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	<title>mandaguari &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mandaguari/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mandaguari"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:02:50 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Trem Pé Vermelho]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/11/06/trem-pe-vermelho-2/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:32:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Será que sai? Mesmo? Vamos lá. Daniel Pinheiro &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Será que sai? Mesmo?<br />
Vamos lá.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Estudo de viabilidade de Trem Pé Vermelho ficará pronto em 6 meses</strong></p>
<p>Segundo Ferroeste, o trem é viável e a decisão de adotá-lo é irreversível. O estudo apontará demanda, horários, entre outros aspectos</p>
<p>06/11/2009 &#124; 16:19 &#124; <em>Fábio Luporini</em></p>
<p>Fonte: Jornal de Londrina</p>
<p>O estudo de viabilidade que apontará a demanda real e as obras necessárias para a ligação entre <strong>Londrina e Maringá</strong> por meio de uma linha de trem para passageiros deve ficar pronto em seis meses. A necessidade de instalação, já confirmada em estudos anteriores, foi discutida em um seminário nesta sexta-feira (6) em Londrina. Entre os participantes, o presidente da <strong>Estrada de Ferro Paraná Oeste (Ferroeste)</strong>, <strong>Samuel Gomes</strong>, e o diretor do <strong>Departamento de Relações Institucionais do Ministério dos Transportes</strong> (MT), <strong>Afonso Carneiro Filho</strong>.</p>
<p>De acordo com Gomes, um estudo da década de 1990, realizado pela <strong>Universidade Federal do Rio de Janeiro</strong> (UFRJ) já mostrava a ligação entre Londrina e Maringá como o segundo projeto no país com grande viabilidade para instalação de trens regionais de passageiros. “Já na época constatou-se a viabilidade. De lá para cá muitas coisas mudaram para melhor. O Brasil mudou e até a região se desenvolveu”, afirmou. O projeto é denominado <strong>“Trem Pé Vermelho”</strong> e o início do estudo está previsto para os próximos 30 dias.</p>
<p>“Segundo o estudo desenvolvido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro nossa região é uma das áreas mais propícias para este tipo de transporte. É um transporte rápido, seguro e barato”, destacou o prefeito <strong>Barbosa Neto</strong> (PDT). Já o prefeito de Maringá, <strong>Silvio Barros</strong> (PP), destacou a proximidade do projeto. “Há pouco mais de um ano, quando retomamos a discussão, parecia um projeto distante. Agora parece que o projeto tomou corpo, está pronto para ser viabilizado. Estudos mostram que a região a ser beneficiada está entre as mais viáveis para o transporte de passageiros por trilhos de todo o Brasil”, ressaltou.</p>
<p>Gomes ressaltou que o desenvolvimento de uma conurbação entre Londrina e Maringá fez aumentar a demanda por este meio de transporte. “Surgiram empreendimentos e aumentou a demanda por mobilidade. As condições são favoráveis”, afirmou. O estudo, segundo Gomes, apenas vai atualizar as informações, como a demanda, os custos, horários de pico, entre outros. “Em seis meses teremos o projeto devidamente com o estudo feito. Aí determinaremos as obras. Tudo leva a crer que será necessário fazer uma linha exclusiva para passageiros.”</p>
<p>O presidente da Ferroeste adiantou que a proposta é instalar um trem moderno, com velocidade e conforto. “Haverá condições de trabalha nele, com o computador e comunicabilidade”, disse. “O trem é viável e a decisão de adotá-lo é irreversível”, completou Gomes.</p>
<p><strong>Cidades da região</strong></p>
<p>A implantação do “Trem Pé-Vermelho” entre Londrina e Maringá, trecho interligado por linha férrea, beneficiará os seguintes municípios: Ibiporã, Londrina, Cambé, Rolândia, Arapongas, Apucarana, Cambira, Jandaia do Sul, Mandaguari, Marialva, Sarandi, Maringá e Paiçandu.</p>
<p>No dia 26 de agosto, prefeitos de doze cidades da região já tinham se reunido em Maringá, para discutir o assunto. Na ocasião, Gomes disse que ainda era cedo para falar em prazos, mas ele acredita que em 2011 os vagões já estejam nos trilhos, literalmente.</p>
<p><strong>Vantagens na viagem</strong></p>
<p>O público atendido terá basicamente dois perfis. Um regional, para quem precisa simplesmente viajar entre os dois centros. Outro metropolitano, voltado para a população das regiões que têm Londrina e Maringá como polo e que precisam ter outras opções de deslocamento. Este com maior demanda.</p>
<p>Também seria destinado às pessoas que estejam visitando a região Norte/Noroeste do Paraná, embora o objetivo principal não seja turístico, mas de desenvolvimento econômico. Para brigar com o fator tempo, que não seria muito alterado em comparação com a viagem de carro ou de ônibus (que varia entre uma hora e uma hora e meia) e com pelo menos 10 paradas nas cidades que devem ganhar estações, os entusiastas apostam na segurança e nos preços acessíveis. “Em países que já adotam o meio de locomoção, a tarifa é subsidiada”, exemplificou Gomes. Conforto também conta, e os carros devem ter, inclusive, com acesso à internet.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baú da Felicidade Crediário inaugura lojas ]]></title>
<link>http://blognatela.wordpress.com/2009/08/22/bau-da-felicidade-crediario-inaugura-lojas/</link>
<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 22:09:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Natela</dc:creator>
<guid>http://blognatela.wordpress.com/2009/08/22/bau-da-felicidade-crediario-inaugura-lojas/</guid>
<description><![CDATA[O Baú da Felicidade Crediário, rede de lojas de móveis e eletrodomésticos do Grupo Silvio Santos, in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" src="http://www.ilustrado.com.br/fotos/i220809_05.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://v2.afilio.com.br/banner.php?banid=5204&#38;campid=3691;171&#38;siteid=4272" border="0" alt="" /></p>
<p>O Baú da Felicidade Crediário, rede de lojas de móveis e eletrodomésticos do Grupo Silvio Santos, inaugurou suas primeiras 12 unidades na última quinta feira, dia 20 de agosto, em cidades como Curitiba, Maringá, Londrina, Ponta Grossa, Cascavel, Campo Mourão e Apucarana. Ontem, ocorreu uma nova série de inaugurações nas cidades de Paranavaí, Nova Esperança, Umuarama, Colorado, Loanda, Paiçandu, Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul, Nova Londrina, Faxinal, Porecatu, Paranaguá e Colombo. Até o final de agosto, mais 73 lojas serão inauguradas, totalizando 99 no Estado.<br />
Com a presença de autoridades, diretores do Grupo Silvio Santos e atores do SBT, a inauguração da loja da Avenida Brasil, de Maringá, foi uma pequena amostra do que o Grupo pretende fazer no Paraná: movimentar o mercado e chamar a atenção dos consumidores.<br />
A inauguração teve sósia de Silvio Santos, atores famosos como Lívia Andrade e Michele Pessoa do programa A Praça é Nossa, o apresentador Luis Ricardo, o animador Liminha, o robô Gralha Azul e a presença animada dos personagens “Os Imbatíveis”, criados especialmente para a rede. Todos muito simpáticos, posaram para fotos e deram autógrafos aos clientes. Segundo o departamento de marketing das lojas Baú Crediário, celebridades serão uma constante na rede de lojas, surpreendendo clientes com promoções e brincadeiras, pois a idéia é apresentar uma proposta diferenciada para os consumidores.<br />
Diferenciar-se da concorrência é só uma das estratégias do Baú Crediário para buscar a liderança do mercado no Paraná. O diretor de vendas de varejo do Grupo Silvio Santos, Décio Pedro Thomé, é bem claro quando fala sobre as intenções do Grupo no Estado: “Viemos para ficar, para desenvolver nosso trabalho no Paraná e gerar empregos.”<br />
O Paraná foi escolhido para a grande arrancada do Grupo Silvio Santos para entrar na disputa das grandes redes de lojas de móveis e eletro por motivos estratégicos. Embora as lojas Baú Crediário já existissem em São Paulo, a operação paranaense vai multiplicar por 5 o número de lojas em espaço curto de tempo, proporcionando uma entrada sólida neste mercado tão disputado.<br />
Para que isso fosse possível, o grupo instituiu uma empresa 100% paranaense – a BF PAR –, manteve de imediato 1.000 funcionários e vai abrir 500 novas vagas, que irão complementar o quadro das 99 lojas Baú Crediário abertas no Estado neste primeiro momento. Contratar funcionários paranaenses é uma das premissas do grupo, como ressalta Décio Thomé: “Constituímos uma empresa no Paraná porque confiamos no potencial do Estado e, sobretudo, nos profissionais paranaenses. Eles conhecem o mercado, são pessoas que atenderam excepcionalmente bem os clientes até agora. Nada mais acertado do que tê-los em nossa empresa.”<br />
O Grupo Silvio Santos não fala sobre os valores investidos, mas fica evidente que o Paraná terá total atenção para que seja o catalisador da expansão da rede.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cemitério é mais antigo que a cidade]]></title>
<link>http://davidarioch.wordpress.com/2009/08/06/cemiterio-e-mais-antigo-que-a-cidade/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:10:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>David</dc:creator>
<guid>http://davidarioch.wordpress.com/2009/08/06/cemiterio-e-mais-antigo-que-a-cidade/</guid>
<description><![CDATA[Necrópole surgiu quando Paranavaí ainda era um distrito Jazigo da família Moraes é o mais visitado (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em>Necrópole surgiu quando Paranavaí ainda era um distrito </em></strong></p>
<div id="attachment_1225" class="wp-caption alignright" style="width: 483px"><img class="size-large wp-image-1225" title="DSCF0671" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/08/dscf0671.jpg?w=1024" alt="Jazigo da Família Moraes é o mais visitado" width="473" height="355" /><p class="wp-caption-text">Jazigo da família Moraes é o mais visitado (Foto: David Arioch)</p></div>
<p>Os primeiros sepultamentos no cemitério de Paranavaí foram realizados há 62 anos. À época, antes de se tornar cidade, era chamada Fazenda Velha Brasileira, distrito de Mandaguari.</p>
<p>Tudo começou em 1947, quando surgiu a necessidade de se construir um cemitério para os primeiros falecidos da ainda jovem Fazenda Velha Brasileira. Três anos depois, o governo municipal de Mandaguari enviou um livro oficial de inumações que passou a ser administrado pelos próprios moradores.</p>
<p>Naquele tempo, o portão de entrada do cemitério ficava localizado onde hoje é a área central da necrópole. Somente após algumas décadas a atual fachada foi construída. A demora, segundo pioneiros, se deve a um problema de planejamento. O espaço era pequeno; não contemplava o desenvolvimento da cidade, então precisaram comprar novos lotes e extinguir uma larga rua que atravessava o cemitério.</p>
<p>O administrador do Cemitério Municipal, Amilcar Pereira do Santos, sabe muito bem o que isso significa. Ele viu o espaço ser ampliado três vezes ao longo de 33 anos de trabalho. “Já carpi, construí muro, fui coveiro, auxiliar de médico-legista e hoje estou aqui como administrador”, frisa, acrescentando que durante muito tempo ele e dois colegas de trabalho foram responsáveis pela manutenção da necrópole.</p>
<p>Atualmente, oito funcionários cuidam dos cinco mil túmulos onde estão enterradas mais de 30 mil pessoas. Segundo Santos, o trabalho se torna mais intenso no final de outubro, quando o fluxo de visitas no Cemitério Municipal aumenta muito em função do feriado de Dia de Finados. “O horário de expediente passa a ser das 6h às 19h. Posso dizer que o nosso trabalho triplica. Sempre tem alguém pedindo informação ou precisando de alguma ajuda. Mas tudo corre bem porque atendemos um de cada vez”, pondera Amilcar.</p>
<p>Apesar da maioria dos túmulos serem visitados apenas no período que precede o feriado, alguns são recordistas de público. Exemplo é o jazigo da Família Moraes, próximo a entrada do Cemitério Municipal, que apresenta a imagem de um avião sobrevoando o campo e já recebeu até três visitas por dia. “As pessoas sempre perguntam como foi o acidente”, destaca Amilcar Santos. O belo desenho impresso em azulejo é uma representação simbólica do último momento vivido por Oswaldy Teixeira de Moraes.</p>
<p>“Em 1976, ele e mais três pessoas foram para o Mato Grosso do Sul. Viajaram a trabalho para negociar a venda de terras. Durante o vôo, começou a chover e eles tentaram descer e, sem sucesso, o avião se chocou contra uma peroba. Isso aconteceu perto de Naviraí”, conta o administrador do cemitério. No acidente, morreram duas pessoas de Paranavaí e duas de Londrina.</p>
<p>Outro túmulo que recebe um bom número de visitas é o de Armando Trindade Fonseca que ficou conhecido como um grande radialista. “Pelo menos três pessoas, inclusive de outras cidades, visitam o túmulo dele toda semana. Não é pra menos; ele era muito conhecido na região e foi pioneiro do rádio. Mas, infelizmente, problemas de saúde o levaram a morte”, assinala Amilcar Pereira.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong></p>
<p>No Cemitério Municipal, 400 pessoas estão sepultadas na ala de “gavetas”, onde são depositados os restos mortais de indigentes e pessoas sem condições financeiras para comprar um túmulo.</p>
<p>O Cruzeiro das Almas é bastante visitado pelos moradores de Paranavaí. As pessoas levam garrafas com água, velas, flores e fazem pedidos para se curar de enfermidades ou conseguir um emprego. Normalmente escrevem o pedido em um papel e deixam no cruzeiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nota: contorno de Mandaguari]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/04/21/nota-contorno-de-mandaguari/</link>
<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 14:39:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/04/21/nota-contorno-de-mandaguari/</guid>
<description><![CDATA[Prefeito de Mandaguari acredita que há vontade política do Estado para resolver impasse sobre contor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Prefeito de Mandaguari acredita que há vontade política do Estado para resolver impasse sobre contor]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paranavaiense ou Mandaguariense?]]></title>
<link>http://davidarioch.wordpress.com/2009/02/23/distancia-dificultava-a-vida-dos-paranavaienses/</link>
<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 19:50:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>David</dc:creator>
<guid>http://davidarioch.wordpress.com/2009/02/23/distancia-dificultava-a-vida-dos-paranavaienses/</guid>
<description><![CDATA[Há pouco mais de cinqüenta anos, a população enfrentava dificuldades para formalizar relacionamentos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Há pouco mais de cinqüenta anos, a população enfrentava dificuldades para formalizar relacionamentos e garantir cidadania aos filhos</span></em></p>
<div id="attachment_295" class="wp-caption alignright" style="width: 465px"><img class="size-full wp-image-295   " title="vista-aerea" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/02/vista-aerea.jpg" alt="Visão aérea de Paranavaí quando ainda era distrito de Mandaguari (Crédito: Paranavip) " width="455" height="231" /><p class="wp-caption-text">Vista aérea de Paranavaí quando ainda era distrito de Mandaguari (Crédito: Paranavip) </p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Na década de 1950, muitos moradores enfrentaram dificuldades para se casar e registrar os filhos. Paranavaí, que era apenas um distrito de Mandaguari, não tinha cartório próprio. Distância também era agravante para quem vivia principalmente na zona rural. Mudanças significativas surgiriam anos depois. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Os produtores rurais Gabriel e Francisca Schüeroff que chegaram a Paranavaí nessa época, e fixaram residência no distrito de Graciosa, lembram com preciosismo as agruras de um tempo que a comunidade distrital se resumia a 50 famílias. “Tudo era muito difícil e Paranavaí ainda era distrito de Mandaguari. A situação só começou a melhorar no final de 1952, quando aqui virou cidade”, conta o pioneiro Gabriel Schüeroff. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Até então, antes de Paranavaí tornar-se município, em 14 de dezembro de 1952, era comum Mandaguari constar como cidade natal no registro de nascimento. Exemplo dessa realidade é o produtor rural Eugênio Vandresen, residente em Graciosa, que enfrentou uma situação inusitada por ter nascido naquele ano. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">“Quando fui servir o exército em Brasília, me perguntaram onde nasci. Então respondi Paranavaí, daí retrucaram que eu não sabia onde nasci, já que consta Mandaguari”, destaca Vandresen. Outro problema, apontado pela pioneira Francisca Schüeroff, <span> </span>era a inexistência de padre e igreja na &#8220;cidade&#8221;. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Mesmo com a condição oficial de município, houve muitos casos de pais que, em função da distância até o cartório, registravam os filhos até meses depois. Para não pagar multa, mentiam para o cartorário, informando que a criança nasceu no dia em que o registro era feito. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">“Nasci em 7 de maio de 1956, mas na certidão de nascimento consta 20 de julho. Ou seja, meu pai me registrou dois meses depois. Esse tipo de coisa acontecia principalmente com quem morava na zona rural”, conta a empreiteira Maria Neuza Silva. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Situações inimagináveis na atualidade faziam parte do cotidiano de quem viveu em Paranavaí nos primeiros anos da década de 1950. Exemplo é o tio de Eugênio Vandresen que, acompanhado da noiva, saiu de Graciosa e foi até Mandaguari a pé para se casar. Depois de oficializado o matrimônio, retornaram para casa, onde parentes e amigos preparavam a festança. “Parece algo impossível, mas na época não era. Hoje, se alguém tiver de fazer isso, desiste de se casar”, conta, às gargalhadas, Gabriel Schüeroff, ressaltando a força de vontade dos habitantes da época.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Mas, segundo a pioneira Francisca, no final da década de 1950, a realidade de quem vivia no distrito de Graciosa ou na zona rural de Paranavaí mudou bastante. “A partir dessa época, a cidade começou a evoluir e as coisas ficaram mais fáceis. Só quem viveu aquele período entende isso”, avalia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Viagem tinha de valer a pena</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Imagine um grupo de pessoas subindo sobre a carroceria do velho caminhão de uma serraria; único transporte acessível para chegar até a cidade. Logo depois de alguns minutos no carreador, o veículo apresenta um problema mecânico e todo mundo é obrigado a descer. </span></p>
<div id="attachment_298" class="wp-caption alignright" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-298  " title="carreador1" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/02/carreador1.jpg" alt="Bom estado dos carreadores dependia do tempo (Crédito: Paranavip) " width="500" height="265" /><p class="wp-caption-text">Bom estado dos carreadores dependia do tempo e da sorte (Crédito: Paranavip) </p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Ao redor, sentem apenas um forte cheiro de vegetação queimada: colonizadores estão ateando fogo no mato. Enquanto as chamas se alastram, a fumaça se conduz até o carreador. No horizonte, o ponto de referência para a cidade é perdido, restando apenas uma saída: contornar o trajeto da queimada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">A realidade descrita acima foi vivenciada inúmeras vezes por Francisca Schüeroff e outros pioneiros de Graciosa, quando se aventuravam em deixar o distrito para vir a Paranavaí. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">“Ninguém podia se dar o luxo de ficar doente. Quando o caminhão da serraria não passava por aqui, a gente recorria ao meu cunhado que tinha um Ford 1950. Mas só chamávamos ele quando alguém realmente precisava de médico”, revela a pioneira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">“Vendia muito pão de fubá porque ainda não existia padaria”</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">A população do distrito de Graciosa se deslocava até Paranavaí apenas quando surgia alguma necessidade primária; a mais comum era a aquisição de roupas. As compras eram feitas nas duas lojas que existiam na cidade: uma de propriedade de Carlos Faber e a outra de Severino Colombelli. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Francisca Schüeroff era exceção quando o assunto era ir até a cidade, mesmo na época em que os carreadores, em muitas situações, estavam intransitáveis. Enquanto a maioria vinha a Paranavaí quatro vezes por ano, ela o fazia uma vez por mês. “Tudo que era feito no sítio, a gente levava para vender na cidade. Lembro que vendia muito pão de fubá porque ainda não existia padaria. O pessoal adorava broa de milho”, conta a pioneira sorrindo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Nos anos 50, de acordo com Gabriel Schüeroff, os clientes gostavam muito de comprar banha de porco porque o óleo de cozinha ainda não era comercializado. “Era muito bom, principalmente para frituras”, salienta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">O sucesso dos produtos rendeu fama aos produtores rurais de Graciosa. Tanto que quando alguma carroça do distrito chegava carregada de alimentos, a população da cidade a cercava. “Sabiam sempre qual o dia que estaríamos lá. Nem era preciso dizer”, completa Francisca.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Curiosidade</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Francisca Schüeroff nasceu no patrimônio de São José, em Santa Catarina, mas, como não havia cartório, foi registrada em uma cidade próxima &#8211; Braço do Norte.<span>  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1949: Refugiados aterrissam em Paranavaí]]></title>
<link>http://davidarioch.wordpress.com/2009/02/20/1949-refugiados-aterrissam-em-paranavai/</link>
<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 17:07:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>David</dc:creator>
<guid>http://davidarioch.wordpress.com/2009/02/20/1949-refugiados-aterrissam-em-paranavai/</guid>
<description><![CDATA[Em ato solidário, população local ajudou a evitar tragédia envolvendo tripulação norte-americana e p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Em ato solidário, população local ajudou a evitar tragédia envolvendo tripulação norte-americana e passageiros mongóis</span></em></p>
<div id="attachment_196" class="wp-caption alignright" style="width: 500px"><img class="size-full wp-image-196 " title="fil884" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/02/fil884.jpg" alt="Surpresa com o tamanho da aeronave, a população a cerca. (Crédito: Reprodução)" width="490" height="368" /><p class="wp-caption-text">Surpresa com o tamanho da aeronave, a população a cerca. (Crédito: Reprodução)</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">No dia 23 de novembro de 1949, a população de Paranavaí ajudou a evitar um acidente; contribuiu para a aterrissagem de um avião militar bastante utilizado na Segunda Guerra Mundial. A aeronave de proporções inimagináveis transportava nômades mongóis, refugiados da opressão comunista sob influência soviética e chinesa, e tinha como destino a cidade de Assunção no Paraguai.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Estava anoitecendo quando alguns moradores olharam para o céu e viram um avião circulando. “Provavelmente o piloto viu as luzes da cidade e ficou rodando até encontrar uma solução. Naquele momento, ele não tinha outro recurso”, conta o médico e testemunha Otávio Siqueira Neto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">A partir das luzes da aeronave, a população percebeu que estavam com problemas; precisavam de ajuda para encontrar uma pista de pouso. Solidários com a situação dos desconhecidos, os freqüentadores do Bar Líder foram os primeiros a tomar uma atitude. “Meu pai Otávio Marques de Siqueira, Hermeto Botelho, Andrelino Rocha, Durvalino Moreira e Luiz Lorenzetti pegaram os poucos automóveis e caminhões que tínhamos na cidade e foram direto para o aeroporto”, lembra Siqueira Neto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Em menos de dez minutos, todos os veículos contornaram o campo do aeroporto com os faróis ligados. Uma atitude bastante simples que foi determinante para o avião aterrissar em segurança. “Lá de cima, o piloto conseguiu enxergar a pista e depois fazer uma descida perfeita”, avalia o médico. <span> </span></span></p>
<div id="attachment_199" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-199     " title="fil912" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/02/fil912.jpg" alt="Curiosos aguardam saída da tripulação norte-americana e dos passageiros mongóis. (Crédito: Reprodução)" width="250" height="189" /><p class="wp-caption-text">Curiosos aguardam saída da tripulação norte-americana e dos passageiros mongóis. (Crédito: Reprodução)</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Em terra firme, o piloto estadunidense da Organização das Nações Unidas (ONU) os informou que teve pouca visibilidade em função do mau tempo. Contudo, enquanto circulou sobre a cidade, a sua maior preocupação era ficar sem combustível. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Todas as testemunhas consideraram heróica a aterrissagem, ainda mais em uma época que um piloto não dispunha de seguros recursos aeronáuticos, principalmente se tratando de sinalizações. Era bastante comum uma situação de perigo durante o vôo, caso surgisse qualquer imprevisto. “Mas ainda bem que deu tudo certo”, reitera Otávio Siqueira. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Naquele ano, o aeroporto de Paranavaí ainda não possuía uma boa estrutura e a pista se resumia a um gramado ladeado por pastagens. “O Edu Chaves era onde é hoje o Colégio Estadual. Era tudo muito precário. Claro que se comparado com um aeroporto de capital, porque na maior parte das cidades do interior aquele era o padrão”, frisa o pioneiro Ephraim Machado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">O avião que tinha capacidade para 120 passageiros foi comandado por uma tripulação de oito estadunidenses designados a cumprir uma ordem da ONU; levar os 74 passageiros asiáticos para a capital paraguaia, onde receberiam asilo e reconstruiriam suas vidas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Douglas DC-4 ganhou o céu depois de uma semana</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">O pioneiro Ephraim Machado ainda lembra como foi difícil se comunicar com os nômades mongóis. “Como nenhum deles falava inglês e todo mundo estava curioso, fomos atrás de um pescador que vivia próximo ao Rio Paraná. Ele era de origem mongol e poderia intermediar a conversa”, enfatiza.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Em 1949, Paranavaí não tinha mais do que 10 mil habitantes, e conforto era uma palavra que ainda não fazia parte da realidade. Por isso, as acomodações para os passageiros tiveram de ser improvisadas. “Não havia hotéis o suficiente na cidade. Então como meu pai era o diretor do Hospital do Estado (atual Praça da Xícara), ele resolveu hospedar os passageiros lá mesmo. Minha mãe se responsabilizava pelas refeições deles e tudo o mais”, explica o médico Otávio Siqueira Neto. </span></p>
<div id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 500px"><img class="size-full wp-image-200 " title="fil904" src="http://davidarioch.wordpress.com/files/2009/02/fil904.jpg" alt="Avião Douglas DC-4 atolado no antigo Aeroporto Edu Chaves (Crédito: Reprodução)" width="490" height="368" /><p class="wp-caption-text">Avião Douglas DC-4 atolado no antigo Aeroporto Edu Chaves (Crédito: Reprodução)</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Só depois de uma semana, a tripulação, funcionários da Força Aérea Brasileira (FAB) e um grupo de voluntários conseguiram fazer a aeronave levantar vôo. “No segundo dia, cheguei de Londrina e fiquei vendo o avião atolado no aeroporto. Nem se movia, mesmo com o combustível cedido pela FAB”, relembra Machado. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Já os passageiros, tiveram de abandonar o quadrimotor e ir de ônibus até Mandaguari. Precisaram levar todas as bagagens e aguardar a chegada do avião Douglas DC-4. “Naquela cidade, eles tinham um aeroporto melhor, com pista asfáltica. Então de lá mesmo decolaram e foram para o Paraguai”, completa o pioneiro Ephraim Machado. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Saiba mais</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Os nômades eram vistos pelo governo mongol como um câncer que corrompia o modelo desenvolvimentista. Por isso, foram perseguidos durante décadas; milhares foram presos e executados. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">O comunismo foi instaurado na Mongólia em 1924.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">A Mongólia se resume a planaltos, e está situada no interior da Ásia Central, entre a China e a Rússia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">A fama dos mongóis se deve aos seus grandes feitos no século XVII, principalmente o domínio da Eurásia sob liderança do conquistador Genghis Khan. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:&#34;">Os animais nativos da Mongólia, dotados de pele nobre, atraem caçadores do mundo todo. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bug no espaço tempo contínuo]]></title>
<link>http://tiogugou.wordpress.com/2008/10/30/bug-no-espaco-tempo-continuo/</link>
<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 13:17:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugoshigueo</dc:creator>
<guid>http://tiogugou.wordpress.com/2008/10/30/bug-no-espaco-tempo-continuo/</guid>
<description><![CDATA[Na verdade não é um bug é que no site de Mandaguari fala que hoje, quinta-feira(30/10) é  dia 29/10 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na verdade não é um bug é que no site de Mandaguari fala que hoje, quinta-feira(<strong>30/10</strong>) é  dia 29/10 que foi ontem.</p>
<p>Você pode dizer que o site tá desatualizado mas, olhe a data da postagem 28/10/08</p>
<p>Não acredita?????</p>
<p>Clique <a href="http://www.mandaguari.pr.gov.br/?key=c8ef7c5f04d652b18587237813ad8707&#38;num=1171&#38;x=5">AQUI</a> e veja</p>
<p>***</p>
<p>Malditos estágiarios</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contorno de Mandaguari em debate...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/03/20/contorno-de-mandaguari-em-debate/</link>
<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 12:59:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/03/20/contorno-de-mandaguari-em-debate/</guid>
<description><![CDATA[O pessoal da CBN Maringá tem dado show&#8230; Equipe pequena, mas muito competente. Hoje, mais uma r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O pessoal da CBN Maringá tem dado show&#8230; Equipe pequena, mas muito competente. Hoje, mais uma r]]></content:encoded>
</item>

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