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	<title>mocambique &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mocambique/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mocambique"</description>
	<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:11:51 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[CSN estreia no negócio de carvão na África]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/25/csn-estreia-no-negocio-de-carvao-na-africa-2/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:03:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Felismino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Valor Econômico &#8211; 25/11/2009 Com situação financeira confortável em comparação às demais fabri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Valor Econômico &#8211; 25/11/2009 Com situação financeira confortável em comparação às demais fabri]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documentário: o rap em Moçambique]]></title>
<link>http://perraps.wordpress.com/2009/11/24/documentario-o-rap-em-mocambique/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:02:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Cunha</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ter 20 anos em Maputo No meio do ano, um documentário muito interessante chegou às mãos dos integran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ter 20 anos em Maputo No meio do ano, um documentário muito interessante chegou às mãos dos integran]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sociedade Civil quer apoio da imprensa na monitoria do PEN III]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/23/sociedade-civil-quer-apoio-da-imprensa-na-monitoria-do-pen-iii/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:16:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Representantes da sociedade civil estão a se reunir todas as quartas-feiras no escritório do Program]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Representantes da sociedade civil estão a se reunir todas as quartas-feiras no escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Sida (ONUSIDA), em Maputo, com o intuito de acordar os meios de divulgação e controlo social das recomendações feitas para o Terceiro Plano Estratégico Nacional de Combate ao HIV e SIDA (PEN III).</p>
<p>No dia 16 do corrente mês, a <strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA </strong>publicou aqueles que são os principais anseios da sociedade civil nas áreas de Prevenção; Tratamento e Cuidados; e Mitigação. (<a href="http://www.agenciasida.co.mz/noticias/interna.php?id=173">Saiba mais</a>)</p>
<p>A Coordenadora da Agenda para o envolvimento da Sociedade Civil na elaboração do PEN III, Ana Amorim, disse que a ideia é garantir que o manifesto seja de conhecimento de todos.</p>
<p>Para isso e para que os pedidos da sociedade civil, presentes neste manifesto, sejam cumpridos, espera-se um grande apoio dos medias.</p>
<p>Segundo os representantes da sociedade civil, a imprensa tem o poder de tornar público quais são as prioridades para o PEN III e depois criar reportagens para mostrar se o que foi prometido está a ser cumprido.</p>
<p><strong>Antónia Chagua/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 23.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projecto musical “Coolela” junta-se à luta contra Sida e Malária]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/23/projecto-musical-%e2%80%9ccoolela%e2%80%9d-junta-se-a-luta-contra-sida-e-malaria/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:15:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Realizou-se na passada sexta-feira, 20 de Novembro, no Centro Cultural Franco Moçambicano, em Maputo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>Realizou-se na passada sexta-feira, 20 de Novembro, no Centro Cultural Franco Moçambicano, em Maputo, o lançamento do Projecto “Coolela”, uma iniciativa que usa a música como veículo para a educação das comunidades sobre os perigos das doenças como a Sida e Malária.</p>
<p>O projecto, que tem como alvo as zonas mais recônditas do país, contou no seu evento de lançamento com as participações do músico suíço Jaz Rice e doscartistas moçambicanos Irinah, Tony Django e Ali Faque.</p>
<p>O “Coolela” é constituído por três entidades, designadamente uma banda musical; a produção Verdeceanu, registada em Maputo, e a associação Manfred Reiss, registada em Genebra, Suiça.</p>
<p>Nome da histórica e sangrenta batalha entre os guerreiros moçambicanos e as tropas coloniais, “Coolela” usa o poder da música para educar e distribuir materiais de prevenção de doenças, bem como promover hábitos saudáveis de higiene pessoal e colectiva.</p>
<p>Feito Tudo Mal, produtor do concerto, disse que o projecto resulta da necessidade de multiplicar os esforços na luta contra as doenças endémicas no país..</p>
<p>“Além de organizar seminários, fóruns e eventos recreativos, vamos identificar, lançar e monitorar os programas humanitários, assim como criar parcerias com outras organizações e providenciar a educação no campo da prevenção de doenças”, disse o produtor.</p>
<p>Segundo Tudo Mal, o impacto que a música tem neste projecto abre uma nova dimensão na forma como o trabalho humanitário é conduzido e pode ajudar a gerar soluções para problemas simples.</p>
<p>O “Coolela” tem feito palestras de entretenimento com parceiros e entidades como a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), a Malária Consortium, entre outras.</p></div>
<p><strong>Fonte: AIM</strong></p>
<p><strong>Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 23.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livre Circulação de pessoas e bens]]></title>
<link>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/22/livre-circulacao-de-pessoas-e-bens/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 04:12:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastião</dc:creator>
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<description><![CDATA[Parece ser tema delicado&#8230; Livre circulação de pessoas e bens! Não o foi para o resto da Europa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://www.globalvoicesonline.org/wp-content/uploads/2007/07/cons_03.jpg" alt="" width="489" height="265" />Parece ser tema delicado&#8230; Livre circulação de pessoas e bens! Não o foi para o resto da Europa. Portugal é hoje membro de pleno direito da União Europeia. Portugal é a cabeça da Europa! E, na verdade é um dos estados que abre diariamente as suas fronteiras aéreas, marítimas e terrestres. Portugal assinou o acordo de Schengen, aderiu voluntariamente, esperando com certeza que isso pudesse beneficiar e aprofundar a integração do país na Europa e para a Europa. Mas o que mais me intriga é que se possa idealizar um Portugal apenas integrado na Europa e para a Europa! É algo limitativo quando, lendo a história, reconhecendo a nossa especificidade que, o país é Atlântico e pertence também por direito próprio à CPLP, Comunidade de Países de Língua Portuguesa. Ora, como conciliar a União Europeia e a CPLP em Portugal? Talvez exista uma solução, não tenho qualquer dúvida. Basta lembrar os procedimentos que são seguidos no aeroporto, mesmo para quem viaje em voos domésticos ou internacionais, dentro do tal Schengen. Ou seja, o cidadão deve identificar-se. E isto é possível, se Portugal demonstrar com força e vigor a sua própria especificidade na Europa e no mundo. Não se quer com isto dizer que se devam fechar as fronteiras, é precisamente o contrário, controlar as entradas e saídas e identificar as pessoas, tanto nas fronteiras políticas terrestres como em aeroportos e portos. Mas, possivelmente a União Europeia não quererá um Portugal em que exista controlo nas fronteiras mas, se tiver de ser, sê-lo-á!  Eu sou da opinião que a CPLP deve ser espaço de integração em que se permita a livre circulação de pessoas e bens.  Parece-me que Portugal deveria também olhar para Marrocos, melhorar ainda mais as suas relações permitindo que um cidadão Marroquino possa entrar em Portugal sem visto. Um português entra legalmente em Marrocos sem visto! A CPLP é uma comunidade que cada vez mais assumirá no contexto mundial um papel de extrema importância, na medida em que é transcontinental e assume ter um fator comum &#8211; a língua e atrás dela toda uma produção cultural, literária, musical, editorial de valor incalculável.  Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste! Nesse sentido, importa valorizar e estimular as novas tecnologias, que acabam por aproximar os cidadãos dessa comunidade, os meios de comunicação social, o intercâmbio epistolar, jovens e geminações das cidadades e vilas dos vários países. Muito disto tem sido realizado, importa dar um passo em frente, mais largo e firme, criando as condições para que os nossos países se possam aproximar, dando a possibilidade dos nossos cidadãos poderem circular no mesmo espaço da CPLP apenas com uma identificação, de cidadão da CPLP, válido apenas para esse espaço, que seja isento de visto. Macau, como região especial administrativa da China, tem como língua oficial a Língua Portuguesa, importa estimular e aprofundar as relações sino-portuguesas, assim como as relações indo-portuguesas através de Goa, Damão e Díu e investir no ensino e na aprendizagem da língua, aprofundar as relações familiares, culturais que esses povos ainda hoje têm com Portugal e com outros países da CPLP.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOC CINEPORT 2009 - FESTIVAL DE CINEMA DOS PAISES DE LINGUA PORTUGUESA]]></title>
<link>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/20/doc-cineport-2009-festival-de-cinema-dos-paises-de-lingua-portuguesa/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:27:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastião</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jem2cBGZFNw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/jem2cBGZFNw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MOÇAMBIQUE: Estudo vai fornecer número confiável de prevalência nacional]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/18/mocambique-estudo-vai-fornecer-numero-confiavel-de-prevalencia-nacional/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:31:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pela primeira vez será conhecida a prevalência real do HIV/SIDA na população moçambicana, com a divu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pela primeira vez será conhecida a prevalência real do HIV/SIDA na população moçambicana, com a divulgação dos resultados de um inquérito populacional prevista para Março de 2010.</p>
<p>O Inquérito sobre SIDA (INSIDA) indicará estimativas nacionais mais exactas, pois inclui homens, jovens e crianças entre os 15 mil moçambicanos escolhidos aleatoriamente e testados em 2008, a partir de suas residências em todo o país. Até agora, Moçambique, como a maioria dos países, usava a prevalência entre as mulheres grávidas para calcular a prevalência nacional.</p>
<p>O inquérito vai trazer resultados também sobre os riscos sócio-comportamentais e o impacto da informação recebida e absorvida pela população em relação ao comportamento da epidemia do HIV/SIDA no país.</p>
<p>O Ministério da Saúde (MISAU) afirma que este estudo vai dizer com mais precisão o número de moçambicanos seropositivos: “A melhor prevalência será sabida no final do INSIDA, porque esse estudo é feito na base populacional. Só depois disso saberemos com mais certeza o número aproximado de moçambicanos infectados”, disse Leonardo Chavane, porta-voz do MISAU.</p>
<p>O Programa Global do SIDA do Centro de Controlo de Doenças e Prevenção (CDC) norte-americano, assistiu ao laboratório do Instituto Nacional de Saúde (INS) nas análises da testagem.</p>
<p><strong>Opinião dos seropositivos</strong></p>
<p>Os seropositivos divergem sobre a avaliação do INSIDA e do impacto que o seu resultado vai trazer.</p>
<p>Para Benedito Pedro*, um jovem, que saiu da cidade da Beira e está a viver em Maputo, este inquérito vai direccionar melhor as acções do governo moçambicano no que toca aos programas de resposta ao HIV/SIDA.</p>
<p>“Eu acho que sabendo quantos somos vai ser bom, porque assim o governo vai saber quanto dinheiro precisa para os programas de resposta ao HIV/SIDA, tanto no tratamento como na prevenção. Isso vai ser bom”, disse.</p>
<p>Carlota, 28 anos, envolvida nas recentes manifestações organizadas pela Liga contra a Discriminação, em protesto contra a piora no tratamento de seropositivos, mostra-se mais céptica:</p>
<p>“Não acho que a prevalência venha a ser muito diferente dos 16 por cento que se conhece como oficial. Mas saber os números não vai trazer melhorias no nosso atendimento e tratamento. Vai ser apenas para confirmar que muitas pessoas continuam a infectar-se”, disse.</p>
<p><strong>Divergências </strong></p>
<p>Oficialmente o governo de Moçambique estima a existência de uma seroprevalência de 16,2 por cento, na população adulta.</p>
<p>Esta cifra foi calculada a partir da testagem de cerca de 11 mil grávidas que aderem às consultas pré-natais nos chamados Postos Sentinela. Os resultados dos testes dos Postos Sentinelas são usados para estimar a prevalência de HIV em Moçambique.</p>
<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas para a SIDA (Unaids) em Moçambique discorda da existência de uma prevalência de 16,2 por cento no país e considera errado o uso dessa percentagem.</p>
<p>“A prevalência do HIV/SIDA em Moçambique nunca foi de 16 por cento. Essa percentagem é apenas de mulheres grávidas. Em Moçambique a prevalência do HIV/SIDA na população adulta é de 14 por cento”, afirma Maurício Cysne, coordenador da Unaids em Moçambique.</p>
<p>A porcentagem de 14 por cento vem do Impacto Demográfico do HIV/SIDA em Moçambique, do Instituto Nacional de Estatística (INE), recentemente publicado e elaborado em parceria com a Unaids.</p>
<p>“Quando nós fazemos a estrapolação do número das mulheres grávidas com a população no geral, usamos os dados demográficos do país, mais os dados do estudo Sentinela e fazemos cálculos para ter a prevalência no país. A prevalência nacional é de 14 por cento da população adulta, a partir dos 15 anos”, explicou Cysne.</p>
<p>Segundo ele, o INE conjugou o Impacto demográfico de HIV/SIDA, usando os dados do último censo, em 2007, com a prevalência dos Postos Sentinela e a partir daí fez estrapolações e cálculos que resultaram nos 14 por cento.</p>
<p>De facto, o Impacto Demográfico do HIV/SIDA em Moçambique, publicado recentemente pelo Instituto Nacional de Estatísticas, refere que a Unaids recomenda calibrar a prevalência obtida pela ronda de vigilância com dados de inquéritos populacionais para estimar o nível absoluto da prevalência.</p>
<p>Mas como Moçambique não tinha ainda inquéritos populacionais, fez-se a calibração com base em dados de outros países.</p>
<p>“Os dados epidemiológicos existentes referem-se às mulheres grávidas na sua primeira consulta pré-natal nos Postos Sentinela. Mesmo que não incluam informação de homens, nem de mulheres não-grávidas, o consenso internacional é de que a prevalência do HIV entre as mulheres grávidas é reflexo das tendências ao longo do tempo na evolução da prevalência do HIV de toda a população adulta”, esclarece o documento.</p>
<p>De acordo com a previsão do INE, projecta-se um aumento de pessoas vivendo com o HIV nos próximos anos.</p>
<p>Até 2010 haverá 1,6 milhão de pessoas infectadas. Mas o crescimento anual das infecções pelo HIV, que chegou a 13 por cento entre 2000 e 2001, deve ser reduzido para três por cento entre 2008 e 2009.</p>
<p>Mas, de acordo com Cysne, &#8220;a prevalência nacional exacta ainda não existe em Moçambique. O que temos é prevalência na população adulta e em mulheres grávidas. Apenas isso&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.plusnews.org/pt/Report.aspx?ReportId=86913" target="_blank"><strong>PlusNews &#8211; 06.11.2009</strong></p>
<p></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lusófonos africanos discutem em Maputo saúde do adolescente e do jovem]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/18/lusofonos-africanos-discutem-em-maputo-saude-do-adolescente-e-do-jovem/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:24:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
<guid>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/18/lusofonos-africanos-discutem-em-maputo-saude-do-adolescente-e-do-jovem/</guid>
<description><![CDATA[Representantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) encontram-se, desde 17 de N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Representantes dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) encontram-se, desde 17 de Novembro, reunidos no Kaya Kwanga, em Maputo, para discutir e beneficiarem de capacitação em matérias de saúde e desenvolvimento dos adolescentes e jovens.</p>
<p>O seminário, que termina nesta sexta-feira, 20 de Novembro, foi motivado pelo facto deste grupo &#8211; que representam um terço da população africana &#8211; ser o que mais contribue para o índice elevado da mortalidade materna, em 30 por cento.</p>
<p>Ademais, 65 por cento dos novos casos de infecção pelo HIV ocorrem também entre os adolescentes e jovens em África, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>A ideia é que os representantes destes países discutam e entrem em consenso para um plano de acção conjunto no assunto.</p>
<p>Para tal, estão em análise questões como a recolha de informações estratégicas acerca da saúde do jovem, a melhoria das políticas regentes para este grupo, e o fortalecimento da coordenação e colaboração com outros serviços que atendem os jovens.</p>
<p>Nas apresentações de Moçambique, destaca-se a experiência obtida nos Serviços Amigos dos adolescentes e Jovens (SAAJ), informou a representante do Ministério da Saúde e uma das organizadoras do evento, Natércia Matule.</p>
<p>Além do Ministério da Saúde, o seminário recebe apoio para a sua realização da OMS, do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e da Pathfinder Internacional.</p>
<p><strong>André Manhice/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 18.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relação econômica entre Moçambique e Angola deve melhorar]]></title>
<link>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/18/relacao-economica-entre-mocambique-e-angola-deve-melhorar/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:16:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastião</dc:creator>
<guid>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/18/relacao-economica-entre-mocambique-e-angola-deve-melhorar/</guid>
<description><![CDATA[Maputo, 16 nov (Lusa) &#8211; A inauguração da ligação aérea entre Maputo e Luanda levará Moçambique]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Maputo, 16 nov (Lusa) &#8211; A inauguração da ligação aérea entre Maputo e Luanda levará Moçambique e Angola a reavaliarem suas relações comerciais, porque as atuais “não são as mais desejáveis”, disse à Agência Lusa o embaixador angolano em Maputo, Garcia Bires.</p>
<p>Em entrevista concedida no aeroporto internacional de Maputo, antes da partida para a capital angolana, Bires assegurou que as duas nações vão reavaliar a parceria econômica, pelo fato de, no futuro, poder-se “assistir uma nova dinâmica na relação entre os dois países”.</p>
<p>“Infelizmente, hoje, as relações comerciais ainda não são as mais desejáveis, tendo em conta os níveis de desenvolvimento dos nossos países”, disse.</p>
<p>“Mas com o andar do tempo, não só no quadro da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), mas também no conjunto de relações que se prevêem entre Angola e Moçambique, iremos assistir uma nova dinâmica na relação entre os dois países”, acrescentou.</p>
<p>A LAM iniciou hoje a ligação Maputo-Luanda, num voo inaugural em que viajam 50 empresários para tentar fortalecer na capital angolana laços de cooperação e novas parcerias.</p>
<p>O voo é efetuado com um avião Embraer 190, que a LAM comprou já este ano do Brasil e que tem capacidade para transportar 93 passageiros.</p>
<p>Além disso, os ministros moçambicanos dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, das Finanças, Manuel Chang, e do Interior, José Pacheco, viajaram para Luanda no voo inaugural, além do embaixador de Angola em Maputo, Garcia Bires.</p>
<p>“Futuramente, poderemos falar de um nível de relações econômicas em vários sectores. Hoje tudo está limitado, mas creio que no futuro próximo vamos reavaliar e encontrar novas formas de cooperação entre Angola e Moçambique”, afirmou o diplomata.</p>
<p>Questionado sobre a viabilidade de os empresários moçambicanos conquistarem o competitivo mercado angolano, Bires declarou: “tenho a certeza de que os empresários moçambicanos poderão investir em vários setores em Angola, sobretudo os que não exigem elevadas somas”.</p>
<p>“É uma questão de saber o que nos interessa hoje e amanhã, naturalmente com os interesses angolanos e capacidades moçambicanas e também obedecendo todo um programa que Angola tem sobre o desenvolvimento”, afirmou.</p>
<p>Quanto às áreas que serão exploradas, o embaixador disse que “cabe aos interessados (empresários moçambicanos) discutirem com os seus homólogos angolanos”.</p>
<p>“A delegação que vai a Luanda terá por missão procurar as áreas onde o empresariado angolano poderá colaborar. É uma questão de oportunidade, mas o futuro nos dirá”, concluiu.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=28339">http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=28339</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Debates em Portugal e Moçambique enfocam o combate ao tráfico de seres humanos]]></title>
<link>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/17/debates-em-portugal-e-mocambique-enfocam-o-combate-ao-trafico-de-seres-humanos/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 21:33:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcia Silva</dc:creator>
<guid>http://marciacsilva.wordpress.com/2009/11/17/debates-em-portugal-e-mocambique-enfocam-o-combate-ao-trafico-de-seres-humanos/</guid>
<description><![CDATA[do site adital Até o próximo dia 20, encontros com a finalidade de definir estratégias de enfrentame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[do site adital Até o próximo dia 20, encontros com a finalidade de definir estratégias de enfrentame]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exploração de petróleo em Cabo Delgado]]></title>
<link>http://pembaathol.wordpress.com/2009/11/17/exploracao-de-petroleo-em-cabo-delgado/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:16:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>pembaathol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Faz já tempo que as companhias petrolíferas assentaram arraiais em Cabo Delgado. Palma e Mocímboa da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Faz já tempo que as companhias petrolíferas assentaram arraiais em Cabo Delgado. Palma e Mocímboa da]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem do dia #108]]></title>
<link>http://asuldomundo.wordpress.com/2009/11/16/imagem-do-dia-108/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertocchaves</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mais um belo exemplo da arquitectura Portuguesa em Moçambique. Nesta foto, o actual edifício da Esco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um belo exemplo da arquitectura Portuguesa em Moçambique.</p>
<p>Nesta foto, o actual edifício da Escola Secundária da Namaacha.</p>
<p>A Vila da Namaacha situa-se no sul da Província de Maputo em plena cadeia montanhosa do Lebombo. A Vila é conhecida por dar o nome a uma conhecida marca de águas naturais e por ser uma das duas fronteiras terrestres que Moçambique partilha com o vizinho reino da Suazilândia.</p>
<p> <img class="alignleft size-full wp-image-1142" title="Escola Secundária da Namaacha" src="http://asuldomundo.wordpress.com/files/2009/11/ima4657.jpg" alt="Escola Secundária da Namaacha" width="500" height="374" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moçambique: Sociedade Civil divulga manifesto entregue ao CNCS com recomendações para o PEN III]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/16/mocambique-sociedade-civil-divulga-manifesto-entregue-ao-cncs-com-recomendacoes-para-o-pen-iii/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:32:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com o objectivo de fazer cumprir as suas recomendações, a Sociedade Civil moçambicana está a divulga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com o objectivo de fazer cumprir as suas recomendações, a Sociedade Civil moçambicana está a divulgar o manifesto entregue recentemente ao Conselho Nacional de Combate ao HIV e Sida referente ao que deve ser levado a cabo no Terceiro Plano Estratégico de Luta contra o HIV e Sida, o PEN III, que entra em vigor em 2010, com validade de quatro anos.</p>
<p>Os realizadores do manifesto levaram em conta os principais factores para a propagação da epidemia no país, como as parcerias múltiplas e concomitantes, baixos índices de circuncisão masculina e do uso do preservativo, grandes mobilidades e migrações, desigualdades de género e estigma.</p>
<p>Eles também utilizaram como base alguns compromissos internacionais assumidos por Moçambique, como a Declaração de Compromisso sobre o HIV e SIDA, o UNGASS (2001); a Declaração de Abuja (2001) que aponta alternativas concretas para os Governo africanos face ao HIV; e a Declaração de Gaberone sobre o acesso Universal à Prevenção, Tratamento, Cuidados e Apoios.</p>
<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Sida (ONUSIDA) apoiou tecnicamente na elaboração desse manifesto, promovendo workshops de formação nos seguintes temas: Conheça a epidemia – Conheça a Resposta; Advocacia e Lobby para a Integração do Género no PEN III; Participação em advocacia na elaboração do PEN III; e Manifestos.</p>
<p>A Coordenadora da Agenda para o envolvimento da Sociedade Civil na elaboração do PEN III, Ana Amorim, disse que “a ideia é garantir que o manifesto seja de conhecimento de todos.”</p>
<p>Quando o documento foi entregue ao CNCS, no dia 26 de Novembro, o representante da Sociedade Civil Rui Maquene ressaltou que se trata de um “reflexo dos conhecimentos técnicos do dia-a-dia no combate do HIV e da Sida.”</p>
<p>Linda Chongo, também representante da Sociedade Civil, disse que o manifesto deve ser levado em conta, não só pelo esforço empreendido, mas pelo impacto que terá nas pessoas infectadas e afectadas pela Sida.</p>
<p>Para uma população de aproximadamente 21 milhões, Moçambique regista cerca de 1.6 milhão de pessoas vivendo com HIV e Sida.</p>
<p>O manifesto é acompanhado por outros documentos de redes e organizações que tratam de assuntos mais específicas na resposta da epidemia, nomeadamente a questão da deficiência, das minorias sexuais e da terceira idade.</p>
<p>Confira abaixo quais foram as recomendações específicas da Sociedade Civil nas três áreas-chave: Prevenção; Tratamento e Cuidados; e Mitigação.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>a) Estimular acções que tenham em conta as dinâmicas de género e a vulnerabilidade nas comunidades, as relações inter-gerações e as parcerias múltiplas e concomitantes, envolvendo a sociedade civil e utilizando abordagens culturais adequadas;</p>
<p>b) Fortalecer as campanhas de sensibilização contra práticas culturais de alto risco de infecção de HIV;</p>
<p>c) Mobilisar todos os intervenientes para adopção de mensagens corretas e adequadas sobre prevenção de HIV;</p>
<p>d) Garantir o acesso aos serviços de prevenção, cuidados e tratamento do HIV e SIDA como Direito Humano e aspecto transversal;</p>
<p>e) Promover acções para maior envolvimento dos homens na resposta particularmente na Prevenção da Transmissão Vertical;</p>
<p>f) Promover a integração da perspectiva de género no processo de planificação: para garantir o respeito pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres e protecção contra o casamento precoce, pedofilia e o abuso de menores;</p>
<p>g) Promover uma maior distribuição do preservativo feminino e outros métodos de prevenção para as mulheres;</p>
<p>h) Fortalecer os mecanismos de coordenação entre a sociedade civil e o CNCS;</p>
<p>i) Promover e estimular parcerias entre instituições de investigação, cientistas sociais e sociedade civil;</p>
<p>j) Incentivar programas de pesquisa operacional (a título de exemplo, estudos que ajudam a perceber e indicam alternativas para criação de mensagens com linguagem apropriada para pessoas com deficiência visual, auditiva e outros, linguagem apropriada para crianças, idosos, entre outros) como forma de orientar as acções de resposta baseadas nas evidências;</p>
<p>k) Garantir a produção e disseminação de material de Informação, Educação e Comunicação inclusivo e direccionado tendo em conta as especificidades de cada segmento social e áreas geográficas. (ex. pessoas com deficiência, minorias sexuais, idosos, pessoas que não sabem ler e nem escrever “iletrados”, para zonas rurais e urbanas);</p>
<p>l) Assegurar a descentralização financeira até ao distrito e rever os mecanismos de financiamento (para contornar a demora e complexidade dos processos de desembolso, bem como de aprovação de projectos prioritários);</p>
<p>m) Garantir uma efectiva coordenação entre o Ministério da Sáude, Instituto Nacional de Estatistíca e CNCS na recolha e análise de dados, monitoria e avaliação;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>a) Garantir a criação de uma base de dados desagregada por idade e género, consistente e actualizada sobre Pessoas em TARV que permitirá uma fácil localização de casos perdidos, abandonos, e monitoria e avaliação;</p>
<p>b) Promover o acesso universal, literacia sobre o tratamento e maior referência aos grupos de apoio psico-social;</p>
<p>c) Introduzir unidades móveis para o tratamento anti-retroviral: o que permitirá o acesso de mais pacientes ao tratamento e a redução de abandonos e casos perdidos;</p>
<p>d) Promover o seguimento rigoroso ao protocolo da OMS quanto a testagem do HIV: teste de CD4 de 3 em 3 meses e teste de carga viral de 6 em 6 meses. No sentido de evitarem-se efeitos colaterais (intoxicação e overdose de pacientes por tomarem muitas vezes os antiretrovirais por longos períodos sem análises periódicas);</p>
<p>e) Promover a formação intensiva do pessoal médico e paramédicos para tratamento do SIDA e;</p>
<p>f) Garantir a existência de um código de conduta ética para o pessoal de saúde visando a protecção da privacidade e dos direitos das pessoas vivendo com o HIV;</p>
<p><strong>Cuidados</strong></p>
<p>g) Reforçar a coordenação entre Unidades Sanitárias e os actores da Sociedade Civil na Busca activa das PVHS em TARV para evitar desistências;</p>
<p>h) Garantir a provisão de kits para os cuidados domiciliários e reforçar a protecção, aos provedores de serviços de assistência do HIV e SIDA;</p>
<p>i) Garantir a continuidade da provisão de serviços as PVHS em TARV em situações de emergência;</p>
<p>j) Promover acções de monitoria da distribuição mensal da cesta básica às PVHS;</p>
<p>k) Promover o envolvimento dos homens nos programas de cuidados domiciliários.</p>
<p><strong>Mitigação</strong></p>
<p>a) Fortificar os programas de redução de vulnerabilidade para grupos vulneráveis como crianças órfãs, mulheres, idosos, pessoas com deficiência, trabalhadores de sexo, minorias sexuais, jovens, PVHS;</p>
<p>b) Promover e garantir educação nutricional e actividades de geração de renda para pessoas vivendo com HIV;</p>
<p>c) Promover a capacitação dos Midias (comunicação radiofónica, televisiva e escrita) sobre o HIV e SIDA de modo que estes possam dar seu contributo em acções efectivas de mitigação das consequências tendo como premissas: Valorização das línguas nacionais e do contexto em que as questões são abordadas; Elaboração de mensagens inclusivas na abordagem de HIV e SIDA no âmbito de mitigação das consequências; Redução das barreiras linguísticas que podem distorcer as mensagens difundidas ao grupo alvo;</p>
<p>d) Estender os serviços de aconselhamento, educação, atendimento e apoio psicossocial à família e comunidade: incluindo questões da terceira idade bem como o envolvimento dos homens na provisão de cuidados.</p>
<p><strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA &#8211; 16.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moçambique: Primeira geração de crianças com HIV chega à adolescência]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/15/mocambique-primeira-geracao-de-criancas-com-hiv-chega-a-adolescencia/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 11:38:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Luiz veste uma camisete laranja e uma corrente de cor prata que tem como detalhe uma letra que não é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Luiz veste uma camisete laranja e uma corrente de cor prata que tem como detalhe uma letra que não é a inicial do seu nome. Tímido, só à primeira vista, este adolescente de 13 anos se mostra muito atento aos detalhes e quando sua mãe diz a idade dela, no caso 30, ele a corrige:</p>
<p>“É 33. Estás a mentir a idade, mãe?”</p>
<p>Celeste, 16 anos, usa um brinco cor de bronze em apenas uma orelha. Preocupada em sempre responder correctamente o que é questionada, ela chega a engasgar-se com a falta de ar. Tudo isso por conta da grande ansiedade.</p>
<p>O primeiro mora com a mãe e com os tios na Aveninda Joaquim Chissano, em Maputo, e a segunda com os pais e um irmão no Bairro da Liberdade, na Matola. Ele está na oitava e ela na décima classe.</p>
<p>Apesar das várias diferenças, Luiz e Celeste que nem se conhecem têm algo em comum: querem ser médicos pediatra e ter três filhos.</p>
<p>Luiz queria ser engenheiro e Celeste jornalista. Ela até já se arriscou na profissão, quando trabalhou como produtora de um programa da Rádio Moçambique sobre saúde sexual e reprodutiva, o Mundo Sem Segredos.</p>
<p>Porém, ambos mudaram de ideia e agora só querem saber da possibilidade de ajudar outras crianças. O que eles não sabem, talvez, é que a influência que tiveram para pensar em ser médicos é a mesma.</p>
<p>Assim como as aulas de vôlei para o Luiz e as de canto coral para a Celeste, as consultas de pediatria no Hospital Central de Maputo passaram a fazer, nos últimos anos, parte da programação quotidiana deles.</p>
<p>Luiz está em tratamento antiretroviral (TARV) há cerca de dois anos e meio e Celeste há três.</p>
<p>“Quase nunca me lembro que tenho o HIV. É mais quando venho aqui para o hospital”, disse Celeste, que segundo previsões médicas apanhou o HIV em alguma transfusão sanguínea quando pequena, já que a mãe não tem o vírus e ela ainda não iniciou a vida sexual.</p>
<p>Para Luiz que provavelmente se infectou através da transmissão vertical, a Sida parece estar mais presente nos seus pensamentos.</p>
<p>“Recentemente houve uma feira de educação que a minha classe da escola foi e eu queria muito ir, mas não pude ir porque tinha consulta médica. Mas fiquei feliz porque lá meus amigos fizeram o teste de HIV e se eu tivesse lá não iria saber o que fazer”, contou.</p>
<p>Segundo estimativas do Impacto Demográfico do HIV/SIDA, quase 150 mil crianças com até 14 anos são seropositivas em Moçambique.</p>
<p>Destas, 47 mil precisariam de TARV imediatamente, mas aproximadamente 10 mil estão a receber.</p>
<p>Luiz e Celeste não desperdiçam a oportunidade que têm de fazer esse tratamento. Ele toma os antiretrovirais duas vezes por dia e ela, que durante uma época descuidou-se um pouco e fez o tratamento de forma irregular, agora tem que tomar três vezes ao dia.</p>
<p>Mesmo na frente dos amigos e de alguns parentes que não sabem dos seus estados serológicos, os adolescentes encontram meios para não falhar o tratamento.</p>
<p>“Eu vou ao meu quarto e tomo o remédio. Se meu quarto estiver de porta fechada ninguém entra”, disse Luiz.</p>
<p>Celeste, quando necessário, toma na frente das amigas mesmo. “Digo que é um remédio qualquer para dor de garganta. Nunca ninguém desconfiou.”</p>
<p>Os exemplos de Celeste e Luiz confirmam que seguindo o  tratamento e cuidando da saúde, muitas pessoas poderão ter seus sonhos realizados não importando há quantos anos vivem com o HIV. Com tal dedicação, ninguém poderá duvidar de que esses jovens se tornarão óptimos médicos.<br />
<em><br />
</em><strong><em>* Os nomes foram trocados a pedido das psicólogas do Hospital Central de Maputo, com o intuito de não expor os adolescentes.</em></strong></p>
<p><strong>Redacção da Agência de Notícias de Resposta ao SIDA &#8211; 13.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalistas recebem formação técnica sobre HIV e Sida em Maputo]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/15/jornalistas-recebem-formacao-tecnica-sobre-hiv-e-sida-em-maputo/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 11:34:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS) realizou nessa quinta-feira, 12 de Novembro, no Hotel ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Conselho Nacional de Combate ao Sida (CNCS) realizou nessa quinta-feira, 12 de Novembro, no Hotel Moçambicano, em Maputo, um worshop para jornalistas com o objectivo de promover um melhor entendimento e envolvimento desses profissionais na disseminação de informações sobre a doença.</p>
<p>Promovido em parceria com o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Sida (ONUSIDA) e apoio da cooperação norte-americana em Moçambique, o encontro juntou jornalistas e editores de diversos órgãos de comunicação social, desde a imprensa escrita à televisiva.</p>
<p>Gloria Fazenda, Gestora de Monitoria e Avaliação do CNCS, disse que tem como expectiva ver os jornalistas melhores munidos de ferramentas que os ajudem a interpretar bem os conceitos básicos ligados à prevalência e incidência do HIV, assim como outras matérias importantes que podem provocar dúvidas na população.</p>
<p>A jornalista Salene Muchanga, do Jornal Savana, participou do workshop e disse que iniciativa foi boa, na medida em que trouxe questões técnicas que são pouco dominadas pelos profissionais da comunicaçào.</p>
<p>“O jornalista muitas vezes tem enfrentado dificuldades na interpretação dos dados e estimativas do HIV, e isso tem tido repercussão negativa para o nosso público”, comentou Muchanga.</p>
<p>Um dos objectivos específicos do encontro foi ajudar os jornalistas a interpretarem melhor os diferentes dados epidemiológicos no país, já que, em breve, Moçambique contará pela primeira vez com duas formas de recolher dados da prevalência do HIV: as rondas de vigilância epidemiológica sentinela e o Inquérito Nacional de Prevalência &#8211; Riscos Comportamentais e Informações sobre o HIV e Sida em Moçambique (INSIDA).</p>
<p>O mundo celebra no 1 de Dezembro o Dia Internacional de Luta contra a Sida, o que vai exigir dos jornalistas moçambicanos uma grande participação na divulgação dos factos, números e outros assuntos que envolvem esta pandemia.<br />
<strong><br />
Antónia Chagua e Olívia Mapute/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 12.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vasta cobertura por delegados de candidatura,Delegados de candidatura designados pelos concorrentes]]></title>
<link>http://chichone.wordpress.com/2009/11/14/vasta-cobertura-por-delegados-de-candidaturadelegados-de-candidatura-designados-pelos-concorrentes/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 16:48:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>chichone</dc:creator>
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<description><![CDATA[Delegados de candidatura designados pelos concorrentes Concorrente, n.º de mesas previstas, n.º de d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div><strong>Delegados de candidatura designados pelos concorrentes</strong></div>
<div>Concorrente, n.º de mesas previstas, n.º de delegados e percentagem de cobertura:</div>
<div>Frelimo (12 699), (24 862), (97,8%)</div>
<div>Renamo (12 699), (20 398), (81,8%)</div>
<div>MDM (12 699), (16 607), (65,4%)</div>
<div>PDD (5 498), (2 107 ), (19,2%)</div>
<div>PLD (12 550), (100 ), (0,4% )</div>
<div>Alimo (4 220), (77 ), (0,1% )</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CNE reconhece anulação deliberada de votos válidos]]></title>
<link>http://chichone.wordpress.com/2009/11/14/cne-reconhece-anulacao-deliberada-de-votos-validos/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 16:31:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>chichone</dc:creator>
<guid>http://chichone.wordpress.com/2009/11/14/cne-reconhece-anulacao-deliberada-de-votos-validos/</guid>
<description><![CDATA[O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), João Leopoldo da Costa, manifestou a apreensão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><a href="http://comunidademocambicana.blogspot.com/2009/11/cne-reconhece-anulacao-deliberada-de.html"></a></h3>
<div>
<div style="text-align:justify;">O presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), João Leopoldo da Costa, manifestou a apreensão daquele órgão eleitoral em relação à anulação deliberada de votos válidos por parte de alguns interessados ou intervenientes nas eleições de 28 de Outubro último.</div>
<div style="text-align:justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_r8JQKntVPhA/Sv2zHeJCkII/AAAAAAAAA0Y/TqBLsHK87PI/s1600-h/Joao+Leopoldo.jpg"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_r8JQKntVPhA/Sv2zHeJCkII/AAAAAAAAA0Y/TqBLsHK87PI/s320/Joao+Leopoldo.jpg" border="0" alt="" /></a>“A CNE reafirma que constatou com apreensão a anulação de votos válidos por parte de alguns interessados ou intervenientes no processo eleitoral, feita por insuficiência do trabalho de educação cívica ou por ma-fé”, disse Leopoldo da Costa.</div>
<div style="text-align:justify;">Falando quarta-feira, em Maputo, na divulgação dos resultados finais das quartas eleições gerais e das primeiras eleições provinciais, da Costa explicou que a anulação era feita com recurso, em alguns casos, à tinta da almofada destinada à impressão digital ou esferográfica, colocada na cabine de voto, em prejuízo de qualquer das candidaturas.</div>
<div style="text-align:justify;">Ainda que o número de votos nesta situação não altere o resultado final da eleição, a CNE, segundo o seu presidente, repugna veementemente esta prática e propõe-se a continuar a trabalhar no sentido de desencorajar tais actos, com o envolvimento de todas as partes interessadas.</div>
<div style="text-align:justify;">Mais adiante, da Costa destacou que este tipo de casos constitui um ilícito eleitoral previsto e punível nos termos da lei eleitoral.</div>
<div style="text-align:justify;">Segundo o presidente da CNE, nas presidenciais (PR) foi registado um total de 199.260 votos nulos; nas legislativas para a Assembleia da República (AR) foram registados 158.396 votos nulos, e nas provinciais (AP) 14.977 votos nulos.</div>
<div style="text-align:justify;">A província da Zambézia (no centro do país), que é o segundo maior círculo eleitoral, registou o maior número de votos nesta situação, tendo para as presidenciais 36.020; legislativas 29.532 e 33.821 para as provinciais.</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abstenções acima de 50% em 12 distritos de Nampula ]]></title>
<link>http://chichone.wordpress.com/2009/11/14/abstencoes-acima-de-50-em-12-distritos-de-nampula/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 15:59:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>chichone</dc:creator>
<guid>http://chichone.wordpress.com/2009/11/14/abstencoes-acima-de-50-em-12-distritos-de-nampula/</guid>
<description><![CDATA[Nampula registou elevados índices de abstenção De acordo com dados preliminares publicados pelo CIP,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><img src="http://www.opais.co.mz/opais/images/stories/politica/Votos-Nampula.jpg" border="0" alt="" width="428" height="312" align="left" /></div>
<p style="text-align:justify;">Nampula registou elevados índices de abstenção<br />
De acordo com dados preliminares publicados pelo CIP, o distrito de Angoche é o campeão das abstenções, com 96.562 eleitores que não se fizeram às urnas, contra um total de votantes de 29.391. Esses dados revelam que o número de cidadãos que votaram é duas vezes inferior ao dos que se abstiveram.<br />
Abstenções acima da metade de eleitores registaram-se, igualmente, nos distritos de Eráti, Monapo, Moma, Mogovolas, Nampula-Rapale, Ribáuè, Nacala-Porto, Memba, Mecubúri, Nacarrôa e Mongicual. Dentre estes distritos, Mogovolas, Moma, Eráti, Monapo e Angoche contam com os maiores números de eleitores inscritos.<br />
Estes números foram calculados com base na análise da realidade encontrada em 16 distritos dos 21 que compõem aquele círculo eleitoral, e não contemplam os resultados dos distritos de Lalaua, Malema, Mossuril, Muecate e Murrupula.<br />
DO FORTE AOS FRACOS<br />
Em todos os distritos de Nampula, o comportamento de voto obedece à mesma ordem: Armando Guebuza, em primeiro lugar; Afonso Dhlakama, na segunda posição; e, na cauda, está o candidato presidencial do MDM, Daviz Simango.<br />
Assim, Armando Guebuza encontra-se no topo, com 63.66% dos votos, seguido do líder da “perdiz” com, 6.12% e, finalmente, o dono do “galo” não foi para além de 5.21% de votos presidenciais.<br />
VOTO &#8220;URBANO&#8221; DECIDIU SUCESSO DE GUEBUZA<br />
Os votos “urbanos” das principais autarquias do círculo eleitoral de Nampula, nomeadamente, cidade de Nampula, Ribáuè , Angoche, Ilha de Moçambique e Nacala-porto apresentam maior preferência pelo candidato presidencial da Frelimo.<br />
O município de Nacala-Porto, apesar de apresentar 45.668 de abstenções, dos 42.147 votos registados, Armando Guebuza obteve 23.027 votos (acima da metade), o que representa 54,63%.<br />
No município de Angoche, dos 29.391 votos nas urnas, Guebuza arrecadou 19.654 (66,87%) e os remanescentes (cerca de 10 mil) estão divididos entre os outros candidatos presidenciais, para além dos votos nulos e brancos. Os mesmos cenários registam-se em Ribáuè e Ilha de Moçambique.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem conhece?]]></title>
<link>http://nujos.wordpress.com/2009/11/12/quem/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 11:20:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>MNujo</dc:creator>
<guid>http://nujos.wordpress.com/2009/11/12/quem/</guid>
<description><![CDATA[Foto tirada em Moçambique? Pela matrícula do automóvel, supõe-se que a foto foi tirada em Moçambique]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_38" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-38" title="Digitalizar0006" src="http://nujos.wordpress.com/files/2009/11/digitalizar0006.jpg" alt="Digitalizar0006" width="500" height="508" /><p class="wp-caption-text">Foto tirada em Moçambique?</p></div>
<p>Pela matrícula do automóvel, supõe-se que a foto foi tirada em Moçambique.</p>
<p>Alguém conhece esta família?</p>
<address>fonte: foto enviada pela Bruna</address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vitória de Guebuza confirmada, Renamo com mais 2 assentos.]]></title>
<link>http://chichone.wordpress.com/2009/11/11/vitoria-de-guebuza-confirmada-renamo-com-mais-2-assentos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:11:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>chichone</dc:creator>
<guid>http://chichone.wordpress.com/2009/11/11/vitoria-de-guebuza-confirmada-renamo-com-mais-2-assentos/</guid>
<description><![CDATA[Afluência de 44.6% Votos ilicitamente invalidados Erros nos números da CNE A esmagadora vitória da F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<div style="text-align:justify;">Afluência de 44.6%</div>
<div style="text-align:justify;">Votos ilicitamente invalidados</div>
<div style="text-align:justify;">Erros nos números da CNE</div>
<div style="text-align:justify;">A esmagadora vitória da Frelimo e de Armando Guebuza foi confirmada pela Comissão Nacional de Eleições que esta tarde anunciou os resultados oficiais. Mas houve duas surpresas. Primeiro, a Renamo ganhou mais assentos em Niassa e Sofala, comparado com os resultados provinciais e isso veio aparentemente de votos nulos requalificados. Segundo, a CNE admitiu o problema de haver votos indevidamente invalidados pelos membros das mesas de voto através de marcas de tinta extra.</div>
<div style="text-align:justify;">Os números dados esta tarde pela CNE contêm definitivamente alguns erros e nós tentaremos publicar os números exactos amanhã. Os resultados da corrida presidencial dados pela CNE foram confirmados.</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Votos de Dhlakama e Daviz anulados intencionalmente]]></title>
<link>http://chichone.wordpress.com/2009/11/11/votos-de-dhlakama-e-daviz-anulados-intencionalmente/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:04:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>chichone</dc:creator>
<guid>http://chichone.wordpress.com/2009/11/11/votos-de-dhlakama-e-daviz-anulados-intencionalmente/</guid>
<description><![CDATA[  Foi através do processo de requalificação de votos que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) detec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3> </h3>
<div style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;">Foi através do processo de requalificação de votos que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) detectou al­guns indícios que provam que milhares de votos a favor de Afonso Dhlakama e Daviz Si­mango, dois dos três candidatos às eleições presidenciais de 28 de Outubro, foram anulados inten­cionalmente.</div>
<div style="text-align:justify;">Segundo um vogal da CNE, é possível ver nos boletins que os eleitores indicaram devidamente o seu candidato preferido, mas que alguém, de forma deliberada, borrou com tinta num outro espa­ço com intenções de invalidar o voto.</div>
<div style="text-align:justify;">De acordo com a mesma fonte, o candidato da Renamo, Afonso Dhlakama, contabilizava, até ao momento em que falava ao nos­so jornal, 22 mil votos anulados e, para as legislativas, a “perdiz” perdeu injustamente 23 mil votos, destacando-se a província de Ma­nica com um total de 17 mil votos.</div>
<div style="text-align:justify;">O candidato do MDM, Daviz Si­mango, só a nível da cidade de Ma­puto, viu anulados 6 000 votos pelo mesmo esquema fraudulento.</div>
<div style="text-align:justify;">“Esta é, certamente, uma ma­téria de investigação para a Pro­curadoria-Geral da República.podemos estar perante um crime eleitoral, onde os principais sus­peitos podem ser os membros das mesas de voto, dado que é lá onde, em primeira instância, são manu­seados os votos”, disse a fonte da CNE.</div>
<div style="text-align:justify;">Refira-se que a CNE recebeu vá­rias reclamações, grosso modo, da oposição, relativas à expulsão de delegados de candidaturas antes e durante o apuramente parcial. As províncias de Tete, Manica, Zam­bézia e Sofala lideram em termos de reclamações.</div>
<div style="text-align:justify;"><strong>Turbulência na CNE</strong></div>
<div style="text-align:justify;">Na Comissão Nacional de Elei­ções, vive-se um ambiente de agi­tação devido ao facto de a Comis­são Provincial de Eleições (CPE) de Tete, apesar de ter enviado os dados, não ter apresentado todos os editais do apuramento parcial. Os editais em referência são dos distritos de Angónia, Sangano e Mutarara, por sinal, os mais dispu­tados na província de Tete</div>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong> </div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Brasil com luz verde para doar 5,3 milhões de euros a fábrica de anti-retrovirais em Moçambique]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/11/brasil-com-luz-verde-para-doar-53-milhoes-de-euros-a-fabrica-de-anti-retrovirais-em-mocambique/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:55:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Económicos do Senado autorizou hoje o governo brasileiro a doar 13,6 milhões ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Comissão de Assuntos Económicos do Senado autorizou hoje o governo brasileiro a doar 13,6 milhões de reais (5,3 milhões de euros) a Moçambique para a primeira fase de instalação de uma fábrica de anti-retrovirais.<br />
O projecto que prevê a ajuda do Brasil para a construção da unidade de medicamentos contra a SIDA em Maputo já foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado e será analisado ainda pela Comissão de Relações Exteriores, que dará um parecer definitivo.</p>
<p>O relator do projecto, o senador Marcelo Crivella, do Partido Republicano Brasileiro (PRB), destacou o carácter humanitário desta cooperação brasileira, que poderá beneficiar pelo menos 400 mil portadores do vírus HIV.</p>
<p>Crivella retratou o quadro dramático da SIDA em Moçambique, onde a taxa de prevalência é de 16% numa população de 20 milhões de pessoas.</p>
<p>De acordo com o senador, a SIDA mata cerca de 7000 pessoas por dia no país.</p>
<p>O Ministério da Saúde informou que o Brasil vai investir 10 milhões de dólares (6,7 milhões de euros) na fábrica de anti-retrovirais de Maputo.</p>
<p>A nova unidade de medicamentos deverá fabricar oito dos 15 anti-retrovirais que o Brasil tem tecnologia para produzir.</p>
<p>Dados do Programa das Nações Unidas para a SIDA (UNAIDS) indicam que a África Subsaariana continua a concentrar a maior parte das pessoas portadoras do vírus HIV no mundo.</p>
<p>Nesta região, a SIDA já deixou 14 milhões de crianças órfãs.</p>
<p><strong>Oje &#8211; 10.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[MOÇAMBIQUE: Pessoas com deficiência são excluídas das campanhas de prevenção de HIV]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/11/mocambique-pessoas-com-deficiencia-sao-excluidas-das-campanhas-de-prevencao-de-hiv/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:51:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[TETE, 10 Novembro 2009 (PlusNews) &#8211; Stefania*, 17, é cadeirante desde criança, quando sofreu u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>TETE, 10 Novembro 2009 (PlusNews) &#8211; Stefania*, 17, é cadeirante desde criança, quando sofreu um acidente de viação. Ela gosta de frequentar o Celso, um bar conhecido em Matundo, na cidade de Tete, capital da província do mesmo nome no noroeste de Moçambique.</p>
<p>Matundo fica às margens do rio Zambezi e tem uma das únicas pontes sobre o rio em toda a região, atraindo o tráfico de pessoas e mercadorias entre o Maluaí e o porto de Beira.</p>
<p>Ao fim da tarde, já meio escuro, é possível ainda ver a longa bicha de camiões a esperar para atravessar a ponte.</p>
<p>Enquanto acompanha o movimento de longe, Stefania conta: “ Tenho estado aqui [no Celso] para me distrair e vejo várias moças a subir em camiões. Algumas já ficaram grávidas e duas vizinhas minhas ficaram muito doentes. Então ter muitos amantes pode acabar em desgraça”, conclui.</p>
<p><strong>Desinformação<br />
</strong><br />
O que Stefania sabe sobre o HIV/SIDA aprendeu por observação. As campanhas de prevenção em Moçambique têm ignorado até hoje a questão da deficiência e o fato de jovens como ela frequentarem bares e festas e estarem expostos a comportamentos de risco.</p>
<p>Isto, num país em que 10 por cento dos 20 milhões de habitantes vivem com algum tipo de deficiência, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS). O próprio Ministério de Saúde (MISAU) estima que 324 mil moçambicanos com deficiência sejam seropositivos.</p>
<p>Moçambique tem uma seroprevalência de HIV/SIDA de 16 por cento entre adultos.</p>
<p>Um estudo de 2007, da organização missionária Milagres em Moçambique, (MIM, na sigla em inglês) constatou que a ausência de oportunidades educacionais a pessoas com deficiência, resulta na falta de informações sobre o HIV/SIDA, tornando-as ainda mais vulneráveis no início de suas vida sexual.</p>
<p>“Eu sei que existe HIV/SIDA. Você pode ficar infectado ao beijar ou manter relações sexuais com uma pessoa muito doente. Fora destes, não conheço outros meios de infecção” explica, demonstrando baixo conhecimento sobre formas de transmissão.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#e5ccbf"><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotopenPN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="left" /><strong> A pessoa com deficiência está inserida neste mundo e também é vitima das intempéries que recaem sobre esta sociedade</strong><img src="http://www.irinnews.org/images/design/PN/quotclosePN.jpg" border="0" alt="''" height="18" align="absMiddle" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O estudo da MIM envolveu crianças e jovens com e sem deficiência entre 11 e 23 anos, dentro e fora da escola e revelou também que as campanhas sobre a SIDA não consideram necessidades básicas dos quem vivem com deficiência, como o uso da língua para os surdos e publicações em braile para os cegos.</p>
<p>Nos casos de deficiência visual, outro obstáculo é a falta de  publicações sobre SIDA em braile ou letras com fontes (tamanho) maiores.</p>
<p>“Temos registado casos de abusos sexuais contra pessoas com deficiências e isso piora a sua vulnerabilidade em relação ao HIV/SIDA. Há ainda um baixo nível de conhecimento sobre a doença, aliado à ineficácia das campanhas”, desabafa Sérgio Reis, presidente da Associação de Jovens com Deficiência de Moçambique (AJUDEMO) de Tete.</p>
<p>A associação trabalha com pessoas com deficiência visual, auditiva e física, em áreas como liderança juvenil, educação para paz e HIV/SIDA.</p>
<p>O estudo do MIM corrobora a falta de informação sobre a epidemia: apenas 10 por cento dos entrevistados sabiam da diferença entre o vírus (HIV) e a doença (SIDA) e somente quatro por cento conheciam os sintomas da SIDA.</p>
<p>Para Reis, é “preciso entender a deficiência para explicar sobre a SIDA, porque a pessoa com deficiência está inserida neste mundo e também é vitima das intempéries que recaem sobre esta sociedade”.</p>
<p><strong>Formar para informar<br />
</strong><br />
Para inverter o cenário, algumas iniciativas estão a ser desenvolvidas para formar e informar os deficientes a lidarem com a questão do HIV/SIDA na província de Tete.</p>
<p>“Temos vindo a trabalhar com vários parceiros para reduzirmos a exclusão e a discriminação das pessoas que vivem com deficiência nas comunidades e a transformarmos os alfabetizados em activistas para ensinar sobre a SIDA”, disse Reis.</p>
<p>O projecto conta actualmente com 10 activistas de SIDA entre os cerca de 430 associados da AJUDEMO em Tete e na cidade vizinha de Moatize.</p>
<p>“Os activistas são formados e têm a tarefa de identificar outras pessoas com deficiência nos seus bairros e planear as abordagens temáticas sobre a SIDA, consoante as necessidades e capacidades de cada um”, referiu Reis.</p>
<p>A iniciativa procura adequar as campanhas ao público alvo: promover conversas simples e directas para quem tem deficiência intelectual ou ensinar o manuseio do preservativo para os cegos. E usa igualmente os jovens intérpretes da língua de sinais para desenhar imagens comunicativas para surdos.</p>
<p>Os activistas também se encarregam de ajudar as pessoas com deficiência a ultrapassarem as barreiras arquitectónicas nos centros médicos e poderem fazer testagem de HIV e, se necessário, tratamento, além de atuarem na adaptação do aconselhamento para surdos.</p>
<p>Além de informação, há projetos de geração de rendimento para reduzir a mendicância, que os torna mais expostos e vulneráveis.</p>
<p><strong>Música e desporto<br />
</strong><br />
Outra associação que trabalha com prevenção e HIV é a Associação Desportiva para as Pessoas Portadoras de Deficiência de Tete.</p>
<p>“Achamos que juntando as pessoas com deficiência em torneios desportivos e em shows musicais, ajudaríamos a fazer chegar as mensagens sobre a doença de uma maneira mais divertida e consistente”, disse Ilton Qualquer, membro da associação.</p>
<p>Segundo Qualquer, um grande número de pessoas que vivem com deficiência faz-se presente nos torneios e sente-se mais à vontade para se expressar e participar dos concursos com abordagens sobre o HIV/SIDA.</p>
<p>A Handicap Internacional, em coordenação com o Fórum das Associações Moçambicanas dos Deficientes (FAMOD), tem vindo a advogar para que as mensagens de prevenção do HIV, assistência médica e serviços de saúde reprodutiva cheguem até às pessoas com deficiência. A advocacia inclui a construção de rampas nas unidades sanitárias, para facilitar o acesso dos cadeirantes e dos que têm dificuldade de locomoção aos serviços de saúde.</p>
<p>Ainda sem contacto com nenhuma destas iniciativas, Stefania sonha: “Se eu tivesse conhecimentos e fosse formada como activista de SIDA, ajudaria muitas raparigas do meu bairro e a outros deficientes para se cuidarem e terem uma vida sã”.</p>
<p><strong>PlusNews &#8211; 10.11.2009</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A África está à venda - 16/10/2009]]></title>
<link>http://pembaathol.wordpress.com/2009/11/10/a-africa-esta-a-venda-16102009/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 10:52:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>pembaathol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Clóvis Rossi de &#8220;FOLHAONLINE&#8220; Está para ser fechado um acordo pelo qual a República ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Clóvis Rossi de &#8220;FOLHAONLINE&#8220; Está para ser fechado um acordo pelo qual a República ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Você se sente constrangido(a) em comprar preservativo?]]></title>
<link>http://criasnoticias.wordpress.com/2009/11/08/voce-se-sente-constrangidoa-em-comprar-preservativo/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:05:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ethelfeldman</dc:creator>
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<description><![CDATA[No dia 19 de Outubro, o jornal Notícias, diário de maior alcance no país, deu destaque à carta do le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No dia 19 de Outubro, o jornal <em>Notícias</em>, diário de maior alcance no país, deu destaque à carta do leitor Mubêdjo Wilson, que na coluna <em>Maputando</em> afirma que a maioria das pessoas que compra preservativos sente vergonha pelo acto.</p>
<p>“Nota-se que as pessoas, quando entram no estabelecimento, primeiro olham à volta e estudam a forma como abordar o balconista e, sorrateiramente, procuram falar em voz baixa para dizer que querem preservativo. Mesmo depois de receber, sem contudo deixar de pedir ao balconista que lhe entregue discretamente, trata logo num ápice de meter o pacotinho de preservativos no bolso”, escreveu.</p>
<p>Isso também acontece consigo?</p>
<p>A equipa de reportagem da <strong>Agência de Notícias de Resposta ao SIDA </strong>saiu às ruas de Maputo em busca de estabelecimentos que comercializam o produto preventivo e perguntou aos funcionários sobre o assunto.</p>
<p>“Isso aqui não é frequente. Creio que as pessoas hoje adquirem a camisinha sem nenhum receio, já que se trata de um meio de prevenção de doenças e da gravidez”, comentou Chabane Assamo Roque, balconista do Supermercado Hyper Coop, localizado na Avenida Mohamed Siad Barre.</p>
<p>Segundo ele, estão na faixa etária de mais de 30 anos os que mais compram o preservativo no local onde trabalha. “Homem e mulheres, não percebo uma grande diferença na procura”, comentou.</p>
<p>O proprietário da pastelaria Remis, na Avenida Vladimir Lenine, Elias Mahomad, disse que os jovens entre 20 e 25 anos são os que mais solicitam a camisinha.</p>
<p>“Não percebo vergonha neles. Quando chegam, dirigem-se logo ao balcão e dizem que querem preservativo”, explicou.</p>
<p>O mesmo cenário verificou-se nas farmácias Regente, no Bairro do Alto Maé, e Calêndula II, na avenida Eduardo Mondlane.</p>
<p>Adelino Francisco, funcionário da farmácia Regente, disse que as mulheres se sentem mais à vontade em comprar o produto, mas optam pelo preservativo masculino ao feminino.</p>
<p>O técnico da farmácia Calêndula II, Renaldo Langa, contou que alguns pais compram o preservativo para seus filhos e fazem isso sem contrangimentos.</p>
<p><strong>Opinião de um especialista</strong></p>
<p>Apesar dos vendedores de preservativos entrevistados pela Agência SIDA terem se opostos à opinião publicada no jornal Notícias, o representante nacional da PSI, Arild Drivdal, acredita que muitas pessoas se sentem constrangidas ao comprar o produto devido à associação directa ao acto sexual, o que é muito íntimo e pessoal.</p>
<p>“Existe também a percepção errada de que os preservativos estão ligados ao sexo com pessoas infectadas e diferentes parceiros”, comentou.</p>
<p>Drivdal explicou que a PSI procura trabalhar o marketing social do preservativo, removendo o estigma que ainda é associado ao produto.</p>
<p>“Procuramos sempre passar a mensagem de que o preservativo é para todos. Por isso as embalagens possuem imagens de pessoas saudáveis e em situações normais. Não há imagens explicitas de referência ao sexo”, explicou.</p>
<p>Como estratégia para minimizar os constrangimentos na compra do preservativo, a PSI, com apoio da Agência Norte Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), instalou mais de 250 máquinas de venda de preservativo em bares, casas noturnas e restaurantes da Cidade de Maputo; e planeia instalar mais 200 máquinas em 2010.</p>
<p><strong>Antónia Chagua/Agência de Notícias de Resposta ao Sida &#8211; 06.11.2009<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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