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	<title>mae-adotiva &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mae-adotiva"</description>
	<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 20:22:17 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Direito Previdenciário - Mãe adotiva também tem direito a salário-maternidade]]></title>
<link>http://advocaciamvabrasil.wordpress.com/2009/07/17/direito-previdenciario-mae-adotiva-tambem-tem-direito-a-salario-maternidade/</link>
<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:26:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>impressione</dc:creator>
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<description><![CDATA[O salário-maternidade, benefício criado para as trabalhadoras que ficam afastadas do emprego por cau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><strong>O salário-maternidade, benefício criado para as trabalhadoras que ficam afastadas do emprego por causa do parto, também pode ser utilizado pelas seguradas que adotarem ou obtiverem guarda judicial para efeito de adoção.</strong> Em 2008, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedeu 1.664 benefícios para mães adotivas e, no primeiro semestre de 2009, foram concedidos 877.</p>
<p style="text-align:justify;">Se a criança adotada tiver até um ano de idade, o salário-maternidade será de 120 dias. Se tiver de um até quatro anos de idade, o benefício é pago por 60 dias. Para crianças de quatro a oito anos de idade, o salário maternidade é pago por 30 dias.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Gestantes -</strong> Para as seguradas gestantes, o período do benefício é de 120 dias. O salário-maternidade é devido a partir do oitavo mês de gestação, caso seja necessário o repouso, ou a partir da data do parto. É considerado parto o nascimento ocorrido a partir da 23ª semana de gestação, inclusive natimorto.</p>
<p style="text-align:justify;">Todas as seguradas do INSS têm direito ao benefício, inclusive as contribuintes individuais e as facultativas. Para as trabalhadoras empregadas e as avulsas, o salário-maternidade corresponde à última remuneração, tendo como limite o salário de ministro do Supremo Tribunal Federal. Desde junho de 2007, as seguradas desempregadas também têm direito ao benefício.</p>
<p style="text-align:justify;">As trabalhadoras com salário variável recebem a média salarial dos seis meses anteriores ao pedido. Para a empregada doméstica, o salário-maternidade é equivalente ao último salário de contribuição. Já a trabalhadora rural tem direito a um salário mínimo.</p>
<p style="text-align:justify;">A trabalhadora que exerce atividades ou tem empregos simultâneos tem direito a um salário-maternidade para cada atividade, desde que contribua para a Previdência nas duas funções.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Carência –</strong> Para concessão do salário-maternidade, não é exigido tempo mínimo de contribuição das trabalhadoras empregadas, empregadas domésticas e trabalhadoras avulsas, desde que comprovem filiação nesta condição na data do afastamento para fins de salário maternidade ou na data do parto.</p>
<p style="text-align:justify;">A contribuinte facultativa e a individual têm que ter, pelo menos, dez contribuições para receber o benefício. A segurada especial receberá o salário-maternidade se comprovar, no mínimo, dez meses de trabalho rural. Se o nascimento for prematuro, a carência será reduzida no mesmo total de meses em que o parto foi antecipado. Nos abortos espontâneos ou previstos em lei (estupro ou risco de vida para a mãe), será pago o salário-maternidade por duas semanas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Requerimento –</strong> O salário-maternidade pode ser requerido pela internet, mas os documentos deverão ser entregues posteriormente a uma Agência da Previdência Social. A segurada também pode agendar o atendimento pela Central 135. A ligação é gratuita, se feita de telefone fixo, ou é tarifada como ligação local, se a chamada for feita de telefone celular.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas atenção ao preencher o formulário, pois os dados cadastrais e as remunerações informadas pela internet serão confrontados com os dados constantes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Se os dados cadastrais não forem confirmados ou estiverem divergentes, o requerimento via internet não será aceito e o salário-maternidade deverá ser solicitado na Agência da Previdência Social. No caso de remunerações informadas divergentes do sistema, serão considerados os valores constantes do CNIS.</p>
<p style="text-align:justify;">A segurada empregada não precisa requerer o benefício, pois a própria empresa se encarregará de enviar a documentação ao INSS. Os salários são pagos diretamente pela empresa, que depois é ressarcida. A segurada desempregada não tem a opção de requerimento via internet. Neste caso, ela deve ligar para a Central 135 e agendar o atendimento em uma Agência da Previdência Social.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Colaboração:</strong> <a href="http://www.inss.gov.br/">www.inss.gov.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lembranças de mães.]]></title>
<link>http://adaobraga.wordpress.com/2008/05/11/lembrancas-de-maes/</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 00:31:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>adaobraga</dc:creator>
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<description><![CDATA[Neste dia das mães, é inevitável não lembrar de nossa mãe, ainda que ela seja de uma comunidade cris]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font size="3">Neste dia das mães, é inevitável não lembrar de nossa mãe, ainda que ela seja de uma comunidade cristã que abomina estas datas comemorativas. Minha mãe pertence ao grupo religioso Testemunha de Jeová.</p>
<p>Nestes dias que antecederam e hoje, passou por minha cabeça,algumas lembranças que D. Maria Eulália, querendo ou não deixou de forma indelével na minha mente em formação.</p>
<p>Lembro-me de uma vez que ela me levou à feira. Em determinado momento, ela chegou numa banca para comprar alhos, cebolas e outros condimentos. Aproveitei que o dono da banca estava ocupado com o atendimento, e embolsei três cabeças de alho.</p>
<p>Quando saimos, fui todo contente, entregar-lhe o produto de <strong>&#8220;minha esperteza&#8221;</strong>. Ela olhou-me e perguntou como foi que eu tinha conseguido.</p>
<p>- Eu peguei quando ele não tava olhando. Não sou esperto?</p>
<p>- É verdade!</p>
<p>Demos umas voltas, e novamente, paramos na mesma banca. Eu corri para o outro lado. Ela ficou me olhando fixamente. Esperou a minha ação. E então, o dono da banca, me surpreendeu. Me segurou pelo braço, me sacudiu, me chamou de ladrãozinho descarado!</p>
<p>Eu olhava para minha mãe esperando socorro, e ela nada fez! Apenas, deixou-me sofrer as consequências de meus atos. Me borrei todo, e soube naquela época que minha mãe não compactuaria comigo em nenhum negócio desonesto. Nem adianta pedir a ela segredo por algo ilicito. Ela é do tipo que ai denunciar o próprio filho se for necessário.</p>
<p>Lembro-me que ao chegar em casa recebi o meu galardão: Uma surra de sinto de couro. Não me lembro, mas, tenho a impressão, que ela e o dono da banca agiram juntos para que eu jamais esquecesse aquele episódio.</p>
<p>Agradeço D. Maria Eulália pela lição ensinada!</p>
<p>Quando sair da casa de meus pais, eu tinha 16 anos. Fui morar e trabalhar numa pequena cidade do extremo sul da Bahia, chamada de Posto da Mata. Lá trabalhei e morei de 1986 até 1989, quando fui para o colégio interno, estudar teologia.</p>
<p>Depois disto, tive várias mães adotivas. E lembro-me e faço ao menos duas ou três linhas a estas mulheres maravilhosas que ajudaram e participaram de minha jornada.</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">A mãe do Capoeiruçu.</span></strong></p>
<p>Quando fui fazer vestibular para teologia, hospedei-me na casa de uma senhora na vila do capoeiruçu. O marido dela era carpinteiro, e ela cuidava de cada estudante como filho.</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">Betina:</span></strong></p>
<p>Betina, é a esposa de Milton. Uma santa mulher que tive a oportunidade de morar na casa dela em 1989 por três meses. Ela era uma mulher sincera, amiga, zelosa. Tinha três filhos biológicos e uma criança que o marido pediu para uma senhora alcoolatra lá do bairro onde moravam em Belo Horizonte. Além é claro de ter me doado um creme que acabou com o meu chulé!</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">Dezuita.</span></strong></p>
<p>Em Jacobina conheci Dezuita e sua família. Lá eu morei por mais de três anos. Tive namorada e apresentei-a como sogra. Sou considerado como filho. E considero-os como família.</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">Maria dos Passos</span></strong></p>
<p>Na pequena e acolhedora Caldeirão Grande, tive a oportunidade de morar na casa de Maria dos Passos, por cerca de um ano. Além de cuidar dos filhos e marido, cuidava de mim, de tal maneira a criar ciúmes e até desentendimento, mas, tudo não passava de intriga de alguns que não aceitaram o tratamento exclusivo deles sendo doado tão altruisticamente a um desconhecido.</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">Diolina.</span></strong></p>
<p>Aqui em Irecê, conheci e fui bem cuidado por Diolina Dourada. Uma senhora admirável. Forte. Digna de exmplo, e uma frase emblemática que o esposo falou sobre ela:</p>
<p>- Adão, o mundo anda tão complicado, que até Diolina, essa pureza de mulher, outro dia, desabafou dizendo que deveria haver algum meio de exterminar essas pessoas maus que comentem certos crimes.</p>
<p>Era mesmo de admirar!</p>
<p><strong>- <span style="text-decoration:underline;">Linda, a mãe do Lapão</span></strong></p>
<p>Em 1993, conheci Linda. Não sei quem me tratava melhor como filho, se ela, ou se era a mãe de Linda. Eram duas mãezona para mim. Se preocupavam comigo. E até diziam que eu era o filho homem que eles queriam ter.</p>
<p>Há outras que merecem meus reconhecimentos. Fico com estas por enquanto, com o coração alegre de ter recebido destas criaturas divinas, atenção, dedicação, apoio, carinho e amor de mãe que são!</p>
<p> <br />
<hr /></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Café da Manhã em Plutão (Breakfast on Pluto)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/16/cafe-da-manha-em-plutao-breakfast-on-pluto/</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 20:29:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[A vida pode não parecer um conto de fadas. De começar como num conto infantil: &#8220;Era uma vez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="breakfastonpluto.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/breakfastonpluto.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/breakfastonpluto.jpg" alt="breakfastonpluto.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#ff0099;"><strong>A vida pode não parecer um conto de fadas.</strong> De começar como num conto infantil: &#8220;<em>Era uma vez&#8230;</em>&#8221; Mas que mal há em fantasiar trechos que ficaram perdidos? Ou desconhecidos. Em dar um colorido as páginas em branco?</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">É meio por aí, que Kitten nos leva juntos: ao contar do seu jeito como tudo começou. Um bebê deixado num cestinho à porta do Padre local junto com o leite para o café da manhã&#8230; e por uma jovem.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">Ele então é criado por uma família. Que com o passar dos anos, não gosta do que ele é de fato &#8211; um homossexual. Mas mesmo diante dessa opressão não revida com a vida.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">Num intuito maior em descobrir quem é a verdadeira mãe, em saber o porque de tê-lo abandonado, descobre algo maior &#8211; e toma um café da manhã com ele.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">E paralelo a isso, vai levando a vida com o seu jeito meigo de ser.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">Assisti o filme, encantada! E no balanço das músicas, ficou um gosto de querer rever outras vezes. Ah! Outro ponto positivo desse filme é a participação, excelente por sinal, de um jovem com Síndrome de Down. Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;">Por: Valéria Miguez.</span></p>
<p><span style="color:#ff0099;"><strong>Café da Manhã em Plutão (Breakfast on Pluto)</strong>. 2005. Irlanda. Direção e Roteiro: Neil Jordan (The Crying Game). Com: Cillian Murphy, Liam Neeson e Stephen Rea. Gênero: Drama, Comédia. Duração: 135 minutos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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