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	<title>ler &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ler/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ler"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:44:01 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[The incredible book eating boy/ O incrível rapaz que comia livros]]></title>
<link>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/28/the-incredible-book-eating-boy-o-incrivel-rapaz-que-comia-livros/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:01:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>REDSKIN</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já aqui vos falámos deste livro e da história do rapaz com um apetite insaciável&#8230; por livros. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#669999;"><strong>Já aqui vos falámos deste livro e da história do rapaz com um apetite insaciável&#8230; por livros. Descobrimos agora um vídeo sobre o mesmo livro e que não resistimos a mostrar-vos. Divirtam-se, leiam livros mas não os comam!&#8230;</strong><br />
<span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.4026871' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='' /></span></span></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/2583940-the-incredible-book-eating-boy?pod=marvalerio">The Incredible Book eating boy</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com?r=wp">vodpod</a></div>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na biblioteca do bairro]]></title>
<link>http://brikebrok.wordpress.com/2009/11/26/na-biblioteca-do-bairro/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:46:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>brikebrok</dc:creator>
<guid>http://brikebrok.wordpress.com/2009/11/26/na-biblioteca-do-bairro/</guid>
<description><![CDATA[Adoro bibliotecas. Por alguma razão é um dos primeiros sítios que &#8220;inspecciono&#8221; quando m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p lang="pt-PT"><a href="http://brikebrok.wordpress.com/files/2009/11/mc-023.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1160" title="mc 023" src="http://brikebrok.wordpress.com/files/2009/11/mc-023.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p lang="pt-PT">Adoro bibliotecas. Por alguma razão <a href="http://brikebrok.over-blog.com/article-25619466.html">é um dos primeiros sítios que &#8220;inspecciono&#8221; quando me instalo num novo país</a>. Sofro de bulimia de livros e as bibliotecas permitem-me folhear e conhecer livros que talvez nunca chegue a comprar &#8230; ou então a espicaçar-me a vontade consumista de os possuir. Gosto de saborear a abundancia  de livros nos corredores , de me sentar na confortável sala fora de moda , gosto de bisbilhotar o que estão a ler os outros, de ver a prateleira das sugestões do mês e do <em>book club</em> da 4a feira ao fim da tarde&#8230;</p>
<p lang="pt-PT">Voltamos a casa sempre com mais de um livro no saco. As vezes encontro as marcas dos leitores que me precederam nos livros, as datas que indicam o período em que guardaram o livro em casa, um bilhete de autocarro ou um <em>post-it</em> escrito esquecido entre as paginas. São segredos escondidos por detrás do segredo do livro em si.</p>
<p lang="pt-PT">Dizem que a leitura é um acto solitário mas, afinal, acho que não é tanto assim. E as bibliotecas estão ali para isso, para estimular as trocas e relações entre os leitores. E ou não é assim, <a href="http://abibliotecadejacinto.blogspot.com">Clara</a> ?</p>
<p lang="pt-PT">
<p lang="pt-PT">Só com uma biblioteca nas proximidades, posso, caprichosamente, trazer livros para ler tão disparatadamente diferentes (!) como  : &#8230;&#8230;&#8230;<em>Selected short stories</em> &#8211; da canadiana <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alice_Munro">Alice Munro</a> ; <a href="http://www.guardian.co.uk/books/2009/feb/14/kingdom-of-infinite-space-review"><em>The kingdom of a infinite space- a portrait of your head</em></a> &#8211; escrito por Raymond Tellis ; Kaffe Fasset &#8211; <em>Passionate patchwork-over 20 original designs ; </em>e do fabuloso nova-iorquino Isaac Mizrahi, <em><a href="http://www.amazon.com/How-Have-Style-Isaac-Mizrahi/dp/1592403921">How to have style </a>!!!!!!!!!!!!!!!!</em></p>
<p lang="pt-PT">
<p lang="pt-PT">Logo vos conto se me satisfizeram o apetite &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p style="margin-bottom:0;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[disclaimer]]></title>
<link>http://miragecj.wordpress.com/2009/11/26/disclaimer/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:00:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>miragecj</dc:creator>
<guid>http://miragecj.wordpress.com/2009/11/26/disclaimer/</guid>
<description><![CDATA[pentru ca nu-mi place ce cautari am pe acest asa numit blog, cre ca-i bine sa aduc niste lamuriri : ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>pentru ca nu-mi place ce cautari am pe acest asa numit blog, cre ca-i bine sa aduc niste lamuriri :</p>
<p>1. pe acest blog nu o sa gasiti niciodata aforisme, nici despre fumat, nici despre veata(mama ei), nici despre nimic altceva.</p>
<p>2. degeaba o sa cauti &#8220;ce-i aia ler ? &#8221; pentru ca nu o afli niciodata, leru-i ler punct</p>
<p>3. pe bune de stiu care-i numarul de telefon a lui Nicu Covaci. da-i merge bine, tocma am citit in revista culturala &#8220;Libertatea&#8221; despre veata sa de haiduc in spania. sa tot fii, haiduc !</p>
<p>ps : din nou is prea de treaba, in transilvania ler inseamna cuptor, rocket science nu altceva .</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Clube de história]]></title>
<link>http://jornaletc.wordpress.com/2009/11/24/clube-de-historia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:28:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>simaogomes</dc:creator>
<guid>http://jornaletc.wordpress.com/2009/11/24/clube-de-historia/</guid>
<description><![CDATA[Clica para veres o documento&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Clica para veres o documento&#8230;]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[* Ler para poder crescer *]]></title>
<link>http://blogdolivro.wordpress.com/2009/11/23/ler-para-poder-crescer/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:06:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Blogueiras do BlogdoLivro</dc:creator>
<guid>http://blogdolivro.wordpress.com/2009/11/23/ler-para-poder-crescer/</guid>
<description><![CDATA[Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ler é essencial. Através da leitura, testamos os nossos próprios valores e experiências com as dos o]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Livro das Nossas Vidas - "A Lua de Joana", por Filipe Hanson e Ana Silva]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/23/o-livro-das-nossas-vidas-a-lua-de-joana-por-filipe-hanson-e-ana-silva/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 22:54:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/23/o-livro-das-nossas-vidas-a-lua-de-joana-por-filipe-hanson-e-ana-silva/</guid>
<description><![CDATA[A Lua de Joana é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">A <strong><em>Lua de Joana</em></strong> é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores &#8211; aqui fica então um post duplo do Filipe e da Ana que, apesar de terem cada um &#8220;a sua vida&#8221;, escolheram, sem qualquer combinação prévia, esta história como tema do seu artigo. </span></p>
<h1 style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">&#8230;<br />
</span></h1>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/joana.jpg"><img class="size-medium wp-image-2878 alignleft" title="joana" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/joana.jpg?w=203" alt="" width="203" height="300" /></a>O livro de que vou falar tem como título <em>A Lua de Joana</em>, escrito por <a href="http://quarto-crescente.blogs.sapo.pt/448.html"><strong>Maria Teresa Maia Gonzalez</strong></a>. Este livro é sobre uma rapariga chamada Joana, que acabou de perder a sua melhor amiga, Marta, que morrera de<em> overdose</em> de drogas, e desde então, como Joana sente imensa falta da Marta, começa a escrever cartas, para a amiga que já morreu, sobre o seu dia-a-dia (o livro é constituído pelas cartas da Joana), pois sentia-se sempre muito sozinha.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Joana é uma excelente aluna, muito admirada pelos seus colegas e professores, contudo esconde de todos a infelicidade que sente com a perda da sua melhor amiga a ausência da sua família, pois os seus pais não lhe dão atenção, e a única pessoa em quem Joana podia confiar e desabafar é com a sua avó, a avó Ju, pois ela era a única que lhe dava atenção e a compreendia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Os pais de Joana raramente estavam “atentos” a ela porque a achavam  uma jovem responsável, e por isso não se preocupavam com ela, mas também não eram pais presentes nas acções dos filhos. O pai era um médico consagrado, dando mais importância ao seu trabalho e pacientes que à família; a mãe era dona de uma loja de vestuário, dando mais importância à loja e ao irmão de Joana, Jorge, a quem pelas roupas e aspecto chamava “Homem das Cavernas” e “Traumatizado”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">As coisas complicam-se quando a avó Ju morre, deixando Joana completamente infeliz e ainda mais isolada das pessoas: pois as mais importantes da sua vida tinham morrido. Com o passar dos dias, Joana vai-se sentindo fraca pela solidão que passa, até que conhece uma rapariga que era amiga da Marta, a Rita. Estas começam a conhecer-se melhor e foi através da Rita que a Joana começou a consumir droga (a Marta também começou a consumir através da Rita), para ter uma sensação diferente do que a solidão lhe permitia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Acho importante referir que a origem do título do livro é um baloiço que a <a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/1318324.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2879" title="1318324" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/1318324.jpg?w=300" alt="" width="347" height="122" /></a>Joana tinha no quarto, pois tinha a forma de uma lua que, de acordo com a posição, representava o estado de espírito da Joana (se tivesse em quarto minguante estava triste, se tivesse em quarto crescente estava feliz).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Escolhi este livro pois fala sobre a triste realidade das drogas e a sua influência negativa na  própria pessoa, na família e nos amigos, afectando toda a nossa sociedade. O livro também chama a atenção para os pais desatentos, para aqueles que colocam a profissão em primeiro lugar, deixando a família para trás.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong>Filipe Hanson 10ºB</strong></span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong>&#8230;<br />
</strong></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong><em>A Lua de Joana</em></strong> é o livro da minha vida, até agora.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Escolhi este livro pois adorei lê-lo: é bastante cativante e mostra-nos uma realidade na vida de vários adolescentes: o mundo das drogas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">A protagonista do livro é a Joana, uma rapariga de 17 anos,que perdeu a sua melhor amiga, a Marta. Marta, também de 17 anos, começou a enveredar pelo caminho das drogas, ficando assim viciada e acabando por falecer.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> </span></p>
<div id="attachment_2880" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><a href="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/gonzalez-maria-teresa-3.jpg"><img class="size-full wp-image-2880" title="gonzalez,-maria-teresa-3" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/gonzalez-maria-teresa-3.jpg" alt="" width="170" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Mª Teresa Gonzalez</p></div>
<p>Após a morte de Marta, Joana começou a escrever um diário como se fosse dirigido a Marta. Nele, Joana desabafava sobre os probelemas com os pais e não só. Um tempo depois de Marta ter falecido, Joana começou a falar com o irmão dela, tendo mesmo começado a namorar. Como qualquer casal, tiveram algumas discussões mas o pior estava para chegar: tal como Marta, o irmão também seguiu o mesmo caminho. Talvez para tentar perceber porque é que a irmã tinha escolhido aquele caminho, ou até mesmo por estar revoltado com o que tinha acontecido com ela. Quando Joana se apercebeu do que se passava com o namorado, já era tarde demais, pois ele já estava demasiado “dentro” do mundo da droga e quase não havia volta a dar. Revoltada com tudo o que se passava, Joana acabou por entrar também nesse mundo, um pouco pressionada pelo namorado. Porém, no fim, os dois decidem fazer reabilitação para deixarem as drogas.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Gostei imenso do livro, contudo não gostei do final pois a Joana não se consegue curar e acaba por morrer. Eu penso que é interessante pessoas da minha idade lerem este livro pois ele ilustra uma realidade bem verdadeira e ilustra também o perigo das drogas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><strong> Ana Silva, 10ºB</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exposição de Marcadores de Livros - "Ler é Saudável"]]></title>
<link>http://crescercomsaude.wordpress.com/2009/11/22/exposicao-de-marcadores-de-livros-ler-e-saudavel/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:09:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>pgraca</dc:creator>
<guid>http://crescercomsaude.wordpress.com/2009/11/22/exposicao-de-marcadores-de-livros-ler-e-saudavel/</guid>
<description><![CDATA[No ano anterior o Agrupamento de Escolas e Jardins-de-Infância D. Lourenço Vicente promoveu um concu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">No ano anterior o Agrupamento de Escolas e Jardins-de-Infância D.<br />
Lourenço Vicente promoveu um concurso de marcadores, que envolveu<br />
todos os alunos do Pré-Escolar ao 3º Ciclo, no âmbito do Projecto de<br />
Educação para a Saúde e do Plano Nacional da Leitura. Esta actividade<br />
permitiu que todos os diferentes ciclos participassem de uma forma<br />
envolvente num projecto comum. A participação foi muito positiva e<br />
dado o número elevado de marcadores a concurso, na altura, não foi<br />
possível fazer uma exposição dos mesmos. Este ano lectivo foi<br />
realizada uma exposição, que esteve patente do dia 2 a 13 de Novembro, no centro de exposições Dr. Afonso Rodrigues Pereira.</p>
<p>Foi possível que todas as escolas do Agrupamento a tivessem visitado.</p>
<p> Fica o registo fotográfico&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu já li e recomendo a leitura...]]></title>
<link>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/21/7084/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 20:24:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>REDSKIN</dc:creator>
<guid>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/21/7084/</guid>
<description><![CDATA[Titulo: Uma aventura na selva negra Autor: Gerónimo Stilton A família de Stilton decide combater os ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://www.bertrand.pt/fotos/produtos/9789722335027_1229692506.jpg" alt="" width="211" height="277" /><span style="color:#33cc00;">Titulo: Uma aventura na selva negra</span></p>
<p><span style="color:#33cc00;">Autor: Gerónimo Stilton</span></p>
<p><span style="color:#33cc00;">A família de Stilton decide combater os medos, mandando Gerónimo para um curso de sobrevivência. No avião, Stilton assina o contrato da líder do curso (Arsénia) que o leva até à Selva Negra. Nessa aventura, Stilton faz 5 novos amigos: Bumbo, Crepe, Balaclava, Naftalina e, claro, a Arsénia. O curso dura uma semana. Stilton como sempre azarado cai em buracos, perde-se, é atacado por cobras e  cai em partidas, desta vez não do Esparrela, mas sim da Arsénia. No fim, Stilton vai ao consultório do doutor Ratenstein, o seu médico, que lhe sugeriu o curso e descobre que a Arsénia é sua sobrinha.</span></p>
<p><span style="color:#33cc00;">Bem, não vos contei tudo, mas se querem saber tudo muito bem explicado, leiam o livro.</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#33cc00;">Filipe Vieira, 5º E</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1º «Ler é Ganhar!»]]></title>
<link>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/21/1%c2%ba-%c2%abler-e-ganhar%c2%bb/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:50:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Teresa Antunes</dc:creator>
<guid>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/21/1%c2%ba-%c2%abler-e-ganhar%c2%bb/</guid>
<description><![CDATA[ Concurso literário «Ler É Ganhar!» (O melhor Leitor) Trapo Azul de Romeu Correia     Questionário/ ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4 style="text-align:center;"> <span style="color:#993300;">Concurso literário «Ler É Ganhar!» (O melhor Leitor)</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;"><em>Trapo Azul</em> </span>de Romeu Correia</h4>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://romeuj.wordpress.com/files/2009/11/trapo-azul.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-285" title="Trapo Azul" src="http://romeuj.wordpress.com/files/2009/11/trapo-azul.jpg?w=195" alt="" width="195" height="300" /></a></p>
<h5 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"> </span></h5>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;">Questionário/ Análise da obra</span></h4>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ler <span style="color:#0000ff;"><em>Trapo Azul</em> </span>é viajar no tempo e no espaço de Almada. A paisagem é a de um tempo de miséria, de um deserto sentimental, onde se cruzam todo o tipo de figuras e onde o amor parece não ter lugar para crescer.</strong></p>
<p>1. Distingue o narrador do autor nesta obra.</p>
<p>2. A pobreza é uma das linhas temáticas que atravessa o livro e, por isso, é-nos dada uma visão triste da realidade de então.</p>
<p>2.1. Por que razão o sujeito de enunciação afirma que «casar com um pescador» seria «amarrar a corda ao pescoço».</p>
<p>2.2. Que ficamos a conhecer sobre a sua família?</p>
<p>3. Almada surge como um espaço libertador para as mulheres.</p>
<p>3.1. Justifica a afirmação.</p>
<p>4. Aponta algumas características da cidade de Almada atendendo a:</p>
<p>a) Descrição de lugares;</p>
<p>b) Associativismo;</p>
<p>c) Diversão;</p>
<p>d) Trabalho (masculino e feminino);</p>
<p>e) Tradições religiosas.</p>
<p>5. Indica algumas causas e consequências da violência doméstica.</p>
<p>6. Justifica o título Trapo Azul.</p>
<h4><span style="color:#000000;">Procura <span style="color:#0000ff;"><em>Trapo Azul </em><span style="color:#000000;">na BE-CRE.</span></span></span></h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Stellungnahme von KITA-Bündnis und LER zum Betreuungsgeld]]></title>
<link>http://kitabuendnis.wordpress.com/2009/11/20/stellungnahme-von-kita-bundnis-und-ler-zum-betreuungsgeld/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wolfgang G Wettach</dc:creator>
<guid>http://kitabuendnis.wordpress.com/2009/11/20/stellungnahme-von-kita-bundnis-und-ler-zum-betreuungsgeld/</guid>
<description><![CDATA[(Der Knopf rechts unten öffnet die Stellungnahme als Vollbild)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --><br />
(Der Knopf rechts unten öffnet die Stellungnahme als Vollbild)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[«Ler é Ganhar!» - Concurso Literário]]></title>
<link>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/18/%c2%abler-e-ganhar%c2%bb-concurso-literario/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:15:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Teresa Antunes</dc:creator>
<guid>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/18/%c2%abler-e-ganhar%c2%bb-concurso-literario/</guid>
<description><![CDATA[Ainda no âmbito das comemorações do Dia da Escola, a BE-CRE lança o concurso «Ler é Gannhar! O Melho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ainda no âmbito das comemorações do Dia da Escola, a <span style="color:#993300;">BE-CRE</span> lança o concurso <span style="color:#993300;">«Ler é Gannhar! O Melhor Leitor»</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Todos os períodos, desafiaremos os nossos jovens leitores a pronunciarem-se (numa análise literária, pois claro!) sobre uma obra seleccionada e anunciada aqui no <em><span style="color:#993300;">Romeu&#8217;s Blog</span></em>. Depois, é só seguirem o guião de análise (que também será publicado) e atirarem-se à vossa própria obra. Não se esqueçam, porém, de ler atentamente o <strong><span style="color:#993300;">Regulamento</span></strong> que aqui publicamos. Toda a informação necessária passará a estar disponível numa página própria, naqueles separadores lá de cima.</p>
<p style="text-align:justify;">Como convém, haverá <span style="color:#993300;">prémio</span> para o vencedor que apresentar a melhor leitura, para além da difusão mundial através do Romeu&#8217;s. Nem imaginam o que a ler se pode ganhar!</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Jester reading a book" src="http://www.fromoldbooks.org/Nye-HistoryOfEngland/pages/000-Front-Cover-detail-reading-gnome/000-Front-Cover-detail-reading-gnome-q75-500x495.jpg" alt="" width="144" height="142" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#993300;">Regulamento do Concurso literário «Ler É Ganhar!» (O melhor Leitor)</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">                Ao criar este concurso literário, a equipa da <span style="color:#993300;">BE/CRE</span> teve em consideração alguns objectivos específicos que são, por um lado, homenagear o patrono da Escola, Romeu Correia, e, por outro, incentivar o gosto pela leitura e pela escrita, actividades essenciais a um desenvolvimento intelectual.</p>
<ol>
<li>O Concurso «Ler É Ganhar!», instituído no dia 17 de Novembro de 2009, destina-se a premiar a melhor análise às obras apresentadas trimestralmente, de acordo com as respostas às questões propostas.</li>
<li>O Concurso é aberto a todos os alunos da Escola Secundária c/ 3º Ciclo de Romeu Correia, podendo concorrer até ao último dia de cada período lectivo.</li>
<li>Cada concorrente só pode apresentar um trabalho.</li>
<li>Os trabalhos a apresentar serão subordinados às seguintes normas:</li>
</ol>
<p>a)      As respostas devem, obrigatoriamente, ser redigidas em folhas tamanho A4, com espaçamento duplo entre as linhas e tipo de letra Arial, tamanho 12, identificando, inequivocamente, o número de cada questão;</p>
<p>b)      Os trabalhos deverão ser entregues, sob pseudónimo, na Biblioteca da Escola até à penúltima semana de aulas de cada período;</p>
<p>c)       Juntamente com o original, deverá ser entregue um envelope fechado, de forma a garantir a respectiva inviolabilidade, contendo no interior os dados de identificação: nome, ano, turma e número, e, no seu exterior, o pseudónimo escolhido e o título do livro em análise.</p>
<ol>
<li>A equipa da BE/CRE reserva-se o direito de publicitar/divulgar o trabalho vencedor.</li>
<li>O prémio a atribuir ao melhor trabalho será um cheque livro.</li>
<li>Os exemplares dos trabalhos a concurso não serão devolvidos aos concorrentes.</li>
<li>o júri terá a seguinte composição: Professor Francisco Gonçalves, Professoras Fátima Rosa e Fátima Gomes.</li>
<li>A decisão do júri será anunciada no início de cada período.</li>
<li>O júri poderá não atribuir qualquer prémio, caso considere que os trabalhos apresentados não reúnam condições de qualidade que o justifiquem.</li>
<li>Os casos omissos ou as divergências na interpretação do presente Regulamento serão solucionadas pelo júri.</li>
<li>Serão excluídos todos os trabalhos que não respeitem o presente Regulamento.</li>
<li>Das decisões do júri não haverá recurso.</li>
<li>A organização divulgará o presente Regulamento através do blogue da BE/CRE.</li>
<li>A participação neste concurso integra-se, de igual forma, no <strong><span style="color:#993300;">Concurso Nacional de Leitura</span></strong>, para a selecção dos alunos apurados na 1º Fase.</li>
</ol>
<p>                                                                         Feijó, 17 de Novembro de 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sábado de Cuentos en Alcalá]]></title>
<link>http://ampacervantes.wordpress.com/2009/11/18/sabado-de-cuentos-en-alcala/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:48:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>ampacervantes</dc:creator>
<guid>http://ampacervantes.wordpress.com/2009/11/18/sabado-de-cuentos-en-alcala/</guid>
<description><![CDATA[Este sábado 21 de noviembre estamos de suerte en nuestra ciudad: Tenemos dos espacios para acudir co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este sábado <strong>21 de noviembre</strong> estamos de suerte en nuestra ciudad:</p>
<p>Tenemos dos espacios para acudir con nuestros hij@s a divertirnos con historias que nos hacen imaginar, reír, cantar, gritar &#8230;</p>
<p>Por la mañana, nuestros amigos Los Légolas, estarán en Santa María la Rica nº 3 a las 12h  en una Sesión Familiar para niños a partir de 6 años. Los actos se enmarcan dentro del programa de actos para erradicar la violencia de género, que se celebra el 25 de noviembre. Tienen otra sesión a las 18.30h, pero para adultos.</p>
<p>En la librería LER, a las <strong>18.30h</strong> habrá sesión de Cuentos y presentación del  libro &#8220;<strong>El diario hablado de Clara&#8221; </strong> a cargo de su autora,  Esther Sestelo.</p>
<p>Aprovechamos este sábado de cuentos, para adjuntaros las bases del Festival, que se celebra en Rivas Vaciamadrid <strong>Lloviendo Cuentos</strong>, por si os animáis a participar</p>
<p><a href="../files/2009/11/festival-rivas1.pdf" target="_blank">bases Lloviendo Cuentos</a></p>
<p>y colorin, colorado, este post se ha acabado <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Prazer de ler!]]></title>
<link>http://blogdolivro.wordpress.com/2009/11/16/o-prazer-de-ler/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 23:56:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Blogueiras do BlogdoLivro</dc:creator>
<guid>http://blogdolivro.wordpress.com/2009/11/16/o-prazer-de-ler/</guid>
<description><![CDATA[Independente da classe social, muito mais do que um hábito, a leitura deve ser estimulada. O cidadão]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Independente da classe social, muito mais do que um hábito, a leitura deve ser estimulada. O cidadão]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saúde Mental e Psicologia do Trabalho_Parte II]]></title>
<link>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-ii/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:34:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grupo Papeando</dc:creator>
<guid>http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-ii/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Tempos Modernos&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976) *Por José Roberto Heloani e Cláudio Garc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di_cavalcanti_tempos_modernos1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1415" title="Di_cavalcanti_tempos_modernos" src="http://grupopapeando.wordpress.com/files/2009/11/di_cavalcanti_tempos_modernos1.jpg" alt="" width="501" height="353" /></a>&#8220;<em>Tempos Modernos</em>&#8221; por Di Cavalcanti (1897-1976)</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:right;"><strong>*Por José Roberto Heloani e Cláudio Garcia Capitão</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><span style="color:#888888;">Leia a primeira parte deste artigo</span> <a href="http://grupopapeando.wordpress.com/2009/11/16/saude-mental-e-psicologia-do-trabalho_parte-i/" target="_blank">AQUI</a><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Qualidade de Vida</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, o discurso manifesto encontrado nos folhetins que tratam das relações do trabalho parece demonstrar insistente preocupação com a melhoria da qualidade de vida dos que trabalham. Todavia, encontra-se uma política mundial de ajuste de custos que leva governos e empresas a minguarem as conquistas sociais alcançadas no último século pela classe trabalhadora. Embora não exista uma definição consensual sobre a expressão “Qualidade de Vida no Trabalho (QVT)”, o termo vem sendo utilizado com diferentes conteúdos e significados – sua origem, segundo Trist (1981), concerne a uma conferência internacional sediada em Arden House, em 1972, cujo tema principal versava sobre os “Sistemas Sociotécnicos”. Não obstante, já no final da década de 50, quando o capital americano promove uma recessão para organizar o seu parque industrial, observa-se certa preocupação com esse assunto nos países que ditavam a política do capitalismo. Não teria portanto o “movimento” de QVT sua verdadeira origem nas conseqüências sociais da primeira retração econômica significativa após a Segunda Guerra Mundial nos EUA? É o que parece, ainda que tais mazelas só possam ser conhecidas e sentidas em sua real magnitude na crise do modelo de desenvolvimento fordista dos anos 60 e 70.</p>
<p style="text-align:justify;">O que se constata é que a qualidade de vida do trabalhador, especialmente dos que vivem no terceiro mundo, vem-se degradando dia após dia. Doenças até então inexistentes ou restritas a certos nichos empresariais, como a LER/Dort tornaram-se comuns a todos, e espalharam-se como doenças infecto-contagiosas, tornando impossibilitados, para o trabalho, milhares de trabalhadores. As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares (Dort) relacionados ao trabalho são nomenclaturas utilizadas para designar inúmeras doenças, entre as quais tenossinovites e tendinites, ou seja, inflamações que se manifestam nos tendões e nas bainhas nervosas que os recobrem; são afecções que podem acometer músculos, tendões, nervos e ligamentos de forma isolada ou associada, com ou sem a degeneração de tecidos, e que pode ocasionar a invalidez permanente. Em geral, não são facilmente diagnosticadas – o que prejudica o processo de tratamento – e afetam sobretudo trabalhadores do sexo feminino, das mais variadas atividades, com maior incidência entre os dezoito e trinta e cinco anos. Parece até que, pelo encolhimento do mercado de trabalho, as lutas dos trabalhadores restringem-se apenas à sobrevivência, assim como o quadro histórico encontrado no início do século passado, em que a luta era para não morrer, não importando o preço que teria de ser pago&#8230;viver como um estado apenas emergencial.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, se a qualidade de vida do trabalhador é vista, pelo menos como uma política de relações públicas, ou como uma meta quase recorrente, deve-se perguntar o que no trabalho pode ser apontado como fonte específica de nocividade para a vida mental. A trama em que essa questão está envolta é quase evidente: a luta pela sobrevivência leva a uma jornada excessiva de trabalho, e as condições em que o trabalho se realiza repercutem diretamente na fisiologia do corpo. O rompimento de vínculos de relações fundamentais para manutenção e fortalecimento da subjetividade humana atua de certa forma que pode desencadear o assédio moral, o qual tem sido compreendido, atualmente, como a exposição dos trabalhadores a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho; e passam a ser mais desestabilizadoras. Mesmo assim, logo as relações ficam mais desumanas e aéticas, nas quais predominam os desmandos, a manipulação do medo, a competitividade desenfreada e os programas de qualidade total associados à produtividade e dissociados da QVT. A qualidade total sem qualidade de vida não é integral, mas parcial.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho como regulador social é fundamental para a subjetividade humana, e essa condição mantém a vida do sujeito; quando a produtividade exclui o sujeito podem ocorrer as seguintes situações: reatualização e disseminação das práticas agressivas nas relações entre os pares, gerando indiferença ao sofrimento do outro e naturalização dos desmandos administrativos; pouca disposição psíquica para enfrentar as humilhações; fragmentação dos laços afetivos; aumento do individualismo e instauração do pacto do silêncio coletivo; sensação de inutilidade, acompanhada de progressiva deterioração identitária; falta de prazer; demissão forçada; e sensação de esvaziamento. As condições laborais, bem como as relações diretas entre os trabalhadores, influenciam diretamente a qualidade de vida. Essa, portanto, torna-se, nessa perspectiva, estratégica para a sobrevivência e desenvolvimento futuros das organizações. Como a produção estimula o consumo e ao mesmo tempo inventa o sujeito para o qual ela se destina, deve, então, esse sujeito, receber os impactos diretos da organização do trabalho. Resta, então, deduzir que, em grande parte, o sofrimento mental do trabalhador é conseqüência direta dessa organização, isto é, da divisão do trabalho, do conteúdo da tarefa, do sistema hierárquico, das modalidades de comando, das relações de poder, etc.; de todo um aparato que modula a percepção, o controle dos impulsos, as possibilidades de apreensão e a reflexão do que produz e que também se consome nas tarefas que executa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O Sofrimento do Trabalho</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Dejours (1992) afirma que executar uma tarefa sem envolvimento material ou afetivo exige esforço de vontade que em outras circunstâncias é suportado pelo jogo da motivação e do desejo. A vivência depressiva em relação ao trabalho e a si mesmo alimenta-se da sensação de adormecimento intelectual, de esclerose mental, de paralisia da fantasia e da imaginação; na verdade, marca de alguma forma o triunfo do condicionamento em relação ao comportamento produtivo e criativo. Para esse pensador, no que diz respeito à relação do homem com o conteúdo significativo do trabalho, é possível considerar, esquematicamente, dois componentes: o conteúdo significativo em relação ao sujeito e o conteúdo significativo, pode-se assim dizer, em relação ao objeto. Quando o progresso e o avanço dessa relação são bloqueados por algum motivo ou circunstância, observa-se a incidência do sofrimento. O sofrimento, por seu turno, é desdobrado: o ponto de incidência proveniente das ações mecânicas, conteúdo ergonômico da tarefa, é o corpo e não o aparelho mental; esse último será afetado pela insatisfação propiciada pelo conteúdo significativo da tarefa a ser executada, transformando em sofrimento bem particular, cujo alvo, antes de tudo, é a subjetividade, ou seja, a mente.</p>
<p style="text-align:justify;">Freud (1987a), ao descrever o desenvolvimento psíquico, relata que uma criança recém-nascida ainda não diferencia seu ego do mundo externo como origem das inúmeras sensações que são vivenciadas por ela; apenas, com o passar do tempo, e progressivamente, vai aprendendo a fazer tal diferenciação, reagindo de modo adequado aos estímulos correspondentes. Por seu lado, o ego, movido pelo princípio do prazer, tenta afastar as sensações desprazerosas, denotanto uma tendência a isolar e a projetar para fora de si tudo o que pode ser fonte de desprazer. Num estágio de maior integração, o ego, com a ação deliberada das atividades sensórias e da ação muscular correspondente, consegue diferenciar entre o que é interno e o que origina-se do mundo externo, estabelecendo dessa forma as condições para a introdução do princípio de realidade. Por meio desse último, o ego pode localizar o sofrimento surgindo de três direções: de nosso próprio corpo, do mundo externo e da nossa relação com as outras pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses desdobramentos na evitação do sofrimento por parte do ego podem também ocorrer em relação ao trabalho, tanto do ponto de vista físico quanto mental. O trabalho, não só como uma condição externa, pode propiciar sofrimento insuperável para o ego, empobrecendo-o e restringindo sua ação a mecanismos defensivos repetitivos e ineficazes, não lhe possibilitando aferir, de acordo com suas atividades, a satisfação de determinadas pulsões, que, não satisfeitas, tensionariam o aparelho psíquico, gerando angústia, estados depressivos, ansiedade, medos inespecíficos, sintomas somáticos, como sinais marcantes de sofrimento mental, com o agravante de que um ego debilitado e frágil não consegue diferenciar, pela sua condição, a origem de seu sofrimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Dejours (1994) distingue dois tipos de sofrimento: o sofrimento criador e o sofrimento patogênico. Este último surge quando todas as possibilidades de transformação, aperfeiçoamento e gestão da forma de organizar o trabalho já foram tentadas, ou melhor, quando somente pressões fixas, rígidas, repetitivas e frustrantes, configuram uma sensação generalizada de incapacidade. Todavia, quando as ações no trabalho são criativas, possibilitam a modificação do sofrimento, contribuindo para uma estruturação positiva da identidade, aumentando a resistência da pessoa às várias formas de desequilíbrios psíquicos e corporais. Dessa forma, o trabalho pode ser o mediador entre a saúde e a doença e o sofrimento, criador ou patogênico. Assim, prazer e sofrimento originam-se de uma dinâmica interna das situações e da organização do trabalho. São decorrências das atitudes e dos comportamentos franqueados pelo desenho organizacional, cuja tela de fundo constitui-se de relações subjetivas e de poder. Pela condição de funcionamento mental estabelecida, o sujeito perde sua autonomia e, por conseqüência de um ego debilitado, não tem forças para realizar o trabalho de reflexão em que está envolvida toda sua existência, pois “as variáveis de personalidade mais relevantes na determinação da objetividade e racionalidade da ideologia são as pertencentes ao Ego, a parte da personalidade que avalia a realidade, integra as demais instâncias, e opera da forma mais consciente. É o ego que percebe as forças nãoracionais que atuam na personalidade, e se responsabiliza por elas” (Adorno; Horkheimer, apud Rouanet, 1983:170). Nesse sentido, abre-se ao psicólogo, e aos demais profissionais de saúde mental, um campo enorme de estudo, não apenas de denúncia.</p>
<p style="text-align:justify;">As condições e as exigências do mercado de trabalho na atualidade rotinizam e amortecem o sentido da vida, deixando no corpo as marcas do sofrimento, que se manifestam nas mais variadas doenças ditas ocupacionais, além de atentar contra a saúde mental, em especial quando o psiquismo anquilosado em sua mobilidade faz com que a mente seja absorvida em formas de evitação do sofrimento. No entanto, as organizações cobram de seus psicólogos e das escolas que os formam um rápido ajustamento de suas metodologias e de suas estratégias de ação. Isso tem feito com que grande parte dos psicólogos organizacionais abracem novamente (sem nenhuma crítica, com pouquíssima reflexão) idéias, princípios e pressupostos vindos das teorias administrativas, tais como as chamadas “Teorias da Qualidade”, verdadeiro fetiche pós-moderno, pois nada mais são do que a reatualização de alguns princípios da década de 30, bem untados com uma eficiente metodologia quantitativa desenvolvida na década de 50, aproveitada nos anos 70 e aperfeiçoada na década de 80.</p>
<p style="text-align:justify;">Na realidade, com o esvaziamento da área de Recursos Humanos, em razão das reengenharias, processos de downsizing e congêneres, alguns psicólogos estão-se transformando em consultores internos, assessorando treinamento e seleção e passando da posição de linha para a de staff, que além de ser, no cômputo geral, menos custosa, possui a vantagem do não envolvimento direto com os trabalhadores. Como nas organizações pós-fordistas houve uma maquiagem no que concerne ao controle. Agora o psicólogo não regula o processo, o controle é por resultados, o compromisso é com a qualidade e esse profissional deve voltar sua atenção para a auto-regulação do trabalhador. Essa sim é sua função! Não há nada de mais democrático ou participativo nisso em relação à concepção taylorista/fordista. O que existe é a substituição do controle externo do desempenho pelo controle interno dos próprios funcionários mediante eficiente trabalho de comunicação no qual o psicólogo, sem dúvida, poderá vir a ser protagonista, pois compete a ele, agora, instruir as equipes nesse sentido. Nas empresas pós-fordistas, signatárias do neoliberalismo, a matéria-prima principal são as pessoas; a moeda mais importante é o signo e o símbolo, e a manipulação dos processos psicodinâmicos constitue a principal tecnologia. Essas são algumas das ferramentas da empresa pós-moderna (se é permitido o neologismo). Substituíram o chicote, o supervisor e os testes psicológicos pela ilusão da integração e da participação. É a tentativa da construção de uma nova subjetividade que encontra no projeto neoliberal a sementeira do individualismo e da barbárie.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pelos problemas aqui abordados, as questões que envolvem a psicodinâmica do trabalho tornam-se pontos fundamentais de preocupação para os que lidam com Saúde Pública, sobretudo quando se sabe que a separação entre mente e corpo é apenas uma questão semântica, didática, e que o conceito de saúde vai muito além do que a mera ausência sintomática de doenças. Quanto à psicologia, concorda-se com Freud (1987b:61) quando assinala que “um psicólogo que não se ilude sobre a dificuldade de descobrir a própria orientação neste mundo, efetua um esforço para avaliar o desenvolvimento do homem, à luz da pequena porção de conhecimentos que obteve através de um estudo dos processos mentais de indivíduos durante seu desenvolvimento de criança a adulto”. Não se pode ser fiador de futuras ilusões para a grande massa de trabalhadores, que sofre com o trabalho ou com a sua falta. O trabalho não pode ser uma negatividade da vida, mas, muito pelo contrário, sua expressão, coisa que o capitalismo, em suas mais variadas versões apresentadas no decorrer da história, não permitiu que ocorresse. Eis a Esfinge que cabe ao homem contemporâneo decifrar, para não ser definitivamente devorado por ela.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*José Roberto Heloani </strong>é Professor e Pesquisador da Universidade Estadual de Campinas e na FGV-SP (jheloani@fgvsp.br).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>*Claúdio Garcia Capitão</strong> é Psicólogo Clínico, Professor e Pesquisador em Psicologia na Universidade São Francisco (cgcapitao@uol.com.br).</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#000000;"><strong>Fonte: Revista <a href="http://www.seade.gov.br/produtos/spp/" target="_blank">São Paulo em Perspectiva</a> 17(2): 102-108, 2003</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um blog a não perder]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/16/um-blog-a-nao-perder/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:24:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/16/um-blog-a-nao-perder/</guid>
<description><![CDATA[aceda ao site]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2842" class="wp-caption aligncenter" style="width: 371px"><a href="http://letrapequenaonline.blogspot.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2842" title="Logo-LetraPeq_final_3" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/logo-letrapeq_final_3.gif" alt="Logo-LetraPeq_final_3" width="361" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">aceda ao site</p></div>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O livro, o leitor, a leitura]]></title>
<link>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/15/o-livro-o-leitor-a-leitura/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 09:57:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>REDSKIN</dc:creator>
<guid>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/15/o-livro-o-leitor-a-leitura/</guid>
<description><![CDATA[Leio e estou liberto. Adquiro objectividade. Deixo de ser eu e disperso. E o que leio, em vez de ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><img class="alignleft size-full wp-image-6913" title="fernando Pessoa" src="http://cyberteca.wordpress.com/files/2009/11/fernando-pessoa.jpg" alt="fernando Pessoa" width="101" height="129" />Leio e estou liberto. Adquiro objectividade. Deixo de ser eu e disperso. E o que leio, em vez de ser um trajo meu que mal vejo e por vezes me pesa, é a grande clareza do mundo externo…</em></p>
<p style="text-align:right;">Fernando Pessoa</p>
<p style="text-align:center;">Retirado <a href="http://www.leitura.gulbenkian.pt/boletim_cultural/files/VI_06.pdf">daqui</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apetece-te ler?]]></title>
<link>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/15/apetece-te-ler/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 07:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>REDSKIN</dc:creator>
<guid>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/15/apetece-te-ler/</guid>
<description><![CDATA[Apetece-te ler? Nas estações de Sete Rios e de Santa Apolónia, em Lisboa, já é possível desde Outubr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-6918" title="maquina livros" src="http://cyberteca.wordpress.com/files/2009/11/maquina-livros.jpg" alt="maquina livros" width="130" height="250" /><span style="color:#ff0000;">Apetece-te ler?</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Nas estações de Sete Rios e de Santa Apolónia, em Lisboa, já é possível desde Outubro, adquirir livros a preços de 6,00 e 7,50 da colecção BIS (colecção de pequeno formato da <a href="http://bisleya.blogs.sapo.pt/59306.html">LEYA</a>), em máquinas de venda automática de  livros.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Até ao final do ano, outras máquinas serão instaladas em outros locais com muito tráfego da região de Lisboa e, futuramente em todo o país, nas zonas de maior afluência de pessoas, nomeadamente em estações de transportes.</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Uma  ideia copiada lá de fora, mas que não deixa de ser uma boa ideia! </span></p>
<p><span style="color:#ff0000;">Começam a escassear as  justificações para não ler&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Livro da Minha Vida -“Sam e a Maldição de Sangue”, por Bruno Berrincha ]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/13/o-livro-da-minha-vida-%e2%80%9csam-e-a-maldicao-de-sangue%e2%80%9d-por-bruno-berrincha/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:23:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/13/o-livro-da-minha-vida-%e2%80%9csam-e-a-maldicao-de-sangue%e2%80%9d-por-bruno-berrincha/</guid>
<description><![CDATA[Apesar de já ter lido vários livros, vou abordar no seguinte texto o livro que me marcou mais. O tít]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"><img class="alignleft size-full wp-image-2810" title="119067" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/119067.jpg" alt="119067" width="189" height="283" />Apesar de já ter lido vários livros, vou abordar no seguinte texto o livro que me marcou mais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">O título do livro é <em><strong>Sam e a Maldição de Sangue</strong></em> que pertence à colecção <em><strong>Trilogia do Dragão</strong></em>, do autor Thomas Bloor.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">O livro conta a história de um rapaz chamado Sam a quem a mãe tinha falecido e cujo pai ficou paraplégico. Sam era um rapaz “certinho” e tinha duas amigas: Adda-Leigh e Georgette, que o apoiavam nos momentos mais difíceis. Um dia, Sam acorda e sente comichões e dores terríveis em todo o corpo. Primeiro pensou que tudo iria passar ao longo do dia mas acabou por complicar-se: a  comichões e as dores foram aumentado. No dia seguinte, apareceram-lhe umas bolhas esquisitas na pele. Com o passar dos dias, veio a sofrer de insónias mas as dores tinham abrandado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Numa noite fria de Inverno, Sam acorda assustado debaixo de uma ponte que ficava num pântano perto da casa da Adda-Leigh. E nas noites seguintes ocorreu o mesmo. Sam começou a faltar à escola devido a tudo o que estava a acontecer. Com o passar do tempo, o seu corpo começou a modificar-se ficando parecido com um dragão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Sam descobriu então que a sua família estava amaldiçoada por um terrível segredo originário de uma longínqua ilha na costa da China que há séculos assombrava várias gerações e que havia uma ordem que pretendia exterminar todos os dragões à face da Terra.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Para combater essa ordem, um padre chamado David e uma senhora, que tinha o poder de se transformar numa criatura bastante feia, andavam à procura do Sam antes que fosse tarde demais. Felizmente conseguiram chegar a tempo de ensiná-lo a lidar com os seus poderes, mas, mesmo assim, um seguidor da ordem tentou matá-lo. Para o salvar, a senhora transformou-se numa criatura e deu a sua vida em troca da vida de Sam.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Ao longo dos tempos, Sam foi aprendendo várias técnicas de defesa e preparou-se para a batalha entre os Seguidores da Ordem e os Dragões.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;">Eu já li vários livros, mas este foi o que mais me agradou, devido ao facto de não ser um livro muito grande mas ter uma história muito engraçada e aventureira.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003300;"> <strong>Bruno Berrincha, 10ºB</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tertúlia Orpheu, 5 de Dezembro - Um convite de Ângelo Rodrigues ]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/13/um-convite-de-angelo-rodrigues/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 02:52:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/13/um-convite-de-angelo-rodrigues/</guid>
<description><![CDATA[aceda a toda a informação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_2804" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.editorialminerva.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-2804" title="orfeu" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/orfeu.jpg" alt="orfeu" width="500" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">aceda a toda a informação</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Arte da Leitura]]></title>
<link>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/12/a-arte-da-leitura-2/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 21:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Teresa Antunes</dc:creator>
<guid>http://romeuj.wordpress.com/2009/11/12/a-arte-da-leitura-2/</guid>
<description><![CDATA[Almada Negreiros, Sem Título, 1930]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-144" title="almada negreiros" src="http://romeuj.wordpress.com/files/2009/11/almada-negreiros_1830.jpg" alt="almada negreiros_1830" width="382" height="400" /></p>
<p style="text-align:center;">Almada Negreiros, <em>Sem Título</em>, 1930</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bancuri cu Hrusca]]></title>
<link>http://wormy37.wordpress.com/2009/11/11/bancuri-cu-hrusca/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>wormy37</dc:creator>
<guid>http://wormy37.wordpress.com/2009/11/11/bancuri-cu-hrusca/</guid>
<description><![CDATA[Hrusca-i Hrusca si iarasi Hrusca Hrusca pentru noi este Chuck Norris doi Hrusca l-a vazut pe Zdreant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hrusca-i Hrusca si iarasi Hrusca</p>
<p>Hrusca pentru noi este Chuck Norris doi</p>
<p>Hrusca l-a vazut pe Zdreanta</p>
<p>Hrusca a baut rabdari prajite</p>
<p>Hrusca a facut un nod fara nicio legatura</p>
<p>Hrusca a jucat intr-un film indian mut</p>
<p>Cand conduce hrusca se autodepaseste</p>
<p>Politia il opreste pe Hrusca doar ca sa-i umfle roata</p>
<p>Hrusca face plinul din mers</p>
<p>Hrusca nu are nevoie de casa de discuri, are chitara cu DVD-writer</p>
<p>Hrusca minerul isi construieste singur lerul</p>
<p>Hrusca poate sa induca a 3a era glaciara</p>
<p>Manelele cantate de Hrusca vindeca cancerul, dar Hrusca nu canta manele</p>
<p>Hrusca poate sa meaga intr-o roata pe tricicleta cu spatele</p>
<p>Geta e sora lui hrusca</p>
<p>Hrusca poate sa omoare un yak de la 500 de metri cu gloante mentale</p>
<p>Hrusca a ciocnit 2 protoni</p>
<p>Hrusca poate sa transforme aerul in atmosfera</p>
<p>Hrusca a salvat-o pe scufita rosie</p>
<p>Hrusca se hraneste fara sa manance</p>
<p>Cand pica soarele Hrusca isi pune o dorinta</p>
<p>Eternitatea e contemporana cu hrusca</p>
<p>Hrusca l-a renegat pe Lorenzo Lamas</p>
<p>Hrusca l-a operat pe dr Alban</p>
<p>Toti traim intr-un galben submarin, dar numai Hrusca stie sa-l conduca</p>
<p>Hrusca colinda fin ca-n Iosefin</p>
<p>Chitara lui Hrusca e mai tare ca sabie lui Stefan</p>
<p>In viitor hrusca va trai in prezent</p>
<p>Cand  scrie Hrusca nu-si misca mana, hartia se misca sub stiloul lui</p>
<p>Nu exista lezbiene, doar femei care n-au auzit colindele lui Hrusca</p>
<p>Cand Hrusca e racit se amana Craciunul</p>
<p>Mos Craciun este al doilea producator de ler dupa Hrusca</p>
<p>Cand merge cu masina, Hrusca se autodepaseste</p>
<p>73% din copii vor sa se faca Hrusca</p>
<p>Hrusca poate muri intrun singur fel: inecat in ler de kryptonita</p>
<p>Primul cuvant zis de Hrusca n-a fost “mama” ci “ler”</p>
<p>Hrusca nu se uita la televizor, televizorul se uita la Hrusca</p>
<p>Soarele rasare in fiecare zi doar cu acordul lui Hrusca</p>
<p>Hrusca a refuzat un featuring cu Madona la colinda “Ca o virgina”</p>
<p>Hrusca nu pierde trenul, trenul il pierde pe Hrusca</p>
<p>Hrusca reprezinta pentru colinde ceea ce Leonardo Da Vinci este pentru pictura</p>
<p>Cand primeste un apel, telefonul lui Hrusca suna lin</p>
<p>Ca sa-si stapaneasca lerul in timpul anului, Hrusca ia calmante, dar de Craciun da jos cenzura</p>
<p>Cand Dumnezeu a creeat pamantul, l-a intrebat pe Hrusca cum sa-l faca</p>
<p>Iisus s-a nascut ca hrusca sa poata colinda</p>
<p>Hrusca este singurul care il colinda pe Chuck Norris, este singurul capabil sa produca indeajuns ler</p>
<p>In cinstea lui Hrusca, de craciun Chuck Norris isi denumeste pumnii “Lin” si “Catilin”; cand loveste cu ei, vindeca</p>
<p>Hrusca a fost al 4lea mag, care i-a daruit pruncului prima coloana sonora</p>
<p>Hrusca a cantat prima colinda in 1845</p>
<p>Hrusca s-a nascut dintr-o colinda cantata de el, in 1945</p>
<p>Hrusca a invatat sa colinde inainte sa invete sa mearga si sa vorbeasca</p>
<p>Hrusca a cantat colinde pana la infinit, de 2 ori</p>
<p>Hrusca nu asculta colinde, colindele il asculta pe Hrusca</p>
<p>Hrusca este singurul care a putut scoate lerul care era infipt intro piatra ancestrala</p>
<p>Hrusca mananca 3,7kg de ler pe zi si 2 kg de ler</p>
<p>Hrusca a construit primul baraj care nu lasa lerul sa se duca pe apa sambetei</p>
<p>Hrusca a primit premiul pentru pace inainte sa exite conceptul de razboi</p>
<p>Cand canta in fata oglinzii Hrusca genereaza un sunet care se poate auzi in 35% din univers</p>
<p>Hrusca a fost rapit de extraterestrii pentru a sustine un cocert extraodrinar</p>
<p>Hrusca a coborat in infern ca sa elibereze lerul</p>
<p>Tai Ler – forma de meditatie practicata de Stefan Hrusca pentru echilibrarea lerului</p>
<p>Hrusca se misca cu viteza lerului</p>
<p>Hrusca a pus clorul in folclor</p>
<p>Hrusca stie cat dureaza vesnica pomenire</p>
<p>Cand colinda Hrusca nu se deplaseaza, pamantul se misca sub el</p>
<p>Hrusca nu se va opri nicodata, va colinda tot</p>
<p>Cand oboseste Hrusca is impinge rasuflarea</p>
<p>Hrusca a fost la vinerea mare in miercurea ciuc</p>
<p>Prima ninsoare incepe cand Hrusca isi acordeaza chitara</p>
<p>Hrusca si-a rugat mama sa despodobeasca bradul</p>
<p>Hrusca nu impodobeste bradul, il colinda pana se umple de ler</p>
<p>Hrusca poate sa-l stinga pe Fuego</p>
<p>Hrusca poate sa cante la chitara fara chitara</p>
<p>In fiecare an Hrusca alege un batran pe care-l colinda pana devine copil</p>
<p>Hrusca stie ca cea mai mare lipsa este lipsa de ler</p>
<p>Colindele lui Hrusca vindeca deficientele de ler</p>
<p>Lui Hrusca nu-i sare mustaru, ii sare leru</p>
<p>Pumnii lui Hrusca se numesc Ler si Iarasi Ler</p>
<p>Hrusca are un ler, o datorie, o misiune de indeplinit</p>
<p>Hrusca a oprit al 3lea si al 4lea razboi mondial</p>
<p>Hrusca stie ca ai avut absente nemotivate dar nu te judeca</p>
<p>Teorema lui Hrusca: Ler = Ler + Ler</p>
<p>Hrusca stie donde esta el bano</p>
<p>Hrusca stie ou est la bibliotheque</p>
<p>Hrusca e mobile in automobile</p>
<p>Hrusca isi da seama la ce se refera</p>
<p>Hrusca a pipait lerul si a urlat: “Este!”</p>
<p>Mottoul lui Hrusca: Ler pentru ler si colinda pentru colinda</p>
<p>Cand Hrusca se culca vine primavara</p>
<p>Hrusca a eliberat-o pe scalva Izaura</p>
<p>Hrusca invarteste roata morii</p>
<p>Hrusca isi depoziteaza lerul in nori, e mult ler</p>
<p>Pisica lui Hrusca se joaca cu un ghem de ler</p>
<p>Hrusca are un ler pendadimenisonal, de aceea nu il putem vedea</p>
<p>Hrusca nu face o baie relaxanta, baia face un Hrusca relaxant</p>
<p>Hrusca nu se unge cu alifie, se unge cu ler… la suflet</p>
<p>Hrusca nu poate calatori in timp, dar poate calatori in ler si spatiu</p>
<p>Hrusca a anuntat ca in timpul crizei financiare se suspenda pe timp nelimitat lerul de la capatul tunelului</p>
<p>Hrusca nu e nciodata niciunde, e toadeauna pretutindeni</p>
<p>Hrusca nu te atinge prin muzica, te colinda prin muzica</p>
<p>Hrusca stie shi faaaashi</p>
<p>Hrusca stie ca zilele calendarului sunt numarate</p>
<p>Hrusca are memorie fotografica si film</p>
<p>Hrusca e ocupat. Va poate ajuta Dumnezeu cu ceva?</p>
<p>Hrusca nu crede in Dumnezeu, Dumnezeu crede in Hrusca</p>
<p>Hrusca isi vede de lerul lui</p>
<p>Hrusca nu isi traieste viata, viata il traieste pe Hrusca</p>
<p>Hrusca stie ce ai facut asta iarna</p>
<p>Hrusca -a nascut pe insula din Lost</p>
<p>Hrusca intelege Lost si i se pare simplu</p>
<p>Daca Hrusca nu ar fi existat tu nu ai fi copilarit</p>
<p>Hrusca stie care-i faza</p>
<p>Hrusca stie ca HruscaFacts vor ajunge la stirile de la ora 5 cu un topor in header</p>
<p>Hrusca stie ca duma asta-i fortata</p>
<p>Hrusca a inregistrat un album cu colinde din viitor, dar lumea nu este inca pregatita pentru asa ceva</p>
<p>Hrusca poate sa stea intins fara sa se sprijine</p>
<p>Hrusca are impresia ca se cunoaste de undeva</p>
<p>Hrusca are aceeasi parinti ca si el insusi</p>
<p>Lui Hrusca ii plac pestele</p>
<p>Lui Hrusca nu ii plac pastele</p>
<p>Hrusca a jucat sah cu mutari genetice</p>
<p>Hrusca poarta izmene de Ler<br />
Multe bluze cu guLer<br />
Daca nu, isi ia un fuLer</p>
<p>Cand merge, Hrusca colinda<br />
Cand colinda, Hrusca sta<br />
Cand mediteaza, Hrusca colinda si sta in acelasi timp</p>
<p>Al 3lea ochi al lui Hrusca e in chitara si il ajuta sa vada in colinda</p>
<p>Hrusca a cantat prima colinda 3D, in 2019, dupa aceea s-a intors in prezent</p>
<p>SURSA :<a href="http://dinculescu.ro"> DINCULESCU.RO</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sondagem do Mês de Outubro -  "A Internet e os hábitos de leitura/escrita - Prometeu revisitado"]]></title>
<link>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/09/sondagem-do-mes-de-outubro-a-internet-e-os-habitos-de-leituraescrita-prometeu-revisitado/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 03:48:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Rebelo</dc:creator>
<guid>http://bibliblogue.wordpress.com/2009/11/09/sondagem-do-mes-de-outubro-a-internet-e-os-habitos-de-leituraescrita-prometeu-revisitado/</guid>
<description><![CDATA[No passado mês de Outubro, demos início aqui no Bibli a uma nova iniciativa: a Sondagem do Mês. Perg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">No passado mês de Outubro, demos início aqui no <em>Bibli</em> a uma nova iniciativa: <img class="alignright size-medium wp-image-2742" title="Prometeu Rouba o fogo" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/prometeu-rouba-o-fogo.jpg?w=210" alt="Prometeu Rouba o fogo" width="210" height="300" />a <strong><em>Sondagem do Mês</em></strong>. Perguntava-se aos leitores <em><strong>qual o efeito da utilização generalizada da internet nos hábitos de leitura e de escrita</strong></em>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"><strong>58% opinaram que a utilização da internet tinha criado novas oportunidades e meios para a prática da leitura e da escrita</strong>, enquanto <strong>25% defenderam a tese contrária</strong>. Finalmente, <strong>18% acharam que nada mudou</strong>: quem lia/escrevia continuou a ler/escrever. Regista-se o último lugar para a neutralidade.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">É evidente que estas nossas sondagenzinhas não têm mais valor científico do que as que são publicadas em qualquer site informativo ou de opinião, não têm mais pretensões do que ser um pretexto, uma pausa para uma reflexão sobre um determinado assunto. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">E, sobre este assunto que lançámos, haverá opiniões em todos os quadrantes e  para todos os gostos: desde os que concebem as <em>Novas Tecnologias</em> em si mesmas como um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Prometeu" target="_blank">Prometeu</a> ilimitado do séc. XXI  que roubará este novo fogo os deuses  até aos, que no outro extremo, no <a href="http://www2.fcsh.unl.pt/edtl/verbetes/C/coro.htm" target="_blank">coro trágico</a>, restrigem a credibilidade do conhecimento sólido, a aquisição do &#8220;saber&#8221; ao manuseamento das folhas de um livro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2736" title="Scribe-books-computer" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/scribe-books-computer.gif?w=259" alt="Scribe-books-computer" width="259" height="300" />Assim também terá sido provavelmente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa" target="_blank">quando surgiu a imprensa</a> no século XV &#8211; o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3dice" target="_blank">códice</a>, objecto com um valor patrimonial enquanto tal, deu lugar a uma revolução que banalizou o objecto, multiplicando-o: passou-se do Livro (meio caminho entre obra de arte e suporte documental) para o Exemplar, perdeu-se em raridade ganhou-se em número de leitores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Também na época terá sido defendida a tese de que a generalização do meio veiculava ideias pagãs, que o uso do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vern%C3%A1culo" target="_blank">vernáculo</a> secularizava e dessacralizava o saber e, sem dúvida, muito mais difícil  se tornou a tarefa do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Index_Librorum_Prohibitorum" target="_blank">index inquisitorial</a> com a multiplicação industrial do material impresso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Mas não nos iludamos: se, por um lado, não vejo razão para que o suporte, a facilidade no acesso à informação, à divulgação do escrito (veja-se a nova revolução na formação de opinião introduzida pela blogoesfera, pelo Twitter; o potencial <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ep%C3%ADstola" target="_blank">epistolográfico</a> do correio electrónico) não possam ser tidos como grandes aquisições humanas, na cidadania, na participação nas redes do conhecimento, também estes meios (e não fins) trouxeram novos perigos, novos desafios a quem procura promover um saber significativo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Qualquer utilizador mais imaturo ou menos avisado destes espaços <img class="alignright size-medium wp-image-2743" title="caverna tecnológica" src="http://bibliblogue.wordpress.com/files/2009/11/caverna-tecnologica.jpg?w=300" alt="caverna tecnológica" width="300" height="225" />desmaterializados, onde circula uma imensidão de bites diária, está sujeito a perigos que todos nós conhecemos. Sem querer abordar aspectos mais dramáticos do assunto, creio que muitos de nós já se deram conta do <em>leitor-zapping</em> em que muitos nos tornámos &#8211; a quantidade em detrimento da qualidade, a superficialidade  suplantando a reflexão e a investigação, o rumor sobre a verdadeira informação, o veloz corta-e-cola do Google em vez da trabalhosa síntese crítica. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Pois aqui está <strong>um importante papel para as bibliotecas escolares</strong>: ajudar a transformar tanto equipamento tecnológico, tanta informação em conhecimento, desenvolvimento, espírito crítico, cidadania&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Por tudo isto, neste ano em que se abrem novas oportunidades e se generalizam modelos de gestão das bibliotecas escolares, não vinha mais a propósito este tema que lançámos nesta <strong>nova sondagem que propomos para o mês de Novembro</strong>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;">Participem!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#003366;"><strong>Fernando C. Rebelo</strong><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APANHADOS A LER]]></title>
<link>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/08/6784/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 12:02:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>REDSKIN</dc:creator>
<guid>http://cyberteca.wordpress.com/2009/11/08/6784/</guid>
<description><![CDATA[No âmbito do Mês das Bibliotecas Escolares realizou-se no passado dia 26de Outubro a actividade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img style="visibility:hidden;width:0;height:0;" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bHQ9MTI1NzYwODUxOTQ5NyZwdD*xMjU3NjA4NTYzNDczJnA9NDE5MSZkPXNsaWRlc2hvdyZuPXdvcmRwcmVzcyZnPTEmbz1jY2JhMDgzN2NlYjk*OGI1OWQ1OTYwODY2ZGIzY2QxMCZvZj*w.gif" border="0" alt="" width="0" height="0" /></p>
<div style="width:426px;">
<p><span style="color:#003366;">No âmbito do<em> Mês das Bibliotecas Escolares</em> realizou-se no passado dia 26de Outubro a actividade &#8220;Apanhados  a ler&#8221;. Foi com alguma surpresa que os alunos quando foram para os intervalos das aulas depararam com livros espalhados pelo espaço escolar em sítios um tanto ou quanto inusitados. Colocados estrategicamente em cima de cadeiras, os livros esperavam pelos leitores!</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Depois da surpresa dos alunos veio a curiosidade e, a pouco e pouco, estes foram-se sentando e alguns começaram a ler. Talvez que se este comportamento fosse habitual entre os adultos, tivéssemos mais jovens leitores!</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Uma actividade a repetir!</span></p>
</div>
<p><embed src='http://apps.rockyou.com/rockyou.swf?instanceid=154732057&#038;ver=102906' quality='high'  salign='lt' width='426' height='320' wmode='transparent' name='rockyou' type='application/x-shockwave-flash' pluginspage=' http://www.macromedia.com/go/getflashplayer'/><br /><a target='_BLANK' href=' http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=154732057'><img title='RockYou slideshow' src='http://apps.rockyou.com/images/logo-mini.gif ' border='0'></a> | <a target='_BLANK' alt='Comment, Add to Favorite' href='http://www.rockyou.com/show_my_gallery.php?instanceid=154732057'>View  Show</a> | <a target='_BLANK' href='http://www.rockyou.com/slideshow-create.php?refid=154732057'>Create  Your Own</a></p>
<div style="width:426px;"><span style="color:#003366;"><br />
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AlfaSol participa de Congresso de Direito Educacional]]></title>
<link>http://projetovidinha.wordpress.com/2009/11/08/alfasol/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 04:00:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>projetovidinha</dc:creator>
<guid>http://projetovidinha.wordpress.com/2009/11/08/alfasol/</guid>
<description><![CDATA[A AlfaSol participou, neste mês de outubro, do Simpósio Nacional de Direito Educacional, realizado p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://www.alfabetizacao.org.br/aapas_site/adm/img/noticias/200910211206_Palestra%20Prof%20Waldenor%20-%2016%2010%2009%20015%20-%20editada.jpg" alt="" width="258" height="232" />A <strong>AlfaSol</strong> participou, neste mês de outubro, do Simpósio Nacional de Direito Educacional, realizado pelo departamento de Direito do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) do Centro de Extensão Universitária (CEU), em São Paulo, que teve como tema “Avaliação da Qualidade do Ensino Superior e os Desafios da Inclusão Social”. O evento contou com a presença de alunos, professores, advogados e consultores, além de outros profissionais dos setores público e privado envolvidos no sistema de ensino. O pró-reitor da Universidade Federal de Uberlândia e conselheiro da <strong>AlfaSol</strong>, Waldenor Barros Moraes Filho, representou a Organização e, ao lado do professor José Roberto Covac, participou do terceiro painel do evento, intitulado &#8220;Os entraves no cumprimento das metas do plano Nacional de Educação&#8221;.</p>
<p>Na palestra “Alfabetização Solidária e as Metas do Plano Nacional de Educação”, o professor Waldenor fez um balanço histórico e legal da evolução do envolvimento da sociedade civil nas questões educacionais. Ele lembrou que, embora as ações tenham se intensificado apenas recentemente, muitas iniciativas foram implementadas ao longo da trajetória do Brasil no intuito de ampliar o acesso da população aos bancos escolares. Em seguida, o conselheiro da <strong>AlfaSol </strong>apresentou a Organização desde sua fundação em 1996 e seus principais programas. Por meio de gráficos, ele apresentou dados que demonstram a importância do trabalho desenvolvido pela <strong>AlfaSol</strong> nas políticas públicas de Educação de Jovens e Adultos (EJA). “Sabemos que há um grande impacto nos municípios atendidos, principalmente quanto ao incremento das matrículas de EJA”, explicou o professor Waldenor.</p>
<p>Ele finalizou sua palestra destacando que a missão e a forma de atuação da <strong>AlfaSol</strong>, por meio de parcerias com os setores públicos e privados e instituições de ensino superior, estão em conformidade com as diretrizes propostas pelo Plano Nacional de Educação, que salienta a importância da participação da sociedade civil na busca de soluções para a questão educacional.</p>
<p style="text-align:justify;">Em: 21/10/2009<br />
Extraído de: <a href="http://www.alfasol.org.br/site/noticia.asp?id=689" target="_blank">http://www.alfasol.org.br/site/noticia.asp?id=689</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
