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	<title>libertarianismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/libertarianismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "libertarianismo"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:33:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Libertarianismo Conservador]]></title>
<link>http://charlesweblog.wordpress.com/2009/11/18/libertarianismo-conservador/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:39:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Charles Fernando</dc:creator>
<guid>http://charlesweblog.wordpress.com/2009/11/18/libertarianismo-conservador/</guid>
<description><![CDATA[Tenho observado que a ausência da possibilidade de existir uma partido de política conservadora no p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Tenho observado que a ausência da possibilidade de existir uma partido de política conservadora no país os conservadores se retraem à defesa da moral, da ordem e dos bons costumes, resta viver uma espécie de libertarianismo. Isso não é ruim, já que vejo que os conservadores enxergam coisas que vão além da luta política  e do mero poder de vontade.</p>
<p style="text-align:justify;">Entender que há coisas muito maiores do que o Estado já diz muito sobre  a desobediência em caso do Estado ferir alguns valores transcendentes. O Estado pode em muito, ser um potencial inimigo dos valores conservadores. Por exemplo, um católico jamais praticará um aborto mesmo que seja forçado a isso, pois para ele, a Igreja e seus ensinamentos são maiores do que uma agenda governamental.</p>
<p style="text-align:justify;">Um governo pode até mesmo ir contra a ordem natural, mas me pergunto se tal ordem é de fato natural, não haveria de se supor que sem Estado a ordem natural continuaria vigente ordenando a sociedade? Eis uma amostra do quão anarquista pode ser um conservador. Há coisas maiores que o pobre controle coercitivo governamental (Que não serve para pregar valores): Deus, a família, a tradição são exemplos disso. Um conservador não resolve os problemas do mundo através de uma agenda revolucionária, ele espera que os valores que ele prega dêem frutos. O Estado não cria a ordem, é cultivando os valores que criam.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem quer mudar o mundo, não faça uma revolução de valores, tente seguir os valores que já estão estabelecidos. Se der frutos a sociedade inteira ganha e não somente uma elite estatal. Viver esses valores é muito mais que uma ideologia, é a luta política que todo conservador tem em seu dia a dia.</p>
<p style="text-align:justify;">Editado: 19 novembro, 00:46</p>
<p style="text-align:justify;">Poderia incluir a pátria, a nação, pois há uma confusão entre pátria e o governo, coisa que não havia entre heróis como Bonhoeffer e Stauffenberg, que não confundia o nacionalismo nazista com a Alemanha. Hoje muitas pessoas atribuem a Lula o progresso, enquanto que são os grandes empreendedores capitalistas que produzem mais de 70% dos empregos no país, valentemente pagando caros impostos para contratar mais pessoas. <strong>O governo atrapalha a empregar mais, não ajuda.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os direitos da criança no mundo liberal]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/11/08/os-direitos-da-crianca-no-mundo-liberal/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 07:56:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Diogo Costa mostra que nem tudo é o que parece.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Diogo Costa mostra que <a href="http://www.ordemlivre.org/blog/?p=646">nem tudo é o que parece</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Porque não sou esquerdista]]></title>
<link>http://charlesweblog.wordpress.com/2009/09/22/porque-nao-sou-esquerdista/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Charles Fernando</dc:creator>
<guid>http://charlesweblog.wordpress.com/2009/09/22/porque-nao-sou-esquerdista/</guid>
<description><![CDATA[Se não fosse os alertas dos meus amigos católicos eu talvez teria meu cérebro dissecado pela esquerd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Se não fosse os alertas dos meus amigos católicos eu talvez teria meu cérebro dissecado pela esquerda, isso é fato. Mas desde criança eu já via os Estados Unidos como um país de oportunidades, e só o fazia por ser capitalista e ansiar por liberdade e menos impostos, eu via o duro trabalho da minha família pra me criar tendo que dar boa parte do sustento a um governo inútil.</p>
<p style="text-align:justify;">Minha conversão ao conservadorismo é lenta pois tenho muitas restrições, não quero deixar de ser cristão para ser conservador, o que me faz ser contra a pena de morte, ou até mesmo álcool e tabaco (não vou adentrar nisso aqui, mas digo bem que é estranho atacar maconha e defender outras drogas perigosas).</p>
<p style="text-align:justify;">Sou um pensador livre, a esquerda não é assim. A esquerda cedeu a capacidade de pensar a seus teóricos, se a realidade não estiver como na visão desses teóricos, é a realidade que tem de mudar através de mentiras para a subversão da forma de ver, é cegueira causada. Não sou contra revoluções, senão seria anti-cristão, contudo tenho reservas quanto à revoluções liberais, o que não tenho quanto às revoluções comunistas mesmo as culturais, voltada a mentir sobre a realidade que não os convém.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A revolução cristã sempre foi respeitadora das tradições, foram tão pacíficas que as sociedades se converteram com o sangue dos mártires, foram tão verdadeiras que se temos a possibilidade de ler autores e filósofos gregos hoje se deve à cristãos copistas que não quiseram silenciar uma cultura, mas se demonstrou superior à ela.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Tenho um lado liberal porque eles não apontam teóricos, eles apontam para a realidade ao qual se sujeitam, para coisas mais interessantes e relevantes do que a mente utópica de Karl Marx e Che Guevara. A visão classista sempre foi uma invenção para incitar uma guerra civil, hoje se faz o mesmo quando é o homossexual, ou o negro, ou a mulher, usam deles para atacar uma cultura, uma base espiritual invisível da sociedade que está sendo moldada pelo cristianismo, ao invés de promover a ordem e a paz como os conservadores. Nada de errado nisso se não houvesse que mentir tanto para satisfazer os próprios desejos, como que se no Brasil houvesse homofobia, ou que ainda houvesse algo que a lei áurea não deu, e a mulher não tivesse valor. O que chamam de progresso não é progresso.</p>
<p style="text-align:justify;">O progresso não é inovação revolucionária e destrutiva de valores&#8230; é na verdade adaptação de princípios e valores ao movimento de evolução, assim, progresso não é permitir que mães abortem, mas que mesmo que a ciência diga que não há vida no óvulo, essa vida não seja impedida, isso é humanismo, isso é progresso social, progresso espiritual principalmente!</p>
<p style="text-align:justify;">A sociedade tem que ter uma base espiritual, invisível para ter uma visível. Tira a invisível, tira o significado. São as virtudes que mantém a sociedade na ordem pacífica, por isso meu pacifismo tolstoiniano libertário se encontrou com o conservadorismo na estrada, o conservadorismo não provoca guerras, ele promove ordem, ele responde o provocador ou quem o está ameaçando (Tenho reservas quanto a isso também), mas nunca tem outra causa senão a defesa do que já está estabelecido pelo senso comum, pela via tradicional.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O esquerdismo ao querer fazer o mundo conforme a sua imagem e vontade quer tomar o lugar do Criador, de nenhuma forma eu seria esquerdista, pois sou sujeito às leis naturais e à vontade de Deus, o mundo é como é, mal e bom como é, e o homem não pode transformá-lo em um paraíso, mas ao tentar fazer isso, conseguiu se aproximar um pouco mais do que é o inferno.</strong></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porque o utilitarismo não é suficiente:]]></title>
<link>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/09/03/por-que-o-utilitarismo-nao-e-suficiente/</link>
<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 03:15:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana</dc:creator>
<guid>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/09/03/por-que-o-utilitarismo-nao-e-suficiente/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://lucianalopes.wordpress.com/files/2009/09/microempresa.jpg" alt="O Cliente Governo" title="O Cliente Governo" width="266" height="239" class="alignright size-full wp-image-224" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTOS Artículo 1.2. Ámbito]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/18/estatutos-articulo-1-2-ambito/</link>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 00:47:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/18/estatutos-articulo-1-2-ambito/</guid>
<description><![CDATA[Artículo 1.2. Ámbito P.L. es un Partido que desarrolla su actuación política en toda España. Ello, s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4><span style="font-size:10pt;font-family:'Palatino Linotype';" lang="ES-MX">Artículo </span><span style="font-size:10pt;font-family:'Palatino Linotype';" lang="ES-MX">1.2. Ámbito</span></h4>
<h4>P.L. es un Partido que desarrolla su actuación política en toda España. Ello, sin perjuicio de abarcar su promoción y expansión en lo que fueron los dominios de España en ambos hemisferios, así como en el resto de Europa, teniendo como uno de sus principales objetivos una asociación o confederación de movimientos libertarios de carácter Hispano y Europeos, prestando una especial atención a una confederación Libertaria Ibérica.</h4>
<p style="margin-left:18.4pt;line-height:20.1pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Palatino Linotype';" lang="ES-MX"><img class="aligncenter size-full wp-image-18" title="dibujo2.jpg" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2008/09/dibujo2.jpg" alt="dibujo2.jpg" /><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ESTATUTOS   Artículo 1.1. Denominación]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/17/estatutos-articulo-1-1-denominacion/</link>
<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 01:53:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/17/estatutos-articulo-1-1-denominacion/</guid>
<description><![CDATA[ESTATUTOS                                                                                           ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ESTATUTOS                                                                                                                                                      <img class="size-large wp-image-603 aligncenter" title="toroblancoenbandera2" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/08/toroblancoenbandera2.png?w=400" alt="toroblancoenbandera2" width="280" height="280" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CAPÍTULO PRIMERO: DISPOSICIONES GENERALES</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Artículo 1.1.  Denominación</em></p>
<p>Al amparo de los artículos 6~ de la Constitución Española y 1~ de la Ley Orgánica <em>6/2002, </em>de 27 de junio, de Partidos Políticos, se constituye el Partido político denominado PARTIDO LIBERTARIO &#8211; PARTIDO LIBERTARIO DE ESPAÑA , cuyas siglas son P.L. y P.L.E. En aquellas comunidades autónomas que tengan otra lengua cooficial, se utilizará indistintamente el nombre del Partido en Español y su traducción a la lengua cooficial que corresponda.</p>
<p>Sus símbolos distintivos junto con la bandera  Española y las oficiales en su respectiva comunidad autónoma serán: El toro de Osborne sobre fondo negro y bajo arcoiris Rojo, Dorado a modo de la bandera de España sobre fondo negro,</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-599" title="Libertatis_quilibritas" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/08/libertatis_quilibritas.jpg" alt="Libertatis_quilibritas" width="121" height="132" /></p>
<p>las  columnas de Hércules y la banda simbolica de la inscripción &#8220;Plus Ultra&#8221;, también conocido por como Símbolo del Dólar Americano, y del Peso, además  de varias monedas Hispanoamericanas,</p>
<p>El Libertatis Æquilibritas, el símbolo del Euro, el jin yang en negro y dorado,  el símbolo de la paz en negro y dorado, y la libertad rompiendo sus cadenas.</p>
<p>También será un símbolo propio y legitimo: La bandera pirata, simbolizando el derecho a una difusión cultural libre de los abusos de derechos de autor y de marca; La reforma de las leyes de propiedad intelectual e industrial, incluyendo el copyright y las patentes, además del respeto del dominio público por todo tipo de organizaciones (incluyendo las empresas de biotecnología y farmaceuticas) y la promoción del copyleft y los sistemas operativos libres (como puede ser GNU/Linux) y las conexiones libres a internet Wifi, 3g, 3.5g y GPRS, Satelite, ETC.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-601" title="bandera_pirata" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/08/bandera_pirata.jpg" alt="bandera_pirata" width="200" height="120" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignright size-large wp-image-503" title="Copia (4) de libertarianmodificado" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/copia-4-de-libertarianmodificado.gif?w=400" alt="Copia (4) de libertarianmodificado" width="202" height="199" /></p>
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<p style="text-align:center;"><img class="alignleft size-large wp-image-221" title="libertarian" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/02/libertarian.gif?w=400" alt="libertarian" width="224" height="222" /></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LOS DERECHOS NATURALES DE LAS PERSONAS]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/16/los-derechos-naturales-de-las-personas/</link>
<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 15:05:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/16/los-derechos-naturales-de-las-personas/</guid>
<description><![CDATA[Breves fragmentos a propósito del concepto de derechos naturales parte de la tesina que presentó Jua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Breves fragmentos a propósito del concepto de derechos naturales parte de la tesina que presentó Juan Fernando Carpio como candidato a magister en economia empresarial por la UFM de Guatemala.</p>
<p><strong>Los derechos naturales</strong></p>
<p>Si se quisiera resumir el concepto de derechos naturales en una sola frase, esta sin duda sería el antiguo dictum del legislador Ulpiano: &#8220;A cada uno lo suyo&#8221;. El addendum indispensable, que define sus formas de violación sería entonces &#8220;y no lo de los demás&#8221;. ¿Cómo se puede asegurar que a una persona le corresponde algo por derecho, que es suyo y que por ende debe tener control excluviso sobre aquello? El filósofo John Locke nos presenta tres medios para la adquisición de bienes materiales en forma de propiedad privada:</p>
<li>1.- Apropiación original: un recurso sin dueño ni huellas de actividad humana, puede ser apropiado por un individuo.</li>
<li>2.- Producción: la combinación de recursos disponibles para crear un bien distinto</li>
<li>3.- Intercambio: intercambiar bienes por otros bienes, o legarlos a otra persona.
<p>Cualquier forma de adquirir bienes que no se enmarque en esta clasificación, debe ser considerada una forma de expoliación (robo). La justificación imperiosa para la propiedad privada puede ser hallada en &#8220;A Theory of Socialism and Capitalism&#8221; del prof. Hans Hermann-Hoppe, Cap. 1,2. Baste mencionar que es un tema inevitable en sociedades que pretendan a) minimizar los conflictos, b) mantener una división del trabajo altamente compleja y un nivel de vida elevado según términos contemporáneos, y c) reconocer la realidad de la escasez frente a las infinitas necesidades humanas y economizar en consecuencia. Adicionalmente, es necesario señalar que cualquier intento de esbozar un sistema ético funcional y que minimice el conflicto y armonice intereses, debe ser universalizable: debe poder aplicarse en cualquier lugar o época, a cualquier individuo dadas las mismas condiciones.</p>
<p>Sin embargo, a los conceptos de Locke es preciso complementarlos con las enseñanzas de la Escuela Austriaca de Economia (EAE). Dicha vertiente, heredera de la escolástica tardía de la Escuela de Salamanca, hace hincapie en que los seres humanos con su apreciación subjetiva de medios y fines para sus acciones, dotan de valor a los bienes materiales. Es por ello que los objetos materiales carecen de valor intrínseco, trátese de la Naturaleza o de creaciones humanas. Lo que dota a algo con el carácter de bien según Carl Menger, fundador de la EAE es la existencia de cuatro requisitos al mismo tiempo:</li>
<li>1.- La existencia de una necesidad</li>
<li>2.- Propiedades que vuelvan a una cosa capaz de ser llevada a una relación casual con la satisfacción de dicha necesidad</li>
<li>3.- Conocimiento humano de esta relación causal</li>
<li>4.- Control sobre la cosa suficiente como para dirigirlo a la satisfacción de tal necesidad
<p>Sólo cuando los cuatro requisitos se cumplen, una cosa (o resultado de una acción) puede considerarse un bien.</p>
<p>Como se puede deducir, no sólo los objetos materiales tienen el carácter potencial de bienes1. Existe también el ingreso síquico, producto de la actividad aislada o en sociedad. De esta forma, debemos considerar la clasificación de Locke en todas sus implicaciones, para arribar a conclusiones importantes sobre lo que es la justicia y lo que son los derechos de las personas.</p>
<p><strong>La Ética de la Argumentación</strong></p>
<p>Siguiendo a Hoppe, encontraremos un fundamento muy superior a los anteriormente existentes para el concepto de derechos naturales o iusnaturalismo en que se fundamenta este trabajo. Dice texualmente Hoppe: <em>La argumentación entre Crusoe y Viernes requiere que ambos posean -y mutuamente reconozcan al otro como poseedor del control exclusivo sobre sus respectivos (su cerebro, cuerdas vocales, etc) asi como del espacio físico ocupado por sus cuerpos. Nadie podría proponer nada y experar que su interlocutor se convenza de la validez de su proposión o negar la y proponer otra cosa, a menos que el derecho al control exclusivo de él y de su oponente sobre sus cuerpos respectivos y el espacio en que están parados estén ya presupuestos y asumidos como válidos.</em></p>
<p>El intento de demostrar que la argumentación no requiere de una aceptación tácita de que el otro posee el cuerpo físico con el que es nuestro interlocutor es posible, pero de consecuencias erosivas de la misma manera como cuando se ignora una ley económica. Las posibles excepciones de la esclavitud o la servidumbre han sido señaladas, pero el requisito para que exista una ética <em>universalizable</em> como se dijo antes que se aplique -de igual forma que las reglas lockeanas- a todo individuo dadas ciertas condiciones. Por ello la autopropiedad es axiomática en el sentido de que su violación mediante la lógica o la acción concreta (performativa) conduce a fuertes divergencias con lo que puede ser un código ético universalizable, justo y consistente con la naturaleza humana. Las consecuencias han sido estudiadas y se evidencian a lo largo de la historia humana. Del principio de autopropiedad entonces se deriva la legitimidad de las normas lockeanas de propiedad y la posibilidad de órdenes humanos basados en el respeto a las mismas.</p>
<p><strong>Medios económicos y medios políticos</strong></p>
<p>En su ya clásica obra, Franz Oppenheimer clasifica consecuentemente a las formas de obtener un ingreso de los demás de forma pacífica como &#8220;los medios económicos&#8221; y a las formas coercitivas como &#8220;los medios políticos&#8221;. Las formas pacíficas involucran el uso de:</li>
<li>1.- El propio cuerpo</li>
<li>2.- Los recursos apropiados originalmente por uno</li>
<li>3.- Bienes resultantes de la producción</li>
<li>4.- Bienes resultantes del intercambio o regalo
<p>En este sentido las acciones de carácter productivo pueden ser autistas u orientadas a posteriores transacciones con otras personas. Los intercambios entre personas y organizaciones son generadoras de bienestar, puesto que para que ocurra un intercambio debe existir una valoración inversa respectiva de los dos bienes a intercambiar en cualquier momento determinado. <em>Ex ante</em> ambas partes esperan resultar mejor que si no hubiersen intercambiado dichos bienes. Ex post se verificará si el intercambio fue acertado o no, pero dado que los seres humanos tratan de minimizar el error informándose de la mejor forma para sus decisiones, generalmente hay satisfacción posterior. Es por eso que los intercambios de tipo voluntario son por naturaleza relaciones ganar-ganar.</p>
<p>Pero también podemos encontrar una lista elemental de formas violentas de generarse un ingreso a expensas de otro(s). Estas formas coercitivas incluyen pero no están limitadas a:</li>
<li>1.- La esclavitud</li>
<li>2.- La servidumbre y sus variantes contemporaneas</li>
<li>3.- El robo</li>
<li>4.- La estafa</li>
<li>5.- La conquista y otras formas políticas
<p>Lo que caracteriza a este tipo de relaciones es que una parte se beneficia a expensas de la otra. Por tanto, se trata de relaciones de naturaleza ganar-perder.</li>
</div>
<p><a href="http://www.vanguardist.org/index.php?/archives/797-Sobre-los-derechos-naturales-de-las-personas.html">http://www.vanguardist.org/index.php?/archives/797-Sobre-los-derechos-naturales-de-las-personas.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Los usurpadores de la democracia]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/10/los-usurpadores-de-la-democracia/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 23:44:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/08/10/los-usurpadores-de-la-democracia/</guid>
<description><![CDATA[Una repetida fórmula avanza en América Latina. Ha nacido una casta de usurpadores de la democracia. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Una repetida fórmula avanza en América Latina. Ha nacido una casta de usurpadores de la democracia. Su recorrido se reitera en cada país, con rigurosa precisión.</p>
<p style="text-align:justify;">Los patéticos gobiernos demagógicos que supimos conseguir en el pasado, han sido el caldo de cultivo ideal para la aparición de estos modernos líderes mesiánicos que combinan su perfil autoritario con un discurso populista, una inteligente perversidad y ese hipócrita fervor democrático que los delata en forma inconfundible.</p>
<p style="text-align:justify;">La democracia es la herramienta imprescindible que utilizan para ejecutar su proyecto. Se trata de declararse amantes de ella y al ejercerla, sentar las bases de su propio aniquilamiento. La voluntad popular es el medio para quitarle libertades a la gente, acumular poder, destruir la república y quedarse con todo a su paso.</p>
<p style="text-align:justify;">El camino lo conocemos, promesas populistas, mucho de demagogia y predecibles triunfos electorales. Con altos niveles de popularidad queda allanado el camino para implementar la segunda fase del plan. Reformar la Constitución, la Carta Magna, para sentar las bases de un reeleccionismo indefinido, un presidencialismo eterno que limite a los otros poderes de la república, a los que someterá en forma directa o indirecta.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir de ahí, todo es un juego de niños. Con la suma del poder público, vendrá la etapa del sojuzgamiento. Una reelección primero, otra después, dando pasos graduales pero firmes, para concentrar el poder institucional, amedrentar a los adversarios, para cerrarle todas las puertas de acceso al poder y acallarlos de cualquier modo.</p>
<p style="text-align:justify;">Será tiempo entonces del periodo expropiador, el de estatizar progresivamente, exacerbando el espíritu nacionalista, demonizando a los extranjeros, y concentrando la propiedad en manos del Estado para minimizar el espacio para la propiedad privada.</p>
<p style="text-align:justify;">La idea es poner de rodillas a la sociedad para ir por todo. Quieren el poder, las propiedades, la libertad y la conciencia de la gente. Para esa etapa tendrán que eliminar derechos esenciales, dominar los medios de comunicación y establecer un control policial sobre los individuos, creando para ello, enemigos artificiales que justifiquen cada avance sobre esas libertades.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos líderes populistas, para construir ese sueño, requieren de un instrumento que lo han encontrado en la democracia. Pero es en realidad ESA forma, tan particular de concebirla, esa que aceptamos mansamente, respetando una regla falsa, la que les permite a estos apropiadores del sistema, avanzar en su proyecto.</p>
<p style="text-align:justify;">Es que en América Latina ha crecido desproporcionadamente una creencia que no resiste análisis alguno. Estos déspotas han construido un modo de interpretar los principios de la democracia que se sostiene sobre la base de que todo lo que decide una mayoría debe ser aceptado por la minoría. Una concepción casi aritmética de un valor superior. Han convertido una filosofía que posibilita la convivencia en sociedad, en una mera fórmula matemática, donde los más aplastan a los menos.</p>
<p style="text-align:justify;">Así, el que gana impone, y el que pierde se somete. Esa lógica electoral, otorga derechos. Cada vez que triunfa, puede hacer lo que se le antoje, y esto incluye el derecho a destruir el sistema y vulnerar sus principios fundacionales en el proceso.</p>
<p style="text-align:justify;">Es que en nuestras tierras, mucha gente cree genuinamente que de eso se trata la democracia. Han comprado la idea de que cada compulsa electoral es algo así como una disputa deportiva, en la que hay que pasar a la siguiente fase.</p>
<p style="text-align:justify;">La democracia es un sistema de convivencia pacífica, donde la ciudadanía delega en manos de algunos pocos un poder que le resulta propio. El poder sigue siendo ciudadano. Por eso, los circunstanciales líderes deben entender que están a préstamo, de paso, solo de paso. Pronto serán historia, y si hacen las cosas razonablemente bien, podrán aspirar a dejar una huella para las generaciones futuras, tal vez un legado.</p>
<p style="text-align:justify;">Las dictaduras actuales han decidido no tomar el histórico camino de la revolución cubana. Venezuela, Bolivia, Ecuador, Nicaragua y la propia Honduras, de la mano de sus nuevos caudillos, han tomado un recorrido más perverso, menos frontal, sustancialmente más hipócrita y retorcido. Ya no precisan de las armas, ni de la guerrilla en su sentido histórico. Ahora han elegido disfrazarse detrás de los ropajes de la democracia. Un sistema en el que no creen, que detestan, pero que les viene bien para dominar por etapas y con un programa pergeñado al detalle, quitando una a una las libertades a la sociedad.</p>
<p style="text-align:justify;">La democracia no es la caricatura que estos dictadores en potencia nos ofrecen. La democracia preserva a las minorías, respeta las libertades individuales, construye sobre consensos, garantiza la diversidad y el pensamiento diferente y jamás trabajaría para limitar su esencia, sino, en todo caso, para hacerla más transparente, más ciudadana.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos dictadores, seguirán intentando convencernos, que cada elección ganada otorga derechos para imponer. Para perpetrar su objetivo necesitan de una sociedad capaz de creer ese cuento, de jugar ese juego, del enemigo irreal que justifica la concentración de poder. Pero también requiere de una sociedad descomprometida, la de los individuos que creen que la política es tarea de otros y que no vale la pena participar.</p>
<p style="text-align:justify;">Los apropiadores de la democracia conocen las reglas, saben que con un poco de mística en sus filas y la apatía de una comunidad que los avala con su apoyo o su silencio, pueden dar los primeros pasos de este camino. Muchos países ya han avanzado bastante en esto. Otros se encuentran recorriendo ese sendero con diverso éxito. Lo grave es que el plan trazado no se detiene, van por más y la gente sigue creyendo que esto de la democracia es un juego infantil que no gravita demasiado en sus vidas.</p>
<p style="text-align:justify;">Es tiempo de despertarse. Estos dictadores vienen por nosotros. Son inteligentes y perversos. Pero deben servirse de esta democracia como el nuevo instrumento que han hallado para ejecutar su proyecto. Necesitan una democracia débil, una república anémica y una sociedad resignada, capaz de buscar en esos Mesías la solución a sus problemas. Ellos avanzan, pero en su propósito, somos los mismos ciudadanos los que construimos los pilares de su recorrido.</p>
<p style="text-align:justify;">Muchos pequeños dictadores pululan por nuestras geografías. La imperfecta democracia que hemos construido tímidamente, alberga a demasiados personajes como estos. Aprender a identificarlos es una tarea que bien vale la pena. Es tiempo de cuidarse de los usurpadores de la democracia.</p>
<p style="text-align:justify;">Alberto Medina Méndez<br />
<a style="color:#02659c;font-weight:bold;text-decoration:none;" href="mailto:amedinamendez@gmail.com">amedinamendez@gmail.com</a><br />
Corrientes – Corrientes – Argentina<br />
<a style="color:#02659c;font-weight:bold;text-decoration:none;" href="http://www.albertomedinamendez.com/">www.albertomedinamendez.com</a><br />
03783 -15602694</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I knew about Law but did not know the laws...]]></title>
<link>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/07/26/i-knew-about-law-but-did-not-know-the-laws/</link>
<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 14:32:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana</dc:creator>
<guid>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/07/26/i-knew-about-law-but-did-not-know-the-laws/</guid>
<description><![CDATA[Comentário de um ex-aluno da faculdade de direito de Harvard: “While I may have learned how to ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comentário de um ex-aluno da faculdade de direito de Harvard:</p>
<p>“While I may have learned how to &#8216;think like a lawyer&#8217; at Harvard, I had few concrete thoughts. I did not know, for example, the different degrees of murder, and for how many years in prison one could be sentenced for each. I did not know when a contract had to be in writing and when it could be oral. I did not know when a bank was liable for a forged check. In short, I knew about Law but did not know the laws.&#8221;</p>
<p>Sentiram alguma semelhança com a UFMG?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo partido político: Liber]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/20/novo-partido-politico-liber/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 20:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/20/novo-partido-politico-liber/</guid>
<description><![CDATA[Os libertários aparecem no Estadão: Juliano Torres é o entrevistado. Você pode não ser um anarquista]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os libertários aparecem no Estadão: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,partido-nascido-no-orkut-prega-o-ultraliberalismo,405536,0.htm">Juliano Torres é o entrevistado</a>. Você pode não ser um anarquista de mercado, como ele. Mas o nascente partido é, pelo menos em termos programáticos, um colírio. O partido conseguirá se manter? Sucumbirá à corrupção? Questões como esta aguardam estes jovens 500 fundadores.</p>
<p>Vale a pena procurar saber mais sobre Liber. Veja, por exemplo, <a href="http://www.pliber.org/">esta página</a>. Juliano Torres já apareceu por aqui, diga-se de passagem, em nosso <em><a href="http://shikida.net/leiseca.pdf">e-book</a></em><a href="http://shikida.net/leiseca.pdf"> sobre a lei seca</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tipos de liberais]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/08/tipos-de-liberais/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 10:11:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/07/08/tipos-de-liberais/</guid>
<description><![CDATA[Só para lembrar, nos EUA, &#8220;liberal&#8221; é sinônimo de &#8220;social-democrata&#8221;. Já ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Só para lembrar, nos EUA, &#8220;liberal&#8221; é sinônimo de &#8220;social-democrata&#8221;. Já &#8220;conservative&#8221; é algo como &#8220;conservador&#8221; mesmo. Logo, os liberais americanos se chamam de &#8220;libertarians&#8221;. Bem, <a href="http://www.reason.com/blog/show/134634.html">vamos ao caso</a>. Tyler Cowen criou uma taxionomia sobre os libertários dos EUA:</p>
<blockquote><p>1. <strong>Cato-influenced</strong> (for lack of a better word).  There is an orthodox reading of what &#8220;being libertarian&#8221; means, defined by the troika of free markets, non-interventionism, and civil liberties.  It is based on individual rights but does not insist on anarchism.  A ruling principle is that libertarians should not endorse state interventions.  I read Palmer&#8217;s book as belonging to this tradition, broadly speaking.</p>
<p>2. <strong>Rothbardian anarchism</strong>.  Free-market protection agencies will replace government-as-we-know-it.  War is evil and the problems of anarchy pale in comparison.  David Friedman offered a more utilitarian-sounding version of this approach, shorn of Misesian influence.</p>
<p>3. <strong>Mises Institute nationalism</strong>.  Gold standard, a priori reasoning, monetary apocalypse, and suspicious of immigration because maybe private landowners would not have let those people into their living rooms.</p>
<p>4. <strong>Jeff Friedman and Critical Review</strong>: Everything is up for grabs, let&#8217;s be consequentialists and focus on the welfare state because that&#8217;s where the action is.  Marx is dead.  The case for some version of libertarianism ultimately rests upon voter ignorance and, dare I say it, <a href="http://econlog.econlib.org/archives/2009/01/critical_review.html">voter irrationality</a>.</p>
<p>5. &#8220;<strong>Hayek libertarianism</strong>.&#8221;  All or most of the great libertarian thinkers are ultimately compatible with each other and we have a big tent of all sorts of classical liberal ideas.  Hayek and Friedman are the chosen &#8220;public faces&#8221; of this approach.  &#8220;There&#8217;s a classical liberal tradition and classical liberal values and we can be fuzzy on a lot of other things.&#8221;</p></blockquote>
<p>Acho que fico entre 1 e 5 tendo simpatia pela abordagem de David Friedman que eu não classificaria como Rothbardiana já que o fundamento não-austríaco de Friedman costuma ser rejeitado por boa parte dos seguidores de Rothbard.</p>
<p>Como toda taxionomia, esta é sujeita a críticas, mas eu gostei. Gostaria, na verdade, era ver uma classificação liberal para o Brasil. Aposto que quase não existem tendências.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amanhã]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/06/19/amanha/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 11:44:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2009/06/19/amanha/</guid>
<description><![CDATA[Amanhã é o dia da fundação do Libertários. Se você estiver em Belo Horizonte, dê um pulo lá. Eu, por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amanhã é o <a href="http://www.libertarianismo.com/index.php/menuartigos/eventos/591-fundacao-do-libertarios">dia da fundação do Libertários</a>. Se você estiver em Belo Horizonte, dê um pulo lá. Eu, por motivos a serem revelados, não poderei estar presente.</p>
<blockquote><p>O diretório do Libertários de Minas Gerais, honrado em sediar a reunião de fundação do partido e no intuito de melhor acolher os visitantes dos outros estados, vem através deste informar a programação para o dia 20 de junho de 2009, em Belo Horizonte.</p>
<p>A partir das 17:30, no Hotel Mercure Casablanca, teremos uma reunião prévia, extra-oficial, com duração de 1 hora e 30 minutos, para acertarmos os detalhes pertinentes à reunião de fundação. Ato contínuo, às 19:00h horas, no mesmo local, terá início a reunião solene de fundação do partido.</p>
<p>Na reunião prévia (17:30-19:00) serão colocados em pauta para discussão os seguintes temas:</p>
<p>1- Estatuto – deliberação sobre a minuta a ser apresentada na reunião de fundação e espaço para alterações.</p>
<p>2- Programa – deliberação sobre a minuta a ser colocada em votação na reunião de fundação e espaço para alterações.</p>
<p>3- Logo e cores – debate e seleção dos cinco melhores logo e cores do partido, para votação na reunião de fundação.</p>
<p>4- Chapas – espaço para discussão das chapas que concorrerão ao Diretório Nacional após a fundação do Libertários.</p>
<p>Na reunião de Fundação (19:00-20:30) será seguido o protocolo abaixo:</p>
<p>1- Abertura da Mesa (composta pelo atual Diretório Nacional)</p>
<p>2- Leitura do Estatuto e Programa pelo Presidente</p>
<p>3- Votação do Estatuto e Programa</p>
<p>4- Abertura da eleição – inscrição e apresentação das chapas.</p>
<p>5- Eleição e posse do novo Diretório Nacional</p>
<p>6- Encerramento dos trabalhos.</p>
<p>Após o encerramento da reunião, convidamos a todos a comemorar a fundação do Libertários no [local a ser definido].</p>
<p>Endereço do local da reunião: Mercure Casablanca<br />
Rua Guajajaras, 885 Centro &#8211; Belo Horizonte/MG<br />
Endereço do local da comemoração: [local a ser definido]</p>
<p>Para maiores informações entrem em contato por <a href="mailto:julianotorres@msn.com">julianotorres@msn.com</a> ou (31) 97824940.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que fundar o Libertários?]]></title>
<link>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/06/10/por-que-fundar-o-libertarios/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 22:44:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana</dc:creator>
<guid>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/06/10/por-que-fundar-o-libertarios/</guid>
<description><![CDATA[Tenho anunciado, há mais de um mês, a contagem regressiva para a fundação do partido Libertários, qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Tenho anunciado, há mais de um mês, a contagem regressiva para a fundação do partido Libertários, que será realizada no dia 20 de junho, aqui em Belo Horizonte. Em razão da proximidade do grande dia, alguns amigos têm me perguntado algo que gostaria de responder aqui &#8211; “Não é contraditório, uma vez que os libertários são contra o Estado, fundar um partido político?”.</p>
<p style="text-align:justify;">A resposta passa por dissecar algumas ideias contidas nessa questão. Primeiramente, é preciso esclarecer que o libertarianismo é uma filosofia política que possui fundamentos os mais diversos: psicológicos, morais, éticos, econômicos, jusnaturais, biológicos. Cada um desses fundamentos origina uma corrente distinta. Mas todos esses fundamentos vão confluir para o seguinte preceito: toda sociedade deve ser baseada na cooperação voluntária entre indivíduos. Ou, fazendo um giro para o individualismo metodológico, um indivíduo não deve coagir ou ser coagido pelo outro. Se porventura a coerção ocorre, é válido ao indivíduo defender-se e obter reparação, na medida em que foi ofendido. É o princípio da não-iniciação da agressão.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso leva a conclusão inevitável de que o Estado, com as suas características essenciais, surge de um preceito contrário &#8211; o de que a sociedade pode ser baseada em relações não voluntárias, ou, em outras palavras, que o indivíduo pode ser coagido ou coagir o outro. A validade e a extensão deste coação variou e varia ao longo do tempo e da história &#8211; surgiu, por exemplo, a noção de que esse poder coercitivo seria dado a um indivíduo pelo direito, o que o legitimaria. Este seria o indivíduo representando o poder de estado &#8211; o poder público, o nos limites e conforme a lei.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é preciso esforço para observar que o preceito adotado por quase todas as sociedades é o segundo. A coerção legitimada é aceita por grande parte das pessoas, que veem a primeira opção como “utópica”. Basicamente, é uma questão de ideias. É particularmente interessante observar que as mesmas pessoas que hoje reputam a teoria libertária como utopia, vivenciam, grande parte do tempo, a sociedade plenamente voluntária e cooperativa: quando compram uma verdura na feira, quando resolvem uma pendenga com o vizinho, quando criam regras para seu condomínio, quando contratam serviços de segurança, quando decidem se associar a outras pessoas. Em uma considerável parcela de interação social, portanto, as pessoas não estão agindo porque o Estado assim as coage. Estão agindo cooperativamente, porque são seres sociais. E isso é algo que deve ser bem entendido: o libertarianismo não presta ao Crusoé, mas à vida do indivíduo em sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Deste modo, se o caráter coercitivo do Estado é inegável, igualmente inegável é que o Estado apenas se sustenta por um consenso estranhamente esmagador. Talvez as pessoas se revoltem contra uma ou outra medida. Mas não é comum vermos por aí pessoas que se revoltam contra o poder público, como um todo. Não vemos grupos de “cooperativistas” revoltosos agirem violentamente contra o grupo de “estatistas”. Normalmente, o que ocorre de mais extremo são situações de guerra civil, mas que não refletem nunca voluntaristas e estatistas, e sim grupos que querem se apropriar da legitimidade coercitiva em determinada sociedade, em detrimento dos outros.</p>
<p style="text-align:justify;">É nesse cenário, portanto, que estamos. E o que é peculiar aqui é que os libertários acreditam objetivamente na liberdade, e, subjetivamente, nas escolhas individuais. Ora, se o estado aí está por consenso, e este consenso é nada mais que uma ideia, o que pode ser feito? A resposta está em outra coisa também muito cara aos libertários: o empreendedorismo. Por um lado, precisamos empreender nossas idéias. Precisamos demonstrar que a sociedade cooperativa é possível e é louvável. Por outro, precisamos empreender ações práticas, que servem como exemplos complementares.</p>
<p style="text-align:justify;">Em geral, temos sido péssimos empresários de idéias. Elas são boas, mas ainda não alcançaram o grande público. Temos um problema logístico. Quanto a isso, várias iniciativas podem e estão sendo feitas: blogs, debates, livros, arte – e acredito que, com esforços descoordenados de vários libertários pelo mundo, uma dia podemos chegar a ter a preferência das pessoas. Mas é preciso, além das ideias, empreender exemplos práticos. E sabemos que isso não pode vir de uma revolução libertária. É preciso compreender que os mecanismos democráticos são considerados a legítima arena do debate e da ação política. E é dentro desses mecanismos que temos a possibilidade de demonstrar, ainda que em minúsculas ações, a validade das nossas ideias.</p>
<p style="text-align:justify;">É certo que não esperamos que o Brasil se torne o paraíso anarco-capitalista com o partido Libertários. Mas esperamos que o partido possa lograr que nossa sociedade dê passos marginais em direção à liberdade: seja pela revogação de uma lei municipal, que, como a de Belo Horizonte, impede os estabelecimentos comerciais de trabalharem 24 horas, ou, a norma mineira que estabelece os modos de se fazer o queijo Canastra. Ou o fim do regime de concessões do transporte intermunicipal, que mantém privilégios para empresas historicamente ligadas ao poder público, e cujo fim faria o preço das passagens caírem vertiginosamente, desonerando os consumidores. Se pudermos dar pequenos passos como esse, já nos consideraremos grandes empreendedores políticos da causa libertária.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Brújula Política]]></title>
<link>http://einoo.wordpress.com/2009/06/04/la-brujula-politica/</link>
<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 10:24:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>JoséyJota</dc:creator>
<guid>http://einoo.wordpress.com/2009/06/04/la-brujula-politica/</guid>
<description><![CDATA[Una interesante página que explica a base de unas preguntas rápidas tus tendencias políticas. Tambié]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una interesante página que explica a base de unas preguntas rápidas tus tendencias políticas. También te dice donde se ubicarían algunos personajes históricos y actuales. A mí me sale mi puntuación bastante a la izquierda, y esoty orgulloso de mi zona, pues me encuentro junto a Ghandi, Nelson Mandela y el Dalai Lama, y justo en el extremo contrario de Bush, Aznar&#8230; y demás indeseables. Bueno, aquí os dejo mi puntuación, la web del test y la zona de algunos personajes y países de la UE. No os digo el método porque eso tiene copyright (sí, esto es internete, pero mejor no arriesgarse) y podríais pillar el método y no contestar sinceramente. Os animo a mandar vuestra puntuación.</p>
<h2>Derecha/Izquierda Economicista: -7.25<br />
Anarquismo/Autoritarismo Social: -6.51</h2>
<p><a class="aligncenter" title="Clicad aquí para ver mi lugar en la brújula gráficamente" href="http://www.politicalcompass.org/es/printablegraph?ec=-7.25&#38;soc=-6.51" target="_blank">http://www.politicalcompass.org/es/printablegraph?ec=-7.25&#38;soc=-6.51</a></p>
<p><a class="aligncenter" title="Haz el test aquí" href="http://www.politicalcompass.org/es/" target="_blank">http://www.politicalcompass.org/es/</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-648" title="axeswithnames" src="http://einoo.wordpress.com/files/2009/06/axeswithnames.gif" alt="axeswithnames" width="468" height="468" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-650" title="internationalchart" src="http://einoo.wordpress.com/files/2009/06/internationalchart.gif" alt="internationalchart" width="468" height="468" /></p>
<p>By: J-Fénix</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O fim do libertarianismo]]></title>
<link>http://blogdaelisa.wordpress.com/2009/06/02/o-fim-do-libertarianismo/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:03:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisa Lucena Martins</dc:creator>
<guid>http://blogdaelisa.wordpress.com/2009/06/02/o-fim-do-libertarianismo/</guid>
<description><![CDATA[Dizem que o libertarianismo acabou. Mas, por acaso, ele chegou a existir em algum lugar? Como seria ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dizem que o libertarianismo acabou.</p>
<p>Mas, por acaso, ele chegou a existir em algum lugar?</p>
<p>Como seria um lugar onde ele fosse, realmente, colocado em prática?</p>
<p>Jeffrey A. Miron responde:</p>
<p>&#8220;<a href="http://www.reason.com/news/show/129580.html">In Libertarian Land, government would not protect private agents from the downsides of their risky decisions. This means no rescues or bailouts for banks, airlines, or car companies. No deposit insurance, no pension benefit guarantees, and so on.</a></p>
<p>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.reason.com/news/show/129580.html">In Libertarian Land, individuals and businesses would take risks, but they would think long and hard about these risks. Some individuals and businesses would profit handsomely from smart risk-taking, but many would earn modest returns on average because their seemingly &#8220;excessive&#8221; returns in good times would be balanced by big losses in bad times.</a></p>
<p><a href="http://www.reason.com/news/show/129580.html">Reasonable people can debate whether consistent pursuit of libertarian policies would have improved U.S. economic performance over the past two centuries. They cannot claim, however, that recent events demonstrate the failure of libertarian policies, since those policies have not been employed. </a></p>
<p>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.reason.com/news/show/129580.html">At a minimum, the jury is still out on whether a truly libertarian policy regime is desirable. With luck, some government will one day have the courage to give it a try.&#8221;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INICIATIVA PARA DENUNCIAR A ZAPATERO POR MALVERSACIÓN DEL ERARIO PUBLICO]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/30/iniciativa-para-denunciar-a-zapatero-por-malversacion-del-erario-publico/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 11:28:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/30/iniciativa-para-denunciar-a-zapatero-por-malversacion-del-erario-publico/</guid>
<description><![CDATA[http://partidolibertario.freeforums.org/denunciar-a-zapatero-por-malversaci-n-del-erario-publico-t55]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://partidolibertario.freeforums.org/denunciar-a-zapatero-por-malversaci-n-del-erario-publico-t55.html">http://partidolibertario.freeforums.org/denunciar-a-zapatero-por-malversaci-n-del-erario-publico-t55.html</a></p>
<p>Descripción:</p>
<p>No podemos seguir consintiendo que el Presidente del Gobierno, Jose Luis Rodriguez Zapatero, utilice los impuestos de los españoles, de todos los españoles, en su viajes para realizar campaña electoral de las Elecciones Europeas,en aviones del Ejército e incluso escoltado por cazas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-543" title="Obama_Zapatero_EFE_1" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/obama_zapatero_efe_1.jpg" alt="Obama_Zapatero_EFE_1" width="466" height="273" />La campaña para cualquier elección, Zapatero la realiza como militante del Psoe, no como Presidente del Gobierno.</p>
<p>Como militante socialista, es el Partido socialista el que debe financiar los desplazamientos y estancias del Presidente allá donde se desplaza.</p>
<p>De hecho, en los Presupuestos Generales del Estado,ya se contemplan grandes donaciones de euros para los Partidos con representación Parlamentaria y desde luego, a mayor representación, mayor aportación estatal al Partido correspondiente.</p>
<p>Así pues, si del Estado, de los impuestos de todos los españoles ya estamos financiando a los Partidos para que asuman costes electorales, no puede ser que haciendo uso y abuso de su condición de Presidente,realice viajes en medios públicos como son los aviones del ejército. Y sin contar que está realizando una competencia desleal al resto de Partidos, ya que los demás se financian con el dinero aportado por sus militantes y del Estado, y el PSOE además de recibir el dinero procedente de esos medios, se ahorra unos gastos costisisimos al ser nuestros impuestos los que financian al PSOE en campaña con un mal uso de los medios públicos.<img class="alignright size-full wp-image-545" title="zponujm1" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/zponujm1.gif" alt="zponujm1" width="528" height="353" /></p>
<p>El Jefe de la Oposición, señor Rajoy, ya le interpeló sobre el uso y abuso de utilizar aviones del ejército para realizar viajes a ciudades donde se le espera para dar mítines. Asi pues, no puede decir el señor Zapatero que era ignorante de la irregularidad de esa situación.</p>
<p>Y no solamente no ha prestado atención ni rectificado en el abuso de los medios públicos, sino que además sigue viajando por el mismo sistema y ahora, acompañado por un caza que le escolta.</p>
<p>Al ser mi dinero, vuestro dinero, el que está siendo utilizado para uso que los Presupuestos Generales del Estado no han contemplado y no pueden contemplar,se está haciendo una desviacíón del erario público hacia fines que no son los contemplados en dichos Presupuestos. Y esa desviación, legalmente, tiene nombre:malversación de fondos.<img class="alignright size-full wp-image-534" title="expoliodespilfarrorz1" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/expoliodespilfarrorz1.gif" alt="expoliodespilfarrorz1" width="457" height="280" /></p>
<p>Como se lo dificil que es individualmente denunciar al Presidente por carecer la mayoría de medios económicos para poder pagar abogados y todos los gastos que un tipo de denuncia de este tipo supone, es por lo que creo llegado el momento de la movilización ciudadana y ejerzamos de tales.</p>
<p>Se trata de, entre todos los que somos y somos muchos,encontrar los mejores abogados que esten dispuestos a llevar adelante dicha denuncia y lo que supone. Y se trata, naturalmente, de abrir una cuenta donde realizar las aportaciones necesarias para que la denuncia pueda ir adelante.</p>
<p>Esa cuenta, propongo,sea abierta por un Notario que ejerza con Albacea del grupo denunciante y sea el encargado de vigilar las apotaciones y los gastos, dando debida cuenta a los aportantes de la buena gestión del dinero recaudado.</p>
<p>Confio que esta inciativa sea seguida masivamente por todos aquellos que nos pasamos el día denunciando en Internet, en nuestras casas, en nuestros trabajos la situación económica actual de España y la mala utilización del erario público.Se trata de que salgamos de Internet y nos actuaemos de una vez, sin esperar que terceros- en este caso el Partido mayoritario de la Oposición, el PP-actuen por nosotros, cuando vemos, como estamos viendo, que hablan mucho y actuan poco.</p>
<p>Es el momento de los ciudadanos. Es el momento de defender lo nuestro, comenzando por nuestros valores y siguiendo por nuestro futuro. Y el futuro, con tanta malversación de fondos y mala utilización de los mismos, nos está llevando a la bancarrota.</p>
<p>OS TRANSCRIBO LA CARTA DE UN AMIGO QUE SE UNIRÁ EN BREVE TIEMPO A ESTE GRUPO. ES INTERESANTE LO QUE DICE EN ELLA.</p>
<p>Se ha ofrecido al Grupo para ejercer su profesión de Abogado de manera altruista.</p>
<p>Como véis, algo comienza a moverse aunque aún nos queda un largo camino que recorrer<img class="alignright size-full wp-image-536" title="zapatero_durante_mitin_santander" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/zapatero_durante_mitin_santander.jpg" alt="zapatero_durante_mitin_santander" width="340" height="340" /></p>
<p>&#8220;Perdona, pero soy abogado y a titular individual me estoy prepaparando precisamente para exigir la responsabilidad. Se debe distinguir entre la responsabilidad civil y la responsabilidad penal.</p>
<p>Mi pelea es plantear que la actuacion es exigir la responsabilidad penal de los politicos sean juzgados por el</p>
<p>jurado y acabar con los privilegios procesales que tienen, por lo que debe existir lo que sea que plantee esta postura.</p>
<p>Llevas razon en que cualquier ciudadano puede denunciar, pero en realidad ya se encargan que sean juzgados por el tribunal supremo de manera que es dificil que admita una querella en materia penal mientras que en materia civil por imperativo legal debe admitirlo.</p>
<p>Pero mi postura es formular una campaña para terminar con los privilegios procesales de los politicos y demas ralea que viven de nuestros impuestos. Y asi lo he expuesto en internet en la siguiente direccion.</p>
<p><a href="http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/11/los-privilegios-procesales-y-los-nuevos-duenos-del-sistema/"> http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/11/los-privilegios-procesales-y-los-nuevos-duenos-del-sistema/</a></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-538" title="zapatero" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/zapatero.jpg" alt="zapatero" width="420" height="277" />La prensa para que lo refleje debe ser un grupo importante ya que en caso contrario se acusan de fascistas como ha pasado con la admision de la querella contra garzon, o el sistema como hacia en la URSS o EEUU se nos alegue como locos o nos mande los resortes que tienen Inspeeccion de hacienda, de trabajo, etc, ya que en este pais quein critica el poder se puede encontrar con una persecucion por parte de dicho poder.</p>
<p>Si puedes y quieres reenvia este correo a quien quieras o puedas.</p>
<p>&#8220;Un saludo.&#8221;</p>
<p>MARIA CRISTINA POLAINO</p>
<p>Información de contacto</p>
<p>Valencia, Spain</p>
<p><img style="border:0 initial initial;" src="http://www.facebook.com/string_image.php?ct=AAAAAQAQpeKH8N-yUO0lYWCkm0qvHgAAABDi9VHJykaelENj2U2q-yEo&#38;fp=8.7&#38;state=0&#38;highlight=0" border="0" alt="" /></p>
<p><a href="mailto:partidolibertario1@gmail.com">partidolibertario1@gmail.com</a></p>
<p><a href="http://partidolibertario.freeforums.org/denunciar-a-zapatero-por-malversaci-n-del-erario-publico-t55.html#329">http://partidolibertario.freeforums.org/denunciar-a-zapatero-por-malversaci-n-del-erario-publico-t55.html#329</a></p>
<p><a href="http://groups.google.es/group/partidolibertario?hl=es">http://groups.google.es/group/partidolibertario?hl=es</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=97350154320">http://www.facebook.com/group.php?gid=97350154320</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1303784805&#38;ref=name">http://www.facebook.com/profile.php?id=1303784805&#38;ref=name</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Socialismo del Siglo XXI - vs. Libertad]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/28/socialismo-del-siglo-xxi-parte-1-vs-libertad/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:55:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lo que está sucediendo en Latinoamérica, el Proyecto que se ha instaurado en Venezuela, &#8220;El So]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lo que está sucediendo en Latinoamérica, el Proyecto que se ha instaurado en Venezuela, &#8220;El Socialismo del Siglo XXI&#8221; y que se quiere instaurar en Ecuador, Bolivia y de ser posible en el resto de Latinoamérica se debe en gran parte al desconocimiento de la sociedad de sus implicaciones y de los derechos que tienen las personas de ser libres, de escoger sus propios caminos. Los hombres nacen y son libres ninguna entidad organizada tiene EL DERECHO de quitar a los hombres su libertad, ni aún a pretexto del bien común. Invocar al bien común es una estrategia hábil para engañar a los pueblos.</p>
<p> </p>
<p>Les invito a ver el siguiente video, es muy importante que lo vean, les dará muchas cosas a reflexionar pero sobre todo servirá para que entiendan QUE SOMOS LIBRES!</p>
<p> <img class="alignright size-full wp-image-524" title="9ping_7-ss" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/9ping_7-ss.jpg" alt="9ping_7-ss" width="249" height="249" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Sobre el Socialismo del Siglo XXI</strong></p>
<p> </p>
<p>He leído y re-leído el libro de Hanz Dietrich &#8220;Socialismo del Siglo XXI&#8221;, las entrevistas en distintos medios de comunicación realizadas al señor en mención,  tratando de encontrar algo que tenga un sustento razonable, lógico y digno de un profesor Universitario. Pero no he encontrado nada.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Hay mucho material para explicar, hay argumentos lógicos, históricos, biológicos, sicológicos, sociales, que los estoy plasmando</p>
<p>al momento en el libro que estoy terminando fruto del análisis y estudio por mi parte sobre el mencionado Socialismo del Siglo XXI.</p>
<p> </p>
<p>Parece increíble que en nuestras épocas, de avance y el progreso en la ciencia y tecnología se insista en establecer paradigmas caducos, que costaron la vida a alrededor de 20 millones de personas solo en la Rusia, en la China 65 millones de muertos, Corea del Norte 2 millones de muertos (Libro Negro del Comunismo p.18) bajo el mismo pretexto, el resentimiento, la envidia, la lucha de clases, cuyas características y métodos han sido cambiados de nombre, por el Socialismo del Siglo XXI, mas no en su significado y aplicación (Comunismo).</p>
<p> </p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-526" title="adhesivo-comunista" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/adhesivo-comunista1.jpg" alt="adhesivo-comunista" width="248" height="242" />Dietrich habla o insiste en la  Planificación Económica desde el estado, habla de la &#8220;heroica Revolución Cubana que se integra al Socialismo del Siglo XXI&#8221; ( p.3), desconociendo o negando las muertes causadas a manos de dicha revolución, y la desgracia y sufrimiento al que se ha sometido a todo un pueblo por la fuerza,  para que un hombre sea dueño de todo (el mayor latifundista de América); o lo erróneo de que un grupo de &#8220;sabios&#8221; (que no son, simplemente ganan un concurso de popularidad) puedan &#8220;planificar&#8221; las acciones, organizaciones, intercambios, intereses, voluntades, aspiraciones, opiniones, incertidumbres, acuerdos ( otras cientos de variables que intervienen en las relaciones económicas de las personas) de millones de personas.</p>
<p> </p>
<p>Quien tiene un mínimo conocimiento de matemática, y/o estadística sabe que dicha planificación por un ente por más estatal que sea, es IMPOSIBLE. Dicha planificación decide por cada persona, de acuerdo a lo que es mejor para su vida, familia, entorno, situaciones, no puede ni debe (inmoral) ser planificada o mejor dicho cohercionada por un grupo de seres tan humanos como el resto.</p>
<p> </p>
<p>Pero acá, a Latinoamérica, viene un Alemán, incluso a ponerse al nivel de Einstein, Heisenberg, Wilmuth(clonación), con su proyecto del Socialismo del Siglo XXI. (si no vea la. página 37-39 de su libro, él pone este proyecto a ese nivel). Yo me pregunto: ¿Por qué en Alemania no le han hecho caso?</p>
<p> </p>
<p>Para Dietrich &#8220;El conflicto entre los que tienen y acumulan y aquellos que no tienen y son empobrecidos, no se resolverá por teleconferencias y filantropismo de los ladrones globales, sino sólo por la conquista del poder.&#8221;( p.11)  Obsesionado por el poder, al igual que sus seguidores y encargados de llevar a cabo este proyecto, mantiene el resentimiento y la belicosidad y el concepto equivocado de la lucha de clases. Agrega: &#8220;¿Cómo convertir las mayorías en amos de la sociedad global? La respuesta es obvia: mediante el Nuevo Proyecto Histórico (NPH) construido por ellas.&#8221; ¡Buena idea! Hacer parecer a un proyecto descabellado, comunista, de concentración de poder como obra de otro (las mayorías).</p>
<p> </p>
<p>Dietrich repite el mismo error del Marxismo, el de la revancha, el de quitar  a unos para poner a otros, solo da vuelta a la tortilla, por decirlo de alguna forma. Cuando las acciones de la injusticia deben ser solucionadas definitiva y rápidamente, él propone mantener esa misma injusticia solo que en manos de otros y con peores consecuencias.<img class="alignright size-full wp-image-527" title="Copia de tiananmen" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/copia-de-tiananmen.jpg" alt="Copia de tiananmen" width="300" height="180" /></p>
<p>Eso lo único que revela es el sentimiento de envidia, revela las intenciones de él como la de sus seguidores: el querer estar en el lugar de otro, si no, no hablara de &#8220;convertir a la mayoría en amos&#8221;.  Está buscando convertir a la gente en lo que él mismo denuncia y detesta.</p>
<p> </p>
<p>No entiende que no es cuestión de &#8220;amos&#8221;, si no de permitir que la gente desarrolle su vida con libertad, para emprender, para desarrollarse, para construir, no para robar, matar y destruir a pretexto de &#8220;justicia social&#8221;, como ha sucedido en Cuba, Rusia y como está sucediendo lentamente por un proceso de adaptación en Venezuela. Ese es el fin y método político que se está usando en Latinoamérica, invocar a principios buenos (anzuelo) para hacer lo que les venga en gana una vez en el poder.</p>
<p> </p>
<p>El presidente Correa (¿Es Presidente alguien que no juró por la Consitución?) indica que: &#8220;El socialismo del siglo XXI no solo que está en construcción, sino que nunca dejará de estarlo&#8221;&#8230;. interesante&#8230; apostarle a un proyecto que no se sabe cuando terminará..</p>
<p>Correa también argumenta que el Socialismo del Siglo XXI es en realidad varios socialismos, entre esos: el socialismo cristiano, en donde se nota que no ha leído que Dietrich quien habla del (&#8220;dios Javhé del Antiguo Testamento, con su incomprensible brutalidad y omnipotencia&#8221; ( p.25)  o de &#8220;la deformación ideológica deliberada a través de los aparatos ideológicos del sistema como la iglesia, la escuela, los medios de comunicación&#8221; (p.36), demostrando la ignorancia o contradicción de Correa al mencionar un &#8220;socialismo cristiano&#8221; si el modelo de proyecto que quiere instaurar está plagado de ataques contra la iglesia, contra todo lo que significa Dios (incluso observe que escribe dios con &#8220;d&#8221; pequeña). Claro, no es un cuestión de debate teológico, sin embargo, hay que reconocer que las personas tienen libertad de religión ¿cree usted que de instaurarse un proyecto como este, en el que hecha la culpa de los males de la sociedad a la religión –en varias partes de su libro lo dice- permitirá la libertad de culto?</p>
<p> </p>
<p>Además según lo indicado anteriormente, ahora podemos darnos cuenta del por qué del ataque a los medios de comunicación, ¿seguirán la iglesia y las escuelas privadas?  </p>
<p> </p>
<p>Pero la sarta de incoherencias respecto al Socialismo del Siglo XXI es larga, Correa continúa diciendo que:</p>
<p>&#8220;por fin Latinoamérica produce pensamiento propio y no acepta todo lo de afuera&#8221; (<span style="text-decoration:underline;"> </span><a href="http://www.elcomercio.com/solo_texto_search.asp?id_noticia=86254&#38;anio=2007&#38;mes=8&#38;dia=24" target="_blank">http://www.elcomercio.com/solo_texto_search.asp?id_noticia=86254&#38;anio=2007&#38;mes=8&#38;dia=24</a> ) creo que no se ha enterado todavía que el autor del proyecto que él quiere poner en práctica en nuestro país es alemán…</p>
<p> </p>
<p>En fin, esto es solo un pequeño resumen de muchas incoherencias más, para las cuales por el momento no hay espacio y están plasmadas en el libro que estoy por concretar.</p>
<p> </p>
<p>El libro de Dietrich está plagado de una serie de inconsistencias, absurdos, desconocimiento histórico, social, digno de ser seguido únicamente por quienes han nacido en un nuevo siglo lleno de tecnología, pero que desconocen el pasado y dan por hecho muchas cosas que les rodea, desconociendo incluso las cosas básicas y elementales de las acciones y relaciones humanas. A pretexto del bien común se crean mitos y miedos, y se busca que las personas se sometan voluntariamente a este tipo de aspirantes a Mesías-hombre-dios.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-529" title="ZP-BEAN" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/zp-bean.jpg" alt="ZP-BEAN" width="281" height="400" />El socialismo del siglo XXI, es un buen discurso para engañar a miles y millones de personas, pero que solo el tiempo y la práctica (en los pobres pueblos que tengan la desgracia de aceptar este proyecto) me darán la razón de que es un modelo y proyecto equivocado, superado ya por otras sociedades, así como éstos últimos seis meses de gobierno de Correa me han dado la razón en todos los efectos y situaciones de las cuales advertí en comunicaciones pasadas y que ahora desgraciadamente las estamos viviendo.</p>
<p> </p>
<p>Al fin he acabado mi libro de análisis y crítica al proyecto totalitario del alemán H. Dietrich y su mal llamada Democracia Participativa o Socialismo del Siglo XXI.</p>
<p>Mientras doy los últimos toques antes de la impresión, debo decir que el plan por implantar el llamado Socialismo del Siglo XXI en Latinoamérica es real. Está en ejecución en Venezuela, avanzando de manera acelerada en Ecuador y de una forma bastante conflictiva y torpe tomándose Bolivia.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-528" title="yellow" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/yellow.jpg" alt="yellow" width="99" height="100" />Haré un breve resumen con el fin de que analicemos y de alguna manera podamos comprender lo grave del tema.</p>
<p>-          El socialismo del Siglo XXI no es más que un Comunismo disfrazado de Democracia. Se usan términos como democracia, participación, control ciudadano, en donde es el partido de gobierno que ejecuta a su antojo las leyes. (Esto se observa a lo largo de todo el libro, más aún, no faltan las exaltaciones a las ideas Marx, Castro, Lenin entre otros comunistas.)</p>
<p> </p>
<p>-          El Socialismo del siglo XXI pretende instaurar lo que llaman la economía equivalente, en donde cada ciudadano no obtiene sus ingresos en base de su esfuerzo, creatividad, conocimiento, preparación, y un largo etcétera sino simplemente del tiempo empleado para realizar un producto o servicio. En este sentido todo ciudadano pierde la libertad de decidir cuanto vale su trabajo. En este sistema lo que se propone es que todo ciudadano va a ser remunerado en base del tiempo que aplica en elaborar un producto o brindar servicio. Mas aún es el grupo de burócratas adueñados del Estado los que planifican e indican cual es al equivalencia y pago por cada “tiempo empleado” en realizar un trabajo o dar un servicio. Lo que se propone es un trueque de productos que han sido elaborados usando una misma cantidad de tiempo. Págs 39-45, entre otras.</p>
<p> </p>
<p>-          Desaparece la propiedad privada. Se habla de la socialización de los medios de producción y su manejo por el Estado. Pág 41 entre otras.</p>
<p> </p>
<p>-          El autor del Proyecto del Socialismo del siglo XXI lo equipara con los descubrimientos de Einstein, Heisenberg, Wilmuth(clonación). (Se necesita estar mal de la cabeza para hacer tal aseveración)</p>
<p> </p>
<p>-          El Socialismo del siglo XXI al ser instaurado, irá desapareciendo progresivamente la religión  y los medios de comunicación por considerarlos “instrumentos de deformación ideológica” págs. 25,36 entre otras.</p>
<p> </p>
<p>Eso a manera de breve resumen, pues hay demasiadas afirmaciones absurdas, incoherentes y comparaciones fuera de lugar, sin embargo hay que tener en cuenta que:</p>
<ul>
<li>Es un      plan sumamente elaborado que ya está en marcha, está más avanzado de lo      que la gente se sospecha. Al leer todo el proyecto uno se da cuenta de lo      alarmante que ha sido el avance de este proyecto.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Un      punto fundamental en que trabajan para hacer avanzar el proyecto es crear      en la población la percepción de que se está “luchando por los pobres” y      que se está haciendo justicia, lo cual es de falsedad absoluta. Lo que se      está haciendo es atacar progresivamente a: los medios de comunicación,      dividir organizaciones, atacar empresas, subyugar empresarios mediante el      chantaje, la amenaza o las prebendas. Los empresarios que crean que      “cepillando” al gobierno sobrevivirán, no saben lo que les espera. Podrán      ver sus ganancias aumentadas en el corto-mediano plazo, pero una vez      instaurado el proyecto no habrá cabida para la empresa, ni para la      propiedad privada. Peor aún para los empresarios que creen que no pasa      nada, por miedo o desidia. Si este proyecto se instaura todos sus bienes      estarán en manos del gobierno.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>El      inicio de la creación de la economía equivalente es lo que ya se está      tratando de probar mediante las famosas cámaras de compensación para      exportaciones entre Ecuador y Venezuela, es una forma de apoderarse del      dinero generado mediante el intercambio comercial entre empresas de      distintos países.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>La      forma más hábil de actuar de estos señores es decir: “tranquilos no pasa      nada”. Lo que se niega desde en forma masiva, se lo ejecuta en silencio de      forma rápida y sin dejar capacidad de reacción. Así se trabajó para      instaurar las constituciones que serían la base para el establecimiento de      este proyecto. Todo lo que dijeron “que no lo iban a hacer” lo están      haciendo. Y hay las pruebas para demostrarlo.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>En resumen, la situación es más grave de lo que la ignorancia popular se imagina.</p>
<p> </p>
<p>Y es muy importante no creer aún cuando los “Socialistas del siglo XXI” digan “que no se va a expropiar, que no se va  a eliminar la libertad de expresión, ni de religión, que no se va a eliminar las monedas y sustituir por un sistema único, que no va  a haber fin de la propiedad privada-”, pues se lo hará.</p>
<p>La advertencia está dada.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Francisco Endara D.</p>
<p><a href="http://www.franciscoendara.es.mn/" target="_blank">www.franciscoendara.es.mn</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Árvores escolhem um Rei - II]]></title>
<link>http://opiniaopessoal.wordpress.com/2009/05/27/as-arvores-escolhem-um-rei-ii/</link>
<pubDate>Wed, 27 May 2009 01:19:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Vitorino do Nascimento</dc:creator>
<guid>http://opiniaopessoal.wordpress.com/2009/05/27/as-arvores-escolhem-um-rei-ii/</guid>
<description><![CDATA[A estória do post anterior, foi contada por Jotão, filho de Gideão em alusão ao povo hebreu que teri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_7PlTm1SxeeI/RxZlcXZSU8I/AAAAAAAAA98/oJegnmLH_Vw/s400/mulher-arvore-nua.jpg" alt="" /></p>
<p>A estória do post anterior, foi contada por Jotão, filho de Gideão em alusão ao povo hebreu que teria constituído seu meio-irmão Abmelekh, filho de seu pai com uma concubina, como rei sobre eles em detrimento do próprio Jotão e de seus irmãos legítimos.</p>
<p>Mas, existe algo ainda mais profundo e perturbador nessa história que ocorreu um pouco antes deste evento, logo após Gideão ter liderado o exército e vencido a guerra contra os midianitas e libertado o povo.   </p>
<p>O povo disse a Gideão:_ Reina tu sobre nós, tu e teu filho, e o filho de teu filho, porque tu nos livraste das mãos dos midianitas.</p>
<p>Porém Gideão lhes disse:_ Não Reinarei eu sobre vós, nem tampouco meu filho sobre vós reinará; o Senhor Deus será o vosso Rei.</p>
<p>Nós somos como as árvores, somos oliveiras, figueiras, videiras, cada um de nós tem seu fruto, a boa novidade, a alegria, a doçura, a honra; Todos nós temos nossos dons, qualidades, habilidades e talentos dados pelo Criador, com os quais inspiramos os homens e assim o honramos.</p>
<p>O ideal é que cada um descubra que tipo de árvore é e que contribua com seu fruto para que assim todos possam ter acesso a todo tipo de fruto e também que a oliveira não queira dar figos, a figueira não queira dar uvas e a videira não queira dar azeitonas.</p>
<p>No entanto quando abrimos mão de nossa doçura, de nossa alegria, de nossos dons e talentos, de nossas qualidades e habilidades para constituir alguém sobre nós violamos este ideal e nos colocamos em uma posição de espectadores passivos deixamos de honrar a Deus e abençoar os homens para servir a um homem ou instituição, assim deixamos de lado nossas vocações para nos colocar numa posição de escravidão sob as ordens de outros.</p>
<p>Como na história das árvores, invariavelmente quem elegemos para governar sobre nós nos domina, nos oprime e faz uso de meios de manipulação e de instrumentos de coerção e dominação sobre nossas vidas, nos mantendo sob vigilância à sombra de seus espinhos e sob ameaça de fogo.</p>
<p>E ainda mais, tudo isto para servir aos seus interesses pessoais ou da instituição que representam e nunca jamais aos interesses daqueles que o elegeram. Quando renunciamos ao direito de nos auto-governar e nos colocamos sob a tirania de outros, estamos abrindo mão de nossa liberdade, de nossa autonomia, de nossa dignidade e de uma parcela significativa de nossa humanidade, parcela que eu chamo de Imagem de Deus !  Nos tornamos menos livres, menos autônomos, menos dignos e um pouco menos humanos, temos menos da semelhança de Deus !</p>
<p>Bom, tudo bem, mas a que homem ou instituição exatamente me refiro ?        A todos os homens de todas as instituições que exercem autoridade sobre outros, sem exceções, inclusive os bem-intencionados ! Sim existem estes, mas o fato de serem bem-intencionados não muda o fato de é assim que as coisas são ! É assim que a máquina funciona, seja na política, na economia, na religião, na empresa, na escola, num sindicato operário, num partido político, num coletivo anarquista, numa ong, numa associação de surf, numa banda de rock ! Em qualquer lugar em que exista uma instituição e se eleja alguém para ser o responsável, representar aos outros e tomar as decisões mais importantes este será invariavelmente o resultado final.</p>
<p>Algumas pessoas que estão lendo este post agora, principalmente as que me conheceram, devem estar assustadas ! Talvez pensem que eu me tornei um rebelde anarquista, quem sabe fiz até um moicano ! Não pessoal, continuo sendo o mesmo cara questionador de sempre, mas nessas minhas inquietações que tenho compartilhado com alguns de vocês e de certa forma tenho expressado através do blog, estou chegando a estas conclusões, não parto de pressupostos anarquistas ou anarco-capitalistas, leio sim sobre isto mais para ver as contradições que existem naqueles que se dizem libertários. </p>
<p>Vejo nestes movimentos a mesma tirania que condenam, a mesma inflexibillidade, a mesma liderança, o mesmo messianismo que em qualquer um de seus maiores desafetos do comunismo ao nazismo. Então estamos perdidos certo ? não há saída ! devemos nos conformar e apenas sobreviver a isto até que morramos e nossos filhos e netos herdarão este mesmo modelo de vida em sociedade correto ?</p>
<p>Não ao meu ver, em minha opinião o grande erro das instituições, inclusive do cristianismo institucional é exatamente tentar mudar o mundo, mudar a sociedade, o sistema, seja pela revolução ou pela reforma, pela guerra ou pelo paz e amor, pelo ódio ou pelo perdão. É a imposição de um ideal à todos na base do você tem que mudar pra minha ideologia, pro meu partido, pra minha religião por que isto foi bom pra mim, vai ser bom pra você vai ser bom pra todo mundo e assim nós mudaremos o mundo !</p>
<p>Como tenho dito, não tenho a pretensão de mudar nada, não quero mudar nada, não quero ter nada a ver com esta ordem presente nem com qualquer outra, não tenho compromisso com movimentos, ideologias, filosofias, religiões, estilos de vida ou com o que quer que seja que se pretenda ser um transformador do mundo ! Nos últimos meses tenho tido uma experiência de uma vida mais ligada à pessoas que à instituições, me importo mais com uma amizade à milhares de kilômetros de distância mantida via internet que com as relações do país com o de meus amigos, me importo mais com as pessoas que estão à minha volta, com quem me relaciono de algum modo que com quaisquer instituições das quais possam fazer parte, me importo mais com você que está lendo este blog agora que com qualquer organização ou algo parecido a que você possa tomar parte.</p>
<p>Enfim, creio ser possível, talvez seja uma utopia mas ainda assim eu creio, viver de uma forma simples, nos auto-governar sem a interferência de alguém que se coloque sobre nós, cada um contribuindo com aquilo que o Criador nos deu como único para constituir uma humanidade digna que expressa a Sua imagem e semelhança naquilo que lhe é mais peculiar a autonomia e a liberdade do ser ! e então &#8230;&#8221; serão como árvores plantadas junto a ribeiro de águas, que a seu tempo dá o seu fruto, cujas folhas não murcham e tudo quanto fizer prosperará&#8221;. Livro dos Salmos cap. 1, verso 3</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[REFLEXIONES LIBERTARIAS]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/25/reflexiones-libertarias/</link>
<pubDate>Sun, 24 May 2009 23:22:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/25/reflexiones-libertarias/</guid>
<description><![CDATA[REFLEXIONES LIBERTARIAS MIKE MILKEN ¿DONDE ANDAS? Ricardo Valenzuela Al arribo del siglo XXI el mund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>REFLEXIONES LIBERTARIAS<br />
MIKE MILKEN ¿DONDE ANDAS?<br />
Ricardo Valenzuela</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-519" title="n1379783857_191812_5896" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/n1379783857_191812_5896.jpg" alt="n1379783857_191812_5896" width="180" height="206" />Al arribo del siglo XXI el mundo era arropado con un extraño paradigma. Una economía cibernética y sin barreras. Un mercado de capitales que invadía y abandonaba países sin aduanas que lo pudieran detener. Una conciencia colectiva que, al calificar conductas de empresas y gobiernos, ha dictado el destino de la humanidad. Un mercado que cada minuto vota en las cotizaciones de las bolsas castigando o premiando a sus participantes. Esa conciencia colectiva que, durante los últimos meses, ha castigado severamente las malas conductas en todos los rincones del mundo.</p>
<p>Uno de los hombres que contribuyó a formar este paradigma, Michael Milken, estuvo en esta ciudad. Milken dedicó una interesante charla patrocinada por el comité de desarrollo económico de Tucson. El es el hombre que de la nada dio vida al mercado mundial de los bonos de alto rendimiento, para abrir una avenida inexistente a las empresas medianas y pequeñas al mercado de capitales.</p>
<p>Considerado uno de los genios financieros más grande del Siglo XX y arquitecto en jefe de la prosperidad que disfrutaron los EU en los 80s y 90s, Milken tuvo que ir a prisión en 1990, supuestamente por violación de regulaciones establecidas por el Securities and Exchange Commision.</p>
<p>Ante un abarrotado auditorio inició su exposición a modo de autobiografía. Me impresionó cuando narró cómo siendo estudiante de la Universidad de California, tuvo oportunidad de trabajar en Los Angeles muy cerca de medianos y pequeños negocios cuyos dueños eran afroamericanos y mexicoamericanos, mismos que tenían cero acceso a fuentes de capital. En esos momentos nació, como propósito de vida, el establecer un puente que abriera esas avenidas democratizando ese mercado.</p>
<p>Al iniciar su histórica carrera en Wall Street, Milken se encontró con un fenómeno muy particular; el 99% de las empresas en los EU eran consideradas medianas y pequeñas y, sin tener “grado de inversión,” les cerraban las puertas al mercado de capitales. El capital estaba disponible para las empresas que no lo necesitaban, y pasa a dar un dato impresionante. Durante los últimos 30 años esas empresas medianas y pequeñas crearon más de 70 millones de empleos mientras que las grandes corporaciones decrecieron en ese concepto.</p>
<p>Utilizando una fórmula riesgo—rendimiento, inventa los nuevos bonos iniciando la revolución financiera del Siglo XX que habría de transformar la fisonomía del mundo. De esa forma nacen empresas como MCI, Turner Broadcasting, McCaw Cellular e infinidad de otras que hoy día son titanes en sus diferentes industrias. De inmediato, la fórmula de Milken se utiliza también para financiar la nueva ola fusiones, adquisiciones, tomas por asalto de empresas mal manejadas, que vigorizan de forma histórica los mercados corporativos mundiales.</p>
<p>Al crear ese tejido entre las empresas medianas y los mercados de capital, Milken promovió la vigorización de la economía como nunca y, sobre todo, la participación de ese segmento de la sociedad en la creación de empleo, riqueza, y valor. EU ya no era el clásico país de concentración de riqueza, ahora el 70% de las empresas cotizadas en bolsa eran propiedad de los fondos de pensiones. La creación y distribución de riqueza se había democratizado mediante nuevos mecanismos del mercado. Los fondos de pensiones, activados por Milken, eran ahora las fuentes de financiamiento corporativo más activas del mundo.</p>
<p>Pero algo aun más importante. Inició una agresiva vigilancia identificando a empresas saqueadas por rufianes que las controlaban sin ser propietarios; “los administradores profesionales.” Al encontrarlas, estructuraba lo que se conocería como una toma por asalto a través de compras apalancadas. Ante el deprimido valor de las acciones producto del mal manejo, hacía una no bienvenida oferta general para adquirir un porcentaje controlador financiando luego su adquisición mediante la emisión de sus bonos. Las adquiría, corregía los problemas de las administraciones ineptas, las acciones doblaban su valor…y las vendía.</p>
<p>Cabalgando por todos los rincones de Wall Street, Milken se convertía en el hombre más temido por los “consejeros profesionales.” Si esos gatos gordos no querían ser víctima de sus tomas por asalto y perder sus atractivas posiciones, debían darse a la tarea de manejar ética y productivamente las empresas. Ello provocó una profunda reestructuración del mundo corporativo. Producto de esta reestructuración, en los años 80 el Dow Jones triplicó su valor y el de las firmas cotizadas viajó de $1.4 trillones a cerca de $4 trillones de dólares. Por lo mismo, los accionistas recibieron más de $1 trillón de dólares en ganancias. En el proceso, millones de trabajos fueron creados</p>
<p>El acudir al gobierno buscando ayuda cuando se enfrenta una dura batalla, es técnica muy conocida en la historia económica. La clásica táctica es ligar esa amenaza competitiva con un agravio a la sociedad, exagerar la magnitud del peligro, para pedir luego regulación o rescate del gobierno aniquilando el libre mercado. Ese sería el Waterloo de Milken. Un choque entre el quejoso establishment y la nueva ola de financieros listos para el abordaje de la mal trecha nave. Los administradores profesionales buscaron la sombra del gobierno.</p>
<p>Pero al acudir a la administración de Reagan, el presidente respondía con el siguiente escrito: “Estas operaciones desarrollan infinidad de benéficas funciones para la economía. Proporcionan un recurso para vigilar a los grupos directivos en empresas con patrimonio muy diluido. Ayudan a identificar activos subvaluados logrando la eficiencia al reestructurar su capital y sus inversiones, encuentran luego usos que produzcan más valor. El mercado y su creativa destrucción es más eficiente que el gobierno en esa vigilancia”</p>
<p>Sin embargo, los gatos gordos sólo tendrían que esperar la partida de Reagan para arreciar sus ataques contra Milken. Lo harían en la figura de un joven y ambicioso político; Rudy Giuliani. Cuando Giuliani se dio cuenta que, al identificarse como el cruzado en contra de la “ambición y criminalidad” de Wall Street, compraba boleto para su carrera política, atacó como perro rabioso. Luego de acorralar a Milken, amenazando inclusive a su familia, en 1990 logró que aceptara culpabilidad para enviarlo a prisión.</p>
<p>En ese momento terminaba la revolución de Mike Milken y se iniciaba el verdadero carnaval de los gatos gordos libres para retozar en las praderas de la inmunidad. En los años posteriores los EE.UU. tuvieron que enfrentar el caos producto de los “administradores” en sociedad con ciertos políticos exprimiendo a los verdaderos dueños: Las Savings and Loans, los ENRON y, finalmente, la avalancha que hoy se vive: AIG, los grandes bancos, las indestructibles automotrices etc.</p>
<p>Caminando hacia prisión Milken declaraba: “Los grupos de interés que no puedan competir en un mercado libre, continuaran buscando la protección del gobierno. Si algo hemos aprendido de todos estos problemas, es que a futuro la intervención del gobierno causará el verdadero apocalipsis.” AMEN.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=28561502159">ALIANZA LIBERAL (Libertarian Alliance)</a><br />
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[!!! SI, ES INDECENTE ¡¡¡, si lo constentimos, tenemos lo que nos merecemos... Votemos en Blanco]]></title>
<link>http://saguntomorvedre.wordpress.com/2009/05/16/si-es-indecente-%c2%a1%c2%a1%c2%a1-si-lo-constentimos-tenemos-lo-que-nos-merecemos/</link>
<pubDate>Sat, 16 May 2009 17:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>saguntomorvedre1</dc:creator>
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<description><![CDATA[SI, ES INDECENTE Ha dicho la Presidenta de la Comunidad de Madrid (TAMBIEN OTROS POLITICOS Y DE TODO]]></description>
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<title><![CDATA[!!! SI, ES INDECENTE ¡¡¡, si lo constentimos, tenemos lo que nos merecemos... Votemos en Blanco]]></title>
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<pubDate>Sat, 16 May 2009 16:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
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<description><![CDATA[SI, ES INDECENTE          Ha dicho la Presidenta de la Comunidad de Madrid (TAMBIEN OTROS POLITICOS ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong></strong></span></span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong>SI, ES INDECENTE</strong></span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><br />
<span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
       </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><img class="alignleft size-full wp-image-426" title="1192469510_0" src="http://partidolibertario.files.wordpress.com/2009/05/1192469510_0.jpg?w=300&#038;h=303" alt="1192469510_0" width="300" height="303" /> Ha dicho la Presidenta de la Comunidad de Madrid (TAMBIEN OTROS POLITICOS Y DE TODOS LOS PARTIDOS) que es indecente que mientras la inflación es -1%, los funcionarios además de tener plaza fija, tengan una subida salarial del 5% (gran mentira por cierto), Objetivo: congelarles el sueldo.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
       Me gustaría transmitirle a estos Señores (si es que se le pueden llamar asi). lo yo que considero indecente. </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que el salario mínimo de un trabajador sea de 624 €/mes y el de un diputado 3.996 pudiendo llegar con dietas y otras prebendas a 6.500 €/mes; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que un catedrático de universidad o un cirujano de la sanidad pública ganen menos que el concejal de festejos de un ayuntamiento de tercera; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que los políticos se suban sus retribuciones en el porcentaje que les apetezca, (siempre por unanimidad, por supuesto y al inicio de la legislatura); </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es comparar la jubilación de un diputado y el de una viuda; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que un ciudadano tenga que cotizar 35 años para percibir una jubilación y a los diputados les baste con siete y los miembros del gobierno para cobrar la pensión máxima solo necesiten jurar el cargo; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que los diputados sean los únicos trabajadores (¿?) de este país  que están exentos de tributar un tercio de su sueldo del IRPF; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es colocar en la administración miles de asesores, amigotes con sueldos que ya desearían los técnicos más cualificados; o liberados con sueldo de partidos y sindicatos&#8230;.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el millonario gasto en mediocres TV autonómicas creadas al servicio de la pervivencia en el trono de políticos más mediocres; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el ingente dinero destinado a sostener los partidos aprobado por los mismos políticos que viven de ellos; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que a un político no se le exija superar una mínima prueba de capacidad para ejercer su cargo (y no digamos intelectual o cultural); </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el coste que representan a los ciudadanos sus comidas, coches oficiales, chóferes, viajes siempre en gran clase y tarjetas de crédito por doquier;.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que sus señorías tengan seis meses de vacaciones al año; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que sus señorías cuando cesan en el cargo tengan un colchón del 80% del sueldo durante 18 meses; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que ex ministros, ex secretarios de estado y altos cargos de la política cuando cesan son los únicos ciudadanos de este país que pueden legalmente percibir dos salarios del erario público; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que se utilice a los medios de comunicación para transmitir a la sociedad que los funcionarios solo representan un coste para el bolsillo de los ciudadanos.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que nos oculten sus privilegios mientras vuelven a la sociedad contra quienes de verdad les sirven.</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:large;">INDECENTE ES QUE SIEMPRE SE ARREGLE ESPAÑA y sus  presupuestos, CON EL SUELDO DE LOS FUNCIONARIOS</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family:Symbol;font-size:large;">· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> ! Mientras hablan de política social y derechos sociales¡   QUE INDECENTES</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> <br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
VEAMOS UN EJEMPLO PARA COMPARAR CON UN FUNCIONARIO O UN JUBILADO</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> <br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong><br />
Top Ten DE ESPAÑA 10 políticos.  A PELO Y SIN DIETAS (QUE TAMBIEN PUEDEN VIVIR DE ELLAS)</strong></span></p>
<p>1. Presidente de la Generalitat de Cataluña, José Montilla 164.043,54 euros <br />
2. Presidente de la Diputación de Barcelona, Celestino Corbacho 144. 200 euros <br />
3. Alcalde de Barcelona, Jordi Hereu 117.398 euros <br />
4. Presidente de la Diputación de Lleida, Jaume Gilabert 108.220 euros <br />
5. Alcalde de Madrid, Alberto Ruiz Gallardón 100.743 euros <span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
6. Presidente País Vasco, Juan José Ibarretxe 99.574 euros <br />
7. Presidente de la Diputación de Vizcaya, José Luis Bilbao 99.540 euros <br />
8. Presidenta de Madrid, Esperanza Aguirre 98.700 euros <br />
9. Presidente de la Diputación de Girona, Enric Vilert 98.000 euros <br />
10. Presidente de la Diputación de Palencia, Enrique Martín 97.339 euros </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-488" title="votelibertarianbreakchains" src="http://partidolibertario.files.wordpress.com/2009/05/votelibertarianbreakchains1.jpg?w=300&#038;h=291" alt="votelibertarianbreakchains" width="300" height="291" />ALCALDES MEJOR PAGADOS DEL PAIS </strong><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
1..- Barcelona : Jordi Hereu 117.398 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
2.- Madrid &#8211; Alberto Ruiz Gallardón 100.743 euros <br />
3. Bilbao &#8211; Iñaki Azcuna 92.873 euros <br />
4. Zaragoza &#8211; Juan alberto Belloch 92.414 euros <br />
5. Valladolid &#8211; Francico Javier León de la Riva 91.000 euros <br />
6. Valencia &#8211; Ritá Barberá 90.296 euros <br />
7 .Castellón &#8211; Alberto Fabra 88.000 euros <br />
8. Vitoria &#8211; Patxi Lazcoz 85.570 euros <br />
9. Oviedo &#8211; Gabino de Lorenzo 84.588 euros <br />
10. Tenerife &#8211; Miguel Zerolo 84.445 euros <br />
11. San Seba stián &#8211; Odón Elorza 82.091 euros <br />
12. Huelva &#8211; Pedro Rodríguez 81.014 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
13. Lleida &#8211; Ángel Ros 80..645 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
14. Málaga &#8211; Francisco de la Torre 77.678 euros <br />
15. Badajoz &#8211; Miguel Ángel Celdrán 73.500 euros <br />
16. Santander &#8211; Iñigo de la Serna 72.416 euros <br />
17. Alicante &#8211; Luis Diaz Alpieri 72.000 euros <br />
18. Murcia &#8211; Miguel Ángel Cámara 72.000 euros <br />
19.Ourense &#8211; Francisco Rodríguez 72.000 euros <br />
20. Almería &#8211; Luis R. Rodríguez Comendador 71.005 euros <br />
21. Salamanca &#8211; Julián Lanzarote 70.872 euros <br />
22. Las Palmas &#8211; Jerónimo Saavedra 68.148 euros <br />
23. Cuenca &#8211; Francisco Javier Pulido 68.000 euros <br />
24. A Coruña &#8211; Javier Losada 66.942 euros <br />
25. Burgos &#8211; Juan Carlos Aparicio 66.942 euros <br />
26. Cádiz &#8211; Teofila Martínez 66.942 euros <br />
27. Guadalajara &#8211; Antonio Román 66.492 euros <br />
28. Ciudad Real &#8211; Rosa Romero 66.476 euros <br />
29. Granada &#8211; José Torres 65.977 euros <br />
30. Zamora &#8211; Rosa Baldeón 64.950 euros <br />
31. Sevilla &#8211; Alfredo Sánchez Monteseirín 64.450 euros <br />
32. Albacete &#8211; Manuel Pérez 63.434 euros <br />
33. Córdoba &#8211; Rosa Aguilar 63.260 euros <br />
34. León &#8211; Francisco Fernández 63.206 euros <br />
35. Lugo &#8211; José López Orozco 63.000 euros <br />
36. Palma de Mallorca &#8211; Aina Calvo 62.356 euros <br />
37. Pamplona &#8211; Yolanda Barcina 61.982 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
38. Girona &#8211; Anna Pagans 60.924 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
39..Segovia &#8211; Pedro Arahuetes 60. 824 euros <br />
40. Toledo &#8211; Emiliano García 60.389 euros <br />
41. Cáceres &#8211; María Carmen Heras 60.200 euros <br />
42. Pontevedra &#8211; Miguel Ángel Fernández 60.000 euros <br />
43. Soria &#8211; Carlos Martínez 60.000 euros <br />
44. Jaén &#8211; Carmen Purificación Peñalver 59.044 euros <br />
45. Logroño &#8211; Tomás Santos 58.000 euros <br />
46. Ávila &#8211; Miguel Ángel García 58.000 euros <br />
47. Huesca &#8211; Fernando Elboj 48.688 euros <br />
48. Teruel &#8211; Miguel Ferrer 47.000 euros <br />
49.Palencia &#8211; Heliodoro Gallego 45.057 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
50. Tarragona &#8211; Joseph Félix Ballesteros 33.264 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Presidentes de comunidades autónomas (salario anual) <img class="alignright size-full wp-image-491" title="presidentes" src="http://partidolibertario.files.wordpress.com/2009/05/presidentes.jpg?w=300&#038;h=197" alt="presidentes" width="300" height="197" /><br />
</strong></p>
<p>1. José Montilla &#8211; Cataluña 164.043,54 euros<span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
2.-. Juan José Ibarretxe &#8211; País Vasco 99.574 euros <br />
3. Esperanza Aguirre &#8211; Madrid 98.700 euros <br />
4. Marcelino Iglesias &#8211; Aragón 87.000 euros <br />
5. Emilio Pérez Touriño &#8211; Galicia 83.374 euros <br />
6. Paulino Rivero &#8211; Canarias 79.963 euros <br />
7. Manuel Chaves &#8211; Andalucía 78.791 euros <br />
8. Juan Vicente Herrera- Castilla y León 78.791 euros <br />
9. José María Barreda &#8211; Castilla La-Mancha 78.791 euros <br />
10. José Luis Valcárcel &#8211; Murcia 78.791 euros <br />
11. Miguel Sanz &#8211; Navarra 78.227,94 euros <br />
12. Francisco Camps &#8211; C. Valenciana 77.988,24 euros <br />
13. Francesc Antich &#8211; Baleares 70.657,86 euros <br />
14. Miguel Ángel Revilla &#8211; Cantabria 68.666 euros <br />
15. Vicente álvarez Areces &#8211; Asturias 68.002 euros <br />
16. Pedro Sanz &#8211; La Rioja 63.376,32 euros <br />
17. Guillermo Fernández Vara &#8211; Extremadura 54.244,56 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Presidente de las diputaciones provinciales (salario anual) </strong><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
1. Barcelona &#8211; Celestino Corbacho 144.200 euros <br />
2. Lleida &#8211; Jaume Gilabert 108.220 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
3. Vizcaya &#8211; José Luis Bilbao 99.540 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
4. Girona &#8211; Enric Vilert 98.000 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
5. Palencia &#8211; Enrique Martín 97.339 euros <br />
6. Álava &#8211; Xabier Aguirre 92.596 euros <br />
7. Castellón &#8211; Carlos Fabra 92.400 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
8. Tarragona &#8211; Josep Poblet 92.000 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
9. Málaga &#8211; Salvador Pendón 89.000 euros <br />
10. Teruel &#8211; Antonio Arrufat 85.000 euros <br />
11. Ávila &#8211; Agustín González 83. 521 euros <br />
12. Toledo &#8211; José Manuel Tofiño 82.908 euros <br />
13. Gran Canaria &#8211; José Miguel Pérez 81.538 euros <br />
14. León &#8211; Isabel Carrasco 80.920 euros <br />
15.. Almería &#8211; Juan Carlos Usero 79.660 euros <br />
16. Zaragoza &#8211; Javier Lambán 78.000 euros <br />
17. Valencia &#8211; Alfonso Rus 77.988 euros <br />
18. Pontevedra &#8211; Rafael Louzán 77.988 euros <br />
19. Coruña &#8211; Jesús Salvador Fernández 77.988 euros <br />
20. Salamanca &#8211; Isabel Jiménez 77. 591 euros <br />
21. Tenerife &#8211; Ricardo Melchior 76.968 euros <br />
22. Cádiz &#8211; Francisco González 76.000 euros <br />
23. Lanzarote &#8211; Manuela Armas 75.995 euros <br />
24. Ciudad Real &#8211; Nemesio De Lara 72.991 euros <br />
25. Segovia &#8211; Javier Santamaría 72.568 euros <br />
26. Ourense &#8211; José Luis Baltar 72.408 euros <br />
27. Alicante &#8211; José Joaquín Ripoll 72.061 euros <br />
28. Valladolid &#8211; Ramiro F. Ruiz 70.000 euros <br />
29. Fuerteventura &#8211; Mario Cabrera 69.566 euros <br />
30. Albacete &#8211; Pedro Antonio Ruiz 68.600 euros <br />
31. Cáceres &#8211; Juan Andrés Tovar 68.236 euros <br />
32. Badajoz &#8211; Valentín Cortés 68.236 euros <br />
33. Cuenca &#8211; Juan Manuel Ávila 68.002 euros <br />
34. Mallorca &#8211; Francina Armengol 68.000 euros <br />
35. Huelva &#8211; Petronila Guerrero 67.490 euros <br />
36. Ibiza &#8211; Xico Tarrés 66.000 euros <br />
37.Jaén &#8211; Felipe López 66.000 euros <br />
38. Soria &#8211; Efrén Martínez 63.639 euros <br />
39. Menorca &#8211; Joana Barceló 63.100 euros <br />
40.Granada &#8211; Antonio Martínez 62.493 euros <br />
41. Zamora &#8211; Fernando Martínez 61.734 euros <br />
42. Córdoba &#8211; Francisco Pulido 61.336 euros <br />
43. Burgos &#8211; Vicente Orden 59. 990 euros <br />
44. Guadalajara &#8211; María Antonia Pérez 59.336 euros <br />
45. Sevilla &#8211; Fernando Rodríguez 51.936 euro </span></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-493" title="presidentes (1)" src="http://partidolibertario.files.wordpress.com/2009/05/presidentes-1.jpg?w=700&#038;h=273" alt="presidentes (1)" width="700" height="273" />Fuente: <strong><br />
</strong><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><strong><br />
EXPANSION:COM del dia 4 de agosto </strong><br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
Os agradeceré que deis la máxima difusión a este escrito, para acabar de una vez con tantos mitos, embustes y demagogia. por parte de los políticos que se piensan que &#8216;el pueblo&#8217; se chupa el dedo.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[!!! SI, ES INDECENTE ¡¡¡, si lo constentimos, tenemos lo que nos merecemos... Votemos en Blanco]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/16/si-es-indecente-%c2%a1%c2%a1%c2%a1-si-lo-constentimos-tenemos-lo-que-nos-merecemos/</link>
<pubDate>Sat, 16 May 2009 16:10:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/16/si-es-indecente-%c2%a1%c2%a1%c2%a1-si-lo-constentimos-tenemos-lo-que-nos-merecemos/</guid>
<description><![CDATA[SI, ES INDECENTE          Ha dicho la Presidenta de la Comunidad de Madrid (TAMBIEN OTROS POLITICOS ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:arial;font-size:13px;"><span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:xx-large;"><strong>SI, ES INDECENTE</strong></span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><br />
<span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
       </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><img class="alignleft size-full wp-image-426" title="1192469510_0" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/1192469510_0.jpg" alt="1192469510_0" width="300" height="303" /> Ha dicho la Presidenta de la Comunidad de Madrid (TAMBIEN OTROS POLITICOS Y DE TODOS LOS PARTIDOS) que es indecente que mientras la inflación es -1%, los funcionarios además de tener plaza fija, tengan una subida salarial del 5% (gran mentira por cierto), Objetivo: congelarles el sueldo.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
       Me gustaría transmitirle a estos Señores (si es que se le pueden llamar asi). lo yo que considero indecente. </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que el salario mínimo de un trabajador sea de 624 €/mes y el de un diputado 3.996 pudiendo llegar con dietas y otras prebendas a 6.500 €/mes; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que un catedrático de universidad o un cirujano de la sanidad pública ganen menos que el concejal de festejos de un ayuntamiento de tercera; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que los políticos se suban sus retribuciones en el porcentaje que les apetezca, (siempre por unanimidad, por supuesto y al inicio de la legislatura); </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es comparar la jubilación de un diputado y el de una viuda; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente, es que un ciudadano tenga que cotizar 35 años para percibir una jubilación y a los diputados les baste con siete y los miembros del gobierno para cobrar la pensión máxima solo necesiten jurar el cargo; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que los diputados sean los únicos trabajadores (¿?) de este país  que están exentos de tributar un tercio de su sueldo del IRPF; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es colocar en la administración miles de asesores, amigotes con sueldos que ya desearían los técnicos más cualificados; o liberados con sueldo de partidos y sindicatos&#8230;.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el millonario gasto en mediocres TV autonómicas creadas al servicio de la pervivencia en el trono de políticos más mediocres; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el ingente dinero destinado a sostener los partidos aprobado por los mismos políticos que viven de ellos; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que a un político no se le exija superar una mínima prueba de capacidad para ejercer su cargo (y no digamos intelectual o cultural); </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es el coste que representan a los ciudadanos sus comidas, coches oficiales, chóferes, viajes siempre en gran clase y tarjetas de crédito por doquier;.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que sus señorías tengan seis meses de vacaciones al año; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que sus señorías cuando cesan en el cargo tengan un colchón del 80% del sueldo durante 18 meses; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que ex ministros, ex secretarios de estado y altos cargos de la política cuando cesan son los únicos ciudadanos de este país que pueden legalmente percibir dos salarios del erario público; </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que se utilice a los medios de comunicación para transmitir a la sociedad que los funcionarios solo representan un coste para el bolsillo de los ciudadanos.</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"><br />
· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> Indecente es que nos oculten sus privilegios mientras vuelven a la sociedad contra quienes de verdad les sirven.</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:large;">INDECENTE ES QUE SIEMPRE SE ARREGLE ESPAÑA y sus  presupuestos, CON EL SUELDO DE LOS FUNCIONARIOS</span></li>
</ul>
<p><span style="font-family:Symbol;font-size:large;">· </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Symbol;font-size:large;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"> ! Mientras hablan de política social y derechos sociales¡   QUE INDECENTES</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> <br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
VEAMOS UN EJEMPLO PARA COMPARAR CON UN FUNCIONARIO O UN JUBILADO</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> <br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong><br />
Top Ten DE ESPAÑA 10 políticos.  A PELO Y SIN DIETAS (QUE TAMBIEN PUEDEN VIVIR DE ELLAS)</strong></span></p>
<p>1. Presidente de la Generalitat de Cataluña, José Montilla 164.043,54 euros <br />
2. Presidente de la Diputación de Barcelona, Celestino Corbacho 144. 200 euros <br />
3. Alcalde de Barcelona, Jordi Hereu 117.398 euros <br />
4. Presidente de la Diputación de Lleida, Jaume Gilabert 108.220 euros <br />
5. Alcalde de Madrid, Alberto Ruiz Gallardón 100.743 euros <span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
6. Presidente País Vasco, Juan José Ibarretxe 99.574 euros <br />
7. Presidente de la Diputación de Vizcaya, José Luis Bilbao 99.540 euros <br />
8. Presidenta de Madrid, Esperanza Aguirre 98.700 euros <br />
9. Presidente de la Diputación de Girona, Enric Vilert 98.000 euros <br />
10. Presidente de la Diputación de Palencia, Enrique Martín 97.339 euros </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-488" title="votelibertarianbreakchains" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/votelibertarianbreakchains1.jpg" alt="votelibertarianbreakchains" width="300" height="291" />ALCALDES MEJOR PAGADOS DEL PAIS </strong><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
1..- Barcelona : Jordi Hereu 117.398 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
2.- Madrid &#8211; Alberto Ruiz Gallardón 100.743 euros <br />
3. Bilbao &#8211; Iñaki Azcuna 92.873 euros <br />
4. Zaragoza &#8211; Juan alberto Belloch 92.414 euros <br />
5. Valladolid &#8211; Francico Javier León de la Riva 91.000 euros <br />
6. Valencia &#8211; Ritá Barberá 90.296 euros <br />
7 .Castellón &#8211; Alberto Fabra 88.000 euros <br />
8. Vitoria &#8211; Patxi Lazcoz 85.570 euros <br />
9. Oviedo &#8211; Gabino de Lorenzo 84.588 euros <br />
10. Tenerife &#8211; Miguel Zerolo 84.445 euros <br />
11. San Seba stián &#8211; Odón Elorza 82.091 euros <br />
12. Huelva &#8211; Pedro Rodríguez 81.014 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
13. Lleida &#8211; Ángel Ros 80..645 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
14. Málaga &#8211; Francisco de la Torre 77.678 euros <br />
15. Badajoz &#8211; Miguel Ángel Celdrán 73.500 euros <br />
16. Santander &#8211; Iñigo de la Serna 72.416 euros <br />
17. Alicante &#8211; Luis Diaz Alpieri 72.000 euros <br />
18. Murcia &#8211; Miguel Ángel Cámara 72.000 euros <br />
19.Ourense &#8211; Francisco Rodríguez 72.000 euros <br />
20. Almería &#8211; Luis R. Rodríguez Comendador 71.005 euros <br />
21. Salamanca &#8211; Julián Lanzarote 70.872 euros <br />
22. Las Palmas &#8211; Jerónimo Saavedra 68.148 euros <br />
23. Cuenca &#8211; Francisco Javier Pulido 68.000 euros <br />
24. A Coruña &#8211; Javier Losada 66.942 euros <br />
25. Burgos &#8211; Juan Carlos Aparicio 66.942 euros <br />
26. Cádiz &#8211; Teofila Martínez 66.942 euros <br />
27. Guadalajara &#8211; Antonio Román 66.492 euros <br />
28. Ciudad Real &#8211; Rosa Romero 66.476 euros <br />
29. Granada &#8211; José Torres 65.977 euros <br />
30. Zamora &#8211; Rosa Baldeón 64.950 euros <br />
31. Sevilla &#8211; Alfredo Sánchez Monteseirín 64.450 euros <br />
32. Albacete &#8211; Manuel Pérez 63.434 euros <br />
33. Córdoba &#8211; Rosa Aguilar 63.260 euros <br />
34. León &#8211; Francisco Fernández 63.206 euros <br />
35. Lugo &#8211; José López Orozco 63.000 euros <br />
36. Palma de Mallorca &#8211; Aina Calvo 62.356 euros <br />
37. Pamplona &#8211; Yolanda Barcina 61.982 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
38. Girona &#8211; Anna Pagans 60.924 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
39..Segovia &#8211; Pedro Arahuetes 60. 824 euros <br />
40. Toledo &#8211; Emiliano García 60.389 euros <br />
41. Cáceres &#8211; María Carmen Heras 60.200 euros <br />
42. Pontevedra &#8211; Miguel Ángel Fernández 60.000 euros <br />
43. Soria &#8211; Carlos Martínez 60.000 euros <br />
44. Jaén &#8211; Carmen Purificación Peñalver 59.044 euros <br />
45. Logroño &#8211; Tomás Santos 58.000 euros <br />
46. Ávila &#8211; Miguel Ángel García 58.000 euros <br />
47. Huesca &#8211; Fernando Elboj 48.688 euros <br />
48. Teruel &#8211; Miguel Ferrer 47.000 euros <br />
49.Palencia &#8211; Heliodoro Gallego 45.057 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
50. Tarragona &#8211; Joseph Félix Ballesteros 33.264 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Presidentes de comunidades autónomas (salario anual) <img class="alignright size-full wp-image-491" title="presidentes" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/presidentes.jpg" alt="presidentes" width="300" height="197" /><br />
</strong></p>
<p>1. José Montilla &#8211; Cataluña 164.043,54 euros<span style="font-family:Verdana;color:red;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
2.-. Juan José Ibarretxe &#8211; País Vasco 99.574 euros <br />
3. Esperanza Aguirre &#8211; Madrid 98.700 euros <br />
4. Marcelino Iglesias &#8211; Aragón 87.000 euros <br />
5. Emilio Pérez Touriño &#8211; Galicia 83.374 euros <br />
6. Paulino Rivero &#8211; Canarias 79.963 euros <br />
7. Manuel Chaves &#8211; Andalucía 78.791 euros <br />
8. Juan Vicente Herrera- Castilla y León 78.791 euros <br />
9. José María Barreda &#8211; Castilla La-Mancha 78.791 euros <br />
10. José Luis Valcárcel &#8211; Murcia 78.791 euros <br />
11. Miguel Sanz &#8211; Navarra 78.227,94 euros <br />
12. Francisco Camps &#8211; C. Valenciana 77.988,24 euros <br />
13. Francesc Antich &#8211; Baleares 70.657,86 euros <br />
14. Miguel Ángel Revilla &#8211; Cantabria 68.666 euros <br />
15. Vicente álvarez Areces &#8211; Asturias 68.002 euros <br />
16. Pedro Sanz &#8211; La Rioja 63.376,32 euros <br />
17. Guillermo Fernández Vara &#8211; Extremadura 54.244,56 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-large;"><strong></strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Presidente de las diputaciones provinciales (salario anual) </strong><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
1. Barcelona &#8211; Celestino Corbacho 144.200 euros <br />
2. Lleida &#8211; Jaume Gilabert 108.220 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
3. Vizcaya &#8211; José Luis Bilbao 99.540 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
4. Girona &#8211; Enric Vilert 98.000 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
5. Palencia &#8211; Enrique Martín 97.339 euros <br />
6. Álava &#8211; Xabier Aguirre 92.596 euros <br />
7. Castellón &#8211; Carlos Fabra 92.400 euros </span><span style="font-family:Verdana;color:#3f3f3f;font-size:x-small;"><br />
8. Tarragona &#8211; Josep Poblet 92.000 euros </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><br />
9. Málaga &#8211; Salvador Pendón 89.000 euros <br />
10. Teruel &#8211; Antonio Arrufat 85.000 euros <br />
11. Ávila &#8211; Agustín González 83. 521 euros <br />
12. Toledo &#8211; José Manuel Tofiño 82.908 euros <br />
13. Gran Canaria &#8211; José Miguel Pérez 81.538 euros <br />
14. León &#8211; Isabel Carrasco 80.920 euros <br />
15.. Almería &#8211; Juan Carlos Usero 79.660 euros <br />
16. Zaragoza &#8211; Javier Lambán 78.000 euros <br />
17. Valencia &#8211; Alfonso Rus 77.988 euros <br />
18. Pontevedra &#8211; Rafael Louzán 77.988 euros <br />
19. Coruña &#8211; Jesús Salvador Fernández 77.988 euros <br />
20. Salamanca &#8211; Isabel Jiménez 77. 591 euros <br />
21. Tenerife &#8211; Ricardo Melchior 76.968 euros <br />
22. Cádiz &#8211; Francisco González 76.000 euros <br />
23. Lanzarote &#8211; Manuela Armas 75.995 euros <br />
24. Ciudad Real &#8211; Nemesio De Lara 72.991 euros <br />
25. Segovia &#8211; Javier Santamaría 72.568 euros <br />
26. Ourense &#8211; José Luis Baltar 72.408 euros <br />
27. Alicante &#8211; José Joaquín Ripoll 72.061 euros <br />
28. Valladolid &#8211; Ramiro F. Ruiz 70.000 euros <br />
29. Fuerteventura &#8211; Mario Cabrera 69.566 euros <br />
30. Albacete &#8211; Pedro Antonio Ruiz 68.600 euros <br />
31. Cáceres &#8211; Juan Andrés Tovar 68.236 euros <br />
32. Badajoz &#8211; Valentín Cortés 68.236 euros <br />
33. Cuenca &#8211; Juan Manuel Ávila 68.002 euros <br />
34. Mallorca &#8211; Francina Armengol 68.000 euros <br />
35. Huelva &#8211; Petronila Guerrero 67.490 euros <br />
36. Ibiza &#8211; Xico Tarrés 66.000 euros <br />
37.Jaén &#8211; Felipe López 66.000 euros <br />
38. Soria &#8211; Efrén Martínez 63.639 euros <br />
39. Menorca &#8211; Joana Barceló 63.100 euros <br />
40.Granada &#8211; Antonio Martínez 62.493 euros <br />
41. Zamora &#8211; Fernando Martínez 61.734 euros <br />
42. Córdoba &#8211; Francisco Pulido 61.336 euros <br />
43. Burgos &#8211; Vicente Orden 59. 990 euros <br />
44. Guadalajara &#8211; María Antonia Pérez 59.336 euros <br />
45. Sevilla &#8211; Fernando Rodríguez 51.936 euro </span></p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-493" title="presidentes (1)" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/presidentes-1.jpg" alt="presidentes (1)" width="700" height="273" />Fuente: <strong><br />
</strong><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><strong><br />
EXPANSION:COM del dia 4 de agosto </strong><br />
</span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><span style="font-family:Verdana;font-size:large;"><br />
Os agradeceré que deis la máxima difusión a este escrito, para acabar de una vez con tantos mitos, embustes y demagogia. por parte de los políticos que se piensan que &#8216;el pueblo&#8217; se chupa el dedo.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El liberalismo libertario - El anarcocapitalismo]]></title>
<link>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/13/el-liberalismo-libertario/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 02:27:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>mackeyhann</dc:creator>
<guid>http://partidolibertario.wordpress.com/2009/05/13/el-liberalismo-libertario/</guid>
<description><![CDATA[El liberalismo libertario y El anarcocapitalismo   El liberalismo libertario El liberalismo libertar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;"><strong><br />
El liberalismo libertario </strong></h1>
<h1 style="text-align:center;"><strong>y </strong></h1>
<h1 style="text-align:center;"><strong>El anarcocapitalismo</strong></h1>
<p><strong> </strong></p>
<h2>El liberalismo libertario</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-496" title="logo_phpBB" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/logo_phpbb1.gif" alt="logo_phpBB" width="308" height="321" />El <strong>liberalismo libertario</strong> (del inglés <em>libertarianism</em>), es una <a title="Ideología" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ideolog%C3%ADa">filosofía política</a> <a title="Antiautoritaria" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiautoritaria">antiautoritaria</a> o <a title="Libertaria" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertaria">libertaria</a> que, partiendo de las mismas bases del<a title="Liberalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo">liberalismo</a>, afirma la vigencia suprema de la <a title="Libertad individual" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertad_individual">libertad individual</a> (o de <em>primera generación</em> o <a title="Libertad negativa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertad_negativa">libertad negativa</a>), es decir, el <a title="Derecho natural" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Derecho_natural">derecho natural</a> del<a title="Individuo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Individuo">individuo</a> sobre sí mismo, cuyo límite no es otro más que el <a title="Derecho" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Derecho">derecho</a> ajeno.</p>
<p>Hay algunas interpretaciones del liberalismo libertario, todas comparten como principio el respaldo de la <a title="Asociación voluntaria" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Asociaci%C3%B3n_voluntaria">asociación voluntaria</a> y la <a title="Propiedad privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Propiedad_privada">propiedad privada</a>, la afirmación de la intrínseca <a title="Libertad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertad">libertad</a> y eficiencia del <a title="Libre mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_mercado">libre mercado</a> y la <a title="Minarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquismo">mínima intervención estatal</a> -o <a title="Anarcocapitalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo">inclusive nula</a>- en cualquier aspecto de la vida.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_note-0">1</a> Para los libertarios, toda relación humana debe ser producto de <a title="Contrato libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contrato_libre">pactos voluntarios</a> y la fuerza sólo puede emplearse legítimamente contra otros de manera defensiva o ante el incumplimiento de un acuerdo (<em><a title="No coacción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/No_coacci%C3%B3n">principio de no agresión</a></em>).</p>
<h2>Explicación terminológica previa para el lector de lengua española</h2>
<p>Es importante destacar que la <a title="Real Academia Española" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Real_Academia_Espa%C3%B1ola">Real Academia Española</a>, establece que el término libertariano no existe, el único válido es libertario.</p>
<p>La palabra <em>liberal libertario</em> requiere de una explicación terminológica para el hispanoparlante. <em>Libertarian</em>, en inglés norteamericano, es lo que los profesores de idiomas llaman un <a title="Falso amigo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Falso_amigo">falso amigo</a>, esto es, una palabra engañosamente fácil de traducir, pero que conduce a error si uno no la conoce a fondo. El sustantivo &#8220;liberalismo libertario&#8221; es menos conocido que &#8220;libertario&#8221;, que traduce al castellano el término inglés &#8220;libertarian&#8221; (empezado a usarse con este sentido en inglés en los años 1950).</p>
<p>&#8220;Libertarian&#8221; se traduce como <a title="Libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertario">libertario</a> a secas, pero según el contexto se tiene que diferenciar las diferentes acepciones de <a title="Libertarismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertarismo">libertarismo</a>(<a title="Anarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo">anarquismo</a>, liberalismo libertario, <a title="Socialismo libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Socialismo_libertario">socialismo libertario</a>, libertarismo civil, etc.). Comúnmente &#8220;libertarian&#8221; a secas se entiende como un libertario liberal.</p>
<h2>Principios y contexto ideológico</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-503" title="Copia (4) de libertarianmodificado" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/copia-4-de-libertarianmodificado.gif" alt="Copia (4) de libertarianmodificado" width="369" height="366" /></p>
<p>Esta ideología <a title="Estadounidense" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estadounidense">estadounidense</a> del siglo XX es derivada en gran parte del <a title="Liberalismo clásico" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_cl%C3%A1sico">liberalismo</a> <a title="Laissez faire" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Laissez_faire">laissez faire</a> del siglo XIX (mayormente europeo), como una actualización y reivindicación de éste, por lo que sus partidarios también se hacen llamar &#8220;<em>liberales clásicos</em>&#8221; y tienen su propio concepto sobre lo que debería significar <em>libertad</em>.</p>
<p>El libertarianismo es una filosofía política que normalmente aboga por la maximización de los derechos individuales, los derechos de propiedad privada lockeana o liberal y el capitalismo de libre mercado; asimismo favorece una ética basada en la responsabilidad individual liberal, oponiéndose al servicio militar obligatorio y a la regulación social por parte del Estado, los cuales entienden reprimen la libertad individual. Aparte de algunos principios básicos que favorecen lo que ellos entienden como libertad personal y el libre mercado, no hay ningún canon oficial de creencias libertarianas. Los libertarianos están en desacuerdo con otros libertarianos en muchos asuntos específicos, como el aborto, las intervenciones militares, etc. Los &#8220;libertarianos&#8221;, integrados muchas veces en la <a title="Derecha" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Derecha">derecha</a>, sin embargo se desmarcan del<a title="Conservadurismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conservadurismo">conservadurismo</a>, puesto que esta tendencia política contradeciría los principios de libertad del individuo.</p>
<p>No obstante muchos conservadores, especialmente en Estados Unidos, sostienen en mayor o menor medida los postulados liberales en el aspecto económico y de reducción del poder estatal en beneficio del sector empresarial, juntándose en una coyuntura, a estos conservadores se les suele llamar <a title="Liberalismo conservador" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_conservador">liberal-conservadores</a>. Coyunturalmente hablando, esta facción conservadora y reformista vinculada al liberalismo conservador, es la que se relaciona al denominado <a title="Neoliberalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Neoliberalismo">neoliberalismo</a>. Sin embargo, y pesar de la asimilación de este sector, doctrinalmente libertarianismo y neoliberalismo no son sinónimos y en según otros sectores libertarianos, no conservadores ni reformistas, en muchos puntos deberían ser antagónicos por sus principios y orígenes.</p>
<h2>Derecha o izquierda</h2>
<p><img class="size-full wp-image-504 alignleft" title="Black_flag2" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/black_flag2.jpg" alt="Black_flag2" width="320" height="334" />En sus orígenes de los 60/70 el liberalismo libertario surge como una facción <a title="Contracultura" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contracultura">contracultural</a> y <a title="Antisistema" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antisistema">antisistema</a> de la <a title="Derecha" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Derecha">derecha</a>, basada en valores<a title="Antiautoritario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiautoritario">antiautoritarios</a> compartidos con la originaria <a title="New Left" href="http://es.wikipedia.org/wiki/New_Left">New Left</a>, como el <a title="Antiestatismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiestatismo">antiestatismo</a>, aunque diferenciándose en su espíritu <a title="Individualista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Individualista">individualista</a> pro <a title="Mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado">mercado</a>y <a title="Anticomunista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anticomunista">anticomunista</a>. Otro punto en común del libertarianismo con la New Left es la compatibilidad de sus principios de <a title="Aislacionismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aislacionismo">aislacionismo</a> y<a title="Antiimperialismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiimperialismo">antiimperialismo</a> respectivamente, por ejemplo ambas tendencias eran originalmente antibelicistas aunque con diferente <a title="Talante (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Talante&#38;action=edit&#38;redlink=1">talante</a>: mientras la nueva izquierda decía &#8220;haz el amor y no la guerra&#8221;, los libertarianos manifestaban &#8220;haz comercio y no la guerra&#8221;.</p>
<p>Con frecuencia se concibe al liberalismo libertario como una doctrina de &#8220;derecha&#8221;, lo cual sin embargo es un error, debido a por lo menos dos razones. En primer término, en cuestiones sociales más que en las económicas, el libertarianismo tiende a ser de &#8220;izquierda&#8221;. Se opone a la legislación que restringe las relaciones sexuales privadas consensuales entre adultos (e.g., el sexo gay, el sexo no marital, el sexo no convencional), a la legislación que restringe el uso de drogas, a la legislación que impone posturas o prácticas religiosas sobre los individuos, y al servicio militar obligatorio.<a title="http://www.jorgevalin.com/weblog/2004/06/traduccin-parcial-libertarian.html" href="http://www.jorgevalin.com/weblog/2004/06/traduccin-parcial-libertarian.html">[1]</a> En segundo término, además de la versión mejor conocida del libertarianismo (el libertarianismo de derecha) existe también la versión conocida como &#8220;libertarianismo de izquierda&#8221;.</p>
<p>En su rivalidad ética e ideológica con los socialistas y comunistas gran parte de ellos se acercaron coyunturalmente a los conservadores, a pesar de las profundas diferencias de programa, esto dio como resultado un cambio de la identidad libertariana en los 80 hacia una imagen menos rebelde y más moderada y conciliadora, y en algunos casos hasta clasista. Esto porque muchos de ellos suelen ver en la <a title="Burguesía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Burgues%C3%ADa">burguesía</a> a la clase social de los hombres y mujeres que sostienen la <a title="Sociedad occidental" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sociedad_occidental">sociedad occidental</a> y que por tanto promueven la libertad desde su interpretación liberal. Históricamente esta tendencia no sólo se ha opuesto al <a title="Intervencionismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Intervencionismo">intervencionismo</a> estatal sino también al <a title="Movimiento obrero" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Movimiento_obrero">movimiento obrero</a> (<a title="Sindicato" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sindicato">sindicatos</a>,<a title="Contrato colectivo de trabajo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contrato_colectivo_de_trabajo">contratos colectivos</a>, <a title="Huelga" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Huelga">huelgas</a>, etc.), a la <a title="Distribución del ingreso" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Distribuci%C3%B3n_del_ingreso">distribución del ingreso</a>, y más recientemente al <a title="Movimiento ecologista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Movimiento_ecologista">movimiento ecologista</a>, catalogándolos de enemigos de las libertades liberales.</p>
<p>Sin embargo, una notable excepción a esta perspectiva son las tendencias denominadas como <a title="Libertarianismo de izquierda" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertarianismo_de_izquierda">libertarianismo de izquierda</a> alejadas tanto del<a title="Liberalismo conservador" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_conservador">liberalismo conservador</a> como de la defensa incondicional del capitalismo, el libertarianismo de izquierda, más asociado al <a title="Anarcocapitalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo">anarcocapitalismo</a>(<a title="Rothbardianismo de izquierda" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Rothbardianismo_de_izquierda">rothbardianismo de izquierda</a>) y al <a title="Mutualismo (economía)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mutualismo_(econom%C3%ADa)">mutualismo</a>, en cambio es partidario de trabajar junto al movimiento obrero y al movimiento ecologista teniendo como enemigo común el estatismo, la violencia y el privilegio político-económico, y aportando con soluciones de <a title="Mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado">mercado</a>. Esta tendencia libertariana considera que el elitismo de la facción conservadora del mismo es un producto ajeno a su ideología, proveniente de fuentes no individualistas o sectaristas que resultan funcionales al <a title="Status quo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Status_quo">status quo</a>, lo que denominan <a title="Libertarianismo vulgar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertarianismo_vulgar">libertarianismo vulgar</a>.</p>
<h2>Teoría de la justicia</h2>
<p>El libertarianismo sostiene que inicialmente los agentes tienen propiedad total sobre sí mismos y poseen poderes morales para adquirir propiedad sobre cosas externas bajo ciertas condiciones. Normalmente se le concibe como una <a title="Teoría de la justicia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_de_la_justicia">teoría de la justicia</a>, en el sentido de los deberes que nos debemos a cada uno. Así entendido, el libertarianismo guarda silencio sobre los deberes impersonales que podamos tener (i.e., deberes para con ninguna persona). El libertarianismo puede entenderse como un principio básico o como uno derivativo. Por ejemplo, se le puede defender sobre una base de utilitarismo o sobre una de contractualismo.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_note-1">2</a> Sin embargo, talvez principalmente se le puede entender como una doctrina sobre derechos naturales (o incluso como una doctrina sobre el uso de la fuerza no consensual). La primera exposición conocida de algo cercano al libertarianismo es atribuible a John Locke.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_note-2">3</a> La defensa contemporánea más influyente se encuentra en la obra de Nozick.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_note-3">4</a></p>
<h2>Principio de <em>no agresión</em></h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-497" title="STOP agresiones_3" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/stop-agresiones_31.jpg" alt="STOP agresiones_3" width="288" height="268" />&#8220;El liberalismo libertario mantiene que la libertad de una persona para disponer de su cuerpo y de su propiedad privada del modo en que estime oportuno debe de ser ilimitado, siempre y cuando esa persona no ejerza coerción sobre otras personas.&#8221; Los liberales libertarios definen &#8220;coerción&#8221; como el uso de fuerza física, la amenaza de usarla o el fraude, que altere o pretenda alterar el modo en el que un individuo vaya a usar su cuerpo o propiedad. El principio liberal libertario prohibiendo la coerción se conoce como principio de &#8216;no iniciación de la violencia&#8217; o de &#8216;no agresión&#8217;, y muchos liberal libertario lo consideran como el principio definitorio del cual manan todas sus demás convicciones políticas.</p>
<p>Una forma de ver esto y que seguramente es aceptada por la mayoría de los liberales libertarios es que los grandes capitalistas son quienes mayor poder de influencia tienen sobre los gobiernos nacionales para obtener de éstos acciones que les beneficien y por lo tanto el principio de no agresión es en realidad una garantía de los individuos (débiles frente al poder del Estado) para que la fuerza no sea utilizada contra ellos en beneficio de los intereses más poderosos e influyentes.</p>
<p>Hay anarquistas e incluso <a title="Libertarianismo de izquierda" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertarianismo_de_izquierda">mismos libertarianos</a> consideran que hay libertarianos que defienden lo que a veces se denomina <a title="Liberalismo vulgar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_vulgar">liberalismo vulgar</a> y que vendría a ser, según su opinión, el capitalismo monopólico del siglo XIX menos el Estado de bienestar del siglo XX y no un sistema genuino de libre mercado. Por ejemplo <a title="Kevin Carson" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Kevin_Carson">Kevin Carson</a> tiene esta perspectiva aunque no tiene esta opinión de algunos libertarianos como <a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a> o <a title="Karl Hess" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Karl_Hess">Karl Hess</a>.</p>
<p>Es de notar que el liberalismo libertariano doctrinalmente hace una diferenciación tajante entre <em>propiedad meramente poseída</em> cuya legitimidad podría ser discutible y <em>propiedad legítimamente adquirida</em> la cual es indiscutible y soberana. Esto porque el liberalismo libertario no &#8220;defiende la propiedad&#8221; sino las libertades individuales y dentro de esta la propiedad privada siempre y cuando esta respete el principio de no agresión, poniendo el derecho individual por encima de las consideraciones &#8220;legales&#8221; de los títulos de propiedad.</p>
<h2>Propiedad natural</h2>
<p>Dentro del libertarianismo existen dos interpretaciones sobre los bienes naturales, que forman parte de la misma tradición liberal. Ambos respaldan la propiedad total sobre sí mismo, pero difieren con respecto a los poderes de los agentes para apropiarse de recursos naturales sin propiedad (tierra, aire, agua, etc.). El &#8220;libertarianismo clásico&#8221; sostiene que típicamente tales recursos pueden ser apropiados por la primera persona que los descubre, que les agrega trabajo, o que meramente los reclama —sin el consentimiento de otros—, y con poco o ningún pago por ellos. En contraste, el libertarianismo igualitario (llamado también &#8220;de izquierda&#8221;, aunque diferente del anarquista) sostiene que los recursos naturales sin propiedad pertenecen a todos en alguna forma igualitaria, y puede por ejemplo, requerir de aquellos que los reclaman la realización de un pago a los otros como compensación sobre el valor de esos derechos, lo cual puede servir de fundamento para un tipo de redistribución igualitaria.</p>
<h2 style="font-size:1.5em;">Filósofos libertarianos</h2>
<p><span style="font-weight:normal;"> </span></p>
<h1>Ludwig Von Mises</h1>
<div id="attachment_484" class="wp-caption alignright" style="width: 210px">
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-478" title="acc25f68afd6c56c" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/acc25f68afd6c56c.jpg" alt="Ludwig Von Mises" width="200" height="330" /><p class="wp-caption-text">Ludwig Von Mises</p></div></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p><img class="size-full wp-image-484 " title="94b40f21c83a4602" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/94b40f21c83a4602.jpg" alt="Friedrich Hayek" width="420" height="411" /></p>
<p> </p>
<dd class="wp-caption-dd">Friedrich Hayek</dd>
<dl></dl>
<p>Como precedente de esta ideología se encuentra el liberal clásico <a title="John Locke" href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_Locke">John Locke</a> (1632-1704), quien creía que en el <a title="Estado de naturaleza" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estado_de_naturaleza">Estado de naturaleza</a> todos los individuos eran libres e iguales. En el <em>Segundo tratado sobre el gobierno civil</em>, Locke afirma que del derecho de propiedad sobre uno mismo deriva la libertad de mezclar el propio trabajo</p>
<p>con los recursos naturales para constituir así la propiedad privada. Todo individuo tiene derecho a los frutos de su propio esfuerzo.</p>
<p align="center">
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<p align="center">
<p align="center">
<h1>Fiedrich A Von Hayek</h1>
<p>Con la publicación del libro <em><a title="Anarquía, Estado y Utopía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarqu%C3%ADa,_Estado_y_Utop%C3%ADa">Anarquía, Estado y Utopía</a></em>, <a title="Robert Nozick" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Robert_Nozick">Robert Nozick</a>, profesor de la Universidad de Harvard, se convirtió en el principal representante del liberalismo libertariano contemporáneo. Nozick afirma que &#8220;los individuos tienen derechos, y hay cosas que ninguna persona o grupo puede hacerles sin violar esos derechos&#8221;. Nozick parte de John Locke para justificar un Estado mínimo, encargado solamente de la seguridad y de la justicia. Enseguida, lanza una crítica a la célebre <em>Teoría de la Justicia</em> de <a title="John Rawls" href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_Rawls">John Rawls</a>. Si bien Nozick rechaza las tentativas de garantizar la igualdad de oportunidades en ámbitos distintos del económico, en la actualidad existen novedosas formas de <a title="Liberalismo libertariano de izquierda" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertariano_de_izquierda">liberalismo libertariano de izquierda</a> como el que postulan los <a title="Agorismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Agorismo">agoristas</a> que exploran esta posibilidad.</p>
<p><a title="Bertrand Russell" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell">Bertrand Russell</a> calificó a su propio punto de vista como &#8220;liberalismo libertario&#8221; en polémica con el nacionalismo y con el militarismo imperantes durante la <a title="Guerra fría" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Guerra_fr%C3%ADa">guerra fría</a>; aun así esta declaración no se relaciona ni lo ubica dentro del llamado <em>liberalismo libertariano</em> o libertarianismo sino que está relacionado a las simpatías de Russell por el anarquismo.</p>
<h1>Ayn Rand y el libertarianismo</h1>
<p><span style="font-weight:normal;"> </span></p>
<div id="attachment_507" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-507" title="c92e36f9c35ffc33" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/c92e36f9c35ffc331.jpg" alt="c92e36f9c35ffc33" width="300" height="393" /><p class="wp-caption-text">Ayn Rand</p></div>
<p>La relación entre <a title="Ayn Rand" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ayn_Rand">Ayn Rand</a> y el ideal libertariano es compleja, y llena de paradojas.</p>
<p><strong>Por un lado</strong>, muchos libertarianos han llegado al libertarianismo tras sentirse inspirados por las novelas de Ayn Rand.</p>
<ul>
<li>Ayn Rand sirvió de inspiración a muchos jóvenes durante los años 1950 y 1960. Gracias al impacto emocional de la exposición a favor de la Razón y del individualismo presentada por las novelas de Ayn Rand, estos jóvenes encontraron una defensa ética racional del capitalismo y del individualismo de concepción burguesa (<em>self-fishness</em>), y además evitaron el verse envueltos en los movimientos &#8220;irracionalistas&#8221; y &#8220;colectivistas&#8221; (en la lógica libertariana) de esa época (<a title="Beatnik" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Beatnik">beatniks</a>, <a title="Existencialistas" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Existencialistas">existencialistas</a>, <a title="Hippies" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hippies">hippies</a>, <a title="New Left" href="http://es.wikipedia.org/wiki/New_Left">New Left</a>&#8230;). -nótese que, desde otro punto de vista, tanto los &#8216;beatniks&#8217; como los existencialistas son considerados individualistas radicales pero anti-burgueses.</li>
</ul>
<p>No es casualidad que Jerome Tuccille titulase &#8220;Normalmente comienza con Ayn Rand&#8221; (&#8220;It Usually Begins With Ayn Rand(1972)&#8221;) su historia sobre el movimiento antiestatista pro-capitalista liberal (<a title="Minarquista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquista">minarquista</a>) durante los 1960 e inicios de los 1970.</p>
<ul>
<li>Los libertarianos utilizan profusamente el símbolo del dólar (al que a veces añaden el símbolo del ying y el yang), símbolo que también fue usado con anterioridad por los héroes de la novela de Ayn Rand &#8220;<a title="La rebelión de Atlas" href="http://es.wikipedia.org/wiki/La_rebeli%C3%B3n_de_Atlas">La rebelión de Atlas</a>&#8220;.</li>
</ul>
<p><strong>Por otra parte</strong>, no todos estos jóvenes, aún inspirados emocional e intelectualmente por las novelas de Ayn Rand, se hicieron necesariamente estudiantes de objetivismo. Muchos de ellos incluso buscaron alianzas con la &#8220;<a title="New Left" href="http://es.wikipedia.org/wiki/New_Left">New Left</a>&#8221; norteamericana y con otros movimientos &#8220;antisistema&#8221;.</p>
<ul>
<li>Ayn Rand condenó duramente a los libertarianos. Los llamó &#8220;hippies de derechas&#8221;, y llegó a afirmar que era mejor hacerse marxista (una abominación para Ayn Rand) que hacerse libertariano [<em><a title="Wikipedia:Verificabilidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Verificabilidad">cita requerida</a></em>].</li>
</ul>
<p align="center">
<h1>Murray Rothbard</h1>
<ul>
<li><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard"><img class="alignleft size-full wp-image-498" title="e09a59d21398f789" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/e09a59d21398f7891.jpg" alt="e09a59d21398f789" width="200" height="329" /></a></li>
<li><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a>, uno de los fundadores en 1971 del &#8220;Libertarian Party&#8221; norteamericano, estuvo en el círculo intelectual de <a title="Nathaniel Branden" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nathaniel_Branden">Nathaniel Branden</a> y de <a title="Ayn Rand" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ayn_Rand">Ayn Rand</a> a finales de los 1950. No obstante, Rothbard escribió un duro ensayo en 1972, en el que sostenía que el movimiento objetivista era poco menos que una secta, a la que peyorativamente llamaba la &#8220;secta Rand&#8221; <a title="http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard23.html" href="http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard23.html">(The Sociology of the Ayn Rand Cult)</a>.</li>
</ul>
<p><strong>Tras la muerte de Ayn Rand</strong>, el objetivismo &#8220;oficial&#8221; del Ayn Rand Institute (dirigido por <a title="Leonard Peikoff" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Leonard_Peikoff">Leonard Peikoff</a>) ha continuado denunciando al libertarianismo como una ideología dañina. No obstante, el objetivismo &#8220;heterodoxo&#8221; (o falso objetivismo, según Peikoff) de <a title="David Kelley" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Kelley">David Kelley</a> sí ha considerado conveniente la colaboración con libertarianos.</p>
<p><strong>Referencias </strong></p>
<ol>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_ref-0">↑</a> <a title="http://www.acton.org/es/recursos/diccionario.html" href="http://www.acton.org/es/recursos/diccionario.html">Diccionario para una sociedad libre y virtuosa</a></li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_ref-1">↑</a> Veáse e.g., Narveson 1988.</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_ref-2">↑</a> Veáse Locke 1690.</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario#cite_ref-3">↑</a> Veáse e.g., Nozick 1974.</li>
</ol>
<ul>
<li>Locke, J., 1690, Two Treatises of Government, ed. by P. Laslett, New York: Cambridge University Press, 1960. Extract reprinted in Vallentyne and Steiner, 2000b.</li>
<li>Narveson, J., 1988, The Libertarian Idea, Philadelphia: Temple University Press.</li>
<li>Nozick, R., 1974, Anarchy, State, and Utopia, New York: Basic Books. Extract reprinted in Vallentyne and Steiner, 2000a.</li>
</ul>
<h2>Véase también</h2>
<ul>
<li><a title="Anarcocapitalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo">Anarcocapitalismo</a></li>
<li><a title="Minarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquismo">Minarquismo</a></li>
<li><a title="Objetivismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Objetivismo">Objetivismo</a></li>
</ul>
<h2>Enlaces externos</h2>
<p><strong>A favor</strong> del liberalismo libertario.</p>
<ul>
<li><a title="http://www.fff.org/spanish/nosotros/intro.asp" href="http://www.fff.org/spanish/nosotros/intro.asp">¿Qué es el libertarismo?</a></li>
<li><a title="http://mises.org/Community/blogs/rodrigodiaz/archive/2008/08/20/libertarismo-de-izquierda-o-de-derecha.aspx" href="http://mises.org/Community/blogs/rodrigodiaz/archive/2008/08/20/libertarismo-de-izquierda-o-de-derecha.aspx">Libertarismo: ¿de izquierda o de derecha?</a>, por Sheldon Richman</li>
<li><a title="http://mises.org/" href="http://mises.org/">Ludwig von Mises Institute</a></li>
<li><a title="http://www.juandemariana.org/" href="http://www.juandemariana.org/">Instituto Juan de Mariana</a></li>
<li><a title="http://www.catallaxia.org/wiki/Accueil" href="http://www.catallaxia.org/wiki/Accueil">Catallaxia</a>, liberalismo alternativo</li>
<li><a title="http://www.elcato.org/" href="http://www.elcato.org/">El Cato</a> Sección en castellano del Cato Institute.</li>
<li><a title="http://www.atlas.org.ar/" href="http://www.atlas.org.ar/">Fundación Atlas 1853</a></li>
<li><a title="http://www.liberalismo.org" href="http://www.liberalismo.org/">Liberalismo.org</a> Página con muchos artículos libertarianos y algunos anarcocapitalistas.</li>
<li><a title="http://www.juandemariana.org/comentario/854/liberalismo/neoliberalismo/" href="http://www.juandemariana.org/comentario/854/liberalismo/neoliberalismo/">Liberalismo contra neoliberalismo</a>, por Jorge Valín</li>
<li>(en inglés) <a title="http://www.libertarianism.org/" href="http://www.libertarianism.org/">Libertarianism</a> Libro de <a title="David Boaz (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=David_Boaz&#38;action=edit&#38;redlink=1">David Boaz</a></li>
<li>(en inglés) <a title="http://plato.stanford.edu/entries/libertarianism/" href="http://plato.stanford.edu/entries/libertarianism/">Stanford Encyclopedia of Philosophy entry on libertarianism</a></li>
<li>(en inglés) <a title="http://www.faqs.org/faqs/libertarian/faq/" href="http://www.faqs.org/faqs/libertarian/faq/">Libertarian FAQ</a></li>
<li>(en inglés) <a title="http://www.csun.edu/~dgw61315/libFAQ.html" href="http://www.csun.edu/~dgw61315/libFAQ.html">World&#8217;s Shortest Libertarian FAQ</a></li>
<li>(en inglés) <a title="http://www.la-articles.org.uk/pc.htm" href="http://www.la-articles.org.uk/pc.htm">The Political Compass and Why Libertarianism is Not Right Wing</a> by J. C. Lester</li>
<li>(en inglés) <a title="http://jeremywest.net" href="http://jeremywest.net/">The Jeremy West Show: Libertarian Talk (about liberty)</a></li>
<li>(en inglés) <a title="http://www.theadvocates.org/celebrities.html" href="http://www.theadvocates.org/celebrities.html">Libertarian Celebrities</a></li>
<li><a title="http://www.daviddfriedman.com/Libertarian/response_to_huben.html" href="http://www.daviddfriedman.com/Libertarian/response_to_huben.html">Respuesta al FAQ No-Libertariano de Michael Huben</a> Parte del Libertarian Response (en inglés) mantenido por <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">David Friedman</a></li>
</ul>
<p><strong>En contra</strong> del liberalismo libertario.</p>
<ul>
<li><a title="http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=ES&#38;cod=14786" href="http://www.adital.org.br/site/noticia.asp?lang=ES&#38;cod=14786">Los ídolos del mercado. Redes neoliberales en AL</a> por Edgar González Ruiz</li>
<li><a title="http://world.std.com/~mhuben/faq.html" href="http://world.std.com/~mhuben/faq.html">Un FAQ No-Libertariano</a> (en inglés) de Michael Huben</li>
<li><img class="aligncenter size-full wp-image-499" style="display:block;margin-left:auto;margin-right:auto;border:0 initial initial;" title="dibujo1" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/dibujo1.jpg" alt="dibujo1" width="399" height="198" /></li>
</ul>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
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<h1>El liberalismo libertario</h1>
<h1>y</h1>
<h1>El anarcocapitalismo</h1>
<p> </p>
<h2>El <strong>anarcocapitalismo</strong> o <strong>anarquismo capitalista</strong></h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-495" title="capitalism" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/capitalism1.jpg" alt="capitalism" width="180" height="144" /></p>
<p>es una forma de <a title="Anarquismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo_de_mercado">anarquismo de mercado</a><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-0">1</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-1">2</a>que promueve el derecho de <a title="Propiedad privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Propiedad_privada">propiedad privada</a> y el <a title="Mercado libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_libre">mercado libre</a> <a title="Capitalista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalista">capitalista</a> (en el sentido de libre de interferencia estatal) como la forma justa y efectiva de organizar todos los <a title="Servicio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Servicio">servicios</a> en lo económico,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-2">3</a> y en lo jurídico promueve los <a title="Contrato" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contrato">contratos</a> voluntarios definidos por la <a title="Ley policéntrica" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ley_polic%C3%A9ntrica">ley policéntrica</a>como un mecanismo universal para resolver los <a title="Conflicto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conflicto">conflictos</a>, mediante jurisdicciones de <a title="Justicia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Justicia">justicia</a> y<a title="Protección" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Protecci%C3%B3n">protección</a> competitivas entre sí.</p>
<p>La <a title="Interacción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Interacci%C3%B3n">interacción</a> social estaría basada en la idea de la <a title="Soberanía individual" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Soberan%C3%ADa_individual">soberanía individual</a> y <a title="Contrato libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contrato_libre">contrato libre</a>, que tendrían como consecuencia lógica el derecho a la <a title="Propiedad privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Propiedad_privada">propiedad privada</a> sobre uno mismo y sus bienes y la prohibición de la <a title="Coacción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Coacci%C3%B3n">coacción</a> o el <a title="Fraude" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fraude">fraude</a> en contra de personas y sus propiedades.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-3">4</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-4">5</a> A partir de estas premisas, se deriva el rechazo al <a title="Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estado">Estado</a> (como <a title="Institución" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Instituci%C3%B3n">institución</a> que ejerce el<a title="Monopolio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monopolio">monopolio</a> del <a title="Autoridad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Autoridad">poder legitimado</a>) y la adopción del capitalismo de <a title="Libre empresa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_empresa">libre empresa</a> en contraposición al <a title="Intervencionismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Intervencionismo">intervencionismo estatal</a>, y donde <a title="Empresa privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Empresa_privada">agencias privadas</a> competirían en un <a title="Mercado de bienes y servicios" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_de_bienes_y_servicios">mercado de servicios</a>(<a title="Ley" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ley">ley</a> y <a title="Seguridad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Seguridad">seguridad</a> incluidos) para los individuos.</p>
<h2>Principios</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-488" title="votelibertarianbreakchains" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/votelibertarianbreakchains1.jpg" alt="votelibertarianbreakchains" width="300" height="291" /></p>
<p><strong>Introducción [<a title="Editar sección: Introducción" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Anarcocapitalismo&#38;action=edit&#38;section=2">editar</a>]</strong></p>
<table border="0" cellpadding="0" width="25%" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>El término <em>anarcocapitalismo</em> fue acuñado a mediados de la década de 1950 por el economista <a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a>.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-5">6</a> Otros términos usados por esta filosofía, aunque no necesariamente fuera de los círculos anarcocapitalistas, son:</p>
<ul>
<li>capitalismo antiestatal</li>
<li>mercado antiestatal</li>
<li>anarcoliberalismo</li>
<li>anarquismo capitalista</li>
<li>anarquismo de mercado</li>
<li>anarquismo de libre mercado</li>
<li>anarquismo individualista<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-6">7</a></li>
<li>sociedad de ley privada<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-Hoppe-2001-7">8</a></li>
<li>anarquía de propiedad privada<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-Hoppe-2001-7">8</a></li>
<li>capitalismo puro</li>
<li>capitalismo radical<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-Hoppe-2001-7">8</a></li>
<li>anarquismo de derechas<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-8">9</a></li>
<li>capitalismo sin estado</li>
<li>sociedad sin estado</li>
<li>liberalismo sin estado</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">Esta corriente económica y política extrae sus ideas principalmente de la <a title="Escuela económica austríaca" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_econ%C3%B3mica_austr%C3%ADaca">escuela económica austríaca</a>,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-9">10</a> y del <a title="Anarquismo individualista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo_individualista">anarquismo individualista</a> clásico, básicamente del <a title="Mutualismo (economía)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mutualismo_(econom%C3%ADa)">mutualismo</a> pero desechando su<a title="Teoría del valor-trabajo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_del_valor-trabajo">teoría del valor-trabajo</a>, sustituyéndola por la <a title="Teoría del valor subjetivo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_del_valor_subjetivo">teoría del valor subjetivo</a>.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-10">11</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-11">12</a></p>
<p>El anarquismo capitalista propone la <a title="Abolición" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Abolici%C3%B3n">abolición</a> del Estado (y todo <a title="Monopolio artificial" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monopolio_artificial">monopolio artificial estatal</a> ya que son financiados por medio de <a title="Impuesto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Impuesto">impuestos</a>) y la <a title="Privatización" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Privatizaci%C3%B3n">privatización</a> en <a title="Libre competencia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_competencia">libre competencia</a> de toda actividad no-coactiva. Esto es, en manos o en propiedad privada de empresas bajo un régimen de competencia y de libre acceso para la prestación o suministro de cualquier servicio pacífico financiado voluntariamente (incluida la ley y la seguridad). Aboga por la completa desregulación de las actividades personales y económicas no invasivas; y por un mercado autoregulado.</p>
<p>Los anarquistas capitalistas abogan por una sociedad basada en el intercambio voluntario de <a title="Propiedad privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Propiedad_privada">propiedad privada</a> (incluyendo moneda, bienes de consumo, tierras y bienes de capital) y de servicios con el fin de maximizar la libertad individual y la <a title="Prosperidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Prosperidad">prosperidad</a>, aunque también reconocen a la <a title="Solidaridad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Solidaridad">solidaridad</a> y a los acuerdos <a title="Comuna" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Comuna">comunales</a> como parte de la misma ética voluntaria.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-12">13</a> Para ellos lo importante es cómo la propiedad es adquirida y transferida; piensan que la única forma justa de adquirir una propiedad es a través del <a title="Intercambio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Intercambio">intercambio</a> voluntario (ej. <a title="Comercio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Comercio">comercio</a>), el <a title="Regalo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Regalo">regalo</a> o <a title="Donación" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Donaci%C3%B3n">donación</a> o la <a title="Apropiación original" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Apropiaci%C3%B3n_original">apropiación original</a> basada en el trabajo, y no la agresión o el fraude.</p>
<h3>El axioma de no agresión</h3>
<table border="0" cellpadding="0" width="240" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>El anarcocapitalismo utiliza usualmente los siguientes términos.</p>
<ul>
<li><strong>Anarquismo:</strong> filosofía que se opone a toda forma de inicio de coacción (incluye la oposición al Estado)</li>
<li><strong>Contrato:</strong> un acuerdo voluntario obligante entre personas</li>
<li><strong>Coacción:</strong> fuerza física o amenaza de fuerza física contra personas o propiedades</li>
<li><strong>Capitalismo:</strong> sistema económico en el cual los medios de producción son de propiedad privada, y en donde las inversiones, la producción, la distribución, los ingresos y los precios son establecidos por medio del funcionamiento del libre mercado en vez del gobierno</li>
<li><strong>Mercado libre:</strong> un mercado en el cual todas las decisiones referentes a la transferencia de dinero, bienes (incluyendo bienes de capital) y servicios, son voluntarias</li>
<li><strong>Fraude:</strong> inducir a alguien a compartir algo de valor por medios deshonestos</li>
<li><strong>Estado:</strong> una organización que tasa y traba a través de la coacción agresiva, sistematizada e institucionalizada</li>
<li><strong>Voluntario:</strong> cualquier acción, no influenciada por la coacción o el fraude, realizada por alguna institución humana</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">El anarcocapitalismo, tal como lo definen <a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Rothbard</a> y otros se basa fuertemente en el principio de origen anarquista y libertario de la &#8220;<a title="No agresión" href="http://es.wikipedia.org/wiki/No_agresi%C3%B3n">no agresión</a>&#8220;:</p>
<p>El axioma básico de la teoría política libertaria postula que cada hombre es dueño de sí mismo, en posesión de soberanía absoluta sobre su propio cuerpo. En efecto, esto significa que nadie puede invadir o agredir justamente el cuerpo de otra persona. Se sigue entonces que cada persona posee justamente cualquier recurso, previamente sin dueño, de la que esta se apropie o que &#8220;mezcle con su trabajo&#8221;. A partir de estos axiomas gemelos &#8211;Propiedad sobre sí mismo y la apropiación originaria&#8211; se construye la justificación para el sistema entero de títulos de propiedad en una sociedad de libre mercado. Este sistema establece el derecho de cada persona a su propia persona, el derecho a donar, dar en herencia (y consecuentemente el derecho a heredar) y el derecho al intercambio contractual de títulos de propiedad</p>
<p align="right"><a title="Murray Newton Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Newton_Rothbard">Murray Newton Rothbard</a>, decano de la <a title="Escuela austriaca de economía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austriaca_de_econom%C3%ADa">escuela austriaca de economía</a> y fundador del anarcocapitalismo,<a title="http://www.mises.org/rothbard/lawproperty.pdf" href="http://www.mises.org/rothbard/lawproperty.pdf">&#8220;Law, Property Rights, and Air Pollution&#8221;</a> Cato Journal 2, No. 1 (primavera de <a title="1982" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>): pp. 55-99.</p>
<p><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Rothbard</a> (1926-1995), uno de los principales teóricos del anarcocapitalismo durante el siglo XX, defiende la tesis de la &#8220;autopropiedad&#8221; mediante la eliminación lógica de las únicas dos alternativas: que un grupo de personas pueda ser dueña de otro grupo de personas, o que ninguna persona es dueña absoluta de sí misma. Ambas alternativas fallan en producir una <a title="Ética" href="http://es.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica">ética</a> universal (que es aplicable por igual a todos los seres humanos), es decir, una <a title="Ley natural" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ley_natural">ley natural</a> justa, capaz de gobernar a todos independientemente de lugar y época. La única alternativa válida entonces, según Rothabrd, es el principio de autopropiedad, que según él es a la vez axiomático y universal.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-etica-13">14</a></p>
<p>En general, se puede decir que el axioma de no-agresión es una prohibición contra la iniciación de la violencia, o la amenaza del uso de la violencia, contra personas (es decir, violencia directa, asalto, asesinato) o contra la propiedad legítimamente adquirida de estas (es decir, robo, fraude,<a title="Impuestos" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Impuestos">impuestos</a>)<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-nueva-libertad-14">15</a> A la iniciación de la violencia usualmente se le refiere como <a title="Agresión" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Agresi%C3%B3n">agresión</a> o <a title="Coacción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Coacci%C3%B3n">coacción</a>. La diferencia entre anarco-capitalistas y otros liberales básicamente se debe al grado de compromiso con este axioma. Los <a title="Liberalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo">liberales</a> <a title="Minarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquismo">minarquistas</a>, o <a title="Liberalismo clásico" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_cl%C3%A1sico">liberales clásicos</a>, por ejemplo, conservarían al estado (con su agresión inherente) en una forma limitada y con esferas de acción mínimas, cuyas funciones consistirían solamente en las labores de defensa nacional, seguridad y orden interno y <a title="Legislación" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Legislaci%C3%B3n">legislación</a> y <a title="Justicia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Justicia">justicia</a>. En contraste, los anarcocapitalistas rechazan inclusive estos niveles de intervención estatal en las instituciones sociales y definen al estado como un monopolio coercitivo de la legislación y el uso legítimo de la violencia, que es el único ente en la <a title="Sociedad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sociedad">sociedad</a> que obtiene sus ingresos por medio de la agresión legal, un ente cuya existencia viola el axioma central del anarcocapitalismo.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-etica-13">14</a></p>
<p>Algunos anarcocapitalistas como Rothbard aceptan el axioma de no-agresión por una moral o <a title="Iusnaturalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Iusnaturalismo">justicia natural</a> intrínseca. Es en términos del axioma de no-agresión que Rothbard define el <a title="Anarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo">anarquismo</a>, como un sistema <em>«que provee sanción no legal para tales agresiones [contra personas o propiedad]»</em> y <em>«lo que el anarquismo propone entonces es la abolición del estado, es decir, la abolición de la institución regularizada de la coacción agresiva»</em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-soc-wo-state-15">16</a> . En una entrevista con <em>New Banner</em> Rothbard afirma que <em>«el capitalismo es la expresión más completa del anarquismo y el anarquismo la expresión más completa del capitalismo»</em>.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-16">17</a> Alternativamente, otros como <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">Friedman</a> usan una perspectiva<a title="Consecuencialismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Consecuencialismo">consecuencialista</a>, en vez de afirmar que la agresión es intrínsecamente inmoral, estos sostienen que una ley en contra de la agresión sólo puede surgir a partir de un contrato entre partes mutuamente interesadas, quienes acuerdan de esta forma abstenerse de iniciar la violencia entre sí.</p>
<h4>Libre empresa vs. Estado</h4>
<p>Para el anarquismo capitalista el axioma de no agresión encuentra aplicación en la <a title="Libre empresa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_empresa">libre empresa</a> y su negación en el Estado. Sostienen que el poder estatista es fuente de corrupción, privilegio y agresión, y tiene como eje el monopolio sobre la <a title="Seguridad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Seguridad">seguridad</a> y la <a title="Defensa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Defensa">defensa</a>, y que estos no conforman una categoría de bienes y servicios distintos a los demás y que, por lo tanto y al igual que estos, pueden ser producidos más eficientemente por <a title="Empresa privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Empresa_privada">empresas privadas</a> y por <a title="Cooperativa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cooperativa">empresas cooperativas</a>.</p>
<p>Sólo el Estado consigue sus ingresos mediante coacción, amenazando con graves castigos a quienes se nieguen a entregarle su parte. A esta coacción se la llama &#8220;impuestos&#8221;, aunque en épocas de lenguaje menos refinado se la conocía con el expresivo nombre de &#8220;tributos&#8221;. La contribución es, pura y simplemente, un robo, un robo a grande y colosal escala, que ni los más grandes y conocidos delincuentes pueden soñar en igualar. Es una apropiación coactiva de las propiedades de los moradores (o súbditos) del Estado.</p>
<p align="right"><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a>, <a title="Economista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Economista">economista</a>, <a title="Historiador" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Historiador">historiador</a>, y <a title="Ciencia política" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ciencia_pol%C3%ADtica">teórico político</a> <a title="Estadounidense" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estadounidense">estadounidense</a> <a title="Anarquista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquista">anarquista</a> perteneciente a la <a title="Escuela austríaca" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austr%C3%ADaca">escuela austríaca</a> de<a title="Economía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Econom%C3%ADa">economía</a>.[<em><a title="Wikipedia:Verificabilidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Verificabilidad">cita requerida</a></em>]</p>
<p>Una defensa del Estado sostiene que el hombre es un &#8220;animal social&#8221;, que debe vivir en sociedad, y que individualistas y libertarios creen en la existencia de &#8220;individuos atomizados&#8221; sin influenciar y sin guardar relación con sus semejantes. Pero no, los libertarios nunca han celebrado individuos aislados como los átomos, por el contrario, todos los libertarios han reconocido la necesidad y de las enormes ventajas de la vida en sociedad, y de participar en la división social del trabajo. La gran <em>non sequitur</em> cometido por los defensores del Estado, incluidos los filósofos aristotélicos y tomistas clásicos, es saltar de la necesidad de la sociedad a la necesidad del Estado.</p>
<p align="right"><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a>, <a title="Economista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Economista">economista</a>, <a title="Historiador" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Historiador">historiador</a>, y <a title="Ciencia política" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ciencia_pol%C3%ADtica">teórico político</a> <a title="Estadounidense" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estadounidense">estadounidense</a> <a title="Anarquista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquista">anarquista</a> perteneciente a la <a title="Escuela austríaca" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austr%C3%ADaca">escuela austríaca</a> de<a title="Economía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Econom%C3%ADa">economía</a>.[<em><a title="Wikipedia:Verificabilidad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Verificabilidad">cita requerida</a></em>]</p>
<p>El anarquismo capitalista sostiene que las <a title="Empresa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Empresa">empresas</a> como el resultado de contratos individuales y por tanto una forma legitima y eficiente de organizar a las personas, con la libertad de escoger un competidor o de entrar en la competencia como una forma universal de preservar y promover la calidad de los servicios. Los anarcocapitalistas visualizan la <a title="Libre empresa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libre_empresa">libre empresa</a> como la base de una sociedad libre. Definen el capitalismo de libre mercado como &#8220;el intercambio voluntario pacífico&#8221; por contraste con el <a title="Capitalismo de Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_de_Estado">capitalismo de Estado</a> el cual dice que es &#8220;expropiación violenta&#8221;.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-17">18</a> &#8220;Capitalismo&#8221;, en el sentido en que los anarcocapitalistas usan este término, es una interpretación <em>neolockeana</em> o<em>anarcolockeana</em> de la propiedad, no debe confundirse con el capitalismo monopólico estatal, el <a title="Mercantilismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercantilismo">mercantilismo</a> corporativo u oligárquico (<a title="Cártel" href="http://es.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1rtel">economías cartelizadas</a>), el <a title="Crony capitalism (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Crony_capitalism&#38;action=edit&#38;redlink=1">crony capitalism</a> o con las <a title="Economía mixta" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Econom%C3%ADa_mixta">economías mixtas</a> contemporáneas, en las cuales, según los anarcocapitalistas, los incentivos y desincentivos naturales del mercado son distorsionadas por la intervención del Estado.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-18">19</a></p>
<p>Por lo tanto rechazan al Estado basados en la postulado de que los Estados son entidades agresivas que roban la propiedad (a través de los<a title="Impuesto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Impuesto">impuestos</a> y las <a title="Expropiación" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Expropiaci%C3%B3n">expropiaciones</a>), inician el uso de la fuerza, son monopolios compulsivos del uso de las fuerzas defensivas o de represión, usan su poder de coacción para beneficiar negocios e individuos a expensas de otros, crean monopolios y restringen el comercio.</p>
<p>Como señaló Kolko, todas las diferentes medidas de regulación federal y el estatismo de bienestar que la izquierda y la derecha por igual han creído siempre que son movimientos de masas contra el &#8220;Big Business&#8221; no sólo son ahora empuñados por el Big Business, sino que se originaron por el mismo con el propio propósito de pasar de un mercado libre a una economía cartelizada que lo beneficiara. La política exterior imperialista y el estado de guarnición permanente se originó en el Big Business para impulsar la inversión extranjera y los contratos para la guerra en casa.</p>
<p align="right">Murray Rothbard</p>
<p>En cualquier caso, el capitalismo del libre mercado y la Revolución Industrial, mostraron un fuerte ascenso de las energías productivas, un fuerte ascenso que constituyó una revolución en contra del sistema mercantilista del siglo diecisiete y dieciocho. De hecho, el sistema mercantilista es a lo que hemos vuelto ahora. Hay muy poca diferencia entre el capitalismo de estado monopolístico, o capitalismo de estado corporativo, o como se le quiera llamar, en los Estados Unidos y Europa [Occidental] hoy, y el sistema mercantilista de la era de la pre–Revolución Industrial. Sólo hay dos diferencias. Una, es que la principal actividad de entonces fue el comercio, y la de ahora es la industria. Pero el esencial modus operandi de los dos sistemas es exactamente el mismo: monopolio privilegiado, una completa unión en lo que se ha llamado “acuerdo del Estado y la industria”. Un sistema generalizado de militarismo y contratos de guerras, un camino hacia la guerra y el imperialismo. Es el mismo tinglado que caracterizó los siglos diecisiete y dieciocho. La verdadera diferencia clave es que en esa época no existía un gigantesco sistema de representación proporcional (P.R. Apparatus). No tenían una flota de intelectuales que pregonaban a todos lados las maravillas del sistema: como promover el bien común y el bienestar general, es decir, el Progresismo En Acción. Ellos decían: “Es nuestro propósito abusar del público, ¡y lo estamos haciendo!”. En esos tiempos fueron muy honestos. A propósito, es realmente refrescante ir hacia el pasado y leer el material anterior a 1914 y ver la honestidad de ese tiempo.</p>
<p align="right">Murray Rothbard</p>
<p>El capitalismo libertario que proponen los anarcocapitalistas, se asemeja doctrinalmente a una especie de &#8220;capitalismo popular&#8221;, que se plantea a sí mismo como una ideología individualista y una economía de mercado popular bastante crítica a lo que denominan el &#8220;capitalismo realmente existente&#8221;, &#8220;capitalismo autoritario&#8221; o <a title="Capitalismo de Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_de_Estado">capitalismo de Estado</a>.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-19">20</a></p>
<p>Se teoriza que sin intervención de Estado las grandes corporaciones empresariales se reducirían o al menos serían suplantables en cualquier momento debido a la libre competencia. Es decir, si existe una empresa líder para determinado bien o servicio se supone que deberá ser porque los consumidores así lo hayan decidido o porque el proveedor tiene bajo su propiedad privada el control de los recursos y nunca porque esta situación se haya alcanzado coactivamente, ya sea mediante imposiciones legales o por medio de amenazas o violencia física.</p>
<h3>Propiedad privada</h3>
<h4>Los conceptos de soberanía individual y de apropiación original </h4>
<p align="center"><a title="Los anarcocapitalistas apoyan irrestrictamente la honesta propiedad privada de los medios de producción y la libertad de gestionarlos, sin interferencia coercitiva del Estado o de colectivos no estatales." href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:George%26Davis.JPG"></a></p>
<p><a title="Aumentar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:George%26Davis.JPG"></a></p>
<p>Los anarcocapitalistas apoyan irrestrictamente la honesta propiedad privada de los medios de producción y la libertad de gestionarlos, sin interferencia coercitiva del Estado o de colectivos no estatales.</p>
<p>Por <a title="Soberanía individual" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Soberan%C3%ADa_individual">soberanía individual</a> se entiende el derecho natural de cada persona a la propiedad sobre su propio cuerpo, mientras que el principio de <a title="Apropiación original" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Apropiaci%C3%B3n_original">apropiación original</a> establece que cada quien es propietario legítimo de todos aquellos recursos sin propietario previo, sobre los cuales haya realizado alguna forma de trabajo. En las palabras de <a title="Hans-Hermann Hoppe" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hans-Hermann_Hoppe">Hans-Hermann Hoppe</a>:</p>
<p>Cada quien es el legítimo dueño de su propio cuerpo físico, así como de todos los lugares y bienes naturales que ocupe y que ponga en uso por medio de su cuerpo, con la única condición que nadie más haya ocupado los mismos lugares o usado los mismo bienes previamente. Esta propiedad sobre los lugares y bienes &#8220;apropiados originalmente&#8221; por una persona implica su derecho a usar y transformar estos lugares y bienes en cualquier forma que este considere conveniente, con la única condición que como consecuencia no cambie la integridad física de lugares o bienes originalmente apropiados por otra persona. En particular, una vez que un bien ha sido apropiado por primera vez, —para usar la frase de <a title="John Locke" href="http://es.wikipedia.org/wiki/John_Locke">Locke</a>— <em>&#8220;mezclando con el bien el trabajo de uno&#8221;</em> la propiedad sobre dichos lugares o bienes sólo puede ser adquirida por medio de una transferencia voluntaria —contractual— del título de propiedad de un previo a un futuro propietario</p>
<p align="right"><a title="Hans-Hermann Hoppe" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hans-Hermann_Hoppe">Hans-Hermann Hoppe</a>, <a title="Escuela austriaca de economía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austriaca_de_econom%C3%ADa">economista austriaco</a> y <a title="Filósofo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a> anarcocapitalista, <a title="http://www.lewrockwell.com/hoppe/hoppe7.html" href="http://www.lewrockwell.com/hoppe/hoppe7.html">Rothbardian Ethics</a>, <a title="2002" href="http://es.wikipedia.org/wiki/2002">2002</a>.</p>
<p>Esta es la raíz de los <a title="Propiedad privada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Propiedad_privada">derechos de propiedad</a> en el anarcocapitalismo y donde este se diferencia del anarcosocialismo. Los anarcocapitalistas, al igual que otros anarquistas de mercado, defienden el derecho de cada persona a los frutos de su <a title="Trabajo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Trabajo">trabajo</a> independientemente de su necesidad o la de otros. Después de ser creada mediante el trabajo, la propiedad sólo puede cambiar de manos legítimamente cuando es intercambiada voluntariamente (por otra propiedad producida previamente, mediante el trabajo) o cuando es regalada o donada. Las transferencias forzadas, para las cuales una de las partes utiliza o amenaza con utilizar alguna forma de violencia, son consideradas ilegítimas.</p>
<p>La apropiación original le permite a un individuo reivindicar como suya cualquier propiedad &#8220;virgen&#8221;, incluso la tierra, y poseerla con el mismo &#8220;derecho absoluto&#8221; con el que posee su propio cuerpo, al mejorarla o usarla. De acuerdo a Rothbard, la propiedad sólo puede surgir legítimamente a través del trabajo, por lo que la apropiación original de la tierra no es legítima simplemente por proclamarlo o por construir una cerca alrededor que la delimite, sino sólo trabajándola (mezclando el trabajo con la tierra) es que se puede legitimizar la propiedad sobre la tierra.</p>
<h4>Propiedad común</h4>
<p>Aunque los anarcocapitalistas son conocidos por defender el derecho a la propiedad privada (ya sea individual o no pública), las propiedades colectivas no estatales también pueden existir en una sociedad anarcocapitalista.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-20">21</a> Así tal como una persona viene a poseer algo sin propietario por la mezcla de su trabajo con ella o de usarla regularmente, muchas personas pueden llegar a ser propietarios de una cosa en común mediante la mezcla de su trabajo en conjunto con ella, en el sentido de que ninguna persona puede apropiarse de ella como propia. Esto puede aplicarse a las <a title="Carretera" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Carretera">carreteras</a>, <a title="Parque" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Parque">parques</a>, <a title="Río" href="http://es.wikipedia.org/wiki/R%C3%ADo">ríos</a>, y partes de los <a title="Océano" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Oc%C3%A9ano">océanos</a>. El teórico anarcocapitalista <a title="Roderick Long" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Roderick_Long">Roderick Long</a> da el siguiente ejemplo:</p>
<p>Considere la posibilidad de una aldea cercana a un lago. Es común para los habitantes del pueblo a caminar hacia el lago para ir a pescar. En los primeros días de la comunidad es difícil llegar al lago a causa de todos los arbustos y ramas caídas en el camino. Pero con el tiempo el camino está despejado y toma forma &#8211; no por esfuerzos coordinados, sino simplemente como resultado de todas las personas caminando por esa vía día tras día. El camino despejado es el producto del trabajo &#8211; no el trabajo de cualquier persona, sino de todos ellos juntos. Si un aldeano decidido a aprovechar los beneficios del camino recién creado levanta una puerta de carga y peajes, se estaría violando el derecho de propiedad colectiva que los aldeanos se han ganado juntos.</p>
<p align="right">Roderick Long</p>
<p>Sin embargo, desde que la propiedad que es de propiedad colectiva tiende a perder el nivel de rendición de cuentas que se encuentra en la propiedad individual en la medida de que hay mayor número de propietarios -o por hacer esa rendición de cuentas proporcionalmente más compleja- los anarcocapitalistas tienen a veces a la desconfianza y tratar de evitar los arreglos comunales intencionales, aunque estos, como se demuestra no entran de ninguna manera en conflicto con su ideología y son más bien una cuestión de criterios particulares.</p>
<p>La <a title="Privatización" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Privatizaci%C3%B3n">privatización</a>, la <a title="Descentralización" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Descentralizaci%C3%B3n">descentralización</a> y la individualización de la responsabilidad son objetivos anarcocapitalistas. Pero en algunos casos, no sólo proporcionan un reto, sino que ellos mismos lo consideran imposible, establer rutas oceánicas son un ejemplo común de los bienes considerados como de difícil apropiación privada. Lo negativo y que sí entra en contradicción con su ideología es la colectivización estatal o forzada (supuestamente en nombre de la &#8220;mayoría&#8221;) que fortale el poder y la legitimidad del gobierno, en que las cuentas se rinden a terceros y no entre las partes y no existe responsabilidad particularizada.</p>
<h4>Medio ambiente</h4>
<p>Los gobiernos centrales generalmente tienden a abogar por acciones o censura de los contaminadores con el fin de beneficiar al &#8220;pueblo&#8221; o a la &#8220;mayoría&#8221;. Sin embargo la economía cartelizada y contaminante de la corporaciones recibe subvenciones gubernamentales (<a title="Capitalismo de Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalismo_de_Estado">capitalismo de Estado</a> corporativo), tal es el caso de la altamente contaminante <a title="Industria pesada" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Industria_pesada">industria pesada</a> que obtiene subvenciones jurídicas y económicas de parte de los políticos bajo el argumento de la creación de empleo o de los estímulos a la inversión privada.</p>
<p>La <a title="Contaminación" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contaminaci%C3%B3n">contaminación</a> del <a title="Aire" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aire">aire</a>, el <a title="Agua" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Agua">agua</a> y la <a title="Tierra" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tierra">tierra</a>, por ejemplo, son vistas como el resultado de la colectivización estatal de la propiedad, los bienes naturales cuando son públicos no son mantenidos o renovados por nadie y nadie se responsabiliza por ellos (<a title="Tragedia de los comunes" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tragedia_de_los_comunes">tragedia de los comunes</a>). Los anarcocapitalistas tienden a coincidir con los <a title="Ecologismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ecologismo_de_mercado">ecologistas de mercado</a> en relacionar las tendencias destructivas del medio ambiente con el Estado y sus disposiciones colectivizantes.</p>
<h2>Desarrollos teóricos</h2>
<p>La adopción del &#8220;capitalismo de libre mercado&#8221; (entendiéndolo como propiedad privada, mercado libre en ausencia del derecho estatal) en esta filosofía se apoya originalmente en el cuerpo teórico de la <a title="Escuela austríaca de economía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austr%C3%ADaca_de_econom%C3%ADa">escuela austríaca de economía</a>, tal como fue desarrollado por el economista e historiador estadounidense <a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a>, quien fue el primero en intentar una síntesis de las enseñanzas de la escuela austríaca, las doctrinas del liberalismo clásico y el anarcoindividualismo.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-21">22</a> En el anarcocapitalismo rothbardiano en primer lugar estaría la implementación de un &#8220;código legal [libertario mutuamente acordado] que sería de aceptación general y al cual las cortes de plegarían&#8221;.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-22">23</a> Este código reconocería la <a title="Soberanía individual" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Soberan%C3%ADa_individual">soberanía individual</a> y la <a title="No agresión" href="http://es.wikipedia.org/wiki/No_agresi%C3%B3n">no agresión</a>. Esta concepción del anarcocapitalismo se basa en argumentos <a title="Derecho natural" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Derecho_natural">iusnaturalistas</a>.</p>
<p>Otros, como <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">David Friedman</a>, proponen este sistema por los argumentos <a title="Consecuencialismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Consecuencialismo">consecuencialistas</a>, es decir, la noción que la adopción del anarcocapitalismo produciría mejores resultados que cualquier otra alternativa de orden social y económico. En el anarcocapitalsimo propuesto por David D. Friedman, &#8220;los sistemas de leyes se crearán por [buscando] ganancia en el libre mercado&#8221;,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-23">24</a> lo cual conduciría a una sociedad libertaria generalizada si no es que absoluta. Rothbard basa sus filosofía sobre las bases de la <a title="Ley natural" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ley_natural">ley natural</a> absoluta pero también aporta explicaciones económicas de por qué piensa que el anarcocapitalismo es preferible desde un punto de vista pragmático. Friedman afirma que no es un teórico de los derechos absolutos pero que también &#8220;no es un utilitarista&#8221;, aunque piensa que &#8220;los argumentos utilitaristas frecuentemente son la mejor forma de defender los puntos libertarios&#8221;.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-24">25</a> Por su parte, <a title="Hans-Hermann Hoppe" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hans-Hermann_Hoppe">Hans-Hermann Hoppe</a> utiliza argumentaciones <a title="Ética" href="http://es.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica">éticas</a>para fundamentar su &#8220;anarquismo de propiedad privada&#8221;,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-25">26</a> y es más cercano a la visión de ley natural de Rothbard. No todos aquellos partidarios de un anarquismo de mercado capitalista se llaman a sí mismos anarcocapitalistas, por ejemplo <a title="Wendy McElroy" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wendy_McElroy">Wendy McElroy</a> se denomina a sí misma anarquista individualista.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-26">27</a></p>
<p>Son importantes referentes en idioma inglés los estudios de algunos miembros del <a title="Mises Institute" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mises_Institute">Mises Institute</a>, el <a title="Center for Libertarian Studies" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Center_for_Libertarian_Studies">Center for Libertarian Studies</a>, el <a title="Journal of Libertarian Studies" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Journal_of_Libertarian_Studies">Journal of Libertarian Studies</a>, el sitio <a title="Anti-State.com" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anti-State.com">Anti-State.com</a>, StrikeTheRoot.com, <a title="Anarchism.net" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarchism.net">Anarchism.net</a>, <a title="LewRockwell.com" href="http://es.wikipedia.org/wiki/LewRockwell.com">LewRockwell.com</a> o el del <a title="Molinari Institute" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Molinari_Institute">Molinari Institute</a>, el podcast<a title="Freedomain Radio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Freedomain_Radio">Freedomain Radio</a>, entre otras fuentes.</p>
<h3>En español</h3>
<p>En <a title="Idioma español" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Idioma_espa%C3%B1ol">idioma español</a> existe un importante referente del <a title="Anarquismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo_de_mercado">anarquismo de mercado</a>, en especial en el <a title="Siglo XXI" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Siglo_XXI">siglo XXI</a>, con exponentes contemporáneos de la <a title="Escuela austríaca" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_austr%C3%ADaca">escuela austríaca</a> como <a title="Jesús Huerta" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jes%C3%BAs_Huerta">Jesús Huerta</a> y algunos de los analistas del <a title="Instituto Juan de Mariana" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Instituto_Juan_de_Mariana">Instituto Juan de Mariana</a>, esto desde España.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-27">28</a> Existe la tesis de<a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a> de que la <a title="Escuela de Salamanca" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Escuela_de_Salamanca">Escuela de Salamanca</a> en el <a title="Siglo de Oro" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Siglo_de_Oro">Siglo de Oro</a> es un precedente filosófico, jurídico y económico de algunas tesis<a title="Liberalismo libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Liberalismo_libertario">libertarias de mercado</a>, en especial anarquistas.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-28">29</a> Editoriales que incluyen en su catálogo textos del anarquismo liberal son Unión Editorial de España, y Grito Sagrado de Argentina.</p>
<h2>Ejemplos históricos que presentan similitudes con el anarcocapitalismo</h2>
<p align="center"><a title="Interpretación del siglo XIX del Althing en la Mancomunidad Islandesa, en la cual autores como David Friedman y Roderick Long consideran que existieron elementos de una sociedad anarcocapitalista." href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Law_speaker.jpg"></a></p>
<p><a title="Aumentar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Law_speaker.jpg"></a></p>
<p>Interpretación del siglo XIX del <a title="Althing" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Althing">Althing</a> en la <a title="Mancomunidad Islandesa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mancomunidad_Islandesa">Mancomunidad Islandesa</a>, en la cual autores como <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">David Friedman</a> y<a title="Roderick Long" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Roderick_Long">Roderick Long</a> consideran que existieron elementos de una sociedad anarcocapitalista.</p>
<p>Basados en que el anarcocapitalismo es una teoría o una <a title="Ideología" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ideolog%C3%ADa">ideología</a> antes que un proceso real, sus críticos dicen que nunca pasará de ser un ideal <a title="Utopía" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Utop%C3%ADa">utópico</a>. Otros, sin embargo, destacan situaciones reales en donde la protección de la libertad y propiedad individuales fueron voluntariamente financiadas antes que provistas por el Estado a través de los impuestos.</p>
<h3>La Islandia medieval</h3>
<p>Según <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">David Friedman</a>, &#8220;las <a title="Mancomunidad Islandesa" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mancomunidad_Islandesa">instituciones islandesas medievales</a> tuvieron varias características peculiares e interesantes; podrían haber sido creadas por un economista chiflado para probar los alcances en los cuales los sistemas de mercado podrían suplantar al gobierno en la mayoría de sus funciones fundamentales&#8221;.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-Friedman-79-29">30</a>Aunque no la califica directamente como anarcocapitalista, Friedman arguye que la Mancomunidad Islandesa entre los años 930 y 1262 presentó &#8220;algunas características&#8221; de la sociedad anarcocapitalista (debido a la existencia de un sistema legal sencillo, la seguridad era enteramente privada y capitalista), aportando algunas evidencias de cómo una sociedad de ese tipo funcionaría. &#8220;Aún cuando el sistema legal islandés reconocía una ofensa esencialmente &#8220;pública&#8221;, la manejó otorgándole a algunos individuos (elegidos a veces de entre los afectados) el derecho a llevar el caso y recolectar las multas, encajando de esta manera en un sistema esencialmente privado&#8221;.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-Friedman-79-29">30</a></p>
<h3>El antiguo oeste norteamericano</h3>
<p>Según la investigación de Terry L. Anderson y P. J. Hill, el <a title="Antiguo oeste" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiguo_oeste">Antiguo oeste</a> de los Estados Unidos de Norteamérica durante el período que va de 1830 a 1900 tuvo similitudes con el anarcocapitalismo ya que &#8220;las agencias privadas proveían la base necesaria para una sociedad ordenada donde la propiedad era protegida y los conflictos resueltos&#8221;, y que la percepción popular común de que el antiguo oeste era caótico y con poco respeto hacia los derechos de propiedad es incorrecta.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-30">31</a></p>
<h3>Internet</h3>
<p>Para muchos anarcocapitalistas, por ejemplo los vinculados al <a title="Criptoanarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Criptoanarquismo">criptoanarquismo</a>, el <a title="Internet" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Internet">Internet</a> sería el ejemplo de una <a title="Red" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Red">red</a> de jurisdicciones (con algún parecido a la ley policéntrica) y los conflictos se resolverían en base a la <a title="Ley común" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ley_com%C3%BAn">ley común</a> (véase la nueva <a title="Lex Mercatoria" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Lex_Mercatoria">Lex Mercatoria</a><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-31">32</a> ). Sería a su vez la muestra del funcionamiento en <a title="Orden espontáneo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Orden_espont%C3%A1neo">orden espontáneo</a> a través de una <a title="Red distribuída" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Red_distribu%C3%ADda">red distribuída</a> de iniciativas privadas que no necesitan del Estado para funcionar. Muchos de ellos también ven en el <a title="Software libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Software_libre">software libre</a>/<a title="Open source" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Open_source">open source</a> la muestra del funcionamiento de un mercado libre, sin restricciones monopólicas del gobierno o <a title="Monopolio artificial" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Monopolio_artificial">monopolio artificial</a>.</p>
<p>Las <a title="Redes sociales" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Redes_sociales">redes sociales</a>, el <a title="Conocimiento libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conocimiento_libre">conocimiento libre</a> (ej. <a title="Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia">Wikipedia</a>) son tomados por ellos como metáfora del funcionamiento de la interacción voluntaria (mercado), ya que el conocimiento que manejan las infinitas interacciones entre individuos que se dan cada día en el mundo es muy superior a lo que jamás podrá manejar ninguna institución centralizada (véase: <a title="Cálculo económico" href="http://es.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_econ%C3%B3mico">cálculo económico</a>).</p>
<h2>Términos anarcocapitalistas</h2>
<h3>Términos existentes </h3>
<p align="center"><a title="El Libertatis Æquilibritas, un símbolo anarcocapitalista, cuyo uso también se ha extendido a otras versiones del anarquismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Libertatis_%C3%86quilibritas.png"></a></p>
<p><a title="Aumentar" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Libertatis_%C3%86quilibritas.png"></a></p>
<p>El <a title="Libertatis Æquilibritas" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertatis_%C3%86quilibritas">Libertatis Æquilibritas</a>, un símbolo anarcocapitalista, cuyo uso también se ha extendido a otras versiones del anarquismo de mercado</p>
<p>Los autores anarcocapitalistas pueden usar algunos términos comunes en formas diferentes a las usadas por los <a title="Anarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo">anarquistas</a> clásicos o en el lenguaje coloquial. En general, el significado de los términos es claro según el contexto de estos autores, pero en ocasiones se pueden producir severos malentendidos, sobre todo cuando se discuten ideas anarcocapitalistas con anarquistas clásicos, en especial con respecto al significado del término &#8220;capitalismo&#8221; ya que normalmente en las demás existen coincidencias importantes.</p>
<p>Los anarcocapitalistas, generalmente urilizan el siguiente significado para capitalismo y mercado libre, a diferencia del uso que convencionalmente le dan muchos otros anarquistas:</p>
<ul>
<li><strong><a title="Capitalismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Capitalismo">Capitalismo</a></strong> &#8211; sistema económico en el cual los medios de producción, o <a title="Bienes de capital" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bienes_de_capital">bienes de capital</a> son poseídos de manera privada y donde las decisiones respecto a la inversión, producción, distribución, ingreso y los precios son tomadas como resultado de la interacción de las personas en un <a title="Mercado libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_libre">mercado libre</a>.</li>
<li><strong><a title="Mercado libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mercado_libre">Mercado libre</a></strong> &#8211; un mercado en ausencia de coacción, es decir, donde todos los intercambios son voluntarios.</li>
</ul>
<h3>Neologismos</h3>
<ul>
<li><strong>Ancap</strong> &#8211; contracción de <strong>anarcocapitalista</strong> o <strong>anarcocapitalismo</strong>, usada en el lenguaje informal, generalmente en <a title="Blog" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Blog">bitácoras</a> o foros en internet.</li>
</ul>
<h2>Críticas al anarcocapitalismo</h2>
<p>Las críticas al anarcocapitalismo comprenden varias categorías: aquellas que afirman que el anarcocapitalismo no puede funcionar en la práctica; otras que afirman que el capitalismo necesita un Estado coercitivo para existir (según el <a title="Minarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquismo">minarquismo</a>) y que una sociedad puede ser anarquista o capitalista pero no ambas (según el <a title="Anarcocomunismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocomunismo">anarcocomunismo</a>); críticas generales sobre moralidad en el capitalismo y el liberalismo que pueden aplicarse al anarcocapitalismo; y las críticas utilitaristas que afirman que el anarcocapitalismo no maximiza la utilidad.</p>
<h3>Desde el minarquismo</h3>
<p>Algunos liberales minarquistas consideran que un sistema capitalista no podría sobrevivir o no sería eficiente sin un <a title="Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estado">Estado</a> público e imparcial, y que todo el sistema jurídico que protege al capitalismo se vería amenazado al existir varios Estados privados compitiendo entre sí. Afirman así que el capitalismo siempre ha necesitado de un <a title="Estado de derecho" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Estado_de_derecho">Estado de derecho</a> para ser estable.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-32">33</a></p>
<p>El anarcocapitalismo fue criticado por <a title="Ayn Rand" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ayn_Rand">Ayn Rand</a> que era <a title="Minarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Minarquismo">minarquista</a> y <a title="Milton Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Milton_Friedman">Milton Friedman</a> escribió &#8220;Aunque necesario para la libertad, el capitalismo solo no es suficiente para garantizarla. Tiene que estar acompañado por un conjunto de valores y de instituciones políticas favorables a la libertad&#8221;. Los <a title="Objetivismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Objetivismo">objetivistas</a> afirman que, en ausencia del Estado, una sociedad anarcocapitalista degeneraría en una &#8220;guerra de todos contra todos&#8221;. Otros críticos arguyen que el problema de las <a title="Externalidades" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Externalidades">externalidades</a> hacen que sea impráctico el suministro de servicios de protección en una sociedad anarcocapitalista.</p>
<h3>Desde el anarcosocialismo</h3>
<p>La adopción de un capitalismo irrestricto genera una considerable tensión entre anarquistas capitalistas y anarquistas socialistas. Los anarquistas clásicos, usualmente <a title="Anarcosocialismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcosocialismo">anarcosocialistas</a>, se diferencian de los anarcocapitalistas por razones culturales/idiosincráticas y terminológicas/conceptuales con respecto a la economía más que por motivos ideológicos (son igualmente <a title="Antiestatista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiestatista">antiestatistas</a> y <a title="Antiautoritario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Antiautoritario">antiautoritarios</a>voluntaristas).<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-33">34</a> Entre las posibles diferencias estaría el escepticismo de algunos anarquistas clásicos a varias propuestas anarcoliberales con respecto al tema de la propiedad, y la adopción de una forma de capitalismo como sistema económico ha causado reacción entre algunos de ellos. Algunos igual sostienen que mientras no exista coacción tanto el socialismo como el capitalismo pueden convivir dentro del anarquismo.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-34">35</a></p>
<p>Sin embargo, y a pesar de que muchos autores reconocen al anarcocapitalismo (véase biblografía), como una forma de anarquismo, aunque no adhieran a este,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-35">36</a> otros anarquistas pertenecientes específicamente al <a title="Anarcocomunismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocomunismo">anarcocomunismo</a> no sólo lo cuestionan sino que llegan a rechazar vehementemente el carácter anarquista del anarcoliberalismo, sosteniendo que el &#8220;capitalismo&#8221; es una forma de coacción, algo incompatible con una sociedad anarquista.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-36">37</a></p>
<p>Muchos anarcocapitalistas, por otro lado, sostienen que el anarcocapitalismo es la única forma verdadera de anarquismo.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-37">38</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-38">39</a> Algunos afirman que las formas socialistas de anarquismo son irreales porque requerirían el consentimiento y la benevolencia de todos los integrantes de la sociedad anarquista, mientras que el anarcocapitalismo se supone que surge naturalmente dondequiera que no exista el Estado.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-39">40</a> De todas formas muchos anarquistas de mercado sostienen que de ser voluntarios todos los sistemas pueden convivir en anarquía.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-40">41</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-41">42</a></p>
<h3>Estabilidad de las instituciones legales anarcocapitalistas</h3>
<p>Dos de los más prominentes académicos que han dedicado una reflexión seria a las instituciones legales esencialmente anarcocapitalistas son <a title="Richard Posner" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Richard_Posner">Richard Posner</a>, que es Juez Federal de Apelaciones y prolífico erudito legal , y el economista <a title="William Landes (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=William_Landes&#38;action=edit&#38;redlink=1">William Landes</a>. En su ensayo de 1975 &#8220;The Private Enforcement of Law&#8221;,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-42">43</a> discuten un previo <em>gedankenexperiment</em> emprendido Becker y Stigler en el cual se propuso que la ejecución de la ley sería privatizada y explican porque consideran que tal sistema no sería económicamente eficiente. Según una respuesta posterior de <a title="David Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_Friedman">David Friedman</a>, <em>&#8220;Efficient Institutions for the Private Enforcement of Law&#8221;</em>,<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-43">44</a></p>
<p>[Landes and Posner argumentaban] que el sistema privado tenía fallas básicas que lo hacía inferior a un sistema público ideal excepto por las ofensas que pueden detectarse y castigarse a un costo casi nulo. Admiten que el sistema privado podría ser preferible al poco menos que ideal sistema público que tenemos. Sin embargo argumentan que el predominio de la aplicación privada (de la ley) contra las ofensas que son fácilmente detectadas (principalmente ofensas civiles) y su rareza contra las ofensas que son difíciles de detectar (principalmente las ofensas criminales) sugieren que nuestro sistema legal es, por lo menos a grandes rasgos, eficiente, utilizando en cada caso el más eficiente sistema.</p>
<p>Friedman, sin embargo, prodcede a argumentar que &#8220;la ineficiencia que Landes y Posner demostraron en las instituciones privadas de aplicación de la ley que describen pueden eliminarse con cambios menores en las instituciones&#8221;.</p>
<h2>Obras anarcocapitalistas</h2>
<h3>No ficción</h3>
<p>La siguiente es una lista parcial de obras resaltantes que tratan sobre anarcocapitalismo.</p>
<ul>
<li><a title="Murray Rothbard" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Murray_Rothbard">Murray Rothbard</a> fundador del anarcocapitalismo:
<ul>
<li><em><a title="Hombre, economía y Estado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hombre,_econom%C3%ADa_y_Estado">Hombre, economía y Estado</a></em> El libro fundamental sobre Economía Austríaca,</li>
<li><em><a title="Poder y mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Poder_y_mercado">Poder y mercado</a></em> Clasificación de las intervenciones económicas estatistas,</li>
<li><em><a title="Ética de libertad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica_de_libertad">Ética de libertad</a></em> Justificación moral de una sociedad libre</li>
</ul>
</li>
<li><a title="Frédéric Bastiat" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fr%C3%A9d%C3%A9ric_Bastiat">Frédéric Bastiat</a>, <em><a title="http://www.atlas.org.ar/introductoria/bastiat.pdf" href="http://www.atlas.org.ar/introductoria/bastiat.pdf">La ley</a></em> Liberalismo clásico radical</li>
<li><a title="Bruce L. Benson" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bruce_L._Benson">Bruce L. Benson</a>: <em><a title="The Enterprise of Law" href="http://es.wikipedia.org/wiki/The_Enterprise_of_Law">The Enterprise of Law: Justice Without The State</a></em></li>
<li>Bruce Benson: <em>To Serve and Protect: Privatization and Community in Criminal Justice</em></li>
<li>Davidson y Rees-Mogg, <em>The Sovereign Individual</em> Historiadores acerca de la tecnología y sus implicaciones</li>
<li><a title="David D. Friedman" href="http://es.wikipedia.org/wiki/David_D._Friedman">David D. Friedman</a>, <em><a title="La maquinaria de libertad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/La_maquinaria_de_libertad">La maquinaria de libertad</a></em> Defensa consecuencialista clásica del anarcocapitalismo</li>
<li><a title="Auberon Herbert (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Auberon_Herbert&#38;action=edit&#38;redlink=1">Auberon Herbert</a>, <em><a title="http://oll.libertyfund.org/ToC/0146.php" href="http://oll.libertyfund.org/ToC/0146.php">The Right and Wrong of Compulsion by the State</a></em></li>
<li><a title="Hans-Hermann Hoppe" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hans-Hermann_Hoppe">Hans-Hermann Hoppe</a>, <em><a title="The Economics and Ethics of Private Property" href="http://es.wikipedia.org/wiki/The_Economics_and_Ethics_of_Private_Property">The Economics and Ethics of Private Property</a></em></li>
<li><a title="Albert Jay Nock" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Albert_Jay_Nock">Albert Jay Nock</a>, <em><a title="http://www.barefootsworld.net/nockoets0.html" href="http://www.barefootsworld.net/nockoets0.html">Our Enemy the State</a></em> La tesis de Oppenheimer aplicada a la historia temprana de los EEUU</li>
<li>Juan Lutero Madrigal, <em><a title="http://www.geocities.com/johnfkosanke/anc_capm.htm" href="http://www.geocities.com/johnfkosanke/anc_capm.htm">Anarcho-capitalism: principles of civilization</a></em></li>
<li><a title="Franz Oppenheimer" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Franz_Oppenheimer">Franz Oppenheimer</a>, <em><a title="http://www.opp.uni-wuppertal.de/oppenheimer/st/state0.htm" href="http://www.opp.uni-wuppertal.de/oppenheimer/st/state0.htm">The State</a></em> Análisis del Estado; medios políticos vs medios económicos</li>
<li><a title="Herbert Spencer" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Herbert_Spencer">Herbert Spencer</a>, <em><a title="http://oll.libertyfund.org/Texts/LFBooks/Spencer0236/SocialStatics/0331_Bk.html" href="http://oll.libertyfund.org/Texts/LFBooks/Spencer0236/SocialStatics/0331_Bk.html">Social Statics</a></em> Incluye el ensayo &#8220;The Right to Ignore the State&#8221;</li>
<li>Morris y Linda Tannahill, <em><a title="El mercado por la libertad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/El_mercado_por_la_libertad">El mercado por la libertad</a></em> Un clásico sobre las agencias privadas de defensa</li>
</ul>
<h3>Ficción</h3>
<p>Algunos defensores del anarcocapitalismo piensan que este ha sido tratado en algunas obras literarias especialmente de <a title="Ciencia ficción" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ciencia_ficci%C3%B3n">ciencia ficción</a>. Uno de los primeros ejemplos que exponen es la novela de <a title="Robert A. Heinlein" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Robert_A._Heinlein">Robert A. Heinlein</a> <em><a title="La Luna es una cruel amante" href="http://es.wikipedia.org/wiki/La_Luna_es_una_cruel_amante">The Moon Is a Harsh Mistress</a></em> (<a title="1966" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1966">1966</a>), donde el autor describe lo que él llama &#8220;anarquismo racional&#8221;, aunque no habla sobre el anarcocapitalismo.</p>
<p>Autores <a title="Cyberpunk" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cyberpunk">cyberpunk</a> y <a title="Post-cyberpunk (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Post-cyberpunk&#38;action=edit&#38;redlink=1">post-cyberpunk</a> fueron fascinados por la idea de la caída de la nación-estado. Muchas historias de <a title="Vernor Vinge" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Vernor_Vinge">Vernor Vinge</a>, tales como <em><a title="Marooned in Realtime (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Marooned_in_Realtime&#38;action=edit&#38;redlink=1">Marooned in Realtime</a></em>, describen sociedades anarcocapitalistas frecuentemente de una manera favorable. En las obras <em><a title="Snow Crash" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Snow_Crash">Snow Crash</a></em> y<em><a title="The Diamond Age" href="http://es.wikipedia.org/wiki/The_Diamond_Age">The Diamond Age</a></em> de <a title="Neal Stephenson" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Neal_Stephenson">Neal Stephenson</a>, <em><a title="Jennifer Government (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Jennifer_Government&#38;action=edit&#38;redlink=1">Jennifer Government</a></em> de <a title="Max Barry (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Max_Barry&#38;action=edit&#38;redlink=1">Max Barry</a>, <em><a title="Down and Out in the Magic Kingdom (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Down_and_Out_in_the_Magic_Kingdom&#38;action=edit&#38;redlink=1">Down and Out in the Magic Kingdom</a></em> de <a title="Cory Doctorow" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cory_Doctorow">Cory Doctorow</a> y <em><a title="The Probability Broach" href="http://es.wikipedia.org/wiki/The_Probability_Broach">The Probability Broach</a></em> de <a title="L. Neil Smith" href="http://es.wikipedia.org/wiki/L._Neil_Smith">L. Neil Smith</a>, también se exploran las ideas anarcocapitalistas. La representación cyberpunk de estas sociedades puede variar desde lo más sombrío hasta el optimismo más gozoso y no necesariamente implica algo específico sobre los puntos de vista políticos del autor. En particular, Neal Stephenson evita las declaraciones políticas claras cuando es confrontado.<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-44">45</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_note-45">46</a></p>
<h2>Notas </h2>
<ol>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-0">↑</a> «This volume honors the foremost contemporary exponent of free-market anarchism. One contributor aptly describes Murray Rothbard as &#8220;the most ideologically committed zero-State academic economists on earth&#8221;». Reseña de Lawrence H. White de <em>Man, Economy, and liberty: Essays in honor of Murray N. Rothbard</em>, publicada en el <em>Journal of Economic Literature</em>, Vol. XXVIII, junio de 1990, pag. 664; «[Rothbard's book, For a New Liberty,] synthesizes an advocacy of Lockean rights to life, liberty, property, and defense, an appeal to the free market as the most efficient and decentralized &#8220;social&#8221; device for the allocation of resources, and a sociological and historical analysis of the State as being inherently aggressive and exploitive. The product of this synthesis is Rothbard&#8217;s free market anarchism». Reseña de Eric Mack de <em>For a New Liberty</em> de Murray Rothbard, publicada en la <em>American Political</em><em> Science Review</em>, Vol. 71, p. 332</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-1">↑</a></li>
</ol>
<p>Usualmente considerada una ideología de extrema izquierda, el anarquismo siempre ha incluido una importante fuerza del individualismo radical, desde el hiperracionalismo de Godwin, al egoísmo de Stirner, a los libertarios y anarcocapitalistas de hoy en día.</p>
<p align="right">Brooks, Frank H. 1994. The Individualist Anarchists: An Anthology of Liberty (1881-1908)</p>
<ol>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-2">↑</a> Según su fundador Murray Rothbard:</li>
</ol>
<p>[...]cualquier servicio que verdaderamente preste el gobierno podría ser suministrado en forma mucho más eficiente y moral por la empresa privada y cooperativa.</p>
<p align="right"><a title="Hacia una nueva libertad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hacia_una_nueva_libertad">Hacia una nueva libertad</a></p>
<ol>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-3">↑</a> <a title="http://www.jorgevalin.com/weblog/2004/06/traduccin-parcial-libertarian.html" href="http://www.jorgevalin.com/weblog/2004/06/traduccin-parcial-libertarian.html">El axioma de no agresión</a>, por Murray Rothbard</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-4">↑</a> <a title="http://spa.anarchopedia.org/El_statu_quo_de_los_t%C3%ADtulos_de_propiedad" href="http://spa.anarchopedia.org/El_statu_quo_de_los_t%C3%ADtulos_de_propiedad">El statu quo de los títulos de propiedad</a>, por Albert Esplugas</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-5">↑</a> Rothbard, Murray N. (1988) &#8220;What&#8217;s Wrong with Liberty Poll; or, How I Became a Libertarian&#8221;, Liberty, July 1988, p.53</li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-6">↑</a> &#8220;Murray N. Rothbard (1926-1995), American economist, historian, and individualist anarchist.&#8221; <a title="Paul Avrich" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Paul_Avrich">Avrich, Paul</a>. Anarchist Voices: An Oral History of Anarchism in America, Abridged Paperback Edition (1996), p. 282</li>
</ol>
<p>Aunque hay algunas honrosas excepciones que aun abrazan la etiqueta &#8220;socialista&#8221;, mucha gente que hoy en día se llama a sí misma anarquista individualista son seguidores de de la economía austriaca de Murray Rothbard, y han abandonado la teoría laboral del valor.</p>
<p align="right"><a title="Kevin Carson" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Kevin_Carson">Carson, Kevin</a>. Mutualist Political Economy, <a title="http://www.mutualist.org/id112.html" href="http://www.mutualist.org/id112.html">Preface</a>.</p>
<ol>
<li>↑ <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-Hoppe-2001_7-0"><strong><em>a</em></strong></a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-Hoppe-2001_7-1"><strong><em>b</em></strong></a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-Hoppe-2001_7-2"><strong><em>c</em></strong></a> <a title="Hans-Hermann Hoppe" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Hans-Hermann_Hoppe">Hoppe, Hans-Hermann</a> (2001)<a title="http://www.lewrockwell.com/hoppe/hoppe5.html" href="http://www.lewrockwell.com/hoppe/hoppe5.html">&#8220;Anarcho-Capitalism: An Annotated Bibliography&#8221;</a> Retrieved <a title="23 May (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=23_May&#38;action=edit&#38;redlink=1">23 May</a> <a title="2005" href="http://es.wikipedia.org/wiki/2005">2005</a></li>
<li><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-8">↑</a> Wall, Richard (2004) <a title="http://www.chomsky.info/onchomsky/20040817.htm" href="http://www.chomsky.info/onchomsky/20040817.htm">&#8220;Who&#8217;s Afraid of Noam Chomsky?&#8221;</a> Retrieved <a title="19 May (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=19_May&#38;action=edit&#38;redlink=1">19 May</a> <a title="2005" href="http://es.wikipedia.org/wiki/2005">2005</a></li>
</ol>
<p>10. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-9">↑</a> <a title="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/Dania01.pdf" href="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/Dania01.pdf">Sobre la legitimidad del anarquismo capitalista como meta e ideal regulativo</a>, un análisis desde la escuela austríaca, por Roberto Dania</p>
<p>11.  <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-10">↑</a></p>
<p>Un estudiante y discípulo del economista austriaco Ludwing von Mises, Rothbard, combinó el laissez-faire de su profesor con la visión absolutista de los derechos humanos y el rechazo del Estado que había adoptado al estudiar a los anarquistas individualistas estadounidenses del siglo 19 como Lysander Spooner y Benjamin Tucker.</p>
<p align="right">Blackwell Encyclopaedia of Political Thought, 1987, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Especial:FuentesDeLibros/0631179445">ISBN 0-631-17944-5</a>, p. 290</p>
<p>12. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-11">↑</a> En <a title="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquismo_individualista_vs._anarquismo_comunista_y_libertarianismo" href="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquismo_individualista_vs._anarquismo_comunista_y_libertarianismo"><em>Anarquismo individualista vs. anarquismo comunista y liberalismo libertario</em></a>, <a title="1981" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1981">1981</a>, se anota:</p>
<p>Entonces, si en aquellos días el anarquismo individualista y el comunista tenían tanto en común, ¿existía alguna diferencia real de opinión? Una diferencia real está contenida en los cambios que ocurrieron en el anarquismo individualista en la década de 1950. ¿Qué pasó? En mi opinión, los más importantes cambios pueden ser analizados en referencia a un hombre, Murray Rothbard. Rothbard y el círculo de estudiosos que se reunían en su salón en los años cincuenta -por ejemplo, Leonard Liggio, Ralph Raico, y Ron Hamowy&#8211; hicieron algo asombroso. Rothbard tomó tres tradiciones, tres temas que habitualmente hubiéramos considerado antagónicos y los entretejió para producir la filosofía que domina el anarquismo individualista moderno.</p>
<p>La primera tradición era la economía austríaca. Como especialista en economía, Rothbard se volvió un admirador de Ludwig Von Mises y adoptó la economía austriaca, una radical y sofisticada defensa del capitalismo de laissez-faire. La segunda tradición era el anarquismo individualista. Ahora bien, recordemos que Tucker atacó al capitalismo como un robo y aún así fue considerado como un moderado en esta cuestión, al paso que los anarquistas llevaban. El genio de Rothbard radicó en tomar lo más valioso del anarquismo individualista, las raíces teóricas de la &#8220;autopropiedad&#8221; y la libertad civil radical y liberarlas del exceso de equipaje, la teoría laboral del valor. Él reemplazó esta teoría económica con una radical defensa del mercado libre. El resultado era algo completamente nuevo bajo el sol: un movimiento anarquista que se presentaba como abanderado y campeón del capitalismo. Es difícil imaginar un paralelo a fin de que usted se haga una idea de cuán increíble resulta este híbrido de anarquismo y capitalismo. Imagínese que alguien demostrara no sólo que tanto el psicoanálisis como el conductismo son correctos, sino que siempre lo han sido y además son compatibles. Si usted puede imaginar esto, tendrá una idea aproximada del sabor del descubrimiento. Para bien o para mal, esta defensa moral y sofisticada del capitalismo ha distanciado al anarquismo individualista (norteamericano) del movimiento anarquista general, que todavía considera al capitalismo como un mal de la misma magnitud del Estado, cuando no idéntico al mismo. Cuando usted habla de este tema con un anarquista comunista, si no se torna inmediatamente hostil, expresará un desconcierto absoluto ante tan extraña combinación de creencias.</p>
<p align="right"><a title="Wendy McElroy" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wendy_McElroy">Wendy McElroy</a>, <a title="Feminista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Feminista">feminista</a> y <a title="Anarcoindividualista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcoindividualista">anarcoindividualista</a> <a title="Canadiense" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Canadiense">canadiense</a></p>
<p>13. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-12">↑</a> <a title="Karl Hess" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Karl_Hess">Hess, Karl</a>. <a title="http://fare.tunes.org/books/Hess/dop.html" href="http://fare.tunes.org/books/Hess/dop.html">The Death of Politics</a>. Interview in Playboy Magazine, March 1969</p>
<p>El capitalismo laissez-faire, o anarcocapitalismo, es simplemente la forma económica de la ética libertaria. El capitalismo laissez-faire abarca la noción de que los hombres deben intercambiar bienes y servicios, sin regulación, únicamente sobre la base del valor por el valor. Reconoce la actividad sin fin de lucro y las empresas comunitarias como versiones voluntarias de esta misma ética. Un sistema de este tipo sería un trueque estricto, con excepción de la generalizada necesidad aceptada de una división del trabajo en el que los hombres, voluntariamente, acepten fichas de valor tales como dinero en efectivo y crédito. Económicamente, este sistema es la anarquía, y con orgullo</p>
<p>14. ↑ <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-etica_13-0"><strong><em>a</em></strong></a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-etica_13-1"><strong><em>b</em></strong></a> Rothbard, Murray N. (<a title="1982" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>) &#8216;La ética de la libertad&#8217; Madrid, Unión Editorial. <a title="http://www.mises.org/rothbard/ethics/ethics.asp" href="http://www.mises.org/rothbard/ethics/ethics.asp">(versión electrónica en inglés)</a></p>
<p>15.  <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-nueva-libertad_14-0">↑</a> Rothbard, Murray N. (1973) <a title="http://www.mises.org/rothbard/newliberty.asp" href="http://www.mises.org/rothbard/newliberty.asp">For a New Liberty</a> Collier Books, A Division of Macmillan Publishing Co., Inc., New York: pp.24-25.</p>
<p>16. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-soc-wo-state_15-0">↑</a> Rothbard, Murray N. <a title="http://www.mises.org/journals/lf/1975/1975_01.pdf" href="http://www.mises.org/journals/lf/1975/1975_01.pdf">Society without a State (pdf)</a> Boletín <em>Libertarian Forum</em> (enero de <a title="1975" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1975">1975</a>)</p>
<p>17. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-16">↑</a> <a title="http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard103.html" href="http://www.lewrockwell.com/rothbard/rothbard103.html">Exclusive Interview With Murray Rothbard</a> <em>The New Banner: A Fortnightly Libertarian Journal</em> (<a title="25 de febrero" href="http://es.wikipedia.org/wiki/25_de_febrero">25 de febrero</a> de <a title="1972" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1972">1972</a>)</p>
<p>18. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-17">↑</a> En <a title="http://jorgevalin.com/artic/trad/futuro_de_paz_y_capitalismo_rothbard.htm" href="http://jorgevalin.com/artic/trad/futuro_de_paz_y_capitalismo_rothbard.htm"><em>Un futuro de paz y capitalismo</em></a>, Murray Rothbard explica:</p>
<p>Para discutir el “futuro del capitalismo”, primero de todo necesitamos determinar qué significa realmente el término “capitalismo”. Desafortunadamente, el término “capitalismo” fue acuñado por su mayor y más conocido enemigo, Karl Marx. Realmente, no podemos depender de esta concepción para su correcto y sutil significado. De hecho, lo que Marx y los escritores posteriores hicieron fue responder a dos conceptos extremadamente diferentes e incluso contradictorios, combinándolos bajo el mismo término. Estos dos conceptos contradictorios son lo que me gustaría llamar “capitalismo del libre mercado” por una parte, y “capitalismo de estado” por la otra.</p>
<p>19. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-18">↑</a> Adams, Ian. Political Ideology Today. Manchester University Press 2001. p. 33</p>
<p>20. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-19">↑</a></p>
<p>Ahora creo que la palabra &#8220;capitalismo&#8221;, si se utiliza con el significado que la mayoría de las personas le dan, es un término que representa una carga (<a title="Ideoléxica" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ideol%C3%A9xica">ideoléxica</a>). Para la mayoría de las personas &#8220;capitalismo&#8221; no significa ni el libre mercado ni el imperante sistema neomercantilista. Más bien, lo que la mayoría de la gente entiende por &#8220;capitalismo&#8221; es éste sistema de libre mercado que impera actualmente en el mundo occidental. En resumen, el término &#8220;capitalismo&#8221;, como se utiliza generalmente oculta el supuesto de que el sistema actual es un mercado libre. Y puesto que el sistema imperante es, de hecho, uno de favoritismo del gobierno hacia las empresas, el uso ordinario de la expresión conlleva la suposición de que el libre mercado es el favoritismo del gobierno hacia las empresas. [...] El término &#8220;socialismo&#8221; está sujeto a una contradicción interna similar, expresa oposición al libre mercado, y la oposición a neomercantilismo, como si estos fueran una y la misma cosa. La función de estos términos (llevaría) a borrar la distinción (existente) entre el mercado libre y el neomercantilismo.</p>
<p align="right"><a title="Roderick Long" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Roderick_Long">Roderick Long</a></p>
<p>21. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-20">↑</a> Holcombe, Randall G., <a title="http://www.libertarianstudies.org/journals/jls/19_2/19_2_1.pdf" href="http://www.libertarianstudies.org/journals/jls/19_2/19_2_1.pdf">Common Property in Anarcho-Capitalism</a>, <a title="Journal of Libertarian Studies" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Journal_of_Libertarian_Studies">Journal of Libertarian Studies</a>, Volume 19, No. 2 (Spring 2005):3-29.</p>
<p>22. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-21">↑</a> &#8220;A student and disciple of the Austrian economist Ludwig von Mises, Rothbard combined the laissez-faire economics of his teacher with the absolutist views of human rights and rejection of the state he had absorbed from studying the individualist American anarchists of the nineteenth century such as Lysander Spooner and Benjamin Tucker.&#8221; Blackwell Encyclopaedia of Political Thought, 1987, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Especial:FuentesDeLibros/0631179445">ISBN 0-631-17944-5</a>, p. 290</p>
<p>23. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-22">↑</a> Rothbard, Murray. For A New Liberty. <a title="http://www.mises.org/rothbard/newliberty11.asp" href="http://www.mises.org/rothbard/newliberty11.asp">12 The Public Sector, III: Police, Law, and the Courts</a></p>
<p>24. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-23">↑</a> Friedman, David. <em><a title="The Machinery of Freedom" href="http://es.wikipedia.org/wiki/The_Machinery_of_Freedom">The Machinery of Freedom</a></em>. Second edition. La Salle, Ill, Open Court, pp. 116-117.</p>
<p>25. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-24">↑</a> Friedman, David D. The Machinery of Freedom. Chapter 42</p>
<p>26. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-25">↑</a> <a title="http://www.hanshoppe.com/sel-topics.php#arg-ethics" href="http://www.hanshoppe.com/sel-topics.php#arg-ethics">Hans-Hermann Hoppe &#8220;Argumentation Ethics&#8221;</a> Retrieved 6 February 2007</p>
<p>27. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-26">↑</a> <a title="http://www.wendymcelroy.com/news.php?extend.855" href="http://www.wendymcelroy.com/news.php?extend.855"><em>Capitalismo versus mercado libre</em></a> (en inglés), por Wendy McElroy</p>
<p>28. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-27">↑</a> <a title="http://www.elconfidencial.com/cache/2008/11/15/sociedad_88_impuestos_drogas_prostitutas.html" href="http://www.elconfidencial.com/cache/2008/11/15/sociedad_88_impuestos_drogas_prostitutas.html">Impuestos no, drogas y prostitutas sí</a></p>
<p>29. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-28">↑</a> <a title="http://www.jesushuertadesoto.com/pdf_nuevosestudios/cap18.pdf" href="http://www.jesushuertadesoto.com/pdf_nuevosestudios/cap18.pdf">In memoriam M.N. Rothbard</a>, véase Raíces salmantinas de la escuela austriaca, por Jesús Huerta de Soto</p>
<p>30. ↑ <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-Friedman-79_29-0"><strong><em>a</em></strong></a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-Friedman-79_29-1"><strong><em>b</em></strong></a> Friedman, David D. (1979) <a title="http://www.daviddfriedman.com/Academic/Iceland/Iceland.html" href="http://www.daviddfriedman.com/Academic/Iceland/Iceland.html">Private Creation and Enforcement of Law: A Historical Case</a>, Retrieved, 12 de agosto de 2005</p>
<p>31. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-30">↑</a> Anderson, Terry L. y Hill, P. J. <a title="http://www.mises.org/journals/jls/3_1/3_1_2.pdf" href="http://www.mises.org/journals/jls/3_1/3_1_2.pdf">An American Experiment in Anarcho-Capitalism: The Not So Wild, Wild West</a>, The Journal of Libertarian Studies</p>
<p>32. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-31">↑</a> <a title="http://www.juandemariana.org/comentario/2264/lex/mercatoria/renacido/globalizacion/" href="http://www.juandemariana.org/comentario/2264/lex/mercatoria/renacido/globalizacion/">La Lex Mercatoria ha renacido con la globalización</a></p>
<p>33. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-32">↑</a> <a title="http://capitalism.org/faq/anarchism.htm" href="http://capitalism.org/faq/anarchism.htm">El <em>anarquismo</em> no es una forma de Capitalismo</a> (en inglés) FAQ capitalista</p>
<p>34. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-33">↑</a></p>
<p>Lysander Spooner y Benjamin T. Tucker son insuperables como filósofos políticos y nada es más necesario hoy que la reactivación y el desarrollo del gran legado olvidado que dejan a la filosofía política [...] hay, en el cuerpo de pensamiento conocido como &#8216;economía austriaca&#8217;, una explicación científica del funcionamiento del mercado libre (y de las consecuencias de la intervención del gobierno en ese mercado) que los anarquistas individualistas pueden incorporar fácilmente en su sistema político y cosmovisión social. Pero para ello, deben tirar el exceso de equipaje inútil del &#8220;dinero-rarismo&#8221; y reconsiderar la naturaleza y justificación de las categorías económicas de interés, renta y beneficios.</p>
<p align="right">Rothbard, Murray. <a title="http://www.mises.org/journals/jls/20_1/20_1_2.pdf" href="http://www.mises.org/journals/jls/20_1/20_1_2.pdf">The Spooner-Tucker Doctrine: An Economist&#8217;s View</a></p>
<p>35. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-34">↑</a> <a title="http://www.es.anarchopedia.org/¿Cómo_sería_una_economía_anarcosocialista_de_mercado%3F" href="http://www.es.anarchopedia.org/%C2%BFC%C3%B3mo_ser%C3%ADa_una_econom%C3%ADa_anarcosocialista_de_mercado%3F">¿Cómo sería una economía anarcosocialista?</a>, por <a title="Keith Preston" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Keith_Preston">Keith Preston</a></p>
<p>36. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-35">↑</a> Hay autores que reconocen la existencia de un <em>&#8220;right anarchism&#8221;</em> (anarcocapitalismo), tal es el caso del sindicalista Ulrike Heider. Otro autor no liberal (aunque tampoco considerado anarquista) es Sean Sheehan (<em>Anarchism</em>); ver <a title="http://www.infoshop.org/inews/article.php?story=2007032607300431" href="http://www.infoshop.org/inews/article.php?story=2007032607300431">Indonesia: Anarchist movie screening and Sean M. Sheehan &#8216;Anarchism&#8217; Book discussion</a>.<a title="Paul Avrich" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Paul_Avrich">Paul Avrich</a>, un importantísimo historiador del anarquismo e invitado habitual del <a title="Libertarian Book Club" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Libertarian_Book_Club">Libertarian Book Club</a> consideró al anarcoliberalismo plenamente parte de la tradición anarquista. <a title="Geoffrey Ostergaard (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Geoffrey_Ostergaard&#38;action=edit&#38;redlink=1">Geoffrey Ostergaard</a> es un reconocido anarquista y pacifista que también lo hace.</p>
<p>37. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-36">↑</a> En el <a title="FAQ anarquista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/FAQ_anarquista">FAQ anarquista</a>, un <a title="FAQ" href="http://es.wikipedia.org/wiki/FAQ">FAQ</a> de corte <a title="Anarcocomunista" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocomunista">anarcocomunista</a> de <a title="Infoshop.org" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Infoshop.org">Infoshop.org</a>, se comenta sobre las divergencias con anarcocapitalistas, <a title="http://www.geocities.com/CapitolHill/1931/secFcon.html" href="http://www.geocities.com/CapitolHill/1931/secFcon.html">Is &#8220;anarcho&#8221;-capitalism a type of anarchism?</a></p>
<p>38. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-37">↑</a></p>
<p>Estas personas [los anarquistas antimercado] son solo socialistas confundidos. Claro, me complace que sean anti-guerra. Sin embargo, a menos que sean pro-mercado, pro-propiedad privada, no tienen ninguna base para oponerse a la situación, ya que el Estado es simplemente el organismo institucionalizado de agresión contra los derechos de propiedad privada. Oponerse al Estado es apoyar los derechos de propiedad, ya que oponerse a la agresión significa oponerse a la invasión de la propiedad. Por el contrario, quienes se oponen a los derechos de propiedad inevitablemente apoyan al Estado u otras formas de agresión.</p>
<p align="right"><a title="Stephan Kinsella" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Stephan_Kinsella">Stephan Kinsella</a></p>
<p>39. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-38">↑</a> <a title="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquismo:_dos_clases" href="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquismo:_dos_clases">Anarquismo: Dos clases</a>, por Wendy McElroy</p>
<p>40. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-39">↑</a> <a title="http://www.es.anarchopedia.org/Anarcocomunismo_(artículo)" href="http://www.es.anarchopedia.org/Anarcocomunismo_(art%C3%ADculo)">Anarcocomunismo</a>, por Murray Rothbard</p>
<p>41. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-40">↑</a> <a title="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquistas_de_mercado_y_anarcosocialistas:_¿podemos_convivir%3F" href="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquistas_de_mercado_y_anarcosocialistas:_%C2%BFpodemos_convivir%3F">Anarquistas de mercado y anarcosocialistas: ¿podemos convivir?</a>, por <a title="Gene Callahan" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gene_Callahan">Gene Callahan</a></p>
<p>42. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-41">↑</a> <a title="http://www.es.anarchopedia.org/Rothbard,_anarcocomunismo_e_individuo" href="http://www.es.anarchopedia.org/Rothbard,_anarcocomunismo_e_individuo">Rothbard, anarcocomunismo e individuo</a>, por Alexander S. Peak</p>
<p>43. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-42">↑</a> William Landes and Richard Posner. &#8220;The Private Enforcement of Law.&#8221; <em>4 Journal of Legal Studies 1</em>. <a title="http://scholar.google.com/scholar?hl=en&#38;lr=&#38;cluster=12598851504784974688" href="http://scholar.google.com/scholar?hl=en&#38;lr=&#38;cluster=12598851504784974688">[1]</a></p>
<p>44. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-43">↑</a> David D. Friedman. &#8220;Efficient Institutions for the Private Enforcement of Law.&#8221; <em>13 Journal of Legal Studies 379</em>. <a title="http://daviddfriedman.com/Academic/Efficient_Inst_For_Priv_Enf/Private_Enforcement.html" href="http://daviddfriedman.com/Academic/Efficient_Inst_For_Priv_Enf/Private_Enforcement.html">[2]</a> <a title="http://scholar.google.com/scholar?hl=en&#38;lr=&#38;cluster=15612883692165763455" href="http://scholar.google.com/scholar?hl=en&#38;lr=&#38;cluster=15612883692165763455">[3]</a></p>
<p>45. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-44">↑</a> Mike Godwin. &#8220;Neal Stephenson&#8217;s Past,Present, and Future; The author of the widely praised Baroque Cycle on science, markets, and post-9/11 America.&#8221;<em>Reason Magazine</em>, febrero de 2005. <a title="http://www.reason.com/news/show/36481.html" href="http://www.reason.com/news/show/36481.html">[4]</a></p>
<p>46. <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcocapitalismo#cite_ref-45">↑</a> Roblimo. &#8220;Neal Stephenson Responds With Wit and Humor.&#8221; <em>Slashdot</em>, Octubre (año no especificado). <a title="http://interviews.slashdot.org/article.pl?sid=04/10/20/1518217" href="http://interviews.slashdot.org/article.pl?sid=04/10/20/1518217">[5]</a></p>
<h2>Bibliografía </h2>
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<li>Levy, Carl. <a title="http://uk.encarta.msn.com/encyclopedia_761568770/Anarchism.html" href="http://uk.encarta.msn.com/encyclopedia_761568770/Anarchism.html"><em>Anarchism</em></a>, Microsoft® Encarta® Online Encyclopedia 2006 <a title="http://uk.encarta.msn.com" href="http://uk.encarta.msn.com/">[7]</a> MS Encarta (UK).</li>
<li>Heywood, Andrew. <em>Politics: Second Edition</em>, Palgrave (2002), p. 61</li>
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<h3>Como un tipo de anarquismo en general</h3>
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<li>Goodwin, Barbara. <em>Using Political Ideas</em>, fourth edition, John Wiley &#38; Sons (1987), p. 137</li>
</ul>
<h2>Véase también</h2>
<ul>
<li><a title="Anarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo">Anarquismo</a></li>
<li><a title="Anarquismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo_de_mercado">Anarquismo de mercado</a></li>
<li><a title="Privatización" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Privatizaci%C3%B3n">Privatización</a></li>
</ul>
<h2>Enlaces externos</h2>
<ul>
<li><a title="http://spa.anarchopedia.org/El_anarcocapitalismo" href="http://spa.anarchopedia.org/El_anarcocapitalismo">El anarcocapitalismo</a>, Francisco Capella</li>
<li><a title="http://spa.anarchopedia.org/%C2%BFEs_viable_el_anarcocapitalismo%3F" href="http://spa.anarchopedia.org/%C2%BFEs_viable_el_anarcocapitalismo%3F">¿Es viable el anarcocapitalismo?</a>, Albert Esplugas</li>
<li><a title="http://spa.anarchopedia.org/David_Friedman:_anarcocapitalismo_utilitarista" href="http://spa.anarchopedia.org/David_Friedman:_anarcocapitalismo_utilitarista">David Friedman: anarcocapitalismo utilitarista</a>, por Albert Esplugas</li>
<li><a title="http://www.es.anarchopedia.org/Anarquía_(artículo)" href="http://www.es.anarchopedia.org/Anarqu%C3%ADa_(art%C3%ADculo)">Anarquía</a>, por Francisco Capella</li>
<li><a title="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/EAE9.pdf" href="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/EAE9.pdf">El desmantelamiento del Estado y la democracia directa</a>, por <a title="Jesús Huerta" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jes%C3%BAs_Huerta">Jesús Huerta</a> (en el último capítulo de la revista de la <a title="Fundación Hayek (aún no redactado)" href="http://es.wikipedia.org/w/index.php?title=Fundaci%C3%B3n_Hayek&#38;action=edit&#38;redlink=1">Fundación Hayek</a>)</li>
<li><a title="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/Dania01.pdf" href="http://www.hayek.org.ar/new/images/fotos/Dania01.pdf">Sobre la legitimidad del anarquismo capitalista como meta e ideal regulativo</a>, por Roberto Dania</li>
<li><a title="http://www.hayek.org.ar/Hacia_el_autogobierno.pdf" href="http://www.hayek.org.ar/Hacia_el_autogobierno.pdf">Hacia el autogobierno, una crítica al poder político</a></li>
<li><a title="http://www.eseade.edu.ar/servicios/Libertas/4_9_Peter%20J.%20Boettke%20-%20Anarquismo%20como%20programa%20de%20investigaci%C3%B3n.pdf" href="http://www.eseade.edu.ar/servicios/Libertas/4_9_Peter%20J.%20Boettke%20-%20Anarquismo%20como%20programa%20de%20investigaci%C3%B3n.pdf">Anarquismo como un programa de investigación progresivo en la economía política</a></li>
<li><a title="http://www.anarcoliberales.com" href="http://www.anarcoliberales.com/">Anarcoliberales.com</a></li>
<li><a title="http://www.all-left.net" href="http://www.all-left.net/">Alliance for Libertarian Left</a></li>
<li><a title="http://www.strike-the-root.com/" href="http://www.strike-the-root.com/"><em>Strike The Root</em></a> Ensayos, noticias y foro anarcocapitalistas.</li>
<li><a title="http://www.anti-state.com/" href="http://www.anti-state.com/">Anti-state.com</a>, tiene uno de los foros más activos y artículos teóricos y prácticos</li>
<li><a title="http://praxeology.net/anarcres.htm" href="http://praxeology.net/anarcres.htm"><em>The Molinari Institute</em></a>. Recursos on-line del <a title="Molinari Institute" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Molinari_Institute">Molinari Institute</a>.</li>
<li><a title="http://www.gmu.edu/departments/economics/bcaplan/anarfaq.htm" href="http://www.gmu.edu/departments/economics/bcaplan/anarfaq.htm"><em>&#8220;Anarchism Theory FAQ&#8221;</em></a>, por <a title="Bryan Caplan" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bryan_Caplan">Bryan Caplan</a></li>
</ul>
<p><em>El contenido de este artículo incorpora material de una <a title="http://enciclopedia.us.es/index.php/Anarcocapitalismo" href="http://enciclopedia.us.es/index.php/Anarcocapitalismo">entrada de la <strong>Enciclopedia Libre Universal</strong></a>, publicada en español bajo la licencia <a title="GFDL" href="http://es.wikipedia.org/wiki/GFDL">GFDL</a>.</em></p>
<p><a title="Especial:Categorías" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Especial:Categor%C3%ADas"><br />
Categorías</a>: <a title="Categoría:Anarquismo de mercado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Anarquismo_de_mercado">Anarquismo de mercado</a> &#124; <a title="Categoría:Escuelas económicas anarquistas" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Escuelas_econ%C3%B3micas_anarquistas">Escuelas económicas anarquistas</a> &#124; <a title="Categoría:Escuelas liberales libertarias" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Escuelas_liberales_libertarias">Escuelas liberales libertarias</a></p>
<p><a title="Categoría:Escuelas liberales libertarias" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Escuelas_liberales_libertarias"><img class="aligncenter size-full wp-image-499" style="display:block;margin-left:auto;margin-right:auto;border:0 initial initial;" title="dibujo1" src="http://partidolibertario.wordpress.com/files/2009/05/dibujo1.jpg" alt="dibujo1" width="399" height="198" /><br />
</a></p>
<p><a title="Especial:Categorías" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Especial:Categor%C3%ADas">Categoría</a>: <a title="Categoría:Liberalismo libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Liberalismo_libertario">Liberalismo libertario</a></p>
<p><a title="Categoría:Liberalismo libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Liberalismo_libertario"></a></p>
<p><a title="Categoría:Liberalismo libertario" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Categor%C3%ADa:Liberalismo_libertario"></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las Tea Parties]]></title>
<link>http://itgirl.wordpress.com/2009/04/20/las-tea-parties/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 22:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alejandra</dc:creator>
<guid>http://itgirl.wordpress.com/2009/04/20/las-tea-parties/</guid>
<description><![CDATA[En USA celebran todos los años la revolución del té, aquella por la que definitivamente dejaron de s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">En USA celebran todos los años la revolución del té, aquella por la que definitivamente dejaron de ser una colonia de GB. Aparte de festejar mucho liberarse del yugo de la pérfida albión, las tea parties son también motivo de celebración libertariana. En España lo del libertarianismo nos suena un poco a chino, pero digamos que son todos aquellos que no quieren que el estado les organice las vidas. Por lo tanto, un libertariano puede ser tanto de derechas como de izquierdas en su vida personal (utilizando esos términos <em>demodés</em> para entendernos). Puede ser un conservador de aupa, o un fanático progresista. Puede creer que el sexo sólo es válido dentro del matrimonio o por el contrario ejercer la más desmelenada promiscuidad. Lo que a uno y a otros les une es creer que tienen el raciocinio suficiente como para dirigir sus vidas y por lo tanto se postulan bastante en contra de cualquier regla comunitaria. Ahora bien, tanto el liberalismo europeo como el libertarianismo americano, aún pudiendo ser muy anti-conservadores tienden a ser ubicados en la derecha por un fénomeno de contraste. Como prácticamente ya lo único que define a la izquierda es el intervencionismo estatal, todo lo que sea anti-intervencionista automáticamente se convierte en derecha. Y no me vale esgrimir el mito del progreso social de la izquierda, porque tenemos ya unas sociedades bastante homogeneizadas y más o menos, todo el mundo, de un lado o del otro, comparte los mismos valores comunales. Por Dios, que nadie saque a hora a relucir al Papa, que estamos en horario adulto.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo esto viene a que los participantes en las Tea Parties están que trinan este año. Parece que no les gusta nada la política de Obama de freír al ciudadano con impuestos para rescatar a los bancos. Para que se entienda la mentalidad de este país, incluso los más favorables a tal política la defienden diciendo que es una medida temporal, así que claro está que estos manejos no son en absoluto del gusto del americano de a pie. La cosa está muy malita porque ya se empiezan a oir voces a favor de disgregar la unión, sobre todo desde Tejas, que ya se sabe que siempre han ido por libre. Para algo son la estrella solitaria. Así que este año han salido a la calle reclamando un nuevo modelo fiscal. Ahora pagamos un 6% de impuestos en cada bien que compramos, más luego nos quitan el 20% directo de nuestros sueldos. Pues bien, estos tea-partisanos quieren que dejen de quitarnos automáticamente dinero de nuestros sueldos, y que el impuesto vaya directo al consumo. Quiere esto decir, que de cada cosa que compremos paguemos un 20% de impuestos. Yo ya llevo bien de horas pensando en el tema porque me parece una idea digna de tener en cuenta. Si se nos permite pagar impuestos directamente, obviamente tendríamos muchísimo más control sobre cuál queremos que sea nuestra aportación a la comunidad. Como consumir tenemos que consumir, la recaudación estaría asegurada, pero evitaríamos este atraco a mano armada tipo Nottingham por el cual el estado se permite el lujo de meter mano en nuestro sueldo que hemos ganado con el sudor de nuestra frente para apropiarse de lo que le dé la gana.  Si yo quiero aportar mucho, compro mucho, si no quiero aportar tanto, cobro menos, y de esta manera mi libertad de elección está mucho más garantizada. Mi duda es si este sistema frenaría el consumo lo cual podría significar el colapso de nuestro sistema económico, pero en cierta manera lo dudo, porque si el estado no se queda con una parte de mi dinero por ley, resulta que tendría un 20% más de pecunio para gastar en lo que a mí me pareciera bien. Y aún así seguiría contribuyendo a la causa común. Mi control sobre mi dinero se vería incrementado exponencialmente. Otra duda es si así ricos y pobres contribuirían al mismo nivel, pero tambien lo dudo porque por muy tacaño que fuera un rico siempre consumiría bienes más caros que un pobre, también consumiría más y así  contribuiría más al fisco.  Y al fin y al cabo, es que ya pagamos impuestos por consumo directo. Sería cuestión de limitarlos a esa actividades, subiéndolos porcertualmente. Por supuesto no creo que ningún gobierno del mundo esté por la labor. Cuando uno quiere el poder, lo quiere claramente para mangonear la vida de los demás y me parece a mí que esto del libertarianismo, en ese sentido, <em>no mola</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Yo sé que en España mentar el libertarianismo es poco menos que mentar a la bicha pero, ¿acaso no tiene sentido? Que algún economista se manifieste.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Propriedade no Paraíso]]></title>
<link>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/04/17/propriedade-no-paraiso/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 03:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana</dc:creator>
<guid>http://lucianalopes.wordpress.com/2009/04/17/propriedade-no-paraiso/</guid>
<description><![CDATA[Ontem, o capítulo da novela Paraíso, da Rede Globo, exibia a seguinte cena: o bom prefeito da fictíc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem, o capítulo da novela Paraíso, da Rede Globo, exibia a seguinte cena: o bom prefeito da fictícia cidade de interior, sócio de dois rapazes da capital na montagem de uma rádio local, se prepara para a chegada do ilustre engenheiro que irá construir a torre de transmissão de seu novo negócio. O engenheiro chega à cidadela de helicóptero, e é recebido pela multidão de caipiras curiosos. Preocupado com a segurança de sua máquina, ele é acalmado pelo Prefeito: “Não se preocupe que eu já mandei os guardas da prefeitura ficar aqui de vigia!”.</p>
<p>A cena não foi feita com o intuito de apontar uma atitude desonesta ao prefeito. Pelo contrário, era uma cena trivial de uma atitude trivial que passou despercebida de tão amplamente aceita. Mas, analisada, retrata um sério problema da nossa sociedade. Ela demonstra como o conceito de direito de propriedade é raso em nosso imaginário coletivo. Há uma grande facilidade em se aceitar a apropriação de bens alheios. No caso, o prefeito se apropria de um bem de propriedade comum – a segurança – para dar ao engenheiro que lhe prestará serviços pessoais. Esquece-se, entretanto, que toda apropriação implica uma expropriação (exceção, claro, aos bens abandonados ou nunca utilizados), seja ela exercida sobre um bem em comum ou sobre um bem privado. Em Paraíso, o prefeito expropriou o povo. Mas ninguém pareceu importar.</p>
</div>]]></content:encoded>
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