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	<title>monopolio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/monopolio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "monopolio"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:38:26 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[El PJ presenta un libro sobre la historia de Clarín]]></title>
<link>http://lanotadigital.com.ar/2009/11/26/el-pj-presenta-un-libro-sobre-la-historia-de-clarin/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:38:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Nota Digital</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Partido Justicialista de Entre Ríos presenta el Libro del periodista Claudio Díaz titulado DIARIO]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Partido Justicialista de Entre Ríos presenta el Libro del periodista Claudio Díaz titulado DIARIO]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globo X Record: uma guerra privada com armas públicas]]></title>
<link>http://edsonrodrigues.wordpress.com/2009/11/26/globo-x-record-uma-guerra-privada-com-armas-publicas/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:08:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>edsonjrodrigues</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Globo, por sua vez, ataca o sistema nervoso da segunda maior emissora, os incontáveis problemas da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Globo, por sua vez, ataca o sistema nervoso da segunda maior emissora, os<br />
incontáveis problemas da Igreja Universal do Reino de Deus.</p>
<p>Por Rodolfo Viana</p>
<p>Não há mocinhos em nenhum dos lados da recente briga entre a TV Globo e a<br />
Rede Record de Televisão. Também não há mentiras nos ataques de uma contra a<br />
outra: os Marinho sempre tiveram uma relação espúria com o poder e a Record,<br />
uma interação promíscua com a Igreja Universal do Reino de Deus. Mas o<br />
problema central nessa guerra é que estão guerreando com armas alheias.<br />
Estão guerreando com armas públicas.</p>
<p>É ingenuidade de pouco eco crer que não existem interesses econômicos e<br />
ideológicos guiando os grandes grupos de comunicação do país. A comunicação<br />
de massa tem papel estratégico na organização social e criação de valores e<br />
a informação também sofre diversos tipos de manipulações, das mais<br />
explícitas – edições de texto/imagens, escolha das fontes, qualificações –<br />
às mais sutis – o que é silenciado, o “tom” sobre o informado, as relações<br />
de uma notícias com outra, a ordem de apresentação.</p>
<p>É por isso que a luta pela democratização da comunicação não se restringe à<br />
criação de normas de conduta ao jornalismo hoje praticado, buscando a<br />
isenção e objetividade. Essa luta tem de visar a possibilidade de<br />
multiplicação de vozes, a multiplicação do que é informado e como é<br />
informado, permitindo ao cidadão obter mais dados sobre uma determinada<br />
realidade para que, com eles, forme seu juízo. Com o monopólio ou oligopólio<br />
da informação, restringem-se as versões da realidade, orientando visões de<br />
mundo.</p>
<p>Qual o problema, então, com a recente disputa entre a Rede Globo e a Rede<br />
Record? Esta última está expondo a milhões de telespectadores informações<br />
que antes só eram conhecidas de um grupo restrito sobre a tenebrosa história<br />
da maior emissora do país. A Globo, por sua vez, ataca o sistema nervoso da<br />
segunda maior emissora, os incontáveis problemas da Igreja Universal do<br />
Reino de Deus. O conflito quebra um tácito pacto de não agressão entre os<br />
poderosos, e mais informações são disponibilizadas ao público. Quando dois<br />
gigantes brigam, os pequenos podem tirar proveito, imagina-se.</p>
<p>Só que esta “guerra” escancara de uma forma sem precedentes uma prática<br />
ilegal e imoral: os interesses privados estão sendo defendidos com armas<br />
públicas, as concessões de TV entregues aos Marinho e a Edir Macedo. Ao<br />
lançarem mão destas “armas”, comprometem a função social dos meios de<br />
comunicação e, mais, infringem normas de utilização de uma concessão pública<br />
de radiodifusão.</p>
<p>Diferentemente de um jornal impresso, que é privado e responde atualmente<br />
somente às leis dos códigos Civil e Penal (já que não existe mais a Lei de<br />
Imprensa&#8230;), as emissoras de televisão operam por meio de concessões<br />
públicas e, como tais, estão obrigadas a cumprir determinações legais para o<br />
seu funcionamento. Não podem fazer o que bem entender com a sua programação,<br />
uma vez que só possuem o direito de chegar aos lares de praticamente todos<br />
os brasileiros porque o Estado brasileiro, em nome do povo, as tornou<br />
concessionárias públicas de radiodifusão.</p>
<p>Portanto, não importa quem tem razão nessa guerra privada entre Globo e<br />
Record. As duas cometem um gravíssimo erro ao utilizar a arena pública da<br />
radiodifusão de forma privilegiada para travarem as batalhas privadas que<br />
lhes interessam. A Rede Globo, caminhando por mais anos nessa estrada, tem<br />
mais expertise. Seus interesses são mais bem travestidos de “notícias”<br />
relevantes apresentadas à sociedade nos seus telejornais. A Record peca por<br />
um amadorismo tacanho, com a edição de “reportagens” em que nem sequer se<br />
preocupam em fazer a clássica divisão da objetividade aparente entre<br />
“opinião” e “informação”.</p>
<p>Mas não importa o nível de sofisticação de cada uma delas. A disputa Globo x<br />
Record é a mais recente e nítida apropriação do público pelo privado.</p>
<p>Em tempo: nestes mesmos dias de “guerra” entre as duas maiores emissoras de<br />
TV do país, os representantes dos empresários da área de comunicação se<br />
retiraram da comissão organizadora da I Conferência Nacional de Comunicação.<br />
A Conferência, prevista para ocorrer no final desse ano, visa a ser um amplo<br />
espaço de debate e deliberação sobre temas da área, incluindo as formas de<br />
concessão e renovação de espectros de radiodifusão, conteúdo e programação,<br />
publicidade etc.</p>
<p>A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) foi uma<br />
das entidades que se retiraram do processo. Mais do que isso, foi a entidade<br />
que liderou o movimento de esvaziamento da Conferência pelo empresariado.</p>
<p>A Rede Globo e a Rede Record são associadas da Abert. Estão, portanto, do<br />
mesmo lado quando a tarefa é sufocar a justa reivindicação do direito de a<br />
sociedade brasileira discutir a comunicação.</p>
<p>Malandro é o gato que já nasce de bigode&#8230; (Observatório do Direito à<br />
Comunicação)</p>
<p>Rodolfo Viana é jornalista e membro do Intervozes &#8211; Coletivo Brasil de</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lecciones de Doctrina: Microsoft]]></title>
<link>http://revapaus.org/2009/11/25/lecciones-de-doctrina-microsoft/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:50:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>enriqueotero</dc:creator>
<guid>http://revapaus.org/2009/11/25/lecciones-de-doctrina-microsoft/</guid>
<description><![CDATA[Bueno, no voy a escribir nada al respecto, dense un quemón y decidan por ustedes mismos que pensar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bueno, no voy a escribir nada al respecto, dense un quemón y decidan por ustedes mismos que pensar&#8230;. Tan solo anoto lo siguiente: <strong><span style="color:#ff0000;">BestBuy esta comenzando a abrir su cadena de tiendas de tecnología en México.</span></strong></p>
<p>El enlace es el siguiente: http://www.overclock.net/windows/569458-microsoft-attack-linux-retail-level-probably.html</p>
<p>Y aquí una prueba (La imágen es de la fuente: &#8220;overclock.net; Usuario: <a rel="nofollow" href="http://www.overclock.net/member.php?u=52370">GodofGrunts</a>&#8220;):</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://revapaus.wordpress.com/files/2009/11/compare.png"><img class="size-full wp-image-365 aligncenter" title="compare" src="http://revapaus.wordpress.com/files/2009/11/compare.png" alt="microsoft windows7 dirty propaganda" width="480" height="281" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Y para que luego no digan que no ataco a Mac, hay les va un dibujo bien bonito, úsenlo como quieran, licencia CC-BY-SA, si alguien quiere al archivo SVG envíeme un correo:</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://revapaus.wordpress.com/files/2009/11/mac_apesta.png"><img class="size-full wp-image-366 aligncenter" title="mac_apesta" src="http://revapaus.wordpress.com/files/2009/11/mac_apesta.png" alt="mac apesta" width="480" height="678" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monopólio da RBS em discussão]]></title>
<link>http://jornalismob.wordpress.com/2009/11/25/monopolio-da-rbs-em-discussao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:24:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cris</dc:creator>
<guid>http://jornalismob.wordpress.com/2009/11/25/monopolio-da-rbs-em-discussao/</guid>
<description><![CDATA[Poucas são as iniciativas efetivas para romper com o monopólio dos meios de comunicação no Brasil. U]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica-2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3209" style="border:0 solid black;" title="audiência pública 2" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica-2.jpg?w=300" alt="" width="270" height="203" /></a>Poucas são as iniciativas efetivas para romper com o monopólio dos meios de comunicação no Brasil. Uma delas aconteceu hoje, quarta-feira 25, promovida pelo Ministério Público Federal com representação em Canoas. Uma audiência pública discutiu o monopólio da RBS no Rio Grande do Sul.</p>
<p>O fato de as probabilidades de alguma coisa realmente mudar serem pequenas não anula a validade de se insistir. Sem se fazer nada é que as coisas não vão mesmo acontecer. Convocada pelo procurador Pedro Antônio Roso, a audiência escancarou o óbvio, que a RBS não cumpre a lei. Mesmo que no papel esteja tudo direitinho, com não mais do que dois canais de TV por CNPJ, na prática isso não acontece. São 12 os CNPJ que transmitem o mesmo conteúdo, que não é nem da RBS, mas praticamente todo da Globo. Meios de comunicação deviam ser fiscalizados pelos seu conteúdo, não simplesmente pelos números no papel.</p>
<p>Essas questões foram colocadas pelo público hoje à tarde. Público, aliás, já conhecido pelo pessoal do Jornalismo B. São os mesmos que estão sempre na luta: o pessoal do <a href="http://www.dialogico.blogspot.com/">Dialógico</a>, do <a href="http://rsurgente.opsblog.org/">RS Urgente</a>, do <a href="http://coletivocatarse.blogspot.com/">Coletivo Catarse</a>, dos movimentos estudantis. Estavam também <a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3210" style="border:0 solid black;" title="audiência pública" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica.jpg?w=300" alt="" width="270" height="203" /></a>o vice-presidente do Media Watch Global (do qual o presidente é Ignácio Ramonet), o presidente do Sindicato dos Jornalistas do RS e o dono do <a href="http://www.jornalja.com.br/">Jornal Já</a>.</p>
<p>Participando da mesa, além do procurador Pedro Roso, o presidente da TV comunitária POA TV, uma representante do Conselho Regional de Radiodifusão Comunitária do RS (CONRAD), um representante da Anatel, entre outros, estava uma representante do Grupo RBS, Fernanda Gutheil (ainda não descobrimos qual CNPJ ela representava). Sua função lá foi bem simples: entrar muda e sair calada. Falou o estritamente necessário, sem um posicionamento verdadeiro por parte da empresa. Entrevistada depois da audiência, Fernanda disse que foi só prestar esclarecimentos, e que não podia falar em nome da RBS, apenas no dela própria. Mas estava como representante do grupo. Vai entender&#8230;</p>
<p><a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica-3.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3211" style="border:0 solid black;" title="audiência pública 3" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/audiencia-publica-3.jpg?w=300" alt="" width="270" height="203" /></a>Por incrível que pareça, a RBS alega que não tem afiliadas, mas repetidoras. A marca &#8220;Grupo RBS&#8221; pertence à RBS Participações S/A, que detém as concessões de Porto Alegre e Caxias. São duas só, tudo dentro da lei. Pouco importa, para a empresa, se <a href="http://www.rbs.com.br/quem_somos/index.php?pagina=grupoRBS">no site do grupo apareçam &#8220;18 emissoras de televisão aberta (afiliadas à Rede Globo)&#8221;</a>, entre tantos outros veículos, de TV, rádio, jornais, editoras&#8230; Isso tudo na parte institucional, sob o título &#8220;Plataforma multimídia do Grupo RBS&#8221;. Cláudia Cardoso, do Dialógico, resumiu: &#8220;isso caracteriza inconstitucionalidade, é monopólio&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/institucional-rbs1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3216" style="border:0 solid black;" title="institucional RBS" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/institucional-rbs1.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
<p>Para Marco Weissheimer, do RS Urgente e da <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm">Carta Maior</a>, toda a RBS atua como uma única empresa. Há estratégias institucionais voltadas para todas as retransmissoras da mesma forma. As cores dos produtos, o formato dos programas, os e-mails, até os crachás dos funcionários, tudo é uniforme (isso sem citar o conteúdo, é claro), mas a RBS se defende afirmando que possui apenas duas TVs.</p>
<p>No fim das contas, foram definidos alguns encaminhamentos para dar sequência ao caso: solicitar os contratos da Globo com os 12 CNPJ da RBS no estado, requisitar a informação de a quem pertence a marca &#8220;RBS&#8221;, além de dados sobre a movimentação financeira da empresa, de como são feitos os pagamentos e qual é o percentual de lucro destinado à Globo, à RBS Participações S/A e às retransmissoras do interior, entre outros. Espera-se, com isso, fornecer subsídios para se abrir um processo judicial contra a RBS.</p>
<p>Talvez não dê em nada, tendo em vista que os interesses são muito fortes e o poder econômico que suporta o grupo é enorme. Mas é um começo. É uma luta. Um dia, tenho fé, teremos uma comunicação verdadeiramente inclusiva e democrática no Brasil.</p>
<p><em>Postado por Cris Rodrigues</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não é a grande imprensa quem vai democratizar a informação]]></title>
<link>http://jornalismob.wordpress.com/2009/11/24/nao-e-a-grande-imprensa-quem-vai-democratizar-a-informacao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:33:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Haubrich</dc:creator>
<guid>http://jornalismob.wordpress.com/2009/11/24/nao-e-a-grande-imprensa-quem-vai-democratizar-a-informacao/</guid>
<description><![CDATA[A questão é: quem vai democratizar a informação? a) Grandes empresas de comunicação; b) Governo; c) ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/pessoas-redes-20091013092655.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3203" style="border:black 0 solid;" title="pessoas-redes-20091013092655" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/pessoas-redes-20091013092655.jpg" alt="" width="270" height="238" /></a>A questão é: quem vai democratizar a informação? a) Grandes empresas de comunicação; b) Governo; c) Mídia independente; d) Sociedade; e) n.d.a. Descartaria, de cara, a opção “a”. Eles não tem qualquer interesse em que você possa opinar. Para eles, você deve ler, olhar, ouvir e obedecer.</p>
<p>A RBS, em parceria com a PUCRS e com o Instituto de Tecnologia de Massachussetts (MIT) lançou nessa segunda-feira, 22, o site do projeto Locast. Vai funcionar mais ou menos assim: inicialmente repórteres e estudantes de jornalismo da PUCRS e, mais tarde, leitores, poderão enviar para a RBS, por celular ou outra forma de internet móvel, vídeos e notícias. Pré-selecionados pelos jornalistas do grupo, esses conteúdos irão ao ar no site e os internautas poderão, em um mapa de Porto Alegre, localizar de onde vieram as notícias, podendo ir direto ao local próximo de onde mora, trabalha ou simplesmente tem interesse.</p>
<p>O Grupo RBS tenta, dessa forma, antecipar-se. Muito se tem teorizado sobre a possibilidade de crescimento do jornalismo local através da web. É uma forma de seleção de conteúdo, diante da grande profusão de possibilidades que a internet oferece ao público. Agora, é realmente preocupante que uma grande empresa de comunicação dê passos na frente em relação a mais esse recurso.</p>
<p><a href="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/blogosfera.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3204" style="border:black 0 solid;" title="blogosfera" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/11/blogosfera.jpg" alt="" width="238" height="256" /></a>A internet, como já afirmei aqui no Jornalismo B, é um espaço ainda pouco explorado e menos ainda compreendido. Quem começar a entendê-lo primeiro vai pular na frente e, se quem fizer isso forem as grandes empresas, será mais uma mídia que nasceu com a expectativa de democratizar a informação e, por incompetência de uns e competência demais de outros, perdeu-se pelo caminho.</p>
<p>Abrir espaço para que o público envie conteúdo nada mais é do que a centralização das decisões sobre o que é notícia e sobre o que as pessoas merecem saber nas mãos dos editores. Isso já acontece – com mais força ainda – fora da internet. Agora, em um momento em que o acesso a computadores e à rede começa a chegar a um número considerável de pessoas, os grandes veículos querem também ocupar esse espaço.</p>
<p>Colaborar com eles enviando conteúdo é colaborar para a manutenção do modelo ditatorial que temos na comunicação brasileira. Criar novos espaços, integrar redes, ser mais uma parte do espectro de contestação que começa a se fortalecer na web é participar da mudança e, mais do que isso, torná-la possível. Isso vale para quem ainda não teve contato com produção de conteúdo para a web e também para quem já está nela há mais tempo. Estamos todos engatinhando, mas temos que engatinhar olhando para a frente, não para baixo.</p>
<p>* Nessa quinta-feira, 26 de novembro, a partir das 18h30min, o Jornalismo B promove o debate &#8220;<a href="http://jornalismob.wordpress.com/2009/11/20/debate-radios-comunitarias-qual-o-seu-papel-na-sociedade/">Rádios Comunitárias &#8211; qual o seu papel na sociedade?</a>&#8220;, com os debatedores Doraci Engel, da Rádio Ipanema Comunitária, e Leonardo Santos, da Rádio A Voz do Morro. Será na livraria Letras e Cia (Osvaldo Aranha, 444, Porto Alegre). O evento é totalmente gratuito. Esperamos todos vocês lá para debater com a gente e participar da construção desse espaço.</p>
<p><em>Postado por Alexandre Haubrich</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DE LA PRENSA A INTERNET]]></title>
<link>http://blogdeunabecaria.wordpress.com/2009/11/23/de-la-prensa-a-internet/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:48:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdeunabecaria</dc:creator>
<guid>http://blogdeunabecaria.wordpress.com/2009/11/23/de-la-prensa-a-internet/</guid>
<description><![CDATA[El Telégrafo, el correo y el ferrocarril... Son los primeros inventos que han servido a la comunicac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><span style="color:#800080;"> <span style="color:#800000;"> El T</span><span style="color:#000000;"><span style="color:#800000;">elégrafo, el correo y el ferrocarri<span style="color:#800000;">l</span></span><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#800000;">..</span><span style="color:#800000;">. </span><span style="color:#808080;">Son los primeros inventos que han servido a la comunicación pero no han sido ni serán los últimos, la tecnología no contempla detener su curso, pues la idea del progreso esta estrechamente vinculada con los medios de comunicación. </span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#808080;">El ser humano siempre ha tenido la necesidad de comunicarse más allá de una relación interpersonal, allá en el SXII las calles del mundo estaban plagadas de trovadores que se dejaban oir pero hoy en día es diferente, la llegada de los satélites y su uso en la difusión de información, ha ayudado a alcanzar dimensiones insospechadas, incluso inimaginables de manera más cómoda. Es un hecho que millones de personas reciben a través de su televisión o de su ordenador, una cantidad impresionante de circulación e intercambio de información.</span></address>
<address><span style="color:#800080;"><span style="color:#808080;">Por ello, hoy vamos a retroceder en el tiempo, comenzaré hablando desde la prensa escrita hasta hoy en día con la llegada de internet&#8230; ¡Vamos allá!</span></span></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></address>
<address><span style="color:#800000;"><strong>SXV</strong></span></address>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-109" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/71.gif?w=150" alt="" width="150" height="147" /><em><span style="color:#c0c0c0;">1450&#8230;&#8230;.. </span><span style="font-style:normal;font-weight:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">Aparición de la <span style="color:#800000;"><strong>prensa e imprenta de los tipos móviles</strong><strong> </strong></span></span><span style="color:#c0c0c0;">que reemplazó a los manuscritos. Se inicia el desarrollo de las industrias en los medios.&#8221;Inició de la era de comunicación de masas&#8221;. Se establecen imprentas en los centros comerciales más importantes de Europa.</span></span></em></p>
<address></address>
<address></address>
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<address><span style="color:#800000;"><strong> </strong></span></address>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-110" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/libros-amontonados.gif?w=143" alt="" width="143" height="150" /></p>
<address></address>
<address><strong><span style="font-style:normal;"><span style="color:#800000;">SXVI</span></span></strong></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;color:#333333;"><span style="color:#c0c0c0;">El nacimiento del</span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800000;"> libro</span></span></strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#800000;"> </span>amplió las posibilidades de la comunicación y la difusión de la lectura y de la escritura: las imprentas producían miles d</span><span style="color:#c0c0c0;">e libr</span><span style="color:#c0c0c0;">os en diverso</span><span style="color:#c0c0c0;">s</span><span style="color:#c0c0c0;"> idiomas.</span></span></address>
<address><strong><br />
</strong></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
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<address></address>
<address><img class="alignright size-thumbnail wp-image-112" title="8452_PeriodicosUSA2" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/8452_periodicosusa21.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address><strong><span style="font-style:normal;"><span style="color:#800000;">SXVII</span></span></strong></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;">La publicación de </span><strong><span style="color:#333333;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;">periódicos</span></span></span></span></strong><span style="color:#c0c0c0;"> era común en varios países de Europa occidental y se generalizó extendiéndose luego a las colonias americanas.</span></address>
<address></address>
<address></address>
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<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;"><strong>SXVIII</strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;">Las publicaciones de informaciones aparecen con frecuencia y regularidad: Panfletos, periódicos,revistas, boletines de diversos tipos&#8230;</span></em></span></span></span></address>
<address></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></em></span></span></span></address>
<address></address>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-113" title="BlobServer" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/blobserver.gif?w=107" alt="" width="107" height="150" /></p>
<address><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;"><strong>SXIX</strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">Aparece la </span><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#800000;">fotografía</span> </span></span></strong><span style="color:#c0c0c0;">y con la llegada de esta es desbancada la pintura de caballete, el artista es suplantado por el fotógrafo.</span></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">La fotog<span style="color:#333333;"><span style="color:#c0c0c0;">rafía da paso al </span><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:none;">cine</span></span></strong></span><span style="color:#c0c0c0;"> el cual era ocupado como una forma de archivar acontecimientos históricos y sociales. Además de convertirse en mediod e entretenimiento al alcance de la clase proletariada.</span></span></span></span></span></address>
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<address></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></span></span></address>
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<address></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="color:#800000;"><strong>SXX</strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="color:#800000;"><strong><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">Aparición de la</span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#800000;"> radiodifusión,</span></span></span></span><span style="color:#c0c0c0;"> señales por ondas electromagnéticas, originó una nueva era de la historia de la transmisión cultural además de ofrecer para un público más extenso.</span></span></span></strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#c0c0c0;">¡He aquí el origen de la </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#800000;">TV </span></span></span></span><span style="color:#800000;">y </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#800000;">Radio</span></span></span></span><span style="color:#800000;">!</span></strong></span></span></address>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-115" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/television-cuadro-copia.jpg?w=150" alt="" width="150" height="150" /></p>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#800000;"><a href="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/radio-copia.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-114" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/radio-copia.jpg?w=150" alt="" width="150" height="136" /></a></span></strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;">Años 10&#8230;..</span></span><span style="font-weight:normal;"><span style="text-decoration:underline;"> </span> La primera transmisión de radio fué una ópera en Argentina.</span></span></strong></span></span></address>
<address></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Años 20&#8230;.. </span></strong></span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-weight:normal;">1920-1922= Empiezan a generarse muchas emisoras.</span></span></strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-weight:normal;">1923= </span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Radio Ibérica</span></span><span style="font-weight:normal;"> se inaugura como una de las primeras experimentaciones.</span></span></strong></span></span></address>
<address><span style="color:#333333;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-weight:normal;">1925= Se funda <span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Unión radio</strong></span></span> (Hoy actual Ser), es la primera que   tiene una vocación, un proyecto concreto, de ahí su perpetuidad.</span></span></strong></span></span></address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="text-decoration:underline;">Años 30&#8230;&#8230;</span></strong></span></address>
<address><span style="font-style:normal;color:#c0c0c0;">II República= Información con más libertad. Nace la necesidad de divulgación del conocimiento. La generación del 27: poetas cultivisimos del palo de Jorge Guillén, Pedro Salinas, Rafael Alberti, Federico García Lorca&#8230; Se dejan oir.</span></address>
<address><span style="font-style:normal;color:#c0c0c0;">Nacen los <span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>folletines radiofónicos</strong></span></span> por José Mantecón (generación del 27): radio-novelas, espacios-informativos, espacios musicales, magazines&#8230;</span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;">1937= <span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-style:normal;"><strong>Radio Salamanca</strong></span></span></span>, hoy actual RNE, como un instrumento al bando político de guerra.</span></em></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;">1939= Aparecen las primeras<span style="text-decoration:underline;"> </span><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><strong>fotografías de la agencia Efe.</strong><strong> </strong></span></span>Representando el final de la guerra Civil (tropas entrando en Catalunya).</span></em></span></span></span></address>
<address></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;">Años 40&#8230;..  <span style="color:#c0c0c0;"> </span><span style="color:#c0c0c0;">Comienza la era de la</span></span></span></span><span style="color:#c0c0c0;font-style:normal;font-weight:normal;"><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;"> </span></span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;">digitalización</span></span></span></span></span></span></span></span></address>
<address><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">1940=</span></span><em> <span style="color:#c0c0c0;">EFE</span></em><em> <span style="color:#c0c0c0;">comienza a hacer intercambios de</span></em><em> </em><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;"><strong>fotografía de información, servicios público.</strong></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;">1948= La televisión llega tarde por razones principalmente de política: dictadura de Franco y además estaba pobre debido a la guerra civil) pero en Junio del 48 fueron los primeros ensayos en Barcelona, pruebas que fueron un éxito gracias  a Philips.</span></span></address>
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<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">Años 50&#8230;&#8230; </span></span></span></strong></span></span></span></address>
<address><span style="font-style:normal;color:#c0c0c0;">1956= Primera emisión televisiva el 28 de octubre era un monopolio ya que era centralista al servicio del poder, sólo habia una cadena <span style="color:#800000;"><strong>TVE</strong></span>. Duración de tres horas, después paso a  5 horas. En agosto no había transmisión por vacaciones. Los televisores eran muy caros (32.000 pesetas) y se emite desde Madrid por eso poca gente la podía ver porque era sólo a 60 km.</span></address>
<address></address>
<address><em>*Primeros cambios en la televisión para que no toda la información salga de Madrid*</em></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;">Primeras emisiones descentralistas en Catalunya.</span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><br />
<address><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;"><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;"><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#c0c0c0;">1959= Inauguración de los </span></span></span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#800000;"><strong>estudios Miramar</strong>.</span></span></span><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#c0c0c0;"> </span></span></span></span></span></span><span style="font-style:normal;"><span style="text-decoration:none;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#c0c0c0;">Se agotan los televisores ante el Real Madrid-Barca.</span></span></span></span></span></address>
<address></address>
<address><em><span style="color:#ff0000;">Años 60&#8230;..</span><strong>Creación de teleclubs donde la gente que no tiene dinero para comprar televisores iban a estos sitios.</strong></em></address>
<address><strong><strong><em><span style="text-decoration:none;">1965= Se crea la segunda cadena española de televisión: </span><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">TVE2.</span></span></em></strong></strong></address>
<p></span></address>
<address><strong><span style="color:#c0c0c0;"><br />
<address><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;"> </span><span style="text-decoration:none;">1966= Censura. </span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Ley Fraga</span></span><span style="text-decoration:none;"> en prensa no llego a la televisión.</span></span></address>
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<address><strong><span style="color:#ff0000;">Años 70&#8230;..</span></strong></address>
<address><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;font-style:normal;font-weight:normal;">1976= Aún la mayoría de los españoles no podían sintonizar la televisión española.</span></span></strong></address>
<address><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;font-style:normal;font-weight:normal;"><strong><span style="color:#ff0000;">Años 80&#8230;.</span></strong></span></span></strong></address>
<address><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;font-style:normal;font-weight:normal;"><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;font-weight:normal;">Empresas poco diversificadas, el grado de diversificación de transnalización era muy pequeño.</span></span></strong></span></span></strong></address>
</address>
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<p></span></strong></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-weight:normal;"> </span><span style="font-weight:normal;">1982= Por fin llega a todo el País español la televisión.</span></span></strong></span></span></span></span></address>
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<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="text-decoration:none;">Años 90&#8230;. </span></strong></span></span></span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="text-decoration:none;"> </span><span style="text-decoration:none;">Se produce la diversificación multimedia, es decir interés en otros sectores. Aparecen las </span><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">televisiones privadas</span></span></span></strong><span style="text-decoration:none;"> y con ellas </span><span style="color:#800000;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">políticas de privacidad.</span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="text-decoration:none;"> </span><span style="text-decoration:none;">1990=Llegada de los tres canales comerciales privados: </span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="text-decoration:none;">Antena 3 Tv</span></strong></span></span><span style="text-decoration:none;">, lanzada el 25 de diciembre de 1989; </span><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:none;">Telecinco</span></span></span></strong><span style="text-decoration:none;">, respaldada por Berlusconi en 1990; </span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="text-decoration:none;">Canal Plus</span></strong></span></span><span style="text-decoration:none;"> en septiembre de 1990 fué el primer canal de suscripción.</span></span></span></span></span></span></span></span></address>
<address></address>
<address></address>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-116" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/servicios.jpg?w=150" alt="" width="150" height="140" /></p>
<address><strong> </strong></address>
<address><strong><span style="color:#800000;"><span style="font-style:normal;">SXXI</span></span></strong></address>
<address><strong>Creación de una red global de transmisión instantánea de información (<span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Internet, correo electrónico</span></span>), de ideas y de juicios de valor en la ciencia, el comercio, la educación, el entretenimiento, la política, el arte, la religión, y en todos los demás campos. En esta red ya se puede ver en tiempo real.</strong></address>
<address></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><strong>2002= </strong>El gran paso de la digitalización con la llegada del a <span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"> </span></span><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><em><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:none;">Televisión</span></span></strong></em></span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:none;"> Digital </span></span></strong></span><span style="color:#c0c0c0;font-weight:normal;"><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:none;">Terrestre (TDT)</span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><br />
</span></span></address>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-123" src="http://blogdeunabecaria.wordpress.com/files/2009/11/tdt_alta2.jpg?w=150" alt="" width="150" height="147" /><span style="color:#c0c0c0;"><strong>2006=</strong> Nacimiento de una nueva cadena generalista en España llamada <strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">La Sexta</span></span></strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;"> </span></span>destacar de ella su ambiciosa política de compra de derechos deportivos audiovisuales : fútbol, baloncesto, fórmula 1.Nacimiento de otra nueva cadena privada llamada <strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">cuatro</span></span><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">.</span></span></span></strong></span></p>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-weight:normal;"><br />
</span></span></strong></span></span></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#c0c0c0;"> </span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#ff0000;"><span style="font-style:normal;text-decoration:underline;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></em></span></span></span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></address>
<address><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-style:normal;"><span style="color:#000000;"><em><span style="color:#c0c0c0;"><br />
</span></em></span></span></span></address>
<address></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué hacer con Carlos Slim? (México, último país en velocidad de internet)]]></title>
<link>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/21/%c2%bfque-hacer-con-carlos-slim-mexico-ultimo-pais-en-velocidad-de-internet/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:53:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>thesxj</dc:creator>
<guid>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/21/%c2%bfque-hacer-con-carlos-slim-mexico-ultimo-pais-en-velocidad-de-internet/</guid>
<description><![CDATA[España anunció esta semana que brindará el servicio universal de Internet de un megabit con acceso g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[España anunció esta semana que brindará el servicio universal de Internet de un megabit con acceso g]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Denise Dresser: Pacto para el "No"]]></title>
<link>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/21/denise-dresser-pacto-para-el-no/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:45:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>thesxj</dc:creator>
<guid>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/21/denise-dresser-pacto-para-el-no/</guid>
<description><![CDATA[Una democracia que no logra construir acuerdos. Un sistema político donde los partidos no tienen inc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Una democracia que no logra construir acuerdos. Un sistema político donde los partidos no tienen inc]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux no triunfa (iv)]]></title>
<link>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/20/linux-no-triunfa-iv/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 22:57:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>toxrn</dc:creator>
<guid>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/20/linux-no-triunfa-iv/</guid>
<description><![CDATA[Los dos más grandes escollos que debe superar GNU/Linux para tener una buena participación en el mer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="float:left;font-size:70px;line-height:50px;padding-top:1px;padding-right:5px;">L</span>os dos más grandes escollos que debe superar GNU/Linux para tener una buena participación en el mercado de los usuarios de escritorio, y acá me perdonarán que me decante por <em>lo que todos dicen</em>, es, como no, el contar con una buena lista de aplicaciones conocidas al usuario y un contrato con los fabricantes de equipos, de modo que venga pre-instalado. Lo uno acarreará lo otro, y viceversa.</p>
<p>No hay duda de que uno de los más grandes aciertos que tuvo Microsoft al comercializar el sistema operativo, Windows, fue el de firmar contratos con fabricantes de computadores. Sin dar al usuario medio la oportunidad de escoger, y siendo Linux aún un sistema muy poco amigable o inexistente, Windows de llevó todo el mercado. Algunos ponen en tela de juicio la moralidad de esa jugada, lo que no se puede reprochar. Pero lo que si es seguro es que fue la clave del éxito para Windows.</p>
<p>Y, como decía arriba, lo uno acarreó lo otro, de manera que pronto surgieron fabricantes de software que han ido puliendo sus ofertas, a punto de ofrecer un completo ecosistema de sofisticadas aplicaciones, todas ellas de pago. Y la posibilidad de piratear éstas aplicaciones, por motivo del mismo argumento que exponía en el <em>post</em> pasado, el de lo caro sobre lo barato (y ni hablar de lo gratis), alentó a los usuarios a optar por este sistema (sin contar, claro, la falta de alternativas). La falta de organización y del apoyo de una empresa importante en las primeras etapas de GNU/Linux fueron catastróficas.</p>
<p>Aparte está el tema de la publicidad. Tanto Microsoft como Apple tienen enormes músculos financieros que son capaces de pagar lo que sea por poner un anuncio en el <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OYecfV3ubP8">SuperBowl</a> o contratar a actores cotizados para actuar en <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1GWQgb015Lc">guías</a>. Y señores, todo entra por los ojos. Testigo de eso es el éxito que está teniendo Ubuntu, producto en gran parte por su agresiva política de promoción y el abultado bolsillo del dueño de Canonical.</p>
<p>Así las cosas, tenemos que las mayores causas de la baja penetración de GNU/Linux en el mercado de los escritorios se deben a procesos que ocurrieron en el pasado. <em>Llegamos tarde</em>. </p>
<p>Sin embargo, y como ha quedado claro a lo <a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/12/linux-no-triunfa-i/">largo</a> de esta <a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/16/linux-no-triunfa-ii/">serie</a> de <em><a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/18/linux-no-triunfa-iii/">posts</a></em>, son muchas las cosas por mejorar de parte de la comunidad de usuarios, como la de desarrolladores para dar ese empujoncito que necesario. Tal vez en entradas posteriores hable y me ponga del otro lado. Conozco gente que está en contra de la popularización de GNU/Linux, y francamente tienen muy buenos argumentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Intervista a Carandini. Un comò di Troia, c'è guerra a Palazzo?]]></title>
<link>http://contentistheking.wordpress.com/2009/11/20/carandini-beni-culturali/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:19:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stefano Ciavatta</dc:creator>
<guid>http://contentistheking.wordpress.com/2009/11/20/carandini-beni-culturali/</guid>
<description><![CDATA[Carandini. Nessuna svendita, ma il sospetto di una lotta interna. Il comitato è indipendente e autor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Carandini. Nessuna svendita, ma il sospetto di una lotta interna. Il comitato è indipendente e autorevole ma ha parlato solo Settis. «Mi preoccupa di più il Piano case». I nostri beni? «Irriproducibili, l&#8217;unica cosa che la globalizzazione non ci può togliere».</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://contentistheking.wordpress.com/files/2009/11/carandini.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-891" title="carandini" src="http://contentistheking.wordpress.com/files/2009/11/carandini.jpg?w=300" alt="" width="300" height="196" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Galeotta fu la commode francese Luigi XV attribuita all&#8217;ebanista Antoine Robert Gaudreaus, ma non per il professor Andrea Carandini, Presidente del Consiglio Superiore dei Beni Culturali: «I Beni Culturali hanno problemi più gravi di questa commode francese. Poi ovviamente ci sono forze che se potessero svenderebbero tutto, contro cui Settis giustamente si batte e io al suo fianco. Ma non è il Ministro, né il Mibac né tantomeno il comitato chiamato in causa. Questioni del genere sono sempre complesse ma si corre a semplificare, da una parte il bene dall&#8217;altra il male: il bene coincide con la propria espressione, tutti gli altri sono venduti. Non funziona così». Insomma per il celebre archeologo italiano l&#8217;allarme lanciato dal direttore della Normale di Pisa, Salvatore Settis, in merito alla cessione del mobile francese, va ridimensionato.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Esiste un partito della svendita? «No, non esiste. Però sò che finora non c&#8217;è stato contraddittorio. Nel senso che non c&#8217;è stata altra voce che Settis. Si dovrebbero invece sentire Carlo Bertelli, Marisa Dalai Emiliani, Orietta Rossi Pinelli e tutti gli altri membri del comitato tecnico scientifico per i beni storico artistici, persone di tutto rispetto, studiosi integerrimi che si battono da anni per la tutela, tanto piùvolontariamente, gratuitamente, lavorando in un comitato autonomo e indipendente dal ministero».<br />
Con quale obiettivo? «Lo Stato italiano non è uno stato brigante che cerca di accaparrarsi tutto quello che c&#8217;è. Deve riconoscere all&#8217;oggetto determinate qualità artistiche e l&#8217;appartenenza al patrimonio nazionale».</p>
<p style="text-align:justify;">Dopo il giudizio del Tar il comitato ha dovuto riesaminare la questone più a fondo, finendo per riconoscere la non influenza artistica. Quindi il comitato aveva sbagliato anni prima? «Il vincolo va applicato quando è persuasivo, ma possono esserci delle circostanze che cambiano il giudizio. Il comitato ha agito per scrupolo di onestà, a distanza di anni ha smentito sè stesso ma dopo le perizie di Gonzales Palacio, uno dei massimi esperti del settore, successive alla sentenza del Tar. La premessa del vincolo, cioè che l&#8217;oggetto fosse influente per l&#8217;arte ebanista italiana, è caduta e il nuovo giudizio ha determinato di conseguenza il ricorso all&#8217;articolo del codice Mibac entrato in vigore nel 2004, che prevede appunto la revisione del vincolo. Trovo che tutto questo abbia una sua logica, ma allo stesso tempo penso che non sia stato capito bene».</p>
<p style="text-align:justify;">Tanto rumore per nulla? «Ho avuto l&#8217;impressione, il sospetto che dietro ci sia altro, una guerra di palazzo contro un alto funzionario del Ministero, un direttore generale assolutamente tra i migliori, che è responsabile burocraticamente della decisione, ma ha ottemperato al giudizio di un organo indipendente dal Mibac. Il dibattito culturare era più che lecito, influenza artistica e appartenenza al patrimonio. Ma non il sospetto che qualcuno ci guadagni. È il gusto degli italiani di semplificare le cose complesse per creare una ridda che non aiuta a perseguire gli interessi generali».</p>
<p style="text-align:justify;">Se volessimo individuare un punto debole nella tutela? «Nessun pericolo perchè la tutela è in mano allo Stato, per legge c&#8217;è un monopolio. Poi certo abbiamo pochi funzionari, molta burocrazia, ma esiste il diritto d&#8217;ispezione per i beni tutelati, come ultimamente per le carte del Vasari. Ma il ministero elefantiaco e burocratico, deve migliorare se stesso, con una autoriforma. Non è vero che non si possono fare riforme senza denaro. Noi facciamo questo per la gente, non più per i ricchi borghesi che avevano alle spalle il liceo classico di una volta. Valorizzare significa comunicare: non si può più dare per scontato chi sia l&#8217;imperatore Adriano. I beni culturali sono irriproducibili, sono l&#8217;unica cosa che la globalizzazione non ci può togliere».</p>
<p style="text-align:justify;">E la commode? «Sono più preoccupato per il Piano Casa che può danneggiare il paesaggio. Se presto non ci sarà una consapevolezza che i beni culturali devono essere posti al centro della strategia nazionale con la ricerca, e non si daranno più fondi al Mibac, e non si integreranno i quadri, c&#8217;è il rischio che il ministero muoia». Addirittura? «I funzionari hanno 56 anni, tra dieci anni vanno tutti in pensione. C&#8217;è come una morte annunciata. Quello che spero è che di fronte alla grande emergenza ci sia un governo che se ne accorga. I prodotti italiani non so quanto potranno reggere la concorrenza asiatica, ma di certo nessuno può copiare la nostra arte. Eppure il nostro resta un patrimonio non sfruttato. Si ricorre sempre al mattone, ma il mattone distrugge il futuro».</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rapidinhas futebolísticas]]></title>
<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/19/rapidinhas-futebolisticas/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:30:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
<guid>http://rafaelfortes.wordpress.com/2009/11/19/rapidinhas-futebolisticas/</guid>
<description><![CDATA[Rascunhei as observações abaixo ontem à noite, vendo a rodada e o jornal depois dela. *  *  * Dois j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Rascunhei as observações abaixo ontem à noite, vendo a rodada e o jornal depois dela.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Dois jogadores do Palmeiras foram expulsos ontem (Grêmio 2&#215;0 Palmeiras) porque saíram no braço. Quando isso ocorreu com tricolores paulistas, (São Paulo 2&#215;0 Vitória, sábado), receberam amarelo. E olha que, neste último caso, foi com bola rolando, na frente de todo mundo, dentro da grande área.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Será que a diretoria do Palmeiras vai expulsar mais um juiz?</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Tirando um ou outro caso &#8211; como o escandaloso gol de classificação da insossa e desagradável França sobre a Irlanda, querida Irlanda -, gostei bastante da lista de classificados para a Copa. Vários países bacanas, várias seleções bacanas. Especialmente na Europa, nos livramos de uma série de seleções meio sem graça que aparecem em todo mundial: abriu-se a chance para algumas &#8220;diferentes&#8221;. Por exemplo, a Suíça, que num Mundial desses (não lembro se 2002 ou 2006) protagonizou o pior jogo de futebol que já vi em Copas, contra a França. O 0&#215;0 mais feio do mundo.</p>
<p>Como não acompanho futebol europeu, me surpreendi com o comentário de Carlos Eduardo (não estou certo sobre os dois primeiros nomes&#8230;) Lino, no Sportv News de ontem à noite, dizendo que a Suíça se classificou na base do &#8220;talento&#8221;. Tomara que ele esteja certo e, dessa vez, ela mostre algum futebol.</p>
<p>Particularmente a Eslovênia tirar a Rússia e a Argélia  ganhar a vaga sobre o Egito. Costa Rica é legal, Renê Simões faz escola levando seleções a Mundiais, mas lugar do Uruguai é na Copa &#8211; e com gol de &#8220;El Loco&#8221; Abreu! E a lista de seleções africanas ficou muito boa.</p>
<p style="text-align:center;">*  *  *</p>
<p>Até quando ficaremos reféns das Organizações Globo? Ontem tinha um suculento Grêmio x Palmeiras pelo Brasileiro e os dois canais da emissora &#8211; Globo (aberta) e Sportv (paga) transmitiram o mesmo Fluminense x Cerro Porteño. Na Argentina, onde há um governo que enfrenta a mídia gorda, o monopólio das transmissões do campeonato nacional foi quebrado e todas as partidas passam ao vivo na TV pública. Interesse público em primeiro lugar. Alguém consegue imaginar o nosso governo de &#8220;centro-esquerda&#8221; (como dizem muitos) sequer esboçar uma atitude semelhante?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux no triunfa (iii)]]></title>
<link>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/18/linux-no-triunfa-iii/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 03:14:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>toxrn</dc:creator>
<guid>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/18/linux-no-triunfa-iii/</guid>
<description><![CDATA[En la anterior entrada hablaba de lo mal que le hace a la masificación de GNU/Linux el hecho de tene]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="float:left;font-size:70px;line-height:50px;padding-top:1px;padding-right:5px;">E</span>n la <a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/16/linux-no-triunfa-ii/">anterior entrada</a> hablaba de lo mal que le hace a la masificación de GNU/Linux el hecho de tener demasiadas opciones de donde escoger, así como el no disponer de una estandarización del escritorio o de las herramientas de desarrollo. Esto puede llegar a ser un verdadero problema, como decía, pero cada vez está siendo superado, no por la erradicación del lío, sino por otras ventajas como el trabajo en eye-candy y en integración que están haciendo Gnome y KDE, que contrarresta, por así decirlo, las falencias en cuanto a estandarización.</p>
<p>En este <em>post</em> hablaré de otro de los problemas que tiene GNU/Linux para llegar masivamente al usuario común: problemas en su comunidad de usuarios y su carácter de sistema muchas veces gratuito. Es probable que a más de uno no le gusten mis puntos de vista, pero creo que hay que pensar más allá del fanatismo y mirar todo objetivamente.</p>
<p><b>Prohibido el software <em>prohibitivo</em></b></p>
<p>Muchos usuarios de GNU/Linux parecen extremadamente reticentes a usar o promover el uso de cualquier programa que no sea <em>open source</em>, aún cuando no hayan alternativas libres de calidad, o simplemente no hayan. No todo el software que corre bajo GNU/Linux tiene que ser libre, y lo que es más importante, <b>no todos los usuarios que se pasan a GNU/Linux lo hacen por su filosofía libre</b>. De hecho, según me he podido dar cuenta, la mayor parte lo hace por la ausencia de virus. La desincentivación <b>generalizada</b> de los programas propietarios en GNU/Linux le hace mucho daño a la masificación del mismo.</p>
<div id="attachment_136" class="wp-caption alignnone" style="width: 507px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/pswiword.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/pswiword.png" alt="" title="Muchas aplicaciones privativas sólo corren emuladas" width="497" height="310" class="size-full wp-image-136" /></a><p class="wp-caption-text">Muchas aplicaciones privativas sólo corren emuladas</p></div>
<p><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/no-bill.gif"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/no-bill.gif" alt="" title="no-bill" width="81" height="81" class="alignleft size-full wp-image-151" /></a><br />
El problema se acrecienta con Microsoft. Hay tanto fanatismo en la comunidad, que en ocasiones llega a ser agobiante. Cosas como &#8220;M$&#8221;, &#8220;Mocosoft&#8221;, &#8220;Microshit&#8221; y parecidas, no hacen más que dar una imagen del usuario de GNU/Linux de intolerante e infantil. Una imagen que no atraerá muchos usuarios nuevos que digamos. Nadie quiere que le digan que de donde venía era una basura.</p>
<div id="attachment_137" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/winbugs.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/winbugs.png" alt="" title="Las cosas por su nombre" width="497" height="94" class="size-full wp-image-137" /></a><p class="wp-caption-text">Las cosas por su nombre</p></div>
<p>Lo peor es que esto es generalizado. No se donde comenzó, no se quién lo inauguró, pero muchos nuevos usuarios de GNU/Linux, especialmente los de Ubuntu, llegan a imbeciladas como &#8220;no nombres a winbugs porque me da jaqueca&#8221;. Estoy seguro que el porcentaje de usuarios de Windows que desprecian a usuarios de GNU/Linux no es nada comparado con el contrario.</p>
<p>Es un círculo vicioso. La baja penetración de GNU/Linux en el escritorio, la falta de una plataforma de desarrollo unificada y la talibanización de muchos de sus usuarios en contra del software privativo evita que las grandes casas desarrollen para éste. Y la falta de aplicaciones profesionales con una firma productora reconocida detrás, después de todo, es la mayor causa de la no adopción por <strong>cuenta propia</strong> de los usuarios de escritorio hacia los sistemas operativos GNU/Linux como alternativa seria. Otra historia son los contratos que tiene Microsoft con los fabricantes de equipos, o el gigantesco mecanismo de publicidad que posee la misma Microfost o Apple. Pero ese es tema de otro post.</p>
<p>Hay que reconocer que el negocio de la venta de licencias de software es mucho más lucrativo que el de soporte, que es el modelo por excelencia del software libre. Al menos en el área de usuarios de escritorio. Y las compañías que usan este modelo (Adobe, Microsoft, AutoDesk, etc) por definición, no comercializan software libre. Tal vez sea cierto, viéndolo desde ese punto de vista, que GNU/Linux no sea un sistema operativo apto para todo el mundo, no por su infraestructura o su complejidad de manejo, sino por sus usuarios precisamente, y la filosofía de software que ellos manejan.</p>
<p><strong>Nos gusta pagar</strong></p>
<p><em>Si vale tanto debe ser por algo, ¿no? Lo barato sale caro</em>. Estas simples frases, ampliamente conocidas como refranes populares, lo resumen todo. No es que nos guste pagar, es que nos gusta tener algo que <em>venden</em>. Por eso, en parte es el éxito de Apple. Ha creado una imagen de lo cool, de lo caro pero con estilo tan bien, que vende. Y por eso la gente también prefiere usar Windows.</p>
<p>Es importante puntualizar el hecho de que GNU/Linux no es hecho por adolescentes sin vida social. Esto le confiere, y lo he escuchado, un carácter de sistema de juguete. &#8220;Para los que quieran trabajar y jugar, Windows, para los diseñadores y artistas, Mac. Linux es un sistema de juguete para los que no tienen nada que hacer&#8221;. Es importante darle a conocer a la gente que buena parte de GNU/Linux es desarrollado por compañías multinacionales, con plantas de miles de empleados y millones de dólares son invertidos en el sistema. Invertidos, ojo, que no es filantropía, es un negocio. Es importante que sepan que Linux está desde en servidores y supercomputadores, hasta en módems y dispositivos portátiles como celulares. Esto es prueba irrefutable de la escalabilidad de Linux, que puede, como no, servir como sistema de escritorio.</p>
<p>En el <a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/20/linux-no-triunfa-iv/">siguiente <em>post</em></a> hablaré finalmente de los que son problemas que escapan al control de GNU/Linux. Estos son, sin duda alguna, los mayores escollos a superar, pero los más difíciles. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VIVIENDO PIOR...]]></title>
<link>http://elchahuistle.com/2009/11/18/viviendo-pior/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 21:04:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>vicbet</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://blogdelchahuistle.wordpress.com/files/2009/11/vivirmejor3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2385" title="VivirMejor3" src="http://blogdelchahuistle.wordpress.com/files/2009/11/vivirmejor3.jpg" alt="" width="468" height="845" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VIVIENDO PIOR...]]></title>
<link>http://pandemias.wordpress.com/2009/11/18/vivir-pior/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:58:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>vicbet</dc:creator>
<guid>http://pandemias.wordpress.com/2009/11/18/vivir-pior/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ronchi, sull'acqua diamo un colpo al monopolio]]></title>
<link>http://rivebonomi.wordpress.com/2009/11/18/ronchi-sullacqua-diamo-un-colpo-al-monopolio/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:53:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>rivebonomi</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Sul tema dell&#8217;acqua sono state dette molte sciocchezze: non abbiamo privatizzato, l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Sul tema dell&#8217;acqua sono state dette molte sciocchezze: non abbiamo privatizzato, l&#8217;acqua e&#8217; un bene pubblico sacro anzi con questa legge il concetto e&#8217; rafforzato e diamo un colpo al monopolio&#8221;.</p>
<p>Cosi&#8217; il ministro per le Politiche comunitarie, Andrea Ronchi commentando l&#8217;imminente approvazione alla Camera con la fiducia del decreto che porta il suo nome.Ronchi ricorda come l&#8217;Italia sia il Paese con acquedotti che sono &#8220;il piu&#8217; grande colabrodo d&#8217;Europa&#8221;.</p>
<p>Le nuove norme, prevedono &#8220;che i monopoli debbano aprire ai privati migliorando i servizi offrendo ai consumatori prodotti migliori a costi minori&#8221;.</p>
<p>Per quanto riguarda l&#8217;Authority che dovra&#8217; vigilare sui prezzi Ronchi ha ipotizzato che possa essere &#8220;una branca dell&#8217;Autorita&#8217; dell&#8217;energia&#8221; in ogni caso, ha aggiunto, il dibattito sulla soluzione migliore e&#8217; aperto al confronto.</p>
<p> Fonte:<br />
 http://www.milanofinanza.it/news/dettaglio_news.asp?id=200911181239551376&#38;chkAgenzie=TMFI</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La salida del capitalismo ya ha empezado... ¿con el software libre?]]></title>
<link>http://solognu.wordpress.com/2009/11/18/la-salida-del-capitalismo-ya-ha-empezado-%c2%bfcon-el-software-libre/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:03:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>sosias</dc:creator>
<guid>http://solognu.wordpress.com/2009/11/18/la-salida-del-capitalismo-ya-ha-empezado-%c2%bfcon-el-software-libre/</guid>
<description><![CDATA[He leído el artículo de, su último artículo, André Gorz. La salida del capitalismo ya ha empezado pu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>He leído el artículo de, su último artículo, André Gorz. <a title="La salida del capital ya ha empezado (PDF)" href="http://www.elviejotopo.com/web/archivo_revista.php?arch=1290.pdf" target="_blank">La salida del capitalismo ya ha empezado</a> publicado en la revista <a title="El viejo topo (258-259)" href="http://www.elviejotopo.com/web/revistas.php?numRevista=258-259" target="_blank">El viejo topo</a>. Cito a continuación partes de su artículo, las negritas son mías.</p>
<p>Habla de la ruptura de los bienes fáciles de <em>privatizar y monopolizar,</em> siendo <em>un componente del capital fijo</em>, con respecto a los bienes inmateriales y <em>susceptibles de ser reproducidos en cantidades ilimitadas por un coste ínfimo:</em></p>
<blockquote><p>[...] todo cambia en el momento en que los contenidos inmateriales no son inseparables de los productos que los contienen, ni siquiera de las personas que los poseen; cuando acceden a una existencia independiente de todo uso particular y se convierten en susceptibles de ser <strong>reproducidos en cantidades ilimitadas por un coste ínfimo</strong>, tras su traducción en programas. Entonces se pueden convertir en un bien abundante que, por su disponibilidad ilimitada, <strong>pierde cualquier valor de cambio y cae en el dominio público como <em>bien común</em></strong> [...]</p></blockquote>
<p>Los medios de producción <em>caen progresivamente en el dominio público y tienden hacia la gratuidad:</em></p>
<blockquote><p>[...] Por consiguiente la influencia del capital sobre el consumo se relaja y éste puede tender a emanciparse de la oferta mercantil. Se trata aquí de una ruptura que ataca la base del capitalismo.</p></blockquote>
<p>Habla explícitamente de la lucha del software libre contra el privativo; en el artículo habla de propietario, lo más seguro es una traducción incorrecta:</p>
<blockquote><p>La lucha emprendida entre los “programas propietarios” y los “programas libres” [...] ha sido el <strong>inicio del conflicto central de esta época</strong>. Se extiende y se prolonga en la lucha contra la mercantilización de las riquezas primeras –la tierra, las semillas, el genoma, los bienes culturales, los saberes y las competencias comunes que constituyen la cultura cotidiana y que son las condiciones previas a la existencia de una sociedad. Del resultado de esta lucha dependerá que la salida del capitalismo tenga lugar de forma civilizada o bárbara.</p></blockquote>
<p>Para terminar me quedo con este pequeño párrafo, magnifico:</p>
<blockquote><p>Salir del capitalismo implica necesariamente nuestra emancipación de la influencia que ejerce el capital sobre el consumo y de su <strong>monopolio sobre los medios de producción</strong>. Significa restablecer la unidad del sujeto de la producción y del sujeto del consumo y retomar la autonomía en la definición de nuestras necesidades y de su modo de satisfacción. El obstáculo insalvable que el capitalismo había colocado en este camino era el carácter mismo de los medios de producción que había creado: constituían una megamáquina donde todos eran sirvientes y que nos dictaba qué fines perseguir y qué vida llevar. Este periodo llega a su fin. <strong>Los medios de autoproducción high-tech convierten la megamáquina industrial en virtualmente obsoleta</strong>.</p></blockquote>
<p style="text-align:left;"><em>Entrada escrita teniendo en mente a un fiel lector de la bitácora. Paisano mio en el exilio y muy concienciado con el tema. Saludos compañero, desde tu Córdoba natal.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los inconvenientes de que Telcel traiga el Palm Pre a México…]]></title>
<link>http://doppifity.wordpress.com/2009/11/18/los-inconvenientes-de-que-telcel-traiga-el-palm-pre-a-mexico%e2%80%a6/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 01:49:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>doopp</dc:creator>
<guid>http://doppifity.wordpress.com/2009/11/18/los-inconvenientes-de-que-telcel-traiga-el-palm-pre-a-mexico%e2%80%a6/</guid>
<description><![CDATA[…que todavía no actualiza su página web. (y no me quiero imaginar lo que viene después )]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://doppifity.wordpress.com/files/2009/11/por-defecto-177.png"><img src="http://doppifity.wordpress.com/files/2009/11/por-defecto-177.png" alt="" title="por defecto 177" width="450" height="264" class="aligncenter size-full wp-image-153" /></a><br />
…que todavía no actualiza su página web.<br />
(y no me quiero imaginar lo que viene después <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> )</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Cinthia Annunciato Fabris]]></title>
<link>http://cinepreltt.wordpress.com/2009/11/13/entrevista-com-cinthia-annunciato-fabris/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 23:13:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Todos da agência Preltt</dc:creator>
<guid>http://cinepreltt.wordpress.com/2009/11/13/entrevista-com-cinthia-annunciato-fabris/</guid>
<description><![CDATA[Cinthia Annunciato Fabris, é Produtora de Cinema (curta metragens), Operadora de câmera (vídeo), Ass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-330" src="http://cinepreltt.wordpress.com/files/2009/11/cinthia1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="212" />Cinthia Annunciato Fabris, é Produtora de Cinema (curta metragens), Operadora de câmera (vídeo), Assistente de estúdio e Assistente de direção, que fala Japonês, Inglês e Espanhol, além de Conhecimento em linguagem corporal e exercícios vocais e corporais, com DRT de Cinema e Radialista, que entrevistamos no dia 05 de novembro:</p>
<p>&#160;</p>
<p>Cinepreltt: Qual é a sua relação com o cinema?</p>
<p>Cinthia: Sou produtora de Tv e Cinema (curta-metragens).</p>
<p>Cinepreltt: O que você acha sobre o crescimento cinematográfico aqui no Brasil?</p>
<p>Cinthia: Este crescimento tem sido positivo, principalmente na área de patrocínio, pois os filmes brasileiros ainda não contam com um orçamento adequado. Além disso, os profissionais procuram maior conhecimento para formar uma linguagem diferenciada, mais baseada no cotidiano brasileiro e longe dos patrões “Hollywoodianos”. </p>
<p>Cinepreltt: No Brasil, você acha que está sendo mais fácil o acesso ao cinema para as classes menos favorecidas? Por quê?</p>
<p>Cinthia: Não, isso ainda não é uma realidade. Infelizmente nós pagamos uma bilheteria cara no nosso país. Uma pessoa que está na Classe D e E não gastaria R$ 15,00 em uma entrada no cinema, pois isto reflete na falta de seu sustento.</p>
<p>Cinepreltt: Qual é a dificuldade para se conseguir patrocínio no cinema brasileiro?</p>
<p>Cinthia:  As empresas privadas não investem muito no cinema brasileiro e artes em geral. Essas empresas preferem investir em outras iniciativas que geram mais descontos em seus impostos (educação e ações sociais, por exemplo). Já as empresas públicas como Petrobrás, abrem editais para cinema inciante e profissional constantemente. Além de existir programas de patrocínio como a Ancine, Proac e a Lei Rouanet.</p>
<p>Cinepreltt: Você acha que há um certo “monopólio” com relação a empresa Globo Filmes, nas produções nacionais?</p>
<p>Cinthia: Sim, pois a receita da Rede Globo é grande e eles investem só no que concerne à eles. Afinal, o que trás mais lucro? Investir num filme onde eu possa produzir como eu queira e moldado dentro dos meus padrões ou dar dinheiro para alguém que vai fazer diferente?  </p>
<p>Cinepreltt: O Cinema Nacional é capaz de estar lado a lado com as produções internacionais, em aspecto financeiro , estruturais, tendo em vista um crescimento nos últimos anos?</p>
<p>Cinthia: Ainda não estamos perto, mas também não estamos longe. A tecnologia demora para chegar à nós, quando precisamos dela é necessário importar e sai muito caro. O que estamos quites com relação aos países estrangeiros é a qualidade das obras e dos nossos profissionais. As pessoas tem buscado diversos conhecimentos para se destacar no mercado e fazer algo de qualidade com os equipamentos que temos em mão. Mas os salários não são nada compatíveis com a quantidade de trabalho.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Além de  produção autônoma e produtora de vídeos coorporativos, faz planejamento de roteiro, captação de imagens, direção e pós-produção de vídeos coorporativos para treinamento.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Alguns de seus trabalhos realizados:</p>
<p>Video Documentario: &#8220;Trabalho de locutor&#8221;<br />
Ficção: &#8220;Netão &#8211; Gigolô Virtual&#8221;<br />
Programa Infantil: &#8220;Max e o ET&#8221;<br />
Video Coorporativo: IBM Brasil Dez/2008<br />
Video Coorporativo: Atenas Online &#8211; Erótika Fair Out/2009 (<a href="http://www.atenasonline.com.br">www.atenasonline.com.br</a>)</p>
<p>&#160;</p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Cinepreltt</em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Es Cristo para todas las personas?]]></title>
<link>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 22:31:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>killuminati2012</dc:creator>
<guid>http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/</guid>
<description><![CDATA[Porque el cristianismo oficial ha secuestrado y monopolizado a Jesús y sus enseñanzas, la mayoría de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#3366ff;"><a rel="attachment wp-att-2186" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/cosmicchrist/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2186" title="CosmicChrist" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/cosmicchrist.jpg" alt="CosmicChrist" width="198" height="280" /></a>Porque el cristianismo oficial ha secuestrado y monopolizado a Jesús y sus enseñanzas,<!--more--> la mayoría de la gente en este planeta tienen la impresión de que Jesús es sólo para los cristianos. Sin embargo, como se explica en otro lugar, Jesús no vino para iniciar otra religión dogmática,  exclusivista. Él vino a traer una enseñanza universal que se aplica a todas las personas, incluso si son miembros de una religión existente o que no sean miembros de una religión.</span></p>
<div id="attachment_2195" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><span style="color:#3366ff;"><a rel="attachment wp-att-2195" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/ghostbrain-7/"><img class="size-medium wp-image-2195 " title="ghostbrain" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/ghostbrain6.jpg?w=300" alt="ghostbrain" width="240" height="196" /></a></span><p class="wp-caption-text">Eleva tu Conciencia</p></div>
<p><span style="color:#3366ff;">El núcleo de la enseñanza universal de Jesús es que la pertenencia a una religión externa o cualquier otra acción exterior no es suficiente para asegurar nuestra entrada en un mundo superior (llame como se quiera). La única manera elevarse a un mundo superior es elevar su propia conciencia.</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;">Cuando Jesús dijo &#8220;nadie viene al Padre sino por mí&#8221; no se refería a su persona histórica, ni a una religión exclusivista que afirma que lo represente. Se refería directamente a un estado de conciencia que podríamos llamar una conciencia superior, la iluminación, la conciencia cósmica o la conciencia de Cristo.</span></p>
<div id="attachment_2201" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><span style="color:#3366ff;"><a rel="attachment wp-att-2201" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/57421892-2/"><img class="size-medium wp-image-2201 " title="57421892" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/creacion1.jpg?w=300" alt="57421892" width="270" height="258" /></a></span><p class="wp-caption-text">Creacion</p></div>
<p><span style="color:#3366ff;">Este estado de conciencia universal es lo que el Evangelio de Juan se refiere como la palabra, pero la traducción correcta es el Logos. Este Logos es el estado básico de la conciencia de que Dios creó ante Dios comenzó a crear el mundo de la forma. Por lo tanto, todo está creado a partir de la conciencia de Cristo. El propósito de la conciencia de Cristo es garantizar la unidad entre el creador y su creación.</span></p>
<div id="attachment_2202" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><span style="color:#3366ff;"><a rel="attachment wp-att-2202" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/separacion/"><img class="size-medium wp-image-2202 " title="Separacion" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/separacion.jpg?w=300" alt="Separacion" width="240" height="182" /></a></span><p class="wp-caption-text">Separacion</p></div>
<p><span style="color:#3366ff;">Dios había planeado crear extensiones de auto-conciencia de sí mismo &#8211; los seres humanos son algunos de ellos &#8211; y darles el libre albedrío. Dios sabía que esto hizo posible para nosotros descender a un estado de conciencia en el que podríamos olvidar nuestro origen como extensiones del propio ser de Dios. Podemos llegar a vernos a nosotros mismos como separados de un Dios externo en lugar de ver a Dios dentro de nosotros mismos.</span></p>
<div id="attachment_2207" class="wp-caption alignright" style="width: 233px"><span style="color:#3366ff;"><a rel="attachment wp-att-2207" href="http://killuminati2012.wordpress.com/2009/11/13/%c2%bfes-cristo-para-todas-las-personas/jesusandkrsna1/"><img class="size-medium wp-image-2207" title="jesusandkrsna1" src="http://killuminati2012.wordpress.com/files/2009/11/jesusandkrsna1.jpg?w=223" alt="jesusandkrsna1" width="223" height="300" /></a></span><p class="wp-caption-text">Krsna  y Jesucristo</p></div>
<p><span style="color:#3366ff;">Una vez que hemos descendido en este estado de &#8220;muerte espiritual,&#8221; nuestra única salida es la conciencia de Cristo. Jesús &#8211; y todos los demás verdaderos maestros espirituales  &#8211; vinieron como un ejemplo para mostrarnos nuestro verdadero potencial. Sin embargo, es sólo cuando individualmente &#8220;nos ponemos la mente de Cristo&#8221; que vamos a escapar de la conciencia de la separación y asegurar nuestro acceso al reino de Dios que está dentro de nosotros.</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;">Este blog está dedicado a darle las enseñanzas y las herramientas que usted necesita para ponerse el vestido de bodas de la conciencia de Cristo y así ganar la entrada permanente en la fiesta de bodas. Esto, por supuesto, depende de usted si va a multiplicar los &#8220;talentos&#8221; que se dan en este sitio o si se entierran en el suelo de el estado de dualidad de la conciencia que siempre cree que es correcto.</span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Idéia para o leitor ficar bilionário. ]]></title>
<link>http://defeitocolateral.wordpress.com/2009/11/13/ideia-para-o-leitor-ficar-bilionario/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:28:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigonunesouza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sim, a idéia é simples, mas sou completamente incapacaz de executá-la. Se o ávido leitor tiver dispo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sim, a idéia é simples, mas sou completamente incapacaz de executá-la. Se o ávido leitor tiver dispo]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Denise Dresser: México Amurallado, la educación amurallada]]></title>
<link>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/12/denise-dresser-mexico-amurallado-la-educacion-amurallada/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 20:46:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>thesxj</dc:creator>
<guid>http://thesxj.wordpress.com/2009/11/12/denise-dresser-mexico-amurallado-la-educacion-amurallada/</guid>
<description><![CDATA[México contra la pared. México atrapado por el muro infranqueable que la educación indefendible erig]]></description>
<content:encoded><![CDATA[México contra la pared. México atrapado por el muro infranqueable que la educación indefendible erig]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Linux no triunfa (i)]]></title>
<link>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/12/linux-no-triunfa-i/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:37:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>toxrn</dc:creator>
<guid>http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/12/linux-no-triunfa-i/</guid>
<description><![CDATA[Y así, un año más y Windows sigue siendo el líder indiscutible de los sistemas operativos que se usa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="float:left;font-size:70px;line-height:50px;padding-top:1px;padding-right:5px;">Y</span> así, un año más y Windows sigue siendo el líder indiscutible de los sistemas operativos que se usan en el mundo. Y Mac le sigue invariable, y luego Linux, con menos del 1% del mercado. Y viene la misma pregunta de siempre: ¿por qué? Nadie soy para responder esa pregunta, pero si para dar mi opinión y las que creo, están entre las principales causas.</p>
<p><strong>Eye-candy vs. usabilidad</strong></p>
<div id="attachment_90" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/libraries.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/libraries.png?w=300" alt="Librerías en Windows 7" title="Librerías en Windows 7" width="300" height="216" class="size-medium wp-image-90" /></a><p class="wp-caption-text">Librerías en Windows 7</p></div>
<p>Para empezar, y como bien reza el dicho, se cosecha lo que se siembra. Y Linux no ha cosechado precisamente fama de amigable. Puede que en estos momentos las cosas sean diferentes (y ni así tampoco es), pero en sus inicios el sistema operativo del pingüino era una basura en este sentido, comparado con sus rivales. Y no tenía por qué ser mejor. No estaba pensado para el usuario común, estaba pensado para el trabajo, para el usuario que necesitaba poder y estabilidad por encima de todo. Incluso antes, estaba pensado como un proyecto casi aficionado con un objetivo diferente al de conseguir vender. Con ese enfoque, hay que decirlo, cumplió sus objetivos magistralmente. Por eso es usado ampliamente en ambientes de servidores, donde la amigabilidad pasa a un segundo lugar. Pero cuando se trata de llegar al público en general, Linux se queda algo atrás.</p>
<p>Linux, valga la pena mencionarlo, como tal no es más que el <em>kernel</em>, el núcleo del sistema, que se encarga de las operaciones de más bajo nivel que hacen que nuestro computador funcione. Todas las cosas que vienen encima, las cosas que <em>vemos</em> tales como el gestor de ventanas, el navegador web, el mismo puntero del ratón o los efectos de escritorio, no hacen parte de Linux. Funcionan con éste, por ser un sistema tipo *NIX, sí, pero no hacen parte del el mismo.</p>
<div id="attachment_87" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/aplicaciones-preferidas.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/aplicaciones-preferidas.png?w=300" alt="Diálogo para elegir aplicaciones en Windows 7" title="Diálogo para elegir aplicaciones en Windows 7" width="300" height="243" class="size-medium wp-image-87" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogo para elegir aplicaciones en Windows 7</p></div>
<p>Hay que tener en cuenta, por otro lado, que la facilidad de uso es una cosa totalmente distinta a la apariencia, aunque se pueden complementar. <strong>¿De qué me sirve mil efectos gráficos de avioncitos al abrir y al cerrar, si los voy a tener que ver al abrir una terminal?</strong> En cuanto a la apariencia, que tampoco ha sido históricamente uno de los fuertes de Linux, es sensato mencionar que las plataformas basadas en este kernel han tenido una gran renovación. Proyectos como KDE4, Compiz-fusion, E17, que funcionan sobre X Window, logran ser simplemente hermosos, superando con creces muchas interfaces gráficas de otros sistemas.</p>
<div id="attachment_91" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/compiz-fusion05.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/compiz-fusion05.png?w=300" alt="Efectos de escritorio logrados con Compiz-fusion" title="Efectos de escritorio logrados con Compiz-fusion" width="300" height="187" class="size-medium wp-image-91" /></a><p class="wp-caption-text">Efectos de escritorio logrados con Compiz-fusion</p></div>
<p>Los efectos gráficos que se pueden lograr, por ejemplo, con Compiz-fusion no tienen precedentes en el mundo de las interfaces gráficas, y eso es algo que se puede ver simplemente con una búsqueda breve en YouTube. Ese es un aspecto excelente de lo que se puede lograr con un sistema Linux. Sin embargo, aún falta mucho, y para muchas cosas simplemente no es posible competir. </p>
<div id="attachment_93" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/scale.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/scale.png" alt="Plugin Scale de Compiz" title="Plugin Scale de Compiz" width="497" height="372" class="size-full wp-image-93" /></a><p class="wp-caption-text">Plugin Scale de Compiz</p></div>
<div id="attachment_92" class="wp-caption aligncenter" style="width: 507px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/gutsy-compiz-wall.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/gutsy-compiz-wall.png" alt="Muro de escritorios: usabilidad con eye-candy." title="Muro de escritorios: usabilidad con eye-candy." width="497" height="168" class="size-full wp-image-92" /></a><p class="wp-caption-text">Muro de escritorios: usabilidad con eye-candy.</p></div>
<p>Un ejemplo: los controladores de dispositivos. En muchas distribuciones Linux actuales, tales como Ubuntu u OpenSUSE, el proceso de instalación reconoce la mayoría de los dispositivos y los hace funcionar bien. De hecho, incluso antes del proceso de instalación. Pero en la gran mayoría de los casos, si queremos instalar un dispositivo no estándar, por llamarlo de alguna manera, nos encontramos con líos. No es cuestión de buscar en el CD y hacer doble clic sobre el instalador del controlador. No. Es cierto que esto se sale en muchas ocasiones de las manos de los desarrolladores de Linux (y de eso hablaré más adelante), pero eso no es algo que le podamos decir a un potencial nuevo usuario y esperar que <em>perdone y olvide</em>.</p>
<div id="attachment_89" class="wp-caption alignleft" style="width: 297px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/jumplists.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/jumplists.png?w=287" alt="Jump Lists en Windows 7" title="Jump Lists en Windows 7" width="287" height="300" class="size-medium wp-image-89" /></a><p class="wp-caption-text">Jump Lists en Windows 7</p></div>
<p>KDE4, y en general todo KDE a lo largo de su historia, ha hecho un esfuerzo enorme en este campo. Las aplicaciones de KDE están integradas a un nivel que ningún otro escritorio dentro de Linux posee. Sin embargo KDE no ha sido precisamente bello en sus distintas versiones, algo que afortunadamente ha cambiado en KDE4. Pero repito, la historia pesa, cría fama y échate a la cama. El otro gran escritorio (y el sólo hecho de tener varios escritorios es otra cosa que puede afectar para mal la penetración en el mercado, de lo que también hablaré más adelante), Gnome, también ha hecho esfuerzos en ese sentido, empujado sobre todo por la popular (si es que este término cabe acá) distribución Ubuntu, que se ha centrado en la facilidad de uso, en muchas ocasiones sacrificando la estabilidad.</p>
<div id="attachment_100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/kde4-3.jpg"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/kde4-3.jpg" alt="KDE4.3 y la facilidad de uso" title="KDE4.3 y la facilidad de uso" width="495" height="396" class="size-full wp-image-100" /></a><p class="wp-caption-text">KDE4.3 y la facilidad de uso</p></div>
<div id="attachment_88" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/ietab-superbar.png"><img src="http://flujobinario.wordpress.com/files/2009/11/ietab-superbar.png?w=300" alt="Integración de Internet Explorer con las superbar en Windows 7" title="Integración de Internet Explorer con las superbar en Windows 7" width="300" height="223" class="size-medium wp-image-88" /></a><p class="wp-caption-text">Integración de Internet Explorer con las superbar en Windows 7</p></div>
<p>Se puede decir que la fama de Linux como sistema poco amigable es eso, sólo fama. Pero es cierto que en un momento fue una realidad que truncó gravemente la aceptación por el usuario medio. Y aún así, aunque las distribuciones de hoy en día enfocadas al usuario de escritorio como Ubuntu, Fedora u OpenSUSE han hecho grandes y muy buenos esfuerzos para mejorar la usabilidad, sus interfaces aún no llegan a los niveles de obviedad a los que llegan las de Windows 7 o Mac OS X Leopard. En general los escritorios Linux carecen de una manera contundente y amigable para la administración del sistema, pero sobre todo en el tema de la integración se quedan muy atrás.</p>
<p>La facilidad de uso, siempre se ha dicho, es uno de los grandes lastres para la adopción masiva de Linux como sistema operativo de escritorio. Sin embargo, ni es el único, ni el más pesado. En la <a href="http://flujobinario.wordpress.com/2009/11/16/linux-no-triunfa-ii/">siguiente entrada</a> analizaré los que creo que pueden ser otros motivos para lo que nos ocupa. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Microsoft obtém patente para o sudo!]]></title>
<link>http://antoniofonseca.wordpress.com/2009/11/11/microsoft-obtem-patente-para-o-sudo/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 00:28:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>ASF</dc:creator>
<guid>http://antoniofonseca.wordpress.com/2009/11/11/microsoft-obtem-patente-para-o-sudo/</guid>
<description><![CDATA[Acabo de ler no Groklaw e quase não acreditei! A Microsoft obteve patente (patente número 7617530) p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Acabo de ler no <a href="http://www.groklaw.net/article.php?story=20091111094923390" target="_blank">Groklaw</a> e quase não acreditei! A Microsoft obteve patente (<a href="http://patft1.uspto.gov/netacgi/nph-Parser?Sect1=PTO1&#38;Sect2=HITOFF&#38;d=PALL&#38;p=1&#38;u=/netahtml/PTO/srchnum.htm&#38;r=1&#38;f=G&#38;l=50&#38;s1=7,617,530.PN.&#38;OS=PN/7,617,530&#38;RS=PN/7,617,530" target="_blank">patente número 7617530</a>) para uma funcionalidade disponível em vários sistemas UNIX like a anos e que inclusive não foi inventada por ela.</p>
<p>Quanta falta de vergonha. As vezes me pergunto até onde esses caras pretendem descer?</p>
<p>Atualização em 21/11:</p>
<p><a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/microsoft-nao-patenteou-comando-sudo" target="_blank"><strong>Microsoft não patenteou comando &#8220;sudo&#8221;</strong>, Gizmodo Brasil</a></p>
<p>Retificação feita.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um monopólio do Ubuntu seria melhor?]]></title>
<link>http://geniuslife.wordpress.com/2009/11/11/um-monopolio-do-ubuntu-seria-melhor/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Júlio Neto</dc:creator>
<guid>http://geniuslife.wordpress.com/2009/11/11/um-monopolio-do-ubuntu-seria-melhor/</guid>
<description><![CDATA[Nesses últimos dias o Ubuntu tem feito muito sucesso. Não pelo lançamento do Karmic Koala, mas sim p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Nesses últimos dias o Ubuntu tem feito muito sucesso. Não pelo lançamento do Karmic Koala, mas sim p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Existiría Microsoft si no fuera por la "piratería"?]]></title>
<link>http://dicybug.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfexistiria-microsoft-si-no-fuera-por-la-pirateria/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:16:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>dicybug</dc:creator>
<guid>http://dicybug.wordpress.com/2009/11/11/%c2%bfexistiria-microsoft-si-no-fuera-por-la-pirateria/</guid>
<description><![CDATA[La pregunta quizá debería ser más concreta, ¿habrías comprado tu XBox, PlayStation o Nintendo DS si ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La pregunta quizá debería ser más concreta, ¿habrías comprado tu <strong>XBox</strong>, <strong>PlayStation</strong> o <strong>Nintendo DS</strong> si no fueran &#8220;pirateables&#8221;? Si la perspectiva fuese pagar 30, 40 ó 50 euros por juego, ¿quién compraría las videoconsolas?</p>
<p>Microsoft no es una víctima, sino que son unos caraduras. En sus orígenes, no ponían ninguna pega para que su sistema operativo Microsoft Windows pasara de mano en mano sin ningún tipo de control. Querían copar el mercado, como de hecho consiguieron, y solo una vez consiguieron formar un monopolio de facto han ido a por la piratería. Microsoft es lo que es, y existe, gracias a la piratería. Y una vez se aprovecharon de ella para imponerse a la competencia, ahora ya no la necesitan y pretenden exprimir del todo a los pobres idiotas que compran sus productos.</p>
<p>Pero eso fue en el origen. ¿Qué pasa ahora con las videoconsolas? Pues tres cuartos de lo mismo: lo primero es vender más videoconsolas que la competencia, y para eso viene muy bien que exista un mercado de pirateo y que los usuarios puedan conseguir los juegos para la videoconsola sin tener que pagar la <strong>salvajada</strong> que piden por ellos. Muchos de los que poseen una videoconsola <strong>jamás</strong> la habrían comprado si la única opción fuese pagar por los juegos. Y si la videoconsola no se vende, las empresas no adaptan los juegos para ese modelo, con lo que a falta de juegos aún se vende menos. Así que la piratería les viene muy bien para vender.</p>
<p>Microsoft repite una y otra vez el mismo modelo: primero coloca el producto por delante de los de la competencia haciendo la vista gorda al pirateo, y luego, una vez ha conseguido una posición de fuerza o ha conseguido vender suficientes productos ya se preocupa de terminar de exprimir a la gente poniéndose duro con la piratería.<br />
<a href="http://www.telecinco.es/informativos/tecnologia/noticia/100011633/Microsoft+desconecta+a+miles+de+usuarios+de+Xbox+Live+por+piratear+sus+consolas">Microsoft desconecta a miles de usuarios de Xbox Live por piratear sus consolas</a></p>
<p>Estos &#8220;piratas&#8221; andan estos días vendiendo Windows 7. Quizá Ud ni yo queramos ni necesitemos un nuevo sistema operativo. Si el que tenemos, si el que ya hemos pagado, funciona bien ¿qué razón puede impulsarnos a pagar más dinero para cubrir un servicio que ya tenemos? Da igual, no se lo cuestione: cuando compre un PC portátil ya le vendrá con Windows 7, lo va a pagar quiera o no quiera. Y no se puede hacer nada. Es Microsoft, especialistas en ganar dinero.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
