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	<title>metaforas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/metaforas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "metaforas"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 03:45:03 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Sobre cozinha]]></title>
<link>http://123bier.wordpress.com/2009/12/01/sobre-cozinha/</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 01:27:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alemão</dc:creator>
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<description><![CDATA[Descobri que meu estômago tem mais a ver com meu cérebro do que com suas funções propriamente ditas.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Descobri que meu estômago tem mais a ver com meu cérebro do que com suas funções propriamente ditas. Minha capacidade de digestão, manutenção da comida no corpo, azias, estomatites e cólicas estomacais estão intimamente ligadas ao meu cotidiano, minhas relações interpessoais e à minha atividade cerebral. Quanto maior o caos, maior a dor, mais o estômago pula, queima, se rebela e piqueteia junto com alguns de meus outros órgãos internos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Lembro-me de uma discussão que não vinha tendo um bom caminho, e antes dela ter fim eu precisei sair correndo e &#8220;pôr os cachorros pra fora&#8221;. Pois bem, o momento passou, a pessoa passou, mas o estômago segue firme (?) e forte (?) com seus pulos, borboletas, reviravoltas e incêndios.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tendo isso em vista, e obviamente não poderia me expôr, o código-tema e fonte da postagem que você lê neste momento é a cozinha, os alimentos, a comida. Como eu não poderia deixar de fazer uso das metáforas ou de nada do tipo, vai tudo <em>encrypted </em>assim mesmo. Até o meu raciocínio fica melhor.</p>
<p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img title="Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse..." src="http://denisealves.files.wordpress.com/2009/03/bolo1.jpg?w=360&#038;h=342" alt="Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse..." width="360" height="342" /><p class="wp-caption-text">Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse nunca...</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bom, comecemos:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eu tinha um bolo. Ele estava no forno há um bom tempo, muito bem preparado, cozinhando com maestria, ingredientes certos e a pitadinha de sal que sempre falta em algumas receitas. Receita exclusiva, doce, gostosa. Então, sem muito aviso, o bolo começou a dar sinais de que iria desandar. Nada muito claro, mas por premeditação tiramos o bolo do forno. E começou a desandar mesmo fora, tanto o bolo como o próprio cozinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Já ciente de que o bolo queimaria se voltasse para o forno em temperatura alta, principalmente depois de colocar outro docinho no meio do caminho, mesmo assim resolveu tentar recuperar rapidinho sua obra prima do mundo gastronômico, mas esta começou a queimar e desandar de vez, especialmente depois do tira-põe-tira-põe no forno.  Então, nada mais a fazer se não tirar o bolo mais uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então, o que fazer? Apostar em doces pequenos e fáceis de fazer, mas que ficam prontos rápido e apesar de saborosos não dão nenhuma satisfação adicional para o cuidadoso <em>chef </em>que os prepara? Fazer um bolo com os ingredientes destes doces após degustá-los? Juntando os ingredientes, a impressão inicial que se tem é que pode ser saboroso, e é realmente gostoso quando degustado, o que leva à talvez continuar com a receita, mas que pode demorar a dar liga. Tal por displicência e falta de vontade do cozinheiro, que não consegue elaborar bem nenhuma outra receita após ou esquecer do bolo magistral cair pelas tabelas, tal por azar, tal por uma percepção do <em>chef</em>, que visualizou, não sem a ajuda de um óculos especial, um cozinheiro amigo com problemas com uma receita muito parecida que desandou antes mesmo de entrar no forno.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por interferência oculta deste companheiro de cozinha, que certamente ainda não sabe da história, o chef pensa duas vezes antes de botar a mão na massa. Pois bem, é melhor deixar uma receita de lado a perder um grandioso colega de profissão. Mas tudo depende. Agora, por favor, perdoem a licença poética, mas terei que ser tão decidido quanto o Cléber Machado: Pode continuar a receita? Pode. Pode dar liga? Pode. Pode não dar? Pode. Pode tentar abandonar a nova receita e tentar dar nova forma ao desandado, queimado e deixado bolo antigo, para que este retorne triunfalmente? Pode ser. Pode não fazer nenhuma das anteriores? Pode. Não sei, a panela pode achar uma coisa, o fogão outra. Realmente não sei. E como não vou conseguir desvelar isso tão cedo, farei como o Ultraje a Rigor: &#8220;<em>eu não tô sabendo nada mas também não quero nem saber</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Uma coisa é certa: O cozinheiro talentoso e inconstante havia perdido a mão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sobre um objetivo abandonado]]></title>
<link>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/29/sobre-um-objetivo-abandonad/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 00:03:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>kiralternativo</dc:creator>
<guid>http://bipolarizando.wordpress.com/2009/11/29/sobre-um-objetivo-abandonad/</guid>
<description><![CDATA[Bem, esse post vai ser rápido. Sabe aquele objetivo que você tanto almeja? Aquele que você considera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bem, esse post vai ser rápido.</p>
<p>Sabe aquele objetivo que você tanto almeja? Aquele que você considera o mais importante? O que você mais quer que se realize?</p>
<p>Pois é, desisto dele.</p>
<p>Desisto de tentar forçar uma coisa que não vai dar em nada. Claro que não por minha causa, se fosse por mim, já teria acontecido desde o primeiro dia que tive isso em mente.</p>
<p>Mas não, não quero mais. Não quero correr o perigo de me envolver demais nesse objetivo e acabar tornando-o uma obsessão. Não quero me machucar por uma porcaria de obstinação. Que se dane, arranjo outros objetivos e passatempos por aí.</p>
<p>Esperem, antes que pensem que esse objetivo era só um passatempo, não, não era, era mais pra um hobby, daqueles que você quer ter pra sempre, se dedicar ao máximo, com toda a fidelidade possível.</p>
<p>Penso nisso da mesma forma que a minha avó cuida com todo o carinho e amor. Ia ser cem por cento dedicado a isso, até que a platinha morresse, e mesmo que ela secasse ia fazer de tudo para que ela foltasse a florescer.</p>
<p>Mas, no meu caso, seria como se eu estivesse tentando cuidar de uma planta mutante que por mais que recebesse cuidados, não queria dar bons frutos.</p>
<p>Então, repito. Eu desisto.</p>
<p>E olha que não sou mais daqueles conformistas. Não é mais do meu feitio largar as coisas assim, mas dessa vez acho que vai ser melhor mesmo.</p>
<p>Vou colecionar selos que eu ganho mais.</p>
<p>Epor falar nisso, alguém tem algum especial pra eu começar minha coleção?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿En lugar de criticar, mas bien porque no se pone a hacer algo productivo?]]></title>
<link>http://nicolinico.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfen-lugar-de-criticar-mas-bien-porque-no-se-pone-a-hacer-algo-productivo/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:28:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>nicolinico</dc:creator>
<guid>http://nicolinico.wordpress.com/2009/11/25/%c2%bfen-lugar-de-criticar-mas-bien-porque-no-se-pone-a-hacer-algo-productivo/</guid>
<description><![CDATA[(Escrito algún día de Noviembre de 2007) Definamos primero que es hacer algo productivo: Si lo enten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>(Escrito algún día de Noviembre de 2007)</em></p>
<p>Definamos primero que es hacer algo productivo: Si lo entendemos desde la lógica básica de la economía de mercado, hacer algo productivo es sencillamente, y valga la redundancia &#8220;producir&#8221; bienes y servicios. (muy bien, voy avanzando, ya se que significa lo que me dicen&#8230; me están mandando a trabajar). ¡Ahora recuerdo!, en la jerga tradicional de la gente que me ha rodeado, siempre he escuchado una expresión que dice &#8220;haga algo, ¡¡¡póngase a producir!!!&#8221;. En otras palabras, si a usted le dicen &#8220;póngase a hacer algo productivo&#8221;, creen que es un desempleado bueno para nada que vive con la rabia y el resentimiento hirviéndole la sangre…</p>
<p>&#8220;Productivo&#8221; puede ser una categoría muy amplia, yo puedo producir poemas, puedo producir tristezas o alegrías, puedo producir dudas o cuestionamientos, es más, tal vez hasta conocimiento, puedo producir muchas cosas que no se pueden comprar o vender, pero así no es como tenemos que trabajar&#8230; trabajar&#8230; trabajar&#8230; La de la maquila teje, el del call center atiende las llamadas, el peón de la plantación recoge ¡hacen algo productivo y no andan criticando!</p>
<p>Ahora, criticar&#8230; Según la sabia aunque a veces desconfiable wikipedia, una crítica es:</p>
<p><em>- La reacción o la opinión personal ante un tema, varias opiniones pueden formar a veces también una crítica, siempre que sea de la misma tendencia.</em></p>
<p><em>- El arte de juzgar las cualidades (bondad, verdad, belleza&#8230;) de las cosas.</em></p>
<p>De acuerdo a los tipos de crítica que la wikipedia muestra, yo lo que creo que he hecho es al parecer &#8220;Crítica social&#8221;. Que se define así: <em>Se trata de una crítica especialmente centrada en temas que afectan a una importante parte de la sociedad (las desigualdades, problemas económicos, política, marginación, violencia, etc).</em></p>
<p>Al parecer, si se hacen críticas de este tipo, somos criticones sin oficio y no merecemos considerarnos mas que unos &#8220;aprátidas&#8221; &#8220;enemigos de la patria&#8221; o &#8220;terroristas de civil&#8221;… Al parecer hay que cambiarse a la crítica bien vista y aceptada socialmente, la inocente y siempre incomprendida &#8220;crítica destructiva&#8221;.</p>
<p>Ahora, como para cambiar el tema ¿O tal vez no?, una cursi historia de amor:</p>
<p>&#8230;Una niña, digamos que se llama Kelly, conoció un día a un niño, al que llamaré Alex. Varias veces Kelly había visto a Alex en el patio del colegio jugando banquitas con sus amigos del curso, pateando el único balón viejo y desgastado que había. Kelly siempre se quedaba hasta el final viendo el partido con sus amigas, compartiendo con ellas una sola carcajada nerviosa, mientras con miradas furtivas de sus ojos verdes escudriñaba el campo de juego. Cuando terminaban el partido y abrían una gaseosa dos litros que compartían entre todos, ellas se levantaban de los ladrillos que habían acomodado como sillas y se iban para sus casas, no era bueno perder mucho tiempo, mas cuando se tiene por delante una caminata de muchas cuadras a través de un barrio lleno de miseria y necesidad. Alex se sabía observado por Kelly y le gustaba jugar a ser mirado, tanto como el fútbol.</p>
<p>Una tarde que el partido de las tardes fue interrumpido, motivo perdida del balón loma abajo, Alex se encontró con que su momento había llegado y no tenía mas alternativa que por fin conocer a esa niña hermosa de noveno que siempre estaba ahí por las tardes y que nunca había sido capaz de enfrentar, mas que con la arrogancia propia para esconder su proverbial timidez; la misma timidez de la que se burlaban sus compañeros de la pizzería en la que trabajaba todas las noches y a la que tendría que ir en un rato, cada vez que alguna nena de belleza etérea, tal vez de un barrio mas plano y mas pavimentado que el suyo, le daba las gracias con una sonrisa borracha por la porción de hawaiana que le estaba sirviendo,<em> es que yo borracha si como cualquier cosa</em>.</p>
<p>Alex invitó a Kelly un helado en la tienda al frente del colegio, aún había tiempo, ella caminaba entre nubes y el con un nudo en la garganta, luego se despidió con un beso en la mejilla, le regaló una postal de ¿Timoteo? que cargaba en la billetera, que ni sabía porque la tenía, y se fue a hacer su trayecto de hora y media hasta la pizzería con una sonrisa de oreja a oreja; algo había salido muy bien hoy&#8230; Kelly siguió entre nubes hasta su casa, pero antes pasó por donde su amiga, digamos Marce, que era la única que conocía con cámara digital, para pedírsela prestada.</p>
<p>Fue a su casa, sacó el vestido mas lindo que tenía, se lo puso y se tomó varias fotos, se sentía hermosa, y quería que Alex también la viera así. Por eso corrió hasta el internet que quedaba mas cerca, puso sus fotos en su perfil de myspace, y se fue a dormir, esperando volver al día siguiente a responder el cumplido que ese niño que se había despedido de ella hoy con un beso en la mejilla le iba a dejar en su casilla de mensajes.</p>
<p>Ella aun no lo sabe, pero las fotos que se tomó con la cámara de Marce aparecieron en facebook, en un grupo por ahí, y estos fueron los comentarios que tuvo una de esas fotos que se tomó con la ilusión del amor por venir:</p>
<p>- <em>huy q foto tan patetik¡¡¡¡ pura foto de<br />
&#8220;yo soy de un barrio pobre&#8221; q lastima me dan</em></p>
<p><em>( La foto del perfil del dueño de este comentario es con camiseta de la selección Colombia, detalle a tener en cuenta)</em></p>
<p><em>- si mairk paila q vieja tan guiza..quitenla porfavorrr que me voy a guaskear en la pantalla! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p><em><br />
- Pero porq todas estas coimas siendo de ojos negros se ponen lentes de contacto verdes&#8230;.no entiendo!! parece q tuvieran dos gargajos!!!</em></p>
<p><em>- los shores que ze hitzo con el pantalon que le regalo en cabo Wilmar yezit, cuando le dieron permiso pa visitar a la dolly shirley, por que las groupies de el ejercito existen!!!</em> *</p>
<p>Kelly no tiene una cuenta en facebook, pero al día siguiente encontró el mensaje que esperaba, Alex por fin tuvo el coraje de decirle que sus ojos eran los más bellos que alguna vez había visto, que ese vestido que tenía puesto era propio de una princesa de las del reinado de Cartagena, y que se moriría si no iba con ella el sábado por la tarde al cine del barrio. Caminan felices todas las tardes del colegio a la casa de ella, indiferentes ante la rabia y el odio que sin saberlo, van generando entre la gente de bien.</p>
<p>Al parecer en facebook, solo hay una crítica aceptada socialmente.</p>
<p>*Comentarios copiados del grupo de facebook &#8220;Yo no uso Myspace porque la gente bien usa facebook&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De Gatos y Ratones]]></title>
<link>http://nicolinico.wordpress.com/2009/11/24/de-gatos-y-ratones-2/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:21:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>nicolinico</dc:creator>
<guid>http://nicolinico.wordpress.com/2009/11/24/de-gatos-y-ratones-2/</guid>
<description><![CDATA[Vivo en una casa vieja y desvencijada desde hace unos años, compartiendo el espacio, mas por obligac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vivo en una casa vieja y desvencijada desde hace unos años, compartiendo el espacio, mas por obligación que por gusto, con un compañero de vivienda que no me simpatiza del todo, pero que, por cuenta de compartir la firma de un  contrato extendido, prorrogable e indefinido, tendré que soportar hasta la finalización del mismo, que quien sabe cuando será.</p>
<p>Por las condiciones propias de la casa (Un techo con goteras, tuberías tapadas, energía eléctrica intermitente, entre otras), las condiciones de higiene no son las mejores, lo que ha llevado por consiguiente a que se haya multiplicado la la presencia de ratas y ratones, los cuales, al parecer se ensañan especialmente con mi habitación, mi comida y mis cosas.</p>
<p>Desde hace un buen tiempo he buscado la mejor forma de deshacerme de este plaga a través de distintos métodos; las he rociado con pesticida, les he puesto trampas, e incluso hasta e intentado atraerlas hacia la calle con engaños y señuelos, no logrando en ningún momento mi cometido.</p>
<p>Mientras me empeño en esto, mi compañero de vivienda pareciera no darse cuenta de esta situación, ya que poco o nada hace por ayudarme, y bueno, si su ropa, su comida y sus cosas no sufren del ataque de esta molesta plaga, ¿para que se va a preocupar? Vanos han sido mis llamados a su solidaridad en esta lucha solitaria, imagino yo, por cuenta del desagrado también a el le produce mi inevitable presencia.</p>
<p>Sin embargo, esta indiferencia que mi compañero muestra ante un problema que, considero yo, nos afecta a ambos, me empieza a parecer sospechosa. ¿Será que no solo a este hombre no le molesta la presencia de las ratas, sino que además está contento con ellas? ¿Esperará el que esta plaga termine por agotarme y me haga escapar de la casa para el quedarse con todo? Los afiches de Mickey Mouse en sus paredes me hacen sospechar mas, pero ante la incapacidad que tengo de hablar con este tipo, ni modo de indagar sobre esto.</p>
<p>Hace unos días, sin embargo, decidí aplicar una solución desesperada, un plan genial que me puede librar, no solo de la presencia de esta plaga, sino también de este vecino incomodo y su sospechosa afinidad con estos bichos: He decidido hablar con el casero, del que se además que no tiene muy buenas referencias de mi vecino, para que me preste una buena cantidad de sus gatos, (ya que el además coincidencialmente cría estos animales) y así librarme de la plaga. El saber que mi vecino es alérgico a los pelos de estos animales, en lugar de molestarme, me motiva a traerlos, ya que, si tal como sospecho, este personaje sostiene a las ratas para que me jodan, ¿Porqué no puedo joderlo yo a el con los pelos de los gatos?</p>
<p>Pues bien, ahora en el caserón sucio y desvencijado merodean siete felinos con los dientes afilados, no se si van a ser efectivos con las ratas, pero el simple hecho de ver estornudar a este tipo ya me satisface. No me importa que ahora me recrimine mi falta de solidaridad con su problema de salud, ni que se pase la noche entera martillando junto a mi puerta y poniendo la música a todo volumen. Ahora solo quiero hacerlo sentir mal, estoy seguro que el alimenta las ratas y, con esa sospecha, tengo suficiente para querer hacerle la vida imposible. Ya que por las vías legales no hay forma de que se vaya y me deje la casa a mi solo, hacer de este lugar un vividero imposible es ahora la misión, y cueste lo que cueste voy a hacer todo lo posible, no solo de liberarme de la plaga, sino también de el.</p>
<p>Ahora solo me queda resolver un último problema, este personaje se ha comprado un perro, un Mastín que ladra como nunca había escuchado yo antes, y que amenaza con su sola presencia la puerta de mi cuarto y a los 7 gatos del casero. Al parecer no me la va dejar fácil este tipo, pero si es preciso tirar esta casa abajo para acabar con esto, lo haré, al final de cuentas la casa es del casero y el es el que terminará quedándose con todo. De últimas los gatos del casero son 7, no creo que tengan problemas si tienen que enfrentarse con un solo perro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[64]]></title>
<link>http://spoilerproof.wordpress.com/2009/11/18/64/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 02:10:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Minatogawa</dc:creator>
<guid>http://spoilerproof.wordpress.com/2009/11/18/64/</guid>
<description><![CDATA[Parabéns! Como sempre, você tinha razão. Parece que &#8220;çapato&#8221; existe mesmo, é uma forma a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Parabéns!</strong></p>
<p>Como sempre, você tinha razão. Parece que &#8220;çapato&#8221; existe mesmo, é uma forma antiga de escrever &#8220;sapato&#8221; em espanhol. Sempre que lembro dessa história, rio.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.monica.com.br/musicas/midi/images/chicobe.gif" alt="" width="221" height="190" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Feliz Aniversário!</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crónica de una extracción molar]]></title>
<link>http://irenet0rres.wordpress.com/2009/11/17/cronica-de-una-extraccion-molar/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Irene Torres</dc:creator>
<guid>http://irenet0rres.wordpress.com/2009/11/17/cronica-de-una-extraccion-molar/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Mi puente fue el peor fin de semana de todo el año, la razón: un dolor incontenible de muela.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&nbsp; Mi puente fue el peor fin de semana de todo el año, la razón: un dolor incontenible de muela.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué enseña Jesús hoy? ]]></title>
<link>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:51:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>killuminati2012</dc:creator>
<guid>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/</guid>
<description><![CDATA[Jesucristo Moderno Si Jesús no hubiera nacido hace 2.000 años, pero hubíese nacido en el mundo de ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>
<div id="attachment_2171" class="wp-caption aligncenter" style="width: 251px"><span style="color:#00ccff;"><a rel="attachment wp-att-2171" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/modern-jesus/"><img class="size-medium wp-image-2171 " title="Modern Jesus" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/modern-jesus.jpg?w=241" alt="Modern Jesus" width="241" height="300" /></a></span><p class="wp-caption-text">Jesucristo Moderno</p></div>
<p><span style="color:#00ccff;">Si Jesús no hubiera nacido hace 2.000 años, pero hubíese nacido en el mundo de hoy, ¿cree que su mensaje sería exactamente lo mismo? <!--more-->¿Crees que habría utilizado las mismas palabras, incluso hablando de &#8220;las ovejas perdidas&#8221; y otras metáforas agrícolas? ¿Crees que habría usado sólo ideas y conceptos a partir de entonces, o crees que haya aprovechado la enorme visión mundial que la humanidad  ha adquirido en los últimos 2.000 años?</span></p>
<div id="attachment_2176" class="wp-caption alignleft" style="width: 257px"><span style="color:#00ccff;"><a rel="attachment wp-att-2176" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/cuantica/"><img class="size-medium wp-image-2176" title="Cuantica" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/cuantica.gif?w=247" alt="Cuantica" width="247" height="300" /></a></span><p class="wp-caption-text">Fisica Cuantica</p></div>
<p><span style="color:#00ccff;">Sin duda, hay un núcleo universal y atemporal de las enseñanzas de Jesús que no ha cambiado, pero es igualmente evidente que al tratar de hacer que este mensaje comprensible para la gente de hoy, Jesús estaría utilizando el conocimiento moderno, tales como el conocimiento de la física cuántica. Y dado que una gran parte del mensaje de Jesús fue siempre un cambio de conciencia, que, obviamente, hacer uso de los conocimientos de la psicología moderna, incluyendo el concepto del yo.</span></p>
<div id="attachment_2177" class="wp-caption alignright" style="width: 266px"><span style="color:#00ccff;"><a rel="attachment wp-att-2177" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/nueva-era2/"><img class="size-full wp-image-2177" title="nueva-era2" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/nueva-era2.jpg" alt="nueva-era2" width="256" height="259" /></a></span><p class="wp-caption-text">Nueva Era</p></div>
<p><span style="color:#00ccff;">A lo largo de este blog, usted encontrará las enseñanzas de Jesús de la edad moderna, expresada en un lenguaje sencillo y cotidiano y el uso de los conceptos disponibles en la base de hoy &#8220;conocimiento&#8221;. Sin duda, para muchos cristianos esto sonará más como la Nueva Era que el cristianismo tradicional, pero como se explicó en otra parte, es porque el cristianismo oficial se ha alejado tanto de las verdaderas enseñanzas de Jesús que ha perdido contacto con su mensaje interno.</span></p>
<div id="attachment_2180" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><span style="color:#00ccff;"><a rel="attachment wp-att-2180" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/espiritu-santo/"><img class="size-medium wp-image-2180" title="Espiritu Santo" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/espiritu-santo.jpg?w=300" alt="Espiritu Santo" width="300" height="199" /></a></span><p class="wp-caption-text">Espiritu Santo</p></div>
<p><span style="color:#00ccff;">Así que la elección es simple. ¿Quieres mirar hacia atrás, o quiere mirar hacia delante? Lee las Escrituras oficiales y date cuenta de que Jesús &#8211; entonces &#8211; siempre estaba mirando hacia adelante. Entonces, deja que los muertos entierren a sus muertos y abre tu mente a un nuevo día y una nueva enseñanza, de modo que usted puede dejar sus redes y seguir a Cristo vivo. Recuerde que el Espíritu Santo &#8220;sopla donde quiere&#8221;, lo que realmente significa que no se ajusten a los cuadros mentales de los seres humanos. ¿Por qué es esto así? Porque el Espíritu Santo es la fuerza motriz que busca liberar al pueblo de sus cuadros mentales.</span></p>
<div id="attachment_2181" class="wp-caption alignright" style="width: 215px"><span style="color:#00ccff;"><a rel="attachment wp-att-2181" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/12/%c2%bfque-ensena-jesus-hoy/close-minded/"><img class="size-medium wp-image-2181" title="Close Minded" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/close-minded.jpg?w=205" alt="Close Minded" width="205" height="300" /></a></span><p class="wp-caption-text">Caja Mental</p></div>
<p><span style="color:#00ccff;">¿Por qué crees que Jesús tan a menudo hablaba de los que eran ciegos y los que tenían oídos para oír. Una mente cerrada, simplemente no te llevará al reino de Dios-porque  el reino de Dios es un estado de conciencia  que es mucho más ancha que su actual estado de conciencia. Y esto era cierto en aquel entonces como hoy, que es por eso que Jesús en este blog esta retando las cajas mentales de la gente de hoy. Si usted está buscando una comprensión más profunda, este blog  le puede dar la experiencia del AjA!, que le llevará hacia adelante en su camino personal.</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coaching nas Empresas]]></title>
<link>http://rlopescoaching.wordpress.com/2009/11/11/coaching-nas-empresas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:49:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>rlopescoaching</dc:creator>
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<description><![CDATA[Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, órgão das Nações Unidas, somente nos Estados]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, órgão das Nações Unidas, somente nos Estados unidos, o estresse ocasionado por atividades profissionais custa aproximadamente 200 bilhões de dólares anuais em faltas ao trabalho, baixa produtividade, aumento dos custos com seguro saúde e despesas médico-psicológicas. Na Inglaterra, estes valores sobem para 10% da produção econômica nacional. Portanto, a ONU considera o estresse, a principal doença dos ambientes modernos de trabalho.<br />
As grandes empresas estão adotando como uma forma real e efetiva de diminuir ou evitar maiores prejuízos e aumentar a lucratividade, o investimento na qualidade de vida de seus colaboradores, através de medidas voltadas à melhoria da saúde física, mental, emocional e comportamental dos mesmos. Dentre as medidas adotadas está a prática do coaching.<br />
O coaching trabalha pelo desenvolvimento do potencial humano, através de um tipo especial de parceria estabelecido entre o coach e o executivo ou colaborador da empresa. Através dessa parceria, gerencia e desenvolve capacidades e carreiras de executivos e funcionários, além de ajudá-los e também às suas equipes a alcançar metas e objetivos. O processo de coaching também é muito eficaz no acompanhamento na fixação de conhecimentos adquiridos em cursos ou workshops, propiciando uma aprendizagem contínua, provocando modificações cerebral, cognitiva, emocional e comportamental.<br />
Com a implementação de um programa de coaching, a empresa ganha uma poderosa ferramenta de apoio à formação profissional permanente. Com isso, ela cresce em criatividade, inovação, motivação, competitividade, eficiência e lucratividade. Além disso, o comprometimento de executivos e funcionários com a excelência e resultados é potencializado, pois o coaching é um processo valioso para lidar com o stress e, consequentemente melhorar a qualidade de vida do trabalhador.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuidado com a forma de falar a verdade]]></title>
<link>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/11/11/cuidado-com-a-forma-de-falar-a-verdade/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Rangel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um rei sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um rei sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para interpretar o sonho.</p>
<p>— Que desgraça, senhor! — exclamou o adivinho. — Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade.</p>
<p>Enfurecido, o rei chamou os guardas e ordenou que aplicassem cem chicotadas no homem. Mandou depois que trouxessem outro adivinho à sua presença e contou-lhe o sonho. O novo adivinho disse ao rei:</p>
<p>— Grande felicidade vos está reservada, Alteza. O sonho significa que havereis de sobreviver a todos os vossos parentes.</p>
<p>Imediatamente, a fisionomia do rei se iluminou num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao adivinho. Quando o homem saiu do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:</p>
<p>— Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma feita pelo seu colega. Não entendo por que ao primeiro ele pagou com cem chicotadas e a você com cem moedas de ouro.</p>
<p>— Lembre-se, meu amigo — disse o adivinho —, tudo depende da maneira de dizer&#8230;</p>
<p>Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma como ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas, seja na empresa, seja na nossa vida particular.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿El Barrio Antiguo agoniza?]]></title>
<link>http://irenet0rres.wordpress.com/2009/11/10/%c2%bfel-barrio-antiguo-agoniza/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:36:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Irene Torres</dc:creator>
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<description><![CDATA[En Facebook anda circulando este escrito, el autor es Claudio Omar Rodríguez. No tengo el gusto de c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[En Facebook anda circulando este escrito, el autor es Claudio Omar Rodríguez. No tengo el gusto de c]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sorte é quando a oportunidade encontra a competência]]></title>
<link>http://osorrisodogato.wordpress.com/2009/11/10/sorte-e-quando-a-oportunidade-encontra-a-competencia/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:31:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julia Salgueiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Achei interessante uma pessoa dizer que sorte é quando competência e oportunidade se encontram. É pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-2543" title="sorte" src="http://osorrisodogato.wordpress.com/files/2009/11/sorte.jpg" alt="sorte" width="428" height="337" /></p>
<p>Achei interessante uma pessoa dizer que sorte é quando competência e oportunidade se encontram. É preciso saber perceber a oportunidade. E esse poder de percepção pode ser aprendido: é saber enxergar numa situação aquele diferencial que escapa aos olhos de quem é preconceituoso e convive com paradigmas superados.</p>
<p>Certa vez, um homem ia com um companheiro pela estrada. Enquanto conversavam, a cada instante o homem se abaixava, descobrindo sob a poeira ora um anel ora um colar de ouro ou de pedras preciosas. O amigo, atônito, perguntou ao homem:</p>
<p>- Mas que estranho dom miraculoso é esse que faz você ver coisas que eu não sou capaz de enxergar?</p>
<p>- Ora, não há nada de miraculoso – respondeu o homem. – Quando estive preso numa cela totalmente escura, para não enlouquecer usei uma técnica: jogava cinco alfinetes a esmo no chão e não descansava enquanto não os encontrava. Com isso desenvolvi minha capacidade de percepção.</p>
<p>Essa história nos ensina que muitas vezes o que chamamos de sorte, boa estrela e intuição são apenas fruto do desenvolvimento de uma percepção acurada e de muita disposição e persistência para realizar.</p>
<p><strong>Fonte: O que podemos aprender com os GANSOS &#8211; Alexandre Rangel</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Você é quem tem a capacidade de mudar]]></title>
<link>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/11/05/voce-e-quem-tem-a-capacidade-de-mudar/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Rangel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta. À medida que caminhava, começou a avi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando na água. Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.</p>
<p>Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e, uma de cada vez, as estava lançando de volta à água.</p>
<p>Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:</p>
<p>Boa tarde, amigo. Estava tentando adivinhar o que você está fazendo. _ Estou devolvendo estas estrelas do mar ao oceano. Você sabe, a maré está baixa e todas as estrelas do mar foram trazidas para a praia. Se eu não as lançar de volta ao mar, elas morrerão por falta de oxigênio.</p>
<p>Entendo respondeu o homem, mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia. Provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas, simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?</p>
<p>O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, replicou:</p>
<p>Fez diferença para aquela.</p>
<p>Todos nós somos dotados da capacidade de fazer diferenças. Se cada um agir para mudar, com certeza a empresa mudará elevará seu patamar de qualidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Snatcher/quotes]]></title>
<link>http://spoilerproof.wordpress.com/2009/11/04/snatcherquotes/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:52:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Minatogawa</dc:creator>
<guid>http://spoilerproof.wordpress.com/2009/11/04/snatcherquotes/</guid>
<description><![CDATA[Como era mesmo aquela frase do filme O Iluminado? Todo dia fico pensando como algumas coisas podem a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" style="border:2px solid black;margin:3px;" src="http://www.rockaction.it/e107_plugins/coppermine_menu/albums/userpics/10002/Smashing%20Pumpkins%20-%20Mellon%20Collie%20and%20the%20Infinite%20Sadness.jpg" alt="" width="197" height="197" />Como era mesmo aquela frase do filme <strong>O Iluminado</strong>?</p>
<p>Todo dia fico pensando como algumas coisas podem acontecer, sendo que a tendência era justamente o contrário.</p>
<p>Geralmente lembro de alguma história do Tio Patinhas ou Donald que gostaria de scanear e publicar. Tem uma página que preciso procurar. <strong>Uma história para concluir.</strong></p>
<p>Outro dia me perguntaram quanto tempo eu gasto escrevendo no blog. Nunca cronometrei – o que seria um bom exercício – mas, em geral, não deve levar mais que <strong>10 minutos</strong> desde a entrada até o clique final em &#8220;Publicar&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft" style="border:2px solid black;margin:3px;" src="http://www.theage.com.au/ffximage/2008/03/12/gprix1992_gallery__600x392.jpg" alt="" width="201" height="136" />No <a href="www.f1mania.zip.net" target="_blank">www.f1mania.zip.net</a>, devo levar esse tempo também, exceto nos casos que demandam alguma pesquisa mais apurada ou fazer upload de alguma imagem ou vídeo. Sinceramente, não gosto muito da <strong>interface </strong>do UOL Blog, ou é só que estou acostumado a usar o WordPress. Desde 2006, um recorde.</p>
<p>Acho que já disse para você que estava pensando em criar outro blog. Na verdade, já tenho uns três registrados, mas só isso. Teria que ser algo bem diferente, para não concorrer com este. <strong>Por que você não me patrocina?</strong></p>
<p><img class="alignright" src="http://www.gameguru.in/images/snatcher-suda-1.jpg" alt="" width="161" height="161" /></p>
<p><!--more-->No começo da lista dos 1.001 discos para ouvir antes de morrer, eu tinha ouvido uns três apenas. Vou citar alguns para você. Dave Brubeck Quartet (Time Out), Miles Davis (Kind of Blues), Black Sabbath (Black Sabbath), Sex Pistols (Never Mind the Bollocks – pode contar meio ponto porque não ouvi 100% –, Faith No More (The Real Thing), Metallica (Metallica), Nirvana (Nevermind), U2 (Achtung Baby), Nirvana (In Utero), The Smashing Pumpkins (<strong>Siamese Dream</strong>), The Smashing Pumpkins (<strong>Mellon Collie and the Infinite Sadness</strong>), Oasis (What&#8217;s the Story? Morning Glory), Sepultura (Roots), Blur (Blur), Red Hot Chili Peppers (Blood Sugar Sex Magik).</p>
<p>Quantos foram? Não estava contando. Como era de se esperar, não tem <img class="alignleft" style="border:2px solid black;margin:3px;" src="http://images.amazon.com/images/P/B000000WDA.01.LZZZZZZZ.jpg" alt="" width="158" height="157" />nenhum dos anos 2000, pois não há discos de música japonesa na lista. Interessante que, dessa lista dos que eu ouvi, a grande maioria foi CD emprestado. Meus mesmo, só do Smashing Pumpkins (esses e outros), o do Oasis e Blur. <strong>Alguma surpresa pra você?</strong></p>
<p>Você acha que escrevi isso em 10 minutos, &#8220;duvido&#8221;.  Quem resiste a uma lista, não é mesmo?</p>
<p>Mil e um discos é muita coisa. Se eu ouvi 100 discos na vida inteira é muito, demais. Tinha aqueles que eu ouvia todo dia, e alguns de que só ouvi uma música. Esses tempos tenho ouvido músicas que faziam sucesso quando eu era criança. Não do Fofão que vinha no disco brinde do caldo Knorr, mas músicas que tocavam no rádio e TV na época <strong>pré-pré-mp3</strong>. Se quer saber mais ou menos como era, ligue na Alpha FM.</p>
<p><img class="alignleft" style="border:2px solid black;margin:3px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_us91fl8pWw8/ShraqQOs8qI/AAAAAAAABwg/W2_C1hzhP2k/s400/top20sessaodatarde9.jpg" alt="" width="172" height="121" />No fim das contas, passou faz tempo a hora de eu ir dormir. Aquele velho sonho do dia de 30 horas ainda não chegou. Ter uma jornada quádrupla (?) não é fácil. Teve uma história &#8220;A Caixa do Tempo&#8221;, que se en-caixa-ria muito bem nesta parte. Diferente da imagem ao lado, que coloquei só porque gosto do filme.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vitamina]]></title>
<link>http://irenet0rres.wordpress.com/2009/11/04/vitamina/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:55:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Irene Torres</dc:creator>
<guid>http://irenet0rres.wordpress.com/2009/11/04/vitamina/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Vitamina, esa palabra fue lo primero que se me vino a la mente. Cuánta vitamina necesitamos p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&nbsp; Vitamina, esa palabra fue lo primero que se me vino a la mente. Cuánta vitamina necesitamos p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[carvalho]]></title>
<link>http://feixedeluz.wordpress.com/2009/11/04/carvalho/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 14:39:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari</dc:creator>
<guid>http://feixedeluz.wordpress.com/2009/11/04/carvalho/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Caminharam pelo campo até o carvalho solitário que haviam plantado na juventude. Agora, tanto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-336" title="oak" src="http://feixedeluz.wordpress.com/files/2009/11/oak.jpg" alt="oak" width="100" height="200" /></div>
<p>&#160;</p>
<p>Caminharam pelo campo até o carvalho solitário que haviam plantado na juventude. Agora, tantos e tantos anos depois, era uma bela e robusta árvore.</p>
<p>Ouviram falar que o carvalho é uma árvore de muitas portas, que dão acesso a outras realidades.</p>
<p>E a vida havia-lhes cansado, depois de tanto tempo.</p>
<p>Sentaram-se lado a lado, mãos entrelaçadas e a noite tocou-os com a escuridão estrelada. A muitos quilômetros de distância, ouvia-se o trem, assobiando pelos trilhos. Não o tomariam novamente.</p>
<p>Quando a manhã avermelhou o céu, ainda estavam lá, de mãos entrelaçadas, os olhos fixos no horizonte. Um meio sorriso pintava o rosto de cada um, resultado de uma vida inteira compartilhada.</p>
<p>As portas podem ter muitas formas.</p>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em>You&#8217;re the dream that&#8217;s a fact</em></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em>You&#8217;re the wind at my back</em></span></div>
<p>&#160;</p>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Si yo tuviera una escoba]]></title>
<link>http://conjuntbuit.wordpress.com/2009/11/02/si-yo-tuviera-una-escoba/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 15:40:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>conjuntbuit</dc:creator>
<guid>http://conjuntbuit.wordpress.com/2009/11/02/si-yo-tuviera-una-escoba/</guid>
<description><![CDATA[Un dia un company em va explicar que a la seva classe el seu professor de castellà de batxillerat el]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Un dia un company em va explicar que a la seva classe el seu professor de castellà de batxillerat els va proposar fer una redacció a partir d&#8217;aquest títol tan musical. A veure que són capaces d&#8217;escriure les meves mans.</em></p>
<p>Era una tarde fría de Diciembre, la calle hervía de movimiento de compras navideñas. Arturo veía que su casa, si querida esquina, era arrasada por los encargados de la limpieza, la calle tenia que estar impoluta para que los afamados consumidores no se sintieran mal al despilfarrar envueltos de la máxima miseria.  Los días avanzaban y las escobas limpiaban sin parar los cartones de su casa. Él buscaba de nuevo, creaba de nuevo, pero ante la fuerza de esos barrenderos no tenía opción, cada mañana se encontraba con la destrucción.</p>
<p>Cansado de reconstruir, de andar buscando siempre las mejores paredes, Arturo huyó hacia otros barrios menos comerciales; mas eso era un problema, ya que sus pocos ingressos disminuyeron al trasladarse a un barrio obrero. Pero la cosa no havia terminado aún, sus enemigos volvieron a aparecer armados con coches escoba, capaces de destruir en media hora aquello que antes tardaban dos. Arturo veía impresionado como el poder de esa máquina de destrucción era capaz de dejar impoluto su nueva esquina. Ya no sabia que hacer, como luchar con sus manos ante tales artefactos.</p>
<p>Ya desesperado se dijo a sí mismo:</p>
<p>-Si yo tuviera una escoba&#8230; si yo tuviera una escoba seguro que podria, al menos, enfrentarme cara a cara a estos imperialistas de la limpieza sin miedo a perder. Pero,¿de donde las deben sacar?</p>
<p>El resto de su vida viajó por todo el país buscando el inventor de tal artefacto. Un buen día llegó a un pueblo perdido en la vieja Castilla, allí visitó el museo de la escoba y leyó toda la información sobre el autor&#8230; ante su asombro vió en una fotografía que era él, Arturo Diaz Fernández. El texto decía así:</p>
<p style="text-align:center;">Tras su descubrimiento, Arturo cayó en una locura que le llevó a desaparecer del mapa. Se cuenta que cayó por un precipicio y que después de eso tan solo recordaba su nombre.</p>
<p style="text-align:center;">&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">Perplejo, atónito, corrió hacia la salida lleno de locura, impresionado de saber que aquello que le havia echado de su preciosa esquina no era más que un invento suyo. Se dice que murió, otros que volvió a su barrio a luchar contra los barrenderos con una arma aún más potente; a otros simplemente les da igual lo que pasara.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pó]]></title>
<link>http://nandaetges.wordpress.com/2009/11/02/po/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 04:12:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>nandaetges</dc:creator>
<guid>http://nandaetges.wordpress.com/2009/11/02/po/</guid>
<description><![CDATA[E o novo troféu na estante não escondeu o porta-retrato empoeirado. Apenas o empurrou para o fundo. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">E o novo troféu na estante não escondeu o porta-retrato empoeirado. Apenas o empurrou para o fundo. Porém, ele ainda está ao alcance, com um pouquinho de esforço é possível pegá-lo.<br />
Por mais bonito que seja, o novo prêmio não acrescenta muito. As velhas medalhas já estão a mostra. O número não faz muita diferença.<br />
Já o porta-retrato está ali, discreto. Não chama a atenção, mas quando é notado faz o coração bater mais forte. Desperta um suspiro de saudade. Mostra um passado traduzido em mãos, trocas, toques.<br />
O troféu foi um momento. Só. E para sempre vai ser apenas isso.<br />
O porta-retrato é a vontade de mais momentos. Mais. E para sempre mais do que isso.</p>
<p style="text-align:left;">*Na verdade, o troféu serviu para eu ver que ainda posso, mesmo sendo uma senhOOOura de 83 anos, camuflada num corpinho de 20.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La certeza matemática del 5º C]]></title>
<link>http://ustednoselocree.wordpress.com/2009/11/02/la-certeza-matematica-del-5ccuarto-camarote-del-titanic/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 02:54:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferran P. Vilar</dc:creator>
<guid>http://ustednoselocree.wordpress.com/2009/11/02/la-certeza-matematica-del-5ccuarto-camarote-del-titanic/</guid>
<description><![CDATA[El Sistema Titanic a punto de sufrir una perturbación superior a su robustez El clima de la Tierra e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_207" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/titanic.jpg"><img class="size-medium wp-image-207" title="titanic" src="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/titanic.jpg?w=300" alt="Titanic " width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">El Sistema Titanic a punto de sufrir una perturbación superior a su robustez</p></div>
<p>El clima de la Tierra es el resultado de la interacción de unos pocos componentes que no sólo se ven afectados por el efecto invernadero sino también por los efectos de los demás componentes. Es por tanto un sistema formado por subsistemas, cada uno de los cuales tiene su propia forma de responder a las perturbaciones a las que está sometido. Si conocemos matemáticamente las leyes (ecuaciones) de comportamiento de esos subsistemas, y también las ecuaciones (matemáticas) de cómo se interrelacionan e influencian mutuamente esos subsistemas entre si, la aplicación de las leyes (matemáticas) de la teoría de sistemas nos permite conocer (matemáticamente) el comportamiento del sistema completo.</p>
<p>Estos efectos de un componente que, a su vez, suponen perturbaciones de otro componente con el que están relacionados (por ejemplo, la disminución de la capa de hielo blanca deja al descubierto océano o área terrestre de un color más oscuro: por tanto, refleja mucho menos la radiación solar al espacio y el mar se calienta más que lo que lo haría si sólo existiera el efecto invernadero pero no este efecto añadido) son característicos de los sistemas realimentados, y puede demostrarse (matemáticamente) que las leyes matemáticas de comportamiento de un sistema de este tipo tienen unas características de funcionamiento que no resultan en absoluto evidentes</p>
<ul>
<li>Retardo de los efectos con respecto a la causa</li>
<li>Comportamiento de tipo exponencial (no proporcional)</li>
<li>Evolución lenta respecto a nuestros sistemas atávicos de planificación y reacción</li>
</ul>
<p>La analogía &#8220;sistémica&#8221; de la dinámica del clima terrestre con el famoso buque Titanic me parece muy adecuada para comprender el comportamiento de un sistema sometido a una perturbación que supera su robustez. Esta película, dirigida por James Cameron en 1997, tiene además la virtud de haber sido la más taquillera de la historia y, por tanto, esta analogía puede abrazar a más personas.</p>
<p>Algunas de las analogías que pueden establecerse se describen a continuación:<!--more--></p>
<ol>
<li>Podemos imaginar el sistema &#8220;Titanic +      mar a su alrededor&#8221; análogamente al sistema &#8220;Tierra&#8221;<span style="text-decoration:underline;">
<p>&#160;</p>
<p></span></li>
<li>Podemos imaginar al Titanic como un barco por      todo el mundo tenido como insumergible, de la misma forma que los humanos,      por lo menos en su inmensa mayoría, <em>padecemos</em> del prejuicio atávico      de la estabilidad del clima de la Tierra</li>
<li>Podemos, asimismo, imaginar que estos      sistemas fuerzan su capacidad de resistencia (&#8220;resiliencia&#8221;,      &#8220;robustez&#8221;). En el caso del Titanic, el capitán, Edward John      Smith, acepta un ‘forzamiento’ de los motores, estableciendo como      velocidad de crucero la velocidad máxima. En el caso de la Tierra, este forzamiento      es científicamente denominado ‘radiativo’<a href="#_ftn1">[1]</a>,      y lo hacemos a una velocidad nunca antes alcanzada, hasta donde sabemos,      en toda su historia geológica.</li>
<li>También podemos imaginar los motivos de tal      comportamiento. El Titanic forzó sus motores y estructura para batir un      récord de velocidad en su trayecto; nosotros los humanos, al forzar      radiativamente a la Tierra, estamos generando velozmente, con nuestro      consumo desaforado de productos y servicios obtenidos mediante energía      fósil, estándares de riqueza (¿bienestar?) jamás alcanzados.</li>
<li>El Titanic, debido a su inercia (y excesiva      velocidad), no alcanza a esquivar el iceberg asesino a pesar de haberlo      avistado minutos antes. La Tierra también tiene su inercia a efectos de      comparación: aunque hoy tomemos medidas drásticas para reducir, o incluso      eliminar, toda emisión perjudicial, pasarían por lo menos décadas antes de      que los niveles de gases de efecto invernadero en la atmósfera dejaran de      crecer, y siglos, o incluso milenios, antes de que comenzara a disminuir.</li>
<li>La intensidad del forzamiento es una de mis      analogías preferidas. En el Titanic, tras la colisión con el iceberg y el      informe de daños a la vista, Thomas Andrews, el ingeniero jefe del navío,      informa, consternado, al capitán:</li>
</ol>
<p>- El agua alcanzará varios metros por encima de la quilla en diez minutos. Las tres primeras bodegas y las salas de calderas seis y cinco están inundadas. Cinco compartimentos. Podría mantenerse a flote con los cuatro primeros</p>
<p>anegados pero no con cinco. ¡No con cinco! Cuando se hunda de proa, el agua pasará por encima de los mamparos de la  cubierta E, pasará de uno a otro, inundando todo sin remisión. Es imparable. &#8211; Andrews mira fijamente al constructor del navío, quien había ordenado navegar a máxima velocidad convencido de que ¡este buque no puede hundirse! &#8211; Está hecho de hierro, señor. ¡Le aseguro que si puede! ¡Y lo hará! <strong><em>Es una certeza matemática</em>.</strong></p>
<p><a href="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/certezamatematica.png"><img class="alignleft size-full wp-image-211" title="certezamatematica" src="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/certezamatematica.png" alt="El ingeniero jefe del Titanic, Thomas Andrews informa, consternado, al armador" width="499" height="262" /></a></p>
<p>De haber sido sólo cuatro los compartimentos inundados, Andrews estimaba podérselas ingeniar para bloquear el paso de las aguas o bien establecer un comando de emergencia capaz de, por lo menos, achicar la misma cantidad de agua que la que entraba. Pero al ser cinco los compartimentos inundados esta tarea resultaba ser ya imposible.</p>
<p>Se había superado el &#8220;umbral de estabilidad&#8221; del sistema, un punto de no retorno; el sistema se había desequilibrado y no era posible, <em>desde el mismo buque</em>, restablecer o mantener el equilibrio sobre las aguas. Se había superado el umbral de estabilidad, a partir de cuyo momento toda entrada de agua provocaba unos efectos que, a su vez, eran causa de un aumento todavía mayor de la cantidad de agua entrante. Entre estos efectos-causa se encuentra, por ejemplo, la inclinación creciente del navío.</p>
<p>En el sistema climático de la Tierra ocurre algo análogo. Superado cierto umbral de concentración atmosférica de gases de efecto invernadero, el &#8220;navío&#8221; Tierra pone en marcha mecanismos que escapan a todo control humano. Mecanismos cuyas consecuencias provocan, a su vez, un incremento mayor aún de la concentración de gases de efecto invernadero, y así sucesivamente. Se trata del efecto conocido popularmente por círculo vicioso, y técnicamente denominado realimentación positiva.</p>
<p>A mayor concentración de gases de efecto invernadero, mayor temperatura media de la Tierra lo que, a partir de un cierto punto, provoca a su vez mayores emisiones de gases de efecto invernadero, tanto antropogénicas como &#8220;naturales&#8221;<a href="#_ftn2">[2]</a>.</p>
<p>Cuál vaya a ser la concentración de estos gases que pueda provocar este punto de <strong><em>no retorno</em></strong> en el sistema climático terrestre no es posible determinarlo con exactitud, aunque si sabemos que (por lo menos) estamos rondando este valor y que, o bien ya lo hemos superado, o estamos a punto de hacerlo dentro de muy poco tiempo. ¿Cuánto?</p>
<ol>
<li>Encontramos una nueva analogía, algo más      sangrante, en los denominados &#8220;tiempos de respuesta&#8221; de sendos      sistemas. Así, en el Titanic:</li>
</ol>
<p>-         Cuánto tiempo tenemos –interroga el capitán, consternado–. Una hora. Dos, como mucho &#8211; responde Andrews.</p>
<p>Desde que se produce el impacto con el iceberg y comienza a inundarse el quinto compartimento hasta que el navío se hunde por completo y se estabiliza en el fondo del mar transcurre cierto tiempo. Dos horas, como máximo. También transcurre cierto tiempo entre el momento en que la concentración de gases de efecto invernadero de la atmósfera terrestre supera un umbral crítico, el sistema climático entra en zona de inestabilidad y la Tierra encuentra un nuevo estado estable, nada parecido al actual: desde luego, un planeta irreconocible.</p>
<ol>
<li>A través del Titanic podemos también darnos      cuenta de lo que es un comportamiento &#8220;exponencial&#8221; de un      sistema. Al principio, da la impresión de que el buque capota de forma      proporcional al tiempo transcurrido desde la perturbación sufrida,      mientras que llega un momento en que es evidente la aceleración del fenómeno      de hundimiento. En el caso de la Tierra, y siempre con valores promedio      formalmente medidos, desde 1850 hasta el año 2000 (aproximadamente), el      crecimiento ha sido también aproximadamente<br />
proporcional.</li>
</ol>
<p>Sin embargo, es sólo una apariencia: En los últimos diez años, la temperatura media ha aumentado más que en los diez años anteriores. Yendo hacia atrás década a década encontraríamos una evolución cada vez más lenta, con la salvedad del período posterior a la segunda guerra mundial. Ciertamente, durante bastantes años la falta de regulación de las plantas generadoras de electricidad mediante la quema de carbón permitió una emisión continua de partículas a la atmósfera (aerosoles) que, al interceptar la energía solar, provocó un enfriamiento &#8220;momentáneo&#8221; que enmascaró temporalmente el calentamiento en curso. De hecho, este efecto todavía perdura parcialmente, y se denomina &#8220;oscurecimiento global&#8221;).</p>
<ol>
<li>Una (casi) última analogía puede establecerse      con respecto a los individuos. En el Titanic, una minoría bien informada,      la que estaba al mando de la nave, supo bien pronto qué es lo que iba a      suceder. Estaba en el conocimiento de que <strong><em>matemáticamente</em></strong>,      el Titanic se hundiría. El pasaje al completo seguía de fiesta. Los      primeros en ser informados fueron las élites, los pasajeros de primera      clase. En la Tierra, no duden ustedes de que hace ya tiempo que las      élites, bien informadas por los científicos (equivalentes al ingeniero      jefe del Titanic) lo saben, aunque a muchos les ha costado creerse tal      nivel de alarma y algunos inocentes todavía albergan dudas.</li>
</ol>
<p>Los que no se lo creen a estas alturas de la película es que no pueden creérselo: están presos de su ideología, que no les permite abdicar de algunos prejuicios para ellos inquebrantables: mercados autorregulados, gobierno mínimo para no molestar a las empresas, fe literal en la Biblia, prejuicios atávicos… A no olvidar a los que lo saben, pero viven bien simulando que no, caso de algunos energúmenos radiofónicos.</p>
<p>He dicho que era &#8220;casi&#8221; la última analogía, pero sólo por un motivo: hemos llegado, en esta metáfora, a la situación del tiempo presente. Dejo al lector que imagine analogías venideras: a qué pueden corresponder los botes de salvamento y su cantidad, o si el Titanic llevaba demasiado pasaje; qué ocurre cuando en un bote todavía caben personas pero no es posible acogerlas por temor a que perezcan todas, incluidas las que ya se tienen por salvadas. ¿A qué cree el lector que puede asimilarse aquél buque lejano al que se recurrió como posible auxilio, pero que, dada su lejanía y velocidad, no llegó a tiempo de evitar la muerte de la mayor parte del pasaje?</p>
<p>Pero&#8230; un momento.</p>
<div id="attachment_212" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/doshorasmax.png"><img class="size-medium wp-image-212" title="doshorasmax" src="http://ustednoselocree.wordpress.com/files/2009/11/doshorasmax.png?w=300" alt="Una hora. Dos, como mucho" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">¿Cuánto tiempo nos queda, Sr, Andrews?</p></div>
<p>¿Cómo es que el ingeniero jefe dijo una hora&#8230; dos como mucho? ¿Por qué no supo dar una cifra exacta para poder planificar con mayor precisión? Porque los cálculos científicos y técnicos generan verdades, pero siempre queda alguna variable sometida a incertidumbre (si bien siempre puede acotarse con niveles de probabilidad rayanas en lo cierto), con más motivo cuando a predicciones se refiere. Andrews acotó la incertidumbre: entre una y dos horas, y así fue.</p>
<p>Téngalo por seguro: si todo sigue igual, la Tierra se hunde. Completamente<a href="#_ftn3">[3]</a>. Nos queda todavía la incertidumbre de saber cuándo. Algo ya sabemos: El choque con el icerberg ya se ha producido. Para hundirnos: 20-30 años, 100 como mucho para un colapso monumental. <em>The Climate Crunch</em>. Algunas voces muy respetadas señalan que, para ese no tan remoto año, quedará sólo un 5% de los humanos, viviendo muy cerca de los polos.</p>
<p>Para saber cuál es este margen de incertidumbre, y qué se puede hacer para invalidarlo, siga este blog. La ciencia todavía no ha hablado definitivamente en este punto concreto, pero nunca en la historia se han dedicado tantos recursos y esfuerzos a la investigación científica como hoy en día en el campo del calentamiento global. Decenas de miles de personas de la máxima cualificación, de todo el mundo, trabajan ahora esforzadamente en ello, con un sentimiento de urgencia difícil de describir. El reto es monumental, y lo que está en juego somos ni más ni menos que usted  y yo. Y miles de millones más.</p>
<p>&#160;</p>
<h3>Notas</h3>
<p><span style="font-size:x-small;">[1] Este ‘forzamiento radiativo’ consiste en que nuestro sistema socio-económico nos invita a inundar la atmósfera con gases de efecto invernadero que bloquean –parcialmente- la salida de la radiación calorífica que la tierra desearía emitir hacia el espacio para igualarla a la que absorbe por la acción solar, manteniéndola así en equilibrio.</p>
<p><span style="font-size:x-small;">[2] Entre las antropogénicas, por ejemplo, mayor consumo energético por acondicionamiento de aire o refrigeración, o por emisiones procedentes de la energía consumida por desalación del agua del mar resultante de la pérdida de regularidad en la disponibilidad de agua potable; entre las segundas, mayor frecuencia y duración de los incendios forestales o liberación de gran cantidad de metano por calentamiento de la tundra ártica o de los mares</p>
<p><span style="font-size:x-small;">[3] Es el denominado ‘Síndrome de Venus’, en expresión de James Hansen, climatólogo jefe de la NASA y considerado por sus colegas como el de mayor reputación de todo el mundo.</span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crescimento ilimitado]]></title>
<link>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/10/30/crescimento-ilimitado/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 21:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Rangel</dc:creator>
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<description><![CDATA[A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim num pequeno tanque ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros &#8211; mas pode atingir três vezes esse tamanho, se colocada num lago.</p>
<p>Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.</p>
<p>Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos. Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, em vez de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.</p>
<p>Acredite nas pessoas, na capacidade dos funcionários. Estimule o crescimento intelectual deles. Você vai ver que como as carpas eles vão crescer de forma espantosa. Como funcionários e como pessoas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O poder cega]]></title>
<link>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/10/27/o-poder-cega/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:38:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Rangel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Certa vez um jovem muito rico foi procurar um sábio para lhe pedir um  conselho. Toda a fortuna que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Certa vez um jovem muito rico foi procurar um sábio para lhe pedir um  conselho. Toda a fortuna que possuía não era capaz de lhe proporcionar a  felicidade tão sonhada.  Falou da sua vida ao rabi e pediu a ajuda. Aquele homem sábio o conduziu até uma janela e lhe pediu para que olhasse para fora com atenção, e o jovem obedeceu.</p>
<p>- O que você vê através do vidro, meu rapaz?</p>
<p>- Vejo homens que vêm e vão, e um cego pedindo esmolas na rua.</p>
<p>Então o homem lhe mostrou um grande espelho e novamente o interrogou:</p>
<p>- O que você vê neste espelho?</p>
<p>- Vejo a mim mesmo, disse o jovem prontamente.</p>
<p>- E já não vê os outros, não é verdade?</p>
<p>E o sábio continuou com suas lições preciosas:</p>
<p>- Observe que a janela e o espelho são feitos da mesma matéria prima: o vidro. Mas no espelho há uma camada fina de prata colada ao vidro e, por essa razão, você não vê mais do que sua própria pessoa. Se você se comparar a essas duas espécies de vidro, poderá retirar uma grande lição. Quando a prata do poder recobre a nossa visão, só temos olhos para nós mesmos e não temos chance de conquistar a felicidade efetiva. Mas quando olhamos através dos vidros limpos da humildade, encontramos razão para viver e ver a realidade em nossa volta.<strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Vida É Um Enigma]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/10/26/a-vida-e-um-enigma/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 06:24:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Destino. Meu destino! Que coisa estranha a vida é – esse arranjo misterioso de uma lógica sem pieda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;">“Destino. Meu destino! Que coisa estranha a vida é – esse arranjo misterioso de uma lógica sem piedade em função de um propósito fútil. O máximo que se pode esperar dela é um pouco de auto-conhecimento, – e isso vem tarde demais &#8211; um pedaço de arrependimentos inapagáveis. Eu lutei com a morte. É a luta menos excitante que se pode imaginar. Acontece num cinza impalpável, sem nada sob os pés, nada ao redor, sem platéia, sem gritos, sem glória, sem um grande desejo de vencer, sem um grande medo de perder, numa atmosfera doentia de um cepticismo morno, sem muita fé nos seus próprios direitos, e ainda menos nos do seu adversário. Se esta é a maior forma de sabedoria, então a vida é um enigma ainda maior do que alguns de nós pensam.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align:right;"><strong>JOSEPH CONRAD</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pra mim, as aulas de Literatura são as mais difíceis, mas ao mesmo tempo são as minhas preferidas. Começamos um novo livro sempre comigo pensando “dessa vez eu não entendo nada e tiro notas baixas <strong>mesmo</strong>”, passa por dias e dias em que apenas sentamos lá e ouvimos nossa professora ler com aquele sotaque britânico *lindo de morrer* dela, e termina comigo geralmente amando o livro do qual eu falei muito mal antes de começar a ler. Se alguma coisa, aprendi com isso que não só não se deve “julgar um livro por sua capa”, mas também que não se deve julgar um livro por sua sinopse.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Heart Of Darkness</em>, por exemplo, conta a história de Marlow e sua viagem pelo rio Congo, na África. Pensei que seria mais um clássico entediante, que relataria os horrores da escravidão – e é, com a exploração dos nativos como plano de fundo para a trama e muitas vezes descrições enfadonhas que te fazem querer largar o livro e não ler mais. Olhando, ou melhor, lendo mais profundamente, percebemos que é também uma obra-prima sobre o auto-conhecimento, a ganância e o propósito humano, cheio de metáforas brilhantes que captam a essência da jornada que todos fazemos para sabermos quem realmente somos. Em outras palavras, apaixonante. Entrou pra minha lista de livros preferidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro aspecto que deixou boquiaberta foi saber um pouco mais sobre o autor, Joseph Conrad. Nascido Jósef Teodor Konrad Korzeniowski, em Dezembro de 1857 em Berdichev (atual Ucrânia), Inglês era sua <strong>terceira</strong> língua, na qual ele só se tornou fluente depois dos seus <strong>vinte</strong> anos de idade – e foi nela que ele escreveu os romances que viriam a se tornar clássicos da Literatura Inglesa. Impressionante, e um exemplo absurdo de vida pra mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Um dia eu ainda vou ser a tradutora de vários clássicos Ingleses ainda não publicados em Português. Podem esperar! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:right;"><strong>Brenda Nepomuceno</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falta de comunicação]]></title>
<link>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/10/26/falta-de-comunicacao/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 01:05:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Rangel</dc:creator>
<guid>http://blogdorangel.wordpress.com/2009/10/26/falta-de-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Um casal tomava café no dia das suas bodas de ouro. A mulher passou a manteiga na casca do pão e deu para o seu marido, ficando com o miolo.</em></p>
<p><em>Pensou ela: &#8211; Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais meu marido e, por 50 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer o meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida.”</em></p>
<p><em>Para sua imediata surpresa o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:<br />
- Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 50 anos, sempre quis comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, eu jamais ousei pedir !</em></p>
<p>Esta estória, de autoria desconhecida, ilustra, para mim, o maior problema encontrado nas empresas: a falta de comunicação entre os setores. Muitos problemas que poderiam ser resolvidos rapidamente, muitas vezes se agravam, a ponto de causar rupturas internas nas relações pessoais. Quando o caldo entorna e se analisam as causas, o que se constata é a completa falta de comunicação com respeito às reais necessidades e expectativas a serem atendidas de ambas as partes.</p>
<p>Por isso, sempre digo que as três coisas mais importantes para melhorar a qualidade e a produtividade em uma em empresa são: em primeiro lugar a comunicação. Em segundo lugar a comunicação e em terceiro lugar a comunicação.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Metáfora: O "Cara" certo, no lugar errado.]]></title>
<link>http://tecnologiadenegocios.wordpress.com/2009/10/25/o-cara-certo-no-lugar-certo/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 17:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronalddettmann</dc:creator>
<guid>http://tecnologiadenegocios.wordpress.com/2009/10/25/o-cara-certo-no-lugar-certo/</guid>
<description><![CDATA[Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou: – Mãe, mãe, posso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou: – Mãe, mãe, posso]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vícios são metáforas..!]]></title>
<link>http://vanessadamaro.wordpress.com/2009/10/25/vicios-sao-metaforas/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 01:29:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>VanessaD&#39;</dc:creator>
<guid>http://vanessadamaro.wordpress.com/2009/10/25/vicios-sao-metaforas/</guid>
<description><![CDATA[O som da água bulindo me atormenta. O cheiro que inunda a casa me arrepia. A água fervente toca o pó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O som da água bulindo me atormenta. O cheiro que inunda a casa me arrepia. A água fervente toca o pó. Minhas papilas gustativas deliram. Meu ouvido diz não. A cafeteira&#8230; Frustro-me. Há quase um ano eu parei de consumir cafeína. Há mais de um mês eu ando trapaceando.</p>
<p>Uma pessoa se descobre viciada em cafeína quando um expresso parece ser a solução milagrosa para todos os problemas. <img class="alignleft size-medium wp-image-215" title="Coffee-Posters" src="http://vanessadamaro.wordpress.com/files/2009/10/coffee-posters.jpg?w=235" alt="Coffee-Posters" width="235" height="300" /> Cansado? Café. Com sono? Café. Feliz? Café. Labirintite? Café. Ai. Café. Café. Café. Eu comecei cedo. Com 14 anos. Mas parei. Eliminei os efeitos e as conseqüências da intoxicação. Tentei ser uma pessoa melhor. E fui. Até que me apresentaram o descafeinado. Perigo. Perigo. Perigo.</p>
<p>Café descafeinado é o melhor faz de conta da vida moderna. Para um viciado em cafeína, no entanto, ele é o início da perdição. Falta algo e a busca pela completude só termina quando o vazio é preenchido por um capuccino caprichado. Você se culpa, mas jura que foi só uma vez. Quando acontece de novo, <strong>você encontra maneiras de fazer a culpa diminuir.</strong> Eu descobri, por exemplo, que, se eu tomar café enquanto faço alguma outra coisa, eu não sinto que eu trapaceei. Só me dei conta que essa podia ser uma má ideia quando eu me peguei limpando o volante depois de uma freada brusca no trânsito. Crise de abstinência. Sai do carro e fiquei feliz ao descobrir que uma gota de café tinha sobrado no meu pulso. A felicidade durou pouco. Eu não tinha açúcar.</p>
<p>O problema dos vícios é que eles são metafóricos. Eu sei que eu não preciso de cafeína para viver, mas eu sinto falta da excitação, do estado de alerta, da velocidade do pensamento e da eliminação do sono. Não importa o quão escuro os meus dentes fiquem ou o quanto cresça o buraco no meu estômago. Eu quero tudo isso de volta. E eu sofro. Faço-me de vítima. Culpo-me. E volto para ela. <strong>P</strong><strong>orque eu vivo linguisticamente e a minha narrativa perde sentido sem as metáforas. </strong>Meu vício é minha metáfora.</p>
<p>Há mais de um mês eu ando trapaceando. Há uma semana eu tento ter disciplina. Minha vida não precisa de cafeína. Ela precisa de novas figuras de linguagem.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
