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	<title>minas-terrestres &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/minas-terrestres/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "minas-terrestres"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 01:47:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Tratado contra Minas Terrestres]]></title>
<link>http://hadesreport.wordpress.com/2009/12/07/tratado-contra-minas-terrestres/</link>
<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:31:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Penido</dc:creator>
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<description><![CDATA[Obama X Minas Terrestres Barack Obama, prêmio Nobel da Paz, decide não assinar tratado contra o uso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1><span style="color:#800000;">Obama X Minas Terrestres</span></h1>
<p>Barack Obama, prêmio Nobel da Paz, decide não assinar tratado contra o uso de minas terrestres.</p>
<p>Ao contrário de outros 150 países, EUA, China, Rússia, Paquistão, Índia e Birmânia não acreditam que a não-fabricação, a não-comercialização e a não-utilização de minas terrestres ajude a evitar as mortes de civis em áreas de conflito ativas e/ou desativadas.</p>
<p>Em alguns lugares do mundo pessoas são vitimadas até hoje por minas instaladas em momentos de guerra no passado.</p>
<p><a href="http://tribunaliraque.info/pagina/artigos/noticias.html?artigo=587" target="_blank">Fonte: Tribunal Iraque</a><br />
<a href="http://tribunaliraque.info/pagina/artigos/noticias.html?artigo=587" target="_blank">http://tribunaliraque.info/pagina/artigos/noticias.html?artigo=587 </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estados Unidos no firmará un tratado de minas terrestres]]></title>
<link>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/26/estados-unidos-no-firmara-un-tratado-de-minas-terrestres/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:18:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>antinatoportugal</dc:creator>
<guid>http://antinatoportugal.wordpress.com/2009/11/26/estados-unidos-no-firmara-un-tratado-de-minas-terrestres/</guid>
<description><![CDATA[Estados Unidos no firmará un tratado de minas terrestres El gobierno de Barack Obama anunció que no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Estados Unidos no firmará un tratado de minas terrestres</strong></p>
<p>El gobierno de Barack Obama anunció que no firmará una convención internacional que prohíba el uso de minas terrestres. El martes, el vocero del Departamento de Estado dijo que luego de una revisión, la Casa Blanca decidió no modificar la postura de Estados Unidos. Es la primera vez que el gobierno de Obama revela públicamente su postura en relación con el Tratado de Prohibición de Minas, que prohíbe el uso, acopio, producción o transferencia de minas antipersonales. El domingo comenzará una conferencia de revisión en Colombia.</p>
<h4>Democracy Now 25/11</h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Afeganistão usa cães para desarmar minas terrestres]]></title>
<link>http://cachorroblog.wordpress.com/2009/08/08/afeganistao-usa-caes-para-desarmar-minas-terrestres/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:55:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcello Berriel</dc:creator>
<guid>http://cachorroblog.wordpress.com/2009/08/08/afeganistao-usa-caes-para-desarmar-minas-terrestres/</guid>
<description><![CDATA[Cães farejadores treinados estão sendo usados no Afeganistão para ajudar o país a se recuperar de ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-721" title="pastoralemao" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/pastoralemao.jpg" alt="pastoralemao" width="222" height="239" /></p>
<p>Cães farejadores treinados estão sendo usados no Afeganistão para ajudar o país a se recuperar de tantos anos de guerras. Em um país onde a cultura não valoriza os cães como animais de estimação, o serviço que estes cães militares está começando a mudar a maneira que muitos afegãos olham para os cães.</p>
<p>Após décadas de guerra, todos os meses ainda morrem no país 62 pessoas – metade delas crianças- devido às explosões de artefatos velhos, segundo dados do Centro de Ação da ONU contra as Minas no Afeganistão (UNMACA), que desde 1989 se dedica à remoção de explosivos.</p>
<p>Os cachorros demonstraram ser grandes aliados no esforço feito pelos 8.500 afegãos que trabalham no Programa de Ação Contra as Minas no Afeganistão (MAPA), e que ainda têm uma enorme tarefa pela frente em um dos países com mais minas e restos de explosivos do mundo. A utilização dos cães para detecção de minas é muito valiosa pois permite acelerar o trabalho de remoção já os cães vasculham uma área seis vezes mais rápido que uma pessoa e seu olfato apurado permite localizar minas enterradas mais fundo e detectar explosivos de plástico que passariam despercebidos pelos detectores de metal usados pelas pessoas.</p>
<p>“Uma das coisas boas desse tipo de cachorro é a sua velocidade. Comparando um cachorro com um humano ou uma máquina, o cão é várias vezes mais rápido, mais barato e mais eficiente” – disse à <a href="http://www.efe.com/" target="_blank">Agência Efe</a> o orgulhoso Zaenuddin, o chefe de treinadores do Centro canino de Detecção de Minas (MDC) no Afeganistão.</p>
<p>“Quando farejam os explosivos, avisam se sentando e olhando o seu treinador. E, então, outros desmanteladores humanos limpam a área usando uma pequena ferramenta de escavação em um ângulo de 45 graus para impedir que a mina exploda” – explicou.</p>
<p>O Centro canino de Detecção de Minas (MDC) foi criado em 1989 com uma equipe de 14 pessoas e cachorros doados pela Tailândia e treinados por um americano.</p>
<p>O  MDC passou a comprar pastores alemães já treinados por um preço de US$ 12 a14 mil e os reproduzia no Afeganistão, onde nascem anualmente entre 50 e 60 filhotes.</p>
<p>Agora, “temos 165 cachorros preparados para operar e outros 117 em período de treino” – informou Zaenuddin.</p>
<p>Antes deiniciar seu trabalho como cachorro farejador de mnas e explosivos, cão é submetido a um processo de formação de um ano e meio, incluindo socialização e treino. Uma vez reconhecida sua aptidão, “leva dois meses para treinar um cachorro para que aprenda a reconhecer o cheiro do explosivo” e outros dois para acostumá-lo ao seu companheiro humano, com o qual compartilhará licença de trabalho durante um ano, prosseguiu. Um cão desmantelador de minas trabalha por oito anos antes de sua aposentadoria quando pasa a seu um animal de estimação na casa de alguma família disposta a cuidar dele.</p>
<p>“Quando o povo vê o nosso serviço, nos respeita. Porque sabe que os cachorros estão servindo a eles, que podem salvar suas vidas. Os cachorros são heróis”, declarou Zaenuddin.</p>
<p>No mundo todo, estes cachorros treinados ajudam os demanteladores humanos a detectarem e desativarem milhões de minas terrestres, que causam a morte de 15 a 20 mil pessoas por ano em países como Angola, Bósnia, Camboja, Croácia e Moçambique.</p>
<p>No Afeganistão já foram limpos mais de 1,3 bilhão de metros quadrados de terreno desde 1989. Mas ainda existe muito trabalho para as equipes humanas e seus cães pois o Afeganistão continua sendo um dos países mais afetados pelas minas, com quatro milhões de afegãos (15% da população) vivendo ainda em áreas de risco.</p>
<p>Existem 700 milhões de metros quadrados de terreno que ainda precisam ser limpos, tarefa que o Afeganistão se comprometeu a completar até 2013.</p>
<p>No vídeo do canal National Geographic abaixo, você acompanha um treinamento de cães para detectar explosivos.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/f6Y7pBN7toE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/f6Y7pBN7toE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tartarugas Podem Voar (Lakposhtha hâm parvaz mikonand)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2009/06/22/tartarugas-podem-voar-lakposhtha-ham-parvaz-mikonand/</link>
<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:51:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2009/06/22/tartarugas-podem-voar-lakposhtha-ham-parvaz-mikonand/</guid>
<description><![CDATA[&#8216;Tartarugas Podem Voar&#8216; é um filme que traz um documental da insanidade de uma época, e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2009/06/tartarugas-podem-voar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3697" title="tartarugas-podem-voar" src="http://lella.wordpress.com/files/2009/06/tartarugas-podem-voar.jpg" alt="tartarugas-podem-voar" width="500" height="409" /></a>&#8216;<strong>Tartarugas Podem Voar</strong>&#8216; é um filme que traz um documental da insanidade de uma época, e que é bem atual. Que dói na alma. Que enoja em saber dos requinte cruéis dos fabricantes de minas terrestres. De mostrar a bestialidade em soldados estuprando uma adolescente. De que, principalmente crianças, são meros danos colaterais, totalmente sem significância para os fomentadores das guerras.</p>
<p>Para quem viu &#8216;<a href="http://lella.wordpress.com/2008/03/12/o-cacador-de-pipas-the-kite-runner/">Caçadores de Pipas</a>&#8216;, ou leu o livro, já tem uma noção de uma diferença étnica naquela região do Oriente Médio. Refiro-me aos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Curdos">Curdos</a>. Que em períodos de guerra, tentam sobreviver como em guetos. Isso quando não são dizimados. Em &#8216;<strong>Tartarugas Podem Voar</strong>&#8216; a trama se passa num acampamento curdo. De um lado, uma forte fronteira a lhes barrar entrada, a Turquia. E saindo dali, o forte preconceito dentro do Iraque.</p>
<p>Aqui, se ve um grupo de crianças tentando sobreviver nesse mundo inóspito. Cruel, melhor dizendo. Como ganha pão: o desarmar minas terrestres que serão revendidas no mercado negro. De lá, alcançarão um preço muitíssimo maior, e que não será repassado a essas crianças. São elas que correm todos os riscos. São mutiladas no corpo, e na alma.</p>
<p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2009/06/princesa-diana_contraria-as-minas-terrestre.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3698" title="princesa-diana_contraria-as-minas-terrestre" src="http://lella.wordpress.com/files/2009/06/princesa-diana_contraria-as-minas-terrestre.jpg?w=239" alt="princesa-diana_contraria-as-minas-terrestre" width="239" height="300" /></a>A atualidade está carecendo de uma outra Personalidade como a <a href="http://www.theworkcontinues.org/news.asp?id=175">Princesa Diana</a>. Que ajudou a acordar parte do mundo para essa vil arma. E que eu quero falar mais sobre as minas terrestres, antes de voltar a análise do filme.<br />
&#8220;<em>A maior indústria de minas do mundo encontra-se nos Estados Unidos, a Claymore Inc. Fabricam um tipo de mina cuja função é destruir e cauterizar logo após a explosão, os membros inferiores dos elementos atingidos, mutilando sem matar. Este artifício é feito de forma que o alvo não venha a morrer por hemorragias, e sim permanecer vivo, acordado, e sentindo dores pela maior quantidade de tempo possível, de forma a quebrar o moral da tropa em seu avanço. Além disso, serão precisos dois homens para carregar o ferido, diminuindo o número de soldados para combate</em>&#8220;. Tem mais <a href="http://ogambadeblumenau.blogspot.com/2008/08/minas-terrestres-landmines.html">aqui</a>.<br />
&#8220;<em>Três fatores essenciais contribuíram para a criação do <strong>Tratado de Proibição de Minas Antipessoais</strong></em> (Tratado de Otawa, que entrou em vigor em Março de 1999, assinado por 153 países; no qual os governos signatários se comprometeram a remover, num prazo de dez anos, todas as minas existentes dos seu territórios): <em>os mortos e feridos causados pelas minas terrestres em todo o mundo, a contribuição de alguns países, mas sobretudo, a mediatização do flagelo pela Princesa Diana</em>&#8220;. Tem mais <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=710679">aqui</a>.<br />
Março de 1999&#8230; Dez anos se passaram e&#8230; E os Estados Unidos desenvolveram um novo tipo de mina. Chamado de spider (aranha), o artefato seria uma alternativa às minas tradicionais proibidas pelo Tratado de Ottawa, pois pode ser detonada por controle remoto.</p>
<p>A história se passa às vésperas da ocupação norte-americana no Iraque. Com isso, os adultos estão preocupados em tentar saber notícias externas pela televisão. Para tal fim, contratam um dos jovens para conseguir uma antena parabólica. Ele é o Satélite, quase um menino ainda. Tem esse apelido porque um dos artigos que vende, são as antenas.</p>
<p>É um líder entre todos, adolescentes e crianças, muito estimado. Que acaba se encantando por uma adolescente, Agrin. Ela, o irmão e uma criança vieram se juntar ao local, mas não se integram ao grupo. Trazem um segredo de um passado recente. Satélite tentará quebrar essa barreira. Apesar de todo o flagelo, ele tenta passar calor humano.</p>
<p>É um filme que poderia ser passados nas Escolas. Numa tentativa de não virarem adultos egoístas. O mundo urge num desarme-se maior. Se as mentes de muitos adultos já não tem como melhorar, que seja ensinado as crianças os reais valores. &#8216;<strong>Tartarugas Podem Voar</strong>&#8216; é um excelente filme! O qual eu tornaria a ver, mas não no momento. É muito triste, pela história, pela estupidez dos humanos.  E gostaria muito que muitos assistissem. Ele traz uma <a href="http://www.antimines.org/por/index.htm">maldade</a> que poderia ser evitada.</p>
<p>Por: Valéria Miguez (LELLA).</p>
<p><strong>Tartarugas Podem Voar (Lakposhtha hâm parvaz mikonand /Turtles Can Fly)</strong>. 2004. Irã / Iraque. Direção e Roteiro: Bahman Ghobadi. Elenco: Soran Ebrahim (Satellite), Avaz Latif (Agrin), Saddam Hossein Feysal (Pashow), Hiresh Feysal Rahman (Hengov), Abdol Rahman Karim (Riga), Ajil Zibari (Shirkooh). Gênero: Drama, Guerra. Duração: 95 minutos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grande vitória feminina]]></title>
<link>http://alissonsc.wordpress.com/2008/11/06/grande-vitoria-feminina/</link>
<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 14:42:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>alissonsc</dc:creator>
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<description><![CDATA[A repórter Glória Maria, da TV Globo, quando esteve no Afeganistão, há 10 anos, notou que as mulhere]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A repórter Glória Maria, da TV Globo, quando esteve no Afeganistão, há 10 anos, notou que as mulheres caminhavam sempre meio metro atrás dos seus maridos.</p>
<p>Voltando lá, agora, observou que elas tinham passado a caminhar pelo menos 5 metros à frente deles.</p>
<p>Interessadíssima nessa mudança de comportamento, a jornalista imaginou que tal mudança de costumes deveria significar uma grande vitória feminina.</p>
<p>Aproximou-se de uma das mulheres e disse deslumbrada:</p>
<p>O que aconteceu aqui que fez com que se extinguisse aquele costume absurdo de a mulher caminhar atrás dos maridos e agora caminham gloriosamente à frente deles?&#8217;</p>
<p>E a mulher afegã respondeu: &#8216;Minas terrestres.&#8217;</p>
<p><strong>Moral da História: É na experiência da vida que o homem evolui.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[diplomacia explosiva]]></title>
<link>http://mundoentrelinhas.wordpress.com/2008/06/02/diplomacia-explosiva/</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 20:58:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberto simon</dc:creator>
<guid>http://mundoentrelinhas.wordpress.com/2008/06/02/diplomacia-explosiva/</guid>
<description><![CDATA[Na última sexta-feira (dia 30), 111 países reunidos em Dublin concordaram em banir a fabricação e de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img src="http://image.guim.co.uk/sys-images/Guardian/Pix/pictures/2008/04/28/cluster10a.jpg" alt="abc news" width="354" height="212" /></p>
<p style="text-align:justify;">Na última sexta-feira (dia 30), 111 países reunidos em Dublin concordaram em <a href="http://www.estadao.com.br/internacional/not_int181302,0.htm" target="_blank">banir</a> a fabricação e destruir todos os seus arsenais de bombas de dispersão (cluster bombs) &#8211; uma nova vitória do Direito Internacional Humanitário. Esse tipo de armamento tem uma fórmula sanguinariamente simples: geralmente lançada do ar por aviões de ataque, uma bomba-mãe se abre e espalha uma infinidade de bombas menores que incidem sobre um raio de dois a três campos de futebol. Uma chuva de explosivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a ONG <a href="http://www.stopclustermunitions.org/" target="_blank">Stop Cluster Munitions</a>, bombas de dispersão envolvem duas principais atrocidades. Primeiro, considerando sua área de impacto, elas &#8220;não distinguem alvos civis e militares&#8221; e quando atiradas em concentrações urbanas – prática freqüente em vários conflitos ao redor do globo – a destruição é bárbara. Segundo, várias das bombas menores não são detonadas após o impacto com o solo, falha que acaba por convertê-las imediatamente numa espécie de mina terrestre. E, como no caso destas, o legado da violência dura anos, quando mesmo décadas, após os bombardeios. Por parecerem bolas ou caixas, o armamento atrai a atenção de civis, em sua maioria crianças, que quando tocam os explosivos acabam mutilados ou mortos.</p>
<p style="text-align:justify;">O que os signatários do tratado de Dublin fizeram foi simples. Países como a Inglaterra e organizações como a OTAN (vale dizer que ambos já usaram o armamento) concordaram que, independente do tipo de conflito e da natureza do inimigo, o uso de bombas de dispersão nunca é legitimo &#8211; e agora deve ser ilegal. E ponto final.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.timesonline.co.uk/multimedia/archive/00342/Bombs360_342369a.jpg" alt="the times" width="185" height="360" />Mas, como era de se esperar, a coisa não parou por aí. Longe de consensual, a moção não contou com o apoio do maior fabricante de cluster bombs do mundo: os EUA. A recusa de Bush – que, como Clinton diante do tratado para banir minas terrestres, invocou interesses nacionais para pular fora – provocou um editorial exaltado do <a href="http://www.nytimes.com/2008/06/01/opinion/01sun1.html?_r=1&#38;ref=opinion&#38;oref=slogin" target="_blank">NY Times</a>, que põe o dedo na cara da Casa Branca. Porém, os EUA não estão sozinhos. Driblaram o acordo mais 34 países, como Rússia, China, Índia, Paquistão, Israel, Colômbia e&#8230; o Brasil. Segundo um outro editorial exaltado, dessa vez da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0106200802.htm" target="_blank">Folha</a>, nós exportamos para o Oriente Médio (inclusive para zonas de conflito) esse tipo de armamento, daí a recusa do Itamaraty &#8211; mistura de oportunismo comercial com dogmatismo estratégico. A Folha rankiou a ação da diplomacia tupiniquim como um dos nossos top 3 maquiavelismos recentes – junto com a não-condenação brasileira do genocídio em Darfur e a nossa vista grossa à fraude eleitoral no Zimbábue.</p>
<p style="text-align:justify;">(O <a href="http://www.economist.com/displaystory.cfm?story_id=11399833" target="_blank">Economist</a> fez um mapa interativo sobre o tema)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lágrimas do Sol (Tears of the Sun)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/15/lagrimas-do-sol-tears-of-the-sun/</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 18:40:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/15/lagrimas-do-sol-tears-of-the-sun/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Há três coisas importante na História. Primeiro que tudo, os números; em segundo, os números;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.files.wordpress.com/2008/05/tears-of-the-sun9.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-410" src="http://lella.wordpress.com/files/2008/05/tears-of-the-sun9.jpg" alt="" width="500" height="297" /></a></p>
<blockquote><p><span style="color:#006600;">&#8220;<strong><em>Há três coisas importante na História. Primeiro que tudo, os números; em segundo, os números; e, em terceiro, os números. A História não é uma ciência moral. A legalidade, a compaixão, a justiça são estranhas à História.</em></strong>&#8221; (filme: &#8220;O Declínio do Império Americano&#8221;)<br />
</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#006600;">Não irá para minha lista de preferidos. Como também pode ser que daqui a alguns anos somente uma cena fique na memória. E confesso que assisti por causa do Bruce Willis.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Talvez eu tenha assistido com um pré-conceito com o Tio Sam em se achar, não apenas o salvador-da-pátria, como também em mostrar que o outro lado é que é o feio. Um patriotismo exacerbado.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Porém, filmes como esse, ou até &#8220;<strong><a href="http://lella.wordpress.com/2008/03/04/hotel-rwanda-movie/">Hotel Rwanda</a></strong>&#8221; e &#8220;<strong>O Jardineiro Fiel</strong>&#8221; (Dois que eu indico!), nos mostram uma África real. Não aquela dos safáris, dos belos animais. Com questões, conflitos que transpassam dos livros de História paras telas. O que fica um lado didático interessante aos adolescentes que não são chegados as leituras. Por eles, vemos uma realidade que choca.</span></p>
<blockquote><p><span style="color:#006600;"><strong> Onde até nos perguntamos se o povo dessa terra, de escravos passaram a ser cobaias</strong>.<br />
</span></p></blockquote>
<p><span style="color:#006600;">Entrando na história do filme&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Para quem gosta de muita ação em filmes de guerra, vai sentir falta. Aqui há muito mais uma ação contida, nos gestos, nos olhares dos personagens. O tema principal: o herói indo resgatar a mocinha. Parece um clichezão. E, é. Mas em nada compromete a história. Aliás, uma paisagem deslumbrante, aliada a uma belíssima trilha sonora, a diálogos curtos e diretos, e a câmera passeando de um rosto ao outro faz o roteiro. Ou, fazem o filme! </span></p>
<p><span style="color:#006600;">Agora, há uma cena&#8230; onde arrancaram os mamilos&#8230; Nesse momento, parei e me perguntei: &#8220;Que guerra é essa? Que ideologia é essa que faz isso com uma mulher?&#8221; Fica difícil entender as atrocidades que fazem em nome de uma guerra.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Claro que as cenas onde mostram crianças mutiladas por pisarem em minas também chocam. Mais ainda, quando logo no início um oficial americano diz que os abasteceram, os nigerianos, por 8 anos&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">É, no mundo atual, duas potências ditam as regras do jogo: as indústrias bélicas e as farmacêuticas. Com o que lucram, não irão se intimidar com vidas humanas e nem de inocentes.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Enfim, com é dito no filme: &#8220;<em><strong>Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada</strong></em>&#8220;.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Nota: 08.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#006600;">Por: Valéria Miguez (LELLA).</span></p>
<p><strong><span style="color:#006600;">Lágrimas do Sol (Tears of the Sun)</span></strong><span style="color:#006600;">. 2003. EUA. Direção: Antoine Fuqua. Elenco: Bruce Willis, Monica Bellucci, Cole Hauser, Tom Skerrit. Gênero: Drama, Guerra. Duração: 120 minutos. Classificação: 14 anos. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minas]]></title>
<link>http://uemeai.wordpress.com/2008/02/14/minas/</link>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 23:13:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>uemeai</dc:creator>
<guid>http://uemeai.wordpress.com/2008/02/14/minas/</guid>
<description><![CDATA[When you lose a leg, you don&#8217;t just lose a leg.Help us win the fight for a complete ban on lan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[When you lose a leg, you don&#8217;t just lose a leg.Help us win the fight for a complete ban on lan]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Tira o pé do chão]]></title>
<link>http://marcaxblogger.wordpress.com/2007/12/10/tira-o-pe-do-chao/</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 12:50:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcaxblogger</dc:creator>
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<description><![CDATA[O &#8216;mundo ocidental&#8217; não conhece de perto a vida dos nossos amigos orientais, que vivem c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O &#8216;mundo ocidental&#8217; não conhece de perto a vida dos nossos amigos orientais, que vivem constantemente o risco de caminharem sobre terrenos minados. Por isso, o filme abaixo pede o fim das minas terrestres dizendo &#8220;Para milhões de pessoas a terra é um lugar perigoso de estar. Chega de minas terrestres&#8221;.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vl9_8l5lmJQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/vl9_8l5lmJQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Se a realidade é global, a responsabilidade também. Cada um fazendo a sua parte, nem que seja ao menos através da solidariedade.</p>
</div>]]></content:encoded>
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