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	<title>leitura &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/leitura/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "leitura"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:56:10 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Fontes Confidenciais: poderosa (e perigosa) ferramenta jornalística ]]></title>
<link>http://telemultimidia.wordpress.com/2009/11/30/fontes-confidenciais-poderosa-e-perigosa-ferramenta-jornalistica/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:44:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clara Torres</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fontes Confidenciais: Quem, quando e Por que? O Poynter dá algumas dicas de critérios que você deve ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><a href="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/062008coletoon.jpg"><img class="aligncenter" src="http://i235.photobucket.com/albums/ee283/claratorres/062008coletoon.jpg" alt="" width="420" height="288" /></a></h4>
<h4><strong><span style="color:#000000;">Fontes Confidenciais: Quem, quando e Por que? O <a href="http://www.poynter.org">Poynter</a> dá algumas dicas de critérios que você deve observar antes de lançar mão deste recurso em reportagens jornalísticas:</span></strong></h4>
<p><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#000000;">Uma reportagem que usa fontes confidenciais deve ter um poderoso      apelo de interesse público..</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Antes de usar uma fonte sem nome, você deve estar convencido de que      não há nenhuma forma de conseguir a informação essencial <span style="text-decoration:underline;">on the record.</span></span></li>
<li><span style="color:#000000;">A fonte sem nome deve ser checável e ter o conhecimento em primeira      mão da história. Mesmo que a fonte não possa ser nomeada, a informação      deve ter comprovação. Se você não tem certeza de que a informação é      verdadeira, admita isto para o público.</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você deve estar disposto a revelar ao público porque a fonte não      pode ser nomeada e o que a sua redação fez para conseguir a informação. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">O que o uso de uma fonte confidencial significa para a exatidão      factual e a autenticidade contextual de sua história?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Esta fonte merece a proteção de sua identidade?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Que obrigações legais você assume com a promessa de não revelar os      nomes das fontes? Se você for processado, está disposta até ser preso para      proteger esta fonte? Se você for processado, esta fonte vai se revelar?      Esta relutância e justificável? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Como leitores/telespectadores/ouvintes avaliariam a mesma      informação se eles soubessem o nome das fontes e as motivações? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">O que você fez para que a fonte entendesse os riscos que corre ao      repassar as informações em questão? </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Se você prometeu proteger a identidade da fonte, está usando as      ferramentas técnicas que garantem essa proteção? E se um advogado intimar      judicialmente o material bruto? Esta pessoa seria identificável a partir      disto?</span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você deve conhecer a política de confidencialidade da sua redação      antes de prometer proteção a suas fontes. </span></li>
<li><span style="color:#000000;">Você pode precisar do      consentimento de um editor ou pode ter que revelar a identidade da fonte      para um supervisor. Sua fonte deve saber se outras pessoas da redação      precisarem saber de sua identidade. </span></li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Plick-plack]]></title>
<link>http://isacruz.wordpress.com/2009/11/29/plick-plack/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:17:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isabela  Cruz</dc:creator>
<guid>http://isacruz.wordpress.com/2009/11/29/plick-plack/</guid>
<description><![CDATA[Minha vida tem passado correndo. O ano já acabou, e já fiquei em fisica e sociologia. To tendo ensai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Minha vida tem passado correndo. O ano já acabou, e já fiquei em fisica e sociologia. To tendo ensaio geral a semana toda, e tenho apresentação domingo. Ando lendo O morro dos ventos uivantes. Hoje fui fazer o vestibular da UVA. Meu teclado tá zoado. Fazem quase 2 semanas que não entro na net. To usando o <a href="http://www.skoob.com.br/usuario/mostrar/42823">Skoob</a>. Tirei fotos com as roupas do Ballet/ Jazz/Tap. To feliz. Fui a praia. Fui ao cinema ver Lua nova duas vezes. Quero ver 2012. Tirei a Jéssica no amigo oculto do Ballet. To quebrada, sem um tostão furado MESMO. To feliz. To vivendo. To aprendendo. To amando viver. Mas não to amando ninguém. A fazenda 2 tá uma bosta. A prof do curso de ingles me ofereceu um estágio não remunerado. To me sentindo viva. Amo meus amigos Pri e Marllon. Adoro o Gui. Mudei pro novo orkut. Meu quarto tá uma lixeira total. A casa também. Fui a casa do Marllon fazer trabalho e fiquei com o Patrick&#8230;Foi bom !<br />
Tudo necessariamente não está em ordem.<br />
Como disse amanhã tem apresentação então&#8230; Muita MERDA pra mim !!!!</p>
<p>xoxo </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mexidinho.]]></title>
<link>http://sindromedealice.wordpress.com/2009/11/28/mexidinho/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 23:30:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alice or The Babylonian Whore</dc:creator>
<guid>http://sindromedealice.wordpress.com/2009/11/28/mexidinho/</guid>
<description><![CDATA[Então, estou para contar que há tempos só tenho usado farinha de mandioca (pra fazer farofa-fá!) com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">Então, estou para contar que há tempos só tenho usado farinha de mandioca (pra fazer farofa-fá!) como areia pra Aretha.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">Primeiro, foi por curiosidade, juro! Tinha um pouco de areia, era domingo e não havia onde comprar mais areia. Olhei para o saco de farinha, ele me olhou e lembrei de tantos relatos lidos em comunidades de donos de gato no kuty. Não poderia ser muito traumático para a Aretha ou para mim e se fosse, o transtorno só seria até o dia seguinte.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">Então joguei um pacote inteiro na caixa de areia dela. Logo na primeira vez que limpei, observei que o odor diminuíra consideravelmente, além da papa de urina+areia ser agora um torrãozinho empanadinho, durinho e consistente. achei interessante e prossegui o experimento. Continuei experimentando até a mistura de areia+farinha acabar. Então coloquei farinha pura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">Que dizer&#8230;. nada mais de cheiro, papas ou coisas do tipo. Os torrões de urina ficam perfeitos, NÃO há o MENOR vestígio de cheiro&#8230; E rende muito mais do que a areia. Um quilo de farinha (lembrando que eu so tenho a Aretha) pode durar uns 8 dias. Vai um quilo de areia fazer o mesmo&#8230; era brincando 3/4 do pacote de 4kg para 8 dias</span>.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">***</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;">Estou imersa em minhas próprias lutas e nesse meio tempo amadureci mais, fiquei mais egoísta também. Quer dizer, você ser generosa e boa é uma coisa, as pessoas se passarem por amigas para se beneficiarem é outra. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;">Então passei a ponderar mais minhas decisões, porque o que tem de gente abusada por aí&#8230;</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">***</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff9900;">Meio que obrigada por uma amiga de trabalho, estou lendo  <strong>Crepúsculo</strong>. E para minha decepção (mas&#8230; <em>Galvão, eu já sabia!</em>) o livro em si é fraco e para quem já jogou RPG Vampire as situações são MUITO repetitivas e carecem de criatividade&#8230; ou mesmo ineditismo. Sobre o romance além do RPG, né por nada não? Meyers, não se ofenda, mas eu <em>iscrevo miór qui ocê</em>.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff00ff;"><em>Beyjo, desliga.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Granted!]]></title>
<link>http://amoraes.wordpress.com/2009/11/28/granted/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 12:54:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>amoraes</dc:creator>
<guid>http://amoraes.wordpress.com/2009/11/28/granted/</guid>
<description><![CDATA[tio Steve fez de novo. na coluna desta semana o bom velhinho vai f-u-n-d-o  nas possiblidades quase ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>tio Steve fez de novo.</p>
<p>na <a href="http://www.comicbookresources.com/?page=article&#38;id=23855">coluna </a>desta semana o bom velhinho vai f-u-n-d-o  nas possiblidades quase nunca exploradas da graphic novel.</p>
<p>pra ler até o fim e considerar seriamente as informações do mais-que-habilitado crítico e o que seu uso implicaria.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lengalengas]]></title>
<link>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/28/lengalengas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:53:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Mendes</dc:creator>
<guid>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/28/lengalengas/</guid>
<description><![CDATA[Ouve esta lengalenga. Realiza, agora, as actividades deste documento. View this document on Scribd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ouve esta lengalenga.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Nz-23SJ7vKM&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Nz-23SJ7vKM&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Realiza, agora, as actividades deste documento.</p>
<object id="23284468" name="23284468" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%">
<param name="movie" value="http://documents.scribd.com/ScribdViewer.swf?document_id=23284468&access_key=key-25j62ebtywv1unlx2d1f&page=&version=1&auto_size=true&viewMode="><param name="quality" value="high"><param name="play" value="true"><param name="loop" value="true"><param name="scale" value="showall"><param name="wmode" value="opaque"><param name="devicefont" value="false"><param name="bgcolor" value="#ffffff"><param name="menu" value="true"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><param name="salign" value="">
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<div style="font-size:10px;text-align:center;width:100%"><a href="http://www.scribd.com/doc/23284468">View this document on Scribd</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ECOPLANET - Site de Busca é Preto e Verde. Economiza por volta de 20% de Energia do Monitor e Planta uma Árvore a cada 50.000 pesquisas. Você tem idéia do quanto se economiza? Não!? Então leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</guid>
<description><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crianças ]]></title>
<link>http://emersonfialho.wordpress.com/2009/11/28/criancas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:42:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>emersonfialho</dc:creator>
<guid>http://emersonfialho.wordpress.com/2009/11/28/criancas/</guid>
<description><![CDATA[Estudo de vinhetas. Crianças. Técnica: Photoshop. Agradeço a visita e os comentários. Fiquem todos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estudo de vinhetas. Crianças. Técnica: Photoshop. Agradeço a visita e os comentários. Fiquem todos com Deus no coração. Do amigo de sempre, Emerson Fialho.</p>
<p><a href="http://emersonfialho.wordpress.com/files/2009/11/criancas-emerson-fialho-r00.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-741" title="Crianças-Emerson-Fialho-R00" src="http://emersonfialho.wordpress.com/files/2009/11/criancas-emerson-fialho-r00.jpg" alt="" width="500" height="707" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GUIA PARA DESENVOLVER MODELOS DE NEGÓCIOS INOVADORES]]></title>
<link>http://cabecamundo.wordpress.com/2009/11/27/guia-para-desenvolver-modelos-de-negocios-inovadores/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:18:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>leherrera</dc:creator>
<guid>http://cabecamundo.wordpress.com/2009/11/27/guia-para-desenvolver-modelos-de-negocios-inovadores/</guid>
<description><![CDATA[O Business Model Generation: A Handbook for Visionaries, Game Changers, and Challengers é uma espéci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_drGa0fVdAvM/SuhMUXyhu-I/AAAAAAAAAGA/UZqNuNPTkd0/s400/book_cover_transparent.png" alt="" width="400" height="312" /></p>
<p>O <a href="http://www.businessmodelgeneration.com/" target="_self">Business Model Generation: A Handbook for Visionaries, Game Changers, and Challengers</a> é uma espécie de guia para o aperfeiçoamento ou a criação de modelos de negócios inovadores. De fácil leitura e design arrojado, foge do padrão da maioria dos outros guias sobre planos de negócios e empreendedorismo ao oferecer ferramentas práticas para quem está com gás e quer ir logo colocando a mão na massa.</p>
<p>Mas o mais bacana é que o próprio desenvolvimento do produto &#8220;livro&#8221; &#8211; desde sua concepção, desenvolvimento, estratégia de marketing, etc &#8211; segue as recomendações contidas em suas páginas, trazendo o leitor o mais próximo possível do mundo real. Escrito pelo guru dos modelos de negócio <a href="http://www.alexosterwalder.com/" target="_self">Alexander Osterwalder </a>, o Business Model Generation possui nada menos que 400 estrategistas de 45 países como co-autores, que deram suas contribuições por meio de uma comunidade online chamada Business Model Hub. O design inovador coube a agência <a href="http://www.thmvmnt.com/" target="_self">The Moviment</a>, e a publicação inicial foi parcialmente financiada pelas pré-vendas no site <a href="http://issuu.com/" target="_self">Issuu</a>, num ótimo exemplo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Crowd_funding" target="_self">crowd funding</a> no mercado editorial (a publicação é independente!). Que tal, hein?</p>
<p>Considerando a enxurrada de livros de negócios que chega às livrarias todo ano, este leque de inovações parece garantir o sucesso do Business Model Generation frente aos concorrentes. Não deixe de baixar a <a href="http://www.businessmodelgeneration.com/downloads/businessmodelgeneration_preview.pdf" target="_self">versão preview de 72 páginas</a>, vale muito a pena! Boa leitura e boas idéias!</p>
<p>Fonte: <a href="http://springwise.com" target="_self">Springwise</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escuta, Zé Ninguém!]]></title>
<link>http://aconstantrefrain.wordpress.com/2009/11/26/escuta-ze-ninguem/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:56:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>A Constant Refrain</dc:creator>
<guid>http://aconstantrefrain.wordpress.com/2009/11/26/escuta-ze-ninguem/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Chamam-te «Zé Ninguém!», «Homem Comum» e, ao que dizem, começou a tua era, a Era do Homem Com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;</strong><em>Chamam-te «Zé Ninguém!», «Homem Comum» </em><em>e, ao que dizem, começou a tua era, a Era do Homem Comum. Mas não és <strong>tu</strong> que o dizes, Zé Ninguém, são <strong>eles</strong>, os vice-presidentes das grandes nações, os importantes dirigentes do proletariado, os filhos da burguesia arrependidos, os homens de Estado e os filósofos. Dão-te o futuro, mas não te perguntam pelo passado.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em><a href="http://aconstantrefrain.wordpress.com/files/2009/11/escuta_ze_ninguem.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-881" title="escuta_ze_ninguem" src="http://aconstantrefrain.wordpress.com/files/2009/11/escuta_ze_ninguem.jpg?w=182" alt="" width="182" height="300" /></a><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Escuta, Zé Ninguém!&#8221;, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Reich">Wilhelm Reich</a> </strong>é uma chapada da realidade, uma crítica dura mas inteligente para o &#8220;Zé Ninguém&#8221; que cada um tem em si. <strong>Reich</strong> escreveu em 1944 o que ainda hoje em dia, pesa na consciência da humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Um texto num tom bastante arrogante, é certo, e ainda bem que o livro é relativamente pequeno porque apesar de interessante, realista e inteligente, como já disse, se fosse um pouco maior tornaria-se &#8220;muito do mesmo&#8221;. Mas o livro acaba por ter o tamanho exacto e não me aborreceu em nenhuma altura, o que pode ser diferente com outras pessoas na verdade. O contra é que odeio um bocadinho mais a humanidade.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Reich</strong>, foi um psicanalista seguidor de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud">Freud</a></strong> . Bastante polémico e &#8220;perseguido&#8221; devido a obras como &#8220;<strong>A função do orgasmo&#8221;</strong> , acabou por morrer na prisão em 1957.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Cala-te desgraçado. Toda a tua vida é miséria. Não é minha intenção salvar-te, mas hei-de levar esta conversa contigo até ao fim, mesmo que me venhas bater à porta embuçado, pela calada da noite, trazendo nas tuas mãos sangrentas a coda para me enforcar.&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;</em>E se te interrogo, respondes-me: «mas que posso eu fazer?». És assim e não queres ser diferente. Aliás, a mudança arrepia-te e perturba-te a segurança medíocre que cuidadosamente alimentas dia após dia. Meu desgraçado, quem és tu para teres direito a opinião própria? Em casa dás pancada na mulher e nos filhos, na taberna embebedas-te como um porco e ainda te restam forças para conspirares contra mim! Que hei-de fazer, meu grande malandro? Não tens onde cair morto nem vivo. Cultivas a tacanhez, a cobiça e a inveja como um jardineiro planta as ervas daninhas no seu próprio jardim. És assim porque queres, meu grande cão. Enquanto queimas criaturas em fornalhas contínuas a responder-me: «mas que posso eu fazer?». Não percebes, meu aldrabãozeco, que todos os grandes pecados da humanidade começam nos pequenos actos tolos que cometes no teu dia-a-dia!? Sim, Zé Ninguém, tu mesmo, estou a falar contigo. Chamas-me utópico e intelectualzinho de merda enquanto tu vives na miséria, matas a própria esperança e a dos teus filhos e ainda berras «Vivas». Ao sábio chamas larápio e gritas: «Agarra que é judeu, agarra que é preto, agarra que é marroquino». Gritas porque tens medo, meu energúmeno narcísico. Pensas sempre na satisfação dos teus pequeninos prazeres e nunca no bem geral.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><a title="Assinatura de Wilhelm Reich" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:WilhelmReichsignature.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/4f/WilhelmReichsignature.jpg/128px-WilhelmReichsignature.jpg" alt="Assinatura de Wilhelm Reich" width="146" height="27" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de leitura -- Luiz Costa]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/26/imagem-de-leitura-luiz-costa/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:33:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/11/26/imagem-de-leitura-luiz-costa/</guid>
<description><![CDATA[Leitor de jornal, 1983 Luiz Costa ( Brasil, 1955) acrílica sobre eucatex,  65 x 50 cm www.luizcosta.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/luiz-costa-leitor-de-jornal198365x50ase.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6235" title="Luiz Costa, Leitor de jornal,1983,65x50,ase" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/11/luiz-costa-leitor-de-jornal198365x50ase.jpg" alt="" width="450" height="576" /></a><strong><em>Leitor de jornal</em></strong>, 1983</p>
<p>Luiz Costa ( Brasil, 1955)</p>
<p>acrílica sobre eucatex,  65 x 50 cm</p>
<p><a href="http://www.luizcosta.com.br">www.luizcosta.com.br</a></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Luiz</strong> Pereira da <strong>Costa</strong> ( Aimorés, MG, 1955) &#8212; Muda-se para Brasília em 1969, onde quatro anos depois passa a trabalhar na Galeria de Arte Oscar Seraphico.   Torna-se galerista em 1979, quando funda com o Jorge de Sousa a Galeria Parnaso em Brasília.   Estuda com João Evangelista e Hugo Mundi.  Em 1980 funda a Murale Escritório de Arte também em Brasília.  Estuda a figura humana com Cathleen Sidki.  A partir de 1982 começa a expor individualmente.  Desde então tem-se dedicado exclusivamente à pintura.</p>
<p><a href="http://www.luizcosta.com.br">www.luizcosta.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um dia destes tive um sonho]]></title>
<link>http://dinissantiago.wordpress.com/2009/11/26/um-dia-destes-tive-um-sonho/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:04:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogério Silveira</dc:creator>
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<description><![CDATA[e nele o Geronimo era tal e qual assim: Vale a pena, portanto, passar o dia e adormecer na sua compa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>e nele o Geronimo era tal e qual assim:</p>
<p><a href="http://dinissantiago.wordpress.com/files/2009/11/stilton.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-264" title="stilton" src="http://dinissantiago.wordpress.com/files/2009/11/stilton.jpg" alt="" width="354" height="500" /></a></p>
<p>Vale a pena, portanto, passar o dia e adormecer na sua companhia, para depois ter sonhos bonitos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adrian Rai-Sky]]></title>
<link>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/26/adrian-rai-sky/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:00:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Mendes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este é o início (os dois primeiros capítulos) de uma grande história escrita pelo Filipe. Ele está a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000080;">Este é o início (os dois primeiros capítulos) de uma grande história escrita pelo Filipe. Ele está a escrever mais capítulos, mais aventuras, que vais poder acompanhar aqui.</span></p>
<p>Numa galáxia muito distante da nossa, a República Galáctica governa.</p>
<p>Centenas de planetas habitados por seres seguem as ordens da República. Apenas alguns viviam vidas injustas e, normalmente, porque a República não podia ajudá-los.</p>
<p>Os habitantes de quatro grandes planetas revoltaram-se contra a República: os Logompos, os Tumbantes, os Cordexs e os Polivenes. Os quatro povos, já com um planeta conquistado, começam a formar um império contra a República.</p>
<p>Para a galáxia ter paz, os Jedis da República tentam reunir tropas, mas, até lá, uma pequena surpresa dos Planetários, assim a República os chama, está a ser construída.</p>
<p>Enquanto isso, um miúdo humano que vive em Adarlon faz a sua vida normal, mas, em pouco tempo, ela será mudada drasticamente.</p>
<p>Tudo se inicia numa vila à beira-mar. Aqui, o miúdo e os seus pais ganham a vida vendendo pequenos veículos. O miúdo trata-se de Adrian Rai-Sky.<!--more--></p>
<p>Capítulo I</p>
<p>Os Dois Mundos</p>
<p>– Adrian, está na hora de almoçar! – chamara sua mãe às 12h do segundo sol do dia, pois naquele planeta existiam dois sóis, a estrela Lupman e a Gutnam.</p>
<p>– Já vou, mãe! – respondia Adrian todos os dias à mesma hora.</p>
<p>A vila era pequena, mas tinha mais de mil populantes. Como aquela terra era muito quente e húmida, e por estar à beira-mar, era meio pantanosa. As casas eram todas feitas de pedra, havia poucos automóveis a passar, apesar do pai de Adrian ser vendedor deles e se conseguir sustentar.</p>
<p>Havia poucas árvores, e as que existiam não eram muito bonitas, pois estavam infestadas de musgo e eram rodeadas por leanas. A vila propriamente dita, apesar de ter estradas de terra batida, é limpa e de cor predominante o castanho.</p>
<p>Adrian Rai-Sky andava a passear à beira da água a apanhar pequenas voçasdum (parecidas com conchas mas mais recortadas e maiores) para fazer um colar à mãe. Ele tinha apenas oito anos, e já ajudava o pai a arranjar carros voadores, motas speeders, submarinos de energia, etc. e ele próprio dizia que gostava de fazer aquele trabalho.</p>
<p>A mãe apenas tratava da casa. Não têm empregados, e têm de lavar os pratos pelas próprias mãos. Financeiramente, esta família é de classe média-baixa naquele planeta, mas isso não interessa muito.</p>
<p>Ao almoço, eles comeram o que tinham, carne de fubano (um animal daquela região) e arroz totós.</p>
<p>Depois do almoço, Rai-Sky saiu de casa no seu tempo livre e voltou para a beira-mar.</p>
<p>«Agora vou continuar o meu colar para a minha mãe» pensa ele chegando lá, mas logo, logo teve uma surpresa. Um nautolano apareceu na costa. Os nautolanos têm uma pele liza como um anfíbio, e esta pode variar de verde, azul, ou até bege. Este era azul. Os olhos dos nautolanos são totalmente pretos, são uma espécie humanóide e anfíbia, e aquele nautolano era uma criança azul.</p>
<p>Chegara do mar até ali, e logo depois, levantara-se da areia, dizendo a olhar para Adrian:</p>
<p>– Olá, eu sou o Polidon`hian, mas todos me tratam por Polidon. Tu és&#8230;?</p>
<p>– Olá, o meu nome é Adrian Rai-Sky, mas podes tratar-me apenas por Adrian. Tu vives mesmo debaixo de água?</p>
<p>– Queres ver? Vem! – e mergulha na água.</p>
<p>– Ei, onde vais? Eu não sei respirar debaixo de água!</p>
<p>O nautolano não o ouvira debaixo de água, por isso, só passado algum tempo, em que Adrian teve que esperar, é que se reencontraram.</p>
<p>– Então, não vens!?</p>
<p>– Eu não respiro debaixo de água, mas o meu pai tem uma coisa para eu poder respirar. Espera aí que eu já volto.</p>
<p>Quando o pequeno Rai-Sky regressou, não encontrou ninguém.</p>
<p>– Era bom demais para ser verdade. – lamentava-se Adrian.</p>
<p>De súbito, alguém exclama nas suas costas:</p>
<p>– Então, vamos!?</p>
<p>Depois de recuperar do susto, Adrian viu Polidon. Tinha saído da água, e baloiçava em pé nos pés com as mãos atrás das costas.</p>
<p>Já no fundo do mar, Polidon começa a perguntar, mostrando o seu espírito curioso, no entanto a pequena peça na boca de Adrian que lhe permite respirar, impedia-o de responder.</p>
<p>– Quantos anos tens? E os teus pais? Gostas de jogar a quê? Já viste algum nautolano sem ser eu? O que fazes em terra?&#8230;</p>
<p>Depois daquele palavreado todo, quando Polidon percebeu a situação de Adrian de não falar, aparecia uma ravina debaixo de água, e ao passá-la, Adrian ficou impressionado.</p>
<p>Centenas de bolhas gigantes se situavam no fundo do mar. Dentro delas, centenas de luzes e de casas.</p>
<p>Polidon já conhecia tudo, mas Rai-Sky quase abriu a boca em sinal de surpresa.</p>
<p>– Então, – continuou Polidon – é grande ou não?</p>
<p>Adrian fez um sinal com a cabeça a dizer “sim”. Logo de seguida, arregalou os olhos: era um Plombeu. Um animal marinho com mais de três metros parecido com um tubarão mas com um leque enorme na barriga. Era inofensivo, só comia plantas.</p>
<p>O motivo de Adrian para arregalar os olhos era que já havia muitos anos que os terrestres não os viam. E era a primeira vez que Rhaisky via um.</p>
<p>O porto (ou a entrada) eram na terceira bolha a contar da esquerda, e não parecia muito grande, mas quando entraram e Adrian Rai-Sky pôde tirar o seu instrumento de respiração, a opinião mudava, parecia que a sala não tinha fim.</p>
<p>Logo, logo o humano perguntou ao amigo:</p>
<p>– É aqui que tu vives?</p>
<p>– Não! – Respondeu Polidon – Aqui é o porto, que por acaso não tem nenhum veículo.</p>
<p>– Então vamos a tua casa! – exclamou Adrian com entusiasmo.</p>
<p>– Vamos lá!</p>
<p>Depois de passarem duas bolhas em frente, uma à direita e quatro à esquerda, já tinham, meio caminho andado, e já estavam na bolha principal.</p>
<p>Um trono erguia-se no centro dela, umas escadas apareciam do chão até ao trono. Dezenas de soldados nautolanos rodeavam a sala e a escadaria do rei, o qual estava sentado lá. Era um nautolano elegante, tal como os seus soldados, a pele erguia-se verde como algas e os olhos intensos e pretos. Nos seus tentáculos encontravam-se jóias e pulseiras de ouro e diamante. As vestes eram mais coloridas e ricas que uma floresta infestada de flores. Tinha um bastão de metal com uma cor verde-brilhante na ponta.</p>
<p>Depois de Adrian o observar bem, o rei levantou a mão em sinal de algo que Adrian não sabia o que era, e falou:</p>
<p>– O que faz um humano aqui?!</p>
<p>Depois de momentos sem resposta alguma, Rai-Sky dissera:</p>
<p>– Sou um humano, sem dúvida, mas não quero fazer mal. Estou com o meu amigo Polidon só de passagem.</p>
<p>– Isto é verdade, Polidon’hian?</p>
<p>– Sim, vossa alteza. – respondeu Polidon curvando-se.</p>
<p>– Então sairão daqui ilesos. – continuou o rei. – O seu pai não gostaria de vê-lo aqui, meu jovem Polidon, ele não gosta que tu vejas as minhas acções.</p>
<p>– Eu sei, desculpe.</p>
<p>Os dois rapazes saíram a passo rápido por onde entraram. Deram a volta à sala do trono e continuaram o caminho.</p>
<p>Quando chegaram à bolha certa, entraram em ruas e ruelas, subiram escadas e escadarias, e foram dar a uma casa pequena mas muito bonita. Tinha vasos por todas as varandas, as janelas eram redondas e tinham uma luz amarela a sair de cada uma, não havia telhado, e um terraço encontrava-se no topo. Era a casa de Polidon.</p>
<p>A bem da verdade, todas as casas eram parecidas com a de polidon. Nenhuma tinha telhado, todas as pessoas punham vasos e tinham um grande gosto por janelas redondas, etc.</p>
<p>Ao entrar naquela casa, erguia-se um corredor com um tapete de ceda. Dos lados da entrada estavam a cozinha e a sala, mais à frente haviam os quartos e só ainda mais à frente é que se via o escritório do pai de Polidon.</p>
<p>No escritório haviam pedras esculpidas em todas as bordas, tinham desenhos de tentáculos de nautolano a 3D, era costume daquela espécie.</p>
<p>No momento em que Adrian parou de observar os tentáculos, Polidan falou a seu pai:</p>
<p>– Pai, este é o meu novo amigo, é o Adrian.</p>
<p>O pai era construtor de bolhas, e naquele momento estava a fazer um projecto de uma máquina construtora de bolhas, o qual estava na sua secretária enfeitada também com esculturas de tentáculos. Mas mesmo com a trabalheira que tinha para fazer, ainda falou:</p>
<p>– Olá, meu filho! – exclama o pai – Não se cumprimenta o papá?</p>
<p>– Desculpa pai, mas quero que conheças o meu amigo.</p>
<p>– Muito bem! E como é que se chama este rapaz?</p>
<p>Na cara de Adrian via-se a vergonha, mas um pouco depois, uma voz saiu da boca dele:</p>
<p>– Olá, eu sou Adrian.</p>
<p>– O que te traz aqui?</p>
<p>– Polidon levou-me para vos conhecer.</p>
<p>– Então vai à mãe do meu filho, ela adora visitas!</p>
<p>Parecia que o pai de Polidon os tinha despachado, mas logo que Rai-Sky viu a mãe do amigo, esqueceu-se daquilo.</p>
<p>Ela ia com uma prateleira de bolachas nas mãos, mas logo que ficou com as mãos livres, encheu-o de beijos, e Adrian riu-se às gargalhadas.</p>
<p>Depois de se conhecerem, Adrian propôs irem todos conhecer os pais dele, e assim aconteceu. O pai largou projecto, a mãe as bolachas, e foram todos até à costa.</p>
<p>Saíram da areia, andaram dois quarteirões, viraram à esquerda, depois à direita e chegaram a casa de Rai-Sky.</p>
<p>Antes de sequer terem tempo de bater à porta, uma cápsula de ataque cai na rua ao lado. Um estrondo enorme é ouvido, e logo, logo a porta abre e os pais de Adrian aparecem assustados.</p>
<p>Algumas pessoas aproximam-se da cápsula, mas u fumo é tanto que não se vê nada, até uma luz vermelha aparecer entre a fumaça e o ar, logo de seguida sai do fumo e a imagem é nítida e clara: um Droide de Exploração.</p>
<p>Droide de Exploração – O droide de exploração é um droide construído pelos separatistas conhecido pela sua habilidade de se esconder e de explorar locais. O droide de exploração é redondo mas achatado em cima e em baixo, tem um olho vermelho, no meio uma arma leizer e tem uns braços saídos de baixo. Também consegue voar a grandes velocidades.</p>
<p>As pessoas afastaram-se assustadas, e o droide começou aos tiros, assim ferindo várias pessoas.</p>
<p>Naquelas vilas, todos os homens tinham um bastão energético, com a energia numa das pontas, a qual tinha dois picos para espetar e electrificar.</p>
<p>Vários homens já tinham o bastão na mão, e foram atacar o droide. Em poucos minutos, o droide fora destruído, e os feridos levados, mas quando parecia já estar tudo bem, cinco droides de exploração saem da cápsula e começam aos disparos, o pai de Polidon tira o seu bastão das costas, e quando dá por pronto, já estão uns dez homens a defenderem-se. Ele corre e espeta logo o seu bastão num dos cinco droides. Enquanto isso, o pai de Adrian procura em casa o seu bastão.</p>
<p>Da cápsula saem mais três droides, mas estes são diferentes, são Droides-Guarda-Costas.</p>
<p>Droide Guarda-Costas – O droide guarda-costas é um droide construído com o objectivo de guardarem os generais separatistas e outras pessoas importantes. O droide guarda-costas tem porte humano, uma luz vermelha no peito e na boca, garras nas patas e nas mãos e a sua arma é um bastão electrificado nas duas pontas com a especialidade de conseguirem mandar tiros pelas pontas.</p>
<p>Um dos droides-guarda-costas tinha uma capa a cobrir a cabeça e a cara, isso significava que era capitão, e era mais forte.</p>
<p>O primeiro droide a morrer foi logo o primeiro a sair da cápsula: ele saltou dela e ligou o seu bastão eléctrico, olha para os lados, mas só vê um humano distraído com os droides de exploração, e por isso ataca-o logo.</p>
<p>O homem assusta-se, e consegue-se defender. Os dois olham nos olhos do oponente, mas em três ou quatro ataques, o droide vence. Olha para o lado e vê dois homens a irem contra ele, rodopia o bastão, e de seguida defende-se deles. Fazem uma pequena luta, mas os homens são mais espertos, um deles consegue tirar o bastão ao droide, e tenta espetar o seu no peito do droide, mas falha. Felizmente, o outro homem está atrás e espeta o bastão nas costas do droide, assim, matando-o.</p>
<p>Os seguintes droides saltaram ao mesmo tempo, e não pareciam estar muito contentes.</p>
<p>Lutam contra os homens, mas a certa altura o pai de Polidon é atingido no braço por um bastão de droide. O filho usa todas as forças para passar, e consegue. Corre para o pai, enquanto que o droide vai a andar para perto do pai de Polidon.</p>
<p>Enquanto isso, soldados da república chegam em duas motas speeders e um carro nutrop. O droide capitão observa as motas, e corre contra elas a uma velocidade estonteante. Aponta o bastão nas cabeças dos republicanos, e no momento de choque entre as motas e o droide, o capitão salta e mata um dos soldados, o outro atira-se ao chão e as speeders explodem.</p>
<p>O carro ainda está mais atrás, e o droide guarda-costas capitão regressa á sua correria, atira um choque eléctrico contra o carro, mas dois soldados saem a tempo, tudo o que está no carro é electrocutado e o carro derrapa no chão sem parar.</p>
<p>O droide para no sítio e mete o bastão espetado na terra em diagonal a apontar para o carro. O carro sobe no bastão quando bate nele, e assim sobe. Para em cima do bastão e o droide atira-o com toda a força para trás.</p>
<p>O carro vai batendo no chão, mas não para. Polidon corre para o pai, mas será esmagado pelo carro. Porém, à última da hora, quando o carro vai cair em cima de Polidon, Adrian grita:</p>
<p>– Não!!! – os braços dele estão estendidos para a frente, e o carro muda de direcção com toda a força e bate numa casa, assim explodindo e atirando o droide que ia matar o pai de Polidan ara longe.</p>
<p>O droide capitão já não toma atenção à aldeia, agora estava a lutar contra três soldados com bastões de energia vermelha (energia vermelha quer dizer que é uma energia forte).</p>
<p>Enquanto isso, o droide que fora atirado com pedras, levanta-se, mas quando o pai de Adrian vê que ele está levantado, atira o seu bastão, assim espetando-o na cabeça do droide.</p>
<p>Todos os habitantes vão ajudar os soldados, que naquele momento já só eram dois, e quando chegaram lá, triunfaram e tiveram a vitória.</p>
<p>Capítulo II</p>
<p>O Pressentimento da Força</p>
<p>Duas semanas mais tarde, quando Adrian já conhecia melhor Polidon e o amigo a Adrian, os dois tiveram uma excelente idéia. A idéia era os dois darem um passeio nos montes de Hupbath.</p>
<p>No dia 21 de Agosto (dez dias depois), os dois rapazes levaram pranchas voadoras do pai de Adrian às escondidas, e foram até aos montes de Hupbath. Lá, tudo era diferente da vila deles, estava tudo coberto por árvores, o chão era feito de fumo, os pés não se viam. Do pouco que se ouvia, entranhavam-se barulhos de animais, com lumpas (lagartos com asas de abelha e com escamas), ou wimpers (parecidos com o tiranossauros rex mas mais gordos, com braços maiores, cabeça mais rectangular e o corpo bege.</p>
<p>– Adrian, – chamava Polidon. – gostas deste sítio?</p>
<p>– Sim, é muito tranquiii&#8230; – Adrian não pôde acabar a sua resposta, porque, tal como Polidon, tinha escorregado numa descida e foi parar aos pés de Polidon, o qual estava agarrado a uma raíz que lá estava antes do imenso buraco sem fim.</p>
<p>– Polidon! Agarra mais raízes, temos de subir!</p>
<p>– Eu sei!, mas não sei se chego lá!</p>
<p>– Ao menos tenta!</p>
<p>– Está bem!</p>
<p>Uma das pranchas já tinha caído, mas a outra estava lá em cima ainda.</p>
<p>Enquanto Polidon tentava chegar às raízes, Adrian entrava em pânico:</p>
<p>– Então, olha que a vista daqui não é muito bonita, claro, estou PRESTES A CAIR NUM BURACO SEM FUNDO!!!</p>
<p>– Acalma-te, estou a tentar subir, já só falta uma raiz e depois subimos, o problema é que eu não chego a ela.</p>
<p>– O quê?!</p>
<p>– Acalma-te, deixa-me concentrar!</p>
<p>Depois de algum tempo de silêncio, a raiz começa a se mexer, parecia que era um animal, porém era Polidon. Sem ele saber como, fez com que a raiz se movesse e fosse ao seu encontro.</p>
<p>Assim, Polidon sobe para a terra firme, mas antes de falar algo, fica a olhar para uma grande, grande coisa.</p>
<p>– Polidon! – chama Adrian sem resposta. – O que vês!?</p>
<p>Ele tenta subir pelo corpo do amigo, mas quando olha para a terra, vê uma sombra. Sobe a cabeça, e vê um enorme wimper (tal como eu já vos falei, ele é parecido com um tiranossauros rex mas com diferenças). Devia estar esfomeado, via-se na cara dele.</p>
<p>Os dois miúdos entraram em pânico, e estavam gagos,  quando o wimper deu um passo e tentou-os morder. Contudo, os dois afastaram-se ainda agarrados ao penhasco, e o wimper continuava a tentar morder, até que Adrian fica sem apoio e cai do penhasco batendo numa espécie de varanda e desmaiando lá.</p>
<p>Polidon sobe o penhasco e foge do wimper, o qual não demora muito tempo a perceber isso e corre atrás dele.</p>
<p>Ele corre para as árvores aflito, até que agarra numa liana e sobe a uma árvore. Porém o monstro é mais esperto: começa a derrubar a árvore e não deixa outra ipótese a Polidon senão descer.</p>
<p>O rapaz volta a correr e a tentar se esquivar de todos os ataques do wimper, mas não parecia resistir durante muito tempo.</p>
<p>«Não posso deixar o Adrian lá» pensou «Ele é meu amigo, tenho de voltar.»</p>
<p>Assim o fez: recuou passando por entre as pernas do wimper e regressando para o penhasco, mas o wimper não desistia, voltara atrás só para o apanhar.</p>
<p>Polidon corre o máximo que pode, mas quando olha para a frente, vê o penhasco mesmo ao pé, por isso trava e derrapa no chão segurando-se nas pedras. Tanta sorte não teve o wimper, que também derrapou, mas não resistiu e caiu no buraco.</p>
<p>– Ajuda-me, Polidon! – grita Adrian meio tonto.</p>
<p>– Já vou, agarra esta liana!</p>
<p>Adrian apenas via a liana, não conseguia ver o amigo. Mas á medida que subia, começava a ver um monstro a aproximar-se escalando, era o wimper novamente.</p>
<p>– Sobe, Adrian! Sobe! – exclamava Polidon com medo do monstro.</p>
<p>– Não consigo subir mais depressa!</p>
<p>– Eu ajudo-te, já estou a puxar a liana.</p>
<p>Assim que Adrian subiu, Polidon ajudou-o a se levantar e os dois foram para longe.</p>
<p>– A prancha, a prancha! – berrava Adrian. – Vamos para a prancha!</p>
<p>– Está bem, vamos lá.</p>
<p>Logo depois de apenas tocarem na prancha, um braço sai do buraco, o wimper já tinha chegado ao topo.</p>
<p>– Vamos sair daqui!</p>
<p>Os dois subiram na prancha e puseram-na a andar. Entrando na floresta, só encontravam plantas, nem seres vivos nem pedras.</p>
<p>Atrás deles já estava o monstro, mas felizmente já estavam pertos do fim da floresta.</p>
<p>– Boa, agora que já&#8230; cuidado com o lago! – interrompera-se Adrian.</p>
<p>Um lago de lama se aproximava à frente deles, e a única maneira de não caírem nele era diminuir a gravidade da prancha para a fazer subir. O problema era que o botão que fazia diminuir, estava em baixo da prancha.</p>
<p>– Alguém tem de ir lá. – diz Polidon com uma cara de quem diz «vais ter que ir lá abaixo».</p>
<p>– Eu sei, mas quem?</p>
<p>– Vais tu! – dizem os dois em coro.</p>
<p>– Eu disse primeiro!</p>
<p>– Não, não disseste.</p>
<p>– Está bem, – Aceita Adrian. – eu vou.</p>
<p>– É melhor irmos os dois.</p>
<p>– OK !</p>
<p>– Um, dois, três!</p>
<p>– Vamos!</p>
<p>Os dois meteram a cabeça para baixo, e Adrian carregou no botão. Era o errado.</p>
<p>– Estamos a descer! E não a subir! Carrega no outro botão!</p>
<p>– Eu sei, eu sei!</p>
<p>Depois de o carregar, o impulso para cima foi grande, e Polidon quase caiu. O que é certo é que os dois se safaram e deixaram o monstro para traz.</p>
<p>– Conseguimos!</p>
<p>– Ah! Ah! Quem são os maiores?</p>
<p>– Somos nós!</p>
<p>– O nosso único problema agora, são os nossos pais. – Comenta Polidon.</p>
<p>– Tens razão, eles vão nos “matar”.</p>
<p>– Podemos explicar! – Comenta novamente Polidon.</p>
<p>– Não, não podemos. Basta eles ouvirem que estivemos na floresta e que ficámos logo em sarilhos, eles desmaiam. – Responde Adrian esquivando a prancha de uma grande pedra.</p>
<p>– Ao menos os teus pais desmaiam, os meus gritam logo comigo!</p>
<p>– É, os pais são todos iguais: primeiro querem-nos, depois, só rabujam connosco. – Volta a falar Adrian.</p>
<p>Pouco tempo depois, ainda na viagem de volta, Polidon tem uma ideia:</p>
<p>– E se não contássemos o que aconteceu?</p>
<p>– Boa ideia, só temos de agir como normal.</p>
<p>– Está bem!</p>
<p>Chegando a casa de Adrian, já os pais de Polidon os esperavam. Depois de arrumarem a prancha e se juntarem aos pais, a mãe de Adrian pergunta onde estiveram.</p>
<p>– No&#8230; nós esti&#8230; ti&#8230; estivemos a dar um passeio.</p>
<p>– É! – Concorda Polidon</p>
<p>– Aonde? – Pergunta a mãe de Polidon.</p>
<p>– Por ai.</p>
<p>– É!</p>
<p>A mãe de Adrian pergunta como correu, e eis a resposta:</p>
<p>Olhando para Polidon com os olhos arregalados ele solta algo.</p>
<p>– Co&#8230;, corr&#8230;, correu tu&#8230; tudo bem.</p>
<p>– Porque estás gago, filho? – Pergunta o pai.</p>
<p>– Ajuda-me! – Diz Adrian por sinais ao amigo.</p>
<p>– Ele não está gago! – Interveio o amigo – Está impressionado com as coisas que viu, não é Aaddrriiaann?</p>
<p>– S&#8230; sim e&#8230; é, Ppoolliiddoonn.</p>
<p>– E porque é que não avisaram? – Questiona o pai de Polidon – Podiamos também ter ido.</p>
<p>– N&#8230; não nos lembramos, não é Polidon? – Responde Adrian dando um pequeno toque no braço do amigo.</p>
<p>– É!</p>
<p>Depois de algum tempo de conversa, o pai de Polidon diz que tem que fazer coisas, e que vai embora com o filho para casa.</p>
<p>– Desculpem a minha inelegância, mas tenho de ir com o meu filho, amor ainda podes ficar um bocado.</p>
<p>– Adeus, mamã!</p>
<p>– Adeus, querido.</p>
<p>– Adeus Polidon, vemo-nos amanhã! – Despede-se Adrian.</p>
<p>Ele estava certo, iam se ver amanhã, mas houve um contra tempo. O pai de Adrian tinha recebido umas contas de energia enormes e precisaria de estar na loja todo o dia a arranjar, alugar, vender, limpar e arrumar carros. O grande problema era o filho, que não tinha quem o levasse.</p>
<p>– Filho, vens me ajudar na loja? – Pergunta.</p>
<p>– Mas eu não ia com o Polidon?</p>
<p>– O pai não pode te levar, vais ter de ficar, ajudas-me?</p>
<p>– Tenho outra hipótese? – pergunta ele como quem diz “está beeemmm!” – Só vou ao mar dizer-lhe que não posso ir passear com ele.</p>
<p>– Vai lá, meu filho!</p>
<p>Adrian corre para a praia e dá um mergulho na água, com uma ferramenta chamada Tubanto, apita para o amigo. Apenas os nautolanos ouviam o barulho, e quando Polidon o  ouviu, saiu de casa, nadou velozmente e apareceu à superfície com uma luz na mão, um animal que quando tinha medo brilhava.</p>
<p>Adrian já podia falar, por muito que não quisesse:</p>
<p>– Olha, Polidon. Hoje não posso ir dar um passeio.</p>
<p>– Porquê?</p>
<p>– O meu pai precisa de ajuda na loja.</p>
<p>– OK&#8230; olha! – responde Polidon.</p>
<p>– O que é? – pergunta o amigo.</p>
<p>– Lembras-te do grande buraco há meses? – continua Polidon.</p>
<p>– Sim.</p>
<p>– Pronto, ando a pensar nisto desde que saímos de lá.</p>
<p>– Desembuxa, Polidon!</p>
<p>– Está bem! Lembraste da última raiz, aquela que eu não chegava?</p>
<p>– Sim.</p>
<p>– Não fui eu que a apanhei, foi ela que veio ter comigo.</p>
<p>– Como assim? – interrompe Adrian.</p>
<p>– A raiz mecheu-se! – continua Polidon – Ela veio até mim, o que fasso?</p>
<p>– Huumm! – Pensa Adrian – Já sei, amanhã vamos até à biblioteca do meu pai no seu escritório (uma pequena biblioteca) e procuramos nos livros de energi-talco (livros muito conhecidos onde tem tudo o que quisermos procurar) do meu pai, e vemos o que se passou.</p>
<p>– Boa!</p>
<p>– Porque é que nunca me contaste, Polidon?</p>
<p>– Não sei!</p>
<p>– Adrian! – Chama o pai de Adrian – Anda!</p>
<p>– Bem, agora vou ter que ir ajudar o meu pai, adeus!</p>
<p>– Xau!</p>
<p>No dia seguinte&#8230;</p>
<p>– Tum, Tum, Tum!</p>
<p>– Quem é? – Pergunta Adrian dirigindo-se à porta de entrada.</p>
<p>– Sou eu, o Polidon!</p>
<p>– Já vou!</p>
<p>Adrian abriu a porta e cumprimentou o amigo. Logo, logo estavam à procura dos livros energi talco.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Literatura e Percy Jackson]]></title>
<link>http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/2009/11/26/literatura-e-percy-jackson/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 03:45:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>danbatalha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estou eu aqui na aula de Técnicas Computacionais em Engenharia, como já fechei a matéria e não tenho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou eu aqui na aula de Técnicas Computacionais em Engenharia, como já fechei a matéria e não tenho nada pra fazer que me mate tempo até a hora da van chegar, resolvi escrever um post para o meu blog (post que será salvo no Gmail e posteriormente postado no blog).</p>
<p><a href="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/submarino-logo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-119" title="submarino-logo" src="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/submarino-logo.jpg" alt="" width="235" height="79" /></a></p>
<p>Ultimamente algumas ofertas do Submarino tem me chamado a atenção, como:<br />
<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21573870/colecao+tolkien++[hobbit+++silmarillion+++senhor+dos+aneis+1,+2+e+3]" target="_blank">Coleção Tolkien (Trilogia de O Senhor dos Anéis, O Hobbit e Silmarillion)</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21537441/colecao+eragon+++eldest+++brisingr" target="_blank">Coleção Eragon + Eldest + Brisingr</a><br />
<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21491958/cronicas+de+narnia,+as+-+volume+unico">As Crônicas de Nárnia &#8211; Volume Único</a><br />
Férias acadêmica está chegando e seria uma ótima oportunidade para eu comprar e ter tempo para ler bastante.</p>
<p><a href="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/50a8fe_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-120" title="50A8FE_1" src="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/50a8fe_1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>Este assunto me lembrou de uma matéria que li no blog <a href="http://acampamentomeio-sangue.blogspot.com/">Acampamento Meio-Sangue</a>, um blog sobre a série Percy Jackson e os Olimpianos, cujos livros já li todos que foram lançados no Brasil. A matéria tinha o seguinte título: &#8220;Saga de Harry Potter Estimula Leitura de Fantasia&#8221;. Isto me fez pensar no quanto eu lia antes de começar a ler Harry Potter, não somente livros de fantasia, qualquer livro. Num raciocínio rápido cheguei a conclusão de que eu não lia nada que não fosse mangá ou algum livro que fosse para fazer trabalho/prova na escola. Aliás, Harry Potter é uma das melhores promoções do Submarino, <a href="http://www.submarino.com.br/portal/semana-harry-potter/21533327/?listid=slharrypotterout&#38;WT.mc_id=latlivros1&#38;WT.mc_ev=click">cada livro por 9,90</a>, adquiri os meus assim.</p>
<p>Hoje em dia leio relativamente bastante, sempre um livro atrás do outro. Muitas pesoas não gostam de Harry Potter, eu, além de gostar, fez com que eu tomasse gosto pela leitura. Falando em leitura, os últimos livros que li foram da série &#8220;Percy Jackson e os Olimpianos&#8221;, uma série escrita Rick Riordan que conta uma história misturando o mundo real com mitologia grega.</p>
<p><a href="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/o-ladrao-de-raios.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-121" title="o-ladrao-de-raios" src="http://minhascoisasfavoritas.wordpress.com/files/2009/11/o-ladrao-de-raios.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Tentarei fazer um breve resumo da série: Em nosso mundo atual, existem os deus do Olímpo, deuses da mitologia grega, interagem com humanos, tendo relações e filhos com eles. O problema é que estes filhos por serem humanos poderosos, acabam sendo perseguidos e caçados por monstros (também mitológicos), assim, muitos não chegam nem se quer na adolescência e muitos nem sabem de sua identidade. Com Percy Jackson não é diferente. Um adolescente que vive normalmente sua vida sem saber que filho de um deus, até o dia em que um monstro aparece para caçá-lo. Assim ele acaba descobrindo sua identidade e junto com ela que os deus do Olímpo estão passando por uma crise. Desta forma começam as aventuras de Percy Jackson.</p>
<p>Até o momento, 3 livros da série foram traduzidos para o português (na ordem): O Ladrão de Raios, O Mar de Monstros e A Maldição do Titã. Os 3 já foram lidos por mim e recomendo a todos. Mesmo tendo algumas características que lembre um pouco a série Harry Potter, eu considero Percy Jackson uma série melhor.</p>
<p>No momento, A Maldição do Titã e O Mar de Monstros estão entre os 20 livros mais vendidos do Brasil na categoria não-ficção, isto porque não foi lançado o filme dele ainda. Sim, ano que vem sairá a adaptação do primeiro livro para o cinema, sairá em 12 de fevereiro de 2012. Até lá, além de aguardar anciosamente pelo filme, irei aguardar anciosamente pelo quarto livro da série.</p>
<p>Até a próxima.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasileiro lê um livro por ano, revela pesquisa]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2009/11/25/brasileiro-le-um-livro-por-ano-revela-pesquisa/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:06:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/2009/11/25/brasileiro-le-um-livro-por-ano-revela-pesquisa/</guid>
<description><![CDATA[Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não lei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um levantamento do Instituto Pró-Livro confirma que o brasileiro lê pouco. São 77 milhões de não leitores, dos quais 21 milhões são analfabetos. Já os leitores, que somam 95 milhões, leem, em média, 1,3 livro por ano. Incluídas as obras didáticas e pedagógicas, o número sobe para 4,7 &#8211; ainda assim baixo. Os dados estão na pesquisa <em>Retratos da Leitura no Brasil</em>, feita com 5.012 pessoas em 311 municípios de todos os estados em 2007. &#8220;O livro é pouco presente no imaginário do brasileiro&#8221;, explica o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos.</p>
<p>Nos Estados Unidos, por exemplo, a população lê, em média, 11 livros por ano. Já os franceses leem sete livros por ano, enquanto na Colômbia, a média é de 2,4 livros por ano. Os dados, de 2005, são da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que integram o Instituto Pró-Livro. Detalhes dos hábitos do brasileiro relacionados ao livro, revelados na pesquisa, atestam a afirmação. O levantamento considera como não leitores aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos três meses, ainda que tenha lido ocasionalmente ou em outros meses do ano.</p>
<p>Entre os leitores, 41% disseram que gostam muito de ler no tempo livre, enquanto 13% admitiram que não gostam. Também entre os 95 milhões de leitores brasileiros, 75% disseram que sentem prazer ao ler um livro, mas 22% sustentaram que leem apenas por obrigação. Com as estatísticas nas mãos, Fabiano dos Santos diz que há dois caminhos a percorrer para fazer do Brasil um país de leitores: ampliar o acesso ao livro e investir na formação de leitores.</p>
<p>A pesquisa <em>Retratos da Leitura no Brasil</em> sugere que a maior influência para a formação do hábito da leitura vem dos pais, o que explica o fato de que 63% dos não leitores informaram nunca terem visto os pais lendo. Por outro lado, o levantamento sugere que o hábito de ler é consolidado na escola e quanto maior o nível de escolaridade, maior o tempo dedicado à leitura. Entre os entrevistados com ensino superior, há apenas 2% de não leitores e 20% disseram que dedicam entre quatro e dez horas por semana aos livros. Este índice cai para 12% entre estudantes do ensino médio.</p>
<p>&#8220;É em casa e na escola, que os leitores são formados. Depois dos pais, os professores são os maiores incentivadores, mas poucos têm a experiência da leitura. E, neste caso, fazer do aluno um leitor é uma mágica&#8221;, diz o diretor do Livro do Ministério da Cultura. O professor de Literatura Dilvanio Albuquerque considera que o desinteresse do brasileiro pelos livros não pode ser atribuído apenas à família e à escola. &#8220;O problema é mais amplo. Não podemos falar que a culpa é da instituição, seja ela familiar ou escolar, porque, na verdade, o problema é cultural&#8221;.</p>
<p>Para o professor, até entre os universitários, o hábito da leitura não é comum, inclusive nos cursos em que o contato com a escrita é fundamental. &#8220;Normalmente a universidade não oferece um bom acervo. Moramos em um país em que os livros são caros e de difícil acesso&#8221;, disse. (<em>Fonte: Lísia Gusmão, da Agência Brasil</em>)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um contador de histórias!]]></title>
<link>http://cidagrecco.wordpress.com/2009/11/26/um-contador-de-historias/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:14:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>cidagrecco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje reencontrei um amigo, contador de histórias (e algumas foram editadas num livro chamado Caixa d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><span style="color:#ffffff;">Hoje reencontrei um amigo, contador de histórias (e algumas foram editadas num livro chamado Caixa de Ferramentas &#8211; Manual indispensável para o bom desempenho nos recursos humanos), e como foi bom conversar novamente com alguém que contribuiu tanto para a minha persistência.</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Ele me deu a seguinte história pra ler:</span></h4>
<h1><span style="color:#ffffff;">O fruto da persistência</span></h1>
<h4><span style="color:#ffffff;">Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste?</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de &#8220;visionário&#8221;. O homem desanima? Não!</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d&#8217;água e o homem desiste? Não!</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas &#8220;bicicletas motorizadas&#8221;.</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a ideia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Encurtando a história: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu o hábito de viver reclamando e lamentando, experimente seguir sempre em frente, na busca dos seus objetivos sempre!</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Obrigada, Chain, mais uma vez, por essa história (e muitas outras, e só quem passou por esse caminho sabe do que estou falando)!</span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Um caminho feliz se faz com persistência e uma alma agradecida! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </span></h4>
<h4><span style="color:#ffffff;">Leia mais: (e não demora que o livro está acabando, rsrs) </span></h4>
<h3><span style="color:#ffffff;">Caixa de Ferramentas/Legrand. Belo Horizonte: Editora e Livraria do Chain, 2010. </span></h3>
<h2><span style="color:#ffffff;">Livraria do Chain</span></h2>
<h5><span style="color:#ffffff;">Rua General Carneiro, 441 (em frente à Reitoria)</span></h5>
<h5><span style="color:#ffffff;">Alto da Glória</span></h5>
<h5><span style="color:#ffffff;">(41) 3264-3484</span></h5>
<h5><span style="color:#ffffff;">De segunda a sexta das 8h às 19h30. Sábado das 8h às 18h.</span></h5>
<h4><span style="color:#ffffff;">A Livraria do Chain oferece livros nas categorias como administração e negócios, artes, auto-ajuda, beleza, lazer, hábitos sociais, bíblia, biografias, ciências biológicas e agrárias, ciências da saúde, ciências exatas e da terra, ciências sociais, direito, economia e contabilidade, educação, engenharia e arquitetura, esoterismo, esportes e educação física, filosofia, gastronomia, história, história em quadrinhos, informática, lingüística e dicionários, literatura, literatura infanto-juvenil, medicina integral, psicologia, religiões e doutrinas, RPG e guias de viagens. Com um atendimento todo especial!</span></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Passatempos de Língua Portuguesa]]></title>
<link>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/26/passatempos-de-lingua-portuguesa/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:00:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Mendes</dc:creator>
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<description><![CDATA[View this document on Scribd Passatempos de Língua Portuguesa &#8211; 6º ano, Porto Editora, 2007]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><object id="23282870" name="23282870" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%">
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<p><em>Passatempos de Língua Portuguesa &#8211; 6º ano</em>, Porto Editora, 2007</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil tem um dos piores índices de leitura]]></title>
<link>http://educafro.wordpress.com/2009/11/25/brasil-tem-um-dos-piores-indices-de-leitura/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:48:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>educafro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ler não é um hábito comum para a maioria dos brasileiros. Um levantamento da Unesco com 52 países mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ler não é um hábito comum para a maioria dos brasileiros. Um levantamento da Unesco com 52 países mostra que o Brasil tem um dos piores índices de leitura e compreensão de textos. Confira a reportagem a baixo feito pelo Jornal da Band em 14 de outubro.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WLiqqFl14IU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WLiqqFl14IU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[anedotas]]></title>
<link>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/25/anedotas/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:12:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luís Mendes</dc:creator>
<guid>http://portugues6hi.wordpress.com/2009/11/25/anedotas/</guid>
<description><![CDATA[O que é que uma impressora diz à outra? -Essa folha é tua ou é impressão minha? &nbsp; O que é que u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O que é que uma impressora diz à outra?</p>
<p>-Essa folha é tua ou é impressão minha?</p>
<p>&#160;</p>
<p>O que é que um tomate diz a outro?</p>
<p>-Tomatas-me.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O que é que um tubarão diz a outro?</p>
<p>-Tubaralhas-me.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Diz a massa ao queijo:</p>
<p>- Que maçada!</p>
<p>Responde o queijo:</p>
<p>- E eu ralado!</p>
<p>&#160;</p>
<p>No hospital, o médico pergunta:</p>
<p>- O senhor é o dador de sangue?</p>
<p>- Não, eu sou o da dor de cabeça!</p>
<p>&#160;</p>
<p>O que é que a galinha foi fazer à igreja?</p>
<p>- Assistir à missa do galo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Como é que as enzimas se reproduzem?</p>
<p>- Fica uma enzima da outra.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O que é que um cromossoma diz ao outro?</p>
<p>- Cromossomos bonitos!</p>
<p>&#160;</p>
<p>Para que servem óculos verdes?</p>
<p>- Para verde perto.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Para que servem óculos vermelhos?</p>
<p>- Para vermelhor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ler é uma viagem na Biblioteca Monteiro Lobato]]></title>
<link>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/25/ler-e-uma-viagem-na-biblioteca-monteiro-lobato/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:29:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>plugcultura</dc:creator>
<guid>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/25/ler-e-uma-viagem-na-biblioteca-monteiro-lobato/</guid>
<description><![CDATA[O Grupo Cultural de Integração Social (GIS) realiza o projeto &#8220;Ler é uma viagem&#8221;, que tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://plugcultura.wordpress.com/files/2009/11/ler-e-uma-viagem-3.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2732" title="ler é uma viagem (3)" src="http://plugcultura.wordpress.com/files/2009/11/ler-e-uma-viagem-3.jpg?w=1024" alt="" width="391" height="259" /></a></p>
<p>O Grupo Cultural de Integração Social (GIS) realiza o projeto &#8220;Ler é uma viagem&#8221;, que traz informações essenciais para demonstrar o quanto a leitura tem o poder de nos fazer “viajar” e enfatiza que deve ter um lugar de destaque na vida das pessoas, para isso trabalha o processo da leitura com fatos do cotidiano.</p>
<p>A peça infanto juvenil visa oferecer aos estudantes a oportunidade de ampliar a percepção e desenvolver o discernimento numa sociedade cada vez mais exigente de conhecimentos. O projeto que conta com incentivo do Ministério da Cultura, vai distribuir revistas com a estória do espetáculo, marcadores de livros e revistinhas para colorir e jogar,  após as apresentações.</p>
<p><strong>SERVIÇO<br />
O que:</strong> Ler é uma Viagem<br />
<strong>Quando e Onde: </strong><br />
Biblioteca Infantil Monteiro Lobato – Nazaré  &#8211; 10 e 11 de dezembro às 15h<br />
Biblioteca Infantil Monteiro Lobato – Nazaré  &#8211; 13 de dezembro 10h</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Histórias da Noite Carioca - Eric Novello]]></title>
<link>http://leituraescrita.wordpress.com/2009/11/24/historias-da-noite-carioca-eric-novello/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:10:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Carolina Silveira</dc:creator>
<guid>http://leituraescrita.wordpress.com/2009/11/24/historias-da-noite-carioca-eric-novello/</guid>
<description><![CDATA[Inicialmente, cabe a consideração sobre o quão mais fácil é resenhar uma pessoa que esteja fisicamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Inicialmente, cabe a consideração sobre o quão mais fácil é resenhar uma pessoa que esteja fisicamente e temporalmente distante de você do que uma próxima. </p>
<p>Não ando lendo muita coisa fora da ficção especulativa ultimamente. Para ser muito sincera, não estou por dentro da literatura &#8220;mainstream&#8221; (o termo aqui entre aspas, no seu significado literal de &#8220;corrente principal&#8221;, de literatura contemporânea sem gênero), de quem são os nomes fortes hoje e o que eles estão escrevendo. Gosto muito de ler clássicos e alguns autores consagrados do século XX, mas hesito um pouco antes de arriscar coisas novas sem saber se serão do meu gosto ou não. Talvez já tenha mencionado isso anteriormente, para quem acompanha o blog.</p>
<p>Recentemente, o amigo <a href="http://www.ericnovello.com.br">Eric Novello</a> (honorável administrador do <a href="http://www.fantastik.com.br">Fantastik</a> e participante do <a href="http://www.aguarras.com.br">Aguarrás</a>) me enviou seu livro Histórias da Noite Carioca, literatura mainstream atualíssima, leve e de fácil leitura.</p>
<p>Trata-se da história de Lucas Moginie, um jovem escritor de relativo sucesso que recebe um ultimato de sua editora: ele precisa entregar o original de seu novo romance o mais rápido possível. Mas há um pequenino problema: Lucas está sofrendo de um leve e ligeiro bloqueio criativo&#8230; E, talvez por esse bloqueio ou por uma dessas grandes coincidências da vida, uma pessoa importante de seu passado bate à porta, e há alguns assuntos que ficaram com sua solução pendente.</p>
<p>Então o leitor acompanha através da narrativa em primeira pessoa a rotina de Lucas em sua busca pelo precioso tema e sua vida cotidiana, com personagens como os vizinhos sexualmente excêntricos, os amigos amalucados e a paisagem carioca, com suas ruas, praias, praças, parques e barzinhos.</p>
<p>E o ponto principal do livro, na minha opinião: tudo narrado com o mais fino humor irônico. Ironia é algo que muitos tentam, mas poucos conseguem fazer de maneira satisfatória, ainda mais quando o objetivo é auto-ironizar-se e também às pequenas coisas da vida, como relações de vizinhança ou o café da manhã.</p>
<p>É um relato sobre o desespero de cumprir um prazo (e qualquer um que, como eu, trabalhe com prazos fatais, sabe que beleza é isso), mas também de revisitar um passado mal-resolvido, com todas as consequências que isso pode trazer.</p>
<p>E tudo chega a uma conclusão: o livro, o passado, a vida. De uma forma atropelada e talvez até mesmo inusitada, mas de vez em quando todos nós somos pegos em armadilhas que não conseguimos antever.</p>
<p>Enfim, é um belo passeio pelas noites cariocas de Lucas Moginie, em um livro bem gostoso de ser lido.</p>
<p>***</p>
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<title><![CDATA[Ler devia ser proibido]]></title>
<link>http://ademar7.wordpress.com/2009/11/24/ler-devia-ser-proibido/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ademar7</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram obras de literatura Rio de Janeiro, 21 nov (EF]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1>Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram obras de literatura</h1>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Am_XscTFp20&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Am_XscTFp20&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Rio de Janeiro, 21 nov (EFE).- Apenas 7,47% da população brasileira compram livros não didáticos e destinam à literatura o equivalente a 0,05% da renda familiar, segundo um estudo divulgado hoje por editores reunidos no Instituto Pró-Livro.</p>
<p>O pouco orçamento destinado à leitura se reflete em que 60% dos brasileiros nunca abrem um livro e, quem tem o costume, lê 1,3 obra literária ao ano, segundo o estudo, baseado em dados oficiais.</p>
<p>A taxa de leitura no país aumenta para 4,7 exemplares por ano incluindo as obras pedagógicas e didáticas.</p>
<p>Segundo o estudo, 75% dos brasileiros que se consideram leitores afirmou na enquete que sentem prazer na leitura, e o resto admitiu que só lê por obrigação.</p>
<p>A média de leitura dos brasileiros é dez vezes inferior à dos Estados Unidos e quase a metade à da Colômbia, país onde é lida uma média de 2,4 livros por ano, segundo as mesmas fontes.</p>
<p>O estudo indica que, no Brasil, 21 milhões de pessoas são analfabetas, que estão incluídas nos 77 milhões de habitantes considerados não leitores, e 95 milhões leem ativamente, segundo dados de 2007.</p>
<p>21/11/2009 &#8211; 12h 45</p>
<p>Fonte: <a href="http://entretenimento.uol.com.br/ultnot/efe/2009/11/21/ult1817u11089.jhtm" target="_blank">Uol</a></p>
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<h1>Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram obras de literatura</h1>
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<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Am_XscTFp20"></a></p>
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