<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>metalurgia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/metalurgia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "metalurgia"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 21:18:58 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Forjando el Metal de Nuestras Mentes]]></title>
<link>http://queesmetalurgia.wordpress.com/2009/11/29/forjando-el-metal-de-nuestras-mentes/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 05:25:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>arrunategui</dc:creator>
<guid>http://queesmetalurgia.wordpress.com/2009/11/29/forjando-el-metal-de-nuestras-mentes/</guid>
<description><![CDATA[Que es Metalurgia?   Algunos lo llaman disciplina, otros ciencia; yo lo llamo Arte.  Metalurgia es e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Que es Metalurgia?   Algunos lo llaman disciplina, otros ciencia; yo lo llamo Arte.  Metalurgia es el arte de transformar un mineral a través de una serie de etapas o procesos hasta obtener un producto con alto contenido metálico o completamente metálico.</p>
<p>Perú es un país milenario, con una cultura muy rica y de la que se desprende las raíces de la metalurgia en la <a href="http://sisbib.unmsm.edu.pe/bibvirtualdata/publicaciones/consejo/boletin55/a03.pdf" target="_blank">epoca pre-inca</a>, de la cual se alimentaron <a href="http://http://npphistoria.blogspot.com/2008/08/metalurgia-inca.html" target="_blank">los incas</a>.  Hemos sido en el pasado y seguiremos siendo un pais  minero, y por ende metalurgista.</p>
<p>De la misma manera que un metal se forja para darle la forma de la pieza que se requiere, el presente blog tendrá como finalidad acuñar la Metalurgia en nuestras mentes, transfiriendo la modesta experiencia  en el campo metalúrgico.   Les doy la cordial bienvenida a este espacio en la red, <strong>Metalurgia en Red</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crece lentamente la metalurgia]]></title>
<link>http://chileconomia.wordpress.com/2009/10/19/crece-lentamente-la-metalurgia/</link>
<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 12:55:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>chileconomia</dc:creator>
<guid>http://chileconomia.wordpress.com/2009/10/19/crece-lentamente-la-metalurgia/</guid>
<description><![CDATA[En la Asociación de Industrias Metalúrgicas y Metalmecánicas (Asimet) es tradicional que sus dirigen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-2988" title="asimet" src="http://chileconomia.wordpress.com/files/2009/10/asimet.jpg" alt="asimet" width="94" height="116" />En la <a href="http://www.asimet.cl">Asociación de Industrias Metalúrgicas y Metalmecánicas</a> (<strong>Asimet</strong>) es tradicional que sus dirigentes permanezcan tres a cuatro años en el cargo, y este plazo de rotación ya se cumple para el presidente del gremio, <strong>Arturo Lyon</strong>. Acaban de reeligirse a seis (6) de los siete (7) directores, y en reemplazo de Lyon se nombró a <strong>Cristián Montes</strong>, de <a href="http://www.madeco.cl">Madeco</a>, informó la periodista <strong>Lina Castañeda</strong>.</p>
<p>El escenario habría cambiado a partir de octubre de 2008 hasta la fecha, lapso en el que la caída de la producción en doce meses se habría mantenido en torno a 30%, asegura Lyon. Además, <strong>en junio y julio de 2009</strong>, la situación habría mejorado. “<strong>Hemos observado una recuperación en la producción y ventas físicas</strong> respecto del mes anterior, y creemos que hacia adelante la tendencia será de recuperación, debido a una baja base de comparación y a que se visualiza una mayor demanda de acero orientada más a la maestranza, perfiles y planchas para procesos de producción y fabricación de maquinarias”, estima Lyon.</p>
<p>El dirigente insiste en la necesidad de abordar seriamente la <strong>flexibilidad laboral</strong>, que llama “<strong>flexiguridad</strong>”, que se planteó hace un par de años. “La idea es poder enfrentar los períodos de crisis con flexibilidad, que no recaiga sobre la empresa y que los trabajadores no queden desprotegidos. Hay que buscar un mecanismo que funcione. Tampoco se trata de empleos precarios”, enfatiza. La implementación en Chile de la norma sobre <strong>material particulado</strong> denominada <strong>PN 2,5</strong> es otro tema que preocupa al sector. En otros países se está haciendo para un largo período, porque esos procesos tienen un costo que no siempre las empresas pueden absorber, dice.</p>
<p>Recientemente, <strong>Arturo Lyon</strong> fue elegido presidente de la <a href="http://www.diariopyme.com/node/1573">Comisión de Certificación de Competencias Laborales</a>, una instancia tripartita que recogerá la experiencia piloto de certificación que <strong>han llevado a cabo 20 gremios</strong>, a objeto de institucionalizar el sistema y <strong>hacerla transversal a todas las actividades</strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conseguimos conquistar com braço forte!]]></title>
<link>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/04/conseguimos-conquistar-com-braco-forte/</link>
<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 18:52:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>debatepronto</dc:creator>
<guid>http://debatepronto.wordpress.com/2009/08/04/conseguimos-conquistar-com-braco-forte/</guid>
<description><![CDATA[No dia em que valorizarmos mais aquilo que fazemos, esta notícia será cada vez mais rotineira! Danie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia em que valorizarmos mais aquilo que fazemos, esta notícia será cada vez mais rotineira!</p>
<p>Daniel Pinheiro</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p><strong>Apesar de crise, empresas brasileiras aumentam presença no exterior, diz pesquisa</strong></p>
<p>Fonte: UOL Notícias / Economia</p>
<p>Apesar da crise econômica mundial, que atingiu o Brasil com mais força a partir do quarto trimestre de 2008, o ano passado registrou um avanço das companhias brasileiras nos mercados globais, com a aquisição de empresas e subsidiárias no exterior, aponta uma pesquisa divulgada nesta terça-feira.</p>
<p>Segundo o Ranking das Transnacionais Brasileiras, elaborado pela Fundação Dom Cabral em parceria com a Vale Columbia Center e com patrocínio da KPMG, 25,32% das receitas das 20 maiores transnacionais brasileiras em 2008 foram geradas em operações com o exterior.</p>
<p>Esse resultado representa um avanço em relação a 2007, quando a proporção das receitas no exterior sobre o total era de 24,16%, e também sobre 2006 (21,54%).</p>
<p>Os ativos no exterior das 20 maiores transnacionais do Brasil somaram R$ 199,52 bilhões em 2008, o equivalente a 27,66% do total. Enquanto o total de ativos dessas empresas cresceu 19,14% de 2007 para 2008, a evolução dos ativos no exterior chegou a 32,13%.</p>
<p>O número de funcionários no exterior também vem aumentando e cresceu 40,92% sobre o ano anterior, chegando a 27,52% do total da mão-de-obra.</p>
<p>Em 2008, o fluxo de investimento brasileiro no exterior realizado pelas transnacionais totalizou R$ 10,8 bilhões, segundo dados da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid). Esse volume, investido em operações de fusões e aquisições, representa cerca de um quarto do total de investimento brasileiro direto no exterior.</p>
<p><strong>Ranking</strong></p>
<p>O ranking classificou o nível de internacionalização de 41 empresas brasileiras com base em receita, ativos e funcionários no exterior em comparação aos resultados totais.</p>
<p>Nesses três indicadores, a taxa de crescimento em relação a 2007 foi maior nas operações internacionais do que nas nacionais.</p>
<p>&#8220;As empresas brasileiras cresceram mais no exterior em 2008 do que no mercado interno&#8221;, diz a pesquisa. &#8220;Isso pode se dever a uma possível saturação do mercado nacional, frente a oportunidades de negócios crescentes no cenário internacional.&#8221;</p>
<p>O ranking das empresas brasileiras mais internacionalizadas é encabeçado pela Gerdau, que tem 63% do total de ativos e mais de 50% das vendas e funcionários no exterior.</p>
<p>Em relação ao ano anterior, a empresa registrou aumento de 49% na receita no exterior, 52% nos ativos e 24% no número de funcionários em 13 países.</p>
<p><strong>Impacto</strong></p>
<p>Apesar do aumento do nível de internacionalização das empresas, porém, a crise mundial teve um impacto sobre as operações, especialmente a partir do quarto trimestre de 2008.</p>
<p>&#8220;A crise teve impacto mais visível nas operações internacionais do que nas domésticas, o que fez com que 14 empresas (das 41 listadas no ranking) reduzissem seu índice de internacionalização&#8221;, diz o coordenador do Núcleo de Internacionalização da Fundação Dom Cabral, Jase Ramsey.</p>
<p>A pesquisa aponta que os resultados econômico-financeiros das operações no exterior ainda são menores do que os registrados no mercado interno, e que as empresas estão mais satisfeitas com o desempenho do mercado doméstico.</p>
<p>De acordo com o levantamento, &#8220;apesar dos grandes investimentos durante os primeiros três trimestres de 2008, as empresas vivenciaram a diminuição da demanda internacional, o que resultou em menores margens após setembro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas a crise também tem criado novas oportunidades, devido a preços relativamente mais baixos de ativos em outros países&#8221;, afirma Ramsey.</p>
<p><strong>Localização</strong></p>
<p>De acordo com a pesquisa, os países da América Latina concentram 46,23% das subsidiárias das transnacionais brasileiras. Em segundo lugar vem a Europa, com 20,61%, seguida pela América do Norte, com 17,31%.</p>
<p>Segundo Ramsey, na comparação com 2007, houve um aumento da presença na América Latina e diminuição na Europa. Custos de logística, maior semelhança cultural e facilidades de acordos comerciais são citados como fatores que podem influenciar as empresas a concentrar suas atividades em países mais próximos em um momento de crise como o atual.</p>
<p>O impacto da crise varia de acordo com o setor de atuação, mas poderá revelar uma desaceleração na internacionalização das empresas em 2009, segundo a pesquisa.</p>
<p>No entanto, quando questionadas sobre suas expectativas de desempenho para 2010, as transnacionais indicam confiança na recuperação da economia e no futuro crescimento de vendas, lucratividade e market share, tanto no mercado doméstico como no mercado internacional.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, apesar de afetadas pela crise, as transnacionais brasileiras &#8220;não descartam seu comprometimento com a internacionalização&#8221;, e a expectativa é de que o fluxo de investimento brasileiro no exterior continue crescendo.</p>
<p>&#8220;As transnacionais brasileiras se mostraram bem-sucedidas em sobreviver à crise&#8221;, diz Ramsey. &#8220;E estão cautelosamente otimistas em relação a 2010.&#8221;</p>
<p>Empresas que mais têm ativos no exterior, proporcionalmente ao seu tamanho <em>(Fonte: Fundação Dom Cabral)</em>:</p>
<p>1. Gerdau (siderurgia e metalurgia)<br />
2. Sabó (autopeças)<br />
3. Marfrig (alimentos)<br />
4. Vale (mineração)<br />
5. Metalfrio (metal-mecânica)<br />
6. Odebrecht (construção)<br />
7. Aracruz Celulose (papel e celulose)<br />
8. Tigre (material de construção)<br />
9. Artecola (química)<br />
10. Suzano (papel e celulose)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Propiedades de la Aleación Al-Si: Resistencia y Expansión Térmica]]></title>
<link>http://ingenieriademateriales.wordpress.com/2009/07/29/propiedades-de-la-aleacion-al-si-rsistencia-y-expansion-termica/</link>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 10:53:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Manuel Bayo (Administrador)</dc:creator>
<guid>http://ingenieriademateriales.wordpress.com/2009/07/29/propiedades-de-la-aleacion-al-si-rsistencia-y-expansion-termica/</guid>
<description><![CDATA[Como sabemos, la aleción de aluminio 4032 posee en su composición un elevado % de silicio; en concre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Como sabemos, la aleción de aluminio 4032 posee en su composición un elevado % de silicio; en concreto su composición es de un 11% de silicio y un 1% de Fe, Cu, Mg y W. Este añadido provoca unas buenas propiedades de moldeo, soldabilidad y resistencia a la corrosión, incluso en ambientes marinos. En general, estas aleaciones son mas resistentes y ductiles que las aleaciones de Al-Cu. Esto se debe a la microestructura. El sistema binario Al-Si forma un eutéctico a 577ºC y una composición del 11.7%, que forma una matriz alfa, aluminio, y una dispersión de fase beta o Si.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-173" title="Dibujo" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/07/dibujo1.jpg" alt="Dibujo" width="274" height="216" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">En las aleaciones de Al con Si, éste aparece a partir de la precipitación de la fase alfa o directamente durante la precipitación a partir del líquido. En los procesos de colada no se alcanza un equilibrio total apareciendo Si libre. Se suele añadir Na o Fe para desplazar el eutéctico a la derecha, 14%, y disminuir su temperatura en una reacción de modificación. Luego el Si precipita de forma dispersa y uniforme en vez de placas alargadas. Al existir numerosos precipitados dispersos se dificulta el desplazamiento de dislocaciones y a su vez de grietas aumentando la resistencia. Además se provoca una disminución del coeficiente de expansión térmica debido a la disminución de grandes límites de granos evitándose así el choque de las las deformaciones de dos fases distintas a lo largo de estos.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas aleaciones se utilizan en tratamientos térmicos con precipitación a alta temperatura. Por esto se utiliza en pistones donde se requieren propiedades de alta resistencia y choque térmico.</p>
<p style="text-align:justify;">También podemos encontrar estas composiciones de aluminio en la fabricación de turbinas de aviación.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O COBRE]]></title>
<link>http://monografiastccmonografia.wordpress.com/2009/07/06/o-cobre/</link>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 22:15:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>termpapermonografia</dc:creator>
<guid>http://monografiastccmonografia.wordpress.com/2009/07/06/o-cobre/</guid>
<description><![CDATA[A dispersão com que aparece o cobre faz necessário submeter os minerais extraídos a processos produt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A dispersão com que aparece o cobre faz necessário submeter os minerais extraídos a processos produtivos com a finalidade de obter um metal puro. No princípio da história do cobre os seres humanos o encontraram em estado natural, e o adaptaram para diversos usos com simples técnicas de aquecimento e martelamento. Posteriormente, as primeiras metalurgias permitiram trabalhar compostos de alta pureza onde obtinham minerais como a malaquita (carbonato de cobre), que submetida a um processo de fundição simples permitia obter pepitas de cobre puro.<!--more--></p>
<p>Este tema monografico foi trazido pela <a href="http://www.monografiaac.com.br" target="_blank">Monografia AC &#8211; Monografias de Quimica</a></p>
<p>Mas à medida que progredia a civilização também começaram a esgotar-se os minerais com alta lei de cobre, e os processos metalúrgicos desenvolvidos durante milênios para obter o metal deveram ser substituídos paulatinamente por novas técnicas para o manejo do material mineralizado.</p>
<p>A alta demanda gerada a partir da Revolução Industrial foi um estímulo para a busca de tecnologias que permitissem aproveitar as jazidas porfíricas com baixa lei nas quais o metal está espalhado em grandes áreas e misturado com grande quantidade de componentes e rocha estéril, como os que se exploram na atualidade.</p>
<p>O cobre aparece vinculado em sua maior parte a minerais sulfurados, ainda que também é encontrado associado a minerais oxidados.</p>
<p>Estes dois tipos de mineral requerem de processos produtivos diferentes, mas em ambos os casos o ponto de partida é o mesmo: a extração do material desde as minas a veio aberto ou subterrâneas, o que requer a fragmentação e o transporte do material identificado por estudos geológicos realizados na etapa prévia de exploração.</p>
<p>O mineral extraído passa em primeiro lugar por um processo de trituração. No caso dos minerais oxidados o processo produtivo implica submeter o material a uma solução de lixiviação, que produzirá soluções de sulfato de cobre, as quais são submetidas a um processo de extração com solventes e posteriormente a um sistema de eletro-obtenção cujo resultado final são os cátodos de cobre com 99,99 por cento de pureza.</p>
<p>Os minerais sulfurados passam primeiro pelo chancado e a trituração, depois por mecanismos de classificação até obter o concentrado de cobre, que tem 30 por cento do metal. Sua purificação posterior se realiza em fornos que permitem obter blisteres ou ânodos com 99 por cento de pureza. Finalmente a eletrorrefinação permite transformar os ânodos em cátodos com 99,99 por cento de pureza.</p>
<p>Conte com a <a href="http://www.monografiaalpha.com.br" target="_blank">Monografias Alpha para realizar sua monografia</a> de base</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indústria paulista fechou 3,5 mil vagas em maio]]></title>
<link>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/06/18/industria-paulista-fechou-35-mil-vagas-em-maio/</link>
<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 19:44:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricardoschw</dc:creator>
<guid>http://lifefpnews.wordpress.com/2009/06/18/industria-paulista-fechou-35-mil-vagas-em-maio/</guid>
<description><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Indústria paulista fechou 3,5 mil vagas em maio. Diretor da Fiesp ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Postado por Ricardo Schwalfemberg Indústria paulista fechou 3,5 mil vagas em maio. Diretor da Fiesp ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SÃO PAULO AGENDA ABA promove o IV Fórum Internacional ABA ROI]]></title>
<link>http://sortimentos.wordpress.com/2009/05/07/sao-paulo-agenda-aba-promove-o-iv-forum-internacional-aba-roi/</link>
<pubDate>Thu, 07 May 2009 17:05:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>sortimentos</dc:creator>
<guid>http://sortimentos.wordpress.com/2009/05/07/sao-paulo-agenda-aba-promove-o-iv-forum-internacional-aba-roi/</guid>
<description><![CDATA[SÃO PAULO AGENDA ABA promove o IV Fórum Internacional ABA ROI A ABA &#8211; Associação Brasileira de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.sortimentos.com/sp/00_sp.htm" target="_blank"><img src="http://www.sortimentos.com/sp/0052.jpg" alt="SÃO PAULO AGENDA ABA promove o IV Fórum Internacional ABA ROI" /></a></p>
<p><strong>SÃO PAULO AGENDA<br />
<a href="http://www.sortimentos.com/sp/sao-paulo-agenda-aba-iv-forum-internacional-aba-roi.htm" target="_blank">ABA promove o IV Fórum Internacional ABA ROI</a></strong></p>
<div>A ABA &#8211; Associação Brasileira de Anunciantes – promove no dia 14 de maio<br />
o seu quarto encontro sobre ROI, no auditório da ABM (Associação Brasileira<br />
de Metalurgia, Materiais e Mineração). O objetivo do evento é apresentar<br />
a crescente relevância da mensuração de ROI em marketing e comunicação,<br />
em especial no atual quadro econômico mundial, por meio de experiências<br />
e metodologias recentes de mensuração, que geram uma maior eficácia<br />
na aplicação de verbas de comunicação.<br />
.<br />
O encontro também discutirá, na amostragem de cases e práticas comprovadas,<br />
o papel do procurement na gestão de verbas de marketing e na eficácia<br />
da alocação de investimentos. Na abertura do evento,<br />
o destaque será a participação do palestrante<br />
internacional, Enrique Martin, Executive Vice President da Havas Intelligence,<br />
Research &#38; Modelling. Ele abordará o ROI e o novo paradigma da comunicação.<br />
.<br />
O IV Fórum Internacional ABA ROI conta ainda com a presença de profissionais<br />
renomados na área de marketing e negócios: Maurício Nicoletto (Integration),<br />
Cristiano Dencker (Accenture Marketing Sciences), José Francisco Eustáchio<br />
(Talent Propaganda), Valkíria Garré (Milward Brown do Brasil) e Eduardo Tomiya<br />
(BrandAnalytics).<br />
.<br />
O Fórum é voltado para diretores e gerentes de marketing, comunicação, produto,<br />
finanças e mídia de empresas anunciantes, além de profissionais do mercado<br />
publicitário e consultorias especializadas.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
<strong>Programa</strong><br />
:: 8h30 / 10h<strong> </strong>– ROI e o Novo Paradigma da Comunicação<br />
Enrique Martin, Executive Vice President da Havas Intelligence, Research &#38; Modelling<br />
.<br />
:: 10h / 10h30 – Coffee-Break<br />
.<br />
:: 10h30 / 11h30 – Procurement: Como criar valor nas práticas de compras<br />
de serviços de marketing – Case Nokia<br />
Maurício Nicoletto, Consultor da Integration<br />
.<br />
:: 11h30 / 12h30 – Marketing ROI: Um estudo de caso<br />
Cristiano Dencker, Sócio-Diretor da Accenture Marketing Sciences<br />
.<br />
:: 12h30 / 14h30 – Almoço<br />
.<br />
:: 14h30 / 15h45 – ROI na visão da agência de propaganda<br />
José Francisco Eustáchio, Sócio-Diretor da Talent Propaganda<br />
.<br />
:: 15h45 / 16h15 – Coffee-Break<br />
.<br />
:: 16h15 / 17h30 – ROI utilizando modelagem combinada de curto a longo prazo<br />
Valkíria Garré, Diretora Executiva da Milward Brown do Brasil<br />
Eduardo Tomiya, Diretor Geral da BrandAnalytics<br />
.<br />
.<br />
.<br />
<strong>IV Fórum Internacional ABA ROI</strong><br />
:: Local: Auditório da ABM (Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração)<br />
:: Endereço: Rua Antônio Comparato, 218, Campo Belo – São Paulo &#8211; SP.<br />
:: Data: 14 de maio de 2009<br />
:: Investimento: Sócios da ABA e AMPRO: R$540,00. Demais Interessados: R$690,00.<br />
:: Informações: 0800-12-4588 / (11) 3283-4588</div>
<table border="0" width="505">
<tbody>
<tr>
<td width="50%"> </td>
<td width="50%"> </td>
</tr>
<tr>
<td width="50%"> </td>
<td width="50%"> </td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><a href="http://www.sortimentos.com/" target="_blank">DESTAQUES SORTIMENTOS.COM</a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-01.htm"><img src="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-01.gif" border="0" alt="DESTAQUES SORTIMENTOS,COM" width="250" height="250" /></a></td>
<td><a href="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-02.htm"><img src="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-02.gif" border="0" alt="DESTAQUES SORTIMENTOS,COM" width="250" height="250" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><a href="http://www.sortimentos.com/sp/00_sp.htm" target="_blank">MAIS ACONTECE SÃO PAULO</a></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td> </td>
</tr>
<tr>
<td width="50%"> </td>
<td width="50%"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soldadura de aceros para aplicaciones criogénicas]]></title>
<link>http://ingenieriademateriales.wordpress.com/2009/04/26/soldadura-de-aceros-para-aplicaciones-criogenicas/</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 16:04:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Manuel Bayo (Administrador)</dc:creator>
<guid>http://ingenieriademateriales.wordpress.com/2009/04/26/soldadura-de-aceros-para-aplicaciones-criogenicas/</guid>
<description><![CDATA[El gas natural es más eficiente almacenado y transportado en fase líquida, lo cual supone llevar el ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:TimesNewRomanPSMT;">El gas natural es más eficiente almacenado y transportado en fase líquida, lo cual supone llevar el material a temperaturas por debajo de -163ºC. Para ello se requiere materiales económicos y que trabajen bien a bajas temperaturas, como el acero al 9% de <a href="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/tag/niquel" target="_self">Níquel</a>, que ha sido desarrollado para tener una buena tenacidad y <a href="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/tag/resistencia-al-impacto" target="_self">resistencia al impacto</a> a <a href="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/tag/bajas-temperaturas" target="_self">bajas temperaturas</a> para evitar la propagación de grietas, buena ductilidad y resistencia la tracción. En este artículo se revisará la metalurgia y soldabilidad de estos aceros, aspectos generales para la <a href="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/tag/soldadura" target="_self">soldadura</a> así como las precauciones a tener en cuenta para realizar una soldadura con este acero.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:TimesNewRomanPSMT;"><!--more--></span></p>
<p style="text-align:justify;">METALÚRGIA DE MATERIALES <a href="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/tag/criogenicos" target="_self">CRIOGÉNICOS</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">La propiedad más crítica de los aceros para aplicaciones criogénicas es su tenacidad. Los materiales ferríticos presentan un cambio en su comportamiento mecánico cuando son expuestos a bajas temperaturas; esto se manifiesta por una reducción en la tenacidad del acero, caracterizada por un cambio de un comportamiento dúctil a frágil cuando la temperatura decrece por debajo de la temperatura critica de transición. Esta temperatura no se puede apreciar en todos los materiales dependiendo de su estructura cristalina; para el caso de los aceros, dicha temperatura se presenta en los aceros ferríticos mientras que no se aprecia en los austeníticos.</p>
<p style="text-align:justify;"> En los aceros ferríticos el carbono afecta la energía de impacto; es sabido que a medida que el contenido del carbono incrementa, la energía de impacto baja y la temperatura de transición incrementa como se observa en la figura 1.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-129       alignnone" title="Figura-1" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-1.jpg" alt="Figura-1" width="357" height="301" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 1. Efecto del contenido de carbono en la tenacidad del acero.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:justify;">El níquel sin embargo mejora la tenacidad del acero a bajas temperaturas reduciendo la temperatura de transición pero solo con adiciones superiores del 13% en peso desapareciendo la temperatura de transición dúctil-frágil como se aprecia en la figura 2.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-130  aligncenter" title="figura-2" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-2.jpg" alt="figura-2" width="310" height="274" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 2. Efecto del contenido de Níquel en la tenacidad del acero.</p>
<p style="text-align:justify;">Para temperaturas por debajo de -196°C la selección cambia a aceros inoxidables austeníticos y a aluminio. Además de las propiedades de tenacidad, la resistencia del metal a la tracción es también muy importante para la selección del material estructural para tanques o tuberias. Los aceros ferríticos en este caso, se ha visto que ofrecen mejores propiedades de fluencia y esfuerzo máximo, como se aprecia en la Figura 3. Una adición del 5% níquel, incrementa estas propiedades por encima de los otros dos aceros austeníticos, sin embargo la adición del 9% níquel proporciona una mejora mayor.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-132" title="figura-3" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-3.jpg" alt="figura-3" width="418" height="238" />Figura 3. Propiedades mecánicas de aceros empleados en aplicaciones criogénicas. </p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;">ACEROS AL 9% DE NÍQUEL.</p>
<p style="text-align:justify;">Además de afectar las propiedades mecánicas del acero, el níquel impacta la transformación de la austenita a productos típicos de baja temperatura, ferrita, bainita y martensita. El níquel no solo demora la transformación de la austerita, sino que aumenta la templabilidad del acero. La Figura 4 muestra la curva de enfriamiento continuo (CCT), y el efecto de la adición de 9% de níquel que mejora la templabilidad, dado que reduce la velocidad crítica de enfriamiento, durante los tratamientos térmicos para producir martensita. Se observa también que el níquel reduce las temperaturas, de inicio y final, de la transformación martensítica, pudiendo de esta manera obtener austenita retenida después del enfriamiento, lo que contribuye a mejorar la tenacidad de estos aceros criogénicos.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-133" title="figura-4" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-4.jpg" alt="figura-4" width="325" height="229" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 4. Curva CCC</p>
<p style="text-align:justify;">SOLDADURA DE ACEROS AL 9% DE NÍQUEL.</p>
<p style="text-align:justify;">Generalmente estos aceros se sueldan en la condición posterior al tratamiento térmico. La preparación de la junta debe realizarse cuidadosamente; debe evitarse bordes agudos para tratar de no inducir magnetización en las planchas. Las superficies deben limpiarse cuidadosamente con acetona o algún disolvente orgánico para eliminar contaminantes que<br />
puedan ocasionar defectos en la soldadura.</p>
<p><em>Aspectos en la fabricación por soldadura<br />
</em>• Evaluación de los procesos de soldadura a emplear<br />
• Material de aporte a utilizar<br />
• Procedimiento de soldadura
</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Evaluación de los procesos de soldadura a emplear:<br />
</em>Procesos de soldadura tales como soldadura por arco sumergido (SAW), soldadura con arco protegido con gas (GMAW), soldadura de arco con electrodo de tungsteno (GTAW) y soldadura con electrodo revestido (SMAW) pueden ser empleados, sin embargo el proceso SMAW resulta ser un proceso viable y flexible para soldar en cualquier posición o material y en campo. Para este proceso se suelen emplear electrodos básicos.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Material de aporte a utilizar:<br />
</em>Los materiales de aporte varían desde aleaciones ferríticas hasta aquéllas de alto porcentaje de Ni (80Ni/20Cr/0.26C); éstas generalmente son utilizadas en aplicaciones de alta temperatura. Las aleaciones ferríticas alrededor de 12 %Ni son económicas, sin embargo no son aceptadas para los tamaños de los tanques de almacenamiento de hoy en día. El objetivo primordial en seleccionar el material de aporte es conseguir un metal homólogo al metal base que sea tenaz, dúctil para reducir las tensiones residuales de la ZAT (Zona Afectada Térmicamente) (elong. &#62; 35%), y con un coeficiente de expansión térmica bajo y similar al metal base, para evitar la fatiga térmica en la unión. Debido a que los tanques para gas natural líquido están sujetos a continua expansión y contracción, la constante de expansión térmica de los materiales de aporte deben ser similares a los del material base. En la Figura 7 se observa que el material de aporte ENiCrMo-6 se acerca más a la expansión térmica del material base a diferentes temperaturas.
</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-134" title="figura-6" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-6.jpg" alt="figura-6" width="418" height="298" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 5. Coeficiente térmico lineal en función de la temperatura, para diferente metales de aporte y material base acero al 9% de carbono.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;">PROCEDIMIENTO DE SOLDADURA.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Calificación de soldadura:<br />
</em>Los procedimientos de soldadura para el acero 9% Ni son calificadas bajo el Código ASME Sección IX y la Sección VII Div. 1, para aplicaciones ULT (Ultra Low Temperatures) requiere ensayos de tracción adicionales a temperaturas igual o por debajo de lo permitido por el diseño del recipiente.
</p>
<p style="text-align:justify;">La siguiente tabla muestra los diferentes procesos de soldadura para aceros al 9% de Níquel.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-135" title="figura-7" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-7.jpg" alt="figura-7" width="447" height="257" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 6. Procesos de soldadura para aceros al 9% de Níquel.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><em>Calor de Aporte<br />
</em>Así como con otros aceros empleados para bajas temperaturas, los aceros al 9% níquel deben ser soldadas con calores de aporte controlados para preservar su característica de resistencia al impacto en la ZAT. Bajos aportes de calor son empleados aún para el proceso SAW. Datos de laboratorio sugieren aportes de calor basado en el espesor de la plancha, descritos en la Tabla siguiente, a considerarse en el procedimiento de soldadura:
</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-136 alignnone" title="figura-8" src="http://ingenieriademateriales.wordpress.com/files/2009/04/figura-8.jpg" alt="figura-8" width="320" height="101" /></p>
<p style="text-align:center;">Figura 7. Calor de aporte en la soldadura.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><em>Precalentamiento<br />
</em>Las soldaduras de aceros al 9% níquel realizadas con materiales de aporte austeníticos son relativamente inmunes a problemas de fisuración en frío. Sin embargo, para espesores mayores que 25.0 mm se sugiere un precalentamiento a 35°C y que planchas más delgadas no sean soldadas por debajo de la temperatura de rocío. El código ASME Sección VIII Caso 2214 provee información adicional acerca de los requerimientos de precalentamiento en situaciones especiales.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Post Calentamiento</em><br />
El código ASME no sugiere un tratamiento térmico posterior a la soldadura para aceros al 9% Ni de espesores igual o menores a 50.0 mm. Pero existen excepciones para requerimientos de fabricación según ASME Sección VIII, Div. 1 ULT-79. La temperatura para tratamiento térmico post soldadura debe ser controlada y menor de la temperatura de revenido del metal base; el rango usado es 551-583°C. La velocidad de enfriamiento debe ser menor a 167°C/h para evitar la reducción en la tenacidad al impacto del acero.
</p>
<p style="text-align:justify;">CONCLUSIONES</p>
<p style="text-align:justify;">• Los aceros ASTM A553/553M cumplen con los requisitos de tenacidad y máxima resistencia al esfuerzo hasta temperaturas alrededor de -196°C. La microestructura muestra gran resistencia a la iniciación y propagación de fisuras.<br />
• Los procesos de soldadura empleados son diversos, sin embargo el proceso SMAW resulta ser un proceso viable y flexible para soldar en cualquier posición o material y en campo.<br />
• Materiales de aporte con alto contenido de níquel son los más apropiados para soldar aceros al 9% níquel. Asimismo, la constante de expansión térmica es un importante factor a considerar para seleccionar el material de aporte.<br />
• Calores de aporte deben ser controlados para preservar la tenacidad en la ZAT. El tratamiento térmico post calentamiento debe regirse a los códigos establecidos. 
</p>
<p style="text-align:justify;">Bibliografía:</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Metalurgia y soldabilidad de uniones soldadas.</strong> <strong>Oscar A. QuintanaP. y J. Ernestco Indacochea</strong></p>
<p> <span style="font-family:TimesNewRomanPSMT;">Joining Science &#38; Advanced Materials Research Laboratory</span></p>
<p align="left">Materials Engineering Department</p>
<p align="left">University of Illinois at Chicago</p>
<p>Chicago, Illinois USA</p>
<p>- <strong>Diseño y construcción de uniones soldadas. J. Cañas, F. París, R. Picón</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um pouco da história do Povo Celta&hellip;]]></title>
<link>http://acasadomago.wordpress.com/2009/04/24/um-pouco-da-histria-do-povo-celta/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 11:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>engmarco</dc:creator>
<guid>http://acasadomago.wordpress.com/2009/04/24/um-pouco-da-histria-do-povo-celta/</guid>
<description><![CDATA[A partir de hoje vou estar escrevendo aqui, sempre as sextas-feiras uma série de artigos baseados em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A partir de hoje vou estar escrevendo aqui, sempre as sextas-feiras uma série de artigos baseados em estudos e pesquisas feitos por mim ao longo desses anos sobre a cultura Celta e seus traços marcantes sobre a sociedade contemporânea…</p>
<p><a href="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/04/image1.png"><img style="display:inline;border-width:0;" title="image" src="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb1.png?w=439&#038;h=358" border="0" alt="image" width="439" height="358" /></a></p>
<p>Escolhi começar falando da origem da definição “Celta”. A primeira referência literária aos celtas (Κελτοί) foi feita pelo historiador grego Hecateu de Mileto, que é considerado um dos maiores pensadores do século VI a.C.</p>
<p>Existiram diversos grupos celtas compostos de várias tribos, entre eles os bretões, os gauleses, os escotos, os eburões, os batavos, os belgas, os gálatas, os trinovantes e os caledônios. Muitos destes grupos deram origem ao nome das províncias romanas na Europa, as quais mais tarde batizaram alguns dos estados-nações medievais e modernos da Europa.</p>
<p>Por aí você já começa tomar contato com nomes comuns no nosso cotidiano, pincipalmente se você já foi ou vive na Europa atual.</p>
<p>Os celtas foram conhecidos por três designações diferentes, pelos autores greco-romanos:<strong> Celtas</strong> do latim Celtae, e do grego Keltoí. <strong>Gálatas, </strong>em latim galatae e em grego Galátai. E <strong>galos</strong> ou <strong>gauleses</strong> do latim gallai, galli e do grego Galloí. Os romanos se referiam apenas aos celtas continentais como celtae. Os celtas da Irlanda e das ilhas Britânicas, nunca foram designados como sendo celtas, nem pelos romanos e nem por si próprios. Eles eram chamados de Hiberni (hibérnios) e Britanni (bretões)respectivamente. Curiosamente, só começaram a ser chamados de celtas no século XVI.</p>
<p>Bem, estudar o povo Celta não é das tarefas mais simples ou fáceis. Sua cultura não nutria o hábito da escrita e sim do conhecimento via oral. Assim sendo, muito de suas histórias se perderam após a derrota para os romanos.</p>
<p>As origens dos povos celtas são motivo de controvérsia. Especula-se que entre 1900 e 1500 a.C. eles tenham surgido a partir da fusão de descendentes dos agricultores danubianos neolíticos e de povos de pastores oriundos das estepes. Mas nada disso nos é assegurado por dados históricos concretos…</p>
<p>Contudo, a história nos diz com certeza que foi a partir do inicio do século IV a.C que as tribos celtas passaram a realizar conquistas de novos territórios e isso ocorreu devido a alterações climáticas que tornavam seu habitat original muito mais seco.</p>
<blockquote><p>Isso fez com que eles buscassem áreas mais úmidas. Curiosamente, eles se viram obrigados a fazer o caminho inverso que os teriam levado a chegar a mesma região por volta do século VI a.C. Atualmente acredita-se que os Celtas tenham chego a Península Ibérica fugindo do forte frio que se abateu sobre a terra durante o período glacial e essa região, provavelmente tenha sido a primeira a apresentar condições “ideais” para a sobrevivência desse povo. Mas tudo isso se deve a estudos ainda em período de pesquisa feitas por Daniel Bradley  do Trinity College de Dublin que tem amplo interesse em resgatar a cultura de seu povo que genéticamente é o que mais tem parentesco com os Celtas.</p></blockquote>
<p>Os Celtas não foram os únicos povos a migrar-se em procura de zonas mais férteis e com clima ameno no continente. Acredita-se que muitas raças fugiram de locais que cada dia ficavam com temperaturas mais altas e com pouco alimento. Ao verificar a história, percebemos claramente que esse foi um processo migratório que se prolongou por mais de três séculos em toda a Europa…</p>
<p>Pesquisas feitas, nos levam a crer que foram os Celtas os responsáveis pela introdução da metalurgia em nossa sociedade, o que lhes rendeu uma enorme supremacia militar, mas isso também acabou contribuíndo para que por diversas vezes fosse preciso sair em busca de novas lavras de minérios de ferro para suprir a crescente demanda na forja não apenas de armas, mas também de utensílios de uso variado.</p>
<p>No caso céltico o processo migratório gerou uma expansão territorial predominantemente em direção a oeste e sul da Europa. Acredita-se que os Celtas tenham ocupado um vasto espaço geográfico que formava algo semelhante a um grande arco tendo como extremidades as ilhas britânicas, passando por boa parte da Península Ibérica e cercania até chegar ao centro da Ásia Menor.</p>
<p><a href="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/04/image2.png"><img style="display:inline;border-width:0;" title="image" src="http://acasadomago.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb2.png?w=438&#038;h=343" border="0" alt="image" width="438" height="343" /></a></p>
<p>Os Celtas em momento algum idealizaram a formação de um Império. Eles tinham por hábito tomar para si, ou seja, agregar a cultura dos povos conquistados, talvez, por essa razão, seja tão difícil contar a história desse povo que tanto contribuiu para com a nossa história atual.</p>
<p>Na hora de estudar a cultura Celta, há pesquisadores que usam formas curiosas para determinar a existência desse povo. Assim sendo, eles consideram Celtas o povo que falava a língua Celta e que viveram em áreas ocupadas por eles. O que nos leva a uma limitação bizarra, já que pelos parcos documentos existentes a respeito desse povo, fica evidente que houve forte missigenação entre os povos por eles conquistados. Resultando numa espécie de nova identidade local. Podemos por assim dizer, que boa parte dos europeus e indo ainda mais além, parte dos povos conquistados mais tarde por eles, trazem em seu sangue algum tipo de parentesco celta.</p>
<p>Abraços<br />
Lunna</p>
<p align="right"> <strong>&#62;&#62; continua!</strong></p>
<p align="right"><strong></strong></p>
<blockquote><p><span style="color:#004000;">Esse texto expressa pura e simplesmente a opinião do autor sobre o assunto, não se trata de uma crítica ou agressão as diversas formas de religião existentes.</span></p>
<p> </p></blockquote>
<p> </p>
<p align="center"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nd/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" width="98" height="35" />Esta obra está licenciada sob uma<br />
<a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Internet, el conocimiento distribuido  y la resolución del problema arqueológico]]></title>
<link>http://telearchaeology.wordpress.com/2009/04/20/internet-el-conocimiento-distribuido-y-la-resolucion-del-problema-arqueologico/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 19:00:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>igor</dc:creator>
<guid>http://telearchaeology.wordpress.com/2009/04/20/internet-el-conocimiento-distribuido-y-la-resolucion-del-problema-arqueologico/</guid>
<description><![CDATA[Estudio de caso: Inicios de la metalurgia en los Balcanes Centrales Igor Bogdanović, Universitat Aut]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Estudio de caso: Inicios de la metalurgia en los Balcanes Centrales Igor Bogdanović, Universitat Aut]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SONORA.- Principal Productor Minero de Mexico]]></title>
<link>http://obson.wordpress.com/2009/04/18/sonora-principal-productor-minero-de-mexico/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 08:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>obson</dc:creator>
<guid>http://obson.wordpress.com/2009/04/18/sonora-principal-productor-minero-de-mexico/</guid>
<description><![CDATA[Posición destacada a nivel nacional y mundial.- Cerca del 50% de la producción nacional de  minerale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Posición destacada a nivel nacional y mundial.- Cerca del 50% de la producción nacional de  minerales se origina en Sonora.- Es el principal productor de cobre, molibdeno, grafito, wollastonita y carbón antracítico.</p>
<p>Sonora es el estado minero de México; tiene en esta industria una de sus mayores riquezas, ya que siendo una actividad primaria que dio origen a los principales centros de población de la antigüedad y que fueron la base sólida del Sonora moderno, actualmente la producción de algunos minerales metálicos y no metálicos le otorgan el liderazgo nacional, constituyendo importantes fuentes de empleo y derrama económica.</p>
<p><a href="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1673" title="mineria_sonora_mexico_2" src="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_2.jpg" alt="mineria_sonora_mexico_2" width="450" height="239" /></a></p>
<p>Sonora es el segundo estado más grande de México (184,934 km2, el 9.2% del territorio nacional) donde la minería ha sido y sigue siendo motor de desarrollo, ya que existen cerca de 3 mil 700 concesiones mineras ubicadas a lo largo y ancho de la geografía, que amparan una superficie cercana al 20% del total del territorio estatal.</p>
<p>La naturaleza ha brindado a Sonora una riqueza extraordinaria en lo que respecta a minerales, porque es en Sonora donde el cobre, el oro y la plata, entre otros minerales, se encuentran de manera pródiga; sólo en Sonora, por ejemplo, se extraen grafito, wollastonita, carbón antracítico y molibdeno, de los que aporta el 100% de la producción nacional.</p>
<p><!--more-->Líder nacional en cobre y oro, En Sonora se localizan las dos minas más importantes en producción de cobre de México y a nivel Latinoamérica, en los municipios de Cananea y Nacozari, y las dos minas productoras de oro más importantes del país en los municipios de Pitiquito y Sahuaripa.</p>
<p>Sonora produce además el 84% del cobre, el 28.6% del oro e importantes porcentajes de plata y otros minerales; el valor de la producción minera de Sonora constituye alrededor del 50% del total de la producción nacional, sobrepasando los 31 mil 500 millones de pesos. El volumen de la producción minera de Sonora es superior a un millón 780 mil toneladas de diversos productos.</p>
<p>Municipios como Nacozari, Cananea, La Colorada, Cumpas, Sahuaripa, Álamos, Caborca, Altar, Trincheras, Santa Ana, Magdalena, entre otros, soportan gran parte de su economía, si no al `100%, en la minería; en ellos la minería establecida da empleo a más de 13 mil personas, lo que constituye más del 2% de los empleos disponibles, y paga cerca de mil 500 millones de pesos en sueldos al año, el 7.6% de la derrama salarial estatal, y son también los mejor remunerados.</p>
<p><a href="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1674" title="mineria_sonora_mexico_3" src="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_3.jpg" alt="mineria_sonora_mexico_3" width="408" height="306" /></a></p>
<p>Variedad de minerales explotables, En los últimos 10 años la producción de oro, plata y molibdeno, y no metálicos como wollastonita y carbón antracítico, se ha incrementado notablemente y vinieron a sumarse a la fuerte industria del cobre, mineral del que Sonora sigue siendo el líder nacional indiscutible con una producción de más de 175 mil toneladas anuales. (La mina de Cananea, cuando está en operación, produce 150 mil toneladas al año, el 50% de la producción estatal).</p>
<p>En el caso del oro Sonora ha pasado a ser el principal productor nacional y en plata mantiene volúmenes de extracción muy competitivos. Asimismo en Sonora existen grandes yacimientos aún no explotados de zeolitas, perlita, talco, arcillas, micas, carbonato de sodio, boratos, mármoles, tavertino, teldespatos, etc, y afloramientos de rocas industriales como canteras, calizas, puzolana, moruza, entre otros materiales pétreos utilizables en la<br />
industria de la construcción.</p>
<p><a href="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1675" title="mineria_sonora_mexico_1" src="http://obson.wordpress.com/files/2009/04/mineria_sonora_mexico_1.jpg" alt="mineria_sonora_mexico_1" width="450" height="674" /></a></p>
<p>Ley minera y educación especializada El sector minero, por otra parte, cuenta con importantes logros dentro del desarrollo económico del estado, nuestra de ello es que Sonora es la primera entidad en el país en tener una ley estatal minera no regulatoria sino de promoción: la Ley de Promoción y Fomento Minero para el Estado de Sonora en la que destaca un artículo sobre tenencia de la tierra donde el estado asume una responsabilidad positiva hacia<br />
los mineros en ese renglón.</p>
<p>Además, Sonora es el estado donde se concentran más de 600 geocientíficos; es donde hay más personas dedicadas a la investigación de elementos de la tierra y es el único estado que cuenta con licenciaturas y maestrías en minería, geología y metalurgia.</p>
<p>En suma, Sonora cuenta con una infraestructura educativa que no se compara con alguna otra del país, incluyendo la UNAM, con el agregado de que las maestrías tienen excelencia académica. Todos los egresados de esas licenciaturas, todas impartidas en la Universidad de Sonora y recientemente en el CESUES, se colocan en compañías mineras de exploración y extracción, e instituciones de investigación, académicas o paraestatales.</p>
<p>Sonora es además sede del evento minero más importante del país, el Seminario Minero Internacional que se celebra cada dos años.</p>
<p>Perspectivas positivas  Los minerales han mostrado una demanda sostenida en los últimos años, provocando que la mayoría de las empresas mineras enfoquen sus inversiones a la construcción de plantas de beneficio; en Sonora esto ha sido una constante, ya que en los últimos meses se han reactivado proyectos, iniciado otros y varios están en exploración.</p>
<p>Las minas de San Francisco en el municipio de Santa Ana y Lluvia de Oro en Magdalena de Kino han reiniciado operaciones a causa del incremento en los precios del oro.</p>
<p>En Banámichi está la mina de oro Santa Elena próxima a iniciar operaciones; nuevos proyectos para explotación de cobre son Luz del Cobre en el municipio de Soyopa, y Los Verdes en el municipio de Yécora; en el municipio de San Felipe de Jesús se explora un proyecto para extraer plomo y zinc mientras que en el municipio de Opodepe se realizan estudios de viabilidad para la mina de molibdeno El Crestón.</p>
<p>Puerto de Guaymas, Una de las potencialidades que Sonora ofrece a la industria minera es el Puerto de Guaymas que actualmente es el número uno en movilización de minerales en el noroeste de México con cerca de dos millones de toneladas de diversos productos, principalmente concentrado de cobre y mineral de hierro, así como coque, yeso, mata cobriza, wollastonita y cemento, superando a puertos como Ensenada, Topolobampo, Mazatlán, Tampico y Veracruz.</p>
<p>Recientemente el Puerto incrementó sus capacidades al iniciar operaciones dos nuevas terminales: una de la empresa hindú Arcelor Mittal que empezó a movilizar 2 millones de toneladas al año de mineral de hierro extraído de la mina El Volcán, en el municipio de Rosario Tesopaco -incrementándose de manera importante los volúmenes de producción minera del Estado- para enviarlo por barco a la siderúrgica de Lázaro Cárdenas, Michoacán; también la terminal para concentrado de cobre de la empresa BHP Billiton para manejar producto en tránsito de Arizona a Asia, mientras que la cementera Holcim Apasco amplió sus ins talaciones en el puerto para soportar los volúmenes que manejará la planta que construye en Hermosillo, aproximadamente un millón de toneladas al año.</p>
<p>Primer productor nacional de oro, Sonora cuenta con la dos minas productoras de oro más importantes del país: La Herradura en el municipio de Pitiquito es la número uno, y aporta el 50% de la producción estatal que asciende a más de 14 mil onzas anuales, la otra es Mulatos, en el municipio de Sahuaripa.</p>
<p>Las minas de oro de Sonora se ubican en su mayoría en la región del Gran Desierto como los casos de La Herradura de Pitiquito, El Boludo y Cerro Colorado en Trincheras y El Chanate en Altar, mientras que El Ombligo se ubica en Suaqui Grande y Mulatos en el llamado “Cinturón del oro” en la colindancia de Sonora con Chihuahua en la Sierra Madre Occidental.</p>
<p>En esta época en la que la crisis económica mundial ha afectado a los precios de los minerales, sobre todo a los que son utilizados en la industria de la construcción, el oro ha mantenido sus precios internacionales incluso se han incrementado; actualmente la onza de oro tiene un valor de 914 dólares (Febrero 2009) y el kilo 29 mil 389 dólares, lo que da como resultado que la producción de oro sonorense tiene un valor actual de 4 mil 300 millones de pesos.</p>
<p>Los precios del oro han hecho rentables a minas que estaban en desuso como el caso de Lluvia de Oro en Magdalena de Kino y San Francisco en Santa Ana que han reiniciado operaciones aportando importante derrama económica en sus respectivas regiones; en Banámichi, mientras tanto, están avanzados los estudios de viabilidad para poner en funcionamiento la mina de oro Santa Elena.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr?cmd=_donations&#38;business=FETXPU3VXLMAQ&#38;lc=MX&#38;item_name=obson%20site%20promote&#38;currency_code=USD&#38;bn=PP%2dDonationsBF%3abtn_donateCC_LG%2egif%3aNonHosted"><img class="aligncenter size-full wp-image-1965" title="donacion_cerveza" src="http://obson.wordpress.com/files/2009/05/donacion_sitio.jpg" alt="donacion_cerveza" width="394" height="42" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jak to z żelazem było]]></title>
<link>http://stwarzanie.wordpress.com/2009/03/30/jak-to-z-zelazem-bylo/</link>
<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 02:19:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>maciek</dc:creator>
<guid>http://stwarzanie.wordpress.com/2009/03/30/jak-to-z-zelazem-bylo/</guid>
<description><![CDATA[Jak podał właśnie nieoceniony serwis Archeowieści, japońscy archeolodzy znaleźli w środkowej Turcji ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jak podał właśnie nieoceniony serwis <a href="http://archeowiesci.wordpress.com/2009/03/29/zadziwiajaco-stare-ostrze-z-zelaza/" target="_blank">Archeowieści</a>, japońscy archeolodzy znaleźli w środkowej Turcji dowód, iż żelazo było tam wytapiane jakieś pół tysiąca lat wcześniej niż do tej pory sądzono. W myśl powszechnie przyjętej dziś opinii, produkcję żelaza zapoczątkowali Hetyci w połowie II tysiąclecia p.n.e. W następnych wiekach ten użyteczny metal miał wyprzeć stopniowo brąz i inne metale wprowadzając tzw. &#8220;epokę żelaza&#8221;. Początek tej epoki w hetyckiej Anatolii uczeni datują na XV wiek p.n.e., w Egipcie i Grecji na XII wiek p.n.e., a na ziemiach polskich pięćset lat później. Co ciekawe, starożytne przekazy pisemne oraz inne odkrycia archeologiczne również rzucają nieco światła na ten temat i dowodzą, iż żelazo kuto i wytapiano już w bardzo zamierzchłej starożytności.  </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter"><img class="size-full wp-image-1749 " title="Rekonstrukcja pieców do wytopu żelaza, tzw. dymarek (Muzeum w Nowej Słupii)." src="http://stwarzanie.wordpress.com/files/2009/03/gory_152.jpg" alt="" width="500" height="334" /></div>
<p><!--more-->  </p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://pl.wikipedia.org/wiki/%C5%BBelazo" target="_blank">Żelazo </a> uważa się za najbardziej rozpowszechniony, najtańszy i najbardziej użyteczny z wszystkich metali. Jest to czwarty pod względem występowania pierwiastek w skorupie ziemskiej (symbol <em>Fe</em>), a podobno stanowi 90% jądra ziemskiego. Zazwyczaj nie używa się czystego metalu, lecz jego stopów z węglem, czyli tzw. surówki lub stali. Surówka zawiera ok. 3% węgla i nieco innych dodatków. Żelazo przeznaczone do kucia zawiera dużo mniej dodatku węgla. Natomiast różne rodzaje stali zawdzięczają swe właściwości jeszcze innym dodatkom i szczególnej obróbce. Ponieważ w starożytności piece i metody wytapiania były stosunkowo proste, więc wytapiane wtedy żelazo nigdy nie było wolne od zanieczyszczeń.   </p>
<p style="text-align:left;">Od jak dawna ludzie parali się obróbką żelaza? Istnieją dowody, iż metal ten dobrze znano już<strong> przed Potopem</strong> (który według Biblii nastąpił w 2370 p.n.e.). Po pierwsze, świadczy o tym fragment starożytnego rodowodu zawarty w <a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/ge/chapter_004.htm?bk=ge;chp=4;vs=19-22;citation#bk19" target="_blank">Księdze Rodzaju 4:19-22</a>:  </p>
<blockquote><p>(19) A Lamech wziął sobie dwie żony. Imię pierwszej Ada, a imię drugiej — Cylla. (20) Po pewnym czasie Ada urodziła Jabala. Został on praojcem mieszkających w namiotach i mających stada. (21) A jego brat miał na imię Jubal. Został on praojcem wszystkich grających na harfie i na piszczałce. (22) Cylla również urodziła — <strong>Tubal-Kaina, wykuwającego wszelkie narzędzia z miedzi i z żelaza</strong>. A siostrą Tubal-Kaina była Naama.  </p></blockquote>
<p>Ta informacja z czasów przedpotopowych musiała mieć duże znaczenie, skoro Noe (lub jeden z jego synów) przekazali ją kolejnym pokoleniom, z pewnością w jakiejś formie pisanej, aż trafiła do Mojżesza, który w XVI wieku włączył ją do Księgi Rodzaju. Ów Tubal-Kain, o którym nie wiadomo nic poza tą wzmianką, musiał znacząco przyczynić się do rozwoju kowalstwa. Być może zasłynął wynalezieniem metalowych narzędzi, o których jest tu mowa lub jako pierwszy uprawiał to rzemiosło. Biblia nie mówi w tym miejscu o wytapianiu, więc możliwe, że Tubal-Kain po prostu wykuwał żelazo meteorytowe. Nie można jednak wykluczyć i pierwszej możliwości. Zachowane wzmianki dowodzą, że społeczeństwo przedpotopowe stało na dość wysokim poziomie cywilizacyjnym: znano nie tylko kowalstwo, ale też zakładano miasta (<a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/ge/chapter_004.htm?bk=ge;chp=4;vs=17;citation#bk17" target="_blank">Rodzaju 4:17</a>), uprawiano muzykę i poezję, nie mówiąc o wysokim poziomie ciesielki i budownictwa, jakiego dowodzi arka Noego.  </p>
<p>Drugi dowód na przedpotopowe używanie żelaza dość niespodziewanie przynosi sama arka Noego. Jak można zobaczyć choćby w filmie &#8221;<a href="http://stwarzanie.wordpress.com/2009/02/09/film-poszukiwania-arki-noego/" target="_blank">Poszukiwania arki Noego</a>&#8220;, jedną z osób, która twierdzi, że widziały arkę Noego był stacjonujący w czasie II wojny światowej w okolicy Araratu amerykański sierżant wojsk inżynieryjnych <a href="http://www.fellowshipinhislove.com/eddavis.html" target="_blank">Ed Davis</a>. W jednym z nielicznych wywiadów, jakich udzielił, Davis opowiedział, że latem 1943 roku zaprzyjaźnieni Kurdowie pokazali mu przełamaną na pół, wskutek trzęsienia ziemi, wielką drewnianą konstrukcję, do której wnętrza mieli możliwość zajrzeć. Davis opowiada, że widzieli trzy pokłady, na dolnym były duże klatki z dębowych belek, a na drugim mniejsze, wykonane z żelaznych prętów! Lloyd Bailey, profesor religii z Uniwersytetu Mt Olive, w tym filmie odnosi się do tego z dużą rezerwą. Mówi, że &#8220;najwcześniejsze doniesienia o wytopie żelaza pochodzą od Hetytów z ok. 1500 roku przed Chrystusem, trudno więc uwierzyć, że żyjący 1000 lat wcześniej Noe mógł wyposażyć arkę w żelazne pręty&#8221;. Jednak zarówno sama Księga Rodzaju, jak i wspomniane na poczatku odkrycie japońskich archeologów dowodzą, że żelazo znano setki lat wcześniej. Poza tym Noe lub jego &#8220;podwykonawca&#8221; nie musiał wcale znać metod wytapiania. Mógł użyć żelaza kutego z meteorytów, tak jak czyniono to w innych przypadkach przed &#8220;epoką żelaza&#8221; (W egipskich grobowcach znaleziono koraliki z żelaza, którego skład wskazuje właśnie na pochodzenie meteorytowe).  </p>
<div id="attachment_2113" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-2113" title="wilburton_pot" src="http://stwarzanie.wordpress.com/files/2009/03/wilburton_pot.jpg" alt="" width="250" height="205" /><p class="wp-caption-text">Żelazny kubek znaleziony w Wilburton w węglu datowanym na 300 mln lat.</p></div>
<p>Kolejne dowody na przedpotopową obecność żelaza to znaleziska archeologiczne. Oto kilka przykładów: W roku 1844 w Szkocji w kamieniołomie Kingoodie (Mylnfield) odnaleziono gwóźdź, osadzony mocno w bloku piaskowca. Umiejscowienie gwoździa wykluczało możliwość, że został wbity po wydobyciu kamienia. Warstwę opisano jako &#8220;epokę dolnego piaskowca Old Red&#8221; (okres dewonu datowany na 360-408 milionów lat). W 1852 roku <em>Scientific American</em> donosił o odnalezieniu w Dorchester metalicznego wazonika w warstwie litego zlepieńca określanej jako prekambryjski (datowany na ponad 600 mln lat). W roku 1871 William E. Dubois ze Smithsonian Institution doniósł o kilku ciekawych artefaktach znalezionych podczas odwiertów studni na terenie stanu Illinois, między innymi miedzianym przedmiocie przypominającym monetę, metalowym haku i żelaznej siekierze. Znaleziska znajdowały się w warstwach datowanych pomiędzy 200 tysięcy a 410 mln lat. W roku 1912 pracownik elektrowni w Oklahomie rozłupał bryłę węgla pochodzącą z tamtejszej kopalni w Wilburton i znalazł w niej żelazny kubek lub garnek. Węgiel ten datowany był na 312 mln lat. Ów garnek lub kubek przechowywany był w niedużym muzeum w stanie Missouri aż do połowy XX wieku [<em>edit</em> - Obecnie kubek ten znajduje się w Creation Evidence Museum w Glen Rose w Teksasie, USA]. Te i inne przykłady dowodzą, że w powstałych w wyniku ogólnoświatowego Potopu wymieszanych warstwach geologicznych znajdują się sporadycznie znajdowane pozostałości cywilizacji przedpotopowej, która znała żelazo (Ponieważ aktualistycznie nastawiona współczesna geologia nie uznaje Potopu, więc jej datowanie oparte jest na niewłaściwych założeniach).  </p>
<p>Biblia zawiera również mnóstwo innych wzmianek o żelazie w czasach <strong>późniejszych</strong>. Dowodzą one, że umiejętność wydobywania rudy, wykuwania, a nawet wytapiania w piecach znana była w regionie Egiptu i Palestyny już na przełomie XVI i XV wieku p.n.e., gdy Izraelici rozpoczynali Exodus. Na przykład powstała w obrębie kultury egipskiej Księga Hioba, poetycki poemat napisany prawdopodobnie przez Mojżesza ok. 1500 roku p.n.e., wspomina o wydobywaniu i kuciu żelaza:  </p>
<blockquote><p><a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/job/chapter_028.htm?bk=ge;chp=28;vs=1-2;citation#bk1" target="_blank">28:1, 2<br />
</a>Doprawdy, istnieje miejsce, gdzie można znaleźć srebro,<br />
i miejsce, gdzie poddają rafinacji złoto;<br />
<strong>żelazo bierze się z prochu</strong>,<br />
a z kamienia wytapia się miedź.  </p>
<p><a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/job/chapter_040.htm?bk=ge;chp=40;vs=17-18;citation#bk17" target="_blank">40:17, 18<br />
</a>[o hipopotamie:]<br />
Zgina w dół swój ogon niby cedr;<br />
splecione są ścięgna jego ud.<br />
Kości jego to rury miedziane;<br />
jego mocne kości są <strong>jak drągi z kutego żelaza</strong>.  </p></blockquote>
<p>Oczywiście podczas wędrówki przez pustkowie Synaj, lub nawet później, Izraelici mieli ograniczone warunki do budowania pieców rafinacyjnych. Nie oznacza to jednak, że ich nie znali. Fragment z <a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/de/chapter_004.htm?bk=ge;chp=4;vs=20;citation#bk20" target="_blank">Powtórzonego Prawa 4:20 </a>przyrównuje uwolnienie z niewoli egipskiej do wyprowadzenia &#8220;z pieca do wytopu żelaza&#8221;. Żelazo uważano też za cenny łup wojenny podczas podboju Kanaanu (po 1473 p.n.e.), na równi ze złotem, srebrem, miedzią i szatami (np. <a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/nu/chapter_031.htm?bk=ge;chp=31;vs=22;citation#bk22" target="_blank">Liczb 31:22</a>, <a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/jos/chapter_006.htm?bk=ge;chp=6;vs=19;citation#bk19" target="_blank">Jozuego 6:19</a>, <a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/jos/chapter_022.htm?bk=ge;chp=22;vs=8;citation#bk8" target="_blank">22:8</a>).  Jednak w Kanaanie Izraelici mieli nie tylko opierać się na żelazie zdobycznym. Mojżesz obiecał im, że w Palestynie znajdą pokłady rud żelaza, jak też się stało (<a href="http://www.watchtower.org/p/biblia/de/chapter_008.htm?bk=ge;chp=8;vs=9;citation#bk9" target="_blank">Powtórzonego Prawa 8:9</a>).  </p>
<div id="attachment_2116" class="wp-caption alignright" style="width: 254px"><img class="size-full wp-image-2116 " title="blacksmith" src="http://stwarzanie.wordpress.com/files/2009/03/blacksmith.jpg" alt="" width="244" height="251" /><p class="wp-caption-text">Grecka waza (Ateny, ok. 550 r. p.n.e.)</p></div>
<p>Powyższe cytaty dowodzą, że najstarsze przekazy biblijne są ścisłe i dokładne, a odkrycia archeologiczne, chociażby te ostatanie, mogą  jedynie przedstawiony w Biblii obraz starożytności uzupełnić. Przedmioty z żelaza wykuwano już przed Potopem. W XV wieku p.n.e. w Egipcie i Palestynie znana była umiejętność wytapiania rudy żelaza. Wiadomo, że uzyskanie żelaza wymaga wysokiej temeratury. Topi się ono bowiem w temperaturze 1535 st. C. Do osiągnięcia tego potrzebne są piece z wymuszonym przepływem powietrza. W Palestynie nie znaleziono dotychczas pozostałości takich pieców z czasów biblijnych (są takowe np. w Indiach). Jednak w okolicy starożytnego Sukkot, gdzie w czasach króla Salomona (ok. 1000 p.n.e.) wytapiano metale, odkryto pozostałości hałd żużlu. Sam Salomon ofiarował na świątynię w Jerozolimie 100 000 talentów żelaza (czyli 3420 ton, jeśli chodziło o wagę), nie licząc srebra i złota.  </p>
<p>Zarówno Biblia, jak i archeologia potwierdzają, że jeszcze długo w &#8220;epoce brązu&#8221; żelazo było produktem luksusowym wykorzystywanym do wyrobu ozdób lub części drogiego uzbrojenia. Zresztą sam podział na epokę &#8220;kamienia&#8221;, &#8220;brązu&#8221; i &#8220;żelaza&#8221; jest dość umowny i trzeba powiedzieć &#8211; przestarzały. U jego podstaw leży podział dziejów dokonany przez Hezjoda (VIII w. p.n.e.), który mówił o następujacych po sobie epokach &#8220;złotej&#8221;, &#8220;srebrnej&#8221;, &#8220;brązowej&#8221; i &#8220;żelaznej&#8221;, z których każda miała być coraz mniej cywilizowana (więc następowała dewolucja). Dziewiętnastowieczni archeolodzy, dla których obiekty z metalu należały do najlepiej zachowanych śladów ludzkiej działalności, zafascynowani filozofią Darwina, zmodyfikowali ten podział, tak by pasował do teorii ewolucji. Dziś wiemy, że tradycyjna periodyzacja nie jest taka oczywista, a sam fakt znalezienia przedmiotu wykonanego z jakiegoś materiału nie może być jedyną podstawą datowania. Dotyczy to zresztą również krzemiennych pięściaków (tzw. eolitów) oraz artefaktów z żelaza czy brązu.  </p>
<p><em>Edit z 30.09.2009 &#8211; zmiana ilustracji.</em>  </p>
<p><em>Edit z 24.12.2009 &#8211; dodanie zdjęcia kubka z Wilburton i informacji o miejscu jego przechowywania, dodanie zdjęcia greckiej wazy.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zadziwiająco stare ostrze z żelaza]]></title>
<link>http://archeowiesci.wordpress.com/2009/03/29/zadziwiajaco-stare-ostrze-z-zelaza/</link>
<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 20:11:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wojciech Pastuszka</dc:creator>
<guid>http://archeowiesci.wordpress.com/2009/03/29/zadziwiajaco-stare-ostrze-z-zelaza/</guid>
<description><![CDATA[Żelazo jest jednym z najważniejszych surowców w dziejach ludzkości. Jest twardsze i wytrzymalsze niż]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Żelazo jest jednym z najważniejszych surowców w dziejach ludzkości. Jest twardsze i wytrzymalsze niż]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livros de Engenharia Mecanica, CAD, Civil, Tecnologia]]></title>
<link>http://rodrigominatto.wordpress.com/2009/02/19/livros-de-engenharia-mecanica-cad-civil-tecnologia/</link>
<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 13:15:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>minatto</dc:creator>
<guid>http://rodrigominatto.wordpress.com/2009/02/19/livros-de-engenharia-mecanica-cad-civil-tecnologia/</guid>
<description><![CDATA[Olá Pessoal! Na página: http://rodrigominatto.wordpress.com/livros-de-tecnologia-mecanica/ vocês pod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá Pessoal!</p>
<p>Na página: <a href="http://rodrigominatto.wordpress.com/livros-de-tecnologia-mecanica/">http://rodrigominatto.wordpress.com/livros-de-tecnologia-mecanica/</a></p>
<p>vocês podem encontrar uma verdadeira Biblioteca Tecnológica para Consulta dos mais variados temas: Engenharia, Magnetismo, Automação, Ventilação, Estruturas, Análises estruturais, Mecanica, Manutenção, Refrigeração, Agitação, Transporte de Materiais, Robótica,Calculos Matemática, Trigonometria, Projetos e muito mais! Não deixe de Visitar!</p>
<p>Caso haja algum link Quebrado favor Postar nos Comentários!</p>
<p>Colaboração: Jean  Carlos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ √π ← ]]></title>
<link>http://squarerootofpi.wordpress.com/2009/02/14/%e2%88%9a%cf%80-%e2%86%90/</link>
<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 19:45:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>atarione</dc:creator>
<guid>http://squarerootofpi.wordpress.com/2009/02/14/%e2%88%9a%cf%80-%e2%86%90/</guid>
<description><![CDATA[Un montón de pensamientos apachurrados en mi cerebro&#8230;como las enfermedades del Señor Burns tod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-225" title="dsc02019" src="http://squarerootofpi.wordpress.com/files/2009/02/dsc02019.jpg" alt="dsc02019" width="510" height="382" />Un montón de pensamientos apachurrados en mi cerebro&#8230;como las enfermedades del Señor Burns todos quieren salir al mismo tiempo y esto mismo los detiene, quizás sea por el &#8220;estreno&#8221; (oficial) del blog <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , de cualquier manera <span style="text-decoration:line-through;">necesitan</span> deberían tener esta canción (si lo que quieren es sentirse en F-Zero esto es lo indicado)</p>
<p><a href="http://www.thepinglepad.com/music/2009/February/WalkingOnADream(DangerRemix).mp3">Empire Of The Sun &#8211; Walking On A Dream (Danger\&#8217;s Racing Club Mix)</a></p>
<p>y claro un regalo especial por ser hoy (de una vez dos para que hagan pareja)</p>
<p><a href="http://www.savefile.com/files/1622906">Russ Chimes &#8211; Mulsanne</a></p>
<p><a href="http://www.savefile.com/files/1622904">Russ Chimes &#8211; Afterburner</a></p>
<p>Beep beep my name is *****!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mechanical Metallurgy]]></title>
<link>http://bibliotecaacademica.wordpress.com/2009/02/11/mechanical-metallurgy/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 11:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>william1987br</dc:creator>
<guid>http://bibliotecaacademica.wordpress.com/2009/02/11/mechanical-metallurgy/</guid>
<description><![CDATA[Mechanical Metallurgy Autor: George E. Dieter Idioma: Inglês Número de páginas: 751 Formato: PDF Qua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://geocities.yahoo.com.br/william_1987br/dieter.jpg" alt="Mechanical Metallurgy" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Mechanical Metallurgy</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;"><strong>Autor:</strong> George E. Dieter</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Idioma:</strong> Inglês</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Número de páginas:</strong> 751</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Formato:</strong> PDF</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Qualidade: </strong>Média (Livro escaneado, armazenado como imagem)</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Tamanho do arquivo:</strong> 53MB</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Referência:</strong>DIETER, G. E. &#8211; Mechanical Metallurgy, McGraw Hill Book Company , 1988</p>
<p style="text-align:left;"><strong>LINK: </strong>(arquivo único)<strong> </strong><a href="http://rapidshare.com/files/260971340/Mechanical.Metallurgy.rar">Mechanical Metallurgy<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gerdau vai demitir no Rio Grande do Sul]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/2009/01/14/gerdau-vai-demitir-no-rio-grande-do-sul/</link>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 14:46:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
<guid>http://kiminda.wordpress.com/2009/01/14/gerdau-vai-demitir-no-rio-grande-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[A Gerdau adotou novas medidas como parte de ajustes feitos desde dezembro para adaptar a produção ao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://rsurgente.zip.net/images/gerdau.jpg" alt="" width="180" height="175" />A Gerdau adotou novas medidas como parte de ajustes feitos desde dezembro para adaptar a produção aos efeitos da crise financeira mundial sobre a demanda. Na Aços Especiais Piratini, em <strong>Charqueadas</strong> (RS), a mudança foi no regime de trabalho, que passou a ter duas turmas, em vez de três.</p>
<p>Na <strong>Gerdau Riograndense</strong>, em <strong>Sapucaia </strong>do Sul (RS), o grupo informou que serão demitidos alguns funcionários, sem detalhar o número. Entre os funcionários, circulou a previsão de que haverá 40 demissões hoje, de um total que pode passar de 120. Os metalúrgicos terão reunião com a empresa na próxima semana.</p>
<p>A Riograndense tem cerca de 1.200 empregados. Conforme a Gerdau, a decisão foi adotada ?após a tomada de uma série de medidas para reduzir custos e adequar a produção à menor demanda por aço?. A Gerdau Riograndense havia antecipado manutenções e adotado férias entre 15 de dezembro e 4 de janeiro.</p>
<p>Na <strong>Piratini</strong>, a mudança reduziu as turmas de trabalho de três para duas em áreas industriais, mantendo os mesmos dois turnos. Com isso, o adicional de turno pago aos funcionários envolvidos na mudança caiu de 15% para 6% sobre a remuneração, explicou o grupo. A Gerdau ressaltou que a medida não resultará em demissões e será feita mediante antecipação de férias. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Charqueadas, Jorge Luiz Silveira de Carvalho, disse que a modificação está legalmente amparada nos contratos de trabalho, mas o ideal é que fosse negociada antes com a categoria.</p>
<p>SANDRA HAHN</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25% cae metalurgia en noviembre]]></title>
<link>http://chileconomia.wordpress.com/2009/01/07/25-cae-metalurgia-en-noviembre/</link>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 01:44:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>chileconomia</dc:creator>
<guid>http://chileconomia.wordpress.com/2009/01/07/25-cae-metalurgia-en-noviembre/</guid>
<description><![CDATA[La asociación de industrias metalúrgicas y metalmecánicas (Asimet) informó que en noviembre, por seg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">La asociación de industrias metalúrgicas y metalmecánicas (<strong>Asimet</strong>) informó que en <strong>noviembre</strong>, por segundo mes consecutivo, el sector mostró una <strong>caída de 25%</strong>.</span></span></p>
<p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">En el periodo <strong>enero–noviembre de 2008</strong>, el sector <strong>acumula un crecimiento</strong> de 2,3%, cifra <strong>inferior</strong> a la proyectada a comienzos de año, de (entre) un 3,8% y un 4,3%.</span></span></p>
<p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">La <strong>variación negativa</strong> se debió al deterioro experimentado por el subsector de industrias básicas de <strong>hierro y acero</strong>, el cual marcó un descenso en sus niveles de producción de <strong>60,2% en doce meses</strong>. </span></span></p>
<p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Este subsector es mayoritariamente proveedor de los sectores <strong>construcción e infraestructura</strong>, los que han sentido con mayor fuerza el impacto de la crisis financiera.</span></span></p>
<p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">El subsector de construcción de <strong>material de transporte</strong>, registró una <strong>caída</strong> de 21,9% en doce meses, ocasionado fundamentalmente por el cierre de la <strong>planta de</strong> <strong>Arica de General Motors</strong>.</span></span></p>
<p class="destacados2" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:13pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Las <strong>ventas físicas</strong> experimentaron una <strong>caída del 23,4%</strong> en doce meses.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El miedo a lo desconocido]]></title>
<link>http://alexpantarei.wordpress.com/2008/11/16/el-miedo-a-lo-desconocido/</link>
<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 02:24:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alejandro Delgado</dc:creator>
<guid>http://alexpantarei.wordpress.com/2008/11/16/el-miedo-a-lo-desconocido/</guid>
<description><![CDATA[El &#8220;miedo a lo desconocido&#8221; es y ha sido, desde los tiempos de Lucrecio, un pretexto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://alexpantarei.wordpress.com/files/2008/11/miedo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-394" title="pha106000047" src="http://alexpantarei.wordpress.com/files/2008/11/miedo.jpg" alt="pha106000047" width="280" height="280" /></a></p>
<p>El &#8220;miedo a lo desconocido&#8221; es y ha sido, desde los tiempos de Lucrecio, un pretexto &#8220;suculento&#8221; para todos los filósofos y aficionados que se proponían descifrar los orígenes de las religiones, de las mitologías y de la moral. Cada vez que quieres hablar del &#8220;hombre primitivo&#8221;, te ves casi obligado a recordar su miedo a lo &#8220;desconocido&#8221;, fuente inagotable de todas las creencias, supersticiones o éxtasis que han humillado la condición humana.</p>
<p>El miedo a lo desconocido ha ofrecido a los eruditos la oportunidad de verter sus cajones repletos de fichas, y no sería exagerado decir que la biblioteca escrita por el prodigioso sir James Frazer se fundamenta, en gran parte, en el miedo y la fascinación que lo desconocido ha ejercido siempre sobre el alma humana. Por eso sería arriesgado lanzarnos a una discusión en la que los argumentos, en su mayoría de orden estadístico, se suceden a lo largo de miles y miles de páginas de etnología, antropología y folklore.</p>
<p>Pero podríamos apuntar aquí unas cuantas observaciones relacionadas con este controvertido problema y dedicárselas a aquel lector inconformista y curioso para quien escribo, casi exclusivamente, desde hace bastante tiempo. Me parece que no se ha subrayado con suficiente claridad uno de los motivos del <em>miedo a lo desconocido</em>, del miedo que experimentan los &#8220;hombre primitivos&#8221;, <em>les moins civilisés</em> [los menos civilizados], ante las cosas o las personas nuevas. Podríamos formularlo así: el hombre primitivo teme las cosas o las personas desconocidas, porque <em>no coinciden con, ni se adaptan a, la imagen que tiene de sí mismo</em>.</p>
<p>Cualquier cosa o persona que modifique o, para decirlo más exactamente, que contradiga el conocimiento que el hombre primitivo tiene de sí mismo, se vuelve peligrosa; pero no porque sea &#8220;desconocida&#8221;, porque no hubiera sido conocida hasta entonces, sino porque no cuadra ni se armoniza con el icono que había plasmado de sí mismo. En esta interpretación del miedo a lo desconocido, el acento se desplaza desde el océano de fenómenos que le rodean a la <em>idea de hombre</em>, tal como es intuida o vivida por cada tribu salvaje y por cada nación. La imagen que se construye de sí mismo ejerce una influencia tanto más tiránica y rígida en sus limitaciones, cuanto menos &#8220;civilizado&#8221; es el hombre. La <em>norma</em> domina la conciencia humana desde sus inicios tan oscuros, desde las así llamadas etapas prelógicas.</p>
<p>Un &#8220;primitivo&#8221; que piensa haber nacido de una planta tiene una imagen de sí mismo (y del hombre en general) tan coherente y exacta como la de un hombre que se sabe vivíparo. El primero, presuponiendo que no conoce todavía la metalurgia, experimentará ante el primer herrero el mismo miedo que ha podido sobrecoger a cualquier hombre civilizado ante el primer aeroplano. En ambas situaciones, el miedo deriva de la violenta deformación sufrida por la imagen antropológica y no del carácter &#8220;desconocido&#8221; del herrero o del aeroplano. A veces, este miedo puede revestir formas paroxísticas; y aun cuando los hombre han dejado de temblar o aullar delante de una cosa o persona nueva, el miedo seguirá persistiendo. Nada puede atomerizar más el alma del hombre que el miedo que provoca la deformación o la supresión de la imagen que tiene de sí mismo. El miedo a la muerte hunde sus raíces en esta misma imagen antropológica. No es éste el lugar adecuado para plantear este grave problema, pero intentaré demostrar, en un trabajo de próxima aparición, que el miedo a la muerte hunde sus raíces en la <em>negación de la idea que el hombre se ha construido de sí mismo</em>. Lo que llamamos &#8220;sentimiento de la muerte&#8221; y &#8220;miedo a la muerte&#8221; es, por otra parte, algo derivado; al principio existía solamente el <em>&#8220;miedo a los muertos&#8221;.</em></p>
<p>Pero volvamos al pretexto de este artículo. Decíamos que, muchas veces, el miedo a la destrucción de la imagen que el hombre se ha hecho de sí mismo puede revestir formas más benignas. En este caso se limita a un tipo de resistencia pasiva, que pocas veces llega a convertirse en violencia. El mensaje de Cristo, que invierte la caduca imagen que el hombre se había forjado de sí, no tropieza solamente con la violencia del paganismo, sino también con la resistencia pasiva de cada hombre, de cada convertido por separado, porque a cada uno le costará desprenderse de ciertas formas mentales y de una cierta imagen antropológica. Pero ¿qué ocurre con la resistencia que encuentran los genios, los reformadores, los moralistas o cualquier otra personalidad creadora? Todo esto es demasiado obvio para que sigamos insistiendo en ello.</p>
<p>Hagamos en cambio una pequeña observación, relacionada exclusivamente con el mundo moderno (postmedieval) que goza, en sus ámbitos urbanos, de una gran variedad de imágenes antropológicas; en el mundo moderno despiertan desconfianza y temor no solamente las personalidades fuertes, sino cualquier hombre vivo que, <em>por su mera presencia</em>, puede llegar a ser una fuente inagotable de inquietudes y angustias. Tal como decía Goethe (que entendía perfectamente la lógica y el símbolo del hombre moderno), cada individuo es un <em>demonio</em> para el compañero en cuya intimidad vive durante un lapso más largo de tiempo; es decir, la fuerza que acabará por arruinar la imagen que tiene de sí.</p>
<p>Estos hechos se vuelven, sin duda, cada vez más evidentes a medida que avanzamos hacia las fuentes de la vida espiritual del hombre. Hemos demostrado en un libro muy reciente (<em>Cosmología y alquimia babilónicas</em>, Vremea, 1937) que la importancia del descubrimiento de la metalurgia radicaba en la modificación que había provocado en la imagen que el hombre tenía de sí mismo y del cosmos, y no en el mero hecho en sí o en sus consecuencias técnicas y civilizadoras. La revolución mental provocada por la presencia de los metales en la experiencia humana, presencia que, a través de interminables homologaciones, <em>ha permitido el acceso</em> del hombre a otros niveles cósmicos, inalcanzables hasta entonces, precede y sobrepasa en importancia al progreso técnico y económico que la explotación de los metales había facilitado. En otro libro, <em>Los orígenes de la agricultura</em>, intentaré demostrar la revolución mental que ha desencadenado el descubrimiento de las técnicas agrícolas y de los ritmos de vida vegetal. Estos descubrimientos (por no recordar otros como el calendario, la astronomía, etc.), al poner al hombre en contacto con cosas tan <em>nuevas</em>, no solamente llegaron a adoptar durante mucho tiempo el disfraz de las técnicas mágicas (porque <em>atemorizaban</em>), sino que también destruyeron por completo la antigua imagen que aquél tenía de sí mismo.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>-Mircea Eliade-</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Fragmentarium</em><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Varios Archivos]]></title>
<link>http://geronimoadrianrivera.wordpress.com/2008/10/10/varios-archivos/</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:08:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>geronimoadrianrivera</dc:creator>
<guid>http://geronimoadrianrivera.wordpress.com/2008/10/10/varios-archivos/</guid>
<description><![CDATA[Varios Archivos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Varios Archivos</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Laboratorios ABC]]></title>
<link>http://geronimoadrianrivera.wordpress.com/2008/10/10/laboratorios-abc/</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:07:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>geronimoadrianrivera</dc:creator>
<guid>http://geronimoadrianrivera.wordpress.com/2008/10/10/laboratorios-abc/</guid>
<description><![CDATA[Laboratorios ABC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Laboratorios ABC</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La mirada desde Yereván- Por Azniv Andreasyan]]></title>
<link>http://lamiradaaleste.wordpress.com/2008/10/08/la-mirada-desde-yerevan-por-azniv-andreasyan-3/</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 07:54:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>La mirada al Este</dc:creator>
<guid>http://lamiradaaleste.wordpress.com/2008/10/08/la-mirada-desde-yerevan-por-azniv-andreasyan-3/</guid>
<description><![CDATA[El &#8216;paraíso&#8217; del cobre (especial para La mirada al Este desde Alaverdi)   No es un milag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>El &#8216;paraíso&#8217; del cobre</strong></p>
<p style="text-align:center;"><em>(especial para </em>La mirada al Este<em> desde Alaverdi)</em></p>
<p><a href="http://lamiradaaleste.files.wordpress.com/2008/10/alaverdy.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-636" title="alaverdy" src="http://lamiradaaleste.wordpress.com/files/2008/10/alaverdy.jpg?w=468" alt="" width="468" height="312" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:justify;"><span>No es un milagro cuando el Debed, el río más profundo de Armenia, al norte del país, se vuelve blanco durante la noche y continúa así hasta la mañana. Los habitantes del Valle del Debed saben que se trata de la Planta de Enriquecimiento Minero de Ajtala (PEMA), arrojando sus residuos al río. Han de regar sus jardines y plantas y dar de beber a su ganado del Debed. En algunos lugares, la gente incluso bebe de aquel agua, cavando pequeñas lagunas junto al río, donde el agua se ha filtrado a las corrientes subterráneas ¿Pero logra el suelo purificar el agua de sus metales pesados?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>De hecho, la PEMA contaba con una presa para residuos durante la época soviética, situada en el barrio de Svinets, en Alaverdi. Pero era demasiado pequeña para albergar las aguas venenosas de la planta en su totalidad. Así que construyeron otra presa entre la aldeas de Ayrum y Joikan, y los residuos de la fábrica eran trasvasados por una red de conductos hasta ahí. Pero a comienzos de los ’90, cuando la planta metalúrgica fue cerrada, los conductos se volvieron inútiles y fueron desmantelados. Hoy, la planta ha entrado en funcionamiento de nuevo y los dueños de la PEMA, en lugar de reconstruir unos kilómetros de tuberías, han preferido ahorrarse la inversión y verter los residuos directamente al Río Debed&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Esto es sólo una parte del desastre que la industria metalúrgica ha traído a la ciudad de Alaverdi. Más aún, en las tardes de verano, una apenas puede caminar por la calle sin jadear por la asfixia. La razón son las emisiones de los conductos de la fundición de cobre pertenecientes a la Compañía del Programa Armenio del Cobre (PAC). Últimamente, las emisiones exceden 20 veces el límite permitido. El gerente de la empresa, Gagik Arzumanyan, no lo oculta: “Tenemos un problema ecológico muy importante y, si no lo superamos, tendremos que cerrar la fundición”. Pero aunque la idea se ha barajado durante la última década, la fundición sigue en funcionamiento, rompiendo todas las normativas y pagando muy <em>honestamente</em> todas las multas que el Gobierno le impone.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>La gente de Alaverdi ya sabe que por las tardes no debe salir a la calle, sino cerrar todas las ventanas y quedarse en casa. Lo aprendieron en los tiempos soviéticos, cuando la factoría ya funcionaba sin ningún tipo de protección. Las montañas que rodean la ciudad estaban negras por entonces: el humo se acumulaba en ellas. Shushan Hovhannisyan, profesora de 50 años de Alaverdi, recuerda las consecuencias que la planta ya tenía por entonces: “Cada vez que me pillaba la lluvia fuera de casa, me agujereaba el nylon de las medias”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Pero hoy, los problemas causados por una ecología echada a perder son aún más serios: Alaverdi tiene una alta tasa de anormalidades en el nacimiento. Los niños nacen con enfermedades extrañas y muy raras. Pero, desde luego, el Gobierno cuida de la gente de Alaverdyi: en lugar de arreglar el problema ecológico, han decidido <em>caritativamente</em> ayudar a las mujeres embarazadas con niños con malformaciones de una forma más barata y menos desagradable que un aborto. Acaban de ofrecerles una medicina que termina con el embarazo&#8230;</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Imagen: Fundición de cobre de Alaverdi (Inna Mkhitaryan / <a href="http://www.patkerphoto.com/" target="_blank">Agencia Patker</a>)</em></p>
<p style="text-align:right;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
