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	<title>linguista &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/linguista/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "linguista"</description>
	<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 22:25:58 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Consigli di lettura - 7]]></title>
<link>http://biblicamente.wordpress.com/2009/08/08/consigli-di-lettura-7/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 14:49:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pj</dc:creator>
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<description><![CDATA[La settimana di consigli letterari è cominciata con Tra i giusti (Marsilio), indagine sull&#8217;Olo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La settimana di consigli letterari è cominciata con Tra i giusti (Marsilio), indagine sull&#8217;Olo]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Cecilia Almeida Salles - O processo da criação]]></title>
<link>http://perfilliterario.wordpress.com/2009/07/14/cecilia-almeida-salles-o-processo-da-criacao/</link>
<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 10:51:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>perfilliterario</dc:creator>
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<description><![CDATA[Graduada em Língua e Literatura inglesas pela PUC-SP, Cecilia é mestre e doutora em Linguística Apli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.esnips.com/doc/473d26a9-7bc3-45a1-94f1-273bdb117fbe/Cecilia-Almeida-Salles---Cr%C3%ADtica-Genetica"><img src="http://perfilliterario.wordpress.com/files/2009/07/1critica_cecilia-salles.jpg?w=218" alt="1critica_cecilia salles" title="1critica_cecilia salles" width="218" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-88" /></a>Graduada em Língua e Literatura inglesas pela PUC-SP, <a href="http://lattes.cnpq.br/6112940247306533">Cecilia</a> é mestre e doutora em Linguística Aplicada e Estudos de Línguas pela mesma instituição. Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Universidade, é coordenadora do Centro de Estudos de Crítica Genética. Autora dos livros Gesto inacabado: processo de criação artística (1998), Crítica Genética: uma (nova) introdução (2000) e Redes da criação: construção da obra de arte ( 2006) e do CD-Rom Gesto Inacabado: processo de criação artística (Lei de Incentivo a Cultura do Estado de São Paulo, 2000), tem experiência na área de Comunicação, atuando principalmente nos temas processos de criação, semiótica, crítica genética e artes.</p>
<p><em>O que vem a ser a crítica genética? Como foi seu envolvimento com essa área?</em><br />
<strong>Cecilia:</strong>Eu me envolvi por causa dos estudos de ensino de redação. Eu sou da área de Letras, dava aula de inglês e era muito interessada na produção de escrita. Por isso, tive contato com o escritor Ignácio de Loyola Brandão quando eu estava na véspera de começar o doutorado. Ele me mostrou a documentação que tinha feito para o livro Não verás país nenhum. Eram diários, anotações, fotos e mapas que ele fazia. Achei que ali era um campo promissor para meu interesse de ensino de redação. Quando ele me ofereceu esse material para estudar, descobri, depois de alguns meses, que esse tipo de reflexão já tinha um núcleo de pesquisa na USP, em letras francesas, e que o professor Phillipe Willemart dava a essa pesquisa o nome de Crítica Genética. Tinha esse nome, porque definia-se como o acompanhamento teórico crítico da gênese da obra de arte, ou seja, a pesquisa da produção a partir da documentação deixada pelo escritor.</p>
<p><em>Essa documentação inclui esboços e anotações?</em><br />
<strong>Cecilia:</strong> Todos os tipos de começo. A crítica genética no Brasil era desenvolvida como na França, com a literatura francesa e autores do séc. XIX. Comecei então a fazer o meu trabalho com a literatura contemporânea brasileira. Ao lidar com materialidades diversas, saí um pouco da literatura e da lingüística de onde vim, para ir para a semiótica, que poderia dar conta das diferentes linguagens, como mapas, fotografias, documentação verbal e rascunhos. Foi nesse momento que aquilo que estava fazendo era crítica genética. Passei a fazer parte de uma equipe, trabalhando na USP, mas com outra abordagem teórica. </p>
<p><em>Que abordagem é essa?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Inicialmente, a semiótica estava me ajudando. Havia duas questões básicas que me interessavam. Eu lidava com um objeto em movimento e tinha a semiótica ligada ao Peirce para me ancorar. Ao mesmo tempo, precisava de uma teoria para falar de palavra, imagem e som. Isso era importante, porque o Ignácio fazia referência às músicas que escutava, num mundo de relações de linguagens. Foi com Peirce e Willemart que fui acoplando as especificidades da literatura. Mais tarde, com o desenvolvimento da pesquisa em artes plásticas, tinha também novas discussões das especificidades das linguagens. Sempre tentei fazer essa relação dessas teorias, para dar conta de uma grande pergunta: o que uma documentação nos oferece sobre o processo de criação de um escritor específico e do artista em geral? </p>
<p><em>Com quais escritores você trabalhou preferencialmente?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Num primeiro momento, com uma documentação bem grande do Loyola, e depois, com o passar do tempo, com outros artistas e escritores. A partir das leituras dos trabalhos deles, conheci o Luis Ruffato e começamos a ter contato. Passei a acompanhar muito o seu trabalho, nesses últimos anos, inclusive fazendo – o que me parece significativo – todas as orelhas dos livros do grande projeto intitulado Inferno provisório. Entendo que essa criação precisa ser olhada como um objeto em movimento – não estático – e uma crítica literária mais convencional talvez perca algumas questões.</p>
<p><em>No caso do Ruffato, o que você observou em um primeiro momento?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Acompanhei, por exemplo, como ele retomou muito de seus primeiros livros quando foi dar forma para o projeto Inferno provisório. Tomou muitos daqueles grandes fragmentos das primeiras obras. Vi a redação do texto na primeira publicação e como ele foi se transformando. A experimentação de linguagem foi ficando mais radical ao retrabalhar os textos, pois sabia que eles integrariam um projeto maior, embora ainda aparecessem como um isolado livro de contos. Parecia estar tateando o terreno para verificar quanto podia radicalizar no uso de recursos literários. Na hora que esses textos passaram a integrar seu grande projeto, ganharam uma radicalidade que ele já tinha talvez assimilado ou percebido ser necessária para o seu objetivo.</p>
<p><em>Houve, talvez, um processo de amadurecimento nesse aspecto?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Sim. É muito aparente a necessidade de levar às últimas conseqüências uma experimentação. O caso do Rufatto é bastante interessante para ver como é importante uma crítica que dê conta de uma leitura de processos de criação.</p>
<p><em>Essa questão parece ser fundamental&#8230;</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>É fundamental. É uma mobilidade que se dá de um jeito, mas poderia aparecer de outro modo. Em algum momento, ocorreu uma formatação. Ele propõe, em seu projeto, o que seria o romance do século XXI para ele. É nessa mobilidade que a crítica genética busca fazer as relações a cada leitura, num universo em que não há elos pré-estabelecidos e lineares. A prosa dele funciona em rede. O escritor e o leitor se conectam ao longo da leitura.</p>
<p><em>Essa idéia da rede é muito forte no seu trabalho. O que elas são exatamente?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Hoje venho fazendo estudos que têm como objeto a gaveta do artista e seus arquivos. Isso extrapolou a literatura. Há uma expansão, portanto, da crítica genética da literatura para todas as áreas da arte e da comunicação social, pois tenho orientandos que acompanham processos de jornalistas e publicitários, mas sempre na linha de pesquisar tudo o que é a documentação anterior a aquilo que é “mostrado publicamente”. Uso essa expressão porque aquela não é exatamente a obra final, já que é sabido que, no dia seguinte, muitos autores, se tivessem possibilidades de modificação, as fariam. Por isso, o nome do meu primeiro livro é Gesto inacabado. A idéia é de que está sempre em andamento e aquilo que é mostrado publicamente, potencialmente, pode ser modificado se houvesse tempo e vontade. É possível fazer isso, por exemplo, em outra edição. Enfim, a idéia é de mobilidade permanente.</p>
<p><em>É o caso do escritor mineiro Murilo Rubião, que modificava infinitamente e publicou quantitativamente publicou muito pouco?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Sim. Há também aqueles que vão modificando os textos nas edições seguintes. O Mário de Andrade, por exemplo, fazia as modificações depois da publicação, numa edição de trabalho própria. Ele jogava fora os rascunhos, mas a primeira edição passava a ser um rascunho para a segunda. Há então uma materialidade desse refazer, que pode ser bastante diversa, chegando às mídias digitais. Mesmo nas mídias aparentemente estáticas, é possível ver a necessidade que o autor sente de alterar, pois a sensação de que ele não atingiu exatamente o que queria dizer é permanente. Minha visão da crítica genética foi se ampliando, mas, ao mesmo tempo, fui percebendo quanto era perigoso se afundar nas especificidades dos artistas. O risco era perder a noção do quanto as correções do texto eram uma característica geral de processo de criação ou uma singularidade daquele artista.  Guimarães Rosa, por exemplo,  fazia anotações. É importantíssima a natureza da anotação que ele fazia e como isso passa a integrar a obra, mas o ato de anotar é absolutamente geral. Trata-se de uma característica geral de processos de produção. Não é a anotação que faz Guimarães Rosa ser Guimarães Rosa, mas como o anotado passa a integrar a versão considerada final. Há várias nuances e muitas questões gerais. Passei a caminhar para uma tentativa de teorização da criação para chegar, com maior eficácia talvez, no que é singular naquele outro objeto específico que estamos estudando. Um dos problemas é que todo mundo se apaixona pelos seus objetos de pesquisa. Começa-se a achar que só aquele autor faz algo e ele passa a ser visto como completamente diferente de todos – e, às vezes, até é, mas por outras características. As aulas no Programa de Comunicação e Semiótica da PUC-SP, onde tem alunos de áreas muito diversas, foram me ajudando na reflexão. </p>
<p><em>De que maneira?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Fui me obrigando a pensar em questões gerais que pudessem atingir toda uma sala de aula e não penas o universo de um escritor específico.  Isso estimula a troca com os alunos e, mais tarde, com os orientandos. Percebi a necessidade de ter linguagem comum que atingisse do formado em Letras ao jornalista que freqüenta o meu curso. O embasamento da semiótica foi me ajudando para a primeira formulação de tudo isso, em 1998, que é o Gesto inacabado. Houve depois novas leituras, orientandos e pesquisas. O leque foi se ampliando. Também dialogo muito com a escritora de literatura infantil Heloísa Prieto, que enfatizou a questão do contexto histórico no seu trabalho. São desafios que as pessoas vão me colocando. Encontrei respaldo no Edgar Morin, que parecia caber muito bem nessa discussão, pois ele mostra como cada um de nós está envolvido numa cultura. Isso me deu um outro adensamento para a leitura da criação literária. Procuro formular uma possibilidade de representar uma teoria para atingir as especificidades de cada objeto de estudo. Com o passar do tempo, fui chegando a uma trama de conexões e percebi que o conceito de rede era perfeito para me ajudar a nomear esse processo.</p>
<p><em>Trata-se de um conceito amplo?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Um exemplo típico é uma conversa de bar. Alguém está num processo criativo e seu companheiro de mesa diz que leu um livro ou viu um filme sobre o assunto. Isso entra no percurso do artista e cria possibilidades. Isso pode ocorrer nessa simples conversa de bar, que pode gerar aquela histórica anotação no guardanapo, que nada mais é do que tentar segurar algo que é fugaz, registrando aquilo que pode se perder. Também pode ocorrer acessando os arquivos do Google. Envolve tudo o que foi dito naquele momento e o que se falou, gerando idéias e novas conexões. Por isso, acho que o processo de criação científico é tão cheio de nervuras e de possibilidades quanto o artístico, que o tempo inteiro é sensível e intelectual. </p>
<p><em>O processo se cristaliza de alguma maneira?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>O conceito responde as nossas indagações. Foi nesse momento que percebi que a idéia de rede era muito rica. Comecei a pensar que, na verdade, nós, críticos, interessados nos processos de criação, estamos tentando encontrar esses nós dessa rede olhando para cada artista específico. Nas recorrências e caminhos, é possível ver quais são os princípios direcionadores de cada trabalho.</p>
<p><em>É possível detectar um eixo comum de preocupações?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Não. Acho que conseguimos ver a diversidade de preocupações e tendências que um projeto tem, e a dificuldade que é para um artista responder uma pergunta: “Qual é o seu processo de criação?”. Como a rede é tão densa, parece que tudo simplesmente vai acontecendo. Talvez frustremos um artista ao fazer essa pergunta de maneira tão direta. Como não tem um só caminho, ele vai achar um fio dessa rede e nos explicar o seu processo. Isso não pode ser tomado como a única resposta. É um dos fios da rede.</p>
<p><em>Nesse processo, como fica a fala do artista explicando o próprio processo de criação?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Acho que pela minha tendência de ter trabalhado com um escritor contemporâneo a maioria dos meus orientandos faz o mesmo. A entrevista com o autor não pode ser vista em separadamente da documentação em relação à obra. Aí volta a questão da rede. Nenhum elemento isolado traz muita informação. É no estabelecimento da relação entre diferentes documentos, inclusive a fala, que se torna possível formular questões sobre o processo de criação que se deseja entender.</p>
<p><em>Dependendo do caso, a entrevista pesa mais que os documentos?</em><br />
<strong>Cecilia:</strong> O principal é saber que há diversas fontes para obter informações sobre o processo de criação. A riqueza desse material só surge a partir do estabelecimento de relações e de uma leitura teórica disso. Não há hierarquia na informação. Elas se relacionam construindo uma rede. O artista nos oferece isso e somos obrigados a tentar reencontrar as suas partes. Temos a ilusão de que damos conta do processo inteiro, mas conseguimos, no máximo, chegar mais próximo dessas questões, colocando a lupa um pouco mais próxima para entender o percurso de criação.</p>
<p><em>Neste momento, você está se debruçando especificamente sobre algum artista?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Estou trabalhando muito com a questão dos registros audiovisuais. Os DVDs nos oferecem bônus e extras – e tento lançar um olhar de estudos de processo sobre esse material. Comecei a pesquisa achando que ia estudar o objeto DVD, mas percebi que os blogs também apresentam um material muito rico. A internet está repleta de questões como obras que são processos, processos que são documentados, cadernos de artistas que são mostrados, enfim, há uma diversidade enorme. Percebi que a questão era maior do que o suporte DVD. É preciso discutir esses registros áudio-verbo-visuais. Existem estudos sobre os textos escritos, mas há muitas coisas que pedem uma leitura processual que se dá na relação de diferentes linguagens. Estou muito interessada nisso.</p>
<p><em>Existem trabalhos especificamente sobre essas relações?</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Tenho a impressão que não. Existem, por exemplo, estudos sobre a relação do storyboard com o cinema ou análises do making of. Creio que o meu olhar crítico para as questões processuais seja mais abrangente e talvez traga informações sobre a arte contemporânea. A contemporaneidade está exigindo essas leituras. Talvez uma das grandes funções da universidade seja estudar o que está acontecendo e oferecer uma leitura sem ir preparado com fórmulas prontas. É um grande risco e um desafio, pois se trabalha sem apoios seguros, mas acredito que seja um papel fundamental das instituições de ensino oferecer o olhar e a teorização crítica feita internamente para o grande público. Para isso, é preciso encontrar uma linguagem própria –  não tão fechada como a acadêmica.</p>
<p><em>Essa questão se coloca de maneira ainda mais forte nas universidades públicas&#8230;</em><br />
<strong>Cecilia: </strong>Sem dúvida. O conhecimento não pode ficar uma coisa de gueto. Precisamos colocar os estudos feitos na universidade a serviço da comunidade externa, mantendo uma porosidade com o que está acontecendo de novo. Esse é o meu desafio do momento. </p>
<p><strong><a href="http://aci.reitoria.unesp.br/radio/perfil_literario/22%20PL_CECILIA%20ALMEIDA%20SALLES.mp3">Ouça a entrevista com a linguísta</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Portugués - Español (Aspectos comparativos) Parte I (ES)]]></title>
<link>http://blogtraducto.wordpress.com/2009/06/17/portugues-espanol-aspectos-comparativos-parte-i-esp/</link>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 21:10:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>willmoritz</dc:creator>
<guid>http://blogtraducto.wordpress.com/2009/06/17/portugues-espanol-aspectos-comparativos-parte-i-esp/</guid>
<description><![CDATA[¡Hola! Me he dado cuenta de que mucha gente necesita, por distintas razones, leer en portugués o esp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><span style="color:#ff9900;"><strong>¡Hola!</strong></span></em></p>
<p><em>Me he dado cuenta de que mucha gente necesita, por distintas razones, leer en portugués o español sin nunca haber estudiado de forma estructurada el idioma que le es extranjero. Por este motivo, supuse que podría ser útil publicar algunos posts con aspectos comparativos que pudieran servir de base para aquellos que están dando sus primeros pasos y, por qué no, aportar conocimientos para quienes ya estudian estos idiomas, permitiendo que se abran un poco más las puertas de la comprensión interlingüística de nuestras lenguas hermanas (o isoglosas, en terminología científica).</em></p>
<p><em>Sin embargo, es fundamental subrayar que estas informaciones son de carácter complementario, ya que la asimilación efectiva de un idioma extranjero solo se da a partir de una combinación bien dosificada y orientada de:</em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff9900;">1) Información gramatical </span></strong>(para construir un banco de datos conscientes e inconscientes sobre el idioma)<br />
+<br />
<strong><span style="color:#ff9900;"> 2) Práctica orientada</span> </strong>(para utilizar, todavía de una forma artificial, las nuevas estructuras)<br />
+<br />
<strong><span style="color:#ff9900;"> 3) Correcciones de un profesional </span></strong>(para que la información se convierta en acciones lingüísticas y empiece a moldearse de forma correcta y asimilarse sin el riesgo de que se generen vicios o cristalizaciones de un error por una falta de seguimiento)<br />
+<br />
<strong><span style="color:#ff9900;"> 4) Contacto y uso constante del idioma</span></strong> (Esto debe ocurrir desde el principio del proceso de asimilación. Inicialmente con una menor interacción y ejercitando la observación, el análisis, la comparación y la percepción sonora. En una etapa posterior, cuando el alumno ya conoce las reglas y ha sido corregido individualmente, su capacidad de autocorrección indica que ha alcanzado la tercera fase del aprendizaje -la más importante- en que comienza a desarrollar sus competencias personales en el nuevo idioma, a través de un proceso infinito de adquisición de vocabulario y perfeccionamiento).</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linguista Arabo licenziato da Obama perchè gay?]]></title>
<link>http://loriscosta.wordpress.com/2009/05/08/linguista-arabo-licenziato-da-obama-perche-gay/</link>
<pubDate>Fri, 08 May 2009 11:57:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>loriscosta</dc:creator>
<guid>http://loriscosta.wordpress.com/2009/05/08/linguista-arabo-licenziato-da-obama-perche-gay/</guid>
<description><![CDATA[Forse non è colpa del Presidente, ma del codice militare. Ma è probabile che l&#8217;interprete perd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Forse non è colpa del Presidente, ma del codice militare. Ma è probabile che l&#8217;interprete <a href="http://www.huffingtonpost.com/aaron-belkin/obama-to-fire-his-first-g_b_199070.html">perderà il posto</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Spanisch in der Studentenstadt Salamanca]]></title>
<link>http://linguistablog.wordpress.com/2009/05/05/spanisch-in-der-studentenstadt-salamanca/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 15:33:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>linguisto</dc:creator>
<guid>http://linguistablog.wordpress.com/2009/05/05/spanisch-in-der-studentenstadt-salamanca/</guid>
<description><![CDATA[Salamanca – die goldene Stadt – hat mich absolut fasziniert. Es ist eine Unistadt mit über Plaza May]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Sprachaufenthalt Salamanca" href="http://sprachaufenthalt.linguista.ch/spanisch-sprachreisen-spanien-salamanca-17-15-106">Salamanca</a> – die goldene Stadt – hat mich absolut fasziniert. Es ist eine Unistadt mit über</p>
<div id="attachment_176" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-176" title="Plaza Mayor" src="http://linguistablog.wordpress.com/files/2009/05/pict0032.jpg?w=300" alt="Plaza Mayor" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Plaza Mayor</p></div>
<p>40&#8242;000 Studenten, daher ist es eine sehr junge und vitale Stadt. Das Nachtleben und das kulturelle Angebot sind dementsprechend gross, man findet alles von gemütlichen kleinen Restaurants und Cafés bei der Plaza Mayor bis hin zu typisch spanischen Tapas-Bars und diversen Diskotheken und Clubs. Die Plaza Mayor gilt als der schönste Platz in Spanien überhaupt. Was mir besonders gefallen hat, sind die vielen historischen Gebäude; Kathedralen, Klöster, die „Casa de las Conchas“ (Haus der Muscheln) und natürlich die wunderschöne Plaza Mayor.</p>
<p>Wenn man gerne aus der Stadt raus möchte, gibt es zahlreiche Möglichkeiten. Was mir sehr gut gefallen hat war der Ausflug nach La Alberca, einem kleinen ursprünglichen Dörfchen in der Sierra. Schon die Fahrt dorthin war sehr interessant, man durchquert eine Landschaft, die von Olivenbäumen gesäumt ist. Mittendrin sieht man immer wieder Stiere, welche hier gehalten und gezüchtet werden.<img class="alignleft size-medium wp-image-177" title="Salamanca" src="http://linguistablog.wordpress.com/files/2009/05/pict0020.jpg?w=225" alt="pict0020" width="225" height="300" /></p>
<p>Auch nach Madrid sind wir mehrmals gegangen, die Hauptstadt ist in gerade mal 2.5 Stunden zu erreichen und bietet alles, was das Herz begehrt. Diverse Shoppingmöglichkeiten, ein abwechslungsreiches Nachtleben und zahlreiche Sehenswürdigkeiten.</p>
<p>Zum <a href="http://sprachaufenthalt.linguista.ch/spanisch-sprachreisen-17">spanisch lernen</a>, ist Salamanca ideal. Hier wird das so genannte Hochspanisch gesprochen – also quasi spanisch ohne Akzent. Dadurch hat es natürlich gerade in den Sommermonaten zahlreiche Sprachstudenten aus aller Welt. Als ich von Andalusien hierherkam hatte ich fast schon eine „Aha-Erlebnis“, da ich plötzlich alle viel besser verstand.</p>
<p>Yvonne F.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mit der Gastfamilie Kultur und Sprache lernen - Sprachaufenthalt Malta]]></title>
<link>http://linguistablog.wordpress.com/2009/02/25/mit-der-gastfamilie-kultur-und-sprache-lernen-sprachaufenthalt-malta/</link>
<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 08:44:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>linguisto</dc:creator>
<guid>http://linguistablog.wordpress.com/2009/02/25/mit-der-gastfamilie-kultur-und-sprache-lernen-sprachaufenthalt-malta/</guid>
<description><![CDATA[Sprachaufenthalt Malta Malta ist „Die Insel“ für mich, Valletta liebe ich besonders, es ist speziell]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 70.85pt 2.0cm 70.85pt; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Normale Tabelle"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">
<div id="attachment_99" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://www.linguista.ch/index.php?englisch/malta.php"><img class="size-medium wp-image-99" title="Malta Sprachaufenthalt in Valetta" src="http://linguistablog.wordpress.com/files/2009/02/malta_sprachaufenthalt_cityview.jpg?w=300" alt="Sprachaufenthalt Malta" width="240" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">Sprachaufenthalt Malta</p></div>
<p class="MsoNormal"><a title="Sprachaufenhalt in Malta" href="http://sprachaufenthalt.linguista.ch/englisch-sprachreisen-malta-15-9">Malta</a> ist „Die Insel“ für mich, <a title="Englisch lernen in Valetta, Malta" href="http://sprachaufenthalt.linguista.ch/englisch-sprachreisen-malta-valletta-15-9-47">Valletta</a> liebe ich besonders, es ist speziell gebaut (arabischer Einschlag) und faszinierend. Nirgends auf Malta ist die Aussicht so grandios. Die Stadt ist wie ein Schachbrett angelegt und ragt hoch über dem Meeresspiegel.</p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 70.85pt 2.0cm 70.85pt; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Normale Tabelle"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal">Das absolute Erlebnis war für mich, als ich die Osterfesttage in Valletta verbrachte. Mit meiner Gastfamilie habe ich die Osterprozessionen, Gebete und Besuche in verschiedenen Kirchen mitgemacht. Das ist nur möglich, wenn man Kontakt mit Einheimischen pflegt. Nahezu 100% der Malteser sind Katholiken und<span> </span>pflegen dies auch. (365 Kirchen)</p>
<dl class="wp-caption alignleft">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-100 alignleft" title="Die Strassen von Valetta" src="http://linguistablog.wordpress.com/files/2009/02/malta_sprachaufenthalt_leere-gasse.jpg?w=300" alt="malta_sprachaufenthalt_leere-gasse" width="240" height="179" /></dt>
</dl>
<p class="MsoNormal">Am Karfreitag,<span> </span>vormittags besuchten wir 7 verschieden Kirchen in Valletta und Mosta um zu beten. Die meisten Kirchen sind prunkvoll und geschmückt. Verschiedene Heiligenstatuen werden angebetet und verehrt. Abends wird einer grossen Prozession gefolgt, die Heiligenstatuen werden von Männern in traditioneller Kleidung aus der Kirche getragen und man folgt zur Kreuzigung von Jesus. Dieser Umzug, dargestellt wie in der Bibel beschrieben, zeugt von grosser Ehrfurcht. Es gibt Tränen und Klagelieder und ich fühlte mich zurück versetzt in die alte Zeit.</p>
<p class="MsoNormal">Auch sehr zu empfehlen sind die zahlreichen Feuerwerke die auf Malta abgehalten werden. Die Feuerwerke <span> </span>werden nicht in die Höhe gefeuert um ihre Pracht zu entfalten. Es werden besondere Ständer mit Feuerrädern gestaltet, oft bis zu 15 Meter hoch. Die Feuerwerksräder (mehrere pro Stange), an den Stangen entzünden sich in bestimmter Abfolge, was zu einem wunderschönen Bild wird. Aber Achtung, etwas Abstand halten ist von Vorteil! Es besteht ein Wettbewerb für das schönste Feuerwerk.</p>
<div id="attachment_101" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-101" title="Kulturerlebnis Sprachaufenthalt Malta" src="http://linguistablog.wordpress.com/files/2009/02/sprachaufenthalt_malta_umzug.jpg?w=300" alt="Osterfesttage beim Sprachaufenthalt in Valetta" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Osterfesttage beim Sprachaufenthalt in Malta</p></div>
<p class="MsoNormal">Dies und noch vieles mehr erlebte ich dank meiner Gastfamilie, die ich überall hin begleiten durfte. Und mit Freude ihre Insel und das Leben mit ihren Gewohnheiten <span> </span>vorgestellt haben.</p>
<p class="MsoNormal">Ich bin 48 Jahre alt und erlebte einen wunderbaren <a title="Sprachaufenthalt Englisch in Malta" href="http://sprachaufenthalt.linguista.ch/englisch-sprachreisen-malta-valletta-easy_school_of_languages-15-9-47-33">Sprachaufenthalt an der easy-school in Valletta</a>, von <a title="Linguista Sprachaufenthalte" href="http://www.linguista.ch">Linguista</a> empfohlen und organisiert. Absolut zu empfehlen, für jedes Alter das passende Angebot.</p>
<p class="MsoNormal">Ruth J.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foucauld, esploratore mistico.]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/2008/10/19/foucauld-esploratore-mistico/</link>
<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 16:32:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
<guid>http://myamazighen.wordpress.com/2008/10/19/foucauld-esploratore-mistico/</guid>
<description><![CDATA[Il visconte Charles Eugène de Foucald de Ponbriand nacque a Strasburgo il 15 settembre 1858 da una f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/10/copertinafoucauld.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2095" title="copertinafoucauld" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/10/copertinafoucauld.jpg" alt="" width="176" height="220" /></a>Il visconte <strong>Charles Eugène de Foucald de Ponbriand</strong> nacque a <strong>Strasburgo</strong> il 15 settembre 1858 da una famiglia <strong>nobile </strong>che diede santi alla Chiesa e militari alla Francia. Mori&#8217; <strong>assassinato </strong>nel suo <strong>eremo </strong>nel <strong>Sahara</strong> il <strong>1 dicembre 1916</strong>. Adolescente delicato, effeminato, intelligente e capriccioso, perse la fede all&#8217;età di 16 anni nel momento del suo ingresso al liceo di <strong>Nancy</strong>. <strong>Bibliofilo</strong> e gastronomo passo&#8217; alcuni anni nell&#8217;<strong>Accademia Militare</strong> dedicandosi pero&#8217; ai <strong>godimenti</strong> della vita. Come ufficiale del <strong>IV° Cacciatori</strong> <strong>d&#8217;Africa</strong> arrivo&#8217; in <strong>Algeria</strong> nel <strong>1880 </strong>preceduto da una fama di <strong>vizioso</strong>, ubriacone e immaturo. Tutti quanti erano a conoscenza che il suo<strong> diploma</strong> fu quasi un obbligo verso la sua nobile<strong> famiglia</strong> , una delle più ricche di Francia. A <strong>Sétif </strong>continuo&#8217; la sua vita <strong>frivola</strong> ed ebbe il suo primo contatto con l&#8217;<strong>Africa</strong> e l&#8217;<strong>Islam</strong>, cadendo immediatamente &#8220;<strong>drogato</strong>&#8221; dal deserto. In<strong> discrepanza</strong> con i suoi collegionari si interesso&#8217; alla tribù dei ribelli <strong>Khumir</strong>, che vivevano a sud di<strong> Orano</strong>, dopo l&#8217; <strong>insurrezione</strong> voluta dal marabout <strong>Bou-Amama</strong>. Questo gruppo <strong>etnico </strong>aveva<strong> marcate</strong> differenze con gli <strong>arabi</strong> e, a quel punto, Foucauld inizio&#8217; a studiarli. La<strong> ricchezza linguistica</strong>, l&#8217;organizzazione <strong>sociale</strong>, i riti e i costumi<strong> preislamici</strong>, lo affascinarono. Grazie alla sua condizione di militare poté penetrare nel territorio e prese <strong>nota</strong> e descrisse la vita della<strong> tribù</strong>, senza nessun problema. Inizio&#8217; cosi&#8217; il suo primo vero lavoro da<strong> esploratore</strong> in campo. Per la sua indisciplina e la latente maleducazione venne in seguito espulso dall&#8217;esercito e torno&#8217; in Francia, riammesso poi  in servizio sino alla fine del 1881.  Chiese poi un permesso per entrare in un territorio<strong> inesplorato</strong> e gli venne negata l&#8217;autorizzazione. A quel punto decise di viaggiare come civile e si dimise. L&#8217;incontro con<strong> Oscar Mac Carty</strong>, custode della biblioteca di <strong>Algeri</strong> e <strong>geografo</strong> confermo&#8217; i suoi progetti per il futuro. Il <strong>Marocco </strong>era ancora poco conosciuto, quindi si preparo&#8217; ad affontare un Paese <strong>impenetrabile e pericoloso</strong>, in special modo per un<strong> cristiano</strong>. Studio&#8217; per un anno l&#8217;<strong>arabo</strong> e l&#8217;<strong>ebreo</strong>, la religione<strong> islamica</strong> e le poche informazioni che aveva a sua disposizione. <a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/10/eremofoucauld.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2097" title="eremofoucauld" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/10/eremofoucauld.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>La famiglia si preoccupo&#8217; del <strong>progetto </strong>e decise di finanziare al giovane la spedizione, convincendosi della serietà  e dell&#8217;impegno intrapreso. Foucauld si <strong>autoimpose</strong> un processo di <strong>purificazione fisica</strong> e <strong>spirituale</strong>, di sacrificio e di conoscenza interiore. Realizzo&#8217; la sua preparazione tecnica con <strong>passione</strong>, minuziosamente, sin dei minimi particolari. Nel <strong>giugno 1883</strong> parti, accompagnato dalla guida  rabbina<strong> Mardoché Abi Serur</strong>. In undici mesi, all&#8217;età di<strong> 25 anni</strong>, percorse quasi <strong>4.000 </strong>Km dei quali <strong>2.500</strong> completamente sconosciuti dai geografi, determinando <strong>45 longitudini</strong> e <strong>40 latitudini</strong>, arrivando nei suoi percorsi sino a <strong>3.000</strong> mt di altitudine. Il suo apporto alla <strong>cartografia del Marocco</strong> fu straordinario.<strong> Foucauld</strong> torno&#8217; dal Marocco <strong>trasfigurato</strong> sia mentalmente che fisicamente e scrisse:&#8221;<em><strong> L&#8217;Islam ha prodotto in me un profondo cambiamento (&#8230;) la vista di questa fede, di queste anime viventi nella continua presenza d</strong></em>i<em><strong> Dio, mi ha fatto intravedere qualcosa di più grande e di più vero che le occupazioni mondane</strong></em>.&#8221; A febbraio del <strong>1886</strong> si installo&#8217; in un appartamento a<strong> Parigi</strong> per redigere minuziosamente il libro &#8220;<strong>Conoscenza del Marocco  1833-1884</strong>&#8221; (Viaggio in Marocco). Vivrà<strong> austeramente</strong> come un <strong>musulmano</strong>, leggendo il <strong>Corano</strong> e molti altri testi islamici, vestendosi e nutrendosi nello stile<strong> berbero</strong>, in una casa priva di mobili. Cerco&#8217;<strong> Dio</strong> in una continua <strong>inquietudine spirituale</strong> e, a quel punto, la famiglia le invio&#8217; un padre spirituale, che lo indusse ad una <strong>conversione paolina</strong>. L<strong>&#8216;ostacolo</strong> insormontabile era dato dalla <strong>combinazione</strong> di<strong> preghiere cattoliche</strong> con il <strong>Corano</strong>, <strong>pratica </strong>che il suo nuovo direttore spirituale gli <strong>proibirà</strong> immediatamente. Inizio&#8217; cosi&#8217; un cammino<strong> ascetico</strong> che lo porterà in <strong>Siria</strong>, <strong>Palestina</strong> e <strong>Sahara</strong>. Sempre segui&#8217; la luce della <strong>Bibbia</strong> e dell&#8217;<strong>Islam</strong> ed il <strong>Marocco resto&#8217; </strong>sempre <strong>presente</strong> nella sua vita con un amore immenso verso la sua <strong>gente</strong>. L&#8217;<strong>opera </strong>di Charles de Foucauld é generalmente <strong>conosciuta</strong> per il suo <strong>aspetto religioso</strong>. <a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/10/tombafocault.jpg"><img class="size-full wp-image-2098 alignleft" title="tombafocault" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/10/tombafocault.jpg" alt="" width="250" height="188" /></a>La trasformazione da<strong> ufficiale</strong> <strong>mondano</strong> ad <strong>ascetico rigoroso</strong>, la fulminante <strong>conversione </strong>al cattolicesimo con l&#8217;<strong>eremitismo</strong> sino alla morte, hanno<strong> prodotto un facile</strong> eco per una <strong>moltitudine di biografie</strong> di tipo &#8220;<em><strong>vocazionale</strong></em>&#8220;, che hanno <strong>deformato la realtà</strong>, caricandola solo degli aspetti prettamente <strong>spirituali</strong>, secondo convenienza, perdendo pero&#8217; di<strong> vista</strong> il valore della sua <strong>opera scientifica</strong>, come <strong>etnologo </strong>e<strong> linguista</strong>. Foucauld é stato utilizzato con<strong> passione</strong> dai <strong>cattolici colonialisti</strong> e dai <strong>musulmani anticolonialisti</strong> grazie alla sua vita <strong>singolare</strong> di cattolico, calata in un innegabile <strong>islamismo</strong>. Oltre a  &#8220;<strong>Reconnaisance au Maroc</strong>&#8221; del <strong>1888</strong>, Charles de Foucauld ha lasciato numerosi <strong>documenti scientifici</strong> che ha pubblicato l&#8217;<strong>Università</strong> <strong>di Algeri</strong>,  e gli &#8221; <strong>Scritti spirituali</strong>&#8220;. Nel <strong>1925</strong>, <strong>Andrè Basset</strong> ha publicato in due tomi distinti le<strong> poesie</strong> che vennero  poi tradotte dopo la sua morte. Nel <strong>1951</strong> la tipografia nazionale di Francia, con il contributo del Governo generale dell&#8217;Algeria ha pubblicato il <strong>dizionario touareg</strong>-<strong>francese</strong> completo, in <strong>quattro volumi</strong>. &#8221;<strong>Reconnaisance au Maroc</strong>&#8221; é un libro<strong> splendido</strong>, una vera guida che sotto certi aspetti é ancora valida oggi.  Tutto il <strong>vissuto </strong>di quei mesi é meticolosamente descritto, sin dei minimi particolari; <strong>usi </strong>e <strong>costumi</strong> dei villaggi che incontrava, paesaggi e <strong>meditazioni</strong>. Nel libro sono <strong>inseriti disegni</strong> di montagne e vallate che l&#8217;esploratore  incontro&#8217; durante il suo percorso, oltre ad alcune <strong>fotografie</strong> d&#8217;epoca. Mori&#8217; martire <strong>assassinato </strong>da un colpo di fucile il 1 dicembre <strong>1916</strong>, per volere di alcuni <strong>ribelli senoussi</strong> davanti all&#8217;ingresso del suo<strong> eremo</strong>, costruito nel 1911 sulla piana di <strong>Assekrem</strong>, a <strong>2.780</strong> mt di altitudine, nella regione dello <strong>Hoggar</strong>, a 80 Km da <strong>Tamanrasset</strong>, nel su algerino. Le sue spoglie riposano, dal 26 aprile 1929, a <strong>El-Golèa</strong>, chiamato oggi<strong> El Méniaa.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noam Chomsky se ha enamorado de ti]]></title>
<link>http://umanoides.wordpress.com/2008/10/01/noam-chomsky-se-ha-enamorado-de-ti/</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 11:29:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>umanoidenipon</dc:creator>
<guid>http://umanoides.wordpress.com/2008/10/01/noam-chomsky-se-ha-enamorado-de-ti/</guid>
<description><![CDATA[Dedicada a Pedro Chamizo que otrora hizo que amáramos a Noam Chomsky]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dedicada a <a href="http://www.ensayistas.org/consejo/chamizo/">Pedro Chamizo</a> que otrora hizo que amáramos a <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Chomsky">Noam Chomsky</a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VrC2WhP61Fc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/VrC2WhP61Fc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista a Noam Chomsky por Vicenç Navarro]]></title>
<link>http://eleklektiko.wordpress.com/2008/09/22/entrevista-a-noam-chomsky-por-vicenc-navarro/</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 10:44:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>eleklektiko</dc:creator>
<guid>http://eleklektiko.wordpress.com/2008/09/22/entrevista-a-noam-chomsky-por-vicenc-navarro/</guid>
<description><![CDATA[Noam Chomsky Desconozco aún cómo llegué hace ya algún tiempo a esta entrevista realizada por Vicenç ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 262px"><a href="http://www.chomsky.info/chomsky.jpg"><img title="Noam Chomsky" src="http://www.chomsky.info/chomsky.jpg" alt="Noam Chomsky" width="252" height="355" /></a><p class="wp-caption-text">Noam Chomsky</p></div>
<p>Desconozco aún cómo llegué hace ya algún tiempo a esta <a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=70589">entrevista</a> realizada por <a href="http://www.vnavarro.org/wp/">Vicenç Navarro</a> a Noam Chomsky, pero sí cómo me ha marcado TODO lo que en ella leí; de ahí que además de recomendar su lectura, me haya planteado transcribir extractos de su extensa entrevista, que aunque sacados de su contexto, exponen ideas muy interesantes.</p>
<p><strong>Avram Noam Chomsky</strong> (7 de diciembre de 1928 en Filadelfia, Estados Unidos) es un <span class="mw-redirect">lingüista</span>, <span class="mw-redirect">filósofo</span>, <span class="mw-redirect">activista</span>, autor y analista político <span class="mw-redirect">estadounidense</span>. Es profesor emérito de Lingüística en el <a class="mw-redirect" title="MIT" href="http://es.wikipedia.org/wiki/MIT">MIT</a> y una de las figuras más destacadas de la <a title="Lingüistica" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ling%C3%BC%C3%ADstica">lingüística</a> del siglo XX, es sumamente reconocido en la comunidad científica y académica por sus importantes trabajos en teoría lingüística y <a title="Ciencia cognitiva" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ciencia_cognitiva">ciencia cognitiva</a>. A lo largo de su vida, ha ganado popularidad también por su acercamiento al estudio de la política, siendo que es hoy reconocido como un activista e intelectual político que se caracteriza por una visión fuertemente crítica de las sociedades capitalistas y comunistas, habiéndose definido políticamente a sí mismo como un <a title="Anarquismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarquismo">anarquista</a> basado en la tradición <a class="mw-redirect" title="Anarcosocialismo" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Anarcosocialismo">anarcosocialista</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Chomsky">[wikipedia]</a>.</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;EEUU es un país muy libre, es el país más libre del mundo. No creo que la libertad de expresión, por ejemplo, esté tan protegida en ninguna parte del mundo como lo está aquí. Pero, por otra parte, la posibilidad de producir y distribuir ideas está muy controlada. Es una sociedad muy dirigida, una sociedad que se gestiona como un negocio, dirigido con mucho cuidado, con estrictos requisitos doctrinales, de los cuales no se tolera ninguna desviación pues sería demasiado peligroso.</p>
<p>Uno de los motivos por los cuales es demasiado peligroso es que el sistema político tiene una posición que en la mayoría de temas importantes está mucho más a la derecha que el resto de la población. Si cogemos la sanidad, por ejemplo, la población está a la izquierda del <em>establishment</em>, y así ha sido siempre. Lo mismo pasa en otros muchos temas. Por lo tanto, permitir que se debatan temas importantes es un riesgo y una amenaza. Permitir cualquier desviación es peligroso y se debe controlar con mucho cuidado.</p>
<p><strong>Por lo tanto, sí, este es un país muy libre, pero muy controlado. Por esto tenemos una ideología muy rígida y muy controlada. (&#8230;)&#8221;</strong></p>
<p>&#8220;&#8230; En realidad, uno de los motivos de la presión consumista tan extraordinaria que existe en EE.UU., presión que se remonta a los años 1920, es precisamente el reconocimiento por parte del mundo empresarial de que, si no se atomiza a la gente, si no se la conduce hacia aquello que denominamos <em>“las cosas superficiales de la vida, como por ejemplo el consumo de moda”</em>, la población puede girarse en contra suya. Ahora mismo, por ejemplo, un 80% de la población de los EE.UU. cree que (transcribiendo literalmente las palabras exactas)<em> <strong>“el país está dirigido y se mueve, acorde con unos pocos grandes intereses que sólo se preocupan por ellos mismos”</strong></em>, sin tener en cuenta el bienestar de la población. Un 95% de la población piensa que el gobierno debería prestar más atención a la opinión pública y no lo hace. El grado de alienación de la población hacia las instituciones democráticas es enorme. De ahí la importancia de que la gente esté atomizada, absorbida en el mundo del consumo, preocupada en cómo pagar las deudas reflejadas en sus tarjetas de crédito, separadas unas de las otras, sin escuchar debates críticos. Siempre que sea así, la clase empresarial cree que puede controlar a la población. (&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; En las últimas primarias, los medios enfatizan características personales de los candidatos, mientras que la población desea saber la opinión de los candidatos sobre los temas que preocupan a la población. No se les da la opción. Los dirigentes del partido –o, básicamente, el ámbito de las relaciones públicas que venden bienes de consumo a través de la televisión– anuncian a los candidatos del mismo modo que anuncian bienes de consumo. Así pues, la gente no está engañada, simplemente no ven que se les ofrezca ninguna opción.(&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; Kennedy, por ejemplo, siempre ha tenido la imagen de un gran presidente, dirigiendo un <em>Camelot</em>, pero fué quién invadió el sur del Vietnam y el que lanzó un gran ataque terrorista en contra de Cuba, y del cual podríamos decir otras muchas cosas en esta línea. Su Administración fue responsable del establecimiento de una dictadura neonazi en Brasil. El golpe de estado tuvo lugar justo después del asesinato de Kennedy, pero las bases para este golpe habían sido establecidas por los Kennedy y condujeron a una terrible plaga de represión en cualquier parte de América Latina. (&#8230;) Prueba del poder del márketing político&#8230;&#8221;</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 233px"><a href="http://www.rebelion.org/imagenes/p_22_09_2008.gif"><img title="¿Otra vez haciendo guerra sucia?" src="http://www.rebelion.org/imagenes/p_22_09_2008.gif" alt="¿Otra vez haciendo guerra sucia?" width="223" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">¿Otra vez haciendo guerra sucia?</p></div>
<p>&#8220;&#8230; De hecho, los EE.UU. no es un país <strong>fascista</strong>, esta sería una mala analogía. Pero <strong>el parecido entre las técnicas de propaganda que utiliza la clase empresarial y las fascistas es muy sorprendente, y no es accidental</strong>. Los nazis adoptaron, de manera explícita, consciente y abiertamente, las técnicas publicitarias americanas, y así lo manifestaron. Cogieron unas cuantas ideas sencillas, las reforzaron una vez y otra, e hicieron que parecieran atractivas –esta era la técnica publicitaria americana de los años 20 y fue el modelo que los nazis adoptaron de manera explícita, y este es el modelo de propaganda empresarial que existe hoy en día. (&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; Cojamos Irán, por ejemplo, el próximo gran tema del cual hablaremos. Cada candidato a la presidencia, incluso Obama, dice que debemos mantener la amenaza de la fuerza contra Irán, manteniendo así las opciones abiertas. Resulta, sin embargo, que con esta presión se está violando la Carta de las Naciones Unidas; ahora bien, la opinión de la élite da a entender que los EE.UU. debería ser un país fuera de la ley y nadie hace ningún comentario. Pero esto no es lo que quiere la población. La gran mayoría del público dice que no habríamos de ir siempre con amenazas sino que tendríamos que utilizar la diplomacia<strong>. La gran mayoría del público en los EE.UU., casi un 75%, sostiene que Irán tiene los mismos derechos que cualquier otro firmante del tratado de no-proliferación: el derecho a enriquecer uranio para energía nuclear</strong>, pero no para armas nucleares. Y, sorprendentemente, una elevada mayoría del público cree que deberíamos apoyar el establecimiento de una zona libre de armas nucleares en aquella región, incluyendo Irán, Israel y las fuerzas americanas desplegadas en la zona. Resulta que esta es también la política oficial de Irán, y, de hecho, la de EE.UU. e Inglaterra, aunque este hecho no se pueda mencionar. Pero la realidad es que cuando los EE.UU. y el Reino Unido intentaron construir una primera justificación legal para la invasión a Iraq, apelaron a la Resolución del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas 687 de 1991, que pedía a Iraq que eliminara sus armas de destrucción masiva, afirmando que Irak no había cumplido con tal Resolución. De aquello se habló mucho, pero no del hecho que la misma Resolución comprometía a los firmantes de tal documento a movilizarse para establecer una zona libre de armas nucleares en el Oriente Medio (artículo 14). No hay ningún candidato, sin embargo, que pueda siquiera mencionar esta posibilidad. Si EE.UU. tuviera una democracia que funcionara, en la cual la opinión pública influyera en la política, la más que peligrosa confrontación con Irán se resolvería seguramente de manera pacífica.(&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230;Cuba. Durante 45 años el gobierno de los EE.UU. se ha dedicado a castigar a los cubanos.(&#8230;) Los dirigentes de EE.UU. estaban obsesionados –además de intentar estrangular económicamente a la población cubana, a castigarla por su travesura. En varias encuestas hechas desde los años 1970, aproximadamente dos terceras partes del público dice que <strong>habríamos de iniciar relaciones diplomáticas normales con Cuba</strong>, exactamente como lo hace el resto del mundo. Pero el fanatismo del <em>establishment </em>es enorme (&#8230;)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; Si miramos algo atrás en la historia, vemos que<strong> Europa fue la región más salvaje y brutal del mundo durante siglos</strong>. Establecer el sistema nación-estado en Europa fue un programa de asesinatos y destrucción en masa. En el siglo XVII, probablemente un 40% de la población de Alemania fue eliminada por culpa de la guerra. Durante este proceso de salvajismo y brutalidad, Europa creó una cultura de salvajismo y una tecnología de salvajismo que le permitió conquistar el mundo. Y el resto de Europa no se valió de políticas más suaves. Incluso un país tan pequeño como Bélgica fue capaz de matar probablemente unos 10 millones de personas en el Congo.</p>
<p>Todo esto, evidentemente estaba asociado con la arrogancia racista más extrema, y finalmente culminó en dos guerras mundiales. Desde la Segunda Guerra Mundial , Europa ha estado en paz, no porque los europeos se hayan vuelto pacifistas, sino porque se dieron cuenta que la próxima vez que se pusieran a jugar al juego de matarse los unos a los otros, seguramente acabarían eliminando toda la población mundial. Han creado una cultura de salvajismo y una tecnología de destrucción tan grande que este juego se ha tenido que acabar.(..)&#8221;</p>
<p>&#8220;&#8230; La Segunda Guerra Mundial , sin embargo, lo cambió todo. Los EE.UU. se beneficiaron enormemente de la guerra, y el resto del mundo quedó gravemente afectado y destruido. La guerra acabó con la Depresión , la producción industrial prácticamente se cuadruplicó. Los EE.UU. acabaron la guerra poseyendo literalmente la mitad de la riqueza mundial y con una incomparable fuerza a nivel militar y de seguridad. Los planificadores del gobierno federal ya sabían que esto pasaría. Planificaron una situación de dominación global en la cual no se toleraría que los otros países ejercieran su soberanía. En Europa, al final de la guerra, hubo una oleada de democracia radical, de antifascismo, de resistencia, de movilización obrera –bastante significativo en algunos casos– y la primera tarea de los EE.UU. y de la Gran Bretaña , los conquistadores, fue ahogar este intento. Así que, en un país tras otro, incluyendo el Japón, la primera tarea de los denominados liberadores fue ahogar la resistencia al fascismo y reinstaurar el orden tradicional. Quizás no con el mismo nombre, pero sí con los mismos líderes. Fue una batalla que no pasó de un día a otro. Por ejemplo, Italia era probablemente el objetivo principal de la subversión de la CIA , como mínimo hasta los años 1970, para intentar limitar la democracia italiana, debilitando el movimiento obrero cuyo crecimiento no podía ser tolerado. En caso contrario, el orden económico que ellos dominaban podría hundirse gradualmente. De ahí que las élites europeas tuvieron que aceptar una posición en la cual los EE.UU. pasaba a ocupar su rol tradicional de dirigente mundial que hacía uso del salvajismo y de la barbarie. Las élites europeas aceptaron este cambio, compartiendo parte de las ganancias que EE.UU. conseguía, consecuencia de su dominio global. (&#8230;)&#8221;</p></blockquote>
<p>Desde luego, en <a href="http://www.rebelion.org/"><strong>www.rebelion.org</strong></a>, podréis encontrar todo tipo de artículos y entrevistas que no dejarán indiferentes a nadie, y que ayudarán a tener una visión alternativa a lo que desde el <em>establishment</em> se nos impone.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Dejad pensar al pueblo que gobierna, y se dejará gobernar.&#8221; William Penn</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>&#8220;Es un derecho reconocido desde tiempo inmemorial que todo individuo puede negar su colaboración al amo que gobierna mal&#8221;. Mahatma Gandhi.</em></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GABRIELA CAÑAS: UN CAFÉ CON... ILAN STAVANS]]></title>
<link>http://wordsinresistance.wordpress.com/2008/06/17/gabriela-canasel-spanglish-is-my-face-mi-corazon-mi-identidad/</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 12:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>dilbertina</dc:creator>
<guid>http://wordsinresistance.wordpress.com/2008/06/17/gabriela-canasel-spanglish-is-my-face-mi-corazon-mi-identidad/</guid>
<description><![CDATA[A la hora del café, ya nadie pide un expreso en la mesa 17. Ilan Stavans sale del taxi con aspecto d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A la hora del café, ya nadie pide un expreso en la mesa 17. Ilan Stavans sale del taxi con aspecto d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La logica della cortesia]]></title>
<link>http://emmemme.wordpress.com/2008/06/05/la-logica-della-cortesia/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 09:42:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mick78</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vorrei lasciare spazio al pensiero di una importante linguista dell&#8217;università di Berkeley, Ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vorrei lasciare spazio al pensiero di una importante linguista dell&#8217;università di Berkeley, Ro]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[La letteratura ceca fra Parigi e Praga. Un momento propizio.]]></title>
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<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 13:46:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>worldsitetravellers</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lo scrittore ceco Patrik Ouředník presenta la traduzione italiana del suo romanzo Istante propizio, ]]></description>
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