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	<title>linguagem &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/linguagem/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "linguagem"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 03:50:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Língua]]></title>
<link>http://fiodameada.wordpress.com/2009/11/30/lingua/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 04:36:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Silmara Franco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ilustração: Maria G./Flickr.com Quando a rua tem muito buraco, não há alternativa: é preciso reduzir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><pre style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/moldura/3543274947/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-2749" style="border:2px solid white;" src="http://fiodameada.wordpress.com/files/2009/11/lingua-maria-g-flickr.jpg" alt="" width="295" height="299" /></a><span style="color:#888888;">Ilustração: Maria G./Flickr.com</span></pre>
<p>Quando a rua tem muito buraco, não há alternativa: é preciso reduzir a marcha. O que dá outra dimensão ao trajeto, ao nosso olhar e à própria rua. A gente, que se acostumou a fazer do carro uma extensão dos pés, passa rápido demais pelas coisas. Não dá tempo de notar nada.</p>
<p>Naquele dia fui pela rua de baixo, para variar. Feita de terra, ela não é um convite à habitual pressa que, como dizem, não vai muito com a cara da perfeição. Muito menos depois de um chuvão como aquele da semana passada. Mas quem é que queria perfeição naquela hora? Fui devagar, como pedia a circunstância. A cachorrada zanzando tranquila. As vizinhas que nunca vi, trocando cachos de banana verde. A primavera púrpura explodindo em flor, formando um arco impressionista na entrada de uma casa. E uma menina escalando o muro com tanta agilidade que parei de vez, só para assistir. Ela já estava com uma perna do lado de lá, quando me viu. Não teve dúvida: mostrou a língua para mim. Escondeu um sorrisinho maroto e desapareceu do outro lado.</p>
<p>De marca registrada de <a title="Albert Einstein" href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u773.jhtm" target="_blank">cientista</a> com cara de maluco a logotipo de <a title="Rolling Stones" href="http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/3385/" target="_blank">banda</a> de rock, botar a língua para fora sempre foi atitude de irreverência, deboche, provocação, brincadeira. Toda criança faz, mesmo sem saber das teorias: faz porque é gostoso. Mas engana-se quem pensa que isso é coisa de criança. Mostrar a língua é, acima de tudo, coisa de gente. Só que a gente vai parando de mostrá-la enquanto cresce. Quando foi a última vez que você mostrou a sua, sem ser para o dentista? Pensando bem, quem fala a sua língua? De que jeito você traduz suas coisas? Como é que você conta para os outros a sua felicidade? Que palavras você usa para amar? Quais são os advérbios da sua tristeza? Que tipo de gramática rege seu discurso? Como é a ortografia da sua história? Qual é, afinal de contas, a sua língua?</p>
<p>Tem língua que vive solta. Sem papas, comprida, vai se enfiando aqui e ali, sem medo de nada. Tem língua que, coitada, está presa. Seu delito: ter falado demais. Acabou detida na boca. Tem a língua da sogra, mas não tem a da nora. Tem a língua de gato. Tem o gato, que toma banho de língua. Tem a língua que separa os mundos. E sempre haverá alguém pagando a língua.</p>
<p>Será que a menina do muro estava me dando algum recado? Ah, se eu falasse a língua dos anjos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como funciona Crepúsculo II]]></title>
<link>http://cargasdagua.wordpress.com/2009/11/29/como-funciona-crepusculo-ii/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:48:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>cargasdagua</dc:creator>
<guid>http://cargasdagua.wordpress.com/2009/11/29/como-funciona-crepusculo-ii/</guid>
<description><![CDATA[No meu caso, depois das 10 primeiras páginas&#8230; devorei todo o resto. Seja lá porquê. Edward, o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">No meu caso, depois das 10 primeiras páginas&#8230; devorei todo o resto. Seja lá porquê. Edward, o homem quase-perfeito inatingível, ou a recriação de vampiro com um quê humano, bastante romântico.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Eu não entendo porque existe tanta polêmica sobre um livro como Crepúsculo. Aconteceu a mesma coisa com Harry Potter (adoooro) e o Código da Vinci. São obras que se tornaram best-sellers, e daí? Assim como aconteceu aqui no CD&#8217;  &#8211; entre a porca tradução da Denise para o texto do The Oatmeal e seus devidos comentários -, todo o blá-blá-blá sobre como Crepúsculo age sobre as cabeças influenciáveis das nossas indefesas pré-adolescentes (aham, conta outra) não resulta em  nada muito construtivo. Desculpa aí.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Eu li e assisti Crepúsculo. Digamos assim que&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">O livro para mim foi viajar naquela história totalmente fora da minha realidade&#8230; eu não podia sonhar que Edward, ou algum de seus vampirescos colegas lindamente perfeitos fosse aparecer na minha vida. Assim como eu também não pude sonhar em ter um vira-tempo igual ao da Hermione (e não era nada mal). Foram momentos de diversão, e de enriquecimento&#8230; ler é sempre um aprendizado. Então eu não entendo. Crepúsculo faz das mocinhas que o leem vítimas?  Eu hein.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">O filme, sem muitos comentários. É claaaro que nem chega aos pés do livro&#8230; e isso todo mundo já deveria saber, é sempre assim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Agora, eu concordo que a Bella é um tanto chatinha. A versão da mesma história contada por ele deve ser muito mais interessante. Para quem ainda não sabe, o início de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Midnight_Sun_%28livro%29"><em>Midnight Sun</em></a> vazou na internet, e parece mesmo que a autora <a href="http://www.stepheniemeyer.com/midnightsun.html">Stephenie Meyer</a> pretende terminar o livro<em>..</em>. Afinal, vende né?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Fiquem calmos. <a href="http://www.stepheniemeyer.com/">Meyer</a>, <a href="http://www.jkrowling.com/">Rowling</a> e <a href="http://www.danbrown.com/#/home">Brown</a> são criativos e sabem escrever&#8230; Mas não serão equiparados a <a href="http://carlosdrummonddeandrade.com.br/">Drummond</a>s, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rubem_Fonseca">Fonseca</a>s e <a href="http://www.viniciusdemoraes.com.br/">Moraes</a>.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cine Pinhão - Pastoreio (28/11)]]></title>
<link>http://tvsinal.wordpress.com/2009/11/28/cine-pinhao-pastoreio-2811/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>tvsinal</dc:creator>
<guid>http://tvsinal.wordpress.com/2009/11/28/cine-pinhao-pastoreio-2811/</guid>
<description><![CDATA[A produção de cinema universitário é um filão do cinema que vem crescendo, cada vez mais, no Paraná.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A produção de cinema universitário é um filão do cinema que vem crescendo, cada vez mais, no Paraná. Especialmente em Curitiba, com a formação das primeiras turmas de Cinema pela FAP/CINETVPR, os estudantes da sétima arte ganham foco e força, com produções independentes, colaborativas, e com a participação em festivais. O <strong>Cine Pinhão</strong> dessa semana <a href="http://tvsinal.wordpress.com/2009/11/13/cine-pinhao-romance-edmottes-1411/" target="_blank">volta a tratar desse tema</a>, que tem revelado tantos talentos paranaenses no mercado de trabalho e no cenário do cinema nacional. O convidado que ajuda a compreender este tema é o cineasta e formando Alexandre Garcia, que, com seu filme <em>Pastoreio</em>, ganhou o prêmio de Destaque em Pesquisa de Linguagem do 14º Festival Brasileiro de Cinema Universitário, em 2009.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/kbZc2YpHE-Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/kbZc2YpHE-Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O <strong>Cine Pinhão</strong> vai ao ar todos os sábados, às 23h30, com reprise às quintas-feiras, às 23h00. A apresentação é da jornalista <strong>Cláudia Almeida</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[raio x animado]]></title>
<link>http://ciencianamidia.wordpress.com/2009/11/27/raio-x-animado/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:00:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>trnahas</dc:creator>
<guid>http://ciencianamidia.wordpress.com/2009/11/27/raio-x-animado/</guid>
<description><![CDATA[Com o todo o respeito que tenho por todos os cientistas das mais diversas áreas de pesquisas, vou co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Com o todo o respeito que tenho por todos os cientistas das mais diversas áreas de pesquisas, vou cometer aqui o &#8220;sacrilégio&#8221; de dizer que algumas pesquisas são mais legais que outras (o que não quer dizer mais importantes, heim! Não leia o que não escrevi <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Olhe a imagem abaixo e diga se você não concorda comigo:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.ling.su.se/STAFF/ericsdotter/projects/xray_info.htm"><img class="aligncenter size-full wp-image-3459" title="bothred" src="http://ciencianamidia.wordpress.com/files/2009/11/bothred.gif" alt="" width="255" height="254" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O que é isso exatamente? Bem, um projeto de pesquisa está registrando imagens em raio x de pessoas falando. O equipamento de raio x está calibrado para sincronizar o registro dos movimentos articulatórios do trato vocal (maxilares, mandíbula, faringe, língua e lábios) e o som produzido. O resultado é esse interessante filminho, que é analisado quadro a quadro, permitindo que os pesquisadores estudem a articulação da fala.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto de pesquisa está sendo conduzido em um centro de estudos de aprendizagem da linguagem na Universidade de Estocolmo. Nessa imagem você vê uma das pesquisadoras, <a href="http://www.ling.su.se/STAFF/ericsdotter/projects/xray_info.htm" target="_blank">Christine Ericsdotter</a>, dizendo &#8220;ambos&#8221; em sueco. Bacana o método, não? No site de Christine, você pode acessar outros dois filmes produzidos no projeto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[C não tem tipo Bool?]]></title>
<link>http://rafaeltimoteo.wordpress.com/2009/11/26/c-nao-tem-tipo-bool/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:28:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafaeltimoteo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Reparei isso semana passada, quando estava tentando reaproveitar alguns códigos. Achando que estava ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reparei isso semana passada, quando estava tentando reaproveitar alguns códigos.<br />
Achando que estava tudo certo o compilador reclamou que não tinha o TRUE. Realmente tinha esquecido um header.<br />
Foi aí que reparei nisso: o C não tem o tipo bool ou muito menos algum valor definido para true ou false.<br />
Boa parte dos programadores ou definem um int, um char ou unsigned char.<br />
Bom, no C qualquer coisa diferente de zero é considerado verdadeiro. Isso é onde muitos iniciantes erram, invés de colocar dois iguais para comparação &#8220;==&#8221; colocam somente um igual &#8220;=&#8221; que é atribuição onde é verdadeiro. Graças a evolução dos compiladores muitos avisam sobre isso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linguagem Corporal]]></title>
<link>http://segredosseducao.com/2009/11/25/linguagem-corporal/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:21:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>segredosdaseducao</dc:creator>
<guid>http://segredosseducao.com/2009/11/25/linguagem-corporal/</guid>
<description><![CDATA[Linguagem verbal  x Linguagem corporal Hoje sabemos que na comunicação interpessoal cerca de 97% das]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Linguagem verbal  x Linguagem corporal Hoje sabemos que na comunicação interpessoal cerca de 97% das]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O início do fim do "tele prompter" na televisão]]></title>
<link>http://rapidoerasteiro.wordpress.com/2009/11/23/o-inicio-do-fim-do-tele-prompter-na-televisao/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:31:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>rapidoerasteiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Realmente, o nome &#8220;tele prompter&#8221; é prá lá de esquisito, mas o equipamento é bastante út]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" title="Tele prompter" src="http://www.autocue-teleprompter.com/studio_teleprompter_autocue.jpg" alt="" width="180" />Realmente, o nome &#8220;tele prompter&#8221; é prá lá de esquisito, mas o equipamento é bastante útil, principalmente para emissoras de TV. Trata-se de um equipamento que projeta um texto sobre uma espécie de vidro espelhado, que de um lado fica transparente e de outro mostra o texto (vide a figura ao lado).</p>
<p>Presença garantida em todas as emissoras de TV, o tele prompter é normalmente acoplado em frente à lente da câmera, facilitando a vida principalmente dos apresentadores dos programas, que não precisam decorar o texto que será falado. O equipamento também é bastante utilizado em eventos onde personalidades (normalmente políticos) precisam ler discursos ou textos mais longos. Em resumo, o tele prompter dá a sensação de que o(a) orador(a) sabe tudo &#8220;de cor&#8221;, principalmente se for discreto e mexer pouco os olhos.</p>
<p>Nos últimos anos, com a tendência de dar mais informalidade aos programas, algumas emissoras começaram a apostar na aposentadoria do tele prompter, para dar mais liberdade aos apresentadores, que também passam a ser mais exigidos porque precisam ter jogo de cintura e uma grande habilidade de improvisação. Um dos programas que já deixaram o equipamento de lado foi o Globo Esporte exibido em São Paulo, apresentado por Tiago Leifert. Realmente, a retirada do texto na câmera deu novos ares ao programa, que ficou muito mais dinâmico e interessante.</p>
<p>Agora, o próximo passo da Globo será retirar o equipamento dos seus Telejornais, um dos últimos locais da TV onde a formalidade ainda persiste. Segundo o site <a href="http://adnews.com.br/midia.php?id=96510" target="_blank">AdNews</a>, a partir de hoje os apresentadores do  RJTV, jornal local da Globo exibido no Rio de Janeiro, não terão mais o apoio do texto passando na frente das câmeras.</p>
<p>O fenômeno da informalidade, da comunicação direta, parece que realmente veio para ficar. Cada vez mais as pessoas querem se identificar com as pessoas que transmitem informações, seja no trabalho, na TV, no rádio, nas relações pessoais, etc. Assim, textos com tom de voz monotônico,  voz impostada, termos rebuscados, ficam desinteressantes.</p>
<p>Alguns podem discordar, mas com certeza a internet contribuiu significativamente com esta tendência, já que na rede todo mundo é capaz de gerar conteúdo, na sua própria linguagem. Se na TV a informalidade está chegando, na rede ela já existe faz muito tempo. E, ao contrário do que parece, ela veio para tirar muitas pessoas das suas zonas de conforto, dos seus textos de apoio. Os tempos atuais exigem rapidez de raciocínio, linguagem adaptada a cada tipo de situação, e uma percepção muito apurada de relevância das informações para o público que as estará recebendo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Erro de .gdbinit no Eclipse]]></title>
<link>http://internaloverflow.wordpress.com/2009/11/22/erro-de-gdbinit-no-eclipse/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 04:03:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Haddad</dc:creator>
<guid>http://internaloverflow.wordpress.com/2009/11/22/erro-de-gdbinit-no-eclipse/</guid>
<description><![CDATA[Eu resolvi parar de usar o Vim por um tempinho, só pra esse trabalho em C que eu tenho que entregar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu resolvi parar de usar o Vim por um tempinho, só pra esse trabalho em C que eu tenho que entregar daqui a 8 dias. Comecei a usar o Eclipse lá na faculdade e tava tudo jóia.</p>
<p>Vim pra casa e instalei o mesmo Eclipse, e fiz os mesmos passos para começar a programar. Porém, tive uma surpresa quando tive que debugar o código. O Eclipse se negava a fazê-lo, retornando uma mensagem do tipo</p>
<p>&#8220;.gdbinit: arquivo ou pasta não encontrada&#8221;</p>
<p>Me perguntei que raios que eu tinha feito de errado na configuração! Procurei no Google um pouco e descobri que o .gdbinit é um arquivo que se passa parâmetros e/ou comandos pro GDB, que pode poupar seu trabalho de ficar digitando toda horas as mesmas coisas. Não que seja necessário esse nome, mas é que é o padrão do Eclipse. Eu nem sabia da existência desse bicho, então tinha que ser algum caminho errado ou opção ticada nas configurações.</p>
<p>Depois de mais procuras no Google tentando achar uma solução (e nenhuma encontrada), resolvi partir pra força bruta. Reparei que &#8220;gdbinit&#8221; e &#8220;shared libraries&#8221; apareciam juntas bastante, mas não me faziam sentido por serem usadas pelas pessoas que pediam ajuda pela net, mas não por mim!</p>
<p>Eis que, olhando na tela de configuração de Debug do Eclipse&#8230;</p>
<p>Menu &#8220;Project&#8221; -&#62; Properties -&#62; Run/Debug Settings</p>
<p>(se não tiver nada na janelinha, crie alguma)<br />
&#60;nome_da_sua_configuração_de_execução&#62; -&#62; Edit -&#62; Aba &#8220;Debugger&#8221;</p>
<p>=&#62; Sub-aba &#8220;Shared Libraries&#8221; -&#62; role barra de rolagem da janela mais interna pra baixo! (até perceber isso&#8230; =P )</p>
<p>O problema era que a opção &#8220;Load shared library symbols automatically&#8221; tava marcada, e causava o erro!</p>
<p>Sinceramente não sei pra que serve, mas sei que testei o Debug no meu EP e funcionou direitinho com as bibliotecas C que eu tô usando.</p>
<p>Resolvi escrever isso aqui porque, como eu não achei nada pela internet a respeito disso, pode ser que venha a ser útil pra mais alguém.</p>
<p>Até mais!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Unfriend: palavra inglesa do ano]]></title>
<link>http://radamesm.wordpress.com/2009/11/21/unfriend-palavra-inglesa-do-ano/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Radamés Manosso</dc:creator>
<guid>http://radamesm.wordpress.com/2009/11/21/unfriend-palavra-inglesa-do-ano/</guid>
<description><![CDATA[Unfriend é verbo e significa remover alguém da lista de amigos de uma rede social como Facebook ou O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://radamesm.wordpress.com/files/2009/11/unfriend.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1438" title="unfriend" src="http://radamesm.wordpress.com/files/2009/11/unfriend.jpg?w=286" alt="" width="286" height="300" /></a></p>
<p><em>Unfriend</em> é verbo e significa remover alguém da lista de amigos de uma rede social como Facebook ou Orkut. <em>Unfriend</em> foi escolhida como palavra inglesa do ano pela Oxford University Press. Outras palavras também são citadas como destaques de 2009. São palavras criadas há pouco tempo como <em>netbook</em> (computador portátil de dimensões, desempenho e preço reduzidos) e <em>freemium</em> (atributo dos serviços grátis na versão básica e cobrados na versão completa). Como acontece faz alguns anos, as palavras ligadas à tecnologia da informação aparecem em maior número na lista da Oxford, mas, em 2009 palavras das áreas econômica e ambiental também estão em presentes. É natural, pois estamos em ano de crise econômica e a questão ambiental a cada dia ganha mais importância no cotidiano das pessoas.</p>
<p>Aqui no Brasil, até onde eu sei, não temos eleição de palavras do ano. Para ser franco, nossos lexicógrafos estão devendo um dinamismo maior no registro de novas palavras do idioma. Imagino que a lista de palavras brasileiras ficaria parecida com a dos ingleses, uma vez que nosso léxico toma emprestadas muitas palavras do inglês. <em>Netbook </em>e <em>freemium </em>são exemplos de termos usados aqui no Brasil.</p>
<p>Estudiosos mais conservadores consideram que iniciativas como a da Oxford Press são afobadas. Sim, as palavras precisam de tempo para sedimentar antes de serem registradas em dicionário, mas se tudo neste mundo está acontecendo mais rápido, por que os processos oficiais da  língua haveriam de continuar leeeeeeentos? A Oxford Press coloca o idioma inglês em evidência quando publica sua lista, o que é bom tanto para o dinamismo da língua quanto para quem se ocupa dela.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Beleza é fundamental]]></title>
<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/21/beleza-e-fundamental/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 02:08:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>jarbas</dc:creator>
<guid>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/21/beleza-e-fundamental/</guid>
<description><![CDATA[Na mesma entrevista citada no post anterior, falei um pouco sobre beleza. Recorto aqui um trecho que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na mesma entrevista citada no post anterior, falei um pouco sobre beleza. Recorto aqui um trecho que mostra o rumo da conversa que propus:</p>
<blockquote><p><strong><span style="color:#800000;">Educadores, como disse certa vez <a href="http://modellus.fct.unl.pt/user/view.php?id=4&#38;course=1">Vitor Teodoro</a>, especialista português em usos educacionais de computadores, devem voltar a ser intelectuais. Entre outras coisas, a provocação do Vitor, desafia os profissionais do ensino a se pensarem como alguém que tem o dever de produzir comunicações bem feitas, bem acabas, bem escritas. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Beleza, eis uma palavra que deveria preocupar sempre os educadores. Nossas comunicações precisam ser elegantes, bem feitas, atraentes. Para chegar a isso não bastam uns treinamentos rápidos em criatividade. Educadores precisam mergulhar com gosto na arte, particularmente na literatura. </span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#800000;">Por outro lado, educadores precisam estar antenados para propostas que artistas possam estar fazendo quanto a usos criativos das novas ferramentas de informação e comunicação. Seguir esse caminho pode ser uma vacina poderosa contra deslumbramentos com máquinas e equipamentos. O que importa mais na comunicação é a invenção humana de novas formas narrativas. E no momento ainda não temos boas histórias contadas no ambiente integrado de mídias ao qual damos o nome de internet ou rede.</span></strong></p></blockquote>
<p><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[velocidade da escrita/pensamento/linha de raciocínio/tom de linguagem...]]></title>
<link>http://felipeviaro.wordpress.com/2009/11/20/velocidade-da-escritapensamentolinha-de-raciociniotom-de-linguagem/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 23:33:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>felipeviaro</dc:creator>
<guid>http://felipeviaro.wordpress.com/2009/11/20/velocidade-da-escritapensamentolinha-de-raciociniotom-de-linguagem/</guid>
<description><![CDATA[eu tenho pensando em como o instinto e a naturalidade aplicada moldam aquilo que temos a dizer;; a l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://felipeviaro.wordpress.com/files/2009/11/eh.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-14" title="eh" src="http://felipeviaro.wordpress.com/files/2009/11/eh.jpg?w=300" alt="" width="300" height="87" /></a></p>
<p>eu tenho pensando em como o instinto e a naturalidade aplicada moldam aquilo que temos a dizer;;</p>
<p><strong>a linguagem é como uma</strong><strong> roupa</strong> que vestimos &#8211; assim como ela dará o tom da nossa conversa, comportamento diante de outras pessoas, é o tipo de linguagem que estabelecerá uma conexão direta com o leitor&#8230; em termos portuguesísticos falando, sao os níveis de linguagem&#8230; que neste caso eu preferirei chamar de tom da linguagem.. sem trema, pois ela vai cair.</p>
<p>todo este negocio de escrever via msn, internet, twitter, rapidez X coloquialidade acabam influenciando na maneira que escrevemos&#8230; esses dias me peguei escrevendo em uma prova de marketing (até essa palavra é chata de escrever, prefiro &#8216;MKT&#8217;) a palavra [(é') = (eh)]&#8230; e me supreendi, nossa a que ponto cheguei&#8230; mas como tratava-se justamente da instituição acadêmica onde estudo resolvi corrigir&#8230;</p>
<p><strong>vivemos em uma sociedade de códigos e padrões</strong>, por meras questões de entendimento, sem isso a comunicação nao seria possível&#8230; porém estes padroes estabelecidos vem de uma questão cultural e acordos, tais como as gírias são introduzidas nos dicionários por serem muito usadas pelo povo, a nossa escrita nao evolui na mesma maneira. Recentemente foi firmado entre os povos de língua portuguesa uma lei que modifica a língua portuguesa, afim de &#8216;aproximar&#8217; os povos, unificar na hora de ler; escrever da mesma maneira&#8230; Caindo alguns acentos e trëmas, hífens, etc..</p>
<p>já é uma evolução, mas nao chega a ser uma revolução&#8230; acho q a lingua portuguesa antiquada e pouco pratica, é como um art noveau, rebuscado, orgânico, maleável; porém na hora de fazer é um saco&#8230; sou mais adepto da funcionalidade&#8230; assim escrevo mais naturalmente, sem acentos, as vezes com&#8230; à algumas pessoas isso grita aos olhos, a outras passa desapercebido&#8230; nao acredito de fato no acento, ele é uma cartola antiga, uma piteira, uma fita k7, podemos nos entender sem ele.</p>
<p>isso tende a mudar&#8230; afinal de contas não adianta nada eu nao gostar da cor verde e resolver botar um sinal de trânsito verde-amarelado, causa confusão&#8230; eu questiono, acho q o fato de ignorarmos alguns códigos pode nos tornar em escencia mais criativos, mais autenticos&#8230; porém na hora de explicar à alguém (note que este acento nao caiu) em forma de escrita <strong>devemos ser o tão formal quanto precisamos para transmitir nossa mensagem</strong>&#8230;</p>
<p>quanto menos roupa usamos mais verdadeiros somos, quanto mais leves estamos somos mais sinceros, experimente usar um terno pra dar uma banda no domingo&#8230; é disso que to falando&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programação Orientada Objetos para todos]]></title>
<link>http://robsonalecio.wordpress.com/2009/11/20/programacao-orientada-objetos-para-todos/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 14:47:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>robsonalecio</dc:creator>
<guid>http://robsonalecio.wordpress.com/2009/11/20/programacao-orientada-objetos-para-todos/</guid>
<description><![CDATA[Ontem a noite estava voltando para casa eu e minha dignissíma ilustríssima exuberante linda devotada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem a noite estava voltando para casa eu e minha <span style="text-decoration:line-through;">dignissíma ilustríssima exuberante linda devotada e maravilhosa</span> esposa de carona com um casal de amigos e a irmã da nossa amiga (que é nossa amiga também) e iamos conversando sobre vários assuntos. De repente comentei que antes de vir para Curitiba (sim, eu moro aqui onde faz muito frio e até a gente mofa, sério!) eu estava cursando uma pós-graduação. A nossa amiga perguntou toda interessada:<br />
- Sério? Fazia pós de que?<br />
Eu todo solicito respondi:<br />
- Programação Orientada a Objetos.<br />
Nessa hora eu me senti o nerd dos nerds. Poxa vida, como eu fui idiota. Para mim programação orientada a objetos [momento advogado ON] daqui por diante referida como POO [momento advogado OFF] é comum como faca para açogueiro.<br />
No meu contexto isso tão natural, mas tão natural que até minha mulher já está acostumada com alguns termos, técnicas e até piadas. Sério, sabe aquelas piadas de profissão, tipo &#8220;Existem 10 tipos de pessoas aquelas que sabem binário e as que não sabem&#8221;. Se você não entendeu essa piada tudo bem, você é normal e ainda goza de perfeita saúde, ok? Não precisa se preocupar, <a title="Explicação sobre binário na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_bin%C3%A1rio_%28matem%C3%A1tica%29" target="_blank">aqui</a> tem uma explicação que você não precisa entender (para continuar a ler o post, pelo menos).<br />
Então, como ia dizendo, isso para mim é tão natural que nem me toquei que ninguém mais no veículo, exceto minha esposa, fazia a menor idéia do que isso seria. Mas, como Deus é bom, a minha amiga perguntou:<br />
- Mas o que é &#8220;Programação Orientada a Objetos&#8221;.<br />
Neste momento foi que a situação ficou mais complicada. Veja bem caro amigo internauta, para fazer alguns universitários entenderem o que é POO ao longo de 2 ou 3 anos já é díficil. Agora imagina eu tendo que explicar da maneira mais simples possível para um público totalmente leigo no assunto o que é POO. É uma missão digna de Jack Bauer, Macgyver ou Chuck Norris.<br />
Não sei se foi totalmente eficiente a explicação, sabe? O fato é que ou a explicação ficou realmente boa ou eles são camaradaços meus e ótimos atores porque o ar de &#8220;Nossa! Que Legal&#8221; e &#8220;Entendi! Isso é bom pra caramba&#8221; que eles fizeram dava para pintar um quadro, de tão nítido que foi.</p>
<p>A idéia deste post é justamente apresentar uma explicação <strong>nem um pouco técnica</strong>, mas sim didática e simples sobre o que é POO.</p>
<p>Vamos lá, apesar do nome ser bastante intuitivo ele não é muito claro, afinal alguém que ler isso pode pensar &#8220;Hummm, programação orientada a objetos deve ser para fazer programas para celular, TV, DVD player, afinal eles são objetos.&#8221;. Se você pensa não existem pessoas capaz disso então leia o post <a title="Estórias da Vida (1)" href="http://robsonalecio.wordpress.com/2009/11/18/estorias-da-vida-1/" target="_blank">Estórias da Vida (1)</a>.</p>
<p>Vejamos como é simples. Exemplo: Neste presente momento você deve estar de frente com um monitor que está sobre uma mesa e você está sentado em uma cadeira. Monitor, mesa e cadeira são objetos. Mesa e cadeira são móveis certo? Então se fossemos fazer um sistema de loja de móveis  teriamos que dizer ao computador que ele está trabalhando com móveis.</p>
<p>Bom neste ponto já temos o objeto de negócio e o contexto que é loja de móveis.</p>
<p>O que é interessante para uma loja de móveis saber sobre todo e qualquer móvel que ela tenha?<br />
Respondo, são altura, largura, comprimento, peso, cor e marca.<br />
Isso são atributos dos objetos, no caso os móveis, independente de quais sejam os móveis tem esses atributos. Podem ter outros, mas consideremos apenas esses que são relevantes ao nosso contexto.<br />
Em uma pseudo linguagem de programação seria isso:</p>
<p>Movel<br />
atributos: altura, largura, comprimento, peso, cor marca.</p>
<p>No caso da cadeira ela terá tudo o que um móvel tem e uma caracteristica a mais: rodinhas. Uma cadeira pode ou não ter rodinhas. Isso seria um atributo exclusivo da cadeira além de ter todos os outros de móveis.</p>
<p>Cadeira é Movel<br />
atributos: temRodinhas.</p>
<p>Nota: O computador já saberia que sendo móvel Cadeira tem os atributos dele e mais o que foram específicados aqui.</p>
<p>Além de atributos um objeto pode ter comportamentos. Vamos usar um monte de imaginação agora. Muita imaginação mesmo.<br />
Digamos que o nosso sistema de móveis faz testes em cadeiras de rodas motorizadas (Eu disse que era para usar a imaginação, não disse?).<br />
A cadeira de rodas motorizada (neste contexto que é bem absurdo, mas já que estamos usando a imaginação vamos desligar um pouco o realismo) seria um tipo de cadeira que tem rodas (atributo da cadeira) e um motor (atributo exclusivo da cadeira de rodas motorizada).</p>
<p>No caso teriamos uma cadeira capaz de ir em várias direções, mas como ela faria isso?<br />
Digamos que para ir para frente o motor faria força nas rodas, para trás ele mudaria o sentido de rotação das rodas e faria força nelas, para virar para direita ele faria mais força na roda esquerda que na direita e para esquerda o contrário (Meio confuso né?).<br />
Então em pseudo linguagem ficaria:</p>
<p>CadeiraDeRodasMotorizada é Cadeira<br />
atributos: motor.</p>
<p>comportamento fazerForcaNasRodas com: intensidadeParaRodaEsquerda, intensidadeParaRodaDireita é:<br />
rodarRodaComIntensidade usando: ESQUERDA, intensidadeParaRodaEsquerda.<br />
rodarRodaComIntensidade usando: DIREITA, intensidadeParaRodaDireita.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>comportamento irRetoParaFrente é:<br />
fazerForcaNasRodas usando: 10, 10.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>comportamento irRetoParaTras é:<br />
inverterSentidoDeRotacaoDasRodas.<br />
fazerForcaNasRodas usando: 10, 10.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>comportamento virarParaDireita é:<br />
fazerForcaNasRodas usando: 10, 5.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>comportamento virarParaEsquerda é:<br />
fazerForcaNasRodas usando: 5, 10.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>Neste caso temos as seções de comportamento que diz quais comportamentos a cadeira de rodas motorizada tem e o que eles fazem. Não listei aqui como que acontece o inverterSentidoDeRotacaoDasRodas e rodarRodaComIntensidade e nem da onde veio o ESQUERDA e DIREIRA porque é para ser simples não considero relevante, até porque isso é só um exemplo e tinha falado sobre usar a imaginação, lembra?<br />
Se quiser saber pode me contactar ou procure o curso de tecnologia mais próximo.</p>
<p>Se por acaso tivessemos uma cadeira de rodas motorizada que tivesse acento ejetável (imaginação meu caro, use a imaginação não o realismo) ela seria:</p>
<p>CadeiraDeRodasMotorizadaComAssentoEjetavel é CadeiraDeRodasMotorizada<br />
atributos: assentoEjetavel.</p>
<p>comportamento ejetar é:<br />
ativarAssentoEjetavel.<br />
fimDoComportamento.</p>
<p>Neste caso a cadeira de roadas motorizada com assento ejetável teria os atributos de cadeira, de cadeira de rodas motorizada e mais um atributo que seria o assento ejetável. Além disso ela faria tudo que uma cadeira de rodas motorizada faz (irRetoParaFrente, irRetoParaTras, etc.) e além disso ela seria capaz de ejetar o assento.</p>
<p>Não quer usar a imaginação? Acha que uma cadeira de rodas  com assento ejetável é absurdo?<br />
Então pense na seguinte situação: uma pessoa cadeirante usando a sua cadeira de rodas resolve descer uma ladeira, de repente quebram os controles de movimento, as engrenagem e freios de forma que a cadeira começa a acelerar rapidamente. No fim da ladeira está vindo um ônibus biarticulado (coisa comum em Curitiba, então a situação seria aqui, tá?). O motorista do ônibus está todo feliz e contente dirigindo o veículo e começa a andar porque o sinal abriu. Daí o cadeirante que está na cadeira desembestada ladeira abaixo vê que inevitávelmente irá colidir com o grande veículo de transporte coletivo. Antes da colisão garanto que ele pensaria: &#8220;Poxa, se minha cadeira fosse aquela com assento ejetável eu teria usado logo que ela começou acelerar&#8221;.<br />
Pronto. Se tivesse sido uma cadeira motorizada com assento ejetável ele poderia ter se salvado.</p>
<p>Bem, justificativas a parte, depois dos comportamentos definidos basta usarmos eles atraves de uma tela, controle remoto ou seja lá como você imaginou que isto será feito.</p>
<p>É claro que na prática existe muito mais coisa do que isso, mas espero que com essa explicação e exemplo já dá para ter uma boa idéia do que é POO.</p>
<p>Ah, e principalmente, acho que já dá para explicar para quem não sabe nada de programação o que é POO ou passar esse post.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VHDL - Projetando Sistemas Digitais]]></title>
<link>http://reevolucao.net/2009/11/19/vhdl/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kleber</dc:creator>
<guid>http://reevolucao.net/2009/11/19/vhdl/</guid>
<description><![CDATA[VHDL ou &#8220;VHSIC Hardware Description Language&#8221; (Linguagem de descrição de hardware VHSIC ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>VHDL</strong> ou &#8220;<a title="VHSIC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VHSIC"><strong>V</strong>HSIC</a> <a title="Linguagem de Descrição de Hardware" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Linguagem_de_Descri%C3%A7%C3%A3o_de_Hardware"><strong>H</strong>ardware <strong>D</strong>escription <strong>L</strong>anguage</a>&#8221; (Linguagem de descrição de hardware VHSIC &#8220;<a title="VHSIC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VHSIC"><strong>V</strong>ery <strong>H</strong>igh <strong>S</strong>peed <strong>I</strong>ntegrated <strong>C</strong>ircuits</a>&#8220;) é uma linguagem usada para facilitar o design (projeto/concepção) de circuitos digitais em <a title="FPGA" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FPGA">FPGAs</a> e <a title="ASIC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/ASIC">ASICs</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">É uma linguagem para projetar circuitos eletrônicos lógicos, se assemelha um pouco com pascal e tem como objetivo padronizar o modo de programar circuitos integrados de diferentes fabricantes de um modo padronizado, isto é, o que você projeta em VHDL poderá ser usado em qualquer circuito integrado sem reescrita de código.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a princípio, quem não tem muita experiência em sistemas embarcados pode se perder totalmente com a linguagem e de como utilizar. Um dos maiores problemas é aprender a usar as bibliotecas para começar a trabalhar, e alguns conceitos. Uma vantagem enorme é que a construção por meio de código é bem simplificada em relação ao projeto totalmente feito com símbolos primitivos e até mesmo substituindo decodificadores e contadores facilmente.</p>
<p>Tutorial em português de VHDL:<a title="VHDL pt" href="http://www.4shared.com/file/155031917/aef41748/Tutorial_VHDL.html" target="_blank"> VHDL pt</a></p>
<p>Outras fontes em inglês:</p>
<ol>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/155543997/2ec91868/Rapid_Prototyping_of_Digital_Systems_2002_Hamblen__Furman.html">Rapid Prototyping of Digital Systems 2002 Hamblen &#38; Furman</a></li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/155544519/95657eba/_Delmar__Digital_Design_with_CPLD_Applications__VHDL.html">(Delmar) Digital Design with CPLD Applications &#38; VHDL</a></li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/155545457/afcf9beb/McGrawHillVHDLProgrammingbyExample4thEd.html">McGraw Hill VHDL Programming by Example 4th.Ed</a></li>
<li><a href="http://www.4shared.com/file/155544815/940ba1c2/VHDL_Beginners_Bk.html">VHDL_Beginners_Book </a></li>
</ol>
<p>A wikipédia tem bons exemplos <a title="em Português" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/VHDL">em Português</a>, mas nada se compara com a versão <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/VHDL">em inglês</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linguagem de Programação "Lua"]]></title>
<link>http://ueider.wordpress.com/2009/11/19/linguagem-de-programacao-lua/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 00:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ueider</dc:creator>
<guid>http://ueider.wordpress.com/2009/11/19/linguagem-de-programacao-lua/</guid>
<description><![CDATA[Resumo: A linguagem de programação Lua foi desenvolvida por uma equipe de desenvolvimento na PUC-Rio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Resumo: </em>A linguagem de programação Lua foi desenvolvida por uma equipe de desenvolvimento na PUC-Rio, sendo esta uma linguagem de programação interpretada, procedural, imperativa, de script, com sintaxe simples, rápida, leve<br />
e projetada para estender aplicações. Lua é tipada dinamicamente, é interpretada a partir de bytecodes para uma máquina virtual baseada em registradores, e tem gerenciamento automático de memória com coleta de lixo incremental. Essas características fazem de Lua uma linguagem ideal para configuração, automação (scripting) e prototipagem rápida.</p>
<p>No link abaixo, o artigo escrito para a disciplina de Compiladores sobre a linguagem de programação Lua.</p>
<p><a href="http://ueider.wordpress.com/files/2009/11/artigolua_ueider.pdf">Artigo_Lua</a></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensar e Escrever.  Escrever e Pensar.]]></title>
<link>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/18/pensar-e-escrever-escrever-e-pensar/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:43:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>jarbas</dc:creator>
<guid>http://jarbas.wordpress.com/2009/11/18/pensar-e-escrever-escrever-e-pensar/</guid>
<description><![CDATA[Um amigo, o escritor Márcio Jabur, um dia me disse que pensa bem quem escreve bem. Conheço o Márcio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jarbas.wordpress.com/files/2009/11/sherlock.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2194" title="sherlock" src="http://jarbas.wordpress.com/files/2009/11/sherlock.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a>Um amigo, o escritor Márcio Jabur, um dia me disse que pensa bem quem escreve bem. Conheço o Márcio e o acho muito rigoroso. Essa sua boutade era uma crítica aberta a diversos conhecidos nossos incapazes de ecrever de carreirinha com alguma beleza e correção. Por isso, não concordo inteiramente com ele. Ainda acho que certas pessoas que não escrevem direito conseguem pensar bem Por outro lado, tenho certeza que bons textos dependem de bem pensar.</p>
<p>Fiz a pequena introdução acima para justificar o que segue. Quando comecei a blogar fiz um levantamento para verificar se alguns educadores do meu círculo de relações estavam usando blogs. Entre os usuários de primeira hora da nova ferramenta estava David Carraher, pesquisador com quem tive o prazer de trabalhar na confecção de dois softwares famosos: <a href="http://www.americanas.com.br/AcomProd/1472/47015">Investigando Textos com Sherlock!</a> e <a href="http://techdocs.sunburst.com/Divide_and_Conquer_Standalone/Divide_and_Conquer.pdf">Divide and Conquer</a>.</p>
<p>O blog original do David não está mais no ar. Mas traduzi e guardei alguns dos posts lá publicados. Um deles faz comentários sobre os aspectos metacognitivos do escrever. Vamos ao texto do David:</p>
<blockquote><p><span style="color:#800000;"><strong>Escrever e pensar</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Reflexões de David Carraher</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Eu penso que escrever minhas idéias  não é apenas um registro dos meus pensamentos. Esse ato faz com que minhas idéias fiquem mais á mão e mais fáceis de serem entendidas (por mim mesmo). Com o tempo, meu próprio pensar se beneficia por causa da existência de representações externas. Tudo isso me ajuda a: ter uma visão geral, ponderar, refinar o pensamento, reconsiderar, reorganizar. Me ajuda a compartilhar e a receber feedbacks.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Escrever sumários é um modo de melhorar as idéias. Você recebe os benefícios da palavra escrita. Mas não é só isso. Ganha-se algo novo.</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Eu sempre escrevo sumários para entender as idéias e estrutura de um documento.Pode ser algo que escrevi. Pode ser algo escrito por outros. Ao fazer isso, eu me vejo pensando:</strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Essa idéia cabe aqui? É essa uma evidência para algo que vai ser dito à frente? Isso precisa ser mostrado mais à frente, no capítulo sobre dados, em vez de ser algo subentendido na introdução? O que pode acontecer se alguém não aceitar a análise exaustiva? Há outras interpretações possíveis? Se sim, onde elas deveriam aparecer?</strong></span></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[#13 Metous]]></title>
<link>http://pilulaszen.wordpress.com/2009/11/17/13-metous/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:06:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>overdejah</dc:creator>
<guid>http://pilulaszen.wordpress.com/2009/11/17/13-metous/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pilulaszen.wordpress.com/files/2009/11/metous13.jpg"></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-250" title="metous13" src="http://pilulaszen.wordpress.com/files/2009/11/metous13.jpg" alt="" width="550" height="287" /></p>
<p></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor virtual]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/17/amor-virtual/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 05:26:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/17/amor-virtual/</guid>
<description><![CDATA[Acredito em amor virtual. Não adianta se valer do ceticismo da carne e dizer que a distância engana,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2204" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/17/amor-virtual/amor-virtual/"><img class="alignleft size-full wp-image-2204" title="Amor virtual" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/amor-virtual.png" alt="" width="150" height="133" /></a>Acredito em amor virtual. Não adianta se valer do ceticismo da carne e dizer que a distância engana, que as pessoas não se conhecem, que pode haver desfeita e desilusão. Acredito em amor virtual. Pois nada é mais expansivo e verdadeiro do que se conhecer pela linguagem. Nada é mais íntimo e pessoal do que se doar pela linguagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Não serei convencido da frieza do relacionamento na web, da articulação de fachadas e pseudônimos, da ironia e dos subterfúgios denunciados nos chats. O que acontece na internet reproduz a vida com seus defeitos e virtudes, não se pode exagerar na desconfiança. O amor virtual é tão real quanto o sangue. Não preciso enxergar o sangue para verificar se ele corre. O amor virtual trabalha com a expectativa e a ansiedade. Como um teatro que se faz de improviso, com a ardência de ser aceito aos poucos, sem o temor e os avisos em falso do rosto.</p>
<p style="text-align:justify;">Na correspondência há a esperança de ser amado e de entreter as dores. A esperança aceita tudo, transforma todo troco em investimento. Um gesto de redobrada atenção, uma resposta alentada, uma frase diferente, um cuidado excessivo, a cordialidade do eco e o amor se instala.</p>
<p style="text-align:justify;">Não há o julgamento pelas aparências (que se assemelha a uma execução sumária), mas o julgamento em função do que se imagina ser, do que se deseja, do que se acredita. São raros os momentos em que se pode fechar os olhos para adivinhar. Adivinhar é delicioso &#8211; é se dedicar com intensidade às impressões mais do que aos fatos.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns dirão que é alienação permanecer horas e horas teclando ou diante de uma câmera e do computador. Mas é envolvimento, amizade, compromisso. É pressentir o cheiro, formigar os ouvidos, seduzir devagar. Não conheço paixão que não ofereça mais do que foi pedido.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem reclamava da ausência de preliminares deve comemorar o amor virtual? Nunca se teve tanta preliminar nas relações, rodeios, educação. Fica-se excitado por falar. Devolve-se à fala seu poder encantatório de persuadir. Afora o espaço democrático: um conversa e o outro responde. Findou o temporal de um perguntar para outro fingir que está ouvindo.</p>
<p style="text-align:justify;">No amor virtual, a linguagem é o corpo. Dar a linguagem é entregar o que se tem de mais valioso. É esquecer as roupas na corda para escutar a chuva. É recordar de memórias imprevistas como do tempo em que se ajudava à mãe a contornar com o garfo a massa do capeletti. Conversa-se da infância, dos fundos do pátio, do que ainda não se tinha noção, sem ficar ridículo ou catártico. Abre-se a guarda para olhares demorados nos próprios hábitos. A autocrítica se converte em humor; a compreensão, em cumplicidade. É uma distração para concentrar. Uma distração para dentro. Vive-se com mais clareza para contar e se narrar.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor virtual é conhecer primeiro a letra, para depois conhecer a voz. A letra é o quarto da voz.</p>
<p style="text-align:justify;">By Fabrício Carpinejar, jornalista e escritor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Google apresenta nova linguagem de programação]]></title>
<link>http://marceloneias.wordpress.com/2009/11/17/google-apresenta-nova-linguagem-de-programacao/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 01:07:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>marceloneias</dc:creator>
<guid>http://marceloneias.wordpress.com/2009/11/17/google-apresenta-nova-linguagem-de-programacao/</guid>
<description><![CDATA[Isso mesmo, o Google está apresentando uma nova linguagem de programação, chamada de &#8220;GO]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Isso mesmo, o Google está apresentando uma nova linguagem de programação, chamada de &#8220;GO&#8221;.</p>
<p>Segundo o Google, esta nova linguagem de programação combina a velocidade e a dinâmica do Python com o desempenho das versões compiladas C e C++, e como não poderia deixar de ser&#8230; totalmente Open Source.</p>
<p>O projeto para o desenvolvimento desta nova linguagem surgiu em 2008, ela ainda não roda na plataforma Windows, mas já há pacotes tanto para arquiteturas 32 bit quanto 64 bit.</p>
<p>Para saber mais, visite:</p>
<p>Site oficial do &#8220;GO&#8221;: <a href="http://golang.org/">http://golang.org/</a></p>
<p>Blogger official do &#8220;GO&#8221;: <a href="http://google-opensource.blogspot.com/2009/11/hey-ho-lets-go.html">http://google-opensource.blogspot.com/2009/11/hey-ho-lets-go.html</a></p>
<p>Abaixo o famoso &#8220;Hello World&#8221; escrito em &#8220;GO&#8221;:</p>
<p><span style="color:#0000ff;">package main</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">import &#8220;fmt&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">func main() {</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"> fmt.Printf(&#8220;Hello, world\n&#8221;)</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">}</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CAETANADAS]]></title>
<link>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/11/16/caetanadas/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:37:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Prof. Leandro</dc:creator>
<guid>http://liberdadeaqui.wordpress.com/2009/11/16/caetanadas/</guid>
<description><![CDATA[Do Terra Magazine Da arte de chutar Sírio Possenti de Campinas (SP) &nbsp; Lembrei uma entrevista de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="color:#ff6600;"><a title="Do Terra Magazine" href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4096101-EI8425,00-Da+arte+de+chutar.html" target="_blank">Do Terra Magazine</a></span></em></strong></p>
<h1>Da arte de chutar</h1>
<p><em>Sírio Possenti</em><br />
de Campinas (SP)</p>
<p>&#160;</p>
<p>Lembrei uma entrevista de Michel Foucault que li há algumas décadas, supostamente na mesma época em que Caetano Veloso lia Lévi-Strauss, por causa da seguinte passagem: &#8220;Nós os franceses temos uma consciência hexagonal da cultura que faz com que paradoxalmente De Gaulle possa passar por um intelectual&#8230;&#8221;.</p>
<p>Se Foucault vivesse entre nós, ficaria espantado com &#8220;nossos&#8221; intelectuais. Um dos mais notáveis é Caetano Veloso, nosso Aristóteles &#8211; ele opina sobre tudo. Aparece em todos os meios de comunicação &#8211; mostrando seu banheiro em Caras ou depondo sobre a importância de Lévi-Strauss na <em>Folha de S. Paulo</em> (o que é também uma ilustração de como a <em>Folha</em> explica).</p>
<p>A melhor demonstração de como Caetano (não) leu o antropólogo não aparece em sua resenha (ele já o tinha citado &#8211; mais ou menos como Gil citou a física quântica &#8211; em uma de suas letras). A prova de que Caetano, se leu, não entendeu nada de Levi-Strauss não é sua entrevista, embora patética. É sua declaração sobre a gramática de Lula.</p>
<p>Não discuto sua avaliação política, que esta, evidentemente, é livre, e ninguém precisa ser letrado nem ter lido O <em>cru</em> e o <em>cozido</em> para expressá-la, nas democracias. Desastrosas, analfabetas, são suas declarações sobre língua. Agora ele disse ao Estadão (sim os dois jornalões lhe deram espaço &#8211; o que, nas democracias é proibido proibir, mas se pode lamentar -, elogiando Marina Silva, mas também Mangabeira Unger, e exatamente por seu &#8220;pensamento&#8221; sobre a Amazônia) que ela &#8220;é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla. É inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, <em>que não sabe falar</em>&#8221; (Estadão de 6/11/2009). Bem, se elogia Marina e Unger, então também pode ter lido Lévi-Strauss, isto é, passado os olhos nas página de seus livros, e dizer o contrário de tudo o que ele diria. Ou não, acrescentaria Gilberto Gil, provavelmente achando que isso é que é dialética.</p>
<p>Como disse, a opinião é obviamente livre. Mas pode ser burra. De fato, &#8220;burro&#8221; não é antônimo de &#8220;livre&#8221;, e, assim, os dois predicados podem coexistir. Se Caetano tivesse arranhado Lévi-Strauss, ou mesmo se só tivesse lido alguma coisa sobre o tipo de pensamento a que deu consistência ímpar, teria podido aprender que a maior novidade do pensamento do antropólogo é exatamente que não há culturas (portanto, línguas) erradas ou mesmo inferiores. Ou seja, não leu.</p>
<p>Se leu, não entendeu nada, ou pensa que Lévi-Strauss só se aplica aos índios &#8211; outra forma de não entender nada. Sua leitura do antropólogo deve ter sido como a que fez de Saussure, segundo informou em seu <em>Obraemprogresso</em> há algum tempo.</p>
<p>Uma das melhores piadas que já li é de Woody Allen. Conta que está fazendo um curso de leitura dinâmica: &#8220;Li Guerra e Paz em 2º minutos. Fala da Rússia&#8221;. É o método Caetano de ler Lévi-Strauss.</p>
<p>Se aplicasse ao que faz profissionalmente os critérios que aplica à língua, ele teria que dizer que não sabe fazer música. Que faz música errada.</p>
<p>PS &#8211; Caetano mandou carta ao Estadão que foi comentada como &#8220;esclarecendo&#8221; sua entrevista. No que se refere a meu tema (Lula não sabe falar), nada muda. Não discuto a avaliação política que faz de Lula ou de Marina ou de FHC. Só discuto essa frase. E ela é de que não sabe&#8230;</p>
<p><strong>Intelectuais, ainda</strong></p>
<p>FHC desovou falação em que manifesta preocupações com o governo Lula, ou com o &#8220;lulismo&#8221;, com o que ele acha que é autoritarismo. O <em>Globo</em> publicou o artigo, e a ilustração era um grande STOP. O que foi interpretado como insinuação golpista.</p>
<p>Duas coisas são curiosas no artigo: FHC diz que Lula escolheu a candidata à sucessão com um &#8220;dedaço&#8221;. A avaliação, vinda de um tucano (lembram daquele jantar a quatro?), é de doer, independentemente do que se pense de Lula, de Dilma e de sua indicação. Compara o lulismo com o peronismo. Não sei se é detalhe ou não &#8211; acho que não é &#8211; mas agora é o sociólogo que está em questão. Não é análise sofisticada, nem do lulismo, nem do peronismo.</p>
<p>Diversos artigos leram o texto de FHC como golpista. Não seria a primeira vez. FHC já teve seus tempos de Zelaya, e foi bem sucedido: fez sua própria reeleição, um óbvio golpe, pelo menos para quem acha que Chávez e outros são golpistas. Agora, parece querer dias de Micheletti&#8230;</p>
<p>&#160;</p>
<blockquote><p><em><strong>Sírio Possenti</strong> é professor associado do Departamento de Linguística da Unicamp e autor de </em>Por que (não) ensinar gramática na escola, Os humores da língua, Os limites do discurso<em> e </em>Questões para analistas de discurso.<br />
<strong>Fale com Sírio Possenti: <a href="mailto:siriopossenti@terra.com.br">siriopossenti@terra.com.br</a></strong></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupo Gema realiza workshop com Zahra Beigi ]]></title>
<link>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/16/grupo-gema-realiza-workshop-com-zahra-beigi/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>plugcultura</dc:creator>
<guid>http://plugcultura.wordpress.com/2009/11/16/grupo-gema-realiza-workshop-com-zahra-beigi/</guid>
<description><![CDATA[O Grupo Gema realiza a conferência da artista visual Zahra Beigi,  ganhadora do Prêmio Sacatar (prêm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Grupo Gema realiza a conferência da artista visual Zahra Beigi,  ganhadora do <strong>Prêmio Sacatar</strong> (prêmio para artistas de todo que produzem conteúdo dentro do contexto cultural da Bahia) para residência artística internacional, através do programa UNESCO/ASCHBERG. Zahra trabalha com pintura e fotografia. Iraniana, de Teerã, a artista acredita que haja muitas diferenças culturais entre seu povo e os brasileiros, principalmente as mulheres.</p>
<p>Ao longo de seu período de residência, Zahra pretende trabalhar com a linguagem visual das mulheres iranianas, suas apreensões, seus sinais e pensamentos em comparação às mulheres brasileiras. A partir daí, pretende realizar workshops sobre a cultura, as mulheres e a juventude de seu país.</p>
<p><a href="http://www.sacatar.org/"><span style="color:#3366ff;"><strong>Leia mais</strong></span></a></p>
<p><strong>Serviço:<br />
O que: </strong>Palestra<br />
<strong>Tema:</strong> Arte Contemporânea no Irã<br />
<strong>Onde:</strong> Sala de vídeo &#8211; CUCA<br />
<strong>Quando: </strong>03/12/09 de 15 às 17h</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BRASA DORMIDA: Grupo Vissungo, o Revival!]]></title>
<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/11/15/brasa-dormida-grupo-vissungo-o-revival/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 11:08:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spirito Santo</dc:creator>
<guid>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/11/15/brasa-dormida-grupo-vissungo-o-revival/</guid>
<description><![CDATA[(Black banda &#8216;jurássica&#8217; &#8211; dos anos 70 &#8211; em fase de ressuscitação) Em 1975 f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://spiritosanto.wordpress.com/files/2009/11/bas-filipeta-vissungo-2.jpg" alt="Bas filipeta Vissungo 2" title="Bas filipeta Vissungo 2" width="497" height="385" class="aligncenter size-full wp-image-2586" /><br />
<strong>(Black banda &#8216;jurássica&#8217; &#8211; dos anos 70 &#8211; em fase de ressuscitação)</strong></p>
<p>Em 1975 foi criado no Rio de Janeiro um grupo musical chamado <a href="http://www.overmundo.com.br/overblog/grupo-vissungo-musica-preta-nos-anos-70">Grupo Vissungo</a>. O quarteto era formado pelos irmãos <strong>Spírito Santo </strong>e <strong>Lula Espírito Santo</strong> e Carlos ‘Codó’ Brito, filho do grande violonista Clodoaldo Brito, o ‘Codó’ &#8211; professor emérito de muita gente boa, tal como João Gilberto, Caetano Veloso, Egberto Gismonti e Gilberto Gil.</p>
<p>A proposta do Vissungo era a de construir uma <em><a href="http://www.overmundo.com.br/banco/grupo-vissungo-ulelele-1">música negra brasileira moderna</a></em>, a partir da similaridade evidente existente entre a cultura negra tradicional do Brasil e o que, em termos musicais, ocorria na África contemporânea, principalmente na Nigéria, terra de Fela Kuti, mas também em Angola, e Moçambique, onde florescia uma música também moderna, de intenções políticas libertárias, no contexto das lutas contra o colonialismo.</p>
<p>Aprofundando sua pesquisa de campo o grupo passou a exercer a difusão da música africana, tanto em seus aspectos originais quanto em sua expressão chamada de afro-brasileira se ligando a figuras essenciais desta corrente como <strong>Clementina de Jesus</strong> e <strong>João do Valle</strong>, ícones da década anterior lançados nos shows ‘Opinião’ e ‘Rosa de Ouro’ e nesta ocasião amargando o ostracismo) e um pouco mais tarde, a <strong>Aniceto &#8216;do Império Serrano</strong>&#8216;, figura histórica do samba carioca mais profundo e um dos maiores especialistas em Partido Alto.</p>
<p>Em meados da década de 80, o Vissungo entra enfim no mercado fonográfico, a partir da autoria, junto com Wagner Tiso, da premiada trilha sonora do filme Chico Rei de Walter Lima Júnior (veja nota abaixo), único disco na trajetória do grupo que participou também nesta época como convidado especial nos discos de carreira de <strong>Milton Nascimento</strong> (&#8216;Encontros e despedidas)&#8217;; <strong>Wagner Tiso </strong>(&#8216;Branco &#38; Preto/Preto &#38; Branco&#8217;) e <strong>Tetê Espíndola</strong> (&#8216;Gaiola&#8217;). </p>
<p><em>..”O épico Chico Rei deu continuidade ao projeto de um cinema histórico mais atento às elaborações mitológicas que ao rigor das versões acabadas. Lima Jr. usa a história do primeiro escravo a se tornar dono de ouro no Brasil para investigar as suas próprias raízes negras.</p>
<p>O Grupo Vissungo, em sua fusão de arte e militância, teve papel decisivo na formatação sonora do filme, que ainda mobilizou ícones da música negra brasileira como Milton Nascimento, Clementina de Jesus, Naná Vasconcelos e Geraldo Filme. “</p>
<p>Trecho do artigo “um cinema que quer ser música”<br />
de Carlos Alberto Mattos Publicado na revista Veredas (CCBB/Rio, </em></p>
<p>É nesta ocasião que o grupo decide se radicar em Viena, Austria, se recompondo com músicos locais, entre os quais o guitarrista vienense <a href="http://www.myspace.com/claudiusjelinek">Claudius Jelinek</a>, o baixista uruguaio Pablo Solanas e o percussionista senegalês Jimmy Wolof. </p>
<p>O dia 5 de Novembro de 1995, num espetáculo na Sala Cecília Meirelles, em comemoração ao mês de Zumbi de Palmares marca o retorno ao Brasil. Para sua nova formação, o grupo recorreu a uma incrível fonte musical, impensável nos anos 70/80: um núcleo de jovens músicos negros, o Centro Cultural Donana, na Baixada Fluminense. De lá vieram Lauro &#8216;Biko&#8217; Farias, baixo (depois no &#8216;O Rappa&#8217;), Reinaldo Amancio (ex- &#8216;Cabeça de Nego&#8217;), além do fabuloso batera Jahir Soares, decano do &#8216;reggae raiz&#8217; carioca. Integraram também o Vissungo, neste seu &#8216;último&#8217; espetáculo, Welington Coelho (Farofa Carioca) e Paulão Menezes (Bia Bedran). Na  época de sua última tentativa de ressurgimento, antes da aposentadoria em 1996, o grupo ensaiava um novo baixista muito talentoso (e famoso hoje dia) chamado &#8216;Seu&#8217; Jorge. </p>
<p>É incrível que agora, novamente em Novembro, exatamente no Dia Nacional da Consciência Negra, o Vissungo esteja renascendo das cinzas, e ainda recebendo seus convidados: Irinéa Maria Ribeiro, Marko Andrade e o percussionista uruguaio, Fabrício Magnone além de músicos ex-alunos do projeto Musikfabrik da Uerj.</p>
<p>O Grupo Vissungo 2009 é:</p>
<p>SPIRITO SANTO &#8211; Vocal solo, marimba, kalimba e percussão<br />
LULA ESPIRITO SANTO &#8211; Violão e vocal<br />
SAMUKA de JESUS &#8211; Percussão e vocal<br />
JAHIR SOARES &#8211; Batera<br />
LERI MACHADO- Baixo<br />
REINALDO AMANCIO- Guitarra<br />
RODRIGO &#8216;DREADS&#8221; ALCÂNTARA &#8211; Percussão geral<br />
CARLOS CODÓ (In memorian)</p>
<p>Direção Técnica (Som e Luz)– Felipe Cavalieri<br />
Direção Artística – Irinéa Maria Ribeiro<br />
Assistente de direção – Rodrigo &#8216;Dreads&#8217; </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O "sofá da Hebe" do IETV]]></title>
<link>http://oliquidificador.wordpress.com/2009/11/15/o-sofa-da-hebe-do-ietv/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 03:51:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>esterfer</dc:creator>
<guid>http://oliquidificador.wordpress.com/2009/11/15/o-sofa-da-hebe-do-ietv/</guid>
<description><![CDATA[O Instituto de Estudos de Televisão (IETV) disponibilizou um interessante material em seu site. Trat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <strong>Instituto de Estudos de Televisão </strong>(IETV) disponibilizou um interessante material em seu site. Trata-se de trechos do debate <strong>&#8220;Linguagem e Experimentação &#8211; Transgressão e renovação: as novas formas de humor na TV Brasileira&#8221;</strong>, realizado em 2008 durante o Festival Internacional de Televisão.</p>
<p>&#160;</p>
<div id="attachment_233" class="wp-caption alignright" style="width: 216px"><a href="http://oliquidificador.wordpress.com/files/2009/11/hebe.jpg"><img class="size-full wp-image-233 " title="Hebe" src="http://oliquidificador.wordpress.com/files/2009/11/hebe.jpg" alt="Hebe" width="206" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">não é uma gracinha?!</p></div>
<p>Entre os convidados da mesa, falam Marcelo Tas, Marcelo Adnet, Sabrina Sato e Raquel Affonso (gerente de programação da MTV).</p>
<p>Tirando as palhaçadas, inevitáveis, dado o tema em questão, salvam-se algumas reflexões interessantes.</p>
<p>Outra mesa que também tem trechos disponíveis, na mesma linha da Linguagem e da Experimentação é sobre <strong>&#8220;TV Móvel: Novas mídias, novas demandas de conteúdo&#8221;.</strong></p>
<p>Vale a pena dar uma olhada!</p>
<p>http://www.ietv.org.br/v3/index.php?sub=webtv</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É de pequenino que se torce o pepino: um pouco sobre períodos críticos]]></title>
<link>http://odivadeeinstein.wordpress.com/2009/11/14/periodos_criticos_genie/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 00:40:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aninha</dc:creator>
<guid>http://odivadeeinstein.wordpress.com/2009/11/14/periodos_criticos_genie/</guid>
<description><![CDATA[Genie é o “codinome” de Susan M. Wiley, adotado pelos profissionais que encontraram a menina de quas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Genie é o “codinome” de Susan M. Wiley, adotado pelos profissionais que encontraram a menina de quase catorze anos em abril de 1970. Ela é um caso contemporâneo de criança selvagem – juntamente com outros clássicos como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Victor_of_Aveyron" target="_blank">Vítor de Aveyron</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kaspar_Hauser" target="_blank">Kaspar Hauser</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mowgli" target="_blank">Mogli</a> (oi?!) e, mais recentemente, a <a href="http://www.guardian.co.uk/world/2007/jan/23/jonathanwatts.features11" target="_blank">Menina Cambojana da Floresta</a>. Genie foi privada quase totalmente do contato social desde o nascimento, criada em um quarto escuro, com restrição de movimentos e completa negligência de contato afetivo, segundo o relatório da assistente social que a encontrou na casa dos pais em Arcadia, na Califórnia.</p>
<div id="attachment_126" class="wp-caption aligncenter" style="width: 381px"><img class="size-full wp-image-126" title="Victor_of_Aveyron" src="http://odivadeeinstein.wordpress.com/files/2009/11/victor_of_aveyron.jpg" alt="Victor_of_Aveyron" width="371" height="466" /><p class="wp-caption-text">Vítor, o menino selvagem de Aveyron, encontrado num bosque da França em 1797, e educado por Jean Marc Gaspard Itard.</p></div>
<div id="attachment_127" class="wp-caption aligncenter" style="width: 353px"><img class="size-full wp-image-127" title="Kaspar_hauser" src="http://odivadeeinstein.wordpress.com/files/2009/11/kaspar_hauser.jpg" alt="Kaspar_hauser" width="343" height="600" /><p class="wp-caption-text">Kaspar Hauser, encontrado vagando nas ruas de Nuremberg em 1828. Ninguém sabe muito bem qual era a dele. As vezes falava, as vezes desenhava, as vezes dava uma de selvagem. Segundo consta, ele provavelmente não era uma criança selvagem.</p></div>
<div id="attachment_128" class="wp-caption aligncenter" style="width: 408px"><img class="size-full wp-image-128" title="Mogli" src="http://odivadeeinstein.wordpress.com/files/2009/11/mogli.png" alt="Mogli" width="398" height="599" /><p class="wp-caption-text">Mogli, o menino lobo, da história de Kipling. Vivia na Índia na companhia do urso Balú (&#34;necessário, somente o necessário...&#34;) e da cobra Cazzzzca. Foi posteriormente estudado por Walt Disney.</p></div>
<p>A história de Genie é longa, triste, cheia de reviravoltas e de personagens malvados: sua primeira instrutora, no Hospital Infantil de Los Angeles, mantinha um especial interesse em se tornar “a próxima <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anne_Sullivan_Macy" target="_blank">Ann Sullivan</a>”, e ficar famosa à custa da menina. A equipe de profissionais de saúde e pesquisadores encarregados de cuidar dela vivia em constante pé de guerra, cada um reclamando para si a “preferência” e o afeto da criança, com prováveis intenções de se tornarem tutores e, conseqüentemente, terem direitos exclusivos de estudar seu caso. Depois de quatro anos sob os cuidados do casal Marilyn e David Rigler (que conseguiram a maior parte dos progressos em linguagem e comportamento social da menina), de ter os fundos para seus cuidados e para as pesquisas sobre sua condição cortados pelo National Institute of Mental Health por “<em>conduta não-profissional e falta de dados científicos seguros</em>”, de uma tentativa fracassada de voltar aos cuidados de sua mãe, e de passar por outros seis lares adotivos onde foi negligenciada e abusada, Genie vive hoje em um abrigo para deficientes mentais, no sul da Califórnia.</p>
<p>Mas o que nos interessa aqui é a história de como os pesquisadores tentaram ensinar linguagem a Genie, e o que eles descobriram no caminho. Desde o início do tratamento, depois com a publicação do livro de Susan Curtiss em 1977 (<em>Genie: A Psycholinguistic Study of a Modern-Day “Wild Child”</em>, Academic Press) e de outros vários livros e artigos científicos, diversas questões sobre o desenvolvimento da linguagem e sobre os períodos críticos de sua aquisição foram levantadas a partir das observações e estudos feitos com Genie. Por “período crítico” entende-se a janela de tempo em que determinada habilidade ou competência se desenvolve e se torna parte do repertório comportamental de um indivíduo. É esperado que, depois de passado este período, a habilidade não seja mais desenvolvida. Segundo Johnson e Newport (1989), “&#8230; <em>em alguns domínios, tem sido sugerido que a aquisição de competências não aumenta monotonicamente acompanhando o desenvolvimento, mas antes atinge um pico durante um período crítico, que pode ser relativamente cedo na vida, e então declina depois que este período estiver terminado</em>.”</p>
<div id="attachment_125" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-125" title="Genie" src="http://odivadeeinstein.wordpress.com/files/2009/11/genie.jpg" alt="Genie" width="500" height="363" /><p class="wp-caption-text">Genie, aos dezesseis anos, já sob a tutela do casal Rigler.</p></div>
<p>Num estudo feito por Fromkin, Krashen, Curtiss, Rigler e Rigler (1974), os pesquisadores submeteram Genie a uma bateria de testes para identificar seu grau de compreensão lingüística. Foram construídos testes em que não eram requeridas respostas verbais, já que a intenção não era verificar suas habilidades de produção ativa de fala. As respostas exigidas eram principalmente respostas de apontar para figuras que representavam o que os pesquisadores diziam, e o início dos testes se deu quando Genie já estava há 11 meses sob os cuidados do Hospital. Durante este período, a menina já havia demonstrado entendimento e produção de alguns nomes, mas estas habilidades em si não revelavam muito sobre sua competência verbal. Os resultados de 17 diferentes testes de compreensão, administrados semanalmente durante dois anos de estudo, demonstraram que Genie estava aprendendo habilidades lingüísticas tais como contraste entre singular e plural, distinção entre sentenças afirmativas e negativas, construções possessivas, modificações, algumas preposições e conjunções, e algumas formas comparativas e superlativas de adjetivos.</p>
<p>Por conta da dificuldade de fala, o acesso às competências de linguagem produtiva de Genie apenas pelas vocalizações era dificultado. Apesar disso, Fromkin e cols. (1974) descrevem um aumento importante nas habilidades vocais e na produção de fala. As primeiras palavras ditas por ela foram palavras simples, com sílabas do tipo consoante-vogal (como as de qualquer criança que começa a falar), e ao longo do estudo Genie aprendeu a falar palavras de duas ou mais sílabas e a usar todas as consoantes do alfabeto inglês, embora houvesse deleção das consoantes finais na maioria das palavras e de algumas consoantes iniciais em palavras com “<em>clusters</em> consonantais” (como em <em>SP</em>ike, <em>ST</em>ay ou <em>SK</em>ate). Em testes de imitação, Genie era capaz de reproduzir qualquer som da língua inglesa, mesmo que tais sons não estivessem presentes nas palavras de sua produção vocal espontânea, o que foi interpretado pelos pesquisadores como a evidência de limitadores fonológicos, mais do que a presença de dificuldades de articulação dos sons da fala. Depois algumas semanas no Hospital, Genie começou a usar imitativamente palavras e nomes que ela ouvia dos cuidadores e, cinco meses após o início do treinamento, já era capaz de falar espontaneamente algumas palavras. Cerca de oito meses depois de sua internação, a menina começou a produzir sentenças de duas palavras dos tipos nome+nome ou nome+modificador (“<em>more soup</em>”, “<em>Genie purse</em>”), e dois meses depois disso passou a usar verbos em suas construções (“<em>want milk</em>”). Em novembro de 1971 (pouco mais de um ano após sua internação), ela passou a produzir sentenças de três e quatro palavras com estrutura sujeito+verbo+objeto (“<em>Genie love Marilyn</em>”). Em fevereiro de 1972 foram registradas as primeiras sentenças negativas, embora os testes de compreensão tivessem demonstrado que ela era capaz de compreender sentenças negativas muitos meses antes disso. A crescente habilidade de combinar palavras em sentenças e de aumentar ou recombinar sentenças já conhecidas levou os pesquisadores a concluir que Genie havia adquirido os elementos essenciais da linguagem que permitem a geração de infinitos conjuntos de sentenças.</p>
<p>Em muitos aspectos, o desenvolvimento da linguagem de Genie aconteceu na mesma seqüência em que acontece o desenvolvimento da linguagem em crianças sob condições normais, mas havia diferenças expressivas entre a emergência de linguagem em Genie: seu vocabulário era muito maior do que o de crianças “normais” no mesmo estágio de desenvolvimento lingüístico e ela era capaz de lembrar de listas de palavras relativamente grandes. Para Fromkin e cols. (1974), isso ilustraria definitivamente o fato de que a linguagem é muito mais do que apenas o armazenamento infinito de palavras. Em outros pontos, as habilidades de linguagem de Genie ficavam muito aquém das esperadas, por exemplo, ela nunca foi capaz de construir sentenças no modo passivo e as habilidades gramaticais eram análogas as de uma criança de dois ou dois anos e meio. De modo geral, seu progresso na aprendizagem de linguagem foi muito mais lento do que o normal, e algumas habilidades não foram adquiridas de modo algum, como o uso de palavras indicativas de interrogação (qual, onde, por que), de marcadores sintáticos (pontuações e vírgulas), de palavras demonstrativas (isto, este, aquilo) e principalmente de regras transformacionais (que permitem a transformação de sentenças mudando-se a ordem das palavras como, por exemplo, transformar uma sentença na voz ativa em outra na voz passiva, sem perder seu significado específico). Ao fim de muitos anos de estudo, Genie, uma mulher adulta, chegou ao nível máximo de capacidade lingüística análogo ao de uma criança de quatro anos de idade.</p>
<p>O estudo do desenvolvimento da linguagem de Genie foi a primeira tentativa direta de se testar a hipótese do período crítico para a aquisição da linguagem. Ainda hoje, sabemos pouco sobre as habilidades que têm períodos críticos e sobre os mecanismos neurais que controlam o “fechamento” das janelas de aprendizagem de determinadas habilidades. No caso da linguagem, o que se pode dizer com alguma certeza é que há uma necessidade de <em>inputs</em> (estímulos provenientes do ambiente, das pessoas com quem se mantém relações, etc&#8230;) durante um longo período, e desde muito cedo na vida dos indivíduos. Mais do que isso, as estimulações sociais e as interações com diversas pessoas competentes no uso da linguagem parecem ser muito mais importantes do que estimulações programadas e complexas. E, mais importante de tudo, toda essa estimulação deve ser o mais precoce possível.</p>
<p><strong>Referências bacanas:</strong></p>
<p>Fromkin, V., Krashen, S., Curtiss, S., Rigler, D., &#38; Rigler, M. (1974).<em> </em>The development of language in Genie: a case of language acquisition beyond the critical period.<em> Brain an Language</em>, <em>1</em>. 81-107. Reprinted in M. Lahey (Ed.), Readings in childhood language disorders, 1978. New York: John Wiley. pp 112-133.</p>
<p>Sobre “<strong>períodos críticos</strong>” recomendo: Johnson, J.S. &#38; Newport, E.L. (1989). Critical period effects in second language learning: the influence of maturational state on the acquisition os english as a second language. <em>Cognitive Psychology</em>, <em>21</em>. 60-99.</p>
<p>Almanaque de curiosidades: um <a href="http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/cinema/dossier/meninoselvagem.pdf">trabalho sobre o filme</a> “O Menino Selvagem” do Truffaut – quem não viu e tem paciência pra assistir Truffaut, veja… – que tem como Anexo o relatório completo de Itard sobre os desenvolvimentos de Vítor. Começa na página 76.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Macacos falantes (e escreventes!) [por Ana Arantes]]]></title>
<link>http://accultura.wordpress.com/2009/11/14/macacos-falantes-e-escreventes-por-ana-arantes/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 18:30:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angelo A. S. Sampaio</dc:creator>
<guid>http://accultura.wordpress.com/2009/11/14/macacos-falantes-e-escreventes-por-ana-arantes/</guid>
<description><![CDATA[Reproduzo abaixo um post escrito por Ana Arantes, no blog dela &#8220;O Divã de Einstein&#8220;. Val]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Reproduzo abaixo um post escrito por Ana Arantes, no blog dela &#8220;<a title="Visite o blog O Divã de Einstein" href="http://odivadeeinstein.wordpress.com/" target="_blank">O Divã de Einstein</a>&#8220;. Vale a pena visitar e explorar o o blog, cujo endereço também está nos nossos &#8220;Links&#8221;. Boa leitura!</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Eu “devia” estar preparando um aula, mas estava dando uma procrastinadinha básica no Twitter quando o @LeoBMarques mandou o link para a apresentação da Susan Savage-Rumbaugh no<a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a>. E como cientista (pasmem!) também é gente, e como toda a gente é besta, tô emocionada com os macacos bonobos até agora.</p>
<p><img title="criações" src="http://odivadeeinstein.files.wordpress.com/2009/09/criacoes.jpg?w=300&#038;h=131#38;h=131" alt="criações" width="300" height="131" /></p>
<p>Susan Savage-Rumbaugh é uma primatologista famosa por seus trabalhos com as macacas bonobos (<em>Pan paniscus</em>) Kanzi e Panbanisha. Seus estudos tentam desvendar a aprendizagem e o uso de linguagem nessa espécie de primatas e ela tem publicado artigos interessantes e intrigantes, pra dizer o mínimo!</p>
<p>Apesar de receber críticas de todos os lados – sacomé, humanos não curtem muito essa história de serem parecidíssimos com outras espécies, principalmente no que diz respeito à linguagem – até mesmo do <em>famosérrimo</em> Steven Pinker, Savage-Rumbaugh lidera um laboratório chamado<a href="http://www.greatapetrust.org/" target="_blank">Great Ape Trust of Iowa</a>. Lá, ela, agora aposentada de funções administrativas, faz um monte de pesquisas sobre o comportamento simbólico dos macacos.</p>
<p>E mais não falo, porque assitir ao vídeo é uma AULA:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/a8nDJaH-fVE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/a8nDJaH-fVE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Referências boas:</p>
<p>Savage-Rumbaugh, E.S. (1986). Ape Language: From Conditioned Response to Symbol. New York: Columbia University Press. ASIN B000OQ1WIY</p>
<p>Savage-Rumbaugh, E.S., &#38; Lewin, R. (1996). Kanzi: The Ape at the Brink of the Human Mind. Wiley. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:BookSources/047115959X">ISBN 047115959X</a></p>
<p>Savage-Rumbaugh, E.S., Shanker, S.G., &#38; Talbot,  J.T. (2001). Apes, Language, and the Human Mind. Oxford. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Special:BookSources/019514712X">ISBN 019514712X</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Orfeu Negro- Marcel Camus]]></title>
<link>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/11/13/2595/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:20:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spirito Santo</dc:creator>
<guid>http://spiritosanto.wordpress.com/2009/11/13/2595/</guid>
<description><![CDATA[Assisti o filme Orfeu Negro do Marcel Camus ainda criança. Revi agora e chorei feito criança, de nov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/v0jZRkFtksI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/v0jZRkFtksI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Assisti o filme <a href="http://kiminda.wordpress.com/2008/07/12/morre-breno-mello-o-orfeu-negro/">Orfeu Negro</a> do Marcel Camus ainda criança. Revi agora e chorei feito criança, de novo. Saudosismo sim. Saudade de como éramos crianças felizes naquela pobreza mansa dos anos 50/60, na otimista virada do pós guerra.</p>
<p>Só pelo jeito diferente, leve, livre e solto &#8211; quase a voar como passarinhos &#8211; como a gente sambava dá pra ver como éramos felizes e não sabíamos.</p>
<p>Se você não se emocionar é porque já embruteceu de vez, neste Brasil estúpido em que nos tornamos, deixando crianças morrerem pelas ruas como pardais doentes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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