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	<title>mani &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mani/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mani"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 00:39:41 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Intervista a Joe Dispenza (seconda parte)]]></title>
<link>http://crescereleggendo.wordpress.com/2009/11/28/intervista-a-joe-dispenza-seconda-parte/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 07:30:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>crescereleggendo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Qual è l’effetto dello stress sul corpo? In che modo tali passi possono aiutare gli individui a supe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Qual è l’effetto dello stress sul corpo? In che modo tali passi possono aiutare gli individui a supe]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[L'accento del giorno]]></title>
<link>http://cantierepoesia.wordpress.com/2009/11/28/laccento-del-giorno/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 07:21:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>bugianen55</dc:creator>
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<description><![CDATA[  traballo e farfuglio versi mentre mi aggiro in dintorni e lontananze che sfregiano le ragioni del ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><a href="http://cantierepoesia.wordpress.com/files/2009/11/vetri.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1381" title="Vetri" src="http://cantierepoesia.wordpress.com/files/2009/11/vetri.jpg?w=300" alt="" width="253" height="252" /></a></address>
<address> </address>
<address>traballo e farfuglio versi<br />
mentre mi aggiro in dintorni<br />
e lontananze<br />
che sfregiano le ragioni del cuore<br />
- assente -<br />
ora che sconfino in un dove<br />
ho solo una gamba, sinistra<br />
a reggermi i colpi<br />
- di testa &#8211; assediata<br />
e respiri sui vetri<br />
che implorano ali </address>
<address>e questi occhi spauriti<br />
a volte truccati<br />
che sfidano deserti<br />
e gabbie<br />
a rinchiudere gli ultimi<br />
credo in rovina</address>
<address></address>
<address>e mani</address>
<address>queste mie mani<br />
impastate di argilla<br />
e fatiche di suoni<br />
a bussarmi le ore d&#8217;aria</address>
<address>centellinata […]</address>
<address>e il giorno mi parla.</address>
<p><span style="color:#800000;"><strong><a href="http://beamarbe.splinder.com/" target="_blank">Beatrice Zanini</a></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intervista a Joe Dispenza (prima parte)]]></title>
<link>http://crescereleggendo.wordpress.com/2009/11/27/intervista-a-joe-dispenza-prima-parte/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 07:30:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>crescereleggendo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Versione Integrale dell&#8217;intervista a Joe Dispenza, apparsa su Scienza e Conoscenza n 21 C’è un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Versione Integrale dell&#8217;intervista a Joe Dispenza, apparsa su Scienza e Conoscenza n 21 C’è un]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prêmio Paladar 2009]]></title>
<link>http://alhosepassas.wordpress.com/2009/11/26/premio-paladar-2009/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 14:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>paisagensdacritica</dc:creator>
<guid>http://alhosepassas.wordpress.com/2009/11/26/premio-paladar-2009/</guid>
<description><![CDATA[Em setembro foram entregues os prêmios da Veja São Paulo — Comer &amp; Beber. Ontem à noite foram di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Em setembro foram entregues os prêmios da </span><strong><span style="color:#000080;">Veja São Paulo — Comer &#38; Beber</span></strong><span style="color:#000080;">. Ontem à noite foram distribuídos os do caderno </span><strong><span style="color:#000080;">Paladar</span></strong><span style="color:#000080;">.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Prêmios, em qualquer área, são referências. São sistematizações.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Por isso, exigem regras prévias que classificam e generalizam: tornam possível a comparação. Afinal, sob olhar rigoroso, tudo pode resultar, numa perspectiva ou noutra, incomparável. O mesmo vale para listas de &#8220;melhores livros&#8221;, &#8220;melhores discos&#8221; ou &#8220;melhores restaurantes&#8221;.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Daí precisarmos abstrair diferenças. Se não o fizermos, viveremos — tal qual Funes, famoso personagem de Borges — num mundo de individualidades absolutas e de pleno relativismo.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Prêmios também implicam inclusões e exclusões. E são sempre passíveis de críticas e rejeições.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Quando se limita tanto — caso do prêmio Paladar, que determina um conjunto fechado de 50 e poucos pratos, 30 e poucos restaurantes — é possível fazer uma longa lista do que não podia ter ficado de fora e perguntar o motivo de certas escolhas.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Quando se abrange tanto — caso do prêmio da Veja SP, que define um universo amplo de restaurantes: quase tudo que há na cidade — é possível questionar a diversidade de critérios em que os jurados se baseiam e duvidar se todos de fato conhecem todos os lugares.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">A concepção dos dois prêmios é diversa. O da Veja supõe a presença constante e regular dos julgadores nos restaurantes: trabalha a longo prazo e fotografa com grande angular. O do Paladar valoriza o aqui e agora e fotografa com zoom.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Pessoalmente gosto de ambos. Porque ambos são o que prêmios são: referências.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Não à toa, a Veja SP Comer &#38; Beber virou o verdadeiro guia gastronômico da cidade e o Paladar virou revista para ser melhor guardado. Não à toa, são respeitados dentro e fora da área.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Mas é óbvio: nem todos concordaremos com seus resultados. Sempre há o desconforto com uma ou outra escolha — ou com todas.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Na Veja, que elege “restaurantes”, suponho que o voto deva considerar tudo: da hora da reserva à saída do restaurante. A comida é fundamental, mas não é o único objeto de avaliação. E isso é bom. Porque comer fora envolve um conjunto grande de movimentos — além, claro, da mastigação. Um mau serviço ou um atendimento displicente pode jogar fora a boa qualidade da comida.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">No Paladar, que elege “pratos”, creio que deva se restringir ao que foi comido. E, dadas as características do prêmio, naquele dia e naquele horário. O entorno continua importante e merece ser declarado, mas não pode determinar a escolha.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">O primeiro “<a href="http://ebocalivre.blogspot.com/" target="_blank">comentário blogueiro</a>” aos resultados do Paladar 2009 destacou a diversidade da opinião dos eleitores. Acho que a variação de voto — e falo aqui especificamente como jurado dessa edição do prêmio, e não como teórico do assunto — resultou, em muitos casos, da irregularidade de nossos restaurantes. Pelo menos quatro pratos que receberam votos — um deles foi o vitorioso em sua categoria — estavam intragáveis em minhas visitas.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">E se prêmios são referências, esta é uma questão séria que mereceria melhor discussão. Pagamos 60, 70 reais por um prato e ele pode chegar à mesa cheio de sabor ou totalmente sem gosto. Temperado na medida exata ou carregadíssimo de sal. Claro que todos podem errar e sempre é possível devolver. Mas onde está o controle de qualidade dessas casas? O próprio crítico do </span><em><span style="color:#000080;">Estado</span></em><span style="color:#000080;">, Luiz Américo, falou recentemente disso em seu <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/luizamerico/?title=alguem_provou_este_prato&#38;more=1&#38;c=1&#38;tb=1&#38;pb=1" target="_blank">blog</a>.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Outra questão que o rali do prêmio Paladar levanta — ou, pelo menos para mim, levantou — vem da má qualidade de muitos dos pratos provados. Havia dias em que eu chegava em casa arrasado. Ok, o dinheiro desperdiçado não era meu. Mas quantas vezes já saí de restaurantes com a sensação de injustiça? E quantas pessoas não são lesadas dia-a-dia?</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">São Paulo tem restaurantes incríveis. Come-se muito bem por aqui, apesar das altas contas. Mas tem também muita coisa ruim, embalada em decorações modernas e bacaninhas.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Também por isso prêmios são referências. Para que as pessoas normais (ou seja, todas aquelas que não vão a 30 e poucos restaurantes diferentes no prazo de 17 dias) tenham alguma base na hora de escolher onde farão aquele jantar da sexta à noite ou onde comemorarão os dez anos de casamento.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Por isso, guardo a edição anual da Veja SP Comer &#38; Beber. Por isso, guardarei a do Paladar.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">No final das contas, entre abstrações, generalizações, inclusões e exclusões, calculo que todos ganhamos com a sistematização de avaliações e as comparações que os prêmios oferecem. Desde que, claro, não acreditemos que o gosto e a experiência alheia possam substituir a nossa.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Dois comentários para encerrar.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Primeiro. Um júri popular elegeu o melhor couvert. Claro que também entrei no site do Paladar e dei meu votinho eletrônico. Dividido entre meus dois couverts preferidos (Picchi e AK), acabei por votar no AK.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Segundo. Não vou reproduzir aqui os comentários sobre 50 e poucos pratos que provei. Todos os textos de todos os jurados estão (ou estarão) na página do <a href="http://www.estadao.com.br/suplementos/paladar/reportagens/especiais/not_sup3437,0.shtm" target="_blank">Paladar</a> — os elogiosos e os críticos, os que levaram o voto e os que não o levaram. Mas me dou o direito de deixar aqui quatro listas:</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">— a dos melhores pratos que provei durante a maratona;</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— e, triste, a dos piores;</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— a dos restaurantes que visitei nessas semanas e, hoje, tenho a impressão de que não consigo viver sem eles;</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— a dos restaurantes a que não tenho, hoje, qualquer vontade de voltar.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p><span style="color:#000080;">Alguns discordarão. Claro. E ainda bem. Eu mesmo posso, amanhã, discordar. Ainda bem.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Os doze melhores pratos </span></strong><span style="color:#000080;">(e até arrisco dizer que estão em ordem de classificação — se é que isso é possível):</span></p>
<p><span style="color:#000080;">1. Raviolini de pato, do Fasano (o melhor de todos; de vez em quando ainda fecho os olhos para pescar, semanas depois, um pouco de seu gosto);</span></p>
<p><span style="color:#000080;">2. Paleta de cabrito, do Gero</span></p>
<p><span style="color:#000080;">3. Moules &#38; frites, do Ici</span></p>
<p><span style="color:#000080;">4. Ravioli de quiabo e frango, do Pomodori</span></p>
<p><span style="color:#000080;">5. Pain perdu, do Ici</span></p>
<p><span style="color:#000080;">6. Porco à moda caipira, do Pomodori</span></p>
<p><span style="color:#000080;">7. Paleta de cordeiro, do Maní</span></p>
<p><span style="color:#000080;">8. Robalo com caruru, do Tordesilhas</span></p>
<p><span style="color:#000080;">9. Ovo mollet empanado com purê de pupunha e molho de cogumelo, do Così</span></p>
<p><span style="color:#000080;">10. Tutano, do Ici</span></p>
<p><span style="color:#000080;">11. Arroz Maria Isabel, do D.O.M.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">12. Spaghetti ao vôngole, do Marina de Vietri</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Os dez piores pratos</span></strong><span style="color:#000080;"> (em ordem alfabética; em alguns deles, erros graves de execução):</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Barriga de porco, do Vito</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Cassoulet, do Freddy</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Costeleta de cordeiro com batata gratinada, do Due Cuochi</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Explosão de chocolate, do Carlota</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Feijoada com carpaccio de pé de porco, do Maní</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Filé au poivre, do La Casserole</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Lasagna alla bolognesa, do Aguzzo</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Moti recheado com chocolate, do Kinoshita</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Rosbife em crosta de lapsang souchong, do Maní</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Tartare de vieira com cítricos, do Eñe.</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Os quatro restaurantes a que quero voltar logo</span></strong><span style="color:#000080;"> — até porque o serviço está à altura da maravilhosa comida:</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Fasano</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Ici</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Gero</span></p>
<p><span style="color:#000080;">­— Pomodori</span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Os quatro restaurantes a que talvez demore a voltar </span></strong><span style="color:#000080;">— até porque, nos três primeiros casos, a comida, mesmo quando boa, foi azedada pelos erros graves de serviço:</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Due Cuochi</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Le Marais</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Emiliano</span></p>
<p><span style="color:#000080;">— Carlota</span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Comentários de outros blogueiros-eleitores:</strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong><a href="http://quebichomemordeu.wordpress.com/2009/11/26/premio-paladar-2009-as-licoes-que-o-bicho-aprendeu/" target="_blank">Que bicho</a></strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong><a href="http://come-se.blogspot.com/2009/11/premio-paladar-uma-jurada-de-morte-ou.html" target="_blank">Neide Rigo</a></strong></span></p>
<p>&#160;</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#000080;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Omicidio della donna con le mani mozzate.]]></title>
<link>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/26/omicidio-della-donna-con-le-mani-mozzate/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:52:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>paoblog</dc:creator>
<guid>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/26/omicidio-della-donna-con-le-mani-mozzate/</guid>
<description><![CDATA[Articolo aggiornato dopo la pubblicazione Svolta nel giallo dell&#8217;omicidio di Carla Molinari, l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em>Articolo aggiornato dopo la pubblicazione</em></p>
<p>Svolta nel giallo dell&#8217;<a rel="nofollow" href="http://www.corriere.it/cronache/09_novembre_06/anziana-uccisa-casa-varesotto_69713a62-caab-11de-89f9-00144f02aabc.shtml"><span style="text-decoration:underline;">omicidio di Carla Molinari</span></a>, l&#8217;82enne uccisa il 5 novembre nella sua villetta di Cocquio Trevisago (Varese) e mutilata delle mani dal suo assassino: un uomo è stato posto in stato di fermo. È un italiano di 55 anni, di professione imbianchino.</p>
<p>Il fermato, un artigiano che vive in un paese vicino. Non è un volto nuovo alle forze dell&#8217;ordine Giuseppe Piccolomo, l&#8217;imbianchino 58enne <a href="http://milano.corriere.it/milano/notizie/cronaca/09_novembre_26/varese-mani-mozzate-omicidio-molinari-indagato-1602067279329.shtml"><span style="text-decoration:underline;">posto in stato di fermo giovedì per l&#8217;orrendo delitto di Carla Molinari, </span></a>l&#8217;ex tipografa in pensione massacrata nella sua villetta di via Dante Alighieri a Cocquio Trevisago. L&#8217;uomo, infatti, nel 2003 fu indagato per la morte della moglie, avvenuta in circostanze piuttosto strane: carbonizzata dentro l&#8217;auto condotta del consorte, che disse di esser riuscito a scendere prima che le fiamme avvolgessero il veicolo. Disse di aver appena fatto il pieno e di aver riempito anche una tanica di benzina, e che la moglie si era accesa una sigaretta.</p>
<p>Residente a Ispra, in provincia di Varese, è descritto dai vicini come un appassionato di indagini scientifiche legate ai delitti, tanto che, dicono sempre vicini e conoscenti, non si perdeva mai serie televisive quali <em>Csi</em>, Criminal Minds, Senza Traccia, <em>Cold Case</em>, Ris delitti imperfetti e così via.</p>
<p>E, come detto, forse, proprio da un episodio di una di queste fiction potrebbe aver preso spunto per mettere in atto il suo piano omicida che, secondo gli investigatori, sarebbe stato pianificato tanto che l&#8217;uomo viene accusato di omicidio premeditato aggravato dalla brutalità, oltre che dai futili motivi che paiono essere di tipo economico.</p>
<p>Gli sarebbero stati riscontrati graffi sul volto, frutto forse di una colluttazione: l&#8217;uomo avrebbe quindi tagliato le mani dell&#8217;anziana perché sotto le unghie di lei era rimasto il suo materiale genetico. L&#8217;unico precedente di questo genere è avvenuto anni fa negli Stati Uniti, e se ne parlava appunto in una puntata della fiction tv <em>Csi.</em></p>
<p><em></em>A quanto si è saputo, il presunto assassino e Carla Molinari si conoscevano da tempo. Gli investigatori stanno ricostruendo nel dettaglio la natura dei loro rapporti e le ultime ore di vita dell&#8217;ex tipografa e della persona accusata di averla uccisa. A carico del fermato vi sarebbero impronte di scarpe sul luogo del delitto e gli spostamenti del suo telefono cellulare. Gli sarebbero, inoltre, stati riscontrati graffi sul volto, frutto forse di una colluttazione. Investigatori e inquirenti non fanno cenno al possibile movente del brutale omicidio. Quel che è certo è che lo ritengono premeditato.</p>
<p>A tradire l&#8217;indagato sarebbero state proprio le impronte di scarpe, numerose, trovate sulla scena del delitto. Erano in tutta la casa, escluso il bagno: scarpe da ginnastica, nume­ro non grande (38/39), lo stesso della vittima. Sembravano seguire traiettorie senza senso. In al­cuni punti erano appaiate, come per la conseguenza di un salto.</p>
<p>Insensate, tanto da far pensare a un depistaggio, ipotesi valida anche per i quattro mozziconi di sigaretta senza cenere accanto e ritro­vati per terra: erano di quattro marche diverse e la vittima non fumava. Così come avrebbero potuto essere depistaggi la cernie­ra slacciata dei pantaloni di lei (perché si pensasse a una violen­za?) oppure le carte lasciate sui cassetti e la cura sistematica nel­lo svuotarli tutti, come si voles­se suggerire la teoria di una rapi­na o un furto.</p>
<p>In casa non c&#8217;erano altri segni i disordine o collut­tazione, a parte uno sgabello per terra accanto alla donna. L&#8217;assassino aveva allacciato la cerniera del maglioncino di Carla, prima aper­to perché sul davanti non ci so­no i segni dell’oggetto appuntito con cui è stata colpita 15 volte.</p>
<p>Un amico di famiglia aveva riferito che Carla Molinari, il cui patrimonio ammontava a circa 500mila euro, stava per fare testamento: «Era già andata a incontrare un no­taio e mia madre l’aveva ac­compagnata &#8211; ha raccontato Piercosma Turua­ni Porretti -. Voleva lasciare una parte dei suoi averi ad alcu­ni parenti, ma non tutto, per­ché diceva che erano già perso­ne benestanti. Una parte vole­va invece lasciarla alla Chiesa. Mi sembra volesse anche desti­nare un campo che possedeva a Caldana, una frazione di mon­tagna, alla signora che per tan­ti anni le aveva tenuto le chiavi di casa, a cui era davvero rico­noscente e a cui era fortemen­te legata».</p>
<p>Fonti: Ansa.it / Corriere.it</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Home Italia Le mani su Cose nostre. Se la mafia ricompra i beni ...]]></title>
<link>http://fotovog.wordpress.com/2009/11/23/home-italia-le-mani-su-cose-nostre-se-la-mafia-ricompra-i-beni/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 15:47:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotovog</dc:creator>
<guid>http://fotovog.wordpress.com/2009/11/23/home-italia-le-mani-su-cose-nostre-se-la-mafia-ricompra-i-beni/</guid>
<description><![CDATA[Idem per l&#8217;azienda bufalina con terreno, 8 ettari e oltre 2000 capi di bestiame fino al 2005, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Idem per l&#8217;azienda bufalina con terreno, 8 ettari e oltre 2000 capi di bestiame fino al 2005, a Selvalunga, nel Grazzanise, dove Walter e Francesco Schiavone (Sandokan, boss dei Casalesi) hanno fatto il bello e il cattivo tempo.</p>
<p>«Con l&#8217;approvazione di questo emendamento è tradito l&#8217;impegno assunto con il milione di cittadini che nel &#8216;96 firmarono la proposta di legge sull&#8217;uso sociale dei beni confiscati alla mafia &#8211; dice Don Ciotti -.</p>
<p>Inoltre, il Cnel, nelle «osservazioni e proposte» del 29 marzo 2007 ribadiva la necessità di «affidare a una nuova struttura, specializzata ed avente solo tale funzione, il compito di gestire il transito dei beni dalla confisca alla collettività, dotando la stessa di poteri, finanziamenti e personale tecnico e specialistico necessario».</p>
<p>Si legge: «Il punto critico attiene proprio alla particolare origine dei beni, che sono divenuti demaniali per effetto dell&#8217;azione di prevenzione; tale origine determina la continua pressione della criminalità destinataria dei provvedimenti, tesa al recupero dei beni o, quantomeno, a renderli inutilizzabili, in un&#8217;ottica che suona come aperta sfida alle istituzioni incaricate di affermare la sovranità delle ragioni democratiche».</p>
<p> Fonte:<br />
 http://www.unita.it/index.php?section=news&#38;idNotizia=91608</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MÉRIDA: UNA HISTORIA ANCESTRAL DE CULTURA]]></title>
<link>http://hotelesenelmundo.wordpress.com/2009/11/22/merida-una-historia-ancestral-de-cultura/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 17:08:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarnaranjo77</dc:creator>
<guid>http://hotelesenelmundo.wordpress.com/2009/11/22/merida-una-historia-ancestral-de-cultura/</guid>
<description><![CDATA[La historia se cuenta desde los hoteles de Mérida Mérida era conocida como la &#8220;ciudad blanca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;">La historia se cuenta desde los<br />
<a href="http://www.mexicolink.com.mx/hoteles-mexico/hoteles-merida.html">hoteles de Mérida</a></h1>
<div id="_mcePaste">Mérida era conocida como la &#8220;ciudad blanca&#8221;, debido a la blancura que cubría las fachadas de sus edificios. Se trata de una antigua ciudad con una población autóctona grande y profundo en las raíces culturales. Es la ciudad más cosmopolita del Mayab, el mundo maya y tiene un punto estratégico de entrada en el continente de América profunda, y América Latina.</div>
<div id="_mcePaste">Cuando el nivel de vuelo bajo sobre la llanura de la península de Yucatán, en el sur tropical de México al este y el corazón del continente americano, se vislumbra un mar de verdor.   Es la tierra de los antiguos dioses mayas: Kin, eldios del sol, y Chac, el dios de la lluvia.   Tan pronto como se desembarca en el aeropuerto internacional de Mérida, uno es apabullado por el aire caliente de esta tierra entre el Mar Caribe y el Golfo de México y los perfumes de especias y de frutas tropicales y flores.</div>
<div id="_mcePaste">Si bien corto de ríos, existen ricos corrientes subterráneas que se disuelven lentamente rocas calizas que forman cavernas y galerías subterráneas.   A veces, en sus entrañas el agua se acumula formando depósitos de agua a grandes profundidades, conocidos como &#8220;cenotes&#8221;, palabra que se originó en el tz&#8217;ono&#8217;ot maya. Estos pozos se abren en la superficie, pero escondido en el interior de las cavernas.</div>
<div id="_mcePaste">Mérida es la décima ciudad más antigua de México. Su historia es anterior a la época prehispánica, cuando la ciudad maya de T&#8217;ho, también conocida como Ichcaanzihó o tierra de los grandes &#8220;Sihoes&#8221;, se estableció alrededor de 1240 por el jefe indio Itzá Ah-Chan-Caan.</div>
<div id="_mcePaste">Cuando los españoles llegaron a Yucatán a mediados del siglo XVI, pero hubo poca actividad que, por lo que sólo se encuentran los restos de la antigua ciudad maya.   El 6 º de enero de 1542 fue un día histórico, cuando Don Francisco de Montejo y León, conocido como &#8220;El Mozo&#8221; fundó la nueva ciudad de Mérida sobre las ruinas de T&#8217;ho.   Se dice que uno de sus soldados por el nombre de Francisco de Almaraz sugirió el nombre de Mérida, al recordar las ruinas romanas de Mérida, España, la antigua Emérita Augusta de la España romana.</div>
<div id="_mcePaste">La ciudad estableció entonces fue diseñado con el uso de una cuerda como una herramienta de medición. Las calles son rectas y con ángulos de la plaza según el modelo hispano convencional, centrada por una Plaza de Armas y rodeado de los principales edificios públicos que incluye la Catedral, la primera construida en América. La base de los materiales de construcción utilizados por algunos de los colonos españoles fueron las ruinas y escombros de T&#8217;Ho maya. Hoy en día podemos apreciar que tipo de construcción en algunos de los edificios históricos de la ciudad. Lado</div>
<div id="_mcePaste">a lado a los de construcción, los colonos construyeron casas con <a href="http://1999.arqa.com/columnas/barro.htm">barro</a> y paja y techo de paja dando un aspecto rural y rústico a Mérida primitiva.</div>
<div id="_mcePaste">La ciudad, junto con Yucatán se convirtió en independiente el 15 de septiembre de 1821. En ese momento Mérida vivió una época de esplendor peculiar debido a la demanda de un siglo de la planta, o el &#8220;oro verde&#8221;.   En el siglo XIX, las antiguas haciendas dedicado sus esfuerzos al cultivo de la caña de azúcar, maíz, y la ganadería. Luego se descubrió el potencial del agave, conocido como &#8220;el henequén&#8221; como un ideal de fibra primordial para producir una fibra natural resistente y versátil.   La explotación de la riqueza trajo agave y esplendor económico de Yucatán.</div>
<div id="_mcePaste">Durante los últimos años del siglo XIX y los primeros años del siglo XX se observó un crecimiento notorio de la ciudad, cada vez más europea y dejando atrás los edificios polvorientos y abandonados y ver la construcción de lujosas mansiones, edificios religiosos y otras construcciones que, aun de hoy reflejan la    la gloria y laostentación de la época.</div>
<div id="_mcePaste">Una vez que el tiempo transcurrido de agave, la vida en Mérida volvió a su tranquilidad de la provincia. Lentamente Mérida creció como una ciudad pequeña y pintoresca sin sus deseos de universalidad.</div>
<div id="_mcePaste">En el medio de su medio milenio y en el umbral del siglo XXI, Mérida sigue creciendo vigorosamente. Si por un lado, la ciudad conserva sus huellas y tendencias, por el otro considera que la construcción moderna, edificios de negocios, centros de convenciones, hoteles, y las grandes avenidas y la conversión de la expansión urbana de la ciudad como uno de los más importantes del país.</div>
<div id="_mcePaste">Con cerca de 800.000 habitantes, Mérida mantiene una expansión horizontal de la construcción no va más de dos pisos de altura, y la mayoría de las casas tienen un patio grande.   Debido a que el terreno es plano, las calles están numeradas y es fácil encontrar las direcciones. Sin embargo, en el centro histórico en las esquinas hay placas con los dibujos y el nombre del municipio, por ejemplo, &#8220;La Iguana&#8221;, &#8220;El Sol&#8221;, &#8220;El Oso&#8221;, &#8220;Las Dos Caras&#8221;, o &#8220;El Boxeador&#8221;.   El nombre de la esquina suele ser la referencia para la gente: el autobús sale de la esquina del &#8220;Venadito&#8221;, o</div>
<div id="_mcePaste">una persona que vive cerca de &#8220;cocoyal&#8221;.</div>
<div id="_mcePaste">Mérida conserva las características de cada distrito. El centro es austera y serena y de un sabor colonial.   Fuera de los límites del centro histórico es el comienzo de grandes avenidas, como la &#8220;Avenida Colón&#8221; o el &#8220;Paseo de Montejo&#8221;, con mansiones de estilo francés del siglo XIX, dando a la ciudad un carácter señorial y distinguido. Una de las mansiones se encuentra el palacio Cantón, que atesora una colección de arte completa de los antiguos mayas.</div>
<div id="_mcePaste">En los suburbios del norte, este y oeste, uno se enfrenta con grandes hoteles majestuosos, barrios residenciales, grandes centros comerciales, cines, salas de exposiciones, centros comerciales, y el Centro de Convenciones &#8220;Siglo XXI&#8221;.   Hacia el Progreso en cerca de 30 kilómetros, hay clubes de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Equitaci%C3%B3n">equitación</a>, club de golf grande, y un parque industrial moderno.</div>
<div id="_mcePaste">En el Paseo de Montejo &#8220;hay un monumento de reciente construcción que merece especial atención, el &#8220;Monumento a la Patria&#8221;, una escultura de piedra de grandes proporciones notables y la mejor obra de   el escultor Rómulo Rozo. La obra, inaugurada en 1956, incluye los escudos de los Estados de la República y la imagen de importantes personalidades de la historia de México.</div>
<div id="_mcePaste">En el corazón de la ciudad se encuentra la &#8220;Plaza Grande&#8221; o &#8220;Plaza de Armas&#8221;, y alrededor de esta plaza se encuentran cinco de los edificios más importantes de Mérida. La &#8220;Catedral de San Ildefonso&#8221;, construida entre 1561 y 1598, el &#8220;Casa de Montejo&#8221;, construida entre 1543 y 1549 por el fundador de Mérida Don Francisco de Montejo &#8220;El Mozo&#8221;, con una fachada preciosa, la única joya de la arquitectura civil plateresca que existen hoy en México, el &#8221;Palacio Municipal&#8221; elevarse por encima de la las ruinas de la antigua T&#8217;ho que se hayan realizado las modificaciones que se remonta a 1928, el Palacio del Gobierno de Yucatán &#8220;, de evidentes líneas neoclásicas que atesora una colección de pinturas murales del pintor yucateco Fernando Castro Pacheco, y, finalmente, el antiguo &#8220;Palacio Arzobispal&#8221;, hoy el museo de arte contemporáneo. En una de las esquinas de la Plaza Grande se puede encontrar el &#8220;Olimpo&#8221;, un centro cultural más moderno que ofrece diariamente exposiciones, conferencias,</div>
<div id="_mcePaste">conciertos, espectáculos teatrales, encuentros, un <a href="http://www.pekegifs.com/planetarium/menuplanetarium.htm">planetario</a> y dispuesto a estar abierto al público.</div>
<div id="_mcePaste">No muy lejos del centro de la ciudad hay un antiguo edificio colonial, sede de la Universidad Autónoma de Yucatán, construido en 1711, así como el elegante y moderno &#8220;Teatro José Peón Contreras&#8221;, construida en 1908, abandonado en los años 70 y reinaugurado en 1981.</div>
<div id="_mcePaste">Una de las características principales atractivos de Mérida es su ubicación central convertirse en el punto de partida para visitar las playas del Caribe. Desde el puerto de Progreso a Cancún de lujo, las cabañas de Tulum, las ruinas de Uxmal, Mayapán, Chichén Itzá, la ciudad maya más grande e importante de la península maya que significa nombre mitológico &#8220;de la ciudad de las brujas de agua&#8221;, el colonial ciudades de Valladolid, Campeche, el refugio de piratas y el paraíso de los pescadores, los conventos franciscanos de Izamal, Maní, el santuario de los flamencos de</div>
<div id="_mcePaste">Celestún o la Reserva de la Biosfera de Sian Ka&#8217;an.</div>
<div id="_mcePaste">Dentro del Municipio de Mérida y menos de quince minutos de la ciudad se encuentra Dzibilchaltún, pre-histórica ciudad española que significa &#8220;lugar donde hay escrituras sobre las piedras&#8221;, o &#8220;donde hay escrituras sobre piedras planas&#8221;. Este centro maya que existió desde el año 500 AC hasta el año 1500 aC, es uno de los más antiguos de la zona maya. Monumentos destacados como la &#8220;Casa de las Siete Muñecas&#8221; en el que cada equinoccio, 21 de marzo y 21 de septiembre puede ser experimentado el fenómeno equinoccial de la salida del sol a través de las puertas del</div>
<div id="_mcePaste">monumento.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filastrocca sul corpo umano – Limerick about the human body]]></title>
<link>http://nutrimente2.wordpress.com/2009/11/20/filastrocca-sul-corpo-umano-%e2%80%93-limerick-about-the-human-body/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:16:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>nutrimente2</dc:creator>
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<description><![CDATA[di Daniela Domenici Il corpo umano è un meccanismo quasi perfetto ma, fateci caso, ha pure qualche…d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[di Daniela Domenici Il corpo umano è un meccanismo quasi perfetto ma, fateci caso, ha pure qualche…d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ancora nelle mani dei sequestratori]]></title>
<link>http://casdio.wordpress.com/2009/11/17/ancora-nelle-mani-dei-sequestratori/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:54:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>casdio</dc:creator>
<guid>http://casdio.wordpress.com/2009/11/17/ancora-nelle-mani-dei-sequestratori/</guid>
<description><![CDATA[I fatti però sembrano dare torto alle loro speranze: Armellin è sempre in ostaggio, probabilmente no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I fatti però sembrano dare torto alle loro speranze: Armellin è sempre in ostaggio, probabilmente non si trova neppure in territorio venezuelano, cosa che rende impossibile anche un intervento diretto da parte della Cicpc, la polizia scientifica, penale e criminale di Caracas e degli esperti dell&#8217;antisequestri dell&#8217;Ambasciata italiana.</p>
<p>Mentre alcuni aspetti del rapimento sono venuti alla luce, ad esempio il fatto che gli imprenditori la notte del sequestro sono stati narcotizzati con un sedativo sciolto nell&#8217;acqua, tutto ciò che ruota attorno al riscatto e alla effettiva posizione dell&#8217;Ambasciata nelle trattative che vengono portate avanti ormai da due settimane, è ancora secretato.</p>
<p>Guerriglieri, narcos e bande armate considerano infatti il pagamento dei riscatti come l&#8217;unica accettabile forma di autofinanziamento in un periodo in cui l&#8217;economia del Venezuela va a rotoli.</p>
<p>TRIESTE (17 novembre) &#8211; La polizia di Trieste sta eseguendo cinque ordinanze di custodia cautelare e decine di&#8230;</p>
<p> Fonte:<br />
 http://www.gazzettino.it/articolo_app.php?id=23768&#38;sez=NORDEST&#38;npl=&#38;desc_sez=</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cerita Panas 2009]]></title>
<link>http://artissexy.wordpress.com/2009/11/15/cerita-panas-2009/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 22:27:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>artissexy</dc:creator>
<guid>http://artissexy.wordpress.com/2009/11/15/cerita-panas-2009/</guid>
<description><![CDATA[“Selamat pagi mbak ini saya mau ngecek saldo rekening PT SAE ” begitulah pertanyaan yang sering dilo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>“Selamat pagi mbak ini saya mau ngecek saldo rekening PT SAE ” begitulah pertanyaan yang sering dilontarkan oleh nasabahku ini, sebut saja namanya Yudhi. Karena sering bertemu baik di telepon maupun saat dia ke bank aku menjadi akrab juga dengannya. Dengan penampilannya yang kalem sebagai seorang wiraswastawan muda cukup menggetarkan hati juga bila melihat senyumnya, namun sering timbul keraguan untuk menyapanya lebih jauh melihat wajahnya yang kelihatan kurang suka bercanda dan lebih banyak berbicara serius setiap bertemu.</p>
<blockquote><p>abg, anus, birahi, bugil, cerita hot, cerita panas, cium, dada, erangan, itil, jilat, kemaluan, klitoris, kontol, mani, memek, mendesah, montok, mulus, nikmat, orgasme, paha, payudara, penis, perawan, Perkosaan, pondok, pondokputri, putri, sex, sexy, sperma, susu, telanjang, toked, vagin</p></blockquote>
<p>a</p>
<p>Sampai suatu hari ketika pulang kerja menunggu taxi sebuah mobil cherokee mendekatiku ternyata isinya adalah pak Yudhi, menawarkan apakah aku mau kalau dia antar pulang. Benar-benar kesempatan untuk mendekatinya karena kutahu dia belum ada yang memiliki. Singkat kata dalam perjalanan ternyata pak Yudhi ini memiliki selera humor yang tinggi aku sampai terpingkal-pingkal mendengarnya. Di perjalanan Yudhi (demikian ia ingin dipanggil) mengajak untuk makan malam dahulu aku iyakan saja tapi karena capai aku mohon diantar pulang dulu untuk mandi.</p>
<p>Sampai dirumah kos kupersilahkan Yudhi untuk duduk di ruang depan (rumah kosku mirip apartemen) selagi aku mandi alangkah kagetnya ternyata aku lupa membawa handuk yang ku jemur diteras depan, sedangkan pakaianku sudah kurendam di ember. Dengan terpaksa aku memanggil Yudhi untuk minta tolong mengambilkan handuk didepan. Dengan tangan gemetar kusambut handuk yang diberikannya, namun aku tak sanggup untuk menutup pintu kamar mandi demi melihat pandangan matanya yang begitu mempesona, tanpa sadar aku telah berdiri telanjang didepannya. Agaknya yudhi ini tipe lelaki berpengalaman yang tahu cara memanfaatkan situasi, ditariknya tanganku dan dipeluknya tubuh telanjangku yang masih basah, diciumnya bibirku hingga lumat.</p>
<p>“Akkhh…”aku mengelinjang kegelian, karena nikmatnya aku sudah tidak sadar dalam keadaan telanjang. Diremas-remasnya payudaraku walaupun tidak terlalu besar namun menimbulkan kegelian dan kenikmatan tersendiri bagiku. Dengan cepat Yudhi membuka pakaiannya dan dengan wajah memerah aku pandang kontolnya yang besar dan panjang itu. terus terang aku bukan pertama ini melihat punyanya lelaki, tapi milik yudhi beda benar dengan milik Yayak pacarku di kota lain. Tidak tahan aku remas-remas batang kontol dan bijinya, kulihat Yudhi memejamkan mata sambil berdesis “aahhh…teruskan nissa.. terus”, desah Yudhi sambil tangannya turun mempermainkan memekku yang sudah mulai terasa basah. ”</p>
<p>Kita dikamar saja yu biar lebih enak” ajakku. Aku diangkat kedalam kamar tidurku dan dibaringkannya aku di dipan. yudhi mulai menjilati seluruh tubuhku sambil memuji tubuhku yang putih bersih. Betapa menyenangkan dan nikmatnya. Yudhi nasabah idolaku kini sedang sibuk menjilati seluruh tubuh telanjangku “….ohh teruskan yud..teruskan”.</p>
<p>Tiba-tiba dia menghentikan jilatannya dan berdiri menyodorkan kontolnya, “ayo nissa kamu isap dong kita 69 sekarang”. Mulanya agak kagok juga aku isap kontol yang besar itu, tapi lama-lama enak juga,sementara aku merasakan kegelian yang amat sangat dari bagian memekku yang sibuk dijilati oleh Yudhi. Setelah sekian lama Yudhi membalikkan tubuhku, dia mulai mengarakan kontolnya ke memekku, sambil berbisik dia meminta ijinku “nis aku masukkan yach”, aku yang sudah tak tahan lagi dengan jilatannya hanya bisa menggangguk, bless kontol yang besar itu masuk ke memekku, “akhhh yud pelan.. sakit”, karena lama sekali aku tidak pernah berhubungan dengan pacarku rasanya sakit sekali. Namun dengan tanpa belas kasihan si yudhi malah memasukkan seluruh kontolnya hingga amblas, “akhhh….” aku merasakan sakit yang luar biasa namun kenikmatan yang ada mengalahkan rasa sakitku, apalagi aku mulai merasa memekku terasa basah sehingga melicinkan jalan kontolnya Yudhi.</p>
<p>“Terusin yud..akhhh..uuhhhhh..” desisku berulang ulang. Dengan bengis si wajah dingin ini mengentot memekku..Tiba-tiba aku merasa ingin kencing rupanya aku sudah hampir mencapai puncak aku cakar punggung si Yudhi sambil melenguh keras “yuuuuuudddddddd…akhhhhhh” banjir terasa di memekku… Si Yudhi meminta aku menungging dengan gaya doggy style aku dientotnya lagi dari belakang sampai aku mengalami orgasme yang kedua kalinya ternyata si Yudhi masih kuat dan belum menampakkan akan berhenti, terus terang aku sudah capek namun karena kenikmatan yang aku rasakan si Yudhi ini mencoba dengan berbagai cara, setelah hampir selama satu jam dia mengentot memekku barulah dia berbisik ayo kita keluarkan bersama “akhh..uhhhh”, yudhi mulai mempercepat genjotannya akupun dengan tanpa sadar ikut bergoyang dengan cepat mengikuti iramanya..kulihat Yudhi memelukku dengan erat dan menciumu lobang telingaku dan mempermainkan lidahnya ohhhh geli dan nikmat rasanya Yudhi semakin mempererat pelukannya “ahhhh nissss….”</p>
<p>“yudddhh……” kurasakan di memekku mengalir cairan hangat ternyata yudhi sudah mencapai puncaknya dan saat bersamaan kurasakan sesuatu yang tidak dapat kutahan lagi dari memekku kucoba untuk kutahan namun tak bisa aku ikut muncrat dan mengeluarkan bunyi seperti orang kentut..ehhh si Yudhi malah nambah terus goyangannya “akhhhhhhhh…” kami berpelukan dan rebah bersama.</p>
<p>Akhirnya kami sampai lupa makan malam itu sampai pagi kami melakukannya sampai lima kali dan aku mengalami orgasme berkali-kali. Esok paginya dengan wajah lesu aku pergi kekantor dan telepon berdering “hallo bisa tanya saldo rekening mbak ?”, “Rekening perusahaan apa ?” kutanyakan, dijawab “rekening saldo semalam” ternyata diseberang sana si yudhi menelepon. demikian akhirnya hampir setiap ada kesempatan pasti kami lalui dengan ngeseks di kamar mandi kantor-ku bekerja, di mobil, di pantai, dll.</p>
<p>Sekian dulu kisahku</p>
<blockquote><p>abg, anus, birahi, bugil, cerita hot, cerita panas, cium, dada, erangan, itil, jilat, kemaluan, klitoris, kontol, mani, memek, mendesah, montok, mulus, nikmat, orgasme, paha, payudara, penis, perawan, Perkosaan, pondok, pondokputri, putri, sex, sexy, sperma, susu, telanjang, toked, vagina</p></blockquote>
<p>TAMAT</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alfajores Tatakua para Navidad]]></title>
<link>http://tatakua.wordpress.com/2009/11/14/alfajores-tatakua-para-navidad/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 16:44:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rocío</dc:creator>
<guid>http://tatakua.wordpress.com/2009/11/14/alfajores-tatakua-para-navidad/</guid>
<description><![CDATA[Ya tenemos disponibles algunas cajas navideñas nuevas y los decorados especiales de navidad en todas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-large wp-image-1123" title="Alfajores Tatakua para diciembre" src="http://tatakua.wordpress.com/files/2009/11/publicidad-diciembre-092.jpg?w=710" alt="Alfajores Tatakua para diciembre" width="710" height="1024" /></p>
<p>Ya tenemos disponibles algunas cajas navideñas nuevas y los decorados especiales de navidad en todas nuestras cajas de linea.</p>
<p>Aparta tus cajitas para la posada, fiestas de la oficina, fiestas familiares o simplemente para que los disfrutes esta navidad en compañia de amigos y familiares, recuerda que tenemos <strong>6 sabores de alfajores</strong> disponibles:</p>
<p>Con relleno de dulce de leche: Chocolate blanco, Chocolate negro, Maizena y Almendra, con relleno de nutela y con relleno de maní en <strong>3 tamaños</strong>: el Mega (que mide aprox. 7 centímetros de diámetro), el Regular (que mide aprox. 4 centímetros de diámetro si lo hacemos redondo o 4 centímetros de cada lado si lo hacemos cuadrado) y el Mini (que mide aprox. 3 centímetros de diámetro).</p>
<p>Siempre tenemos disponible para la venta en el local de todos los tamaños y sabores, pero si quieres algo ya personalizado, si tiene que ser sobre pedido.</p>
<p>Te esperamos <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cura delle mani]]></title>
<link>http://bellezzaetica.wordpress.com/2009/11/13/cura-delle-mani/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:18:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stef</dc:creator>
<guid>http://bellezzaetica.wordpress.com/2009/11/13/cura-delle-mani/</guid>
<description><![CDATA[Le nostre mani parlano di noi e con noi. Ed ora che arriva il freddo sono soggette a screpolature e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Le nostre mani parlano di noi e con noi. Ed ora che arriva il freddo sono soggette a screpolature e secchezza. Per questo è molto importante seguire alcune accortezze.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-200" title="cura-delle-mani" src="http://bellezzaetica.wordpress.com/files/2009/11/cura-delle-mani.jpg?w=98" alt="cura-delle-mani" width="98" height="150" />Anzitutto bisogna cercare di utilizzare saponi non troppo aggressivi e asciugarsi bene le mani dopo averle lavate. Quando si usano i detersivi è consigliato utilizzare sempre i guanti perchè non solo sono aggressivi sulla pelle e la danneggiano, ma possono anche causare o scatenare allergie. Infine almeno un paio di volte al giorno si deve applicare unprodotto specifico. In commercio esistonodiversi tipi di creme così da rispondere a molte esigenze. Esistono creme idratanti e protettive, antirughe, antimacchie e 2 in 1 dedicate alla cura delle mani e delle unghie.</p>
<p><!--more-->Esistono anche piccoli trucchi per idratare bene le proprie mani. Uno ad esempio è utilizzare ogni tanto dell&#8217;olio d&#8217;oliva massaggiandolo sulle mani. Grazie alle sue famose proprietà emolienti nutrirà in profondità. Un altro trucco invece è quello di utilizzare dei guanti: si applica una quantità abbondante di crema e poi si mettono dei guanti di plastica (tipo quelli che offfrono al supermercato nel reparto frutta e verdura per non toccare il cibo) per 10/20 minuti in base al tempo che si ha a disposizione. Questi guanti creeranno l&#8217;effetto sauna ed essendo i pori dilatati, la pelle assorbirà meglio la crema!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evviva l'epidemia!]]></title>
<link>http://anarchia99.wordpress.com/2009/11/12/evviva-lepidemia/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 06:26:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>anarchia99</dc:creator>
<guid>http://anarchia99.wordpress.com/2009/11/12/evviva-lepidemia/</guid>
<description><![CDATA[Ieri ho scoperto al bagno dove lavoro i seguenti messaggi da parte del Ministero della Salute: Ma da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ieri ho scoperto al bagno dove lavoro i seguenti messaggi da parte del Ministero della Salute:</p>

<p>Ma davvero siamo arrivati fino a questo punto? C&#8217;è bisogno che mi spieghi con un foglio illustrativo come lavarsi le mani? Certo, magari qualcuno ora saprà che DOPO aver fatto i propri bisogni forse è il caso di lavarsi le mani, ma per il resto del mondo direi che è scontata come azione.</p>
<p>L&#8217;unico punto che effettivamente mi ha dato da pensare è stato il n.10, che proprio stupido non è. Peccato però che quando stai nei bagni con l&#8217;asciugatore a muro (il phon tanto per intenderci) la salvietta non è disponibile.</p>
<p>Comunque tornando ai passaggi del lavaggio delle mani, quanti di voi lo hanno mai fatto in questo modo? Io nell&#8217;arco della mia vita non ho mai seguito tutti quei passaggi. Sarò uno zozzone allora? Ma come si fa a pensare anche solamente a determinate manovre di lavaggio, manco fossimo dei chirurghi professionisti. Dopo quest&#8217;accurata pulizia davvero potremmo anche operare a mani nude per quanto ce le abbiamo pulite.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prylmanin slår till igen]]></title>
<link>http://firemoonhorses.wordpress.com/2009/11/11/prylmanin-slar-till-igen/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 10:36:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>firemoonhorses</dc:creator>
<guid>http://firemoonhorses.wordpress.com/2009/11/11/prylmanin-slar-till-igen/</guid>
<description><![CDATA[Jäkla skit säger jag bara. Googled på benskydd till häst och får upp den här sidan. Nu måste jag gen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jäkla skit säger jag bara.</p>
<p>Googled på benskydd till häst och får upp <a title="Xtreme horsemakeover" href="http://www.xtremehorsemakeover.com/index.html" target="_blank">den här</a> sidan. Nu måste jag genast gå och köpa mig en vinst lott så jag kan shoppa lite.</p>
<p>Jag erkänner villigt, jag är totalt prylgalen när det kommer till hästartiklar. Man kan ju inte ha får många täcken, bett, träns, benskydd, borstar&#8230;.You name it!</p>
<p>Kolla detta täcket. Vet inte om det är snyggt eller gräslligt men man syns ju garanterat:)</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-31" title="bigd" src="http://firemoonhorses.wordpress.com/files/2009/11/bigd.jpg" alt="bigd" width="500" height="361" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Provincia, 09/11/2009]]></title>
<link>http://pallido.wordpress.com/2009/11/09/la-provincia-09112009/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 00:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>paolofranchini</dc:creator>
<guid>http://pallido.wordpress.com/2009/11/09/la-provincia-09112009/</guid>
<description><![CDATA[«Se fosse un romanzo noir sarebbe poco credibile» Paolo Franchini, giallista varesino, colpito dall]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-895" title="logo-provincia" src="http://pallido.wordpress.com/files/2009/11/logo-provincia.jpg" alt="logo-provincia" width="200" height="56" /></strong></p>
<p><strong>«Se fosse un romanzo noir sarebbe poco credibile» </strong></p>
<p><em>Paolo Franchini, giallista varesino, colpito dall&#8217;efferatezza del delitto: «La realtà supera la fantasia» </em></p>
<p>COCQUIO TREVISAGO &#8211; «Solo fino a qualche anno fa se avessi proposto a un mio editore una storia come questa probabilmente non me l&#8217;avrebbe pubblicata, chiedendomi di renderla più verosimile». Così Paolo Franchini, scrittore noir varesino, in merito alla vicenda di cronaca che ha sconvolto la tranquillità di Cocquio Trevisago e dell&#8217;intera provincia.</p>
<p>«Il fatto è sconvolgente &#8211; aggiunge il giallista varesino. &#8211; L&#8217;unica riflessione che mi viene da fare, da scrittore, è proprio quella relativa alla scomparsa del confine tra verosimile e inverosimile, un confine che una volta si conosceva e su cui si giocava nella creazione delle storie da raccontare».</p>
<p>Invece, nella vicenda che è costata la vita a Carla Molinari, di verosimile sembra non esserci proprio nulla. Eppure è tutto terribilmente reale. «La vicenda è tanto tragica quanto assurda, sia per il contesto in cui è maturata, che per la tipologia della vittima. Ed è solo uno dei tanti casi, penso anche all&#8217;omicidio di Dean Katic, il ragazzo sepolto nel giardino della villa, sembra una vicenda tratta da un film dell&#8217;orrore, di quelli che non si riusciva ad immaginare di poter leggere nelle cronache di Varese».</p>
<p>Dunque in un contesto in cui tutto diventa possibile, qualcosa cambia anche per gli scrittori: «Certo, inventarsi qualcosa di nuovo diventa difficile, ma cinicamente si può anche pensare che questo confine confuso tra il possibile e l&#8217;impossibile vada a favore di chi per mestiere inventa storie.</p>
<p>Paradossalmente con il venir meno di questo vincolo diventa più facile inventarsi una trama, dalla più banale a quella più intricata».</p>
<p>La peculiarità delle vicende narrate da Paolo Franchini è proprio quella di essere ambientate sul pianerottolo, oltre la porta della casa accanto: «Certo, il disagio nella lettura di una vicenda che si sviluppa &#8220;vicino&#8221; al lettore è molto maggiore, raccontare una storia di bande che si scontrano in America può essere altrettanto affascinante ma lascia indifferenti. E ciò che rende terrificante l&#8217;episodio di Cocquio è proprio il fatto che sia capitato ad una signora qualunque, alla &#8220;vicina di casa&#8221;, in un paesino di provincia».</p>
<p>Quando accadono episodi tanto efferati da apparire subito come l&#8217;opera di un maniaco, viene subito da chiedersi se esistono, in letteratura, storie simili: «Consultando database on line si scopre che nel mondo reale di delitti simili ce ne sono stati tre, sicuramente esistono casi analoghi anche in letteratura. Mi viene in mente &#8220;La mano sinistra del diavolo&#8221; di Paolo Roversi, dove però l&#8217;amputazione della mano è legata a un messaggio».</p>
<p><em>Alessandro Madron</em></p>
<p><em><img class="alignnone" style="border:black 1px solid;" src="http://lh4.ggpht.com/_YQ8yi_DfkcY/SvkgJ8MzuYI/AAAAAAAAE0k/CU2rGyYFF2k/prov-091109.JPG" alt="" width="216" height="314" /></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ricordi? Pioveva]]></title>
<link>http://alessandrarotondo.wordpress.com/2009/11/08/ricordi-pioveva/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:05:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>MissStrongAle</dc:creator>
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<description><![CDATA[E gli androni dei palazzi erano stretti e troppo illuminati. Era un tripudio di clacson e io portavo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E gli androni dei palazzi erano stretti e troppo illuminati.</p>
<p>Era un tripudio di clacson e io portavo qualcosa di rosso. Una sciarpa, un cappello, ora non saprei, così sbiadito com&#8217;è.</p>
<p>La strada era lunga, e la voglia inciampava ad ogni buca nell&#8217;asfalto.</p>
<p>I capelli si imperlavano di gocce, il trucco colava giù per le gote, le mani si facevano impazienti.</p>
<p><em>Ricordi? Pioveva.</em></p>
<p>Piove sempre nei nostri ricordi.</p>
<p>E io indosso qualcosa di rosso.</p>
<p>E la strada è lunga</p>
<p>e i clacson, l&#8217;asfalto,</p>
<p>e le mani,</p>
<p>e.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Insieme a te]]></title>
<link>http://cantierepoesia.wordpress.com/2009/11/08/insieme-a-te/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 10:11:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>bugianen55</dc:creator>
<guid>http://cantierepoesia.wordpress.com/2009/11/08/insieme-a-te/</guid>
<description><![CDATA[“Insieme a te scriverò ogni giorno poesie e non con le parole” io t’attornio con gli occhi dei quatt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://digilander.libero.it/Blaze_Zen/Mani1.jpg" alt="" width="323" height="323" /></p>
<p><em>“Insieme a te scriverò ogni giorno poesie e non con le parole”<br />
io t’attornio con gli occhi dei quattro fiumi e cerco quel quanto<br />
che c’è in te nelle tue mani, quel quanto di te in me autentico.<br />
ci vorrebbe una bocca che possa sigillare almeno<br />
una città di silenzio o almeno le sue porte che sbarrano le mani sino alle maniglie.<br />
ci vorrebbe una bocca di fuoco e delle parole di cera<br />
da plasmare a piacere un corpo, un nome, uno spazio astratto<br />
che dimora i risvegli<br />
e allora potrei spegnermi o accendermi trattendoti<br />
come un ultimo respiro<br />
mentro appena ti guardo e non ci siamo nemmeno sfiorati.</em></p>
<p><a href="http://ladyeagle.splinder.com/" target="_blank"><strong><span style="color:#800000;">Anileda Xeka</span></strong></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Per staccare un po' la spina...]]></title>
<link>http://1000bolleblog.wordpress.com/2009/11/06/per-staccare-un-po-la-spina/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:00:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>AndrElly</dc:creator>
<guid>http://1000bolleblog.wordpress.com/2009/11/06/per-staccare-un-po-la-spina/</guid>
<description><![CDATA[Quando si dice che su internet si trova di tutto&#8230; mano-cuscino la pepsi bianca ghiacciolo dent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando si dice che su internet si trova di tutto&#8230;</p>
<div id="attachment_1780" class="wp-caption aligncenter" style="width: 341px"><img class="size-medium wp-image-1780" title="pillow01" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/11/pillow01.jpg?w=300" alt="mano-cuscino" width="331" height="221" /><p class="wp-caption-text">mano-cuscino</p></div>
<div id="attachment_1781" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><img class="size-medium wp-image-1781" title="pepsi01" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/11/pepsi01.jpg?w=280" alt="la pepsi bianca" width="280" height="300" /><p class="wp-caption-text">la pepsi bianca</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1770" class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img class="size-medium wp-image-1770 " title="ghiacciolo01" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/ghiacciolo01.jpg?w=297" alt="ghiacciolo dentiera" width="297" height="300" /><p class="wp-caption-text">ghiacciolo dentiera</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1772" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1772 " title="ghiacciolo02" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/ghiacciolo021.jpg?w=300" alt="ghiacciolo pinna squalo" width="300" height="258" /><p class="wp-caption-text">ghiacciolo pinna squalo</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1773" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1773 " title="tab01" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/tab01.jpg?w=300" alt="tavolo sumo" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">tavolo sumo</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1774" class="wp-caption aligncenter" style="width: 270px"><img class="size-medium wp-image-1774 " title="tab02" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/tab02.jpg?w=260" alt="tavolo golf" width="260" height="300" /><p class="wp-caption-text">tavolo golf</p></div>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_1775" class="wp-caption aligncenter" style="width: 239px"><img class="size-medium wp-image-1775 " title="tab03" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/tab03.jpg?w=229" alt="tavolo pac man" width="229" height="300" /><p class="wp-caption-text">tavolo pac m</p></div>
<div id="attachment_1776" class="wp-caption aligncenter" style="width: 306px"><img class="size-medium wp-image-1776" title="underw01" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/underw01.jpg?w=225" alt="slip unlock" width="296" height="394" /><p class="wp-caption-text">slip unlock</p></div>
<div id="attachment_1777" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1777" title="underw02" src="http://1000bolleblog.wordpress.com/files/2009/10/underw02.jpg?w=300" alt="slip username password" width="300" height="205" /><p class="wp-caption-text">slip username password</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Verso quel dove...]]></title>
<link>http://nutrimente2.wordpress.com/2009/11/04/verso-quel-dove/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:35:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>nutrimente2</dc:creator>
<guid>http://nutrimente2.wordpress.com/2009/11/04/verso-quel-dove/</guid>
<description><![CDATA[di Angela Ragusa Fiammella sopraffatta, dopo l’amore lascio la mia isola. Naufraga di quel mare in t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[di Angela Ragusa Fiammella sopraffatta, dopo l’amore lascio la mia isola. Naufraga di quel mare in t]]></content:encoded>
</item>

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