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	<title>mendigar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mendigar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mendigar"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 07:56:29 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Quem corre, alcança.]]></title>
<link>http://cesarovalle.wordpress.com/2009/08/26/quem-corre-alcanca/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 04:48:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>cesarovalle</dc:creator>
<guid>http://cesarovalle.wordpress.com/2009/08/26/quem-corre-alcanca/</guid>
<description><![CDATA[A questão não é nem de ser sacana, mas sim de fazer as pessoas enxergarem um pouco a realidade. Nem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://cesarovalle.wordpress.com/files/2009/08/img_6539.jpg"><img src="http://cesarovalle.wordpress.com/files/2009/08/img_6539.jpg" alt="IMG_6539" title="IMG_6539" width="1024" height="683" class="alignnone size-full wp-image-290" /></a><br />
A questão não é nem de ser sacana, mas sim de fazer as pessoas enxergarem um pouco a realidade.<br />
Nem sempre se pode dar tudo de mão beijada, que graça teria? Corre atrás você ué. Comigo sempre foi assim&#8230; nunca fui atrás de ninguém pra mendigar alguma coisa ou perguntar noventa coisas&#8230; sempre corri atrás, fui me informar sozinho.<br />
Se naquele tempo eu consegui, hoje em dia a coisa é bem mais fácil&#8230; você tem aí o mundo da internet ao alcance de poucas teclas&#8230; e posso te garantir que tem conteúdo de sobra pra te tirar mil dúvidas.<br />
É muito cômodo chegar perguntando e ficar enchendo o saco da pessoa alheia né? muito cômodo&#8230; e se ela não responde, você já acha que tem o direito de reclamar, de achar a pessoa uma merda e tudo mais. Ok, cada um vive da maneira que bem entende e interpreta as coisas como quiser&#8230; mas te digo e te garanto que eu to te ajudando ficando quieto. Quem sabe você não começa a correr atrás da resposta sozinho? Seu aprendizado vai ser muito maior.. pode ter certeza.</p>
<p>É bem fácil destacar as pessoas que vão dar certo e as pessoas que vão morrer ali&#8230; e claro, essas que vão morrer jamais vão achar que a culpa é delas e só delas&#8230; mas sim de quem deixou de responder uma pergunta.</p>
<p>As vezes nem é preciso muitas palavras pra dar o recado&#8230; as vezes é bem assim, rápido e direto.<br />
E como é de costume avisar: Não adianta me seguir porque eu não sou ninguém&#8230; tem gente muito maior por aí&#8230; e ali sim é que você tem que olhar e só olhar&#8230; nada de sair pentelhando e perguntando. Descubra sozinho porque é muito mais útil.. te garanto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se buscan mendigos blancos para reportaje sobre discriminación]]></title>
<link>http://condimento.wordpress.com/2009/05/29/se-busca-mendigo-blancon/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 16:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>alfrdgrld</dc:creator>
<guid>http://condimento.wordpress.com/2009/05/29/se-busca-mendigo-blancon/</guid>
<description><![CDATA[Propuesta para reportaje en ciudad de Latinoamérica Conseguir un reportero de “buenas familias”: pin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Propuesta para reportaje en ciudad de Latinoamérica</strong></p>
<p>Conseguir un reportero de “buenas familias”: pintón, blancón, apuesto, de preferencia ojos verdes. Vestirlo de mendigo. Enviarlo a una esquina de La Molina, Miraflores o San Isidro para que pida limosna. Al final de la jornada contabilizar la cantidad de dinero recaudado.</p>
<p>Repetir el procedimiento con un reportero de aspecto más “nacional”.</p>
<p>Comparar el ingreso promedio diario del mendigo blancón y el mendigo cholón. Hipótesis: El blancón obtendrá más ingresos porque en barrios sector A produce más pena un blancón misio que un cholón misio.</p>
<p>Citas de señoras en autos de lujo:</p>
<p>-  “Pobrecito ese chico de ojos verdes pidiendo limosna”.</p>
<p>-  “Estos cholos están malacostumbrados a pedir limosna”.</p>
<p>Ángulo de la historia: La caridad discriminatoria.</p>
<div id="attachment_470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 234px"><img class="size-full wp-image-470" title="campaña por los niños muertos de frío del Perù" src="http://condimento.wordpress.com/files/2008/11/cobertura-friaje.jpg" alt="Morirse de frío en la puna ya no es noticia. Si eres mendigo y cholo, ya no das pena." width="224" height="400" /><p class="wp-caption-text">Morirse de frío en la puna ya no es noticia. Si eres mendigo y cholo, ya no das pena.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se busca mendigo blancón]]></title>
<link>http://floromisio.wordpress.com/2008/11/16/reportaje-se-busca-mendigo-blancon/</link>
<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 06:13:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>alfrdgrld</dc:creator>
<guid>http://floromisio.wordpress.com/2008/11/16/reportaje-se-busca-mendigo-blancon/</guid>
<description><![CDATA[Idea para reportaje Conseguir un reportero de &#8220;buenas familias&#8221;: pintón, blancón, apuest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Idea para reportaje</strong></p>
<p>Conseguir un reportero de &#8220;buenas familias&#8221;: pintón, blancón, apuesto, de preferencia ojos verdes. Vestirlo de mendigo. Enviarlo a una esquina de La Molina, Miraflores o San Isidro para que pida limosna. Al final de la jornada contabilizar la cantidad de dinero recaudado.</p>
<p>Repetir el procedimiento con un reportero de aspecto más &#8220;nacional&#8221;.</p>
<p>Comparar el ingreso promedio diario del mendigo blancón y el mendigo cholón. Hipótesis: El blancón obtendrá más ingresos porque en barrios sector A produce más pena un blancón misio que un cholón misio.</p>
<p>Citas de señoras en autos de lujo: &#8220;Pobrecito ese chico de ojos verdes pidiendo limosna&#8221;. &#8220;Estos cholos están malacostumbrados a pedir limosna&#8221;.</p>
<p>Ángulo de la historia: ¿Solidaridad o discriminación?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[55- Música en las calles de Perú II]]></title>
<link>http://viajeros4x4x4.wordpress.com/2008/10/16/musica-en-las-calles-de-peru-ii/</link>
<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 22:27:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>viajeros4x4x4</dc:creator>
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<description><![CDATA[Banda de Músicos (alguno con instrumentos invisibles) en Chachapoyas. Violinista ciego en Lima.    G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Banda de Músicos (alguno con instrumentos invisibles) en Chachapoyas. Violinista ciego en Lima.    G]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mendigar vale a pena]]></title>
<link>http://cartafora.wordpress.com/2008/10/03/mendigar-vale-a-pena/</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 01:29:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>cartafora</dc:creator>
<guid>http://cartafora.wordpress.com/2008/10/03/mendigar-vale-a-pena/</guid>
<description><![CDATA[Um sinal de trânsito muda de estado, em média, a cada 30 segundos, ou seja 30 segundos no verde e 30]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um sinal de trânsito muda de estado, em média, a cada 30 segundos, ou seja 30 segundos no verde e 30 segundos no vermelho.</p>
<p> </p>
<p>Portanto, a cada minuto, um mendigo tem 30 segundos para faturar pelo menos R$ 0,10, o que numa hora dará: 60 x 0,10 R$ 6,00. Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado:</p>
<p> </p>
<p>25 x 8 x 6 = R$ 1.200,00. Será que essa é uma conta maluca?</p>
<p> </p>
<p>Bem, R$ 6,00/hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa, nunca dá somente 10 centavos e sim R$0,20, R$0,50 e às vezes até R$1,00.</p>
<p> </p>
<p>Mas assumindo que o mendigo fature a metade: R$ 3,00/hora, terá R$ 600,00 no final do mês, que é o salário de um estagiário (é claro que depende da região do país e de outros fatores, mas enfim…) com carga de 35 horas semanais ou 7 horas por dia.</p>
<p> </p>
<p>Ainda assim, quando o mendigo consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é muito raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra aporrinhá-lo por causa disto.</p>
<p> </p>
<p>Mas isto é teoria, vamos ao mundo real…</p>
<p> </p>
<p>Foram entevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre era vista trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET). Então lhe perguntaram quanto ela faturava por dia. Imaginem o que ela respondeu? É isso mesmo! Ganho de R$ 35,00 a R$ 40,00 em média, o que dá (25 dias por mês) x 35 = R$ 875,00 ou 25 x R$ 40,00 = R$ 1000,00. Então, na média, ganho R$ 937,50. E ela disse que não mendiga 8 horas por dia.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Se eu parar de blogar* é por que eu virei mendigo .-.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mendigo romeno acumula multas no valor de R$ 1,8 milhão]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/2008/09/15/mendigo-romeno-acumula-multas-no-valor-de-r-18-milhao/</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 21:04:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mendigo catador Um mendigo de Focsani, no leste da Romênia, acumulou nos últimos anos 964 multas no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption alignright" style="width: 330px"><img title="Mendigo e mulherão" src="http://i30.servimg.com/u/f30/11/80/29/21/mendig10.jpg" alt="mendigo catador" width="320" height="425" /><p class="wp-caption-text">Mendigo catador</p></div>
<p>Um mendigo de Focsani, no leste da Romênia, acumulou nos últimos anos 964 multas no valor de 2,6 milhões de leus (R$ 1,8 milhão). Cristian Alexandru Bezgu, 46, é o detentor do recorde, informou hoje o jornal &#8220;Adevarul&#8221;, que cita autoridades locais.</p>
<p>Bezgu deixou sua cidade natal há muito tempo para mendigar em Bucareste, onde é multado regularmente pelos policiais.</p>
<p>&#8220;As principais multas impostas pelos agentes de Bucareste são por mendicidade e perturbação da ordem pública&#8221;, disse Melu Nazaru, chefe do Serviço de Taxas e Impostos de Focsani.</p>
<p>Nazaru disse que quase diariamente o homem recebe multas de 500 leus (R$ 345), e acrescentou que ele nunca poderá pagar essas sanções, já que não tem renda nem bens pessoais.</p>
<p>Agradecimentos especiais ao <a href="http://arraseaoladodomendigo.blogspot.com/">Arrase ao lado do mendigo</a></p>
<p>__________________________________________</p>
<h3><span style="color:#3366ff;">Entendeu agora por que ele pertubava a <span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:line-through;">des</span></span>órdem pública ?</span></h3>
<p>Pra que multar uma pessoa que já nem tem do que viver, como o próprio nome diz: mendigo, pessoa que vive de mendicância, sobrevive apenas com esmolas&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Opinión Social - El Arte De Mendigar]]></title>
<link>http://logosytitulos.wordpress.com/2008/06/03/opinion-el-arte-de-mendigar/</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:08:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>alphamanuel</dc:creator>
<guid>http://logosytitulos.wordpress.com/2008/06/03/opinion-el-arte-de-mendigar/</guid>
<description><![CDATA[Recuerdo una vez cuando pequeño que paseaba por el pueblo de crianza con mis viejos. Mi papa se detu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Recuerdo una vez cuando pequeño que paseaba por el pueblo de crianza con mis viejos. Mi papa se detu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Cheiro do Ralo]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/11/o-cheiro-do-ralo/</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 08:32:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/11/o-cheiro-do-ralo/</guid>
<description><![CDATA[Essa é a história de um homem só e sem história. Estaria aqui um ponto de partida para esse filme. Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="o_cheiro_do_ralo2.jpg" href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/o_cheiro_do_ralo2.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/o_cheiro_do_ralo2.jpg" alt="o_cheiro_do_ralo2.jpg" /></a></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Essa é a história de um homem só e sem história</strong>.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> Estaria aqui um ponto de partida para esse filme. Que como num quebra-cabeça vai nos mostrando alguém que em meio há tantos trechos de histórias alheias, busca uma para si próprio. Uma que lhe mostre o seu passado, pois houve um, fora dali, algum dia.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">O personagem de Selton Mello não é um mecenas, nem tão pouco alguém que realiza sonhos das pessoas. Figura num patamar acima de um sucateiro, por não comprar objetos danificados, nem tampouco de ir à caça deles. Por já estar estabelecido, por ter um local, por ter o seu galpão onde compra objetos usados.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> São as pessoas que o procuram, numa de mendigar pelo seu dinheiro. Por muitos se sentirem humilhados&#8230; E ele se vê uma fortaleza&#8230; Mas que fede&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Numa das peças desse quebra-cabeça traçando o perfil desse homem&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> O local me chamou a atenção &#8211; uma área industrial. De fachadas quase estéreis. Não há placas indicativas. Mas todos sabem o caminho de lá. Apesar da claridade exterior&#8230; ao penetrarem naquele portão&#8230; sentem o peso da alma&#8230; mas precisam do dinheiro&#8230; e lhes restam quase nada para uma troca.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Uma outra, é o seu fascínio por dois objetos em especial.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Dois objetos que o levam a inspirar uma história para o seu pai. Ou seria uma para si mesmo, lhe dando um consolo. Mas por que aqueles dois objetos? E para onde teria ido o seu pai? Por que não ficou olhando o filho? Lhe fazendo sentir-se amado&#8230; estimado&#8230; A figura paterna lhe consome&#8230;</span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>O cheiro que vem do ralo</strong>&#8230; que ao mesmo tempo que o faz mostrar àquelas pessoas que se há algo sujo ali não parte dele, mas do ralo. Vai criando nele um escudo para aquilo que exerce. Se veria como a flor de lótus?</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Sua relação com mulheres lhe é angustiante&#8230; Querendo-as apenas como um depositário de seu gozo? A faxineira é a única que tem um acesso a ele. </span></p>
<p><span style="color:#808000;">Um filme que nos leva a montar esse quebra-cabeça peça por peça. Sem pressa.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> O personagem é instigante. Selton Mello dá um show! Os outros também estão incríveis; com cenas que ficarão na memória.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> E que, como o personagem principal tem dificuldade em guardar nomes&#8230; em meio a tantas histórias anônimas&#8230; enfim, ele terá a sua história</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Eu gostei! Nota: 10.</span></p>
<p><span style="color:#808000;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>O Cheiro do Ralo</strong>. Brasil. 2007. Direção e Roteiro: Heitor Dhala. Com: Selton Mello, Paula Braun, Lourenço Mutarelli, Flávio Bauraqui, Sílvia Lourenço, Susana Alves. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 100 minutos. Classificação: 14 anos.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un centro de rehabilitación con internos (Remar) en condiciones penosas]]></title>
<link>http://tribuniplebis.wordpress.com/1999/12/01/un-centro-de-rehabilitacion-con-internos-remar-en-condiciones-penosas/</link>
<pubDate>Wed, 01 Dec 1999 18:44:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>tribuniplebis</dc:creator>
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<description><![CDATA[MAR DEL PLATA Edición Miércoles 01.12.1999 Hay 11 detenidos. Creen que obligaban a mendigar a los in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>MAR DEL PLATA Edición Miércoles 01.12.1999</p>
<p>Hay 11 detenidos. Creen que obligaban a mendigar a los internos y los castigaban. Los acusan de coacción, asociación ilícita y privación ilegal de la libertad. En el centro había adictos, ancianos y madres solteras</p>
<p>GUILLERMO VILLARREAL. Mar del Plata. Corresponsal.<br />
La Policía allanó ayer un galpón en el que funciona un centro de rehabilitación y encontró a 35 personas, entre ellas dos menores de edad y unos 20 ancianos, que vivían en pésimas condiciones. Según la denuncia que originó la investigación y varios testimonios recogidos luego por la Justicia, las personas allí internadas eran explotadas, recibían castigos y a la noche eran encerrados bajo candado. Once hombres, entre ellos tres que serían responsables del centro de rehabilitación, fueron detenidos acusados de privación ilegítima de la libertad, asociación ilícita y coacción. Ahora, los investigadores intentan determinar en qué condiciones se encuentran los internos de otras sedes que la organización posee en el país. La única sede en esta ciudad del Centro Cristiano de Rehabilitación y Reinserción de Marginales (Remar) es un galpón de chapa que no cumple con las mínimas condiciones de habitabilidad, dijeron a Clarín fuentes policiales. La fuente contó además que los hombres internados allí estaban sucios, mal alimentados y, en algunos casos, enfermos. En Remar no había un sólo médico que los atendiese. Por su parte, el fiscal que interviene el caso, Sergio Sosa Ortega fue terminante: Vivían en condiciones infrahumanas, sostuvo. Remar funciona al sur de la ciudad, sobre un camino que lo comunica con la vieja ruta a Miramar. Detrás de un alambrado olímpico y una espesa línea de arbustos, aparece un cartel con inscripciones religiosas que invitan a la salvación. No es lo que la Policía descubrió ayer: en los pisos del galpón, de paredes de material y techo de chapa, había desperdicios y la higiene era pésima, contó la fuente. La cocina está inundada de moscas y al baño es imposible entrar: el olor es nauseabundo, dijo un policía que participó del operativo que fue encabezado por el comisario inspector Miguel Presa, poco después de las 6 de ayer. Los hombres alojados en Remar dormían en cuchetas y se cubrían con viejas mantas, ya que el lugar no cuenta con calefacción. Por eso, el fiscal Sosa Ortega dispuso el traslado de muchos de los internos a distintos centros de salud de la ciudad, de acuerdo a la edad de cada uno y el diagnóstico médico que recibieron en el Hospital Interzonal Oscar Allende. Los investigadores, en base a los primeros testimonios recogidos, sospechan que a los internos se los obligaba a mendigar. Además, vendían libros y calcomanías con la inscripción de Remar. Lo que ya tiene probado la policía es que varios de los internos tenían pedido de captura. La asociación tenía un local en la avenida Jacinto Peralta Ramos al 900, en el que recibían donaciones y utilizaban a modo de oficina. También fue allanado por la Policía, que secuestró algunos elementos para la investigación, pero en ese sentido no se brindó mayores detalles. Para determinar si las condiciones que se registraron en la sede marplatense no se repite en los predios que Remar tiene en el país, el fiscal pidió informes a la Justicia de distintas provincias. Otra de las medidas que se tomarían en las próximas horas sería la de librar varios pedidos captura. El régimen que cumplían los hombres alojados en el galpón de la organización era muy estricto. Según lo que pudieron recoger los investigadores, en el caso de que alguno de los internados cometiese faltas o intentase escapar, recibirían distintos tipos de castigos: desde la prohibición de fumar o mirar televisión, hasta privarlos de la correspondencia y los llamados telefónicos o hacerlos cavar pozos y zanjas en el predio de dos héctareas -donde además funcionaba una pequeña granja- para luego volver a taparlos. Era un verdadero crimen. Acá había hombres de entre 70 y 80 años, dijo uno de los internos más jóvenes, que no quiso dar a conocer su nombre.</p>
<p>Copyright 1996-2008 Clarín.com</p>
<p><a href="http://www.clarin.com/diario/1999/12/01/e-05401d.htm">http://www.clarin.com/diario/1999/12/01/e-05401d.htm</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mendigar]]></title>
<link>http://incandescencia.wordpress.com/2009/05/13/mendigar/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 22:17:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>edilson</dc:creator>
<guid>http://incandescencia.wordpress.com/2009/05/13/mendigar/</guid>
<description><![CDATA[Estava exagerado. Era como se buscasse por algo mais poderoso que si mesmo, como se tivesse um recei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estava exagerado.</p>
<p>Era como se buscasse por algo mais poderoso que si mesmo, como se tivesse um receio por existir algo mais forte do que ele. Não era um raciocínio inteligente, era fraco e era débil, era falho. Seus pés eram dormentes e os dedos de suas mãos estavam sempre abarrotados de graxa, de tenra busca por algo superior a ele, e existiam coisas demais para se achar.</p>
<p>Estava exagerado.</p>
<p>O pesar era o que mais aparecia em sua face: os olhos marcados do pincel cinza da insônia, a marca do rosto instável contra o travesseiro branco de penas, mais caro que suas roupas. A filosofia lhe fazia querer arrancar os olhos, querer deixar de ouvir e ver tudo aquilo com que discutia, era em vão.</p>
<p>Estava exagerado.</p>
<p>O peso lhe custava os ossos das costas, suas vértebras pareciam capazes de saltar para fora de seu corpo e viverem por si mesmas, eram inúteis aonde quer que ele estivesse. As pernas dormiam ainda que ele tentasse usá-las, ele não podia, nem que quisesse, nem que ousasse. Sua palma sustentava linhas talvez curtas demais, tanto quanto a marca da textura das rodas que ela tocava.</p>
<p>Estava exagerado.</p>
<p>O trabalho era uma rotina que lhe fazia dissertar sobre si mesmo e para o que ele ainda existia, se havia sentido ou se havia final, e se havia final, o que vinha logo depois dele. Os dedos ficavam calejados e quentes, feito xadrez: pintados de preto frente ao branco da sua natureza, ou o contrário.</p>
<p>Estava exagerado.</p>
<p>O riso era curto e era raro, somente o humor mulambento de alguém que ele desconhecia, talvez um rabisco de jornal, com um enredo filosoficamente irônico o suficiente para fazer-lhe se dar ao esforço de mostrar os dentes amarelos, doídos, perdidos, mal cuidados, abandonados, cariados.</p>
<p>Estava.</p>
<p>Mas era persistente, e tinha algumas das mais raras qualidades dos tempos atuais, e que tempos eram aqueles que torturavam e que deixavam-lhe tão impressionado com as coisas. Era rara  a beleza, e ele não falava das mulheres. Era rara a gargalhada, mas ela existia. E enquanto existisse, estaria exagerado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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</rss>
