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	<title>mau-humor &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mau-humor/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mau-humor"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:18:27 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Vida profissional, doença moderna]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/11/29/vida-profissional-doenca-moderna/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 12:00:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dizem os mais sábios que a filosofia acabou quando alguns filósofos começaram a se reunir em institu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img21.imageshack.us/img21/2127/concursodeflatos.jpg" alt="explorer" /></p>
<p>Dizem os mais sábios que a filosofia acabou quando alguns filósofos começaram a se reunir em instituições de ensino e organizaram a trapizonga de forma a perpetuá-la indefinidamente &#8212; e, junto com ela, consolidar o status destacado desses perpetuadores. Em outras palavras, a filosofia acabou &#8212; ou, pelo menos, sua qualidade despencou assustadoramente &#8212; quando se tornou uma profissão comum, com começo (estudo formal, como aquilo que dizem que é feito numa universidade), meio (exercício formal, ao ponto de &#8216;prestar serviços&#8217;, como um encanador ou um arquiteto) e fim (aposentadoria formal, que geralmente se expressa na obtenção de uma cátedra qualquer e artigos para jornais que só reconhecem seu nome, não suas idéias).</p>
<p>Daí para a constituição de sindicatos, conselhos de classe, daí para o estabelecimento oficial (i.e. chancelado pelo Governo Federal) da profissão de filósofo, foi um pulo. <!--more-->E, então, o indivíduo que decidiu tornar-se filósofo passou a acreditar na idéia &#8212; obviamente absurda &#8212; que diz que para ser filósofo é necessário antes ter todos os documentos e carimbos em dia. Então, dotado desses documentos e carimbos, o sujeito começa a filosofar. E Sócrates se revira na tumba, claro.</p>
<p>A filosofia não é exceção. Trata-se apenas do exemplo mais gritante de uma doença moderna: aquela que diz que uma carreira é aquilo que se faz para ganhar dinheiro e status (i.e. mais dinheiro). Que problema há nisso? Em verdade, nenhum. Nada mais justo do que querer receber dinheiro em troca de anos dedicados à própria formação, o que, no fundo, é algo muito digno: o sujeito estuda com a intenção de oferecer algo bom para os outros, apenas não quer fazer isso de graça. Sem problemas.</p>
<p>O problema surge quando o sujeito começa a dividir sua vida entre carreira, lazer, família e vários outros aspectos de sua vida &#8212; uns mais práticos e palpáveis, outros mais abstratos e conceituais. Uns podem argumentar que se trata de uma forma segura de preservar cada um desses aspectos e o senso comum diz que não é bom trabalhar em casa, rodeado de crianças e de outras solicitações familiares. Concordo. Essa divisão geralmente é saudável, porque é prática, é como não colocar roupas sujas na geladeira ou como não fazer as refeições enquanto se toma banho. A compartimentação da rotina assegura a organização e o funcionamento das partes e do conjunto; já se disse que o cotidiano deve ser encarado como um relógio suíço. Concordo.</p>
<p>Eu me refiro a algo um pouco mais abstrato. </p>
<p>Note, por exemplo, o auto-entorpecimento de pessoas em férias. Desligar-se do trabalho não é apenas uma conseqüência das férias, é algo que se torna o alfa e o ômega do indivíduo tão logo esse período se aproxima. O médico deixa de ser médico, o engenheiro deixa de ser engenheiro, o professor deixa de ser professor. Tornam-se homens genéricos, daqueles que são vistos à distância nas filas dos pedágios ou que são entrevistados com as mesmas perguntas de sempre (especialmente elaboradas para que as respostas sejam sempre &#8220;Com certeza!&#8221;), nas reportagens telejornalísticas no início ou no final dos feriados.</p>
<p>Note que o indivíduo não está naquela profissão porque quer, mas porque precisa pagar as contas. Se ele consegue pagar as contas e lhe sobra dinheiro, ele se manterá naquela profissão porque ele quer que sobre ainda mais dinheiro, porque ele precisa pagar a casa de praia, porque ele precisa trocar de carro todos os anos, porque ele precisa daquele tênis novo, porque ele precisa ir naquela churrascada com os amigos (e pagar por isso e ir bem vestido) etc. etc. etc. Ele submete aproximadamente metade de sua vida para dedicar-se a algo que, na melhor das hipóteses, fornecerá combustível para as coisas que realmente interessam.</p>
<p>O problema fica ainda mais sério quando essa submissão se torna um hábito e com ele o indivíduo perde a capacidade de distinguir aquilo que realmente lhe apraz. Isto não significa começar a gostar daquilo que se faz &#8212; o que seria bom &#8211;; significa apenas não dar mais atenção àquilo que se sente quando aquelas coisas são feitas. É algo muito pior do que conformismo &#8212; o que representaria uma dose saudável de estoicismo &#8211;; trata-se de catatonia, que o Houaiss define desta forma: &#8220;forma de esquizofrenia que apresenta uma alternância entre períodos de passividade e de negativismo e períodos de súbita excitação&#8221;. </p>
<p>Até hoje não encontrei definição melhor para &#8220;vida profissional&#8221;.</p>
<p>.</p>
<p><font size="1"><a href="http://pastelzinho.blogspot.com/2008/06/juan-carlos-maturn-no-exato-momento-em.html">link da imagem</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Sintomas 1by1 14 - Perda de concentração]]></title>
<link>http://themiddleofnowhere.wordpress.com/2009/11/28/sintomas-1by1-14-perda-de-concentracao/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriana Almeida</dc:creator>
<guid>http://themiddleofnowhere.wordpress.com/2009/11/28/sintomas-1by1-14-perda-de-concentracao/</guid>
<description><![CDATA[Tenho hoje o poder de concentração de uma criança de 3 anos de idade. Sério. Cumprir uma tarefa, qua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tenho hoje o poder de concentração de uma criança de 3 anos de idade. Sério. Cumprir uma tarefa, qualquer uma, com esse nível de dispersão se tornou uma constante irritação. Eu me distraio, eu nunca termino, eu me canso, e no final, me irrito profundamente comigo mesma.</p>
<p>Tenho dificuldade de organizar um pensamento na minha mente. Ele vem, ele some, ele se mistura com outro, e no fim, eu esqueço o que eu estava pensando.</p>
<p>Tenho a memória de uma ameba com amnésia: assisto minhas séries preferidas as vezes 2 vezes e as vezes vou até quase o final pra finalmente me lembrar que já vi aquele episódio, tipo uns 2 dias atrás&#8230;  Além do que, nomes, mesmo o de gente REALMENTE conhecida, me foge agora com uma facilidade abissal. Olho pra pessoa, sei que o nome dela é algo totalmente familiar, mas simplesmente não lembro por muitos minutos&#8230;</p>
<p>Minha cabeça virou uma grande geléia. Me sinto senil sem estar senil. Com amnésia sem ter amnésia. Quase que completamente vazia de referencias familiares. Ou melhor, tudo é familiar, tudo eu sei que eu costumava saber, mas no momento, é só uma grande impressão de um conhecimento que me foge toda vez que preciso acessá-lo.</p>
<p>Tento exercitar a mente: jogos variados, de sodoku a stop, de forma que eu consiga ao menos por um tempo finalizar um pensamento, reagir mentalmente com agilidade, concentrar tempo suficiente pra finalizar uma tarefa. Mas só eu sei o quanto é difícil.</p>
<p>Meu corpo está acelerado. Minha mente também. Mas ao invés disso ser uma boa coisa, mente rápida significa mente confusa, mente dispersa, mente tão cheia que fica vazia&#8230;</p>
<p>Ler ajuda. Escrever ajuda. Mas só durante aquele instante em que o faço , pelo tempo que minha concentração me permite. O resto do tempo, sou uma grande mente avoada vagando pelos dias&#8230; E ainda assim, minha compreensão do que leio é prejudicada pela dispersão, e o que escrevo não se compara, nem de longe, com o fluxo de idéias que já fui capaz de expressar em um texto. O que falo/escrevo não tem começo ou fim, é só um grande meio de idéias desconectadas.</p>
<p>Eu sei o que quero dizer. Nesse post, em outros, em outras situações, mas meu discurso é gago, é falho, disperso como eu.  Tudo fica meio pela metade, mal dito ou mal escrito, sem coerência interna alguma. Redação de 3o ano de ensino fundamental. A idéia tá lá, e parece até ser boa, mas mal desenvolvida que só ela&#8230;</p>
<p>Triste. Frustrante. Irritante. Minha mente é um furacão sem olho, e eu, me debato no meio dela.  O único consolo é que são sintomas da doença que tenho, então há sempre a vaga esperança de passarem antes deu ficar senil de verdade&#8230; ou não.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não vi e não gostei]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/11/26/nao-vi-e-nao-gostei/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entrevista com o Vampiro deu a dica, mas a moçada não se convenceu e daí tiveram que inventar toda e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img264.imageshack.us/img264/7223/vampireteeth.jpg"></p>
<p><a href="http://www.imdb.com/title/tt0110148/">Entrevista com o Vampiro</a> deu a dica, mas a moçada não se convenceu e daí tiveram que inventar toda essa patacoada para angariar níqueis fáceis dos adolescentes. Nem Gary Oldman conseguiu salvar o gênero, <a href="http://www.imdb.com/title/tt0103874/">lembram</a>? </p>
<p>O cinema precisa de ar fresco, uma estaca de madeira e muito alho. A verdade é que <strong><em>vampires suck</em></strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ufa! Passou!!!!]]></title>
<link>http://cacaucomlupulo.wordpress.com/2009/11/24/ufa-passou/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 16:59:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Relvas</dc:creator>
<guid>http://cacaucomlupulo.wordpress.com/2009/11/24/ufa-passou/</guid>
<description><![CDATA[Ai que alívio. Todo aquele mau humor de ontem passou! Tive uma noite de sono restauradora e acordei ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cacaucomlupulo.wordpress.com/files/2009/11/bom_humor1.jpg" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-553" title="bom_humor" src="http://cacaucomlupulo.wordpress.com/files/2009/11/bom_humor1.jpg?w=214" alt="" width="214" height="300" /></a>Ai que alívio. Todo aquele mau humor de ontem passou!</p>
<p>Tive uma noite de sono restauradora e acordei bem mais animada!</p>
<p>Como o previsto, ao ler o post de ontem, ri de mim mesma! Ainda bem que dias como esses são a exceção! hehehe&#8230; Se não, nem eu mesma me aguentaria, porque olha, ontem foi barra!</p>
<p>Até o Skype deixei desligado&#8230; eu não tinha a menor condição de conversar com absolutamente ninguém. E hoje, quando falei com minha mãe, rimos um monte!</p>
<p>O dia continuou chuvoso, mas já melhor que ontem. Amanhã, quem sabe não abre um Solzinho? <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoje NÃO é um dia qualquer!]]></title>
<link>http://cacaucomlupulo.wordpress.com/2009/11/23/hoje-nao-e-um-dia-qualquer/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:06:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernanda Relvas</dc:creator>
<guid>http://cacaucomlupulo.wordpress.com/2009/11/23/hoje-nao-e-um-dia-qualquer/</guid>
<description><![CDATA[Definitivamente, hoje NÃO é um dia qualquer! São exatamente 12h36 e vou fazer uma breve descrição do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cacaucomlupulo.wordpress.com/files/2009/11/calvin-bad-mood.gif" target="_blank"><img class="alignright size-medium wp-image-548" title="calvin-bad-mood" src="http://cacaucomlupulo.wordpress.com/files/2009/11/calvin-bad-mood.gif?w=300" alt="" width="300" height="266" /></a>Definitivamente, hoje NÃO é um dia qualquer!</p>
<p>São exatamente 12h36 e vou fazer uma breve descrição do meu dia até agora! Atenção: é exatamente dessa forma que estou vendo e sentindo o dia de hoje. E esse <em>post </em>tem o propósito de ser um depositário da minha ira! hahaha (entenda essa risada como sendo bem sarcástica&#8230;. sobre mim mesma!)</p>
<p>Às 3h00 acordei e não consegui mais dormi. Só uns cochilos, bem meia boca. Não me acomodava na cama de jeito nenhum!</p>
<p>Levantei, bem de mau-humor, e preparei o café da manhã do Dú e o lanche para ele levar, já que hoje ele não vem almoçar em casa&#8230; tem reunião!</p>
<p>Coitado me fez umas perguntas e eu fui bem &#8220;cavala&#8221;&#8230; sorry Dú, mas o mau humor de hoje está bravo!</p>
<p>Voltei para cama e levantei às 9h20. Olhei pela janela e estava garoando. Me arrumei para ir à aula de inglês, com um pouco mais de camada que o normal&#8230; É, nesses dias literalmente nos tornamos cebolas ambulantes, cheios de camadas de roupa.</p>
<p>Preparei meu café da manhã, mas só consegui comer meio pão. O mau humor também me tira o apetite.</p>
<p>Quando saí de casa, atrasada, a garoa havia se transformado em chuva. Não dava mais para ir de bike, e economizar tempo. Voltei, peguei o guarda-chuva e fui para a aula.</p>
<p>O caminho foi torturante! Um vento dos infernos. Cortante de tão gelado e claro o guarda-chuva não adiantou de nada. Primeiro porque vinha chuva de tudo quanto era lado e segundo porque aquela PORCARIA de guarda-chuva virava a cada dois passos. Não é exagero!</p>
<p>Em outro dia isso poderia ter sido hilário, mas hoje foi&#8230; foi&#8230; não consigo nem qualificar!</p>
<p>Cheguei na aula MOLHADA e suada! Pode? Tirei umas camadas de roupa e logo fiquei morrendo de frio.</p>
<p>A aula estava irritantemente irritante. Não entendia nada do vídeo. E o vídeo era de uma tragédia que aconteceu semana passada da Inglaterra. Só para completar o meu mau humor!</p>
<p>No intervalo queria tomar um café para me esquentar um pouco, mas claro: eu não tinha nem uma P. moeda! E o meu mau humor não me permitia pedir emprestado. Fiquei sentadinha comendo uma barrinha de cereal HORRÍVEL que eu tinha na minha mala!</p>
<p>Finalmente a aula acaba, mas a chuva e o vento NÃO!</p>
<p>O caminho de volta foi outra tortura. Pelo menos tinha uma padaria no meio do caminho. O pão tinha acabado e eu não tinha a menor condição de ir até o mercado com esse tempo! Tudo bem que foi um roubo, mais que o dobro do preço. Mas nessas horas tudo vale!</p>
<p>Depois de ter que desvirar o guarda-chuva por DIVERSAS vezes e desviar de várias bicicletas, porque é claro, em momentos como esses é cada um por si, e era bicicleta cruzando por todo lado sem a menor preocupação com pedestre, todo mundo queria mesmo era fugir da chuva!</p>
<p>Cheguei em casa, inclusive com os cabelos molhados! Dá para imaginar como estava o vento? A roupa nem se fala! O <em>jeans </em>literalmente molhado. Graças a Deus meu velho e indispensável <em>Timberland </em>estava no meu pé. O pé ficou seco, mas a meia na altura do tornozelo, também estava molhada&#8230; hahaha&#8230; essa risada é uma demonstração de esperança&#8230; quem sabe amanhã, quando eu ler esse relato horrendo, eu não ria de mim mesma?</p>
<p>É isso aí. Essa foi a minha única motivação de hoje. Escrever esse <em>post </em>horrível! Agora vou ficar no sofá, debaixo do cobertor esperando por amanhã! Ah! Isso porque o Dú me deu uma tarefa interessantíssima (mais sarcasmo): fazer uma pesquisa sobre o amado Lula (isso sim que é sarcasmo) para uma apresentação no MBA!</p>
<p><em>Bye-bye!</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bom dia por quê?]]></title>
<link>http://babiarruda.wordpress.com/2009/11/19/bom-dia-por-que/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:58:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Babi Arruda</dc:creator>
<guid>http://babiarruda.wordpress.com/2009/11/19/bom-dia-por-que/</guid>
<description><![CDATA[Bom dia por quê? Por que esta alegria contagiante? Qual a necessidade de mostrar os dentes? Coisa ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://babiarruda.wordpress.com/files/2009/11/bomdia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-411" title="bomdia" src="http://babiarruda.wordpress.com/files/2009/11/bomdia.jpg" alt="" width="500" height="377" /></a></p>
<p>Bom dia por quê? Por que esta alegria contagiante? Qual a necessidade de mostrar os dentes? Coisa mais pedante e desnecessária, sem falar que é desgastante o ato de simpatia gratuita. Ser simpático cansa, dói o maxilar ficar sorrindo pra tanta gente. Por favor, deixem-me em paz com meu mau humor, meu vício, minha cafeína diária é essencial para me manter lúcida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Essas questões ordinárias de rapapés criam rugas na minha testa e eu não quero perder meu mau humor com isso. Nada como acordar sisudo, mudo e com cara de poucos amigos. Aquele olhar de indiferença para o dia que está nascendo é uma técnica maravilhosa de manter pessoas chatas bem longe de você.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Já tentou conversar com alguém assim pela manhã? Um soco na boca do estômago, um despertar magnífico para a realidade. Como se tivesse uma placa no peito: Não se aproxime. Cão bravo! Melhor segurança para o seu sossego matinal. Muito maçante ficar conversando pela manhã. Não tem necessidade de gastar as palavras assim de imediato.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Não venha com o papo de quem é mal humorado é infeliz. Bobagem, manifestação calamitosa do desconhecido. A diferença é um estado de conscientização aguda do real. Nada de felicidade espontânea, coisa para bobos e apresentadores de televisão.</p>
<p>&#160;</p>
<p>O meu mundinho tem espaço delimitado. Não ultrapasse a linha do bom senso e da sua segurança pessoal. Eu mordo e sou feliz assim. Dou risada quando quero, quando acho necessário e engraçado. Fora isso não me incomode com demonstrações públicas de bom humor organizacional.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Não me entenda mal. Eu não sou mal educada. Apenas não vejo lógica em sorrir para um desconhecido. E se ele for um serial killer? Matarei minha consciência de culpa quando ele ficar de bom humor ao cortar meu corpo em pedacinhos? Por isso prefiro meus lábios fechados. Cautela. Prudência senhores.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Bom humor é algo que se adquiri com o passar das horas ou não. Agora acordar com ele de livre e espontânea vontade, saltitante e serelepe não faz sentido. Melhor você ficar aí e eu aqui e mudos de preferência. Também não sorria para mim.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Essas argumentações acaloradas e cheias de sorrisos não servem para mim. Meu mau humor é saudável, questão de sobrevivência e preservação da espécie. Chega até ser engraçado. Pelo menos eu divirto meus amigos com minha antipatia. Quer coisa mais simpática que isso?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma nuvem negra em cima da minha cabeça]]></title>
<link>http://foiegrasliterario.wordpress.com/2009/11/19/uma-nuvem-negra-em-cima-da-minha-cabeca/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:20:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leo</dc:creator>
<guid>http://foiegrasliterario.wordpress.com/2009/11/19/uma-nuvem-negra-em-cima-da-minha-cabeca/</guid>
<description><![CDATA[Eu estava vendo fotos de pessoas magras usando roupas caras, e pensando se é tarde demais para que m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu estava vendo fotos de pessoas magras usando roupas caras, e pensando se é tarde demais para que minha vida seja assim. Depois pensando se eu quero que minha vida seja assim, e se eu deveria me sentir de alguma forma culpada ou mal por ter aspirações tão superficiais em relação à minha vida. Depois eu pensei que talvez essas aspirações se devam ao fato de que na verdade eu tenho tudo o que desejei. Mas isso não é verdade.<br />
É verdade que meus pais me amam, meu namorado me ama, eu tenho até mais dinheiro do que preciso, eu sou saudável, eu enxergo, ouço, falo e ando normalmente, minha cabeça funciona bem. Qualquer pessoa com bom senso diria que simplesmente por estes parâmetros eu deveria estar feliz e satisfeita e que eu sou uma pessoa de muita sorte.<br />
No outro lado da balança, os pontos negativos são que eu tenho enxaquecas frequentes (que apesar de não me fazerem urrar de dor também não me permitem fazer as coisas normalmente- às vezes eu tenho que simplesmente parar e ir dormir até passar),  não consigo parar de comer, odeio (eu disse odeio) me exercitar, durmo demais e sempre acabo (por algum motivo bizarro) não fazendo as coisas que eu quero muito fazer, ou que eu acho que eu deveria querer fazer e planejo fazer. E acima de todas essas coisas, tenho o hábito neurótico de ficar repetindo os problemas pra mim mesmas durante horas, e encenando as resoluções desses problemas na minha imaginação, tentando encontrar as palavras/ações que resolverão esses problemas. Depois que eu chego no roteiro que eu considero ideal, continuo repetindo a cena na minha cabeça só para ter certeza que na hora de confrontar a questão eu não esqueça tudo. 50% das vezes na hora eu esqueço, e principalmente numa discussão isso acaba me deixando numa posição de repetir expressões como aaaahnnnn&#8230; então&#8230;. é.. é isso, o que certamente enfraquece qualquer argumento.<br />
Penso de novo nas pessoas magras e com roupas caras, e o que todas elas têm em comum (além de serem magras e usarem roupas caras), é que elas sempre são fotografadas sorridentes, bonitas e com uma aparência de com certeza não terem nem um problema no mundo que elas fiquem mentalmente repetindo impedindo-as de dormir a noite. Não que elas pareçam não ter problemas, porque obviamente todo mundo tem problemas, mas elas parecem aquelas pessoas escolhidas que conseguem lidar com os problemas de forma ágil e tranquila, e ainda ter tempo e disposição no final do dia para caminharem, depois tomarem banho, se maquiarem e vestirem suas roupas caras, pra por fim sairem por aí e despreocupadamente aproveitarem mais um dia.<br />
Ou talvez eu tenha pensado em tudo isso de tanto aborrecimento porque uma enxaqueca maldita se instalou para estragar o que teria de outra forma sido uma semana perfeitamente razoável e até tranquila, e mesmo depois das tradicionais duas neosaldinas e quase uma hora de espera ela não desistiu, e não estou conseguindo fazer mais nada além de  deixar fluir este fluxo incômodo de pensamentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cara feia às vezes pode não ser fome.]]></title>
<link>http://pucf5.wordpress.com/2009/11/18/cara-feia-as-vezes-pode-nao-ser-fome/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:37:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolpuc</dc:creator>
<guid>http://pucf5.wordpress.com/2009/11/18/cara-feia-as-vezes-pode-nao-ser-fome/</guid>
<description><![CDATA[Por Gabriela Zanardi Quem é que nunca, pelo menos, acordou com a cara fechada, sem vontade nenhuma d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Gabriela Zanardi</p>
<p>Quem é que nunca, pelo menos, acordou com a cara fechada, sem vontade nenhuma de se relacionar com o mundo lá fora? Ou então, por algum acontecimento no dia-a-dia teve vontade de xingar, gritar e estapiar alguém? Essas atitutes revelando o mau humor existentente em cada um, são mais do que comum, principalmente hoje em dia em que a rotina está cada vez mais agitada.</p>
<p>Porém, quando o mau humor se torna crônico é preciso dar uma atenção especial a ele. Isso porque quando ele aparece com uma certa frequência e interfere muito nas relações de trabalho e pessoal, pode ter virado doença.</p>
<p>O nome é <a href="http://www.psicosite.com.br/tra/hum/distimia.htm">distimia </a>e é tratada pelos especialistas como um tipo de depressão. Os sintomas são vários e por isso que é tão difícil saber se o nosso irritamento está ou não virando doença: &#8220;Quando o mau humor começa a prejudicar a vida acadêmica, profissional, social e familiar é porque ele se tornou patológico&#8221;, afirma a psiquiatra Elaine de Oliveira.<br />
<div id="attachment_6036" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://pucf5.wordpress.com/files/2009/11/zangado-1.jpeg"><img src="http://pucf5.wordpress.com/files/2009/11/zangado-1.jpeg" alt="" title="" width="300" height="260" class="size-full wp-image-6036" /></a><p class="wp-caption-text">Zangado, um dos anões do conto de fadas Branca de Neve</p></div><br />
É preciso prestar atenção nos sintomas, tentando descobrir com que frequência eles aparecem e a consequência que eles estão nos trazendo para o dia-a-dia. &#8220;Irritabilidade fácil, agressividade, ansiedade, insônia e também os sintomas físicos: taquicardia, sudorese, dores musculares, cefaleia (enxaqueca), alterações digestivas e intestinais, alteração da pressão arterial (hipertensão) são as características da distimia&#8221;, diz Elaine.</p>
<p>Mas nem tudo está perdido, com um pouco de força de vontade a distimia pode ser evitada de diversas maneiras como: &#8220;evitar sobrecarga de trabalho e responsabilidade; manter vínculos afetivos; alimentação e exercício físico regular; sono de qualidade (no mínimo 7 horas); estabelecer uma rotina de lazer; ter um hobby; e, para quem tem religião, se envolver com ela&#8221;, dá a dica a psiquiátra.</p>
<p>Por isso, mesmo que o mau humor tenha sido tratado muitas vezes, em filmes ou <a href="http://www.releituras.com/ruycastro_mauhumor.asp">livros</a>, por exemplo, de uma maneira engraçada, é necessária uma atenção especial para que ele não vire distimia. De vez em quando ter vontade de xingar aquela pessoa que te desejou &#8220;bom dia&#8221; quando você acordou com um mau humor monstro é normal, o preocupante é quando você perde seu emprego devido a isso.</p>
<p><a href="http://pucf5.wordpress.com/files/2009/11/mauhumor.jpg"><img src="http://pucf5.wordpress.com/files/2009/11/mauhumor.jpg" alt="" title="mauhumor" width="340" height="380" class="aligncenter size-full wp-image-6035" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Jeito Walmor de Ser Parte 2 - Bom humor é para os fracos]]></title>
<link>http://diariodeumrabugento.wordpress.com/2009/11/18/um-jeito-walmor-de-ser-parte-2-bom-humor-e-para-os-fracos/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:54:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diário De Um Rabugento</dc:creator>
<guid>http://diariodeumrabugento.wordpress.com/2009/11/18/um-jeito-walmor-de-ser-parte-2-bom-humor-e-para-os-fracos/</guid>
<description><![CDATA[Nunca achei graça em dar risada.  Pra mim, bom humor não existe. Bom humor pra que? Com o perdão do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nunca achei graça em dar risada.  Pra mim, bom humor não existe. Bom humor pra que? Com o perdão do trocadilho, que coisa mais sem graça.</p>
<p>É por isso que compartilho com vocês hoje mais uma característica da minha personalidade, para você que admira a minha pessoa e quer ser um rabugento como eu (apesar que isso é mais dom do que uma questão de prática).</p>
<p>Então vamos lá: pare já com sorrisinhos! Esses sorrisinhos não te levam a nada. Normalmente mostram apenas as fraquezas da sua personalidade. Mostram que você é uma pessoa fraca, descontrolada, medrosa e até mesmo desequilibrada.</p>
<p>E não adianta virem com piadas pra cima de mim. Podem contar a piada que for, eu não dou risada.</p>
<p>Olhem para o mundo ao seu redor. Além de todos os problemas que todos vocês já conhecem, temos o problema maior de todos: as outras pessoas.</p>
<p>Eu acho as pessoas insuportáveis. São tantos os adjetivos que eu tenho para classificar os seres humanos que não vou nem perder meu tempo em escrevê-los. Basta ler outros textos antigos aqui do meu site. Mas, enfim, é por isso que eu digo que não temos motivos para sorrir. Aposto que neste momento, ao seu lado, ou perto de você, tem alguém de que você não gosta. Alguém chato, mentiroso ou falso. Ou tudo isso ao mesmo tempo. E então eu digo: rir pra que? Cadê o motivo da felicidade? Eu não vejo motivo algum.</p>
<p>Portanto, prezados leitores e prezados malas que tanto me amolam. Se você quer ser um autêntico rabugento, pare com as risadas. Pare com sorrisinhos. Pratique agora mesmo a rabugisse. Não sorria para as pessoas. Mantenha a expressão sempre séria e sisuda. Você vai ver como as pessoas vão te respeitar mais, vão temer você e, principalmente, não vão querer se meter com você. Você acha que alguém vai querer trapacear ou armar alguma coisa contra uma pessoa que está sempre séria, sempre compenetrada? É claro que não! Você acha que alguém, numa loja, vai atender mal alguém que está com uma cara séria de que pode mandar tudo à merda a qualquer momento? É claro que não!</p>
<p>Vejam minha foto aqui nessa joça de site pra ver mais ou menos o que estou dizendo sobre expressão facial. Tente praticar. Um rabugento autêntico não movimenta músculo algum do rosto quando está ouvindo alguém falar. Nem bochechas, nem boca, nada! É a expressão perfeita! A expressão exata! A expressão dos fortes. Pois nesse mundo sujo em que vivemos, só os fortes sobrevivem. E eu sou um deles.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bombril]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/11/16/bombril/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 12:43:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
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<description><![CDATA[Graças a Deus sou útil. Há pelo menos uma pessoa que dá atenção ao que tenho para transmitir &#8212;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img692.imageshack.us/img692/693/janeladist7.jpg" alt="" /></p>
<p>Graças a Deus sou útil. Há pelo menos uma pessoa que dá atenção ao que tenho para transmitir &#8212; ou àquilo que julgo ser útil para outrem e que realmente me traz alguma satisfação. Eu acho que isso é sucesso, embora reconheça sua insuficiência para a minha própria subsistência e para a expectativa das pessoas ao meu redor de que eu consiga comprar eletrodomésticos (como costumava dizer Plínio Marcos), ter morada própria e constituir família.</p>
<p>É claro que isso me entristece, porque a sensação de sucesso &#8212; interior e miúdo que seja &#8212; parece não significar nada diante da evidência do fracasso, conforme o critério das pessoas ao meu redor. E junto com a pressão&#8230; ok, chamemos de &#8220;pressão social&#8221;, na falta de outro clichê&#8230; e junto com a pressão social mais óbvia vêm outras pressões menores, mas não menos sociais: o tempo que passa, as oportunidades perdidas, o desperdício, o ostracismo, o limbo, a solidão.</p>
<p>Realmente não sei nada sobre o futuro. Nunca soube. E nunca quis saber. Agora é tarde, mas o prazo de validade vencido tem a vantagem de, no limite, dispensar-me de ser socialmente bem-sucedido. Com alguma sorte, serei o velho ranzinza que vive sozinho numa casa escura, assusta crianças da vizinhança e jamais sorri.</p>
<p>.<br />
<font size="1"><a href="http://anahisantos.wordpress.com/olho/">link da imagem</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A pílula do demônio]]></title>
<link>http://isoca.wordpress.com/2009/11/14/a-pilula-do-demonio/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 15:34:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>isoca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Escrevo esse texto para fins de desabafo. Por motivos de segurança, querer aproveitar mais (!) e men]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Escrevo esse texto para fins de desabafo.</p>
<p>Por motivos de segurança, querer aproveitar mais (!) e menstruação desregulada, o que é pessimo, quem sofre com isso sabe: é só namorar, mesmo que tenha feito tudo certo, vem a preocupação. Menstruação é uma merda, se ela não vem para te foder, é porque alguém já fez isso antes. (Perdoem o palavreado). Voltando&#8230; Por esses motivos resolvi tomar uma pílula.</p>
<p>Quando fui compra-la, o farmacêutico me contou de como ela era maravilhosa, além de não deixar ter bebes (o essencial!), regular sua menstruação, ainda acaba com cravos e espinhas, caspas, mau humor, tpm, enfim, parecia aqueles produtos da Polishop de tantas utilidades!</p>
<p> Aquilo não era uma pílula, era uma mãe!</p>
<p>Comprei feliz e voltei para casa me questionando porque nunca tinha feito isso antes.</p>
<p>Descobriria, na seqüência&#8230;</p>
<p>Comecei a ter cólicas infernais (não é à toa que o nome do texto é ‘pílula do demônio’), e meus dias começaram a ficar estranhos, mais chatos, as pessoas então&#8230;De uma hora para outra ficaram tão burras, irritantes e falantes, aí, como falavam!</p>
<p> Meu cabelo começou a cair, para ajudar, trabalho em uma clinica médica, toda hora um fio pelo chão e olha só, adivinha quem inchou feito um balão?</p>
<p>Picos de humor, com o atraso dos materiais da construção de casa e a vendedora que era tão demoníaca quanto à pílula, cheguei a sair andando no temporal para ver se me acalmava, não me lembro de na vida ter ficado tão brava quanto aquele dia.</p>
<p>Resolvi ler a bula, estava escrito que essas alterações eram comuns e que tudo voltaria ao normal em três ciclos! Três meses!</p>
<p>Até lá minha mãe trocaria as fechaduras de casa.</p>
<p>Bom, estou trocando a paz mundial por quatro dias de festa.</p>
<p> Afinal, agora que enfim vou ver o namorado, não vou desistir, depois troco o método anticoncepcional, resta saber se ele vai sobreviver ao meu lado.</p>
<p>Até descobrirmos, minha mãe, todos os dias, ao meio dia continuará choramingando: ‘Pílula do demônio outra vez filha?’</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[8 verdades sobre a TPM!]]></title>
<link>http://farmaciaartesani.wordpress.com/2009/11/11/8-verdades-sobre-a-tpm/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:10:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>artesaniblog</dc:creator>
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<description><![CDATA[Crises de choro, nervosismo exacerbado, mau humor e impaciência gritante. Leia +]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Crises de choro, nervosismo exacerbado, mau humor e impaciência gritante.</strong> <a href="http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI4090301-EI1497,00-Confira+verdades+sobre+a+TPM.html" target="_blank">Leia + </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soco no estômago]]></title>
<link>http://christianrocha.wordpress.com/2009/11/07/soco-no-estomago/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:55:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christian</dc:creator>
<guid>http://christianrocha.wordpress.com/2009/11/07/soco-no-estomago/</guid>
<description><![CDATA[O que você esperava? Uma crítica de cinema? A resenha de um livro? Uma metáfora?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://img20.imageshack.us/img20/6157/punchr.jpg" alt="soco estômago" /></p>
<p>O que você esperava? Uma crítica de cinema? A resenha de um livro? Uma metáfora?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu slogan: "O prazer em ser sincero!"]]></title>
<link>http://esporrosmentais.wordpress.com/2009/11/06/meu-slogan-o-prazer-em-ser-sincero/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:11:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro Gonçalves</dc:creator>
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<description><![CDATA[NÃO SUPORTO pessoas melindrosas&#8230; DEFINITIVAMENTE! Juro que tenho prestado a atenção nisso, tan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong>NÃO SUPORTO</strong> pessoas melindrosas&#8230; <strong>DEFINITIVAMENTE</strong>!</p></blockquote>
<p>Juro que tenho prestado a atenção nisso, tanto no meu grau de tolerância com isso, quanto o meu grau de imperfeição nesse assunto.<br />
Mas de boa, por mais imperfeições e defeitos que possamos ter, é hora de crescer! Não dá pra ser mimado pro resto da vida&#8230;</p>
<p>Temperamental de CÚ é ROLA!</p>
<p><strong>Cresça e apareça.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FNM II]]></title>
<link>http://reatores.wordpress.com/2009/11/06/fnm-ii/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 17:30:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>reatores</dc:creator>
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<description><![CDATA[e por falar no fnm&#8230; daqui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">e por falar no fnm&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-931 alignnone" style="border:0 solid black;margin:0;" title="fnm_arnaldo" src="http://reatores.wordpress.com/files/2009/11/fnm_arnaldo1.jpg" alt="fnm_arnaldo" width="500" height="523" /></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.oesquema.com.br/mauhumor/" target="_blank">daqui</a></p>
<p style="text-align:left;">
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O meu DDA]]></title>
<link>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/11/06/o-meu-dda/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 04:30:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stella Dauer</dc:creator>
<guid>http://seraquetenhodda.wordpress.com/2009/11/06/o-meu-dda/</guid>
<description><![CDATA[Eu bato em móveis, sofás, armários, batentes. Eu esqueço o celular, o pen drive, o óculos, o guarda ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu bato em móveis, sofás, armários, batentes.</p>
<p>Eu esqueço o celular, o pen drive, o óculos, o guarda chuva, o agasalho em casa com certa costume, se não colocá-los na minha cara na hora de sair. Frequentemente meu pai me fala algo enquanto estou olhando pro computador, e eu respondo como se estivesse ouvindo. No final, não entendi nada do que eu li na tela e nem nada do que o meu pai falou, apesar de ter ouvido e lido tudo. Concordo com as coisas e quando me perguntam com o que eu concordei, não sei responder. Parece que eu estou em modo stand by.</p>
<p>É muito difícil eu me concentrar, desde criança. Fazer dever de casa era um problema porque em menos de um minuto eu estava distraída com algo. Se não fosse um gibi, um livro ou a televisão era a textura do lápis, o sol do lado de fora, o presente que e queria ganhar, as coisas que tinha que fazer no dia seguinte, as histórias fantásticas que e inventava (e invento até hoje) ou a mosca que tinha passado na minha frente. Por causa disso nunca consegui entrar na USP, não conseguia me esforçar e me concentrar nos estudos como via meus colegas fazendo.</p>
<p>Não conseguia acompanhar completamente qualquer explicação de professores. Quando leio livros que eu não quero ler tenho que ler e reler o mesmo parágrafo ou frase várias vezes até entender alguma coisa. Às vezes eu leio todas as palavras, percebo isso, mas não consigo formar frases e extrair algum sentido ou explicação disso tudo, do que li. Quando é algum livro que eu quero e gosto de ler, eu leio extremamente rápido, pulando palavras, frases e às vezes até páginas para chegar logo ao final, e até leio as últimas páginas antes de tudo em algumas ocasiões. Mas depois que leio, dificilmente me lembro de detalhes, e só guardo o enredo e personagens principais.</p>
<p>Tenho sentido uma diminuição do interesse sexual. Nunca pareço estar satisfeita com o meu namoro. Parece que está tudo sempre sem graça, morno, parece que meu namorado está sempre perdendo o interesse em mim, sempre deixando de gostar de mim. Às vezes, para me fazer notar, acordo com vontade de arranjar briga. Em meio a uma conversa com ele, encontro algum assunto sensível e começo a discutir. Forço até conseguir uma discussão, que sempre acaba em fazer as pazes. Parece que eu preciso dessas &#8220;emoções&#8221; para mostrar que eu estou aqui, para causar sensações fortes, me saber viva.</p>
<p>Às vezes isso também acontece com a família. Apesar de nunca querer brigas com a minha mãe porque odeio que ela fique insatisfeita ou brava comigo, algumas vezes parece que preciso pôr tudo pra fora. Eu tento conversar com eles e não consigo, não consigo ser ouvida ou entendida. Daí acabo explodindo em alguma situação banal, e ponho pra fora tudo o que estava acumulado. Não consigo falar cinco minutos sem começar a chorar e tremer a voz, berrar, socar coisas, me trancar no banheiro e soluçar por uma hora, até alguém vir dar um beijo na minha cabeça. Depois desses desabafos periódicos, me sinto melhor e mais leve.</p>
<p>Sempre tive problemas sociais. Sempre achei que fosse anti-social, que odiava as pessoas. Quando algum desconhecido vem conversar comigo, me sinto mal, me sinto apertada, incômoda. Fico torcendo para que a pessoa encerre logo a conversa, me pergunto porquê justamente comigo e não relaxo enquanto ela não vai embora. Eu sempre acho que meus amigos estão se distanciando de mim, não gostam mais de mim, não se importam mais comigo, e logo acho que não tenho amigo nenhum. Me magoo e me ofendo muito facilmente.</p>
<p>Odeio situações que eu chamo de &#8220;amizade forçada&#8221;, como jogos em equipes que você não pode escolher os participantes, equipes em testes de emprego, times em jogos e gincanas, jantares com amigos dos amigos, etc. Não gosto de fazer networking, de ir a eventos para conhecer pessoas só com motivos profissionais, sem querer fazer amizade. Só gosto de fazer amizade ou conversar com as poucas pessoas que eu escolho para isso. Sou tímida, mas me solto demais com as pessoas com quem acabo fazendo amizade, posso até acabar falando alto demais e muito. Nunca tive muitos amigos, apenas alguns seletos.</p>
<p>Não adianta tentar conversar com alguém sobre que eu sinto, ninguém nunca entende. Com as amigas, acaba virando reclamação, com o namorado vira briga, porque ele não me entende, não sabe o que me dizer. A família, para mim, parece estar sempre desatenta, parece que eu falo com a parede. E não importa o que me falem, nunca me deixa trnaquila, nunca resolve meus problemas, minhas inquietações, medos e ansiedades. Se me dão conselhos, acho que estão copiando livros de auto-ajuda inúteis, se falam só que tudo vai ficar bem eu grito porque isso não serve de nada.</p>
<p>Em certos dias eu acordo muito irritada. Qualquer coisa que o meu namorado fale parece ter sido dito para me irritar, para me deixar mal, para me criticar, para mostrar como eu sou um lixo. Ficar ao lado do meu pai também é estressante, preciso me aguentar enquanto ele faz barulhos com o pé ou escuta música em volume maior do que a minha irritação permite. Não gosto de coisas longas. Eventos que não acabam, tempo demais em uma fila, alguém falando sem parar. Passou de 40, 50 minutos, se o assunto não me interessou completamente, eu fico irritada também.</p>
<p>Eu sempre deixo tudo pra última hora. Por mais que eu me esforce, sempre acaba no horário limite, mesmo dormindo às 3 da manhã quase todos os dias. Não fico realmente atenta ao que eu tenho que fazer até a hora em que percebo que se perder mais 5 minutos, vou me dar mal.</p>
<p>Eu tenho a minha lista de coisas para fazer, e não começo nenhuma delas, por achar que não vou conseguir fazer bem ou direito, ou mesmo terminar. Fico horas ou dias até começar alguma coisa, com medo do que eu vou fazer, com medo de que seja ruim como tudo. Sou sensível a críticas, sempre acho que estão contra mim, e sempre lembro bem mais das críticas do que dos elogios. Acho que todos me fazem elogios só pra calar a minha boca e me deixar satisfeita. Acho sempre que os elogios são falsos e que as críticas são as mais honestas e verdadeiras. Sempre estou armada com quatro pedras na mão para qualquer coisa que me falem, acho que querem me sacanear, ou fora da equipe.</p>
<p>Em alguns dias, mesmo com toneladas de coisas para fazer, urgentes ou não, meu cérebro encara que eu não tenho nada a fazer, e eu acabo perdendo tempo precioso com tarefas banais e sem importância, ou tarefas que não estavam agendadas na minha lista de tarefas. De repente o dia some e eu não fiz nada do que tinha que fazer.</p>
<p>As madrugadas são o momento em que eu consigo produzir com mais qualidade. Sem telefone tocando, televisão ligada, minha mãe ou meu pai me chamando para alguma coisa e o silêncio, eu consigo um nível de concentração que eu não consigo de jeito nenhum durante o dia. Só que ir dormir tarde sempre acarreta em vários problemas, de tempo e de saúde.</p>
<p>Sou muito negativa. Tem horas em que uma sensação ruim me invade. Eu perco a vontade de fazer tudo, acho que nada do que eu faço é bonito, legal ou realmente útil para alguém. Me sinto culpada pelos problemas dos meus pais e da minha família. Acho que o meu namorado fala que gosta de mim só por conveniência, por achar que é mais difícil terminar comigo do que ir me aguentando daquele jeito.</p>
<p>Sempre me esforço completamente para tentar deixar todos felizes e agradados, achava que esse era o objetivo da minha vida, fazer os outros felizes. Mas tudo o que eu consigo é deixar todos bravos comigo ao mesmo tempo, todo mundo triste e infeliz, e eu mais ainda. Parece que tudo o que eu tento fazer é uma mancada, nada agrada, toda a minha família tem sempre algo a criticar em mim, e a minha irmã já me disse até mesmo que temos algo em que não batemos.</p>
<p>Entretanto, existem alguns momentos breves em que eu fico ansiosa. Parece que tenho milhares de ideias, todas ao mesmo tempo. E eu quero e começo a fazer tudo de uma vez só. Novas ideias para o TCC, uma nova ideia para um negocio próprio, uma ideia de presente para o meu namorado. Às vezes dá até uma sensação diferente e apertada no coração, me sinto em uma alegria extrema, sinto que o dia vai ser maravilhoso. Mas esses períodos passam, posso ter os dois tipos várias vezes ao mesmo dia.</p>
<p>Faço quase uma dezena de listas de tarefas para mim por semana. Tenho várias agendas online que controlam todas as minhas datas acadêmicas, de médicos, aniversários, contas, compromissos, reuniões, devolução de livros na biblioteca. Se deixo de olhar, esqueço. As listas de tarefas são muito repetitivias, porque mal e mal consigo fazer um dos itens nelas, já que invento muitas coisas novas para mim todos os dias, e quase nunca termino nada.</p>
<p>Tenho sérias dificuldades e determinar prioridades. Enquanto estou fazendo algo importante começo a olhar algum link ou ler outra coisa. Fico com tantas &#8220;prioridades&#8221; que acabo me confundindo com o que estou fazendo, não consigo dar exclusividade a nada e no final do dia o rendimento foi 0%. Em dias com muitas coisas para fazer – quase todos, recentemente – eu fico travada, não sei por onde começar.</p>
<p>Eu gosto de organizar e arrumar coisas, isso me acalma e me deixa tranquila e satisfeita. Eu sempre tenho coisas a arrumar e pôr no lugar, e quando tiro um momento do dia para fazer isso, acabo tomando o dia inteiro arrumando links que separei da internet, papéis que deixei ao lado da mesa, roupas na gaveta, todo um cômodo. E lá se foi meu dia novamente.</p>
<p>Gosto de ter tudo planejado. Planejo meus gastos para o semestre, planejo os ganhos. Planejo o que quero comprar, os cursos que vou fazer após sair da faculdade, em quantos anos vou me casar e ter filhos. Se vou viajar, planejo o horário de tudo, faço listas de itens de viagens, anoto endereços, horários e outras informações, para nunca esquecer nada. Eu sempre fui organizada, caprichosa e meticulosa porque me obrigo a isso, e gosto de ser assim. Se eu deixo sem cuidado, vira tudo uma bagunça. Mas desde criança eu sempre procurei ser metódica e caprichosa, com muita atenção.</p>
<p>Eu olho para tudo o que eu já fiz e acho um lixo, entre os meus trabalhos profissionais não tem nada que eu ache bonito, certas vezes. Quanto ao que eu tenho para fazer, como o TCC, por vezes acho que vai ficar uma droga, que nunca vai ficar bom como eu acho que eu deveria fazer. Eu sempre acho meu tempo curto, acho que eu poderia ser mais produtiva, fazer mais coisas em menos tempo, mas parece que tudo caminha justamente para o contrário.</p>
<p>Tenho medo do futuro, fico pensando que nada vai dar certo, que eu nunca vou encontrar o que eu realmente gosto de fazer, ou um emprego que me deixe feliz. E acho que nunca vou ser competente para ter meu próprio negócio, acho que vou fracassar ou nem começar. Vejo as coisas que meu namorado faz, sempre melhores do que as minhas, e acho que nunca vou alcancá-lo em matéria de competência ou de qualidade, e mesmo ele não fazendo isso, acho que ele está sempre me avaliando e me julgando, achando sempre que eu sou um zero à esquerda.</p>
<p>Tenho sérios problemas para acordar. Dormindo cedo ou tarde, ultimamente não consigo sair da cama antes das 11 da manhã. Coloco o alarme do celular para me despertar às 9 horas, e fico apertando o botão de Soneca por mais de 30 vezes até levantar. Quando o rádio relógio é quem tem de me acordar, ele toca extremamente alto por mais de 15 minutos até meu cérebro perceber o que está acontecendo. Entretanto, em situações em que eu sei que preciso realmente acordar cedo, vida ou morte, eu levanto da cama com pouca disposição, mas muito mais facilmente.</p>
<p>Um dia eu não consegui sair da cama. Eu simplesmente travei. Tinha serviço e trabalho da faculdade para fazer, e não conseguia sair da cama simplesmente porque achava que não conseguiria fazer nada, achava que tinha travado. Não conseguia nem pegar a meia que estava na mesa perto da cama. Meu pai precisou me atrair com comida, e ainda assim estava receosa.</p>
<p>No ano passado eu passei por três empregos, fora os freelancers que tive. Eu saí de uma editora porque achava que meu chefe não gostava de mim, e fui trabalhar em casa com notícias para sites de tecnologia. Logo encontrei um trabalho temporário em uma agência de publicidade, um lugar em que eu achava que não teria futuro, apesar de ganhar bem. Não gostava de trabalhar lá porque achava que ninguém me passava trabalhos legais, ninguém confiava em mim, logo enjoei. Fui chamada para trabalhar na editora Abril onde fiquei por um ano, e saí por não aguentar mais o meu trabalho. Estava cansada de fazer os mesmos trabalhinhos inúteis e achava que a minha chefe não gostava de mim. Também pedi demissão do trabalho de notas para o site por achar que não era competente o suficiente para a tarefa.</p>
<p>Nos dias em que está tudo pior, eu me sinto muito mal. Me sinto desconectada do mundo. Eu imagino um enorme quebra cabeças, e me vejo como uma peça que não é encaixada em nenhum lugar. Fico sentindo como se não houvesse lugar para mim no mundo, como se eu não fizesse parte de nada, não pertencesse a nenhum lugar, não me parecesse com coisa nenhuma. Essa sensação me dá um vazio enorme, que nada nem ninguém consegue preencher ou aplacar. Eu me sinto angustiada, porque não sei o que fazer para essa sensação passar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ 	Mau humor deixa as pessoas mais inteligentes - Minha Vida]]></title>
<link>http://tarcisiord.wordpress.com/2009/11/06/mau-humor-deixa-as-pessoas-mais-inteligentes-minha-vida/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 00:35:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>tarcisiord</dc:creator>
<guid>http://tarcisiord.wordpress.com/2009/11/06/mau-humor-deixa-as-pessoas-mais-inteligentes-minha-vida/</guid>
<description><![CDATA[O mau humor pode deixar a inteligência mais afiada. Pelo menos é o que sugere um estudo recente publ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O mau humor pode deixar a inteligência mais afiada. Pelo menos é o que sugere um estudo recente publicado na revista científica Australasian Science. Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, o professor Joseph Forgas, a tristeza e o mau humor podem melhorar a capacidade de julgar diferentes fatos e também beneficiam a memória.</p>
<p>O estudo foi baseado em testes que manipulavam o encorajamento dos participantes, usando filmes e lembranças, tanto as positivas quanto as negativas. De acordo com o cientista, o estado de ânimo positivo beneficia a criatividade, a flexibilidade e o senso de cooperação. Já o mau humor deixa a pessoa mais focada e atenciosa, além de facilitaro pensamento prudente, aumentando o processamento de informação no cérebro e também a capacidade de argumentação.</p>
<p>via<a href="http://msn.minhavida.com.br/conteudo/10471-Mau-humor-deixa-as-pessoas-mais-inteligentes.htm"> Mau humor deixa as pessoas mais inteligentes &#8211; Minha Vida </a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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