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	<title>limite &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/limite/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "limite"</description>
	<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 05:46:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[poem]]></title>
<link>http://mihaistanescu.wordpress.com/2009/11/24/poem/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 08:07:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>mihaistanescu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Come to the edge. We might fall. Come to the edge. It&#8217;s too high! Come to the edge! And they c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ffcc00;"><a href="http://mihaistanescu.wordpress.com/files/2009/11/dsc_0110.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-386" title="zmeii din 2 mai" src="http://mihaistanescu.wordpress.com/files/2009/11/dsc_0110-e1259049925126.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a> Come to the edge. </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> We might fall. </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> Come to the edge. </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> It&#8217;s too high! </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> Come to the edge! </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> And they came, </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> and he pushed, </span></h3>
<h3><span style="color:#ffcc00;"> and they flew. </span></h3>
<p style="text-align:right;">(Christopher Logue)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dedicato a chi pensa che a 30 all'ora non succeda nulla]]></title>
<link>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/24/dedicato-a-chi-pensa-che-a-30-allora-non-succeda-nulla/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 07:20:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>paoblog</dc:creator>
<guid>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/24/dedicato-a-chi-pensa-che-a-30-allora-non-succeda-nulla/</guid>
<description><![CDATA[di Maurizio Caprino No, non è Bagdad dopo un attentato. Più semplicemente è una delle strade più tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://paoblog.wordpress.com/files/2009/11/6a00e54fe5247188330120a6cc173e970b-800wi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-17239" title="6a00e54fe5247188330120a6cc173e970b-800wi" src="http://paoblog.wordpress.com/files/2009/11/6a00e54fe5247188330120a6cc173e970b-800wi.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p>di Maurizio Caprino</p>
<p>No, non è Bagdad dopo un attentato. Più semplicemente è una delle strade più trafficate di Sesto Fiorentino, come l&#8217;ha fotografata sabato mattina Paolo Giachetti: un grosso camion da cantiere si è ribaltato, distruggendo un muro. Per fortuna per quella strada passano pochi pedoni e quindi è finita senza vittime.</p>
<p>Ma vorrei attirare la vostra attenzione sul fatto che un mezzo così pesante su una strada con quel traffico difficilmente sarà riuscito ad andare oltre i 30 all&#8217;ora. Tanto è bastato affinché &#8211; come pare da una prima ricostruzione &#8211; il camion finisse sul marciapiede e nel ricadere capitasse con almeno una delle ruote in posizione tale da farlo poi impennare e ribaltare.</p>
<p>Probabilmente tutto è iniziato perché l&#8217;autista stava cercando di evitare un impatto con qualcuno, confidando nelle piccole dimensioni del marciapiede rispetto a un camion di quel genere. E invece&#8230;</p>
<p>Fonte: <a href="http://mauriziocaprino.blog.ilsole24ore.com/">http://mauriziocaprino.blog.ilsole24ore.com/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O trabalho é mesmo uma "opção" para as mães?]]></title>
<link>http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/23/o-trabalho-e-mesmo-uma-opcao-para-as-maes/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:24:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>glauciana</dc:creator>
<guid>http://glauciananunes.wordpress.com/2009/11/23/o-trabalho-e-mesmo-uma-opcao-para-as-maes/</guid>
<description><![CDATA[A edição de agosto da revista Crescer, que eu só li essa semana, devido à correria da minha rotina, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://glauciananunes.wordpress.com/files/2009/11/mae.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="mae" src="http://glauciananunes.wordpress.com/files/2009/11/mae.jpg" alt="" width="500" height="269" /></a></p>
<p>A edição de agosto da revista <a href="http://www.revistacrescer.com.br" target="_blank">Crescer</a>, que eu só li essa semana, devido à correria da minha rotina, me chamou a atenção por uma matéria com destaque na capa &#8211; <strong><em>&#8220;Qual é a melhor opção para a mãe que trabalha&#8221;.</em></strong></p>
<p>Desde que recebi a revista, fiquei tentada em ir direto para essa reportagem. E hoje, vendo as 20 páginas de comentários da <a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI84687-10496-1,00-A+ROTINA+DE+TRES+MAES+COMO+ELAS+ENFRENTAM+AS+DIFICULDADES+DO+DIA+A+DIA.html" target="_blank">versão online da matéria</a>, constatei que o título não gerou expectativas apenas em mim, mas em muitas mães leitoras de Crescer.</p>
<p>E porque? Provavelmente, porque essa seja uma neura que ronde a cabeça e consciência de todas as mulheres que um dia pariram. Como conciliar o trabalho [ou a falta dele] com a maternidade?</p>
<p>Desde que li a reportagem fiquei com a pulga trás da orelha, desculpem-me o clichê. Para escrever esse texto e clarear melhor as ideias, fui procurar o texto no site da Crescer. Eis que me deparo com as impressões de mais mães que leram a reportagem e fiquei surpresa por todas que comentaram terem tido a mesma percepção que a minha: as três personagens da reportagem fazem parte de uma pirâmide muito seleta do nosso país. As três aparentemente de classe média, que contam com a ajuda de babás, empregadas, avós, duas delas com maridos e uma divorciada.</p>
<p>Depois que me tornei mãe e passei a &#8220;viver&#8221; esse universo materno, encontro um sem número de trabalhadoras que madrugam, mandam seus filhotes ainda bebês para a creche municipal mais próxima, encaram trem + ônibus até o trabalho, retornam para a casa no finzinho da tarde, ainda têm de lavar a roupa, fazer a comida, dar atenção ao marido.</p>
<p>Existe uma receita de bolo para como conciliar o trabalho e a criação dos filhos? Creio que não. Talvez por isso que o coro seja uníssono nos comentários sobre a reportagem, no site da Crescer: &#8220;<em>nos frustramos&#8221;</em>. Isso porque esperávamos encontrar o bê-a-bá de como criar os filhos de forma satisfatória e ainda dar conta do trabalho, que para tantas de nós não é apenas uma opção de estilo de vida e sim uma necessidade.</p>
<p>Lembremos que uma boa parcela da sociedade brasileira tem seus lares gerenciados só por mulheres, muitas separadas, solteiras ou que foram abandonas pelos companheiros. Pois bem, não existe receita de bolo! E tenho, a cada dia mais, tentando pensar que cada uma de nós, mães, mulheres, trabalhadoras, temos nossa missão nesse mundo e, assim, os seus desafios. Não há receita de bolo, nem manual, nem formato&#8230; temos de dançar conforme a música, como diria a minha avó.</p>
<p>Portanto, a única coisa que eu digo é: tentemos abrandar a nossa culpa. Isso sim é algo que podemos tentar manipular&#8230; o resto é ir tocando como dá e não apenas escolhendo uma &#8220;opção&#8221; de trabalho, como sugere a reportagem. Isso porque, para a maioria esmagadora de trabalhadoras e mães do país, o trabalho não é uma opção e sim uma necessidade.</p>
<p>Fica a dica também para que jornalistas, pauteiros e editores tentem chegar mais próximo da realidade de seu público-leitor, para que não dê tiros n&#8217;água tão elitistas como foi essa reportagem. Eu, como jornalista, mãe, leitora e trabalhadora, me sinto à vontade para fazer essa crítica. E com conhecimento de causa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tout ce que je touche est en moi (Jean Tardieu)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/23/tout-ce-que-je-touche-est-en-moi-jean-tardieu/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:12:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Un rêve étonnant m&#8217;environne: je marche en lâchant des oiseaux, tout ce que je touche e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9584" title="kandinsky" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/kandinsky.jpg" alt="" width="602" height="816" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Un rêve étonnant m&#8217;environne:<br />
je marche en lâchant des oiseaux,<br />
tout ce que je touche est en moi<br />
et j&#8217;ai perdu toutes limites.</p>
<p>(Jean Tardieu)</p>
<p><a href="http://images.google.fr/images?hl=fr&#38;source=hp&#38;q=kandinsky&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;tab=wi">Illustration</a></p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A-50: (4) En roulant vers la montée Boucher]]></title>
<link>http://richard3.wordpress.com/2009/11/22/a-50-en-roulant-vers-la-montee-boucher/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 20:34:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Richard3</dc:creator>
<guid>http://richard3.wordpress.com/2009/11/22/a-50-en-roulant-vers-la-montee-boucher/</guid>
<description><![CDATA[À l&#8217;ouest du chemin Avoca, les travaux de l&#8217;A-50, après un départ tardif, avancent plutô]]></description>
<content:encoded><![CDATA[À l&#8217;ouest du chemin Avoca, les travaux de l&#8217;A-50, après un départ tardif, avancent plutô]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carezza di uomo, carezza di donna. Il corpo, la pelle e il mondo]]></title>
<link>http://gigicortesi.wordpress.com/2009/11/21/fenomenologia-della-carezza-carezza-pelle-mondo-uomo-e-donna/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:53:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gigi Cortesi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Una carezza può essere abitata dallo stupore più emozionante e carico di creazione, ma può anche gen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:small;">Una carezza può essere abitata dallo stupore più emozionante e carico di creazione, ma può anche generare fastidio o dolore laceranti. Può portare ed essere gioia raccolta, inebriante piacere, vita totale, panico amore; ma anche morte o solitudine assolute.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">La stessa carezza può essere dolcissima o violenta, vivificante fino alla esaltazione o devastante fino alla pietrificazione: dipende da quanta integra sia o possa essere la <em>pelle</em> di chi la riceve; da quanto questa persona abbia o non abbia attivato, costituito e strutturato il proprio Sé durante la relazione di gravidanza e di accudimento. È in questo periodo evolutivo che <em>prende corpo</em> il Sé, cioè il nucleo di fondo della personalità di un individuo. La<em> pelle</em> è prima la possibilità e poi la capacità del Sé di essere corpo nel mondo, comunicante con il mondo, aperto al mondo e all&#8217;alterità di tutti quegli incontri, che fanno e sono <em>il mondo</em>. Un Sé non bene attivato o non adeguatamente costituito e strutturato si presenterà come un corpo senza pelle o con la pelle ferita, squarciata, ustionata, che lascia il Sé in un urlo senza protezione. Allora anche la carezza più delicata e rispettosa, più tenera e stupita, più generosa e innamorata aggiungerà ferita a ferita, squarcio a squarcio, ustione a ustione, in una sofferenza drammatica e insopportabile. </span></p>
<p><span style="font-size:small;">Ma anche per un&#8217;altra ragione la stessa carezza può essere dolcissima o violenta, vivificante o devastante fino alla morte: dipende da quanto transitivo oppure intransitivo sia o possa essere il gesto di chi esprime e dà la carezza; da quanto questa persona sappia o possa arrivare alla alterità della persona amata. Se prima e più che intuire, sfiorare, toccare l&#8217;alterità dell&#8217;altro, la mano di chi carezza sente – soltanto o primariamente o prevalentemente &#8211; sé stessa, il proprio timore e tremore, la propria timidezza o inadeguatezza, oppure il proprio bisogno di possesso, la propria volontà di invadere ed espropriare, la propria necessità di esibire l&#8217;affetto o l&#8217;amore, di recitarli, mostrarli, senza mai poterli o saperli davvero vivere ed essere. Allora anche la carezza più espressiva e tecnicamente più ineccepibile rischia di non giungere e destinazione, di essere e restare gesto impotente, alibi d&#8217;amore, inganno di affetto e tenerezza, mero pretesto, comunicazione mai davvero attivata, che – sotto l&#8217;apparenza o l&#8217;illusione dell&#8217;incontro e del contatto &#8211; lascia nella solitudine la profondità del Sé sia di chi dà la carezza sia di chi la riceve.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Ci sono così carezze che <em>danno corpo</em> e carezze che <em>prendono corpo</em>, come se lo rubassero, lo bestemmiassero, lo devastassero, lo annullassero. Ci sono carezze che infondono anima e carezze che la spengono. Ci sono carezze che possono e sanno solleticare nel riso la pelle, incendiarla di piacere, inebriarla di passione, bagnarla di soavissimi orgasmi; e ci sono carezze che desertificano l&#8217;animo, assetano la pelle senza mai inumidirla di rugiada, affamano il cuore senza mai toglierlo e riscattarlo dalla nausea, in un gioco sadico e folle di promesse mai mantenute, di attese inesorabilmente mancate, di illusioni ossessivamente ripetute e sempre più alienanti. </span></p>
<p><span style="font-size:small;">Ci sono carezze più proprie dell&#8217;uomo e carezze più proprie della donna. </span></p>
<p><span style="font-size:small;">Le carezze di un uomo sanno o possono confermare e decidere quanto sia bella una donna, ma possono anche scavarne l&#8217;anima e lacerarne la carne. Ogni carezza di uomo sa o può confermare il Sé della donna , sa vestirlo di fecondità e spogliarlo nella identità e nella tenerezza; sa dargli bellezza, intensità, luce, acqua, vento, respiro, in un gioco, che, qualora sia libero e adulto, è il “tra” che apre il mondo all&#8217;essere e l&#8217;essere al mondo.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Le carezze di una donna sono un piccolo utero o una gravidanza ripetuta intensa, che può dare nome, corpo, vita al Sé dell&#8217;uomo, fino all&#8217;accoglienza che concepisce e al contenimento che partorisce. Ogni carezza di donna sa o può essere concepimento, gravidanza, parto, concepimento, accudimento, in un gioco che, qualora si liberi dall&#8217;infantilismo, può essere profondità d&#8217;amore, ricreante tenerezza dell&#8217;eros.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Quando è data con sapienza, la carezza di un uomo è azione di spazio e di utopia. Quella di una donna è evento di tempo e di creazione.</span></p>
<p><span style="font-size:small;">Quando è ricevuta, per l&#8217;uomo può essere inizio esplosivo o regressiva implosione, talora un addio o, un aborto subiti. Per la donna può essere prezioso vestito, incandescente identità, entusiasmo di speranza, sistole di fede e prodigio: oppure furto, scippo, rapina, stupro che espropria il corpo e sfratta l&#8217;anima, cancro che scava, estingue, uccide.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Champ de chrysanthèmes (Sanpû)]]></title>
<link>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/19/champ-de-chrysanthemes-sanpu/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:45:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>arbrealettres</dc:creator>
<guid>http://arbrealettres.wordpress.com/2009/11/19/champ-de-chrysanthemes-sanpu/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Champ de chrysanthèmes par le brouillard occulté paraît limité (Sanpû) &nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;font-weight:bold;font-size:17px;font-family:Comic sans-serif;color:blue;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9230" title="chrysanthèmes" src="http://arbrealettres.wordpress.com/files/2009/11/chrysanthemes.jpg" alt="" width="405" height="722" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>Champ de chrysanthèmes<br />
par le brouillard occulté<br />
paraît limité</p>
<p>(Sanpû)</p>
<p>&#160;</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Limitele normalitatii]]></title>
<link>http://athelia4444.wordpress.com/2009/11/19/limitele-normalitatii/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>athelia4444</dc:creator>
<guid>http://athelia4444.wordpress.com/2009/11/19/limitele-normalitatii/</guid>
<description><![CDATA[NORMAL DEX98: Care este așa cum trebuie să fie, potrivit cu starea firească, obișnuit, firesc, natur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>NORMAL<br />
 DEX98: Care este așa cum trebuie să fie, potrivit cu starea firească, obișnuit, firesc, natural</p>
<p>NODEX02: Care este în concordanță cu norma; conform normei; firesc; natural; obișnuit.<br />
 2) (despre ființe vii) Care este în conformitate cu normele speciei sale (din punct de vedere fizic și psihic)</p>
<p>* observati schimbarea sensului cuvantului in decursul a patru ani &#8211; normal este acum mai mult sinonim cu &#8220;standard&#8221;, adica o conventie. Inainte avea un sens mai &#8220;absolut&#8221;, adica, anormalul era o &#8220;abominatie&#8221;, iar acum anormalul este doar &#8220;neconform unei conventii&#8221;.</p>
<p>ANORMAL<br />
Dex98: Care se abate de la normal; contrar regulilor, normelor obișnuite.<br />
Antonime 2002: nebun, nenormal, patologic, subnormal<br />
Dictionary.com: care nu e normal, obisnuit, des intalnit, comun, care se departeaza de medie, de o norma sau un sablon.</p>
<p>* observati diferenta de perceptie intre natiuni asupra anormalului. Anormalul romanesc este &#8220;bolnav&#8221;, iar cel american este mai mult &#8220;inedit&#8221; sau &#8220;neasteptat&#8221;.</p>
<p>NÓRMĂ ~e f.<br />
1) Sumă de reguli recunoscute de majoritatea unei colectivități ca obligatorii.<br />
2) Criteriu de apreciere<br />
3) Mărime medie admisă pentru ceva; măsură stabilită.</p>
<p>Normalitatea in orice context uman reprezinta o medie a unui intreg, un punct ce asigura o usurinta de comunicare, cooperare si identificare si o reflexie asupra mediului in sine in care se manifesta un grup, necesitatile implinite si neimplinite ale fiintei umane intr-un spatiu si un moment din timp.<br />
Odata cu migrarea acestui intreg si transformarea acestuia in functie de mediul in care se afla, ceea ce este considerat normal, la fel, se se adapteaza si este adaptat, pentru a intruni necesitatile majoritatii.<br />
Normalul este firescul creat de om si totodata trait de animalul ce-l reprezinta.<br />
Omul in sine, ca ideal, isi schimba identitatea si definitia de la o epoca la alta, de la o zona la alta, chiar de la individ la individ.<br />
Cooperarea si comunicarea sunt necesare omului social pentru a supravietui.<br />
Prioritatile si normele din viata acestuia sunt stabilite de nevoile acestuia.<br />
Ne dorim haos in contextul in care dorim evolutie si un statut. Ne dorim ordine in contextul in care dorim siguranta.<br />
Normele ne docilizeaza si in acelasi timp ne revolta. Le recunoastem ca un firesc in viata noastra, si totusi le respingem absurditatea si inutilitatea pentru persoana proprie.<br />
E normal sa dam noroc, sa dam buna ziua cunoscutilor, sa tinem la aspectul propriu si la visele noastre.<br />
Si cu toate astea ni se pare anormal sa nu ne putem exprima adevaratele opinii in fata autoritatilor din viata noastra, ne deranjeaza sa observam aparenta uniformizare pe strada, care nu ne caracterizeaza. Discriminam si nu vrem sa fim discriminati, deoarece nu putem accepta realitatea existentei tuturor din jurul nostru, care sunt altfel decat noi.<br />
Admiram oamenii cu personalitate, dar doar pe cei pe care ii putem intelege. Detestam oamenii cu un caracter bazat pe alte valori decat ale noastre.<br />
Traim intr-o lume atat de colorata, si totusi tindem sa apreciem doar putinele elemente care ne intereseaza, pentru ca varietatea &#8220;buna&#8221; din exterior se rezuma la ceea ce necesitam in interior.<br />
Ne simtim luminati ca adoptam noi curente. Si cu toate astea, ele sunt adoptate de majoritate. Ceea ce ne face speciali prin a fi la fel.<br />
Ne simtim avangardisti cand imbracam cea mai noua haina sau asimilam cea mai noua idee&#8230; Si cu toate acestea, ideile acestea pot fi calculate, prezise si deduse logic. Tendintele exista&#8230; Iar orice tendinta prezentata prea devreme ni se pare o abominatie. Insa la momentul potrivit, tendinta este un lucru minunat, pe care, daca il adoptam, ne hraneste egoul si ne da impresia ca suntem CINEVA, presus CELORLALTI.<br />
Contraculturile si subculturile ingrozesc, deoarece isi situeaza normalitatea proprie departe de limitele normale ale culturii in care se afla.<br />
Si cu toate acestea, in cadrul contraculturii, membrii lor sunt conformisti. Formeaza omogenitate si o identitate colectiva. Poate chiar o omogenitate mai mare decat grupul  din care s-au debarasat. Deoarece un grup, cu cat este mai nou, cu atat este mai coerent si uniform, in timp dezbinandu-se entropic, pana la uitare. Ca apoi sa fie reinventat si adaptat nevoilor din alta perioada&#8230;</p>
<p>Si ce ne face sa fim Cineva? In ce context? Suntem cineva pentru cei mai apropiati din grupul in care ne aflam. Suntem nimeni, sau doar o statistica in societate.<br />
Suntem cineva in fata viselor pe care le urmam si care ne aduc bucuria de a trai. Suntem nimeni in fata mortii.</p>
<p>Ce este normalitatea? Nimic altceva decat o iluzie, o conventie temporara si dinamica in timp. Ea evolueaza, se schimba odata cu lumea si cu nevoile ei. Limitele ei sunt mai largi sau mai stranse in functie de context. Este punctul de sprijin si de orientare pentru oamenii care se misca permanent, care se schimba permanent, biologic, psihologic, intelectual.</p>
<p>Ce este anormalitatea? Iesirea din acele limite ce  permit individului sa fie acceptat si dezirabil in societatea sau grupul in care se afla. Anormalul trece dincolo de limitele acceptate ale normalului, el socheaza, dezgusta si creeaza un sentiment de haos individului. El poate fi inspaimantator, sau demn de dispret. Poate trezi ura si resentimente. Este lucrul pe care oricine ar dori sa-l elimine din existenta si sa-l expulzeze din perceptia sa.</p>
<p>Calitatile acceptate intr-un sistem de valori, daca sunt exacerbate, devin parte a anormalului pentru individul normal, asadar generand un sentiment de respingere.&#8221;Geniul&#8221; ii va parea omului normal de neinteles, intimidant si ii va crea un dezechilibru interior, care ii va nega necesitatea naturala de a fi valid. Astfel el va deveni opac in fata acestuia, pentru a-si proteja sistemul de valori.</p>
<p>Care sunt limitele normalitatii? Ele nu pot fi definite decat in contexte, intr-un moment din timp. Nu exista un algoritm care sa poata calcula aceste limite in functie de grup. Insa ele pot fi calculate in cadrul aceluiasi grup, ca evolutie. Cum putem realiza dimensiunile acestor limite cand nu ne realizam nici macar propriile limite?</p>
<p>Si ce reprezinta depasirea limitelor altceva decat largirea limitelor intre care se incadreaza normalitatea? A depasi limite duce la anormalitate. A te juca pe marginile limitelor inseamna a-ti manifesta in societate maximul acceptabil si traductibil din propria personalitate, fara sa fii marginalizat pentru transparenta prin care te expui.</p>
<p>In aceasta lumina putem accepta ca limitele normalitatii nu sunt decat o norma sociala, urmare a tendintei de uniformitate intrinseca oricarei forme de organizare umane, norme dictate de segmentul mai numeros al populatiei. De-a lungul istoriei aceste &#8220;limite&#8221; au suferit o serie de transformari, in functie de contextul psiho-social al diverselor epoci. Astfel sfintii au devenit nebuni, nebunii au devenit oameni de stiinta sau arte, dar fenomenul in sine nu s-a schimbat.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La ragione adeguata e la teoria della libertà.]]></title>
<link>http://labellezzaeunaferita.wordpress.com/2009/11/17/1115/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:20:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>johnmaynard</dc:creator>
<guid>http://labellezzaeunaferita.wordpress.com/2009/11/17/1115/</guid>
<description><![CDATA[Alexander Calder, Spirals and petals La “morale prima della morale” o per meglio dire l’esperienza m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><div id="attachment_1119" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://labellezzaeunaferita.wordpress.com/files/2009/11/alexander-calder-spirals-and-petals-c-1969.jpg"><img src="http://labellezzaeunaferita.wordpress.com/files/2009/11/alexander-calder-spirals-and-petals-c-1969.jpg?w=300" alt="" title="alexander-calder-spirals-and-petals-c-1969" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1119" /></a><p class="wp-caption-text">Alexander Calder, Spirals and petals</p></div><br />
La “morale prima della morale” o per meglio dire l’esperienza morale elementare può ben poggiare su credenze che hanno base neuronale empiricamente documentabili dalle neuroscienze (emozioni, valori, pensiero), ma essa, ad una ragione adeguata, rivela di articolarsi anche attraverso un altro polo che, in senso lato, possiamo chiamare spirituale.<br />
Nel rispetto dell’unità-duale (neuronale e spirituale) dell’esperienza morale fondamentale un discorso scientifico rigoroso non può escludere la necessità di una compiuta elaborazione di una teoria della libertà.<br />
Sorge a questo punto una domanda.<br />
E’ possibile superare i due poli costitutivi dell’unità di questa esperienza morale elementare che inevitabilmente apre al senso religioso, in una sintesi che chiuda, una volta per tutte, in un sapere oggettivo, questa stessa polarità?<br />
Un’analisi rigorosa ci costringe a dire di no.<br />
Dal punto di vista delle neuroscienze è impossibile un sapere compiutamente oggettivante del cervello capace di spiegare tutto l’uomo. Anche nel caso, del tutto ipotetico e almeno oggi non ancora dimostrabile, che la mente possa essere ridotta a cervello.<br />
Così pure la dimensione spirituale cui abbiamo fatto riferimento non è in grado, da sola, di afferrare la profondità ultima dell’uomo. Il paradosso dell’uomo consiste nella sua ec-centricità.<br />
Egli è capace di infinito ma essendo irrimediabilmente finito, non può com-prendere il mistero.</p>
<p>Card.Angelo Scola, prolusione per l’inaugurazione dell’anno accademico 2009-2010 del Pontificio istituto Giovanni Paolo II<br />
nel XXIX anniversario di fondazione.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrega com Hora Marcada - São Paulo. Os fornecedores de bens e serviços deverão estipular, no ato da contratação, a data e horário da entrega de bens e serviços cumprindo tais obrigações nos turnos da manhã, tarde ou noite, em conformidade com horários pré-determinados.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/16/entrega-com-hora-marcada-sao-paulo-os-fornecedores-de-bens-e-servicos-deverao-estipular-no-ato-da-contratacao-o-cumprimento-das-suas-obrigacoes-nos-turnos-da-manha-tarde-ou-noite-em-conformidad/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ibn Taymiyya attribue une limite à Dieu]]></title>
<link>http://minhajsalafi.wordpress.com/2009/11/14/ibn-taymiyya-attribue-une-limite-a-dieu/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:28:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>minhajsalaf</dc:creator>
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<description><![CDATA[Après avoir cité le fait que l’imam Ahmad a explicitement INTERDIT d’attribuer un “had” (c’est-à-dir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Après avoir cité le fait que l’imam Ahmad a explicitement INTERDIT d’attribuer un “had” (c’est-à-dir]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Hasta dónde quieres llegar?]]></title>
<link>http://cibertrabajo.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfhasta-donde-quieres-llegar/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:44:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Lizarraga</dc:creator>
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<description><![CDATA[Saludos, Has pensado alguna vez&#8230;¿hasta dónde quieres llegar?.. En tu trabajo, tu vida familiar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Saludos, Has pensado alguna vez&#8230;¿hasta dónde quieres llegar?.. En tu trabajo, tu vida familiar]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Su Rai 3 fantastico Roberto Saviano da Fabio Fazio a Che tempo che fa]]></title>
<link>http://gigicortesi.wordpress.com/2009/11/11/fantastico-roberto-saviano/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:54:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gigi Cortesi</dc:creator>
<guid>http://gigicortesi.wordpress.com/2009/11/11/fantastico-roberto-saviano/</guid>
<description><![CDATA[Fantastico Roberto Saviano su Rai 3, da Fabio Fazio a &#8220;Che tempo che fa&#8221; dell&#8217;11 n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Fantastico Roberto Saviano su Rai 3, da Fabio Fazio a &#8220;Che tempo che fa&#8221; dell&#8217;11 novembre. Ci ha ricordato quanto potente è la parola, quanta vita e forza abbia, quanto umana sia.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Gli spazi e i tempi della parola sono stati in gran parte negati, uccisi da una società televisiva che paralizza e inbisce la parola (vedi il mio <a title="Noi e la tivù" href="http://gigicortesi.wordpress.com/libri/noi-e-la-tivu/">Noi e la tivù</a>). C&#8217;è anche chi &#8211; potere violento ed espropriante - questi spazi e tempi li vuole controllare, fino a ucciderli, perché vuole uccidere l&#8217;uomo. Negare e uccidere la parola è negare e uccidere l&#8217;uomo. Soprattutto quando la parola è incontro, la parola fa paura a chi vuole il potere fine a sé stesso, uccidendo prima di tutto proprio la parola “potere”, che <em>in-dica,</em> cioè “dice in sé” la possibilità, il potere essere, l&#8217;apertura d&#8217;essere all&#8217;infinito.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Anche quando è pronunciata o scritta nei luoghi della costrizione, della segregazione, della prigionia, della emarginazione, della fragilità, della malattia, del limite apparentemente più invalicabile, della morte stessa, anche allora e anche lì, soprattutto allora e soprattutto lì, la parola è “tra” che unisce e lega (questo significa il termine greco <em>logos</em>), <em>inter-roga</em> (cioè “chiama in mezzo”), <em>pro-voca</em> (cioè “chiama, parla davanti”, “chiama, parla al posto di chi la dice”), <em>in-voca</em> (cioè “chiama, parla dentro e/o verso”), <em>pro-nuncia</em> (cioè “annuncia davanti”, “annuncia al posto di chi la dice”), <em>de-nuncia</em> (cioè “annuncia dall&#8217;alto” di un&#8217;autorità comunque sia, facendosi anche <em>ev-angelo</em>, cioè “forte annuncio”), <em>es-orcizza</em> (cioè &#8220;libera dalla morte e dal buio&#8221;), <em>col-lega</em> (cioè “lega insieme, unisce”), <em>per-sona </em>(cioè “suona attraverso” chi la dice e chi la ascolta, “suona per mezzo” di chi la dice e l&#8217;ascolta). </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Come suggerisce la densità della radice di <em>logos</em>, la parola,  prima di essere letta, è lei che legge, interpreta, detta, anima.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">La parola è come l&#8217;acqua: filtra, scorre, piove, evapora per condensarsi e rifluire, ghiaccia per essere ghiacciaio che genera fiumi e forma valli e in-forma mari e oceani, gocciola nelle caverne più sotterranee scolpendo prodigiose stalattiti e stalagmiti, scava paziente le pietre più ostinate. La parola è acqua di donna: piange di emozione, inumidisce di desiderio, bagna d&#8217;orgasmo, con-tiene in fecondità amniotiche, allatta di maternità, insaliva di svezzamento, bacia di umida passione.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Lo dice la sua stessa etimologia ( <em>parola</em> deriva dal greco <em>para-ballo</em> , che significa “gettare accanto”, “gettare contro”, “gettare in modo eterdosso” ): parola è proiettile, bolide, messaggio forte, fantasia, slancio, ironia, satira, consacrazione dissacrante, dissacrazione consacrante, preghiera che bestemmia, bestemmia che prega, ossimoro che crea, parabola che si genera intorno a un fuoco e si apre all&#8217;infinito e all&#8217;assoluto; parola </span></span><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">è seme maschile, eiaculanzione generante, spora nel vento, primavera vivificante, anima, soffio creante, pneuma liberante, pentecoste delle lingue</span></span><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">. </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">La parola comenda lei, è più forte di chi la osa e la tenta, fa tremare le vene e i polsi di chi le si affida, rende “macro” e scavato chi la dice, si appropria di chi la usa. Basta che chi la incontra lasci che la propria vita e il proprio Sé vengano detti loro per primi dalla parola che dicono. Allora parola è autore e autorità, <em>auctor et auctoritas</em>, cioè &#8220;colui e ciò che fa crescere&#8221;. Allora parola è risposta e responsabilità, cioè &#8220;possibilità della risposta&#8221;. Ma, anche quando a dirla è chi vuole negarla, la parola – nonostante chi la dice e alla faccia di chi crede di usarla &#8211; dice sempre la verità, a condizione che chi la ascolta sia e stia attento, sappia essere critico, non la dia mai per scontata, la in-tenda oltre chi la sta dicendo, la ami tutta oltre ogni deformazione, la riconosca nonostante ogni ferita e al di là di ogni suo tradimento. Il miracolo della parola è anche questo: quando nega, afferma; quando tace, dice; quando chiede, dona; quando muore, risorge.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman, serif;"><span style="font-size:small;">Mi piace pensare che Dio nella seconda persona della Trinità si identifichi proprio come <em>Parola</em> ; che nella terza persona della Trinità si identifichi come <em>Paraclito</em> , cioè come “colui che chiama vicino e accanto”, per consolare, proteggere, difendere, testimoniare. Per questo parola è anche &#8211; e forse prima e più di tutto &#8211; lasciarsi dire da Dio, incarnarlo, testimoniarlo fino alla stessa possibilità della “grande tribolazione” che rivela e annuncia cieli nuovi e terre nuove. </span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuando X tiende a... ¡destrucción!]]></title>
<link>http://tengounamigoque.wordpress.com/2009/11/11/cuando-x-tiende-a-%c2%a1destruccion/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 06:00:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>errepunto</dc:creator>
<guid>http://tengounamigoque.wordpress.com/2009/11/11/cuando-x-tiende-a-%c2%a1destruccion/</guid>
<description><![CDATA[Tengo un amigo que tenía un profesor de matemáticas al que Cartman de Southpark calificaría de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tengo un amigo que tenía un profesor de matemáticas al que Cartman de Southpark calificaría de &#8220;fuertecito&#8221;. El hombre no era mal profesor y le gustaba enseñar las cosas de forma sencilla y visual.</p>
<p>Un día empezó a explicar los límites de funciones:</p>
<p>- Un límite cuando &#8220;x&#8221; tiende a un valor es como si yo me acerco a esta pared: puedo acercarme todo lo que pueda a la pared pero no puedo llegar a ser la pared.</p>
<p>Por los golpes que le dio a la pared y como temblaba la pizarra con cada impacto, más de uno llegó a pensar que si que lo conseguiría.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Acaso Jesús inicio una nueva Religion?]]></title>
<link>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 05:16:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>killuminati2012</dc:creator>
<guid>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/</guid>
<description><![CDATA[Jesús mismo dijo que había venido a liberar a los cautivos, pero ¿qué es lo que nos hace cautivos? L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><a rel="attachment wp-att-2054" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/cristiandad/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2054" title="Cristiandad" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/cristiandad.jpg?w=300" alt="Cristiandad" width="300" height="225" /></a>Jesús mismo dijo que había venido a liberar a los cautivos, pero ¿qué es lo que nos hace cautivos? <!--more-->La respuesta de la corriente principal del cristianismo sería que él vino a liberarnos del pecado, pero que tal si es una distorsión deliberada del verdadero mensaje de Jesús? ¿Qué pasaría si Jesús realmente vino a liberarnos de la religión, específicamente una religión controlada por la élite del poder?</h3>
<h3>
<div id="attachment_2055" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-2055" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/muerte-de-jesus/"><img class="size-medium wp-image-2055" title="muerte de jesus" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/muerte-de-jesus.jpg?w=300" alt="muerte de jesus" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Asesinato JudeoRomano</p></div>
<p>¿Quién mató a Jesús? La élite del poder!  La élite del poder de la religión judía crearon la campaña y la &#8220;justificación&#8221;, y la élite del poder del imperio romano la ejecuto. Pero ¿por qué las instituciones religiosas quieren hacer callar a Jesús tan desesperadamente que hasta estaban dispuestos a matarlo? Debido a que las verdaderas enseñanzas de Jesús fueron la última amenaza al poder del establecimiento sobre el pueblo.</h3>
<h3>
<div id="attachment_2059" class="wp-caption alignright" style="width: 274px"><a rel="attachment wp-att-2059" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/jesus_teaching-3/"><img class="size-medium wp-image-2059" title="jesus_teaching" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/jesus_teaching1.jpg?w=264" alt="jesus_teaching" width="264" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro de Maestros</p></div>
<p>¿Qué enseño Jesús  que en realidad era una amenaza para el establecimiento? La religión judía se basa en la creencia de que la gente necesita el perdón de sus pecados, que solo podrán obtener a través de la religión establecida y su jerarquía. Mientras que la gente creia esto, las autoridades religiosas tenían un poder absoluto sobre el pueblo y sus posiciones de privilegio estaban seguros. Jesús atacó el corazón mismo de esta religión al declarar que el  Cristo vivo tiene el poder de perdonar los pecados y que la gente puede comunicarse con el Cristo Viviente directamente dentro de sí mismos &#8211; &#8220;El reino de Dios está entre vosotros&#8221; &#8211; sin pasar por una religión externa. Puede obtener el perdón del pecado encontrando el Cristo Viviente dentro de ti mismo y trascender el estado de conciencia que es el pecado, es decir, lo que Jesús llamó &#8220;la muerte&#8221;.</h3>
<h3>
<div id="attachment_2060" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-2060" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/catolicismo/"><img class="size-full wp-image-2060" title="Catolicismo" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/catolicismo.jpg" alt="Catolicismo" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Asesinos de la Verdad</p></div>
<p>Así que piensa acerca de esta lógica. ¿Es realmente posible que Jesús vino a comenzar una religión que se convertiría exactamente igual que la religión que lo había matado ? Desde la formación de una religión cristiana oficial &#8211; y, sobre todo después de la aparición de la Iglesia Católica &#8211; El Cristianismo dominante ha hecho la misma afirmación exacta como la religión que mato a Jesús.  ¿Cómo puede ser esto lo que Jesús quería o quiere hoy?   La cruda realidad es que Jesús no vino para iniciar una religión que estaría dominado por la élite del poder y se utiliza para esclavizar las mentes de la gente en una caja rígida mental definida por los dogmas y doctrinas. Cuando Jesús dijo a sus apóstoles que salieran al mundo e hicieran discípulos a todas las personas, no significa que sean miembros de una religión rígida y dogmática que reclamen su nombre, mientras queexiste la supresión de su verdadero mensaje.(ejemplo:Catolicismo)</h3>
<h3><a rel="attachment wp-att-2061" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/jesus-holding-lamb/"><img class="size-medium wp-image-2061 alignright" title="jesus-holding-lamb" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/jesus-holding-lamb.gif?w=227" alt="jesus-holding-lamb" width="227" height="300" /></a>En realidad, Jesús vino a darnos un conjunto de enseñanzas universales para trascender el estado de conciencia en el que ciegamente seguimos a los dirigentes ciegos que componen los grupos de élite visto a lo largo de la historia. Jesús vino a liberarnos de la élite del poder, y en el primer par de siglos, esto es lo que muchos grupos cristianos predicarón y vivierón. Los primeros seguidores de Jesús no fueron llamados los cristianos, sino &#8220;Seguidores del Camino&#8221;, es decir la forma universal de Cristo que no puede limitarse a una religión dogmática. Luego, unaiglesia oficial surgió, fue tomada por la élite del poder, y ahora los que predicaban el verdadero mensaje de Jesús se llamaban herejes gnósticos y más tarde  fueron quemados en la hoguera.</h3>
<h3><a rel="attachment wp-att-2062" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfacaso-jesus-inicio-una-nueva-religion/cosmic-jesus/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2062" title="cosmic Jesus" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/cosmic-jesus.gif?w=300" alt="cosmic Jesus" width="400" height="293" /></a>Ya es hora de acabar con la falsedad y la hipocresía de la religión cristiana y redescubrir el verdadero camino de Cristo, es decir, el camino interior que no se basa en una religión externa, sino sólo en nuestra propia voluntad de seguir el llamado de Jesús a mirar la viga en el ojo propio y trascender el estado humano de la conciencia. Solo el logro de la conciencia de Cristo será verdaderamente superar &#8220;el pecado&#8221;.</h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um tapinha dói mais do que a gente pensa]]></title>
<link>http://conversademenina.wordpress.com/2009/11/10/um-tapinha-doi-mais-do-que-a-gente-pensa/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andreia Santana</dc:creator>
<guid>http://conversademenina.wordpress.com/2009/11/10/um-tapinha-doi-mais-do-que-a-gente-pensa/</guid>
<description><![CDATA[Recebemos um material elaborado pela equipe da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-3809" title="Palmadas" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/palmadas.jpg?w=300" alt="Palmadas" width="300" height="237" />Recebemos um material elaborado pela equipe da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância) sobre castigos físicos e os danos psicológico e morais na infância e adolescência. Deixar de bater em um filho porém, não significa que vamos deixar de dar-lhe limites e de, em certos momentos necessários, usarmos nossa autoridade de pais e mães para recusar alguma coisa que sabemos que naquele momento não é adequado para nossos filhos. Existem outras formas de educar que são muito eficazes e que passam longe de puxões de orelha e surras. No contexto de sociedade em que nossos avós viviam e bem antes deles, a palmatória na escola e o cinto de fivela em casa eram a norma. Ouço muita gente dizendo que naquela época os índices de criminalidade e uso de drogas eram bem menores. No entanto, não era por causa das surras nas crianças, era por todo um conjunto de fatores sociais, incluindo o tamanho da população mundial, bem menor, a quase ausência de vida urbana, resquícios de regimes autoritários que iam do colonialismo às ditaduras do começo do século XX e outras variáveis. Não significa que a violência não existisse. Existia sim, em larga escala, como hoje, contra mulheres e crianças. A diferença é que naquela época, era legitimada pelo patriarcalismo. O que não quer dizer que não estivesse errado. Mas a sociedade evoluiu e é preciso que saibamos lidar com nossos problemas, incluindo a educação infanto-juvenil, de uma forma menos bárbara que antigamente. Do contrário, a ideia de civilização cai por terra. Dizer NÃO para uma criança é uma das formas eficazes de educar, mas sempre dizer um não contextualizado, para fazer a criança entender porque não pode isso ou aquilo. O que vejo por aí são muitos pais que abominam a palmada, mas também não conseguem controlar os próprios filhos, criando verdadeiros &#8220;monstrinhos&#8221;, pequenos ditadores que desconhecem o respeito ao próximo. Vale a pena ler a reportagem da ANDI e acessar os links indicados pela Agência. Mas vale também refletir sobre o que de fato estamos fazendo para educar as futuras gerações.</p>
<p>=======================================</p>
<p style="text-align:center;">**<strong>Castigos físicos, mesmo com caráter &#8220;educativo&#8221;, causam danos à saúde de crianças e </strong><em><strong>adolescentes</strong></em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Estudos demonstram que crianças expostas à violência doméstica podem acabar se transformando também em agressores</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>A linha que separa o castigo corporal autorizado do maltrato infantil é muito tênue</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> Castigos podem gerar problemas de saúde mental e comportamento anti-social</em></p>
<p>O castigo físico contra a criança e o adolescente dentro do próprio lar é uma das formas mais comuns de violência familiar cometida no Brasil e no mundo, praticada há tempos e socialmente aceita como método corretivo pela maioria dos pais. Para muitos, dar uma palmada ou puxar a orelha dos filhos quando se comportam mal, entre outras formas de castigo corporal, é uma maneira eficaz de educá-los, contribuindo para o controle e a disciplina.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-full wp-image-3810" title="palmadas 2" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/palmadas-2.jpg" alt="palmadas 2" width="300" height="229" />Segundo o relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) lançado em agosto deste ano, somente 24 países proíbem os castigos físicos legalmente, e destes, apenas três são membros da Organização dos Estados Americanos (OEA): Uruguai, Venezuela e Costa Rica. Por outro lado, países como Peru, Brasil, Canadá e Nicarágua apresentaram recentemente iniciativas legislativas para proibir o castigo corporal contra as pessoas com menos de 18 anos. Em seu documento, a CIDH pede que os Estados proíbam toda forma de violência contra a infância e adolescência e solicita políticas públicas que enfoquem integralmente os direitos da criança. Estabelece, ainda, que até 2011, os países formalizem mecanismos de prevenção contra a violência infantil, incluindo medidas que possibilitem aos meninos e meninas denunciar maus tratos e, principalmente, serem ouvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">O relatório Mundial sobre a Violência e a Saúde (2002) e o Relatório sobre a Violência contra as Crianças, produzido pelo especialista Paulo Sérgio Pinheiro em 2006 para a ONU, conceituam a violência como o uso deliberado da força física ou do poder contra uma criança por uma pessoa ou por um grupo, seja por uma ameaça ou de forma efetiva, que cause ou tenha muitas probabilidades de causar prejuízo efetivo ou potencial à saúde dessa criança, à sua sobrevivência, seu desenvolvimento ou sua dignidade. Uma grande proporção de crianças e adolescentes em todo o mundo sofre significativa violência em seus lares. O estudo afirma, ainda, que grande parte da violência exercida contra o público infanto-juvenil permanece, por muitas causas, acobertada, dificultando a aplicação da justiça. Uma das razões para isso é o medo: muitas crianças têm temor de denunciar os episódios de violência que sofrem. Em outros casos, pais e mães, que deveriam proteger seus filhos, também por medo preferem o silêncio, principalmente se o responsável pela violência é o cônjuge ou algum membro da família.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3811" title="palmadas 3" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/palmadas-3.jpg" alt="palmadas 3" width="300" height="407" />A aceitação social da violência é um fator fundamental. Tanto as jovens vítimas quanto os agressores podem aceitar a violência física, sexual e psicológica como algo inevitável. E a disciplina cumprida mediante castigos físicos e humilhantes, intimidação e abuso sexual, com frequência é percebida como algo normal, especialmente quando não produz danos físicos &#8220;visíveis&#8221; ou imediatos.</p>
<p>Na publicação Situação Mundial da Infância 2007, o Fundo das Nações Unidas para a Infância &#8211; Unicef aponta que, todos os anos, 275 milhões de meninos e meninas de todo mundo sofrem violência doméstica e padecem das consequências de uma turbulenta vida familiar. No próprio lar podem ser identificados diferentes tipos de violência como a física, gerada ao se aplicar castigos corporais; a verbal e psicológica, manifestada por palavras ofensivas, xingamentos, humilhações, gritos e insultos; e a violência sexual contra crianças e adolescentes, que consiste em praticar condutas sexuais seja por ameaças, agressão física ou chantagem emocional.</p>
<p>Mesmo que meninos e meninas não sejam o alvo imediato da violência familiar, as consequências para seu desenvolvimento futuro são grandes e graves. Estudos demonstram que algumas crianças que foram expostas à violência doméstica acabaram se transformando também em agressores, perpetuando o círculo vicioso durante gerações. Pesquisas realizadas em alguns dos principais países em desenvolvimento &#8211; como China, Colômbia, Egito, Filipinas, Índia, México e África do Sul &#8211; indicam que existe uma notável correlação entre a violência contra as mulheres e a violência contra a infância.</p>
<p>Já na maioria dos países da América Latina, segundo a organização Save the Children Suécia, a magnitude do problema do maltrato infantil não está suficientemente visível. As estatísticas que descrevem a violência física contra meninos e meninas correspondem a fontes de informação parciais, uma vez que em nenhum desses países existem dados oficiais centralizados que quantifiquem as diferentes intervenções de instituições públicas e privadas que cuidam das vítimas infanto-juvenis.</p>
<p><strong>Lesões Físicas e Psicológicas &#8211; </strong>A eficácia do castigo físico diminui com o tempo e o grau de severidade tem que ser aumentado sistematicamente. O castigo corporal contra crianças e adolescentes pode lhes causar não só lesões, mas danos permanentes e até levá-los à morte. Atitudes extremas como essas constituem o maltrato infantil, forma distinta de castigo físico. Nos Estados Unidos, uma revisão de 66 casos de maltrato infantil concluiu que tanto o abuso quanto o maltrato ocorrem na maioria das vezes como &#8220;uma extensão de ações disciplinares que, em algum momento, e aos poucos, cruzam a linha que separa o castigo corporal autorizado do maltrato infantil não autorizado&#8221;.</p>
<p>O relatório mundial sobre Violência e Saúde da Organização Pan-americana de Saúde, divulgado em 2003, investigou provas de que enfermidades importantes da idade adulta &#8211; entre elas a cardiopatia isquêmica, o câncer, doença pulmonar crônica, a síndrome do intestino irritável e a fibromialgia &#8211; podem estar relacionadas com experiências de maltrato durante a infância. Em casos extremos, apanhar quando pequeno pode trazer, ainda, consequências mais graves para a saúde, como transtornos psiquiátricos e comportamento suicida.</p>
<p>De acordo com uma investigação feita pelo professor Murray Straus, da Universidade de New Hampshire, nos Estados Unidos, meninos e meninas castigados fisicamente apresentam, depois de quatro anos, um coeficiente intelectual baixo em comparação com os que nada sofreram. No grupo mais jovem, as crianças que não apanharam apresentaram 4 pontos a mais em seu coeficiente de inteligência do que as crianças que foram castigadas fisicamente. No grupo de crianças entre os 5 e 9 anos de idade, aqueles que não apanharam tiveram 2.8 pontos a mais em seu coeficiente intelectual que do os que sofreram castigos físicos, depois de quatro anos.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-3812" title="violencia criança" src="http://conversademenina.wordpress.com/files/2009/11/violencia-crianca.jpg?w=300" alt="violencia criança" width="300" height="292" />Já um informe elaborado por profissionais da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, destacou que o castigo físico põe em risco as crianças, gerando problemas de saúde mental e comportamento anti-social. Os castigos corporais não melhoram a conduta dos pequenos, como se pensa. Ao contrário disso, as vítimas tendem a perder a concentração nos estudos e aumentam suas possibilidades de se tornarem pessoas agressivas, competidoras e com predisposição a desenvolver, no futuro, relações violentas.</p>
<p>Segundo Márcia Oliveira, oficial de Programa para a América Latina e o Caribe da Save the Children Suécia, a temática dos castigos físicos no Brasil já foi vista com muita resistência. Mas foi a partir de 2005 que começou a surgir adesão de alguns grupos locais, provavelmente como reflexo do movimento internacional que estava sendo configurado. &#8220;A violência punitiva no Brasil começou com os escravos, depois com a mulher. A mulher lutou muito contra isso e nem em relacionamentos é mais permitido qualquer tipo de agressão, principalmente depois da lei Maria da Penha. Até com os animais é proibido o uso de violência, nos circos existe todo um cuidado, uma cobrança. Só com as crianças que a violência física continua sendo permitida. Temos que pular esta etapa de igual forma, ainda mais quando o que sustenta esta prática é o mito da validade do castigo com fins de educação&#8221;, defende.</p>
<p>Márcia lembra que muitas pessoas não percebem os castigos físicos e humilhantes como uma forma de violência. E é essa violência que pode, em alguns casos, levar a criança para a rua. &#8220;Não é tanto a questão da pobreza, mas é a violência que leva a criança e o adolescente para a exploração sexual, para as drogas, para a prática do bullying. Não é uma causa única, mas contribui para o processo. Uma criança ou um jovem que pratica o bullying contra os colegas, por exemplo, normalmente está refletindo o que vive em casa, propagando a violência para o ambiente escolar&#8221;, aponta. &#8220;Se há presença da violência no espaço de maior proteção da criança, que é a família, imagina nos outros espaços&#8221;, lamenta Márcia.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Saiba mais:</strong></span></p>
<p>&#62;&#62;<a href="http://www.cidh.oas.org/Ninez/CastigoCorporal2009/CastigoCorporal.2.htm#XI">Relatório sobre o Castigo Corporal e os Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes 2009 &#8211; Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) </a>(em espanhol)</p>
<p>&#62;&#62; <a href="http://www.unicef.org/brazil/pt/sowc07.pdf">Situação Mundial da Infância 2007 &#8211; Unicef</a> (em PDF)</p>
<p>&#62;&#62;<a href="http://www.savethechildren.org.ar/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=69&#38;Itemid=34">Abuso Sexual Infantil e Exploração Sexual Comercial Infantil na América Latina e no Caribe 2006 &#8211; Save the Children Suécia</a> (em espanhol)</p>
<p>&#62;&#62;<a href="http://www.naobataeduque.org.br/site/home/index.php">Rede Não Bata, Eduque</a></p>
<p style="text-align:justify;">&#62;&#62;<a href="http://www.unicef.org.br/">Unicef &#8211; Fundo das Nações Unidas para a Infância</a></p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>**Material encaminhado ao blog via email pela assessoria de comunicação da ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância)</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geyse Arruda - Aluna hostilizada na UNIBAN é Expulsa por quebra do decoro, ética, moralidade e Dignidade. De vítima à Ré. Advogado da Uniban afirmou que a Aluna teria levantado o vestido e provocado o tumulto. Ministério da Educação cobrará explicação da Universidade, que no dia 09/11/09 revogou a expulsão.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Donne al volante ]]></title>
<link>http://fidest.wordpress.com/2009/11/09/donne-al-volante/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 07:14:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>fidest</dc:creator>
<guid>http://fidest.wordpress.com/2009/11/09/donne-al-volante/</guid>
<description><![CDATA[Il 65% delle infrazioni commesse dalle automobiliste italiane non viene sanzionato. Questo il primo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;font-family:arial;font-size:15px;"><a href="http://fidest.wordpress.com/files/2009/11/donna-al-volante1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-20374" title="donna al volante1" src="http://fidest.wordpress.com/files/2009/11/donna-al-volante1.jpg?w=300" alt="donna al volante1" width="236" height="157" /></a>Il 65% delle infrazioni commesse dalle automobiliste italiane non viene sanzionato. Questo il primo dato emerso dall’indagine commissionata da Assicurazione.it, comparatore online di preventivi RC auto e moto, all’istituto di ricerca TNS Italia.  Parlare al cellulare mentre si guida è l’infrazione più comune, commessa dal 51% delle intervistate. Al secondo posto di questo podio particolare una sorpresa che infrange uno stereotipo importante: le donne al volante corrono, e parecchio. Ben il 49% delle automobiliste italiane ha infranto il limite di velocità nel corso degli ultimi 12 mesi e, se questo non bastasse, nel 30% sono passate col rosso e senza allacciare le cinture di sicurezza. A concludere questa cinquina di cui sarebbe meglio non vantarsi altre due violazioni del codice piuttosto gravi: il non mantenere le distanze di sicurezza (29%) e il parcheggiare in zone non consentite (19%).Nell’ultimo anno, secondo la ricerca condotto per conto di Assicurazione.it, il 59% delle patentate italiane è stato coinvolto in un incidente stradale. In questo caso cosa accade? Nel 74% delle circostanze si ricorre alla constatazione amichevole, ma ben oltre 600.000 italiane, magari per evitare le ire dei compagni, hanno preferito pagare di tasca propria l’altro conducente piuttosto che rivolgersi alla compagnia assicurativa. Avranno fatto bene? In media la loro spesa è stata di 200€, quasi il doppio di quanto sarebbe aumentato il loro premio cambiando classe di merito, se si fossero rivolte a un comparatore prezzi come Assicurazione.it ed avessero confrontato le offerte di diverse compagnie.  Sempre secondo l’indagine, le donne sono molto più inclini a risolvere la questione dell’incidente indennizzando l’altro conducente rispetto a quanto non lo siano gli uomini (41% rispetto a 26%)  Secondo il Prof. Gianluca Castelnuovo, docente di Psicologia all’Università Cattolica di Milano,.”  Di emozioni al volante, si sa, se ne vivono tante. La più intensa, forse, è la rabbia per un comportamento scorretto tenuto dagli altri. L’indagine condotta da TNS per Assicurazione.it ha messo in luce anche quali micce accendono l’ira delle donne al volante. L’80% delle automobiliste italiane si è trovata coinvolta in litigi con altri conducenti. Nel 54% dei casi si infuriano per l’esecuzione di manovre pericolose, nel 53% perché non gli viene data la precedenza e, nel 40% perché un altro mezzo ostruisce la carreggiata. Ai rumori, invece, sembra ci siano abituate e l’uso eccessivo del clacson occupa, assieme all’ostruzione del passo carrabile, l’ultimo posto nella classifica dei motivi d’ira delle automobiliste italiane (16%). E’ divertente notare, infine, come le donne siano molto meno tolleranti rispetto agli uomini per quanto concerne gli insulti ricevuti da altri automobilisti. Fanno perdere le staffe al 27% delle automobiliste, quasi 10 punti percentuali in più rispetto a quanto non accada agli uomini. (donna al volante)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Conociendo al Divino Femenino"]]></title>
<link>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/08/conociendo-al-divino-femenino/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 03:10:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>killuminati2012</dc:creator>
<guid>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/08/conociendo-al-divino-femenino/</guid>
<description><![CDATA[Divinidad Femenina Por toda la historia conocida, la vida religiosa en este planeta ha estado domina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#ff00ff;"></p>
<div id="attachment_1958" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1958" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/08/conociendo-al-divino-femenino/radha/"><img class="size-medium wp-image-1958" title="Radha" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/radha.jpg?w=200" alt="Radha" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Divinidad Femenina</p></div>
<p>Por toda la historia conocida, la vida religiosa en este planeta ha estado dominado por la imagen de que Dios es una figura exclusivamente  masculina, <!--more-->a menudo descrito como una figura padre toda-poderosa en un cielo remoto. A veces, incluso presentado como un Dios enojado y crítico(Judgemental) que observa cada movimiento y está dispuesto a castigar severamente cualquier transgresión. </span></h3>
<h3><span style="color:#ff00ff;"><br />
¿Es posible que esta imagen de Dios fue creada deliberadamente con el fin de controlar a la humanidad para provocar que nos sintamos pasivos y, por tanto negar nuestro potencial creativo? ¿Es posible que este es el momento de impugnar dicha imagen y darse cuenta de que Dios tiene un lado masculino y femenino y que no podemos entender a Dios, la vida o nosotros mismos, sin conocer la relación entre ambos? </span></h3>
<h3><span style="color:#ff00ff;"><br />
Si están abiertos a estas ideas, permitir que las enseñanzas de este blog amplie su comprensión de la Divinidad Femenina, para que pueda recuperar su verdadero papel como co-creador con el Masculino Divino. Use las enseñanzas y herramientas que se encuentran aquí para reclamar sus poderes creativos y vamos juntos a eliminar las limitaciones y el sufrimiento en este planeta. </span></h3>
<h3><span style="color:#ff00ff;"><br />
Aceptemos la idea de que es buena voluntad del Padre el darnos el reino, pero que tenemos que tener las puertas abiertas para que entre en la manifestación física. Porque, después de todo, el Masculino Divino nos dio &#8211; como expresiónes de la Divinidad Femenina &#8211; dominio sobre la Tierra</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Michel BUTOR &amp; les rives du lac]]></title>
<link>http://leslignesdumonde.wordpress.com/2009/11/08/305/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 14:25:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Loran Bart</dc:creator>
<guid>http://leslignesdumonde.wordpress.com/2009/11/08/305/</guid>
<description><![CDATA[Michel Butor connaît bien Genève. Il y a habité, il y a enseigné. Michel Butor y a observé les année]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Michel Butor connaît bien Genève. Il y a habité, il y a enseigné. Michel Butor y a observé les années, la ville et ses évolutions. Comme toujours, cultivé philosophe et géo-graphe il note.</p>
<p><em><br />
</em></p>
<blockquote><p><em>l&#8217;île Rousseau<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>le bord de l&#8217;eau est un point de concentration naturel. Le périmètre d&#8217;une île impose à tous ses habitants une limite qu&#8217;ils ne pourront franchir qu&#8217;en s&#8217;entendant c&#8217;est dans une île qu&#8217;on peut espérer recommencer l&#8217;Histoire humaine, et c&#8217;est parce que la Corse est une Île que Rousseau essaiera d&#8217;y appliquer déjà les principes du contrat social. Mais, dira-t-on, une île est le contraire d&#8217;un lac! Et certes, il est très important que l&#8217;île soit absente du centre du lac de Genève. Nous en retrouverons lorsque le lac redevient Rhône, le petit archipel aménagé dans Genève même. Il est très important qu&#8217;au centre il faille suppléer une Île inventée (et c&#8217;est sans doute une des raisons qui lui ont fait préférer son lac natal au lac de Garde), mais les rives du lac jouent un rôle similaire à celui des rivages insulaires: elles opposent une frontière à la dispersion, obligent l&#8217;homme à s&#8217;accumuler. elles sont donc des lieux de naissance du langage de la société. L&#8217;&#8221;homme naturel&#8221; est englouti au fond du lac ; le bord du lac est la figure et le lieu de son émergence hors de l&#8217;animalité. Revenir au bord du lac, c&#8217;est revenir à l&#8217;invention du langage. </em></p>
<p style="text-align:right;">Michel BUTOR dans <em>Genève dans son changement</em></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Semi-offline]]></title>
<link>http://comandosemacao.wordpress.com/2009/11/07/semi-offline/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 00:43:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Deni</dc:creator>
<guid>http://comandosemacao.wordpress.com/2009/11/07/semi-offline/</guid>
<description><![CDATA[Graças a um problema cuja solução ainda está por ser descoberta, encontro-me sem internet em casa. —]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Graças a um problema cuja solução ainda está por ser descoberta, encontro-me sem internet em casa. —]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para Nóias...]]></title>
<link>http://sabordigital.wordpress.com/2009/11/06/para-noias/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 21:53:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Baltazar</dc:creator>
<guid>http://sabordigital.wordpress.com/2009/11/06/para-noias/</guid>
<description><![CDATA[A falta de educação e limites que as pessoas estão experimentando trará um futuro bem complicado par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">A falta de educação e limites que as pessoas estão experimentando trará um futuro bem complicado para as relações humanas. Os pais, primeiros responsáveis pela formação humana de seus filhos serão as primeiras vítimas. Não é aceitável que filhos estejam matando pais e parentes à toa, somente porque estavam “nóias”. Deixaram para trás o que os pais antigamente faziam questão: respeito, educação, limite e medo. Sim, medo é componente de sobrevivência. Diálogo é para iguais. Pais são pais, filhos são filhos, não são iguais. Historicamente as sociedades tem se ajustado às suas necessidades de convivência e pronto. Tantos criticam a china por suas execuções de criminosos, mas quem possui um bilhão e duzentos milhões de pessoas sob sua guarda deve privilegiar quem deve comer. Sim, a razão é comida, direito humano de quem quer viver dentro da lei. Não se trata de defender pena de morte, mas de dar condições um pouco mais dignas para quem vive, não para quem já está morto.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-697" title="tapa_noia" src="http://sabordigital.wordpress.com/files/2009/11/tapa_noia.jpg" alt="tapa_noia" width="299" height="201" /></p>
<p><em>p.s.: será que em cuba as execuções dos milhares de cubanos no regime de fidel castro tiveram a mesma intenção? </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roland Castro présente son grand Paris]]></title>
<link>http://observatoiregrandparis.wordpress.com/2009/06/19/roland-castro-presente-son-grand-paris/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 22:00:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Etudiants Groupe 03</dc:creator>
<guid>http://observatoiregrandparis.wordpress.com/2009/06/19/roland-castro-presente-son-grand-paris/</guid>
<description><![CDATA[© Le Parisien 19.06.2009, tous droits réservés Castro était à l&#8217;hôtel de ville de Gennevillier]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff6600;">© Le Parisien 19.06.2009, tous droits réservés</span></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-6229" title="552735_10313375-o" src="http://observatoiregrandparis.wordpress.com/files/2009/11/552735_10313375-o.jpg" alt="552735_10313375-o" width="300" height="212" /></p>
<p>Castro était à l&#8217;hôtel de ville de Gennevilliers hier soir. La ville communiste n&#8217;accueillait pas le leader de la révolution cubaine ou son frère, mais Roland Castro, le célèbre architecte qui venait parler de révolution… urbaine. Celui qui figure parmi les dix architectes consultés pour imaginer l&#8217;avenir de la métropole parisienne est venu débattre de sa vision du Grand Paris.<!--more--> Il a présenté devant un public de près de 200 personnes un projet de 40 km sur 40 km, soit une emprise « 16 fois plus grande que l&#8217;emprise actuelle de la capitale ». Plans à l&#8217;appui, l&#8217;architecte a fait découvrir une mégalopole « en pétales », où « le centre de Paris n&#8217;est plus le lieu obsessionnel de la capitale mais où la ville devient multipolaire ». « Des illustrations de la capacité poétique des lieux » Roland Castro a rappelé le plaisir qu&#8217;il avait eu à travailler : « L&#8217;avantage, c&#8217;est que nous n&#8217;avions pas le début de l&#8217;ombre d&#8217;une contrainte pour penser. » De fait, il s&#8217;est plu à transposer l&#8217;Opéra de Sydney dans le port de Gennevilliers (photo), Central Parc à La Courneuve, etc. Il rassure aussitôt les sceptiques : « Ce ne sont pas des projets, (mais) des illustrations de la capacité poétique des lieux ». Au Mont-Valérien, à Suresnes, l&#8217;architecte a par exemple imaginé un « lieu de toutes les mémoires » qui s&#8217;opposerait « aux batailles mémorielles… » Une présentation conceptuelle et poétique… à laquelle ont néanmoins succédé des questions très concrètes. Aux questions précises et pertinentes du public comme « A-t-on travaillé sur les risques d&#8217;inondations ? » ; « Que deviennent les fonctions industrielles du port ? » ou « Est-ce que ce grand projet a été chiffré ? », l&#8217;architecte n&#8217;a pas toujours su ou pu trouver de réponses. Une chose est sûre, à Gennevilliers, la question du Grand Paris passionne. La semaine dernière, une centaine d&#8217;habitants accompagnés d&#8217;élus de la commune sont allés ensemble à l&#8217;exposition consacrée au sujet à la Cité des sciences et de l&#8217;industrie, à Paris. Ici, on compte bien apporter son avis au devenir d&#8217;un secteur qui concerne directement Gennevilliers.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Du "périph" au "boulevard central"]]></title>
<link>http://observatoiregrandparis.wordpress.com/2009/06/08/de-la-periph-au-boulevard-central/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 22:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Etudiants Groupe 05</dc:creator>
<guid>http://observatoiregrandparis.wordpress.com/2009/06/08/de-la-periph-au-boulevard-central/</guid>
<description><![CDATA[© 2009, archithese 3.2009, Jörg Seifert, Angelus Eisinger et Nina Brodowski Notizen zu einem urbanis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff9900;">© 2009, archithese 3.2009, Jörg Seifert, Angelus Eisinger et Nina Brodowski</span></p>
<p><strong>Notizen zu einem urbanistischen Labor für die Stadt des 21. Jahrhunderts</strong></p>
<p><strong>Ihren den Anforderungen der Zeit entsprechenden Städtebau hat die Stadt des 21. Jahrhunderts erst noch zu finden. Denn längst entspricht das Stadtverständnis der Zentralität des 19. Jahrhunderts nicht mehr den faktischen urbanen Realitäten. Städtebaulich umfassend gestaltete Polyzentralität vielmehr weist den Weg in Richtung Metropolen von morgen. Das Kyoto-Protokoll, die Zwischenstadt sowie die Global-City-Diskurse sind dabei Eckpfeiler eines solchen neuen Stadtverständnisses. Gerade in Paris konkretisieren sich momentan solche abstrakten Programmpunkte eines städtebaulichen Arbeitens an der Stadt des 21. Jahrhunderts.</strong><!--more--></p>
<p><strong>Programmpunkte für eine Metropole im 21. Jahrhundert</strong></p>
<p>Auf dem Papier sind die Anforderungen an den Städtebau für die Stadt des 21. Jahrhunderts klar. Sie betreffen die Frage zeitgemäßer Ordnungsfiguren – von der lokalen bis zur überregionalen Ebene – ebenso wie Entwicklung von Strukturen, die einen möglichst sinnvollen Umgang mit knappen Ressourcen ermöglichen. Diese Stadt ruft somit nach plausibler Strukturierung von räumlichen Netzwerken mit ihren Brennpunkten. Sie besitzt allerdings noch kaum Bilder oder konkrete Vorlagen, an denen sich die Urbanisten orientieren können.</p>
<p>Es mag erstaunen, dass es ausgerechnet in Paris ist, der eigentlich ikonischen Verkörperung der Metropole des 19. Jahrhunderts, wo heute die abstrakten Programmpunkte durch umfassend ausgerichtete Ansätze eines städtebaulichen Arbeitens an der Stadt des 21. Jahrhunderts konkretisiert werden. Mit Blick auf die verschiedenen Aktivitäten lässt sich freilich nicht von einem konsistenten Vorgehen sprechen und noch viel weniger steht dahinter ein Modell, das die Transformation der Stadt orchestrierte. Vielmehr greifen die Initiatoren und Agenten der gegenwärtigen Wettbewerbe, Planungen und Umstrukturierungsvorhaben – angefangen beim Staatspräsidenten Sarkozy über den Pariser Bürgermeister Delanoe, sowie die Planungsbehörden der Défense – mehr oder minder unbewusst Teile eines Diskurses und einer Entwicklungsdynamik auf, welche die Metropolen von morgen als städtebaulich umfassend gestaltete Polyzentralität begreifen: Das Kyoto-Protokoll, die Zwischenstadt sowie die Global-City-Diskurse sind Eckpfeiler und Ankerpunkte dieses neuen Stadtverständnisses im 21. Jahrhundert, die in Paris mal mehr, mal weniger stark mit den spezifischen Planungstraditionen gekreuzt werden.</p>
<p>Bis heute stattet Paris als große, noch immer weitestgehend durch Haussmann geprägte Komposition den Mythos europäischer Urbanität mit starken baulichen Assoziationen aus, die stets auch das Pariser Selbstbild beeinflusst haben. Gleichzeitig potenziert gerade der französische – also: der Pariser – Zentralismus das metropolitane Selbstverständnis, Nabel der Welt zu sein. Mit jedem Staatspräsidenten und mit jeder « Ära » formuliert sich bis heute der Anspruch, die Hauptstadt zu prägen und – auch bei international wachsender Konkurrenz – als Weltstadt zu behaupten. Aus diesem Anspruch heraus erfolgt eine Bündelung von Planungsressourcen, die zahlreichen Projekten einen Sonderstatus verleiht und somit eine wesentliche Rahmenbedingung der derzeitigen Laborsituation ist.</p>
<p><strong>Blickpunkt Region</strong></p>
<p>Die Geste der sechs neuen Hochhausstandorte steht im Einklang mit der bisherigen Tradition und der jüngsten Mode der architektonischen Akzentuierung von Entwicklungsschwerpunkten. Implizit ergeben sich daraus wesentliche Gewichtsverlagerungen in der Pariser Stadtentwicklung, deren Implikationen einer genaueren Untersuchung harren. Sie zeigen, wie stark sich die Organisationsprinzipien heutiger Metropolen von den Städten des 19. Jahrhunderts unterscheiden.</p>
<p>Die künftige Konkurrenzfähigkeit des Arbeits- und Wissenschaftsstandort Paris resultiert wesentlich daraus, inwiefern der Groß- und Agglomerationsraum den Bedürfnissen einer globalisierten Wirtschaft genauso gerecht werden kann wie der städtischen Bevölkerung, die es in diesen Prozess zu integrieren gilt. Paris und die anderen europäischen Städte, die sich im internationalen Standortwettbewerb messen, müssen sich dabei auf die Entwicklungsdynamiken hin zu weit ausgreifenden Stadtregionen einstellen. Deren funktionale und soziale Hierarchien sind, in Anlehnung an Manuell Castells, räumlich verschwommen und durchmischt, sie sind geprägt durch « Diskontinuierliche Konstellationen räumlicher Fragmente, funktionaler Teilstücke und sozialer Segmente ». So gilt es planerische und städtebauliche Antworten für räumliche Konstellationen zu entwickeln, die Zentralität nicht an einem Ort, sondern über ein mit vielen lokalen, nationalen und internationalen Netzwerken verwobenes Netz von Zentren einer Stadtregion beinhaltet. Für Paris stellt sich dabei insbesondere die Frage nach einer Integration der Banlieus und Peripherien, sie als nicht intendierte Folgen von top-down-Planungsansätzen die Risiken einer Tradition zentral gedachter grands projets darstellen.</p>
<p><strong>Städtebau als umfassende räumliche Praxis</strong></p>
<p>Während am imaginierten Boulevard Central physisch der städtebauliche Brückenschlag ins ehemalige Umland vollzogen wird, wird die neuste Interpretation von Paris als Metropole im 21. Jahrhundert derzeit in einem Ideen- und Forschungsprojekt, welches das Kultusministerium ausgeschrieben hat, prominent publik gemacht. Mit seiner konsequenten Ausrichtung an den Festlegungen von Kyoto macht der international und multidisziplinär besetzte Forschungs- und Ideenaufruf Le Grand Paris – Le Grand pari de l’agglomeration parisienne deutlich, an welchen Kriterien sich Stadträume zu messen haben. Während die Entwicklung der historischen Achse bis La Défense in der alten Tradition steht, die ehemalige Peripherie für die ökonomischen Bedürfnisse des Zentrums zu erschließen, fokussieren diese Studien die polyzentrale Stadt in Zeiten ökologischer Verantwortung. Der Aufruf verfolg einen Ansatz, der nicht nur Soziologen, Ökonomen und Ökologen nach der Zukunft unserer Städte befragt, sondern eben auch Architekten und Urbanisten, die diese komplexen Herausforderungen auf die Stadtgestalt übertragen. Denn schließlich muss jede ideelle Forderung nach Nachhaltigkeit irgendwann eine Materialisierung im Raum finden und in die Organisation von strömen übersetzt werden, so sie wirksam werden will. Die Ergebnisse sollen Einzug in die Reformpläne Sarkozys finden. 200 Millionen Euro sollen dabei für exemplarische, architektonische Umsetzungen und Projekte investiert werden. Nimmt das Vorhaben seine eigenen Ansprüche ernst, dann bleibt nur zu hoffen, dass sich diese Investitionen und Projekte nicht nur auf punktuelle Schönheitsreparaturen beschränken. Inwiefern dieses Initiativprogramm konkrete (Infra-)Strukturveränderungen der Stadt Paris mit seinem Umland herbeiführt, bleibt insofern vorerst abzuwarten. Fest steht jedoch, dass Paris mit diesen Fragen im aktuellen Jahrhundert angekommen ist.</p>
<p>Noch begleitet das urbanistische Arbeiten an Paris eine erhebliche Diskrepanz. Auf konzeptueller Ebene der großen Politik werden zeiträumige Zusammenhänge und gewichtige Zukunftsfragen in den Blick genommen und reflektiert, während sich das planerische und politische Alltagsgeschäft noch an beträchtlich kleineren räumlichen Gebilden und ihren Nahtstellen abarbeitet – wofür der Boulevard péripherique exemplarisch ist. In seiner Umwertung deutet sich planerisch die urbanistische Ausformung von Paris uns einer Metropolitanregion als städtebaulich konkret zu bearbeitende polynukleare Struktur an. Die Themen dafür können nicht mehr eins zu eins dem räumlichen Vokabular der klassischen Metropole entnommen werden. Sie verlangen vielmehr nach einem neuen Verständnis von Städtebau, das gestalterisc-räumliche und funktionale Aufgaben mit prozessualen und Nachhaltigkeitsaspekten verbindet. So zeigen die Schwerpunkte an den Portes, dass es erstens um eine funktionale, infrastrukturelle und bauliche Ausformulierung von Brennpunkten geht, die weite Einzugsgebiete abdecken und Funktionen im Raum bündeln. Als zweiter elementarer Baustein erscheinen Infrastrukturen im Maßstab des Großraums, die über die Effizienz der Mobilität bestimmen. Drittens schließlich wird es darum gehen, Stadtlandschaft zum Äquivalent öffentlicher Räume des 19. Jahrhunderts zu machen. Dabei kann Landschaft nicht mehr als Raum verstanden werden, der in gleichsam vorurbanisiertem Zustand verharrt und der Stadt als Gegenpol entgegensteht. Vielmehr ist der Landschaftsraum als innerstädtischer oder als zwischenstädtischer – vor allem aber eben doch urbaner – Planungsraum zu begreifen. Solche Landschaftsräume stellen nicht nur die Erholungs- und Freizeiträume dar, sie strukturieren vor allem auch den Großraum aus übergeordneter Perspektive. Und viertens wird es um eine Neubestimmung und Neuverhandlung des Verhältnisses von Stadt und Kommune gehen, die nicht mehr in den klassischen Vertretungen von Steuerinteressenten aufeinander treffen, sondern in Formen von Projektpartnerschaften an einer gemeinsamen Entwicklung des Standortes – und hier sowohl der verschiedenen Zentren der globalen Netzwerkstadt als auch von den Zwischenräumen – laborieren. Nachhaltigkeit als fünfter Punkt stellt hier größte Anforderungen an die Anpassungsbereitschaft einer Politik- und Planungskultur. Die Implementierung von Nachhaltigkeit verlangt nach erheblichem Prozessmanagement. Dabei sollte nicht vergessen gehen, dass eines der prekärsten Erbstücke des Städtebaus des 20. Jahrhunderts die anhaltende Diskrepanz zwischen Planwelten und Realisierungen bleibt. Dies mussten gerade auch die französischen Planer immer und immer wieder erfahren. Eine nachhaltige Entwicklung in Paris zu lancieren verlangt deshalb auch Wege für Veränderungen von unten – mit lokalen Ansatzpunkten – zu eröffnen. Die großen Pläne sind dafür im besten Falle nur ein Anfang.</p>
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