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	<title>loucura &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/loucura/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "loucura"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 21:48:22 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A paranoia da extrema-direita]]></title>
<link>http://desconstruindotucanos.wordpress.com/2009/11/30/a-paranoia-da-extrema-direita/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:58:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diego Calazans</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há alguns anos, namorei uma mulher maravilhosa que aos poucos foi corroída pela esquizofrenia até li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Há alguns anos, namorei uma mulher maravilhosa que aos poucos foi corroída pela esquizofrenia até literalmente esquecer de minha existência. O que caracterizava de modo mais perceptível a presença desse mal em sua mente era a série de delírios de perseguição e teorias conspiratórias que ela desfiava, para espanto dos que não a viam com meus olhos.</p>
<p>Minha ex-namorada era paranoica. Acreditava que estava sendo perseguida por alguém muito poderoso (a que jamais dava o nome, mas que parecia ser dono de metade do universo e ter poderes sobrenaturais). Afora isso, elaborava as hipóteses mais absurdas a partir de fatos dispersos de seu cotidiano. Eu a ouvia muitas vezes sem conseguir separar o que era real do que era delírio, em seus relatos.</p>
<p>Em alguns casos, porém, o que ela falava era tão absurdo que me desmontava, me desconstruía (não necessariamente no sentido de Derrida; como no título desse blog, &#8220;descontruir&#8221; nesse caso quer dizer tão somente &#8220;desmontar&#8221;). Era como se ela fosse capaz de deformar toda a maquinaria lógica da minha mente com uma única frase. E isso, embora me encantasse, me afastava dela.</p>
<p>Estamos vivendo uma situação semelhante em nosso país. Certos órgãos de imprensa, particularmente alguns colunistas que escrevem para esses órgãos, aderiram a discursos conspiratórios e fantasias políticas cada vez mais bizarras. Como na mente da pessoa a quem o senso de realidade está abandonando, as conexões entre os fragmentos de fatos vão se ligando num mosaico caleidoscópico que se sustenta tão só pela vontade, que seus mantenedores manifestam, de alimentar crenças tão fundamentadas quanto um castelo de cartas num banco de areia.</p>
<p>Há um conjunto de ilusionistas que são responsáveis por dar combustível à insânia do que se convencionou chamar de &#8220;extrema-direita&#8221;. Não é preciso nominá-los. Todos sabem quem são. Seus chefes os pagam para montar discursos que poriam em risco a credibilidade do periódico se fossem publicados como reportagens, uma vez que são ataques claros &#8211; e não dissimulados, como costumam ser os que vão no corpo do jornal &#8211; e sem quaisquer provas. São armas retóricas que dependem da crença de seus difusores para ganhar eficácia. São objetos de fé a incendiar a reputação dos que ousam mijar fora de sua bacia.</p>
<p>A paranoia dessa porção do espectro político sempre foi sua marca registrada. Espalhar lendas horripilantes sobre seus adversários, como dizer que &#8220;comem criancinhas&#8221; ou agora que &#8220;curram meninotes&#8221;, é uma arma com que os obscurantistas defensores da Tradição, da Família e da Propriedade tentam subjugar as mentes suscetíveis. Cultivadores do medo, querem paralisar o pensamento, porque este se opõe a eles. Tudo que desejam é poder dominar uma massa tornada raquítica, a pedir a benção dos poucos &#8220;mais fortes&#8221;.</p>
<p>O método não mudou: a extrema-direita sempre viveu da ignorância e do medo. A novidade é que, o que há alguns anos, ficava restrito a grupos sem voz, como a própria TFP, os seguidores do Mídia sem Máscara, os discursos vaiados do Bolsonaro e as viúvas da Ditadura com seu &#8220;Terror Nunca Mais&#8221; (Ternuma), começa a ganhar mais espaço e avança sobre grandes periódicos, publicando suas sandices com a aprovação de editores irresponsáveis e consumindo o resto de credibilidade dessas revistas e jornais. </p>
<p>A ficha falsa da Dilma é um exemplo de como algo que foi divulgado inicialmente pelo Ternuma e difundido em spams pelos extremistas acabou ganhando a primeira página de um jornal que até o início da década passada era um modelo a ser seguido por todos os jornalistas &#8211; ao menos era o que nos ensinavam na graduação.</p>
<p>Junte-se a isso o bafafá em torno do suposto sequestro que o grupo &#8220;terrorista&#8221; da ministra &#8220;podia ter cometido&#8221; nos idos da ditadura e pode-se ver que a aproximação entre os extremistas da direita e certos periódicos nacionais não é mais uma teoria conspiratória insensata &#8211; como alguns dirão. Trata-se de um fato: parte da imprensa namora com a extrema-direita. E o faz de modo tão ostensivo e diante dos olhares de tantos, que devia ir presa por atentado ao pudor.</p>
<p>O fruto mais recente desse nheco-nheco ideológico é a publicação e a repercussão do texto de César Benjamin em que ele acusa o presidente Lula de ter tentado currar um jovem enquanto esteve preso. Sem apresentar qualquer prova, houve quem imediatamente concordasse com &#8220;Cesinha&#8221; e afirmasse que Lula era sim um estuprador. Montaram o delírio, deram corda e agora um sem-número de lunáticos repetem à exaustão a fantasia anti-Lula por que tanto ansiavam com a boca espumando.</p>
<p>Não bastasse isso, já há um upgrade dessa farsa. Na sexta-feira, ouvi de um direitista nada moderado que o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, fazia parte do MEP, o movimento do suposto menino estuprado, e que sua morte ainda não havia sido esclarecida. Pronto! O mosaico de fragmentos de fatos está montado. Para os esquizofrênicos da política, Celso Daniel seria o menino do MEP que teria sido estuprado por Lula e foi morto pelo PT para que a verdade não viesse à tona. Ufa! É difícil acompanhar tal raciocínio. Tortuosos são os caminhos da loucura.</p>
<p>É preciso estar atento para os spams divulgando essa versão, que com certeza não saiu da cabeça da pessoa com quem conversei, mas de algum dos fazedores de delírios que infestam as redações dos jornais. Se há quem caia ainda hoje na história da aprovação do &#8220;fim do 13º&#8221;, como não se preocupar com o estrago de tão elaborado e convidativo absurdo nas mentes suscetíveis que ainda não sucumbiram à insânia?</p>
<p>Nos EUA, a paranoia da extrema-direita está pouco a pouco retomando o poder no país e conduzindo o governo em direção a uma nova era Bush. No Brasil, não são poucos os delirantes que gostariam que déssemos uma guinada de volta aos &#8220;bons tempos&#8221; da era de chumbo. Os profetas do caos voltaram a ter voz. Convém calá-los com a melhor arma que nos foi confiada: a verdade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cena de Um Filme Particular]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/30/cena-de-um-filme-particular-12/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 07:37:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/30/cena-de-um-filme-particular-12/</guid>
<description><![CDATA[Cena 7.543 = Perdida em Sua Alma &#8220;Save me now From the depth of my infatuation I could drown I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Cena 7.543 = Perdida em Sua Alma</span></h1>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">&#8220;Save me now<br />
From the depth of my infatuation<br />
I could drown<br />
In the sea of love and isolation<br />
I&#8217;ll take you down<br />
If you just save me now&#8221;</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Save Me Now</em> &#8211; Andru Donalds</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><a rel="attachment wp-att-3203" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/30/cena-de-um-filme-particular-12/about_loneliness_by_saligia1/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3203" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/about_loneliness_by_saligia1.jpg" alt="" width="300" height="417" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Estava tão perdida em sua alma que já não conseguia voltar. Estava no fundo de seu ser – lá no escuro inexplorado por qualquer ser humano em sã consciência. Não sabia como havia chegado lá, apenas habitava aquele espaço pequeno e solitário há algum determinado tempo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Cotidianamente vestia uma máscara social e, para isso, normalmente fingia que estava tudo bem. Estampava um falso sorriso em seu rosto, agradava aos mais próximos, dava conselhos para os problemas alheios e sempre usava frases falsamente otimistas. Parecia forte, guerreira e determinada, mas isso tudo não passava de uma mera mentira.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não dormia direito, tinha pesadelos aterrorizantes e totalmente reais. Acordava já com vontade de gritar, mas não conseguia. Sua voz estava sempre presa no fundo de suas entranhas. Sentia uma forte dor pelo corpo, sabia que sua alma se despedaçava lentamente e simplesmente não conseguia fazer nada para se sentir bem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Descontava todas as suas frustrações e medos na comida – comia mais do que nunca, sempre estava com fome e engordava mais do que nunca. Sombriamente parecia saudável e, por isso mesmo, constantemente ouvia longos discursos de como estava acabando com seu corpo e com sua saúde.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não conseguia contar os seus segredos – havia criado raízes tão internas que simples palavras não podiam expressar o que sentia. Às vezes, vomitava uma declaração aqui e outra ali, mas nada demais ou tão sério. Tentava falar algumas verdades usando ironias e brincadeiras e sempre enganava seus interlocutores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na verdade, pedia ajuda, mas ninguém conseguia ouvi-la. Estava fundo demais!</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>“A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão”</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Machado de Assis</em></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sobre um objetivo abandonado]]></title>
<link>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/29/sobre-um-objetivo-abandonad/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:03:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>kiralternativo</dc:creator>
<guid>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/29/sobre-um-objetivo-abandonad/</guid>
<description><![CDATA[Bem, esse post vai ser rápido. Sabe aquele objetivo que você tanto almeja? Aquele que você considera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bem, esse post vai ser rápido.</p>
<p>Sabe aquele objetivo que você tanto almeja? Aquele que você considera o mais importante? O que você mais quer que se realize?</p>
<p>Pois é, desisto dele.</p>
<p>Desisto de tentar forçar uma coisa que não vai dar em nada. Claro que não por minha causa, se fosse por mim, já teria acontecido desde o primeiro dia que tive isso em mente.</p>
<p>Mas não, não quero mais. Não quero correr o perigo de me envolver demais nesse objetivo e acabar tornando-o uma obsessão. Não quero me machucar por uma porcaria de obstinação. Que se dane, arranjo outros objetivos e passatempos por aí.</p>
<p>Esperem, antes que pensem que esse objetivo era só um passatempo, não, não era, era mais pra um hobby, daqueles que você quer ter pra sempre, se dedicar ao máximo, com toda a fidelidade possível.</p>
<p>Penso nisso da mesma forma que a minha avó cuida com todo o carinho e amor. Ia ser cem por cento dedicado a isso, até que a platinha morresse, e mesmo que ela secasse ia fazer de tudo para que ela foltasse a florescer.</p>
<p>Mas, no meu caso, seria como se eu estivesse tentando cuidar de uma planta mutante que por mais que recebesse cuidados, não queria dar bons frutos.</p>
<p>Então, repito. Eu desisto.</p>
<p>E olha que não sou mais daqueles conformistas. Não é mais do meu feitio largar as coisas assim, mas dessa vez acho que vai ser melhor mesmo.</p>
<p>Vou colecionar selos que eu ganho mais.</p>
<p>Epor falar nisso, alguém tem algum especial pra eu começar minha coleção?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recarregando as Baterias!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 08:32:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/</guid>
<description><![CDATA[“And if a double-decker bus Crashes into us To die by your side Such a heavenly way to die And if a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">“And if a double-decker bus<br />
Crashes into us<br />
To die by your side<br />
Such a heavenly way to die<br />
And if a ten-ton truck<br />
Kills the both of us<br />
To die by your side<br />
Well, the pleasure and the privilege is mine”</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>There Is A Light That Never Goes Out</em></strong><strong> &#8211; The Smiths</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3192" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/29/recarregando-as-baterias/pooh_pigley_eeyore/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3192" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/pooh_pigley_eeyore.jpg" alt="" width="463" height="334" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Confesso que o mês de Novembro não tem sido muito fácil. Ao certo não sei explicar o porquê disso, é apenas algo que sinto. E, nesta última semana, este sentimento foi intensificado: eu me senti muito cansada, esgotada e um pouco triste. Parece que o estresse do ano todo se focou nesta última semana e eu senti o peso de cada decisão, encarei cada final e, de alguma forma, percebi os caminhos errôneos que escolhi em algum determinado do meu passado. Relativamente, tenso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por isso que, encerrar a semana com classe, foi fundamental. E para isso eu não poderia ter sido mais feliz: companhia maravilhosa e querida, cinema e muito chopp para acompanhar risadas, conversas, confissões e amizade desenvolvida nas pequenas ações. Ao lado da Van e da Mari, fui ver <strong><em>500 Dias com Ela</em></strong>, filme o qual amei e escreverei sobre ele em outra oportunidade, e extravasei todo o sentimento ruim que estava dentro de mim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Foi tão bom! Tão simples! E tão perfeito! Ri, chorei, pensei na vida e, principalmente, percebi que não estou sozinha. Porque, afinal de tudo, é sempre bom saber que existem pessoas que entendem suas loucuras, oferecem carinho mesmo quando você não pede e conseguem olhar para além da máscara social.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Com certeza isso é muito valioso!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Garota DETONA XBOX 360º do Namorado]]></title>
<link>http://noliquidificador.wordpress.com/2009/11/29/garota-detona-xbox-360%c2%ba-do-namorado/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 03:02:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>And.Rey.</dc:creator>
<guid>http://noliquidificador.wordpress.com/2009/11/29/garota-detona-xbox-360%c2%ba-do-namorado/</guid>
<description><![CDATA[Aina não creio que DETONAR o XBOX 360º do namorado seja uma boa maneira de&#8230; SOLTAR SUA RAIVA e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aina não creio que DETONAR o XBOX 360º do namorado seja uma boa maneira de&#8230; SOLTAR SUA RAIVA e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula diz que artigo de César Benjamin é loucura]]></title>
<link>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/11/27/lula-diz-que-artigo-de-cesar-benjamin-e-loucura/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:37:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Helena Tavares</dc:creator>
<guid>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/11/27/lula-diz-que-artigo-de-cesar-benjamin-e-loucura/</guid>
<description><![CDATA[Citado no artigo, Paulo de Tarso negou a veracidade do relato: &#8220;Não dá pra entender o que deu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Citado no artigo, Paulo de Tarso negou a veracidade do relato: &#8220;Não dá pra entender o que deu ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As quatro loucuras da sociedade]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/26/quatro-loucuras-da-sociedade/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:15:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/26/quatro-loucuras-da-sociedade/</guid>
<description><![CDATA[Certa vez, ao ser entrevistado, Roberto Shinyashiki foi perguntado se muitas pessoas buscam sonhos q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2308" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/26/quatro-loucuras-da-sociedade/marionete/"><img class="alignleft size-full wp-image-2308" title="Marionete" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/marionete.jpg" alt="" width="150" height="196" /></a>Certa vez, ao ser entrevistado, Roberto Shinyashiki foi perguntado se muitas pessoas buscam sonhos que não são seus. Ele respondeu que, normalmente, a sociedade quer definir o que é certo. E é aí que ela comete quatro loucuras:</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;A primeira loucura é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda loucura é: você tem de estar feliz todos os dias.</p>
<p style="text-align:justify;">A terceira é: você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, a quarta loucura: você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.</p>
<p style="text-align:justify;">Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando eu era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:</p>
<p style="text-align:justify;">- ‘Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz’.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.</p>
<p style="text-align:justify;">By Roberto Shinyashiki, em entrevista a Camilo Vannuchi, da Revista IstoÉ.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Discesa (2)]]></title>
<link>http://magliarosa.wordpress.com/2009/11/26/discesa-2/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:23:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zaka</dc:creator>
<guid>http://magliarosa.wordpress.com/2009/11/26/discesa-2/</guid>
<description><![CDATA[Tecniche di discesa.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Tecniche di discesa.</em></p>
<p><a href="http://magliarosa.wordpress.com/files/2009/11/discesa2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-11915" title="discesa2" src="http://magliarosa.wordpress.com/files/2009/11/discesa2.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda Sobre o Tempo!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:40:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/</guid>
<description><![CDATA[O Tempo A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>O Tempo</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.<br />
Quando se vê, já são seis horas!<br />
Quando de vê, já é sexta-feira!<br />
Quando se vê, já é natal&#8230;<br />
Quando se vê, já terminou o ano&#8230;<br />
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.<br />
Quando se vê passaram 50 anos!<br />
Agora é tarde demais para ser reprovado&#8230;<br />
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.<br />
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas&#8230;<br />
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo&#8230;<br />
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.<br />
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.<br />
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Mário Quintana</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3169" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/clock/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3169" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/clock.jpg" alt="" width="417" height="522" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Hora após hora vejo os sonhos se despedaçarem diante da realidade. A noite mal-dormida se torna motivo para tristeza, mal-humor e uma certa dose de baixa auto-estima. O relógio não pára – pelo contrário anda cada vez mais rápido. Oportunidades são deixadas para trás e escolhas são feitas. Sorrisos viram lágrima e a dor no fundo da alma é escondida num sono fora de propósito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A amizade vira um simples som no fundo do telefone e o e-mail tão esperado é direto – sem floreios, frio e sem mágica alguma. O sorvete no final da tarde não chega a ser degustado (o paladar quase nem existe mais) e a água parece ser a solução para resfrescar o dia realmente quente. A nota nove é anunciada sem o menor suspense e um ciclo de cinco anos, muito carinho e algum aprendizado finalmente se encerra.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tudo isso em menos de 24 horas&#8230;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paranoia.]]></title>
<link>http://lucyintheskywithoutdiamonds.wordpress.com/2009/11/26/paranoia/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 00:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Little Lucy.</dc:creator>
<guid>http://lucyintheskywithoutdiamonds.wordpress.com/2009/11/26/paranoia/</guid>
<description><![CDATA[Neste exato momento, eu percebo que estou sonhando, porque meus membros estão leves como uma pluma, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste" style="text-align:left;">Neste exato momento, eu percebo que estou sonhando, porque meus membros estão leves como uma pluma, e eu sinto como se meu corpo estivesse flutuando, ou sendo movido por uma linha imaginária e invisível. Há uma sensação imensa de paz crescendo de mim, e eu não consigo parar de sorrir&#8230;</div>
<div style="text-align:left;">Mas, de repente, tudo fica preto e meu sorriso se esvai. Eu vejo que algumas transparências começam a girar ao redor de alguma coisa que se parece com uma caixa, ou melhor&#8230; uma prisão. Há alguém dentro dela, segurando as colunas prateadas que a cercam, e esse alguém parece estar gritando alguma coisa que eu não posso ouvir, o que está começando a me deixar com desespero — além do mais porque aquelas almas, vulgo transparências, riem e se debatem contra o corpo dele, fazendo-o gritar mais e mais. Fazendo-o implorar pra que parem. Fazendo-o arranhar os braços em desespero. Fazendo-o morrer.</div>
<div style="text-align:left;">É quando eu, em momento de uma rápida lucidez, percebo que há algo em meu bolso esquerdo. Pego o objeto, forçando os olhos para que eu descubra o que ele é.</div>
<div style="text-align:left;">Prata, pequena, leve. <em>Uma chave.</em></div>
<div style="text-align:left;">Eu deveria ter percebido antes.</div>
<div style="text-align:left;">Corro até o garoto, e sinto meu corpo todo estremecer. Debruço-me para perto dele, ficando de joelhos e tentando, com o pouco de eficácia que me resta, abrir o cubículo em que ele se encontra. Oportunamente, eu consigo, e isso me deixa feliz. Eu estendo a mão para o garoto e ele a segura, embora esteja tão atordoado que não consegue sorrir de volta para mim, e eu não o culpo por isso. Ele se levanta, e eu me levanto também.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:left;">Ironicamente, isso me desespera mais do que antes, porque agora eu noto o meu propósito real de estar ali.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:left;"><em>Salvá-lo.</em></div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sobre o amor]]></title>
<link>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/24/sobre-o-amor/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:50:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>kiralternativo</dc:creator>
<guid>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/24/sobre-o-amor/</guid>
<description><![CDATA[Pra começar, eu falando sobre o amor é a mesma coisa que mandar o Padre Quevedo falar de fantasmas, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pra começar, eu falando sobre o amor é a mesma coisa que mandar o Padre Quevedo falar de fantasmas, ou seja, coisa que <em>non ecziste</em>. Sinceramente acho mais provável eu voltar a acreditar em Deus (taí outro assunto pra posts futuros) do que voltar a acreditar no amor. Porque né, eu só me fodo nessa merda.</p>
<p>Acho que desde pequeno, com as paixonites de ensino fundamental, coisa boba, de colocar cartinha na mochila da menina, comprar o lanche pra ela, eu sempre me dei mal. Elas sempre descobriam que era eu que escrevia as cartas e comiam o lanche e iam embora.</p>
<p>E passando pro ginásio, tomei mil tocos porque sempre gostava das garotas mais velhas.</p>
<p>E já no ensino médio, a primeira garota que eu fiquei sério foi a única pessoa que eu acho que já gostou de mim de verdade e eu desperdicei isso. A partir daí foi só casca grossa, sempre gostando de quem não devia, de quem não gostava de mim, de quem me fazia sofrer, de quem não prestava, e tudo isso junto.</p>
<p>Já cheguei ao ponto de correr atrás de quem jogava na minha cara que tava comigo só pra não se sentir mal em me ver sofrer. Legal né?</p>
<p>Recentemente eu deixei realmente de acreditar que podia amar alguém. Porque as duas pessoas que eu realmente amei eram filhas-da-puta e eu desacreditei dessa parada escrota que é o amor.</p>
<p>E atualmente eu realmente tive a certeza de que eu não posso gostar mesmo das pessoas, só dá canalhice. Eu sempre gosto das piores possíveis. E tenho dito.</p>
<p>Mas se você parar pra pensar é uma coisa realmente ruim, porque né, você sabe que a pessoa é feia, sem dente, com bafo, fedorenta, chata, irritante e mil outros defeitos, mas mesmo assim quer estar ao lado dela por tudo. É das piores sensações.</p>
<p>No meu caso também acho que talvez eu possa não ter amado de verdade, uma eu tenho certeza que eu amei, a outra não exatamente, mais provável que sim, mas no fim das contas eu acho que só quero me sentir preciso, saber que alguém necessita de mim, que alguém pensa em mim, só pra sanar a fobia que eu tenho de estar sozinho (outro assunto pra lista).</p>
<p>As vezes eu até tenho vontade de me apaixonar outra vez, amar alguém, namorar e ter com quem ficar junto. Acho tão bonitinho nos outros, mas sei lá, comigo nunca dá certo. Mas não custa ir tentando de vez em quando né. Vai que um dia a Rapunzel joga a trança, ou não.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quero vencer o inferno! ]]></title>
<link>http://porcodalua.wordpress.com/2009/11/24/quero-vencer-o-inferno/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:43:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>porcodalua</dc:creator>
<guid>http://porcodalua.wordpress.com/2009/11/24/quero-vencer-o-inferno/</guid>
<description><![CDATA[ops povo que me ama e me odeia. deste outubro minha vida mudou. em momentos pra ruim e outros nem ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ops povo que me ama e me odeia.</p>
<p>deste outubro minha vida mudou.<br />
em momentos pra ruim e outros nem tanto.<br />
listando dá quase uma pauta:</p>
<p>sair do trabalho fixo<br />
virar freelancer<br />
fazer 3.0<br />
ser pedida em noivado<br />
tomar 2 banhos de mar no mesmo fim de semana<br />
ir ao médico<br />
trabalhar com política<br />
fazer 3000 orçamentos<br />
comprar uma calcinha de bolinha<br />
ir pra blumenau ver os meus amores<br />
chorar quase todos os dias<br />
comer pouco chocolate<br />
querer meu cabelo vermelho novamente<br />
unhas quebradas<br />
vestido de oncinha<br />
dores de cabeça diminuiram<br />
comer &#8220;hommops&#8221;, sabe deus como escreve isso&#8230; mas é aquela sardinha com cebola no vinagre<br />
conhecer são bento do sul&#8230; e ainda ir mais 2 vezes em menos de 4 dias<br />
comer chips de banana<br />
conhecer pessoas mais malucas das que de costume</p>
<p>e sei lá mais o que&#8230;</p>
<p>o que me magoa é a falta de compreensão nos dias de TPM, não queria isso pra ninguém, só queria calma e paz.<br />
paz.<br />
paz.<br />
paz.<br />
patricia.<br />
amada.<br />
zum.</p>
<p>pirei.<br />
parabéns pra tássia que tirou 10 na mono, mais um baileco de formatura.<br />
parabéns pra o nino.<br />
parabéns pra vó&#8230; e eu nem liguei pra ela.</p>
<p>e parabéns pra mim&#8230; que tô sobrevivendo.<br />
beijo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saltando edifícios! Incrível a coragem!]]></title>
<link>http://dilbertorosa.wordpress.com/2009/11/24/saltando-edificios-incrivel-a-coragem/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:42:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>dilbertorosa</dc:creator>
<guid>http://dilbertorosa.wordpress.com/2009/11/24/saltando-edificios-incrivel-a-coragem/</guid>
<description><![CDATA[Sinceramente, esse cara é muito corajoso!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sinceramente, esse cara é muito corajoso!<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/2xz3NRrmFNU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/2xz3NRrmFNU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Loucura à Vastidão III]]></title>
<link>http://ishtarninus.wordpress.com/2009/11/24/da-loucura-a-vastidao-iii/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:43:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ishtar Ninus</dc:creator>
<guid>http://ishtarninus.wordpress.com/2009/11/24/da-loucura-a-vastidao-iii/</guid>
<description><![CDATA[Todas as roupas entregues eram marcadas com um número; estes números nos acompanhariam enquanto esti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todas as roupas entregues eram marcadas com um número; estes números nos acompanhariam enquanto <span id="SPELLING_ERROR_0" class="blsp-spelling-error">estivéssemos</span> lá (estes números ainda me acompanham em algumas peças de roupas e sapatos que eu gosto muito). Enfim, a numeração facilitava a lavagem de roupas e evitava confusões, mas confesso que eu me sentia marcada como gado, pois muitas vezes pensamos que nossas coisas fazem parte de nós.</p>
<div>Quando na ala geral ocorrera a primeira visita, fomos acordadas mais cedo e impulsionadas para o banho, pois os familiares deveriam nos ver bem; nestes dias, principalmente, vinham estagiárias de enfermagem para nos <span id="SPELLING_ERROR_1" class="blsp-spelling-error">maquiarem</span>.</div>
<div>Chegara o horário das visitas e eu, toda pronta, banho tomado, <span id="SPELLING_ERROR_2" class="blsp-spelling-corrected">vestida</span>, <span id="SPELLING_ERROR_3" class="blsp-spelling-error">maquiada</span>, esperei minha família, alguém&#8230; passaram-se 10, 15 minutos e nada&#8230; Entrei em desespero, pois senti-me completamente abandonada e passei a procurar papel e caneta para escrever bilhetes com o número de telefone do Fernando (único número que eu lembrava) para que ele fosse me buscar para ir embora. Lembro-me que consegui que 2 famílias aceitassem os bilhetes, e posteriormente descobri que uma <span id="SPELLING_ERROR_4" class="blsp-spelling-error">efetivamente</span> ligou, mas o Fernando denunciou a ligação, e na reunião de familiares houve represália da entidade.</div>
<div>Quanta frustração um ser pode aguentar diariamente<span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;font-style:italic;">?</span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Lembro-me que a primeira vez que conversei com a assistente social, depois de uma longa espera, pedi que ela entrasse em <span id="SPELLING_ERROR_5" class="blsp-spelling-error">contato</span> com a minha mãe e com meu pai, pois eles não sabiam que eu tinha sido internada. Também lembro que eu pedi que ela desse um  recado ao Fernando, que a clínica, todas as suas paredes, <span id="SPELLING_ERROR_6" class="blsp-spelling-error">teto</span>, chão, tudo era verde; este recado deveria lembrar ao Fernando sobre um pesadelo que eu tive algumas semanas anteriores. O pesadelo era do tipo de possessão; uma mulher de pele verde vinha até mim e falava em meu ouvido: SOCORRO! &#8211; depois de algum tempo entendi que esta mulher no sonho era a minha saúde mental; afinal, desistir de viver e tomar atitude para tal não é <span id="SPELLING_ERROR_7" class="blsp-spelling-error">fricote</span>, é doença.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Enfim, eu estava doente e por este motivo colocaram-me ali. Ninguém teria a capacidade de dispor-se completamente por mim , e foi assim que, posteriormente, eu descobri que por mim só eu poderia ser. É duro demais quando se descobre com Dor, mas também foi muito importante, pois minha fé foi renovada.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Após a primeira visita, inútil para mim, eu caí em aceitação e passei a <span id="SPELLING_ERROR_8" class="blsp-spelling-error">adotar</span> um comportamento letárgico; se não havia nada para fazer porque eu me preocuparia em encontrar algo? Foi então que numa quarta-feira fui transferida para uma ala diferente. Primeiro eu pensei que eu fosse para a ala de reintegração, onde havia área livre, <span id="SPELLING_ERROR_9" class="blsp-spelling-error">atividades</span>, livros; área mista, ou seja, homens e mulheres, área onde as pessoas tinham mais liberdade e podiam jogar <span id="SPELLING_ERROR_10" class="blsp-spelling-error">ping</span>-<span id="SPELLING_ERROR_11" class="blsp-spelling-error">pong</span>; área onde as alimentações eram feitas externamente, na cantina. Fiquei tão feliz!!! Meu coração pulava de alegria, pois eu poderia ler, tomar sol, conversar com todos sem medo de ser repreendida. Mas&#8230;. ledo engano.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Na verdade, eu estava sendo transferida para uma ala <span id="SPELLING_ERROR_12" class="blsp-spelling-error">elitizada</span>, que embora mista, não era nada do que a ala de reintegração era. Quando cheguei aquela ala <span id="SPELLING_ERROR_13" class="blsp-spelling-error">elitizada</span>, minha primeira frase foi: &#8211; Não posso pagar por isto! Eu não quero. Disseram-me então que tudo estava certo com o meu marido e com o plano de saúde. Mesmo assim, algo dizia-me que não estava certo.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Nesta ala eu tinha meu próprio quarto com <span id="SPELLING_ERROR_14" class="blsp-spelling-error">tv</span> a cabo, uma cama, um sofá, uma <span id="SPELLING_ERROR_15" class="blsp-spelling-error">escrivanhinha</span> com cadeira, um armário, com meu próprio banheiro com espelho e uma boa <span id="SPELLING_ERROR_16" class="blsp-spelling-error">ducha</span>, não havia tranca, nem mesmo no banheiro, mas isto era mais do que <span id="SPELLING_ERROR_17" class="blsp-spelling-error">compreensível</span>. O nome da ala era <span id="SPELLING_ERROR_18" class="blsp-spelling-error">Mesmer</span>.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Transferida, deixaram-me levar todas as minhas coisas e eu as enrolei numa toalha. Fiquei muito surpresa quando cheguei na <span id="SPELLING_ERROR_19" class="blsp-spelling-error">Mesmer</span>, pois era nova, ampla, com <span id="SPELLING_ERROR_20" class="blsp-spelling-error">hall</span> imenso com o teto como uma abóboda, onde comportava sala de jantar e sala de estar, com uma <span id="SPELLING_ERROR_21" class="blsp-spelling-error">tv</span> moderna. A frente havia o centro dos enfermeiros, com computadores. A vista era ampliada pelos vidros que permitiam enxergar o estacionamento, os quartos estendiam-se como braços, o lado esquerdo era feminino e o direito masculino. Naquele lugar também ficavam algumas das pessoas que participavam de outra linha de tratamento daquele lugar, a dos narcóticos. Também tive a notícia de que eu estava liberada para <span id="SPELLING_ERROR_22" class="blsp-spelling-error">atividades</span> junto com a ala de reintegração, bem como poderia alimentar-me fora, no refeitório geral.</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em><br />
</em></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="font-family:Georgia, Times, serif;color:#72179d;"><em>Agora vou dar mais um <span id="SPELLING_ERROR_23" class="blsp-spelling-error">tempinho</span>&#8230; embora eu esteja bem melhor, todas as lembranças mexem comigo.</em></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sobre a bipolaridade]]></title>
<link>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/23/sobre-a-bipolaridade/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:56:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>kiralternativo</dc:creator>
<guid>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/23/sobre-a-bipolaridade/</guid>
<description><![CDATA[Hoje foi um daqueles dias tensos que eu acordo feliz, fico de mau humor e vou dormir contente de nov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje foi um daqueles dias tensos que eu acordo feliz, fico de mau humor e vou dormir contente de novo, mas não exatamente nessa ordem. Por causa disso o post de hoje será sobre a minha pseudo-bipolaridade.</p>
<p>Não faço idéia de como isso foi começar a acontecer, sei apenas que de repente, eu comecei a ter mudanças repentinas de humor sem mais nem menos. E, por incrível que pareça, gostei disso. Sei lá, me tira da rotina que tanto detesto, as coisas mudam de uma hora pra outra, nunca sei como vou estar daqui a cinco minutos. Por exemplo agora estou calmo e relaxado, mas o que me garante que eu não vou levantar e surtar em alguns minutos?</p>
<p>Em relação às pessoas que convivem comigo, creio que seja chato ter uma pessoa que muda tanto de uma hora pra outra, ou até mesmo assustador, imagine cumprimentar alguém e receber mil beijos e quando for se despedir levar um coice digno de desenho animado?</p>
<p>Mas no fim das contas todo mundo me aguenta (por mais vontade que tenham de me mandar tomar lá, mas me aguentam), seja feliz, triste, chato, irritado, deprimido, acho que quem sabe das tretas me entende e consegue deixar passar.</p>
<p>Eca, esse post ficou uma bosta, mas não ligo, o importante é que mesmo faltando 4 minutos pra meia noite eu postei o segundo post seguido e faltam só 19.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sTatues]]></title>
<link>http://poesiadosilencio.wordpress.com/2009/11/23/statues/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário</dc:creator>
<guid>http://poesiadosilencio.wordpress.com/2009/11/23/statues/</guid>
<description><![CDATA[Saudades de te ver, Vontade de te abraçar, roubar, e voar para bem longe, Um querer imenso de estar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Saudades de te ver,<br />
Vontade de te abraçar, roubar,<br />
e voar para bem longe,<br />
Um querer imenso de estar contigo<br />
a todas as horas a todos os minutos,<br />
sonhar e sorrir contigo,<br />
passear ao luar,<br />
na avenida da eternidade,<br />
olhando e contando as infintas estrelas,<br />
aquecendo-te na húmida noite,<br />
sentados num banco, conversando,<br />
ficamos estatuas,<br />
juntos, ninguem nos pode separar agora,<br />
as crianças brincam à nossa frente,<br />
os passaros pousam-nos nas mãos,<br />
os transeuntes tiram fotografias,<br />
mesmo de pedra nunca arrefecemos,<br />
o nosso amor aquece-nos,<br />
a nós e ao mundo que nos rodeia,<br />
porque o amor que sentimos um pelo o outro<br />
é tão grande que não existe nenhuma definição,<br />
tanto física como matemática,<br />
que contemple esta função exponencialmente<br />
tendente rumo ao infinito, pela eternidade,<br />
o infinito do tempo,</p>
<p>Saudades de te ter,<br />
linda, nos meus braços a dormir,<br />
com aquele sorriso de anjo<br />
que só tu consegues fazer,<br />
sonhando e cogitando coisas que não contas a ninguém,<br />
coisas só tuas, e ao mesmo tempo,<br />
julgo pensá-las contigo,<br />
os nossos corações batem juntos,<br />
sincronizadamente,<br />
livres e no entanto tão ligados<br />
que se alguma vez os separamos<br />
não sei se eles vão aguentar,<br />
sou feliz porque te tenho<br />
infeliz porque não te tenho a todos os momentos<br />
destes longos e monotonos dias,<br />
só tu me trzes a alegria de viver.<br />
amo-te Anjo<br />
tu sabes, mas amo-te tanto<br />
como nunca podeste imaginar,<br />
não existem palavras nem poetas<br />
que descrevam o que sinto,<br />
amor, so uma palavra com um<br />
significado tão grande. quero-te junto a mim<br />
para viajarmos pela efemeridade da vida,<br />
a eternidade do pensamento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[isso é sim uma confissão]]></title>
<link>http://codinomesejalaqualfor.wordpress.com/2009/11/22/isso-e-sim-uma-confissao/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:21:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://codinomesejalaqualfor.wordpress.com/2009/11/22/isso-e-sim-uma-confissao/</guid>
<description><![CDATA[ai, eu juro que não me aguento quando a pré-adolescente que um dia existiu em mim resolve vir a tona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ai, eu juro que não me aguento quando a pré-adolescente que um dia existiu em mim resolve vir a tona. nem por algumas horas. eu devia mesmo ser muito, muito chata. mais do que sou hoje, com certeza (pros que devem estar se perguntando). mas determinadas situações me fazem ficar sem saber como agir, levantando 2.695 possibilidades sobre o foi feito ou deixou de ser e por aí vai. aí começa o baile. primeiro a insegurança que parece ser a maior do universo, depois conversa com todos os amigos pra saber se o que eu penso está certo e se tem alguma idéia boa pra acrescentar, depois tudo fica tranquilo naturalmente sem nenhum esforço. e eu no fim só estressei todo mundo. todos os dias eu me prometo que vou ser mais introspectiva (com os conhecidos mesmo. os desconhecidos nem me enxergam mais), que vou guardar pra mim mesma certas dúvidas e certos momentos. &#8216;não preciso contar tudo&#8217; me repito. mas eles aparecem de algum jeito (contando na agenda do meu telefone) e eu não resisto. conto tudo! eles são meu diário. mesmo quando não querem. mas seguram direitinho e quase nunca fazem cara de tédio que é como devem ficar por dentro quando me ouvem enlouquecida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Numa Noite de Sábado...]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 08:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/</guid>
<description><![CDATA[Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de form]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-3100" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/22/numa-noite-de-sabado-2/winnie_the_pooh_1024/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3100" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/winnie_the_pooh_1024.jpg?w=350" alt="" width="350" height="261" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Depois de um delicioso almoço no restaurante indiano, na super companhia do querido padrinho de formatura, nada como terminar a semana numa simples reunião em casa. Comer esfihas, conversar bastante, dar muita risada, compartilhar segredos e sonhos, tomar vinho frizante, assistir <em>Como Se Fosse a Primeira Vez </em>e curtir uma companhia muito querida e especial é sempre bom! Programação típica de menininha, mas algo bem singelo e bom. Com certeza, uma excelente pedida depois de uma semana relativamente cheia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[dados astrológicos - orgulho de ser de peixes.]]></title>
<link>http://escuridaonoparaiso.wordpress.com/2009/11/21/dados-astrologicos-orgulho-de-ser-de-peixes/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:09:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Chuler</dc:creator>
<guid>http://escuridaonoparaiso.wordpress.com/2009/11/21/dados-astrologicos-orgulho-de-ser-de-peixes/</guid>
<description><![CDATA[Eu tenho um gênio ruim pra c****** quando eu quero.Sou Peixes com ascendente em Gêmeos.17/03 mesma d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu tenho um gênio ruim pra c****** quando eu quero.Sou Peixes com ascendente em Gêmeos.17/03 mesma data de nascimento de Elis Regina, Paul Kantner, Nat King Cole e dia de St. Patrick na Irlanda em que todo mundo cai bêbado em comemoração.Dá pra sentir o grau de loucura em torno da data.</p>
<p>Até ai, achava uma coincidência.</p>
<p>Mas depois de ver esta imagem de Paul Kantner brigando com um bando de motoqueiro da pesada no meio do show, não me restou dúvidas.Astrologia dá certo e é coisa séria.Pessoas de 17/03 são críticas demais, mesmo que isso o leve a forca.Jefferson Airplane é uma banda muito foda.E Acho minha data de nascimento muito, mas muito digna.Orgulho Pisciano mode on.</p>
<p><a href="http://escuridaonoparaiso.wordpress.com/files/2009/11/hells_angels-12-6-1969-altamont015airplane.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-394" title="hells_angels-12-6-1969-altamont015airplane" src="http://escuridaonoparaiso.wordpress.com/files/2009/11/hells_angels-12-6-1969-altamont015airplane.jpg?w=300" alt="" width="388" height="260" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Atualiazaaaaando!]]></title>
<link>http://vanillafields.wordpress.com/2009/11/21/atualiazaaaaando/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 11:50:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ju Rezende</dc:creator>
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<description><![CDATA[Essa semana começou a minha última semana de provas, na sexta-feira, a pior delas passou! Agora, pos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Essa semana começou a minha última semana de provas, na sexta-feira, a pior delas passou! Agora, posso voltar ao mundo real =D</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Líria - Segunda Parte]]></title>
<link>http://cafasorridente.wordpress.com/2009/11/20/liria-segunda-parte/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 21:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafasorridente</dc:creator>
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<description><![CDATA[Então, agora estou de volta ao quarto. O zumbi já foi embora. &#8211; É a última vez Luciano. Você e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/indo_missa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1359" title="indo_missa" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/indo_missa.jpg" alt="" width="497" height="392" /></a></p>
<p>Então, agora estou de volta ao quarto. O zumbi já foi embora.</p>
<p><span style="color:#ff99cc;"> &#8211; É a última vez Luciano. Você entende? Última vez que a gente transa.</span></p>
<p>Líria me fala isso olhando fixamente para meus olhos. Os seus tem uma linda coloração que oscila entre o verde e o amarelo. Desnecessariamente aponta o dedo para meu rosto. Toda a coisa tem um tom de ameaça. Eu só penso em como seus seios são duros, e como os desejo senti-los junto a mim.</p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; Ok. Última vez Líria. Sem problema. Dá pra continuar a viver assim. Só acho meio anticlimático você falar isso agora&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;"> &#8211; É só pra você saber. Acho importante que você saiba. É a ultima vez.</span></p>
<p>Sinto-me automaticamente impotente. Queria acender um cigarro antes de começarmos. Mas acho difícil que Líria aceite essa pausa. Penso que se é a última vez, devo fazer a melhor apresentação da minha vida. Memorável. Mas não sei lidar bem a pressão.</p>
<p><span style="color:#ff99cc;"> &#8211; Ai, para Lu. Você tá muito afoito. Parece um adolescente. Que que tá pegando?</span></p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/dor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1360" title="dor" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/dor.jpg" alt="" width="480" height="511" /></a> Líria não sabe, mas minha cabeça está longe dali. Mui longe. Penso que não estou sendo afoito. Estou sendo voluptuoso. Isso costumava agradar as moças.</p>
<p><em>(escrevendo sobre isso, com o distanciamento que o tempo impõe&#8230; Tudo muito estranho).</em></p>
<p>Nelson R. senta na cama. Sendo um escritor morto em 1980 (e meu irmão d´alma) ele é em preto-e-branco. Se bem que toda a atmosfera do quarto está escura.</p>
<p><span style="color:#808080;"> <span style="color:#3366ff;">- Luciano, acho que você devia ir pra casa <em>(acendo um de seus indefectíveis mata-ratos</em>). Na realidade, eu não existo. Disso você sabe, sou só uma representação literária da sua esquizofrenia dormente. Aquele que você queria dialogar, nos muitos momentos em que duvida. Nas muitas horas em que acha que nenhum ser vivo vai te entender. Mas como estamos numa página de ficção, eu posso te aconselhar. Vai embora daqui.</span></span></p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; Nelson, agora não. Dá-me um trago e vai embora </span><em><span style="color:#808000;">(falo isso durante a cópula. Vez em quando percebo um tom de enfado nos lindos olhos de Líria)</span>.</em></p>
<p><span style="color:#808080;"> <span style="color:#3366ff;">- Luciano. Escuta. É importante que você me escute. Você sabe que eu assisti a morte do meu irmão Roberto. Assassinado. Lembra aquela vez em que você sonhou que eu estava ao seu lado, materialmente físico? Então. Naquele sonho eu te contei isso. A morte de Roberto me marcou eternamente. Ver ele baleado, como um cão sarnento&#8230; Essas coisas ficam pra sempre.</span></span></p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; Porra Nelson, eu to transando velho! Saí fora. Para de falar em morte, cacete! Tu é mórbido pacas!</span></p>
<p><span style="color:#808080;"> <span style="color:#3366ff;">- Claro que eu sou mórbido. Você já leu tudo que eu escrevi. Sempre acaba em desgraça. Mas escuta, acho melhor você ir pra casa, e&#8230;</span></span></p>
<p><span style="color:#808000;"> -Puta merda! SAI FORA!</span></p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/chato-mescalero-apache.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1361" title="Chato-Mescalero-Apache" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/chato-mescalero-apache.jpg" alt="" width="368" height="539" /></a></p>
<p>Sinto o jorro dormente dentro de meu órgão do sexo, prestes a eclodir. Com um pré medo da vergonha, do medo de decepcionar Líria, o seguro inutilmente.</p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; Não, pelo amor de Deus, agora não.</span></p>
<p><span style="color:#ff99cc;"> &#8211; Hahahaha.</span></p>
<p>Líria solta aquela sua risada sonora, de encher o ambiente. Dá-me um beijo carinhoso.</p>
<p><span style="color:#ff99cc;"> &#8211; É Luciano. Essa sua última vez foi rápida hein?  Pelo menos foi bom pra você?</span></p>
<p>Paralisado de prazer, simplesmente fico de bruços, e enfio minha cara no travesseiro de Líria. Lembro-me com ternura nostálgica que algumas das meninas da minha vida, sempre elogiavam meu cheiro, que ficava presente em suas roupas de cama. Mesmo depois que eu já era lembrança, há muito tempo.</p>
<p>Peço desculpas a Líria. Ela não entende que seu nome remete a muita coisa. Que ela é ela <em>(e a amei por um momento),</em> e que ela é todas. Vejo-a andar pelo quarto, nua. É muito bela. É bonita pra caralho. Iria vê-la cerca de três dias depois. Quando as coisas estariam muito diferentes. Foi um encontro fortuito, daqueles com a câmera pegando a gente do outro lado da rua, que nem naquele filme do Woody Allen. Indicando que a intimidade <em>(tão rápida!) </em>já havia morrido. Porém, enquanto eu descia as escadas eu tinha certeza que não há veria mais.</p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/waynepreacher.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1362" title="waynepreacher" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/waynepreacher.jpg" alt="" width="288" height="287" /></a></p>
<p>Chego ao carro. Cato os bolsos em busca do meu maço. Lembro que o esqueci em cima do criado-mudo do quarto de Líria. Nunca que eu subiria novamente. Peço um dos mata-ratos de Nelson R.</p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; Porra Nelson, você foi me aparecer no momento mais foda né? Precisava? Hein? Logo que? Logo que?</span></p>
<p><em>(aspira profundamente o cigarro. Nenhum homem vivo ou morto já sentiu regojizo igual ao fumar um cigarro).</em></p>
<p><em><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/sabara.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1364" title="sabara" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/sabara.jpg" alt="" width="349" height="275" /></a><br />
</em></p>
<p><span style="color:#808080;"> <span style="color:#3366ff;">- Então Lu. Eu to aqui pra ajudar a conduzir essas suas lembranças. Esse negócio de usar um poeta morto pra acompanhar o protagonista é artifício velho. O Dante já usou com o Virgilio, lá no Inferno dele, há mais de quatrocentos anos.</span></span></p>
<p><span style="color:#808000;"> &#8211; O que você quer dizer?</span></p>
<p><span style="color:#808080;"> <span style="color:#3366ff;">- Que a gente deve acender essa beata que você tem no porta luvas, e irmos pra casa. Num próximo capitulo dessa história, nós vamos ter uma nova conversa no Rio, onde deixamos o Fábio e o Carlos Drummond. Mas por enquanto temos que ir pra casa. É lá que está acontecendo a crise que vai motivar a escrita desse texto, daqui um mês.</span></span></p>
<p>Nelson acende o baseado. Dá um trago, e me passa a bola. Vou dirigindo, atravesso um pequeno trecho de Avenida Amazonas e volto pela Praça da Assembléia. Voltamos mudos, eu e Nelson, já sabendo o que vou encontrar quando chegar em casa.</p>
<p>Paro o Uno no estacionamento. Caminho como para o abate. Nelson já não está do meu lado. Com a cabeça em Líria, não dou atenção para duas mulheres que começam a mexer comigo. Não tenho paciência para falar com elas. Me acham antipático e vão gritando comigo, durante todo o trajeto até minha casa.</p>
<p>O saguão do prédio está escuro. São cerca de duas da manhã. Decido subir de escada. A subirei e descerei várias vezes ainda essa noite.</p>
<p>Chego em casa, minha mãe está no tanque, lavando um pedaço de pano. Reconheço ser uma camisa regata de meu pai.</p>
<p><span style="color:#808000;"> -Pô mãe, lavando roupa essa hora da madrugada? Vai dormir mãe.</span></p>
<p><span style="color:#800080;"> <span style="color:#ffcc00;">- Dormir como filho? Seu pai ta passando mal. Seu pai ta passando mal.</span></span></p>
<p>(continua&#8230;)</p>
<p><a href="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/wayne.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1363" title="wayne" src="http://cafasorridente.wordpress.com/files/2009/11/wayne.jpg" alt="" width="264" height="366" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alley Cat]]></title>
<link>http://fixacwb.wordpress.com/2009/11/20/alley-cat/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:40:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gunnar</dc:creator>
<guid>http://fixacwb.wordpress.com/2009/11/20/alley-cat/</guid>
<description><![CDATA[A segunda edição das FixOlimpíadas vem aí, e, com elas, uma prova nova (para nós): o Alleycat. Para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A segunda edição das <a href="http://www.rodafixa.com/" target="_blank">FixOlimpíadas</a> vem aí, e, com elas, uma prova nova (para nós): o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alleycat_races" target="_blank">Alleycat</a>.</p>
<p>Para quem não faz idéia do que seja e já que imagens valem mais do que mil palavras, é assim que funciona:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cPj8UZ_8I9k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cPj8UZ_8I9k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Sim, isso é ilegal.</p>
<p>Via <a href="http://www.dublinmessengers.org/" target="_blank">Dublin Messengers</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A aventura - parte 2]]></title>
<link>http://daminhavidaseieu.wordpress.com/2009/11/20/a-aventura-parte-2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:12:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>bifinha</dc:creator>
<guid>http://daminhavidaseieu.wordpress.com/2009/11/20/a-aventura-parte-2/</guid>
<description><![CDATA[Pois que correu bem apesar dos nervos serem muitos e de ter-me esquecido de parte do texto! Dia 10 d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois que correu bem apesar dos nervos serem muitos e de ter-me esquecido de parte do texto!</p>
<p>Dia 10 de Dezembro há mais mas eu não estou muito certa de que irei, neste momento não me está a apetecer&#8230; deve ser do estado de espírito e de andar a lutar contra fantasmas passados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
