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	<title>mefisto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mefisto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mefisto"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:04:21 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Pré-projeto]]></title>
<link>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/11/16/pre-projeto/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:22:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>m. muñoz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não tinha dia melhor para se entregar um pré-projeto de faculdade senão em uma sexta-feira 13, né? E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não tinha dia melhor para se entregar um pré-projeto de faculdade senão em uma sexta-feira 13, né?</p>
<p>Então, nesta sexta, entregamos o nosso pré-projeto &#8220;final&#8221; e por que digo final, com aspas? Porque esse trabalho, na verdade, vai ser entregue a um parecerista, que vai dizer se esse projeto é ou não viável (na sua lógica e viabilidade) para ser continuado.</p>
<p>Não sabemos ainda quando receberemos as observações sobre o nosso projeto, mas temos um pressentimento bom até. Fizemos com tanto gosto e estamos tão entusiasmados para começar logo a pré-produzir que a adrenalina e a ansiedade estão muito além da preocupação.</p>
<p>Ainda estamos naquela de querer que o tempo pare e passe ao mesmo tempo! É tanta coisa para resolver, tanta coisa que tem dado certo que as nossas vontades mudam a cada segundo!</p>
<p>Então, boa sorte pra nós!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O molde.]]></title>
<link>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/11/06/o-molde/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:26:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>v. soares</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem tivemos uma reunião com o Mauro, o artista plástico que vai construir o Mefisto. Aprendemos um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem tivemos uma reunião com o Mauro, o artista plástico que vai construir o Mefisto. Aprendemos um bocado de coisa sobre os materiais que podemos usar e também os que devemos evitar.</p>
<p>Tiramos algumas coisas da cabeça, depois de ouvir o que ele tinha à dizer. Agora tá ficando cada vez mais perto, as coisas estão começando a acontecer. Estamos loucos pra ver o Mefisto pronto e andando, haha!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O gosto.]]></title>
<link>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/11/02/o-gosto/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:29:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>m. muñoz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fazer todo o projeto do Mefisto tem sido, cada dia, muito importante para nós. É na raça que estamos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fazer todo o projeto do Mefisto tem sido, cada dia, muito importante para nós. É na raça que estamos aprendendo tudo, sozinhos. É adquirindo contatos antes nunca imaginados, é por a mão na massa e ver que rumo as coisas tomam.</p>
<p>É com ele que vemos o quanto é preciso segurar grana, segurar cota de impressão na faculdade e seguir arduamente qualquer sílaba escrita nas normas da ABNT.</p>
<p>E é com gosto que trabalhamos, mesmo entre discussões e, que tem dado muito certo. Sem sombra de dúvidas, é um dos projetos mais caprichados que eu já fiz. Aquele que não cansa, que não é desagradável. Ao mesmo tempo que peço para que os dias passem mais devagar para conseguirmos planejar tudo e captar recursos, peço para que o tempo voe e a gente gente possa ver nossa criação projetada numa tela.</p>
<p>É tipo uma saudade de futuro, se é que me entende.</p>
<p>(:</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Armadura]]></title>
<link>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/10/29/armadura/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:04:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>v. soares</dc:creator>
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<description><![CDATA[No início do mês, nós estivemos em São Bernardo do Campo (SP) para visitar o Melão, do Armaduras Mel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No início do mês, nós estivemos em São Bernardo do Campo (SP) para visitar o Melão, do <a href="http://www.armadura.com.br" target="_blank">Armaduras Melão</a>. Ele faz esqueletos articulados para <em>Stop Motion</em>. Muito bacana, o esqueleto vai nos atender muito bem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-38" title="Armadura Articulada" src="http://toeaudiovisual.wordpress.com/files/2009/10/dsc04524-copia1.jpg" alt="Armadura Articulada" width="283" height="405" /></p>
<p>Precisamos agora finalizar o desenho do Mefisto pra enviarmos para ele, aí então ele vai construir o esqueleto em cima das medidas reais do nosso protagonista.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mefisto, o projeto.]]></title>
<link>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/10/29/mefisto-o-projeto/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:28:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>v. soares</dc:creator>
<guid>http://toeaudiovisual.wordpress.com/2009/10/29/mefisto-o-projeto/</guid>
<description><![CDATA[No início do semestre, começamos a desenvolver para o TCC de nossos cursos, o projeto de nossa prime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No início do semestre, começamos a desenvolver para o TCC de nossos cursos, o projeto de nossa primeira animação em <em>Stop Motion</em>, um curta-metragem que leva o nome de <strong>Mefisto</strong>. Pretendemos executá-lo na primeira metade do ano que vem, para concluirmos nossa graduação.</p>
<p><strong>Storyline<br />
<span style="font-weight:normal;">Mefisto é uma criatura que ganha vida na luz, e a partir daí questiona sua própria existência. Constantemente em conflito consigo mesmo, tenta encontrar a causa de seu confinamento. Por fim conclui que está preso à sua própria mente, isolado em seus pensamentos.</span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mattutino - microbulino]]></title>
<link>http://lemmarioenciclopedico.wordpress.com/2009/09/07/mattutino-microbulino/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 20:41:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniobon</dc:creator>
<guid>http://lemmarioenciclopedico.wordpress.com/2009/09/07/mattutino-microbulino/</guid>
<description><![CDATA[mattutino,mattutino, maturaménto,maturamento, maturando,maturando, maturare,maturare, maturativo,mat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana,Geneva,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:12px;text-align:left;">mattutino,mattutino, maturaménto,maturamento, maturando,maturando, maturare,maturare, maturativo,maturativo, maturazióne,maturazione, maturità,maturita, maturo,maturo, matusa,matusa, Matuyama,matuyama, Mauritia,mauritia, mauriziano,mauriziano, màuro,mauro, maurolico,maurolico, mausolèo,mausoleo, mauve,mauve, mavòrzio,mavorzio, mawgun,mawgun, maxi-,maxi_, maximum,maximum, maxwell,maxwell, maxwelliano,maxwelliano, màya,maya_1, Mayailurus,mayailurus, Mayermys,mayermys, Mazama,mazama, mazdèico o mazdàico,mazdeico_o_mazdaico, mazdeismo o mazdaismo,mazdeismo_o_mazdaismo, mazurca,mazurca, mazza,mazza, mazzacavallo,mazzacavallo, mazzàcchera,mazzacchera, mazzacòppia,mazzacoppia, mazza da tamburo,mazza_da_tamburo, mazza d’Èrcole,mazza_dercole, mazzafrómbola,mazzafrombola, mazzafrusto,mazzafrusto, mazzamurro,mazzamurro, mazzapìcchio,mazzapicchio, mazzata,mazzata, màzzera,mazzera, mazzeranga,mazzeranga, mazzerare,mazzerare, màzzero,mazzero, mazzétta,mazzetta1 mazzetta2, mazzétto,mazzetto, mazzettóne,mazzettone, mazzière,mazziere1 mazziere2, mazzinianismo,mazzinianismo, mazziniano,mazziniano, mazzo,mazzo, mazzòcchio,mazzocchio, mazzolare,mazzolare, mazzóne,mazzone, mazzuòla,mazzuola, mazzuolatura,mazzuolatura, mazzuòlo,mazzuolo1 mazzuolo2, Mc,mc, MC,mc_1, M.C.D.,m_c_d_, m.c.m.,m_c_m_, M.C.S.,m_c_s_, me,meyy, me’,me_1, Me,me_2, mea culpa,mea_culpa, meàndrico,meandrico, Meandrina,meandrina, meandro,meandro, meare,meare, meato,meato, mebutamato,mebutamato, mecamilamina,mecamilamina, mec art,mec_art, mècca,mecca, meccànica,meccanica, meccanicismo,meccanicismo, meccanicista,meccanicista, meccànico,meccanico, meccanismo,meccanismo, meccanizzare,meccanizzare, meccanizzato,meccanizzato, meccanizzazióne,meccanizzazione, meccano-,meccano_, meccanografìa,meccanografia, meccanogràfico,meccanografico, mecenatismo,mecenatismo, mèche,meche, mechitarista,mechitarista, mecloqualóne,mecloqualone, mecloretamina,mecloretamina, méco,meco, mecònico,meconico, mecònio,meconio, Mecòtteri,mecotteri, méda,meda, medàglia,medaglia, medaglière,medagliere, medagliétta,medaglietta, medaglióne,medaglione, medaglista,medaglista, medaglìstica,medaglistica, meddis,meddis, medèla,medela, medésimo,medesimo, mèdia,media, mediana,mediana, medianicità,medianicita, mediànico,medianico, medianismo,medianismo, mediano,mediano, mediante (preposizione),mediante1, mediante (musica),mediante2, mediare,mediare, mediastìnico,mediastinico, mediastinite,mediastinite, mediastino o mediàstino,mediastino_o_mediastino, mediastinopericardite,mediastinopericardite, mediastinoscopìa,mediastinoscopia, mediato,mediato, mediatóre,mediatore, mediazióne,mediazione, mediazionismo,mediazionismo, mèdica,medica, Medicago,medicago, medicàio,medicaio, medicale,medicale, medicaménto,medicamento, medicamentóso,medicamentoso, medicare,medicare, medicastro,medicastro, medicatura,medicatura, medicazióne,medicazione, medice, cura te ipsum,medice_cura_te_ipsum, medìceo,mediceo, medichéssa,medichessa, medicina,medicina, Medicina, Medicina_generale, Medicina_generale_terminologia, Medicina_generale_patologia generale e malattie, Medicina_generale_fisiologia generale, Medicina_biografie di medici, Medicina_anatomia umana, Medicina_apparato nervoso, Medicina_apparato nervoso_fisiologia e patologia, Medicina_apparato nervoso_anatomia, Medicina_apparato digerente, Medicina_apparato digerente_fisiologia e patologia, Medicina_apparato digerente_anatomia, Medicina_apparato respiratorio, Medicina_apparato urinario, Medicina_cardiologia, Medicina_cardiologia_fisiologia e patologia, Medicina_cardiologia_circolazione del sangue e della linfa, ematologia, Medicina_ginecologia e ostetricia, Medicina_ginecologia e ostetricia_fisiologia e patologia, Medicina_ginecologia e ostetricia_anatomia, Medicina_pediatria, Medicina_andrologia, Medicina_psichiatria, Medicina_dermatologia, Medicina_ricambio, Medicina_ortopedia, Medicina_odontoiatria e odontotecnica, Medicina_anestesiologia, Medicina_otorinolaringoiatria, Medicina_radiologia e medicina nucleare, Medicina_endocrinologia ed esocrinologia, Medicina_oncologia, Medicina_chirurgia e trapianti, Medicina_tossicologia, Medicina_medicina legale, Medicina_oculistica, Medicina_dietetica, Medicina_diagnostica, Medicina_diagnostica_apparecchi, tecniche e strumenti di analisi e medicali in genere, Medicina_diagnostica_esami, analisi e indagini strumentali, medicinale,medicinale, medicine-man,medicine_man, mèdico,medico, medicochirùrgico,medicochirurgico, medicóne,medicone, medietà,medieta, medievale o medioevale,medievale_o_medioevale, medievalismo o medioevalismo,medievalismo_o_medioevalismo, medievalista o medioevalista,medievalista_o_medioevalista, medievalìstica,medievalistica, medimareògrafo,medimareografo, medina,medina, medinènse,medinense, mèdio,medio, mèdio-alto-tedésco,medio_alto_tedesco, mediocàrpico,mediocarpico, mediòcre,mediocre, mediocrédito,mediocredito, mediocrità,mediocrita, mediolatino,mediolatino, medioleggèro o mèdio leggèro,medioleggero_o_medio_leggero, mediomàssimo o mèdio màssimo,mediomassimo_o_medio_massimo, mediometràggio,mediometraggio, mediorientale,mediorientale, mèdio-tedésco,medio_tedesco, meditabóndo,meditabondo, meditare,meditare, meditativo,meditativo, meditazióne,meditazione, mediterràneo,mediterraneo, mèdium,medium, medium density,medium_density, medley,medley, mèdo,medo, medòra,medora, medrossiprogesteróne,medrossiprogesterone, medulla,medulla, medulloblastòma,medulloblastoma, Medullosali,medullosali, medusa,medusa, meeting,meeting, mefenàmico,mefenamico, mefenesina,mefenesina, mefentermina,mefentermina, mèfio,mefio, mefisto,mefisto, mefistofèlico,mefistofelico, mefite,mefite, mefìtico,mefitico, mega-,mega_, megabarìa,megabaria, megabréccia,megabreccia, megacariocito,megacariocito, Megaceros,megaceros, Megachile,megachile, Megachiròtteri,megachirotteri, megaciclo,megaciclo, megacòlon,megacolon, Megadermàtidi,megadermatidi, megadipte,megadipte, Megadrili,megadrili, megaevoluzióne,megaevoluzione, megàfono,megafono, megalèppo o magaleppo,megaleppo_o_magaleppo, megalìa,_megalia, megalite,megalite, megalìtico,megalitico, megalo-,megalo_, megaloblasto,megaloblasto, megalocèfalo,megalocefalo, megalocito,megalocito, Megalodónti,megalodonti, megalografìa,megalografia, megalòmane,megalomane, megalomanìa,megalomania, Megalomys,megalomys, Megalonicoidèi,megalonicoidei, megalopa,megalopa, Megalopodàcei,megalopodacei, megalòpoli,megalopoli, Megalosaurus,megalosaurus, megalosplàncnico,megalosplancnico, megalòto,megaloto, Megalòtteri,megalotteri, Megamorini,megamorini, Meganeura,meganeura, megàntropo,megantropo, megaòhmmetro,megaohmmetro, megaplasto,megaplasto, Megapodìidi,megapodiidi, megapòdio,megapodio, megarése,megarese, mègaron,megaron, megasclèro,megasclero, Megascolècidi,megascolecidi, Megasecòpteri,megasecopteri, megasisma,megasisma, megaspòra,megaspora, megasutura,megasutura, Megatèrio,megaterio, megatèrmo,megatermo, megaton,megaton, megatrend,megatrend, megàttera,megattera, megestròlo,megestrolo, meglenìtico,meglenitico, meglèno-romèno,megleno_romeno, mèglio,meglioyy, megliorare,megliorare, megofrine,megofrine, mehari o meari,mehari_o_meari, meharista,meharista, meibomite,meibomite, meio-,meio_, meiocarpo,meiocarpo, meiopragìa,meiopragia, meiòsi,meiosi, meiospòra,meiospora, meiòtico,meiotico, meiping,meiping, Meitnerium (o Meitnerio),meitnerium, mel,mel, méla,mela, melàfiro,melafiro, melagrana,melagrana, melammina,melammina, melammìnico,melamminico, melampiro,melampiro, Melampsoràcee,melampsoracee, melancolìa,melancolia, Melanconiàcee,melanconiacee, Melandrium,melandrium, melanesiano,melanesiano, mélange,melange, melàngolo,melangolo, melànico,melanico, melanina,melanina, melanismo,melanismo, melanite,melanite, melano-,melano_, melanoblasto,melanoblasto, melanoblastòma,melanoblastoma, Melanocètidi,melanocetidi, melanocito,melanocito, melanocràtico o melanòcrate,melanocratico_o_melanocrate, melanodermìa,melanodermia, melanodèrmo,melanodermo, melanòforo,melanoforo, melano-indiano,melano_indiano, melanòma,melanoma, melanòsi,melanosi, Melanostomiàtidi,melanostomiatidi, melanosuco,melanosuco, melanterite,melanterite, melanùria,melanuria, melanzana,melanzana, melarància,melarancia, melaràncio,melarancio, melare,melare, melàrio,melario, Melasoma,melasoma, melassa,melassa, Melastomatàcee,melastomatacee, melata o mielata,melata_o_mielata, melato o mielato,melato_o_mielato, melatonina,melatonina, melchita,melchita, Meleàgridi,meleagridi, Meleagrina,meleagrina, Melekesskian,melekesskian, melèna,melena, melensàggine,melensaggine, melènso,melenso, meléto,meleto, meli-,meli_, melia,_melia, Meliàcee,meliacee, Meliantàcee,meliantacee, melibiòsio,melibiosio, mèlica,melica1, Melica,melica, mèlico (poesia),melico1, mèlico (di Milo),melico2, Melifàgidi,melifagidi, melìfago,melifago, melìforo,meliforo, mèliga o mèlica,meliga_o_melica, melilite,melilite, melilitite,melilitite, melilòto,meliloto, melina,melina, Melini,melini, melioidòsi,melioidosi, meliorismo,meliorismo, melipóne,melipone, melisma,melisma, melissa,melissa, melìssico,melissico, melissòfago,melissofago, melissografìa,melissografia, melitènse,melitense, melitocòccia,melitococcia, melittòfilo,melittofilo, melius abundare quam deficere,melius_abundare_quam_deficere, melizah,melizah, melkh\f4~u\f0~n,melkhun, mèlleo,melleo, mellétta,melletta, mellìfago,mellifago, mellìfero,mellifero, mellificare,mellificare, mellìfluo,mellifluo, mellito,mellito, mellìvora,mellivora, mélma o mèlma,melma_o_melma, melmóso,melmoso, melo-,melo_, mélo,melo, Melocactus,melocactus, melòde o melòdo,melode1_o_melodo, melòde\f8~2\f0~,melode2, melodìa,melodia, melòdico,melodico, melodióso,melodioso, melodista,melodista, melodramma,melodramma, melodrammàtico,melodrammatico, melodrammaturgo,melodrammaturgo, Meloë,meloe, melòfobo,melofobo, melograno,melograno, Melòidi,meloidi, melòlogo,melologo, melòmane,melomane, melomanìa,melomania, melonàio,melonaio, meloncillo,meloncillo, melóne o mellóne,melone_o_mellone, melonite,melonite, melopèa,melopea, meloplasto,meloplasto, mèlos,melos, meloterapìa,meloterapia, melting pot,melting_pot, membership,membership, Membràcidi,membracidi, membrana,membrana, membranàceo,membranaceo, membranale,membranale, Membranipora,membranipora, membranòfono,membranofono, membranóso,membranoso, membranza,membranza, membrare,membrare, membratura,membratura, mèmbro o mémbro,membro_o_membro, membruto,membruto, memènto,memento, memento homo quia pulvis es et in pulverem reverteris,memento_homo_quia_pulvis_es_et_in_pulverem_reverteris, meminisse iuvabit,meminisse_iuvabit, memoràbile,memorabile, memorando,memorando, memorandum,memorandum, memorare,memorare, memorativo,memorativo, mèmore,memore, memòria,memoria, memoriale,memoriale, memorialista,memorialista, Memòrie di un uòmo d’azióne,memorie_di_un_uomo_dazione, memorizzare,memorizzare, memorizzazióne,memorizzazione, ména,mena, menabò,menabo, menabrida,menabrida, mènade,menade, menadióne,menadione, menadito,menadito, ménage,menage, menagramo,menagramo, menàide,menaide, menandrèo,menandreo, Menandro (commediografo greco),menandro, menante,menante, Menapian,menapian, menarca,menarca, menare,menare, menaròla,menarola, menarròsto,menarrosto, menata,menata, méncio,mencio, mènda,menda1 menda2, mendace,mendace, mendàcia,mendacia, mendàcio,mendacio, mendacità,mendacita, mendare,mendare, mendelèvio,mendelevio, mendeliano,mendeliano, mendelismo,mendelismo, mendicante,mendicante, mendicare,mendicare, mendicità,mendicita, mendico,mendico, mèndo,mendo, mendóso,mendoso, menefreghismo,menefreghismo, menefreghista,menefreghista, meneghinite,meneghinite, meneghino,meneghino, menestrèllo,menestrello, Menevian,menevian, meniano,meniano, meninge,meninge, meningèo o menìngeo,meningeo_o_meningeo, meningiòma,meningioma, meningismo,meningismo, meningite,meningite, meningo-,meningo_, meningocèle,meningocele, meningoencefalite,meningoencefalite, meningomielite,meningomielite, meningoradicolite,meningoradicolite, menippèo,menippeo, menisco,menisco, Menispermàcee,menispermacee, ménno,menno, meno-,meno_, méno,menoyy, menok,menok, mènola o mèndola,menola, menològio,menologio, menomare,menomare, menomazióne,menomazione, ménomo o mènomo,menomo_o_menomo, menopàusa,menopausa, Menopònidi,menoponidi, menorragìa,menorragia, menotassi,menotassi, mènsa,mensa, menscevico,menscevico, mensile,mensile, mensilità,mensilita, mènsola,mensola, mens sana in corpore sano,mens_sana_in_corpore_sano, mensuralismo,mensuralismo, ménta,menta, mentale (della mente),mentale1, mentale (del mento),mentale2, mentalità,mentalita, mentastro,mentastro, ménte,_mente, ménte,mente, mentecatto,mentecatto, menticìdio,menticidio, mentina,mentina, mentire,mentire, ménto,mento, mentòlo,mentolo, mentonièra,mentoniera, mentonièro,mentoniero, mentovare,mentovare, méntre,mentreyy, mentùccia,mentuccia, menu,menu, menzionare,menzionare, menzióne,menzione, menzógna,menzogna, menzognèro,menzognero, mèo,meo, meònio,meonio, meperidina,meperidina, meprobamato,meprobamato, mèraklon®,meraklon, meralgìa,meralgia, meravìglia,meraviglia, meravigliare,meravigliare, meraviglióso,meraviglioso, mercante,mercante, mercanteggiare,mercanteggiare, mercantésco,mercantesco, mercantéssa,mercantessa, mercantile,mercantile, mercantilismo,mercantilismo, mercantilista,mercantilista, mercantilìstico,mercantilistico, mercanzìa,mercanzia, mercaptale,mercaptale, mercaptano,mercaptano, #NOME?,6_mercaptopurina, mercare,mercare, mercast,mercast, mercatare,mercatare, mercatino,mercatino, mercatìstica,mercatistica, mercato,mercato, mercatologìa,mercatologia, mercatura,mercatura, mèrce,merce, mercé,merce_1, mercedari,mercedari, mercéde,mercede, mercedònio,mercedonio, mercenàrio,mercenario, mercenarismo,mercenarismo, merceologìa,merceologia, merceològico,merceologico, merceòlogo,merceologo, mercerìa,merceria, mercerizzare,mercerizzare, mercerizzato,mercerizzato, mercerizzazióne,mercerizzazione, merchandising,merchandising, merciàio,merciaio, merciano,merciano, mercificare,mercificare, mercificazióne,mercificazione, mercimònio,mercimonio, mèrco,merco, mercoledì,mercoledi, mercorèlla,mercorella, Mercure Galant, Le-,mercure_galant_le_, mercuriale (aggettivo),mercuriale1, mercuriale (sostantivo),mercuriale2, mercuriale (commercio),mercuriale3, Mercurialis,mercurialis, mercurialismo,mercurialismo, mercuriano,mercuriano, mercùrico,mercurico, mercurìfero,mercurifero, mercùrio,mercurio_2, mercurocròmo,mercurocromo, mercurofène,mercurofene, mercurofillina,mercurofillina, mercuróso,mercuroso, Mercury,mercury, mèrda,merda, merdàio,merdaio, merdóne,merdone, merdóso,merdoso, merènda,merenda, merendare,merendare, merengué,merengue, merèsi,meresi, meretrice,meretrice, meretrìcio,meretricio, merger,merger, meria,_meria, Mericoidodontoidèi,mericoidodontoidei, meridiana,meridiana, meridiano,meridiano, merìdie,meridie, meridionale,meridionale, meridionalismo,meridionalismo, meridionalista,meridionalista, meridionalìstico,meridionalistico, meridionalizzare,meridionalizzare, meridióne,meridione, meriggiare,meriggiare, merìggio,meriggio, meringa,meringa, meringue,meringue, merino,merino, merinòva®,merinova, Meriones,meriones, Merioneth,merioneth, meristèle,meristele, meristèma,meristema, meristemàtico,meristematico, meritare,meritare, Meritèridi,meriteridi, meritévole,meritevole, mèrito (aggettivo),merito1, mèrito (sostantivo),merito2, meritocràtico,meritocratico, meritocrazìa,meritocrazia, meritòrio,meritorio, merit ranking,merit_ranking, merit rating,merit_rating, mèrla,merla, merlano,merlano, merlare,merlare, merlatura,merlatura, merlettare,merlettare, merlettatura,merlettatura, merlétto,merletto, merlino,merlino, mèrlo (zoologia),merlo1, mèrlo (sostantivo),merlo2, mèrlo marino,merlo_marino, merlóne,merlone, merlot,merlot, merlòtto,merlotto, merluzzétto,merluzzetto, merluzzo,merluzzo, Mermitoidèi,mermitoidei, mero- o -mero,mero__o__mero, mèro,mero, Mero,mero_1, meroblàstico,meroblastico, meroedrìa,meroedria, meroèdrico,meroedrico, merogamìa,merogamia, meromiària,meromiaria, meromiosina,meromiosina, meromissi,meromissi, meromìttico,meromittico, meromòrfo,meromorfo, mèrope,merope, meropìa,meropia, Meròpidi,meropidi, merosmìa,merosmia, Meròstomi,merostomi, merovìngico,merovingico, merovìngio,merovingio, mèrox,merox, merozoite,merozoite, Merulius,merulius, merveilleuse,merveilleuse, merveilleux,merveilleux, merwinite,merwinite, mesa,mesa, Mesacantidèe,mesacantidee, mesacònico,mesaconico, mesata,mesata, mesatichèrchico,mesaticherchico, mesatischelìa,mesatischelia, mescàl,mescal, mescalina o mezcalina,mescalina_o_mezcalina, méscere,mescere, meschiare,meschiare, meschinità,meschinita, meschino,meschino, meschita,meschita, mescino,mescino, méscita,mescita, mescitóre,mescitore, méscola,mescola, mescolanza,mescolanza, mescolare,mescolare, mescolata,mescolata, mescolatóre,mescolatore, mescolìo,mescolio, mése,mese, Mesembriantemàcee,mesembriantemacee, Mesembryanthemum,mesembryanthemum, mesèna,mesena, Mesenàtidi,mesenatidi, mesencefàlico,mesencefalico, mesencèfalo,mesencefalo, mesènchima,mesenchima, mesenchimòma,mesenchimoma, mesenìa,mesenia, mesentère o mesentèrio,mesentere_o_mesenterio, mesenteriale,mesenteriale, mesentèrico,mesenterico, mesenteriòlo,mesenteriolo, mesenterite,mesenterite, mesenteron,mesenteron, meseràico,meseraico, mèsero o mèzzaro,mesero_o_mezzaro, meseta,meseta, mesh,mesh, mèsico,mesico, mesitile,mesitile, mesitilène,mesitilene, mesitite,mesitite, mesmerismo,mesmerismo, meso-,meso_, mèso,meso, mesoautòctono,mesoautoctono, mesòbio,mesobio, mesoblastìa,mesoblastia, mesoblasto,mesoblasto, mesobrometum,mesobrometum, mesocàrdio,mesocardio, mesocarpo,mesocarpo, mesocefalìa,mesocefalia, mesocèle,mesocele, mesocnemìa,mesocnemia, mesocòlon,mesocolon, mesocràtico,mesocratico, mesodèrma,mesoderma, mesodèrmico,mesodermico, mesoepitèlio,mesoepitelio, mesofillo,mesofillo, mesòfilo,mesofilo, mesofito,mesofito, mesoframma,mesoframma, Mesogasteròpodi,mesogasteropodi, mesogàstrico,mesogastrico, mesogàstrio,mesogastrio, mesogèa,mesogea, mesoglèa,mesoglea, mesognatismo,mesognatismo, Mesohippus,mesohippus, mesoila,mesoila, mesolàbio,mesolabio, mesolite,mesolite, Mesolìtico,mesolitico, mesomerìa,mesomeria, mesòmero,mesomero, mesomètrio,mesometrio, mesomorfìa,mesomorfia, mesóne,mesone, mesonèfro,mesonefro, mesònico,mesonico, mesopàusa,mesopausa, Mesopithecus,mesopithecus, Mesoplodon,mesoplodon, mesopotàmico,mesopotamico, mesoro,mesoro, mesorrinìa,mesorrinia, mesosalpinge,mesosalpinge, Mesosàuri,mesosauri, mesosfèra,mesosfera, mesosiderite,mesosiderite, mesosòma,mesosoma, mesòstico,mesostico, mesostigmati o mesostigmi,mesostigmati_o_mesostigmi, Mesosuchi,mesosuchi, Mesotardìgradi,mesotardigradi, Mesotèli,mesoteli, mesotèlio,mesotelio, mesoteliòma,mesotelioma, mesotermale,mesotermale, mesotèrmo,mesotermo, mesotorace,mesotorace, mesovàrio,mesovario, Mesozòi,mesozoi, Mesozòico,mesozoico, mesozòna,mesozona, Mespilus,mespilus, méssa (religione e diritto),messa1, méssa (sostantivo),messa2, messaggerìa,messaggeria, messaggèro,messaggero, messàggio,messaggio, messale,messale, messaliani o massaliani,messaliani_o_massaliani, messàpico,messapico, mèsse,messe, messènico,messenico, messère,messere, messianicità,messianicita, messiànico,messianico, messianismo,messianismo, messicano,messicano, messidòro,messidoro, Messiniano,messiniano, messinscèna o méssa in scèna,messinscena_o_messa_in_scena, mésso,messo1 messo2 messo3, Messor,messor, messòrio,messorio, mestare,mestare, mestatóre,mestatore, mester de clerecía,mester_de_clerecia, mester de juglaría,mester_de_juglaria, mestiare,mestiare, mèstica,mestica, mesticare,mesticare, mesticciare,mesticciare, mesticherìa,mesticheria, mestichino,mestichino, mestierante,mestierante, mestière,mestiere, mestièri,mestieri, mestìzia,mestizia, mèsto,mesto, méstola,mestola, mestolàccia,mestolaccia, mestolata,mestolata, mestolièra,mestoliera, méstolo,mestolo, mestolóne,mestolone, mestóne,mestone, mestranòlo,mestranolo, mestruale,mestruale, mestruare,mestruare, mestruazióne,mestruazione, mèstruo,mestruo, mesulfène,mesulfene, meta-,meta_, mèta (sport e altro),meta1, mèta (chimica),meta2, méta,meta, metà,meta_1, metàbasi,metabasi, metabiòsi,metabiosi, metabisolfito,metabisolfito, metablastèsi,metablastesi, metàbole,metabole, metabòlico,metabolico, metabolismo,metabolismo, metabolisti,metabolisti, metabòlita,metabolita, metaborato,metaborato, metabòrico,metaborico, metacarpale,metacarpale, metacarpo,metacarpo, metacarpo-falangèo,metacarpo_falangeo, metacèle,metacele, metacèntro,metacentro, Metachirus,metachirus, metaciclina,metaciclina, metacinnabarite,metacinnabarite, Metaclamìdee,metaclamidee, metacomunicaziòne,metacomunicazione, metacónta,metaconta, metacontrasto,metacontrasto, metacrilato,metacrilato, metacrìlico,metacrilico, metacrìtica,metacritica, metadìnamo,metadinamo, metadóne,metadone, metaemoglobina o metemoglobina,metaemoglobina_o_metemoglobina, metaemoglobinemìa o metemoglobinemìa,metaemoglobinemia_o_metemoglobinemia, metaemoglobinùria o metemoglobinùria,metaemoglobinuria_o_metemoglobinuria, metafase,metafase, metàfisi,metafisi, metafìsica,metafisica, metafisicherìa,metafisicheria, metafìsico,metafisico, metafonèsi,metafonesi, metafonìa,metafonia, metàfora,metafora, metaforeggiare,metaforeggiare, metafòrico,metaforico, metaforismo,metaforismo, metaforizzare,metaforizzare, metafosfato,metafosfato, metafosfòrico,metafosforico, metafraste,metafraste, metagalàssia,metagalassia, metagàmico,metagamico, metageneratóre,metageneratore, metagènesi,metagenesi, metageometrìa,metageometria, metagiurìdico,metagiuridico, metagnomìa,metagnomia, metagramma,metagramma, metaldèide,metaldeide, metal detector,metal_detector, metalèpsi o metalèssi,metalepsi_o_metalessi, metalìmnio,metalimnio, metalinguàggio,metalinguaggio, metallaro,metallaro, metàllico,metallico, metallìfero,metallifero, metallina,metallina, metallino,metallino, metallismo,metallismo, metallista,metallista, metallizzare,metallizzare, metallizzato,metallizzato, metallizzazióne,metallizzazione, metallo,metallo, metalloammide,metalloammide, metalloceràmica,metalloceramica, metallocromìa,metallocromia, metallo-enzima,metallo_enzima, metallòfono,metallofono, metallogenìa,metallogenia, metallografìa,metallografia, metallogràfico,metallografico, metallòide,metalloide, metallòidico,metalloidico, metallo-porfirina,metallo_porfirina, metalloproteina,metalloproteina, metallorgànico,metallorganico, metalloscòpio,metalloscopio, metallotermìa,metallotermia, metallurgìa,metallurgia, metallùrgico,metallurgico, metalmeccànico,metalmeccanico, metalògica,metalogica, metalògico,metalogico, metamatemàtica,metamatematica, metamerìa,metameria, metamèrico,metamerico, metamerizzazióne,metamerizzazione, metàmero,metamero, metamfetamina o metilamfetamina,metamfetamina_o_metilamfetamina, metamielocita o metamielocito,metamielocita_o_metamielocito, metamòrfico,metamorfico, metamorfismo,metamorfismo, metamorfopsìa,metamorfopsia, metamorfosare,metamorfosare, metamòrfosi,metamorfosi, metamotóre,metamotore, metampicillina,metampicillina, metanauplius,metanauplius, metandrostenolóne,metandrostenolone, metanefrìdio,metanefridio, metanèfro,metanefro, metànico,metanico, metanièra,metaniera, metanièro,metaniero, metanìfero,metanifero, metanizzare,metanizzare, metano,metano, metanobattèri,metanobatteri, metanodótto,metanodotto, metanòlo,metanolo, metantelina,metantelina, metapirilène,metapirilene, metaplasìa,metaplasia, metaplàsico,metaplasico, metaplàsmo,metaplasmo, metaplèura,metapleura, metapsìchica,metapsichica, metapsìchico,metapsichico, metapsichista,metapsichista, metapsicologìa,metapsicologia, metapsicològico,metapsicologico, metapterìgio,metapterigio, metaqualóne,metaqualone, metareflessologìa,metareflessologia, Metasequoia,metasequoia, metasilicato,metasilicato, metasilìcico,metasilicico, metasimpàtico,metasimpatico, metasòma,metasoma, metasomatismo,metasomatismo, metastàbile,metastabile, metàstasi,metastasi, metastasiano,metastasiano, metastàtico,metastatico, metastatizzare,metastatizzare, Metastìgmati,metastigmati, metàstoma,metastoma, metastòmio,metastomio, metastòria,metastoria, metastòrico,metastorico, metatarsale,metatarsale, metatarsalgìa,metatarsalgia, metatarso,metatarso, metatècto,metatecto, metateorìa,metateoria, Metatèri,metateri, metàtesi,metatesi, metatètico,metatetico, metato,metato, metatorace,metatorace, metatrasformatóre,metatrasformatore, metatròco,metatroco, metatrocòfora,metatrocofora, metatrombina,metatrombina, metavoltina o metavoltite,metavoltina_o_metavoltite, metaxilèma,metaxilema, metazoèa,metazoea, Metazòi,metazoi, metazolamide,metazolamide, metèco,meteco, metempìrico,metempirico, metempsicòsi,metempsicosi, metencèfalo,metencefalo, metenteron,metenteron, Meteor,meteor, metèora,meteora, meteòrico (astronomia),meteorico1, meteòrico (patologia),meteorico2, meteorismo,meteorismo, meteorite,meteorite, meteorìtico,meteoritico, meteorògrafo,meteorografo, meteorogramma,meteorogramma, meteoròide,meteoroide, meteorologìa,meteorologia, meteorològico,meteorologico, meteorologista,meteorologista, meteoròlogo,meteorologo, meteoropatìa,meteoropatia, meteoropàtico,meteoropatico, metèssi,metessi, meticciaménto,meticciamento, meticciato,meticciato, metìccio,meticcio, meticillina,meticillina, meticolosità,meticolosita, meticolóso,meticoloso, metil-,metil_, metilacetilène,metilacetilene, metilammina,metilammina, metilandrostendiòlo,metilandrostendiolo, metilandrostenolóne,metilandrostenolone, metilaràncio,metilarancio, metilato,metilato, metilazióne,metilazione, metilbenzène,metilbenzene, metilbenzetònio,metilbenzetonio, metilbutadiène,metilbutadiene, metilbutano,metilbutano, metilcellulòsa,metilcellulosa, metil-cisteina,metil_cisteina, #NOME?,5_metil_citosina, #NOME?,3_metilcolantrene, metil-DOPA,metil_dopa, metile,metile, metilen-,metilen_, metilène,metilene, metiletilchetóne,metiletilchetone, metilfenidato,metilfenidato, metil-GAG,metil_gag, metilgliossale,metilgliossale, N-metil-glucosammina,n_metil_glucosammina, metìlico,metilico, metilisopropilchetóne,metilisopropilchetone, metilmorfina,metilmorfina, metil-\i~ n\i0~ -nonilchetóne,metil_n_nonilchetone, metilpentano,metilpentano, metilprednisolóne,metilprednisolone, metilprednisóne,metilprednisone, metiltestosteróne,metiltestosterone, metiltiouracile,metiltiouracile, metiltransferasi,metiltransferasi, metimazòlo,metimazolo, metìnnide,metinnide, metionina,metionina, metirapóne,metirapone, metisèrgide,metisergide, metocarbamòlo,metocarbamolo, metòdica,metodica, metodicità,metodicita, metòdico,metodico, metodismo,metodismo, metodista (religione),metodista1, metodista (sostantivo),metodista2, metodìstico,metodistico, metodizzare,metodizzare, mètodo,metodo, metodologìa,metodologia, metodològico,metodologico, metodòlogo,metodologo, metonìmia o metonimìa,metonimia_o_metonimia, metonìmico,metonimico, metonomàsia,metonomasia, mètopa o mètope,metopa_o_metope, metòpico,metopico, metossamina,metossamina, metossi-,metossi_, metòssido,metossido, metossifenamina,metossifenamina, metossifluorano,metossifluorano, metossile,metossile, metotrexato,metotrexato, metràggio,metraggio, metratura,metratura, metrèta,metreta, metria,_metria, mètrica,metrica, metricista,metricista, mètrico,metrico, metricologìa,metricologia, metricòlogo,metricologo, Metridium,metridium, metriocefalìa,metriocefalia, metriocormìa,metriocormia, metrite,metrite, metro- o -metro,metro__o__metro, mètro (metrica),metro1, mètro (unità di misura),metro2, métro,metro, metrologìa,metrologia, metrològico,metrologico, metròlogo,metrologo, metronidazòlo,metronidazolo, metrònomo,metronomo, metronòtte,metronotte, metròon,metroon, metròpoli,metropoli, metropolita,metropolita, metropolitana,metropolitana, metropolitana, àrea-,metropolitana_area_, metropolitano,metropolitano, metrorragìa,metrorragia, metrosalpingite,metrosalpingite, metrovìa,metrovia, mèttere,mettere, mettibócca,mettibocca, mettifòglio o mettifògli,mettifoglio_o_mettifogli, mettipetardo,mettipetardo, mettistóppa,mettistoppa, metus,metus, Metzgeria,metzgeria, meublé,meuble, Meum,meum, mevalònico,mevalonico, mèvio,mevio, mezerèo,mezereo, mezzacalzétta o mèzza calzétta,mezzacalzetta_o_mezza_calzetta, mezzacartùccia o mèzza cartùccia,mezzacartuccia_o_mezza_cartuccia, mezzadrìa,mezzadria, mezzadrile,mezzadrile, mezzadro,mezzadro, mezzagalèra,mezzagalera, mezzala o mezz’ala,mezzala_o_mezzala, mezzaluna o mèzza luna,mezzaluna_o_mezza_luna, mezzamaiòlica o mèzza maiòlica,mezzamaiolica_o_mezza_maiolica, mezzamànica,mezzamanica, mezzana,mezzana, mezzanèlla,mezzanella, mezzanino,mezzanino, mezzano,mezzano, mezzanòtte,mezzanotte, mezzaquarésima o mèzza quarésima,mezzaquaresima_o_mezza_quaresima, mezz’ària,mezzaria, mezzatéla,mezzatela, mezzatinta,mezzatinta, mezzavéla,mezzavela, mèzza vòlta,mezza_volta, mezzèdima,mezzedima, mezzèna,mezzena, mezzerìa o mezzarìa,mezzeria_o_mezzaria, mezzina,mezzina, mézzo,mezzo, mèzzo,mezzo_1, mezzobusto o mèzzo busto,mezzobusto_o_mezzo_busto, mezzocièlo,mezzocielo, mezzodì,mezzodi, mezzofondista,mezzofondista, mezzofóndo,mezzofondo, mezzogiórno,mezzogiorno, mezzoguanto,mezzoguanto, mezzónda,mezzonda, mezzopunto o mèzzo punto,mezzopunto_o_mezzo_punto, mezzosàngue o mèzzo sàngue,mezzosangue_o_mezzo_sangue, mezzoservìzio o mèzzo servìzio,mezzoservizio_o_mezzo_servizio, mezzosoprano o mèzzo soprano,mezzosoprano_o_mezzo_soprano, mezzowatt,mezzowatt, mezzùccio,mezzuccio, mezzule,mezzule, mg,mg, Mg,mg_1, mho,mho, mi (pronome),mi1, mi (musica),mi2, mi (lettera dell’alfabeto greco),mi3, mi’,miyy, Miacoidèi,miacoidei, miagolare,miagolare, miagolata,miagolata, miagolìo,miagolio, miagolóne,miagolone, miagro,miagro, mialgìa,mialgia, miào o miàu,miao_o_miau, miargirite,miargirite, miarolìtico,miarolitico, miasi,miasi, miasma,miasma, miasmàtico,miasmatico, miastenìa,miastenia, miastènico,miastenico, miatonìa,miatonia, mica (avverbio e sostantivo),mica1, mica (sostantivo),mica2, micàceo,micaceo, micanite,micanite, micascisto,micascisto, mìccia (militaria),miccia1, mìccia (marina),miccia2, mìccio,miccio, micco,micco, micèlio,micelio, micèlla,micella, micenèo,miceneo, miceto- o -micete,miceto__o__micete, Micetofìlidi,micetofilidi, micetòma,micetoma, Micetozòidi,micetozoidi, michelàccio,michelaccio, michelangiolésco,michelangiolesco, Michelinoceràtidi,michelinoceratidi, Michelòzzi, Michelòzzo,michelozzi_michelozzo, michétta,michetta, micidiale,micidiale, mìcio,micio, Micobatteriàcee,micobatteriacee, micobattèrio,micobatterio, micobatteriòsi,micobatteriosi, micocecìdio,micocecidio, Micòfite,micofite, micologìa,micologia, micològico,micologico, micòlogo,micologo, Miconia,miconia, micoplasma,micoplasma, micoplasmatico,micoplasmatico, micoplasmòsi,micoplasmosi, micorriza o micorrìzia,micorriza_o_micorrizia, micòsi,micosi, micosina,micosina, micòtico,micotico, micotossina,micotossina, micòtrofo,micotrofo, micragna,micragna, micragnóso,micragnoso, micrasiàtico,micrasiatico, Micraster,micraster, Micrasteria,micrasteria, micrinite,micrinite, micro-,micro_, microaeròfilo,microaerofilo, microambiènte,microambiente, microampere,microampere, microamperòmetro,microamperometro, microanàlisi,microanalisi, microangiopatìa,microangiopatia, microasiàtico,microasiatico, microbàr,microbar, micròbico,microbico, microbiologìa,microbiologia, microbiològico,microbiologico, microbiòlogo,microbiologo, mìcrobo,microbo, microbulino,microbulino,</span></p>
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<title><![CDATA[Diablo (1996)]]></title>
<link>http://retrokadabra.wordpress.com/2009/07/08/diablo-1996/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 18:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Robert Bronson</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gdzie diabeł mówi dobranoc? To co prawda nie miało być pytanie, ale tak postawione może na chwilę za]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Gdzie diabeł mówi dobranoc? To co prawda nie miało być pytanie, ale tak postawione może na chwilę zająć korę mózgową każdego. Od dziesiątek lat filozofowie łamią pióra w poszukiwaniu odpowiedzi na współrzędne geograficzne rezydencji Pana Terroru, a przecież wystarczyło urodzić się w latach 90-tych i sięgnąć po dzieło Blizzarda.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>D jak Diablo</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Rzec można, że czasy kiedy świta Tyraela, znana jako brać wielkich magów spod znaku Horadrim, rozprawiała się z mroczną trójcą <img class="alignright size-medium wp-image-147" title="Drut kolczasty made in Tristram" src="http://retrokadabra.wordpress.com/files/2009/07/diablo1.jpg?w=300" alt="Drut kolczasty made in Tristram" width="300" height="170" />straciły na aktualności, a przynajmniej w jednej części. Oto Diablo przy akompaniamencie legionów krwiożerczych pokrak ponownie zapragnął narozrabiać nieco wśród dobrych i niewinnych ludzi.</p>
<p style="text-align:justify;">Niestety Pan Terroru skutecznie uwięziony przez Horadrimów w czerwonym soulstone nie był w stanie przeprowadzić skutecznej ofensywy. Nic to jednak wobec jego piekielnej mocy!</p>
<p style="text-align:justify;">Sposobem na uwolnienie miało być zawładnięcie duszą władcy Khanduras, króla Leorica. W tym celu Diablo posługując się telepatią wykorzystał ciało innej znanej osobistości Khanduras, arcybiskupa Lazarusa. Niestety cały ten misterny plan uderzył o pustą ścianę bowiem Leoric okazał się nazbyt odporny na moc Diablo. W związku z takim obrotem sprawy Pan Terroru postanowił uderzyć w &#8220;miękkie podbrzusze&#8221; Leorica &#8211; kierując Lazarusem porwać syna króla, księcia Albrechta.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Zniknięcie młokosa tak wstrząsnęło królem Khanduras, że postanowił on krwawo przeczesać wszelkie dostępne okolice by go odnaleźć. Jego zaufany doradca, arcybiskup Lazarus, w odpowiednich momentach szeptał królowi kogo i gdzie ma wysłać, a, że Leoric wysyłał na samobójcze kampanie tylko swoich najsilniejszych i najbardziej zaufanych ludzi, pozostało oczywiście zbiegiem okoliczności.</p>
<p style="text-align:justify;">Wreszcie, któregoś różowego popułdnia, z krwawej kampanii powróciło kilku śmiałków z Sir Lachdanan&#8217;em na czele. Popadający w obłęd Leoric pod namową Lazarusa rozkazał ich zamordować, ale Lachdanan rozpoznał zamiary króla, kończąc jego żywot (w dłuższej perspektywie: także i swój). Dusza władcy Khanduras pozostała do wzięcia przez najciemniejszych sługów Diablo.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>A więc ty chcesz być bohaterem, tak?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">W tym momencie, gdzieś na przedmieściach Tristram zjawia się nasz bohater. Żądny przygód, krwi, pieniędzy, czegokolwiek &#8211; tutaj ideologia pozostaje sprawą otwartą dla każdego poszukiwacza przygód.</p>
<p style="text-align:justify;">Twórcy gry do wyboru zaoferowali trzy klasy postaci: Wojownika, Łuczniczkę oraz Maga.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-148" title="Ach, wiosna... bociaaany..." src="http://retrokadabra.wordpress.com/files/2009/07/diablo2.jpg?w=300" alt="Ach, wiosna... bociaaany..." width="300" height="170" />Ten pierwszy to tristramski samuraj. Jego główne atrybuty skupione są wokół siły. Dla wojownika najważniejsze są pojedynki oko w oko, poziom jego adrenaliny podnosi się tylko wtedy kiedy może władając mieczem, z bliska rozedrzeć hordy demonów. Czary to dla niego hobby.  Inaczej na temat magii patrzy Łuczniczka, która przykłada do niej pewną wagę, ale jako zręczna uczennica sióstr Niewidomego Oka do perfekcji posługuje się łukiem. Walka na dystans to jest to w czym ta wyrachowana postać się specjalizuje. Bezpośrednich starć nie lubi też trzecia klasa postaci, Mag. Jego życie i walka opierają się tylko i wyłącznie na magii, ale warto zauważyć, że nie jest to magia przejęta od Simona Maga, ale od najstarszych mędrców klanu Vizjerei.</p>
<p style="text-align:justify;">Któryś z tej trójki przejdzie przez szesnaście dużych poziomów, a w każdym czekać na niego będą najbardziej ohydne bestyje.</p>
<p style="text-align:justify;">Pierwsze cztery poziomy zaczną się niewinnie, bo od kościoła pod nieznanym wezwaniem. Po przeczesaniu korytarzy tego niegdyś świętego miejsca, nastanie misja pacyfikacji katakumb, a po jej pomyślnym ukończeniu już na każdym kroku będzie można poczuć zapach siarki. Oto nasz bohater będzie poruszał się po jaskiniach, ostatniej prostej do piekieł gdzie będą go oczekiwać m.in. padlina po Królu Leoricu czy sam Diablo.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Bij &#8211; nie myśl &#8211; tnij &#8211; nie myśl!</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Diablo to stara szkoła action RPG. Nie warto przy tej grze myśleć o wielowątkowych zadaniach,<img class="alignright size-medium wp-image-149" title="Magma Festiwal" src="http://retrokadabra.wordpress.com/files/2009/07/diablo3.jpg?w=300" alt="Magma Festiwal" width="300" height="170" /> drużynie czy innych pierdołach. Cel naszego bohatera jest od początku jasny &#8211; po trupach do celu, a tym jest głowa Pana Terroru.</p>
<p style="text-align:justify;">W świecie gry spotkamy całe mnóstwo piekielnych larw, nauczymy się czarów, znajdziemy wszelakiej maści broń i pancerz, posiądziemy artefakty, napijemy się cisiowianki z różnych źródeł, nabędziemy doświadczenia i rozwiniemy naszą postać do miana bohatera, któremu niestraszny będzie najgroźniejszy pomiot z piekła.</p>
<p style="text-align:justify;">A to wszystko na trzech poziomach trudności: normalnym, koszmarze lub piekle.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Jarmark u Diablo<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Po Diablo nie ma co dzisiaj oczekiwać fajerwerków technicznych.</p>
<p style="text-align:justify;">Gra jest wyposażona w prostą oprawę audio, której cechy polegają na uwydatnianiu spadających głów naszych wrogów czy klimatu niespokojnego Tristram. Z kolei grafika podporządkowana jest pod czasy, które zastał nasz bohater, a więc mroczna, smutna, okryta milczącą czernią.</p>
<p style="text-align:justify;">Pomimo iż pierwszy Diablo to rozgrywka w niskiej rozdzielczości, wciąż stanowi idealne danie z menu &#8220;Jak się odprężyć nie używając klawiatury&#8221;. A jeżeli komuś byłoby mało to zawsze może sięgnąć po dodatek Sierry pt. Hellfire. Słowem kawał komputerowej historii!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Musisz sięgnąć jeśli&#8230;</strong> niestraszny Ci diabeł, pentagram i odwrócony krucyfiks.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Pentagram Burns!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Demon zesłał screeny:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.blizzard.com/us/diablo/"><span style="color:#000000;">http://www.blizzard.com/us/diablo/</span></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oprosti mala...]]></title>
<link>http://sfinx777.wordpress.com/2009/07/04/oprosti-mala/</link>
<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 09:07:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sibilla</dc:creator>
<guid>http://sfinx777.wordpress.com/2009/07/04/oprosti-mala/</guid>
<description><![CDATA[Oprosti mala&#8230; ” Iubirea este capacitatea şi dispoziţia de a permite celor de care îţi pasă să ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;">Oprosti mala&#8230;</h1>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7511" title="DSC04829" src="http://sfinx777.wordpress.com/files/2009/07/dsc04829.jpg" alt="DSC04829" width="468" height="313" /></p>
<p style="text-align:center;">
<h2 style="text-align:justify;">” Iubirea este capacitatea şi dispoziţia de a permite celor de care îţi pasă să fie ceea ce aleg pentru ei înşişi, fără nici o insistenţă pentru a te mulţumi. ”   ( Wayne Dyer )</h2>
<h2 style="text-align:justify;">” Iubirea e o taină, în duet. ”   ( Costel Zăgan )</h2>
<h2 style="text-align:justify;">„ Nu lua iubirea celuilat ca un izvor nesecat. Desfă porţile inimii tale şi lasă şi izvorul tău să curgă. ”   (  Viorel Muha )</h2>
<h2 style="text-align:justify;">” Viaţa fiecăruia e o frontieră unde se luptă vechiul şi noul! ”   ( Viorel Muha )</h2>
<h2>Magazin &#8211; Oprosti mala :</h2>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ts-T6WTASE4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ts-T6WTASE4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<h2 style="text-align:justify;">Da mi je samo da se nadjem tu<br />
kad priznas sam sebi, Bogu i narodu<br />
da sam ja bila najbolja</p>
<p>Vjetar te nosi, ja zaustavljam<br />
koliko moj si, da ti ne pricam<br />
da sa mnom si bio najbolji, najbolji</p>
<p>Ref.<br />
A gdje sam to sada<br />
bez ljepote i sjaja<br />
otkad dosao si s vjetrom kroz vrata</h2>
<h2 style="text-align:justify;">i rek&#8217;o, oprosti, mala, oprosti, mala</h2>
<h2 style="text-align:justify;">Oprosti za ono sto ti nikad nisam dao<br />
zasluzila jesi, al&#8217; bolje nisam znao<br />
rek&#8217;o i otisao, rek&#8217;o i otisao</h2>
<h2 style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Da sam ja bila najbolja</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-7510" title="711" src="http://sfinx777.wordpress.com/files/2009/07/711.jpg" alt="711" width="468" height="351" /></p>
</h2>
<h1 style="text-align:justify;">Trecător. de rest o iluzie</h1>
<h2 style="text-align:justify;">Ea :</p>
<p>şi-ai să respiri paşi, şoptindu-se-nspre departe&#8230;</p>
<p>El  :</p>
<p>şi Goethe va mai scrie înc-o Carte&#8230;</p>
<p>.. pot continua, să forţez nota ?&#8230;</p>
<p>Ea :</p>
<p style="text-align:justify;">mi-o spune gândul vântului mai multe, despre toate..</p>
<p style="text-align:justify;">El :</p>
<p style="text-align:justify;">&#8230; îi musai sa zici de Faust si amagitorul lui&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ea :</p>
<p style="text-align:justify;">şi ce sunt amăgirile, mirări, uimiri, sclipiri spre&#8230; poate&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">El :</p>
<p style="text-align:justify;">un exerciţiu&#8230;de dificultate&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">pe care-l uiţi a doua zi în zori&#8230;crezi că-i firesc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ea :</p>
<p style="text-align:justify;">&#8230; ce jocuri faci&#8230; iar mă&#8230; răstorni, vezi tu, cinism şi ironii&#8230; şi, ce să fac&#8230; sub bâta lor, mă ghemuiesc..</p>
<p style="text-align:justify;">El :</p>
<p style="text-align:justify;">Mefisto îl cere pe Iuda &#8211; măslinii se tînguiesc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Ea :</p>
<p style="text-align:justify;">doream să spui : ” cînd vei pricepe?!&#8230; simplu&#8230;te iubesc&#8230; ”&#8230; ??</p>
<p style="text-align:justify;">mă tac, mă-nalţ, zâmbesc&#8230; şi, cresc&#8230; mă duc.. să mai citesc&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;">Sibilla&#38;Lucas</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">*******</span></p>
<p style="text-align:center;">
<p>E cu putinţă oare ca viaţa să fi trecut aşa, ca o vedenie de vis, care te amăgeşte cu iluzii deşarte, mistuindu-se apoi, cu un suspin, în clipa deşteptării?   ( Tolstoi )</p>
<p style="text-align:center;">Sibilla&#38;Lucas</p>
<p style="text-align:justify;">imagini preluate de pe google.ro</p>
<p style="text-align:justify;">citate preluate de pe www.citapedia.ro</p>
<p style="text-align:justify;">muzika srpska &#8211; youtube</p>
</h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONEXÕES CRIATIVAS]]></title>
<link>http://cuiahead.wordpress.com/2009/06/23/conexoes-criativas/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 12:25:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>christianfabio08</dc:creator>
<guid>http://cuiahead.wordpress.com/2009/06/23/conexoes-criativas/</guid>
<description><![CDATA[Mephisto brasileiro no encontro de coletivos &#8220;conexões criativas&#8221; em Recife, de 29 de ju]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mephisto brasileiro no encontro de coletivos &#8220;conexões criativas&#8221; em Recife, de 29 de junho a 04 de julho</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Iubirea trebuie sa-si recapete sacralitatea... (III)]]></title>
<link>http://mariapostu.wordpress.com/2009/05/13/iubirea-trebuie-sa-si-recapete-sacralitatea-iii/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 07:16:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Postu</dc:creator>
<guid>http://mariapostu.wordpress.com/2009/05/13/iubirea-trebuie-sa-si-recapete-sacralitatea-iii/</guid>
<description><![CDATA[Probabil ca nu.     Amenintarea vine din exteriorul dar si din interiorul fiintei umane.Sexualitatea]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Probabil ca nu.     Amenintarea vine din exteriorul dar si din interiorul fiintei umane.Sexualitatea]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuentos de miedo (3) Fausto y el diablo.]]></title>
<link>http://arescronida.wordpress.com/2009/04/16/cuentos-de-miedo-3-fausto-y-el-diablo/</link>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 04:27:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>arescronida</dc:creator>
<guid>http://arescronida.wordpress.com/2009/04/16/cuentos-de-miedo-3-fausto-y-el-diablo/</guid>
<description><![CDATA[El tema de vender el alma al diablo es muy recurrente en estas primeras historias, en El Monje (1796]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El tema de vender el alma al diablo es muy recurrente en estas primeras historias, en El Monje (1796]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Scris, soare, impresii si curatenie]]></title>
<link>http://wakewalkingdreamer.wordpress.com/2009/03/05/scris-soare-impresii-curatenie-si-sinceritate/</link>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 23:24:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Walking Awake</dc:creator>
<guid>http://wakewalkingdreamer.wordpress.com/2009/03/05/scris-soare-impresii-curatenie-si-sinceritate/</guid>
<description><![CDATA[Motto: Fara sa ii folositi pe prietenii frati Google, va rog: care era numele mic al lui Alzheimer? ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#dc143c;"><strong>Motto:</strong><br />
</span></p>
<p><span style="color:#dc143c;">Fara sa ii folositi pe prietenii frati Google, va rog: care era numele mic al lui Alzheimer?</span></p>
<p><span style="color:#333333;"><strong>Scris:</strong><br />
</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Demult n-am mai scris, dragii babei, deci multe am a va spune in seara de azi. Noapte, da. Scuze publice imi cer pentru asta. Constatam astazi ca a avea blog ma face mai buna. Nu in sensul de miloasa si buna la suflet, nici in sensul ala vinovat la care v-am dus cu gandul. Mai sensibila, mai receptiva, mai buna, na! Acum intreba-va-veti, cum ma poate, la o adica, face mai buna blogul daca nu <em>scriu</em> pe el (sau in el? n-am aflat inca.). Aici e magia &#8211; doar sa il am merge de minune ca stimulent pentru exteroceptorii mei: tot ce ma inconjoara capata mii si mii de sensuri, memoria mi se ocupa in straturi cu lucruri care mai de care (interesante/enervante/frumoase/cretine/amuzante/anormale de-a dreptul/iesite din comun/minuscule si importante/vibrante/vaporoase/mici si-ale naibii/mari si-ale dracu&#8217;/minuni si-ale Celuilalt/kira-kira*), numai bune de &#8217;scris pe blog diseara&#8217;. Evident, cand ajunge blagoslovita zi sa se faca &#8220;diseara&#8221;, deja sunt prea obosita bara blazata pentru a scrie asa cum trebuie, asa cum sunt si acum, de altfel, se cunoaste, da, asa-i, scuze imi cer, da, stiam eu, ma acceptati si asa. Steluta e ca nu prea uit ce aveam de zis. Si daca uit, oricum nu era ceva interesant, ca doar de-aia mi-a alunecat dintre stelutele neuronale. Sa purcedem, dar, la a trece in revista ce aveam de zis zilele astea de lipsii (mea culpa mea culpa mea culpa) cu penita tastografica, dar nu cu ochii Readerului, nu, niciodata.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#333333;"><strong>Soare:</strong></span></p>
<p><span style="color:#333333;">&#8230;le a fost astazi prietenul meu. Mi-a aratat niste lucruri tare frumoase, pe tot parcursul zilei, de aceea imi declar netarmurita si neconditionata afectiune pentru el. Nu exagerez. Sa vedeti. Azi fu, in afara de momentele Soarelui, de care mentionai, o zi tristuta, petrecuta numai pe la scoli cu scop de scoli si nu de vazut-fete-noi-socializat-cu-fete-vechi-imbratisat-fete-si-mai-vechi-si-umpic-de-sanatoasa-visare cum sunt altele, si printr-o nenorocire de hipermarket, nu prin sine, ci prin esenta sa. V-am lamurit. Adica nu prin cum era, ci prin ce era, adica hipermarket, dupa cum spusei deja. Urat. Trist. Dar prietenul mi-a luminat (asta face in fiecare zi) si inzambit ziua. Prin:</span></p>
<ul>
<li><span style="color:#333333;">lumina difuza a unui rasarit de pe culoarul caminului azi dimineata bine de tot inainte de 8(opt), trecuta prin eternul termopan de la cap de coridor, martor al unor lungi discutii telefonice (mai ceva decat aia cu inregistrarile lor cu tot)</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina filtrata de aerul color ce pluteste deasupra facultatii, prabusita in mii de raze in curtile interioare, cu pamant reavan si salcie si trifoi</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina ciudata prin geamul mutant al laboratorului III, care facea peisajul sa para pictat si fereastra sa para, previzibil, tablou</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina de mister ca intr-o padure cu vraja din Parcul Operei (da, ala cu legende si folclor urban); are el o alura de palc silvic neexplorat (ca-cu folcloru&#8217; existent nu-mi permit a zice &#8216;virgin&#8217;), dar azi parea un adapost pentru nimfe, satiri si Amalteea; pofta mi se facu de vremea cand citeam fascinata despre astfel de fantezii curate</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina scanteietoare, orbitoare, a valurilor curate ale Dambovitei (si nu &#8216;valurile Dambovitei curate&#8217;, da?), de oricat te-ai grabi pe pod ca sa prinzi verdele de pe partea cealalta, tot te arunca in visare de departari; wanderlust takes over</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina aruncata de pe aripile a 3 pescarusi spiraland in jurul capului meu ca unei stanci solitare, in miez de lung Ocean, intr-o profana parcare supraaglomerata; miroseau a aceeasi libertate, si din nou, din nou departarea cheama</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina pura a celui mai clar apus de primavara ce-mi fu dat sa vad; fara culorile impresionant impresioniste, fara norii-terasa, fara ochi rapiti &#8211; un disc clar si luminos intr-o mare rosiatic transparenta, indreptandu-se in jos, si atat</span></li>
<li><span style="color:#333333;">lumina alba a lunii crescande ascendent, semn de oarecare seceta in urmatoarea saptamana, si pasii inchipuitde albi prin apa lunii, pasi visat de luni ai apei albe, albi de apa in luna inchipuita</span></li>
</ul>
<p><span style="color:#333333;"><strong>Impresii:</strong><br />
</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Ca sa nu dau exemple din viata, dau exemplu din film (House M. D.; da, stiu ca e serial), da&#8217; sa stiti ca e acelasi lucru si live. De fiecare data cand se intampla ca una din situatiile acelea stereotip-secrete din viata fiecaruia ies la iveala, de obicei in fata unei persoane predispusa la vizionare de faze vulnerabile (recte medic, hence exemplul pe care il voi da), reactia persoanei expuse este de tipul: &#8220;probabil crezi ca sunt o persoana mizerabila&#8221;, &#8220;trebuie sa crezi ca sunt un nenorocit&#8221;, &#8220;crezi ca sunt un parinte rau, nu-i asa?&#8221;. Apoi urmeaza penibilul episod al explicatiei mecanismului psihologic care a dus la degradarea de la idealul de moralitate la &#8220;persoana mizerabila&#8221;, care pare sa creasca pe privire ce trece, lasand vechea imbracaminte luminoasa sa putrezeasca &#8211; de ce? De ce suntem atat de dependenti de ce cred ceilalti despre noi? Si nu e doar un &#8220;ceilalti&#8221; la modul general, ca masa de oameni, referindu-se la impresia exterioara pe care o lasam. E si o multime de individualitati total necunoscute, despre a caror parere ne pasa in egala masura &#8211; pentru ce? E atat de adevarat ca suntem ceea ce parem? Adica sunt mai putin om dupa ce cineva mi-a spus ca sunt inumana, pentru ca asta e parerea lui, iar parerea lui ma face. Hm&#8230; nu. Chiar nu.</span></p>
<p><span style="color:#333333;">Simtim nevoia sa ne exprimam, sa ne punem pe noi insine in cuvinte, sa ne comunicam prin ceva mai mult si mai evoluat decat limbajul semnelor. Si cum caracteristica verbalizarea ne este, o alegem pe aceasta fiindu-ne la indemana ca mijloc, nu si ca mod de utilizare. De aici si problemele &#8211; deseori ne zicem pe noi gresit, ne falsam singuri spiritul, nu ne nimereste de fiecare data acel acord sublim al simfoniei. Mai dam si chixuri, mai avem cate un rateu, si nu avem numai fani. Secretele sunt inhibitia in fata grandorii simfoniei altora; de nu ne-am putea compara cu altii, nu am avea secrete, caci nu am avea rusini, am fi liberi liberi liberi sa ne cantam da capo al fine; dar privim in jur de cand ni s-au deschis ochii, si vedem lumina altora, si nu ne vine in cap ca si ei au o umbra, si atunci o ascundem pe a noastra, care se lateste, se lateste. Si devine greu de stapanit, pentru ca dorinta noastra de a ii arata forma creste &#8211; tot uitandu-ne la ea, cunoscandu-i fiecare linie arcuata, incurbata sau mefistofelic franta, ii gasim gama si tonalitatea, explicatia polifonica si modul intelectualizat de exprimare, si abia asteptam sa o aratam lumii, simtind ca umbra noastra nu-i atat de neagra. Niste copii fudulindu-ne cu jucaria secreta, asta suntem. </span></p>
<p><span style="color:#333333;"><strong>Curatenie:</strong></span></p>
<p><span style="color:#333333;">Ochi de copil: Ce durere <em>inexplicabila</em> mai e si asta cand in scena dinainte tocmai iti arata caria rozandu-ti dintele? Mama, vreau un film mai realist!</span></p>
<p><span style="color:#333333;">*carevasazica stralucitor, scanteietor (jap.)</span></p>
<p><span style="color:#dc143c;"><strong>Epilog:</strong></span></p>
<p><span style="color:#dc143c;">Nu-ti amintesti?! Veeezi? Asa incepe. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Genial !]]></title>
<link>http://wormy37.wordpress.com/2009/02/23/genial/</link>
<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 13:34:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>wormy37</dc:creator>
<guid>http://wormy37.wordpress.com/2009/02/23/genial/</guid>
<description><![CDATA[Va rog faceti o comparatie (daca se poate face) intre acest fost mare actor si comicii din ziua de a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Va rog faceti o comparatie (daca se poate face) intre acest fost mare actor si comicii din ziua de azi&#8230;..diferenta cer-pamant :</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/luuGRRT62qg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/luuGRRT62qg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[It’s magic, we don’t have to explain it #5]]></title>
<link>http://cowabanga.wordpress.com/2008/11/18/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-5/</link>
<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 22:08:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kauê</dc:creator>
<guid>http://cowabanga.wordpress.com/2008/11/18/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-5/</guid>
<description><![CDATA[Concluímos aqui (finalmente) a nossa série a respeito das mais polêmicas histórias da história do Ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Concluímos aqui (finalmente) a nossa série a respeito das mais polêmicas histórias da história do Homem-Aranha. Para o <em>gran finale</em>, como não poderia deixar de ser, falaremos da saga que inspirou esta série de posts. Com vocês&#8230;</p>
<p><strong><span style="font-size:115%;">Um Dia a Mais</span></strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-526" title="One More Day" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/one-more-day.jpg" alt="One More Day" width="300" height="456" /></p>
<p>Peter Parker aliou-se à facção pró-registro e <a href="http://news.bbc.co.uk/1/hi/entertainment/5084326.stm" target="_blank">revelou sua identidade secreta</a> ao mundo no início da <a href="http://www.marvel.com/universe/Civil_War" target="_blank"><em>Guerra Civil</em> dos super-heróis</a>. Entretanto, ele acabou mudando de lado e tornando-se um fugitivo da lei, junto com <a href="http://www.marvel.com/universe/Watson%2C_Mary_Jane" target="_blank">Mary Jane</a>, sua esposa, e <a href="http://www.marvel.com/universe/Aunt_May" target="_blank">May</a>, sua tia. Conhecendo sua identidade, o <a href="http://www.marvel.com/universe/Kingpin" target="_blank">Rei do Crime</a> manda um atirador para matar o Homem-Aranha quando ele estivesse desprevenido. E o tiro destinado a Peter acaba atingindo a Tia May, que fica às portas da morte. Eventualmente, o cabeça-de-teia dá uma surra no Rei e consegue internar May Parker em um hospital, com um nome falso – por causa do <em>status</em> de fugitivo de seu sobrinho.<a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/asm544.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-528" title="Página de Amazing Spider-Man #544" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/asm544.jpg?w=197" alt="Página de Amazing Spider-Man #544" width="177" height="270" /></a></p>
<p>É nesse contexto que começa <em>Um Dia a Mais</em>. A Tia May está em um leito de hospital, mas encontra-se além de qualquer ajuda médica. Ela está morrendo e, aparentemente, não há o que se fazer a respeito. Peter culpa-se, pois o tiro que acertou a Tia era para ele, além de que nada daquilo estaria acontecendo se ele nunca tivesse cometido o erro de revelar ao mundo que era o Aranha. Assim, o herói parte em busca de alguém que possa salvar May Parker. Mas a busca revela-se infrutífera. Mesmo o mago supremo, o <a href="http://www.marvel.com/universe/Doctor_Strange" target="_blank">Dr. Estranho</a>, é <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/2/FRNDSM024_int-28-panel.jpg" target="_blank">incapaz de ajudá-lo</a>. Tudo parece perdido&#8230;</p>
<p><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/ssm041.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-531" title="Página de Sensational Spider-Man #41" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/ssm041.jpg?w=197" alt="Página de Sensational Spider-Man #41" width="177" height="270" /></a>Até que surge <a href="http://www.marvel.com/universe/Mephisto" target="_blank">Mefisto</a>, um dos lordes infernais do Universo Marvel, análogos ao Satã bíblico. Ele diz que pode salvar May, mas há um preço a se pagar&#8230; E, não, ele não quer a alma de Peter. Segundo o demônio, quem vende a alma para ajudar alguém, vai para o inferno e &#8220;sofre honradamente, amparado pela crença eterna de que suas ações salvaram outras pessoas&#8221;. Não, isso não teria graça. O que Mefisto quer é&#8230; O amor de Peter e Mary Jane, <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/part3/miki_09-10.jpg" target="_blank">o casamento deles</a>. O CASAMENTO!</p>
<p>O casal tem apenas <em>Um Dia a Mais</em> para desfrutar de suas vidas como estão. À meia-noite do dia seguinte, eles têm que decidir o que perderão: a tia ou o casamento. Chegada a hora, o Aranha ainda está em dúvida e é Mary Jane quem aceita o pacto com o Coisa-Ruim, desde que a identidade secreta de Peter seja restaurada, sua vida seja devolvida ao normal e ele tenha a chance de ser feliz. Pressionado, o cabeça-de-teia concorda com os termos. Num passe de mágica, o casamento dos dois é apagado da existência – como se nunca tivesse ocorrido –, eles estão brigados e não são mais um casal, Peter está de volta à casa da (agora saudável) Tia May, o falecido <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/part4/ASM545_int_lo-32.jpg" target="_blank">Harry Osborn está de volta</a> de alguma maneira – embora a Marvel insista que sua &#8220;ressurreição&#8221; nada tem a ver com Mefisto –, ninguém sabe da identidade do Homem-Aranha e Peter e Mary Jane não se lembram do pacto com o Cramulhão.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/asm545.jpg"><img class="size-medium wp-image-534 aligncenter" title="Quadro de Amazing Spider-Man #545" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/asm545.jpg?w=300" alt="Quadro de Amazing Spider-Man #545" width="300" height="157" /></a></p>
<p>A história é muito bem construída, muito bem conduzida por <a href="http://www.jmsnews.com/jms.aspx" target="_blank">J. Michael Straczynski</a>. Os diálogos são afiados, como de costume. Há uma atmosfera de drama quase palpável. Várias das situações são interessantes, como o <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/part1/ASM544_intx-10.jpg" target="_blank">confronto inicial com o Homem de Ferro</a> – a quem <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/part1/ASM544_intx-22-panel.jpg" target="_blank">Peter culpa</a>, parcialmente, pelo ocorrido, visto que foi ele a incentivar o Aranha a revelar sua identidade –, as participações do mordomo Jarvis – que tinha, no mínimo, uma quedinha pela Tia May – e do Dr. Estranho – com uma referência muito bem bolada a uma HQ do início da fase JMS em <em>Amazing Spider-Man</em> –, os <a href="http://www.comicbookresources.com/images/previews/marvelcomics/OMDinterviews/part3/SENSM041_int-7.jpg" target="_blank">Peter Parkers alternativos</a> (e frustrados), etc. Os desenhos de <a href="http://www.joequesada.com/" target="_blank">Joe Quesada</a> – que, por acaso, também é o editor-chefe da Marvel – continuam bons como de costume e o comitê (de uma só pessoa) diria que sua narrativa, inclusive, evoluiu.</p>
<p>Entretanto, <em>Um Dia a Mais</em> será sempre lembrada por seu principal propósito, o de acabar com o casamento do Homem-Aranha, e pela solução absurda encontrada para alcançá-lo, um pacto com o Demônio. Aliás, esta é uma boa maneira de resumir a saga: uma solução idiota para um não-problema. Assim como com <a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/11/01/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-3/" target="_blank"><em>Pecados Pretéritos</em></a>, a história não é ruim em si, pelo contrário, mas sua idéia central é ridícula e, para muitos fãs, um desrespeito.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/ssm041-marriage.jpg"><img class="size-medium wp-image-536 aligncenter" title="Quadro de Sensational Spider-Man #41" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/ssm041-marriage.jpg?w=300" alt="Quadro de Sensational Spider-Man #41" width="300" height="194" /></a></p>
<p>Quesada, desde que assumiu como editor-chefe da Marvel, sempre proclamou aos quatro ventos que queria ver o fim do casamento de Peter e Mary Jane. Ele e alguns de seus editores e roteiristas achavam que o matrimônio limitava algumas boas possibilidades de histórias do herói. Finalmente, Quesada tomou uma atitude. Divórcio, é claro, nunca foi uma opção, afinal, para o chefão criativo da Marvel, isso tornaria o personagem mais velho aos olhos dos leitores (acho que já vi isso antes&#8230; Pequena May, alguém&#8230;?), além de ser um péssimo exemplo. Um pacto com o Demônio, sim, é que é um ótimo exemplo&#8230; (Bom, é verdade que Mefisto não é o próprio Satã bíblico, mas é quase como se fosse, certo?).</p>
<p><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/asm545-capa.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-538" title="Arte da capa de Amazing Spider-Man #545" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/asm545-capa.jpg?w=200" alt="Arte da capa de Amazing Spider-Man #545" width="180" height="270" /></a>Enfim, a reação dos fãs e da crítica em relação à saga foi quase que totalmente negativa. Muita gente chegou a propôr um <a href="http://www.omelete.com.br/quad/100010253/Comeca_o_novo_dia_na_vida_de_Homem_Aranha__mas_fas_propoem_boicote.aspx" target="_blank">boicote à nova fase do Aranha</a> por causa de <em>Um Dia a Mais</em>. E o pior é que toda a situação gerou uma confusão danada na cronologia do teioso – a ponto de a Marvel divulgar um <a href="http://www.omelete.com.br/images/galerias/aranhaexplica/aranhaexplica.jpg" target="_blank">esquema</a> tentando esclarecer algumas coisas. As histórias de Peter casado ainda valem? Diz a Marvel que sim, a única diferença é que Pete e MJ não estavam casados, apenas tendo um relacionamento – e, por motivos ainda desconhecidos, terminaram recentemente. Então, o que foi que Mefisto tomou? Apenas as alianças e a certidão? Aliás, como Mefisto foi capaz de promover uma alteração dessas na realidade? Opa! A resposta pra essa pergunta já se sabe. Como o próprio Quesada disse (e repetimos no título de nossa série): &#8220;It’s magic, we don’t have to explain it&#8221;. Ou, para os leigos na língua da Rainha: &#8220;É mágica, nós não temos que explicar&#8221;.</p>
<p>Essa &#8220;explicação&#8221; do editor-chefe levou, inclusive, a um <a href="http://www.omelete.com.br/quad/100010117/Termina_saga_que_mudou_a_vida_do_Homem_Aranha___e_autores_trocam_acusacoes.aspx" target="_blank">atrito com Straczynski</a>, o roteirista. Ele declarou que se trata de &#8220;uma solução malfeita. Viola todas as regras de ficção e fantasia que eu e todo escritor de sci-fi e fantasia sabemos que não pode ser violada. É elementar&#8221;. A rusga entre Quesada e Straza foi ainda maior porque o roteirista acabou entregando um script para a conclusão de<em> Um </em><em>Dia a Mais</em> diferente do que havia sido combinado. Nele, a mudança que Mefisto faria na vida do Aranha teria sido bem anterior ao casamento, mexendo em HQs dos anos 70. Gwen Stacy nunca teria morrido e Harry Osborn e MJ teriam continuado namorando. <a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/asm545-fim.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-540" style="margin-top:10px;margin-bottom:10px;" title="Página final de Amazing Spider-Man #545" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/asm545-fim.jpg?w=195" alt="Página final de Amazing Spider-Man #545" width="176" height="270" /></a>O roteiro foi recusado e reescrito – afinal a seqüência da história já estava sendo produzida e dependia de um final específico –, o que fez com que Straczynski chegasse a pedir para ter seu nome retirado dos créditos. No fim das contas, parece que foi dos males o menor. Se JMS tivesse feito o que queria, mais de 30 anos de cronologia do Aranha seriam, de fato, invalidados, o que certamente provocaria a fúria dos fãs.</p>
<p>De qualquer forma, para Quesada, <em>Um Dia a Mais</em> foi um mal necessário. Para os fãs, não tão necessário assim. Pelo menos, a nova fase, intitulada <em>Um Novo Dia</em>, aparentemente, é boa e começa a ser publicada no Brasil neste mês.</p>
<p>Abaixo, ótimas <a href="http://www.spiderfan.org/cgi-bin/fun.pl" target="_blank">tirinhas do SpiderFan.org</a> relacionadas a <em>Um Dia a Mais</em> (clique para ampliar):</p>
<p><a href="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/spiderfun-strip-77.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-550" title="SpiderFun Strip #77" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/spiderfun-strip-77.jpg" alt="SpiderFun Strip #77" width="450" height="172" /></a></p>
<p><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/spiderfun-strip-79.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-551" title="SpiderFun Strip #79" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/spiderfun-strip-79.jpg" alt="SpiderFun Strip #79" width="450" height="172" /></a></p>
<p><a href="http://cowabanga.files.wordpress.com/2008/11/spiderfun-strip-80.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-551" title="SpiderFun Strip #80" src="http://cowabanga.wordpress.com/files/2008/11/spiderfun-strip-80.jpg" alt="SpiderFun Strip #80" width="450" height="172" /></a></p>
<p>E este é, então, o fim da nossa série. Até a próxima, pessoal (se é que alguém lê isso aqui)!</p>
<p><strong>Mais <em>It’s magic, we don’t have to explain it</em>:</strong><br />
<a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/10/11/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-1-1/" target="_blank">– Parte 1.1: <em>Saga do Clone</em></a><br />
<a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/10/16/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-1-2/" target="_blank">– Parte 1.2: <em>Saga do Clone</em> (continuação)</a><br />
<a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/10/25/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-2/" target="_blank">– Parte 2: <em>Capítulo Final</em></a><br />
<a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/11/01/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-3/" target="_blank">– Parte 3: <em>Pecados Pretéritos</em></a><br />
<a href="http://cowabanga.wordpress.com/2008/11/09/its-magic-we-dont-have-to-explain-it-4/" target="_blank">– Parte 4: <em>O Outro</em></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Greaţa, stare existenţială absolută?]]></title>
<link>http://des0rmais.wordpress.com/2008/11/01/greata-stare-existentiala-absoluta/</link>
<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 13:21:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vladima</dc:creator>
<guid>http://des0rmais.wordpress.com/2008/11/01/greata-stare-existentiala-absoluta/</guid>
<description><![CDATA[Eu dacă aş alege să fiu altcineva, aş alege să fiu Faust! Ca şi entitate, imi doresc să ajung să fiu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal">Eu dacă aş alege să fiu altcineva, aş alege să fiu Faust!</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Ca şi entitate, imi doresc să ajung să fiu un Faust neînţeles. Caut fericirea&#8230;pe cea absolută, cea sortită neantului! Îl indiviez pe Faust, pentru că a avut tot ce şi-a dorit, toate dorinţele i-au fost implinite, dar el, orb fiind a murit fericit. Vreau să fiu şi eu oarbă, ca să pot trăi intensitatea cu care el a rostit : „Opreşte-te, că eşti prea frumoasă !”. Dacă văd, ce rost mai are<span lang="FR">? Vreau s</span>ă închid ochii şi să trăiesc la intensitate momentul fericirii mele absolute, nu vreau să simt nimic raţional, nu vreau să am conştiinţă, nici remuşcări, vreau să fiu doar fericită!</p>
<p class="MsoNormal">Am o mare povară pe umeri, sunt condamnată să fiu liberă! &#8230;. Dar cine a pomenit ceva de libertate? Am zis că vreau să fiu fericită, nu liberă! Libertatea îmi îngrădeşte unica mea şansă de a fi fericită &#8230;. încă odată Faust mă învinge!</p>
<p class="MsoNormal">Totul este sortit golului veşnic &#8230;. „Ce s-a creat, nimicul îl răpeşte”, apare Mefisto. Nu sunt tristă &#8230; dar nici fericită &#8230; <span> </span>începe să apară îndoiala: dar&#8230;&#8230;.? Ideea că toate actele mele de fericire sunt sortite neantului nu mă face să ma simt fericită &#8230; însă în mod curios nu mă întristează, în sinea mea ştiu că tot ce e frumos, durează puţin!</p>
<p class="MsoNormal">Cum rămâne cu fericirea mea absolută? Mă simt atât de departe de ea &#8230; încep să reflectez, ma apropii fără să vreau de raţiune&#8230; de conştiinţă. Nu vreau să o fac, însă ma simt silită de propriile mele gânduri limitate de om care deţine liberul arbitru. Trebuie să aleg ce e mai bine pentru mine, trebuie să fac o alegere, sunt liberă şi lipsită de scuze! Voi fi responsabilă de orice alegere pe care o voi face &#8230; vai &#8230; câtă filosofie doar pentru că vreau să fi fericită. Dar dacă aleg, să nu aleg? Da … ar fi şi aceasta o alegere … deja începe să-mi crească indicarul fericirii, am scăpat de o povară, aceea de a alege! <span lang="FR">Mai rămâne să scap de libertate…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="FR">Încă odată, ce norocos este Faust! A muri fericită şi oarbă este tot ceea ce-mi doresc ! Apare din nou Mefisto, de data asta nu-mi propune să-mi vând sufletul, pentru că îi este teamă că va fi salvat la final, aşa cum a fost salvat şi cel a lui Faust. De data asta, îmi inserează ideea că nu voi putea fi niciodată fericită dacă nu am conştiinţă de sine. Conştiinţă de sine? Ce e aia con</span>ştiinţă de sine<span lang="FR">? Mefisto mă lămureşte că pentru a fi fericit trebuie să plăteşti un preţ, iar pentru ca această condiţie să fie îndeplinită, trebuie să ma conştientizez pe mine. Acest răspuns mă contrariază şi-mi îngreunează şi mai mult situaţia … dar pe de cealaltă parte, e portiţa mea de scăpare. Bine, iau conştiinţă de mine şi garantez că după ce voi putea spune  &#8220;Opreşte-te, că eşti prea frumoasă !&#8221; voi plăti un preţ…. la alegere..</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="FR">Nu-mi pasă că actele mele sunt sortite uitării, trecutului, neantului….de ce mi-ar păsa ? Nu vreau decât să trăiesc o singură clipă de fericire absolută, asta înseamnă că sunt alienată ? Nici Faust nu a fost complet înstrăinat de el şi de societate, pentru că în sinea lui el considera că face un bine. Eu voi încerca să-mi bine numai mie, nu-mi pasă de restul lumii ! Dar ar mai fi o condiţie… vreau sa fiu oarbă ! Vreau să trăiesc clipa cu intensitatea cu care a trăit-o si Faust ! ….Mefisto m-ar putea ajuta…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="FR">Mefisto ma asigură că eu în momentul acesta sunt deja oarbă ! Oarbă ? Oarbă? Încep să simt vârful fericirii, nu gândesc, nu conştientizez, nu sunt raţională! </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Dar preţul fericirii care este?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Catedral de San Pablo y aledaños.  Por Max.]]></title>
<link>http://maxalvarez.wordpress.com/2008/10/13/catedral-de-san-pablo-y-aledanos-por-max/</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 11:52:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>maxalvarez</dc:creator>
<guid>http://maxalvarez.wordpress.com/2008/10/13/catedral-de-san-pablo-y-aledanos-por-max/</guid>
<description><![CDATA[Suntuoso edificio que en el suelo de su base, alberga la tumba de Nelson. Parece que el cuento de lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;color:#003300;"><span> </span>Suntuoso edificio que en el suelo de su base, alberga la tumba de Nelson. Parece que el cuento de los parásitos vividores a costa de la credulidad de las gentes es añejo, viene de largo, primero se conoce como haber sido templo a Diana –y no precisamente de Gales, la del orejas- pasando después a capilla cristiana, iglesia románica y más tarde gótica, siendo el mayor monumento religioso de Inglaterra hasta que un pavoroso incendio la destruyó. Entre los rescoldos de las cenizas Christofer Wren fue encargado de construir un nuevo edificio que es el que hoy podemos admirar y todo eso más o menos desde el ya lejano año 1710. Cercana a Trafalgar, si estás dispuesto a pegarte la paliza de subir medio millar de peldaños puedes admirar una buena panorámica de la ciudad de Londres. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;color:maroon;">La vida a veces se complace en ofrecernos imágenes de una gran ciudad desde la altura como sucede en este caso. En la cúpula más baja, de unos setenta metros de diámetro, con corredor en todo su perímetro, te puedes admirar de la caprichosa y mágica propagación acústica de los sonidos, al poder comunicarte con un compañero que se encuentre al otro extremo del diámetro, talmente como si lo tuvieses al mismo lado –se oye perfectamente- como no podía ser menos le llaman la galería de los susurros. Me maravilla el caprichoso juego de la historia donde el vencedor señala las reglas y destino de las cosas, este edificio tiene como jefa a Isabel II, si fuese en España el capo sería Mefisto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;"><span> </span><span> </span>Parece ser que está prohibido hacer fotos en el interior, aunque como no se inglés y puedo jurar que no vi ningún letrero con cámara tachada, malamente podría darme por enterado, lo que dio lugar a que alguna se cayese en el zurrón, hasta que fui advertido de buenas maneras de la incorrección –hay veces que me sale la vena trasgresora- Estrechos pasillos, escaleras con revueltas andamiadas de mala manera, no se por que estos palitroques no me inspiraban demasiada confianza y hicieron que cuando llegué a lo más alto sintiese vértigo, te asalta la sensación que se vendrá abajo de un momento a otro este tinglado, como un castillo de naipes, la verdad sea dicha, es que no me inspiran ni un ris de seguridad las obras de los hombres ¿Por qué será?.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;color:maroon;"><span> </span>Hay muchas veces que la demasiada luz no es apropiada para ver tan principales monumentos, hace resaltar ciertas partes de las brillantes piedras, mientras a otras las sumerge en la penumbra. La tenue luz de un día medio nublado, iguala todas las aristas y hace que alcancemos a distinguir mejor la diversidad del conjunto, sin ser cegados por el reflejo directo de las partes. Sucede lo mismo que con la inteligencia de un hombre mediano que muchas veces alcanza a percibir los matices del mundo con mayor precisión y justeza, que otro de inteligencia luminosa que solo impresiona su retina lo esencialmente primordial.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;color:maroon;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:Garamond;color:#003300;">Muy cerca de la iglesia está la zona donde predominan los centros bancarios: el banco nacional, la bolsa de valores, entidades financieras y gremiales&#8230; es un barrio que por la noche suele quedar vacío y silencioso, ya que solo residen en él un puñado de londinenses, aunque en estos tiempos -sobre todo por el día- debe ser una olla a presión a punto de explotar y seguro que se escuchan palabras gruesas –eso sí en ingles- a esos estirados y levitados terroristas de corbata y de cuello blanco. No dudo que más de uno de esos gurúes del neoliberalismo, no le quede más opción que acercarse a San Pablo a rezar por sus libras estampitas, para que sean rescatadas oportunamente por papá Estado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><strong><span style="color:blue;">El libro de hoy es del gran pensador Noam Chomski.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/chomsky-noam-conversaciones-libertarias-con-noam-chomsky1.doc">Conversaciones libertarias con Noam Chomsky</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/01-dsc_00060001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2988" title="01-dsc_00060001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/01-dsc_00060001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/02-dsc_00790001_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2987" title="02-dsc_00790001_1" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/02-dsc_00790001_1.jpg" alt="" width="900" height="1445" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/03-dsc_01000001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2986" title="03-dsc_01000001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/03-dsc_01000001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/04-london_saintpaulcathedral.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2985" title="04-london_saintpaulcathedral" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/04-london_saintpaulcathedral.jpg" alt="" width="900" height="905" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/05-dsc_00650001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2984" title="05-dsc_00650001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/05-dsc_00650001.jpg" alt="" width="900" height="596" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/06-dsc_00970001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2983" title="06-dsc_00970001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/06-dsc_00970001.jpg" alt="" width="900" height="436" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/07-dsc_011600011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2982" title="07-dsc_011600011" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/07-dsc_011600011.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/08-dsc_01050001b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2979" title="08-dsc_01050001b" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/08-dsc_01050001b.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/09-interior-de-la-catedral-de-san-pablo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2978" title="09-interior-de-la-catedral-de-san-pablo" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/09-interior-de-la-catedral-de-san-pablo.jpg" alt="" width="900" height="1393" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/10-dsc_00630001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2977" title="10-dsc_00630001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/10-dsc_00630001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/11-pict0207.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2976" title="11-pict0207" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/11-pict0207.jpg" alt="" width="900" height="1375" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/12-dsc_01050001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2975" title="12-dsc_01050001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/12-dsc_01050001.jpg" alt="" width="900" height="433" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/13-dsc_009200011.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2974" title="13-dsc_009200011" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/13-dsc_009200011.jpg" alt="" width="900" height="621" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/14-dsc_01020001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2971" title="14-dsc_01020001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/14-dsc_01020001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/15-pict0209.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2970" title="15-pict0209" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/15-pict0209.jpg" alt="" width="900" height="1379" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/16-dsc_00580001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2969" title="16-dsc_00580001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/16-dsc_00580001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/17-catedrdesanpedroysanpablo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2968" title="17-catedrdesanpedroysanpablo" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/17-catedrdesanpedroysanpablo.jpg" alt="" width="900" height="675" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/18-pict0208.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2967" title="18-pict0208" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/18-pict0208.jpg" alt="" width="900" height="1371" /></a></p>
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://maxalvarez.files.wordpress.com/2008/10/19-dsc_00780001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2966" title="19-dsc_00780001" src="http://maxalvarez.wordpress.com/files/2008/10/19-dsc_00780001.jpg" alt="" width="900" height="602" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="color:blue;"> </span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Wintercase]]></title>
<link>http://dimelorapido.wordpress.com/2008/10/11/wintercase-2/</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 14:52:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Antena y Saltarín</dc:creator>
<guid>http://dimelorapido.wordpress.com/2008/10/11/wintercase-2/</guid>
<description><![CDATA[Hay&#8230; recambio Russian Red sale, entra El Perro del Mar (Gracias Clara), que actuará con Cuchil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><strong>Hay&#8230;</strong></em> recambio</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" title="audrey" src="http://i.realone.com/assets/rn/img/0/8/8/7/20277880-20277881-slarge.jpg" alt="" width="324" height="324" /></p>
<p>Russian Red sale, entra <strong>El Perro del Mar</strong> (<a href="http://www.popmuzik.es/index.php/Noticias/el-perro-del-mar-y-the-radio-dept-al-wintercase-2008">Gracias Clara)</a>, que actuará con <strong>Cuchillo y Scott Mathew</strong>. Pero para compensar este fallo os traemos a Lourdes el <strong>6 de Noviembre en la sala Mefisto de Barcelona</strong>, de la mano de Heienneken y su gira Music Selector.</p>
<p>Además para el festival Wintercase se agregan los ascendientes en entradas en blogs,<strong> ¡Hola a todo el mundo!</strong> que tocarán con The Radio Dept. y uno más por confirmar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Logotyp Mefisto]]></title>
<link>http://lukasztyrala.wordpress.com/2008/08/11/logotyp-mefisto/</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 11:42:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>lukasztyrala</dc:creator>
<guid>http://lukasztyrala.wordpress.com/2008/08/11/logotyp-mefisto/</guid>
<description><![CDATA[Logotyp zaprojektowany dla Mefisto Soft &mdash; firmy IT zajmującej się tworzeniem programów. [ Powi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://lukasztyrala.wordpress.com/files/2008/08/mefisto.jpg" alt="" width="500" height="236" class="aligncenter size-full wp-image-206" /></p>
<p>Logotyp zaprojektowany dla Mefisto Soft &#8212; firmy IT zajmującej się tworzeniem programów.</p>
<p><a href="http://lukasztyrala.files.wordpress.com/2008/08/mefisto_wszystkie_1024px.jpg"><img src="http://lukasztyrala.wordpress.com/files/2008/08/mefisto_wszystkie.jpg" alt="" width="500" height="313" class="aligncenter size-full wp-image-208" /></a><br />[ <a href="http://lukasztyrala.files.wordpress.com/2008/08/mefisto_wszystkie_1024px.jpg">Powiększ</a> ]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simpatía por el diablo]]></title>
<link>http://elpezvolador.wordpress.com/2008/07/15/fausto-simpatia-por-el-diablo/</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 17:55:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martín Cristal</dc:creator>
<guid>http://elpezvolador.wordpress.com/2008/07/15/fausto-simpatia-por-el-diablo/</guid>
<description><![CDATA[Por Martín Cristal La lectura del Fausto de Goethe no me produjo el agrado que creí que me asegurarí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Martín Cristal La lectura del Fausto de Goethe no me produjo el agrado que creí que me asegurarí]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Covardia de Crescer]]></title>
<link>http://alertageral.wordpress.com/2008/06/26/covardia-de-crescer/</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 04:38:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>trezentos</dc:creator>
<guid>http://alertageral.wordpress.com/2008/06/26/covardia-de-crescer/</guid>
<description><![CDATA[ou: O Problema do Realismo – 2   Quadrinhos de super-heróis costumam ser associados a produto de con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;">ou: O Problema do Realismo – 2</span></strong></p>
<p> <a href="http://alertageral.files.wordpress.com/2008/06/onemoreday.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-374" src="http://alertageral.wordpress.com/files/2008/06/onemoreday.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Quadrinhos de super-heróis costumam ser associados a produto de consumo direcionado a adolescentes, a crianças ou a adultos imaturos estacionados entre uma faase e outra. Pelo que tenho lido do que vem sendo publicado nos Estados Unidos, a Marvel está se empenhando galhardamente em provar que essa impressão está correta. Melhor, talvez seja mais apropriado reformular essa frase: de tempos em tempos, as editoras americanas responsáveis pela hegemonia no gênero se alternam como responsáveis por decisões editoriais estapafúrdias que parecem querer provar que essa opinião é  verdadeira. <strong>Nessa ciranda, a bola da vez é a Marvel</strong>.</p>
<p>Explico. Por paradoxal que pareça, um dos grandes problemas da Marvel sempre foi aquilo que a fez se elevar a uma posição tão peculiar em seu surgimento: o suposto &#8220;realismo&#8221; de suas tramas, um realismo que torna as histórias interdependentes entre si e eleva a cronologia ao primeiro plano da composição de uma história.</p>
<p><!--more--></p>
<p>O realismo é um gênero de representação, ou imitação (mimesis), da realidade por meio de certas técnicas formais de ficção. É associado principalmente a um determinado número de obras literárias produzidas na Europa num determinado período de tempo entre o século 18 e o século 19. Para alguns, foi, durante algum tempo, a forma por excelência do romance, um tipo de literatura produzida pela burguesia e que, como diria o crítico italiano<strong> Franco Moretti</strong>, foi o gênero intermediário da classe intermediária: nem os tons elevados da tragédia e do épico, associados à nobreza e à classe dominante, nem os temas vulgares da comédia, a imitação do que há de grotesco no populacho.</p>
<p>Realismo, basicamente, é um estilo no qual a representação ficcional busca um contato direto com a realidade e subordina as leis do romance às leis, físicas e sociais, do chamado mundo &#8220;real&#8221; extra-ficcional. Transpondo essa noção para os quadrinhos, foi exatamente essa a grande novidade apresentada pela <strong>Marvel </strong>quando <strong>Stan Lee</strong> criou as bases do universo de heróis da editora _ e que se tornou uma norma a ser seguida com o tempo até mesmo pela sua concorrência, a<strong> DC</strong>. Alguns dirão que o realismo é o de menos numa editora na qual um magrelo gruda em paredes por conta de uma picada de aranha e em que um outro magrelo vira um brucutu verde em vez de ser vaporizado por uma explosão nuclear.</p>
<p>Mas isso é cosmético. No fim das contas, o grande elemento &#8220;realista&#8221; da <strong>Marvel</strong> é sua cronologia, a noção de que algo acontecido em uma história anterior vai ter ressonâncias e conseqüências na vida do personagem lá adiante. Exatamente como muitas vezes acontece no mundo &#8220;real&#8221;. O <strong>Edifício Baxter</strong> é mandado para o espaço pelo <strong>Aniquilador </strong>e explodido em pedaços? Bom, então o <strong><a href="http://www.marvel.com/universe/Fantastic_Four" target="_blank">Quarteto Fantástico</a></strong> vai ficar sem casa pelos próximos números. O <strong>Homem-Aranha</strong> perde o emprego? Vai ter de procurar outro e enfrentar dificuldades para pagar o aluguel. O <strong>Hulk </strong>destruiu uma cidade em uma transformação? Será caçado pelos próximos números por isso, e em outras circunstâncias isso será novamente mencionado. Realismo e cronologia, algo com que a DC nunca se preocupou muito até os anos 1970. Era mais comum que escritores criassem pequenas narrativas de ficção científica para o<strong> Super-Homem</strong> com base num elenco fixo de parâmetros abertos a interpretação. Mesmo seus poderes variavam muito de história para outra devido a essa natureza mais desconexa das histórias.</p>
<p>A <strong>Marvel </strong>não, a <strong>Marvel</strong> já se estabeleceu, por causa da própria direção dada por <strong>Stan Lee</strong> e <strong>Jack Kirby</strong> para seus heróis, como dependente da cronologia e tocando em temas mais &#8220;momentosos&#8221; e atuais do mundo chamado &#8220;real&#8221;: Guerra Fria em <strong>Homem de Ferro</strong>, corrida espacial e outra vez Guerra Fria em <strong>Quarteto Fantástico</strong>, minorias e mutação genética em<strong> X-Men</strong>, ecologia e questionamentos existenciais sessentistas em <strong>Surfista Prateado, </strong>direitos civis e lutas pela afirmação racial em <strong>Pantera Negra</strong> e assim por diante. A Marvel tinha histórias mais ligadas ao que de fato acontecia no mundo, e por isso se conectou melhor por muito tempo com uma geração que não tinha mais paciência para contos de fadas.</p>
<p>Tanto realismo não parecia combinar com a <strong>DC</strong>, e um indício disso é que nos psicodélicos anos 60 o <strong>Homem-Aranha</strong> via seu colega de quarto se afundar em drogas enquanto o <strong>Batman</strong>, um dos poucos personagens da DC que parecem funcionar em um registro realista, virava um barrigudinho de cinza na TV socando com onomatopéias vilões histéricos e coloridos. Mas esse realismo é também uma armadilha. O que era uma virtude enquanto <strong>Stan Lee</strong> escrevia praticamente sozinho números e mais números de todo um universo de heróis logo tornou-se um grande problema quando os escritores que assumiram depois tiveram idéias mirabolantes que DEVEM ser levadas em conta em histórias posteriores, ou ao menos consertadas. A Marvel até hoje lida com o problema de que os 40 anos de histórias do <strong>Homem-Aranha</strong>, por exemplo, foram vividos pelo personagem em um intervalo de tempo inferior a 10 anos. O que produz esquizofrenias interessantes: um <strong>Peter Parker</strong> nos anos 2000, por exemplo, ao evocar um flashback de sua namorada morta <strong>Gwen Stacy</strong>, vê uma elegante menina típica dos anos 1960, com minissaia, bota e faixa no cabelo.</p>
<p>E aí chegamos finalmente ao ponto que iniciou este artigo. A <strong>Marvel</strong> lida com o realismo em suas histórias, e tanto em literatura quanto em quadrinhos, realismo significa que o mundo e suas pressões vão AGIR sobre o personagem, provocando, em algum momento, uma transformação, uma síntese que se encaminha ora para a corrupção ora para a maturidade. Os personagens, no momento em que envelhecem, devem, numa ficção bem realizada, sintetizar essa passagem do tempo em sua psique, em sua personalidade – também é uma das coisas que se fez com muita propriedade no romance realista. Mas nos quadrinhos isso não acontece, talvez por não se ter muito bem estabelecido QUANTO tempo se passou desde a origem de um personagem até os dias que ele vive atualmente (a famigerada &#8220;saga do Clone&#8221; do <strong>Homem-Aranha</strong>, publicada de 1994 a 1996, tomava como ponto de partida uma história anterior na qual o vilão <strong>Chacal </strong>criava um clone do Aranha que lutava contra o herói. A história original foi publicada no nº 149 do Aranha americano, em 1976. E o intervalo de vinte anos entre as duas pontas da saga era descrito, nos quadrinhos como CINCO anos. Sim, <strong>20 anos em cinco</strong>. Nem Juscelino teria pensado nessa).</p>
<p>Os heróis da Marvel encenam uma maturidade superficial, mas as próprias histórias mostram que os quadrinhos não lidam com a realidade de modo adulto.</p>
<p>Não foi à toa que falei tanto no <strong>Homem-Aranha </strong>nas últimas linhas. Ele é o pretexto deste artigo.</p>
<p>Há duas décadas, decidiu-se que o <strong>Homem-Aranha</strong> teria sua identidade secreta conhecida pela supergata <strong>Mary Jane Watson</strong>. Depois ainda, decidiu-se que o Peter Parker CASARIA com Mary Jane (a mulher é ruiva, é uma top model, atriz de cinema e não se importa que você, que supostamente deveria ser o grande cientista do casal, use uma roupa vermelha e azul e ainda diga estar fantasiado de Aranha. Você não casaria?). Foi uma concessão superficial ao mundo adulto nas páginas da Marvel. Pessoas se casam. Mesmo conquistadores de vida problemática como Peter. Um sujeito que vive tentando esconder sua vida dupla do mundo teria, no fim das contas, a maior predisposição em casar com a garota legal que já sabe seu segredo, facilitaria uma relação baseada na honestidade.</p>
<p>Mas casamentos são, como vários outros tipos de associação voluntária da vida cotidiana moderna, pontuados por tédio e monotonia de tempos em tempos. Crises, brigas, até mesmo separações temporárias, e todas as vezes que elementos como esses davam as caras nos quadrinhos nos últimos 10 anos, a rejeição do público era devastadora. Isso, e o fato de que a vida de um solteiro parece um manancial de histórias melhores, na opinião do editor-chefe da Marvel, <strong>Joe Quesada</strong>, provocou uma pressão renitente nos últimos anos para que os roteiristas se livrassem de Mary Jane de uma vez para que novos interesses amorosos viessem a ser agregados nas tramas. Ok, é uma idéia imbecil, do meu ponto de vista, mas ainda assim, respeito. O que acontece para que acabe um casamento num mundo real &#8220;adulto&#8221; contemporâneo entre duas pessoas jovens e que não dependem financeiramente uma da outra?</p>
<p><strong>* Um dos dois pula a cerca e o casamento acaba muito mal</strong><br />
Alternativa complexa demais para o público dos quadrinhos. Peter ainda é aquele sujeito com moral e ombridade forjadas pelo Tio Ben, e mesmo que eu, como ficcionista amador, considere promissora a personalidade de um sujeito dividido entre um dilema ético amoroso e a tentativa de defender a ética e a Justiça como herói, talvez não pegasse bem. Assim como a moral sexual vigente não aceitaria bem se Peter fosse o corneado — ainda mais porque o escritor de Homem Aranha,<strong> J. Michael Straczinsky</strong>, JÁ publicou uma história na qual era revelado que Gwen havia corneado o Aranha com NORMAN OSBORN e tido gêmeos durante um período que passou na Europa, separada do herói (é sério). Herói azarado sim. Mas corno duas vezes, é demais.</p>
<p><strong>* Cada um vai para um lado e a relação desgastada faz com que se detestem</strong><br />
Perigoso, dado que Mary Jane SABE a identidade de Peter. Seria um problema narrativo constante, embora não necessariamente seja ruim, pensando bem. Uma ex-namorada fiadaputa que entregou a identidade do<strong> Demolidor</strong> foi o estopim de uma das melhores histórias do personagem, <strong><em>A Queda de Murdoch</em></strong>.</p>
<p><strong>* Cada um vai para um lado e a separação sem traumas faz com que fiquem amigos</strong><br />
Não vejo problema nenhum nessa alternativa. <strong>Peter</strong> é um sujeito altruísta. <strong>Mary Jane</strong>, uma garota legal. Por que não poderia ser assim? Ele teria nela uma amiga em quem ainda poderia confiar e sua identidade estaria a salvo. Havia até o clima propício para isso. Foragido devido às conseqüências da Guerra Civil, Peter estava arrastando Mary Jane e a Tia May como fugitivas de motel barato em motel barato. Barra pesadíssima e que providenciaria um pretexto dramático e verossímil para o fim da relação. Mary Jane não segurou a onda. Só. Mas depois de algum tempo, feridas curadas, ambos poderiam continuar amigos. Acontece todos os dias com milhares de pessoas. Por que não com o Aranha?</p>
<p>Não sei, mas a justificativa escolhida para o fim do casamento de Peter com Mary Jane não foi nenhuma dessas, não foi &#8220;realista&#8221;, não foi &#8220;adulta&#8221;, não foi nem conseqüente ou condizente com a cronologia. Na saga conhecida como <strong><em>One More Day</em></strong>, roteirizada por Straczinsky (e alterada por Quesada, de acordo com acusações do primeiro), <a href="http://www.marvel.com/universe/Parker%2C_May" target="_blank"><strong>Tia May</strong> </a>tomou um tiro e ficou à beira da morte (pela milésima vez). No momento de maior desespero do Aranha, apareceu<strong><span style="color:#ff0000;"> <a href="http://www.marvel.com/universe/Mephisto" target="_blank">Mefisto</a></span></strong>, o diabo oficial da editora, e ofereceu um pacto ao casal Parker: ele curaria a Tia May, mas o custo da vida da velhinha seria o fim do amor de ambos. Ambos aceitam a proposta (estranho que muito provavelmente May, se tivesse voto nessa decisão, diria que eles estavam fazendo uma burrice) e um belo dia Parker acorda solteiro, morando na casa da Tia May, ainda amigo do ressuscitado <strong><a href="http://www.marvel.com/universe/Harry_Osborn" target="_blank">Harry Osborn</a></strong>. Detalhe: durante a <strong><em>Guerra Civil</em></strong>, o Homem Aranha revelou sua identidade em cadeia nacional de televisão. E, embora as pessoas ainda lembrem disso, NINGUÉM MAIS LEMBRA quem era o homem por trás da máscara.</p>
<p>Pegou-se, portanto, um vilão que volta e meia tomava uma surra do <strong>Quarteto Fantástico</strong> e do <strong>Doutor Estranho</strong> e transformou-se o cara em alguém que com um estalar de dedos pode ressuscitar mortos e reformular a realidade, apagando pedaços inteiros da história. E tudo porque não se queria mais o Aranha casado. O mesmo velho cinema antigo de sempre: faça qualquer merda na condução de uma história, depois tire da cartola uma solução ex-machina furada, de preferência mágica ou pseudo-científica, reverta a bobagem e não toque mais no assunto rezando para que as pessoas esqueçam. Foi assim com a morte do <strong>Arqueiro Verde</strong>. Com a morte do <strong>Superman</strong>. Com o <strong>Batman</strong> aleijado por<strong> Bane</strong> nos anos 1990. Com <strong>Bruce Banner,</strong> que teve esclerose lateral amiotrófica (a mesma doença do Stephen Hawkings) e choramingou pelo seu destino durante um ano de histórias e depois foi simplesmente curado. Apele para o passe de mágica, a fantasia, o reiniciar do jogo de videogame que faz a cabeça de metade da moçadinha retardada de hoje.</p>
<p>O melhor de tudo foi ler a justificativa oferecida por Quesada em entrevista a um site americano:<br />
&#8220;<em>Se o Aranha envelhecer e morrer com nossos leitores, é isso _ ele estará acabado, nunca será o ídolo de futuros fãs. Se mantivermos o Aranha rejuvenescido e interessante para os fãs no horizonte, conseguimos não só isso, mas também o mantemos legal para quem acompanha suas aventuras há anos. Todo mundo vai ficar feliz com a decisão? Não, é claro que não — mas é como uma corrida de cavalos. No fim das contas, meu trabalho é manter estes personagens frescos e prontos para todo fã que aparecer</em>&#8220;.</p>
<p>Ou seja: você chefia editorialmente uma casa que se vende como produtora de histórias realistas e conectadas ao mundo real de uma forma que sua concorrente não consegue. Mas qualquer problema, saque uma solução mística-picareta da cartola e nivele o QI de seus leitores por baixo.</p>
<p>Dado que os quadrinhos de super-heróis continuam vendendo bem, e portanto parecem realmente uma mídia para debilóides estacionados em algum lugar entre a infância e a adolescência, quem pode dizer que ele está errado?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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