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	<title>lorenz &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/lorenz/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "lorenz"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 22:29:33 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Ethnography, Globalization, and Experience Design]]></title>
<link>http://skilfulminds.com/2009/12/02/ethnography-globalization-and-experience-design/</link>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 17:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Larry Irons</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rosetta Stone One of the most visited posts on this blog is titled, Empathic Research Methods and De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Rosetta Stone One of the most visited posts on this blog is titled, Empathic Research Methods and De]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Help...I Need a Sub!]]></title>
<link>http://stantonssheetmusic.wordpress.com/2009/12/02/help-i-need-a-sub/</link>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 11:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>stantonssheetmusic</dc:creator>
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<description><![CDATA[If you are a General/Elementary Music teacher who wonders what you will ever do if you need a substi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://stantonssheetmusic.wordpress.com/files/2009/11/music-substitute-book.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3105" title="music substitute book" src="http://stantonssheetmusic.wordpress.com/files/2009/11/music-substitute-book.jpg" alt="" width="122" height="160" /></a>If you are a General/Elementary Music teacher who wonders what you will ever do if you need a substitute at some point&#8211;worry no more! We have some good answers for you. One of the best resource books we have found is Alfred&#8217;s Publishing&#8217;s <a href="http://www.stantons.com/details/index.pnt/327004#" target="_blank">&#8220;The Music Substitute Sourcebook&#8221;. </a>This book has everything you will need to confidently put your class in the hands of a substitute. It tells in detail what you will need to have ready for the substitute (for example: it suggests that a daily schedule be set up with students&#8217; names, duties, class roster, seating charts, etc. and keep a copy of this  on file in the school office).  This book goes on to list suggestions that are easy for the sub. to follow and activities to jump start the students for a fun day of learning.  There are two levels of this book &#8211; K-3 and<a href="http://www.stantons.com/details/index.pnt/334413" target="_blank"> 4-8</a>.</p>
<p>Another good substitute resource book is Heritage Music Press&#8217; &#8220;<a href="http://www.stantons.com/details/index.pnt/284171" target="_blank">The Ultimate Substitute Teacher&#8217;s Music Resource Guide&#8221;.  </a>This book contains puzzles, games and activities that are very clever and easy for the students to do and they will be learning as they are having fun.</p>
<p>The best thing about these books is that the substitute does not have to be a music genius. Any substitute can take over  the class with these step by step guides. These are excellent choices for you and your substitute teacher.</p>
<p>For more information please call us at 1-800-42-MUSIC or visit us <a href="mailto:classroommusic@stantons.com" target="_blank">via e-mail</a> or our <a href="www.stantons.com" target="_blank">website</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Are U sure U can manage that? - Sei sicuro che puoi controllarla?]]></title>
<link>http://sofianestesia.wordpress.com/2009/11/16/are-u-sure-u-can-manage-that-sei-sicuro-che-puoi-controllarla/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:56:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>sofianestesia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Questa mano è posseduta da uno spirito maligno, ma non è cattiva; non lo è mai stata, lo giuro. Si d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Questa mano è posseduta da uno spirito maligno, ma non è cattiva; non lo è mai stata, lo giuro. Si d]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Psicologia evolutiva, oogamia, homossexualidade e outros assuntos]]></title>
<link>http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2009/11/05/psicologia-evolutiva-oogamia-homossexualidade-e-outros-assuntos/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 04:18:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gerardo Furtado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em seu livro escrito num campo de prisioneiros russo (intitulado postumamente como “The natural scie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em seu livro escrito num campo de prisioneiros russo (intitulado postumamente como “The natural science of human species”, mas que eu chamo simplesmente de “Manuscrito russo”), Lorenz defende uma união das psicologias em suas várias abordagens, uma união que se dê no seio de uma ciência mais abrangente, na qual as psicologias (o plural aqui é proposital) seriam inseridas, sendo essa ciência mais abrangente a biologia. O que Lorenz propôs não foi uma subordinação das psicologias à biologia, muito menos que se implementasse na psicologia esse tão nefasto e indesejável fenômeno chamado reducionismo (vale lembrar que Lorenz era um incansável crítico do behaviorismo e de seu reducionismo positivista). O que Lorenz propunha, isso sim, é que as psicologias entendessem o ser humano como uma entidade natural, dentro de um mundo orgânico evolutivamente diversificado. A mente humana, bem como a mente de outros mamíferos, não pode ser “reduzida” ao funcionamento de seus neurônios; apesar disso, dentro de uma perspectiva materialista, a mente dos animais (homem incluído), por mais complexa que seja, resulta de processos biológicos. Freud tece uma opinião semelhante (até certo ponto&#8230;) em seu “Projeto para uma psicologia científica” de 1895.<!--more--></p>
<p>Quando comecei a ouvir falar da psicologia evolutiva (ou P.E.), pensei que essa pudesse ser uma possível aproximação de um ramo da psicologia à biologia de forma geral, algo como uma etologia humana que não fosse propriamente uma etologia, e que tivesse seus paradigmas voltados à psicologia de forma geral: em suma, uma vertente da psicologia que ensaiasse o movimento defendido por Lorenz. Contudo, o que vejo hoje é uma vertente da psicologia que nem agrada aos psicólogos de escolas como a psicanálise, a gestalt ou o behaviorismo, nem utiliza corretamente os conceitos da biologia evolutiva.</p>
<p>Penso que uma psicologia evolutiva que valesse o nome devesse ser, antes de tudo, uma psicologia que compreendesse a conexão histórica entre os organismos desse planeta, id est, suas ancestralidades comuns, e percebesse que certos comportamentos, como características morfológicas, podem ser homólogos tomando-se duas espécies diferentes (ou seja, que tal comportamento era presente no ancestral comum). Além disso, que compreendesse que características podem ser alvo de exaptações, exercendo assim uma função bem diferente da função primordialmente executada, quando tal caráter surgiu. Finalmente, mas muito importante, que compreendesse que nem todas as características são adaptações, e que assim sendo uma boa quantidade de comportamentos não têm função alguma, ou mesmo são disfuncionais.</p>
<p>Porém, o que se vê é uma psicologia evolutiva estranhamente fascinada pelo pleistoceno (época do período quaternário, que vai de 1,8 milhão de anos a 11.000 anos antes do presente), tecendo conclusões dificilmente suportadas pela biologia evolutiva. Por exemplo, já é lugar comum ouvirmos dizer que o comportamento do homem moderno é ainda um comportamento do homem das cavernas, adaptado às condições daquela época. Mas então por que o comportamento dos homens das cavernas não seria, similarmente, um resquício do comportamento dos hominídeos do plioceno (época anterior)? Se os hominídeos tiveram tantas mudanças morfologicas nos últimos 1 milhão de anos, porque não mudariam psicologicamente? Outro exemplo: os homens têm tal e tal comportamento porque eram caçadores, enquanto as mulheres têm tal e tal comportamento porque cuidavam dos afazeres domésticos. Mas essa divisão de trabalho é bem recente: os hominídeos ancestrais, e esses mesmos oriundos de ancestrais bem mais antigos, não tinham essa divisão de trabalho. Compreendo que a psicologia evolutiva busque um “comportamento humano universal”, mas por que esse comportamento teria que ter se estabelecido há 400 mil anos? Por que não há 1,5 milhão de anos? Ou há 3 milhões de anos? Apesar disso, o que mais me desagrada na psicologia evolutiva é algo que não depende dos psicólogos evolutivos em si, mas de como a população leiga vê as alegações da psicologia evolutiva. Já escrevi um post anterior sobre as <a href="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/2009/10/02/falacias-naturalistas/" target="_blank">falácias naturalistas</a>, e esse me parece ser o problema: as conclusões da psicologia evolutiva não apenas explicam, mas <em>justificam</em> uma série de comportamentos humanos. Para muita gente essas alegações são reconfortantes, pois elas passam a pensar que são assim “porque ser assim é uma coisa natural”, e pronto! Temos, aqui, uma amenização da culpa por um comportamento: o ciume é um resquício do pleistoceno, os comportamentos de violência sexual (estupros) são um resquício do pleistoceno etc.</p>
<p>Há um interessante artigo da <a href="http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=psyching-out-evolutionary" target="_blank">Scientific American</a> sobre esse tema, que inclusive já conta com réplicas de psicólogos evolutivos. Quero deixar bastante claro que, apesar de discordar desses paradigmas da psicologia evolutiva, considero a psicologia evolutiva uma ciência e não uma pseudociência, e portanto considero os psicólogos evolutivos cientistas; sendo assim, penso que, sendo cientistas, estão abertos e preparados para o debate científico, que em última análise é o que move nosso ramo do conhecimento. Logo, quem quiser defender a P.E. ou discordar de alguma opinião anterior, sinta-se mais que convidado a deixar um comentário mais abaixo.</p>
<p>Como havia dito, comportamentos podem ser compartilhados por herança comum, e podem ser tão bons quanto características morfológicas para a construção de filogêneses. Creio que, ao invés de justificar um dado comportamento, a compreensão de seus padrões de homologia pode servir para que possamos entender as estratégias evolutivas que modularam aquele comportamento e para que possamos estabelecer uma comparação etológica entre grupos distintos.</p>
<p>Vamos voltar ao passado para um momento bem anterior ao pleistoceno; na verdade, voltaremos para um período anterior ao surgimento dos primeiros cordados. Supõe-se que, quando surgiu a reprodução sexuada com fecundação dos gametas, esses eram de mesmo tamanho e formato (o que se chama <em>isogamia</em>). Contudo, em um determinado grupo, os gametas passaram a apresentar diferenças notáveis: um deles continha material nutritivo e era portanto bem maior, sendo chamado de gameta feminino. O outro se reduziu até ser praticamente um núcleo natante, sendo chamado de gameta masculino. Essa distinção morfológica entre os gametas é denominada <em>Oogamia</em>. Todos os animais são oogâmicos, oriundos portanto de ancestrais que já eram oogâmicos. Nesses organismos oogâmicos uma estratégia reprodutiva se torna bastante clara e inegável: a fêmea produz poucos gametas, ao passo que o macho os produz em número bem maior. Para a fêmea, portanto, é importante escolher com critério o macho que terá oportunidade de fecundar seu gameta; para o macho, por outro lado, faz sentido tentar fecundar o maior número possível de gametas femininos.</p>
<div id="attachment_300" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/files/2009/11/fecundacao.jpg?w=600" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-300 " title="fecundação" src="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/files/2009/11/fecundacao.jpg?w=300" alt="fecundação" width="300" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">diferença de tamanho entre um gameta masculino (em amarelo) e um gameta feminino, em Homo sapiens (imagem: Dennis Kunkel)</p></div>
<p>O que temos aqui não é uma justificativa dos comportamentos masculino e feminino, nem uma simplificação, muito menos um reducionismo: o fato é que, com base nas diversas estratégias reprodutivas que a seleção poderia ter favorecido, é vantajoso para a fêmea escolher o macho, e é vantajoso para o macho tentar fecundar mais fêmeas. Modelos matemáticos bastante simples podem ilustrar essas conclusões. Isso tudo, perceba, é explicado diretamente pela diferença de tamanho (e, em conseqüência disso, de quantidade) entre o gameta masculino e o feminino. A esse sistema, que tem profundas implicações no comportamento da imensa maioria dos animais (humanos incluídos), chamamos de <em>female choice</em>. Há um excelente livro, chamado <em>Sex wars</em> (já pus o link na página “<a href="http://biologiaevolutiva.wordpress.com/listmania/" target="_blank">prateleira</a>”), em que o autor detalha esse processo evolutivo, citando inclusive os bem menos comuns e curiosos casos de sistemas <em>male choice</em>, onde o macho escolhe a fêmea&#8230;</p>
<p>Logo, podemos concluir que entre os mamíferos, incluindo o ser humano, é um comportamento evolutivamente comum o macho procurar ativamente se aproximar da fêmea, e é um comportamento evolutivamente comum a fêmea ser o centro das atenções. Não estou querendo justificar nada, nem desculpar (no sentido original do termo) qualquer tipo de comportamento, estou apenas tentando estabelecer uma homologia para comportamentos em mamíferos, e mostrar que uma distinção comportamental fundamental entre homens e mulheres remonta a um período bem anterior à idade da pedra, e que não tem relação alguma com a suposta divisão de trabalho nos clãs primitivos. Além disso, é óbvio que comportamentos podem ser mudados: fêmeas da maioria dos mamíferos só aceitam o macho durante o estro, mas esse não é o caso nos hominídeos. Do mesmo modo, atualmente, não há mais porque as mulheres não flertarem ou darem cantadas nos homens: esse é um comportamento perfeitamente válido.</p>
<p>Mais um exemplo dessa distinção comportamental fundamental (essa conjectura não é minha; na verdade, vi-a pela primeira vez num documentário, cujo título não me recordo): a homossexualidade. Lembro-me que, quando criança, um familiar meu dizia que o homossexual masculino era uma mulher presa no corpo de um homem. Com exceção de casos de transgêneres (como o personagem do bom filme “transamérica”, ou a modelo Roberta Close etc&#8230;), nada pode estar mais distante da realidade. Usando o jargão freudiano, homossexuais masculinos têm uma inversão do objeto sexual, mas são comportamentalmente masculinos. Sei que vão zombar da minha opinião, mas excetuando-se os homossexuais muito afeminados e cheios de trejeitos, gays são homens que gostam de homens, mas que se comportam fundamentalmente como homens. Senão vejamos: os homens dão mais importância à aparência física que a mulher, que geralmente dá mais importância ao comportamento. A primeira coisa que olho (sou um homem típico&#8230;) numa mulher é o corpo – minha mulher sabe que, quando digo que “fulana é bonita”, não estou falando do rosto. Ora, os gays, como homens, dão muita importância à aparência, e sabem que atrairão parceiros (igualmente homens quanto ao comportamento) cuidando de sua própria aparência. Daí a imagem moderna do gay como homem que se cuida, divulgada em programas de TV como “queer eye for the straight guy”. Além disso, o homem típico não quer muita conversa: se der para ir às vias de fato o mais rápido possível, tanto melhor. Se a um homem fosse dada a chance de sair com 10 capas da Playboy (isso é uma metonímia: não estou falando das capas de papel&#8230;), praticamente nenhum titubearia. Assim, os gays, sendo homens, vão muito mais rápido ao sexo, pois ambos se comportam como homens: não temos aqui, portanto, a típica imagem do rapaz tentando despir a namorada, enquanto a moça tenta esfriar os ânimos do namorado. Ao contrário, ambos querem, e se dão ao direito de pular etapas, assim como um homem heterossexual pularia etapas se a mulher desse sinal verde. Daí, portanto, o mito de que o gay é promíscuo. Minha opinião é que o gay não é promíscuo, e sim o homem, seja ele homo ou heterossexual. Por que, então, criar um preconceito a respeito dos gays (como &#8220;os gays são inerentemente promíscuos&#8221;) imputando-lhes um comportamento que é dos homens em geral? Quero deixar claro que essa análise não deve ser usada para justificar eticamente qualquer que seja o comportamento, incorrendo mais uma vez numa falácia naturalista.</p>
<p>Penso, por fim, que a compreensão da história filogenética de certos comportamentos e o estabelecimento das relações de homologia comportamental pode ser bastante útil para as várias psicologias. É certo que não se pode pensar num animal da complexidade do ser humano como tendo todos os seus comportamentos filogeneticamente explicados. Contudo, ao tentar fugir do determinismo biológico, muitos se deslocam exageradamente no sentido oposto, imaginando que o ser humano nasce como uma tábua rasa e que é livre de qualquer comportamento geneticamente modulado, esquecendo que nós, como os outros animais, temos uma complexa história comportamental.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Now I can see properly again"]]></title>
<link>http://blog.nettesite.com/2009/10/25/now-i-can-see-properly-again/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 13:21:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Annette Schwindt</dc:creator>
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<description><![CDATA[Here&#8217;s another story from our nephew Lorenz: he&#8217;ll be four years old soon and as it happ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Here&#8217;s another story from our nephew Lorenz: he&#8217;ll be four years old soon and as it happens with age <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  he claimed his eyes being not as good anymore&#8230; He absolutely wanted to see an eye specialist but all signs showed he had no sight problems at all. In fact the neighbor&#8217;s daughter had just been to an eye specialist and then come home with brand new, very cool looking glasses, while Lorenz didn&#8217;t have any&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">That&#8217;s why his granny had the idea to give him one of Thomas&#8217; old glasses:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-857" title="lorenz_brille1" src="http://nettekreativ.wordpress.com/files/2009/10/lorenz_brille1.jpg" alt="lorenz_brille1" width="500" height="463" /></p>
<p>As you can see there is no glass inside but &#8211; what a miracle! &#8211; as soon as Lorenz got HIS glasses, all eye problems were gone! He says: &#8220;Now I can finally see properly again!&#8221;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-858" title="lorenz_brille2" src="http://nettekreativ.wordpress.com/files/2009/10/lorenz_brille2.jpg" alt="lorenz_brille2" width="500" height="434" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Lorenz skatet und wird als Schauspieler entdeckt...]]></title>
<link>http://stgwndeutsch2009.wordpress.com/2009/10/12/lorenz-skatet-und-wird-als-schauspieler-entdeckt/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 19:44:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>stgwndeutsch2009</dc:creator>
<guid>http://stgwndeutsch2009.wordpress.com/2009/10/12/lorenz-skatet-und-wird-als-schauspieler-entdeckt/</guid>
<description><![CDATA[Was mir am Untericht gefallen hat,waren die Präsentationen über &#8220;Die Ärzte&#8221; , die Umwelt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Was mir am Untericht gefallen hat,waren die Präsentationen über &#8220;</span>Die Ärzte&#8221; , die Umwelt und  natürlich Kesslers Knigge <img style="position:static;float:none;margin:0;" title="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" src="https://freemailng0302.web.de/online/logic/download.htm?rv_attid=925230577&#38;si=XXX&#38;rv_crypt=TU/Ydgcm5vv3%2BUA0eXSn1CEf7RxKAiWmuBBoF2an7x2Qezf6HDlkbwFauF/TLWHMXIu9TTDL7NGG41aDfDasi1gvtlDEymKOXKBQBRtnPC4VdG5jrSdYqiClkbTTsaNOyh9wutjZTIGca39gKP4RQrkJov59miEd8BG2%2BAGM2H5k2%2BwwS7zT0MniWEKkbUmi1z8n" alt="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" /></p>
<div>
<p>Die anderen Präsentationen fand ich auch gut, aber da war das Thema nich so  interesant, aber trotzdem gut vorgetragen.<span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"> Ich fand alle Präsenttionen überhaupt echt gut,lustig und gut gespielt.</span></p>
</div>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Eigentlich hab ich an den Präsentationen nichts  auszusetzten.</span></p>
<div>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Das wir Musikvideos drehen dürfen, find ich auch  echt gut.,obwohl ich am Anfang gar nicht mitgewirkt hätte, aber  dann war ich skaten und hab son filmteam <img style="position:static;float:none;margin:0;" title="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" src="https://freemailng0302.web.de/online/logic/download.htm?rv_attid=925230577&#38;si=XXX&#38;rv_crypt=TU/Ydgcm5vv3%2BUA0eXSn1CEf7RxKAiWmuBBoF2an7x2Qezf6HDlkbwFauF/TLWHMXIu9TTDL7NGG41aDfDasi1gvtlDEymKOXKBQBRtnPC4VdG5jrSdYqiClkbTTsaNOyh9wutjZTIGca39gKP4RQrkJov59miEd8BG2%2BAGM2H5k2%2BwwS7zT0MniWEKkbUmi1z8n" alt="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" /> getroffen und hab dann noch etwas ( wenn auch weng, aber  immerhin) mitgewirkt.</span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Grüße Lorenz</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exposition « L’Âme du Voyage » par Louis Vuitton joaillerie à l’Espace Atrium]]></title>
<link>http://frenchheraldrydesign.wordpress.com/2009/10/01/exposition-%c2%ab-l%e2%80%99ame-du-voyage-%c2%bb-par-louis-vuitton-a-l%e2%80%99espace-atrium/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:30:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>frenchheraldry</dc:creator>
<guid>http://frenchheraldrydesign.wordpress.com/2009/10/01/exposition-%c2%ab-l%e2%80%99ame-du-voyage-%c2%bb-par-louis-vuitton-a-l%e2%80%99espace-atrium/</guid>
<description><![CDATA[Louis Vuitton se lance dans la joaillerie avec une ligne appelée &#8220;l&#8217;Âme du voyage&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Louis Vuitton</strong> se lance dans la joaillerie avec une ligne appelée &#8220;l&#8217;Âme du voyage&#8221;.<br />
La collection comprend 6 sets, et les prix de certains de ces bijoux atteignent 2, 5 millions d&#8217;euros!<br />
Cette collection incarne l’héritage du voyage de la maison depuis <strong>1854</strong>.<br />
Elle comporte entre autre: 2 diamants dont les découpes ont été protégées grâce à des brevets, les pierres les plus précieuses, elles, comptent de 66 à 77 facettes&#8230;!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/S7k0o3F-rpo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/S7k0o3F-rpo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>La scénographie et la collection sont signés par le très talentueux joaillier, <strong>Lorenz Bäumer</strong> (ancien designer de la joaillerie pour Buccelati, la maison Chanel entre autres).<br />
Sa mission est de faire en sorte que la maison Louis Vuittton soit &#8220;reconnue, admirée et respectée en tant que joaillier&#8230;&#8221;</p>
<p><img src="http://luxe.psychologies.com/les_grands_visages_joa/images/2008/10/29/lorenz_baumer.jpg" alt="" /><br />
Le joaillier Laurenz Bäumer.</p>
<p>À partir du 15 octobre 2009,<br />
Espace Atrium, Maison des Champs-Élysées<br />
101, avenue des Champs-Élysées<br />
75008 Paris</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cctv * me]]></title>
<link>http://lorenzissoblogging.wordpress.com/2009/09/29/cctv/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 19:31:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lorenz</dc:creator>
<guid>http://lorenzissoblogging.wordpress.com/2009/09/29/cctv/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-large wp-image-81" title="here_i_am" src="http://lorenzissoblogging.wordpress.com/files/2009/09/here_i_am.jpg?w=1024" alt="here_i_am" width="458" height="302" /></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teoria do Caos - Efeito Borboleta]]></title>
<link>http://planetahorrorshow.wordpress.com/2009/09/23/teoria-do-caos-efeito-borboleta/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 17:16:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>planetahorrorshow</dc:creator>
<guid>http://planetahorrorshow.wordpress.com/2009/09/23/teoria-do-caos-efeito-borboleta/</guid>
<description><![CDATA[Lá pelos anos de 1955 os cientistas acreditavam que a temperatura de um local poderia ser prevista e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Lá pelos anos de 1955 os cientistas acreditavam que a temperatura de um local poderia ser prevista e  calculada como sendo uma constante O trabalho do meteorologista se limitava a determinar os valores das constantes  a, b, c &#8230; e os elementos climáticos que multiplicam as constantes.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-32" title="Eduard Norton Lorenz" src="http://planetahorrorshow.wordpress.com/files/2009/09/eduard-norton-lorenz.jpg" alt="Eduard Norton Lorenz" width="151" height="231" /><br />
Um cientista chamado Edward Norton Lorenz não estava muito satisfeito com os resultados, a observação de Lorenz foi que a linearidade perfeita fazia com que cada variável sempre assumisse os mesmos valores apresentados no ciclo anterior, concluindo que as equações deveriam apresentar soluções não periódicas.</p>
<p style="text-align:left;">Lorenz criou um modelo de previsão com o objetivo de reproduzir o movimento das correntes de ar na atmosfera, mas o baixo investimento nos equipamentos obrigava o cientista a arredondar as casas decimais, ou seja, não computava os valores exatos obtidos, Ainda assim era possível traçar gráficos das condições climáticas e da atmosfera.</p>
<p style="text-align:left;">No final da década de 50, Lorenz decidiu repetir alguns cálculos em seu modelo. Para isto parou sua simulação computacional, anotou uma linha de números que havia sido apresentada tempos antes e digitou-a, fazendo com que o programa rodasse novamente.</p>
<p style="text-align:left;">O cientista notou que primeiramente os números do impresso comportavam-se de forma semelhante à simulação anterior, dias após surgiam pequenas diferenças, depois diferenças cada vez maiores até que, semanas depois, as características climáticas eram totalmente diferentes das características da simulação anterior.</p>
<p style="text-align:left;">Por que isto ocorreu? A conclusão do cientista foi de que os números digitados não eram exatamente os mesmos; estavam arredondados! Esta pequena diferença, embora irrisória no início, foi de maneira tão incisiva se avolumando até que mudasse totalmente o resultado final. A isto denominamos caos.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-30" title="chaos" src="http://planetahorrorshow.wordpress.com/files/2009/09/chaos.jpg" alt="chaos" width="230" height="230" /></p>
<p style="text-align:left;">Lorenz não responde à pergunta mas argumenta que:</p>
<p style="text-align:left;">a) se um simples bater de asas de uma borboleta pode ocasionar um tornado, então todos os bateres anteriores e posteriores de suas asas, e ainda mais, as atividades de outras inúmeras criaturas também o poderão;</p>
<p style="text-align:left;">b) se um simples bater de asas de uma borboleta pode ocasionar um tornado que, de outra forma, não teria acontecido, igualmente pode evitar um tornado que poderia ser formado sem sua influência.</p>
<p style="text-align:left;">O que Lorenz queria dizer é que insignificantes fatores podem amplificar-se temporalmente de forma a mudar radicalmente um estado. Assim, a previsão do tempo a longo prazo continua a ser algo inalcançável, pelo fato de que nossas observações são deficientes e os arredondamentos que utilizamos, inevitáveis.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-full wp-image-31" title="efeito-borboleta-poster01" src="http://planetahorrorshow.wordpress.com/files/2009/09/efeito-borboleta-poster01.jpg" alt="efeito-borboleta-poster01" width="196" height="291" /><br />
<strong>A conclusão é de que o mundo não é linear e dificilmente a mesma coisa aconteça duas vezes, ou que sempre ocorram as mesmas coisas todos os dias. A vida e o mundo não são previsíveis e algo que nós façamos por minimo que seja, pode afetar outras pessoas ou o ambiente de outros lugares em que nós nem imaginamos e que esse fator não precisa afetar exatamente no momento do ato mas sim demorar horas, dias, meses, anos&#8230; como mostra o filme Efeito Borboleta e suas continuações.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ética y evolución]]></title>
<link>http://carlosparis.wordpress.com/2009/09/02/etica-y-evolucion/</link>
<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 11:08:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlosparis</dc:creator>
<guid>http://carlosparis.wordpress.com/2009/09/02/etica-y-evolucion/</guid>
<description><![CDATA[Ed. Público el 23 de Agosto de 2009 Carlos París Llega la triste noticia del fallecimiento del ilust]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ed. Público el 23 de Agosto de 2009 Carlos París Llega la triste noticia del fallecimiento del ilust]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intransik Beats une Team venue d'asie]]></title>
<link>http://gkoot.wordpress.com/2009/08/31/intransik-beats-une-team-venue-dasie/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 08:24:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>gkoot</dc:creator>
<guid>http://gkoot.wordpress.com/2009/08/31/intransik-beats-une-team-venue-dasie/</guid>
<description><![CDATA[Gkoot vous emmène en Chine pour découvrir un groupe de frenchies,  producteurs de musiques électroni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Gkoot vous emmène en Chine pour découvrir un groupe de frenchies,  producteurs de musiques électroniques regroupés dans la team « Intransik Beats » Vince Lorenz, un des membres nous présente et nous décrit cette aventure asiatique.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Présentez-nous la Team « Intransik Beats» composée de Vince et Steven Lorenz, Beatophrenic, Minimal Entropy et de Fakir, votre rencontre, les collaborations entre vous… ?</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Intransik Beats est un groupe de 5 producteurs de musique électronique, formé de Beatophrenic, Fakir, Minimal Entropy, Steve &#38; Vince Lorenz.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Tous les 5 ayant eu un minimum d’éducation musicale dès notre plus jeune âge, on  a commencé alors à se passionner de « fresh song » et étendre notre culture</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">musicale. Quelques années plus tard, s’étant tous rencontrés à Shanghai, après avoir expérimenté, travaillé sur nos sons chacun de notre côté, Beatophrenic lance l’idée du groupe de producteurs. Il nous contacte alors tous les 4 et acceptons de nous unir pour créer ce qui aujourd&#8217;hui est devenu « Intransik Beats », avec comme objectif de monter notre propre label. Nous travaillons sur la diffusion d’une chaine de Podcast mensuel, mixes exclusifs que vous pouvez retrouver sur : Myspace, SoundCloud, Youtube, Facebook, etc&#8230; et des tracks individuels que DJ Steve, Beatophrenic et moi même, mixons a l’occasion de nos nombreux événements.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Avez-vous déjà eu l’occasion de vous produire devant le public asiatique ?</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Nous avons effectivement pu nous produire à de multiples reprises dans une dizaine de clubs à Shanghai ou nous rencontrons un certain succès.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Le public chinois a bien réagit et l’événement crée par Steve Lorenz &#8220;I LOVE ELECTRO&#8221;, qui a été annoncée dans les magazines et principaux sites d’événements basés à Shanghai. Suite à cet événement nous avons eu la possibilité de vendre et diffuser notre premier CD promotionnel. (10 Tracks &#62; 2 par artistes)</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Si tu devais conseiller un club pour les lecteurs qui auraient envi de faire un petit voyage en Chine ?</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Mes TOPS club que je proposerai aux clubber désireux de découvrir l’ambiance des soirées de Shangaï sont : le Muse 2, le G Plus, The Shelter et le GVIP. Très bon Dj et une ambiance à découvrir.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Plusieurs titres vont bientôt sortir, à partir de quelle date pourrons-nous les écouter sur gkoot.com ?</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Dès le 1er septembre ils seront disponibles en écoute et téléchargement sur Gkoot !</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Peux-tu nous faire la primeur d’une petite exclu sur les prochains titres à venir : tendances, collaborations… ?</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Le mix que Beatophrenic à ajouté est un mix de 3 tracks, mixe, produit par la Team Intransik.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Sortie le 1er  septembre. Le genre de ces nouveaux tracks varie entre l’Electro-House à la Techno Minimal, en passant bien sur par la Progressive et Deep House.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">De nouvelles collaborations et Remix entre tous les artistes sont au programme. Notamment Minimal Entropy &#38; Vince Lorenz ont travaillé en duo ces derniers mois !</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Cette année, tous les membres du groupe créeront en solo car nous seront répartis entre l’Angleterre, la France, la Suisse et la Chine.</span></div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span style="font-family:Verdana;">Merci Vince d’avoir répondu à ces quelques questions. Rendez-vous sur www.gkoot.com &#60;http://www.gkoot.com&#62;  pour découvrir les nouveaux titres des Artistes de la team « Intransik Beats ».</span></div>
<p><span style="font-family:Verdana;"><img class="alignright size-medium wp-image-266" title="Intransik" src="http://gkoot.wordpress.com/files/2009/08/news-21.jpg?w=300" alt="Intransik" width="300" height="224" />Gkoot vous emmène en Chine pour découvrir un groupe de frenchies, producteurs de musiques électroniques regroupés dans la Team « Intransik Beats ». Vince Lorenz, un des membres, nous présente et nous décrit leur aventure asiatique.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong>Présente-nous la Team « Intransik Beats», votre rencontre, vos collaborations… ? </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Intransik Beats est un groupe de 5 producteurs de musique électronique formé de Beatophrenic, Fakir, Minimal Entropy, Steve &#38; Vince Lorenz. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Nous avons tous les 5 eu un minimum d’éducation musicale dès notre plus jeune âge. Nous avons commencé à nous passionner de « fresh song » et à étendre notre culture musicale. Quelques années plus tard, s’étant tous rencontrés à Shanghai après avoir expérimenté, travaillé sur nos sons chacun de notre côté, Beatophrenic lance l’idée du groupe de producteurs. Il nous contacte alors tous les 4 et acceptons de nous unir pour créer ce qui aujourd&#8217;hui est devenu « Intransik Beats », avec comme objectif de monter notre propre label. Nous travaillons sur la diffusion d’une chaine de Podcast mensuel, mixes exclusifs que vous pouvez retrouver sur : Myspace, SoundCloud, Youtube, Facebook, etc&#8230; et des tracks individuels que DJ Steve, Beatophrenic et moi même mixons a l’occasion de nos nombreux événements. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong> Avez-vous déjà eu l’occasion de vous produire devant le public asiatique ? </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Nous avons effectivement pu nous produire à de multiples reprises dans une dizaine de clubs à Shanghai ou nous rencontrons un certain succès. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Le public chinois a bien réagit et l’événement crée par Steve Lorenz &#8220;I LOVE ELECTRO&#8221;, qui a été annoncée dans les magazines et les principaux sites d’événements basés à Shanghai. Suite à cet événement, nous avons eu la possibilité de vendre et diffuser notre premier CD promotionnel (10 Tracks &#62; 2 par artistes).</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong>Si tu devais conseiller un club pour les lecteurs qui auraient envi de faire un petit voyage en Chine ? </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Mes TOPS club que je proposerais aux clubbers désireux de découvrir l’ambiance des soirées de Shangaï sont : le Muse 2, le G Plus, The Shelter et le GVIP. Très bon Djs et une folle ambiance à découvrir. </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong>Plusieurs titres vont bientôt sortir, à partir de quelle date pourrons-nous les écouter sur gkoot.com ? </strong></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Dès le 1er septembre ils seront disponibles en écoute et téléchargement sur Gkoot ! </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><strong>Peux-tu nous faire la primeur d’une petite exclu sur les prochains titres à venir : tendances, collaborations… ?</strong> </span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Vous pouvez dès à présent écouter un mix de 3 tracks exclus, mixé et produit par la Team Intransik : <a href="http://www.gkoot-electronic.com/gkoot_web/FR/index.htm?id=4451" target="_blank">ici</a></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Le genre de ces nouveaux tracks varie entre l’Electro-House à la Techno Minimal, en passant bien sûr par la Progressive et la Deep House.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">De nouvelles collaborations et Remix entre tous les artistes de la Team sont au programme. Notamment Minimal Entropy &#38; Vince Lorenz qui ont travaillé en duo ces derniers mois !</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;">Cette année, tous les membres du groupe créeront en solo car nous seront répartis entre l’Angleterre, la France, la Suisse et la Chine.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><br />
Merci Vince d’avoir répondu à ces quelques questions. Rendez-vous sur <a href="http://www.gkoot-electronic.com/gkoot_web/fr/fiche_da.awp?ID=237" target="_blank">www.gkoot.com</a> pour découvrir les nouveaux titres des Artistes de la team « Intransik Beats ».</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[93. Thursday, August 27, 2009. Thunderheist.]]></title>
<link>http://stoptimeproject.com/2009/08/27/93/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 07:09:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudette</dc:creator>
<guid>http://stoptimeproject.com/2009/08/27/93/</guid>
<description><![CDATA[QT. Lorenz. Shadow. Alamo Village. Arthur. Crawford. LAX. Dreams shattered. Stephanie. Too much talk]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dYxa8xi3Qqg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/dYxa8xi3Qqg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="font:normal normal normal 14px/normal Helvetica;text-align:center;margin:0;">
<p style="font:normal normal normal 14px/normal Helvetica;text-align:center;margin:0;">QT. Lorenz. Shadow. Alamo Village. Arthur. Crawford. LAX. Dreams shattered. Stephanie. Too much talking. Jerk It. Tired.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[☆mour]]></title>
<link>http://eliestoirecontinue.wordpress.com/2009/08/24/%e2%98%86mour/</link>
<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 12:29:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Providence</dc:creator>
<guid>http://eliestoirecontinue.wordpress.com/2009/08/24/%e2%98%86mour/</guid>
<description><![CDATA[Je vous propose de faire un voyage.. mais prenez garde c’est un voyage qui peut être dangereux pour ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Je vous propose de faire un voyage..<br />
mais prenez garde c’est un voyage qui peut être dangereux pour les plus faibles d’entre nous, puisque c’est un voyage qui nous poussera nécessairement à réfléchir sur nous même.</p>
<p>Mais..,<br />
rassurez vous nous ne sommes pas là pour faire revivre des craintes ou des douleurs<br />
mais bien au contraire<br />
pour penser des plaies, corriger un parcours, revitaliser un esprit qui se perd et s’essouffle parfois dans la complexité de la vie et pour ceux qui ne se sentent pas visés peu importe, rien de mieux que de se rappeler<br />
<strong>ce qui fait notre force, ce qui fera peut être votre force, ce qui fera je l’espère votre force. </strong></p>
<p>Alors comment un mot comme le conflit…un mot qui désigne une opposition à travers tous les aspects de la vie courante, un mot parfois couvert de sang et de haine peut cacher, regorger, d’effets socialisants, d’effets structurants, comment un conflit peut il contribuer à faire en nous l’unité de notre âme ?</p>
<p>Il y a en l’homme des pulsions d’hostilité, des mauvaises curiosités, des manifestations conflictuelles<br />
<em>« Il y a dans le malheur de nos amis quelque chose qui ne nous déplait pas »</em> nous dit Simmel.<br />
Ne vous est t‐il jamais arrivé d’agresser verbalement quelqu’un pour une chose futile sous prétexte que vous étiez vous même déjà énervé ?<br />
Et le pire dans tout ça c’est que cette colère a éclaté non pas sur une personne forte mais sur une personne plus faible que nous car il y avait possibilité à produire cette violence sur elle.</p>
<p>Pourquoi les gens quand ils s’énervent, jamais ils ne le font sur une personne costaud ?<br />
Mais il n’y a pas de hasard et Simmel nous dit que ce n’est pas parce que vous avez faim que vous vous jetez sur une pierre et là encore ce n’est pas parce que vous êtes énervé que vous vous énerver sur n’importe qui, nous irons même plus loin, ce n’est pas une pulsion c’est un acte réfléchi parce que vous l’orientez dans un sens et non pas dans l’autre.</p>
<p>Dans le processus dit de &#8220;négation&#8221;, les gens vont plutôt pour exister préférer rentrer même dans une discussion qui est simple et favorable par le non je ne suis pas d’accord, où parfois reprendre la même phrase dite auparavant en la reformulant, le premier instinct se représente par la négation de l’autre.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>En bref il y a une plus grande facilité à instaurer un climat de violence, j’entends par là de l’antipathie et de la méfiance que de la sympathie pour une personne. Cela est encore une tendance révélatrice de l’instinct. Et le préjugé négatif est souvent plus facilement entendu et crédible à notre oreille peu importe la source d’où il vient c’est à dire qui nous l’a dit qu’un préjugé positif où celui qui nous le dit doit disposer d’une certaine crédibilité.</strong><br />
Ne prenez pas ces exemples à la légère car de ceux‐ci découlent des situations parfois très graves. Et c’est de petites choses que découlent souvent les combats les plus meurtriers. Je cite Simmel « <em>Un historien anglais raconte qu’il n’y a pas longtemps, deux partis irlandais se sont furieusement battus à travers tout le pays : leur hostilité était née d’une dispute à propos de la couleur d’une vache.</em> » « <em>En Inde, il y a quelques décennies, de dangereuses révoltes éclatèrent à la suite de la rivalité de deux partis qui ignoraient tout de l’un et de l’autre, sinon qu’ils étaient le parti de la main droite et celui de la main gauche </em>». « <em>En Inde, les musulmans et les hindous vivent dans une hostilité latente et permanente qu’ils marquent ainsi : les musulmans boutonnent leur manteau à droite et les hindous à gauche, pendant les repas en commun les uns sont assis en cercle, les autres en rang, les musulmans pauvres utilisent comme assiette l’une des faces d’une certaine feuille et les hindous pauvres l’autre </em>».<br />
Il conclut en affirmant qu’il y a tant de fois aucun rapport proportionnel entre la cause et son effet qu’on se demande finalement si le prétexte du conflit en est la véritable cause ou si ce n’est le prolongement d’une hostilité déjà existante.<br />
Alors pourquoi ne pas penser qu’en nous existe aussi cette volonté de nuire, de combattre.</p>
<p>Simmel nous dit aussi que le conflit est plus fort entre des personnes ou des États proches qu’entre ceux n’ayant aucun lien. Il nous donne l’exemple de l’ancienne loi judaïque qui autorisait la bigamie, cependant celle‐ci interdisait le mariage avec deux sœurs, la jalousie étant très forte, il n’y avait qu’une possibilité… que l’une d’elle vienne à mourir.Il affirme donc quelque part que les forces antagonistes seraient bien plus fortes entre des personnes d’une même famille qu’entre des inconnus. Les relations de haine qu’entretiennent des États voisins seront énormément de fois plus supérieures qu’entre deux États à l’autre bout du monde. « <em>C’est parce qu’il y a que très peu de différences entre elles, de sorte que le plus petit antagonisme a une tout autre signification relative qu’entre des personnes moins intimes, qui sont préparées d’avance à toutes les différences possibles</em> ». Plus notre être global partage de choses avec un autre, plus nous aurons tendance à associer l’ensemble de notre être avec chacune des relations particulières que nous entretenons avec lui.</p>
<p style="text-align:left;">Je me permets ici de faire un lien avec les études de Konrad Lorenz titulaire du prix Nobel de médecine dans les années 1980 si mes souvenirs sont bons qui dans son livre « l’agression, une histoire naturelle du mal » fait l’expérience suivante lors d’un voyage aux Etats‐Unis.<br />
Dans un bassin de 2,5m de longueur il mit près de 2 tonnes d’eau, un espace amplement suffisant pour plusieurs territoires de poissons. Dans ce même bassin il mit plusieurs poissons, pour les plus grand et les plus agressif il n’en mit qu’un de la même race et pour les plus petits de deux à quatre de la même race. Après une période d’acclimatation, les poissons ont commencés à se battre. Pour un poisson qui avait deux frères dans un aquarium où il y avait 100 poissons les chances de rencontrer ses frères étaient de 2 sur 97&#8230;.<br />
&#8230;Pourtant&#8230;<br />
Konrad Lorenz en comptabilisant les morsures et les morts a trouvé que <strong>85 % des agressions étaient faites entre congénères</strong>. Encore plus intéressant pour par exemple le poisson solitaire qui était tout seul dans l’aquarium, il appartenait à une espèce inconnue de papillons de mer qui se classe à mi chemin entre le papillon blanc jaune et le papillon blanc noir. Et lui qui à votre avis agressait il ?<br />
Il distribuait figurez-vous ses agressions à parts égales entre les poissons papillons blancs jaunes et les poissons papillons blancs noirs, il n’a jamais agressé une troisième espèce. Je clos cette expérience en citant le bilan fait par Konrad Lorenz, « Les observations en laboratoire et les conclusions que l’on peut en tirer, montrent donc sans ambigüités cette règle<br />
également confirmée par mes études sous marines que les poissons sont beaucoup plus agressifs envers leurs propres congénères qu’envers n’importe quelle autre espèce de poisson »!.</p>
<p>Voyons maintenant comment le conflit amènerait l’homme à se définir lui même.</p>
<p>La pire des situations serait le cas où le conflit n’éclaterait pas, vous allez me demander que peut être positif dans un conflit qui éclate ?<br />
Et bien un conflit qui éclate définit automatiquement votre position, votre vision, votre personne, il unifie tous les éléments qui font de vous ce que vous êtes et vous différencie de l&#8217;autre.</p>
<p>Suivez mon cheminement, prenons l’exemple du couple dans la situation où cela se passerait mal (situation permettant le plus de tirer des leçons).</p>
<p>On va essayer ensemble de se le représenter par étapes successives :</p>
<p>ils se rencontrent, le temps passe, ils se plaisent, se mettent ensemble et prennent des habitudes en créant des interdépendances intellectuelles, physiques et s’insèrent dans un corps social plus large à travers une bande d’amis en couple où là aussi ils prennent aussi des habitudes.<br />
Puis l’un d’eux, la femme ou l’homme voir même les deux se rendent compte que les choses entre eux ne peuvent aller plus loin.<br />
Mais le problème c’est que cet être devient une personne dont on ne peut plus ou veut plus se séparer car l’on ne veut pas sacrifier les valeurs que représente cette unité au sein d’un groupe plus large, où pour d’autres faiblesses comme la dépendance sexuelle, la peur de se retrouver seul, et plus souvent la lâcheté.<br />
<strong>Et au lieu de reconnaître s’être trompé, d&#8217;assumer, au lieu de dire qu&#8217;il ou elle, ont fait un mauvais choix tout simplement, reconnaître un manque d’instinct, reconnaitre une erreur..<br />
Ils ne luttent pas<br />
et là où la rupture devait se faire, elle ne se fait pas… mais se fait bien à un endroit pas entre les personnes mais à l&#8217;intérieur d&#8217;eux, à l&#8217;intérieur de nous. </strong></p>
<p>Car notre esprit rentre en contradiction avec les principes que nous avions, l&#8217;image que l&#8217;on se fait de soi et le temps qui passe n’arrange pas les choses, les interdépendances durcissent, des projets sont mis en place, un ou plusieurs enfants font leur apparition et le sol sur lequel tout a été construit fait de plus en plus place à un sol où la haine domine et là il peut se produire un effondrement total de nous mêmes, un effritement de notre âme. <strong>Le conflit dans lequel on avait peur de rentrer devient un conflit inhérent à nous mêmes</strong>, ou parfois il se transforme et devient une haine démesurée sur l’autre personne contre laquelle on se déchire et on se dispute la garde des enfants, jusqu’à même le plus petit objet de la maison.<br />
Ne croyez pas que les problèmes que vous savez profond, avec le temps se dénoueront par eux mêmes, non vous faites une grande erreur chers camarades.</p>
<p>Mais à la fois ne voyez pas en mes mots une apologie de la rentrée en conflit ce serait pour vous nager à contre courant. Dans beaucoup de cas les gens se donnent complètement dans la relation et projettent toute leur sensibilité,<br />
ainsi aussi bien les querelles dénuées de sens prennent autant de place et instaure une confusion aussi grande que les vrais problèmes qui ne permettent plus de mettre une limite à la souffrance.</p>
<p><strong>La solution</strong></p>
<p><strong>se trouve être dans une évolution spirituelle qui vous permettrait à la fois d’aimer de tout votre cœur et de vous donner totalement à cet être si cher à vos yeux mais que cette fois cet abandon de l’âme aille de pair avec une indépendance psychique totale de sorte à ce que vous puissiez juger des querelles qui doivent rester des querelles et de celles qui doivent devenir un conflit voire une rupture.</strong></p>
<p><strong>Cette évolution ne peut se faire sans intelligence car c’est cette intelligence qui vous rapprocherait intellectuellement et spirituellement de Dieu qui lui vous donnera cette force sans égal pour accomplir ce que vous savez doit être accompli&#8230;depuis le début.</strong></p>
<p><strong>Ce voyage nous désigne, nous pointe du doigt, nous responsabilise mais nous donne, mais vous donne surtout la force pour changer certaines choses.</p>
<p></strong></p>
<p><strong>N’ayez pas peur de vous retrouver tout seul,<br />
ayez peur de vous perdre vous mêmes.<br />
</strong></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:right;"><strong>Elie KHOURY.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tony and Sharon Lorenz - Not Wicked, but Wicked Cool ]]></title>
<link>http://rundeautochat.com/2009/08/14/tony-and-sharon-lorenz-not-wicked-but-wicked-cool/</link>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 20:14:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Runde Auto Group</dc:creator>
<guid>http://rundeautochat.com/2009/08/14/tony-and-sharon-lorenz-not-wicked-but-wicked-cool/</guid>
<description><![CDATA[Tony and Sharon Lorenz from Galena came into our Suzuki store today to do a few things.   They enjoy]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-medium wp-image-3676" title="DSC00009" src="http://rundeautochat.wordpress.com/files/2009/08/dsc00009.jpg?w=300" alt="DSC00009" width="300" height="225" />Tony and Sharon Lorenz from Galena came into our Suzuki store today to do a few things.   They enjoyed the atmosphere and the way they were treated so much that they just had to share it with the world! (I did, in no way, shape, or form, pay Mr. or Ms. Lorenz to say any of what we&#8217;ll mentioned below&#8230; seriously&#8230;) Read on to see how the experience here at Runde&#8217;s was for these self-proclaimed &#8220;wicked people&#8221; from the East.</p>
<p><strong>What are you folks in for today?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">We came in to get the oil changed on our Suzuki SX4 and ended up buying a new Suzuki Grand Vitara. </span></p>
<p><strong>What will you be using the vehicle for?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">For traveling &#8230; we travel quite a bit.</span></p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-3677" title="Welcome%20to%20Pennsylvania" src="http://rundeautochat.wordpress.com/files/2009/08/welcome20to20pennsylvania.jpg?w=300" alt="Welcome%20to%20Pennsylvania" width="300" height="147" />Where do you guys like to travel?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">We&#8217;ve been to Branson, MO, Colorado, New Mexico, Oklahoma, Texas, Nebraska, Arkansas.</span></p>
<p><strong>If you could choose one place to go that you haven&#8217;t been to yet, where would you go?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Probably Pennsylvania.</span></p>
<p><strong>Your salesperson was Al Kloft today, what did you think of him?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">He&#8217;s a very nice man. Very straight and to the point, doesn’t push you around at all, no hassle. His wife was actually having trouble with the cat they have so I helped her out over the phone.</span></p>
<p><strong>You helped out Al&#8217;s wife?<img class="alignright size-full wp-image-3678" title="sick_cat" src="http://rundeautochat.wordpress.com/files/2009/08/sick_cat.jpg" alt="sick_cat" width="210" height="140" /></strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Yep, she was worried because their cat was sick so I told Al I could help her out because I&#8217;ve had experience with animals. It turns out that the cat was just having a reaction because they gave it rabies, distemper and leukemia shots all at the same time.</span></p>
<p><strong>Do you have family?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Yes, we have two sons.</span></p>
<p><strong>If you could rank Runde&#8217;s on a scale of 1-10, with 10 being the highest, what would you give it?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">A 10, we have had no problems here. </span></p>
<p><strong>How long have you two been together?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Twenty&#8230; some years? </span></p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-3679" title="LIMO-3b" src="http://rundeautochat.wordpress.com/files/2009/08/limo-3b.jpg?w=300" alt="LIMO-3b" width="300" height="189" />Do you remember your first date?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Oh yeah, ha-ha&#8230; He was driving a &#8216;82 Cadillac and he was having trouble getting it started so he decided to pick me up with a Limousine.</span></p>
<p><strong>Might as well show up in style, huh? Were you impressed by him coming to get you in a Limo?<br />
</strong><span style="color:#0000ff;">No, I wasn&#8217;t, I&#8217;m really not impressed by vehicles or anything like that. But the neighbors sure were!</span></p>
<p><strong>Are you guys from the area?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Originally we were from 45 miles West of Chicago in St. Charles. Now we live in Galena. We are those &#8220;wicked people&#8221; from Chicago that came here.</span></p>
<p><strong>If you&#8217;re wicked, then I&#8217;d love to live in a world filled with wicked people.</strong></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><span style="color:#000000;"><strong>What do you like to do around the area?</strong></span></span><br />
<span style="color:#0000ff;">We like to eat.</span></p>
<p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-3680" title="DoddFarmMay08" src="http://rundeautochat.wordpress.com/files/2009/08/doddfarmmay08.jpg?w=300" alt="DoddFarmMay08" width="300" height="225" />Me too, what is your favorite restaurant?</strong><br />
<span style="color:#0000ff;">Houlihans, they have great food and it&#8217;s close to the Casino.</span></p>
<p><strong>What is one invention you could not live without?<br />
</strong><span style="color:#0000ff;">The telephone. They can take away the computers, just leave us the telephones.</span></p>
<p><strong>What would you do if you won the lottery?<br />
</strong><span style="color:#0000ff;">Probably build up another farm and pay off our kids&#8217; debts.</span></p>
<p><strong>I’m all out of questions, thank you very much for your time. It was great getting to know the both of you, hope you enjoy your Grand Vitara!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frankfurt: I actually liked it ]]></title>
<link>http://genauslander.wordpress.com/2009/08/13/frankfurt-i-actually-liked-it/</link>
<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:40:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amber</dc:creator>
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<description><![CDATA[When Joe and I fly back to America, we go out of either Dusseldorf or Frankfurt am Main (not to be c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>When Joe and I fly back to America, we go out of either Dusseldorf or Frankfurt am Main (not to be confused with Frankfurt an der Oder, a much smaller city on the Polish boarder).  We&#8217;ve been to both airports, but had never seen either of the cities although they are less than an hour away by train.  Since we ended our trip with Amy and Renee at the south end of the Rhine, not too far from Frankfurt, and they were both heading there anyway to catch flights home, we decided to tag along and add another German city to our repertoire.</p>
<p>Saturday morning Renee caught the 8:30 train to the airport in Frankfurt, while Joe and Amy and I ended up on the 10:30 train all the way into Frankfurt proper (about 1 hr 45 min).  Amy needed to find a hotel for the night, so we parted ways, and Joe and I spent three hours wandering around the city.</p>
<div id="attachment_2339" class="wp-caption alignright" style="width: 284px"><img class="size-medium wp-image-2339" title="Frankfurt" src="http://genauslander.wordpress.com/files/2009/08/dsc053021.jpg?w=224" alt="This proto pretty well sums up Frankfurt: old and new together." width="274" height="366" /><p class="wp-caption-text">This photo pretty well sums up Frankfurt</p></div>
<p>Frankfurt is another one of those places that my country bombed nearly flat in WWII, but unlike Munich which opted to rebuild exactly as it had been (based in part on detailed photos of the buildings taken by the Nazis), Frankfurt went modern.  Munich is now a tourist Mecca, while Frankfurt is a hub of banking and finance, as well as the richest city in Europe.  It is the only place in Europe I&#8217;ve been that in some places and some vague ways resembles an American city.  Mostly it has to do with the big, shiny new glass skyscrapers that would fit right in to the New York or Chicago skyline and also the sense of space around them.  My German friend Markus went to Frankfurt for the first time too recently, and was disappointed that it only had five such towers, which he felt did not live up to the nickname of Manhattan on the Main.</p>
<div id="attachment_2337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 420px"><img class="size-medium wp-image-2337" title="Romerberg" src="http://genauslander.wordpress.com/files/2009/08/dsc053701.jpg?w=300" alt="Römerberg, Frankfurt's central square" width="410" height="306" /><p class="wp-caption-text">Römerberg, Frankfurt&#39;s central square</p></div>
<div id="attachment_2336" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-2336" title="mailbox" src="http://genauslander.wordpress.com/files/2009/08/dsc053291.jpg?w=210" alt="Postmodern mailbox" width="210" height="300" /><p class="wp-caption-text">Postmodern mailbox</p></div>
<p>I knew all this about Frankfurt, and so had almost no expectations for it, which is possibly why I found it so nice.  It does have some very modern buildings, but it also has plenty of charming old ones.  It&#8217;s chalk full of lovely churches, and Römerberg, the restored old central square with the court house and lots of big half-timbered buildings was bright and fun.  We walked through the remains of a Roman bath, which are just around the corner from a stretch of &#8220;post modern&#8221; townhouses squished onto medieval-sized lots (I want to live in the orange one with the star cutouts in the facade and the unicorn mer-pony statue).  One of the houses had the world&#8217;s greatest mailbox.</p>
<p>We saw the headquarters of the European Central Bank, home of the euro, and walked across the 150-year-old Eiserner Steg pedestrian bridge over the river with barges sliding by underneath.  The city has a great big beautiful old train station, and on the nice walk toward the town center we passed by the all-you-can-eat Vietnamese lunch buffet with difficulty in favor of an American-style bagel shop.  Walking back to the train station one block over, we felt like we&#8217;d stumbled into a completely different city, possibly Istanbul.  We didn&#8217;t have time to see the Goethe birth house or Opera building or the stock exchange or the zoo or any of the museums.  I would actually like to go back and spend some more time there.  Unfortunately, we had to leave at 3:15 in order to get back for Lorenz&#8217;s 60th birthday party at his house Saturday evening.  It was a nice evening with my colleagues, and the food was fantastic, but I really need to learn more German.  I&#8217;m tired of not being able to understand conversations going on around me.  Add it to the list of things to do once Joe leaves.  Nine days and counting.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mittagaszeit]]></title>
<link>http://aquiigoespott.wordpress.com/2009/08/06/mitagaszeit/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 14:14:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aquii</dc:creator>
<guid>http://aquiigoespott.wordpress.com/2009/08/06/mitagaszeit/</guid>
<description><![CDATA[Das ich ja nicht unbedingt zu den Kostverächtern zähle, ist ja bereits klar. Um so mehr freut es mic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://aquiigoespott.wordpress.com/files/2009/08/essen01.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57" title="essen01" src="http://aquiigoespott.wordpress.com/files/2009/08/essen01.jpg?w=150" alt="essen01" width="150" height="112" /></a>Das ich ja nicht unbedingt zu den Kostverächtern zähle, ist ja bereits klar. Um so mehr freut es mich, das es hier in nicht allzugrosser Entfernung ein Nettes Restaurant gibt, welches guten und abwechslungsreichen Mittagstisch anbietet. Wie bereits erwähnt handelt es sich um das Lorenz in der Rüttenscheider Strasse. Die Möglichkeit mich dort während der Mittagszeit anzutreffen ist sehr hoch. Dieser Lunch beinhaltet immer ein Hauptgericht, und eine Vorspeise oder ein Dessert. Das für günstige Euronen, genau 7,9.</p>
<p><a href="http://aquiigoespott.wordpress.com/files/2009/08/essen02.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-58" title="essen02" src="http://aquiigoespott.wordpress.com/files/2009/08/essen02.jpg?w=150" alt="essen02" width="150" height="112" /></a>Flexibel sind sie hier auch, denn bei meiner angeborenen Abneigung gegen Tomaten wurden die vor Tagen angebotenen Tomaten Mozzarella flugs gegen einen gemischten Salat ohne diese Dinger ausgetauscht. Vorbildlich! Und nebenbei ist zu erfahren, das ich morgen <a href="http://www.lorenz-essen.de/index.php?menu=1" target="_blank">Mittag</a> dann wohl Fischgrillteller und Schokomousse mit Fruchtsauce genießen werde.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La etología equina y otras disciplinas científicas que examinan el comportamiento. Lucy Rees]]></title>
<link>http://equilibregaia.wordpress.com/2009/07/21/la-etologia-equina-y-otras-disciplinas-cientificas-que-examinan-el-comportamiento-lucy-rees/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 16:05:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equilibre</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hay mucha confusión en el mundo ecuestre, y sobre todo en el mundo de la doma natural, sobre el sign]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hay mucha confusión en el mundo ecuestre, y sobre todo en el mundo de la doma natural, sobre el significado de ciertas palabras y acercamientos al estudio de las varias facetas del comportamiento. Por eso, espero aclarar algunas cositas….</p>
<p><strong>La palabra etología</strong> viene del griego: <em>ethos</em>, los principios y morales que regulan el comportamiento, <em>logos</em> razón, lógica, entonces ciencia o estudio.</p>
<p><em>El comportamiento animal</em> se dirige a conseguir la sobre vivencia del animal y la transmisión de su genética a la próxima generación. La selección natural asegura que el animal salvaje en su entorno natural se comporta con esta lógica. No quiere decir que está conciente de ella cuando actúa. A menudo es simplemente programado así, el efecto de su genética, que dictamina que actúa como sus progenitores. En un entorno antinatural o doméstico sigue su programación genética, comportándose de misma forma aunque puede tener resultados nefastas o fatales.</p>
<p>Entonces la etología estudia el animal salvaje en su entorno natural para entender la lógica de su conducta. Paradójicamente, estos estudios nos han llevado a entender el comportamiento a veces aparentemente poco lógico de los animales domésticos.</p>
<p><em>Como estudio académico</em>, la etología se arrancó en los 1950s con Niko Tinbergen y Konrad Lorenz, quienes estudiaron sobre todo los instintos, los comportamientos innatos o hereditarios seleccionados durante la evolución del animal para adaptarle a su nicho ecológico. A menudo son como conexiones cerebrales ya hechas, o respuestas provocadas por los cambios hormonales que acompañan las estaciones del año, la edad del animal, o las feromonas. Al percibir el estímulo adecuado, el animal reacciona de forma relativamente fija.</p>
<p>Las conexiones adquiridas por el aprendizaje, que son individuales y no hereditarias, se estudió en otra ciencia, la <em>psicología animal experimental</em>.</p>
<p><em>El instinto y el aprendizaje</em>.    Aunque Lorenz en particular destacó una distinción rígida entre estas dos formas de conexión entre estímulo y respuesta, hoy día vemos que los comportamientos innatos suelen necesitar los estímulos y experiencia dados por el entorno natural para desarrollarse correctamente. En particular, el comportamiento social normal depende de la creación del animal dentro de un entorno social de forma natural.</p>
<p>Además, el aprendizaje tiene una base hereditaria en que los animales aprenden ciertas reacciones con tanta facilidad que aparecen instintivas, y otras sólo con dificultad. Un ejemplo equino es el respeto para el espacio individual de otro. Todos los caballos criados en una manada natural lo aprenden de los demás, de forma que nos parece inevitable y normal. Sin embargo los criados aislados en cuadra a menudo carecen este respeto. Si les enseñamos de manera adecuada, lo aprenden tan rápido que parece que ya tienen un espacio mental diseñado para recibir esta aprendizaje. El paso español les cuesta mucho más.</p>
<p>Estamos familiarizados en el mundo equino con los conceptos de genotipo y fenotipo, sabiendo que un semental pequeño puede ser genéticamente pequeño o genéticamente grande pero mal alimentado durante su crecimiento. Sus hijos reciben su genética, no su experiencia nutricional. De misma forma, podemos tener un caballo con comportamiento anormal que transmite esta característica a sus hijos, o puede ser que no, que sus dificultades deriven de su mal manejo y creación. No lo tenemos tan claro en el asunto del comportamiento como en lo físico, cómo el componente genética interacciona con el entorno.</p>
<p><em>Tinbergen </em>analizó las causas del comportamiento de manera que se ha comprobado todavía válida. Primero, hay la selección natural: los animales que se comportan así sobreviven mejor que los que no. Según Aristóteles estas se llaman <em>causas finales.</em></p>
<p><em> </em>Lo que impulsa al animal a actuar en un momento dado normalmente no es una causa final sino una <em>causa próxima </em>o<em> motivación</em>. No bebemos porque estamos concientes del peligro de morirnos, sino porque tenemos sed.</p>
<p>Este impulso o motivación para actuar cambia según el estado fisiológico del animal, su edad etc. La etología estudia cómo, cuando y porque actúa, la búsqueda del estímulo adecuado (<em>comportamiento apetitivo</em>), la manera en que la alta motivación puede llevar un animal a aceptar un <em>estímulo inadecuado</em>, la manera de completar o <em>consumir</em> el comportamiento, la expresión de <em>frustración</em>…en fin, cómo las causas finales y próximas dirigen el comportamiento. Un animal puede encontrarse impulsado hacia dos acciones incompatibles a la vez, dando lugar al<em> conflicto</em>, expresado de forma típica del especie.</p>
<p><em>La motivación</em>. Los primeros intentos a formar una teoría completa de la motivación fueron prematuros: no había la base de datos fisiológicos y neuroanatómicos que tenemos ahora. Pues, estos intentos fracasaron, con grandes discusiones que tenían dos efectos.</p>
<p><strong>El conductivismo</strong>. Hartos de las discusiones, algunos, sobre todo el gran Skinner, decidieron ignorar las cuestiones de motivación u estados internos. “El cerebro es una caja negra que no se puede abrir” declararon, y se dedicaron a examinar cómo se forma una respuesta a un estímulo, los efectos del refuerzo y el castigo, la formación del hábito de responder, cuanto y como reforzar, etc. Entonces el conductivismo formó gran parte de la psicología animal experimental y la teoría del aprendizaje. La mayoría del trabajo fue en laboratorio y los investigadores ignoraron el comportamiento innato o lo del animal en su vida real.</p>
<p>Es precisamente esto tipo de simplificación que a veces clarifica una situación compleja, dejándonos ver como dos factores se influyen: en este caso, como conectar estímulo y respuesta efectivamente. Los resultados de Skinner han tenido gran influencia sobre el entrenamiento de las ratas, los perros, los delfines y muchos otros animales; han influido también nuestras ideas sobre la psicología humana. Sólo los domadores de caballos no han prestado mucha atención.</p>
<p>Sus hallazgos confirmaron por completo la inutilidad del castigo como manera de enseñar. El castigo está capaz de suprimir una respuesta durante una temporada aunque nunca de eliminarla por completo. No es capaz de enseñar la respuesta correcta. Es algo que los domadores y jinetes todavía tienen que asimilar. Otro fallo típico es la falta de apreciación del poder del refuerzo, sea positivo o negativo, y su aplicación correcto.</p>
<p><em>El segundo efecto</em> de las discusiones fue el análisis detallado de motivaciones  específicas – el hambre fue el primero &#8211; que nos ayudaron a aclarar las formas distintas de motivación sin ponerlas todas en la misma caja teórica.  Estos estudios mostraron el efecto de <em>retroalimentación negativa</em> que tiene la consumación sobre la motivación: el acto de beber apaga el sed. Nos aclararon las bases del <em>estrés del comportamiento</em>, concepto clave en la conducta de los animales domésticos, que se derive de la falta de los estímulos naturales que disparan los actos de consumación.</p>
<p>Por medio del conductivismo se puede enseñar a un animal actuar contra su propio motivación innata, pero no cambia la motivación. Un semental que ha aprendido a respetar el pastor eléctrica no la pasará incluso cuando hay una yegua con celo al otro lado, pero no cambia sus ganas….</p>
<p><em>El antropomorfismo</em>, la idea que los animales se comportan por los mismos motivos como nosotros, es nuestra manera instintiva pero erróneo de tratar con ellos. Nos lleva a ideas absurdos como atribuirles la conciencia de culpabilidad o la capacidad de mentir.  Desde Descartes el acercamiento científico ha sido lo de declarar que los animales son autómatas sin alma o sentimiento. Es otra simplificación que nos ha ayudado a examinar los mecanismos del comportamiento; a la vez ha llevado a mucho abuso en el laboratorio.</p>
<p>Hoy día la neurociencia nos demuestra que los mamíferos como el perro, el caballo y los primates sí tienen emociones igual de fuertes como las nuestras, aunque les falta la conciencia del “yo” que complica tanto nuestras emociones. Les falta también la capacidad de racionalizar sobre sus emociones, cosa que es difícil incluso para nosotros. Cada animal responde a sus estados emocionales según sus tácticas de sobrevivir en su entorno natural: es decir que sí, estas respuestas son bastante automáticas. No quiere decir que el animal experiencia el miedo, la alegría o la ausencia de su cría o compañero hermanado de forma distinta que nosotros: la crueldad hacia ellos es igual que la crueldad hacia los niños pequeños, que tampoco son capaces de racionalizar o contemplar sus experiencias.</p>
<p>El estudio de las emociones y como funcionan está todavía desarrollándose. Se base mucho en los paralelismos que se ve entre el cerebro humano y lo del animal, sobre todo en los centros emocionales, y los entre las reacciones fisiológicos. Aclara los limitaciones del conductivismo, que ignora el efecto del estado emocional sobre el aprendizaje, la motivación o el bienestar del animal.</p>
<p><strong>La ciencia cognitiva</strong>, en contraste, se desarrolló más tarde que la etología o el conductivismo, impulsado por las investigaciones sobre la inteligencia artificial. Considera los mecanismos del pensamiento mismo: cómo las sensaciones crudas se analizan para llegar a percepciones, cómo se forma conceptos, cómo se hacen decisiones utilizando estos conceptos.</p>
<p>Está claro que tenemos mucha más habilidad para formar conceptos que los animales. Esta parte de nuestro cerebro es enorme comparado con las suyas, mientras la parte que trata con las emociones es igual en el hombre y el caballo. No quiere decir que no están capaces de formar conceptos sencillos, pero otra vez tenemos que tener cuidado con la trampa del antropomorfismo, el pensar que un caballo entiende y piensa como nosotros. Sin embargo, notamos que un caballo de trabajo, por ejemplo uno de ganado, trata diariamente con unas situaciones tan variadas que está claro que <em>entiende</em> su trabajo, no sólo que responde mecánicamente a las ayudas. El caballo de doma vaquera de pista (o un perro pastor de competición) está bastante perdido con el ganado en el monte, mientras uno de vacas de verdad está actuando antes que le demos las ayudas – y es capaz de “desobedecer” a veces cuando percibe algo que nosotros no. Se da cuenta también que su doma es distinta. El caballo de trabajo tiene unas clases básicas, y le ponemos a trabajar para que aprenda el resto sobre la marcha, no gastamos tiempo repitiendo ejercicios en la pista. El caballo de polo o horseball es igual.</p>
<p>Es típico de los domadores western de estilo “natural”, que aprecian y utilizan la habilidad del caballo de formar conceptos: los tan importantes hermanos Dorrance y Ray Hunt fueron vaqueros, su forma de pensar estaba condicionada por la necesidad de usar el caballo diariamente en el trabajo. Los domadores de pista y de competición usan poco el aprendizaje de conceptos: de hecho, no les gusta nada que el caballo “piense por delante” de ellos. Puede ser porque estas domas salen más de lo militar donde, como dice nuestro poeta Tennyson, “ lo suyo no fue racionalizar el porqué, lo suyo fue hacer y morir.”</p>
<p><em>La etología y la doma natural</em> Hoy día la palabra <em>natural</em> se ha puesto algo de moda en el mundo ecuestre, un mundo donde la mala aplicación de palabras es bastante normal. Oímos, por ejemplo, en la doma clásica los elogios de la elegancia, la descontracción y la ligereza mientras vemos jinetes con sus caras contorsionadas por tensión tirando de las riendas.</p>
<p>Pues, ¿qué quiere decir “ doma natural”? De cierta forma es una contradicción puesto que no es natural domar un caballo para que lleve una persona en su dorso. Quizás es por esta contradicción inherente que han aparecido formas tan distintas llamadas <em>natural</em>, <em>etológica</em>, <em>racional</em> o <em>india</em>, acabando con la gente confusa.</p>
<p>Algunas usan las leyes naturales del aprendizaje definidos por el conductivismo, por medio del refuerzo negativo: la aplicación y cesión de las presiones corporales. Lo que confunde a la gente es que hoy día estos ejercicios están promocionados en el Internet por el término etología equina, con la cual tienen nada que ver. Los caballos no se manipulan unos a otros por medio de presiones corporales, y el conductivismo es la otra cara de la moneda de la etología.</p>
<p>La doma <em>racional</em> empieza por tumbar el caballo al suelo, inundándole con las hormonas de shock, que le rinden pasivo. Correctamente no reclama ser natural, aunque otras formas que se llaman naturales emplean la misma técnica. La doma <em>india argentina</em>se basa en la insensibilización radical, algo forzada, del caballo; tampoco se llama natural.</p>
<p>Otras emplean entendimientos más basados en la etología, es decir, buscando utilizar los instintos del caballo: lo del potro de buscar compañía y seguirlo. Desafortunadamente, estos entendimientos a menudo están contaminados por el antropomorfismo. La observación nos demuestra que el caballo no tiene gestos de sumisión, ni se acerca, hacia un animal con actitud dominante: esto le llevaría a la muerte pronta en su entorno natural. Es comportamiento chimpancé o humano, no equino.</p>
<p>La mía “doma natural” se basa en la etología equina, apoyada donde sea necesario por la teoría de aprendizaje y la neurociencia. Por eso, he pasado no sé cuántos cientos o miles de horas estudiando los caballos salvajes, viendo que en su sociedad faltan jefes y competiciones por el poder. La supervivencia es lo que les manda. Buscan la compañía y el apoyo de otros, con los cuales se sincronizan sus movimientos y sobre todo cuando se sienten inseguros. Cuando entramos en esta dinámica con ellos, están a gusto siguiendo los movimientos de nuestros cuerpos cuando les montamos.</p>
<p><strong>La importancia de la observación<em>. </em>Lo que marca nuestra vida moderna es falta de contacto con la naturaleza y falta de observación de ella. Nos lanzamos a la práctica con ideas que a menudo no corresponden a los hechos observables por nuestros propios ojos, complicándonos la vida bastante. La ciencia siempre empieza por la observación de datos. Cuando hay bastantes datos para ver pautas, se forma una hipótesis sobre lo que está pasando, que se prueba contra sus expectativas en situaciones experimentales o diferentes hasta ver si es verdad o no. Un poco más ciencia y menos creencia a ciegas ayudaría a nuestras relaciones con nuestros caballos.</strong></p>
<p>Incluso si no tenemos el tiempo de estudiar la etología en profundidad, todos tenemos el tiempo para intentar limpiar la cabeza del antropomorfismo y las ideas implantadas por otros, y usar nuestros ojos. Me sorprende, por ejemplo, que la idea mencionada arriba, que el caballo señala su sumisión frente a la dominancia por bajar su cabeza y acercarse, ha recibido tanta aceptación. No es difícil observar los caballos domésticos competiendo por la comida (cosa que nunca pasa en la naturaleza) y verificar que no pueden apagar la agresión por un gesto de sumisión: ellos se alejan, o sufren daño.</p>
<p>No me creas, por favor. Vete a ver, y no sólo una vez (que puede ser casualidad), ni dos (hay doble casualidades también), sino hasta cincuenta veces, haciendo una lista de lo que pasó cada vez.  Incluso si no llegas a contemplar el significado profundo de lo que has visto, habrás hecho el primer pequeño paso para estudiar la etología equina.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Lorenz' Wedding]]></title>
<link>http://bradcapote.wordpress.com/2009/07/12/the-lorenz-wedding/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 05:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brad Capote</dc:creator>
<guid>http://bradcapote.wordpress.com/2009/07/12/the-lorenz-wedding/</guid>
<description><![CDATA[This was an interesting shoot. I got a call the DAY BEFORE the wedding, from the [and my] pastor, as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">This was an interesting shoot. I got a call the DAY BEFORE the wedding, from the [and my] pastor, asking me if I could shoot this wedding for them, because (of course) they didn&#8217;t have a photographer. I agreed to it, but after finding out the wedding would be at high noon, at the beach, I got a little worried. SUPER late notice, and TERRIBLE photography conditions = DESTRUCTION.</p>
<p style="text-align:center;">It was a short wedding, and only a couple of people were there, so it wasn&#8217;t TOO bad.</p>
<p style="text-align:center;">Thankfully (and surprisngly) the photos turned out better than I had expected, but not as good as I had hoped (is that possible?).</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2570/3714780671_30d3889fc5.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2535/3714785697_b48929715a.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3447/3715597222_29e01f50b6.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2671/3714789149_0c594c4cd0.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2523/3715602208_f0cbda9ceb.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2636/3715953614_5ce3220e29.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">.</p>
<p style="text-align:center;">See more photos from this series, on my flickr: www.flickr.com/bradcapote</p>
<p style="text-align:center;">Follow me on Twitter: www.twitter.com/bcapote</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Birth Announcements and the Names that Follow]]></title>
<link>http://namingbynumbers.wordpress.com/2009/07/09/birth-announcements-and-the-names-that-follow/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 19:58:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mookie</dc:creator>
<guid>http://namingbynumbers.wordpress.com/2009/07/09/birth-announcements-and-the-names-that-follow/</guid>
<description><![CDATA[I figured that for my first real reporting post, I&#8217;d start out by researching new babies]]></description>
<content:encoded><![CDATA[I figured that for my first real reporting post, I&#8217;d start out by researching new babies]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The search of Switzerland in author form..]]></title>
<link>http://dreamingspiresdilettante.wordpress.com/2009/11/29/the-search-of-switzerland-in-author-form/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:37:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>dreamingspiresdilettante</dc:creator>
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<description><![CDATA[I just put Primo Levi&#8217;s &#8220;The Periodic Table&#8221; back on my shelf after suggesting a c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I just put Primo Levi&#8217;s &#8220;The Periodic Table&#8221; back on my shelf after suggesting a chemist friend of mine read it and spotted that it was sat next to Konrad Lorenz&#8217;s &#8220;King Soloman&#8217;s Ring&#8221;. Now these are both astoundingly good books and I wouldn&#8217;t think further of the matter other than the context of the authors themselves: Levi being a holocaust surviving chemist whilst Lorenz was a renowned ethologist who was part of the Nazi party.</p>
<p>This brought up a rather worrying thought: how much can academic work be separated from the people themselves? In this case I am under the impression that Lorenz had the two quite firmly separated, but who am I to say? If Mengele had been drawn paradigmatic conclusions from his barbaric experiments instead of simply honing the art of barbarism while learning little, might I have his book on my shelf and try to separate his work from his politics? I am wary to consider the appalling activities of Tuskegee but have heard people suggest that some sacrifice in the name of research to save lives is tenable. I don&#8217;t know my own stance on this. Thankfully my research should never require me to consider the inhuman calculus of human value.</p>
<p>This leads to the questions of whether I should be trying to find an author representing Switzerland (and beginning between Lev- and Lor-) to fit between the two and deliminate the author&#8217;s differences, or whether I should simply appreciate that the fascinating work and writing of both men can now be seen independently of the lives they led.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ps. Both are excellent books and I would suggest them as reading to anybody, regardless of scientific interest.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[twitter is sexy]]></title>
<link>http://lorenzissoblogging.wordpress.com/2009/11/26/twitter-is-sexy/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:41:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lorenz</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8216; Twitteren&#8217; is uitgeroepen tot woord van het jaar. Andere kanditaten waren kopvoddentax]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">&#8216; Twitteren&#8217; is uitgeroepen tot <strong>woord van het jaar</strong>. Andere kanditaten waren kopvoddentax, vaccinatieangst, koninginnedrama en vuvuzela, de Zuid-Afrikaanse toeter die erg populair is in de voetbalstadions.</p>
<p>Nochtans is Twitter in ons land lang niet zo populair als concurrenten Facebook en Netlog. Volgens Het Nieuwsblad hebben nog maar <strong>zestigduizend</strong> landgenoten al ooit een <em>tweet </em>op het wereldwijde web losgelaten.</p>
<p>Misschien kan de website <strong>Hottweeters</strong> het aantal leden een boost geven. Via die site ontdek je de meest sexy mensen op Twitter. Iedereen kan stemmen op zijn of haar favoriet.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.hottweeters.com/Lorenz89">http://www.hottweeters.com/Lorenz89</a></p>
<p style="text-align:center;"><em><a href="http://lorenzissoblogging.wordpress.com/files/2009/11/1140.jpg"><img class="size-full wp-image-125  aligncenter" title="hottweeters" src="http://lorenzissoblogging.wordpress.com/files/2009/11/1140.jpg" alt="" width="318" height="213" /></a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lorenz gibt eine neue und längere Fassung zum Besuch von Peter Schwarz ab]]></title>
<link>http://stgwndeutsch2009.wordpress.com/2009/11/25/lorenz-gibt-eine-neue-und-langer-fassung-zum-besuch-von-peter-schwarz-ab/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:05:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>stgwndeutsch2009</dc:creator>
<guid>http://stgwndeutsch2009.wordpress.com/2009/11/25/lorenz-gibt-eine-neue-und-langer-fassung-zum-besuch-von-peter-schwarz-ab/</guid>
<description><![CDATA[Heute morgen kam Herr Schwarz in die 7a Er kam rein und setzte sich auf den freien Stuhl vorne. Dann]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Heute morgen kam Herr Schwarz in die 7a</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Er kam rein und setzte sich auf den freien Stuhl  vorne.</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Dann fragte er, ob er zuerst erzählen sollte oder ob  wir fragen sollen oder ob wir ihm fragen stellen, keiner  antwortete.</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Also erzälte er :,,Hallo ich bin Herr  Schwarz und arbeite bei Zeitungs-Verlag-Waiblingen&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Dann fragte er uns noch:,,Also wann denkt ihr geh  ich morgens zur Arbeit?&#8221;</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Die Antworten waren sehr gestreut so zwischen  4-6. Dann schmunzelte er und meinte nur:,,Ein bisschen  früh also ich geh um neun zur Arbeit.&#8221;</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Dann trauten sich die ersten, wirklich zu  fragen :,,</span><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Wie befragt man geschockte Leute  z.B. Betroffene von dem Winnenden Anschlag ?&#8221; </span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Er sagte:,, Also ich bin nicht sofort auf alle  zugerannt und habe sie interviewt, sondern man macht es mit Feingefühl und sehr  vorsichtig.</span></div>
<div><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;">Dann kamen noch fragen über den Verlag und die  90 Minuten waren dann auch bald um und es war fast neun also kam er pünktlich  zur Arbeit <img title="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" src="https://freemailng0304.web.de/online/downloadAttachment.htm?si=0ihWE9vnvzCc3CpUpVL*016&#38;rv_mid=2002828842&#38;attachmentId=cid:945242178" alt="Smiley mit geöffnetem Mund Emoticon" /></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
