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	<title>morador-de-rua &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/morador-de-rua/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "morador-de-rua"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 09:50:03 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Um Evangelho sem Fronteiras]]></title>
<link>http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/27/um-evangelho-sem-fronteiras/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:44:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>timedecristo</dc:creator>
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<description><![CDATA[sai pra lá, ovelha negra! O que diria Cristo sobre nossa atitude? Por Júnior Rubira O Evangelho que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_884" class="wp-caption aligncenter" style="width: 402px"><a href="http://timedecristo.wordpress.com/files/2009/11/ovelhanegra.png"><img class="size-full wp-image-884" title="sai pra lá, ovelha negra! O que diria Cristo sobre isso?" src="http://timedecristo.wordpress.com/files/2009/11/ovelhanegra.png" alt="sai pra lá, ovelha negra! O que diria Cristo sobre isso?" width="392" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">sai pra lá, ovelha negra! O que diria Cristo sobre nossa atitude?</p></div>
<p>Por Júnior Rubira</p>
<p>O Evangelho que nos foi dado, para a Glória de Deus, não é uma mensagem pradonizada no sentido cultural, não está presa a uma forma de linguagem, e muito menos intrínseca a uma tendência ou preferência da moda. A mensagem do Evangelho transcende as barreiras, transcende culturas e costumes, esta poderosa mensagem está muito mais além do que nossas mentes, aprisionadas ás visões denominacionais brasileiras, podem imaginar.</p>
<p style="text-align:left;font-size:8pt;"><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailFlare?itemTitle=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras%20%C2%AB%20Time%20de%20Cristo&#38;uri=http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/27/um-evangelho-sem-fronteiras/" target="_blank">Envie</a> por email para seu amigo e divulgue no seu <a title="Add to Facebook" rel="nofollow" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http://wp.me/pFVpc-ef" target="_blank">Facebook</a> &#124; <a title="Add to Digg" rel="nofollow" href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;title=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Digg</a> &#124; <a title="Add to Del.icio.us" rel="nofollow" href="http://del.icio.us/post?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;title=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Del.icio.us</a> &#124; <a title="Add to Stumbleupon" rel="nofollow" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;title=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Stumbleupon</a> &#124; <a title="Add to Reddit" rel="nofollow" href="http://reddit.com/submit?url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;title=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Reddit</a> &#124; <a title="Add to Blinklist" rel="nofollow" href="http://www.blinklist.com/index.php?Action=Blink/addblink.php&#38;Description=&#38;Url=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;Title=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Blinklist</a> &#124; <a title="Add to Twitter" rel="nofollow" href="http://twitter.com/home/?status=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras+%40+http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef" target="_blank">Twitter</a> &#124; <a title="Add to Technorati" rel="nofollow" href="http://www.technorati.com/faves?add=http://wp.me/pFVpc-ef" target="_blank">Technorati</a> &#124; <a title="Add to Yahoo Buzz" rel="nofollow" href="http://buzz.yahoo.com/buzz?targetUrl=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;headline=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Yahoo Buzz</a> &#124; <a title="Add to Newsvine" rel="nofollow" href="http://www.newsvine.com/_wine/save?u=http%3A%2F%2Fwp.me%2FpFVpc-ef&#38;h=Um%20Evangelho%20sem%20Fronteiras" target="_blank">Newsvine</a></p>
<p><!--more--></p>
<p>Jesus Cristo não trouxe uma mensagem de difícil acesso e compreenssão aos ouvintes, e nem com costumes e rituais complicados, ou ainda um caminho inalcançavel para as nações, a mensagem de Cristo é universal, e adapta-se aos povos de maneira que todos possam viver agradavelmente diante do Senhor rumo a salvação.</p>
<p>O Evangelho somente rejeita costumes, tradições e crenças que vão contra os princípios divinos, que ferem a mensagem de Cristo, que retiram de Deus a adoração e reverência que lhe é devida, mas infelizmente por vezes acabamos por não ultrapassar certos obstáculos.</p>
<p>O mais vergonhoso para nós da igreja é o fato de que nem mesmo Jesus se importou com certos &#8220;empecilhos sociais e culturais&#8221;, mas nós, por incrível que  pareça, tentamos ser mais &#8220;santos&#8221; que o próprio Deus e deixamos de pregar a mensagem da cruz porque não nos adaptamos ás diferenças culturais das diversas classes de pessoas e nações deste planeta, possuímos uma mensagem universal e sem fronteiras, mas acabamos por ser uma geração embaraçada nas &#8220;cercas&#8221; deste mundo, nos restringindo aos limites de um país ou uma cultura.</p>
<p>Quem quiser discordar que discorde, mas Jesus foi o maior pregador underground da história da humanidade sim! Deixou uma roupagem divina, incorruptível, gloriosa, para se submeter a esta carne corruptível e frágil, além do mais, aquele que antes estava na companhia dos anjos, passou a conviver com seres pecaminosos, e muitas vezes endurecidos de coração, nós! Os humanos! Isto sem contar o fato de ter que se enquadrar aos costumes e tradições de sua época, de seu povo, e ter que viver cercado pelo ambiente religioso e podre de seu tempo, passou a falar a linguagem simples do povão, e a ensinar pessoas sem nenhuma erudição, mas lá estava ele, sem questões denominacionais, costumes tolos, entendimentos tacanhos, ele pregava uma mensagem universal e tinha a obrigação de derrubar as barreiras e preparar caminhos planos para os que viessem a crer nele.</p>
<p>Jesus não rejeitou os gentios por sua diferença cultural, pelo contrário, cumpriu o que fora dito pelo profeta e se tornou &#8220;luz das nações&#8221;, mas nós continuamos a edificar muralhas e derrubar pontes, encontramos problemas e não soluções, e enquanto isso milhares de almas perecem nas margens da sociedade, e nós que somos tão bons, não fazemos como Jesus, pelo contrário, deixamos os drogados, as prostitutas, os moradores de rua, os necessitados, os orfãos, as viúvas, os pobres e os pecadores sem a mensagem de Vida, tudo porque estamos presos as &#8220;cercas&#8221; que limitam nosso &#8220;pasto&#8221;.</p>
<p>Que venhamos a rever conceitos!</p>
<p>Deus te abençoe!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.blogespadadoespirito.blogspot.com/" target="_blank">Espada do Espírito</a></p>
<p>Leia mais atualidades cristãs <a href="http://timedecristo.wordpress.com" target="_self">aqui</a>.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não é fácil envelhecer na cidade fria]]></title>
<link>http://ricardocarelli.wordpress.com/2009/11/14/nao-e-facil-envelhecer-na-cidade-fria/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 05:23:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricarelli</dc:creator>
<guid>http://ricardocarelli.wordpress.com/2009/11/14/nao-e-facil-envelhecer-na-cidade-fria/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Ricardo Carelli - Mãos que escrevem o futuro. Foto: Ricardo Carelli - Olhos que escrevem o pas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="mceTemp">
<div id="attachment_166" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-166" title="idoso 2" src="http://ricardocarelli.wordpress.com/files/2009/11/idoso-22.jpg?w=300" alt="idoso 2" width="300" height="213" /><p class="wp-caption-text">Foto: Ricardo Carelli - Mãos que escrevem o futuro.</p></div>
<div id="attachment_169" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-169" title="idoso 1" src="http://ricardocarelli.wordpress.com/files/2009/11/idoso-13.jpg?w=300" alt="idoso 1" width="300" height="214" /><p class="wp-caption-text">Foto: Ricardo Carelli - Olhos que escrevem o passado.</p></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Free, Livre]]></title>
<link>http://lafotometria.wordpress.com/2009/11/07/free-livre/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 06:05:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Souza</dc:creator>
<guid>http://lafotometria.wordpress.com/2009/11/07/free-livre/</guid>
<description><![CDATA[Centro, Rio de Janeiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-910" title="Free-livre" src="http://lafotometria.wordpress.com/files/2009/11/free-livre2.jpg" alt="Free-livre" width="450" height="640" /></p>
<p>Centro, Rio de Janeiro</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na Igreja Presbiteriana: Morador de rua é gente!]]></title>
<link>http://paulomenotti.wordpress.com/2009/10/20/na-igreja-presbiteriana-morador-de-rua-e-gente/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 03:03:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulomenotti</dc:creator>
<guid>http://paulomenotti.wordpress.com/2009/10/20/na-igreja-presbiteriana-morador-de-rua-e-gente/</guid>
<description><![CDATA[MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DA PROCESS Olá, pessoal!!! Nesta oportunidade, quero apresentar a todos vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><a href="http://blig.ig.com.br/apresbem/2009/10/03/64/">MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DA PROCESS</a></h3>
<div>
<p>Olá, pessoal!!!</p>
<p>Nesta oportunidade, quero apresentar a todos vocês, visitantes desta página, a matéria veicula no site da <a title="http://www.process.com.br/" href="http://www.process.com.br/" target="_blank">http://www.process.com.br/</a>, publicada em data de 30 de setembro de 2009 pelo então reporter Peixinho, o qual é responsável pela matéria.</p>
<p>Abraços a todos!</p>
<p><strong>A MATÉRIA:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Na Igreja Presbiteriana: Morador de rua é gente!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_65" style="width:140px;"><strong><strong><img src="http://blig.ig.com.br/apresbem/files/2009/10/cenndnds.jpg" alt="Miss. Paulo Menotti" width="130" height="94" /></strong></strong>Miss. Paulo Menotti</p>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Conheça o trabalho do Missionário Paulo.<br />
Atendemos mais de 200 pessoas nessa situação.<br />
Conhece todos pelo nome e seus históricos.<br />
Encaminhou pedidos a Prefeitura, mas sem êxito nenhum.<br />
<strong>Confira:</strong> Matéria e foto.<!--more--></p>
<p>Paulo Ricardo de Lima Minoti e Jeziel Marinho Diácono, tem acompanhado esse trabalho com os Moradores de Rua de Matão, conheceu o Sr. Carlos Reis que estava na rua e morreu de frio nessa Administração, como não há POLÍTICA para esse segmento o descaso e a ignorância do tema é coisa normal e natural como foi a morte desse matonense, divulgado na matéria do Maury, nesse portal.</p>
<p>Há tempo que venho tentando sensibilizar as autoridade sobre esse tema, mas construção de rua e avenida, falam mais alto, e a Igreja Presbiteriana tem por prioridade o ser humano a visão e atuação no social é uma avenida necessária mas sem abandono violência e morte.</p>
<p>PAULO DA UM BANHO, CORTA O CABELO COLOCA UMA ROUPA NOVA E LIMPA, ENSINA AS REGRAS DE CONVÍVIO SOCIAL QUE TEM QUE RESPEITAR PARA SE VIVER BEM. FAZEM ORAÇÕES E SENTAM EM UMA MESA DIGNA COM TALHERES PARA A REFEIÇÃO AI SE SENTE CIDADÃO E FILHOS AMADOS DE DEUS.</p>
<p>Isso ocorre somente as terças-feiras com horário estipulado, o projeto recuperou Marcelo, que hoje mora em Avaré, há um funcionamento muito bem elaborado para com essas pessoas abandonada na rua, enquanto para uns é um “nojo esse insuportáveis no comportamento”, para o Paulo e Jesiel são filhos de Deus e que possui as riquezas de Deus , que precisam ser despertadas com palavras e ações, mas sem pegar no pé, é uma inclusão social espontânea.</p>
<p><strong>As reivindicações solicitadas foram: </strong></p>
<p>1- Facilidade para retirar o B.O., pois a policia civil em Matão não fornece para quem não mora aqui.</p>
<p>2- Facilidade na Retirada do RG.</p>
<p>3- Facilidade de consultas médicas.</p>
<p><em>“Peixinho, esse pessoal vem para Matão sem documento nenhum e o documento é o primeiro passo apara sua inclusão na sociedade e aqui em Matão isso é barrado, porquê?  Você precisava ver a alegria deles quando conseguem todos os documentos nas mãos, ai podem dormir no albergue, pois lá sem documento não entram.”</em></p>
<p><em><img src="http://blig.ig.com.br/apresbem/files/2009/10/pxpxppoc13.jpg" alt="pxpxppoc13" width="250" height="333" /><br />
</em></p>
<p align="center">
</div>
<div>Enviado por:  <a title="Posts de apresbem@ig.com.br" href="http://blig.ig.com.br/apresbem/author/apresbemigcombr/">apresbem@ig.com.br</a> &#8211; Categoria: <a title="Ver todos os posts em Sem categoria" rel="category tag" href="http://blig.ig.com.br/apresbem/category/sem-categoria/">Sem categoria</a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viver sem rumo]]></title>
<link>http://tres16blog.wordpress.com/2009/10/05/viver-sem-rumo/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:37:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>tres16blog</dc:creator>
<guid>http://tres16blog.wordpress.com/2009/10/05/viver-sem-rumo/</guid>
<description><![CDATA[( Bruno) Eu estava passando uns dias no Rio de Janeiro quando me chamaram para fazer umas fotos de M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>( Bruno) Eu estava passando uns dias no Rio de Janeiro quando me chamaram para fazer umas fotos de Moradores de Rua em Madureira. Andando pelas ruas, por todo canto que eu olhava, lá estavam eles. Muitos passavam por mim e davam uma rápida “bisoiada” não entendendo o que eu estava fazendo ali. Aos poucos fui ganhando a confiança e quando eu vi, já estava ouvindo suas histórias e sonhos, não muito diferente de uma pessoa que tem sua própria casa e sua vida segura. Algo que me chamou atenção foi que mesmo morando nas ruas, muitos tem um emprego fixo com carteira assinada, saem para trabalhar de manhã, e voltam no final do dia. Perguntei para uma pessoa, porque ela mesmo trabalhando e tendo seu salário, ela continuava morando na rua, e a resposta foi: &#8220;é que ás vezes eu tenho uma recaída , eu gastei um dinheirinho , fiz um empréstimo no banco, e ainda to aqui.&#8221;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-18" title="Morador de Rua" src="http://tres16blog.wordpress.com/files/2009/10/morador-de-rua.jpg" alt="Morador de Rua" width="497" height="331" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://helvioromero.wordpress.com/2009/10/05/799/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>helvioromero</dc:creator>
<guid>http://helvioromero.wordpress.com/2009/10/05/799/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-798" title="BLITZ" src="http://helvioromero.wordpress.com/files/2009/10/sono.jpg" alt="BLITZ" width="510" height="340" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://helvioromero.wordpress.com/2009/09/26/764/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 11:11:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>helvioromero</dc:creator>
<guid>http://helvioromero.wordpress.com/2009/09/26/764/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="Sono na Av. Rio Branco 01" src="http://helvioromero.wordpress.com/files/2009/09/sono-na-av-rio-branco-01.jpg" alt="Sono na Av. Rio Branco 01" width="510" height="340" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Morador de rua é encontrado morto]]></title>
<link>http://valeindependente.wordpress.com/2009/09/10/morador-de-rua-e-encontrado-morto/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 10:57:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Giácomo Costanti</dc:creator>
<guid>http://valeindependente.wordpress.com/2009/09/10/morador-de-rua-e-encontrado-morto/</guid>
<description><![CDATA[A Polícia Militar de Santa Rita do Sapucaí,por volta das 02:00h dessa madrugada. em patrulhamento pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Polícia Militar de Santa Rita do Sapucaí,por volta das 02:00h dessa madrugada. em patrulhamento pela Av.Frederico de Paula Cunha,685, Bairro Maristela, deparou com uma ambulância e uma equipe de resgate do HPS, sendo os militares informados pelos componentes das equipes que havia uma pessoa ali caída ao solo. No local estava o corpo do cidadão <strong>ALEXSANDER RODRIGUES, vulgo SEM TERRA</strong>, catador de lixo reciclável, <strong>já em óbito.</strong> Segundo populares a vítima não tem parentes na cidade e é morador de rua e ele estava deitado no local desde às 18:00 h do dia 09/09/09. Diante do fato foi acionado a Funerária Santa Rita e comunicado ao plantão da Delegacia de Polícia Civil, o qual relatou que a perícia não iria comparecer, liberando o corpo para a funerária. <strong>A vítima não aparentava sinais de violência e fazia uso constante de bebida alcoólica.</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">FONTE:PMMG</span><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moradores de rua: perfil nacional]]></title>
<link>http://ohepublico.wordpress.com/2009/09/09/moradoresderua/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 00:56:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>ohepublico</dc:creator>
<guid>http://ohepublico.wordpress.com/2009/09/09/moradoresderua/</guid>
<description><![CDATA[Um dia desses eu estava procurando algumas informações sobre desenvolvimento humano e encontrei um l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Um dia desses eu estava procurando algumas informações sobre desenvolvimento humano e encontrei um levantamento nacional sobre o perfil dos moradores de rua do país. Observei o relatório e condensei alguns dados principais, que seguem abaixo:</p>
<p>O <a href="http://www.mds.gov.br/" target="_blank">Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome</a> (MDS), em parceria com a <a href="http://www.brasilia.unesco.org/" target="_blank">Unesco</a>, realizou em 2007/2008 a <a href="http://www.mds.gov.br/noticias/arquivos/sumario_executivo_pop_rua.pdf" target="_blank">Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua</a>. Havia necessidade prioritária de elaborar estudos que permitissem mensurar o universo dos moradores de rua do país.</p>
<p>A pesquisa abrangeu pessoas vivendo em &#8220;situação de rua&#8221; (o relatório traz especificações técnicas sobre esse conceito) com 18 anos ou mais, de 71 cidades brasileiras &#8211; 48 municípios com mais de 300 mil habitantes e 23 capitais, exceção de São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre, pois estas já haviam realizado levantamentos próprios.</p>
<p><strong>Resultados: </strong></p>
<p>Os municípios pesquisados possuíam 31.922 adultos vivendo em calçadas, praças, rodovias, parques, viadutos, postos de gasolina, praias, barcos, túneis, depósitos e prédios abandonados, becos, lixões, ferro-velho ou pernoitando em instituições (albergues, abrigos, casas de passagem e de apoio e igrejas). O contingente descrito equivale a 0,061% da população dessas cidades. </p>
<p>Outros dados permitem traçar um perfil da população de rua dessas cidades:</p>
<p>A maioria é formada por <strong>homens </strong>(82%), <strong>jovens</strong> (53% têm entre 25 e 44 anos), <strong>negros </strong>(39,1% pardos + 27,9% pretos), <strong>carentes</strong> (52,6% recebem entre 20 e 80 reais por semana) e <strong>alfabetizados</strong> (74% sabem ler e escrever; 17% não sabem escrever e 8,3% só assinam o nome).</p>
<p>Ao contrário da imagem de que quem mora na rua é mendigo ou pedinte, 71% das pessoas que vivem na rua são <strong>trabalhadoras</strong>, exercem atividades remuneradas como catador de materiais recicláveis (27,5%), flanelinha (14,1%), construção civil (6,3%), limpeza (4,2%) e carregador/estivador (3,1%). Apenas 15,7% das pessoas pedem dinheiro como principal meio para a sobrevivência. </p>
<p>Também não são andarilhos: 46% deles sempre viveram no mesmo município onde habitam as ruas. Dentre os migrantes, mais da metade ainda vive no mesmo estado em que nasceu.</p>
<p>Despontam três motivos principais para essas pessoas terem ido parar nas ruas: alcoolismo ou drogas, desemprego e desavenças com parentes (71% citaram pelo menos um deles). A maioria costuma dormir na rua (69,6%). Um grupo menor (22,1%) dorme em albergues ou outras instituições. Apenas 8,3% alternam, ora dormindo na rua, ora dormindo em albergues.</p>
<p>Quase 80% dos moradores de rua conseguem fazer ao menos uma refeição por dia. Quase um terço do total possui algum problema de saúde, dentre os mais comuns: hipertensão; problema psiquiátrico/mental; Aids. </p>
<p>Ainda quanto à Saúde, 60% já sofreram internação em pelo menos uma instituição de apoio. Desses, 28% foram internados em centros de recuperação de dependência química. No tocante à higiene, mais de 30% usam as ruas para tomar banho ou fazer necessidades fisiológicas. As demais opções são albergues/abrigos e banheiros públicos.</p>
<p>Quase 25% dos moradores de rua entrevistados não possuem documento algum de identificação, o que impossibilita emprego formal, acesso aos serviços e programas do governo e o exercício da cidadania, como o direito ao voto, por exemplo.</p>
<p>Veja a <a href="http://www.mds.gov.br/noticias/arquivos/sumario_executivo_pop_rua.pdf" target="_blank">pesquisa na íntegra</a> (arquivo PDF).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornal do Almoço faz série sobre moradores de rua]]></title>
<link>http://jornalismob.wordpress.com/2009/09/09/jornal-do-almoco-faz-serie-sobre-moradores-de-rua/</link>
<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 00:34:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Haubrich</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Jornal do Almoço nunca foi exatamente um programa jornalístico. Com uma ou outra pauta jornalístic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Jornal do Almoço nunca foi exatamente um programa jornalístico. Com uma ou outra pauta jornalística, muitas pautas de perfumaria, outras tantas pautas de anunciantes, de vez em quando se aventura pelo campo do jornalismo. É o caso de uma série de reportagens que está indo ao ar nesta semana, sobre moradores de rua.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2747" style="border:black 0 solid;" title="imagem" src="http://jornalismob.wordpress.com/files/2009/09/imagem.jpg" alt="imagem" width="277" height="202" />A série começou ontem, terça-feira, e vai até quinta. Porém, como vou viajar amanhã, deixemos a última reportagem de fora desta análise, com a consciência de que, muitas vezes, séries de alguns veículos e/ou repórteres são como juiz de futebol. Melhor não elogiar muito antes do apito final.</p>
<p>Pois bem. Rodrigo Lopes e Fábio Almeida são os repórteres que saíram às ruas atrás de histórias interessantes entre as milhares de pessoas que moram nas ruas de Porto Alegre. Na verdade, não me parece ter sido apenas disso que eles saíram atrás, mas chegaremos lá. A <a href="http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&#38;contentID=75728&#38;channel=45">primeira reportagem</a>, exibida na terça-feira, é boa, difícil não admitir.</p>
<p>Isso apesar da abertura tão&#8230;tão RBS, tão status quo, feita pelo Rodrigo Lopes: “depois de um dia de trabalho, todos nós queremos estar em casa com a família, ao redor de uma mesa, na frente da TV”. Quem quer estar na frente da TV, cara pálida? É a mania de reproduzir uma média de forma que acaba reforçando costumes que estão impregnados na sociedade. Sim, esse não é o foco da reportagem, mas já mostra qual é o veículo e quem é o repórter, logo de cara.</p>
<p>O começo da matéria, aliás, é o grande problema dela. A humanização que vem a seguir – o que parece óbvio em uma reportagem como essa, mas sabemos que parte da grande imprensa tende a fugir do óbvio sempre que não deve, e a não fugir sempre que deve fazê-lo – é introduzida por um momento crasso: um morador de rua – para Rodrigo Lopes, um morador de rua sem nome, invisível mesmo para o repórter que diz querer torná-lo visível – conta que seu carrinho foi roubado. O repórter ressalta que os moradores daquela marquise estão revoltados, e a declaração sobre o carrinho roubado passa batida, não há explicação, não há questionamento. Possivelmente – é o que geralmente acontece – quem roubou o carrinho dele foram as autoridades.</p>
<p>Dessa declaração, Rodrigo pula para o crack, e a mostra clara de que o entrevistado é drogado, viciado, escória, normaliza o roubo de seu pertence e faz com que o telespectador o esqueça em um segundo – literalmente.</p>
<p>Apesar desse início aos tropeços, na segunda metade da matéria aparece o lado humano da história. Rodrigo Lopes consegue mostrar um pouco de quem são essas pessoas, sobretudo mostrar que elas são pessoas. Aproxima-se delas, conversa, o que é fundamental em uma reportagem desse tipo – e que raras vezes é feito.</p>
<p>Na <a href="http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&#38;contentID=75925&#38;channel=45">segunda parte da série</a>, exibida hoje (quarta-feira), a lógica que levou à qualidade da metade final da primeira parte é praticamente abandonada, e volta-se à prática da vinculação exagerada dessas pessoas com drogas, álcool e violência. É claro que essa ligação existe, mas, se é para se falar dela, isso tem de ser feito com responsabilidade. Quando uma reportagem aponta para pessoas que já são excluídas taxando-as de drogadas e violentas, serve apenas para reforçar o preconceito que, em grande parte, a própria mídia já vem enfiando a doses cavalares na mentalidade da sociedade.</p>
<p><em>Postado por Alexandre Haubrich</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cães e catadores de papel mostram companheirismo nas ruas de SP]]></title>
<link>http://cachorroblog.wordpress.com/2009/08/07/caes-e-catadores-de-papel-mostram-companheirismo-nas-ruas-de-sp/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 18:37:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcello Berriel</dc:creator>
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<description><![CDATA[THAÍS FONSECA Rodeada de papéis velhos e tábuas, Bolinha dorme tranquilamente sob o Viaduto do Glicé]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>THAÍS FONSECA</em></p>
<p>Rodeada de papéis velhos e tábuas, Bolinha dorme tranquilamente sob o Viaduto do Glicério, reduto de trabalho de catadores de papel no centro de São Paulo. A filhote, uma vira-lata de poucos meses de vida, é um dos cães que circulam no local, em meio aos sacos de lixo que chegam e que são separados manualmente para reciclagem.</p>
<div id="attachment_673" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-673" title="Horácio01" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/horacio01.jpg" alt="José Antônio Horácio, catador de papel e morador de rua que cria seis cães" width="500" height="269" /><p class="wp-caption-text">José Antônio Horácio, catador de papel e morador de rua que cria seis cães</p></div>
<div id="attachment_674" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-674" title="Horácio2" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/horacio2.jpg" alt="&#34;O meu trabalho é para comprar comida para mim e para os meus cachorros&#34;, diz Horácio" width="500" height="267" /><p class="wp-caption-text">&#34;O meu trabalho é para comprar comida para mim e para os meus cachorros&#34;, diz Horácio</p></div>
<p>À vontade no cenário, os cães são mais que observadores do trabalho já que costumam, em muitos casos, acompanhar os catadores de lixo nas &#8220;andanças&#8221; pela cidade. Além de guardar a carroça, acabam desenvolvendo uma relação profunda de amizade com o catador e, não raro, são mencionados como membros da família, como no caso de Bolinha. &#8220;Minha vida sou eu e meus cãezinhos&#8221;, diz José Antônio Horácio, o dono, que cria mais cinco.&#8221;Comigo, somos em sete cães&#8221;, brinca.</p>
<div id="attachment_676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-676" title="José Antônio Horácio" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/jose-antonio-horacio.jpg" alt="Bolinha, filhote de vira-lata, é o mais novo membro da ''família'' de José Antônio Horácio, dono de mais cinco cães" width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">Bolinha, filhote de vira-lata, é o mais novo membro da &#39;&#39;família&#39;&#39; de José Antônio Horácio, dono de mais cinco cães</p></div>
<p>Catador de papel e morador de rua há quase vinte anos, Horácio adotou há cerca de quinze Princesa, uma cadela que encontrou por acaso. Depois dela, mais cães abandonados cruzaram seu caminho e ganharam nomes como Cartuxo, Pelé e a Bolinha, última a ser adotada. São eles que dormem ao redor da moradia improvisada sob o viaduto e que o avisam da presença de estranhos, sejam eles humanos ou, o mais comum, outros animais, como ratos e insetos.&#8221;Eles matam tudo&#8221;, diz o dono, orgulhoso.</p>
<p>A escolha de montar sua &#8220;cabana&#8221;, diz ele, foi influenciada pelos próprios cães, já que muitos albergues da cidade não aceitam a entrada de animais. Sem coragem de deixá-los sozinhos e pouco habituado aos horários impostos, decidiu morar na rua com os companheiros que, garante, são vacinados e bem alimentados. &#8220;O meu trabalho é para comprar comida para mim e para os meus cachorros&#8221;, diz, apontando o macarrão amontoado sobre uma folha de jornal, colocado para os cães.</p>
<p>O resultado da dedicação de Horácio é retribuída: eles o seguem por toda a parte e parecem a todo momento querer brincar com o dono. &#8220;É só eu pegar a carroça que eles me acompanham&#8221;, diz, explicando que todos ficam soltos, com exceção de Bolinha que, por ora, é levada na carroça.</p>
<div id="attachment_677" class="wp-caption aligncenter" style="width: 305px"><img class="size-full wp-image-677" title="Renildo dos Santos" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/renildo-dos-santos.jpg" alt="Renildo dos Santos faz carinho em Leão, seu companheiro de ''andanças''; segundo o dono, o cão é capaz de encontrá-lo sozinho pela cidade" width="295" height="384" /><p class="wp-caption-text">Renildo dos Santos faz carinho em Leão, seu companheiro de &#39;&#39;andanças&#39;&#39;; segundo o dono, o cão é capaz de encontrá-lo sozinho pela cidade</p></div>
<div id="attachment_678" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-678" title="Leni Alves de Sousa" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/leni-alves-de-sousa.jpg" alt="Leni Alves de Sousa, esposa do catador de lixo Renildo dos Santos, recebe carinho de Leão, o cão da família" width="500" height="269" /><p class="wp-caption-text">Leni Alves de Sousa, esposa do catador de lixo Renildo dos Santos, recebe carinho de Leão, o cão da família</p></div>
<p>A companhia pelas ruas também faz parte da vida de Leão, vira-lata de média estatura que costuma acompanhar Renildo dos Santos, embora algumas vezes, por cansaço ou distração, ele volte para casa antes da hora. Em outras, Leão perde a saída de Renildo mas, profundo conhecedor do trajeto do dono, consegue encontrá-lo no meio do caminho. &#8220;Quando eu quero encontrar meu marido pergunto ao Leão&#8221;, conta Leni Alves de Souza, esposa do catador.</p>
<p>Embora se mostre manso com estranhos, os donos o consideram um bom cão de guarda, capaz de vigiar a carroça, responsável pelo &#8220;ganha pão&#8221;. &#8220;Ele pode não morder a pessoa, mas reconhece a carroça e vai atrás&#8221;, diz Renildo, confiante das habilidades do cão. O cansaço por causa da idade e o senso de localização de Leão evitam que ele próprio seja roubado, o que pode acontecer no local. &#8220;Algumas pessoas roubam cães para vender&#8221;, diz Renildo, que afirma já ter tido um de seus cães roubados certa vez.</p>
<div id="attachment_679" class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img class="size-full wp-image-679" title="Luís Felício" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/luis-felicio.jpg" alt="Luís Felício abraça Neguinha, sua cadela que, segundo ele,''não tem preço''" width="297" height="387" /><p class="wp-caption-text">Luís Felício abraça Neguinha, sua cadela que, segundo ele,&#39;&#39;não tem preço&#39;&#39;</p></div>
<p>Além dos &#8220;acompanhantes&#8221;, há ainda os que aguardam em casa a volta dos donos. É o caso de Luís Felício, catador de papel e morador de rua (sob o viaduto) há vinte anos, que cuida de Neguinha, uma poodle preta. Com ela no colo, o catador explica que deixa a cadela em casa quando vai trabalhar. O problema, diz ele, é que além da idade avançada, ela é cheia de manha. &#8220;Quando vai comigo só quer colo&#8221;. Com carícias e beijos em Neguinha, ele elogia incansavelmente a beleza da cachorra. &#8220;Uma vez uma madame me perguntou quanto eu queria para vendê-la&#8221;. A resposta, diz ele, não foi muito educada. &#8220;A Neguinha não tem preço, onde eu for vou levá-la comigo&#8221;, afirma.</p>
<div id="attachment_680" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-680" title="Laudison da Silva" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/laudison-da-silva.jpg" alt="Laudison da Silva segura seu cãozinho, um dos dois filhotes que cria em sua moradia sob o viaduto" width="500" height="269" /><p class="wp-caption-text">Laudison da Silva segura seu cãozinho, um dos dois filhotes que cria em sua moradia sob o viaduto</p></div>
<div id="attachment_681" class="wp-caption aligncenter" style="width: 302px"><img class="size-full wp-image-681" title="Viaduto do Glicério" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/viaduto-do-glicerio.jpg" alt="Catadores e cães mostram amizade intensa sob o Viaduto do Glicério, no centro de SP" width="292" height="385" /><p class="wp-caption-text">Catadores e cães mostram amizade intensa sob o Viaduto do Glicério, no centro de SP</p></div>
<div id="attachment_682" class="wp-caption aligncenter" style="width: 304px"><img class="size-full wp-image-682" title="Caquinha2" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/caquinha2.jpg" alt="Caquinha circula à vontade entre os sacos de lixo" width="294" height="387" /><p class="wp-caption-text">Caquinha circula à vontade entre os sacos de lixo</p></div>
<div id="attachment_683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-683" title="Caquinha" src="http://cachorroblog.wordpress.com/files/2009/08/caquinha.jpg" alt="Caquinha, cadela que acaba de dar à luz, ganha carinho da dona, Cremilda dos Santos, que trabalha com a reciclagem do lixo" width="500" height="268" /><p class="wp-caption-text">Caquinha, cadela que acaba de dar à luz, ganha carinho da dona, Cremilda dos Santos, que trabalha com a reciclagem do lixo</p></div>
<p>Próximo à moradia de Felício, Laudison da Silva também aparece para mostrar suas filhotes, Natasha e Sofia, que brincam sobre o colchão do dono. Uma delas, mesmo pequena, tem defeito em uma das patas, causado por atropelamento, o que não impede que siga o dono com frequência. Ao falar sobre a considerável quantidade de cães que vivem no local, Laudison diz não se admirar. &#8220;O cão é o melhor amigo do homem: não fala mal de você e estão sempre ao seu lado, em qualquer situação&#8221;, filosofa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://helvioromero.wordpress.com/2009/07/09/443/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 21:18:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>helvioromero</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-442" title="CENA" src="http://helvioromero.wordpress.com/files/2009/07/calcadao-01.jpg" alt="CENA" width="510" height="341" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://helvioromero.wordpress.com/2009/07/09/437/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 21:01:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>helvioromero</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-436" title="Cães" src="http://helvioromero.wordpress.com/files/2009/07/caes.jpg" alt="Cães" width="510" height="340" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A Humanidade não é uma Ilha]]></title>
<link>http://palavratorio.wordpress.com/2009/06/02/a-humanidade-nao-e-uma-ilha/</link>
<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 01:03:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cecilia Lucchese</dc:creator>
<guid>http://palavratorio.wordpress.com/2009/06/02/a-humanidade-nao-e-uma-ilha/</guid>
<description><![CDATA[O Tropfest é um festival de curtas metragens que começou há 18 anos em Sidney, na Austrália, e que d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O <a href="http://www.tropfest.com/">Tropfest</a> é um festival de curtas metragens que começou há 18 anos em Sidney, na Austrália, e que desde 2007 também começou a ser realizado em Nova York. O filme vencedor em 2008 foi &#8220;Mankind is No Island&#8221;, de <a href="http://www.thebrew.com.au/CustomContentRetrieve.aspx?ID=63603">Jason van Genderen</a>, um filme de 3 1/2 minutos, feito integralmente com um celular, e que custou a bagatela de 40 dólares. Merece ser visto pela simplicidade e ternura.</p>
<span id='plh-loop-video-embed-0' class='hidden'>done</span><ins style='text-decoration:none;'>
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</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Dormindo Embaixo do Viaduto]]></title>
<link>http://gasometro.wordpress.com/2009/05/23/dormindo-embaixo-do-viaduto/</link>
<pubDate>Sat, 23 May 2009 12:29:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>gasometro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Morador de rua no Viaduto da Borges - Foto: Cesar Cardia Moradores de rua dormindo embaixo de viadut]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_104" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><img class="size-full wp-image-104" title="viaduto da borges" src="http://gasometro.wordpress.com/files/2009/05/viaduto-da-borges.jpg" alt="Morador de rua no Viaduto da Borges - Foto: Cesar Cardia" width="1024" height="768" /><p class="wp-caption-text">Morador de rua no Viaduto da Borges - Foto: Cesar Cardia</p></div>
<p>Moradores de rua dormindo embaixo de viadutos, marquises de edifícios e bancos de praças são cada vez mais comuns em Porto Alegre. A população os ignora, são os cidadãos invisíveis da cidade.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foto boa é foto publicada]]></title>
<link>http://lafotometria.wordpress.com/2009/05/07/foto-boa-e-foto-publicada/</link>
<pubDate>Thu, 07 May 2009 16:19:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Souza</dc:creator>
<guid>http://lafotometria.wordpress.com/2009/05/07/foto-boa-e-foto-publicada/</guid>
<description><![CDATA[Foto não publicada, que eu acho que merecia devido a certa dose de inusitado que ela tem. Portanto, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Foto não publicada, que eu acho que merecia devido a certa dose de inusitado que ela tem. Portanto, tô postando pra ela não ficar esquecida nos arquivos. Moradores de rua asssistem TV na boca do Corte do Cantagalo, na Lagoa.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-264" title="tvnarua3893b" src="http://lafotometria.wordpress.com/files/2009/05/tvnarua3893b.jpg" alt="tvnarua3893b" width="450" height="301" /><img class="aligncenter size-full wp-image-263" title="tvnarua3893a" src="http://lafotometria.wordpress.com/files/2009/05/tvnarua3893a.jpg" alt="tvnarua3893a" width="450" height="491" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Sestiando" na praça]]></title>
<link>http://gasometro.wordpress.com/2009/04/25/sestiando/</link>
<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 03:50:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>gasometro</dc:creator>
<guid>http://gasometro.wordpress.com/2009/04/25/sestiando/</guid>
<description><![CDATA[&quot;sestiando&quot; no banco da praça do Aeromóvel - Foto: Cesar Cardia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_5" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><img class="size-full wp-image-5" title="poa00003" src="http://gasometro.wordpress.com/files/2009/04/poa00003.jpg" alt="&#34;sestiando&#34; no banco da praça do Aeromóvel" width="1024" height="768" /><p class="wp-caption-text">&#34;sestiando&#34; no banco da praça do Aeromóvel - Foto: Cesar Cardia</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOC#1 - VÔ]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/04/11/doc1-vo/</link>
<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 10:17:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>nando</dc:creator>
<guid>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/04/11/doc1-vo/</guid>
<description><![CDATA[Este pequeno documentário foi filmado em São Paulo e mostra um pouco do dia de Marcos Saulo, mais co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este pequeno documentário foi filmado em São Paulo e mostra um pouco do dia de Marcos Saulo, mais conhecido como Vô. Quando nós o conhecemos, ele era morador de rua e vivia numa região em que 99,9% das pessoas tem problemas com drogas, principalmente com o crack. Esse video tem o objetivo de mostrar um pouco do lado deles da história e como eles vêem e tratam a nós, que vivemos na sociedade. É o primeiro documentário do projeto Operação Resgate (espero que surjam outros). Esse projeto está ajudando algumas dessas pessoas dando a elas uma segunda chance, sentando para conversar, tentando descobrir quais são as necessidades delas e as ajudando a voltar a ter uma vida digna.</p>
<p>This short documentary was shot at São Paulo, in Brazil and shows how lives Marcos Saulo, aka Vô (Grampa). When we met him, he was homeless and lived in an area where 99.9% of the people are crack addicts. This small video has the purpose of showing their side of the story and how they see and treat us, that live in the society. It is the first of Operação Resgate (Rescue Mission) docs operacaoresgate.org. This project is helping some of this people to have another chance in their lives, not just giving food, but siting with them, finding out about their needs and helping them to get back to a worthy life.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><br />
<object type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="300" data="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4100791&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA"><param name="quality" value="best" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="scale" value="showAll" /><param name="movie" value="http://www.vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4100791&amp;server=www.vimeo.com&amp;fullscreen=1&amp;show_title=1&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=01AAEA" /></object><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[São Paulo desigual]]></title>
<link>http://palavratorio.wordpress.com/2009/03/29/sao-paulo-desigual/</link>
<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 22:47:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cecilia Lucchese</dc:creator>
<guid>http://palavratorio.wordpress.com/2009/03/29/sao-paulo-desigual/</guid>
<description><![CDATA[São Paulo &#8211; morador de rua Foto do fotógrafo mexicano  Carlos Cazalis ganhadora de premio no W]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-115" title="world-press-photo-awards-carlos-cazalis" src="http://palavratorio.wordpress.com/files/2009/03/world-press-photo-awards-carlos-cazalis.jpg" alt="world-press-photo-awards-carlos-cazalis" width="497" height="331" /></p>
<p style="text-align:center;">São Paulo &#8211; morador de rua</p>
<p style="text-align:center;">Foto do fotógrafo mexicano  <a href="http://www.lightstalkers.org/carloscazalis">Carlos Cazalis</a></p>
<p style="text-align:center;">ganhadora de premio no World Press Photo</p>
<p style="text-align:justify;">veja mais fotos dessa série de Carlos Cazalis <a href="http://www.picturapixel.com/?p=1228">aqui</a></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Só dorme se eu deixar]]></title>
<link>http://cidadelouca.wordpress.com/2009/03/13/so-dorme-se-eu-deixar/</link>
<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 18:34:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Homsi</dc:creator>
<guid>http://cidadelouca.wordpress.com/2009/03/13/so-dorme-se-eu-deixar/</guid>
<description><![CDATA[Este banco de rua está instalado num ponto de táxi próximo a dois hospitais. No dia da foto, nenhum ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este banco de rua está instalado num ponto de táxi próximo a dois hospitais. No dia da foto, nenhum táxi trabalhava ali; o ponto estava &#8220;inativo&#8221;.</p>
<p>Fiquei curioso com o cadeado instalado à esquerda. Examinei o conjunto e constatei que o assento do banco é basculante. Com o uso do cadeado, pode ser travado na posição vertical.</p>
<p>Perguntei a mim mesmo qual seria o motivo, já que ali não havia nada para roubar. Provavelmente os donos do ponto não queriam que seu <em>confortável</em> assento se tornasse catre provisório de transeuntes, miseráveis, moradores de rua&#8230; e pagaram uma grana extra pro serralheiro constituir essa barreira  de atenção social. Ou seria apenas uma forma de preservar patrimônio? Deixo a reflexão a cargo dos leitores.</p>
<div id="attachment_577" class="wp-caption aligncenter" style="width: 478px"><a href="http://cidadelouca.wordpress.com/files/2009/03/20090313_cadeado.jpg"><img class="size-full wp-image-577" title="20090313_cadeado" src="http://cidadelouca.wordpress.com/files/2009/03/20090313_cadeado.jpg" alt="Se tem cadeado, tem dono" width="468" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">Se tem cadeado, tem dono</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida nova]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/26/vida-nova/</link>
<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 02:17:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>nando</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na semana passada, eu estava muito aflito. Estava com uma viagem marcada pro carnaval mas alguma coi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Na semana passada, eu estava muito aflito. Estava com uma viagem marcada pro carnaval mas alguma coisa não estava no lugar. Não queria viajar e deixar coisas mal resolvidas por aqui. Orei muito e agradeço porque Deus foi mais uma vez muito bom. Na sexta-feira, Marina, Mauro e eu ficamos praticamente o dia todo correndo atrás de algumas coisas que precisavam ser resolvidas antes de irmos pra praia. Deus sabe o quanto nós queríamos viajar tranquilos e sabendo que o Vô teria finalmente um lugar confortável pra dormir.</p>
<p>Como ele mesmo nos disse muitas vezes, tirá-lo das ruas não vai ser fácil. Faz umas 2 semanas, havíamos encontrado um lugar pra ele, mas aconteceram coisas surreais que fizeram a gente parar um pouco pra pensar com o que estamos lidando. Como ele mesmo nos diz, estamos &#8220;saqueando o inferno&#8221;, e somente depois que Deus permitiu que certas coisas acontecessem, começamos a entender que estamos lidando com algo muito perigoso. Precisamos das orações de muita gente e nós também precisamos estar constantemente conectados a Deus. Mas finalmente demos o primeiro passo para q o nosso querido Vô consiga voltar a ter uma vida normal. Como deixamos as chaves do quarto dele com ele na sexta e fomos viajar, não sabíamos o que havia acontecido. Eu estava um pouco preocupado que acontecesse alguma coisa como da outra vez. Quando cheguei hoje, fui ver se o achava, mas não o encontrei. Pelo menos conversei com um pessoal da rua e me disseram que ele estava dormindo no quarto e que estava mais bonito e até um pouco mais gordinho.</p>
<p>Agora ele precisa de um emprego, roupas, comida e várias outras coisas para que possa começar sua vida. Qualquer ajuda será muito bem-vinda. Queremos pagar o aluguel dele por 4 meses e arrumar um emprego. Depois é por conta dele, mas até lá, faremos o possível para ajudá-lo a recuperar o que foi perdido nesse tempo em que esteve nas ruas.</p>
<p>E pra começar uma vida nova, nada melhor que deixar pra trás um visual adquirido nas ruas. Quando fomos ao cabeleireiro cortar a barba e o cabelo, fiquei um pouco triste. Gosto muito dele como papai noel da jamaica, mas é preciso dar um tapa no visual pra arrumar um emprego novo. Que Deus continue te abençoando Vô!</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-112" title="Vô" src="http://operacaoresgate.wordpress.com/files/2009/02/vo2.jpg?w=700" alt="Vô" width="490" height="351" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcos Saulo (by Ju)]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/13/marcos-saulo-by-ju/</link>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 11:54:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>operacaoresgate</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Jv7GUNjjPOU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Jv7GUNjjPOU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Patrícia]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/13/patricia/</link>
<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 04:03:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>operacaoresgate</dc:creator>
<guid>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/13/patricia/</guid>
<description><![CDATA[Não parece, mas Patrícia tem 28 anos. Seu rosto apresenta expressões delicadas, mas esconde uma vida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-medium wp-image-60 alignleft" title="Patricia" src="http://operacaoresgate.wordpress.com/files/2009/02/patricia.jpg?w=335" alt="Patricia" width="302" height="450" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Não parece, mas Patrícia tem 28 anos. Seu rosto apresenta expressões delicadas, mas esconde uma vida bastante dura e um passado que ela gostaria de esquecer. A primeira vez que a vi foi no primeiro piquenique com os moradores de rua da Av. Espraiada. Grávida de 7 meses, ela chegou tímida para pegar um lanche, agradeceu e saiu sem falar muito. Foi na outra semana que tive o privilégio de conhecê-la melhor. Ela ainda me parecia um pouco tímida, mas logo começou a rir, cantar hinos, conversar e pude conhecer melhor sua história.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Na rua há mais de 10 anos, Patrícia tem 15 irmãos e decidiu sair de casa por não conseguir se relacionar bem com um deles. Aos 23, engravidou de seu primeiro filho, o que a levou a entrar em desespero, pois não tinha como sustentar nem mesmo a si, quanto mais uma criança. Sem refletir e sob efeito do crack, decidiu assaltar uma Casa Lotérica com mais 2 colegas. Quando a polícia chegou, ela tentou fugir e levou 8 tiros nas costas. Enquanto me contava esta história, Patrícia levantava a blusa e mostrava as marcas das balas.<em> &#8220;Essa entrou aqui e saiu por aqui, essa atravessou a garganta, e tem uma ainda nas minhas costas que os médicos não tiraram&#8221;,</em> disse. Quando ela virou, pude ver claramente a bala alojada sob sua pele. Nesse episódio, que por um milagre não tirou sua vida, ela perdeu o pulmão esquerdo e quando se recuperou foi condenada a 4 anos de prisão. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">E foi na penitenciária feminina que Patrícia conheceu os hinos tão lindos que cantou durante o piquenique. Quando começou o louvor, sua voz rouca foi abafada pelo barulho dos carros que passavam embaixo da ponte, mas aos poucos a melodia contagiou o ambiente e todos cantaram junto. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Naquele dia, conversamos e cantamos por quase 1 hora e posso afirmar que a situação desta jovem tão querida não é nada fácil. Apesar de grávida, Patrícia ainda é viciada em crack. Seu namorado está na cadeia e ela não tem lugar para morar, tampouco como se sustentar. Hoje, enquanto escrevia este texto, me peguei pensando que a solução para o caso dela é quase impossível, mas durante o momento em que me contava estas histórias trágicas no domingo, Patrícia cantou um hino muito lindo que dizia: <strong>&#8220;Eu quero ser, Senhor amado, como um vaso nas mãos do oleiro. Quebra a minha vida e faze-a de novo. Eu quero ser um vaso novo&#8221;. </strong>Então lembrei que para Deus nada é impossível e que ele pode fazer a Patrícia nascer novamente e ter a vida transformada. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Arial;">Gostaria de pedir para que vocês <strong>orassem</strong> especialmente por esta mulher tão linda para que ela consiga vencer o crack e que em breve ela possa louvar, não somente com sua voz rouca, mas com o testemunho de sua vida!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Arial;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saindo da zona de conforto]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/11/saindo-da-zona-de-conforto/</link>
<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 01:56:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>operacaoresgate</dc:creator>
<guid>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/11/saindo-da-zona-de-conforto/</guid>
<description><![CDATA[Ontem acordei cedo (pelo menos para meus padrões) e fui procurar meu amigo Marcos Saulo, mais conhec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem acordei cedo (pelo menos para meus padrões) e fui procurar meu amigo Marcos Saulo, mais conhecido como Vô. Tinha prometido a ele que essa semana correriamos atrás da documentação que ele precisa, CPF, titulo de eleitor, reservista, etc&#8230; Fui até o Mc Donalds da avenida águas espraiadas (ele costuma estar nessa região) mas não o encontrei. Saí pra dar uma procurada por alguns pontos que sei que ele costuma ir mas sem sucesso, retornei ao Mc Donalds e fiquei sentado em uma mesa do lado de fora.</p>
<p>Quando olhei pro outro lado da rua, vi o Alexandre (ver post abaixo) mas não estava com vontade de ir até lá. Estava pensando comigo mesmo, &#8220;vim até aqui pra procurar o Vô mas não achei, vou pra casa então&#8221;. Minha vontade de voltar pra casa era grande. Me lembro até que estava torcendo pro Alexandre não me ver pra eu não ter que ir lá. Não entendam errado, eu simplesmente adoro essa figura, mas não estava com vontade de ficar ali, mas por alguma razão, resolvi atravessar a rua e dar um oi.</p>
<p>Toda minha preguiça e vontade de ir embora dali simplesmente evaporaram quando ele me viu, levantou os braços, abriu um sorriso e disse &#8220;já ganhei meu dia!&#8221;. Mal sabia ele que eu que tinha ganhado meu dia.</p>
<p>Foi a primeira vez que o vi de perto na luta por alguns trocados com seu rodinho. Pude ver de perto como as pessoas o tratam. Tem gente que fecha os vidros, gente que fica brava (isso que ele nunca joga água sem a permissão do motorista) e pouquíssimas pessoas deixam que ele limpe o parabrisa. Não que eu ache que as pessoas deveriam agir de forma diferente, mas como eu conheço o Alexandre, ficava com vontade de bater em algumas pessoas. Pra falar bem a verdade, fiquei muito feliz que ele me disse que nesses últimos dias estava conseguindo somente o suficiente para suas refeições. No dia que o conhecemos, ele nos contou que conseguia 100 reais por dia e gastava tudo em drogas. Agora que ele está tentando parar, ninguém tá dando dinheiro pra ele (viva!).</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-53" title="Alexandre" src="http://operacaoresgate.wordpress.com/files/2009/02/alexandre1.jpg?w=335" alt="Alexandre" width="335" height="500" /></p>
<p>Ficamos ali por mais de 1 hora, depois fomos almoçar, tomamos 4 tubaínas (ele curte uma tubaína hein), filmamos um pouco do dia dele e voltei pra casa umas 4 horas depois revigorado (e triste também por ter que deixá-lo).</p>
<p>Vou tentar montar um video pra colocar aqui sobre ele, e quem quiser conhecê-lo, entre em contato conosco.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alexandre]]></title>
<link>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/11/alexandre/</link>
<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 01:18:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>operacaoresgate</dc:creator>
<guid>http://operacaoresgate.wordpress.com/2009/02/11/alexandre/</guid>
<description><![CDATA[Alexandre é uma daquelas raras pessoas que aparecem em nossas vidas, e que com apenas dois ou três d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Alexandre é uma daquelas raras pessoas que aparecem em nossas vidas, e que com apenas dois ou três dias de convivência faz com que você se sinta tão à vontade que parece ser um amigo de muitos anos.</p>
<p style="text-align:left;">Assim como a grande maioria dos moradores de rua, Alexandre possui uma história marcada por frustrações em vários aspectos de sua vida, principalmente no relacionamento com seus familiares. Um dia Alexandre já trabalhou, possuía uma família, um carro e uma casa, mas hoje, aos 34 anos, possui apenas a roupa do corpo e um rodinho para limpar o vidro dos carros no farol, sua única fonte de renda, renda esta, usada quase em sua totalidade para sustento de seu vício, seu pior inimigo.</p>
<p style="text-align:left;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-55" title="Alexandre e Mauro" src="http://operacaoresgate.wordpress.com/files/2009/02/alexandre-e-mauro22.jpg?w=500" alt="Alexandre e Mauro" width="500" height="335" /></p>
<p>A realidade que lhe prende parece não oferecer uma escapatória, no entanto, Alexandre, de modo miraculoso, mantém um bom-humor inabalável, um modo manso e educado de se comunicar,  e é muito sincero ao olhar nos seus olhos e de modo comovente dizer “eu já gosto muito de você, posso lhe dar um abraço?”. O mais triste de passar o dia com ele, é a hora de ir embora. Perceber que você estará deixando uma pessoa que faz tanta questão de fazer você se sentir bem, ao relento, enche o peito de tristeza.</p>
<p>Durante um dia inteiro de convívio, em meio à leitura da Bíblia, dos louvores e das conversas informais, Alexandre nem se lembrou de seu vício, mas é difícil dizer que após a nossa partida, quando a noite e a solidão caem sobre ele, a dependência química não fez o terrível favor de obrigá-lo a se lembrar de sua necessidade. No entanto, desde que o encontramos há uma semana, sua vida parece estar se modificando pelo amor de Deus rapidamente. Sábado de manhã fez questão de ir à igreja, onde foi muito bem recebido pelos irmãos, e onde se emocionou bastante com a mensagem e o amor demonstrado pelas pessoas. Detentor de um raro dom de gravar em sua mente inúmeras passagens bíblicas e louvores que nem ele mesmo sabe dizer onde aprendeu, Alexandre necessita muito de ajuda. Precisa ir para uma clínica de recuperação, e deseja muito ir, mas acima de tudo, precisa de um local para morar, pois saindo da clínica, a volta para as ruas é a certeza da volta para o vício. Se alguém quiser ajudá-lo de alguma forma, doações de roupas (não muitas, pois ele não tem onde guardá-las), ou algum quartinho em alguma pensão, ou ainda, alguma vaga em uma clínica de recuperação de dependentes químicos gratuita ou com um valor que possamos arcar com a união de nossos esforços, favor entrar em contato através do e-mail do blog. Alexandre, sem qualquer supervalorização, é uma pessoa bastante especial. Deus nos abençoe a todos.</p>
<p>Um grande abraço.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
