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	<title>literarias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/literarias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "literarias"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 19:19:29 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Perogrullada]]></title>
<link>http://conlamenteabierta.wordpress.com/2009/11/12/perogrullada/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:02:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>conlamenteabierta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este término se utiliza para designar una verdad evidente, que cae en el ámbito de la simplicidad y ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Este término se utiliza para designar una verdad evidente, que cae en el ámbito de la simplicidad y lo obvio, y llega a considerársele como una tontería. Algunos ejemplos podrían ser: &#60;&#60;<strong>Al salir el sol, el cielo se ilumina</strong>&#62;&#62;,&#60;&#60;<strong>El día que murió fue el último de su vida</strong>&#62;&#62; .</p>
<p style="text-align:justify;">El nombre proviene de Perogrullo, que a su vez procede de Pedro Grullo. Al parecer se trata de un personaje imaginario y popular, que vivió en España sobre el siglo XV y XVI y que se caracterizaba por la utilización de frases de ese estilo.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos hemos encontrado con muestras de este personaje en la literatura de aquellos tiempos. Así, por ejemplo, nos lo encontramos en la novela &#60;&#60;<strong>La pícara Justina</strong>&#62;&#62; que parece ser de <strong>Francisco López de Úbeda, </strong>en el que se cuenta que fue asturiano este singular personaje. Por otra parte <strong>Cervantes, </strong>en el <strong>Quijote </strong>lo pone en boca de <strong>Sancho, </strong>a través de verdades en forma de profecías. También <strong>Francisco Quevedo y Villegas </strong>hizo uso de este personaje a lo largo de su prosa.</p>
<p style="text-align:justify;">También ha llegado a nuestros días la expresión &#60;&#60;<strong>verdades de perogrullo</strong>&#62;&#62;, para indicar la veracidad de algo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[07.11 - 108º Aniversário de Cecília]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/11/07/0711-108%c2%ba-aniversario-de-cecilia/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 05:38:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Livro da Solidão por Cecília Meireles Em Releituras Os senhores todos conhecem a pergunta famosa u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>O Livro da Solidão </strong><em>por </em>Cecília Meireles<em><br />
Em</em> <a href="http://www.releituras.com/cmeireles_olivro.asp" target="_blank">Releituras</a></p>
<p style="text-align:justify;">Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: &#8220;Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta&#8230;?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: &#8220;Uma história de Napoleão.&#8221; Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio&#8230; Pode ser um passatempo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo&#8230; E lembram-se das Vidas de Plutarco, dos Ensaios de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas Mil e uma noites.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro — poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->Não sei se muita gente haverá reparado nisso — mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo que uma noção humana toma forma de palavra — que é o que dá existência ás noções — vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.</p>
<p style="text-align:justify;">O Dicionário responde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas, acomodadas na sua semelhança, — e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, — mas obedecendo á lei das letras, cabalística como a dos números&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.</p>
<p style="text-align:justify;">E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo isto num dicionário barato — porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino — umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.</p>
<p style="text-align:justify;">E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.</p>
<p style="text-align:right;">(São Paulo, Folha da Manhã, 11 de julho de 1948.)<br />
<span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em>Texto             extraído do livro &#8220;</em>Cecília Meireles &#8211; Obra em Prosa &#8211; Volume 1<em>&#8220;,<br />
Editora Nova Fronteira &#8211; Rio de Janeiro, 1998, pág. 270.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[31.10 - 107º Aniversário de Drummond]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/10/31/3110-107%c2%ba-aniversario-de-drummond/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 05:35:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
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<description><![CDATA[Procuro uma alegria uma mala vazia do final de ano e eis que tenho na mão - flor do cotidiano - é vô]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>Procuro uma alegria<br />
uma mala vazia<br />
do final de ano<br />
e eis que tenho na mão<br />
- flor do cotidiano -<br />
é vôo de um pássaro<br />
é uma canção&#8221;.</em></p>
<p><em>. </em><strong>Carlos Drummond de Andrade</strong><em> .<br />
</em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La divina Comedia]]></title>
<link>http://conlamenteabierta.wordpress.com/2009/10/29/la-divina-comedia/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 22:15:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>conlamenteabierta</dc:creator>
<guid>http://conlamenteabierta.wordpress.com/2009/10/29/la-divina-comedia/</guid>
<description><![CDATA[La divina Comedia es una obra fundamental en el acervo cultural de los últimos siglos. No estaría ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>La divina Comedia</em> es una obra fundamental en el acervo cultural de los últimos siglos. No estaría hoy en día completa si no fuese por un <strong>sueño. Dante </strong>murió en el 1321, y esa obra no estaba completa ya que faltaba el canto decimotercero; se buscó en <strong>Venecia</strong>, <strong>Verona</strong> en <strong>Rávena, </strong>pero no aparecía.</p>
<p>Una noche, el hijo menor de Dante, <strong>Jacobo</strong>, tuvo un sueño extraño en el que se le aparecía su padre, y le cogía de la mano, le llevaba a una habitación y le mostraba un sitio concreto: allí se encontraba el canto decimotercero. A la mañana siguiente, al despertarse, estaba muy impresionado y recordaba ese sueño, y lo primero que hizo fue acercarse a ese lugar, y allí encontró ese canto.</p>
<p>Gracias a este sueño se pudo recuperar esa pieza que faltaba de la obra, y hoy en día podemos disponer de ella completa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La tumba de Cervantes]]></title>
<link>http://conlamenteabierta.wordpress.com/2009/10/26/la-tumba-de-cervantes/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 22:38:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>conlamenteabierta</dc:creator>
<guid>http://conlamenteabierta.wordpress.com/2009/10/26/la-tumba-de-cervantes/</guid>
<description><![CDATA[De Miguel de Cervantes se duda hoy en día de muchos datos biográficos, tanto de su año como de su lu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">De <strong>Miguel de Cervantes </strong>se duda hoy en día de muchos datos biográficos, tanto de su año como de su lugar de nacimiento &#60;&#60;son muchos los que creen que no lo hizo en<strong> Alcalá de Henares</strong>&#62;&#62;. También los manuscritos de las obras publicadas e inacabadas se han perdido casi en su totalidad;  tampoco se tiene ninguna imagen gráfica auténtica de él. En cuanto a su fallecimiento, sí que parece estar claro que se produjo en <strong>Madrid; </strong>pero se desconoce dónde se encuentran enterrados sus restos.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-144" title="Miguel de Cervantes Saavedra" src="http://conlamenteabierta.wordpress.com/files/2009/10/cervantes.jpg" alt="Miguel de Cervantes Saavedra" width="200" height="226" /></p>
<p style="text-align:justify;">Se sabe con certeza que falleció a la edad de sesenta y ocho años de <strong>hidropesía</strong> -enfermedad caracterizada por una retención de líquidos en los tejidos, que  suele ir acompañada de afecciones coronarias, estomacales y del riñón. Fue enterrado con el hábito de San Francisco, &#60;&#60;de pobre&#62;&#62;, sin ninguna ceremonia, con la cara descubierta y llevado desde la calle León al convento de las Trinitarias el 23 de abril. Al parecer elige esta ubicación, porque cuando estuvo preso en Argel por un periodo de cinco años, es rescatado por unos frailes trinitarios que pagaron su rescate.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Respecto a que su muerte se produjo el día 23 de abril hay muchas discrepancias; así por ejemplo <strong>Blas Nasarre,</strong> en 1749, encontró un libro de difuntos es la iglesia de San Sebastián en el que se podía leer &#60;&#60;<strong>El 23 de abril de 1616 murió Miguel de Cervantes Saavedra, casado con Doña Catalina de Salazar, calle de León. Recibió los Santos Sacramentos de mano del Licenciado Francisco López. Mandose enterrar en las monjas trinitarias</strong>&#62;&#62;. Sin embargo, algunos especialistas,  como <strong>Luis Astrana Marín,</strong> sostienen que es un error pensar que ésa es la fecha de su fallecimiento, pero sí el de su inhumación, ya que la costumbre en aquella época, como en la actual, es dejar pasar un día entre el fallecimiento y el sepelio. Si atendemos a estas corrientes, estaríamos celebrando el día mundial del libro &#60;&#60;elegido por la Unesco&#62;&#62;, en una fecha equivocada, ya que tampoco <strong>Shakespeare</strong> murió ese día: en esa época, regía en Inglaterra el calendario juliano, así que el insigne dramaturgo murió realmente el 3 de mayo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Actualmente, en el convento de las trinitarias descalzas, ubicado en la calle Lope de Vega de Madrid, hay una placa de mármol en su fachada, que nos recuerda &#60;&#60;<strong>Miguel de Cervantes Saavedra que por su última voluntad yace en este convento de la orden trinitaria a la cual debió principalmente su rescate</strong>&#62;&#62;. Pero ¿en qué lugar exacto?.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Un dato curioso de la biografía de <strong>Cervantes</strong>, viene dado por su máximo adversario y rival <strong>Lope de Vega,</strong> cuyos restos también desaparecieron, pero en la iglesia de San Sebastián, &#60;&#60;iglesia en la que se casó <strong>Gustavo Adolfo Bécquer</strong>, y cuenta con muchos certificados de defunción como el de <strong>Cervantes</strong> o <strong>Lope de Vega</strong>&#62;&#62;. Es curioso saber que <strong>Lope de Vega</strong> vivió en el número 11 de la calle Cervantes, y que a <strong>Cervantes</strong> lo entierran en la calle Lope de Vega.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presentación por José Antonio Moreno Jurado]]></title>
<link>http://daniellebrato.wordpress.com/2009/10/01/presentacion-por-jose-antonio-moreno-jurado/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 07:57:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>daniellebrato@gmail.com</dc:creator>
<guid>http://daniellebrato.wordpress.com/2009/10/01/presentacion-por-jose-antonio-moreno-jurado/</guid>
<description><![CDATA[ELECCIONES GENERALES TODO A CIEN Daniel Lebrato, septiembre de 2009 Conocí a Daniel Lebrato por aque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[ELECCIONES GENERALES TODO A CIEN Daniel Lebrato, septiembre de 2009 Conocí a Daniel Lebrato por aque]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[29.09 - 101º Aniversário de Machado de Assis]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/09/29/2909-09-101%c2%ba-aniversario-de-machado-de-assis-sem-post/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 05:33:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2009/09/29/2909-09-101%c2%ba-aniversario-de-machado-de-assis-sem-post/</guid>
<description><![CDATA[A moral é uma, os pecados são diferentes&#8220; . Machado de Assis .]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>A moral é uma, os pecados são diferentes</em>&#8220;</p>
<p>. <strong>Machado de Assis</strong> .</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Me acuerdo que leí este año…]]></title>
<link>http://japonas.wordpress.com/2009/09/25/me-acuerdo-que-lei-este-ano%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 17:01:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>largocamino</dc:creator>
<guid>http://japonas.wordpress.com/2009/09/25/me-acuerdo-que-lei-este-ano%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[-L’education sentimentale, Gustave Flaubert, me quedé sobre el final (retomo) -Monsieur Pain, Valery]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>-L’education sentimentale, Gustave Flaubert, me quedé sobre el final (retomo)<br />
-Monsieur Pain, Valery, completo<br />
L’ironie, Jankelevitch, dos capitulos<br />
-Bellatin, Obra reunida, por la mitad, sigo..<br />
-El material humano (Rey Rosa), completo<br />
- Madrid, Krupa, en pdf<br />
- Vila-Matas Portatil (Vv. Aa.), salteado<br />
- Je m’en vais (Echenoz), competo<br />
-Cherokee (Echenoz), estoy en eso<br />
- Diarios, (Kafka), salteado</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[12.09 - 61º Aniversário de Caio]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/09/12/1209-61%c2%ba-aniversario-de-caio/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 05:34:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2009/09/12/1209-61%c2%ba-aniversario-de-caio/</guid>
<description><![CDATA[Quem diria que viver ia dar nisso?&#8221; . Caio Fernando Abreu .]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://milmimimis.files.wordpress.com/2009/02/caiofernandessite.jpg" alt="" /></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Quem diria que viver ia dar nisso?&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">. <strong>Caio Fernando Abreu </strong>.</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25.07 [09] - Dia Nacional do Escritor]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/07/25/2507-09-dia-nacional-do-escritor-sem-post/</link>
<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 05:31:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2009/07/25/2507-09-dia-nacional-do-escritor-sem-post/</guid>
<description><![CDATA[Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não&#8221; . José Saramago . p.s.: desculpem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>Somos todos escritores, só que alguns escrevem e outros não&#8221;</em></p>
<p>. <strong>José Saramago </strong>.</p></blockquote>
<p><em>p.s.: desculpem a falha, estou no Rio em um treinamento e tinha me esquecido de atualizar este post</em> ;P</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Miranda July]]></title>
<link>http://polarlog.wordpress.com/2009/06/26/miranda-july/</link>
<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 01:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Denise Niz</dc:creator>
<guid>http://polarlog.wordpress.com/2009/06/26/miranda-july/</guid>
<description><![CDATA[  Miranda July é minha artista plástica preferida da semana.  Minha escritora contemporânea preferid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-t-5PLQgcSA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-t-5PLQgcSA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-425" title="learningtoloveyoumore" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/learningtoloveyoumore.jpg" alt="learningtoloveyoumore" width="470" height="305" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-426" title="blog miranda july" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/blog-miranda-july1.jpg" alt="blog miranda july" width="500" height="375" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-427" title="learningtoloveyoumore2" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/learningtoloveyoumore2.jpg" alt="learningtoloveyoumore2" width="396" height="400" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-434" title="imagemlearning" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/imagemlearning.jpg" alt="imagemlearning" width="500" height="580" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-435" title="learning2" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/learning2.jpg" alt="learning2" width="500" height="574" /></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-440" title="learningtoloveyoumore" src="http://polarlog.wordpress.com/files/2009/06/learningtoloveyoumore4.jpg" alt="learningtoloveyoumore" width="500" height="560" /></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="www.mirandajuly.com" target="_blank">Miranda July</a> é minha artista plástica preferida da semana.  Minha escritora contemporânea preferida (da semana). E minha (quase) atriz preferida também. Suas palavras me acompanham em alguns dias difíceis. Gosto muito da forma espontânea com que ela se mostra e transforma situações constrangedoras em banais e cotidianas.  Ela ficou mais conhecida no Brasil com o longa que roteirizou, dirigiu e atuou:  &#8221;Eu Você e Todos Nós&#8221;. Delicado, como quase tudo o que ela faz.   O sucesso do filme fez com que a editora Agir traduzisse o livro <a href="http://noonebelongsheremorethanyou.com/" target="_blank">&#8220;No One Belongs Here More Than You&#8221;</a>, e o lançasse com o patético título &#8221;É Claro que Você Sabe do Que Estou falando&#8221;. A promoção do original foi feita através de um site criado pela artista que usou o próprio fogão como lousa.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.learningtoloveyoumore.com/" target="_blank">&#8220;Learnig To Love You More&#8221;</a> é o nome do projeto feito em parceria com Harrel Fletcher. Encantador, o livro reúne a colaboração de anônimos que, guiados pelo site, mandavam mensagens, fotos e depoimentos respeitando as regras, que eram mais ou menos estas:</p>
<li>Fotografe uma cicatriz e escreva sobre ela</li>
<li>Escreva a história da sua vida em menos de um dia</li>
<li>Recrie uma fotografia com mais de dez anos</li>
<li>Edite a página de um álbum de fotografias</li>
<li>Tire uma fotografia dos seus pais se beijando </li>
<li>Peça a sua família para descrever o que você faz </li>
<li>Enumere cinco acontecimentos de 1984  </li>
<li>Tire uma fotografia com flash debaixo dos lençóis</li>
<li>Simule a chamada telefônica que alguém gostaria de receber</li>
<p>Acima você confere Miranda atuando no curta também dirigido por ela, ao lado de outros nomes,  &#8221;Are You The Favorite Person of Anybody?&#8221;, feito com apenas 150 dólares. Simples assim. E viva a inventividade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[23.04 [09] - Dia Internacional do Livro]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2009/04/23/2304-09-dia-internacional-do-livro-sem-post/</link>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 05:25:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2009/04/23/2304-09-dia-internacional-do-livro-sem-post/</guid>
<description><![CDATA[Hoje, 23 de abril, é o Dia Internacional do Livro. Na Alemanha, as celebrações do sétimo Dia Interna]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hoje, 23 de abril, é o Dia Internacional do Livro. Na Alemanha, as celebrações do sétimo Dia Internacional do Livro começaram por antecipação, já no domingo (21), com uma noite de leituras em Berlim.</p>
<p style="text-align:justify;">As leituras de Siegfried Lenz e Per Olov Enquist foram o ápice da festa na Casa das Culturas. Lenz, o autor do livro Deutschstunde (&#8220;Aulas de Alemão&#8221;), leu algumas narrações bem humoradas de viagens da sua obra Zaungast (&#8220;Penetra&#8221;), que foi lançada especialmente para o Dia Internacional do Livro.</p>
<p style="text-align:justify;">O lema da festa deste ano é &#8220;Viajar com o livro&#8221;. O autor sueco Per Olov Enquist apresentou-se com seu romance histórico O quinto Inverno do Magnetizador, que trata do paço real da Dinamarca, no século 18.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas também pensou-se nas crianças. Na tarde do domingo houve um grande programa de teatro, contos de fadas e oficinas de pintura e histórias em quadrinhos. Dois rapazes apresentaram uma canção hip-hop, intitulada Das sind die Bücher (&#8220;São os livros&#8221;), sobre o objeto principal da festa literária.</p>
<p style="text-align:justify;">O Dia Internacional do Livro foi criado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), em 1995. Desde então, ele vem sendo celebrado em todo o mundo no dia da morte de William Shakespeare e de Miguel de Cervantes, o 23 do abril.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesta terça-feira, haverá cerca de 4.000 eventos comemorativos em livrarias alemãs. As despesas totais, no valor de 20 mil euros (cerca de R$ 41 mil, 1 euro = R$ 2,08), foram financiadas pela Sociedade das Editoras e Livrarias e pela Associação do Comércio Livreiro Alemão. Não houve apoio financeiro dos cofres públicos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u23245.shtml" target="_blank">Folha Online Ilustrada</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Algo de lo que vi]]></title>
<link>http://mrblackwell.wordpress.com/2009/04/23/algo-de-lo-que-vi-2/</link>
<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 00:29:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrblackwell</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i62.servimg.com/u/f62/12/82/10/37/paul0010.jpg" alt="paulbaires2009" /><img src="http://i62.servimg.com/u/f62/12/82/10/37/kiss0013.jpg" alt="kiss" /><img src="http://i62.servimg.com/u/f62/12/82/10/37/kiss0014.jpg" alt="kisss" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tres Consejos]]></title>
<link>http://mrblackwell.wordpress.com/2009/04/18/tres-consejos/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 16:38:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mrblackwell</dc:creator>
<guid>http://mrblackwell.wordpress.com/2009/04/18/tres-consejos/</guid>
<description><![CDATA[Una pareja de recién casados era muy pobre y vivía de los  favores de un pueblito del interior. Un d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una pareja de recién casados era muy pobre y vivía de los  favores de un pueblito del interior.</p>
<p>Un día el marido le hizo la siguiente propuesta a su esposa:</p>
<p><em>-&#8221;Querida yo voy a salir de la casa, voy a viajar bien lejos,  buscar un empleo y trabajar hasta tener condiciones para regresar y  darte una vida más cómoda y digna. No sé cuánto tiempo voy a estar  lejos, sólo te pido una cosa, que me esperes y mientras yo esté  lejos, seas fiel a mí, pues yo te seré fiel a ti&#8221;</em></p>
<p>Así, siendo joven aun. Camino muchos días a  pie, hasta encontrar un hacendado que estaba necesitando de alguien para  ayudarlo en su hacienda. El joven llegó y se ofreció para trabajar  y fue aceptado.</p>
<p>Pidió hacer un trato con su patrón, el cual fue aceptado  también. El pacto fue el siguiente:</p>
<p><em>-&#8221;Déjeme trabajar por el tiempo que yo quiera y cuando yo  encuentre que debo irme, el señor me libera de mis obligaciones: Yo no quiero recibir mi salario.</em></p>
<p><em>Le pido al señor que lo coloque en una cuenta de ahorro hasta el día en que me vaya. El día que yo salga. Ud. Me dará el dinero que yo haya ganado&#8221;</em></p>
<p>Estando ambos de acuerdo.</p>
<p>Aquel joven trabajo durante 20 años, sin vacaciones y sin  descanso. Después de veinte años se acerco a su patrón y le dijo:</p>
<p><em>-&#8221;Patrón, yo quiero mi dinero, pues quiero regresar a mi casa.&#8221;</em></p>
<p>El patrón le respondió:</p>
<p><em>-&#8221;Muy bien, hicimos un pacto y voy  a cumplirlo, solo que antes quiero hacerte una propuesta, está bien?</em></p>
<p><em>Yo te doy tu dinero y tú te vas, o te doy tres consejos y no te doy  el dinero y te vas. Si yo te doy el dinero, no te doy los consejos y viceversa.</em></p>
<p><em>Vete a tu cuarto, piénsalo y después me das la respuesta&#8221;</em></p>
<p>El pensó durante dos días, busco al patrón y le dijo:</p>
<p><em>-&#8221;QUIERO LOS TRES CONSEJOS&#8221;</em></p>
<p>El patrón le recordó:</p>
<p><em>-&#8221;Si te doy los consejos, no te doy el dinero&#8221;</em></p>
<p>Y el empleado respondió:</p>
<p><em>-&#8221;Quiero los consejos&#8221;</em></p>
<p>El patrón entonces le aconsejó:</p>
<p>1. &#8216;<span style="color:#008000;"><strong>NUNCA TOMES ATAJOS EN TU VIDA</strong></span>. Caminos más cortos y desconocidos te pueden costar la vida.</p>
<p>2. <span style="color:#008000;"><strong>NUNCA SEAS CURIOSO DE AQUELLO QUE REPRESENTE EL MAL</strong></span>, pues la curiosidad por el mal puede ser fatal.</p>
<p>3. <span style="color:#008000;"><strong>NUNCA TOMES DECISIONES EN MOMENTOS DE ODIO Y DOLOR</strong></span>, pues puedes arrepentirte demasiado tarde</p>
<p>Después de darle los consejos, el patrón le dijo al joven, que ya no era tan joven:</p>
<p><em>-&#8221;AQUÍ TIENES TRES PANES, dos para comer durante el viaje y el tercero es para comer con tu esposa cuando llegues a tu casa&#8221;</em></p>
<p>El hombre entonces, siguió su camino de vuelta, de veinte años lejos de su casa y de su esposa que el tanto amaba. Después del  primer día de viaje, encontró una persona que lo saludó y le preguntó:</p>
<p><em>-&#8221;¿Para dónde vas?&#8221;</em></p>
<p>El le respondió:</p>
<p><em>-&#8221;Voy para un camino muy distante que queda a más de veinte días de caminata por esta carretera&#8221;</em></p>
<p>La persona le dijo entonces:</p>
<p><em>-&#8221;Joven, este camino es muy largo, yo conozco un atajo con el cual llegarás en pocos días&#8221;</em></p>
<p>El joven contento, comenzó a caminar por el atajo, cuando se acordó del primer consejo, &#8216;NUNCA TOMES ATAJOS EN TU VIDA. CAMINOS MÁS CORTOS Y DESCONOCIDOS TE PUEDEN COSTAR LA VIDA.</p>
<p>Entonces se alejó de aquel atajo y volvió a seguir por el camino normal. Dos días después se enteró que otro viajero había tomado el atajo, y lo asaltaron, lo golpearon, y le robaron toda su ropa. Ese llevaba a una emboscada!</p>
<p>Después de algunos días de viaje, y cansado al extremo, encontró una pensión a la vera de la carretera. Era muy tarde en la noche y parecía que todos dormían, pero una mujer malencarada le abrió la puerta y lo atendió. Como estaba tan cansado, tan sólo le pagó la tarifa del día sin preguntar nada, y después de tomar un baño se acostó a dormir.</p>
<p>De madrugada se levantó asustado al escuchar un grito aterrador. Se puso de pie de un salto y se dirigió hasta la puerta para ir hacia donde se había escuchado el grito. Cuando estaba abriendo la  puerta, se acordó del segundo consejo.</p>
<p>&#8216;NUNCA SEAS CURIOSO DE AQUELLO QUE REPRESENTE EL MAL. PUES LA CURIOSIDAD POR EL MAL PUEDE SER FATAL&#8217;</p>
<p>Regresó a su cuarto y se acostó a dormir. Al amanecer, después de tomar café, el dueño de la posada le preguntó si no había escuchado un grito y él le contestó que sí lo había escuchado. El dueño de la posada le preguntó: &#8216;¿Y no sintió curiosidad? El le contesto que no. A lo que  el dueño les respondió:</p>
<p><em>-&#8221;Ud. ha tenido suerte en salir vivo de aquí, pues en las noches nos acecha una mujer maleante con crisis de locura, que grita horriblemente y cuando el huésped sale a enterarse de qué está pasando, lo mata, lo entierra en el quintal, y luego se esfuma&#8221;</em></p>
<p>El joven siguió su larga jornada, ansioso por llegar a su casa</p>
<p>Después de muchos días y noches de caminata, ya al atardecer, vio entre los árboles humo saliendo de la chimenea de su pequeña casa, caminó y vio entre los arbustos la silueta de su esposa.</p>
<p>Estaba anocheciendo, pero alcanzó a ver que ella no estaba sola.  Anduvo un poco más y vio que ella tenía en sus piernas a un hombre al que estaba acariciando los cabellos. Al ver aquella escena, su corazón se llenó de odio y amargura y decidió correr al encuentro de los dos y matarlos sin piedad.</p>
<p>Respiró profundo, apresuró sus pasos, y de pronto recordó el tercer consejo.</p>
<p>&#8216;NUNCA TOMES DECISIONES EN MOMENTOS DE ODIO Y DOLOR, PUES PUEDES ARREPENTIRTE DEMASIADO TARDE&#8217;</p>
<p>Entonces se detuvo, reflexionó y decidió dormir ahí mismo aquella noche y al día siguiente tomar una decisión. Al amanecer ya con la cabeza fría, se dijo:</p>
<p>&#8216;NO VOY A MATAR A MI ESPOSA&#8217;. Voy a volver con mi patrón y a pedirle que me acepte de vuelta. Solo que antes, quiero decirle a mi esposa que siempre le fui fiel.&#8217;</p>
<p>Se dirigió a la puerta de la casa y toco. Cuando la esposa le abre la puerta y lo reconoce, se cuelga de su cuello y lo abraza afectuosamente. El trata de quitársela de encima, pero no lo consigue.</p>
<p>Entonces con lágrimas en los ojos le dice:</p>
<p><em>-&#8221;Yo te fui fiel y tú me traicionaste&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Ella espantada le responde:</p>
<p><em>-&#8221;¿Cómo? yo nunca te traicioné, te esperé durante veinte años&#8221;</em></p>
<p>El entonces le pregunta:</p>
<p><em>-&#8221;Y quién era ese hombre que acariciabas ayer por la tarde?&#8221;</em></p>
<p><em></em></p>
<p>Y ella le contesta:</p>
<p><em>-&#8221;AQUEL HOMBRE ES NUESTRO HIJO. Cuando te fuiste, descubrí que estaba embarazada. Hoy él tiene veinte años de edad&#8221; </em></p>
<p>Entonces el marido entró, conoció, abrazó a su hijo y les contó toda su historia, en tanto su esposa preparaba la comida. Se sentaron a comer el último pan juntos.</p>
<p>DESPUÉS DE LA ORACIÓN DE AGRADECIMIENTO, CON LÁGRIMAS DE EMOCIÓN, él partió el pan y al abrirlo, se encontró todo su dinero, el pago de sus veinte años de dedicación&#8230;</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Anónimo</strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><strong>Hoy Cumple años el Master de Alejo, Feliz Cumple!!</strong></em></span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#0000ff;"><em>MrBlackwell</em></span><br />
</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Torturas Literárias]]></title>
<link>http://bloodymoon.wordpress.com/2009/02/15/torturas-literarias/</link>
<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 16:50:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>BloodyMoon</dc:creator>
<guid>http://bloodymoon.wordpress.com/2009/02/15/torturas-literarias/</guid>
<description><![CDATA[Ler um livro ruim já é martírio suficiente para um leitor compulsivo que termina tudo o que começa. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ler um livro ruim já é martírio suficiente para um leitor compulsivo que termina tudo o que começa. Mas por incrível que pareça, há outras coisas que podem fazer um leitor sofrer. Essas são as torturas literárias, coisas tão malignas e cruéis que me deixam sem palavras, mas que vou tentar arranjar algumas para descrever isso para vocês.<br />
Existem vários tipos de atitudes que podem fazer o mais sensível chegar aos limites. Uma dessas atitudes é usar livros de apoio para aquela mesa que está meio bamba. Dependendo da mesa, o dano que o livro toma é extremo, muitas vezes o deixando desfigurado, com partes faltando e inutilizado para futuras leituras permanentemente, uma desgraça total. Exagero, eu sei, mas é a verdade.<br />
Outra que já é ruim, mas não chega a ser tão cruel assim é o ato de dobrar a página para marcar onde parou. Sou da seguinte opinião: “Qualquer coisa pode ser usada como marca-páginas”. Nisso, já usei folhetos, papéis de bala, palitos, folhas, pedaços de plástico, entre outras coisas que podem ser consideradas lixo. Logo, NÃO HÍ JUSTIFICATIVA PARA DOBRAR A MALDITA PÍGINA! Quando vejo isso em livros antigos na biblioteca, chego a ter pena do livro, mas o que está feito, está feito.<br />
Riscar trechos interessantes é legal quando feito com um lápis. 4B ou 6B são bons números de lápis para marcações. São fáceis de se apagar e não danificam as páginas. Logo, virar uma página e dar de cara com ela quase toda pintada de verde limão, laranja-ataque nuclear ou vermelho sangue florescente é algo que me deixa com a cara com um misto de confusão, raiva e pena, porque aquilo nunca mais irá sair dali, ficando sempre em suas páginas até o fim dos tempos. Olha o exagero aí de novo. Um lápis e borracha são tão caros assim?!?<br />
Existem muitas outras atitudes que podem ferir a integridade de um livro. Usar ele de alvo para facas, esquecer na chuva, deixar ele aberto virado para baixo, tudo isso são coisas que não irei mais falar aqui porque são muito ruins só de pensar; imagine de falar delas. Talvez em outra oportunidade, quem sabe. Pra finalizar, uma das poucas torturas que foram feitas comigo, que testaram minha força de vontade quase que até o limite. Chego em casa e meu irmão logo começa:<br />
-Carlos, não imagina o que eu vi hoje quando estava vindo de casa, quando passo pela rotatória. Sabe o que tinha lá?<br />
-Nem imagino, está certo. O que era?<br />
-Tinha um livro! Vi ele ali, com os carros passando por cima, fazendo ele abrir e as páginas ficarem balançando no vento!<br />
Nessa parte, ele levanta os braços e simula o movimento das páginas, balançando os braços de um lado para outro, para ilustrar o movimento do livro, enquanto fala “fiuuuuu”<br />
- E você não pegou ele para mim?<br />
- Tá louco? Os carros estavam muito rápidos e eu não iria parar por UM livro, ainda mais um que ficava balançando…<br />
E repete o movimento.<br />
Nessa hora, penso em ir até lá, mas já era tarde. Isso que le me contou foi ás 18 horas, muito tempo havia passado para que eu fizesse algo que pudesse salvá-lo. Descanse em paz, livro desconhecido.</p>
<p>Publicado por santhyago no blog <a href="http://atoouefeito.com.br/naftalina/torturas-literarias.html">ATO OU EFEITO</a></p>
<p>desculpa ai santhyago o roubo do post</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[literatura]]></title>
<link>http://eugenianoriega.wordpress.com/2009/01/09/literatura/</link>
<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 18:06:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>eugenianoriega</dc:creator>
<guid>http://eugenianoriega.wordpress.com/2009/01/09/literatura/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'></div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parábola de la voz]]></title>
<link>http://joseorlandod.wordpress.com/2008/12/26/parabola-de-la-voz/</link>
<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 05:24:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>joseorlandod</dc:creator>
<guid>http://joseorlandod.wordpress.com/2008/12/26/parabola-de-la-voz/</guid>
<description><![CDATA[Los discípulos del rabino Leví bar Chemjo, que hace muchos años vivía en el Este y fue muy famoso, f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://www.juliangallo.com.ar/wp-content/uploads/2007/11/la-maquina.jpg" alt="" width="400" height="393" /></p>
<p>Los discípulos del rabino Leví bar Chemjo, que hace muchos años vivía en el Este y fue muy famoso, fueron un día a ver a su maestro y le preguntaron:</p>
<p>-Rabí, ¿por qué el Señor, cuyo Nombre sea siempre alabado, alzó la voz al empezar la creación? Si El hubiera hablado y traído a la vida con su voz el agua, las estrellas, la tierra y a todos los seres que en ella se encuentran, habrían tenido que existir ya antes para escucharle y obedecerle. Pero no existía nada. Nada podía oírle ya que El fue quién sacó todas las cosas a la luz al alzar su voz. Y ésta es nuestra pregunta.</p>
<p>El rabino Leví bar Chemjo arqueó las cejas y, contrariado, contestó:</p>
<p>-El lenguaje del Señor, glorioso como Su Nombre, es un lenguaje silencioso y Su silencio es Su lenguaje. Su ver es ceguera y Su ceguera es ver. Su hacer es no-hacer y Su no-hacer es hacer. Regresad a vuestros hogares y reflexionad sobre esto.</p>
<p>Se fueron turbados al comprobar que le habían disgustado, y regresaron unos días después muy indecisos:</p>
<p>-Perdónanos, rabí -comenzó tímidamente aquel que habían designado para que hablara-, tú nos dijiste que para el Señor, cuyo Nombre sea alabado, hacer y no-hacer eran una misma cosa. ¿Cómo es eso si El mismo diferenció Su hacer de Su no-hacer al descansar el séptimo día? y, ¿cómo pudo El fatigarse y necesitar descanso, si con un simple aliento lo pudo crear todo? ¿Acaso la creación la supuso un esfuerzo tal que con Su propia voz se quiso llamar a sí mismo?</p>
<p>Los demás asintieron con un gesto a estas palabras. Y como el rabino notara cuán ansiosos le observaban todos temiendo irritarle de nuevo, se tapó la boca con la mano para disimular una sonrisa:</p>
<p>-Permitidme que os conteste a mi vez con una pregunta. ¿Por qué El, que se nos anunció conSu santo Nombre, tuvo a bien rodearse de ángeles? ¿Acaso para que le protegieran cuando El no necesitaba de ninguna protección? ¿Por qué se rodeó de ángeles si se bastaba  a Sí mismo? Ahora regresad a vuestras casas y reflexionad sobre esto.</p>
<p>Volvieron a sus hogares, extrañados por la pregunta a guisa de respuesta que les había formulado. Y, tras haber empleado media noche en sopesar los pros y los contras, regresaron por la mañana a casa de su maestro y le dijeron con alegría:</p>
<p>-Creemos haber comprendido tu pregunta y nos sentimos capaces de contestarla.</p>
<p>-Hablad, pues- respondió el rabino Leví bar Chemjo:</p>
<p>Entonces se sentaron frente a él y, tomando la palabra el orador, explicó lo que ellos habían deducido:</p>
<p>-Puesto que, según tu explicación, ¡oh, rabí!, el silencio y la palabra, así como todo lo que se contrapone, tiene un mismo significado para el Señor, cuyo Nombre sea alabado, de forma que en Su silencio está Su palabra, así El decidió que um discurso que nadie oyera carecería de sentido, como tampoco lo tendría un acto efectuado en el vacío, y tuvo a bien requerir a los ángeles a Su alrededor para que le escucharan y compementaran Sus santos atributos. Por tanto dirigió a ellos Su voz al ordenar la creación y los ángeles, que siguieron al poderosa obra , se sintieron tan canasados que necesitaron descansar. Entonces descansó El con ellos el séptimo día.</p>
<p>Se asustaron en gran manera al ver que en este punto el rabino bar Chemjo se echabar a reír; y sus ojos se hicieron más pequeños sobre su barba a causa de la risa.</p>
<p>-Así pues, ¿consideráis al Señor, cuyo Nombre sea alabado, como una especie de bufón frente a Sus ángeles? ¿Como un prestidigitador de feria que hace juegos de manos con una varita mágica? Casi me inclino a creer que El ha creado locos como vosotros, para poder burlarse de ellos igual que lo hago yo ahora; pues en verdad que Su seriedad es risa y Su risa seriedad.</p>
<p>Se sintieron avergonzados, pero también contentos, al ver la hilaridad del rabino y le suplicaron:</p>
<p>-Ayúdanos un poco, rabí,  a seguir adelante.</p>
<p>-Eso quiero -contestó el maestro- y voy a ayudaros sirviéndome de nuevo de una pregunta. ¿Por qué el Señor, el Santo de los Santos, empleó siete días en la creación cuando pudo llevarla a cabo en un instante?</p>
<p>Regresaron a sus hogares a celebrar consejo y cuando, al día siguiente, se presentaron ante el rabino, sabían ya que se encontraban cerca de la solución. El que siempre hablaba en nombre de todos dijo así:</p>
<p>-Tú nos has señalado el camino, rabí, pues nos hemos percatado de que el mundo creado por el Señor, cuyo Nombre sea alabado, se basa en el tiempo, y por lo tanto también la creación, puesto que ya pertenecía a lo creado, necesitaba de un principio y un fin. Sin embargo, el tiempo tenía que existir ya para que hubiera un principio, y los ángeles tenían que estar ahí en el lapso de tiempo que precedió a la creación para sostener el tiempo con sus alas y obligarlo a avanzar. Sin los ángeles, no hubiera existido ni siquiera la intemporalidad de Dios, en la cual, por Su santa decisión se cobija el tiempo.</p>
<p>El rabino Leví bar Chemjo pareció satisfecho, y dijo:</p>
<p>-Ahora estáis en el camino acertado. Sin embargo, vuestra primera pregunta se refería a la voz del Señor que, en Su santidad, alzó al empezar la creación. ¿Qué podéis decirme sobre esto?</p>
<p>Los discípulos respondieron:</p>
<p>-Con supremo esfuerzo hemos llegado al punto que acabamos de exponer. Pero no hemos llegado aún a esta última pregunta, primera que te planteamos. Con todo, puesto que de nuevo ta has inclinado benévolo hacia nosotros, confiamos en que tú nos darás la respuesta.</p>
<p>-Lo voy a hacer -contestó el rabino- y mi respuesta será breve.</p>
<p>Y habló de esta manera:</p>
<p>-En todas las cosas que El, cuyo Nombre sea alabado, ha creado o todavía ha de crear, existe una parte de Sus santos atributos, ¿cómo podría ser de otro modo? Pero, ¿qué cosa esa la vez silencio y voz? Evidentemente de todo cuanto yo conozco, es el tiempo el que reúne esta dualidad. Y aunque nos abarca y atraviesa, es para nosotros silencio y mudez. Sin embargo, al hacernos viejos, si tendemos el oído al pasado, oiremos un suave murmullo. Es el tiempo que acabamos de vivir. Y cuanto más escuchamos el pasado, más capaces seremos de oír la voz de los tiempos, el silencio del tiempo, que El en su santidad, ha creado por Su propia voluntad y también a causa del tiempo mismo, a fin de que la creación se cumpliera en nosotros. Y cuanto más tiempo transcurra, más poderosa será para nosotros la voz de los tiempos. Creceremos con esta voz, y al fin de los tiempos entenderemos su principio y oiremos el llamamiento de la creación, pues entonces percibiremos el silencio del Señor en la santificación de Su Nombre.</p>
<p>Los discípulos quedaron confusos, en silencio Pero como el rabino no volvió a hablar, sino que permaneció sentado con los ojos cerrados, se marcharon calladamente.</p>
<p>Hermann Broch</p>
<p>-</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10.12 - 88º Aniversário de Clarice]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2008/12/10/1012-88%c2%ba-aniversario-de-clarice/</link>
<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 02:29:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2008/12/10/1012-88%c2%ba-aniversario-de-clarice/</guid>
<description><![CDATA[Nasci dura, heróica, solitária e em pé. E encontrei meu contraponto na paisagem sem pitoresco e sem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>Nasci dura, heróica, solitária e em pé. E encontrei meu contraponto na paisagem sem pitoresco e sem beleza. A feiúra é o meu estandarte de guerra. Eu amo o feio com um amor de igual para igual. E desafio a morte. Eu &#8211; eu sou a minha própria morte. E ninguém vai mais longe. O que há de bárbaro em mim procura o bárbaro e cruel fora de mim. Vejo em claros e escuros os rostos das pessoas que vacilam às chamas da fogueira. Sou uma árvore que arde com duro prazer. Só uma doçura me possui: a conivência com o mundo. Eu amo a minha cruz, a que doloridamente carrego. É o mínimo que posso fazer de minha vida: aceitar comiseravelmente o sacrifício da noite&#8221;</em></p>
<p style="text-align:justify;">. <strong>Clarice Lispector</strong> <em>in </em>Água Viva .</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poemas dadaístas]]></title>
<link>http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/2008/11/27/poemas-dadaistas/</link>
<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 18:59:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ldreher</dc:creator>
<guid>http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/2008/11/27/poemas-dadaistas/</guid>
<description><![CDATA[Los dadaístas, poetas vanguardistas, proponen la supresión de toda relación lógica entre pensamiento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Los dadaístas, poetas vanguardistas, proponen la supresión de toda relación lógica entre pensamiento y lenguaje. Así, una de las técnicas de estructura aleatoria que proponen, consiste en recortar un texto y reordenarlo al azar para crear uno nuevo.</p>
<p>En muchos casos lo resultante es una sucesión de palabras y, a veces, de sonidos, que hace difícil -cuando no imposible- encontrar un hilo conductor lógico; lo que es seguro es que de esta técnica nacerán frases nuevas y sorprendentemente innovadoras.</p>
<p>Los chicos de 4to Año de Humanidades y Ciencias Sociales aplicaron esta interesante forma de escritura y a continuación comparten con ustedes algunos de los maravillosos poemas logrados.</p>
<p><a href="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0004.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-343" title="escanear0004" src="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0004.jpg" alt="escanear0004" width="500" height="689" /></a></p>
<p> </p>
<p>Florencia Moreyra</p>
<p><a href="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0005.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-344" title="escanear0005" src="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0005.jpg" alt="escanear0005" width="500" height="1066" /></a></p>
<p>Rosita Silva</p>
<p><a href="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0006.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-345" title="escanear0006" src="http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/files/2008/11/escanear0006.jpg" alt="escanear0006" width="465" height="1067" /></a></p>
<p>Georgina Gauna</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oliverio y yo]]></title>
<link>http://tomografialiteraria.wordpress.com/2008/11/17/oliverio-y-yo/</link>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 23:43:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Blengino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oliverio era exigente, demasiado, pedía cosas imposibles, y a la que no lo lograra, no la perdonaba.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oliverio era exigente, demasiado, pedía cosas imposibles, y a la que no lo lograra, no la perdonaba.]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MISTERIO EN EL RANCHO DE DON HORACIO]]></title>
<link>http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/2008/11/06/misterio-en-el-rancho-de-don-horacio/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 16:51:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ldreher</dc:creator>
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<description><![CDATA[   Era una tarde de enero muy calurosa, la naturaleza se mostraba inquieta, las aves revoloteaban ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">   Era una tarde de enero muy calurosa, la naturaleza se mostraba inquieta, las aves revoloteaban aparentando saber la razón.<br />
   En el rancho de don Horacio Caballero, se encontraban de campamento los 18 alumnos mas destacados de la escuela 314, acompañados del profesor de historia y la profesora de ingles.<br />
    Todo parecía perfecto. Una hermosa cabaña a la orilla del río san Javier, el aire puro, la tranquilidad de saber que seria un fin de semana lejos de los problemas. Era el premio a la responsabilidad y buena conducta durante el año. Formaron 3 grupos de 6 y estaban listos para disfrutar de las actividades preparadas.<br />
    Durante la vigilia de la siesta, Lucas y Sergio, rondaban el lugar asegurándose de que todo estuviese bien. Nada podía arruinar aquel grato momento.<br />
    Al acercarse al fondo del rancho, alcanzaron a observar la silueta que parecía ser del profesor durmiendo bajo el árbol. Con la intención de hacerle una broma, se acercaron lentamente, pero se encontraron con una horrenda escena. Yacía sin vida el cuerpo del profesor y mas adelante la profesora.<br />
     Desorientados y llenos de miedo corrieron a buscar a los demás chicos y llamaron a la policía.<br />
    Minutos más tarde llego el detective Elio Nuñez acompañado de su equipo forense y realizan las pericias correspondientes.<br />
    Las investigaciones revelaron que ambos profesores fueron brutalmente golpeados, y que en ambos casos la causa de la muerte fue un contundente golpe en la cabeza.<br />
    La sospecha cayo sobre los alumnos. Todos eran sospechosos. El investigador debía indagar uno por uno hasta encontrar al culpable.<br />
    Fabio, Leandro, Gisela, lucia y Flavia, fueron descartados porque habían vuelto por un problema de salud.<br />
    Con 5 alumnos menos, solo quedaban 13 sospechosos.<br />
    Nuñez toma declaración  de los sospechosos, reúne testimonios de otros alumnos y docentes y trata de armar el caso.<br />
    El principal sospechoso era Tomas. Todas las miradas estaban en el, solo restaba que lo confiese, pero el aparentaba no saber nada al respecto. Su indiferencia genero dudas en el detective, quien volvió a la escena días después.<br />
   Esta vez encontró una carta dirigida a la maestra, pero no tenia firma. No se sabía el nombre del autor. El agente estaba desconcertado.<br />
   Pasaron meses hasta que sonó el teléfono en el estudio de Nuñez. Un testigo arrojo datos muy interesantes.<br />
    La investigación dio un giro inesperado. El testigo dijo saber de una relación entre Maxi y la profesora.<br />
    Cuando Elio interrogo a Maxi, este no pudo contener las lagrimas y confeso todo. Dijo que cuando se levanto al baño en la noche, los vio juntos y no pudo contener la ira. Con un palo mato primero al maestro y luego a ella.<br />
    Con una sonrisa en su rostro, el detective dice, caso resuelto!<br />
    Al instante suena el celular de Elio. Otro caso por resolver…</p>
<p style="text-align:right;">
Nuñez, Elio<br />
5to Cs. Naturales 2008</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ROBO Y MUERTE EN EL MUSEO]]></title>
<link>http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/2008/11/06/robo-y-muerte-en-el-museo/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 16:50:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ldreher</dc:creator>
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<description><![CDATA[   Eran las 7:30 de aquel miércoles lluvioso. El portero Ralph, como todas las mañanas, llegaba a su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   Eran las 7:30 de aquel miércoles lluvioso. El portero Ralph, como todas las mañanas, llegaba a su trabajo en el museo arqueológico de El Cairo. Nunca hubiese imaginado la cruel y desconcertante escena con que se encontraría aquel particular día.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Al abrir la majestuosa puerta se encontró con un cuadro espantoso. En la sala principal de encontraba roto el cofre que contenía el brazalete de Osiris, de valor incalculable. La incertidumbre era inmensa y se temía lo peor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Ralph con su voz débil por la inseguridad que sentía, y deteriorada por su avanzada edad, comenzó a gritar por todos los roncones del salón, el nombre de su amigo Peter, el guardia nocturno.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Ante la falta respuestas, trataba de no pensar lo peor, pero una terrible idea rondaba su cabeza una y otra vez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>De un modo sigiloso y tratando de hacer el menor ruido posible, se acerco lentamente al baúl y sus dudas se confirmaron. La joya mas importante del museo estaba ausente de su lujoso arca, y a un lado, yacía el cuerpo casi sin vida de su camarada, quien balbuceando unas palabras, dejo de respirar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Asustado y con la esperanza de que su amigo siga viviendo, Ralph acudió rápidamente al teléfono y llamo a emergencias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Minutos mas tarde, que parecieron horas, llego la ambulancia acompañada de la policía y un equipo de forenses a cargo del detective Elio Nuñez.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Los intentos de los paramédicos de reanimarlo y se comenzaron las pericias forenses.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>La ubicación del cuerpo y los 2 disparos que tenia en la cabeza indicaban un asesinato. Pero había un detalle particular. A espaldas del cuerpo había un ladrillo y una ventana rota. ¿Era solo un simple ladrillo? ¿Tenia algún significado especial?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Las sospechas caían sobre una banda que rondaba el barrio últimamente y acostumbraban sentarse en la puerta del museo. Aquella noche del martes, aunque parezca extraño, estaban ausentes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Patricio, Vicente y Daniel son considerados los principales sospechosos, aunque cuando se los interrogo, afirmaron haberse ido de viaje. Esta era una coartada poco convincente para el investigador.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Luego se recogieron testimonios de vecinos cercanos al museo, quienes negaron haber visto algo inusual mas que la fuerte tormenta de aquella noche.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Cuando pensaban que los datos recogidos eran en vano, suena el celular de Nuñez y recibe un dato muy revelador. Un testigo anónimo afirmo ver aquella noche a un chico arrojando piedras al museo y a dos trepando la pared norte y entrando por una ventana.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Luego de una exhausta interrogación a los sospechosos, estos confiesan haber perpetuado el robo y dan respuesta a aquel particular detalle del ladrillo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Patricio era quien había arrojado el ladrillo con el objetivo de distraer a Peter, mientras sus dos cómplices entraban por una ventana y robaban el brazalete. Aparentemente todo estaba planeado, pero nadie imagino que el plan podía fracasar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Cuando Vicente y Daniel entraron y se encontraban frente al cofre, se llevaron una sorpresa. Fueron sorprendidos por el guardia quien los apuntaba amenazante con su arma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>   </span>Ante la desesperación y bajo el efecto de las drogas, uno de los dos saca un arma y efectuó dos disparos disimulados por el estruendo de un trueno que hizo temblar las ventanas. Luego rompieron el cofre, robaron el brazalete y huyeron cobardemente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Nuñez, Elio</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">5to Cs. Naturales 2008</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UNA CONVIVENCIA TORMENTOSA]]></title>
<link>http://edem314lamagiadelapalabra.wordpress.com/2008/11/06/una-convivencia-tormentosa/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 16:36:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>elio91</dc:creator>
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<description><![CDATA[   Eran las 21:00 hs de aquel viernes tan particular. La fuerte tormenta y la intensa lluvia de aque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><span>  </span></span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span>Eran las 21:00 hs de aquel viernes tan particular. La fuerte tormenta y la intensa lluvia de aquella noche causaron estragos en la pequeña localidad de Romang.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>En las afueras del pueblo, en el hotel Linux, se encontraban hospedados 153 turistas jamaiquinos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Ese fin de semana ocuparon las 68 habitaciones del lujoso alojamiento, 51 parejas y 17 matrimonios con su unigénito.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>El fuerte temporal había roto todas las líneas de comunicaciones, y por si fuera poco, provoco el desborde del río San Javier, el cual anego la ruta e impedía el paso hasta el hotel.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Las condiciones eran muy malas, pero con la colaboración de todos hacían lo posible por sobrellevar la situación de la mejor manera. Sin embargo, cuando parecía que no podía empeorar, comenzaron las discusiones y las riñas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>A duras penas llegaron a la tarde del sábado, pero las peleas continuaron y cada vez mas acaloradamente…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Al día siguiente cuando Ramon y Pedro se levantaron al baño, hallaron algo espantoso. Boroteca y Deftali se hallaban colgados del techo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Los fuertes gritos se escucharon por todo el complejo. En un instante, todos se encontraban allí, todos quedaron petrificados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>En aquella excursión se encontraba el detective Elio nuñez, con su maletín y su equipo de investigación.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Una vez todos juntos en el salón de fiestas del hotel, señalaban a Usain como autor del hecho. La noche anterior se había peleado con ramon y pedro y había amenazado con matarlos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>El investigador no se quedo con la primera impresión y comenzó a buscar otros posibles sospechosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Analizo muy detenidamente la escena del crimen y encontró un detalle que todos habían pasado por alto. En el piso se hallaba la billetera vacía de ambas personas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Luego de analizar las huellas digitales y recoger algunos testimonios de personas allegadas, nuñez logro resolver el caso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>El detective, primeramente, descarto a los 17 niños de los posibles culpables e investigo 1 por 1 la situación de los demás.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Los datos recogidos redujeron los sospechosos a una lista de 5, pero lo que delato al culpable fue la huella digital encontrada en la billetera.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Las huellas pertenecían a Ismael, quien tenía un ajuste de cuentas con ambas victimas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Elio indagó primeramente al culpable, quien no pudo contener las lagrimas y confeso todo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Luego reunió a todos y les informo acerca del asesino, lo que sorprendió pero a la vez tranquilizo a muchos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>   </span>Otro caso resuelto por el detective…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;"> Nuñez, Elio</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;">5to. Cs. Naturales 2008</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[29.10 [08] - Dia Nacional do Livro]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2008/10/29/2910-08-dia-nacional-do-livro/</link>
<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 09:00:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2008/10/29/2910-08-dia-nacional-do-livro/</guid>
<description><![CDATA[Copyright © 2004 Criança Faz Arte &#8211; Todos os Direitos Reservados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img229.imageshack.us/img229/9444/livrosrd8.jpg" alt="" /></p>
<h6 style="text-align:left;">Copyright © 2004 Criança Faz Arte &#8211; Todos os Direitos Reservados</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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