João</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002</p>
<p><em>O Ratinho Marinheiro</em> (Poesia para a infância), 1973 ; 2001</p>
<p><em>O Gato e o Rato</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977</p>
<p><em>Oito Histórias Infantis</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1975</p>
<p><em>O Meio Galo e Outras Histórias</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1976 ; 2001</p>
<p><em>AEIOU, História das Cinco Vogais</em>, (prosa) (Infanto-juvenil), 1980 ; 1999</p>
<p><em>O Rapaz Magro, a Rapariga Gorda</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1980 ; 1984</p>
<p><em>Histórias de Bichos</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1981</p>
<p><em>O Menino e a Nuvem</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1981</p>
<p><em>Três Histórias do Futuro</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1982</p>
<p><em>O Dragão</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 2002</p>
<p><em>O Rapaz do Nariz Comprido</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 1984</p>
<p><em>O Sultão Solimão e o Criado Maldonado</em> (Poesia para a infância), 1982</p>
<p><em>Poemas da Mentira&#8230; e da Verdade </em>(Poesia para a infância), 1983 ; 1999</p>
<p><em>O Homem das Barbas</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1984</p>
<p><em>O Senhor Forte</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1984</p>
<p><em>A Princesa da Chuva</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1984</p>
<p><em>O Homem alto, a Mulher baixinha</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1984</p>
<p><em>De Que São Feitos os Sonhos: A Antologia Diferente</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 1994</p>
<p><em>O Senhor Pouca Sorte</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1985</p>
<p><em>A Menina Boa</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1985</p>
<p><em>A Menina Branca, o Rapaz Preto</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1985</p>
<p><em>6 Histórias de Encantar</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 2003</p>
<p><em>A Vassoura Mágica</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1986 ; 2001</p>
<p><em>O Fantasma</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1987</p>
<p><em>A Menina Verde</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1987</p>
<p><em>Versos de Animais</em> (Antologia de Literatura Tradicional), 1988</p>
<p><em>Destrava Línguas</em> (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997</p>
<p><em>Crime no Expresso do Tempo,</em> prosa (Infanto-juvenil), 1988 ; 1999</p>
<p><em>Lenga-Lengas</em> (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997</p>
<p><em>O Disco Voador</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1989 ; 1990</p>
<p><em>Adivinha, Adivinha: 150 adivinhas populares</em> (Antologia de Literatura Tradicional), 1991 ; 2001</p>
<p><em>É Preciso Crescer</em>, ( infanto- juvenil (1992</p>
<p><em>A Nau Catrineta</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1992</p>
<p><em>À Roda dos Livros: Literatura Infantil e Juvenil</em> (Divulgação), 1993</p>
<p><em>Diário de Sofia &#38; Cia aos Quinze Anos</em>(Infanto-juvenil), 1994 ; 2001</p>
<p><em>Os Ovos Misteriosos</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1994 ; 2002</p>
<p><em>O Rapaz e o Robô</em>, prosa (Infanto-juvenil), 1995 ; 2002</p>
<p><em>S. O. S.: Animais em Perigo</em>!&#8230;, prosa (Infanto-juvenil), 1996</p>
<p><em>O Casamento da Gata</em>, poesia (Infanto-juvenil), 1997 ; 2001</p>
<p><em>Vamos descobrir as bibliotecas</em> (Divulgação), 1998</p>
<p><em>Vou Ali e Já Volto,</em> prosa (Infanto-juvenil), 1999</p>
<p><em>Arca de Noé</em>, poesia (Infanto-juvenil), 1999</p>
<p><em>A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca</em> (Poesia para a infância), 1999 ; 2000</p>
<p><em>ABC,</em> poesia (Infanto-juvenil), 1999 ; 2001</p>
<p><em>25 </em>(Poesia para a infância), 1999</p>
<p><em>Seis Contos de Eça de Queirós </em>(Contos), 2000 ; 2002</p>
<p><em>Com Eça de Queirós nos Olivais no ano 2000</em> (Divulgação), 2000</p>
<p><em>Com Eça de Queirós à roda do Chiado</em> (Divulgação), 2000</p>
<p><em>Mãe, Querida Mãe! Como é a Tua?,</em> prosa (Infanto-juvenil), 2000 ; 2003</p>
<p><em>Lisboa de José Rodrigues Miguéis</em> (Divulgação), 2001</p>
<p><em>Roteiro de José Rodrigues Miguéis: do Castelo ao Camões</em> (Divulgação), 2001</p>
<p><em>A flauta</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2001</p>
<p><em>Uns óculos para a Rita</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2001</p>
<p><em>Todos no Sofá</em>, poesia (Infanto-juvenil), 2001</p>
<p><em>1, 2, 3,</em> poesia (Infanto-juvenil), 2001 ; 2003</p>
<p><em>Alhos e Bugalhos</em> (Divulgação), 2001</p>
<p><em>Meu bichinho, meu amor,</em> prosa (Infanto-juvenil), 2002</p>
<p><em>Cores</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2002</p>
<p><em>Gente Gira</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2002</p>
<p><em>Tudo ao Contrário</em>!, prosa (Infanto-juvenil), 2002</p>
<p><em>Viagens de Gulliver</em>, adaptação livre (Teatro para a infância), 2002</p>
<p><em>O Rapaz que vivia na Televisão</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2002</p>
<p><em>Contrários,</em> poesia (Infanto-juvenil), 2003</p>
<p><em>Quem está aí?,</em> prosa (Infanto-juvenil), 2003</p>
<p><em>A Cavalo no Tempo</em>, poesia (Infanto-juvenil), 2003</p>
<p><em>Pai, Querido Pai! Como é o Teu?</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2003</p>
<p><em>A Carochinha e o João Ratão</em>, poesia (Infanto-juvenil), 2003</p>
<p><em>Se os Bichos se vestissem como Gente</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2004</p>
<p><em>A festa de anos</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2004</p>
<p><em>Contos para rir</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2004</p>
<p><em>Abecedário maluco</em>, poesia (Infanto-juvenil), 2004</p>
<p><em>Histórias de dedos</em>, prosa (Infanto-juvenil), 2005</p>
<p><em>A Cidade dos Cães e outras histórias</em>, prosa ( Infanto- juvenil ), 2005</p>
<p><em>Há sempre uma estrela no Natal</em>, contos ( Infanto-juvenil ) Civilização,2006</p>
<p><em>Doutor Lauro e o dinossauro</em>, prosa (Infanto-Juvenil), 2.ª ed, Livros Horizonte, 2007</p>
<p><em>Mais lengalengas</em> (recolhas ),Livros Horizonte,2007</p>
<p><em>Desejos de Natal</em> (Infanto-juvenil ), Civilização,2007</p>
<p><em>A fada palavrinha e o gigante das bibliotecas</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil : escovar os dentes]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/26/quadrinha-infantil-escovar-os-dentes/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 21:35:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/26/quadrinha-infantil-escovar-os-dentes/</guid>
<description><![CDATA[  Para conservar os dentes, Sempre em boas condições, Não se esqueça de escová-los Logo após as refe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/escovando-os-dentes-2.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5722" title="escovando os dentes, 2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/escovando-os-dentes-2.gif" alt="escovando os dentes, 2" width="376" height="400" /></a></p>
<p> </p>
<p>Para conservar os dentes,</p>
<p>Sempre em boas condições,</p>
<p>Não se esqueça de escová-los</p>
<p>Logo após as refeições.</p>
<p> </p>
<p>(Walter Nieble de Freitas)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha para uso escolar: colibri]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/25/quadrinha-para-uso-escolar-colibri/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/25/quadrinha-para-uso-escolar-colibri/</guid>
<description><![CDATA[  Bailando pelo vergel, a declarar seus amores, tendo as ramas por dossel, o colibri beija as flores]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/colibri-2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/colibri-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5025" title="colibri 1" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/colibri-1.jpg" alt="colibri 1" width="510" height="426" /></a></p>
<p> </p>
<p>Bailando pelo vergel,</p>
<p>a declarar seus amores,</p>
<p>tendo as ramas por dossel,</p>
<p>o colibri beija as flores.</p>
<p> </p>
<p>(Heráclito de Oliveira Menezes)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Sapo, poema infantil de Ferreira Gullar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/24/o-sapo-poema-infantil-de-ferreira-gullar/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 00:08:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/24/o-sapo-poema-infantil-de-ferreira-gullar/</guid>
<description><![CDATA[    O SAPO                              Ferreira Gullar   Aqui estou eu: o  Sapo, Bom de pulo e bom ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/sapos-no-lago.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5532" title="sapos no lago" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/sapos-no-lago.jpg" alt="sapos no lago" width="510" height="357" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><strong><em>O SAPO</em></strong></p>
<p>                             Ferreira Gullar</p>
<p> </p>
<p>Aqui estou eu: o  Sapo,</p>
<p>Bom de pulo e bom de papo.</p>
<p> </p>
<p>Falo mais que João do Pulo,</p>
<p>Pulo mais que João do Papo.</p>
<p> </p>
<p>Por cautela, falo pouco,</p>
<p>Pra evitar de ficar rouco.</p>
<p> </p>
<p>Mas, na verdade, coaxo.</p>
<p>Sou quem toca o contra-baixo</p>
<p> </p>
<p>em nossa orquestra de sapos,</p>
<p>pois com os sons de nossos papos</p>
<p> </p>
<p>fazemos nosso concerto:</p>
<p>um som fechado, outro aberto,</p>
<p> </p>
<p>um que parece trombone,</p>
<p>outro flauta ou xilofone.</p>
<p> </p>
<p>Tocamos em qualquer festa.</p>
<p>O nosso e-mail é &#60;orquestra</p>
<p>@sapos. com. floresta&#62;.</p>
<p> </p>
<p>&#8212;</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/ferreira_gullar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5534" title="ferreira_gullar" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/ferreira_gullar.jpg" alt="ferreira_gullar" width="193" height="259" /></a></p>
<p> </p>
<p><strong>Ferreira Gullar</strong> (José Ribamar Ferreira) Pseudônimo:  Ferreira Gullar, nasceu no dia 10 de setembro de 1930, na cidade de São Luiz, capital do Maranhão,</p>
<p> </p>
<p>Obras: </p>
<p>A Estranha vida banal,1989  </p>
<p>A Luta corporal, 1954  </p>
<p>A Luta corporal e novos poemas, 1966  </p>
<p>A Saída? Onde fica a saída? ,1967  </p>
<p>Antologia poética, 1977</p>
<p>Antonio Henrique Amaral &#8211; paintings  1978  </p>
<p>Argumentação contra a morte da arte  1993  </p>
<p>Arte brasileira hoje, 1973  </p>
<p>As Melhores crônicas de Ferreira Gullar, 2005  </p>
<p>As Mil e uma noites  2000  </p>
<p>Augusto dos Anjos ou Morte e vida nordestina  1976  </p>
<p>Barulhos, 1980-1987  1987  </p>
<p>Cidades inventadas  1997  </p>
<p>Crime na flora, ou, ordem e progresso  1986  </p>
<p>Cultura posta em questão  1965  </p>
<p>Dentro da noite veloz  1975  </p>
<p>Dr. Getúlio, sua vida e sua obra  1968  </p>
<p>Etapas da arte contemporânea  1985  </p>
<p>Ferreira Gullar  1980  </p>
<p>Gramacão  1996  </p>
<p>Indagações de hoje  1989  </p>
<p>João Boa-Morte, cabra marcado para morrer  1962  </p>
<p>Lygia Clark  1980  </p>
<p>Muitas vozes  1999  </p>
<p>Na vertigem do dia  1980  </p>
<p>Nise da Silveira  1996  </p>
<p>O Formigueiro  1991  </p>
<p>O Menino e o arco-íris  2001  </p>
<p>O Meu e o Seu &#8211; Antonio Henrique Amaral  XX d  </p>
<p>O Touro encantado  2003  </p>
<p>Os Melhores Poemas de Ferreira Gullar  1983  </p>
<p>Poema sujo  1976  </p>
<p>Poemas  1958  </p>
<p>Poemas escolhidos  1983  </p>
<p>Poesias  1982  </p>
<p>Por você por mim  1968  </p>
<p>Quem matou Aparecida?  1962  </p>
<p>Rabo de foguete    </p>
<p>Relâmpagos : (dizer o ver)  2003  </p>
<p>Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come  1966  </p>
<p>Sobre arte  1982  </p>
<p>Teoria do não objeto  1959  </p>
<p>Toda Poesia  1981  </p>
<p>Um Gato chamado gatinho  2000  </p>
<p>Um pouco acima do chão  1949  </p>
<p>Um Rubi no umbigo  1978  </p>
<p>Uma Luz do chão  1978  </p>
<p>Uma Tentativa de compreensão  1977  </p>
<p>Vanguarda e subdesenvolvimento  1969</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primavera, quadrinha]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/primavera-quadrinha-2/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 18:40:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/primavera-quadrinha-2/</guid>
<description><![CDATA[  Ilustração, David Zolan.     A Primavera explodiu em folhas e cores novas! Quem fez tudo ninguém v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/jardim-na-primavera.jpg"></a></p>
<p> <a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/jardineira-donald-zolan.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5587" title="jardineira, donald zolan" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/jardineira-donald-zolan.jpg" alt="jardineira, donald zolan" width="510" height="385" /></a></p>
<p><strong><em>Ilustração, David Zolan.</em></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A Primavera explodiu<br />
em folhas e cores novas!<br />
Quem fez tudo ninguém viu                      <br />
mas as flores são as provas&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primavera!  -- quadrinha]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/primavera-quadrinha/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 15:28:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/22/primavera-quadrinha/</guid>
<description><![CDATA[  Ilustração, Carolyn Haywood, 1933.     A Primavera vigora com seus poderes de cores, abrindo as se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/jardinagem-cg-1933-carolynn-haywood.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5584" title="jardinagem, cg 1933, carolynn Haywood" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/jardinagem-cg-1933-carolynn-haywood.jpg" alt="jardinagem, cg 1933, carolynn Haywood" width="510" height="544" /></a></p>
<p><strong><em>Ilustração, Carolyn Haywood, 1933.</em></strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A Primavera vigora</p>
<p>com seus poderes de cores,</p>
<p>abrindo as sessões da aurora</p>
<p>numa assembléia de flores.</p>
<p> </p>
<p>(Augusto Astério de Campos)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha sobre a semente para uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/21/quadrinha-sobre-a-semente-para-uso-escolar/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:40:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/21/quadrinha-sobre-a-semente-para-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[  A mão de Deus, sabiamente, pôs, com grandeza incontida, na pequenina semente, todo o mistério da v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/plantando2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5574" title="plantando2" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/plantando2.jpg" alt="plantando2" width="510" height="617" /></a></p>
<p> </p>
<p>A mão de Deus, sabiamente,</p>
<p>pôs, com grandeza incontida,</p>
<p>na pequenina semente,</p>
<p>todo o mistério da vida.</p>
<p> </p>
<p>(Chagas Fonseca)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre a árvore, para o dia da árvore!]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/14/quadrinha-infantil-sobre-a-arvore-para-o-dia-da-arvore/</link>
<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 13:46:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/14/quadrinha-infantil-sobre-a-arvore-para-o-dia-da-arvore/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração, Maurício de Sousa.   Quanta lição de bondade muita árvore contém; dando sombra a toda ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/arvore-com-frutos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5428" title="arvore com frutos" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/arvore-com-frutos.jpg" alt="arvore com frutos" width="510" height="564" /></a><em><strong>Ilustração, Maurício de Sousa</strong></em>.</p>
<p> </p>
<p>Quanta lição de bondade</p>
<p>muita árvore contém;</p>
<p>dando sombra a toda gente,</p>
<p>não nega fruto a ninguém.</p>
<p> </p>
<p>(Geraldo Costa Alves)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre a família]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/10/quadrinha-infantil-sobre-familia/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 02:23:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/10/quadrinha-infantil-sobre-familia/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração, Maurício de Sousa.     Não julgues uma família por um de seus membros, não! &#8211;  Vê ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/familia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5415" title="família" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/familia.jpg" alt="família" width="510" height="371" /></a></p>
<p><strong><em>Ilustração, Maurício de Sousa</em></strong>.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Não julgues uma família</p>
<p>por um de seus membros, não!</p>
<p>&#8211;  Vê como são diferentes</p>
<p>os cinco dedos da mão!&#8230;</p>
<p> </p>
<p>(Michel Antônio)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil pela Semana da Pátria]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/06/quadrinha-infantil-pela-semana-da-patria/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 18:01:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/09/06/quadrinha-infantil-pela-semana-da-patria/</guid>
<description><![CDATA[Ilustração: Ziraldo   A Pátria, meus coleguinhas, É o recanto onde nascemos; É a família, o Lar, a E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/independencia-menino-maluquinho.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5355" title="independencia menino maluquinho" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/09/independencia-menino-maluquinho.jpg" alt="independencia menino maluquinho" width="400" height="400" /></a></p>
<p>Ilustração: Ziraldo</p>
<p> </p>
<p>A Pátria, meus coleguinhas,</p>
<p>É o recanto onde nascemos;</p>
<p>É a família, o Lar, a Escola&#8230;</p>
<p>É a Terra onde vivemos!</p>
<p> </p>
<p>(Walter Nieble de Freitas)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil sobre guardar segredos, uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/31/quadrinha-infantil-sobre-guardar-segredos-uso-escolar/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 02:40:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/31/quadrinha-infantil-sobre-guardar-segredos-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[  O teu segredo famoso eu bem o sei, direitinho&#8230; chegou depressa, ditoso, nas asas de um passa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/passarinho-4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5039" title="passarinho 4" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/passarinho-4.jpg" alt="passarinho 4" width="358" height="699" /></a></p>
<p> </p>
<p>O teu segredo famoso</p>
<p>eu bem o sei, direitinho&#8230;</p>
<p>chegou depressa, ditoso,</p>
<p>nas asas de um passarinho.</p>
<p> </p>
<p>(Luiz Pereira de Faro)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma anedota da vida de D. Pedro I, pelas comemorações da Independência]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/27/uma-anedota-da-vida-de-d-pedro-i-pelas-comemoracoes-da-independencia/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:27:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/27/uma-anedota-da-vida-de-d-pedro-i-pelas-comemoracoes-da-independencia/</guid>
<description><![CDATA[    &#8220;D. Pedro, como príncipe, recebia muito pouco dinheiro.  A sua pensão era ridícula: um con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/cavalos-brincando.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5245" title="cavalos brincando" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/cavalos-brincando.jpg" alt="cavalos brincando" width="510" height="792" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><em><span style="color:#333300;">&#8220;D. Pedro, como príncipe, recebia muito pouco dinheiro.  A sua pensão era ridícula: um conto de réis! E não havia força de D. João sair daquilo.  O rei era um sovina tremendo.   D. Pedro, temperamento de irrefletido,  inteiramente oposto ao do pai, gastava às mãos cheias,  estouradamente, esbanjadamente.  Por isso mesmo, enquanto príncipe, D. Pedro viveu em aperturas desesperadas.  Mais duma vez, nos seus apuros, o herdeiro do trono recorreu a empréstimos envergonhantes.  <strong>O Pilotinho</strong>, bodegueiro da Rua dos Borbonos,  forneceu-lhe certa ocasição, doze contos de réis.   Manuel José Sarmento, pessoa pacata,  antigo oficial da secretaria, socorreu-o muitíssimas vezes com quantias fortes.  Ora, diante da usura do pai, para sair daquela situação humilhante de empréstimos e mais empréstimos, o príncipe tomou uma resolução heróica: resolveu ganhar dinheiro!  Resolveu ganhar dinheiro a todo o transe, de qualquer jeito, desse no que desse.   E que é que engendrou aquela cabeça de vento?  Apenas isto:  fazer uma sociedade mercantil com o Plácido.  [ Plácido Imaginar e executar foi um pronto.   Apalavraram logo o contrato.  E ambos, unindo os seus destinos, meteram-se a negociar.   Um príncipe, o herdeiro do trono,  a negociar de parceria com o seu barbeiro!  Imaginai um pouco&#8230;  E negociar em quê:  Na única coisa de que D. Pedro realmente entendia: compra e venda de animais.,,</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">A sociedade principiou a funcionar sem demora.  D. Pedro, em companhia do Plácido, ia quase toda manhã ver as tropas que chegavam.   Escolhia, num relance, os animais mais belos.  Um golpe de vista espantoso!  Apartava-os, pagava-os, mandava-os para as cavalariças do Paço.  Diziam os tropeiros que “o moço tinha faro: enxergava logo a flor da manada&#8230;”</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">Depois, na cidade, a engrenagem do negócio era das mais simples.  Uns dias de trato, os animais engordavam, o pelo reluzia.   O Plácido saía então em busca dos compradores.   Uma facilidade.  Bastava dizer a um daqueles fidalgotes endinheirados:</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">&#8211; O príncipe resolveu vender um belo animal.  Belíssimo animal!  É um dos mais soberbos das cavalariças do Paço.  Por que Vossa Mercê não aproveita a ocasião?</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">O homem não titubeava.  Corria ao Paço, via o cavalo, achava-o perfeito, comprava por qualquer preço.  E saía honradíssimo, cheio de orgulho, a esparramar pela corte que adquirira um “cavalo das cavalarias reais&#8230;”</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">A sociedade, evidentemente, começou a prosperar.  Os dois parceiros puseram-se a ganhar dinheiro à vontade.  Dinheiro a rodo.  D. Pedro andava contentíssimo!  O negócio era dos melhores, dos mais certos.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">&#8211; Um negocião da China, como dizia alvoroçadamente o príncipe ao barbeiro; um negociação da China!  E dizer que até hoje ninguém ainda teve essa idéia!</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">Mas, um dia, por fatalidade, aquela história foi parar aos ouvidos do rei.  D. João VI branqueou.  Nunca, na sua vida, o pobre monarca enfureceu tanto!  Aquela leviandade do príncipe revirou-lhe os nervos.  Sacudiu-o.  Mandou chamar imediatamente o filho. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">D. Pedro, ao entrar, deparou com o pai de pé, revolucionado, o cenho torvamente cerrado.  O rei tinha na mão sua grossa bengala de castão de ouro.  E numa fúria, espumejando:</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">&#8211;  Então seu grandíssimo canalha, vosmecê a negociar em animais?  E a negociar em parceria com o Plácido, o barbeiro?  Pois, vosmecê, o herdeiro do trono, não tem vergonha nessa cara?  O que eu deveria fazer, seu cachorro, era quebrar-lhe a cara com essa bengala?  Quebrar-lhe a cara, ouviu? </span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">E erguia a bengala no ar, e bramia, e descompunha, e gaguejava de cólera.  D. Pedro não negou.  Confessou tudo com firmeza.  D. João mandou buscar o Plácido.  E ali mesmo:</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">&#8211; Você,  de hoje em diante, está proibido de se meter em qualquer negócio com o príncipe.  A sociedade está liquidada.  Lucro, se houve, que fique com você.  Não admito que meu filho toque num real dessa patifaria.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">E desfez a sociedade.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#333300;">Está claro que havia muitíssimo lucro no negócio.  E o Plácido, o felizardo, ficou-se com aquele dinheirão todo.  Principiou desde aí, com esse capital, a prosperar na vida.  Ficou riquíssimo.  Terminou numa das mais grandiosas fortunas do Primeiro Império.”</span></em></p>
<p> </p>
<p>Em:  <strong><em>As maluquices do imperador</em></strong>, Paulo Setúbal, São Paulo, 1947: Clube do livro., páginas 64-66.</p>
<p> </p>
<p>NOTA DA PEREGRINA:  O amigo de D. Pedro era  Plácido Pereira de Abreu, que mais tarde se casou com a filha do Marquês de Inhambupe. </p>
<p> &#8212;-</p>
<p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/paulo_setubal.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5246" title="paulo_setubal" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/paulo_setubal.gif" alt="paulo_setubal" width="160" height="200" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Paulo Setúbal</strong> de Oliveira, ( Tatuí, SP 1893 &#8212; SP, SP, 1937) advogado, jornalista, ensaísta, poeta e romancista. Formou-se em Direito em 1914.  Trabalhou como colaborador do jornal <strong><em>O Estado de São Paulo</em></strong>. Foi eleito deputado estadual (1928 / 1930), renunciou ao mandato por problemas de saúde. Em 06 de dezembro de 1934 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras</p>
<p> </p>
<p>Obras:</p>
<p> </p>
<p><em>Alma cabocla</em>, poesia (1920);</p>
<p><em>A marquesa de Santos</em>, romance-histórico 1925</p>
<p><em>O príncipe de Nassau</em>, romance histórico, 1926</p>
<p><em>Um sarau no pátio de São Cristóvão</em>, teatro,<em> </em> 1926</p>
<p><em>As maluquices do Imperador</em>, contos-históricos, 1927</p>
<p><em>A bandeira de Fernão Dias</em>, contos-históricos, 1928</p>
<p><em>Nos bastidores da história</em>, contos, 1928</p>
<p><em>O ouro de Cuiabá</em>, história, 1933</p>
<p><em>Os irmãos Leme</em>, romance, 1933</p>
<p><em>El-dorado</em>, história, 1934</p>
<p><em>O romance da prata</em>, história, 1935</p>
<p><em>O sonho das esmeraldas</em>, romance, 1935</p>
<p><em>A fé na formação da nacionalidade</em>, ensaio, 1936</p>
<p><em>Confíteor,</em> memórias, 1937</p>
<p><em>Ensaios históricos</em> (obra póstuma)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha infantil pelo dia da Independência]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/26/quadrinha-infantil-pelo-dia-da-independencia/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 12:15:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/26/quadrinha-infantil-pelo-dia-da-independencia/</guid>
<description><![CDATA[      Foi o Príncipe D. Pedro Altivo, forte e leal, Quem tornou independente A nossa Terra Natal!   ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/independencia-combo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5229" title="independencia combo" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/independencia-combo.jpg" alt="independencia combo" width="363" height="289" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Foi o Príncipe D. Pedro</p>
<p>Altivo, forte e leal,</p>
<p>Quem tornou independente</p>
<p>A nossa Terra Natal!</p>
<p> </p>
<p>(Walter Nieble de Freitas)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Romance ingênuo de duas linhas paralelas - José Fanha -- para crianças, jovens e adolescentes ]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/22/romance-ingenuo-de-duas-linhas-paralelas-jose-fanha-para-criancas-jovens-e-adolescentes/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 18:19:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
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<description><![CDATA[***   Romance ingênuo de duas linhas paralelas                                                      ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/linha-paralelas.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-5105" title="linha paralelas" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/linha-paralelas.gif" alt="linha paralelas" width="510" height="302" /></a></p>
<p><span style="color:#3366ff;">***</span></p>
<p> </p>
<p><strong>Romance ingênuo de duas linhas paralelas </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>                                                               </strong>José Fanha</p>
<p> </p>
<p>Duas linhas paralelas</p>
<p>Muito paralelamente</p>
<p>Iam passando entre estrelas</p>
<p>Fazendo o que estava escrito:</p>
<p>Caminhando eternamente de infinito a infinito</p>
<p>Seguiam-se passo a passo</p>
<p>Exactas e sempre a par</p>
<p>Pois só num ponto do espaço</p>
<p>Que ninguém sabe onde é</p>
<p>Se podiam encontrar</p>
<p>Falar e tomar café.</p>
<p>Mas farta de andar sozinha</p>
<p>Uma delas certo dia</p>
<p>Voltou-se para a outra linha</p>
<p>Sorriu-lhe e disse-lhe assim:</p>
<p>&#8220;Deixa lá a geometria</p>
<p>E anda aqui para o pé de mim&#8230;!</p>
<p>Diz a outra: &#8220;Nem pensar!</p>
<p>Mas que falta de respeito!</p>
<p>Se quisermos lá chegar</p>
<p>Temos de ir devagarinho</p>
<p>Andando sempre a direito</p>
<p>Cada qual no seu caminho!&#8221;</p>
<p>Não se dando por achada</p>
<p>Fica na sua a primeira</p>
<p>E sorrindo amalandrada</p>
<p>Pela calada, sem um grito</p>
<p>Deita a mãozinha matreira</p>
<p>Puxa para si o infinito.</p>
<p>E com ele ali à frente</p>
<p>As duas a murmurar</p>
<p>Olharam-se docemente</p>
<p>E sem fazerem perguntas</p>
<p>Puseram-se a namorar</p>
<p>Seguiram as duas juntas.</p>
<p>Assim nestas poucas linhas</p>
<p>Fica uma estória banal</p>
<p>Com linhas e entrelinhas</p>
<p>E uma moral convergente:</p>
<p>O infinito afinal</p>
<p>Fica aqui ao pé da gente.</p>
<p> </p>
<p>&#8211;</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/fanha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5106" title="fanha" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/fanha.jpg" alt="fanha" width="216" height="298" /></a></p>
<p style="text-align:center;">José Fanha</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p><strong>José Fanha</strong> (Portugal, 1951) Formado em arquitetura é hoje professor do ensino médio e trabalha também para a televisão e o cinema.  Poeta, declamador, autor de letras para canções e de histórias para crianças, autor de textos para televisão, para rádio e para teatro e, também pintor nos tempos livres.</p>
<p>Obras:</p>
<p><em>Eu sou português aqui</em></p>
<p><em>Breve tratado das coisas da arte e do amor</em></p>
<p><em>A porta</em></p>
<p><em>Elogio dos peixes, das pedras e dos simples</em></p>
<p><em>Alex Ponto Com &#8211; Uma aventura virtual</em></p>
<p><em>Diário Inventado de Um Menino Já Crescido</em></p>
<p><em>Os Novos Mistérios de Sintra</em> de Rosa Lobato de Faria, Mário Zambujal, Luísa Beltrão, José Jorge Letria, José Fanha, João Aguiar, Alice Vieira</p>
<p><em>O Dia em Que o Mar Desapareceu</em></p>
<p><em>Poemas da Natureza</em> + CD-Áudio</p>
<p><em>Abril 30 Anos Trinta</em></p>
<p><em>De Palavra em Punho</em></p>
<p><em>Cem Poemas Portugueses do Adeus e da Saudade</em> de José Jorge Letria, José Fanha</p>
<p><em>Tempo Azul</em></p>
<p><em>Poemas Com Animais</em></p>
<p><em>Cantigas e Cânticos</em></p>
<p><em>Baal</em></p>
<p><em>Cem Poemas Portugueses Sobre a Infância </em>de José Jorge Letria, José Fanha</p>
<p><em>Cem Poemas Portugueses Sobre Portugal e o Mar</em> de José Jorge Letria, José Fanha</p>
<p><em>O Código D&#8217;Avintes</em> de Rosa Lobato de Faria, Mário Zambujal, Luísa Beltrão, José Jorge Letria, José Fanha, João Aguiar, Alice Vieira</p>
<p>&#8212;</p>
<p><span style="color:#3366ff;">***  NOTA:  Acredite, na ilustração inicial deste poema só há quadrados perfeitos e linhas paralelas.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quadrinha sobre a palavra, uso escolar]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/19/quadrinha-sobre-a-palavra-uso-escolar/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 23:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/19/quadrinha-sobre-a-palavra-uso-escolar/</guid>
<description><![CDATA[  A palavra é tão sublime, tem tamanha divindade, que deveria ser crime usá-la contra a verdade.   (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/palavrinhas-magicas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5035" title="palavrinhas magicas" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/palavrinhas-magicas.jpg" alt="palavrinhas magicas" width="509" height="587" /></a></p>
<p> </p>
<p>A palavra é tão sublime,</p>
<p>tem tamanha divindade,</p>
<p>que deveria ser crime</p>
<p>usá-la contra a verdade.</p>
<p> </p>
<p>(Luiz Evandro Inocêncio)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
