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	<title>mino-carta &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mino-carta/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mino-carta"</description>
	<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:19:44 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Mino Carta no Diarinho deste final de semana]]></title>
<link>http://omeninoquenaomachuca.wordpress.com/2009/11/15/mino-carta-no-diarinho-deste-final-de-semana/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:16:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rômulo Mafra</dc:creator>
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<description><![CDATA[não sabe quem é Mino Carta??? bem, então, comprem o Diarinho que ainda está nas bancas e leiam a óti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>não sabe quem é Mino Carta??? bem, então, comprem o Diarinho que ainda está nas bancas e leiam a ótima entrevista com este senhor que participou da construção do jornalismo brasileiro. abaixo, apenas um trecho da entrevista.</em></p>
<p><strong>DIARINHO &#8211; A gente vê que o senhor fala com muito orgulho da revista Quatro Rodas. E a sua passagem na Veja?</strong><br />
Mino &#8211; A Veja, na minha época, foi um dos poucos órgãos realmente censurados neste país infeliz. Eu tenho muito orgulho do meu passado na Veja. Quando eu saí da Veja ela se bandeou para o lado da ditadura. Há uma separação nítida entre a Veja que eu dirigia e a Veja que existiu depois de mim, entre esse lixo que se chama Veja e que a chamada classe média &#8212; que eu também não sei onde é que está porque normalmente média pra mim está no meio de alguma coisa e eu não sei em qual meio a classe média brasileira está &#8212; lê. Mas a Veja de hoje é um verdadeiro lixo, mostra o nível da nossa classe média, a compreensão da vida, a visão do mundo, a perspectiva do que eles são capazes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acervo Digital Veja: consulta gratuíta à todo o conteúdo publicado pela revista Veja]]></title>
<link>http://robertosena.wordpress.com/2009/11/05/acervo-digital-veja-consulta-gratuita-a-todo-o-conteudo-publicado-pela-revista-veja/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:38:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Sena</dc:creator>
<guid>http://robertosena.wordpress.com/2009/11/05/acervo-digital-veja-consulta-gratuita-a-todo-o-conteudo-publicado-pela-revista-veja/</guid>
<description><![CDATA[Interface da página de consulta das edições on-line. Mesmo rodeado de tantos recursos online, como c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://robertosena.wordpress.com/files/2009/11/veja.jpg" alt="Veja" title="Veja" width="455" height="298" class="alignnone size-full wp-image-3210" /><br />
<em>Interface da <a href="http://veja.abril.com.br/acervodigital/"><strong>página</strong></a> de consulta das edições on-line.</em></p>
<p align="justify">Mesmo rodeado de tantos recursos online, como comunicação com pessoas, educação a distância, entretenimento, notícias em tempo real, entre outras maravilhas que a internet nos trouxe, ainda sim um número devastador, por escolha ou necessidade mesmo, por ser a única opção, ainda lê os respeitados jornais e revistas impressas, que em muitos casos possui uma  maior credibilidade, com relação a muitas mídias digitais.</p>
<p align="justify">Um marco da publicação editorial, mesmo tendo grandes rivais nos tempos de hoje, é revista Veja, que está disponível nas bancas, e outros diversos pontos de venda pelo país e pelo mundo. Nos lugares onde sua versão impressa não chega há a opção de assinar a versa-o online.</p>
<p><img src="http://robertosena.wordpress.com/files/2009/11/veja-2.jpg" alt="Veja 2" title="Veja 2" width="455" height="214" class="alignnone size-full wp-image-3212" /><br />
<em>Equipe da revista reunida em 1968, no parque gráfico da Editora Abril.</em></p>
<p align="justify">No dia 11 de setembro de 1968 (coincidentemente no dia e mês do atentado terrorista  aos EUA, em 2001) chega às mãos do publico brasileiro a primeira edição da maior publicação semanal até hoje. Um ano depois o homem estava colocando os pés na lua.</p>
<p align="justify">Na seção <a href="http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx?cod=JMNPKMRQR4"><strong>Carta ao Leitor</strong></a>, o então fundador da Editora Abril, Victor Civita, e naquela época editor e diretor da Veja, cita um dos objetivos claros da publicação, ou seja, que queria (e conseguiu) ser a grande revista semanal de informação de todos os brasileiros.</p>
<p align="justify">O então Roberto Civita, filho de Victor, era diretor de publicações quando a revista iniciou as operações. Atualmente Roberto é presidente do Grupo Abril. Vale lembrar também que Victor Civita não fundou a Veja sozinho, contanto com a colaboração de outro grande jornalista, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mino_Carta"><strong>Mino Carta</strong></a>.</p>
<p align="justify">A revista é dona de uma tiragem invejável, superando 1 milhão de exemplares em cada tiragem, e com isso se tornou a quarta maior publicação do globo, só perdendo pras americanas <a href="http://www.time.com/time/"><strong>Time</strong></a>, <a href="http://www.newsweek.com/"><strong>Newsweek</strong></a> e <a href="http://www.usnews.com/"><strong>U.S. News &#38; World Report</strong></a>.</p>
<p align="justify">Todas as edições foram digitalidadas e estão disponíveis para consulta, na íntegra, formando mais de 350 mil páginas. A interface gráfica é bem simples e funcional, possibilitando enviar por email sugestão de matéria para um amigo, de qualquer conteúdo, podendo também filtrar pesquisas por artigo ou temas específicos.</p>
<p align="justify">Embora esse projeto <a href="http://veja.abril.com.br/acervodigital/"><strong>Acervo Digital Veja</strong></a> não seja novo, o resultado da parceria entre a Abril e a <a href="http://www.digitalpages.com.br/"><strong>Digital Pages</strong></a>, empresa que está por trás de toda a estruturação e digitalização das mais de 2 mil edições, é algo pra se tirar o chapéu, já que diante de um mundo que vende cada vez mais a informação que produz, uma revista tao importante colocar todo seu conteúdo para consulta pública é algo realmente fantástico.</p>
<p><img src="http://robertosena.wordpress.com/files/2009/11/veja-1.jpg" alt="Veja 1" title="Veja 1" width="455" height="300" class="alignnone size-full wp-image-3211" /><br />
<em>Capa de 11 de setembro de 1968 e capa de 04 de novembro desse ano, respectivamente.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E agora, ao social...]]></title>
<link>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/10/30/e-agora-ao-social/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 15:08:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Helena Tavares</dc:creator>
<guid>http://quemtemmedodolula.wordpress.com/2009/10/30/e-agora-ao-social/</guid>
<description><![CDATA[E agora, ao social Por Mino Carta, jornalista e diretor de redação da revista &#8220;Carta Capital]]></description>
<content:encoded><![CDATA[E agora, ao social Por Mino Carta, jornalista e diretor de redação da revista &#8220;Carta Capital]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Partidarização da imprensa II]]></title>
<link>http://embolandopalavras.wordpress.com/2009/10/21/partidarizacao-da-imprensa-ii/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 11:05:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>alissoncal</dc:creator>
<guid>http://embolandopalavras.wordpress.com/2009/10/21/partidarizacao-da-imprensa-ii/</guid>
<description><![CDATA[O blog reproduz o comentário do leitor Fred Campos: Realmente concordo com Azenha, ha uma parte da i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O blog reproduz o comentário do leitor Fred Campos: Realmente concordo com Azenha, ha uma parte da i]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RESENHA - CRÔNICAS DA MOOCA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/06/resenha-cronicas-da-mooca/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 16:08:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
<guid>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/10/06/resenha-cronicas-da-mooca/</guid>
<description><![CDATA[Mooca genovesa Em crônica repleta de cheiros, cores e lembranças, Mino Carta esquadrinha o mais paul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mooca genovesa Em crônica repleta de cheiros, cores e lembranças, Mino Carta esquadrinha o mais paul]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LANÇAMENTO - CRÔNICAS DA MOOCA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/25/lancamento-cronicas-da-mooca/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 22:31:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mino Carta e Hélio Campos Mello lançam livro Crônicas da Mooca Os jornalistas Mino Carta e Hélio Cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mino Carta e Hélio Campos Mello lançam livro Crônicas da Mooca Os jornalistas Mino Carta e Hélio Cam]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[BOITEMPO LANÇA LIVRO CRÔNICAS DA MOOCA, DE MINO CARTA]]></title>
<link>http://boitempoeditorial.wordpress.com/2009/09/23/boitempo-lanca-livro-cronicas-da-mooca-de-mino-carta/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 18:48:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>boitempoeditorial</dc:creator>
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<description><![CDATA[Caros, A Boitempo convida a todos para o lançamento do livro Crônicas da Mooca, de Mino Carta, com f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Caros, A Boitempo convida a todos para o lançamento do livro Crônicas da Mooca, de Mino Carta, com f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula e a “Mídia Golpista” (PARTE 2)]]></title>
<link>http://visaopanoramica.wordpress.com/2009/08/15/lula-e-a-%e2%80%9cmidia-golpista%e2%80%9d-parte-2/</link>
<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 11:56:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amilton Aquino</dc:creator>
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<description><![CDATA[O processo de “desencantamento” da imprensa com o presidente Lula (descrito na primeira parte deste ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O processo de “desencantamento” da imprensa com o presidente Lula (descrito na primeira parte deste ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[fome de idéias, greve de inspiração]]></title>
<link>http://trajetoria.wordpress.com/2009/05/30/fome-de-ideias-greve-de-inspiracao/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 21:41:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bem, tenho andado ausente daqui, não nego e não sei se volto tão cedo. Nos últimos tempos passei pel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Bem, tenho andado ausente daqui, não nego e não sei se volto tão cedo. Nos últimos tempos passei pela clássica crise pela qual qualquer estudante de jornalismo (que se preze) passa. Quanto mais vejo os podres da profissão, mais meu <em>tesão</em> por ela esmorece. Perdi até minha insuportável vontade de escrever sobre tudo, todos e qualquer coisa que se mova. Mas como o jornalismo já está em minhas entranhas &#8211; talvez mais do que eu gostaria &#8211; não abro mão dele, jamais. Então eu entrei em um processo de procura, reflexão e leitura. Toda a questão informação x opinião anda mexendo comigo, e eu com ela, mais ainda. Por isso me perdoem pelo sumiço, mas não esperem muito de mim neste atribulado fim de semestre. O que é péssimo, porque há milhares de coisa acontecendo que merecem ser comentadas, divugadas e alardeadas ao máximo. Mas não por mim. Há pessoas que podem se ocupar desse papel enquanto passo pela greve de inspiração, com destaque para a Lu, no <a href="http://blogdodce.wordpress.com">Blog do DCE</a>, e para as demais meninas no <a href="http://casosdocaos.wordpress.com">Casos do Caos</a>. Acompanhem-nas, por favor!</p>
<p style="text-align:justify;">Mas como nem tudo está perdido, deixo aqui um comentário do grande jornalista Mino Carta, fundador de uma porrada de veículos de comunicação maravilhosos, sobre o jornalismo. Encontrei em uma entrevista na internet (GoogleDeus, né). A entrevista inteira está<a href="http://www.geneton.com.br/archives/000027.html"> aqui</a>. Procurem saber mais sobre o cara, que ele é demais.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Tenho três mandamentos, além da crença de que é fundamental respeitar o texto e não aviltar a língua. Os três mandamentos para um jornalista são os seguintes: primeiro, a fidelidade canina à verdade factual. Segundo: o exercício desabrido do espírito crítico – sempre. Terceiro: fiscalizar diuturnamente o Poder,onde quer que se manifeste – não somente no Palácio do Planalto ou no Congresso. (Mino Carta)</p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nosso Próximo presidente (?) ]]></title>
<link>http://wemersons.wordpress.com/2009/05/30/nosso-proximo-presidente/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 16:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>wemersonsantos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por: Wemerson Santos Aécio Neves (PSDB-MG) governador do estado de Minas Gerais que almeja a indicaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por: Wemerson Santos Aécio Neves (PSDB-MG) governador do estado de Minas Gerais que almeja a indicaç]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguém, finalmente, resiste]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/04/24/alguem-finalmente-resiste/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 17:05:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
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<description><![CDATA[do site carta capital Mino Carta E as Excelências partiram para a briga. O fraseado solene das litig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do site carta capital Mino Carta E as Excelências partiram para a briga. O fraseado solene das litig]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O silêncio é de ouro...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2009/02/09/o-silencio-e-de-ouro/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 13:53:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gostei demais do título dado por Mino Carta ao último texto que escreveu para a Carta Capital. Ele c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Gostei demais do título dado por Mino Carta ao último texto que escreveu para a Carta Capital. Ele c]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A despedida de Mino]]></title>
<link>http://jornalismob.wordpress.com/2009/02/08/a-despedida-de-mino/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 00:57:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cris</dc:creator>
<guid>http://jornalismob.wordpress.com/2009/02/08/a-despedida-de-mino/</guid>
<description><![CDATA[Mino Carta fundou a revista Veja, que acabou mudando de mãos porque Mino não quis se submeter à cens]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright size-medium wp-image-1326" style="border:0 solid black;" title="mino-carta-e-lula" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/02/mino-carta-e-lula.jpg?w=300" alt="mino-carta-e-lula" width="300" height="199" />Mino Carta fundou a revista Veja, que acabou mudando de mãos porque Mino não quis se submeter à censura nos anos de chumbo. Ele fundou a IstoÉ, de onde saiu por razões editoriais. Fundou a revista Carta Capital, há quase 15 anos. No meio disso, já trabalhou no Estadão, na revista Senhor, em tantos lugares. A Carta Capital aparentemente não tem rabo preso, faz jornalismo de verdade. Já falamos tanto dela por aqui. Em 2002 e em 2006, apoiou a candidatura de Lula a presidente. Foi muito criticada por isso, principalmente pelos setores hipócritas da imprensa que defendem uma imparcialidade impossível e olham para todos os assuntos pelos mesmos viciados e comprometidos ângulos.</p>
<p>Recentemente, a Carta Capital, especialmente o Mino Carta, nos seus editoriais, andou criticando o governo. O <a href="http://jornalismob.wordpress.com/2009/01/17/o-caso-cesare-battisti/">caso Cesare Battisti</a> é o mais flagrante, que mereceu textos bastante revoltados do jornalista contra o ministro Tarso Genro, que concedeu asilo político ao italiano (<a href="http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&#38;a2=8&#38;i=3192">AQUI</a> e <a href="http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&#38;a2=9&#38;i=3251">AQUI</a>). Uma prova de independência, talvez. À primeira vista, parece um gesto saudável, independentemente de se concordar ou não com a opinião de Mino Carta, já que mostra que a revista não está comprometida com o governo, como é acusada.</p>
<p>Mas essa semana, eis a surpresa: Mino Carta se declarou decepcionado com o governo e com o jornalismo. Por conta disso, anunciou sua decisão em <a href="http://www.blogdomino.com.br/">seu blog</a> quarta-feira e hoje na <a href="http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&#38;a2=8&#38;i=3316">Carta Capital</a>: abandona o blog e &#8220;por ora, calo-me em Carta Capital&#8221;. A decisão é estranha, no mínimo. Se Mino está decepcionado com o governo, se acha que o jornalismo não está bom, que aproveitasse a ferramenta que tem em mãos para colocar a boca no mundo. Carta Capital tem uma circulação grande, nacional, cada vez maior. O mais lógico seria aproveitar o espaço para fazer diferente do que vemos por aí. Mas Mino larga tudo.</p>
<p>Sei que ele foi muito importante para o jornalismo do Brasil. Das quatro principais revistas semanais existentes hoje, três foram criadas por ele. Sua opinião sobre a profissão é clara, sempre defendida, nunca transformada: <a href="http://www.fazendomedia.com/fm0029/entrevista0029.htm">&#8220;a fidelidade canina à verdade factual; o exercício desabrido e constante do espírito crítico; e, importantíssimo, a fiscalização do poder, onde quer que ele se manifeste&#8221;</a>. Mas não consigo engolir essa decisão. Tentei uma entrevista com Mino, mas não obtive resposta, então me baseio apenas no que leio no blog e na revista. E lá não obtive a resposta que queria, não me convenci. Parece que tem alguma coisa por trás, mas não consigo entender o quê. Ou é isso, ou Mino realmente se decepcionou com tudo, se deprimiu, sei lá, e resolveu largar tudo por desilusão com a vida, vai saber o que se passa na cabeça de cada um. Mas não parece lógico.</p>
<p>Esse post na verdade não visa explicar muita coisa. Que o Mino se despediu, muita gente já sabe desde o meio da semana. Na verdade escrevo mais por uma pulga que me ficou atrás da orelha, uma dúvida, uma vontade de querer saber o que está por trás disso tudo. E para desejar que a Carta Capital não siga o mesmo rumo que a Veja e a IstoÉ, que degringolaram com a saída de Mino Carta. Apesar das dúvidas, mantenho minha admiração por Mino e espero que ele continue ali por perto, para orientar os profissionais a manterem o verdadeiro espírito jornalístico vivo e constante.</p>
<p><em>Postado por Cris Rodrigues</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imprensa: o desencanto de Mino]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/2009/02/06/imprensa-o-desencanto-de-mino/</link>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 12:09:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
<guid>http://kiminda.wordpress.com/2009/02/06/imprensa-o-desencanto-de-mino/</guid>
<description><![CDATA[O jornalista Mino Carta, diretor de redação da CartaCapital, anunciou nesta quarta-feira (04) que de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" src="http://images.ig.com.br/blig/mino/topo_blog_do_mino.gif" alt="" width="309" height="113" />O jornalista Mino Carta, diretor de redação da CartaCapital, anunciou nesta quarta-feira (04) que deixará mais uma vez de produzir o seu blog e que não terá mais uma coluna na revista.</p>
<p>Em um texto intitulado &#8220;A despedida&#8221;, ele explica que sua superexposição no caso Battisti foi um dos principais motivos para tomar a decisão.</p>
<p>Segundo Carta, 45 anos após ter escolhido o Brasil como país e o jornalismo como profissão, vive &#8220;uma quadra de extremo desalento, em contraposição às grandes esperanças alimentadas durante a ditadura&#8221;, quando decidiu que a profissão era uma escolha definitiva.</p>
<p>Após citar alguns fatos da história recente brasileira, como a eleição e o impeatchment de Fernando Collor e as eleições de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998, ele afirma que ocorreu no país &#8220;a conciliação das elites&#8221;.</p>
<p>Ao falar de Lula, que considerou em 2002 &#8220;um conciliador desde os tempos da liderança sindical&#8221;, Carta diz que seu governo o decepcionou &#8220;progressivamente&#8221;.  Como exemplos mal-sucedidos da administração de Lula, o jornalista cita a eleição de José Sarney para a Presidência do Senado, a de Michel Temer para a da Câmara, a má distribuição de renda e a demissão de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Mas o principal motivo para deixar o blog é, segundo Carta, a discussão sobre o asilo concedido ao italiano Cesare Battisti. &#8220;Até este serve ao propósito da conciliação, a despeito das críticas bem fundamentadas da mídia.</p>
<p>O ministro Tarso Genro disse em Belém que a favor da extradição de Battisti se alinham os defensores da anistia aos torturadores da ditadura, &#8216;com exceção de Mino Carta&#8217;&#8221;, escreve.  &#8220;Agradeço a referência, observo, porém, que o ministro cai em clamorosa contradição.</p>
<p>Não foi ele quem, em rompante que beira a sátira volteriana, sugeriu à Itália baixar uma lei da anistia igual àquela assinada no Brasil pelo ditador de plantão?&#8221;, questiona o jornalista.  &#8220;Está claro que o ministro Tarso não erra ao dizer que a mídia nativa está sempre a agredir o governo de Lula, e contra esta forma desvairada de preconceito CartaCapital tem se manifestado com frequência.</p>
<p>Ocorre que, ao referir-se à extradição negada a mídia está certa, antes de mais nada em função dos motivos alegados, a exibir ao mundo ignorância, falta de sensibilidade diplomática e irresponsabilidade política, ao afrontar um estado democrático amigo&#8221;, completa Carta.</p>
<p>&#8220;Creio que a revista ainda precise de minha longa experiência profissional, completa 60 anos no fim de 2009. Eu confiei muito em Lula, por quem alimento amizade e afeto. Entendo que o Brasil perde com ele uma oportunidade única e insisto em um ponto já levantado neste espaço: o próximo presidente da República não será um ex-metalúrgico com quem o povo identifica-se automaticamente. Conforme demonstra aliás o índice de aprovação do presidente, cada vez mais dilatado.</p>
<p>&#8220;Vai sobrar-me tempo para escrever um livro sobre o Brasil. Talvez não ache editor, pouco importa, vou escrevê-lo de qualquer forma, quem sabe venha a ser premiado pela publicação póstuma.&#8221; encerra Mino</p>
<p>Portal Imprensa</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A nova despedida de Mino]]></title>
<link>http://jonasgoncalves.wordpress.com/2009/02/06/a-nova-despedida-de-mino/</link>
<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 05:24:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jonas Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://jonasgoncalves.wordpress.com/2009/02/06/a-nova-despedida-de-mino/</guid>
<description><![CDATA[Mino Carta é um jornalista de reputação inquestionável. Sua importância na história do jornalismo br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mino Carta é um jornalista de reputação inquestionável. Sua importância na história do jornalismo br]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mino se afasta da internet. Espera-se que por ora]]></title>
<link>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/02/05/mino-se-afasta-da-internet-espera-se-que-por-ora/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 03:24:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Osvaldo Bertolino</dc:creator>
<guid>http://outroladodanoticia.wordpress.com/2009/02/05/mino-se-afasta-da-internet-espera-se-que-por-ora/</guid>
<description><![CDATA[Por Bob Fernandes, no Terra Magazine Mino Carta dirigiu as equipes criadoras do Jornal da Tarde e da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Bob Fernandes, no <em>Terra Magazine</em></p>
<p>Mino Carta dirigiu as equipes criadoras do Jornal da Tarde e das revistas <em>Quatro Rodas</em>, <em>Veja</em>, <em>IstoÉ</em> e <em>CartaCapital, </em>a revista semanal onde é diretor de redação.</p>
<p>Mino é um amigo de longa data, em que pesem os distintos caminhos profissionais que a vida costuma impor a todos nós.</p>
<p>Mino desistiu -em seu blog e apenas nele- de insistir no duelo cotidiano com as trevas, com a fascistaria e o banditismo.</p>
<p>No texto abaixo Mino anuncia o propósito de, por ora, focar-se na direção de <em>Carta Capital</em>.</p>
<p>Eu lamento, a equipe de <em>Terra Magazine </em>lamenta, internautas em todo o Brasil lamentam.</p>
<p>Espero, esperamos que repense sua decisão. E aguardamos sua volta.</p>
<p>__________</p>
<p><strong>A despedida</strong></p>
<p>Por Mino Carta</p>
<p>Quarta, 04 de fevereiro de 2009.</p>
<p>Quando escolhi o Brasil como lugar definitivo da minha vida, optei também pelo jornalismo. Existe uma indissolúvel conexão entre as duas atitudes. E explico. Até o golpe de 1964, fui jornalista com séria dedicação profissional. De alguma forma mercenário, no entanto.</p>
<p>Diga-se que, depois da renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, quando a pressão militar só permitiu a posse de João Goulart, sucessor constitucional, ao forçar a adoção do parlamentarismo, eu ficara de sobreaviso. Mas o golpe se deu também sobre a minha alma e motivou minhas escolhas definitivas.</p>
<p>Entendi que fosse meu dever praticar o jornalismo em um país submetido à ditadura imposta pela classe dominante com a inestimável ajuda dos seus gendarmes, e que se uma única, escassa linha da minha escrita sobrasse para o futuro, teria conseguido conferir um mínimo de importância à minha profissão. Faço questão de sublinhar que não agia desta maneira pelo Brasil, e sim por mim mesmo.</p>
<p>Quarenta e cinco anos depois, vivo uma quadra de extremo desalento, em contraposição às grandes esperanças alimentadas durante a ditadura. Logo frustradas pela rejeição da emenda das eleições diretas após uma campanha a favor que honra o povo brasileiro. Fez-se, pelo contrário, a conciliação das elites, nos exatos moldes previamente desenhados pelo general Golbery do Couto e Silva. A aposta do Merlin do Planalto estava certa e vale até hoje.</p>
<p>Fez-se a conciliação para eleger Fernando Collor e para derrubá-lo. E novamente para eleger Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998. A Carta aos Brasileiros assinada por Lula foi uma tentativa de aparar arestas antes do pleito de 2002, aparentemente mal-sucedida, por ter convencido um número bastante diminuto de privilegiados. A conciliação veio depois da posse, a despeito do ódio de classe que até o momento cega a mídia. A mim, que estou de olhos escancarados, a Carta convenceu por considerá-la sincera. Naquela época, não cansei de definir Lula como um conciliador desde os tempos da liderança sindical. No governo, contudo, ele foi muito além das minhas expectativas. Ou, por outra: deu para me decepcionar progressivamente.</p>
<p>O balanço de seis anos de Lula no poder não é animador, no meu entendimento. A política econômica privilegiou os mais ricos e deu aos mais pobres uma esmola. Há quem diga: já é alguma coisa. Respondo: é pouco, é uma migalha a cair da mesa de um banquete farto além da conta. O desequilíbrio é monstruoso. Na política ambiental abriu a porta aos transgênicos, cuidou mal da Amazônia, dispensou Marina Silva, admirável figura, para entregar o posto a um senhorzinho tão esvoaçante quanto seus coletes.</p>
<p>A política social pela enésima vez sequer esboçou um plano de reforma agrária e enfraqueceu os sindicatos. E quanto ao poder político? O Congresso acaba de eleger para a presidência do Senado José Sarney, senhor feudal do estado mais atrasado da Federação, estrategista da derrubada da emenda das diretas-já e mesmo assim, graças ao humor negro dos fados, presidente da República por cinco anos.</p>
<p>Outro que foi para o trono, no caso da Câmara, é Michel Temer, um ex-progressista capaz de optar vigorosamente pelo fisiologismo. Reconstitui-se o ¿centrão¿ velho de guerra, uma das obras-primas da conciliação tradicional. Enquanto isso, o Brasil ainda divide com Serra Leoa e Nigéria a primazia mundial da má distribuição de renda, exporta commodities, 55 mil brasileiros morrem assassinados todo ano, 5% ganham de 800 reais pra cima. E 2009 promete ser bem pior que pretendiam os economistas do governo.</p>
<p>Houve, e há, justificadíssima grita quanto às privatizações processadas no governo FHC. E que dizer do BNDES que empresta aos bilionários para armar a BrOi, a qual (é uma modesta previsão) acabará nas mãos de ouro de Carlos Slim? E que dizer da compra pelo governo de 49% das ações do Banco Votorantim à beira da falência?</p>
<p>Em um ponto houve melhoras sensíveis, na política exterior. E aí vem o caso Battisti. Até este serve ao propósito da conciliação, a despeito das críticas bem fundamentadas da mídia.</p>
<p>O ministro Tarso Genro disse em Belém que a favor da extradição de Battisti se alinham os defensores da anistia aos torturadores da ditadura, &#8220;com exceção de Mino Carta&#8221;. Agradeço a referência, observo, porém, que o ministro cai em clamorosa contradição. Não foi ele quem, em rompante que beira a sátira volteriana, sugeriu à Itália baixar uma lei da anistia igual àquela assinada no Brasil pelo ditador de plantão? Talvez o ministro não saiba que enquanto no Brasil vigorou o Terror de Estado, na Itália houve uma gravíssima e fracassada tentativa terrorista de desestabilizar um Estado democrático de Direito estabelecido desde o fim do fascismo.</p>
<p>Se eu digo que o Festival de Besteira assola o País desde a época de Stanislaw Ponte Preta, e que se o ministro merece o Oscar do Febeapá, ao menos o professor Dalmo Dallari faz jus a uma citação, recebo as mensagens ferozes e as agressivas admoestações de centenas de patriotas. Pois não é bobagem (sou condescendente) dizer que na Itália dos anos 70 estava no poder um governo de extrema-direita, ou que se Battisti for extraditado, de volta ao seu país corre até risco de vida? Ou afirmar que Mestre e Milão, norte da península, são muito distantes, quando entre as duas cidades há menos de 200 quilômetros? Sem contar que, como me levam a observar vários frequentadores do meu blog, Battisti foi o autor do homicídio de Mestre e apenas o idealizador daquele de Milão.</p>
<p>Está claro que o ministro Tarso não erra ao dizer que a mídia nativa está sempre a agredir o governo de Lula, e contra esta forma desvairada de preconceito CartaCapital tem se manifestado com frequência. Ocorre que, ao referir-se à extradição negada a mídia está certa, antes de mais nada em função dos motivos alegados, a exibir ao mundo ignorância, falta de sensibilidade diplomática e irresponsabilidade política, ao afrontar um estado democrático amigo.</p>
<p>De todo modo, Battisti transcende sua personalidade de &#8220;assassino em estado puro&#8221;, segundo um grande magistrado como o italiano Armando Spataro, para se prestar a uma operação que visa compactar o PT e empolgar um certo gênero de patriotas canarinhos.</p>
<p>Isto tudo me leva a uma conclusão desoladora, embora saiba de muitíssimos leitores generosos e fiéis: minha crença no jornalismo faliu. Em matéria de furo n&#8217;água, produzi a Fossa de Mindanao, iludi-me demais, mea culpa. Donde tomo as seguintes decisões: despeço-me deste blog e, por ora, calo-me em CartaCapital.</p>
<p>Creio que a revista ainda precise de minha longa experiência profissional, completa 60 anos no fim de 2009. Eu confiei muito em Lula, por quem alimento amizade e afeto. Entendo que o Brasil perde com ele uma oportunidade única e insisto em um ponto já levantado neste espaço: o próximo presidente da República não será um ex-metalúrgico com quem o povo identifica-se automaticamente. Conforme demonstra aliás o índice de aprovação do presidente, cada vez mais dilatado.</p>
<p>Vai sobrar-me tempo para escrever um livro sobre o Brasil. Talvez não ache editor, pouco importa, vou escrevê-lo de qualquer forma, quem sabe venha a ser premiado pela publicação póstuma.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[4 de fevereiro de 2009]]></title>
<link>http://cartasdetiro.wordpress.com/2009/02/04/4-de-fevereiro-de-2009/</link>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 18:24:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Macruz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Encontro-me neste momento no trabalho, às voltas com as demandas judiciais que assolam este Estado f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Encontro-me neste momento no trabalho, às voltas com as demandas judiciais que assolam este Estado federado. Estou quase louco com a quantidade de ações. Elas simplesmente pululam.</p>
<p style="text-align:justify;">Toca o meu celular e, pela identificação, verifico que se trata de minha (querida) cunhada <strong>Rita</strong>. &#8220;Que bom!&#8221;, penso. Afinal, trata-se de um alento, uma pausa. Ela diz:</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8220;<em>João, </em>v<em>ocê pode falar agora?</em>&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8220;<em>Sim, querida, claro!</em>&#8221; &#8211; respondi. E ela:</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8220;<em>Você viu hoje o blog do Mino?</em>&#8220;. E eu:</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8220;<em>Não. Por que?</em>&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">- &#8220;<em>Ele está se despedindo do blog, de quase tudo o que faz. Não vai mais escrever porque está totalmente desiludido com tudo no país</em>&#8221; &#8211; falou ela, sinceramente pesarosa. E acrescentou: &#8220;<em>João, tá muito bonito o que o Mino escreveu. Mas é muito triste&#8230;</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse o nosso breve diálogo. Imediatamente fui para o blog do Mino e li, também emocionado, o que representa <a href="http://www.blogdomino.com.br/blog/a-despedida-421" target="_blank">o último <em><strong>post</strong></em><strong> </strong></a>desse bravo homem, que não se curva, não esmorece e não se amedronta.</p>
<p style="text-align:justify;">É praticamente certo (para não dizer totalmente certo) que Mino Carta não lerá este <em><strong>post</strong></em>. Mas não importa. Gostaria apenas que soubesse, por este caminho (e de aqui registrar), que ele deixa para o futuro, sim, muito mais do que &#8221;<em>uma única, escassa linha</em>&#8221; da sua a escrita. Não há dúvida, portanto, que ele conferiu, sim, muito mais do que &#8220;<em>um mínimo de importância</em>&#8221; à sua profissão.</p>
<p style="text-align:justify;">Ele deixa um exemplo de conduta.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o encerramento do seu blog, perdemos todos, mas perde em especial o Jornalismo (assim mesmo, com &#8220;JOTA&#8221; maiúsculo). E o Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Espero que essa desilusão, que esse ferida cicatrize em breve. E que sua voz permaneça em CartaCapital.</p>
<p style="text-align:justify;">Estou enlutado. E por mais 3 dias assim ficarei.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Natural Born Killers]]></title>
<link>http://republica33.wordpress.com/2009/01/08/natural-born-killers/</link>
<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 17:13:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>H. S.</dc:creator>
<guid>http://republica33.wordpress.com/2009/01/08/natural-born-killers/</guid>
<description><![CDATA[Eu não engulo Obama. Ainda não, pelo menos &#8211; apesar de que, provavelmente nunca irei.  Nutro d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu não engulo Obama. Ainda não, pelo menos &#8211; apesar de que, provavelmente nunca irei.  Nutro d]]></content:encoded>
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