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	<title>longevidade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/longevidade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "longevidade"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 20:41:05 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Longevidade tem que vir junto com qualidade de vida]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/11/30/longevidade-tem-que-vir-junto-com-qualidade-de-vida/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:20:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
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<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[something]]></title>
<link>http://contosdefatos.wordpress.com/2009/11/02/something-3/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 02:27:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafinha Wojahn</dc:creator>
<guid>http://contosdefatos.wordpress.com/2009/11/02/something-3/</guid>
<description><![CDATA[Ok, ok! Nos próximos posts não escrevo mais o título &#8217;something&#8217;, por que nem tudo é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ok, ok! Nos próximos posts não escrevo mais o título &#8217;something&#8217;, por que nem tudo é &#8217;something&#8217;.</p>
<h2 style="text-align:center;">*****</h2>
<p><strong>Fábula &#60;—-</strong></p>
<p><strong>(O VÔO DA ÁGUIA – Na decisão de uma ave, um ensinamento para nós) A águia, a ave que possui a maior longevidade da espécie, chega a viver a 70 anos.</strong></p>
<p><strong>Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria decisão.</strong></p>
<p><strong>Aos 40 anos, está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva, apontando contra o peito. As asas estão envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer… ou … enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.</strong></p>
<p><strong>Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, sem contar a dor que terá que suportar.</strong></p>
<p><strong>Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então, mais 30 anos.</strong></p>
<p><strong>Em nossa vida, muitas vezes temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, e outras tradições que nos causam dor.</strong></p>
<p><strong>Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.</strong></p>
<h2 style="text-align:center;"><strong>*****</strong></h2>
<p>PS: as coisas que o <a href="http://twitter.com/doug_it" target="_blank">doug</a> me envia</p>
<p>Paz, Amor, Um Novo Tempo, Um Final de Semana Maravilhoso e Um Pouquinho de Sacanagem</p>
<p>With Love, Rafinha Wojahn ;P</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hospital Santa Cruz quer apoiar o Parque Modernista]]></title>
<link>http://aluiz.wordpress.com/2009/10/24/hospital-santa-cruz-quer-adotar-o-parque-modernista/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 02:36:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Luiz e Silva</dc:creator>
<guid>http://aluiz.wordpress.com/2009/10/24/hospital-santa-cruz-quer-adotar-o-parque-modernista/</guid>
<description><![CDATA[O Hospital Santa Cruz, em mais uma iniciativa de Responsabilidade Social, vem buscando apoio para a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-1850   alignleft" title="pqmodernistafrente" src="http://andreluisdasilva.files.wordpress.com/2009/09/pqmodernistafrente.jpg?w=320&#038;h=240" alt="pqmodernistafrente" width="320" height="240" /></p>
<p>O <strong><a href="http://www.hospitalsantacruz.com.br" target="_blank">Hospital Santa Cruz</a></strong>, em mais uma iniciativa de Responsabilidade Social, vem buscando apoio para a &#8220;adoção&#8221; do Parque Modernista, que fica bem em frente ao Hospital.</p>
<p>Dentro do parque há a Casa Modernista, um museu de autoria do arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik (1896–1972), projetada em 1927 e construída em 1928. É considerada a primeira obra de arquitetura moderna implantada no Brasil:</p>
<p><a href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/casamodernista.php">http://www.museudacidade.sp.gov.br/casamodernista.php</a>.</p>
<p>Além do museu, há muito verde e muitas árvores. Todo o espaço é tombado pelo Patrimônio Histórico.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Jardim-casa-modernista-sta-cruz" src="http://andreluisdasilva.files.wordpress.com/2009/09/jardim-casa-modernista-sta-cruz.jpg?w=480&#038;h=640" alt="Jardim-casa-modernista-sta-cruz" width="480" height="640" /></p>
<p>A proposta do Santa Cruz passa pela derrubada do muro, o qual acarreta problemas de segurança para os moradores da região e para os usuários do Hospital. A idéia é substituir o muro por grades, possibilitando uma arquitetura mais leve e segura, além de permitir que as pessoas conheçam o parque, uma vez que muitos passam por ali sem perceberem a sua existência.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Playlong" src="http://andreluisdasilva.files.wordpress.com/2009/09/playlong1.jpg?w=510&#038;h=421" alt="Playlong" width="510" height="421" /></p>
<p>Outra iniciativa prevista é a doação de equipamentos especiais para o público da terceira idade (foto acima), conhecidos como Playground da Longevidade (<a href="http://www.playlong.com.br">www.playlong.com.br</a>), juntamente com a oferta de orientação semanal por meio de educadores físicos. Melhor que doar apenas os equipamentos, um programa de orientação específica possibilitará que eles sejam melhor aproveitados e preservados.</p>
<a name="pd_a_2014780"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2014780" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2014780.js"></script>
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		</noscript>
<p>Esta proposta faz parte do Programa Bem Viver, que recentemente foi interrompido, justamente para que o Hospital Santa Cruz pudesse reestruturá-lo.</p>
<p>O Santa Cruz tem mantido contatos com o Sr. Eduardo Jorge, Secretário do Verde e do Meio Ambiente, e neste dia 18/09/2009, participou de reunião com o Secretário Adjunto da Cultura, Sr. José Roberto Sadek, responsável pelo museu da Casa Modernista. Aguardamos aprovações para a sequência do Projeto.</p>
<p>Contamos com o apoio da população, principalmente da Vila Mariana, convidando a todos para conhecerem o parque e o museu!</p>
<p><a style="text-decoration:none;" href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/museu-localizacao.php" target="_blank"><strong>Casa Modernista</strong><br />
Rua Santa Cruz, 325, Vila Mariana, São Paulo, SP<br />
Fone 11 5083.3232<br />
Aberta de terça a domingo, das 9 às 17h<br />
Visita orientada. Entrada franca.</a></p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://www.hospitalsantacruz.com.br" target="_blank">www.hospitalsantacruz.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hospital Santa Cruz quer apoiar o Parque Modernista]]></title>
<link>http://andreluisdasilva.wordpress.com/2009/10/24/hospital-santa-cruz-quer-adotar-o-parque-modernista/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 02:36:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Luiz e Silva</dc:creator>
<guid>http://andreluisdasilva.wordpress.com/2009/10/24/hospital-santa-cruz-quer-adotar-o-parque-modernista/</guid>
<description><![CDATA[O Hospital Santa Cruz, em mais uma iniciativa de Responsabilidade Social, vem buscando apoio para a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-1850   alignleft" title="pqmodernistafrente" src="http://andreluisdasilva.wordpress.com/files/2009/09/pqmodernistafrente.jpg" alt="pqmodernistafrente" width="320" height="240" /></p>
<p>O <strong><a href="http://www.hospitalsantacruz.com.br" target="_blank">Hospital Santa Cruz</a></strong>, em mais uma iniciativa de Responsabilidade Social, vem buscando apoio para a &#8220;adoção&#8221; do Parque Modernista, que fica bem em frente ao Hospital.</p>
<p>Dentro do parque há a Casa Modernista, um museu de autoria do arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik (1896–1972), projetada em 1927 e construída em 1928. É considerada a primeira obra de arquitetura moderna implantada no Brasil:</p>
<p><a href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/casamodernista.php">http://www.museudacidade.sp.gov.br/casamodernista.php</a>.</p>
<p>Além do museu, há muito verde e muitas árvores. Todo o espaço é tombado pelo Patrimônio Histórico.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Jardim-casa-modernista-sta-cruz" src="http://andreluisdasilva.wordpress.com/files/2009/09/jardim-casa-modernista-sta-cruz.jpg" alt="Jardim-casa-modernista-sta-cruz" width="480" height="640" /></p>
<p>A proposta do Santa Cruz passa pela derrubada do muro, o qual acarreta problemas de segurança para os moradores da região e para os usuários do Hospital. A idéia é substituir o muro por grades, possibilitando uma arquitetura mais leve e segura, além de permitir que as pessoas conheçam o parque, uma vez que muitos passam por ali sem perceberem a sua existência.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Playlong" src="http://andreluisdasilva.wordpress.com/files/2009/09/playlong1.jpg" alt="Playlong" width="510" height="421" /></p>
<p>Outra iniciativa prevista é a doação de equipamentos especiais para o público da terceira idade (foto acima), conhecidos como Playground da Longevidade (<a href="http://www.playlong.com.br">www.playlong.com.br</a>), juntamente com a oferta de orientação semanal por meio de educadores físicos. Melhor que doar apenas os equipamentos, um programa de orientação específica possibilitará que eles sejam melhor aproveitados e preservados.</p>
<a name="pd_a_2014780"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container2014780" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/2014780.js"></script>
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<p>Esta proposta faz parte do Programa Bem Viver, que recentemente foi interrompido, justamente para que o Hospital Santa Cruz pudesse reestruturá-lo.</p>
<p>O Santa Cruz tem mantido contatos com o Sr. Eduardo Jorge, Secretário do Verde e do Meio Ambiente, e neste dia 18/09/2009, participou de reunião com o Secretário Adjunto da Cultura, Sr. José Roberto Sadek, responsável pelo museu da Casa Modernista. Aguardamos aprovações para a sequência do Projeto.</p>
<p>Contamos com o apoio da população, principalmente da Vila Mariana, convidando a todos para conhecerem o parque e o museu!</p>
<p><a style="text-decoration:none;" href="http://www.museudacidade.sp.gov.br/museu-localizacao.php" target="_blank"><strong>Casa Modernista</strong><br />
Rua Santa Cruz, 325, Vila Mariana, São Paulo, SP<br />
Fone 11 5083.3232<br />
Aberta de terça a domingo, das 9 às 17h<br />
Visita orientada. Entrada franca.</a></p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://www.hospitalsantacruz.com.br" target="_blank">www.hospitalsantacruz.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercício na terceira idade]]></title>
<link>http://milafisio.wordpress.com/2009/09/12/exercicio-na-terceira-idade/</link>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 03:53:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Camila Nicácio</dc:creator>
<guid>http://milafisio.wordpress.com/2009/09/12/exercicio-na-terceira-idade/</guid>
<description><![CDATA[A questão da longevidade é um assunto que ganha espaço e importância a cada dia. Com o avanço da med]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A questão da longevidade é um assunto que ganha espaço e importância a cada dia. Com o avanço da medicina e dos cuidados com a saúde, a população idosa tem crescido muito nas últimas décadas e com isso os educadores físicos têm papel fundamental. Eles ajudam a melhorar a condição física e com isso a qualidade de vida dessas pessoas. Afinal, ninguém quer ficar dependente.</p>
<p>É importante que o idoso tenha plena condição de andar, subir escadas, enfim de movimentar-se com toda segurança e autonomia.</p>
<p>A base dos programas para a terceira idade explora bastante a musculação, através de aparelhos e exercícios que permitem grande controle das cargas e dos movimentos.</p>
<p>São inúmeros os benefícios que atividade física traz para o idoso. Podemos destacar os principais, em duas esferas: a física e a emocional.</p>
<p>Físico: aumento da força muscular, da densidade óssea (a osteoporose acomete muitos idosos, podendo provocar fraturas), melhora do equilíbrio, coordenação. Enfim, promove ganhos para que o indivíduo possa realizar com maior independência e menor risco de acidentes as atividades do cotidiano. Aliás, a maior reclamação dos praticantes é justamente da perda de sua autonomia que buscam restabelecê-la.</p>
<p>Emocional: diminuição da depressão, mais alegria, aumento da auto-estima, maior desejo de convívio social e maior autoconfiança.</p>
<p>Dicas para se cuidar melhor na terceira idade:</p>
<p>Nunca descuide de sua saúde. Vá regularmente à consultas médicas, realize exames preventivos. Mexa seu corpo, praticando atividade física sempre. Ande, realize tarefas domésticas (limpar, varrer, etc.). Evite o isolamento social, participando de reuniões e eventos onde possa conversar e se divertir com muitas pessoas. Leia e escreva, para manter seu raciocínio. E, se possível, tenha a orientação de um educador físico especializado no grupo da terceira idade.</p>
<p>Fonte: Veja Online<br />
Edição: F.C.<br />
09.09.2009</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-11" title="Longevidade" src="http://milafisio.wordpress.com/files/2009/09/longevidade.jpg" alt="Longevidade" width="460" height="173" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso: Alimentação Consciente com Arnaldo V. Carvalho (Cuiabá, MT, Brasil)]]></title>
<link>http://portalverde.wordpress.com/2009/08/31/curso-alimentacao-consciente-com-arnaldo-v-carvalho-cuiaba-mt-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arnaldo</dc:creator>
<guid>http://portalverde.wordpress.com/2009/08/31/curso-alimentacao-consciente-com-arnaldo-v-carvalho-cuiaba-mt-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Terça-feira, 18 de Agosto de 2009 APRENDA A SE ALIMENTAR COM QUALIDADE!!!! Para quem busca uma vida ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>Terça-feira, 18 de Agosto de 2009</h2>
<p><a name="3547288791106363711"></a></p>
<h3><a href="http://espacoflordocerrado.blogspot.com/2009/08/aprenda-se-alimentar-com-qualidade.html">APRENDA A SE ALIMENTAR COM QUALIDADE!!!!</a></h3>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_o1AWVcojLkA/Soq3Cntq-5I/AAAAAAAAAYQ/WtQs9Ey4kj8/s1600-h/grupo_alimentar.jpg"><img style="float:right;width:200px;height:151px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_o1AWVcojLkA/Soq3Cntq-5I/AAAAAAAAAYQ/WtQs9Ey4kj8/s200/grupo_alimentar.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Para quem busca uma vida mais saudável sem abrir mão do prazer. Para quem quer saber mais para buscar um modo pessoal de comer bem, sem regras pré-estabelecidas: nos dias 26 e 27 de setembro, haverá o curso &#8220;<strong>Alimentação Consciente</strong>&#8220;, com o Prof. Arnaldo V. Carvalho.</p>
<p>Alimentar-se conscientemente pressupõe escolhas bem fundamentadas, uso equilibrado de alimentos e uma integração harmoniosa do modo de vida desejado com o modo de vida necessário.</p>
<p>No curso, são abordados temas que ampliam a consciência sobre os alimentos e hábitos alimentares. Também o peso da alimentação em temas como a qualidade emocional, a energia do corpo e a auto-estima.</p>
<p>Abaixo, conteúdos que serão parte do curso:</p></div>
<div>
- Importância da consciência alimentar nos dias de hoje;</div>
<div>- A alimentação de Gaia</div>
<div>- A vida terrestre resume nossa própria alimentação ;</div>
<div>- Fisiologia do Comer (da fome ao ciclo digestivo completo);</div>
<div>- Grupos de alimentos: do micro aos macronutrientes;</div>
<div>- O que é alimento natural, integral, transgênico, orgânico, e como isso tudo afeta sua vida e saúde;<br />
- Alimentos diet x light x convencionais;</div>
<div>- A comida do restaurante e as armadilhas do mundo moderno;</div>
<div>- Vilões e heróis da alimentação;</div>
<div>- Alterações dos alimentos pela industrialização;</div>
<div>- Perdas nutricionais nos processos de cozimento;</div>
<div>- Generalidades sobre agrotóxicos e contaminação dos alimentos;</div>
<div>- Hidratação e Suplementação;</div>
<div>- Alimentos funcionais &#8211; comidinhas que são remédios!</div>
<div>- Óleos essenciais na alimentação;</div>
<div>- És o que comes, comes o que és (O comer à luz da psicossomática);</div>
<div>- Estudo das dietas mais populares da atualidade &#8211; Atkins, Tipo Sanguíneo, Contagem Calórica (vigilantes do peso), Vegetarianismo, Higienismo;<br />
- A criação de seu próprio sistema alimentar.</div>
<div>
O curso acontece no Espaço Flor do Cerrado, com um investimento de 350,00 por pessoa. Estão inclusos almoços, degustações, apostila e certificado. As inscrições serão até dia 18 de setembro, pois o professor Arnaldo V. Carvalho é do RJ e virá apenas se houver o mínimo de participantes.</p>
<p><strong>Inscrições e informações:</strong> (65) 3027-5795 ou então através do e-mail: espacoflordocerrado@uol.com.br .</p>
<p>Esperamos por você!!!</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desenvelhecimento é possível?]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/2009/08/31/desenvelhecimento-e-possivel/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 12:54:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/2009/08/31/desenvelhecimento-e-possivel/</guid>
<description><![CDATA[Desenvelhecimento é possível? Em nosso livro desenvelhecimento[1] abordamos a questão do envelhecime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desenvelhecimento é possível?</p>
<p>Em nosso livro desenvelhecimento[1] abordamos a questão do envelhecimento de uma forma não convencional. Trata-se de um estudo realizado de 1988 a 1999, sustentado em quatro pilares, a saber: (1) Estudo bibliográfico, (2) Experiências científicas de rejuvenescimento, (3) Relatos não científicos de rejuvenescimento e (4) Análise de fenômenos biológicos naturais de manipulação do envelhecimento encontrados entre as abelhas.</p>
<p>Com a articulação e compreensão do modo como se integram estes pilares, tentamos mostrar que encontramos na literatura científica e não científica os conhecimentos suficientes para que possamos compreender, de forma plena, o porquê do envelhecimento humano. Este, muito longe de ser uma ocorrência puramente biológica, natural e irreversível, é sim, um fenômeno de natureza emocional, mental, alimentar e cultural que repercute, ressoa e se manifesta no corpo, que enquanto substrato biológico, é o destinatário final da cadeia sócio-cultural-psicológica que nos envolve e pré-existe à nossa existência. Esta quádrupla natureza se reúne somando efeitos e convergindo para um condicionamento social que tem como resultante final um comportamento específico, este sim, envelhecedor. Corolário natural desta compreensão é que o envelhecimento, quando desvelado em seus mistérios revela-se um acontecimento anti-natural (precoce) e reversível, com todas as consequências de curto, médio e longo prazo que possam vir a lume com este entendimento, e com as quais teremos que lidar, de uma forma ou de outra, ineludivelmente, no futuro.</p>
<p>Decorridos cerca de quase sete anos do lançamento de nosso estudo, vejamos como se encontra a pesquisa científica da questão da possibilidade de manipularmos o envelhecimento. O comportamento específico mencionado acima pode ser desdobrado em duas componentes ou variáveis, as quais denominamos de 1. questão nutricional e 2. questão comportamental. Examinaremos a seguir estes dois fatores. A questão genética também presente na pesquisa atual, não tendo sido objeto de nosso estudo, não será abordada neste artigo, deixamo-la para um estudo específico mais à frente.</p>
<p>A QUESTÃO NUTRICIONAL</p>
<p>Atualmente quando se fala em longevidade não há como ignorar a chamada Restrição Calórica[2] (RC), que é atualmente considerada, de forma unânime pelos pesquisadores, quase que a única forma conhecida de se alterar a longevidade máxima em animais e possivelmente em humanos. A outra forma seria a manipulação genética em vermes e moscas-das-frutas. A restrição calórica ganhou o palco dos estudos sobre envelhecimento em 1934 com os estudos científicos pioneiros de McCay e colaboradores na Cornell University, e prosseguem até os dias atuais, sendo atualmente a vedete dos expoentes no estudo da busca da pílula da juventude, a versão moderna do secular desejo humano representado pela lendária Fonte da Juventude. Desta forma, a descoberta trazida ao mundo científico por McCay é hoje o pivô de pesquisas governamentais e privadas de centros de pesquisa de vanguarda do primeiro mundo. A corrida é para chegar primeiro à “pílula da juventude”. Nossos cientistas com seus equipamentos, fórmulas e procedimentos complexos, às vezes quase herméticos, constituem a versão moderna dos magos e procuram a pílula, versão correspondente das poções e varinhas de condão.</p>
<p>Em meados da década de 1990 os pesquisadores Mark A. Lane, Donald K. Ingram e George S. Roth[3], trabalhando no Instituto Nacional do Envelhecimento nos Estados Unidos chegaram a uma substância chamada 2-desoxi-D-glicose (2DG), que simulava alguns dos efeitos da dieta de restrição calórica em roedores, mas possuía um defeito fatal que a impedia de tornar-se séria candidata a pílula da juventude: revelou-se tóxica para alguns animais quando ministrada em doses maiores ou por períodos de tempo mais longos. Passou-se então a procurar encontrar uma substância similar à 2DG que pudesse ser ministrada com segurança em seres humanos. Ressaltemos porém que a 2DG simulava apenas alguns efeitos da restrição calórica (RC). Se fosse verificado, mesmo em roedores, que todos os efeitos da RC estavam presentes, poder-se-ia considerar que se teria chegado perto da fonte da juventude. Mas não tendo sido o que aconteceu, e sendo ainda o mecanismo da restrição calórica um mistério cujo desvendamento apenas se inicia, podemos pensar que o sonho, seguindo este caminho, permanece distante. De fato, decorrida uma década não temos notícia de uma candidata a substituta da 2DG.</p>
<p>Um suposto mecanismo da RC levaria em consideração a redução do ritmo de formação dos Radicais Livres (RL). Esta suposição carrega o raciocínio de que a restrição calórica implica em menor taxa metabólica, com menos queima de glicose, e sendo a queima de glicose consumidora de oxigênio, e sendo este o responsável oficial pela formação de radicais livres (RL), a menor taxa metabólica seria acompanhada de menor formação de radicais livres e menos radicais livres implicariam em menos envelhecimento em mais tempo, estendendo assim o tempo de longevidade máxima e viabilizando a pílula. Em nosso estudo sobre o envelhecimento, fizemos uma análise compreensiva a respeito do mecanismo presente e atuante na restrição calórica, o qual seria, de fato, puramente econômico, em termos energéticos. A grande diferença entre a concepção oficial e a nossa é no tocante à origem dos radicais livres (RL).</p>
<p>A teoria dos Radicais Livres ocupa um lugar de destaque no estudo do envelhecimento, sendo o oxigênio tido como o grande vilão por trás da sua formação. Esta crença cria o que se convencionou chamar de o “paradoxo do oxigênio”: o oxigênio, grande responsável pelo processo da vida, seria também responsável pelo fenômeno inverso do envelhecimento que conduz, lentamente, à morte. Em nosso trabalho, desenvolvido em desenvelhecimento, procuramos demonstrar exatamente o contrário, que não é o oxigênio o grande vilão que nos intoxica de radicais livres que nos envelhecem e adoecem (adoecem, também, pois eles, os RL, estão ocultos nos bastidores de nossas doenças). O grande vilão, realmente, na nossa visão, é a alimentação, que carrega, juntamente com elementos necessários ao metabolismo, uma grande quantidade de agentes tóxicos, estes sim, os grandes e únicos responsáveis pela formação dos RL. Talvez a melhor definição de Radicais Livres que encontramos seja a de Hayflick[4]: seriam pedaços de moléculas altamente reativos gerados em reações químicas complexas que ocorrem quando certas moléculas suscetíveis nas células encontram e quebram moléculas de oxigênio. A química de formação dos radicais livres é reconhecidamente complexa, sendo pouco o que realmente se conhece e muito o que se supõe e se infere com graus variados de segurança. Notemos que a definição acima de Hayflick é bastante cautelosa, ela não responsabiliza o processo da combustão da glicose, apenas envolve “certas moléculas suscetíveis” e o oxigênio.</p>
<p>Foi justamente articulando o raciocínio de Hayflick e de Chopra[5] com os estudos dos Sanchez[6] que concluímos que podíamos equacionar as certas moléculas suscetíveis de Hayflick com as toxinas presentes em nossa alimentação. Seriam elas que responderiam pela geração dos radicais livres. O grande obstáculo no caminho da pílula da juventude, é que os pesquisadores tendem a acreditar ser a respiração (combustão da glicose pelo oxigênio) a grande responsável pela formação de radicais livres. Esta crença os leva a enfocar em suas pesquisas tão somente, ou preferencialmente, a questão da glicose por ser esta a fonte energética última do organismo, e esta, é claro, não pode ser queimada sem o oxigênio. Se não podemos deixar de usar o oxigênio, e não podemos, a pílula da juventude fica, por uma questão de princípio científico, no campo do impossível. Para reverter esta impossibilidade, é necessário primeiro identificar corretamente os responsáveis pela produção dos RL, isto feito, virá o passo seguinte, na forma de uma pergunta, agora corretamente formulada: “é possível encontrarmos uma pílula que iniba a formação dos radicais livres decorrentes das toxinas presentes na nossa alimentação?” Se for possível responder sim a esta pergunta, então o passo seguinte será partir para a pesquisa, caso contrário, procurar outro caminho será a alternativa mais racional e inteligente. Um problema não pode ser resolvido enquanto não se identificam todos os elementos participantes e não se compreende o papel funcional de cada um no processo envolvido.</p>
<p>Resumidamente, pois este espaço não é para aprofundamentos, podemos colocar a questão nutricional, que envolve os radicais livres, em equações que facilitarão nossa compreensão:</p>
<p>RESPIRAÇÃO = OXIGÊNIO + SUBSTRATO ALIMENTAR</p>
<p>O substrato alimentar último (fonte de energia) é a glicose, então temos que a equação toma a seguinte forma</p>
<p>RESPIRAÇÃO = OXIGÊNIO + GLICOSE</p>
<p>A respiração fornece energia (Adenosina-tri-fosfato = ATP), água, gás carbônico e &#8230; radicais livres, temos então:</p>
<p>OXIGÊNIO + GLICOSE = ATP + H20 + CO2 + RL</p>
<p>Esta seria a Equação “Oficial” do Envelhecimento, na qual se considera que os RL sejam sub-produtos do oxigênio no processo respiratório (de apenas cerca de 5% do total do oxigênio usado). O raciocínio desenvolvido para chegarmos a esta equação parece correto, na verdade não é, há um erro por omissão logo no início, pois a glicose é a fonte energética última, sim, mas ela nunca vem sozinha, já que faz parte de um substrato alimentar altamente tóxico. Então vejamos: onde é que ocorre a reação química? Ocorre no interior da célula, na organela citoplasmática chamada mitocôndria. Tanto o oxigênio quanto o substrato alimentar necessitam ser carregados do meio intra-celular citoplasmático para o meio intra-mitocondrial. Não é difícil entender que se o substrato alimentar ingerido é de caráter tóxico, possui toxinas que chegarão, depois de absorvidas e/ou metabolizadas, ao interior das células. Isto significa que os meios intra-celulares e mitocondriais se acham constantemente saturados de substâncias tóxicas, que precisam ser eliminadas por se tratarem de corpos estranhos. Para esta eliminação é necessário um quantum de trabalho, que por sua vez exigirá um quantum de energia (não há trabalho sem energia), e esta só é disponível através do ATP, o qual é formado no processo respiratório, e este por sua vez, em virtude de realizar-se num meio poluído por toxinas, estas (que são as certas moléculas suscetíveis de Hayflick) participam de forma intrusiva das reações químicas e geram, por outro lado, outras substâncias tóxicas residuais, que são os RL. A célula vê-se assim, presa numa armadilha: precisa de energia para a manutenção de seus processos vitais e também, para se desintoxicar. Os próprios processos vitais geram resíduos (catabólitos) que tem que ser eliminados e além disso, há que eliminar também as toxinas exógenas carreadas no substrato alimentar. Assim, para obter a energia de que necessita, precisa desencadear processos bioquímicos que geram por si sós, toxinas de outras naturezas. Isto é, quanto mais trabalhar, por um lado, para se desintoxicar ou simplesmente para manter os processos vitais, mais gera, de outro lado, moléculas citotóxicas que são os RL. Os efeitos destes são cumulativos e chega-se a um ponto crítico em que o processo da vida, que é anti-entrópico inverte-se e torna-se entrópico. O processo anti-entrópico é gerador de energia, é construtivo, o entrópico é dissipador, gastador de energia e portanto destrutivo. A este processo de inversão anti-entrópico para entrópico, que no homem acontece usualmente em torno dos 25 anos, chamamos de envelhecimento.</p>
<p>Claro que o organismo também procura reagir e criar mecanismos de eliminação dos RL, desenvolvendo assim formas de neutralizá-los, e é aí que entram os anti-oxidantes naturais que são enzimas com esta finalidade específica. O ponto crítico de inversão que referimos acima é quando estes mecanismos naturais não conseguem mais manter o equilíbrio em favor da anti-entropia. Como as alimentações variam de indivíduos para indivíduos, ou de povos para povos, temos que na vida real podemos encontrar sujeitos que começam a envelhecer mais cedo, outros mais tarde, aqueles que envelhecem menos e outros que envelhecem mais, e até povos que envelhecem menos, tudo em função da quantidade de tóxicos ingerida (tipo de dieta) e de sua capacidade de produzir anti-oxidantes naturais, ou de sua ingestão exógena (tipo de dieta). Aqui entram também em jogo fatores ou condições constitucionais (genéticos ou não), que não estamos enfocando. Assim, encontramos indivíduos que podem apresentar descompassos significativos entre suas idades biológica e cronológica, como é o caso do exemplo de Weeks[7], Richard Elixxir, que analisamos e denominamos Fenômeno Elixxir[8]. Este sujeito do estudo de Weeks simplesmente apresentava uma idade cronológica de 42 anos e sua idade biológica era de aproximadamente 18 anos, o que significava que ele não tinha chegado a atingir o ponto crítico de inversão referido acima (ponto de envelhecimento), tendo desta forma, conforme nossa análise e cálculos, desenvolvido sua longevidade máxima possível para 280 (duzentos e oitenta) anos. Percebamos o quanto isto contrasta com as notícias veiculadas na mídia, que colocam no nível quase do fantástico a possibilidade de a geração nascente chegar aos 130 anos. Já existem indivíduos, na geração adulta com suas longevidades máximas possíveis em torno de 280 anos, e ninguém ainda, no universo gerontológico, se deu conta! Não podemos deixar de lembrar, aqui, de Alvin Silverstein[9], que em 1979, quando presidente do Departamento de Ciências Biológicas da Faculdade de Staten Island – Universidade de Nova Iorque, criou o conceito de emortalidade. Segundo ele o homem do futuro seria emortal, isto significando que somente morreria por causas acidentais. Vamos dar-lhe a palavra:</p>
<p>“As pessoas (no futuro) poderão viver durante centenas, até milhares (negrito nosso) de anos, possuindo mocidade vigorosa e mente ágil e ativa, durante toda a vida. (&#8230;) No mundo de emortais, a vida há de adquirir nova significação e, pela primeira vez, preocupar-nos-emos genuinamente com a qualidade da vida. Lutaremos para banir a dor e a pobreza. Não haverá mais ‘velhos’, pois os conhecimentos que permitirão a conquista da morte hão de trazer consigo também a eterna juventude.&#8221;</p>
<p>Silverstein no entanto foi otimista demais, superestimou o avanço biomédico e previu que alcançariamos a emortalidade até o final do século passado. Como ele próprio reconhecia, fazer previsões é perigoso.</p>
<p>Na análise que fizemos do trabalho de Weeks[10] colocamos que se ele fizesse outra pesquisa tomando como grupo de estudo aquelas pessoas que tivessem as mesmas características de Richard Elixxir, com certeza encontraria resultados muito interessantes num estudo longitudinal. Podemos dizer com segurança, diante de nossos estudos, que a pesquisa de Weeks revela a existência de uma população que já aumentou sua longevidade máxima possível, sem participação da ciência gerontológica. Tudo indica que entramos, mesmo sem perceber, na era dos emortais. Eles já estão entre nós! Não deixa de ser interessante que outro autor, de região próxima à de Weeks, o gerontologista britânico Tom Kirkwood[11], da Universidade de Manchester, estudioso do envelhecimento desde 1974, que também acredita, como nós, que o envelhecimento é reversível e evitável, tenha desenvolvido no final de seu livro[12] uma pequena novela que se desenrola numa época futura num mundo de emortais.</p>
<p>Retornemos às nossas equações. Percebemos então, que a equação acima, “limpa”, sem toxinas só pode existir nos livros e na teoria. Temos que necessariamente corrigi-la, e aí ela toma a seguinte forma:</p>
<p>OXIGÊNIO + GLICOSE + TOXINAS = ATP + H2O + CO2 + RL</p>
<p>(TOXINAS = CERTAS MOLÉCULAS SUSCETÍVEIS DE HAYFLICK)</p>
<p>Esta é a nossa Equação do Envelhecimento, a equação tóxica, onde consideramos os RL como sub-produtos das toxinas, e não do oxigênio. Esta é a equação real, a que ocorre no interior das células.</p>
<p>Podemos agora, representar a Equação do Desenvelhecimento:</p>
<p>OXIGÊNIO + SUBSTRATO ALIMENTAR (SEM TOXINAS) = ATP + H2O + CO2</p>
<p>Ou ainda:</p>
<p>OXIGÊNIO + GLICOSE = ATP + H2O + CO2</p>
<p>Isto é, se retirarmos a causa (toxinas) de um lado da equação, desaparece o efeito (RL) do outro lado. Os radicais livres gerados pelo oxigênio (cerca de cinco por cento), se é que realmente existem, podem perfeitamente ser neutralizados pelos antioxidantes naturais, que sem a sobrecarga representada pelas toxinas exógenas dão conta do recado sem problemas. O que constitui um substrato alimentar sem toxinas? Uma alimentação saudável. Foge do objetivo deste texto adentrar nesta questão. Mas esta percepção está presente, atualmente, em todos os trabalhos e matérias escritos a respeito de envelhecimento “saudável” e longevidade. O grande problema é que mesmo as alimentações tidas como saudáveis não o são realmente, podem ser no máximo, menos tóxicas, “saudáveis” o são apenas relativamente às muito tóxicas. É claro que não deixa de ser salutar que se esteja caminhando na direção certa apesar dos tropeços na compreensão dos fenômenos envolvidos. Porém, felizmente a questão do desenvelhecimento, como já colocamos no início desta matéria, não se restringe apenas à questão nutricional e portanto à restrição calórica e aos radicais livres, é o que veremos a seguir.</p>
<p>A QUESTÃO COMPORTAMENTAL</p>
<p>Sendo esta questão relativamente complexa vamos a seguir expor um resumo das principais análises feitas em nosso livro, para em seguida tecer comentários a respeito.</p>
<p>ELLEN LANGER[13]: Esta cientista conduziu em 1979, juntamente com sua equipe, da Universidade de Harvard, uma experiência histórica que efetiva e comprovadamente reverteu a idade biológica de um grupo de idosos. Ela formou dois grupos de idosos, todos com mais de 75 anos, um foi o grupo da experiência (grupo A) e o outro foi o grupo controle (grupo B). Todos gozavam de boa saúde e foram convidados a passar uma semana em uma estância rural. Os integrantes dos dois grupos foram submetidos antes a exames físicos e mentais com o objetivo de terem, individualmente, determinadas suas idades biológicas. A estância onde ficou o grupo A fora organizada como um réplica da vida como ela era vinte anos antes: as revistas e jornais das mesas de leitura eram todos de 1959, a música disponível no ambiente também era de 1959. Os integrantes do grupo não foram autorizados a levar jornais, revistas, livros ou fotos de família com datas depois de 1959. Cada homem do grupo usava um crachá de identificação com fotos tiradas em 1959 e foram instruídos para que falassem exclusivamente como se estivessem em 1959, assim suas conversas deveriam girar tão somente em torno dos assuntos de 20 anos antes, inclusive deveriam se referir a suas esposas e filhos como se tivessem vinte anos menos. Igualmente, embora fossem todos aposentados deveriam falar de suas atividades como se elas se desenrolassem em 1959. Resumindo, todos os detalhes daquela semana foram cuidadosamente planejados para que cada um dos membros do grupo se sentisse, parecesse e falasse como se tivesse cerca de vinte anos menos. Isto é, cada um deles deveria se comportar como se tivesse 20 anos a menos. Após a semana de retiro todos foram novamente submetidos à bateria de exames que fora feita antes. Os novos exames revelaram que aspectos do envelhecimento até então considerados irreversíveis foram revertidos. As medidas dos comprimentos dos dedos, que tendem a encurtar com a idade, revelaram que eles tinham ficado mais compridos, as juntas enrijecidas estavam mais flexíveis, a postura tinha ficado mais ereta, a força muscular tinha aumentado, a audição e a visão tinham melhorado, a inteligência (testes de QI) tinha aumentado em metade dos participantes do grupo. Além disso, avaliadores imparciais que examinaram fotos de antes e de depois da experiência concluíram que as fotos posteriores mostravam rostos visivelmente mais jovens em cerca de 3 (três) anos. O grupo B, de controle, que continuou “vivendo” em 1979, também apresentou algumas melhoras, mas aspectos que reverteram no grupo A, continuaram aqui deteriorando, inclusive a inteligência, que tinha aumentado em metade dos membros do grupo A, no grupo B diminuiu em um quarto dos participantes. Langer atribuiu o resultado da experiência a três fatores: (1) pediu aos homens que se comportassem como se fossem mais jovens, (2) eles foram tratados como se fossem mais jovens (grifo nosso) e (3) pediu-se aos homens que seguissem instruções. Segundo Chopra, como os três fatores tinham sido sobrepostos, Langer não teve certeza absoluta sobre qual deles teria sido o mais importante. Ela havia pedido, no item 3, que seguissem instruções complexas a respeito de sua rotina diária; parece que isso a fez pensar que o item 3 seria o mais importante, pois especulou que &#8220;resultado semelhante na reversão do envelhecimento talvez pudesse ter sido obtido se tivessem dado aos homens uma tarefa complexa para desempenhar, como, por exemplo, compor uma ópera &#8211; uma tarefa que Verdi se impôs quando chegava aos 80 anos&#8221;. Nós mostramos em nosso estudo[14] que os três fatores de Langer foram na verdade um só fator, que se apresentou com formatos diferentes. A este fator denominamos questão comportamental.</p>
<p>REJUVENESCIMENTO DAS ABELHAS[15]: Consideremos um enxame de abelhas, se ele se divide para formar uma nova colônia, esta certamente terá uma população maior de abelhas mais velhas. Como as atividades numa colméia são distribuídas em função da idade das mesmas, a nova colônia se tornará carente de abelhas mais jovens que são as que respondem pelo cuidado das larvas, são as “babás”. Diante desta carência algumas das velhas operárias (forrageadoras) revertem suas idades e se tornam jovens de novo, literalmente, isto é, voltam a produzir os hormônios das jovens e têm as glândulas que tinham definhado regeneradas e funcionantes. Em uma palavra, desenvelhecem, seus corpos voltam a ser jovens. Para avaliarmos adequadamente a importância deste fato devemos ter em mente que, como coloca Hayflick[16], todos os membros da colônia tem os mesmos genes. Como mostramos em nosso trabalho, as abelhas velhas desenvelhecem porque se comportam como abelhas jovens. De novo a questão comportamental.</p>
<p>LONGEVIDADE DA RAINHA[17]: A rainha das abelhas pode viver até 6 anos, ou 2190 dias. A vida média de uma abelha operária é em torno de 30 dias, embora possam viver até 7 meses no verão. Comparando a longevidade da rainha com a das operárias, vemos que a rainha pode aumentar a longevidade, em relação à média das operárias, em 73 vezes (30 dias x 73 = 2190 dias). Hayflick atribui esse extraordinário aumento de longevidade à alimentação da rainha, exclusivamente com geléia real por toda a vida, enquanto as operárias são alimentadas com geléia real somente por três dias, dizendo que ninguém sabe porque isso ocorre. Conforme mostramos em nosso estudo[18], isso ocorre porque ela continua sendo tratada como jovem, já que a alimentação das mais jovens (até três dias) é a geléia real; e não por propriedades intrínsecas à geléia real. Lembremos do fator (2) de Langer: os idosos foram tratados como se fossem mais jovens, aqui temos a rainha sendo tratada como se fosse mais jovem. Ser tratada como se fosse mais jovem significa um comportamento dirigido a ela, este sendo uma ação, enseja uma reação, também comportamental, que é a de se manter jovem por mais tempo, isto significando aumento de longevidade.</p>
<p>CHOPRA[19]: A pesquisa deste autor levou mais de duas décadas e foi com pessoas que praticavam meditação transcendental. Ele observou nestas pessoas ganhos na idade biológica que variavam de 5 a 12 anos, estes ganhos significavam descompassos entre as idades cronológica e a biológica, tendo esta sido retardada. Este é o mesmo efeito observado na Restrição Calórica e significa aumento de longevidade máxima. Conforme nossos estudos[20] isto significa que as pessoas da experiência de Chopra tinham, até aquele momento, estendido suas longevidades máximas para até cerca de 234 anos. De novo, assim, voltamos à questão de os emortais já estarem entre nós, e de novo aqui identificamos a questão comportamental.</p>
<p>Voltemos um pouco no tempo. Houve época em que a Terra era considerada o centro do universo, o Sol girava em torno da Terra. Era inconcebível que se pensasse o contrário, a heresia poderia ter que ser quitada na fogueira. Os tempos mudaram e hoje é inconcebível que se pense que o Sol gira em torno da Terra. Mas o novo conhecimento não se impôs sem resistências severas, os dogmas são como os ditadores, tudo fazem para permanecer. Pensamos que algo semelhante ocorre com outro dogma moderno, porém secular, o dogma do envelhecimento. Que elementos temos para pensar isto? Chopra comenta, à pág. 365 de seu livro (1993), a respeito do fato curioso e interessante, visto acima, de as abelhas terem a capacidade de reverter sua idade biológica: “Quando os pesquisadores descobriram isso, ficaram atônitos” nos conta. Ou seja, as abelhas velhas podem, literalmente, como já vimos, voltar a ser jovens, em determinadas condições da colméia. É o único animal, até onde temos conhecimento, possuidor desta capacidade. Esta descoberta, acreditamos, deve ter despertado a curiosidade e atiçado os cientistas, biólogos e gerontologistas pelo menos, a procurarem pesquisar e descobrir o porquê. Isto certamente deve estar acontecendo e, embora não tenhamos conhecimento dos desdobramentos, podemos pensar provavelmente com pouca margem de erro, que se está procurando algum gene que responda pela façanha. O pesquisador citado por Chopra quando trata da questão é Gene Robinson, da Universidade de Illinois[21]. Sendo porém uma descoberta capital a respeito do envelhecimento, pensamos que deveria pelo menos ser divulgada nos livros que abordam a questão. Pois bem, entre todos os livros que pesquisamos em nosso estudo, o único que trata da questão é Chopra. E mesmo assim, ele o faz apenas “de passagem” no final do livro. Em sua tentativa de compreender o fenômeno do envelhecimento abordando-o de uma forma holística e não restritiva, ele menciona a descoberta para fazer uma analogia das abelhas operárias que revertem o envelhecimento às células de nosso corpo que se deixam morrer, individualmente, pela continuidade do organismo como um todo. Nós preferimos optar por comparar a abelha com o homem e assim mostramos que o mecanismo comportamental desenvelhecedor atuante no processo era o mesmo por nós identificado nas experiências de rejuvenescimento que já tínhamos analisado, de Ellen Langer e do próprio Chopra.</p>
<p>Não podemos deixar de pensar por quê um cientista eminente como Hayflick, com um currículo acadêmico de porte, omitiu esta informação em seu livro publicado em 1994, no ano seguinte ao de Chopra. Por quê outros autores também omitem esta informação? Poderão todos os estudiosos do envelhecimento desconhecer a descoberta referida por Chopra? É possível que Hayflick, que era e ainda é uma autoridade de peso na área, desconhecesse a descoberta mencionada por Chopra quando publicou seu livro? Parece-nos que as duas últimas respostas, pelo menos, provavelmente são negativas. Por quê então a omissão da informação?</p>
<p>Talvez a descoberta de que um animal possa reverter o envelhecimento seja algo tão perturbador quanto foi a idéia de que a Terra não era o centro do universo. Afinal, quantas mudanças (e que mudanças!) poderiam (poderão!) advir de uma descoberta deste calibre! Uma vez que nada no repertório do conhecimento científico atual, tão arduamente construído e zelosamente guardado, parece capaz de explicar a possibilidade do desenvelhecimento (para a ciência gerontológica; não é esta a opinião deste autor, nem de alguns outros), admiti-lo talvez implicasse ter que olhar de frente para a fragilidade do edifício do conhecimento construído a duras penas ao longo das gerações. Parece que os gerontologistas, em sua maioria, adotaram a seguinte postura: apeguemo-nos aos nossos dogmas e ignoremos, enquanto possível, os fatos. É, por incrível que pareça, exatamente esta a regra do evoluir científico, constitui-se no paradoxo dos cientistas (não da ciência que é uma entidade abstrata), dedicar-se à busca do conhecimento, do novo, e negá-lo, num primeiro momento, quando o encontra. Mas isso também não deixa de ser estranho, pois a ciência biológica já convive com outras descobertas pelo menos quase do mesmo calibre: a hidra[22], um animal marinho primitivo, sabe-se, não envelhece, sua morte só pode ocorrer por falta de alimento, falta de água ou por algum agente externo. Da mesma forma, muitos peixes[23], e o linguado fêmea é o exemplo clássico, assim como alguns outros animais (anfíbios e répteis) também não envelhecem. Podemos ver, portanto, que a emortalidade existe na natureza.</p>
<p>O envelhecimento é um dos grandes mistérios da biologia, ao lado e entre a vida e a morte. Desde cedo nossas crianças aprendem nos primeiros anos da escola (quando não antes, em casa), que todos os seres vivos (aprendem errado, já vimos, não são todos) nascem, crescem, envelhecem e morrem. Crescemos ouvindo e vendo, aprendendo e nos condicionando, de uma forma ou outra, que este é o “ciclo da vida”. Assimilamos e impregnamos nossa mente de que isso é inquestionável. Sim, talvez seja perturbador demais pensar que não precisamos necessariamente envelhecer, melhor engavetar qualquer coisa que nos mostre esta possibilidade. Como ficaria nossa aposentadoria, que faríamos com mais tempo para viver, onde acharíamos mais motivação num mundo tão decepcionante e cheio de injustiças e frustrações? Talvez pior, teríamos que abrir mão da fuga no envelhecer e morrer, pois, como bem disse Chopra, “embora nos consideremos vítimas da idade avançada e da morte, a verdade nua e crua é que, para muitos de nós, envelhecer e morrer constituem a única válvula de escape de uma vida incompleta”. E a nossa estrutura social e econômica que foi construída na base do dogma vigente do envelhecimento, de acordo com o qual temos que nascer, crescer, envelhecer e morrer? E o que seria de nosso sistema de seguridade social, já gravemente ferido pelo simples aumento da expectativa de vida? Fácil perceber que esta nova descoberta é portadora de possibilidades hoje quase inimagináveis, de um tremendo potencial de mudanças sociais, ao subverter a crença basilar sobre a qual se construiu a estrutura de nossa sociedade. É, talvez Hayflick tenha sido apenas o porta voz de sua categoria quando no final de seu livro disse que eliminar o envelhecimento ou aumentar a longevidade talvez não seja nem desejável!</p>
<p>Mas voltemos às abelhas. Elas perturbam ainda mais. Não nos mostram apenas que o envelhecimento é reversível. Mostram também que a longevidade é manipulável! Mostram-nos que a sociedade (a sociedade seria uma entidade?) pode produzir indivíduos cujas longevidades variem de acordo com suas funções, para atender aos interesses não dos indivíduos, mas da sociedade, da organização da sociedade, do todo e não das partes. Onde ficaria nosso individualismo? A sociedade americana é essencialmente individualista, formatada para a competitividade entre os sujeitos e não para a cooperação, como por exemplo, a sociedade japonesa, onde os sujeitos pensam a priori, no coletivo e não no individual[24]. Ora, a sociedade das abelhas é essencialmente cooperativista e não individualista-competitivista. Hayflick é americano, a maioria dos autores sobre envelhecimento por nós pesquisados são americanos! Já Chopra, talvez não seja mera coincidência, nasceu e foi criado em Nova Délhi, na Índia. Pode não ser, afinal, tão difícil de entender. Com todo o respeito que temos por Hayflick, e o respeitamos muito, não conseguimos deixar de imaginá-lo pasmado e horrorizado com a descoberta das abelhas. Mas não sejamos injustos, se Hayflick supostamente omite a descoberta do desenvelhecimento das abelhas, não omite a questão da manipulação da longevidade, embora também não consiga entendê-la. É possível que o fato mais perturbador de todos seja a extraordinária extensão da longevidade obtida pela rainha das abelhas em relação às operárias. Conforme vimos acima, a rainha podendo viver até seis anos tem um aumento de longevidade de 73 vezes a longevidade média das operárias, e isso sem diferenças genéticas, o que significa que os alicerces da genética também serão abalados (já o estão sendo pelo projeto genoma que foi concluído). E isto, especialmente, é deveras perturbador, pois se extrapolarmos esta capacidade para nós humanos, obteremos uma longevidade possível que vai muito além das mais ousadas e imaginativas histórias de ficção científica. Basta multiplicar 73 vezes a longevidade média atual. O resultado nos leva aos milhares de anos de Alvin Silverstein. Realmente perturbador, dá até vontade de dar razão a Hayflick.</p>
<p>E quanto à experiência de Langer? Ela própria admitiu não saber qual dos fatores de sua experiência produziu os resultados obtidos de desenvelhecimento. Ficou confusa, viu três fatores onde só havia realmente um. Mas a experiência aconteceu, foi um fato. Um fato, de novo, eludido pelos gerontologistas, aqui também não encontramos referência na literatura, a não ser no livro de Chopra. É no mínimo muito estranho, e muita coincidência que dois fatos distintos que trazem à tona a vulnerabilidade da idéia do envelhecimento ser irreversível sejam sistematicamente omitidos pelos gerontologistas. Quanto a Chopra e sua pesquisa igualmente não encontramos referências em outros autores.</p>
<p>O grande mérito da experiência de Ellen Langer, embora possa não ter sido esse o propósito inicial do experimento, foi provar experimentalmente, e estamos falando de um trabalho científico padrão Harvard, que o desenvelhecimento é possível, e que pode não depender da questão da restrição calórica, já que ela não mexeu nesta variável. Chopra também tem seu mérito com sua experiência de desenvelhecimento associada com meditação transcendental, na qual obteve em seus praticantes ganhos de 5 a 12 anos em cerca de 22,5 anos de prática meditativa, o que significa, conforme vimos acima, possibilidade de aumento da longevidade máxima para cerca de 234 anos, também sem mexer na variável nutricional. O fato de nós podermos ter identificado em nosso estudo o fator específico, comportamental, atuante na experiência de Ellen Langer, o mesmo fator na experiência de Chopra, o mesmo fator no fenômeno das abelhas e ainda a atuação deste fator no Coronel Bradford, personagem do clássico de Peter Kelder[25] (vide nota), não pode ser desprezado nem atribuído a meras coincidências; mas se pudesse ter esta atribuição, restaria ainda a pesquisa de Weeks, que foi pesquisa de campo, enquanto a nossa foi de gabinete. Pois bem, na análise que fizemos do trabalho de Weeks, e usando as informações colhidas por ele, pudemos também, identificar o mesmo fator comportamental causal específico (algumas vezes associado ao fator nutricional, outras não). Parece-nos que nem forçando o raciocínio é possível insistir na coincidência. A única coincidência aqui, e não deixa de ser interessante, é que ele fez sua pesquisa de 1988 a 1998, e nós fizemos a nossa de 1988 a 1999, praticamente no mesmo período portanto.</p>
<p>Podemos, ainda, ir um pouco além, acrescentando algo que não está em nosso livro, porque pesquisamos depois: o mesmo fator comportamental responsável nas abelhas pela manipulação da longevidade da rainha, o encontramos nas formigas[26] (suas rainhas também são campeãs de longevidade). Não foi com surpresa, já esperávamos isso, que verificamos que as rainhas das formigas também são alimentadas pelas operárias, estas as alimentam regurgitando alimento previamente engulido em sua boca, ou seja, a rainha é alimentada tal qual uma formiga “bebê”, incapaz de se alimentar sozinha. Observemos que a atribuição da extensão da longevidade da rainha das abelhas à geléia real, como faz Hayflick, torna-se incompatível com o fato de a formiga rainha ser extraordinariamente longeva, já que aqui não encontramos o alimento geléia real ou algo equivalente. Por outro lado o fato de ambas as rainhas serem tratadas como bebês ou jovens permite a compreensão da essencialidade deste comportamento no fenômeno em questão. Igualmente deveremos encontrar nos cupins, o mesmo mecanismo comportamental, já que também são insetos sociais que têm rainhas longevas.</p>
<p>Procuramos mostrar ainda, em desenvelhecimento que estas duas questões, Nutricional e Comportamental têm força suficiente, cada uma delas, para exercer seus efeitos individualmente, sendo os mesmos, quando da ocorrência das duas simultaneamente, somados e potencializados.</p>
<p>Recentemente (2004) a revista Scientific American Brasil publicou uma edição especial com a temática da busca científica da juventude. Nesta edição colaboraram diversos gerontologistas, pesquisadores e clínicos, além de jornalistas científicos. O próprio Hayflick, juntamente com S. Jay Olshansky e Bruce A. Carnes, é autor do ensaio “A Falácia da Fonte da Juventude”, às págs. 88-91. De novo a questão da reversibilidade do envelhecimento das abelhas e a experiência de Ellen Langer não foram sequer mencionadas em toda a revista. Notemos que o título do ensaio, “A Falácia &#8230;” já é um ataque à idéia de que possa haver ou ser encontrada uma “Fonte da Juventude” – ou o seu equivalente, uma forma de desenvelhecer ou de nem sequer envelhecer. Não deve ser surpresa, a esta altura, sabermos que Hayflick e os outros dois autores representam no ensaio, um grupo de 51 (cincoenta e um) cientistas que estudam o envelhecimento. Não precisamos dizer que Chopra não teve espaço na revista, nem que Gene Robinson, o estudioso das abelhas da Universidade de Illinois, não assina nenhum artigo e nem é mencionado. Enfim, não podemos mais pensar em coincidências. Hayflick e companhia parecem estar empenhados em defender o Sol girando em torno da Terra. Só nos resta perguntar: onde está o Hayflick que no prefácio de seu livro[27] escreveu que &#8220;A mente de um cientista precisa estar aberta a novas idéias, por mais heréticas que essas sejam&#8221;?</p>
<p>NOTAS E REFERÊNCIAS</p>
<p>1. Gonçalves, Leocádio C. – Desenvelhecimento – Um vôo livre panorâmico sobre a questão do envelhecer – São Paulo (SP) – 1999 – Editora LTR</p>
<p>2. Restrição Calórica é uma dieta com todos os nutrientes necessários e com redução significativa de calorias.</p>
<p>3. Scientific American Brasil – Especial juventude – Duetto Editorial &#8211; São Paulo (SP) &#8211; 2004 – págs. 46-51</p>
<p>4. Hayflick, Leonard – Como e por que envelhecemos – Rio de Janeiro (RJ) – 1996 – Editora Campus – pág. 233</p>
<p>5. Chopra, Deepak – Corpo sem idade, mente sem fronteiras – Rio de Janeiro (RJ) – 1995 – Editora Rocco</p>
<p>6. Sanchez, Mário e Sanchez, Martina – Medicina nutricional – Goiânia (GO) – 1988 – Imery Publicações</p>
<p>7. Weeks, David e James, Jamie – Segredos dos Superjovens – Rio de Janeiro (RJ) – 1999 – Editora Objetiva – pág. 305</p>
<p>8. Gonçalves, Leocádio C. &#8211; Desenvelhecimento – págs. 243-245</p>
<p>9. Silverstein, Alvin – Conquista da morte – São Paulo (SP) – 1981 – Difel Difusão Editorial &#8211; pág. 17</p>
<p>10. Gonçalves, Leocádio C. – Desenvelhecimento – págs. 239-245</p>
<p>11. Kirkwood, Tom – Os melhores anos de nossas vidas – Rio de Janeiro (RJ) – 2001 – Editora Record</p>
<p>12. Kirkwood – Os melhores anos de nossas vidas – págs. 285-298. Uma parte desta noveleta aparece na Scientific American Brasil referida na nota 3, às págs. 92-94</p>
<p>13. Chopra – Corpo sem idade, mente sem fronteiras – págs. 116-119</p>
<p>14. Gonçalves, Leocádio C. – Desenvelhecimento – págs. 135-140</p>
<p>15. Chopra – Corpo sem idade, mente sem fronteiras – pág. 365</p>
<p>16. Hayflick – Como e por que envelhecemos – pág. 20</p>
<p>17. Hayflick – Como e por que envelhecemos – pág. 20</p>
<p>18. Gonçalves, Leocádio C. – Desenvelhecimento – págs. 224-227</p>
<p>19. Chopra – Corpo sem idade, mente sem fronteiras – pág. 47</p>
<p>20. Gonçalves, Leocádio C. – Desenvelhecimento – págs. 131-135</p>
<p>21. Entramos no site de Robinson e verificamos que ele conduz uma pesquisa projetada para explicar a função e a evolução dos mecanismos comportamentais dos indivíduos nas sociedades. Busca, estudando as abelhas, os mecanismos neurais e neuroendócrinos que regulam o comportamento e os genes que influenciam o comportamento social. Não conseguimos saber sobre a questão da reversão do envelhecimento das abelhas.</p>
<p>22. Chopra – Corpo sem idade, mente sem fronteiras – pág. 364</p>
<p>23. Hayflick – Como e por que envelhecemos – pág. 13</p>
<p>24. Tobin, Joseph, Wu, David e Davidson, Dana (1989). Citados por Michael Cole e Sheila R. Cole em “O desenvolvimento da criança e do adolescente” – Porto Alegre (RS) – 2004 – Artmed Editora – 4a edição – pág. 475</p>
<p>25. Kelder, Peter – A fonte da juventude – São Paulo (SP) – 1989 – Editora Best Seller – 8a edição. O Coronel Bradford, depois de aposentado teria retornado ao Himalaia, onde prestara serviço quando jovem, para tentar encontrar um lendário mosteiro, do qual se dizia que os velhos que para lá iam, quando saíam, depois de algum tempo, estavam jovens de novo. Bradford encontra o mosteiro e descreve a vida como era dentro do mesmo. Nesta descrição identificamos os dois fatores, nutricional e comportamental.</p>
<p>26. Storer, Tracy I., Usinger, Robert L., Stebbins, Robert C. e Nybakken, James W. – Zoologia geral – 2005 – Cia. Editora Nacional – 6a edição – 9a reimpressão &#8211; pág. 543</p>
<p>27. Hayflick &#8211; Como e por que envelhecemos &#8211; pág. XX.</p>
<p>Este artigo foi escrito originalmente em janeiro de 2006 para publicação no Volume VI das edições do Grupo de Estudos Avançados de Goiânia, dirigido pelo prof. Mário Sanchez. Fizemos pequenas modificações para colocá-lo neste site.</p>
<p>É livre para reprodução (tradução ou difusão) total ou parcial, desde que citadas a autoria e a fonte.</p>
<p>Autor: Leocádio Celso Gonçalves</p>
<p><strong>http://www.desenvelhecimento.com.br/port/index.php?secao=3&#38;tema=3&#38;cod_artigo=3</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Remédio controlado + patriotismo = Vanusa]]></title>
<link>http://williampaiva.wordpress.com/2009/08/30/remedio-controlado-patriotismo-vanusa/</link>
<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 14:17:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>williampaiva</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa eu já tinha botado lá no Twitter, mas é uma coisa tão fantástica que merece um lugar aqui no bl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Essa eu já tinha botado lá no Twitter, mas é uma coisa tão fantástica que merece um lugar aqui no bl]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Trofeu Encolheu - Japão]]></title>
<link>http://vivamelhoronline.wordpress.com/2009/08/23/o-torfeu-encolheu-japao/</link>
<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 12:36:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivamelhoronline</dc:creator>
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<description><![CDATA[O país cuja população envelhece mais rapidamente no mundo, economiza na Hakusai-Shosho, festa anual ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"><span style="color:black;font-family:Arial;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-636" title="0,,11754829-EX,00" src="http://vivamelhoronline.wordpress.com/files/2009/08/011754829-ex00.jpg?w=113" alt="0,,11754829-EX,00" width="113" height="150" /></span></h2>
<h2><span style="color:black;font-family:Arial;">O país cuja população envelhece mais rapidamente no mundo, economiza na Hakusai-Shosho, festa anual que homenageia os centenários com taças de prata para saquê</span></h2>
<p>Todo ano o governo japonês homenageia os cidadãos que completam 100 anos de idade. Em setembro, eles são convocados para o Hakusai-Shosho, a premiação dos longevos, na qual recebem um troféu – uma taça de prata para saquê. Em 1963, quando a festa foi realizada pela primeira vez, 153 cidadãos tornaram-se centenários. Neste ano, nada menos de 20 000 japoneses estão habilitados à homenagem. O governo está preocupado com os gastos que a celebração implicará e já anunciou que vai reduzir o tamanho da taça. Ela será feita com 63 gramas de prata, 31 a menos do que antes.</p>
<p>A prosaica questão da taça de saquê mostra como o aumento do número de idosos se tornou uma questão central na sociedade japonesa. O Japão é o país cuja população envelhece a ritmo mais acelerado no mundo. Hoje, as pessoas com mais de 65 anos representam 23% da população e, em duas décadas, serão um terço. A expectativa de vida das mulheres, de 86 anos, é a maior do mundo. A dos homens, de 79 anos, fica atrás apenas da da Islândia e de Hong Kong. Há hoje 37 000 japoneses com 100 anos ou mais.</p>
<p>A proporção de idosos no Japão dobrou entre 1980 e 2005. Na França, isso levou 115 anos para ocorrer, e, na Alemanha, quarenta anos. A explicação para isso, além do aumento da expectativa de vida, está na acentuada queda na taxa de fecundidade das japonesas. O número de filhos por mulher caiu de 2,05 no início dos anos 70 para 1,34 hoje. Quando a taxa de fecundidade de um país cai abaixo do patamar de 2,1, a população cresce em ritmo cada vez mais lento e, depois de duas ou três décadas, passa a diminuir de tamanho.</p>
<p>Ao contrário do que costuma ocorrer nos países ocidentais, no Japão a maioria das mulheres para de trabalhar depois de ter o primeiro filho. Como elas estão cada vez mais inseridas no mercado de trabalho, acabam por adiar a maternidade. Junte-se a isso a estagnação econômica que o país vive há mais de uma década e o resultado são casamentos tardios e com menos crianças.</p>
<p>Nas últimas três décadas, o número de japonesas solteiras entre 30 e 34 anos subiu de 7% para 32% e o de homens solteiros, de 14% para 47%. Disse a VEJA o economista Michael Smitka, diretor do Centro de Estudos do Leste Asiático da Universidade Washington and Lee: &#8220;O governo japonês não tem feito muita coisa para aumentar a natalidade no país. Equilibrar trabalho e família continua difícil para as mulheres, uma lei de paridade entre os sexos no mercado de trabalho não teve resultados e não há creches suficientes&#8221;. As festas de premiação dos longevos exigirão cada vez mais taças de prata.</p>
<p><span style="color:black;font-family:Arial;">Renata Moraes e Nathália Butti<br />
<strong><span style="font-family:Arial;"><a href="http://veja.abril.com.br/" target="_blank"><span style="color:black;">Revista Veja – 12/08/2009</span></a></span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O mais velho consumidor de Whisky do mundo morreu hoje.]]></title>
<link>http://jornaldowhisky.wordpress.com/2009/08/09/o-mais-velho-consumidor-de-whisky-do-mundo-morreu-hoje/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 14:02:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jornal do Whisky</dc:creator>
<guid>http://jornaldowhisky.wordpress.com/2009/08/09/o-mais-velho-consumidor-de-whisky-do-mundo-morreu-hoje/</guid>
<description><![CDATA[Henry Allingham o homem mais velho do mundo, morreu hoje, 9 de agosto de 2009,  aos 113 anos. Vetera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-full wp-image-51" title="O homem mais velho do mundo" src="http://jornaldowhisky.wordpress.com/files/2009/08/o-homem-mais-velho-do-mundo.jpg" alt="O homem mais velho do mundo" width="183" height="138" />Henry Allingham o homem mais velho do mundo, morreu hoje, 9 de agosto de 2009,  aos 113 anos.</p>
<p>Veterano britânico da 1ª Guerra Mundial, Henry atribuia sua longevidade ao consumo de &#8220;cigarros, whisky e mulheres selvagens&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geriatra Ana Aslan recomenda a leitura]]></title>
<link>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/09/geriatra-ana-aslan-recomenda-a-leitura/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 12:40:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>peregrinacultural</dc:creator>
<guid>http://peregrinacultural.wordpress.com/2009/08/09/geriatra-ana-aslan-recomenda-a-leitura/</guid>
<description><![CDATA[  Ilustração Walt Disney.   Numa entrevista, de jornal, em 1982, a famosa geriatra Ana Aslan, especi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#0000ff;"> </span><a href="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/lendo-vovo-donalda.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4982" title="lendo vovó donalda" src="http://peregrinacultural.wordpress.com/files/2009/08/lendo-vovo-donalda.jpg" alt="lendo vovó donalda" width="510" height="297" /></a></p>
<p>Ilustração Walt Disney.</p>
<p> </p>
<p><span style="color:#0000ff;"><span style="color:#000000;">Numa entrevista, de jornal, em 1982, a famosa geriatra Ana Aslan, especialista em longevidade, e então com 84 anos, afirmou que quem quer viver muito deve ler pelo menos duas horas por dia.</span>  &#8212; &#8220;<strong><em>A leitura é o melhor tônico para a saúde mental e uma boa saúde mental é fator básico para a saúde do corpo</em></strong>&#8220;,<span style="color:#000000;"> observava ela. </span></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;">Em: <strong>O comércio das palavras</strong>, de Américo de Oliveira Costa, Rio de Janeiro, Presença:1989, p. 48.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coluna ‘Enfim, sós’ – Abraçando o capeta!]]></title>
<link>http://destilandoveneno.wordpress.com/2009/08/05/coluna-%e2%80%98enfim-sos%e2%80%99-%e2%80%93-abracando-o-capeta/</link>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 04:35:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>tatyseixas</dc:creator>
<guid>http://destilandoveneno.wordpress.com/2009/08/05/coluna-%e2%80%98enfim-sos%e2%80%99-%e2%80%93-abracando-o-capeta/</guid>
<description><![CDATA[Hoje ainda é terça-feira e eu tô tão cansada que tô pedindo arrego, pinico ou o que quer mais que se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-250" title="Tá no inferno? Abrace o capeta!" src="http://destilandoveneno.wordpress.com/files/2009/08/pepeta_color_32.jpg" alt="Tá no inferno? Abrace o capeta!" width="272" height="207" /></p>
<p>Hoje ainda é terça-feira e eu tô tão cansada que <span style="color:#800000;">tô pedindo</span> <span style="color:#800000;">arrego</span>, <span style="color:#800000;">pinico</span> ou o que quer mais que seja necessário. Parece que por mais que eu me esforce, não dá tempo de fazer tudo, acho que nem adiantaria acrescentar mais horas no relógio, eu é que não funciono mais como antes.</p>
<p>Eu sei que tem muita gente que vai vir de ‘<span style="color:#800000;">mimimi</span>’ depois da minha próxima declaração, mas o fato é que eu to ficando velha. <span style="color:#800000;">Pronto, falei</span>!</p>
<p>Antes de me apedrejem os <span style="text-decoration:line-through;">coitados</span> que tem mais de 25 anos, deixem <span style="color:#800000;">&#8216;eu si explicar’</span>:</p>
<p>Não disse que ‘<span style="color:#800000;">estou velha</span>’, mas sim que ‘<span style="color:#800000;">estou ficando velha</span>’. Caguei pro que os cientistas falam sobre longevidade e toda aquela bobagem que todo mundo já sabe sobre os 50 serem os novos 40, o fato que dos ‘<span style="color:#800000;">inta</span>’ em diante é ladeira abaixo pra qualquer ser humano. E se alguém quiser chegar ao meio século de vida com tudo apontando pra lua, pode já economizando um &#8216;<span style="color:#800000;">dim-dim</span>&#8216; porque vai ter que gastar uma nota pra garantir as futuras <span style="color:#800000;">injeções de botox</span>, <span style="color:#800000;">próteses de silicone</span> e afins.</p>
<p>Pra não passar por ‘<span style="color:#800000;">guinorante</span>’, vou dizer que até tem jeito de envelhecer graciosamente e sem procedimentos cirúrgicos xiitas. Na verdade, existe uma lista de coisas que podem ser feitas para conseguir essa proeza, mas já adianto que não conheço nenhuma criatura normal (<span style="color:#800000;">reparem no normal</span>) que atenda a todos os requisitos dessa <span style="color:#800000;">listinha safada</span>. Acompanhe comigo, amigo voyer:</p>
<p><strong><span style="color:#000000;">&#62;&#62; Comer pouco:</span></strong> pouco mesmo, tipo ‘<span style="color:#800000;">vegetarianoquenãoseagüentaempé</span>’ e ‘<span style="color:#800000;">numpodenemumchocolatezinho</span>’ pouco.<br />
<strong>&#62;&#62; Dormir, pelo menos, 8 horas por dia:</strong> também ri alto quando eu li essa.<br />
<strong>&#62;&#62; Se exercitar periodicamente:</strong> turista de academia não vale! Nem ‘<span style="color:#800000;">peladeiro</span>’ de fim de semana. E se você é daqueles que resolvem jogar um vôlei no final de semana e no dia seguinte nem conseguem levantar o braço, nem lê o resto!<br />
<strong>&#62;&#62; Não fumar e não usar drogas: </strong>ok, ok, esse é bom senso&#8230;<br />
<strong>&#62;&#62; Beber pouco:</strong> não é socialmente, nem esporadicamente, é semi-nunca.<br />
<strong>&#62;&#62; Não se estressar:</strong> essa eu nem vou comentar&#8230;<br />
<strong>&#62;&#62; Ser feliz: </strong>duvido conseguir seguindo essa lista,<span style="color:#800000;"> duvide-o-dó</span>!</p>
<p>Agora conta aqui pra titia&#8230; Você atende a todos os requisitos?! Pois é, amigos voyeres&#8230; Só faltavam incluir ‘<span style="color:#800000;">Não trepar</span>’ pra essa lista virar a <span style="color:#800000;">definição de inferno</span> no meu vocabulário.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TENDÊNCIA – “FOREVERISM”]]></title>
<link>http://nmarinho.wordpress.com/2009/08/04/tendencia-%e2%80%93-%e2%80%9cforeverism%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 21:34:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>nmarinho</dc:creator>
<guid>http://nmarinho.wordpress.com/2009/08/04/tendencia-%e2%80%93-%e2%80%9cforeverism%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[Por Cristina Marinho A tradução literal desta tendência é &#8220;parasemprismo&#8221;! É uma tendênc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>Por Cristina Marinho</h3>
<p><img src="http://nmarinho.files.wordpress.com/2009/08/080409_2144_tendnciafo1.jpg" alt="" /></p>
<p>A tradução literal desta tendência é &#8220;parasemprismo&#8221;! É uma tendência que começa a ir contra tudo o que pareça descartável. Todos hoje e sempre podem ser encontrados, se conectar, se comunicar e interagir com qualquer um e qualquer coisa. E todas estas relações ficam registradas em comentários em blogs, recados no Orkut, atualizações no Twitter.</p>
<p>As páginas pessoais destes sites de relacionamento são como uma enciclopédia atualizada das pessoas normais.E isto faz com que as relaçõesnunca se funalizem, se atulaizem sempre.</p>
<p>O Fovereverism é uma procrastinação positiva das coisas. &#8220;Nada se finaliza definitivamente, e isto é bom!&#8221;</p>
<p>Se antes perdíamos o contato com o amigo do jardim de infância, hoje podemos ter vontade de reencontrá-lo, ver como ele está e nunca mais perdê-lo de vista.</p>
<p>É a eterna PRESENÇA.</p>
<p>O FOREVERISM pode ser utilizado na criação de novos produtos em parceria com o consumidor. A empresa pode explorar esta tolerância do consumidor ao inacabado e contar com ele para a melhoria contínua do produto. Sempre mudando, sempre melhorando.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Longevidade e os Adventistas do 7º Dia]]></title>
<link>http://vivamelhoronline.wordpress.com/2009/08/04/longevidade-e-adventistas-do-7-dia/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:19:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>vivamelhoronline</dc:creator>
<guid>http://vivamelhoronline.wordpress.com/2009/08/04/longevidade-e-adventistas-do-7-dia/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-453" title="Longevidade" src="http://vivamelhoronline.wordpress.com/files/2009/08/longevidade1.jpg" alt="Longevidade" width="500" height="715" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programação para terça-feira, 14/07]]></title>
<link>http://tvsinal.wordpress.com/2009/07/13/programacao-para-terca-feira-1407/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 18:26:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>tvsinal</dc:creator>
<guid>http://tvsinal.wordpress.com/2009/07/13/programacao-para-terca-feira-1407/</guid>
<description><![CDATA[12h00 – É Seu Direito – Vaidade em crianças e adolescentes 12h35 – Documentário – Longevidade 13h10 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>12h00 – É Seu Direito – Vaidade em crianças e adolescentes</p>
<p>12h35 – Documentário – Longevidade</p>
<p>13h10 – Essa Casa Tem História – Catedral Basílica</p>
<p>13h30 – CCJ ao vivo</p>
<p>14h30 – Sessão ao vivo</p>
<p>17h30 – Essa Casa Tem História – Sociedade Thalia</p>
<p style="padding-left:60px;">– O Dono da Rua – Praça Carlos Gomes</p>
<p style="padding-left:60px;">– PR399 – União da Vitória</p>
<p>18h00 – TelejornAL ao vivo</p>
<p>18h30 – Marca Paraná – Mulheres na Economia</p>
<p>19h30 – É Seu Direito – Vaidade em crianças e adolescentes</p>
<p>20h00 – Reprise Sessão</p>
<p>23h30 – Reprise TelejornAL</p>
<p style="padding-left:60px;">– Perfil Parlamentar – Nelson Justus, Chico Noroeste</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Longevidade]]></title>
<link>http://rfarinazzo.wordpress.com/2009/07/11/longevidade/</link>
<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 04:35:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>R. Farinazzo</dc:creator>
<guid>http://rfarinazzo.wordpress.com/2009/07/11/longevidade/</guid>
<description><![CDATA[Se dissessem que a vida passou rápido para D. Laura, seria um equívoco, tanto quanto afirmar que cad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Se dissessem que a vida passou rápido para D. Laura, seria um equívoco, tanto quanto afirmar que cada dia foi bem aproveitado. Claro que, em alguma medida, ninguém poderia olhar para a própria vida e atestar com literalidade que os dias foram, sem exceção, vividos intensamente. Não é dessa maneira que me refiro à D. Laura. Se houvesse uma média por vida humana de dias bem aproveitados, ela estaria abaixo com ampla folga. Pronto, fiquemos assim. Dizem que não havia um só amigo em seu velório, embora tivesse feito alguns, mas quis a Providência que fosse ela a última a morrer. Daí a carência de amigos. Esta história, contudo, é sobre seus derradeiros anos, e não sobre seu último suspiro. // <!--more Continuar lendo.--></p>
<p>Em seu aniversário de sessenta anos, D. Laura não esperava que chegasse à próxima mudança da casa decimal. Ao completar setenta, pediu pela primeira vez que Deus a levasse. Tal foi a súplica que repetiu dali em diante em todas as suas três orações diárias.</p>
<p>Certo dia, quando tinha oitenta e dois, pôs-se a testar a própria memória e lembrar-se de seus pecados. Desconheço o motivo, pois não era nenhuma data especial. Talvez fosse a esperança de que enfileirando suas faltas e juntando-as no mesmo lugar da cabeça, pudesse criar um peso muito grande no fio de sua história ao ponto de tirar-lhe o equilíbrio e o pulso.</p>
<p>Pularei os primeiros pecadinhos, que são coisa pouca e não convém perder tempo com eles.</p>
<p>O primeiro mais grave de que se lembrou foi a intriga que criara na adolescência para separar uma amiga do namorado. Inventou que ele tinha já uma esposa em outra cidade, onde havia bacharelado em Direito. Espalhou até o nome de um suposto filho que teria nascido dias antes dele voltar para a casa dos pais. Deixou que o boato corresse por todos os ouvidos até chegar ao da amiga, que rompeu o relacionamento sem dar tempo ao pobre rapaz de explicar-se.</p>
<p>Passou por mais algumas faltinhas bestas até se recordar da ocasião em que jogara contra a parede uma bailarina de porcelana da irmã, por vingança de uma discussão. Remontou a cena como se tivesse ocorrido no dia anterior. Terminava com uma sentença:</p>
<p>- A vida há de ser cruel com você, dizia a irmã. E paf, lá foi a bailarina para seu pas des deux com o concreto.</p>
<p>Depois disso, as recordações começaram a vir mais rapidamente. As cenas nem terminavam mais. Lembrava-se de tudo ao mesmo tempo, desordenadamente. Juntava o começo de um pecado com o desfecho de outro. Por fim, adormeceu.</p>
<p>Façamos agora uma incursão breve no mundo dos sonhos. Ato um, cena um. D. Laura anda por uma rua desconhecida, sozinha. É atropelada por um ônibus. (Não pense que retirei os detalhes; estamos narrando apenas o que ela lembraria ao acordar.) Ato um, cena dois. Um barco em alto mar, com todos se divertindo, exceto nossa protagonista, que lamenta em silêncio no convés. Uma onda mais forte os atinge e ela cai no mar para morrer afogada. Ato um, cena três. D. Laura morre novamente, mas não lembra como. Ato um, cena quatro. A sopa borbulha no fogão. Da janela, um vento que balança a cortina até o fogo, e D. Laura morre queimada.</p>
<p>D. Laura acordou lamentando estar viva. Não era um lamento completo, posto que ninguém queira cem por cento a própria morte. Uma ínfima parte, portanto, não era pesar; sentiu também medo.</p>
<p>Disposta a desculpar-se com seu Criador, triplicou a quantidade de rezas e dispôs-se a recordar um pecado por dia. E assim fez por muitos anos. Não distinguia os pecados pelo tamanho; isso faço eu. D. Laura acreditava que todos eram iguais aos Seus Olhos. Diariamente, lembrava-se de uma falta cometida e desculpava-se.</p>
<p>Como nada mudasse em sua vida e Ele não a levasse, começava a impacientar-se, até que foi brindada com outro sonho. Um homem de chapéu, por volta dos quarenta anos, dizia-lhe: “faça o bem”. Só isso, e acordou. Tinha já seus noventa e cinco anos. Veio à memória a bailarina quebrada. (Repetia uns pecados de vez em quando, por não se lembrar de algum inédito.)</p>
<p>O sonho com o homem de chapéu repetiu-se com freqüência dali em diante. D. Laura entendia o conselho, mas agia como se não visse oportunidade, no dia a dia, para fazer o bem. Ademais, que bem poderia fazer com tanta idade? Não encontrava, sem suas recordações, uma só coisa valiosa que pudesse ofertar a alguém.</p>
<p>D. Laura morreu aos noventa e nove anos. Um dia antes, recebeu a visita do neto:</p>
<p>- Que maravilha, minha vó! Noventa e nove anos! Quisera eu ter uma vida tão longa pela frente para aproveitar.</p>
<p>Ela ouvia isso com muita frequência, mas o que lhe chamou a atenção foi o verbo, aproveitar. Como poderia ter aproveitado seus anos, reunido os netos para contar as boas histórias de sua vida. É certo que não as tinha em grande quantidade, mas quem sabe inventasse algumas. Ou mesmo antes de reunir os netos, poderia ter vivido boas histórias. Mas não as viveu. D. Laura então pensou que a longevidade, para ela, era nada mais que punição.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[111 anos depois antónio partiu]]></title>
<link>http://flamadevida.wordpress.com/2009/06/24/111-anos-de-depois-antonio-partiu/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 11:02:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>costa21</dc:creator>
<guid>http://flamadevida.wordpress.com/2009/06/24/111-anos-de-depois-antonio-partiu/</guid>
<description><![CDATA[em 1898 (século XIX) nascia antónio fernandes de castro. era até segunda-feira passada a pessoa mais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-159" title="antónio fernandes de castro" src="http://flamadevida.wordpress.com/files/2009/06/antonio-fernandes-de-castro.jpg" alt="antónio fernandes de castro" width="400" height="225" /></p>
<p>em 1898 (século XIX) nascia antónio fernandes de castro. era até segunda-feira passada a pessoa mais idosa de portugal. natural do lugar de além do rio, em durrães, viveu em três séculos. viu o comboio de d. manuel II, lidou com a peste bubónica, abrigou guardas da II guerra mundial, especializou-se no negócio dos bacelos de vinha e foi regedor 33 anos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida Longa ao Rei...]]></title>
<link>http://digdog.wordpress.com/2009/05/29/vida-longa-ao-rei/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 03:10:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dig Dog</dc:creator>
<guid>http://digdog.wordpress.com/2009/05/29/vida-longa-ao-rei/</guid>
<description><![CDATA[Sim somos reis dos humanos!  *Ah-ham* ok, brincadeira.. Estava a babar digo navegar pela internet e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sim somos reis dos humanos!  *Ah-ham* ok, brincadeira.. Estava a babar digo navegar pela internet e ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Vantagem Adventista]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/2009/10/20/a-vantagem-adventista/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 20:20:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Seventh Day</dc:creator>
<guid>http://setimodia.wordpress.com/2009/10/20/a-vantagem-adventista/</guid>
<description><![CDATA[Por Larry Beeson Seja um simples rádio ou uma TV estéreo de tela grande, um liquidificador ou o últi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3143" title="longevidade adventista" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/longevidade-adventista.jpg" alt="longevidade adventista" width="380" height="253" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">Por Larry Beeson</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Seja um simples rádio ou uma TV estéreo de tela grande, um liquidificador ou o último carro — tudo que compramos vem com o manual de instruções. O fabricante espera que você leia o manual antes de começar a usar sua nova aquisição. Você recorre ao manual tão freqüentemente quanto necessário a fim de compreender o mecanismo e a operação do produto e para ter certeza que ele funciona melhor e dura mais tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Se assim é com um simples liquidificador ou um carro, quanto mais cuidado devíamos dar ao nosso corpo, talvez o sistema mais complexo que conhecemos?</p>
<p style="text-align:justify;">A Bíblia nos informa que <em>“formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”</em> (Gênesis 2:7). O Criador também nos deu Seu manual para o cuidado apropriado de nosso corpo. Esse manual é a Bíblia e somos todos encorajados a lê-la para melhor compreender a mordomia do corpo. Paulo diz:<em> “Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo&#8230;? Glorificai, pois, a Deus, no vosso corpo”</em> (I Coríntios 6:19 e 20). Além de outros significados que este verso possa ter, um que interessa à nossa discussão é o que comemos e bebemos.</p>
<h2>A Epidemiologia dos Adventistas</h2>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3144" title="adventistas" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/adventistas.jpg" alt="adventistas" width="434" height="348" /></p>
<p style="text-align:justify;">Durante as últimas décadas, organizações relacionadas com a saúde dentro dos Estados Unidos e alhures (por exemplo, os Institutos Nacionais de Saúde, a Sociedade Americana de Câncer, a Associação Americana de Cardiologia, o Departamento de Saúde e de Serviços Humanos, a Organização Mundial da Saúde, etc.) têm fornecido evidência epidemiológica do mundo inteiro quanto às características do estilo de vida que promove saúde e detém o progresso da enfermidade. Parte desta evidência vem de pesquisa sobre saúde entre adventistas do sétimo dia. Pesquisas de saúde têm se concentrado nos adventistas por duas razões. Primeira, eles tendem a ser mais homogêneos em muitas escolhas de estilo de vida, tais como a abstenção de álcool e tabaco. Segunda, são mais heterogêneos em hábitos de nutrição: são geralmente vegetarianos (nada de produtos animais na dieta) ou lacto-ovo-vegetarianos (cuja dieta inclui lacticíneos e ovos, mas não carne). Mais de 250 artigos científicos têm sido publicados ao redor do mundo sobre a vantagem adventista em matéria de saúde. A maior parte do que é descrito abaixo refere-se à pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Loma Linda sobre adventistas da Califórnia. Resultados semelhantes, porém, têm sido publicados quanto a adventistas na Noruega, Holanda, Polônia, Dinamarca, Japão, Austrália e outros países.</p>
<h2>O Estudo da Mortalidade Adventista</h2>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-3145 alignleft" style="margin-left:5px;margin-right:5px;" title="longevidade dos adventistas" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/longevidade-dos-adventistas.jpg" alt="longevidade dos adventistas" width="270" height="187" />O primeiro principal estudo epidemiológico dos adventistas começou em 1958. É conhecido como o Estudo de Mortalidade Adventista, envolvendo 22.940 adventistas não-hispânicos, brancos, residindo na Califórnia.1 Os resultados deste estudo sobre os adventistas foram comparados a um estudo semelhante de não-adventistas efetuado pela Sociedade Americana de Câncer durante o mesmo período de tempo. Ambos os estudos envolveram voluntários na Califórnia que eram relativamente bem educados comparados à média dos californianos. Ambos os estudos obtiveram cópias de certidões de óbito de participantes no estudo que tinham morrido durante os anos subseqüentes aos da pesquisa. As similaridades entre estes dois grupos eram importantes porque descobriu-se que indivíduos que se oferecem para tais estudos tendem a ter melhor saúde que a população geral, e as pessoas das classes econômicas mais altas tendem a ter proporções mais baixas de enfermidade em geral. Assim, o Estudo da Mortalidade Adventista e o Estudo da Sociedade Americana de Câncer forneceram uma comparação razoavelmente boa entre adventistas e não-adventistas.</p>
<p style="text-align:justify;">A comparação revelou o seguinte: Se a mortalidade por câncer no Estudo da Sociedade Americana de Câncer era 100, a mortalidade entre adventistas era de 60 para homens e 76 para mulheres. Isso significa que depois de ajustar para diferenças nas distribuições de idade nos dois estudos, os homens adventistas tinham um índice de mortalidade por câncer significantemente mais baixo para um grupo de certa idade comparado ao que se podia esperar de um grupo semelhante. Isto significa que homens adventistas ainda morriam de câncer, mas numa idade muito mais avançada do que os homens não-adventistas. O mesmo pode ser dito de mulheres adventistas. Visto não haver razão a priori para crer que os adventistas da Califórnia fossem geneticamente diferentes dos não-adventistas, a hipótese é que uma ou mais caraterísticas de estilo de vida ou influências do ambiente podem ser responsáveis pelo atraso na morte por câncer.</p>
<p style="text-align:justify;">Visto que o fumar tem sido comprovado ser um fator importante em causar câncer, pesquisadores do Estudo de Mortalidade Adventista compararam os índices de mortalidade de não-fumantes de ambas as populações. Como era de esperar, os índices de mortalidade destes não-adventistas eram mais próximos aos dos adventistas. Contudo, uma vantagem para os adventistas sempre persistia que não podia agora ser explicada por diferenças no uso de tabaco no passado. Assim, outras craterísticas dos adventistas, fora sua condição de não-fumantes, tais como dieta e talvez apoio social, são igualmente importantes em reduzir o risco de enfermidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Os adventistas também pareciam ter um adiamento de mortes cardiovasculares. Se o índice de morte por enfermidade do coração no estudo da Sociedade Americana de Câncer é considerado como 100 por cento, então os homens adventistas apresentavam apenas 66 por cento do que era de se esperar. Mulheres adventistas mostraram apenas uma pequena redução, com 98 por cento. Homens adventistas também morrem de enfarte, mas seu índice de mortalidade é de apenas 72 por cento comparado aos não-adventistas. Para mulheres adventistas, sua mortalidade por enfarte era de 82 por cento do de não-adventistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Portanto, segundo estes estudos, é bem evidente que o estilo de vida adventista provê alguma proteção contra o câncer e outras moléstias fatais. Mas diferenças em índices de mortalidade entre adventistas e outros podem ser devidas a pelo menos dois fatores: (1) Os adventistas podem apanhar uma doença específica na mesma proporção que os outros, mas sobrevivem mais tempo com a doença por causa de melhor acesso a cuidado médico ou um sistema imunológico superior ou um melhor estilo de vida; e/ou (2) os adventistas realmente adoecem em proporção menor do que os não-adventistas. Pode ser que ambas as possibilidades contribuam aos índices de mortalidade mais baixos observados entre adventistas. Mas estudos de mortalidade como o de Loma Linda não podiam resolver a questão. O Estudo de Mortalidade Adventista levantou várias questões interessantes. Que havia em seu estilo de vida que permitia aos adventistas viver mais tempo? Teriam as diferenças em estilo de vida adventista por si mesmas produzido diferentes riscos para contrair doenças específicas tanto fatais como não-fatais?</p>
<h2>O Estudo de Saúde Adventista</h2>
<p style="text-align:justify;">O Estudo de Saúde Adventista é o segundo estudo importante de adventistas na Califórnia. Subsidiado pelo Instituto Nacional de Câncer e pelo Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue, o estudo começou em 1974 e foi dirigido pelos pesquisadores da Universidade de Loma Linda. O estudo incluía a incidência (isto é, novos casos) de câncer e doença do coração na pesquisa sempre em expansão do estilo de vida adventista que permite aos adventistas ter uma “vantagem em matéria de saúde”. À semelhança do outro estudo, certidões de óbito foram obtidas para documentar a causa de morte dos membros que morreram durante o estudo. Registros hospitalares foram usados para todos os casos não-fatais. O índice de resposta de brancos, não-hispânicos, ao questionário sobre estilo de vida enviado por correio foi o mais elevado de todos os grupos étnicos e totalizou 34.198. Esse grupo tornou-se a porção do “estudo de incidênada”2 para descobrir que componentes do estilo de vida adventista deram proteção contra a enfermidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Não tinha sido seu objetivo comparar os índices de incidência de enfermidade ou mortalidade entre adventistas e não-adventistas. Foi planejado principalmente para descobrir variações em estilo de vida entre os próprios adventistas e como estas variações se traduziam em mudanças de risco de enfermidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta pesquisa acrescentava também uma investigação detalhada de dieta comparada com o questionário da Sociedade Americana de Câncer de 1960 usado pelo Estudo de Mortalidade Adventista. Além disso, seu questionário incluía perguntas sobre o histórico médico antecedente, terapia de drogas, atividade física e uma variedade de perguntas psico-sociais. Quando a coleta dos dados foi concluída, 32 mil hospitalizações (por qualquer razão) tinham sido declaradas representando mais de 18 mil participantes diferentes. Dos hospitais envolvidos, 698 eram na Califórnia e 960 eram fora do estado. Todos esses hospitais foram contatados no estudo subseqüente de seis anos de todos aqueles que completaram o questionário básico de estilo de vida.<br />
Um perfil básico da população do Estudo de Saúde de Adventistas mostrava uma idade média de 51 anos para homens e de 53 para mulheres. A proporção de pessoas que tinham sido diagnosticadas por um médico como hipertensas era próxima do que se podia esperar para uma população adulta. Embora um número modesto de pessoas admitiu ter fumado antes — geralmente antes de se unir à Igreja Adventista — não havia praticamente fumantes atuais na população. Uma proporção relativamente grande pretendia fazer exercício com freqüência moderada. A população sob estudo, composta de 60% de mulheres, tendia a ser bem instruída. Um pouco mais da metade dos participantes na pesquisa disse que comia carne menos de uma vez por semana. A maioria era lacto-ovo-vegetariana.</p>
<h2>Influência do estilo de vida</h2>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3146" title="idosos vida natural" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/idosos-vida-natural.jpg" alt="idosos vida natural" width="400" height="266" /></p>
<p style="text-align:justify;">Que revelaram esses estudos sobre a influência do estilo de vida na redução de índices de enfermidade e de mortalidade?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Câncer do pulmão.</strong> De longe o maior risco de câncer do pulmão é o contato crônico com fumaça de tabaco, tanto de fumantes ativos como de fumantes passivos ou de segunda mão. Trabalhar ou viver com um fumante foi demonstrado aumentar a probabilidade de uma pessoa contrair câncer do aparelho respiratório. O estudo de saúde de adventistas demonstrou3 que indivíduos podiam ainda mais reduzir sua probabilidade de desenvolver câncer do pulmão não só diminuindo a exposição à fumaça de tabaco, mas também incluindo em sua dieta uma variedade de frutas, muitas das quais contêm componentes (por exemplo, vitaminas antioxidantes) considerados capacitadores do corpo para combater o câncer. Adventistas que consumiam frutas duas ou mais vezes por dia tinham apenas 25 por cento de probabilidade de adquirir câncer do pulmão comparados aos indivíduos que consumiam fruta menos de três vezes por semana. Esta vantagem de saúde pelo consumo de frutas foi observada em adventistas que tinham deixado de fumar anteriormente bem como em adventistas que nunca tinham fumado.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Câncer da próstata.</strong> Segundo estimativa,4 29 por cento de todos os novos casos de câncer diagnosticados entre homens americanos em 1998 tinham que ver com a próstata, e a incidência desta enfermidade tem crescido durante as últimas décadas. Relações altamente protetoras foram observadas5 em homens adventistas que consumiam quantidades moderadas de legumes (tais como feijão, lentilhas, ervilhas), frutas cítricas frescas, fruta seca (por exemplo, passas e tâmaras), e tomates.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Câncer da mama.</strong> Em meados da década de 1980, câncer do pulmão ultrapassava o câncer da mama, sendo o câncer mais comumente diagnosticado em mulheres americanas.6 Contudo, nas populações não-fumantes, como a dos adventistas do sétimo dia, o câncer da mama é ainda o câncer mais comumente diagnosticado. Os fatores de risco conhecidos para o câncer da mama incluem: crescente contato com estrogênio e/ou hormônios do tipo progesterone, menstruação precoce, menopausa tardia e obesidade em mulheres após a menopausa. Fatores que podem proteger quanto à incidência de câncer da mama incluem: menor contato com estrogênio ou hormônios do tipo progesterone, primeira gravidez em idade jovem, lactação e atividade física. No estudo de saúde adventista, as mulheres que faziam exercício vigoroso tinham uma redução de 21 por cento no risco de câncer da mama e um atraso médio de 6.6 anos na idade na qual este câncer é diagnosticado comparado às mulheres que exercitavam pouco7. A inatividade física teve mais importante efeito sobre a idade em que o diagnóstico é feito do que sobre o risco em todo o período de vida. O efeito protetor da atividade física sobre o risco de câncer da mama é mais pronunciado em idade mais jovem, pois os benefícios do exercício não foram vistos claramente em mulheres de pós-menopausa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Câncer da bexiga.</strong> Fumar cigarro é um forte fator de risco para câncer da bexiga. Adventistas que tinham fumado antes de se unirem à igreja tinham duas vezes maior risco de câncer da bexiga, comparado àqueles que nunca fumaram. Investigadores anteriores notaram maior risco de câncer da bexiga em pessoas com consumo elevado de alimentos cárneos. Aproximadamente 50 por cento dos participantes no estudo de saúde de adventistas eram ovo-lacto-vegetarianos. Adventistas que evitavam carne, aves e peixes tinham menos da metade do risco de câncer da bexiga, comparados àqueles que comiam estes alimentos três ou mais vezes por semana.8</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Câncer do pâncreas.</strong> O Estudo da Saúde Adventista observou que aumentando o consumo de legumes, frutas secas, e produtos de proteína vegetal (tais como soja, gluten e nozes) diminuía de modo significativo o risco de câncer do pâncreas.9</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Outros cânceres.</strong> O mesmo estudo investigou outros cânceres (do cólon10, do cérebro e das meninges cranianas11, de leucemia e de mieloma12) e observou que os indivíduos que seguiam o “estilo de vida adventista” mais de perto eram os que tinham menor probabilidade de adquirir qualquer das enfermidades crônicas investigadas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Enfermidade do coração.</strong> Este estudo não só investigou a relação entre vários hábitos de vida e cânceres incidentais e fatais, como também buscou fatores relacionados com enfermidades do coração. Uma fascinante descoberta que tem sido repetida por pesquisadores em outras populações foi a do consumo freqüente de nozes cinco ou mais vezes por semana (uma mão cheia de cada vez) estar associado com um número substancialmente menor de casos fatais de enfermidades do coração e enfartes do miocárdio (ataques do coração) não-fatais, comparados àqueles que consomem nozes menos de uma vez por semana.13 Entretanto, visto as nozes serem ricas em gordura, consumir grandes quantidades pode não ser tão benéfico.</p>
<p style="text-align:justify;">Adventistas que comiam principalmente pão integral experimentavam uma redução de 40 por cento no risco de ataque do coração, comparados àqueles que comiam mais pão branco. Havia também mais do que o dobro de risco de ataque do coração entre homens que consumiam carne pelo menos três vezes por semana, comparados aos vegetarianos. Adventistas que exercitavam regularmente 15 minutos ou mais pelo menos três vezes por semana experimentavam uma redução significativa no risco de morrer de ataque do coração.</p>
<h2>A pirâmide guia da alimentação vegetariana</h2>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3147" title="pirâmide alimentação vegetariana adventista" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/10/piramide-alimentacao-vegetariana-adventista.gif" alt="pirâmide alimentação vegetariana adventista" width="386" height="491" /></p>
<p style="text-align:justify;">Baseadas em evidência epidemiológica internacional das últimas décadas, que inclui o resultado de estudos de adventistas, as organizações relacionadas com a saúde ao redor do mundo têm advogado um estilo de dieta que visa diminuir o risco de câncer, doenças do coração e outras doenças crônicas. A pirâmide guia da alimentação (ver ilustração) mostra a contribuição relativa dos diferentes alimentos. Na base da pirâmide estão os pães integrais e cereais. Em seguida vêm as frutas e vegetais. Muita gente não come o suficiente destes alimentos que têm muitos elementos protetores como as vitaminas. No nível seguinte da pirâmide estão os alimentos que provêem proteínas e minerais. Necessitamos de porções menores destes. Finalmente, no ápice da pirâmide estão os doces, gorduras e óleos, dos quais precisamos bem pouco.</p>
<p style="text-align:justify;">Se estas recomendações são de fato úteis na redução de enfermidades crônicas, então parece lógico que devíamos observar uma redução dessas doenças numa população que tem seguido esses princípios por mais de cem anos. E é exatamente isso que descobrimos nos estudos entre os adventistas do sétimo dia.</p>
<h2>A iniciativa é sua</h2>
<p style="text-align:justify;">Há mais de 100 anos Ellen G. White, uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia, fez a seguinte observação: <em>“A saúde é um tesouro. É de todas as posses temporais a mais preciosa. Riqueza, ilustração e honra são adquiridas ao elevado preço da perda do vigor da saúde. Nada disso pode assegurar felicidade, se falta a saúde”</em>.14 Prevenir a enfermidade tem mais sentido do que seu tratamento. Não permita que sua Bíblia se cubra de poeira. Leia seu “manual de instruções” e descubra qual era a intenção do Planejador Mestre para você.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><strong>Larry Beeson</strong> (Doutor em Saúde Pública, pela Universidade de Loma Linda) leciona epidemiologia e bioestatística na Escola de Saúde Pública e na Escola de Medicina da Universidade de Loma Linda. Ele fez parte da equipe de pesquisa do Estudo de Saúde Adventista desde o seu início. Endereço postal: School of Public Health, Loma Linda University, Loma Linda, California 93350, E.U.A. Endereço e-mail: lbeeson@sph.llu.edu</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><strong>Notas e referências</strong><br />
1.   F. R. Lemon e R. T. Walden, “Death From Respiratory System Disease Among Seventh-day Adventist Men”, Journal of American Medical Association 198 (1966) 2: 117-126; F. R. Lemon e J. W. Kuzma, “A Biologic Cost of Smoking: Decrease Life Expectancy”, Archives of Environmental Health 18 (1969):950-955; R. L. Phillips, F. R. Lemon, W. L. Beeson e J. W. Kuzma, “Coronary Heart Disease Mortality Among Seventh-day Adventists With Differing Dietary Habits: A Preliminary Report”, American Journal of Clinical Nutrition 31 (1978 Supplement):191-198; R. L. Phillips, L. Garfinkel, J. W. Kuzma, W. L. Beeson, T. Lotz e B. Brin, “Mortality Among California Seventh-day Adventists for Selected Cancer Sites”, Journal of National Cancer Society 65 (980):1097-1107; R. L. Phillips, J. W. Kuzma, W. L. Beeson e T. Lotz, “Influence of Selection Versus Lifestyle on Risk of Fatal Cancer and Cardiovascular Disease Seventh-day Adventists”, American Journal of Epidemiology 112 (1980)2:296-314.<br />
2.   W. L. Beeson, P. K. Mills, R. L. Phillips, M. Andress e G. E. Fraser, “Chronic Disease Among Seventh-day Adventists: A Low-risk Group”, Cancer 64 (1989):57-81.<br />
3.   G. E. Fraser, W. L. Beeson e R. L. Phillips, “Diet and Lung Cancer in California Seventh-day Adventists”, American Journal of Epidemiology 133 (1991):683-93.<br />
4.   S. H. Landis, T. Murray, S. Bolden e P. A. Wingo, “Cancer Statistics, 1998”, Ca-A Cancer Journal for Clinicians 48 (1998)1:6-29.<br />
5.   P. K.Mills, W. L. Beeson, R. L. Phillips e G. E. Fraser, “Cohort Study of Diet, Lifestyle, and Prostate Cancer in Adventist Men”, Cancer 64 (1989)3:598-604.<br />
6.   Ver 4 acima.<br />
7.   G. E. Fraser e D. Shavlik, “Risk Factors, Lifetime Risk, and Age at Onset of Breast Cancer”, Annals of Epidemiology 7 (1997):375-382.<br />
8.   P. K. Mills, W. L. Beeson, R. L. Phillips e G. E. Fraser, “Bladder Cancer in a Low Risk Population: Results from the Adventist Health Study”, American Journal of Epidemiology 133 (1991)3:230-239.<br />
9.   P. K. Mills, W. L. Beeson, D. E. Abbey, G. E. Fraser e R. L. Phillips, “Dietary Habits and Past Medical History as Related to Fatal Pancreas Cancer Risk Among Adventists”, Cancer 61 (1988) 12:2578-2585.<br />
10. P. N. Singh e G. E. Fraser, “Dietary Risk Factors for Colon Cancer in a Low-Risk Population”, American Journal of Epidemiology 148 (1998) 8: 761-774.<br />
11. P. K. Mills, S. Preston-Martin, J. F. Annegers, W. L. Beeson, R. L. Phillips e G. E. Fraser, “Risk Factors for Tumors of the Brain and Cranial Meninges in Seventh-day Adventists”, Neuroepidemiology 8 (1989):266-275.<br />
12. P. K. Mills, G. R. Newell, W. L. Beeson, G. E. Fraser e R. L. Phillips, “History of Cigarette Smoking and Risk of Leukemia and Myeloma: Results from the Adventist Health Study”, Journal of National Cancer Institute, 82 (1990):1832-1836.<br />
13. G. E. Fraser, J. Sabaté, W. L.Beeson e T. M. Strahan, “A Possible Protective Effect of Nut Consumption on Risk of Coronary Heart Disease”, Archives of Internal Medicine, 152 (1992):1416-1424.<br />
14. Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar (Casa Publicadora Brasileira), p. 20.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Diferença de idade de cônjuges é o segredo da longevidade]]></title>
<link>http://alimenteavida.wordpress.com/2009/09/29/casamento-diferenca-de-idade-de-conjuges-e-o-segredo-da-longevidade/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Alimente a Vida</dc:creator>
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<description><![CDATA[Renata Uliana Os homens geralmente se casavam com mulheres um pouco mais novas. Já elas preferiam tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Renata Uliana</strong></em></p>
<p>Os homens geralmente se casavam com mulheres um pouco mais novas. Já elas preferiam trocar alianças com homens ligeiramente mais velhos. Nos dias atuais essa história mudou. Hoje essa ocorrência é natural e gradual. Segundo o <a href="www.ibge.gov.br" target="_blank">IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)</a>, o número de mulheres casadas com homens mais novos aumentou. A pesquisa aponta que ocorreu crescimento de 36% de casais brasileiros com esse perfil em dez anos (1996-2006). A diferença de idade na maioria das vezes não passa de 5 anos, entretanto, no período analisado, cresceu excessivamente o número de mulheres de 10 a 14 anos mais velhas que os parceiros.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-242" title="3" src="http://alimenteavida.wordpress.com/files/2009/09/31.jpg?w=300" alt="3" width="300" height="200" /></p>
<p style="background:white;">Uma pesquisa feita na Dinamarca por um instituto de pesquisas alemão analisou durante 15 anos atestados de óbito de cidadãos casados, que tinham mais de 50 anos na época. O estudo mostrou que as dinamarquesas vivem mais quando se casam com homem da mesma idade. Caso o marido seja mais de 15 anos mais velho ou muito mais novo, o risco da mulher morrer antes da hora aumenta em até 30%.</p>
<p style="background:white;"><img class="alignright size-medium wp-image-245" title="1" src="http://alimenteavida.wordpress.com/files/2009/09/1.jpg?w=300" alt="1" width="300" height="300" /></p>
<p>Para os homens, a longevidade é maior quando a mulher é mais jovem. Segundo pesquisa na Dinamarca, homens que optam por parceiras no mínimo 15 anos mais novas aumentam em 20% a expectativa de vida. Quanto maior a diferença de idade, mais eles vivem. Os professores <a href="www2.warwick.ac.uk/fac/soc/economics/staff/faculty/oswald" target="_blank">Andrew Oswald </a>e Jonathan Gardner, do <a href="www.warwick.ac.uk" target="_blank">Departamento de Economia da Universidade Warwick</a>, acreditam que se forem eliminadas influências como o cigarro e o álcool, os casados tendem a ser mais saudáveis que os solteiros, o que pode justificar a longevidade. Oswald e Gardner creem que a esposa pode diminuir o estresse do homem e estimular um estilo de vida mais saudável.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[10 hábitos saudáveis que o ajudarão a viver até os 100]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/2009/09/28/10-habitos-saudaveis-que-o-ajudarao-a-viver-ate-os-100/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:25:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Seventh Day</dc:creator>
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<description><![CDATA[O fator mais importante que determina quantos anos você viverá, não são seus genes, mas quão bem voc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2777" title="Longevidade" src="http://setimodia.wordpress.com/files/2009/09/longevidade.jpg" alt="Longevidade" width="410" height="200" /></p>
<p style="text-align:justify;">O fator mais importante que determina quantos anos você viverá, não são seus genes, mas quão bem você vive. Não se convenceu? Um novo estudo publicado no Jornal Médico Britânico (British Medical Journal) com 20 mil britânicos idosos demonstra que você pode cortar seu risco de ataque cardíaco pela metade simplesmente fazendo 4 coisas: 30 minutos por dia de atividade física, comer 5 porções de frutas e vegetais diariamente, evitar o cigarro e excesso de álcool.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora esses são alguns passos óbvios que você pode tomar para viver bem, pesquisadores tem descoberto que os centenários tendem a compartilhar certas características: como eles se alimentam, fazem exercícios, lidam com o stress – coisas que podemos fazer  para melhorar nosso processo de envelhecimento. É claro que conseguir viver até os 100 é um tempo consideravelmente maior do que viveram seus pais. Contudo, Thomas Perls, que estuda os que passaram dos 100 anos na Escola de Medicina na Universidade de Boston, acredita que, mesmo se você evitasse os genes de doenças fatais como de ‘Huntington’ (doença hereditária que se desenvolve na idade adulta e termina em demência), “não há nada que impeça você de viver bem até os 90 anos. Imagine que, se seus pais e avós fossem fumantes inveterados, eles poderiam ter morrido prematuramente sem alcançar o verdadeiro potencial do tempo de vida deles, portanto vá em frente e alcance aqueles 3 dígitos (100 anos). Siga esses 10 hábitos e confirme a “previsão do tempo de vida” de Perls.</p>
<h2>1. Não se aposente.</h2>
<p style="text-align:justify;">“Evidências provam que nas sociedades onde as pessoas param repentinamente de trabalhar, há uma explosão da incidência de obesidade e doenças crônicas depois da aposentadoria,” disse Luigi Ferrucci, diretor do Estudo Longitudinal Baltimore sobre Envelhecimento. A região de Chianti na Itália, com alta porcentagem de centenários, tem uma visão diferente do tempo de folga. Depois que se afastam de seus empregos, eles gastam a maior parte do dia trabalhando em seus sítios, cultivando uvas e vegetais. Eles nunca são realmente inativos. Cultivar não é prá você? Seja voluntário em Creches, Escolas, Asilos, ou junte-se a um grupo de voluntários e participe de projetos comunitários.</p>
<h2>2. Use fio dental diariamente.</h2>
<p style="text-align:justify;">Isso pode ajudar a manter suas artérias saudáveis. Um estudo da Universidade de Nova Iorque em 2008 mostrou que usar o fio dental diariamente reduziu na saliva a quantidade de bactérias causadoras de doenças. Essas bactérias entram na corrente sanguínea e começam uma inflamação nas artérias, maior fator de risco para doenças do coração. Outra pesquisa mostrou que, os que tem altas quantidades de bactérias em sua boca, tem mais probabilidade de entupir suas artérias, outro sinal de doenças cardíacas. “Eu realmente penso que as pessoas deveriam usar o fio dental duas vezes ao dia para conseguir os benefícios de maior expectativa de vida,” enfatiza Perls.</p>
<h2>3. Mexa-se.</h2>
<p style="text-align:justify;">“O exercício é a única fonte real da juventude que existe,” afirma Jay Olshansky, um professor de Medicina e pesquisador do envelhecimento na Universidade de Illinois-Chicago. “É como o óleo para o seu carro. Você não tem que usá-lo, mas seu carro definitivamente correrá melhor.” Grande quantidade de pesquisas tem documentado os benefícios do exercício para melhorar seu humor, acuidade mental, equilíbrio, massa muscular, e os ossos. “E os benefícios começam imediatamente após seu primeiro dia de atividade física,” acrescenta Olshansky. Não se preocupe se você não for um ‘rato’ de Academia. Aqueles que recebem os maiores benefícios são os que saem do comodismo e simplesmente caminham na vizinhança ou pela quadra, 30 minutos por dia. Fortalecer os músculos com treinamento de resistência também é ideal, mas exercícios leves e constantes podem dar a você efeitos similares de força e resistência mesmo sem fazer levantamento de peso.</p>
<h2>4. Coma cereais ricos em fibra no desjejum.</h2>
<p style="text-align:justify;">Servir-se de grãos integrais, especialmente pela manhã, parece ajudar os de mais idade a manter estáveis os níveis de açúcar no sangue por todo o dia, conforme um recente estudo dirigido por Ferrucci. Diz ele que “aqueles que fazem isso tem uma baixa incidência de diabetes, um conhecido acelerador da velhice”.</p>
<h2>5. Feche os olhos durante 6 horas pelo menos.</h2>
<p style="text-align:justify;">Em vez de dormir menos para ganhar mais horas de atividades por dia, durma mais para acrescentar anos à sua vida. “Dormir é uma das mais importantes funções que seu corpo usa para regular e curar as células,” afirma Ferrucci. “O mínimo de sono que os mais velhos necessitam para conseguir as fases REM curativas é aproximadamente de 6 horas.” Aqueles que alcançam a marca de um século de vida colocam o sono como prioridade máxima.</p>
<h2 style="text-align:justify;">6. Consuma alimentos integrais, não suplementos.</h2>
<p style="text-align:justify;">Fortes evidências sugerem que as pessoas com altos níveis no sangue de certos nutrientes – selênio, beta-caroteno, vitaminas C e E – vivem mais e melhor e tem baixo índice de declínio cognitivo. Infelizmente não há evidência que tomar comprimidos com esses nutrientes provê os mesmos benefícios anti-idade. “Há mais de 200 carotenóides, e 200 flavonóides diferentes num único tomate,” destaca Ferrucci, “e essas substâncias químicas tem interações complexas que nutrem a saúde; além do Licopeno e a Vitamina C”. Evite alimentos brancos pobres em nutrientes (pães, farinha, arroz branco e açúcar) e aproveite-se de todas as frutas coloridas, vegetais, cereais e pães integrais, com todo seu “exército” de nutrientes escondidos neles.</p>
<h2>7. Seja menos neurótico.</h2>
<p style="text-align:justify;">Pode funcionar para Woody Allen, que mistura suas preocupações com uma saudável dose de humor, mas o resto de nós neuróticos podemos querer encontrar uma nova maneira de lidar com o stress. “Temos um novo estudo que mostra que os centenários tendem a não internalizar coisas ou enfatizar seus problemas,” diz Perls. “Eles são fortes e flexíveis ao lidar com as adversidades.” Se essa característica inata é difícil de conquistar, encontre outros meios de lidar com o stress. Experimente essas dicas: faça exercícios, meditação, ou apenas respire fundo por alguns momentos. Roer as unhas, mascar chicletes em frente à TV, cair na bebida? Isso tudo é péssimo para a sua saúde.</p>
<h2>8. Viva como um Adventista do Sétimo Dia.</h2>
<p style="text-align:justify;">Os americanos que definem a si mesmos como Adventistas do Sétimo Dia tem uma expectativa média de vida de 89 anos; uma década a mais do que a média nos Estados Unidos. Uma das doutrinas básicas dos Adventistas é que, é importante cuidar do nosso corpo porque pertence a Deus. Isso quer dizer não fumar, não usar bebidas alcoólicas, e não abusar dos doces. Os Adventistas típicos seguem uma dieta vegetariana baseada em frutas, legumes, feijões e nozes; e praticam bastante exercício. Eles também valorizam muito a família e a comunidade.</p>
<h2>9. Seja uma criatura de hábitos.</h2>
<p style="text-align:justify;">Centenários tendem a viver em rotinas rígidas, diz Olshansky, comendo o mesmo tipo de dieta e fazendo as mesmas atividades por toda a vida. Dormir e despertar, nos mesmos horários cada dia é outro bom hábito que mantém seu corpo em constante equilíbrio; mas que pode ser facilmente rompido com o passar dos anos. “Sua fisiologia fica mais frágil quando envelhece,” explica Ferrucci, “e fica mais difícil seu corpo recuperar-se se você, perder algumas horas de sono numa noite ou beber muito álcool. Isso pode debilitar suas defesas imunológicas deixando-o mais susceptível a gripe e infecções bacterianas.</p>
<h2>10. Fique conectado.</h2>
<p style="text-align:justify;">Manter contatos sociais regulares com amigos e familiares é a chave para evitar a depressão. Isto pode levar a morte prematura, fato que é mais comum entre viúvos e viúvas. Alguns psicólogos acreditam que um dos maiores benefícios que os de idade avançada obtêm do exercício são as fortes interações sociais desenvolvidas ao caminhar com um amigo ou participar de exercícios em grupo. Tendo uma conexão diária com um amigo íntimo ou um membro da família, há um benefício adicional, com alguém em quem se apoiar. “Eles avisarão se notarem que sua memória está falhando ou se você parece mais reservado,” diz Perls, “e poderão insistir com você para procurar um médico, mesmo antes de você reconhecer, que precise de um.”</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Fonte:</em></strong> U.S. News (http://health.usnews.com/articles/health/baby-boomer-health/2009/02/20/10-health-habits-that-will-help-you-live-to-100.html)</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Mulher morre aos 99 e deixa 1400 descendentes]]></title>
<link>http://tony15007.wordpress.com/2009/09/19/mulher-morre-aos-99-e-deixa-1400-descendentes/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 23:21:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tony Ramos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Crianças são uma alegria Um dos netos da israelense Rachel Krishevsky diz com orgulho: &#8220;vovó c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Crianças são uma alegria Um dos netos da israelense Rachel Krishevsky diz com orgulho: &#8220;vovó c]]></content:encoded>
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