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	<title>mercado-interno &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mercado-interno/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mercado-interno"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 06:32:11 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[FAO quer nova agenda agropecuária na América Latina]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/2009/11/10/fao-quer-nova-agenda-agropecuaria-na-america-latina/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 19:45:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agência da ONU afirma que a participação do setor público tem sido fundamental para ajudar na recupe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Agência da ONU afirma que a participação do setor público tem sido fundamental para ajudar na recupe]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O Povo Sorrindo no Shopping]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/10/18/o-povo-sorrindo-no-shopping/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 14:33:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[O tempo não ajudou: dia nublado, frio, feriado, e acabei fatalmente indo ao shopping. Estacionar no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://rizzolot.wordpress.com/files/2009/10/b930e359726649368d96135372ee9f0f1.jpg?w=300" alt="B930E359726649368D96135372EE9F0F" title="B930E359726649368D96135372EE9F0F" width="300" height="201" class="alignnone size-medium wp-image-12980" /></p>
<p>O tempo não ajudou: dia nublado, frio, feriado, e acabei fatalmente indo ao shopping. Estacionar no piso térreo, nem se fale! Não havia nenhuma vaga. Comecei, então, a dança de tentar o piso superior, rampa após rampa. Por fim encontrei o que estava procurando: uma simples vaga. Foi aí que me lembrei de que era véspera do Dia das Crianças e encontrei, enfim, a justificativa pela falta de vagas. </p>
<p>Descendo pela escada rolante, com olhar curioso, senti algo diferente naquele dia. As pessoas, os rostos, as roupas eram outras; o modo alegre de caminhar denunciava que aquele passeio, aquele dia, aquela compra, era especial. O shopping estava repleto de novos frequentadores &#8211; gente humilde, bem-vestida, com pacotes, e o rosto iluminado como eu nunca tinha visto. Muitos vinham da periferia, de ônibus, metrô, mas com uma certeza: consumir no Dia das Crianças, talvez como não faziam havia muito tempo. </p>
<p>Não é à toa que as vendas do Dia das Crianças surpreenderam o comércio varejista e já sinalizam um bom Natal. Duas pesquisas de instituições diferentes divulgadas ontem indicam que o desempenho das lojas neste ano foi cerca de 8% maior que o registrado na mesma data de 2008. O Dia das Crianças foi até agora a melhor data comemorativa de vendas para o varejo do ano, superando o Dia dos Pais.</p>
<p>Na preferência por presentes, os brinquedos lideram a lista e aumentam a representatividade na comparação com o Dia das Crianças do ano anterior. Cresce também a demanda por roupas, calçados e eletrônicos, que contam com grande variedade de produtos e preços, coerentes com a preferência de pagamentos à vista.</p>
<p>Consumir e presentear são um ato de generosidade dos mais pobres, essa parcela da população que há anos foi excluída e que agora ressurge num colorido real, formando um mosaico de gente diversa, alegre, com sede de futuro. Sonhar com dias melhores é exercitar o sentido de justiça, e as datas ficam bem mais alegres com o povo comprando, as crianças sorrindo, os estacionamentos lotados. Mesmo num dia nublado, num feriado lembrado, vendo rostos risonhos de gente feliz, que agora consome, ajeita a vida, criando um novo mercado para o nosso País.  </p>
<p><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Delfim: país não precisa de juro real maior do que 2,5% ou 3%]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/09/17/delfim-pais-nao-precisa-de-juro-real-maior-do-que-25-ou-3/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 17:53:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ao analisar a interrupção do corte da taxa Selic pelo Banco Central, o ex-ministro da Fazenda Antoni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ao analisar a interrupção do corte da taxa Selic pelo Banco Central, o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Netto disse que não há necessidade de o Brasil ter uma taxa real de juros superior à média mundial. “Nós continuamos, ainda, com taxas de juros que não correspondem à realidade nacional.</p>
<p>O Brasil não é mais uma economia teratológica. O Brasil não precisa de taxas de juros reais superiores à do mundo. Se as taxas de juros internas caminhassem para as taxa de juros internacionais, tudo iria funcionar muito melhor. Não é apenas o câmbio. É tudo. Porque a taxa de juros na posição errada põe o câmbio na posição errada, põe o salário real na posição errada. O equilíbrio, mesmo nos modelos mais simples de liberdade de movimento de capitais, exige que a taxa de juro interna seja igual à externa”, afirmou Delfim, em entrevista ao UOL.</p>
<p>No último dia 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, o que corresponde em termos reais (descontada a inflação projeta para os próximos 12 meses) a 4,5% ao ano. “Não acredito que o Brasil precise de uma taxa de juro real muito maior do que 2,5% ou 3%. Essa é a taxa de juro do mundo. Ela corresponde à produtividade média da economia do mundo. Como é evidente, a taxa de juro real não pode ser muito maior do que a produtividade média. O que interessa não é a venda de papel no computador. O que interessa é a venda de parafusos na loja de ferragem”, observou Delfim.</p>
<p>Segundo o economista, uma questão ser observada na economia brasileira é queda da cotação do dólar. “O Brasil continua o último peru com farofa no mercado internacional à disposição dos investidores estrangeiros. Se você combina as aplicações na Bovespa com a valorização que ela mesma produz no câmbio, pela entrada de capitais, você vai ver que o Brasil está rendendo hoje 5,5% ao mês em dólar”, frisou, acrescentando que a desvalorização da moeda norte-americana “é extremamente prejudicial para o setor exportador, e é realmente o ponto nevrálgico na ampliação da produção industrial”.</p>
<p>Delfim ironizou as estimativas do BC: “No dia 15 de setembro (do ano passado), o Banco Central não sabia nada do que iria acontecer no dia 16. Hoje, ele pretende saber qual vai ser a inflação em 2011. Então, acredita se quiser. Ou usa a teoria de Santo Agostinho: creia porque é impossível prever”.<br />
Hora do Povo</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Com efeito, se não há coerência nas taxas de juros, isso afeta diretamente os salários, as exportações, prejudicando a nosso mercado interno. Hoje um dos grandes desafios do Brasil é a exportação de manufaturados que tem uma relação direta com a cotação dólar. Com um real valorizado nossa competitividade fica prejudicada, e com a política de juros praticada pelo governo a enxurrada de dólares não para de crescer, sendo na maior parte capital especulativo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aí Vem o Sol!]]></title>
<link>http://anatomiadozeroinfinito.wordpress.com/2009/09/11/ai-vem-o-sol/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 09:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Heleno</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esta é daquelas notícias que realmente gosto de ler, por ser um daqueles investimentos que aproveita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1400164&#38;idCanal=68">Esta é daquelas notícias</a> que realmente gosto de ler, por ser um daqueles investimentos que aproveitam de forma capaz uma reconhecida riqueza nacional. Devemos contudo apontar alguns pequenos pontos de reflexão&#8230;o primeiro é que me parece que este &#8220;começar a estudar&#8221; surge um pouco atrasado. Sempre fui contra a &#8220;fúria eólica&#8221; que de há alguns anos para cá vem exageradamente sustentando o investimento nacional nas renováveis. É certo que a central de Moura foi outro belíssimo investimento, mas talvez esta ideia devesse surgir mais aproximado à dinâmica gerada por esse projecto, colocando o aproveitamento da energia solar logo em posição de igualdade com a energia eólica, ao nível de prioridades de investimento, enquanto que o aproveitamento das ondas na nossa costa e da biomassa, ambas com potencialidades, devem aguardar um maior grau de aperfeiçoamento técnico e económico que conduzam a uma maior rentabilidade e relação custo/benefício. Por outro lado, se é certo que este projecto vai ter um impacto nas exportações nacionais num sector que apresenta cada vez maior dinâmica ao nível das exigências dos diversos países, não nos podemos esquecer do mercado interno de consumo energético, que é responsável por uma das maiores fatias das nossas importações. Neste campo, penso que ainda existe muito por fazer, numa altura em que existe retracção por parte das famílias a investimentos com retorno a prazo&#8230;o estabelecimento de um <em>cluster</em> pode ajudar a aumentar a oferta e a dinamização do mercado interno, contando que este projecto não caia num certo cariz obcessivo em que a necessidade de exportar, por muito importante que seja (e é), vai adquirindo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAN: El alza a impuestos no es nada]]></title>
<link>http://elchahuistle.com/2009/09/09/pan-el-alza-a-impuestos-no-es-nada/</link>
<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 18:24:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>immorfo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dicne en el PAN que ¿por qué andan de chillones? si el 2% adicional al IVA es una bicoca que el Méxi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dicne en el PAN que ¿por qué andan de chillones? si el 2% adicional al IVA es una bicoca que el México ganador puede pagar sin nigún problema.</p>
<blockquote><p>El presidente de la comisión de Hacienda en el Senado, José Isabel Trejo (PAN), consideró que el impuesto de 2% al consumo propuesto por el Ejecutivo federal no afectará, pues no es una tasa onerosa.</p>
<p>Sostuvo que la carga impositiva es mucho menor de lo que habían propuesto sectores económicos del país, quienes se pronunciaron por un gravamen único generalizado de 15 por ciento.</p>
<p>El legislador panista recordó que se debe combatir la pobreza, y no hay dinero para ello.</p>
<p>Consideró que la esencia del paquete económico es tratar de resolver la crisis, y darle viabilidad al desarrollo del país. </p></blockquote>
<p>A ver, desglosando con piedritas:</p>
<p>.- Hay probreza que impide el consumo interno.</p>
<p>.-Estos zoquetes dicen que para combatir la pobreza&#8230; ¡hay que subir los impuestos a todos por igual!</p>
<p>.- El pobre sigue siendo pobre y ahora menos podrá consumir el mercado interno por las alzas en los precios</p>
<p>.-Los salarios siguen igual.</p>
<p>.- El gobierno recibe 2% más de nuestro dinero.<br />
im<br />
¿En que momento se está combatiendo la pobreza?</p>
<p>Esto no sólo es una farsa, es una burla al sentido común. ¡Que no mamen!</p>
<p><a href="http://www.eluniversal.com.mx/notas/625352.html" target="_ blank">La nota acá</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prós e Contras da Redução da Jornada de Trabalho]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/27/pros-e-contras-da-reducao-da-jornada-de-trabalho/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 14:00:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Será que o Brasil está preparado? Digo, os empresários são suficientemente maduros para discutir o a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Será que o Brasil está preparado? Digo, os empresários são suficientemente maduros para discutir o assunto? Avalie você mesmo. Excelente entrevista da EXAME.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>O impacto da redução da jornada no mercado de trabalho</strong></p>
<p><em>Armando Monteiro Neto (CNI) e Paulo Paim (PT-RS) explicam os prós e os contras da redução da jornada para 40 horas semanais. Para Armando Monteiro Neto (CNI), a medida pode afetar a competitividade das empresas e resultar em mais demissões. Já Paulo Paim (PT-RS) acredita na geração de até 3 milhões de empregos com a PEC.</em></p>
<p>Por Marcio Orsolini &#124; 27.08.2009 &#124; 08h37</p>
<p>Fonte: Portal EXAME</p>
<p>A história econômica está recheada de decisões que à primeira vista fazem todo o sentido, mas que não resistem ao mais trivial dos testes práticos. Tome-se o exemplo da Argentina. No começo da década, o governo Néstor Kirchner queria evitar reajustes da carne e decidiu taxar as exportações e congelar os preços. A lógica da decisão é que a redução dos embarques do produto ao exterior aumentaria a oferta interna e garantiria o abastecimento do mercado mesmo com preços não tão vantajosos aos produtores. Apesar de parecer uma solução óbvia para quem entende pouco de economia, a política teve um efeito desastroso. Os pecuaristas, na verdade, receberam do governo um incentivo e tanto para mudar de ramo e utilizar suas terras para outro cultivo. Dessa forma, a Argentina, que um dia já foi um dos principais produtores e exportadores de carne do mundo, hoje importa o produto para atender a demanda local.</p>
<p>Tome-se agora um exemplo brasileiro. Nos últimos seis anos e meio, sindicalistas e empresários muitas vezes defenderam &#8211; até com virulência &#8211; a demissão do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. O argumento era de que, com a substituição de Meirelles por um economista mais desenvolvimentista, os juros básicos da economia brasileira poderiam cair mais rápido. Só que até o analista de mercado mais novato sabe que o simples boato de que Meirelles deixaria o cargo já seria suficiente para fazer os juros futuros dispararem na BM&#38;F. Ao invés de apostar na solução sindical, o governo Lula decidiu reduzir a dívida pública, engordar as reservas internacionais e abrandar a fragilidade cambial do país. Apesar de ter demorado vários anos para fazer efeito, essa política permitiu que o BC reduzisse os juros para o menor patamar da história &#8211; mesmo em meio à maior crise internacional das últimas décadas.</p>
<p>Amenizado o problema dos juros, as atenções se voltaram para o desemprego. A solução mágica do momento é a redução da jornada de trabalho. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 231/1995 propõe que os brasileiros deixem de trabalhar 44 horas semanais e dediquem-se 40 horas à atividade produtiva. Quem trabalhar acima disso receberia 75% mais do que o normal pela hora extra. Os autores da proposta, o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado Inácio Arruda (PCB-CE), defendem que a medida criaria, como num passe de mágica, entre 2 milhões e 3 milhões de novos empregos no país. O projeto já foi aprovado por unanimidade em uma Comissão Especial da Câmara e agora precisa de 308 votos favoráveis dos deputados em plenário, antes de seguir para o Senado. Contrário à PEC, o setor industrial alerta que a aprovação da medida levaria a uma queda na produtividade da indústria, aumento dos custos, pressão sobre o preço final dos produtos, avanço da informalidade no mercado de trabalho e, no longo prazo, até mesmo demissões.</p>
<p>Como as opiniões sobre o mesmo assunto são bastante divergentes, é válido analisar o que aconteceu em países que já reduziram a jornada. A França é o caso clássico. Em 1996, assombrado por uma taxa de desemprego de 12%, o governo baixou um decreto instituindo a jornada semanal de 35 horas. A taxa de desemprego realmente caiu e chegou aos 7,6% no ano passado. Para os defensores da redução da jornada, seria então um exemplo a ser seguido. No entanto, o crescimento econômico francês ficou longe do satisfatório nos últimos treze anos. A taxa de desemprego do país é quase três vezes maior do que a da Noruega (2,6% da população ativa), onde há flexibilidade para se estabelecer a jornada de trabalho de acordo com o setor da economia. Além disso, a França conseguiu estimular as contratações concedendo incentivos fiscais para as empresas que adotassem a jornada mais curta &#8211; uma medida que o Brasil não pode se dar ao luxo de adotar após nove meses seguidos de queda de arrecadação.</p>
<p>Para entender a complexidade de se reduzir a jornada de trabalho no Brasil, o Portal EXAME conversou com o senador Paulo Paim (PT-RS) e com o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto. Confira a seguir os principais trechos das entrevistas:</p>
<p><strong>Portal EXAME &#8211; A redução da jornada de trabalho vai gerar mais empregos?</strong></p>
<p><strong>Paulo Paim:</strong> O objetivo principal da PEC é a geração de mais postos de trabalho. Calculamos que a redução da jornada resulte em algo entre 2 e 3 milhões de novos empregos. O movimento sindical e os trabalhadores organizados do Brasil defendem uma jornada de 40 horas como uma forma de reconhecimento do processo irreversível de automação na indústria. Cada vez mais a máquina vai substituindo o homem no posto de trabalho. Numa jornada menor, mais homens teriam de operar uma máquina, o que geraria mais empregos. Não é combatendo as novas tecnologias que você vai evitar que os trabalhadores percam postos de trabalho.</p>
<p><strong>Armando Monteiro Neto:</strong> Esse argumento de que milhões de empregos vão ser gerados é uma falácia. Essa medida eleva o custo das empresas. Aquelas que puderem substituir mão de obra por processo de automação farão isso, mas não vão contratar mais funcionários. A redução de jornada deve ser feita pela via de negociação.</p>
<p><strong>Portal EXAME &#8211; O Brasil é um dos países menos afetados pela crise, mas ainda há um ambiente de incerteza. Não seria prejudicial ao mercado essa redução agora?</strong></p>
<p><strong>Paim:</strong> O mercado interno já está fortalecido. Por isso, acredito que há espaço para essa redução sem prejudicar nenhum setor. Quando eu defendia que o salário mínimo poderia ser acima de 100 dólares, diziam que a economia não ia resistir. O resultado é que ele está em quase 250 dólares. O próprio princípio da empresa é o lucro, e não sou contra isso. Se houver demanda no mercado, ninguém não vai deixar de produzir. Para produzir, a empresa vai contratar mais funcionários.</p>
<p><strong>Armando: </strong>Considero que isso é uma medida que deve ser avaliada e negociada setor a setor e num contexto em que o país estiver crescendo. Adotar isso como medida universal, legal e impositiva num momento de desaceleração econômica é o que podemos chamar de uma medida pró-cíclica. Na hora em que os economistas discutem medidas anti-cíclicas, que vão contra a direção da crise, a PEC vai intensificar os efeitos da crise.</p>
<p><strong>Portal EXAME &#8211; Como a medida afeta a competitividade da indústria?</strong></p>
<p><strong>Paim: </strong>De nenhuma forma. Na minha avaliação todos os setores seriam beneficiados. É um efeito dominó, já que você vai aumentar o número de trabalhadores em todas as áreas. Vai fortalecer o próprio mercado interno. O empresário inteligente é aquele que paga bem seu trabalhador, porque vê nele um consumidor em potencial. Há setores do empresariado que são totalmente favoráveis. Algumas montadoras já adotam jornada de quarenta horas. Além disso, vai melhorar a qualidade da empresa. Com essa carga horária menor, o trabalhador estará com todo o seu potencial sabendo que seu horário reservado para lazer, família e estudo estará garantido. Se a empresa quiser manter o lucro, vai ter que empregar mais gente.</p>
<p><strong>Armando:</strong> Os mercados externos diminuíram, então a concorrência está muito mais acirrada. Num mercado enxuto, quem disputa é quem tem custos mais baixos. Como o grande concorrente do Brasil, até no nosso mercado doméstico, é a China &#8211; que tem mão de obra barata e intensa &#8211; isso significa que vai afetar a competitividade da produção nacional. O Brasil está vivendo um momento em que o câmbio está desfavorável, o que significa dizer que as importações ficam mais baratas com a apreciação cambial. Há um processo em que o empresário brasileiro da indústria é colocado diante de um aumento de custos, então ele se transforma ou pode se transformar em alguns segmentos em  importador. As siderúrgicas, por exemplo, trabalham em regime de turnos contínuos. Se você reduz a jornada, terá de ser formada outra turma. Isso gera aumento de custos. O setor siderúrgico já está tendo dificuldade para exportar, está havendo uma retração nos mercados externos.</p>
<p><strong>Portal EXAME &#8211; A diminuição da jornada não seria pior para as pequenas e médias empresas?</strong></p>
<p><strong>Paim: </strong>Não haveria diferença de impacto nas pequenas e nas grandes empresas. E também trabalhamos com outras hipóteses. Por exemplo, quem reduzir a jornada abaixo de 40 horas poderia ter uma série de incentivos como atenuação sobre tributos cobrados da empresa.</p>
<p>Armando: A PEC traz para uma mesma posição situações que são heterogêneas. Por exemplo, uma pequena confeitaria que é intensiva em mão de obra não pode ser comparada a uma petroquímica ou a um setor mais intensivo de capital. Na pequena empresa, na qual o empresário não pode investir na compra de equipamentos para substituição de pessoal, poderá haver redução da produção ou até um crescimento da informalidade. A pequena empresa tem custos com encargos sociais que incidem sobre a contratação, além do salário. A informalidade a livraria desses encargos.</p>
<p><strong>Portal EXAME &#8211; A medida não poderia afastar investidores estrangeiros?</strong></p>
<p><strong>Paim: </strong>Acho que cada vez mais os investidores estrangeiros, pela firmeza da economia brasileira, pela forma como estamos sólidos, eles vêm mais ao Brasil. Até porque no exterior a jornada é menor ou de, no máximo, 40 horas.</p>
<p><strong>Armando:</strong> É mais uma medida que vai prejudicar o ambiente de negócios que já é ruim no Brasil. Ainda temos tributos pesados, oneramos exportações, há um custo de energia alto para o setor industrial, além de problemas de infraestrutura e logística.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apoyar el mercado interno]]></title>
<link>http://canacoirapuato.wordpress.com/2009/08/20/apoyar-el-mercado-interno/</link>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 17:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>CANACO SERVyTUR Irapuato</dc:creator>
<guid>http://canacoirapuato.wordpress.com/2009/08/20/apoyar-el-mercado-interno/</guid>
<description><![CDATA[+ La clave para que la economía se restablezca es apostar a fortalecer el mercado interno, dejando d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><strong>+ La clave para que la economía se restablezca es apostar a fortalecer el mercado interno, dejando de lado las preferencias por productos extranjeros que desplazan a las empresas nacionales. </strong></p>
<p align="justify">El presidente nacional de la Cámara Nacional de la Industria de la Transformación (Canacintra), Miguel Marón Manzur, durante su visita a Guanajuato explicó que la competencia desleal perjudica a los productores mexicanos. </p>
<p align="justify"><em>“Hoy en día competimos mucho con productos del exterior, esto afecta el crecimiento del sector manufacturero e industrial, es bien sabido que sólo se puede superar la crisis apostando al mercado interno”</em>, expuso el titular de la Canacintra. </p>
<p align="justify">En este sentido, enfatizó que los sectores que “se las ven más negras” son el manufacturero e industrial, incluso por encima del comercio y el turismo, mismos que en últimas fechas han sufrido descalabros importantes. </p>
<p align="justify">A decir de Marón Manzur, en estos momentos el gremio empresarial registra un crecimiento muy bajo o incluso no hay desarrollo en gran cantidad de negocios, esto trae como consecuencia que no se generen empleos y que las tasas de desocupación crezcan sustancialmente. </p>
<p align="justify"><em>“Si medimos la tasa de diciembre del 2008 con la de junio del 2009 hay una gran diferencia que nos señala que el desempleo se da, la capacidad de los empleadores ha perdido hasta un 50% de su capacidad”</em>, afirmó el líder de la Canacintra. </p>
<p align="justify">Sin embargo, se espera que la economía tome un rumbo más alentador para finales de este año o bien principios del 2010 donde se prevé un incremento de la actividad y menos problemas de liquidez. </p>
<p align="justify"><em>“Necesitamos una tendencia cambiante y esperemos que todo se pueda ir revertiendo y aunque no se establezcan los niveles que teníamos antes de la crisis, por lo menos los problemas puedan tener un nivel descendente”</em>, argumentó Miguel Marón. </p>
<p align="justify">Entonces se espera que en un promedio de seis meses la situación crítica disminuya y las empresas dejen de sentir el lado más duro de la recesión que desde septiembre del 2008 ha dejado desvalidas a las corporaciones.</p>
<p align="right">[J. Marcocchio (AM)]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil: bom para investimentos estrangeiros]]></title>
<link>http://winneton.wordpress.com/2009/08/11/brasil-bom-para-investimentos-estrangeiros/</link>
<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:25:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Winneton</dc:creator>
<guid>http://winneton.wordpress.com/2009/08/11/brasil-bom-para-investimentos-estrangeiros/</guid>
<description><![CDATA[Um novo relatório da Unctad, &#8220;braço&#8221; das Nações Unidas que analisa o comércio exterior e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-178" title="Unctad-vert" src="http://winneton.wordpress.com/files/2009/08/unctad-vert.jpg?w=173" alt="Unctad-vert" width="173" height="300" />Um novo relatório da Unctad, &#8220;braço&#8221; das Nações Unidas que analisa o comércio exterior e o desenvolvimento, mostrou que o Brasil é o quarto destino preferido no mundo para o investimento estrangeiro direto de grandes empresas este ano, e continuará assim até 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil aparece atrás somente de China, Estados Unidos e Índia na lista, mas à frente da Rússia e do Reino Unido. Embora o &#8220;top five&#8221; entre os principais destinos de investimento inclua os mesmos países da última edição, o Brasil melhorou de posição em relação à sondagem de 2008, ao superar a Rússia e passar da quinta para a quarta colocação entre as economias mais atraentes para investimentos externos. China, Estados Unidos e Índia, nessa ordem, lideram o ranking.</p>
<p style="text-align:justify;">A liderança na preferência das múltis é a China, com 56%, seguida pelos Estados Unidos (48%). A quebra de empresas americanas atrairá investidores até de países emergentes, por causa do baixo preço. O mercado interno, a desvalorização do dólar e a perspectiva de que o país saia da crise antes da Europa e do Japão também contribuem para atrair investimentos. A terceira posição entre os principais destinos é da Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa foi feita sob o pano de fundo de uma drástica redução nos investimentos globais no começo do ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Na pesquisa deste ano, 85% das 241 empresas ouvidas pela agência da ONU afirmaram que a desaceleração da economia mundial teve impacto negativo em seus planos de investimento. No ano passado, a porcentagem fora de 40%.</p>
<p style="text-align:justify;">Comparando com o mesmo período de 2008, no primeiro trimestre o fluxo de investimento estrangeiro direto caiu 54%, enquanto o montante de fusões e aquisições teve queda de 77%, afirma a Unctad.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo os dados da Unctad, os países do grupo do emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) continuam entre as prioridades dos investidores por conta &#8220;do considerável crescimento de seu mercado, do acesso à mão de obra barata e, em alguns casos, a recursos naturais&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, de uma maneira geral, essas nações vêm atraindo mais investimentos. Em 2008, de acordo com o relatório, a alta no Brasil foi de 30,3%, para um total de US$ 45,1 bilhões. Na Índia, o crescimento do investimento estrangeiro direto total foi de 85,1% no ano passado, para US$ 46,5 bilhões.</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa ouviu mais de 240 multinacionais. Dessas, 50% planejam investir em 2011 mais do que investiram em 2008 &#8211; no caso das asiáticas, o porcentual chega a 57% e no das americanas, a 71%. Esse resultado indica que o processo de internacionalização será retomado, ainda que forma mais lenta.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra diferença: o padrão mudará e haverá preferência cada vez maior pelos países emergentes. Segundo a Unctad, a crise deu &#8220;novo ímpeto&#8221; a essa tendência. Os países ricos continuarão a atrair investimentos, mas crescerá o papel dos emergentes nas estratégias das multinacionais.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil também é o quarto destino preferido das empresas europeias, superando Rússia e Reino Unido, e das japonesas. Entre as americanas, o Brasil é o quinto, acima dos próprios Estados Unidos. Mas é o sexto no caso dos investimentos asiáticos (excluindo o Japão)</p>
<p style="text-align:justify;">A pesquisa apontou que o principal atração dos investimentos é o tamanho do mercado, seguido do crescimento econômico. Incentivos fiscais são só o 13º motivo. No caso do Brasil, 20% das empresas indicaram que são atraídas pelo tamanho do mercado e 19%, pela perspectiva de crescimento. Ineficiência do governo e infraestrutura são os pontos fracos.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil, ainda em 2009, está sendo beneficiado por um comportamento estável dos investimentos no setor agrícola. &#8220;O Brasil tem amplos recursos naturais, um mercado doméstico que cresce e tem mostrado que poderá sair da crise com certo conforto&#8221;, disse James Zhan, autor do levantamento. Para ele, os setores manufatureiro, de mineração e agrícola devem receber o maior volume de investimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">O levantamento não significa que o Brasil receberá maior volume de investimentos que os países ricos, mas um número maior de empresa vê o País como um destino mais atraente que, por exemplo, todos os países da Europa Ocidental.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre janeiro e maio deste ano, os investimentos no País chegaram a US$ 11,2 bilhões. O volume foi o segundo maior da década nesse período. A perspectiva para 2009 é de US$ 25 bilhões, segundo levantamento com o mercado financeiro feito pelo Banco Central.</p>
<p style="text-align:justify;">O valor é inferior ao recorde de US$ 45 bilhões em 2008. Mas, se a projeção para 2009 se confirmar, o volume será o sexto maior desde 1947 e o quarto mais importante da década. &#8220;O Brasil caminha bem, um crescimento deve ocorrer e o País desenvolve novas indústrias ,como de etanol e mineração&#8221;, comentou Zhan.</p>
<p style="text-align:justify;">No restante do mundo, a Unctad apurou que os investimentos caíram 54% no primeiro trimestre do ano. As aquisições e fusões recuaram 77%, com queda de 50% nos emergentes. Se a tendência dos investimentos em geral for mantida, a projeção para 2009 é que a queda será de quase 50% na comparação com 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">América Latina em alta<br />
Depois da Ásia Ocidental, a América Latina aparece como a segunda região a ser mais procurada por grandes empresas internacionais, &#8220;apesar das limitadas perspectivas de crescimento do PIB&#8221;. Entre os 30 países que terão mais prioridade para receber investimento estrangeiro entre 2009 e 2011, quatro são da América Latina: Brasil, México, Chile e Peru.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo revela que grandes multinacionais foram &#8220;duramente atingidas&#8221; pela crise econômica. No levantamento do ano passado, 40% das empresas disseram ter sido afetadas pela crise. Neste ano, a quantidade de companhias que reclamaram da desaceleração da economia chegou a 85%.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o ambiente de negócios mais instável, 58% das empresas afirmam que foram obrigadas a reduzir investimentos diretos internacionais neste ano. A expectativa entre os grandes empresários é que haja um início de recuperação no próximo ano e uma retomada mais intensa a partir de 2011.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o diretor da divisão de Investimentos e Empresas da Unctad, James Zhan, o atrativo dos Estados Unidos está no fato de que &#8220;há ativos disponíveis e baratos&#8221;. Em relação ao Brasil, Zhan afirmou que o país &#8220;soube manter-se firme durante os primeiros embates da crise e, além disso, conta com novos nichos de mercado como os biocombustíveis&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Em geral, os países desenvolvidos, especialmente a Europa Ocidental, serão os mais afetados pela contração dos investimentos, enquanto, os países em desenvolvimento, principalmente a Ásia, serão os mais atrativos. Se isto ocorrer, os mais afetados seriam os países desenvolvidos, que sofreriam uma queda de 60%, as economias em transição, 40%, e as nações em desenvolvimento, 25%.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Crise e os Carros]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/05/25/a-crise-e-os-carros/</link>
<pubDate>Mon, 25 May 2009 18:34:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/05/25/a-crise-e-os-carros/</guid>
<description><![CDATA[Excelente a entrevista da Folha. Quem não teve a oportunidade de ver a versão impressa, segue abaixo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Excelente a entrevista da Folha. Quem não teve a oportunidade de ver a versão impressa, segue abaixo. Ótimo para saber qual o ponto de vista de uma das principais entidades do setor. Será que os dirigentes da indústria automobilística concordam com a visão do Sr. Jackson Schneider? E você?</p>
<p>Abraços e ótima semana.</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Crise provoca redesenho da indústria automotiva</strong></p>
<p><em>Para o presidente da Anfavea (associação das montadoras), nova configuração do setor no mundo, com fusões e aquisições, exigirá mudanças na atuação das unidades brasileiras </em></p>
<p><strong>Por: Guilherme Barros. </strong>Colaboração: <strong>Paulo de Araújo</strong></p>
<p>A crise global vai provocar uma reorganização na indústria automotiva. O movimento de consolidação do setor, que começa a se intensificar em âmbito mundial, traz novos desafios de inserção ao Brasil, diz o presidente da Anfavea (associação das montadoras), Jackson Schneider. As exportações de veículos produzidos no país caíram 50,3% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Na mesma comparação, as vendas internas caíram só 0,7%, estimuladas pela redução do IPI e pelo retorno no crédito. Mas a indústria não deve contar com o mercado interno. &#8220;Precisamos de uma nova estratégia de inserção global&#8221;, afirma Schneider.</p>
<p>Leia a seguir a entrevista com o presidente da Anfavea.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; A produção no Brasil vem sendo afetada especialmente pela queda nas exportações. Há um componente de protecionismo, além da redução da demanda?</em></strong></p>
<p><strong><em>JACKSON SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Os mercados do Brasil no exterior tiveram quedas muito fortes, alguns caíram mais de 70%, como no Chile. E nossas exportações caíram em alguns mercados mais do que a demanda por veículos em si, porque os países agora também tentam privilegiar a sua indústria. Não há um protecionismo claro, mas se vê em alguns países uma mudança na compreensão do que seria a defesa de suas indústrias. E esse é o grande risco que enfrentamos. Na crise, diminui a paciência e a tolerância em relação aos projetos de integração.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; O senhor acredita que a crise já tenha chegado ao pior nível? Há algum sinal de melhora?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Em um mundo que sai da previsibilidade, fica difícil dizer. Mas há sinais de melhora, como uma recuperação mais rápida na China e mesmo alguns indicadores no mercado dos Estados Unidos que apontam alguma reação da economia. No setor automotivo propriamente, não se vê retomada ainda. Vamos perder muita exportação neste ano. Ainda há tendência de queda, ou ao menos de desempenho bem fraco.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; Mas, no mercado interno, podemos dizer que o Brasil será talvez o país que menos sofrerá?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Não. A China vai ser o menos afetado e vai crescer. Alguns países também estruturaram programas interessantes de estímulo às vendas de veículos ligados à renovação de frota, como na Alemanha. Esses mercados estão crescendo mais do que o nosso.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; No Brasil, a redução do IPI, que foi o programa de estímulo adotado, começou a perder força? Houve uma queda de 11,5% das vendas de veículos em abril&#8230;</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>A redução do IPI foi muito importante. Neste ano, as vendas [em meados de maio] estavam apenas 0,6% abaixo do que no mesmo período do ano passado, considerando que 2008 foi o melhor ano. Vimos uma pequena queda no princípio deste mês e uma recuperação em seguida.  Então não acho que esteja perdendo força. Mesmo porque ainda temos uma demanda não atendida, o que significa uma oportunidade que outros países não têm.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; A Anfavea vai lutar para que o benefício seja prorrogado novamente?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>O IPI foi um instrumento que deu certo, funcionou. Sem isso, teríamos deixado de vender 200 mil carros. Foi o que segurou as autopeças e a cadeia como um todo. Em dezembro [quando o IPI reduzido entrou em vigor], havia 300 mil carros parados nos estoques, o suficiente para dois meses. Como a cadeia poderia resistir? Além disso, a redução do IPI gerou maior ganho tributário, porque permitiu um volume maior de arrecadação de outros tributos também. Mas temos a informação de que não será renovado a partir do final de junho. Como está longe, não estamos falando disso com o governo.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; E no caso de não prorrogação, como as vendas devem se comportar?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Deve haver uma queda em julho, sim, quando acabar o benefício. Mas é difícil dizer de quanto. Não vamos falar em revisão de projeções por enquanto.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; Há uma série de negociações entre as montadoras no mundo que envolvem aquisições. Como o sr. vê esse movimento de consolidação do setor?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>O mundo vai sair com outro desenho dessa crise. Há vários cenários possíveis. Na China, deve haver uma consolidação entre as 14 marcas lá existentes de modo que sobrem duas ou três com bastante força no mercado chinês, no primeiro momento. E, no segundo momento, elas buscarão uma internacionalização. Mas há diversos redesenhos possíveis por conta da crise.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; Haverá menos competidores no mercado?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Algumas marcas podem sair e outras podem entrar. Já há movimentos anunciados, entre a Fiat e a Opel, por exemplo. Mas não para por aí. A indústria está pensando em uma nova forma de trabalhar, para cortar custos de produção e aumentar o poder de barganha no processo de compras.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; O avanço da China é preocupante? A Chery, montadora chinesa, já manifestou interesse em vir para o Brasil. E aqui já há alguns modelos chineses em circulação. Isso pode trazer um problema para a indústria?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Não necessariamente. Não se sabe ainda como isso virá. Se houver maciça exportação de carro chinês para cá, pode ser um problema, claro. Mas eles podem produzir aqui, o que pode representar uma oportunidade de parcerias com empresas já instaladas no Brasil.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; Como fica o Brasil nesse processo de consolidação? A Fiat, por exemplo, já mostrou interesse em adquirir ativos da GM na América Latina&#8230;</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Como as marcas instaladas no Brasil são globais, o redesenho global vai nos afetar, mas não acho que haverá um movimento de consolidação local, e sim negociações globais que poderão ter repercussão aqui. Esse movimento de consolidação vem no sentido de dar melhores condições às empresas para suportar a crise e ganhar mais força.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; A tendência, com esse &#8220;redesenho&#8221;, é que o Brasil se saia bem?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>O Brasil foi rápido e pragmático para lidar com a crise. Mas como ficará no futuro é uma questão complexa. É preciso definir o tamanho que o Brasil quer ter. O mercado interno é muito importante, e todos vão se dedicar a isso. Mas, se quisermos uma inserção no mundo, precisamos pensar em qual é o potencial que temos. Aí será preciso retomar um ciclo de investimentos para aumentar a qualidade do país em termos de competitividade.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; E o que a indústria automotiva do país precisa fazer para se inserir bem nesse contexto? </em></strong></p>
<p><strong><em>CHNEIDER &#8211; </em></strong>Temos que avaliar os gargalos e dificuldades de inserção. Quando o mercado vai bem, ou seja, você consegue vender o que produz, é possível mascarar as deficiências estruturais. Mas, quando o consumo diminui, essas ineficiências cobram um preço maior e significam perda de competitividade. Precisamos rever problemas como estrutura tributária, infraestrutura logística, custo de crédito e procedimentos burocráticos. Precisamos agora nos revisitar enquanto país e procurar uma nova estratégia em termos de estrutura produtiva.</p>
<p><strong><em>FOLHA &#8211; Isso foi colocado para o governo?</em></strong></p>
<p><strong><em>SCHNEIDER &#8211; </em></strong>Essa não é uma proposta de curto prazo, mesmo porque os mercados que estão em queda não vão responder a curto prazo. Não podemos, por exemplo, exportar imposto. Temos créditos tributários que são difíceis de receber e, quando recebemos, o custo financeiro já está embutido. Há imposto na folha do trabalhador que produz para exportação, há custos excessivos de logística. Precisamos ver o que queremos para o Brasil quando a crise acabar. Por isso, trata-se de uma questão não para o governo, mas para o país.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É hora de apostar no mercado doméstico]]></title>
<link>http://economiaclara.wordpress.com/2009/05/20/mercado-domestico/</link>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 02:39:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Seabra</dc:creator>
<guid>http://economiaclara.wordpress.com/2009/05/20/mercado-domestico/</guid>
<description><![CDATA[A Colgate, grande empresa do ramo de higiene, fechou contrato para construir, em São Paulo, uma fábr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Colgate, grande empresa do ramo de higiene, fechou contrato para construir, em São Paulo, uma fábrica e o maior centro de distribuição da América Latina, no valor de 120 milhões de reais. A Kopenhagen e o Boticário também têm unidades em construção, segundo matéria do jornal <em>Valor Econômico</em> desta quarta-feira. Essas empresas têm algo em comum, que as torna menos vulneráveis à crise internacional: a forte demanda interna por seus produtos.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify">Desde 2004, a indústria brasileira registrava crescimento elevado, à frente da economia como um todo. A fonte do dinamismo não era o mercado externo, mas o doméstico. Houve aumento dos salários reais, redução no desemprego e maior acesso ao crédito. A continuidade dos resultados positivos foi posta em dúvida com a crise internacional, mas já dá sinais de que é sustentável.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify">Outra reportagem do <em>Valor</em>, nesta semana, mostrou que o mercado interno e as políticas do governo permitiram maior tranquilidade às empresas brasileiras nos primeiros meses deste ano. Segundo a matéria, quanto mais ligada à demanda doméstica, menos a empresa sentiu a crise. A <em>Positivo Informática</em>, maior fabricante brasileira de computadores, já retomou o terceiro turno de trabalho.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify">No <em>Magazine Luiza</em>, as vendas de produtos da linha branca, como geladeiras e máquinas de lavar, aumentaram cerca de 25% depois da <a href="http://economiaclara.wordpress.com/2009/03/30/politica-fiscal-e-arma-contra-a-crise/">redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)</a>. Na <em>Natura</em>, não houve queda nas vendas. A <em>Fiat</em> tem conseguido manter boa parte da indústria ocupada com a demanda interna.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify">É evidente que as exportações têm um peso importante na nossa economia. Mas, ainda aí, temos o apoio da demanda doméstica. Não da nossa, mas da chinesa. O país também depende muito de exportações, mas muitos economistas apostam na capacidade do mercado interno de manter a economia em crescimento.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify">Segundo o ex-presidente do BNDES Antônio Barros de Castro, a China promete ser fonte inesgotável de estímulo sobre certos mercados de matérias-primas e energia. E aí estão, por exemplo, nossos petróleo, minério de ferro e aço.</p>
<p class="conteudo_mat_categ" style="width:auto;margin:0 0 15px;padding:0;" align="justify"><strong>O leitor Eber sugeriu o tema do mercado interno como saída para a crise. <a href="http://economiaclara.wordpress.com/about/">Dê também a sua ideia</a>. Agora você também pode acompanhar as <a href="http://twitter.com/economiaclara">atualizações do blog pelo Twitter</a>. Assim, sempre vai saber quando tem novidade por aqui!</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vendas da Vale no Brasil levam tombo e tornam-se &quot;irrelevantes&quot;]]></title>
<link>http://nelsontembra.wordpress.com/2009/03/26/vendas-da-vale-no-brasil-levam-tombo-e-tornam-se-irrelevantes/</link>
<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 13:25:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>nelsontembra</dc:creator>
<guid>http://nelsontembra.wordpress.com/2009/03/26/vendas-da-vale-no-brasil-levam-tombo-e-tornam-se-irrelevantes/</guid>
<description><![CDATA[Durante o primeiro trimestre de 2009, a Vale do Rio Doce vendeu no mercado brasileiro apenas 10% do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Durante o primeiro trimestre de 2009, a Vale do Rio Doce vendeu no mercado brasileiro apenas 10% do minério de ferro que comercializou no país durante os três primeiros meses de 2008. A revelação foi feita esta semana pelo presidente da companhia, Roger Agnelli, que fez uma palestra para alunos da Faculdade de Direito da USP. Pouco antes de revelar o número, o executivo já havia dito que <strong>o mercado interno tornara-se &#8220;absolutamente irrelevante&#8221; para a empresa</strong>, maior fornecedora mundial de minério de ferro.</p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p><a href="http://nelsontembra.blogspot.com/2008/12/tudo-dominado-nem-tudo.html">Blog do Nelson Tembra: Tudo dominado? nem tudo&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Investimento estrangeiro dobra em fevereiro e soma US$ 1,9 bi]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/24/investimento-estrangeiro-dobra-em-fevereiro-e-soma-us-19-bi/</link>
<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:35:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/24/investimento-estrangeiro-dobra-em-fevereiro-e-soma-us-19-bi/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; O ingresso de investimentos estrangeiros diretos (IED) no Brasil dobrou em fevereir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; O ingresso de investimentos estrangeiros diretos (IED) no Brasil dobrou em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2008, somando US$ 1,968 bilhão. O resultado é ligeiramente superior ao projetado pelo Banco Central no mês passado, que esperava um fluxo de IED de US$ 1,8 bilhão. </p>
<p>Os investimentos estrangeiros em ações, porém, tiveram saldo negativo de US$ 343 milhões no mês. Os investimentos em ações negociadas no País tiveram saídas de US$ 321 milhões e as negociadas no exterior, saldo negativo de US$ 21 milhões. Em fevereiro do ano passado, os investimentos em ações também tiveram saldo negativo, de US$ 270 milhões. </p>
<p>Os investimentos em títulos de renda fixa, em fevereiro, tiveram saldo negativo de US$ 1,327 bilhão, acumulando, no ano, saldo negativo de US$ 3,128 bilhões. Em fevereiro do ano passado, a renda fixa registrava ingressos de US$ 2,886 bilhões e acumulava, no primeiro bimestre, saldo positivo de US$ 4,198 bilhões. </p>
<p>Os investimentos em títulos negociados no País tiveram saídas de US$ 734 milhões em fevereiro e acumulam, no ano, saldo negativo de US$ 2,363 bilhões. Já os títulos negociados no exterior, tiveram saídas de US$ 593 milhões em fevereiro e acumulam, no ano, US$ 764 milhões de saídas.</p>
<p>No primeiro bimestre do ano, o ingresso de investimentos estrangeiros diretos soma US$ 3,898 bilhões. No período, as aplicações em ações acumulam saldo negativo de US$ 885 milhões ante déficit de US$ 3,351 bilhões em janeiro e fevereiro de 2008. Em 12 meses, o saldo até fevereiro subiu para US$ 43,243 bilhões ou 2,90% do PIB. Até janeiro, o IED acumulado era de US$ 42,164 bilhões ou 2,75% do PIB.<br />
agência estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: O aumento do ingresso de investimentos estrangeiros diretos (IED), são na realidade investimentos que tem por objetivo a compra de ativos no Brasil, dentre eles empresas nacionais. Bem essa questão é delicada, até porque a entrada de IED não significa investimentos no País em si.</p>
<p>Só para se ter uma idéia, saíram US$ 10 bilhões e 435 milhões em remessas de lucros e dividendos (tanto especulativos quanto remessas de lucros de filiais de empresas externas às suas matrizes, além de juros, renda fixa e outros rendimentos). Em 10 dias do mês de março, a transferência de US$ 3,266 bilhões pelas multis foi maior do que em todo o mês de janeiro: US$ 2,251 bilhões. A verdade é que este “investimento direto estrangeiro” tem apenas rosto de investimento, mas na verdade é em última instância a compra e desnacionalização de empresas nacionais por atacado, além disso estas &#8221; filiais&#8221; remetem mais ao exterior do que investem no País. </p>
<p>Não se trata de nacionalismo, mas temos que prestigiar a empresa nacional, aquele que investe e não remete, e que por muitas sofre sem financiamentos e recursos enquando a farra das remessas sangra o País. É isso aí. Depois dizem que eu oscilo entre  discurso de direita e da esquerda, mas a verdade é que quando se trata de proteger a industria nacional e o mercado interno todos se calam, como se isso fosse uma blasfêmia. Vamos falar a verdade ! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mercado vê economia estagnada neste ano, mostra Focus]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/23/mercado-ve-economia-estagnada-neste-ano-mostra-focus/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:08:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/23/mercado-ve-economia-estagnada-neste-ano-mostra-focus/</guid>
<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; O mercado financeiro brasileiro reduziu fortemente sua estimativa para o crescimen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>SÃO PAULO &#8211; O mercado financeiro brasileiro reduziu fortemente sua estimativa para o crescimento econômico deste ano e cortou também os prognósticos para a taxa de juro Selic e para a produção industrial, segundo o relatório Focus divulgado nesta segunda-feira, 23. </p>
<p>A previsão para o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 caiu de 0,59% na semana anterior para 0,01%. O cenário para 2010 permaneceu em 3,50%. A projeção para a produção industrial este ano recuou de -1,59% para -2%. </p>
<p>O prognóstico para a Selic caiu de 9,75% para 9,25% neste ano e para o próximo permaneceu em 9,75%<br />
O mercado manteve a visão para a Selic na reunião de abril do Comitê de Política Monetária (Copom) em 10,25% agora. </p>
<p>A estimativa para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano caiu de 4,52 para 4,42% , enquanto para 2010 ficou estável em 4,50%.<br />
agência estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Observem que haverá menor crescimento, menor inflação, menores taxas de juros e consequentemente, piora na arrecadação. O Focus é uma consulta a 100 instituições do mercado financeiro – departamentos econômicos de bancos e consultorias – e o número que sai é uma média. Na verdade, mediana: o ponto em que metade está abaixo e metade está acima daquele número. A verdade é que diante desse crescimento zero, e inflação abaixo da meta o que se pode dizer é que, conhecendo-se o Banco Central, ele deve reduzir sim a taxa de juros na reunião de abril.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arrecadação federal cai 27% em fevereiro a R$ 45,1 bi]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/19/arrecadacao-federal-cai-27-em-fevereiro-a-r-451-bi/</link>
<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 14:38:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/19/arrecadacao-federal-cai-27-em-fevereiro-a-r-451-bi/</guid>
<description><![CDATA[BRASÍLIA &#8211; A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 45,106 bilhões em fever]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>BRASÍLIA &#8211; A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 45,106 bilhões em fevereiro, informou hoje a Receita Federal do Brasil. O resultado teve queda real, ajustado pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 26,99% em relação a janeiro deste ano. em relação ao dado do mesmo período do ano passado, a queda real é de 11,53% </p>
<p>Segundo a Receita, fevereiro foi o quarto mês consecutivo em que houve queda na arrecadação federal na comparação com o mesmo período do ano anterior. </p>
<p>No acumulado do primeiro bimestre de 2009, a arrecadação federal totalizou R$ 106,548 bilhões, o que representa uma queda real de 9,11% ante o dado do primeiro bimestre de 2008. </p>
<p>A arrecadação das receitas administradas pela Receita Federal caiu 11,13% a R$ 44,347 bilhões em fevereiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já a arrecadação previdenciária somou R$ 14,44 bilhões em fevereiro, resultado 3,57% maior que a arrecadação de fevereiro de 2008, mas recuou 3,69% em relação a janeiro deste ano. </p>
<p>Impactos</p>
<p>De acordo com a Receita, entre os principais fatores que contribuíram para a queda da arrecadação federal estão o recuo de 17,23% na produção industrial de janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado. </p>
<p>A Receita destacou também a alteração da tabela de incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, que vigora até o fim deste mês, como uma das medidas de esforço contra a crise, anunciadas em dezembro do ano passado. Em relação ao IPI de automóveis, a Receita informou que houve uma queda real de 92,5% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2008. </p>
<p>Ainda de acordo com a Receita, o resultado do mês passado foi afetado também pela alteração da tabela de recolhimento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), em vigor desde o início deste ano. Segundo a Receita, houve uma queda de 30,6% no mês passado no recolhimento do IRPF na comparação com fevereiro de 2008. Esta baixa concentra-se nos itens referentes a ganhos de capital e ganhos líquidos em bolsa. </p>
<p>Na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda da arrecadação foi atribuída à desaceleração da economia verificada, por exemplo, na retração da produção industrial e venda de bens, que influenciam diretamente a arrecadação de IPI, PIS e Cofins. </p>
<p>Ainda segundo a Receita, o resultado da arrecadação no acumulado de 2009 também é impactado negativamente pela redução da lucratividade das empresas e pelas desonerações tributárias. Além disso, a Receita lembra que no primeiro bimestre de 2009 houve uma compensação no pagamento de tributos (Cofins, PIS e Cide) no valor de R$ 2,7 bilhões.</p>
<p>Por fim, o aumento da arrecadação previdenciária em relação a fevereiro do ano passado é explicado pelo impacto do maior número de empresas optantes pelo Simples este ano, já que a nova legislação, que entrou em vigor no fim de 2008, deu um prazo de até 15 de fevereiro de 2009 para a adesão de novos optantes. Segundo a Receita Federal, as receitas desse item cresceram 25,6%. </p>
<p>agência estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: É dado ruim porque uma arrecadação menor compromete os investimentos principalmente em relação ao PAC e outros. A política de liberalidade tributária na alteração da tabela de incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, tem na verdade dois componentes perigosos.</p>
<p>O primeiro é o comprometimento da receita, o segundo é o fato de se abrir um precedente, observem que a construção civil agora pleiteia o benefício dada ao setor de automóveis. Mas o grande vilão foi mesmo o recuo de 17,23% na produção industrial de janeiro deste ano, em relação ao mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Sem uma política de revisão dos gastos públicos com pessoal, que é na verdade o maior montante dos gastos, será difícil encontrar recursos para tudo. O resto é política, como 1 milhão de casas. Haverá recursos para tudo ? </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Criação de emprego cresce após 3 quedas, mas é 95,5% menor que em 2008]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/18/criacao-de-emprego-cresce-apos-3-quedas-mas-e-955-menor-que-em-2008/</link>
<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 15:58:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[A economia brasileira gerou 9.179 empregos com carteira assinada em fevereiro, depois de três meses ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A economia brasileira gerou 9.179 empregos com carteira assinada em fevereiro, depois de três meses seguidos de fechamento de vagas. Apesar da alta, a criação de postos em fevereiro foi 95,5% inferior ao resultado obtido em igual mês de 2008, quando foram abertas 204.963 vagas -maior número para o mês desde 1992 (veja gráfico ao final do texto).</p>
<p>O desempenho do mercado de trabalho começou a cair no Brasil em outubro, quando uma série de quatro recordes mensais de geração de postos foi quebrado.</p>
<p>&#8220;Esse comportamento favorável (do mês passado), embora modesto, demonstra uma importante reação do mercado de trabalho formal brasileiro, após três meses consecutivos de resultados negativos expressivos&#8221;, afirmou o ministério em nota.</p>
<p>De acordo com o Caged, no segundo mês deste ano, foram contratadas 1.233.554 pessoas enquanto as demissões somaram a 1.224.375.</p>
<p>As principais áreas de impulsão ao aumento de emprego no mês passado foram ensino (+35.389 vagas), alojamento e alimentação (+13.355 postos) e serviços médicos e odontológicos (+5.666 vagas), além de comércio e administração de imóveis (+3.056 empregos).</p>
<p>Tais ramos contribuíram para o que o setor de serviços puxasse a contratação em fevereiro, com a criação de 57.518 postos. Na verdade, este segmento foi o principal responsável pelo resultado positivo do mês, seguido por agronegócio, com adição de 957 postos. A indústria de transformação registrou demissão líquida de 56.456. A construção civil adicionou 2.842 postos.<br />
Folha online</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Um a queda de 95,5 % em relação a 2008 é muito. Aliás o grande problema com a incapacidade de geração de emprego, é o fato de que precisamos criar no mínimo 5 milhões de novos empregos por ano para absorver novos trabalhadores que ingressam no mercado de trabalho. E é bom lembrar que nos últimos três meses foram perdidos 800 mil empregos formais.</p>
<p>Os empresários ainda estão com medo de empregar. Os que estão segurando estão apenas querendo ver melhor como ficam as coisas. Se elas piorarem, as demissões virão. Provavelmente, 1 milhão e 1,5 milhão de empregos podem ser perdidos até março do ano que vem se a crise continuar. Temos que discutir meios para que numa situação de crise &#8211; como a que vivemos &#8211; possamos disponibilizar de instrumentos de proteção à nossa indústria nacional, assim como os demais países desenvolvidos o fazem. Outras medidas, como desburocratizar, melhorar o desempenho dos portos, financiamentos à exportação são bons, mas levam tempo. Um protecioniso de bom senso, seletivo, light, faz bem em épocas de crise.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil se torna o 5º maior credor dos EUA em títulos do Tesouro]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/16/brasil-se-torna-o-5%c2%ba-maior-credor-dos-eua-em-titulos-do-tesouro/</link>
<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 16:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[São Paulo &#8211; O Brasil aumentou sua posição em títulos do Tesouro dos Estados Unidos (&#8220;tre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>São Paulo &#8211; O Brasil aumentou sua posição em títulos do Tesouro dos Estados Unidos (&#8220;treasuries&#8221;) em janeiro e assumiu a quinta posição no ranking, ultrapassando o Reino Unido, com US$ 133,5 bilhões desses títulos. </p>
<p>Em dezembro passado, o Brasil detinha US$ 127 bilhões em Treasuries, segundo tabela no site do Tesouro norte-americano.</p>
<p>O primeiro lugar do ranking é ocupado pela China, com US$ 739,6 bilhões, enquanto o Japão está na segunda posição, com US$ 634,8 bilhões. </p>
<p>A terceira posição é ocupada por países exportadores de petróleo, que juntos detêm US$ 186,3 bilhões em papéis do Tesouro dos EUA, e o quarto lugar está com Centros Bancários no Caribe, com US$ 176,6 bilhões.</p>
<p>O Reino Unido passou para o sexto lugar, com US$ 124,2 bilhões de títulos do Tesouro dos EUA em janeiro, abaixo dos US$ 130,9 bilhões que detinha em dezembro. As informações são do site do Departamento do Tesouro dos EUA.<br />
Agência Estado</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Esses títulos ainda são o investimento mais seguro do mundo. Recentemente, em meio à turbulência, a remuneração de alguns desses papéis caiu para quase zero por causa do aumento na demanda por esses títulos &#8211; resultado de investidores fugindo de qualquer tipo de risco. outros países vêm diversificando as reservas.</p>
<p>Contudo, países como a Rússia e Índia vêm diversificando bastante as reservas, reduzindo bastante a exposição ao dólar. A Rússia deve estar com cerca de 45% das reservas denominadas em dólar, ante menos de 40% da Índia. A Índia tem muitos depósitos no BIS. A China tem muitos títulos da Fannie Mae e Freddie Mac, além de Treasuries. Por ironia os papeis do centro do furacão da crise passam a ser os preferidos. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um novo olhar sobre o mercado interno]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/2009/03/13/um-novo-olhar-sobre-o-mercado-interno/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 16:14:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Influenciados pelo expansionismo, pela utópica instabilidade econômica brasileira, e acima de tudo p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Influenciados pelo expansionismo, pela utópica instabilidade econômica brasileira, e acima de tudo pela crença da vulnerabilidade política do País, muitas empresas brasileiras priorizaram o mercado externo em detrimento aos investimentos no mercado interno brasileiro. Poucos observavam que o nível de investimento internacional, se avolumava na medida em que as políticas de inclusão se faziam prioridades nos últimos dez anos.</p>
<p>O mercado interno, na verdade, foi o principal responsável pelo crescimento de 5,4% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2007. Assim como a demanda interna foi responsável por uma contribuição de 6,9 p.p. (pontos percentuais) na expansão da economia brasileira no ano passado, ao passo que a demanda externa teve influência negativa, de 1,4 p.p. Não resta a menor dúvida, que em 2007 o aumento do investimento, aliado ao consumo das famílias &#8211; que cresceu 6,5% em 2007 &#8211; foram os principais fatores para este resultado, alem disso em 2008, o dinamismo da demanda interna continuou sustentando a atividade econômica no trimestre encerrado em agosto do referido ano.</p>
<p>A atual crise econômica, nos impulsiona para uma nova realidade que nos compele a repensar o Brasil de dentro para fora. Somos 190 milhões de consumidores, um potencial fantástico, que até agora de certa forma, fora preterido pelas grandes empresas brasileiras e cobiçado pelo mercado internacional. Um exemplo clássico é a Embraer, que decidiu praticamente abandonar o mercado interno de aviões, para participar em proporção maior no mercado internacional fragilizado pela crise.</p>
<p>Só para se ter uma idéia, o programa Bolsa Família, aqueceu a economia em pequenas cidades, em especial do Norte e do Nordeste, onde mais da metade dos benefícios é paga; no Brasil são 11 milhões de pessoas que se beneficiam com o programa de inclusão, consumindo bens e impulsionando a economia, e o melhor, para implementá-lo, o governo desembolsa menos de 1% do PIB.</p>
<p>Com efeito, os programas de inclusão vem ao encontro a esta nova visão sobre o mercado interno brasileiro, que se fortalecido, poderá ser a grande saída para as empresas brasileiras e as demais. O perfil de novos produtos, inserido numa nova estratégia adequada a uma recém classe média ascendente, fazem desse novo desafio uma oportunidade fantástica, ao mesmo tempo em que cria um ciclo virtuoso de consumo no País. É sempre bom lembrar, que uma nova visão sobre o mercado interno, não exclui de forma alguma alguns mecanismos de proteção &#8211; mesmo que seletivos, incidindo sobre produtos sensíveis &#8211; no sentido de nos precaver do excedente de produtos oriundos do exterior em função da crise; produtos estes abaixo dos preços de mercado, inviabilizando dessa forma nossa produção nacional. </p>
<p>Rever as prioridades investindo no mercado interno, contrapõe -se à política de expansão no mercado internacional &#8211; adotado por muitas empresas &#8211; onde atualmente não mais vislumbra-se o potencial mercadológico de outrora. Quem sabe um novo olhar sobre o mercado interno, aliado à possibilidade de fortalecê-lo implementando e promovendo a indústria nacional, seja a saída e ao mesmo tempo um retorno a nos fazer acreditar num novo Brasil. </p>
<p><em><strong>Fernando Rizzolo</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Segredo das atitudes na gestão dos negócios em 2009]]></title>
<link>http://casesdesucesso.wordpress.com/2009/03/12/o-segredo-das-atitudes-na-gestao-dos-negocios-em-2009/</link>
<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 10:19:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cases de Sucesso</dc:creator>
<guid>http://casesdesucesso.wordpress.com/2009/03/12/o-segredo-das-atitudes-na-gestao-dos-negocios-em-2009/</guid>
<description><![CDATA[Senhores passageiros é hora de decolar, o peru já se foi, o carnaval também. O nome da ação, e sem p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">Senhores passageiros é hora de decolar, o peru já se foi, o carnaval também. O nome da ação, e sem perda de tempo, chama-se deslocar o corpo para reposicioná-lo na frente dos acontecimentos e diante dos fatos para que não sejam transformados em álbuns de fotografias, do tipo podia ter sido, mas não foi.</p>
<p>Esse ano não tem a cara dos irmãos anteriores, pois na verdade ele já começou há meses atrás e de uma forma bastante radical, típica daqueles que nos viram de ponta cabeça para que possam cair todos os equipamentos adquiridos ao longo das experiências vivenciadas, no sentido de montarmos um arsenal para uso. Diria que esse é o momento aonde as oportunidades são reservadas para o peso da Inteligência, acima da tradicional influência política.</p>
<p>As atividades empresariais terão que adicionar ao tudo de antes, a ampliação dos critérios de custeios e de seguranças que somados aos “feelings”, devem identificar as oportunidades diante da inclusão clara das disponibilidades reais de cada potencial negócio, seus impactos e recursos dentro da casa que representamos.</p>
<p>Nos meios dos negócios dependeremos estrategicamente de gente competente e expositiva (Dialogo extremo: Fornecedores, Equipes e Mercado) para que no conjunto tenhamos os sentimentos corretos dos ajustes pelas mudanças que irremediavelmente teremos que processar, e tantas vezes enquanto necessárias, para os consensos diante das definições da rota a seguir.</p>
<p>Planejamentos, revisões e atuações serão os itens determinantes para quem queira enxergar a luz, e o fator da competência só será transferido aos resultados, quando o tempo estiver em sintonia com as formas rápidas e claras inseridas entre os intervalos das decisões pensadas e exercidas pelo grupo, pelas equipes.</p>
<p>Teremos que gastar “QI”, nos munindo de balas combinadas com as dos parceiros, evitando pensar nos ataques laterais, já que o alvo dos negócios do semestre está principalmente no mercado interno e sua condição mais favorável para absorções de expansão de demanda, se confrontado com os indicadores de retração em relação aos nossos tradicionais parceiros da exportação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><strong><sub><span style="font-size:10pt;color:#bfbfbf;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Sérgio Dal Sasso – www.portaldomarketing.com.br</span></span></sub></strong><strong><sub><span style="font-size:10pt;color:#bfbfbf;line-height:115%;"></span></sub></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IED - Investimento estrangeiro direto]]></title>
<link>http://empreendedorsocial.wordpress.com/2009/02/13/ied-investimento-estrangeiro-direto/</link>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 14:55:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari M</dc:creator>
<guid>http://empreendedorsocial.wordpress.com/2009/02/13/ied-investimento-estrangeiro-direto/</guid>
<description><![CDATA[Saiu um relatorio da oficina comercial da Espanha no Brasil sobre os dados de IED de 2008 (descargue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Saiu um relatorio da oficina comercial da Espanha no Brasil sobre os dados de IED de 2008 (<a href="http://www.icex.es/icex/cda/controller/pageICEX/0,6558,5518394_5519172_5547593_4189141,00.html">descargue aqui</a>). Diz que o Brasil teve um fluxo extraordinário, com um aumento de 30% em relaçao ao ano anterior. No mesmo período a maioria dos países desenvolvidos apresentou quedas de até 5% ou subidas bem modestas, como é o caso da Espanha. Ainda assim Espanha fechou o ano em terceira posiçao na Europa e sexta no mundo. Mas as perspectivas para 2009 sao bastante mais negativas e os analistas dizem que o Brasil nao vai escapar das más previsoes.</p>
<p>Se o Brasil recebeu muito investimento estrangeiro é porque o mundo aposta no nosso mercado. Nesse sentido o melhor é a gente apostar também. Olhar fora para fazer igual ou melhor dentro. Quem tem um produto interessante nao pode ficar em casa esperando o comprador bater à porta, tem que ir pra rua. Buscar sinergias, associaçoes, formaçao. Tudo vale para estar mais preparado, porque parece que aqui no norte do mundo a coisa vai ficar um pouco parada mesmo.</p>
<p>via <a href="http://www.icex.es/icex/cda/controller/pageICEX/0,6558,5518394_5518974_5536731_0_0_-1,00.html">ICEX</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[México. Amagan industriales con no pagar impuestos]]></title>
<link>http://pulsocritico.wordpress.com/2009/02/05/mexico-amagan-industriales-con-no-pagar-impuestos/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 15:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>pulsocritico</dc:creator>
<guid>http://pulsocritico.wordpress.com/2009/02/05/mexico-amagan-industriales-con-no-pagar-impuestos/</guid>
<description><![CDATA[Exigen posponer aumento al IETU y otorgar facilidades de pago Erika Duarte La Jornada 05/02/09 Los i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#ff0000;"><strong>Exigen posponer aumento al IETU y otorgar facilidades de pago</strong></span></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Erika Duarte La Jornada <a href="http://www.jornada.unam.mx/2009/02/05/index.php?section=economia&#38;article=020n2eco" target="_blank">05/02/09</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Los industriales del país no descartaron dejar de pagar impuestos si no se pospone el incremento al impuesto empresarial a tasa única (IETU) y de no aplicarse esquemas que otorguen facilidades de pago a las empresas con problemas financieros, advirtió el presidente de la Confederación de Cámaras Industriales (Concamin), Ismael Plascencia Núñez.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Si hay apoyo para otros rubros, como gasolina, diesel y para las pymes, por qué no puede haber algo para las empresas que definitivamente no pueden pagar&#8221;, cuestionó y dijo que ya hay firmas que no están cumpliendo con sus obligaciones &#8220;no porque no quieran, sino porque definitivamente no pueden&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Alfredo Gutiérrez Ortiz Mena, jefe del Servicio de Administración Tributaria, aseguró que 24 por ciento de las empresas en el país no cumplen con el pago de impuestos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Se desplomó 20.8% en enero el índice de confianza del consumidor en la economía</strong></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Juan Antonio Zúñiga. La Jornada <a href="http://www.jornada.unam.mx/2009/02/05/index.php?section=economia&#38;article=021n1eco" target="_blank">05/02/09</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El índice de confianza del consumidor, que evalúa la percepción de los hogares sobre la situación actual y por venir tanto de su economía como la del país, resintió un derrumbe anual de 20.8 por ciento en enero de este año, hasta colocarse en el nivel de mayor deterioro desde su primer registro en abril de 2001, informó el Instituto Nacional de Estadística y Geografía (Inegi).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Los planes gubernamentales para afrontar la crisis no convencen a la población, señala Invex</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong><br />
</strong></span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ricardo Aguilar Abe, especialista del departamento de análisis del Grupo Financiero Invex, explicó que los planes gubernamentales para enfrentar el escenario de crisis que ya afecta a la economía mexicana no parecen convencer a la población sobre su efectividad y, por el contrario, en enero esta percepción se agravó. En enero, el índice de confianza registró un deterioro de 1.48 por ciento respecto a diciembre.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Resumió: &#8220;el anuncio a principios de año sobre un nuevo programa de apoyo a la economía, y la posibilidad de observar una trayectoria de descenso de la inflación, fueron insuficientes para mitigar la caída en la confianza de los consumidores. Las perspectivas se deterioran mes a mes&#8221;.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os anônimos]]></title>
<link>http://perspectivapolitica.wordpress.com/2009/01/28/os-anonimos/</link>
<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 20:46:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Kazuhiro</dc:creator>
<guid>http://perspectivapolitica.wordpress.com/2009/01/28/os-anonimos/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Brasil tem 14 empresas em lista de grandes companhias emergentes&#8221; Aos poucos, o Brasil ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL975824-9356,00-BRASIL+TEM+EMPRESAS+EM+LISTA+DE+MULTINACIONAIS+EMERGENTES.html" target="_blank">&#8220;Brasil tem 14 empresas em lista de grandes companhias emergentes&#8221;</a></p>
<p style="text-align:justify;">Aos poucos, o Brasil vai consolidando sua posição de &#8220;player&#8221; global. E é bom que isso aconteça. É interessante para a população ter uma economia mais aquecida, mais empregos e mais inovação. É interessante para os acionistas das empresas que elas lucrem mais. É interessante para o Estado Brasileiro que o país seja sede de empresas importantes no cenário mundial, gerando para o país respeitabilidade, credibilidade e, é claro, dividendos e impostos.</p>
<p style="text-align:justify;">Porém, como dizem até mesmo nas histórias em quadrinhos, grandes poderes trazem grandes responsabilidades. Na medida que avançam as empresas brasileiras, é papel do Estado fiscalizar para que avancem também as responsabilidades sociais das mesmas. De que adianta um país ter empresas impressionantes e milhões na miséria? A grandeza do Brasil do futuro será averiguada a partir do critério de quanto do crescimento brasileiro foi revertido em melhoria da qualidade de vida da população. Nem só de empresas e conglomerados vive um país.</p>
<p style="text-align:justify;">Também cabe ao Estado, além de fiscalizar as contrapartidas sociais das empresas, empregar corretamente os dividendos que advém do crescimento do mercado interno e das exportações. De que adianta o avanço da empresa brasileira se ele apenas servir para evidenciar mais ainda nossos gargalos? O Estado Brasileiro tem como função importantíssima alargar esses caminhos, investindo pesado em infra-estrutura, em energia e em qualificação de mão-de-obra.</p>
<p style="text-align:justify;">Por mais que as empresas brasileiras cresçam e figurem em listas das mais importantes dos países emergentes, de nada adiantará para o cotidiano brasileiro se o Estado, encarnando o papel de fiscalizador e fomentador, não proporcionar meios para que o progresso continue e segurança jurídica para que os investimentos frutifiquem, além de verificar em que medida o avanço do Brasil corresponde a avanço real, a desenvolvimento. Não importa só PIB, importa também IDH. O Brasil dos sonhos é o Brasil que sabe repartir sua prosperidade entre seu povo. Esse é o bom capitalismo. Sem os extremos da esquerda radical ou da direita que defende o Estado mínimo, o país precisa investir em igualdade, em justiça social.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil precisa de suas empresas, e é ótimo que elas prosperem, maravilhoso mesmo. Porém o Brasil verdadeiro não é o das sociedades anônimas é o dos verdadeiros anônimos.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El vino sale a cuidar su mercado interno  ]]></title>
<link>http://awpro.wordpress.com/2008/10/21/el-vino-sale-a-cuidar-su-mercado-interno/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:53:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>danroc</dc:creator>
<guid>http://awpro.wordpress.com/2008/10/21/el-vino-sale-a-cuidar-su-mercado-interno/</guid>
<description><![CDATA[20/10/08 Fuente: Diario de Cuyo | Gabriel Bustos Herrera Cierto es que la vitivinicultura está atent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>20/10/08<br />
Fuente: Diario de Cuyo &#124; Gabriel Bustos Herrera</p>
<p>Cierto es que la vitivinicultura está atenta a los espasmos de las finanzas del mundo y su impacto en el comercio mundial. De hecho puntea cómo evolucionarán sus costos, que será del valor interno del dólar y como se moverá la curva de la demanda y la del crédito. Pero -para cuidar su mejor aljibe- prepara los bártulos para regar su mercado interno, uno de los más grandes del mundo y que implica 1.100 millones de litros de vinos &#8230;</p>
<p><!--more-->En realidad, tamaño mercado es mirado con avidez desde otros países productores: Sumado todo el vino que se comercializa en nuestro mercado interno de consumo, significa tanto como todo lo que exportan juntos, Estados Unidos, Australia, China, Sudáfrica y Nueva Zelanda, los países del denominado Nuevo Mundo del vino).</p>
<p>Y entonces, la Corporación Vitivinícola, COVIAR -a través del Fondo Vitivinícola Mendoza- sigue empecinada en promover &#8220;la cultura del vino&#8221; en el país y pone en marcha la edición 2008-2009 de promoción, que será exhibida y explicada en Mendoza el próximo viernes 24 y en San Juan el martes 28 de octubre. En la Capital Federal se expondrá el 22, ante los medios de difusión metropolitanos y del país.</p>
<p>El asunto es que -mientras chequea qué pasará con el aumento de sus costos internos- el vino vuelve a la carga con su promoción apostando a las &#8220;Verdades Cantadas&#8221;, como se titula una serie de piezas publicitarias y televisivas, en las que un coro de productores y trabajadores de bodega, van a retratar la cultura, la historia y las particularidades del vino argentino y su proceso centenario. En realidad, es la continuidad de las campañas que la COVIAR puso en marcha en 2005 y sigue el hilo de aquello del &#8220;Vino Argentino. Un Buen Vino&#8221;. Se calcula aquí que la inversión en la promoción del consumo interno del vino rondará esta vez los 18 o 20 millones de pesos (están en negociación las pautas) y son recursos del propio sector vitivinícola aportados a la COVIAR, con apoyo de las provincias productoras y del CFI. Ante tamaña crisis financiera mundial, lo que hace prevenir un bajón en las exportaciones mundiales de vino, mostos, pasas y uva en fresco, no es casual que la COVIAR apriete las marcas en el mercado interno, donde se mueven más de 1.100 millones de litros anuales. Es que además, todos los actores tienen en cuenta que entre el 75 y el 80 % del vino que se produce en la Argentina, se consume en la Argentina. Y del restante 25 % que se exporta, el 50 % es vino enviado a granel y la restante mitad es fraccionado. Las últimas estadísticas del INV evidencian que el consumo interno se mantiene estable en una meseta, a pesar de las contingencias de los paros del campo (mayo-junio), porque las estadísticas enero-septiembre mostraron una leve baja del 3,9 %, respecto a igual período del año pasado.</p>
<p>Por cierto, &#8220;nada debe hacerse en detrimento de nada&#8221; -como señalaron aquí en la COVIAR- de manera que esta atención al mercado interno, no excluye para nada la gestión promocional de nuestras exportaciones, que en los primeros 9 meses y antes de los efectos de la crisis mundial sumaba más de un 25% de aumento promedio, incluyendo una mejora más notoria en los importes conseguidos. A través de Vinos de Argentina (Wines of Argentine), la COVIAR sostendrá la promoción del vino argentino en las distintas vidrieras mundiales. La promoción ya tiene una continuidad y se centra principalmente en la presencia argentina en ferias y exposiciones, sin perjuicio de la campaña en revistas especializadas y programas de TV específicos.</p>
<p>http://www.diariodecuyo.com.ar/home/new_noticia.php?noticia_id=309010</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La industria del vino se retrae y mira más al mercado interno]]></title>
<link>http://awpro.wordpress.com/2008/10/19/la-industria-del-vino-se-retrae-y-mira-mas-al-mercado-interno/</link>
<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 03:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>danroc</dc:creator>
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<description><![CDATA[17/10/08 Fuente: Diario Los Andes | Miguel Ángel Flores La semana que viene empieza la nueva campaña]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>17/10/08<br />
Fuente: Diario Los Andes &#124; Miguel Ángel Flores</p>
<p>La semana que viene empieza la nueva campaña destinada a incentivar el alicaído consumo en el país. Las bodegas que exportan estudian con cautela cada venta. El tema empezó a instalarse en los últimos días casi como una receta salvadora: hay que mirar más el mercado interno de vinos. Para algunas bodegas es una recomendación a tener en cuenta y para las exportadoras muy poco, pero lo cierto es que la semana que viene el Fondo Vitivinícola y la Corporación Vitivinícola Argentina (Coviar) lanzarán la tercera campaña de promoción del consumo de vino argentino, a partir de una inversión de $ 8 millones hasta 2009; apuntan precisamente a incrementar las ventas dentro del país&#8230;<!--more--></p>
<p>El lanzamiento llega en momentos de incertidumbre para el comercio exterior vitivinícola, con algunas decisiones sobre ventas que se postergan paulatinamente. Y en un año en el que el mercado doméstico de vinos sufrió una retracción superior al 4% durante el primer semestre.</p>
<p>Hasta el momento, la etapa anterior del plan genérico promocional &#8220;Vino argentino, un buen vino&#8221;, intentó hacer repuntar el consumo per cápita de 38 litros anuales con resultado dispar, ya que mientras crecieron levemente los vinos de precios medios y altos (que representan menos del 20%), la demanda de vinos básicos de valor bajo (80%) mermó.</p>
<p>Entre las bodegas exportadoras prima la prudencia pero la preocupación es indisimulable. Es que los contratos firmados para esta temporada siguen ejecutándose, pero cruzan los dedos para que no se frenen más proyectos de expansión comercial.</p>
<p>Y por si faltaran motivos de preocupación, en la industria aguardan expectantes la reacción de Brasil a las trabas a la importación de repuestos y textiles que decidió el Gobierno argentino ayer, que podrían repercutir en el ingreso de vino al vecino país (ver página 7).</p>
<p>&#8220;En los contratos vigentes no notamos repercusiones, pero hablar de un proyecto comercial de acá a fin de año resulta hoy por hoy algo ilógico&#8221;, asegura Pablo Silvestre, del departamento de comercio exterior de Fecovita, cuyos principales mercados son Estados Unidos e Inglaterra, pero acusa un parate en iniciativas que iban a concretarse con Brasil (vino) y Sudáfrica (mosto), además del Este europeo.</p>
<p>Fecovita concentra aproximadamente el 20% del mercado nacional y ahora más que nunca lo mira con buenos ojos. &#8220;Siempre apostamos a él y trabajamos a escala para no descuidarlo. Por eso acompañamos con acciones propias la campaña de Coviar&#8221;, añade Silvestre.</p>
<p>Argentina vs resto del mundo</p>
<p>Algunas bodegas toman sus recaudos ante una previsible reducción de pedidos de los importadores. &#8220;Las cancelaciones de pedidos hasta ahora están dentro de lo normal. Por eso tratamos de acelerar las cobranzas e ir con cautela en el plan de inversiones&#8221;, admite Luis Steindl, gerente de operaciones de Norton.</p>
<p>La bodega de Perdriel optó por &#8220;frizar&#8221; la compra de una línea de fraccionamiento y planes a largo plazo, como un hotel y oficinas, para priorizar los salarios de sus 500 empleados y la continuidad de las ventas.</p>
<p>Según Steindl, &#8220;de México y Brasil consultan por más plazos de liquidación. Acceder sería poner en riesgo la cadena de pagos&#8221;.</p>
<p>En tanto, puertas adentro un estudio encargado por el Fondo Vitivinícola sobre el comportamiento de los canales de venta masiva durante el primer cuatrimestre de 2008 señaló una caída de 1,4% en volumen respecto a igual período del año pasado, pero con una recuperación del 16% en los precios, duplica a otras bebidas alcohólicas, entre las que la demanda creció un 6%, lo que habla de que una estrategia integral admite ajustes en valor.</p>
<p>Por otra parte, si bien al tomar la primera mitad del año el análisis realizado por la consultora CCR muestra resultados positivos en facturación, el último informe del INV confirma que los despachos de las bodegas se redujeron más de 255 mil hectolitros comparados con el mismo semestre de 2007 (-4,14%).</p>
<p>En una plaza donde la base de la pirámide de consumo está en los vinos de hasta 5 pesos, queda claro que el incentivo promocional aún no alcanza. Los datos del Instituto lo confirman: pese a un incremento de los varietales del 8,6%, en vinos genéricos la merma rozó el 7% interanual (de 5 a 4,6 millones de hectolitros).</p>
<p>Para José Luis Lanzarini, presidente del Fondo, &#8220;hay que sostener la estrategia de promoción. Esto puede ser una oportunidad para la industria en el país&#8221;.</p>
<p>Pese a un presupuesto de 8 millones de pesos que exigirá la campaña entre producción publicitaria y difusión, el directivo considera que &#8220;todos los recursos son escasos. La medición de resultados nos dice que a mayor presencia publicitaria hay mayor recaudación&#8221;.</p>
<p>Hasta ahora, en el sector hay coincidencia en la necesidad de &#8220;mover&#8221; el mercado. &#8220;Se trata de revertir la tendencia negativa en los vinos básicos y no cambiar nada de lo que se ha venido haciendo. Lo importante es tratar de influenciar más en el consumo; no podemos quedarnos de brazos cruzados&#8221;, afirman.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La comercialización de vinos creció un 3,62 por ciento]]></title>
<link>http://awpro.wordpress.com/2008/10/06/la-comercializacion-de-vinos-crecio-un-362-por-ciento/</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 03:31:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>danroc</dc:creator>
<guid>http://awpro.wordpress.com/2008/10/06/la-comercializacion-de-vinos-crecio-un-362-por-ciento/</guid>
<description><![CDATA[ 03/10/08 Fuente: MDZ Esto lo ha informado el Instituto Nacional de Vitivinicultura (INV), confirman]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> 03/10/08<br />
Fuente: MDZ</p>
<p>Esto lo ha informado el Instituto Nacional de Vitivinicultura (INV), confirmando que el crecimiento ha sido durante el lapso comprendido entre los meses de enero y agosto pasados. El informe es un anticipo de lo que en los próximos días publicará el INV en su sitio web. El Instituto Nacional de Vitivinicultura (INV) dio a conocer un anticipo del informe sobre los volúmenes de vinos argentinos comercializados, tanto en el mercado interno como en el externo, durante el período enero agosto 2008 que totalizó 9.603.562 hl. registrando así un aumento del 3,62% con respecto a igual período de 2007 &#8230;</p>
<p><!--more-->Los datos del INV están referidos al total del país y destaca, que dentro del período analizado, el mayor crecimiento lo mostraron los vinos varietales con un incremento del 6,27%, seguidos por los sin mención de variedad con el 2,89%.</p>
<p>Analizando el destino de los vinos argentinos, se exportaron 2.727.976 hl lo que representa un aumento del 29% con respecto a igual período del año pasado. También se comercializaron en el mercado externo 1.003.296 hl de mosto concentrado con un crecimiento del 13,5%. Con respecto al mercado interno, considerando los ocho primeros meses de 2008, se despacharon 6.875.586 hl lo que representa una disminución del 3,90%</p>
<p>El anticipo elaborado por el INV informa que los volúmenes comercializados durante el mes de agosto pasado en el mercado externo fue de 354.510 hl. de vino y 128.828 hl. de mosto concentrado y en el mercado interno fue de 944.658 hl. de vino</p>
<p>El informe completo se podrá consultar en www.inv.gov.ar en los próximos días.</p>
<table class="vsmimage" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="image"><img title="Cuadro 1 I" src="http://www.mdzol.com/files/image/78/78498/48e66b20bcb53.jpg" alt="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="image" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="image"><img title="Cuadro 2 I" src="http://www.mdzol.com/files/image/78/78499/48e66b4715ee7.jpg" alt="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="vsmimage" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="image"><img title="Cuadro 3 I" src="http://www.mdzol.com/files/image/78/78500/48e66b53b4f34.jpg" alt="" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>(1) En varietales se incluyen: vinos varietales, gasificados varietales, varietales endulzados y dulce natural varietal.</p>
<p>(2) En genéricos se incluyen: vinos sin mención varietal, gasificados, dulces naturales, regionales, livianos y para cocinar.</p>
<p>(3) En espumantes se incluyen: vinos espumantes, espumosos frutados, vino frizante y cóctel de vinos.</p>
<p>(4) Otros vinos, se incluyen: Los vinos categoría A, B y C. (ley 14.878 Art. 17 Inc. B). Marzala, Oporto, Jeréz, vino compuesto, Sangría.</p>
<p>Fuente: From MV-01/C y 1.848, datos provisorios. Sujeto a reajustes debido, entre otros motivos, a rectificativas de las DDJJ y presentaciones fuera de término.</p>
<p>Link permanente: http://www.mdzol.com/mdz/nota/74652</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As oportunidades do pré-sal ]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/2008/09/24/as-oportunidades-do-pre-sal/</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 15:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.wordpress.com/2008/09/24/as-oportunidades-do-pre-sal/</guid>
<description><![CDATA[Gilberto Dupas, O Estado de S.Paulo, 20 de setembro de 2008 O recente ciclo de crescimento brasileir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/09/gilberto-dupas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2855" title="gilberto-dupas" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/09/gilberto-dupas.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Gilberto Dupas, O Estado de S.Paulo, 20 de setembro de 2008</p>
<p>O recente ciclo de crescimento brasileiro, que surgiu da explosão dos preços das matérias-primas demandadas pela China, pode estar chegando ao fim. Mas a descoberta das imensas reservas petrolíferas no pré-sal é uma oportunidade importante para ajudar a estruturar uma estratégia nacional de desenvolvimento que adicione valor à produção local e crie aqui empregos de qualidade em larga escala.<!--more--></p>
<p>Concordo com João Furtado quando, em recente ensaio na Revista Novos Estudos, diz que o nosso desenvolvimento econômico não pode depender basicamente de fontes de demanda externa. Os efeitos das exportações sobre a taxa de câmbio inibem nossa competitividade em setores com mais tecnologia e nos condenam à volta a uma especialização &#8220;colonial&#8221; em matérias-primas. O nível de complexidade da estrutura produtiva brasileira de bens e serviços já é muito menor hoje do que foi no início dos anos 80.</p>
<p>Nossa balança comercial com a China é um exemplo contundente: exportamos produtos primários e importamos bens tecnológicos. O Brasil pode promover políticas ativas que ofereçam oportunidades de desenvolvimento tecnológico setorizado e mudem o perfil de nossa produção e exportação, fugindo da armadilha do câmbio depreciado e do juro elevadíssimo como única forma de controle da inflação. Se agirmos com competência e rapidez, as novas descobertas petrolíferas podem ajudar. É fundamental que as regras a serem fixadas permitam um controle sólido do Estado sobre a dinâmica de exploração e concorrência. Não se trata de estatismo senil, mas de admitir a evidência óbvia de que os novos campos são tão significativos que mudam profundamente escalas e estratégias. O Estado nacional, juntamente com a sociedade civil, tem a obrigação de estar no centro dessas decisões e abrir ao setor privado parcerias necessárias e convenientes. A Petrobrás, apesar do seu porcentual significativo de acionistas privados locais e internacionais, deverá continuar sendo o ator operacional mais importante desse novo modelo. Mas sob comando do interesse público mais amplo.</p>
<p>O desafio é transformar o pré-sal num dos eixos de um projeto de desenvolvimento que concilie integração das cadeias produtivas com condição competitiva externa fundada em tecnologias inovadoras. Isso implica romper de vez com certos resquícios neoliberais, frutos de um discurso hegemônico ultrapassado. Curioso que vários dos atuais defensores intransigentes da manutenção na Petrobrás no controle de toda a política referente ao pré-sal foram incentivadores de sua privatização durante os anos 90, quando a Vale do Rio Doce &#8211; a outra jóia da coroa &#8211; acabou leiloada. O argumento era que uma empresa estatal é intrinsecamente ineficiente e não teria condições para operar o setor de petróleo no Brasil na condição de protagonista principal!</p>
<p>O Estado pode e deve assumir responsabilidades definidas no planejamento e implantação de políticas industriais, como fizeram &#8211; e ainda fazem &#8211; inúmeras nações hoje desenvolvidas. Não foi de outra maneira que a Coréia do Sul, 25 anos atrás com um PIB per capita apenas igual ao do Brasil, conseguiu se transformar num país rico. Após fabricar autopeças para todos os carros japoneses durante mais de duas décadas, o país teve a coragem de partir para marcas próprias. E se converteu num dos mais respeitados fabricantes globais. Nos anos 80 o Brasil também tinha uma pujante indústria de autopeças. Hoje é apenas um local de montagem de carros pequenos e médios das grandes empresas internacionais, inclusive coreanas. O mesmo se deu com o setor de estaleiros. Um dos maiores fabricantes de navios do mundo, a Coréia tem aço barato e ampla costa marítima. Nós temos ambos, mas nossa produção no setor é desprezível. Por quê? Sucessivos governos coreanos decidiram que podiam e queriam ser mundialmente competitivos nessas áreas. Estruturaram-se, operaram planos setoriais de médio e longo prazos e obtiveram ótimos resultados.</p>
<p>No caso do pré-sal, o Centro de Pesquisas da Petrobrás, referencial mundial de excelência em soluções para águas profundas, está habilitado a coordenar o desenvolvimento de projetos e novas tecnologias para eliminar os gargalos do pré-sal. Será necessário viabilizar a exploração comercial do gás natural gerado no processo, teoricamente suficiente para nossa auto-suficiência e ampla exportação. Isso implicará soluções inéditas, como a construção de unidades marítimas de liquefação de grande porte. O sistema de produção também exigirá navios perfuradores especiais. São previstos investimentos de US$ 40 bilhões por ano, 5% da nossa produção industrial. David Kupfer lembra que isso permite formatar uma política para desenvolver parte da cadeia produtiva do petróleo e gás no Brasil. Se não o fizermos, viraremos outra vez meros exportadores de matéria-prima. Produção com valor adicionado e bons empregos ficarão lá fora, incluindo serviços de geofísica, atividades de perfuração, máquinas e equipamentos especiais, fundidos e forjados e embarcações.</p>
<p>Temos ótimas condições para não perder essa bela oportunidade de consolidar um novo ciclo de crescimento, dessa vez amarrado na demanda interna. Somente a Petrobrás prevê para o pré-sal a compra de 70 petroleiros, 176 barcos de apoio e 18 plataformas de produção. A definição da demanda futura possibilitará a maturação dos investimentos privados em território brasileiro, tanto nacionais quanto internacionais, que deverão ter certas prioridades. Bom senso, certa ousadia e controle adequado dos lobbies podem transformar o pré-sal em bem público de primeira grandeza.</p>
<p>Informo leitores e amigos que cometi mais um romance. Chama-se O Incidente (Paz e Terra) e está chegando às livrarias. Desculpem o abuso.</p>
<p>Gilberto Dupas, coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional (IRI-USP), presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais (IEEI), é autor de vários livros, entre os quais, O Mito do Progresso (Editora Unesp)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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