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	<title>memorias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/memorias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "memorias"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 00:22:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[No Calor da Vida]]></title>
<link>http://arvoredevida.wordpress.com/2009/11/27/no-calor-da-vida/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:17:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>um certo neto</dc:creator>
<guid>http://arvoredevida.wordpress.com/2009/11/27/no-calor-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[Dias cinzentos e frios trazem á memória outros dias&#8230; dias de calor e sol de um passado distant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dias cinzentos e frios trazem á memória outros dias&#8230; dias de calor e sol de um passado distante, de momentos que não vivemos, mas que ainda assim evocamos.</p>
<p>A recordação pode ser a preto e branco, mas a luz não deixa de ser irrepreensível. Faz lembrar os verões perfeitos e a alegria neles contida. O sorriso é momentâneo e intemporal, como se aquele instante nunca tivesse fim; Como se a vida fosse só um prelúdio para uma outra infinitamente mais perfeita e abundante; Como se viver o momento e ser feliz por ele fosse uma expressão de gratidão pela eternidade esperada.</p>
<p>Esta fotografia veio no meio de outras tantas descobertas recentemente. Foi tirada num dia de sol e calor, com os Avós no calor da vida. É perfeita.</p>
<div id="attachment_418" class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><a href="http://arvoredevida.wordpress.com/files/2009/11/avos_barco.jpg"><img class="size-full wp-image-418 " title="avos_barco" src="http://arvoredevida.wordpress.com/files/2009/11/avos_barco.jpg" alt="" width="449" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Um dia de sol e calor na Ria de Aveiro</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[porque eu chorei vendo chaves]]></title>
<link>http://foradream.wordpress.com/2009/11/27/porque-eu-chorei-vendo-chaves/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:10:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>henriquef</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lembro-me de uma vez eu que eu estava sozinho em casa. Pais foram viajar e eu fiquei na cidade porqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Lembro-me de uma vez eu que eu estava sozinho em casa. Pais foram viajar e eu fiquei na cidade porque tinha prova do cursinho (faz tempo). Aquele dia eu me sentia especialmente sozinho, solitário, sei lá. Sempre tive isso de me sentir sozinho, mas quando não tem ninguém por perto parece que o negócio acentua. Para me distrair, fui assistir TV e deixei no Chaves.</p>
<p>Lembro-me do episódio: o aniversário de Quico, com direito a festinha em casa, presentes, comes e bebes. Enquanto todos discutiam coisas inúteis, Chaves escondia alguns sanduíches em um saco de pão para mais tarde um pouco. Antes de terminar a festa, Florinda recomendou a seu filho que, ao fazer seu desejo, pedisse a sabedoria necessária para compartilhar as coisas com os outros. Um belo e nobre pedido, eu diria.</p>
<p>Lembro-me que ao fim do programa, Madruga e Chaves estão sentados juntos na escada que leva ao apartamento onde viria a morar Glória. Chaves abre o saco e tira os sanduíches, dividindo estes com Madruga que retribui o gesto compartilhando um copo de refresco.</p>
<p>Lembro-me de como eu chorei vendo essa cena. Uma cena simples, um simples gesto, mas no momento ela me pareceu uma cena tão bonita, tão forte, que, somando-se ao meu estado emocional, me fez chorar.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[perguntas sem resposta]]></title>
<link>http://foradream.wordpress.com/2009/11/27/perguntas-sem-resposta/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:09:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>henriquef</dc:creator>
<guid>http://foradream.wordpress.com/2009/11/27/perguntas-sem-resposta/</guid>
<description><![CDATA[Uma vez me perguntaram: “E se ela pedisse pra voltar com você, o que você ia responder?”. Confesso q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Uma vez me perguntaram: “E se ela pedisse pra voltar com você, o que você ia responder?”.</p>
<p>Confesso que à época em que me perguntaram eu respondi que voltava, mas por motivos circunstanciais daquele dia em específico. Mas hoje eu estava pensando a respeito dessa pergunta. Existe resposta pra essa pergunta?</p>
<p>Creio que não. Você pode até tentar responder, especular, mentir ou qualquer outra coisa, mas não existe resposta definitiva pra essa pergunta. Só existe um jeito de saber a resposta, e é quando ocorre a tal situação. Até lá, o gato está vivo e morto.</p>
<p>Existem outras perguntas que se encaixam nessa situação, por exemplo: “O que você faria se um ladrão apontasse a arma na sua cara”, ou “Se você estivesse segurando a pessoa X e a pessoa Y na beira do penhasco e só pudesse puxar uma, qual das duas você soltaria?”.</p>
<p>Perguntas sem resposta são perigosas. Elas deixam você pensativo e considerando mil possibilidades das quais apenas uma irá acontecer de fato, e você nunca talvez morra sem saber qual delas seria a escolhida. Dica, se alguém lhe fizer uma dessas perguntas, dê um belo soco na cara dele.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bons tempos]]></title>
<link>http://foradream.wordpress.com/2009/11/27/bons-tempos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:09:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>henriquef</dc:creator>
<guid>http://foradream.wordpress.com/2009/11/27/bons-tempos/</guid>
<description><![CDATA[Sabe, eu já fui feliz uma vez, no passado. Não foi quando eu tinha uma namorada, nem quando eu tinha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Sabe, eu já fui feliz uma vez, no passado.<br />
Não foi quando eu tinha uma namorada, nem quando eu tinha um emprego e dinheiro.</p>
<p>Não. Eu só fui feliz de verdade durante aquele breve período: os dias em que eu tinha um Corolla.</p>
<p>Não há como definir a felicidade de ter aquele carro. Andar a noite na estrada ouvindo o Acústico MTV dos Engenheiros do Hawaii, trabalhar todo dia cedo com ele, dar aquele rolê dirigindo devagar em uma manhã de domingo, ir pra um churrascão em um sítio. Tudo isso me trazia felicidade. Atrás daquele volante eu era plenamente feliz.</p>
<p>Ah, e as mulheres. A admiração delas por aquele carro. Lembro-me até hoje da oportunidade que tive de levar minha supervisora &#8211; uma loiraça no sentido amplo do termo &#8211; até o shopping porque ela precisava chegar rápido ao banco ou ia dar merda. Lembro de como ela foi desde a porta da empresa até o shopping falando sobre como ela admirava o Corolla, sobre como aquele carro era o carro dos sonhos dela. Ouvi a mesma relatar também um dia triste de sua vida: em uma tarde qualquer, acabou acertando a traseira de um Corolla com seu humilde Corsinha. Parecia mais triste por ter arregaçado o Corolla do que pelos danos causados ao seu automóvel. Coisa triste.</p>
<p>Lembro também de uma vez que estava saindo da empresa, andando pela calçada com as gurias do trampo, e me despedi das mesmas bem antes do trajeto costumeiro, destravando as portas do carro com o controle do alarme. Só de lembrar da cara de admiração das gurias aeuhaeuihihea. Bons tempos.</p>
<p>Eu era feliz, e eu sabia disso. Uma pena que meu pai não dava a mínima e vendeu o carro.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Esquilos do Mar Morto???]]></title>
<link>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/27/os-esquilos-do-mar-morto/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:03:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunosamuel</dc:creator>
<guid>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/27/os-esquilos-do-mar-morto/</guid>
<description><![CDATA[Falam que vc esta fluente numa lingua estrangeira quando: Vc sonha naquela lingua Vc consegue ouvir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Falam que vc esta fluente numa lingua estrangeira quando:</p>
<ul>
<li>Vc sonha naquela lingua</li>
<li>Vc consegue ouvir radio com noticias SEM BATER O CARRO</li>
<li>Vc consegue assistir Stand-up Comedy e rir (nao vale na Inglaterra, pois o humor britanico nao eh referencia&#8230;)</li>
</ul>
<p>Me sinto capaz de dizer, hoje, que sou fluente em ingles. Vivo sonhando em ingles (nos meus sonhos eu nao tenho sotaque, e nao erro NADA). Assisto stand-up comedy e me divirto, principalmente o Peter Russell: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Jg-fiNGkKsw">http://www.youtube.com/watch?v=Jg-fiNGkKsw</a>. Finalmente, eu ouco (e compreendo) a CBC Radio 1, uma radio muito boa de noticias, sempre que vou de carro para o trabalho.</p>
<p>Contudo, hoje aconteceu algo que me fez questionar minha fluencia na lingua (ou minha estupidez).</p>
<p>Enquanto falava dos eventos na cidade, a radialista (canadense, nem posso usar um sotaque esquisito como desculpa) estava comentando a respeito de uma nova exposicao no Royal Ontario Museum. Achei esquisito uma exposicao sobre esquilos, mas&#8230; sei la, tem tanto aqui, de repente fizeram uma exposicao de esquilos mortos em diferentes posicoes, tipo aquele BodyWorlds: <a href="http://www.bodyworlds.com">http://www.bodyworlds.com</a></p>
<p>A coisa ia complicando a medida que ela falava da exposicao: &#8220;que diacho tem a ver esses esquilos do Mar Morto?&#8221; pensava eu na minha santa ingenuidade (ou imbecilidade). &#8220;Tem esquilo no Mar Morto? Po, os bichos vao cozinhar por la!&#8221;.</p>
<p>Fiquei com aquilo na cabeca ate que vi um outdoor sobre a exposicao: &#8220;Dead Sea Scrolls&#8221;, e nao &#8220;Dead Sea Squirrels&#8221;, como eu tinha ouvido. Para os que moram no exterior: a pronuncia eh parecida, nao eh???</p>
<div id="attachment_412" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/dead_see_squirrels.jpg"><img class="size-full wp-image-412" title="dead_see_squirrels" src="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/dead_see_squirrels.jpg" alt="Dead See Scrolls" width="600" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;Dead Sea Squirrels: Uma exposicao sobre os coitadinhos animais que morreram de calor no mar morto!&#34; Curador: a besta do Bruno! </p></div>
<p>A palavra &#8220;Scrolls&#8221; nao me ajudou muito, mas a foto ajudou&#8230; Pelo menos deu para juntar o Mar Morto, a foto de umas coisas que pareciam escrituras, e a similaridade da palavra &#8220;Scrolls&#8221; com &#8220;Escrituras&#8221;. Bingo! &#8220;Os Manuscritos do Mar Morto&#8221;, ou &#8220;As Escrituras do Mar Morto&#8221;!</p>
<p>Faz mais sentido do que &#8220;Os Esquilos do Mar Morto&#8221;, ne???</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Música (Passaram 15 Anos Na 3ª Feira) Do Umbigo]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2009/11/26/a-musica-passaram-15-anos-na-3%c2%aa-feira-do-umbigo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 23:40:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/2009/11/26/a-musica-passaram-15-anos-na-3%c2%aa-feira-do-umbigo/</guid>
<description><![CDATA[Queen, Another One Bites the Dust/Hammer to Fall]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rNQRfBAzSzo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/rNQRfBAzSzo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/hjyka1gkodo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/hjyka1gkodo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">Queen, <em>Another One Bites the Dust</em>/<em>Hammer to Fall</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alas con Puntas... Javier Guerra]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/26/alas-con-puntas-javier-guerra/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:44:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/26/alas-con-puntas-javier-guerra/</guid>
<description><![CDATA[Javier Guerra (Isla de la Juventud, 1969) es egresado de la Escuela Elemental de Arte de la Isla de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tc-fewi4Fgo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/tc-fewi4Fgo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;"><strong><span style="color:#ff0000;">Javier Guerra </span></strong>(Isla de la Juventud, 1969) es egresado de la Escuela Elemental de Arte de la Isla de la Juventud (1984) y de la Escuela Nacional de Arte (1988). Tiene en su haber más de quince exposiciones personales en Cuba, Estados Unidos y España. Ha participado en numerosas exposiciones colectivas en Cuba, Estados Unidos, España, México, Venezuela y otros países. En el año 2000 obtuvo el Primer Premio en el Salón de Arte Erótico que convoca la galería La Acacia. Intervino en obras de carácter social, ambientaciones, murales conmemorativos, diseños y escenografías. Ha sido jurado en diferentes eventos y salones nacionales. Obras suyas aparecen en diferentes publicaciones nacionales y extranjeras. Parte de su creación integra colecciones institucionales y privadas de Cuba y otros países.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[de Fito Paez en el Festival de La Habana...]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/26/de-fito-paez-en-el-festival-de-la-habana/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:24:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/26/de-fito-paez-en-el-festival-de-la-habana/</guid>
<description><![CDATA[La noticia circula, despega desde Buenos Aires rumbo a La Habana, y es que regresa con música e imág]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/fito-paez-naturaleza-sangre-del-2003-delantera.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2780" title="Fito-Paez-Naturaleza-Sangre-Del-2003-Delantera" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/fito-paez-naturaleza-sangre-del-2003-delantera.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">La noticia circula, despega desde <strong>Buenos Aires</strong> rumbo a <strong>La Habana</strong>, y es que regresa con música e imágenes, otra vez al Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, la figura entrañable de <strong><span style="color:#99cc00;">Fito Páez. </span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Solo que ahora, además de la presencia del cantautor rioplatense, llega un documental sobre su obra, <span style="color:#ffff99;"><strong><span style="color:#ffff99;">&#8220;Las manos al piano&#8221;</span></strong></span>, del realizador Fernando Rubio, filme que “registra el proceso de composición y grabación de un álbum de Fito Páez”, y que se proyectará en la capital cubana.</p>
<p style="text-align:justify;">Con este largometraje comenzó la productora argentina Rosstoc, del también conocido actor Gastón Pauls, (recordemos su película “Nueces para el amor”, junto a Ariadna Gil o su rol, protagónico en la de Tristán Bauer: “Iluminados por el fuego”).</p>
<p style="text-align:justify;">Originalmente, el documental se produjo para trasmitirse por televisión, pero la alta calidad y definición alcanzadas, llevó a realizadores y productores a decir su exhibición en las salas de cine.</p>
<p style="text-align:justify;">“Las manos al piano” sigue las huellas de Fito, desde su natal Rosario, para estructurar el album, producido en el 2007, y que se afirma “marcó para los críticos el regreso de Páez a su esencia, con temas en los que sólo estaba acompañado por un piano y con letras de fuerte carga autobiográfica.”</p>
<p style="text-align:justify;">Junto al cantor, para presentar este nuevo filme que él protagoniza, estarán también en La Habana el propio Gastón Pauls y el director del documental, Fernando Rubio.</p>
<p style="text-align:justify;">Vuelve a sumergirse Páez entre imágenes y música en el Festival del NCL, en el que se ha presentado no solo desde la canción y los conciertos, sino con sus propias obras, documentales, videos y largos de ficción, y que nos traen su espigada y quijotesca presencia, en esa doble articulación de una obra artística que, desde hace muchos años, no solo se expresa con corcheas sino con la fuerza del audiovisual contemporáneo.</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#808080;">Uriel Medina en cubasí.cu</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fala Serio!]]></title>
<link>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/26/fala-serio/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:56:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulohala</dc:creator>
<guid>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/26/fala-serio/</guid>
<description><![CDATA[A gente nao vinha ao Brasil ha algum tempo&#8230;o pais mudou muuuito. Acho que eh a famosa teoria d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A gente nao vinha ao Brasil ha algum tempo&#8230;o pais mudou muuuito. Acho que eh a famosa teoria do &#8220;Ta Bombando&#8221;. Eh Copa do Mundo de 2014, Olimpiadas de 2016 (no escuro pelo jeito que a coisa vai no RJ). Ateh o Obama jah chamou o Lula de &#8220;The Man&#8221;(Te)&#8230;</p>
<p>To estranhando muito este novo Brasil:</p>
<p>Carro bom: Hyundai!!!??? Isso mesmo, voce querido leitor que vive no exterior. No Brasil de hoje carro bom eh Hyundai. O carro que custa US$ 15 mil nos EUA e voce nao compra nem se te oferecerem pela metade do valor, custa R$ 80 mil no Brasil e todo mundo acha o maximo!!!  Acho que eu perdi alguma coisa&#8230;</p>
<p>Comida: a comida esta carissima. O pao de queijo da foto do post anterior custou R$ 6 !!!! Um cafe pode chegar a R$ 4! Panetone a R$ 18. Almoco pra 2 chega a R$100!!! Eh mais barato comer em Londres!!</p>
<p>Havaianas: R$ 24 (se for com Cristais Swarovski chega a R$ 250). Havaianas com Cristais Swarovski eh o cumulo da segmentacao!</p>
<p>Gasolina: R$ 2.70 o litro!!! Tambem preco de Londres&#8230;mas a Inglaterra nao eh auto-suficiente em Petroleo&#8230;</p>
<p>iPhone: R$ 2.000,00!!!! E todo mundo tem um!</p>
<p>Agora, fala serio, nunca pensei que ia ver tamanha sofisticacao em Fast Food na minha vida:</p>
<div id="attachment_407" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/img_0271.jpg"><img class="size-full wp-image-407 " title="IMG_0271" src="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/img_0271.jpg" alt="" width="614" height="819" /></a><p class="wp-caption-text">A batata do Brasil ta assando...mas com recheio de CAVIAR!!!</p></div>
<p>Nem na Harrods tinha visto tamanha sofisticacao: Boutique Baked Potato!!?? Recheio de Caviar! Fala Serio!!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudanças]]></title>
<link>http://blogdomah.wordpress.com/2009/11/26/mudancas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:05:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>geralivres</dc:creator>
<guid>http://blogdomah.wordpress.com/2009/11/26/mudancas/</guid>
<description><![CDATA[Pessoas, tenho um assunto importante pra vcs que acessam meu blog regularmente&#8230;.. estou de mud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Pessoas, tenho um assunto importante pra vcs que acessam meu blog regularmente&#8230;.. estou de mudança&#8230;.. Vida nova, rrss blog novo&#8230;.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Bom gente deixe-me explicar porque estou de mudança&#8230;. O tempo que escrevi aqui no WordPress foi muito bom&#8230;.porém o blogspot me ofereceu muitas possibilidades que eu sempre quis&#8230; como por exemplo postar vídeos com muita facilidade&#8230;. ferramentas mais apuradas e maior espaço de armazenamento&#8230;. gosto da simplicidade deste blog&#8230; porém agora eu quero mais&#8230; não vou fazer como aqueles blogs do blogspot que lotam a tela com milhões de ferramentas e vc ao navegar sente-se mergulhado numa montanha de entulho&#8230; não, nada disso&#8230;. permanecerei com meus textos como minha maior riqueza dentro do blog&#8230; mas pretendo colocar vídeos exclusivos&#8230; mais fotos&#8230;. acho que vai ser bacana&#8230;..</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Desde meu primeiro blog (</strong><a href="http://www.atos2.flogbrasil.com.br"><strong>www.atos2.flogbrasil.com.br</strong></a><strong>) meu sonho era ter um lugar na internet onde eu pudesse colocar meus textos, fotos e vídeos num mesmo lugar organizado e com facilidade&#8230; acho que o blogspot vai me proporcionar uns 70% do que procuro..rsss </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Bem por isso c vc quiser continuar acompanhando meus pensamentos e loucuras&#8230;.. Veja o novo blog&#8230;&#8230; este para por aqui&#8230; obrigado pelos mais de 5000 acessos desde o lançamento!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Marcelo blogando.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>NOVO BLOG: </strong></p>
<h1 style="text-align:center;"><a href="http://www.atosdomah.blogspot.com">www.atosdomah.blogspot.com</a></h1>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saudade...]]></title>
<link>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/26/saudade/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:06:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulohala</dc:creator>
<guid>http://paulohala.wordpress.com/2009/11/26/saudade/</guid>
<description><![CDATA[A gente ouve desde crianca que a palavra Saudade soh existe na Lingua Portuguesa. Eh verdade mesmo, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A gente ouve desde crianca que a palavra Saudade soh existe na Lingua Portuguesa. Eh verdade mesmo, a gente nao consegue descrever este sentimento de maneira alguma, seja em Ingles, Espanhol, Italiano. Quem jah nao tentou explicar pra um amigo de outro pais o significado desta palavra?  !</p>
<p>Estamos no Brasil ha quase 2 semanas e jah matamos as saudades dos pais, das maes, dos irmaos, dos amigos, do churrasco, da pizza, do panetone Bauducco, do curau, da pamonha, do arroz e feijao da mae, do frango com requeijao da sogra. Matamos a saudade de excelentes medicos e dentistas idem! Matamos a saudade do verao durante a primavera&#8230;deu ate saudades da Inglaterra (Brincadeirinha&#8230;Inglaterra e Saudades nao cabem na mesma frase) <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora eu acho que encontrei uma maneira de explicar saudades pros gringos: o Pao de Queijo!</p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a href="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/img_0251.jpg"><img class="size-full wp-image-401 " title="IMG_0251" src="http://paulohala.wordpress.com/files/2009/11/img_0251.jpg" alt="" width="614" height="819" /></a><p class="wp-caption-text">Ai..Ai...Ja to com Saudades do Paozinho de Queijo!</p></div>
<p>Da proxima vez que voce for tentar explicar Saudades pra um amigo gringo, mostre esta foto de Pao de Queijo. Ele nao vai entender nada na hora, vai achar que voce eh louco. Mas um dia ele vai ter a oportunidade de experimentar esta gostosura aqui no Brasil, e quando voltar pra casa vai sim morrer de saudades!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempo bom...]]></title>
<link>http://ejdo.wordpress.com/2009/11/26/tempo-bom/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:26:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
<guid>http://ejdo.wordpress.com/2009/11/26/tempo-bom/</guid>
<description><![CDATA[Quem poderia imaginar, naquele tempo, os rumos que iriam tomar nossas vidas. Nesta foto, a única coi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://ejdo.wordpress.com/files/2009/11/blog_00011.jpg"><img class="size-full wp-image-41 aligncenter" title="blog_0001" src="http://ejdo.wordpress.com/files/2009/11/blog_00011.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p>Quem poderia imaginar, naquele tempo, os rumos que iriam tomar nossas vidas. Nesta foto, a única coisa que nos preocupávamos é quando íamos chegar para comer! rsrsrsrsrsrs</p>
<p>Hoje, todos casados, alguns já são pais&#8230;.e o mais importante, ainda amigos!</p>
<p>Se não me engano estas fotos foram tiradas em Fev/88 &#8211; Em Peruíbe-SP indo para acampar na Juréia</p>
<p><a href="http://ejdo.wordpress.com/files/2009/11/blog_0002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-44" title="blog_0002" src="http://ejdo.wordpress.com/files/2009/11/blog_0002.jpg" alt="" width="500" height="302" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma música para o último adeus]]></title>
<link>http://mayaraujo.wordpress.com/2009/11/25/uma-musica-para-o-ultimo-adeus/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mayara Carol Araujo</dc:creator>
<guid>http://mayaraujo.wordpress.com/2009/11/25/uma-musica-para-o-ultimo-adeus/</guid>
<description><![CDATA[Todo mundo tem aquelas músicas que gostaria de ouvir em seu enterro, ainda que, pela lógica, nós não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Todo mundo tem aquelas músicas que gostaria de ouvir em seu enterro, ainda que, pela lógica, nós não estejamos lá para ouvir. De qualquer modo, é sempre bom deixar umas coisas registradas antes de partir, como se é ou não doador de órgãos (Por sinal, SOU DOADORA!), para quem deixará suas coisas e como quer que ocorram os cerimoniais da despedida.</p>
<p style="text-align:justify;">O assunto é um tanto funebre, mas necessário. Eu penso nisso. Penso sempre, se querem saber. Já escrevi testamentos algumas vezes até, nada sério, nada publicável. Mas penso quem serei eu quando for embora, como as pessoas lembrarão de mim, por que feitos, que frases, músicas, sabores&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Eu lembraria de mim se visse bons desenhos, pintores como <em>Frida Kahlo</em> e <em>Goya</em>; se ouvisse <em>Kings of Leon</em> e comesse comida chinesa. Lembraria de mim se assistisse <em>Peixe Grande e outras Histórias</em>, do Burton, por que o enterro do velho protagonista é exatamente como eu espero que seja o meu: todas as pessoas com quem ele contracena no filme, todos os amigos que fez ao longo da trajetória, vão ao bosque assistir sua partida. <!--more--> Eu queria que todos estivessem lá e queria que esta música (aí embaixo) tocasse. Ouvi ao acaso, esses dias de madrugada, como trilha sonora de um seriado, e vi que nunca tinha prestado atenção à letra, ela resumiria bem umas palavras finais de defunto.</p>
<p style="text-align:justify;">A música é Dream On, do Aerosmith</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qzTZ76vhnKk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/qzTZ76vhnKk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<table id="tbl_traducoes" style="text-align:justify;">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<h3>Dream On</h3>
</td>
<td>
<h3>Sonhe</h3>
</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Every time that I look in the mirror</td>
<td>Toda vez que me olho espelho</td>
</tr>
<tr>
<td>All these lines in my face gettin&#8217; clearer</td>
<td>Todas estas linhas no meu rosto aparecendo.</td>
</tr>
<tr>
<td>The past is gone</td>
<td>O passado se foi,</td>
</tr>
<tr>
<td>It went by like dusk to dawn</td>
<td>Passou como o crepúsculo à aurora.</td>
</tr>
<tr>
<td>Isn&#8217;t that the way?</td>
<td>Não é assim?</td>
</tr>
<tr>
<td>Everybody&#8217;s got their dues in life to pay</td>
<td>Todo mundo tem que pagar suas dívidas na vida.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>I know, nobody knows</td>
<td>Eu sei que ninguém sabe</td>
</tr>
<tr>
<td>Where it comes and where it goes</td>
<td>De onde vem e para onde vai.</td>
</tr>
<tr>
<td>I know it&#8217;s everybody&#8217;s sin</td>
<td>Eu sei que é o pecado de todo mundo</td>
</tr>
<tr>
<td>You got to lose to know how to win</td>
<td>É preciso perder para saber vencer.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Half my life&#8217;s in books&#8217; written pages</td>
<td>Metade da minha vida está escrita em páginas de livros.</td>
</tr>
<tr>
<td>Lived and learned from fools and from sages</td>
<td>Vivi e aprendi dos tolos e dos sábios.</td>
</tr>
<tr>
<td>You know it&#8217;s true</td>
<td>Você sabe que é verdade,</td>
</tr>
<tr>
<td>All the things</td>
<td>Todas as coisas que você faz</td>
</tr>
<tr>
<td>Come back to you</td>
<td>Voltam para você.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(2x)</td>
<td>(2x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the year</td>
<td>Cante pelos anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the laughter n&#8217; sing for the tear</td>
<td>Cante pelo riso e cante pelas lágrimas,</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>If it&#8217;s just for today</td>
<td>Se for apenas por hoje,</td>
</tr>
<tr>
<td>Maybe tomorrow the good lord will take you away</td>
<td>Talvez amanhã o bom senhor o levará.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(3x)</td>
<td>(3x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>Dream until your dream comes true</td>
<td>Sonhe até que seu sonho se realize.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(3x)</td>
<td>(3x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>And dream until your dream comes true</td>
<td>E sonhe até que seu sonho se realize.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(7x)</td>
<td>(7x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Dream on</td>
<td>Sonhe</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>(2x)</td>
<td>(2x)</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the year</td>
<td>Cante pelos anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing for the laughter n&#8217; sing for the tear</td>
<td>Cante pelo riso e cante pelas lágrimas,</td>
</tr>
<tr>
<td>Sing with me</td>
<td>Cante comigo</td>
</tr>
<tr>
<td>If it&#8217;s just for today</td>
<td>Se for apenas por hoje</td>
</tr>
<tr>
<td>Maybe tomorrow the good lord will take you away</td>
<td>Talvez amanhã o bom senhor o levará.</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preparan edición cubana de novela de Padura “El hombre que amaba a los perros”...]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/25/preparan-edicion-cubana-de-novela-de-padura-%e2%80%9cel-hombre-que-amaba-a-los-perros%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 09:11:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/25/preparan-edicion-cubana-de-novela-de-padura-%e2%80%9cel-hombre-que-amaba-a-los-perros%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[La más reciente novela del escritor cubano Leonardo Padura, El hombre que amaba a los perros, tendrá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/leonardo-padura_cuba_01-580x435.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2770" title="leonardo-padura_cuba_01-580x435" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/leonardo-padura_cuba_01-580x435.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">La más reciente novela del escritor cubano <strong><span style="color:#99cc00;">Leonardo Padura</span></strong><em>, </em><strong><span style="color:#ffffff;">El hombre que amaba a los perros</span></strong>, tendrá su edición cubana con el sello de Ediciones Unión y deberá salir de imprenta en la Isla el próximo verano, afirmó su autor.</p>
<p style="text-align:justify;">Padura, quien leyó partes de la novela en un encuentro con sus lectores este martes en la sede de la Unión de Escritores y Artistas de Cuba (<span style="color:#ffff99;">UNEAC</span>), aseguró que la editorial cubana está trabajando ya el texto.</p>
<p style="text-align:justify;">“Tengo un acuerdo de exclusividad con Tusquets Editores -la editorial de Barcelona que publica en primicia todos sus libros-, que no impide publicar la novela en Cuba, pero nos pide esperar un tiempo después de su salida en España, pues aquí los lectores la compran a 20 pesos cubanos -menos de un dólar- y eso es un mal negocio”, bromeó.</p>
<p style="text-align:justify;">El escritor anticipó detalles de su nueva obra y de la investigación que sustenta <em>El hombre que amaba a los perros</em>, cuya esencia, dijo, “es que la utopía sigue siendo necesaria (…) La utopía es lo que suspira debajo de todas las historias de esta novela”.</p>
<p style="text-align:justify;">Contó que este es una historia que se desarrolla en Rusia, Turquía, Francia, Noruega, Estados Unidos, México y Cuba, pero “es un libro escrito desde aquí, desde la perspectiva cubana, desde mi visión como cubano”.</p>
<p style="text-align:justify;">Evocó las impresiones que tuvo durante su primera visita, en octubre de 1989, un mes antes de la caída del muro de Berlín, a la casa donde vivió y fue asesinado <strong>León Trotski</strong> en Coyoacán, México.</p>
<p style="text-align:justify;">Recordó que para la mayoría de los cubanos de su generación el líder soviético, figura clave junto a Lenin en la Revolución de Octubre, era un hombre prácticamente desconocido.</p>
<p style="text-align:justify;">La historia central de la novela recrea los preparativos y el asesinato en México de Trotski a manos del español <span style="color:#ffff99;">Ramón Mercader</span>, como final de una oscura trama urdida por Stalin. Pero la novela comienza en el 2004, cuando Iván, aspirante a escritor y veterinario de segunda en La Habana, reconstruye la historia que le había contado en 1977 un enigmático hombre que paseaba por la playa a dos galgos rusos y que le confiesa detalles de la vida de Mercader, también conocido como Jacques Monard.</p>
<p style="text-align:justify;">La trama gira, afirmó Padura, alrededor de la misteriosa figura del asesino, quien vivió en Cuba desde 1974 hasta 1978, y está enterrado en un cementerio en las afueras de Moscú.</p>
<p style="text-align:justify;">Contó las dificultades que entrañó la búsqueda de fuentes confiables sobre Ramón Mercader, pues durante muchos años “el hombre que amaba a los perros” vivió en el anonimato. “Las personas que se relacionaron con él en Cuba no sabían de quién se trataba… Todo el testimonio que tengo de él en la Isla es oral”, aseguró.</p>
<p style="text-align:justify;">En la UNEAC, los escritores Reinaldo Montero y Rafael Acosta de Arriba antecedieron en la palabra a Padura e hicieron sendas presentaciones de esta novela, “un libro sencillamente estremecedor”, al decir de Rafael Acosta.</p>
<p style="text-align:justify;">Leonardo Padura (La Habana, 1955) es uno de los más importantes escritores cubanos, con gran notoriedad por sus novelas de misterio protagonizadas por el detective Mario Conde. También, por sus extraordinarios reportajes periodísticos en el diario <em>Juventud Rebelde</em> en la década del 80 del siglo pasado, sus cuentos y ensayos, y por una obra de plena madurez literaria, <em>La novela de mi vida</em>, donde la figura central es el poeta cubano José María Heredia.</p>
<p style="text-align:right;">Fuente: cubadebate</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bom Dia]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2009/11/25/bom-dia-180/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 08:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/2009/11/25/bom-dia-180/</guid>
<description><![CDATA[Coyote e Road Runner]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fUq9hynzCVo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/fUq9hynzCVo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">Coyote e Road Runner</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estrenarán en Festival de La Habana el documental 'Che. Un hombre nuevo'...]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/estrenaran-en-festival-de-la-habana-el-documental-che-un-hombre-nuevo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:53:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/estrenaran-en-festival-de-la-habana-el-documental-che-un-hombre-nuevo/</guid>
<description><![CDATA[La Habana. Un documental que muestra un Che Guevara &#8220;humano&#8221;, con filmaciones inéditas d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/che-jov.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2765" title="che-jov" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/che-jov.jpg" alt="" width="450" height="411" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>La Habana</strong><em>.</em> Un documental que muestra un <em>Che</em> Guevara &#8220;humano&#8221;, con filmaciones inéditas de su &#8220;vida íntima y amorosa&#8221;, será estrenado en Cuba en el 31 Festival de Cine de La Habana, del 3 al 13 de diciembre, anunció este martes el presidente del evento, Alfredo Guevara.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Vamos a ver otro <em>Che</em>, un Che que siempre es soñado&#8221;, expresó Guevara, quien fue amigo personal del revolucionario argentino-cubano, en referencia al largometraje <strong><span style="color:#99cc00;">Che. Un hombre nuevo</span></strong><span style="color:#99cc00;">,</span> del argentino <strong>Tristán Bauer</strong>, que se presentará el 7 de diciembre en &#8220;estreno mundial&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Los que estuvimos cerca del <em>Che</em> como amigos, sabemos que el <em>Che</em> era lo que era: el guerrillero, el exigente -a veces ácido, eso nunca se dice- pero al mismo tiempo de una humanidad infinita&#8221;, dijo el cineasta, fundador del Festival y del Instituto Cubano de Cine (ICAIC).</p>
<p style="text-align:justify;">Añadió que &#8220;al fin&#8221; la viuda de Ernesto Che Guevara, Aleida March, &#8220;que ha sido muy discreta en muchos años, sacó papeles, filmaciones, sobre todo filmaciones en que podemos ver al Che en su vida íntima, en su vida amorosa&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Bauer, autor del filme <em>Iluminados por el fuego</em> ganador del Festival en 2005 y de los documentales <em>Cortázar</em> (1994) y <em>Evita, la tumba sin paz</em> (1997), trabajó en el proyecto más de una década y tuvo acceso a archivos secretos del ejército de Bolivia -que ejecutó al <em>Che</em> en octubre de 1967- y a los del Centro de Estudios <em>Che</em> Guevara, de Cuba.</p>
<p style="text-align:justify;">El director del Festival, Iván Giraud, informó que se gestiona la presentación del documental del cineasta Oliver Stone, que contiene entrevistas con el líder cubano Fidel Castro y los presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Correa (Ecuador) y Evo Morales (Bolivia). &#8220;Hay muchas posibilidades&#8221;, dijo.</p>
<p style="text-align:justify;">En el evento competirán 104 películas en los diferentes géneros, seleccionadas de mil 723 presentadas; muestras latinoamericanas, cine alemán, español, italiano, noruego y polaco, dijo Giroud.</p>
<p style="text-align:justify;">También habrá una presentación especial de <em>Sin mapa</em>, un documental del multipremiado dúo puertorriqueño Calle 13.</p>
<p style="text-align:justify;">Además se realizarán tres seminarios, entre ellos &#8220;La esclavitud en el siglo XXI, ¿cómo es posible?&#8221;, que tendrá como colofón &#8220;una plegaria abierta (&#8230;) por el fin de la esclavitud de los niños y el trabajo infantil en este siglo, en la Catedral de La Habana&#8221;, el 10 de diciembre, dijo Guevara.</p>
<p style="text-align:justify;">tomado de la jornada</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Música (Gelada) Do Umbigo]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2009/11/24/a-musica-gelada-do-umbigo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:52:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/2009/11/24/a-musica-gelada-do-umbigo/</guid>
<description><![CDATA[Tubeway Army, Are Friends Electric?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Uu6MDdxBork&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Uu6MDdxBork&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">Tubeway Army, <em>Are Friends Electric?</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[de Maraca &amp; The Monterey Latin Jazz All Stars...]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/de-maraca-the-monterey-latin-jazz-all-stars/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:13:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/de-maraca-the-monterey-latin-jazz-all-stars/</guid>
<description><![CDATA[Esta ultima creación de Maraca que se presentará en el marco del magnifico Gran Teatro de La Habana ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/maraca.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2760" title="maraca" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/maraca.jpg" alt="" width="450" height="299" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Esta ultima creación de<strong> Maraca</strong> que se presentará en el marco del magnifico <strong><span style="color:#99cc00;">Gran Teatro de La Habana</span></strong> el próximo martes <span style="color:#ff0000;"><strong>12 de Enero del 2010</strong></span> es un todo estrellas del jazz latino que cuenta con algunos de los mejores exponentes del género de Puerto Rico, Estados-Unidos y Cuba, como Giovanni Hidalgo a las congas, Horacio “El Negro” Hernández a la batería, David Sánchez en el saxofón tenor, y por supuesto Maraca en las flautas, acompañado por destacados jazzistas Cubanos de la talla de Harold López-Nussa al piano y Reinaldo “Molote” Melián en las trompeta y fliscornio, Feliciano Arango en el bajo y contrabajo acústico, Yusef Díaz en los teclados, y la prestigiosa Orquesta de Cámara de La Habana, bajo la dirección del Maestro <strong><span style="color:#ffff00;">Iván del Prado</span></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">El repertorio, instrumental, propone versiones libres de la obra de grandes compositores clásicos Cubanos del final del siglo XIX , y del siglo XX, tales como Ernesto Lecuona, Ignacio Cervantes, Guido López-Gavilán, con arreglos modernos de Maraca desde una perspectiva jazzistica, así como estándares de jazz y composiciones originales de Maraca, abarcando desde danzones, baladas, latín jazz, afro, bossa-novas, danzas y contra-danzas, orientadas plenamente hacia la improvisación individual y colectiva en su sentido mas abarcador, y con un concepto definitivamente anclado a la modernidad .<br />
Este concierto, auspiciado por el Instituto Cubano de la Música, será grabado a multi-pistas y filmado por un equipo de producción profesional</p>
<p style="text-align:right;">visto en facebook</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[del cine cubano... Karel Ducases]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/del-cine-cubano-karel-ducases/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:52:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/del-cine-cubano-karel-ducases/</guid>
<description><![CDATA[Le conocimos cuando aún era estudiante y llevaba de peña en peña su primer gran trabajo documental. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/dsc03591.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2743" title="DSC03591" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/dsc03591.jpg?w=300" alt="" width="210" height="158" /></a>Le conocimos cuando aún era estudiante y llevaba de peña en peña su primer gran trabajo documental. Fue en el Pabellón Cuba, junto a Arema, que nos dimos unos buches de algo que no queremos ni recordar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#99cc00;">Karel Ducases Manzano</span></strong>, creador, y uno de nuestros mejores jóvenes realizadores dentro de la escena del  audiovisual cubano.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde el año 1999 trabaja en el ICRT (Instituto Cubano de Radio y televisión), en el año 2000 ingresa en el Dpto. de <span style="color:#ff6600;">Animación</span>, perteneciente a la División de Programas para Niños Y Jóvenes, donde se ha desempeñado como Guionista, Productor de Control, Productor asistente, Asistente de Dirección y Director de Dibujos animados, acumulando 10 años de experiencia en el mundo de la Animación. Es también guionista del programa televisivo para jóvenes “Conexión&#8221;. En el 2005 realizó el documental <strong>“Zona de Silencio”</strong>. Obra que ha participado desde el 2008 en 35 Festivales y Muestras de 15 países, ha recibido 5 premios y ha sido exhibido por los Canales 41 y 23 de la Televisión de Estados Unidos, los Sitios digitales Youtube.com y CanalDocumental.com, y seleccionado junto a otros Documentales de la Facultad de Comunicación Audiovisual del ISA, para ser promovido por la UNESCO.</p>
<p style="text-align:justify;">Hemos dialogado con él y le hemos planteado algunas cuestiones para reflexionar en torno a ellas. Por cuestiones de espacio lo hemos dividido en dos partes, aquí os ofrecemos la primera. <span style="color:#333333;">……………………….</span><span style="color:#ccffff;"><strong><span style="color:#ccffff;">elTaburete</span></strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/karelducases.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2738" title="KARELDUCASES" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/karelducases.jpg" alt="" width="450" height="170" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;">Karel, ¿en qué estás trabajando? ¿Qué es lo inmediato que ocupa tú tiempo como creador en estos momentos?</span></p>
<p style="text-align:justify;">Bueno, en muchas cosas y a la vez en nada. En mi trabajo oficial como Director, en el Dpto. de Animación de la Televisión cubana, actualmente estoy medio desempleado. Terminé una Serie de Animación para Niños hace 2 meses, y desde ese instante no me han encargado ningún proyecto nuevo. Como guionista escribo el programa televisivo “Conexión”, y además estoy preparando otros proyectos Documentales de Ficción y Animación, para tratar de hacerlos de forma independiente. Está por ahí el sueño de terminar un Documental con el músico Yasek Manzano, primo mío además, y el convencimiento de que dentro de poco tiempo, comenzaré a hacer algo de Dibujo animado, fuera de la Industria o la TV.</p>
<p style="text-align:justify;">En sentido general, lo que me ocupa básicamente es encontrar o escribir yo mismo, proyectos que me llamen la atención, con los cuales pueda decir cosas interesantes. Lo que me preocupa, es lograr que la necesidad de comer y el aburrimiento no me lleven a hacer algo en lo que no crea, y hasta ahora creo que lo voy logrando. Ya ves, tengo tres estados, estoy ocupado, desocupado y preocupado.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;"> ¿Cómo hace un joven cineasta como tu, para llevar adelante un proyecto nuevo?</span></p>
<p style="text-align:justify;">Creo que eso, aunque te pueda dar una respuesta personal, es para mí y para todos, un misterio. Siempre me sucede que termino un animado o un Documental y me digo: ¡WAO!, ¡terminé!, ¡increíble! y entonces miras atrás, el largo camino recorrido, y no te parece del todo cierto aún. Terminar una obra es un misterio, y comenzar también. Una vez leí una frase de algún escritor que me encantó, decía: “yo escribo, porque sufro, y escribir es la manera de soltar los demonios que llevo dentro”. Eso se puede aplicar al Cine y a cualquier cosa que se haga con pasión en la vida. A pesar de los miles de problemas, para llevar adelante una obra aquí o en cualquier otro lugar, contar una historia, escribir, filmar, intentar seducir a un público con una idea, un conflicto, un sentimiento, es algo que me obliga a levantarme cada día, a pesar de algunas depresiones transitorias. Entonces, ¿Cómo hacer un Proyecto? Para mí hay tres cosas fundamentales: trabajo, talento, y honestidad. Eso no garantiza siempre que hagas una buena obra, pero te asegura un buen por ciento de efectividad. Mi sencillez me obliga a no determinar cuanto tengo de lo segundo, pero de trabajo y honestidad, de eso trato de ponerle bastante. Eso, “y bomba”, como decimos los cubanos. Lo demás lo determina el público, la crítica, y como dice Extraño corazón: “El tiempo y la espera”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;">Tu documental “Zona de Silencio” habla sobre la censura ejercida sobre artistas de la talla de Antón A., Fernando Pérez o Frank Delgado. En una ocasión, en el ICAIC, te formulé esta pregunta, hoy te la vuelvo a manifestar: ¿Has sentido el peso de la censura en tus obras?&#8230;.</span></p>
<p style="text-align:justify;">De una u otra manera, la Censura siempre anda por ahí, y precisamente como ella se esconde y no siempre te jode dando la cara, a veces ni te enteras de qué cosas pueden comentarse sobre tu obra en ciertos círculos. Pero en sentido general, lo he dicho otras veces, en el caso específico de “Zona de silencio”, debo sentirme contento, aunque nunca satisfecho. La exhibición dentro de Cuba abarcó todo el circuito de Festivales, más unos 20 Festivales o Muestras fuera de Cuba, y aún se sigue moviendo. Solamente tuve la negativa de un Festival cubano, a aceptarlo en competencia, pero a pesar de la rabia, alguien me aconsejó esperar, diciéndome que el tiempo siempre tiene la última palabra, y hoy se lo agradezco, tenía razón. Por supuesto que no lo han puesto en la Televisión Nacional, ese organismo sigue estando de espaldas a la realidad que está moviendo a este país, en perjuicio de la Revolución misma. Creo que mi Documental se produjo en un momento propicio, había pasado la guerra de los e-mails, Raúl Castro había asumido la presidencia, y se había anunciado un proceso de cambios y apertura a las opiniones de los trabajadores. El Documental se hizo desde una honestidad absoluta, esgrimiendo la crítica responsable, los entrevistados viven todos en Cuba, y tienen una obra y un prestigio muy sólido. Creo que todo esto ayudó, así que si podemos hablar en términos deportivos, creo que la cosa está Arte 1, Censura 0. De todas formas te agrego, a veces no es solo la censura sobre una obra en específico, a veces, como en los 70, se trata de la censura sobre artistas, hagan la obra que hagan. Pero el Arte, con ayuda del tiempo, y la justicia, siempre ganará.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;"> ¿crees que la sociedad está preparada de forma crítica, para afrontar estos temas que le planteas en tus trabajos?</span></p>
<p style="text-align:justify;">Si me preguntas por esta, por la cubana, estoy seguro que si, me lo han demostrado las muchas opiniones que he recibido acerca no solo de mi trabajo, sino de otras obras del Movimiento de Nuevos realizadores fundamentalmente. Y no opiniones facilistas o complacientes, sino opiniones complejas, que viene de todo tipo de personas, y ahí te das cuenta que mucha gente tiene cosas como que dormidas, pero están ahí. A veces, cuando una parte de la población, está estática, te parece que no piensa, o que muchas cosas les da lo mismo, pues eso sucede precisamente por la falta de entrenamiento del cerebro, al no estar acostumbrados a ejercer la crítica de manera natural y continua, a veces no se sale de ese hueco. Pero el proceso que se dio en los centros de trabajo, donde millones de personas plantearon la enorme cantidad de dificultades del país, demuestra que el nivel de instrucción medio, más el cansancio que provocan los problemas, ayudan a pensar críticamente cuando se quiere. Es necesario que revisemos la Revolución de manera crítica, y para eso se le debe dar plena participación a la gente, si no, ¿de dónde vendrán las soluciones? ¿De un libro de recetas, o de la lámpara de Aladino? Todas las soluciones pasan por las personas, incluso cuando escuchas esa frase tan deprimente, pero que se ha hecho tan común: “esto no hay quien lo tumbe, pero tampoco quien lo arregle”, lo mismo para una cosa o para la otra, (y ojalá sea para arreglarlo), necesitas de las personas. Porque nada se cae ni se arregla solo, eso está determinado por el tiempo, y por procesos en donde participa la Sociedad toda.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#99cc00;"> Cuando se tocan estos temas, digamos polémicos, ¿se siente el peso de una responsabilidad mayor?</span></p>
<p style="text-align:justify;">Creo que si, y por varias cosas, claramente al tocar un tema escabroso, polémico, o que pueda ser aceptado o rechazado por grandes masas de espectadores, según estén a favor o en contra, te estás jugando el pellejo. Las pasiones tienden a ser más fuertes, digamos. Muchas de estas obras, a veces establecen puntos de vista contrarios a los del Estado, o la oficialidad, o que al menos complejizan la mirada establecida, y ahí puedes estar tocando algo santificado. Sucede que corres el riesgo de que esa obra hiera sensibilidades, a veces tan pobres, que dudo sean sensibilidades. Pero debes estar preparado para que una obra así, provoque polémica, rechazo, ataques de pánico, sustos, y lo peor es cuando todas esas reacciones vienen de personas oportunistas, de dudosa inteligencia y compromiso con este país y su futuro. Pero en sentido general, si respetas lo que haces, desde el tema más sencillo hasta el más complejo, implica una responsabilidad alta, no solo a la hora de realizarlo, sino desde que escoges ese tema&#8230;.</p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#ff0000;">fin de la primera parte.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bicicletas...]]></title>
<link>http://asimplicidadedascoisas.wordpress.com/2009/11/24/bicicletas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:21:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>augustomartini</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde criança, sempre gostei muito de andar de bicicleta. Rio Claro, minha cidade natal, é muito pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde criança, sempre gostei muito de andar de bicicleta. Rio Claro, minha cidade natal, é muito propícia para isso. Também é conhecida como a “cidade das bicicletas”.</p>
<div id="attachment_324" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://asimplicidadedascoisas.wordpress.com/files/2009/11/kids_on_bikes1.jpg"><img class="size-full wp-image-324" title="kids_on_bikes" src="http://asimplicidadedascoisas.wordpress.com/files/2009/11/kids_on_bikes1.jpg" alt="" width="400" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">http://pisandonalingua.blogspot.com/</p></div>
<p>Aprendi a andar em uma “monark”. Meu pai a usava diariamente para ir ao trabalho. Lembro-me de uma vez, em um final de tarde, que montei nela e fui até o armazém comprar mortadela. Voltei a pé e a esqueci ali, estacionada na calçada. Pela manhã, meu pai foi pegar a “magrela” e nada. Depois lembrou que o último a usá-la fui eu. Caminhou até o armazém, procurou o Sr. Guido, explicou o caso e ele disse – “Sr. Antonio, hoje, pela manhã, quando cheguei, vi sua bicicleta estacionada na calçada e a guardei”. Ela ficou a noite toda lá, na calçada e ninguém a levou! Coisas de antigamente.<!--more--></p>
<p>Para mim, quando morava em Rio Claro, o andar de bicicleta era um ritual. Escolhia a roupa, meias, sapatos, verificava a pressão dos pneus, verificava se havia fechado bem as portas e lá ia eu para o trabalho, supermercado, horto florestal, etc. Quando chovia, guarda-chuvas numa mão e a outra no guidão. Se a chuva era na volta do compromisso, tirava a camiseta, os sapatos e vinha sentindo os pingos no rosto e pelo tronco, braços e pés. Uma delícia.</p>
<p>Montado na bicicleta, sentia-me livre. Via por cima dos muros. Sentia o cheiro das flores das jabuticabeiras que habitavam os quintais&#8230;</p>
<p>Quando dormia demais e o tempo era curto, jogava uma roupa qualquer no corpo, tomava um copo de leite e saía com o pão na mão. Pedalando e comendo. Nada mais havia em que pensar. Apenas no cuidado de não prender as calças na corrente ou o cadarço do sapato no pedal. Não tinha capacete e de vez em quando usava um boné se o sol estivesse muito forte. Se o pneu furasse voltava para casa a pé, empurrando a bicicleta. Quando o furo era pequeno, chegava a andar semanas com ele sem o reparar. Apenas parava mais nos postos de gasolina para encher o pneu.</p>
<p>Aos finais de semana, pedalava bastante. Chegava a andar mais de 15 km até um bairro rural. Chegando lá, comprava uma Tubaína e uma “bengala” com mortadela. Era o banquete dos deuses. Comia e voltava para casa. Muitas vezes, durante o caminho, parava em um córrego para tomar banho.  Naquele tempo ainda existiam córregos despoluídos&#8230;</p>
<p>Minhas bicicletas nunca tiveram amortecedores. No máximo algumas catracas extras para amenizar o esforço nas subidas. Os impactos, absorvia-os com os braços, e levantava a bunda do celim quando percebia que cairia em um buraco.</p>
<p>Minha bicicleta era lavada frequentemente. A corrente era sempre lubrificada com um pouco a mais de óleo. Naquela época, as correntes e catracas não gastavam como as de hoje, as mudanças de marchas não “desafinavam”. As bicicletas apenas ganhavam alguns caprichos, alguns enfeites. Era tudo muito mais simples.</p>
<p>Foram as saudades desse tempo que me fizeram montar uma bicicleta mais simples e barata. Algo possivel de deixar amarrada em qualquer lugar sem ter que andar com o coração nas mãos.</p>
<p>Agora, morando em São Paulo, fica mais difícil de manter esse hobby tão gostoso. Após poucas saídas em finais de semana, constatei que era fácil combinar o uso de bicicleta com o metrô. Fiz uma experiência em um domingo. Mas ví que é algo inconcebível para mim, que quero liberdade e vento na cara.</p>
<p>Pedalar melhora a forma física, mesmo com poucos kms pedalados semanalmente. Isso, não fosse o perigo de andar de bicicleta no trânsito de São Paulo. Aqui ando mesmo é a pé. Mas, alguns percursos seriam bem mais rápidos se houvesse a possibilidade de fazê-los de bike. A pé, gosto de andar depressa. Tenho certeza que seria uma pessoa mais feliz se pudesse fazer todos os dias o que realmente gosto: andar de bicicleta. Não tenho carro. Não é por convicção, é mesmo por razões econômicas. Mas também sei que não preciso de um aqui nessa cidade maluca.</p>
<p>Ainda faço todo o ritual de andar de bicicleta descrito anteriormente, mas muito de vez em quando. Normalmente aos finais de semana, quando vou para Rio Claro. É uma forma de andar de bicicleta diferente. Somente aos finais de semana e feriados. Também é divertido, mas não é mais divertido. Andar de bicicleta é a minha paixão. Experimente, pode ser que também seja a sua.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Espejo]]></title>
<link>http://chrieseli.wordpress.com/2009/11/23/el-espejo/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>chrieseli</dc:creator>
<guid>http://chrieseli.wordpress.com/2009/11/23/el-espejo/</guid>
<description><![CDATA[En el portal, Beatriz intenta recobrar un poco de compostura. Al alejarse de la voluptuosa envoltura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://chrieseli.wordpress.com/files/2009/11/espejo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3235" title="espejo" src="http://chrieseli.wordpress.com/files/2009/11/espejo.jpg" alt="" width="217" height="280" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">En el portal, Beatriz intenta recobrar un poco de compostura. Al alejarse de la voluptuosa envoltura, nota como el corazón le da un puñetazo en pleno esternón. Busca su llavero. Lo encuentra, al lado del cepillo, con las mismas iniciales grabadas en el centro de un corazón de metal. Introduce la llave en la cerradura. No encaja. Prueba una y otra vez. Sin éxito. Levanta los ojos hacia la cara del desconocido, se tropieza con una mirada brillante y salvaje, ligeramente burlona. Cuando siente unos dedos deslizarse por debajo del vestido, mientras otros se cuelan por el escote, sus manos aferradas, una a las llaves y la otra al bolso, se ablandan, liberándose de su carga, ávidas por descubrir una sensualidad que le es ajena. Susana, suspira el hombre, en un bufido contenido por el cinturón que le cincha la panza. Susana, insiste, mientras los dedos del escote descienden hasta su bolsillo y en un gesto inesperado, abre.</p>
<p style="text-align:justify;">Despierta en su cama, las llaves sobre la mesita de noche, el libro sobre el almohadón. El vestido impúdico, rajado por la caída, yace en el suelo. El moretón en las rodillas y el codo. Los tacones tirados sin vergüenza en el pasillo. Resiente un dolor en la base de su espalda. Respira y un aroma que no es el suyo invade su espacio. Diego le llama. Salimos a comer. No olvides las entradas. Las dejé en el recibidor.</p>
<p style="text-align:justify;">Se dirige al baño. Abre los grifos y llena la tina. El olor la persigue. Suena el teléfono. Susana, siente una respiración entrecortada al otro lado de la línea. ¿Qué haces? La voz la perturba. Cuelga. Insiste el repiqueteo. Desconecta el aparato. Se sumerge en el agua. Se sumerge en el recuerdo de la caída del espejo. El gran y aparatoso espejo de su abuela, que moraba solitario en el ático, tapado con restos de telas, ropas y reinando en el caos del lugar. Se quebró en mil pedazos, cuando su puño apretado descargó su rabia contra la imagen. Era una vergüenza lo que había sucedido. Una vergüenza. Escuchaba los murmullos de todos. La comidilla del barrio. La inocua presencia de sus padres. Todo desapareció a la vista infame del tipo que la había manoseado, en la entrada de la casa, como si fuera una cualquiera. Todos los vieron. Nadie hizo nada. Ella corrió al ático y se encerró allí, por horas infinitas, hasta que reparó en su semblante reflejado en el espejo. De un puñetazo, lo rompió y mientras caía dramático y pesado, los fragmentos le mostraban su cara, cubierta de lágrimas. En algunos reía, en otros se veía serena; en otros, desolada.</p>
<p style="text-align:justify;">Saca la cabeza del agua y se cubre con la toalla. Busca un vestido escotado. Conecta el teléfono otra vez. La línea trae una llamada. Susana, ¿estás ahí?. Te necesito ahora. Amarra su pelo, se ubica en los tacones. Se pintarrajea los labios. Llama a un taxi. El tipo la saluda por su nombre. No queda nada de Beatriz. Susana hace su entrada a la escena, con desenfado, con premura. Aprieta las llaves entre sus manos, antes de cerrar. Se acomoda los calzones descaradamente y recuerda el espejo una vez más. Diego no sospecha nada. Siempre ha jurado que es la hermana casquivana y gemela. Nunca sabrá que son una sola persona. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Abuelo Que Se Volvió Grinberg]]></title>
<link>http://yosomos.wordpress.com/2009/11/23/el-abuelo-que-se-volvio-grinberg/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:04:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>David Grinberg Preciado</dc:creator>
<guid>http://yosomos.wordpress.com/2009/11/23/el-abuelo-que-se-volvio-grinberg/</guid>
<description><![CDATA[Queridos lectores, se que consideran que debí haber empezado por aquí, pero pienso que no hubiera si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Queridos lectores, se que consideran que debí haber empezado por aquí, pero pienso que no hubiera sido interesante. Hoy por hoy mi familia solo es una más de las de tipo extraño que abundan por ahí. Es más, tal como están las cosas, ya tener una familia, sea como sea está, es ganancia. Así que, sin darle mayor importancia empecé a contar de todos usando sus nombres, sus diminutivos y sus sobre nombres, con lo que comprendo la confusión general.</p>
<p>Voy a empezar entonces por relatar la historia de la familia desde mi punto de vista y guiado por la línea familiar Grinberg remontándome lo más posible en el pasado.</p>
<p>Así hacemos un mapa para comprender mejor a los múltiples personajes del blog.</p>
<p>Yosomos también lo que llevamos en la mochila del pasado. Dentro cargas pesadas y ligeras viajan de generación en generación y casi sin darnos cuenta vamos dejando por el camino, como si fueran una señal, parte del contenido y así mismo metemos cosas nuevas o prestadas por el viento de los lugares en donde andamos y que se vuelven parte de la mochila, que a su vez pasamos a nuestros hijos, amores, amigos, lectores…</p>
<h1><strong>El Abuelo Que Se Volvió Grinberg</strong></h1>
<p>Mi abuelo Samuel David Warshavsky nació en un pequeño pueblo cercano a Varsovia de nombre Sokoloff Podliansky. Hijo de un rabino estudioso y escritor de libros de comentarios de las escrituras, decidió dedicarse a los negocios, abriendo una peletería en el pueblo.</p>
<p>Con los años se caso y tuvo cuatro hijos, el único varón fue mi padre Abraham.</p>
<p>A mi abuelo le empezó a ir muy bien, tanto que los recaudadores de impuestos polacos no le quitaban el ojo de encima, hasta que lo obligaron a pagar una suma que no tenía y como no la pagaba las autoridades le denegaron el permiso para poder sacar un pasaporte para él y su familia, de esta forma se aseguraban de que no dejaría el país.</p>
<p>Así las cosas, una mañana leyendo el diario en Yiddish que se editaba en el pueblo, mi abuelo se encontró con un anuncio sorprendente:</p>
<p>“México, país americano con las mejores oportunidades, abre sus puertas a la emigración europea. Especialmente son bienvenidas las familias judías</p>
<p>Firma: Plutarco Elías Calles. Presidente de los Estados Unidos Mexicanos”</p>
<p>Mi abuelo leyó una y otra vez el anuncio.</p>
<p>-       ¡ Hay un país en el mundo que quiere a los judíos y no solo a los que ya viven ahí, si no a los de Europa, a los de Polonia, a los de Sokoloff Podliansky, es decir a mi y a mi familia. !</p>
<p>Estaba claro, tenían que emigrar al paraíso terrenal. Pero ¿Cómo?</p>
<p>Les habían quitado el permiso para sacar el pasaporte y no podían salir de Polonia. La cabeza de mi abuelo daba vueltas y vueltas hasta que entro un vecino a la tienda.</p>
<p>-       Samuel David, se murió tu tocayo Grinberg,  el pobre hombre, quince años enfermo y nadie quién le llore, cierra, cierra, vamos al entierro.</p>
<p>Mi abuelo bajo la cortina de la tienda y salio a acompañar al cortejo. Luego del entierro ofreció su casa para rezar durante los siete días de luto y una vez concluidos, se ofreció también a hacerse cargo de los tramites de defunción.</p>
<p>Una mañana se levanto temprano para viajar a Varsovia y encargarse de todo el papeleo. Mas al bajarse del autobús que lo llevo a la capital, le vino repentinamente una idea a la mente.</p>
<p>Fue a retratarse, espero dos horas de revelado, pidió permiso para entrar al baño del estudio fotográfico, saco una pequeña navaja, tomo el pasaporte de Grinberg, le quito la foto y en su lugar puso la suya.</p>
<p>Salio al ajetreo de Varsovia. Se hablaba y se gritaba en Yiddish y Polaco por igual, se ofrecía pan de los pueblos cercanos, los anarquistas discutían con los comunistas, el teatro en Yiddish anunciaba un circo judío, música Kleismer sonaba a cambio de unas monedas y un profesor sentado en una banca ofrecía clases de Esperanto, el idioma de la paz.</p>
<p>Pero la mente de mi abuelo, recién autobautizado con un nuevo apellido, caminaba ya por las calles situadas a espaldas del Palacio Nacional, donde gobernaba el presidente Calles que había escrito aquella nota publicada en el diario local de su pueblo.</p>
<p>Y la familia llego a la capital mexicana en donde fueron muy felices, pero además, en donde se salvaron del asesinato masivo que dejo a aquel pueblo sin un solo judío y que, por si fuera poco, sepulto la tumba donde esta enterrado el Grinberg original, debajo de toneladas de basura.</p>
<p>Muchos años después, el heredero del Presidente Calles ordenaba disparar contra los estudiantes en la Plaza de las Tres Culturas en Tlatelolco, la Ciudad de México celebraba los Juegos Olímpicos izando una bandera manchada de sangre y en un hospital de la Colonia Roma nacía un niño con los mismos nombres de su abuelo ya fallecido: Samuel David, mejor conocido como David o Dudi, para mi simplemente yo y que escribe estas palabras que ahora lees.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(Fotografia*) Knocking on Heaven's Doors]]></title>
<link>http://jornaldepoeta.wordpress.com/2009/11/23/fotografia-knocking-on-heavens-doors/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juliana</dc:creator>
<guid>http://jornaldepoeta.wordpress.com/2009/11/23/fotografia-knocking-on-heavens-doors/</guid>
<description><![CDATA[Os Portões do Paraíso, em Marriot, Goa &#8211; Anoop Negi Tinha sonhado muitas vezes com o dia em qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:times new roman,times;color:#000000;font-size:medium;"><a href="http://jornaldepoeta.wordpress.com/files/2009/11/anoop_negi-portoes-do-paraiso-marriot-goa-india.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1699" title="anoop_negi Portoes do Paraiso Marriot Goa India" src="http://jornaldepoeta.wordpress.com/files/2009/11/anoop_negi-portoes-do-paraiso-marriot-goa-india.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a>Os Portões do Paraíso, em Marriot, Goa &#8211; Anoop Negi</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:times new roman,times;color:#000000;font-size:medium;">Tinha sonhado muitas vezes com o dia em que encontraria os portões. Tinha marcada nas mãos a textura das grades, os seus desenhos. Sabia qual o ruído &#8211; leve, manso &#8211; que fariam ao abrir-se. Guardava no fundo da retina a fulgor das cores que explodiriam no céu, e as grossas manchas da chuva abençoada. Podia farejar no ar o cheiro diferente daquela terra, o frescor da água no regaço.<br />
Desejara muito esse momento, como numa lenda tantas vezes repetida que se torna verdade. E, como na lenda, era ali que estava a sua casa, o seu abrigo, o seu descanso, a sua paz.<br />
Mas, de repente, diante dos portões, hesitou. Estava em casa, repetia para si, em êxtase. Em casa! Contudo alguma coisa na sua voz não soava convincente, nem aplacava o súbito temor. Era isso, então? Estar ali, ao abrigo de tudo, sob a luz? Só? E o resto, e todo o resto? Lembrou-se da viagem, das coisas e lugares que tinha visto, das histórias que testemunhou, as histórias de que fez parte, as histórias que contou entre copos de cerveja em bares imundos, e as pessoas que fizeram com que chegasse até ali. Olhou para trás, tudo tão longe, agora! Mais ainda depois que passasse pelos portões&#8230;<br />
E o temor, o temor súbito e insuportável, num impulso carregou seus pés para fora daquele lugar. Retomou o caminho de volta, aturdido, sem saber ainda se tomava a decisão certa, mas com um alívio que até então não havia experimentado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:times new roman,times;color:#000000;font-size:medium;">*Segundas-feiras</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[del Centro Pablo*... 11 años a guitarra limpia]]></title>
<link>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/del-centro-pablo-11-anos-a-guitarra-limpia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:44:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>el taburete</dc:creator>
<guid>http://eltaburete.wordpress.com/2009/11/24/del-centro-pablo-11-anos-a-guitarra-limpia/</guid>
<description><![CDATA[El espacio musical A guitarra limpia, iniciativa del Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau cump]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/file_356531.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2751" title="File_35653" src="http://eltaburete.wordpress.com/files/2009/11/file_356531.jpg" alt="" width="450" height="315" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">El espacio musical A guitarra limpia, iniciativa del Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau cumplirá este sábado su aniversario 11 y para la ocasión se  anuncia el proyecto de la trovadora pinareña Yamira Díaz.En el patio de las Yagrumas de la institución se escucharán las canciones de esta incansable creadora, alma del proyecto El trovazo, que se realiza en la más occidental de las provincias cubanas y a quien la institución le concedió en el 2007 la Beca de creación Sindo Garay.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo lo hago muy seriamente, pero para divertirme, ha dicho la trovadora, lo cual se refleja en su trabajo, el cual ha crecido en los últimos ocho años, cuando decidió conformar su propia agrupación acompañante.</p>
<p style="text-align:justify;">Conforman la nómina Beatriz Ordaz (flauta, misceláneas y coros),  Eduardo Pachuco Morera (guitarra líder), Boris Miguel (percusión y coros), Zeney Alonso (bajo eléctrico) y Rasiel García (percusión).</p>
<p style="text-align:justify;">Esa labor en equipo de los integrantes de El trovazo ha devenido  taller donde la creación musical se enriquece con la interacción y la polémica, propiciando el crecimiento profesional y personal de los que lo conforman. En la fiesta de cumpleaños de A guitarra limpia, y haciendo validar el precepto martiano de que &#8220;Honrar, honra&#8221;, se entregará el Premio Pablo a Martha Valdés, destacada intérprete cubana de todos los tiempos.</p>
<p style="text-align:justify;">Como parte de los festejos, el jueves 26, a las 10:30 a.m., en el propio Centro Pablo, se presentarán los libros La luz, bróder, la luz, de Joaquín Borges Triana, y La primera piedra, de Ariel Díaz, en los que se analiza, desde diferentes perspectivas el estado actual de la canción contemporánea cubana, incluida la trova.</p>
<p style="text-align:justify;">Asimismo, ese día se dará a conocer el último número del Cuaderno Memoria, dedicado a guitarra limpia  y los Discos Compactos Del verso a la canción y Una canción para Frida y Diego, entre otros títulos.</p>
<p>Por I. R.Echevarría en cubasí.cu</p>
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