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	<title>maridos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/maridos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "maridos"</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 07:49:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[¿Estás preocupado? Practica sexo]]></title>
<link>http://lacocteleraradioblog.wordpress.com/2009/11/19/%c2%bfestas-preocupado-practica-sexo/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:54:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesusdematias</dc:creator>
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<description><![CDATA[¿Cuál es la mejor manera de superar las preocupaciones? ¿Cuál es la mejor manera de afrontar los mom]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">¿Cuál es la mejor manera de superar las preocupaciones? ¿Cuál es la mejor manera de afrontar los momentos difíciles en los que el mundo se nos cae encima? Para algunos y algunas puede ser el chocolate; para otros practicar deporte; para otros destrozar una planta entera de un hotel, descargar la adrenalina a martillazos. Para las personas inteligentes con la dopamina por las nubes como consecuencia de las preocupaciones, la solución está en el sexo.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">El sexo es una de las mejores actividades del ser humano; es uno de los mejores inventos de la raza humana. Eso sí, el sexo con moderación, sin llegar a prácticas un tanto desagradables, que sí, tienen incluso muchas visitas en Internet, pero no son plato para todos los gustos, hablando de forma generalizada. Y eso que hay gustos para dar y tomar, pero las prácticas sexuales en las que intervienen residuos corporales de cierta índole no gustan a todos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pues bien, salvo extremismos sexuales ya dejan de ser parte del buen invento que es el sexo. Un buen invento al que los ciudadanos recurrimos más en épocas de crisis que cuando no hay crisis. El motivo no es tener más hijos a los que poder criar sin tener dinero para mantenerlos; el motivo es que con las continuas preocupaciones la dopamina se dispara, y cuando la dopamina se dispara también se disparan otras cosas.</p>
<p style="text-align:justify;">Y así estamos como estamos; hay personas que incluso se preocupan adrede de cualquier asunto sólo para que los niveles de dopamina se eleven aún más y pillar cacho. Un marido puede llegar a su casa preocupadísimo; ¿acaso le van a despedir en su trabajo? No, lo que pasa es que quiere sexo con su esposa y la única manera que tiene es preocuparse. ¿De qué? De cualquier cosa, todo vale para conseguir acostarse con su mujer -o incluso con su marido, porque el matrimonio homosexual ya es legal en algunos Estados-.</p>
<p style="text-align:justify;">Así que ya saben los lectores; si están preocupados pronto dejarán de estarlo porque se hallarán viviendo una nueva experiencia sexual. Y entonces no estarán preocupados, sino felices. La dopamina bajará y se acabará el chollo. Pero no hay problema, porque en cuanto regresem a la vida diaria volverán a precoparse de nuevo, otra vez la dopamina en niveles altos y otra vez a hacer el amor. Un bucle que no para. Porque sí, nos preocupamos por la crisis, se nos eleva la dopamina y podemos practicar más el sexo -el que pueda-. Pero como haya que comprar condones vamos finos. Porque en tiempos preocupantes no sólo aumenta el sexo, <a title="El sexo aumenta cuando nos preocupamos" href="http://www.lasextanoticias.com/videos/ver/sexo_contra_la_crisis/207833" target="_blank">también la compra de artículos eróticos</a>, por lo que hay poco dinero que gastar y encima se gasta en juguetes eróticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero bueno, es lo que hay. Ya que estamos deprimidos mejor gastar dinero en sexo. Así por lo menos no nos entran ganas de suicidarnos.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fuente:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="edición digital de La Sexta Noticias" href="http://www.lasextanoticias.com" target="_blank">www.lasextanoticias.com</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homens na cozinha]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/11/16/homens-na-cozinha/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:10:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jane Murback</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/11/16/homens-na-cozinha/</guid>
<description><![CDATA[Até que homem que cozinha é charmoso, apesar do tão batido risotinho ou macarrãozinho que todos se a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-8038" title="jamie" src="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/files/2009/11/jamie.jpg" alt="jamie" width="154" height="116" />Até que homem que cozinha é charmoso, apesar do tão batido risotinho ou macarrãozinho que todos se atrevem a fazer.</p>
<p>E diante do Jamie Oliver sambando com uma faca na mão, todos devem sentir uma ponta de frustração ou vontade de ver como aquilo é fácil de fazer.</p>
<p>Meu marido não poderia ficar de fora disso, lógico! E aí ele decidiu fazer um curso de sushi man. Porque a pessoa quer causar, sabe?</p>
<p>Ele fez o curso e o seu desempenho foi ótimo, ao ponto de trazer umas 3 dúzias de sushis perfeitamente simétricos pra casa.</p>
<p>No sábado seguinte, em casa e de posse de todos os acessórios adquiridos na Liberdade, ele rumou pra cozinha pra, enfim, praticar sozinho sua nova habilidade.</p>
<p>Só que, né, uma coisa é fazer o sushi com um autêntico professor japonês do lado, outra coisa é encarar a micro cozinha e aquele fogãozinho sem vergonha que habita nosso lar doce lar.</p>
<p>O primeiro problema se deu na interpretação da receita: &#8220;uma medida de arroz, a mesma medida de água&#8221;. A doce criatura não se conformou e <span style="text-decoration:line-through;">rosnou</span> exclamou, docemente: &#8211; porra, que medida é essa? Japonês filho da mãe, só quer meu dinheiro, vou ter que comprar outra apostila.</p>
<p>Eu ainda fui paciente e disse que podia ser um copo, uma colher, um balde, dependendo do tamanho do restaurante que ele pretendia inaugurar.</p>
<p>E assim começou-se fazer paneladas e paneladas de arroz, que conforme iam dando errado iam sendo colocadas na lavanderia. No fim tinha arroz grudado até dentro da geladeira.</p>
<p>E o saldo disso? Um jantar com um chef frustrado e uma mulher de chef revoltada e faminta. Por essas e outras que, no meu caso, o restaurante ainda é mais indicado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recomendações de Deus para o Marido]]></title>
<link>http://bandajovemrio.wordpress.com/2009/10/01/recomendacoes-de-deus-para-o-marido/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:29:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>bandajovemrio</dc:creator>
<guid>http://bandajovemrio.wordpress.com/2009/10/01/recomendacoes-de-deus-para-o-marido/</guid>
<description><![CDATA[Recomendações de Deus para o Marido Gilson Bifano O objetivo número 1 da Bíblia é, sem dúvida, fazer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-616" title="casal1" src="http://bandajovemrio.wordpress.com/files/2009/10/casal1.jpg" alt="casal1" width="186" height="196" /></p>
<h2><em><strong><span style="color:#993300;">Recomendações de Deus para o Marido</span></strong></em></h2>
<h3><em><span style="color:#333399;">Gilson Bifano</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;">O objetivo número 1 da Bíblia é, sem dúvida, fazer conhecido ao homem o <a href="http://www.luz.eti.br/plano.html" target="_blank">amor de Deus demonstrado na Cruz do Calvário, dando o Seu único Filho para morrer em nosso lugar (Jo 3.16), </a>mas quando estudamos as Sagradas Escrituras encontramos um verdadeiro manual para vivermos bem em família.</p>
<p>Se maridos e esposas, pais e filhos, sogras e noras, lessem na Bíblia suas instruções, sem dúvida, teríamos famílias mais felizes, unidas e abençoadas.</p>
<p>Muitos divórcios não estariam acontecendo, e muitos casamentos toleráveis não estariam sendo vivenciados por milhares de casais ao redor do mundo se os cônjuges prestassem mais atenção o que diz a Bíblia sobre os deveres conjugais.</p>
<p>Se você é um marido que deseja fazer feliz sua esposa e agradar a Deus, preste atenção as recomendações abaixo:</p>
<p><strong>1 – Ame sua esposa verdadeiramente</strong></p>
<p>O apóstolo Paulo interessado no bem-estar dos casais fez uma recomendação muito sérias aos maridos, especialmente aos maridos cristãos: “Maridos, ame cada um a sua mulher”. Esse amor, segundo Paulo, deveria ser o do mesmo tipo de Cristo, “como Cristo amou a igreja” e da mesma maneira que o marido AMA seu próprio corpo (Ef 5.25, 28). Como os maridos cristãos podem verificar que estão amando de fato suas esposas? Paulo dá algumas dicas:</p>
<p>Em primeiro lugar, um marido AMA sua esposa quando se dá por inteiro ao casamento. Foi isso que Cristo fez por nós.</p>
<p>Em segundo lugar, um marido está amando de fato sua esposa, quando procura sua santificação (Ef 5.26,27). Um marido cristão, por exemplo, não leva pornografia para o leito conjugal, não ínsita sua esposa a se afastar de Deus.</p>
<p>Em terceiro lugar, um marido AMA sua esposa quando procura o seu bem-estar em todos os aspectos: físico, emocional, social e espiritual. Leia Efésios 5.29. Você, sendo um marido cristão, cuida da sua esposa da mesma maneira que cuida do seu corpo? Você alimenta, ou satisfaz as necessidades emocionais de sua esposa.</p>
<p>Um marido que AMA, alimenta a esposa, não somente do ponto de vista físico, mas emocional, social e espiritual. Um marido que deseja agradar a Deus nesse papel no lar, há de ser um marido que está sempre cuidando de sua esposa.</p>
<p>Não somente quando está com uma enfermidade física, mas também da alma, das emoções.</p>
<p>Há um ditado que diz: “quem AMA cuida”. Olhe para is próprio e pergunte a is mesmo se você está fazendo isso no seu casamento. Faça esse inventário conjugal e procure amar sua esposa. Amar é uma decisão, um verbo a ser cultivado todos os dias da vida conjugal. Se pararmos de conjugá-lo, com certeza, iremos diminuir a intensidade do amor para com aquela que Deus nos deu para vivermos todos os dias de nossa existência.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>2 – Marido, priorize, nas suas relações sociais, o seu casamento</strong><strong><br />
</strong><br />
Esse é um dever importante. Foi por isso que Paulo escreveu Efésios 5.31. Lembre, marido: Depois do seu relacionamento com Deus, o relacionamento mais importante não que com sua mãe, pai e amigo, é com sua esposa. Muitos casamentos naufragam porque os cônjuges não priorizam, nos relacionamentos sociais, o relacionamento conjugal.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>3 – Marido, lidere sua esposa em amor</p>
<p>O apóstolo Paulo afirma que o marido é o cabeça da mulher (Ef. 5.23). Embora seja um texto rejeitado por muitos hoje, é bíblico. Liderar a esposa em amor significa que os maridos não serão, de forma alguma, déspotas, tiranos.</p>
<p>Quando um marido cristão assume essa responsabilidade, cultiva na relação conjugal espaço para o diálogo, para ouvir a esposa e aceitar suas ponderações. Essa afirmação nos liga ao ponto seguinte.</strong></span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>4 – Marido, viva com entendimento com sua esposa</strong><strong><br />
</strong><br />
Foi isso que o apóstolo Pedro, que era casado, recomendou em 1 Pedro 3.7. Para um marido viver com entendimento com sua esposa é preciso compreendê-la como pessoa, como mulher.</p>
<p>Compreender suas necessidades. Ouví-la sempre. Alguém já disse que Deus deu à mulher uma anteninha que ao homem não foi dada. A mulher tem, muitas vezes, uma visão de uma situação que o homem não tem.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>5 – Marido, valorize sua esposa</strong><strong><br />
</strong><br />
O apóstolo Pedro USA a expressão “com honra” (1Pd 3.7). Você, sabe, marido, o que é honrar? Honrar é valorizar, enaltecer. Um marido que AMA a esposa está sempre expressando a is mesma, perante os filhos, parentes e amigos, o quanto ela é importante. Está sempre a cobrindo de elogios. Sempre enaltecendo os seus feitos.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>6 – Marido, trate sua esposa com delicadeza</strong><strong><br />
</strong><br />
É o apóstolo Paulo quem diz mais uma vez aos maridos que não devem tratar suas esposas com amargura (Cl. 3.19). Não tratar com amargura significa ser cortês, bondoso e gentil. Suas palavras e gestos devem proporcionar à esposa o sentimento de que é amada. Você, marido cristão, se dirige á sua esposa com delicadeza ou é áspero em suas palavras? Você é um cavalheiro para com sua esposa?</p>
<p>Paulo escreveu essas palavras porque no seu tempo, na cultura grega, a mulher era tratada sem nenhum respeito ou consideração. O cristianismo veio impor uma nova conduta no relacionamento conjugal.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>7 – Marido, satisfaça sua esposa sexualmente</strong><strong><br />
</strong><br />
Leia o que Paulo escreveu em 1 Coríntios 7.3. O que o apóstolo quis dizer quando usou a expressão “deveres conjugais”? Isso mesmo. A idéia é de que o marido não deve ser egoísta quando se trata de prazer sexual.</p>
<p>Um marido que deseja obedecer as recomendações bíblica está atento e procura, dentro dos limites do respeito e da ética cristã da sexualidade, satisfazer a mulher sexualmente. Toda esposa tem direito ao prazer sexual, ao orgasmo, à felicidade no leito conjugal.</span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong>8 – Marido, agrade sua esposa</strong></span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"><strong> </strong></span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> Se você se casou, saiba que um dos deveres do marido é agradar à esposa (1 Co 7. 32,33). </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> </span></em></h3>
<h3><em><span style="color:#333399;"> Caso contrário, então permanecesse solteiro! Agora que está casado, procure agradar a Deus, em primeiro lugar. Um das maneiras de agradá-Lo é agradando sua esposa.</span></em></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[vulcões em erupção]]></title>
<link>http://freakiumemeio.wordpress.com/2009/09/22/vulcoes-em-erupcao/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:28:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Bomfim</dc:creator>
<guid>http://freakiumemeio.wordpress.com/2009/09/22/vulcoes-em-erupcao/</guid>
<description><![CDATA[John Cassavetes gostava de filmar vulcões em erupção, aqueles momentos em que as pessoas não sabem m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>John Cassavetes</strong> gostava de filmar vulcões em erupção, aqueles momentos em que as pessoas não sabem muito bem o que fazer. Afinal, quando há fogo transbordando por todos os lados, o instinto acaba prevalecendo. Foram esses impulsos extremamente humanos que Cassavetes soube documentar como ninguém.</p>
<p>Em <em>Faces</em>, de 1968, a explosão está na crise conjugal de um casal. E Cassavetes se dedica a uma noite inteira de instabilidades. O homem divide as gargalhadas amargas com uma prostituta, a mulher vai com as amigas numa casa noturna e termina a farra, em pleno desespero, com um desconhecido. Em <em>Maridos</em>, de 1970, há a súbita morte de um homem, algo que acaba desorientando seus três melhores amigos. Temos novamente Cassavetes acompanhando uma noite de impulsos de seus personagens.</p>
<p>Nos dois filmes, Cassavetes se concentra na ausência. Tanto do amigo em <em>Maridos</em>, quanto da relação conjugal em <em>Faces</em>. É o vácuo, a falta de um chão, que acaba trazendo o elemento desestabilizador, as explosões que encaminham a crise.</p>
<p>Já em<em> Uma Mulher Sob Influência</em>, de 1974, não é ausência, mas uma presença que acaba tirando os personagens da estabilidade. Mabel (Gena Rowlands) é uma mulher no limite da sanidade. Estamos diante de alguém que respira o inesperado. Cassavetes constrói sua obra na relação entre ela e a família. Tanto que não vemos o momento de internação. A ausência é uma enorme elipse da obra-prima do diretor.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/M_q9p4k1T6A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/M_q9p4k1T6A&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entendendo sua esposa. SEXO... CARINHO... ATENÇÃO?]]></title>
<link>http://apdsji.wordpress.com/2009/09/15/entendendo-sua-esposa-sexo-carinho-atencao/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 01:53:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sara Kelly</dc:creator>
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<description><![CDATA[“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.” &#8211; Prov. 18:22 “Maridos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.” &#8211; Prov. 18:22 “Maridos]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Huevos Calientes]]></title>
<link>http://piscinaembarillao.wordpress.com/2009/09/09/huevos-calientes/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 20:30:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>piscinaembarillao</dc:creator>
<guid>http://piscinaembarillao.wordpress.com/2009/09/09/huevos-calientes/</guid>
<description><![CDATA[Tres amigas conversaban y una dijo: -¡UY! Cuando hago el amor con Juan, le toco los huevos y se le p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tres amigas conversaban y una dijo: -¡UY! Cuando hago el amor con Juan, le toco los huevos y se le p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apuntele bien!!! mandilones]]></title>
<link>http://yastas.wordpress.com/2009/09/09/apuntele-bien-mandilones/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 16:10:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>eljavac</dc:creator>
<guid>http://yastas.wordpress.com/2009/09/09/apuntele-bien-mandilones/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todos amam, menos eu]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/08/10/todos-amam-menos-eu/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:13:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jane Murback</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/08/10/todos-amam-menos-eu/</guid>
<description><![CDATA[Ser do contra dá trabalho. É proibido não gostar daquilo que é universalmente amado. E universalment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-7604" title="snork" src="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/files/2009/08/snork.jpg?w=300" alt="snork" width="300" height="225" />Ser do contra dá trabalho. É proibido não gostar daquilo que é universalmente amado. E universalmente amado nem significa um grande número de pessoas, não. Basta um universo de 3 almas fanáticas pra destruir o pobre coitado que não compartailha dos gostos desse universozinho.</p>
<p>E eu, claro, não gosto de algo que meio mundo ama: mergulhar.</p>
<p>Eu fiz o curso (sim, acreditem! onde eu tava com a cabeça?) para acompanhar o Alê, com aula teórica na parte da manhã e aula prática a tarde na piscina do clube ao lado da escola. Paulista né, tem dessas. Depois de poucos dias fomos para o chek out, ou batismo como dizem por aí, em Ubatuba. Até ai, tudo lindo.</p>
<p>No barco a cobra já começou a fumar, porque eu fiquei mareada o tempo todo. Quando o barco parou , lá no meio do nada, aquele balancê fez meu labirinto ficar mais descontrolado do que nunca, e de dentro do barco eu ficava alimentando os peixinhos, se é que vocês me entendem. Tive que pular na água, única alternativa para que eu sobrevivesse e pudesse ver a imagem do paraíso, o fundo do mar. Quando finalmente chegou minha hora de mergulhar, eu já estava com um pé na cova e o outro na casca de banana, e colocar aquele macacão incrivelmente apertado e ajustar os lastros na minha cintura me pareceram uma tarefa muito penosa pra mim. </p>
<p>Fui, desci, fiz os exercícios, subi. Passei. Ganhei carteirinha. Odiei. Mas check out não é mergulho, é uma prova para você ver se está apto a mergulhar. Tá bom, vai.</p>
<p>Fomos pra Ilhabela finalmente ver o paraíso submerso e tudo se repetiu. Macacão, lastros, um saco. Mergulhamos. Eu tinha ar pra mergulhar umas duas horas ainda e o do Alê já tinha acabado. Ah, tem mais essa. Só pode mergulhar de dupla e tu tem que fazer tudo que a sua dupla quiser. Ai ele quis subir e pegar outro cilindro para nós, sendo que eu já tinha visto todos os peixes necessários para a presente e para as próximas 3 gerações. Não topei. Fui uma dupla sacana. Como assim odiou? Ai sei lá, aquele bando de peixe amarelinho vindo pro meu lado me deu gastura. Sorte que tinha outro amigo por lá, sem dupla. Doei meu equipamento pra ele, que virou dupla do Alê. Obrigada, <a href="http://www.mundodosfilosofos.com.br/divindades.htm" target="_self">Netuno</a>, pela graça alcançada.</p>
<p>Pior de tudo é ter que assumir que você não quer ver o fundo do mar por pura preguiça de se equipar e por aflição do ataque dos peixinhos felizes e coloridos. Ai gente, prefiro um snorkelzinho meixmo!</p>
<p><a href="http://www.visualsbysheree.com/SnorkelDaveRE.JPG" target="_self">Link da imagem</a> que ilustra lindamente esse post.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pai antenado]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/08/07/pai-antenado/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 14:07:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jane Murback</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/08/07/pai-antenado/</guid>
<description><![CDATA[Ontem recebi um e-mail salvador da minha prima, filha do irmão falecido do meu pai. Ela me resgatará]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-7597" title="antena" src="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/files/2009/08/antena.jpg?w=300" alt="antena" width="300" height="224" />Ontem recebi um e-mail salvador da minha prima, filha do irmão falecido do meu pai. Ela me resgatará da minha <em>questã </em>mais questionante, que é incompatibilidade de estilos existente entre meus pais e a família do Alê. </p>
<p>O lance é que minha prima adotou meu pai - o que eu acho ótimo pra ambos &#8211; e ela fará um churrasco na casa dela domingo. E me mandou um e-mail convidando. Como na nossa família os jovens-senhores reinam absolutos, a coisa ocorrerá em horário tradicional, e terminará antes do pôr do sol, sendo possível comparecer ao churrasco e à casa da minha sogra, onde os caras começam botar o feijão no fogo as 2 da tarde.</p>
<p>Mas mesmo assim tenho do que reclamar. No caso, do fato de ainda não ter comprado os presentes dos pais sob minha responsabilidade, ou seja, o meu e o do João.</p>
<p>Pro meu pai, certamente vai rolar aquela boa e velha camisa polo ou bermuda com milhares de bolsos, tipo caçador de borboleta. Pro Alê, estou nuna sinuca de bico.</p>
<p>O cabra é antenado, sabem como? Ele é do tipo que se você tiver tempo e dinheiro fica fácil. Mas quando lhe falta ambos tu tá lascada. Por tu, leia-se eu.</p>
<p>Como na escola do João aboliram festas familiares, eles mandam o presente assim, sem mais nem menos. Então fica uma coisa &#8220;no meio da casa&#8221; e eu nunca sei se fica estabelecido que esse é O presente ou se devo comprar outro. No dia das mães eles me deram um cinto lindo, bem delicadinho, tipo complemento.</p>
<p>Mas e eu? Complemento com o que? Homem não rola um batonzinho, ou um cintinho, ou uma carteirinha para guardar papéizinhos minúsculos.</p>
<p>E pra piorar, além de antenado o Alê trabalha nas imediações da 25 de março e <a href="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/03/24/disneylandia-dos-nerds/" target="_self">Santa Ifigênia</a>, ou seja, é consumidor voraz dos objetos do universo chinglinga!</p>
<p>Quanto mais eu rezo &#8230;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A noiva joga o buquê e o noivo joga o que ??]]></title>
<link>http://casamentofast.wordpress.com/2009/08/04/a-noiva-joga-o-buque-e-o-noivo-joga-o-que/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 17:19:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>casafast</dc:creator>
<guid>http://casamentofast.wordpress.com/2009/08/04/a-noiva-joga-o-buque-e-o-noivo-joga-o-que/</guid>
<description><![CDATA[Mini buquê Antigamente, as noivas jogavam o buquê de verdade. Mas havia um problema: eles eram pesad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">Mini buquê</td>
</tr>
<tr>
<td width="15%" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_clip_image002.jpg" alt="" width="100" height="100" /></td>
<td width="85%" valign="top">Antigamente,  as noivas jogavam o buquê de verdade.<br />
Mas  havia um problema: eles eram pesados e podiam machucar as mãos das solteiras.<br />
Por  isso, a maioria das floristas de hoje fazem um mini buquê, mais leve,   especial para este momento.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> Sapo noivo</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_clip_image002_0000.jpg" alt="" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">Existem noivas que jogam o sapinho de pelúcia antes de jogar o buquê, já que a idéia é passar a benção para frente e ajudar as amigas a arrumarem maridos, surgiu esta nova tradição. Eunquanto o príncipe não aparece, ela fica com o sapo&#8230;</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> Agenda de telefones</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_clip_image001_0000.jpg" border="0" alt="Agenda de telefones do noivo" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">E os amigos solteiros do noivo, como ficam? Já que eles adoram fazer pose de quem não quer saber de casamento, inventaram uma brincadeira perfeita.<br />
O noivo joga sua antiga agenda de telefones, supostamente recheada de números de belas moças, da época em que ele era mulherengo, assim como a noiva, passando a benção para frente!</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> Liga da noiva</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_clip_image001_0001.jpg" border="0" alt="Liga que a noiva usa na coxa e o noivo joga para os solteiros" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">Essa tradição vem dos EUA, mas como 99% dos filmes de casamento que vemos no cinema são de lá, é claro que chegou aqui: jogar a liga da noiva para os solteiros. A peça, uma tira de elástico com renda à lã lingerie, fica na coxa da noiva.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> Chutar o balde</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noivo_chuta_balde%5B1%5D.jpg" alt="" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">E por último o balde, o noivo chuta um balde para os solteiros e o sortudo que pegar é agraciado com a sorte de demorar muito para casar.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> <span>Caixa  de whisky</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_whisky.jpg" alt="" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">O noivo joga caixa de whisky (vazia, é claro) para  os rapazes da festa, o sortudo que pegar ganha a garrafa de whisky.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/ico-verde.png" alt="" width="10" height="10" /> <span>Buquê de pirulito</span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top"><img src="http://www.brindeaosnoivos.com.br/imagens/noiva-buque_pirulito.jpg" alt="" width="100" height="100" /></td>
<td valign="top">O Buquê de pirulito vem sendo muito solicitado pelas noivas, pois dão um toque especial nas daminhas de honra, que os usam no lugar dos buquês de folhes naturais. O custo de um buquê de pirulito é menor do que de um buquê tradicional e além disso serve como lembrancinha de casamento para as damas de honra.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONVERSAR, UN ARTE Y UN DEBER: ÁNGELES MASTRETTA]]></title>
<link>http://joseluiscastillejos.wordpress.com/2009/08/02/575/</link>
<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 05:41:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Luis Castillejos Ambrocio</dc:creator>
<guid>http://joseluiscastillejos.wordpress.com/2009/08/02/575/</guid>
<description><![CDATA[Por José Luis Castillejos Ambrocio La mexicana Ángeles Mastretta es escritora porque creció en un mu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por José Luis Castillejos Ambrocio La mexicana Ángeles Mastretta es escritora porque creció en un mu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os homens são de marte]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/07/29/os-homens-sao-de-marte/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 13:41:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jane Murback</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/07/29/os-homens-sao-de-marte/</guid>
<description><![CDATA[Ontem meu maridoscar foi fazer um exame que, para resumir a ópera, consistia em tirar um teco de pel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-7529" title="marte" src="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/files/2009/07/marte.jpg?w=270" alt="marte" width="270" height="300" />Ontem meu maridoscar foi fazer um exame que, para resumir a ópera, consistia em tirar um teco de pele para mandar para análise, o que lhe rendeu dois (2, II, two) pontos invisíveis e absorvíveis. Eu fui junto pra servir de motorista, ombro amigo e esposa exemplar.</p>
<p>O fato é que o cabra ficou convalescente. E arrasado porque esqueceu de perguntar pro médico o que ele deveria fazer se tivesse dor :-O . Eu, que sou médica nas horas vagas, já prescrevi o analgésico (auto medicação é um perigo, minha gente, não façam isso em casa. E ele naõ teve dor, tks god).</p>
<p>Aí eu falei pra ele que se eu fosse médica jamais teria uma especialidade que tivesse homens como pacientes. Só queria ser médica de mulher. E mulher macha, nada de mulher mulherzinha. Falei que se um homem me perguntasse o que fazer em caso de dor, eu responderia : &#8211; liga pra mamãe.</p>
<p> Tá bom, tá bom, eu também não preciso ser esse monstro do pântano disfarçado de esposa dedicada. Mas é que minha paciência tem uma profundidade de uns 2 cm. E além disso, chove há séculos aqui em São Paulo, o que fez com que meus sapatos mofassem. E meu coração estava ocupado com este problema, o da umidade.</p>
<p>Coloquei o aquecedor dentro do armário pra dar uma secada (ou incendiar as roupas). Falando sério, preciso ver o sol, nem que seja através de fotos. Frio a gente até encara, mas frio + chuva + dia cinza deprime a pessoa e deixa os impacientes ainda mais cheios de razão. Fazer o que?</p>
<p>Hoje procucarei ser um ser humano melhor. <a href="http://www.yehplay.com/musics/Leandro-e-Leonardo-Eu-juro/39178/" target="_self">Eu juro (ao som de um sertanejo qualquer).</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todo marido é surdo?]]></title>
<link>http://casadeanita.wordpress.com/2009/07/22/todo-marido-e-surdo/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 19:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>joingle</dc:creator>
<guid>http://casadeanita.wordpress.com/2009/07/22/todo-marido-e-surdo/</guid>
<description><![CDATA[Por Ana Emília e Daniela Entrudo Está certo que eles têm mais no que pensar, como no quão sortudos s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Ana Emília e Daniela Entrudo</p>
<p><strong>Está certo que eles têm mais no que pensar, como no quão sortudos são por conhecerem criaturas lindas, inteligentes e evoluídas como nós e terem o enorme privilégio de viver ao nosso lado, mas&#8230;</strong></p>
<p>Marido não ouve a gente ou não presta atenção mesmo? Um dia falei pro André: <em>hoje vou num show no Teatro do Sesi, tu tens que me levar e me buscar</em>. Ele concordou na hora, eu até achei estranho, porque esse teatro é quase na Free Way, do outro lado da cidade e bem longe de onde a gente mora. </p>
<p>Quando ele foi me buscar estava com a cara mais amarrada possível e eu perguntei porque, aí ele falou: <em>“Sim Daniela tu faz eu te levar lá na casa do caramba, do outro lado da cidade, etc</em>”. Aí eu fui obrigada a dizer que ele <strong>não presta atenção no que eu falo</strong>, e nesse caso, não prestou atenção nem no que eu <strong>escrevi, pois combinamos tudo isso pelo MSN.</strong> Ele achou que era Teatro do Sesc, que fica no Centro da cidade. Bom, dois trabalhos ficar brabo e depois ficar feliz_ ainda duas vezes, pois me levou e depois me buscou.</p>
<p>Pior eu (Ana), <strong>TODO SANTO DIA,</strong> falo que <strong>gosto de patinar no gelo</strong>. Vivo a resmungar planos de ir a Gramado passar o dia só pra patinar, falo que a pista do Praia de Belas (fake) era uma porcaria e tal. Aí, quando comento &#8211; pela terceira vez &#8211; que vou com as colegas dele patinar no gelo amanhã, ele diz:<em> ah, eu ganhei uns ingressos e botei fora.</em></p>
<p>Poxa vida, 20 pila pra cada um e ele joga fora porque ele não iria patinar. Tem coisas que nem Freud explica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Unfair Sexxx]]></title>
<link>http://emotion1355.wordpress.com/2009/07/22/the-unfair-sexxx/</link>
<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 04:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>SúperSarahí</dc:creator>
<guid>http://emotion1355.wordpress.com/2009/07/22/the-unfair-sexxx/</guid>
<description><![CDATA[Si leíste el título y a tu mente llegaron imágenes de prácticas sadomasoquistas, pervertido, sucio, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Si leíste el título y a tu mente llegaron imágenes de prácticas sadomasoquistas, pervertido, sucio, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amigas bêbadas]]></title>
<link>http://eduzinrox.wordpress.com/2009/07/21/amigas-bebadas/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 23:44:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduzinrox</dc:creator>
<guid>http://eduzinrox.wordpress.com/2009/07/21/amigas-bebadas/</guid>
<description><![CDATA[Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, depois de voltarem de uma reunião com as amigas, sentiram u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, depois de voltarem de uma reunião com as amigas, sentiram u]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vingança Feminina - 01]]></title>
<link>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/15/vinganca-feminina-01/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 15:42:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario Rabelo</dc:creator>
<guid>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/15/vinganca-feminina-01/</guid>
<description><![CDATA[Um homem sempre gozava sua mulher que era loira. Um dia, ele passou na casa de seus amigos para que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um homem sempre gozava sua mulher que era<br />
loira.</p>
<p>Um dia, ele passou na casa de seus amigos para<br />
que eles o acompanhassem até o aeroporto, porque sua<br />
mulher ia viajar.</p>
<p>Como sempre gozava com ela, ele disse na<br />
frente de todo mundo:</p>
<p>Amor, traz uma francesinha de Paris pra mim?<br />
Ela abaixou a cabeça e embarcou muito chateada.</p>
<p>A mulher passou quinze dias na Franca.</p>
<p>O marido pediu que os amigos o acompanhassem<br />
novamente  ao aeroporto.</p>
<p>Ao chegar lá, ele perguntou para a mulher:</p>
<p>Amor, você trouxe minha francesinha?<br />
Ela disse:</p>
<p>- Eu fiz o possível.</p>
<p>Agora e só rezar para nascer menina!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casal Unido]]></title>
<link>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/08/casal-unido/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 18:00:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulabeatriz</dc:creator>
<guid>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/08/casal-unido/</guid>
<description><![CDATA[Marido chega em casa preocupado e diz à esposa: - Tenho um problema no serviço. A esposa retruca: - ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Marido chega em casa preocupado e diz à esposa:<br />
- Tenho um problema no serviço.<br />
A esposa retruca:<br />
- Não diga “tenho” um problema. Diga “temos” um problema, porque os teus problemas são meus também.<br />
O marido conclui:<br />
- Tá bem, temos um problema no serviço. A nossa secretária vai ter um filho nosso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Só mais uma]]></title>
<link>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/08/so-mais-uma/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 17:52:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulabeatriz</dc:creator>
<guid>http://minihangloose.wordpress.com/2009/07/08/so-mais-uma/</guid>
<description><![CDATA[No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia: - A senhora tem seis horas de vida. Des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:<br />
- A senhora tem seis horas de vida.<br />
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido.<br />
Os dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.<br />
Fazem uma vez, ela pede para repetirem.<br />
Fazem de novo, ela pede mais.<br />
Depois da terceira vez,ela quer de novo.<br />
E o marido:<br />
- Ah, Ana, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã. Você não!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bom dia, borracheiro]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/06/23/bom-dia-borracheiro/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jane Murback</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/06/23/bom-dia-borracheiro/</guid>
<description><![CDATA[Ontem de manhã, segundona, aquele humor &#8230;. No trânsito &lt;sorry se minhas histórias se repete]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-7360" title="superman" src="http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/files/2009/06/superman.jpg" alt="superman" width="115" height="110" />Ontem de manhã, segundona, aquele humor &#8230;.</p>
<p>No trânsito &#60;sorry se minhas histórias se repetem nesse cenário&#62;, no carro ao lado, um ser gesticulante tentava um contato imediato. Parei ao lado e abri meu vidro pra saber do que se tratava. Podia ser um mega empresário interessado no blog, me reconhecendo pelas avenidas arborizadas da zona norte, nunca se sabe &#8230;</p>
<p>- Seu pneu tá murcho &#8211; informou o prestativo rapaz. (Tanto quanto minha cara após essa informação tenebrosa)</p>
<p>Parei num borracheiro. Maquefalta de glamour!</p>
<p>Liguei pro maridóide pra fazer uma pressão/drama/chantagem ou sei lá o que. Não fui feliz. Consegui apenas que ele me desse orientações a respeito de não deixar o borracheiro martelar minha roda. Em tempo, odeio conselhos, só pra vocês saberem. Eu sei muito bem me virar, não preciso de ninguém, muito menos de marido, pra falar que a roda estraga, e se estragar, dane-se eu compro outra, e tem mais, o carro é meu.</p>
<p>Mentira.</p>
<p>O que eu queria mesmo era que o super- homem baixasse voando na borracharia e me tirasse dali, tipo Lois <span style="text-decoration:line-through;">Jane </span>Lane. Que saco ser independente futebol clube!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mujer del siglo XXI]]></title>
<link>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/06/23/mujer-del-siglo-xxi/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 06:30:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luisa</dc:creator>
<guid>http://misideascotidianas.wordpress.com/2009/06/23/mujer-del-siglo-xxi/</guid>
<description><![CDATA[Foto tomada el 11/11/08 Señalando nuestro objetivo:) Hablo de mi buena amiga Lourdes a quien quiero ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_356" class="wp-caption alignleft" style="width: 352px"><img class="size-full wp-image-356" title="1" src="http://misideascotidianas.wordpress.com/files/2009/06/1.jpg" alt="Foto tomada el 11/11/08" width="342" height="236" /><p class="wp-caption-text">Foto tomada el 11/11/08</p></div>
<div id="attachment_357" class="wp-caption alignright" style="width: 352px"><img class="size-full wp-image-357" title="3" src="http://misideascotidianas.wordpress.com/files/2009/06/3.jpg" alt="Señalando nuestro objetivo:)" width="342" height="273" /><p class="wp-caption-text">Señalando nuestro objetivo:)</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Hablo de mi buena amiga Lourdes a quien quiero saludar desde esta pantalla, con el permiso de Peter Pan:)</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Acaba de irse de casa. Su hija nº 4 ha pasado el día con la mía que también es nº 4. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Nacieron con un día de diferencia.La conversación de aquella noche nos llevó directamente de las carcajadas  al paritorio. Pero me estoy desviando del tema.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">El caso es que Lourdes está cansada y no sabe por qué. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Le pregunto inocentemente si el hecho de tener siete hijos pudiera ser una variable-en su 3ª acepción-o si por el contrario, licenciarse en Magisterio,en un plazo de dos años cuando la carrera dura tres y la Universidad dista casi quinientos kilómetros de su cama,pudiera influirle. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Me sonríe y me contesta que no sabe si estos pueden ser  factores determinantes. Lo tiene que pensar:)<br />
</span></strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Tampoco sabe por qué le duele la pierna y por qué los pies se le hinchan. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Analizando-se, confiesa que pasa muchas horas sentada: sentada todo el día en el despacho estudiando o sentada al volante recogiendo hijos en un radio de unos cien kilómetros o  pelando montañas de patatas para hacer macarrones. Esto no lo he entendido muy bien. Quizás he mezclado patatas-macarrones-con tortilla:)</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Lo de dormir poco pudiera darnos alguna pista y ya le he dicho que esas juergas nocturnas que culminan con malsanos madrugones le están afectando.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Mientras valoramos su cansancio</span><span style="color:#0000ff;"> sale su marido a colación.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;"> Reconoce que la mitad del tiempo  él vuela y ella se queda de capataz y peón al frente del rancho- aunque ni mi marido  es piloto  ni yo vaquera:)- </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">Yo le digo que para el caso es lo mismo, ya que  las  nobles razones del absentismo conyugal, laborales en éste caso, no  alivian  su fatiga.<br />
</span></strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong><span style="color:#0000ff;"><strong>Puede haber múltiples circunstancias que engorden el grueso de sus pies, aunque, no muy convencida se ha despedido diciendome que tiene que analizar exactamente por qué está cansada.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong>Y suma y sigue&#8230;</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong>Esta semana se examina de <span style="text-decoration:underline;">las últimas tres asignaturas  y será maestra</span>.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong>¿Qué puedo decirte chiquilla?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong> Respecto a tu cansancio no se me ocurre <span style="text-decoration:underline;">nada que lo justifique</span>.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><strong>Respecto a todo lo demás, todo mi cariño y admiración. Eres grande.<br />
</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El tiempo del deseo. ]]></title>
<link>http://algundiaenalgunaparte.wordpress.com/2009/06/22/el-tiempo-del-deseo/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 06:08:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alguien</dc:creator>
<guid>http://algundiaenalgunaparte.wordpress.com/2009/06/22/el-tiempo-del-deseo/</guid>
<description><![CDATA[El amor vuelve a rondar el epicentro de la literatura. Medio centenar de libros reivindica un género]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>El amor vuelve a rondar el epicentro de la literatura. Medio centenar de libros reivindica un género eterno. Varios escritores dan las claves del porqué de este regreso que coincide con la celebración de los 400 años de los <em>Sonetos</em> de Shakespeare.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:8pt;font-family:Tahoma;">Texto: Winston Manrique Sabogal. <a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/tiempo/deseo/elpepuculbab/20090620elpbabese_3/Tes" target="_blank">Babelia</a> &#8211; 20.06.2009</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3382/3646796434_99056d9d86_m.jpg" alt="" width="148" height="240" /></strong></span>&#8220;Mientras la mimaba / Con sus arrumacos. / Seis días y siete noches, / Enkidu, excitado, / Hizo el amor con Lalegr&#8221;. Es el primer atisbo de amor de la historia de la humanidad en la literatura. <strong>Ocurrió hace 35 siglos en las estepas de Uruk</strong>, en la baja Mesopotamia, como dan fe las tablillas de la epopeya de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gilgamesh" target="_blank">Gilgamesh</a> que narra las aventuras y avatares del rey que no quería morir, y que constituye el primer texto literario del que se tiene noticia. Desde entonces, un rosario de epopeyas, cantares, novelas, cuentos, obras de teatro, poemas y ensayos ha encadenado el tiempo hasta este mismo instante y los siguientes, teniendo al amor muchas veces como protagonista o desencadenante del destino o como pretexto para contar la vida y sus alrededores. Aunque con vaivenes, de tal manera que en los últimos meses ha empezado a rondar el epicentro de la literatura, con personajes que aspiran a heredar un día las resonancias de aquellos que están al principio de estos <strong>3.500 años de páginas literarias</strong>&#8230; </span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Enkidu y Lalegre, Paris y Helena, Ulises y Penélope, Fedro, Adán y Eva, Amada y Amado <em>(Cantar de los cantares),</em> Dafnis y Cloe&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Después de unos cuantos años de una relación más o menos distante con los escritores, el amor se ha tomado su revancha. <strong>Más de medio centenar de títulos</strong> este semestre en España, nacionales y extranjeros, con algunos convertidos en <em>best sellers,</em> prueba que este sentimiento vuelve a latir con fuerza entre los narradores. Y sin prejuicios ni vergüenzas. Pero ¿por qué esa coincidencia de volver a contar el mundo a través del amor?, ¿acaso una doble reivindicación: por el propio sentimiento y por un género literario visto por algunos como de segunda categoría? Son interrogantes sobre los cuales reflexionan varios de los autores que recientemente han abordado el tema: desde <strong>Álvaro Pombo, Ángeles Mastretta, Andrés Trapiello y Lola Beccaría</strong> en la narrativa, hasta <strong>Jesús Ferrero</strong> y<strong> José Antonio Marina</strong> a través del ensayo, pasando por <strong>Paolo Giordano</strong>, el italiano revelación con <em><a href="http://www.elpais.com/elpaismedia/babelia/media/200906/19/estasemana/20090619elpbabese_1_Pes_PDF.pdf" target="_blank">La soledad de los números primos</a>,</em> y el poeta J<strong>uan Antonio González Iglesias</strong>, y un noveno invitado: William Shakespeare, <a href="http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/12048731998085961865624/" target="_blank">cuyos <em><strong>Sonetos</strong></em></a> hablan por sí solos en la celebración de sus 400 años: &#8220;<em>O ensáñate si quieres, tiempo anciano: / mi amor será en mis versos siempre joven</em>&#8220;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3663/3646787594_a1231a8314_m.jpg" alt="" width="158" height="240" /></strong></span>Triste, incoherente y preocupante es la paradoja en la que coinciden los escritores. Porque justo ahora cuando el amor se ha <em>desencorsetado</em> de milenarios prejuicios sociales, religiosos, morales y económicos, de tabúes e incluso ganado batallas de represiones y emancipaciones, hasta alcanzar una libertad ideal, el ser humano está perplejo al sentirse emboscado por tantas opciones de bienestar que le despiertan la sensación de desamparo. Como si saber muy bien qué hacer, mientras contempla cómo sus decepciones adquieren el mismo tamaño de sus ilusiones. Como pigmaliones dispuestos sólo a enamorarse de sus propios sueños.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>Asoma así la literatura como celestina del amor y las personas</strong>. &#8220;Es que la narrativa es particularmente sensible a la situación del mundo y el estado de las cosas. Es imitativa en esencia, y lo que hace ahora es mostrar las fluctuaciones de su tiempo&#8221;, <a href="http://www.elpais.com/articulo/semana/existencia/individual/colectiva/orienta/misterio/elpepuculbab/20090214elpbabese_6/Tes">afirma Álvaro Pombo</a> , quien suele basar sus obras en relaciones sentimentales, como <em><a href="http://www.ojosdepapel.com/Index.aspx?article=3142" target="_blank">Virginia o el interior del mundo</a> </em>(Planeta). Una de las fluctuaciones, a la que se refiere el escritor y académico, tiene que ver con que entendemos el mundo peor y vemos el amor como un buen refugio: &#8220;En vez de ir hacia fuera, el amor nos lleva dentro de nosotros mismos, ante la complejidad de la vida y la multilateralidad. Y lo que hace la literatura es reflejar todo eso&#8221;. Da cuenta así de una geografía amorosa en perpetuo cambio según la época, como la de refundación y creación de mitos y leyes que vivió el amor entre la Edad Media y el Renacimiento cuya herencia llega hasta hoy con títulos inolvidables&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3625/3646802326_c961b57986_m.jpg" alt="" width="139" height="240" /></span>Tristán e Isolda, La Celestina, El libro del buen amor, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sMel13nY0PE" target="_blank">Romeo y Julieta</a> , Cyrano de Bergerac, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wr4gX7dNqOo" target="_blank">Las amistades peligrosas</a> &#8230;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Cada época tiene su clase de amor. &#8220;Hoy los niños quieren magia cuando el mundo los desafía con la guerra; los adultos, historias de amor en épocas de crisis y guerra. El amor es el exorcismo de los adultos; el sexo, la magia, el abandono&#8221;, sentencia la mexicana <strong>Ángeles Mastretta</strong>, autora de <em><a href="http://www.seix-barral.es/fichalibro.asp?libro=1112" target="_blank">Mal de amores</a>,</em> <a href="http://www.seix-barral.es/fichalibro.asp?libro=1067" target="_blank">Maridos</a> y <em><a href="http://www.agapea.com/libros/ARRANCAME-LA-VIDA-NF--isbn-8432217506-i.htm" target="_blank">Arráncame la vida</a> </em>(Seix Barral), cuya versión cinematográfica clausura hoy el I Festival de Granada Cines del Sur. Sí, cada época tiene su clase de amor, y ésta es la de los amores en tránsito. Eso piensa Pombo para quien &#8220;la inestabilidad laboral es correlativa a la inestabilidad emocional&#8221;. La gente no sabe de qué manera vivir ni enfrentarse a ese amor libre de hoy. En parte por &#8220;la sensación permanente de que nos perdemos algo, lo cual lleva a una vida sentimental de picoteo, aunque en el fondo se aspira a lo de siempre, a un amor eterno&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Como advirtiera la escritora <strong>Dominique Simonnet</strong> en la entrevista de <em><a href="http://www.anagrama-ed.es/titulo/A_236" target="_blank">La historia más bella del amor</a></em> (Anagrama), &#8220;nuestra época se caracteriza por una exigencia extrema de los individuos en relación con su ideal: la felicidad a cualquier precio&#8221;. Y pregunta si lo que se esconde es sólo el miedo a ser románticos. Recuerda que &#8220;hoy la unidad básica es el individuo, que ya no sacrifica su felicidad individual a la entidad familiar&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3300/3646808246_013639c801_m.jpg" alt="" width="151" height="240" /></span>Así es como el rostro del amor en los albores del siglo XXI estaría esculpido por ideas y palabras como sobreoferta, mareo, vaivén, Yo, fragilidad, accidental, individualidad, fluctuante, inseguridad, líquido, miedo, disponibilidad, incertidumbre, cobardía, máscara, capricho, picoteo, inquietud, ansiedad, peregrinaje, dolor, intransigencia, volátil. Desencanto. O naufragio según los conceptos más usados por los escritores.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Mientras unos buscan la palabra adecuada para retratarlo y otros la mejor aliada para expresarlo, el amor sigue inasible y reviviendo en la literatura, ante lo cual Mastretta lanza una invitación alegre: &#8220;¡Sigamos tejiendo el mito&#8221;. Por ahora tratando de explicar el porqué de esta coincidencia temática en las librerías, que podría resumirse en las siguientes ideas: cambio o reordenación de valores ante el desplazamiento de uno esencial como el amor, vuelta de la esperanza y del derecho a ser feliz después de un siglo XX catastrófico en guerras y culpas como el Holocausto, por la sentimentalización de la sexualidad y respuesta al imperio del individualismo y la soledad. Verdades a medias para <a href="http://www.elpais.com/edigitales/entrevista.html?id=5307" target="_blank">Jesús Ferrero</a>, <strong>ganador del Premio Anagrama de Ensayo</strong> por <em><a href="http://www.anagrama-ed.es/titulo/A_396" target="_blank">Las experiencias del deseo</a>,</em> que insiste en que &#8220;más que el amor, lo que arrastra al lector a los libros, por carecer de ella, es la búsqueda de la pasión en vista de que es la gran ausente de la historia de ahora&#8221;. Como si la gente echara en falta aquellas magistrales y telúricas pasiones del siglo XIX y comienzos del XX, de seres en simbiosis con la felicidad y la desdicha creados por autores esenciales para el desarrollo de la novela&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm3.static.flickr.com/2435/3646816296_0b91440ea8_m.jpg" alt="" width="153" height="240" />Las hermanas Brontë, Jane Austen, Alejandro Dumas, Gustave Flaubert, León Tolstói, Jorge Isaacs, Eça de Queiroz, Henry James, Leopoldo Alas <em>Clarín</em><br />
<em>&#8230;</em></span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Sus libros dejan claro que el amor de hoy es un invento nuevo. <a href="http://www.elpais.com/edigitales/entrevista.html?id=4934">Paolo Giordano</a> , un fenómeno literario entre los jóvenes por <em><a href="http://www.salamandra.info/fitxa.php?titol=576" target="_blank">La soledad de los números primos</a> </em>(Salamandra), del que ha vendido más de un millón de ejemplares en Italia y cien mil esta primavera en España, reconoce no tener una perspectiva profunda sobre si el amor se ha mostrado explícitamente en la literatura de los últimos veinte o treinta años, pero de lo que sí está convencido es de que ahora es un hecho llamativo. Recuerda que &#8220;<strong>la literatura de amor siempre ha estado presente y ha sido EL TEMA de las historias</strong>. Aunque todavía hay cierta timidez en algunos a la hora de reconocer que lo tratan, o que se atrevan a decir: &#8216;Mi novela es sobre el amor&#8221;. Giordano advierte que hay una tendencia más comercial dirigida especialmente al público joven con visiones estereotipadas, y que probablemente no son de la mejor literatura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">El autor italiano es el penúltimo destello universal de esta tendencia literaria. Las vísperas de este viaje al centro de la narrativa empezaron a notarse en 2001. Fue con la adaptación al cine de <em><a href="http://www.megustaleer.com/me_gusta_leer/Libros/D/El-diario-de-Bridget-Jones/El-diario-de-Bridget-Jones" target="_blank">El diario de Bridget Jones</a> </em>(Lumen), de Helen Fielding, que reforzaría <a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Mujeres/imperfectas/conflictos/todos/dias/sentido/humor/elpepicul/20080912elpepicul_3/Tes">el subgénero del </a><em><a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Mujeres/imperfectas/conflictos/todos/dias/sentido/humor/elpepicul/20080912elpepicul_3/Tes" target="_blank">chiclit</a>.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3625/3646816364_5f41b99b8a_m.jpg" alt="" width="149" height="240" />En paralelo crecía la novela romántica, con más fuerza en Internet, y aumentaba la literatura emocional, donde destacan nombres como la francesa Anna Gavalda. A mediados de la década, <strong>Haruki Murakami</strong> empezó a hacerse popular entre los jóvenes gracias a una historia de amor de 1987 y que se tradujo como <em><a href="http://www.elpais.com/articulo/cultura/Tokio/blues/fue/solo/experimento/elpepicul/20070226elpepicul_1/Tes" target="_blank">Tokio Blues</a> </em>(Tusquets), convertido en <em>long seller.</em> A esto siguió un gran movimiento de jóvenes italianos con la <a href="http://www.perdonasitellamoamor.com/img/portada_llibre.jpg" target="_blank">novela</a> de <a href="http://www.elpais.com/articulo/portada/cuento/hizo/realidad/elpepusoceps/20080127elpepspor_3/Tes" target="_blank">Federico Moccia </a><em><a href="http://www.elpais.com/articulo/portada/cuento/hizo/realidad/elpepusoceps/20080127elpepspor_3/Tes">Perdona si te llamo amor</a> </em>(Planeta), que ha hecho que las parejas imiten su literatura al ir hasta el puente romano de Milvio y colocar un candado en promesa de amor eterno. Casi simultáneamente, en Estados Unidos llegaba el adolescente amor vampírico de Stephenie Meyer y su <em><a href="http://www.alfaguarainfantilyjuvenil.com/crepusculo/">Saga Crepúsculo</a> </em>(Alfaguara), cuyos libros figuran entre los más vendidos. Y ahora, <em>La soledad de los números primos</em> refuerza el interés por la temática. Amores audaces, rompedores, <em>glamourosos,</em> periféricos, indecisos, platónicos, mezquinos o libertinos, algunos irrealizables o frustrados o victoriosos después de muchos obstáculos y a la vez contemporáneos como los vividos por parejas de antes de la II Guerra Mundial&#8230; Charles Swan y Odette de Crecy, los matrimonios Ashburnham y Dowell, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WpumBFAAg1I" target="_blank">Lady Chatterley</a> y Mellors, Daisy y Gatsby, Aschenbach y Tadzio, Maurice y Clive y Alec&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3413/3646015117_b3bfc81c7a_m.jpg" alt="" width="158" height="240" />Con amores así acaba una época. Con la II Guerra Mundial empieza otra. Y de allí procede parte del brillo que empieza a tener esta temática. <a href="http://www.elpais.com/videos/cultura/Babelia/punto/Feria/libro/elpvidcul/20090515elpepucul_1/Ves/" target="_blank">Andrés Trapiello</a> , autor de <em><a href="http://www.ojosdepapel.com/Index.aspx?article=3208" target="_blank">Los confines</a> </em>(Destino), reflexiona: &#8220;Siguiendo a Adorno: ¿quién se hubiera atrevido a hablar de amor después de Auschwitz? El genocidio y el Gulag supusieron el final de toda forma de idealismo, origen éste como es sabido de todos los totalitarismos. Acaso es ésta la razón de que la felicidad haya estado bajo sospecha en la segunda mitad del siglo XX: por reaccionaria o, peor, por cursi, sin contar con que algunas formas de la felicidad, como la conyugal, arrastraban desde el siglo XIX su propia y descarnada caricatura. Y sin embargo tampoco nos es posible vivir sin esperanza, y el amor, de origen incierto y oscuro, hace de nuestra vida algo luminoso, y según cómo es lo único que hace de nosotros criaturas semejantes a los dioses. <strong>El amor y la felicidad se oponen de modo radical a la idea de que esto es un valle de lágrimas</strong>. No parece posible ni recomendable un retorno al idealismo, pero nadie tiene derecho a condenarnos a vivir, y mucho menos por moda, en el nihilismo o en una realidad nauseabunda&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3311/3646020557_1f52a60db1_m.jpg" alt="" width="145" height="240" />Palabras que recuerdan que la historia del amor es la historia de una tragedia. De un desencuentro entre los deseos y la realidad. Quizá porque, como escribiera <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gabriel_García_Márquez" target="_blank">Gabriel García Márquez</a>, &#8220;la fuerza invencible que ha impulsado al mundo no son los amores felices, sino los contrariados&#8221;. Mastretta afirma que con el pasar de los años se olvidó algo elemental: la magia y el mito. Y ahí es donde entran los escritores como grandes oteadores de la vida, porque, dice la novelista mexicana, &#8220;<strong>el amor es único, nos pasa por encima y luego desaparece</strong>, y a partir de ese instante o años construimos historias novelescas para atrapar el mito que a todos interesa&#8221;. Lo cierto es que tras la II Guerra, y a mediados del siglo pasado, la literatura dio pocos amores legendarios, pero los surgidos fueron creados por autores casi más famosos por otros temas que dejaron en <strong>estas novelas una entrañable sombra de tristeza</strong>&#8230; Graham Greene y <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wSBLYXLt9Vk" target="_blank">El fin del romance</a> ,</em> Julio Cortázar y <em>Rayuela,</em> Yasunari Kawabata y <em><a href="http://www.lasiega.org/index.php?title=Yasunari_Kawabata%2C_%22Pa%C3%ADs_de_Nieve.%22" target="_blank">País de nieve</a>,</em> José Donoso y <em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/El_lugar_sin_límites_(libro)" target="_blank">El lugar sin límites</a>,</em> <strong>Ernesto Sábato</strong> y <em><a href="http://www.libreriababilonia.com/978-84-322-1642-8/el-tunel/" target="_blank">El túnel</a>,</em> Mario Vargas Llosa y <em><a href="http://www.alfaguara.com.mx/catalogo/informacion.asp?Catalogoid=303&#38;NombreCompleto=Mario%20Vargas%20Llosa" target="_blank">La tía Julia y el escribidor</a>&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">En la actualidad, el escritor va tomando el pulso de la realidad como un rastreador indio que pone el oído en la vía del tren, asegura <a href="http://www.elpais.com/multigalerias/cultura/20090528elpepucul_2/Zes" target="_blank">Lola Beccaría</a>, <strong>ganadora del Azorín</strong> con <em><a href="http://www.avancetrimestralplaneta.es/segundo_trimestre_2009/El_arte_de_perder.html" target="_blank">El arte de perder</a> </em>(Planeta). Y lo que los autores oyen, agrega la novelista, &#8220;es que la crisis ha dejado al descubierto que somos nada sin objetos materiales. Pero esa desnudez es buena porque nos refugiamos en los valores universales. Anhelamos el contacto humano tras el cansancio de una sobreoferta del bienestar. Hemos descubierto que el amor no tiene alternativa, porque no hay nada en la gastronomía del ser humano como el sentimiento amoroso&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3368/3646829580_2879f0bca1_m.jpg" alt="" width="139" height="240" />Desencanto y banalización</strong>. Es la pareja de conceptos que preside las palabras de <a href="http://amediavoz.com/gonzalezIglesias.htm" target="_blank">Juan Antonio González Iglesias</a>, que prepara su poesía reunida en <strong><em>Del lado del amor</em></strong> y ganador del <strong>Premio Loewe 2007</strong> por <em><a href="http://www.casadellibro.com/libro-eros-es-mas/2900001171821" target="_blank">Eros es más</a>.</em> &#8220;Hay personas que concentran su vida en todo lo que no es el amor y en los últimos tiempos se han encontrado con un cierto desencanto por esos otros valores, incluida la sexualidad como tal. Hay una banalización del amor difícil de frenar porque los jóvenes ya están formados en ese vértigo que la narrativa y la poesía tratan de advertir&#8221;. Para el poeta, ahora que el amor ha quedado desvinculado de ciertas cosas tiene que volver al primer plano. Para ello sugiere una reconstrucción de una teoría independiente de la religión y de la moral tradicional: &#8220;Es el momento de una reeducación amorosa que debe ser poética y literaria&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Sobre las rutas que han desviado el tema del amor hacia el sexo y la sexualidad, el filósofo José Antonio Marina considera que ahora hay un camino de vuelta. Autor de <em><a href="http://www.elpais.com/elpaismedia/babelia/media/200906/19/estasemana/20090619elpbabese_2_Pes_PDF.pdf" target="_blank">Palabras de amor</a> </em>(<a href="http://www.temasdehoy.es/Fichas/FichaPack2.aspx?IdPack=2&#38;IdPildora=98334" target="_blank">Temas de Hoy</a>), una antología de la correspondencia amorosa entre escritores, Marina dice que cuando escribió <em><a href="http://www.anagrama-ed.es/titulo/A_293" target="_blank">El rompecabezas de la sexualidad</a></em> creyó detectar una nueva &#8220;sentimentalización de la sexualidad, tras un interés por la sexualidad a secas, producida a partir de los sesenta, como un fenómeno liberador&#8221;. Añade que las grandes encuestas sobre valores que se hacen en Occidente recogen que la mayoría de la población, cercana al 95%, piensa que las relaciones amorosas son el camino más transitable hacia la felicidad. &#8220;Es posible, aunque lo digo con toda cautela, que estos dos aspectos hayan influido en el fenómeno y el renacer del amor en el epicentro de la literatura&#8221;. Aunque justo antes de este presente, algunos de los libros que han entrado en la memoria colectiva hablan de épocas lejanas y cercanas recorriendo los laberintos del amor con preocupaciones actuales, ya sea con personajes reales o ficticios&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3552/3646833934_7e05a1d579_m.jpg" alt="" width="158" height="240" />Bélver Yin y Nitya Yang de <em>Bélver Yin,</em> Florentino Ariza y Fermina Daza de <em><a href="http://www.librosgratisweb.com/html/garcia-marquez-gabriel/el-amor-en-los-tiempos-del-colera/index.htm" target="_blank">El amor en los tiempos del cólera</a>,</em> el conde Laszlo Almasy y Katharine de <em>El paciente inglés,</em> Hervé Joncourt y Hélène y la joven japonesa de <em>Seda</em>, Joe y Violet y Dorcas de <em>Jazz,</em> Cecilia Tallis y Robbie Turner de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z8HrtdQ9hhA" target="_blank">Expiación</a> ,</em> Ennis del Mar y Jack Twist de <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=84GPxFRSIJY&#38;feature=related" target="_blank">Brokeback Mountain</a> &#8230;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">De amores censurados, de amores peligrosos, de amores sobrenaturales, de amores aventureros, de amores despechados y de muchos más trata la oferta de títulos recientes. Incluso exploran nuevos territorios y trazan coordenadas de su mundo en el ciberespacio. Un atajo donde se ve &#8220;<strong>la necesidad de hallar esa alma gemela en un catálogo de ofertas sentimentales que es en sí misma una paradoja</strong>&#8220;, asegura Beccaría, que abordó estas relaciones en su novela. Para la autora gallega es como si se estuviera haciendo el camino de vuelta a casa: &#8220;Como Ulises, que encuentra los cantos de sirena y muchas cosas más que retrasan su regreso junto a Penélope. Pues ahora los escritores hemos cogido el barco rumbo a Ítaca, que es el amor, oyendo cantos de sirena y contándolo a los lectores junto con los otros desvíos, pero dejando claro el destino y el puerto de llegada&#8221;. Una idea a reforzar por el alto grado de individualismo actual.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">En ese Yo sobredimensionado anida parte de la realidad y de la literatura que es imitativa. <strong>José Antonio Marina</strong> cree que se vive un momento interesante de creación amorosa: &#8220;El individualismo actual, el énfasis en la autonomía y la realización personal, que ha triunfado por muy buenas razones, está dificultando mucho la <strong>&#8216;vinculación amorosa&#8217;</strong>. No tenemos un sistema sentimental claro para mantener la relación afectiva entre dos personalidades autónomas e independientes, y por ello las relaciones se han fragilizado excesivamente&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignleft" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3334/3646839384_2609c29bd0_m.jpg" alt="" width="153" height="240" />Lo que sucede, según Álvaro Pombo, es que &#8220;<strong>el amor no acaba de salirnos del todo bien porque no terminamos de creer en él</strong>&#8220;. El académico considera que se ha perdido la idea del concepto de persona íntegra: &#8220;Ahora somos menos sustanciales y más accidentales&#8221;. Su imagen es la de que la gente naufraga y los escritores reflejan esas titilaciones y movimientos de rebrillo de los vaivenes de las relaciones contemporáneas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Un ejercicio nada fácil, advierte Ángeles Mastretta. &#8220;<strong>Escribir novelas de amor es caminar por el borde de un acantilado</strong> debido a que es muy fácil volverse cursi y estereotipado. Hay que escribir llevando el control de las riendas, conteniéndose, y atento a los desvíos. Como en todos los temas, <strong>se han escrito malos libros y eso ha servido para considerar la literatura de amor un género superficial</strong>. Y eso es injusto, porque también se han escrito malos libros sobre asuntos como el Holocausto, pero a ellos se les perdona. No hay que olvidar que el amor es algo trascendental&#8221;. Insiste en que no es una entelequia. Está convencida de que su regreso al corazón de la narrativa es una buena noticia: &#8220;Es volver a contar el mundo emocional hacia dentro y para fuera&#8221;. Como varios de los escritores, recuerda que el amor es la mayor y más imprevisible aventura a que se puede enfrentar el ser humano, como se refleja en algunos de los personajes y <strong>parejas literarias recientes</strong>&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><img class="alignright" style="border:0;" src="http://farm4.static.flickr.com/3494/3274260826_91fb53300e_m.jpg" alt="" width="161" height="240" />Virginia y Casimiro, de Álvaro Pombo; Alice y Mattia, de Paolo Giordano; Claudia y Álex, de Andrés Trapiello; Amélie y Rinri, de Amélie Nothomb; Hans y Sophie de Andrés Neuman; Félix y Luz, de Rubén Abella; Sara y Enzo, de Lola Beccaría; Ruth y Mo, de Daniel Vázquez Selles; Mario y Beatriz, de Marta Rivera de la Cruz; Carmela y Lucas, de Marcos Aguinis; Godwin y Lydia, de Roland Vernon; Giacomo y Michela, de Fabio Volo; Sebastián, de Ray Loriga; Naser y Fiore, de Sulaiman Addonia; Step y Babi, de Federico Moccia&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Aventuras que confirman que 35 siglos después siguen vigentes en la literatura las leyes de esa parcela de deseos atisbada en Enkidu y Lalegre del Gilgamesh y Tristán e Isolda, y que los libros se podrían dividir entre los que cuentan la vida a través de historias de personas que se aman y desean y los que no. Como sucede en <em><a href="http://www.casadellibro.com/libro-la-vida-ante-si/2900001211926" target="_blank">La vida ante sí</a>,</em> de <strong>Romain Gary</strong>, pero donde el autor pone en boca de Momo, un niño huérfano, la pregunta que le hace a <strong>Hamil</strong>, un anciano musulmán, de si se puede vivir sin amor. El hombre guarda silencio, y el niño le reclama la respuesta, a lo que Hamil contesta:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong><em>- Eres muy joven, y cuando se es tan joven es mejor no saber ciertas cosas.<br />
- Señor Hamil, ¿se puede vivir sin amor?<br />
- Sí -dijo él, bajando la cabeza como si le diera vergüenza.</em></strong></span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">En Babelia: <a href="http://www.elpais.com/solotexto/articulo.html?xref=20090620elpbabese_4&#38;type=Tes" target="_blank">Ocho novelas para recordar</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">En Algún Día: <a href="http://algundiaenalgunaparte.wordpress.com/2009/02/14/cinco-cartas-apasionadas/" target="_blank">Cinco Cartas apasionadas</a> ¦ <a href="http://algundiaenalgunaparte.wordpress.com/2009/01/10/amores-literarios/" target="_blank">Amores Literarios</a>.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Confissões de um homem de alma e mente gordas (o corpo nem tanto)]]></title>
<link>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/05/24/confissoes-de-um-homem-de-alma-e-mente-gordas-o-corpo-nem-tanto/</link>
<pubDate>Sun, 24 May 2009 21:45:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sr. Insônia</dc:creator>
<guid>http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/05/24/confissoes-de-um-homem-de-alma-e-mente-gordas-o-corpo-nem-tanto/</guid>
<description><![CDATA[Magros e gordos, após um breve recesso criativo de posts vi o manifesto da Jane satisfazendo a curio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Magros e gordos,<br />
após um breve recesso criativo de posts vi o manifesto da Jane satisfazendo a curiosidade geral acerca de sua tara vegetariana.<br />
Fiquei chocado&#8230; embasbacado&#8230; impressionado&#8230;  e vários &#8216;ados&#8217; a mais.</p>
<p>Por que ??   Bem.. tenho medo que vcs adotem o cardápio ecológico em casa.<br />
Convenhamos&#8230;  exceto os maridos <a href="http://4.bp.blogspot.com/_FZYmX7AqlHg/SfjswGEpxJI/AAAAAAAAACM/zDZHZ4dCKHM/s320/aparencia-150x150.jpg">saradões</a> e &#8216;<a href="http://www.kyle-brady.com/wp-content/uploads/2007/10/nerd.gif">zens</a>&#8216;, os demais (como eu), PRECISAM de &#8217;sustança&#8217;.<br />
Pode ser uma <a href="http://www.recantomineirodaserra.com.br/images-fotos/24.jpg">carninha</a>&#8230; um <a href="http://fuleiragem.typepad.com/photos/uncategorized/img_2205.JPG">frango assado e brilhante</a> (de tanto óleo)&#8230;  uma <a href="http://www.jfservice.com.br/projetos/Sabor/arquivo/dicas/2003/02/14-lasanhas/lasanha01.jpg">lasanha</a> com aqueles fios de queijo igual a comercial de pizzaria&#8230;</p>
<p>Concordo que comer produtos hortifruti é algo saudável.<br />
Além disso, acho que é super &#8216;in&#8217;. Diquinha: se estiver em um restaurante e pedir apenas uma saladinha todos vão comentar sobre a a sua preocupação alimentar e vc ainda pode fazer um discurso ecológico (tá super na moda isso, né?).<br />
Mas&#8230;  infelizmente todo mundo que me conhece não vai acreditar nesse personagem.</p>
<p>Não vou dizer que sou anti salada porque não seria verdade.<br />
Acho super bacana um <a href="http://carinatafas.files.wordpress.com/2009/02/prato.jpg">prato colorido</a>.<br />
Sei lá se isso é coisa de doido mas acho legal vc colocar umas folhinhas alface bem verde, junto com duas fatias de tomate vermelhão, uns mini-milho (sabem o que é <a href="http://www.lavioletera.com.br/imagens/produto/07.111.jpg">isso</a>, né?), umas rodelinhas de pepino japonês e cenoura crua bem raladinha.<br />
Fica ainda melhor após regar com um molho composto de mostarda, uma dose de azeite, sal e um pouco d&#8217;água.</p>
<p>Pois é&#8230;  parece que sou adepto &#8216;Janescreide Living Style&#8217;, né ?<br />
Quase&#8230;</p>
<p>Eu acho que se a etiqueta sempre chamou a salada de &#8216;entrada&#8217;, nós temos que passear pelo resto da refeição.<br />
Passo pela entrada.<br />
Dou uma chegadinha no arroz, feijão e a carne assada (que vou denominar &#8217;sala de estar&#8217;).<br />
Por fim, vou para o &#8216;quintal&#8217; (onde só tem alegria) e pego um naco de qualquer chocolate que encontrar (pode ser um doce, uma barra, um sorvete ou até mesmo aquele resto granulado de chocolate que sobrou na geladeira na última vez que fizeram bolo).<br />
Depois de toda esse tour, vou parar o quarto (sem analogias) e deito na cama como se fosse um <a href="http://4.bp.blogspot.com/_-DQG7ZxvSMs/SCQ1mqYjdcI/AAAAAAAAAk0/CEg1iyU3Rys/s400/leao02.jpg">leão após ter devorado um alce</a>.</p>
<p>Sim&#8230; eu sei que é por isso que eu não perco a minha pochete (vulgo &#8216;barriga&#8217;).<br />
Mas, cá entre nós, como tudo na vida, para que vcs, mulheres, tenham o Rei da Floresta em casa, existem alguns preços a pagar.</p>
<p>Minha mãe sempre me disse que remédio se fosse bom, seria vendido na <a href="http://www.kopenhagen.com.br/site/default.aspx">Kopenhagen</a>.<br />
Seguindo a lógica &#8216;Janística&#8217; de que folha é bom, fui à Kopenhagen.<br />
Fiquei triste&#8230;<br />
Eles não vendem alface.<br />
Então, pra não sair de mãos vazias, comprei uma <a href="http://www.kopenhagen.com.br/site/banco_arquivos/imagens/Produtos/Imagens%20da%20íntegra/classicos/Nha-BentaTradiconal-Individual_03.jpg">Nhá Benta</a>.</p>
<p>Mas, enfim&#8230;  a revista <a href="http://veja.abril.com.br/270509/p_072.shtml">Veja</a> desta semana tem uma reportagem muito interessante sobre alimentação saudável.<br />
Veredito:  A Jane tá certa !!!</p>
<p>Essa semana vou comer muito mato !!  :-)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escenas de Matrimonio]]></title>
<link>http://piscinaembarillao.wordpress.com/2009/05/03/escenas-de-matrimonio/</link>
<pubDate>Sun, 03 May 2009 11:36:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>piscinaembarillao</dc:creator>
<guid>http://piscinaembarillao.wordpress.com/2009/05/03/escenas-de-matrimonio/</guid>
<description><![CDATA[Se trata de las tipicas fotos de casamiento, las que no pondriamos en nuestro Album de Fotos o si ?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Se trata de las tipicas fotos de casamiento, las que no pondriamos en nuestro Album de Fotos o si ?]]></content:encoded>
</item>

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