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	<title>modelos-complexos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/modelos-complexos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "modelos-complexos"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 07:12:18 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Super Computador]]></title>
<link>http://jcspl.net/2008/11/20/super-computador/</link>
<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 13:55:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2008/11/20/super-computador/</guid>
<description><![CDATA[Esta nota é para ressaltar uma matéria recentemente publicada no Globo Tecnologia sobre um supercomp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esta nota é para ressaltar uma matéria recentemente publicada no <a title="ibm" href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/11/10/ibm_constroi_supercomputador_capaz_de_rodar_internet_inteira-586330728.asp" target="_blank">Globo Tecnologia</a> sobre um supercomputador da IBM. Coincidência, que é a segunda nota, seguida, onde a IBM é protagonista.</p>
<p>A reportagem fala de dois brasileiros que participam de um projeto que usa o supercomputador para simular parte da rede mundial. São pesquisas que ajudam a aperfeiçoar o uso de super máquinas para soluções onde hoje emprega-se cluster de máquinas. No caso, a IBM busca maneiras de fornecer opções de custo menor, incluindo consumo de energia, em um “único” computador. Isso, traz desafios para o sistema operacional.</p>
<p> Na reportagem a cientista Dilma Silva, que já foi <a title="dilma-usp" href="http://www.ime.usp.br/~dilma/" target="_blank">professora da USP</a>, e hoje é cientista da IBM, trabalhando no <a title="tjw" href="http://www.watson.ibm.com/index.shtml" target="_blank">laboratório</a> <a title="thomas" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_J._Watson" target="_blank">Thomas J. Watson </a>, relata o uso do Linux como o sistema operacional desse super computador.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Necessidade da Abstração (A Visão do Poeta)]]></title>
<link>http://jcspl.net/2008/05/17/a-necessidade-da-abstracao-a-visao-do-poeta/</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 12:00:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2008/05/17/a-necessidade-da-abstracao-a-visao-do-poeta/</guid>
<description><![CDATA[Em nota anterior, &#8220;Níveis de Abstração&#8220;, já tinha apontado da importância do conceito de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em nota anterior, &#8220;<a title="abstr" href="http://jcspl.wordpress.com/2007/03/14/niveis-de-abstracao/" target="_blank">Níveis de Abstração</a>&#8220;, já tinha apontado da importância do conceito de abstração para a engenharia de software.</p>
<p>Posterior a minha postagem, o <a title="jeff" href="http://www-dse.doc.ic.ac.uk/cgi-bin/moin.cgi/jk" target="_blank">Professor Jeff Kramer </a>publicou um artigo na <a title="key 2" href="http://portal.acm.org/citation.cfm?id=1232743.1232745&#38;coll=GUIDE&#38;dl=GUIDE&#38;idx=J79&#38;part=magazine&#38;WantType=Magazines&#38;title=Communications%20of%20the%20ACM&#38;CFID=://www.google.com.br/search?sourceid=navclient-ff&#38;CFTOKEN=www.google.com.br/search?sourceid=navclient-ff" target="_blank">CACM</a> cujo título é “<a title="key" href="http://www.cse.msu.edu/~cse914/Papers/kramer-abstraction.pdf" target="_blank">Abstraction – the key to Computing</a>?” onde escreve sobre porque acredita que esse conceito é fundamental para a computação.  Concordo plenamente.  Vale a pena ler.</p>
<p>Estive na UFF no árduo trabalho de membro da banca de um concurso para Professor.   Nesta ocasião,  o <a title="orlando" href="http://www.ic.uff.br/~loques/" target="_blank">Professor Orlando Loques</a> mostrou-me um conto de <a title="borges" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jorge_Luis_Borges" target="_blank">Jorge Luis Borges</a> que tinha pregado em sua parede. Incrível! Creio que é uma demonstração clara da necessidade da abstração.   Aqui vai o texto, leia-o com atenção.</p>
<blockquote><p><strong>Del rigor en la ciencia</strong></p>
<p>En aquel Imperio, el Arte de la Cartografía logró tal Perfección que el Mapa de una sola Provincia ocupaba toda una Ciudad, y el Mapa del Imperio, toda una Provincia. Con el tiempo, estos Mapas Desmesurados no satisficieron y los Colegios de Cartógrafos levantaron un Mapa del Imperio, que tenía el Tamaño del Imperio y coincidía puntualmente con él. Menos Adictas al Estudio de la Cartografía, las Generaciones Siguientes entendieron que ese dilatado Mapa era Inútil y no sin Impiedad lo entregaron a las Inclemencias del Sol y los Inviernos. En los Desiertos del Oeste perduran despedazadas Ruinas del Mapa, habitadas por Animales y por Mendigos; en todo el País no hay otra reliquia de las Disciplinas Geográficas.<br />
Suárez Miranda: Viajes de varones prudentes<br />
Libro Cuarto, cap. XLV, Lérida, 1658 (<a title="site de poesia" href="http://www.palabravirtual.com/index.php?ir=ver_poema1.php&#38;pid=10936" target="_blank">veja a fonte</a>)</p></blockquote>
<p>Se preferir ouvi-lo na própria voz do grande poeta, veja <a title="youtube" href="http://video.google.com/videoplay?docid=-8747548060623486309" target="_blank">este vídeo</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Leia sobre <a title="sisdinf" href="http://sisdinf.blogspot.com/" target="_blank">Sistemas de Informação</a>.</p>
<p>Veja a página do <a title="jcspl" href="http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/" target="_blank">autor</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Redes de Produtos (Mineração de Dados Econômicos) ]]></title>
<link>http://jcspl.net/2007/08/18/redes-de-produtos-mineracao-de-dados-economicos/</link>
<pubDate>Sat, 18 Aug 2007 21:06:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2007/08/18/redes-de-produtos-mineracao-de-dados-economicos/</guid>
<description><![CDATA[Um dos livros que recomendo é o livro do Professor Barabási sobre conectividade. O Professor e seu g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um dos <a href="http://jcspl.wordpress.com/livros-books-recomendados-recommended/" title="livros">livros que recomendo</a> é o <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0452284392?ie=UTF8&#38;tag=httpjcspwordc-20&#38;linkCode=as2&#38;camp=1789&#38;creative=9325&#38;creativeASIN=0452284392" title="linked" target="_blank">livro do Professor Barabási </a>sobre conectividade.  O Professor e seu grupo na universidade de Notre Dame especializaram-se no estudo de redes complexas.  Já produziram vários trabalhos de importância mostrando a complexidade de diferentes redes em várias situações.</p>
<p>Recentemente, o grupo de Notre Dame e pesquisadores da Escola Kennedy da Universidade de Harvard publicaram um <a href="http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/317/5837/482" title="Science" target="_blank">artigo na revista Science</a> que chamou minha atenção.  Creio que é um excelente exemplo  de como o tratamento de redes com ênfase na mineração de dados pode trazer mais transparência para um conceito tão complexo como o da riqueza das nações.</p>
<p>Vejam a Figura abaixo.  Nela podemos ver padrões diferentes do uso da cor preta.  Essa cor mostra produtos que tem o total de exportação maior que de importação.  Ou seja os padrões em preto mostram a origem de determinados produtos comercializados no mercado global.  Vejam que o padrão apresentado pelos países ricos é de centralização da cor preta.</p>
<p><a href="http://jcspl.wordpress.com/files/2007/08/317_482_f2.jpg" title="317_482_f2.jpg"><img src="http://jcspl.wordpress.com/files/2007/08/317_482_f2.jpg" alt="317_482_f2.jpg" /></a></p>
<p>O que isso significa?  Ocorre que no trabalho de mineração de dados do mercado mundial, usando <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/data.htm" title="nbr" target="_blank">dados do NBER</a>, os pesquisadores demonstraram que os países mais ricos concentram suas atividades em produtos de alto valor (máquinas, eletrônicos, veículos), ou bens de capitais.  Uma vez visualizando esse espaço de produto esses produtos concentram-se no centro do grafo de produtos.  O artigo argumenta que o tipo de  <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Images/spacelabelslegends.pdf" title="product space" target="_blank">conectividade entre os produtos do grafo</a> mostra a diferença de  um país pouco desenvolvido (vide grafos acima) se comparado ao  de país desenvolvido (isto é com uma maior participação no mercado mundial de produtos de maior valor agregado). Quanto mais proxima a concetividade entre produtos, maior o grau de desenvolvimento.</p>
<p>Não li o artigo, ainda, mas li partes do material exposto no sítio do <a href="http://www.nd.edu/~alb/" title="barabasi" target="_blank">Professor Barabási</a> e uma nota  de <a href="http://stconsultant.blogspot.com/2007/07/product-space-conditions-development-of.html" title="john daly" target="_blank">John Daly</a> (de onde tireio o grafo acima, que foi retirado do artigo da revista Science).</p>
<p>Creio que o artigo  sobre o espaço de produtos tem grande importância para que possamos melhor entender a economia.  Creio que esse tipo de instrumental é também muito útil para  a definição de políticas de desenvolvimento.</p>
<p>Vejam como estava o Brasil em <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/BRA1985.eps.pdf" title="br 85" target="_blank">1985</a> e em <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/BRA2000.eps.pdf" title="br 2000" target="_blank">2000</a>.  Comparem com a República <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/CZE2000.eps.pdf" title="check 00" target="_blank">Tcheca em 2000</a> e com a Espanha (<a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/ESP1985.eps.pdf" title="sp 85" target="_blank">1985</a>, <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/ESP2000.eps.pdf" title="sp 2000" target="_blank">2000</a>).  Vejam também os gráficos dos <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/USA2000.eps.pdf" title="us" target="_blank">Estados Unidos</a>, da <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/DEU2000.eps.pdf" title="de 00" target="_blank">Alemanha</a>,  e do <a href="http://www.nd.edu/~networks/productspace/Resources/CountryMaps/JPN2000.eps.pdf" title="jp 00" target="_blank">Japão</a> para o ano 2000.  Os produtos com a moldura preta são aqueles produtos onde os países exportam mais do que importam.</p>
<p>Enfim achei essa pesquisa simplesmente incrível (Amazing)!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sistemas Complexos: Cuidado com o Detalhe]]></title>
<link>http://jcspl.net/2006/12/08/sistemas-complexos-cuidado-com-o-detalhe/</link>
<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 10:12:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2006/12/08/sistemas-complexos-cuidado-com-o-detalhe/</guid>
<description><![CDATA[A imprensa do Brasil tem chamado a crise no espaço aéreo brasileiro de &#8220;apagão aéreo&#8221;.  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A imprensa do Brasil tem chamado a crise no espaço aéreo brasileiro de &#8220;apagão aéreo&#8221;.  Na última terça-feira o país paralisou o trafégo de aviões comerciais.  Não é necessário dizer quais foram as consequências.</p>
<p>Uma <a target="_blank" href="http://www.estado.com.br/editorias/2006/12/08/cid-1.93.3.20061208.37.1.xml" title="cindacta">nota do Estado de São Paulo </a>na edição &#8220;on-line&#8221; do dia 8 de Dezembro entitulada &#8220;Sargento assume culpa por apagão; FAB descentraliza controle de vôo<br />
Brigadeiro admite que identificação de problema na 3.ª-feira levou mais de 6 horas por<br />
falta de técnico especializado&#8221; de autoria de Vera Rosa, Tânia Monteiro e Bruno Tavares, diz, no seu final, o seguinte:</p>
<p>&#8220;O terceiro &#8211; e mais grave &#8211; apagão nos aeroportos em pouco mais de um mês começou a se desenhar na manhã de terça-feira. Às 9 horas, controladores detectaram interferências corriqueiras nas freqüências de rádio usadas por aviões que decolam do Rio para Brasília. Como o chiado dificultava o contato com as aeronaves, o supervisor acionou um dos sargentos que cuidam da manutenção dos equipamentos.</p>
<p>O sargento desviou algumas freqüências para a central de áudio reserva, que funciona conectada e concomitantemente à titular. A transferência é feita por chaves eletrônicas &#8211; o operador direciona as freqüências para cada máquina clicando numa tela de computador. Só então o sargento percebeu que a central reserva estava inoperante &#8211; passava por manutenção. &#8216;Depois que você faz a troca das freqüências para outra central, o software não aceita a contra-ordem&#8217;, disse um oficial.</p>
<p>Ao tentar desfazer o erro, o sargento inverteu uma placa, piorando a situação. &#8216;É como se você colocasse pilha num rádio ao contrário&#8217;, disse um ministro. O militar abandonou a sala técnica, sem avisar os superiores. &#8216;Essa &#8216;barbeiragem&#8217; desconfigurou o sistema&#8217;, afirmou outro militar. &#8220;</p>
<p> A reportagem inicia-se com a frase: &#8220;O maior apagão da história da aviação brasileira foi causado por falha humana.&#8221;. O termo apagão foi cunhado pela imprensa por lembrar a crise de energia que o país passou no fim do século passado. Outro ponto a ressaltar é o emprego do termo &#8220;falha&#8221; ao ínves de &#8220;falta&#8221;, veja <a target="_blank" href="http://jcspl.wordpress.com/2006/08/20/erro-defeito-falta-falha-error-fault-failure/" title="erro">nota anterior sobre isso</a>.</p>
<p>No entanto, o que pode ser mais grave é que, na verdade, o problema esteja não no erro cometido pelo humano, mas em erros cometidos no desenho do software que controla essas centrais. Ainda é cedo para se saber o que realmente ocorreu, o que relatei acima foi uma reportagem de jornal, mas a característica <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/2006/04/um-breve-resumo-sobre-teoria-geral-dos.html" title="globalidade">da globalidade de sistemas </a>torna cada detalhe de grande importância, principalmente em situações onde se depende de software.</p>
<p>p.s. Em função da escrita dessa nota, <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/2006/12/globalidade-teoria-geral-de-sistemas.html" title="amazing">acabei escrevendo outra, em outro veículo</a>.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Leia sobre <a target="_blank" href="http://sisdinf.blogspot.com/" title="sisdinf">Sistemas de Informação</a>.</p>
<p>Veja a página do <a target="_blank" href="http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/" title="jcspl">autor</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sistemas de Software Transparentes]]></title>
<link>http://jcspl.net/2006/10/24/sistemas-de-software-transparentes/</link>
<pubDate>Tue, 24 Oct 2006 18:13:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2006/10/24/sistemas-de-software-transparentes/</guid>
<description><![CDATA[Vejam  o material de apoio que usei para proferir a palestra convidada do vigésimo Simpósio Brasilei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vejam  o <a target="_blank" href="http://www-di.inf.puc-rio.br/~julio/Slct-pub/transp-sbes.pdf" title="palestra">material de apoio </a>que usei para proferir a palestra convidada do vigésimo <a target="_blank" href="http://www.inf.ufsc.br/sbes2006/" title="sbes">Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minority Report]]></title>
<link>http://jcspl.net/2006/02/11/minority-report/</link>
<pubDate>Sat, 11 Feb 2006 01:04:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Cesar Sampaio do Prado Leite</dc:creator>
<guid>http://jcspl.net/2006/02/11/minority-report/</guid>
<description><![CDATA[Frequentemente tenho lembrado desse filme de Spielberg (veja (em Inglês) críticas aqui e em especial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Frequentemente tenho lembrado desse <a target="_blank" href="http://www.dreamworksfansite.com/minorityreport/" title="minority report">filme </a>de Spielberg (veja (em Inglês) críticas <a href="http://www.rottentomatoes.com/m/minority_report/" title="Rotten Tomatos">aqui </a>e em especial <a href="http://movie-reviews.colossus.net/movies/m/minority_report.html" title="Berardinelli">aqui</a>), em particular do dispositivo utlizado para acessar as informações.  Veja a foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.dreamworksfansite.com/minorityreport/images/image_one.jpg" alt="dispositivo de acesso" /></p>
<p>Na verdade não era exatamente essa a foto que procurava, mas foi a que achei. </p>
<p>O ponto que me leva a escrever essa nota é o seguinte. </p>
<p>Para exibir modelos complexos como os que estamos lidando agora:  arquiteturas de software, modelos organizacionais como o <a href="http://www.cs.toronto.edu/km/istar/" title="i*">i*</a>, e modelos que empregam o que a <a target="_blank" href="http://www.inf.puc-rio.br/~lyrene" title="Lyrene">Lyrene</a> chama de <a target="_blank" href="http://www.sbbd-sbes2005.ufu.br/arquivos/02-%209600.pdf" title="artigo sbes">Características Transversais</a> é necessário uma tecnologia que ainda não dispomos no mercado.</p>
<p>A visualização de modelos complexos exige hardware compatível com a dimensão da complexidade.  Minority Report, através de sua visão futurística, antecipa esse tipo de dispositivo de acesso à informação.</p>
<p>Por enquanto, temos que lidar com os limites dos monitores existentes, que basicamente são estáticos e de tamanho inadequado para lidar com esses modelos que estão a emergir.</p>
<p>A Lyrene em sua tese de doutorado está enfrentando esse problema, mas aqui o software coloca-se adiante do hardware, pelo menos no que  se refere a aspectos de iteração com a máquina.</p>
<p> Enfim: só para dividir esse pensamento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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