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	<title>mpb4 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/mpb4/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mpb4"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 01:52:14 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[meu vício é samba]]></title>
<link>http://trajetoria.wordpress.com/2009/08/28/meu-vicio-e-samba/</link>
<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 06:08:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari.</dc:creator>
<guid>http://trajetoria.wordpress.com/2009/08/28/meu-vicio-e-samba/</guid>
<description><![CDATA[Vício é uma das coisas mais individuais que podem existir. Cada um no seu quadrado, com uma cerveja ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Vício é uma das coisas mais individuais que podem existir. Cada um no seu quadrado, com uma cerveja na mão, ou um cigarro, um amigo, quem sabe um amor. Isso porque, se pensarmos nos pequenos vícios do dia-a-dia, desde o banho gelado para acordar, até aqueles que o tomam antes de dormir, percebemos aqueles hábitos que melhoram nosso cotidiano.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isso, me perdoem a franqueza descarada, mas meu vício é samba. Sou dependente do ritmo mais inexplicável do mundo, a boa batucada, que tem a capacidade de fazer rir ou chorar em questão de minutos. Me traz raízes da infância e boas lembranças. Todos os dias um pouco (às vezes muito, quando a cabeça não para), em boa doses homeopáticas.<img class="alignright" src="http://ipt.olhares.com/data/big/259/2592667.jpg" alt="" width="226" height="339" /></p>
<p style="text-align:justify;">Chico e Jorge Ben são assíduos freqüentadores do meu aparelho de som. E por lá passam diversos sambas transcendentais. Ao escutar <em><a title="saiba mais!" href="http://www.millarch.org/artigo/mpb-4-30-anos-resistindo-com-samba-de-nossa-terra">MPB4</a></em>, por exemplo, você é levado aos morros do Rio, num tempo em que havia menos crime e mais melodia de Cartola no ar.</p>
<p style="text-align:justify;">O <em>MPB4</em> tem sua raíz em 1962, com o trio Rui, Aquiles e Miltinho. Eles começaram a se apresentar do Centro Popular de Cultura da UNE, o antigo CPC, que foi muito mal substituído pelo CUCA – Centro Universitário de Cultura e Arte da UNE. O que unia os meninos era uma consciência política que superava a repressão dos Anos de Chumbo.</p>
<p style="text-align:justify;">Fruto disso é <strong>De Frente pro Crime.</strong> A cena que a música descreve em suas estrofes representa a violência silenciosa dos morros cariocas. Afinal, <span style="text-decoration:underline;">ta lá o corpo estendido no chão</span>, e <em>em vez de rosto uma foto de um gol</em>, <span style="text-decoration:underline;">em vez de reza uma praga de alguém</span>, <em>e um silêncio servindo de amém. </em>Reflexo da repressão, a letra da música mostra o que ninguém mostra, e todos, como numa esquizofrenia generalizada, aceitam.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/s5uZ-iFJlVU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/s5uZ-iFJlVU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guinga e Paulo Sérgio Santos (MPB) - 15/05/2009 - Clube do Choro]]></title>
<link>http://blogdajump.wordpress.com/2009/05/15/mpb-guinga-e-paulo-sergio-santos-15052009-clube-do-choro/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 08:18:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>akiocristiano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Jumpers, Violão, saxofone e flauta juntos em interpretações da MPB no clube do choro nesta sexta (15]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#0000ff;">Jumpers,</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Violão, saxofone e flauta juntos em interpretações da MPB no clube do choro nesta sexta (15/05) com Guinga e Paulo Sérgio. O primeiro, violonista e compositor, já teve músicas gravadas por Elis Regina e MPB4. Já o segundo, emprestou sua flauta harmônica ao Quinteto Villa Lobos.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Data:</span> 15/05/09</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Horário:</span> 21:45</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Local:</span> Eixo Monumental</strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Preço:</span> R$ 20</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-thumbnail wp-image-2472 aligncenter" title="guinga" src="http://blogdajump.wordpress.com/files/2009/05/guinga.jpg?w=150" alt="guinga" width="150" height="93" /><strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agenda: Toquinho e MPB4]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/03/agenda-toquinho-e-mpb4/</link>
<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:01:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/03/agenda-toquinho-e-mpb4/</guid>
<description><![CDATA[40 anos ao som do violão de Toquinho e da harmonia do MPB4 Thiago Corrêa Os admiradores do talento d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>40 anos ao som do<br />
violão de Toquinho e<br />
da harmonia do MPB4</strong><br />
Thiago Corrêa</p>
<p>Os admiradores do talento de Toquinho e do grupo MPB4 terão uma nova oportunidade para celebrar seus 40 anos de dedicação à música. Embora amigos desde a época dos festivais na década de 60, a parceria entre Toquinho, Aquiles, Dalmo, Magro e Miltinho só veio a acontecer há três anos para uma série de espetáculos. Dada a boa repercussão das apresentações, o projeto virou o disco &#8220;Toquinho e MPB4 &#8211; 40 anos de música&#8221; e acaba de render o DVD homônimo, que sai pela Biscoito Fino.</p>
<p>&#8220;O DVD ia ser gravado em Recife. Depois do sucesso de nossa apresentação no ano passado, tínhamos feito esse planejamento. Infelizmente, por questões de agenda, acabamos por gravá-lo em São Paulo, no Teatro Fecap&#8221;, revelou Toquinho, em entrevista por e-mail. Apesar da perda da oportunidade em participar do registro, os recifenses poderão rever ao vivo a sintonia entre o violão de Toquinho e a leveza dos vocais do MPB4 amanhã, no Teatro Guararapes, às 21h.</p>
<p>&#8220;O repertório quase não muda, ao menos em nossas participações conjuntas. Pode ser que cantemos, individualmente, uma ou outra música que não esteja no repertório do DVD. Gosto de sentir o clima do público e acabo sempre incluindo algo diferente&#8221;, adiantou Toquinho. No show, são tocadas canções desde &#8220;Gago apaixonado&#8221; de Noel Rosa e &#8220;Samba do avião&#8221; de Tom Jobim a músicas mais recentes como &#8220;Faz parte do meu show&#8221;, de Cazuza e Renato Ladeira, e &#8220;Me Chama&#8221; de Lobão.</p>
<p>Um fato curioso no DVD são as palavras de Toquinho que precedem a faixa do roqueiro, observando relações entre essa música com a sonoridade de João Gilberto, quando Lobão é justo um dos que mais criticam a Bossa Nova. &#8220;Não há semelhança aparente, mas é evidente que, para as gerações que sucederam à Bossa Nova, é muito difícil ficar isento à sua influência, mesmo que seja para contestá-la&#8221;, avaliou o violonista.</p>
<p>A apresentação é intercalada por momentos individuais e conjuntos, quando acontece as duas forças musicais se aliam. &#8220;Há uma união natural da minha técnica no violão com a harmonia vocal do MPB4, propiciando um show essencialmente intimista e acústico. Como nossas vozes se parecem, nem houve necessidade de mudar os tons originais das músicas&#8221;, analisou Toquinho.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Toquinho e MPB4<br />
Amanhã, às 21h<br />
Teatro Guararapes<br />
Ingressos: R$ 100 e R$ 50 (meia), R$ 80 (balcão) e R$ 40 (meia/balcão)<br />
Vendas: Bilheteria do teatro e livraria Saraiva (Shoping Recife)<br />
Informações: 3182.8020</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zelito Passos - 27/03/2009 -  Girotto Park ]]></title>
<link>http://blogdajump.wordpress.com/2009/03/25/zelito-passos-27032009-girotto-park/</link>
<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 21:20:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>akiocristiano</dc:creator>
<guid>http://blogdajump.wordpress.com/2009/03/25/zelito-passos-27032009-girotto-park/</guid>
<description><![CDATA[O cantor e compositor brasiliense Zelito Passos será a atração do Girotto nesta sexta-feira, dia 27 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O cantor e compositor brasiliense Zelito Passos será a atração do Girotto nesta sexta-feira, dia 27 de março, às 21h.</p>
<p style="text-align:justify;">Com 30 anos de carreira e seis trabalhos lançados, Zelito Passos é uma referência musical em Brasília e já teve composições de sua autoria gravadas por grandes artistas da música brasileira. Zelito, que prepara o seu sétimo trabalho para o 2º semestre deste ano, disse que o show no Girotto Park será uma celebração à Brasília e um grande encontro de amigos. O show contará com as <strong>participações especiais</strong> de Clodo Ferreira, compositor de lindas canções gravadas por nomes como Nara Leão, Fagner, MPB4, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, e o multinstrumentista Manassés, que já tocou com Roberto Carlos, Chico Buarque, Fagner, Elba Ramalho, Ednardo, Geraldo Azevedo e Mercedez Sosa.</p>
<p><strong>Local:</strong> Girotto Park<br />
<strong>Data:</strong> 27/03/2009 &#8211; 21h<br />
<strong>Preço:</strong> couvert de R$15<br />
<strong>Censura:</strong> 14 anos<br />
<strong>Informações:</strong> 3233-5411 ou 3233-5454.</p>
<p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1992" title="zelito-passos" src="http://blogdajump.wordpress.com/files/2009/03/zelito-passos.jpg?w=128" alt="zelito-passos" width="128" height="90" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ato contra a ditabranda]]></title>
<link>http://josekuller.wordpress.com/2009/03/06/ato-contra-a-ditabranda/</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 15:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Antonio Küller</dc:creator>
<guid>http://josekuller.wordpress.com/2009/03/06/ato-contra-a-ditabranda/</guid>
<description><![CDATA[  &#8220;Você corta um verso Eu escrevo outro. Você me prende vivo Eu escapo morto. De repente, olha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p><em><strong><img style="margin:0 45px 0 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ldVJywCdWqg/SalUP8nDhOI/AAAAAAAAA1o/NoJT2CO7jI0/s1600/ato1.gif" alt="" align="left" /> &#8220;</strong>Você corta um verso</em></p>
<p><em>Eu escrevo outro.<br />
</em><em>Você me prende vivo</em></p>
<p><em>Eu escapo morto.<br />
</em><em>De repente, olha eu de novo.</em></p>
<p><em>Perturbando a paz<br />
Exigindo o troco.&#8221;<br />
</em>(Pesadelo &#8211; Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro)</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 256px"><a href="http://bamban.files.wordpress.com/2008/10/herzog.jpg?w=307&#38;h=520"><img class="  " src="http://bamban.files.wordpress.com/2008/10/herzog.jpg?w=246&#038;h=416#38;h=520" alt="" width="246" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Só para não esquecer que a dita também foi &#34;branda &#34;com os jornalistas.</p></div>
<p>  </p>
<p>Dentre as muitas manifestações contra o editorial da Folha de São Paulo, para acompanhar o convite para o ato público contra a Ditabranda, escolhemos, por suscinto e adequado ao espírito de 68, o do Fupoca &#8211; Futebol, Política e Cachaça, cujo original pode ser visto em <a title="A ditabranda do Otavinho na Folha de S.Paulo" href="http://www.futepoca.com.br/2009/02/ditabranda-do-otavinho-na-folha-de.html">A ditabranda do Otavinho na Folha de S.Paulo</a>.</p>
<blockquote><p>Em 18 de fevereiro, a Folha de S.Paulo, mais uma vez, soltou um editorial raivoso contra Chavez chamando-o de ditador etc&#8230; pelo resultado do plebiscito em que poderá se reeleger quantas vezes quiser (e o povo deixar, óbvio). Até aí nada demais, Estadão e o Globo fazem o mesmo cotidianamente.</p>
<p>O pior foi a comparação: &#8220;Mas, se as chamadas &#8220;ditabrandas&#8221;  -caso do Brasil entre 1964 e 1985 &#8211; partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça -, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso. O líder eleito mina as instituições e os controles democráticos por dentro, paulatinamente.&#8221;</p>
<p>Ok, dá vontade de perguntar ao Otavinho (publisher do jornal) quem mais chama de Ditabranda a ditadura brasileira. Até onde sei, a Folha inventou essa agora. </p>
<p>Não vou me estender muito em comentários, mas publicar as cartas enviadas pelos professores Fábio Konder Comparato e Maria Victoria Benevides, por coincidência dois personagens que já entrevistei e dos quais tenho as melhoes impressões possíveis.</p>
<p><strong>Cartas</strong></p>
<p>&#8220;<em>Mas o que é isso? Que infâmia é essa de chamar os anos terríveis da repressão de &#8220;ditabranda&#8217;? Quando se trata de violação de direitos humanos, a medida é uma só: a dignidade de cada um e de todos, sem comparar &#8220;importâncias&#8221; e estatísticas. Pelo mesmo critério do editorial da Folha, poderíamos dizer que a escravidão no Brasil foi &#8220;doce&#8221; se comparada com a de outros países, porque aqui a casa-grande estabelecia laços íntimos com a senzala &#8211; que horror</em>!&#8221; MARIA VICTORIA DE MESQUITA BENEVIDES , professora da Faculdade de Educação da USP (São Paulo, SP) &#8221;</p>
<p>&#8220;<em>O leitor Sérgio Pinheiro Lopes tem carradas de razão. O autor do vergonhoso editorial de 17 de fevereiro, bem como o diretor que o aprovou, deveriam ser condenados a ficar de joelhos em praça pública e pedir perdão ao povo brasileiro, cuja dignidade foi descaradamente enxovalhada. Podemos brincar com tudo, menos com o respeito devido à pessoa humana</em>.&#8221; FÁBIO KONDER COMPARATO , professor universitário aposentado e advogado (São Paulo, SP) </p>
<p><strong>Nota da Redação</strong> &#8211; A Folha respeita a opinião de leitores que discordam da qualificação aplicada em editorial ao regime militar brasileiro e publica algumas dessas manifestações acima. Quanto aos professores Comparato e Benevides, figuras públicas que até hoje não expressaram repúdio a ditaduras de esquerda, como aquela ainda vigente em Cuba, sua &#8220;indignação&#8221; é obviamente cínica e mentirosa. </p>
<p>Dizer que as indignações de Comparato e Benevides são obviamente cínicas e mentirosas&#8230; O que foi então esse editorial e a resposta da Folha, que não teriam saído sem a aprovação do dono do jornal, ou seja, Otávio Frias Filho?</p>
<p>Cabem as perguntas, o que eles beberam, fumaram ou cheiraram antes de tanta bobagem? Essas acho que nem Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi publicariam na Veja. Ou publicariam?</p>
<p> <a href="http://www.sphere.com/search?q=sphereit:http://www.futepoca.com.br/2009/02/ditabranda-do-otavinho-na-folha-de.html">Sphere: Related Content</a></p>
<p>Por fredi às <a href="http://www.futepoca.com.br/2009/02/ditabranda-do-otavinho-na-folha-de.html"><abbr>10:27</abbr></a> <a href="http://www.blogger.com/email-post.g?blogID=28843408&#38;postID=2227197437698301677"><img src="http://www.blogger.com/img/icon18_email.gif" alt="" /></a> <a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=28843408&#38;postID=2227197437698301677"><img src="http://www.blogger.com/img/icon18_edit_allbkg.gif" alt="" width="18" height="18" /> </a></p>
<p>Mais sobre <a href="http://www.futepoca.com.br/search/label/Ditadura">Ditadura</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/search/label/Folha%20de%20S.Paulo">Folha de S.Paulo</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/search/label/F%C3%A1bio%20Konder%20Comparato">Fábio Konder Comparato</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/search/label/Maria%20Victoria%20Benevides">Maria Victoria Benevides</a>, <a href="http://www.futepoca.com.br/search/label/Otavio%20Frias%20Filho">Otavio Frias Filho</a></p>
<p> </p></blockquote>
<p>Para quem quiser ouvir Pesadelo, postamos um vídeo recente do MPB4:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/y0xRfgeJLNo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/y0xRfgeJLNo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presente multigerações]]></title>
<link>http://maedaelisa.wordpress.com/2009/03/06/presente-multigeracoes/</link>
<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 02:21:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mãe da Elisa</dc:creator>
<guid>http://maedaelisa.wordpress.com/2009/03/06/presente-multigeracoes/</guid>
<description><![CDATA[Esses dias a Elisa ganhou um presente bem especial, multigerações: o CD &#8220;Adivinha o que É]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esses dias a Elisa ganhou um presente bem especial, multigerações: o CD &#8220;Adivinha o que É&#8221;, do grupo MPB4, um grande sucesso na época da minha infância:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-465" title="capa-adivinha" src="http://maedaelisa.wordpress.com/files/2009/03/capa-adivinha.gif" alt="capa-adivinha" width="400" height="417" /></p>
<p>Inteligente, é uma delícia de ouvir, e acredito que a Elisa ficou muitíssimo agradecida ao Álvaro, querido padrinho de casamento do papai e da mamãe, quem deu o presente com tanto carinho.</p>
<p>Aproveito para recomendar o site que ajudou o Álvaro a encontrar essa preciosidade: <a href="http://mercadodepulgas.blogspot.com">http://mercadodepulgas.blogspot.com</a>. Lá é possível baixar em formato mp3 inúmeros CDs sem qualquer custo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo CD - Alessandro Penezzi  - Por Aquiles Reis]]></title>
<link>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/11/14/novo-cd-alessandro-penezzi-por-aquiles-reis/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 21:58:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristhian Playbacks</dc:creator>
<guid>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/11/14/novo-cd-alessandro-penezzi-por-aquiles-reis/</guid>
<description><![CDATA[Mesmo no meio musical, Alessandro Penezzi ainda é pouco conhecido.  Mas deve-se prestar atenção nest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-200" title="alessandro" src="http://cristhianplaybacks.wordpress.com/files/2008/11/alessandro.jpg?w=300" alt="alessandro" width="300" height="225" /></p>
<p>Mesmo no meio musical, Alessandro Penezzi ainda é pouco conhecido.  Mas deve-se prestar atenção neste nome, pois logo ele estará na lista  dos melhores violonistas brasileiros de todos os tempos.<br />
Em 1997, este piracicabano de 34 anos se formou em violão erudito na  Escola de Música de Piracicaba – SP. Em 2005, tornou-se bacharel em  música popular pela Unicamp. Seu primeiro trabalho solo, Abismo de  Rosas (independente), é de 2001; o segundo, Alessandro Penezzi  (independente), de 2006.</p>
<p>Agora, lançado pela Capucho CDs e Produções Artísticas, Penezzi lança  Sentindo, no qual o músico mostra por inteiro o ótimo compositor que  traz o violão na alma.</p>
<p>Instrumentista que também toca violão de sete cordas e violão tenor,  cavaquinho, bandolim e flauta, a ele o violão deve o carinho com que  é tratado. E retribui com a melhor das sonoridades da caixa e do  braço por onde se estendem suas seis notas mi-si-sol-ré-lá-mi.</p>
<p>O CD traz doze faixas. Destas, nove são de Alessandro Penezzi. E ele  começa tocando a sua valsa “Sentindo”. Ali se vê que a delicadeza e a  força se juntam para interpretar com desafetação a harmonia e com  singeleza a melodia. Segue-se o seu choro “Saudades do Raphael”. Mais  uma vez os dois, violão e Penezzi, se dão por inteiro. É quando o  coração, as mãos e os dedos, reverentes à sonoridade perfeita do  instrumento, demonstram que virtuosismo e suavidade são sinônimos. E  o talento cede vez à humildade reverente à valsa “Sinuosa” (Maurício  Carrilho), tocada com sentimento e arrebatadora simplicidade.<br />
Alessandro Penezzi é um violonista com asas de borboleta, e não dedos  nas mãos, tamanha é a delicadeza com que preme as cordas de seu  instrumento. Impressionam a limpeza e a pureza com que o  instrumentista interpreta cada uma das músicas. Seus graves são  “gordos”, os agudos, “leves”, tudo tocado em nome do amor ao violão e  à música.</p>
<p>Em cinco das doze faixas do CD, Alessandro Penezzi tem Sizão Machado  no contrabaixo acústico e Alex Buck na bateria. Porém, logo na quarta  faixa, “Delírio Brito” (Penezzi), a primeira em que se ouvem os  convidados, a idéia de juntá-los se mostra equivocada. Se não pelo  contrabaixo, pela presença da bateria.</p>
<p>Não que Buck seja um mau baterista, ao contrário; mas ele parece não  sacar a singeleza do tocar de Alessandro Penezzi. Sua performance,  baseada em pratos, caixa e tambores, bate de frente com o que de  melhor tem o álbum: o virtuosismo sem afetação do violão de Penezzi.  Para o equívoco, contribui também a mixagem. Aguda, muitas vezes  levando a bateria a disputar o primeiro plano com o violão, ela  acentua o desacerto.</p>
<p>Mas nada que impeça o prazer de mais ouvir Alessandro Penezzi tocando  obras como a bela valsa “Quando me lembro” (Luperce Miranda), ou  ainda recriando “Todo Sentimento”, obra-prima de Cristóvão Bastos e  Chico Buarque.</p>
<p>Ao final, tudo faz com que percebamos estar diante de um gênio com  seu mágico violão e suas belíssimas composições.</p>
<p><em>Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do <a href="http://www.mpb4.com.br/" target="_blank">MPB4</a><br />
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).</em></p>
<p>————————————————————————————————-<br />
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————————————————————————————————-</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo CD - Zimbher &amp; O’Zunido - Por Aquiles Reis]]></title>
<link>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/11/07/novo-cd-zimbher-o%e2%80%99zunido-por-aquiles-reis/</link>
<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 15:06:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristhian Playbacks</dc:creator>
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<description><![CDATA[Zimbher &amp; O’Zunido – música para aturdir No mundo da música não há nada definitivo. Não há ritmo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-194" title="carlos-zimbher" src="http://cristhianplaybacks.wordpress.com/files/2008/11/carlos-zimbher.jpg" alt="carlos-zimbher" width="200" height="302" /></p>
<p>Zimbher &#38; O’Zunido – música para aturdir</p>
<p>No mundo da música não há nada definitivo. Não há ritmo que subjugue outro, não há gênero que possa se proclamar o tal, nem há forma de interpretação que possa se pavonear de deixar outra no chinelo. Em música tudo pode, desde que a alma se abra a ela e se permita conhecer outra forma de criação.</p>
<p>“Não tenho medo de música!” Esta afirmação de Egberto Gismonti incentiva à coragem de se abrir ao novo e à novidade, que pode abrir um mágico mundo aonde nossos ouvidos jamais imaginaram chegar. Audácia que permite ao “corajoso” conhecer a música que muitos não querem dela sequer ouvir falar, que dirá escutar o que ela tem a lhe dizer.</p>
<p>O que você diria, leitor, se alguém lhe propusesse ouvir um quarteto cuja música mistura roquenrrol com o congo do Espírito Santo e com o samba? Mais: e se este alguém lhe dissesse que a sugestão se deve às letras absolutamente inventivas e poéticas?</p>
<p>Se o “alguém” tentasse entusiasmá-lo a ouvir um som pleno de fraseados de guitarra e baixo, como é que você reagiria? Teria curiosidade e paciência ou riria do “alguém”, afirmando que isso não é música?</p>
<p>E se o “alguém”, fingindo não ouvir a sua provocação, dissesse que o som que ele está recomendando é “sujo” e nem tem uma harmonia tão rebuscada assim, você o mandaria plantar batatas?</p>
<p>E se, em vez de partir para o confronto, o “alguém” lhe dissesse que a melodia da tal música pode surpreender mesmo a você, tão sabedor do que é música de verdade?</p>
<p>Pois bem, seus problemas começaram. O tal “alguém” sou eu, e a tal música é feita pelo brasiliense Carlos Zimbher (compositor e cantor) e por seus companheiros, o gaúcho Luque Barros (violão de sete cordas e baixo), o paulista Estevan Sinkovitz Filho (violão e guitarra) e pelo também paulista Gustavo Souza (bateria). Juntos eles lançaram Zimbher &#38; O’Zunido (Selo Cooperativa).</p>
<p>Os caras fazem música para aturdir. A pegada roquenrrol é forte; a delicadeza é sincera, bela; e a poética, cheia de lances, emociona.</p>
<p>Carlos Zimbher é bom cantor. Suas interpretações fogem de futilidades e sua liderança musical leva o coletivo em busca de sensações musicais não provadas. Para junto de si e de seus parceiros ele ainda trouxe a percussionista do Barbatuques Dani Zulu, o pianista Luis Felipe Gama, a cantora Ana Luiza e o tecladista Yuri Kalil. Todos bem competentes.</p>
<p>Destacam-se “Agenda” (Zimbher e Kiko Dinucci), com letra inusual e forte pegadas da guitarra e do baixo; “Padrões” (Zimbher), samba com direito à cuíca de boca de Dani e ao piano de Luis Felipe; “Quero Te Vestir” (Luis Felipe Gama e Zimbher), quando a levada pop, comandada pela bateria, está de volta; “Vá Embora” (Zimbher), balanço caribenho com boa letra embalado pelas guitarras; e a bela interpretação de Zembher para “Geni e o Zepelim”, de Chico Buarque.</p>
<p>O mundo da música é surpreendente: quando tudo nele parece se enquadrar na ordem já estabelecida, algo surpreendente chega e tudo vira do avesso.</p>
<p>Assim é a música.</p>
<p><em>Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do <a href="http://www.mpb4.com.br/" target="_blank">MPB4</a><br />
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).</em></p>
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<title><![CDATA[Novo CD de Zé Luiz Maia - Por Aquiles Reis]]></title>
<link>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/10/22/novo-cd-de-ze-luiz-maia-por-aquiles-reis/</link>
<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 16:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristhian Playbacks</dc:creator>
<guid>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/10/22/novo-cd-de-ze-luiz-maia-por-aquiles-reis/</guid>
<description><![CDATA[Luizão e Luizinho, o Contrabaixo de Pai Para Filho Tal Pai (Delira Música) é o CD gravado por Zé Lui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>Luizão e Luizinho, o Contrabaixo de Pai Para Filho</h2>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-148" title="talpai" src="http://cristhianplaybacks.wordpress.com/files/2008/10/talpai.jpg?w=300" alt="" width="300" height="272" /></p>
<p>Tal Pai (Delira Música) é o CD gravado por Zé Luiz Maia para homenagear a<br />
música de seu pai Luizão Maia. Ao gravar composições do pai, o filho rende<br />
tributo a um dos maiores contrabaixistas do Brasil.<br />
Mas pense que tudo se resume às boas intenções de um filho orgulhoso do<br />
pai que lhe serviu de espelho. Basta ouvir o álbum para sentir na pele e<br />
nos ouvidos o fruto do amor de um filho por seu pai. Amor encarnado no<br />
instrumento que serve de elo entre as vidas dos dois brilhantes<br />
instrumentistas.</p>
<p>Referência do contrabaixo para várias gerações, que o tem como mestre,<br />
Luizão brilhou principalmente nos anos 1970 e 1980 – seu instrumento de<br />
quatro cordas deu suingue à banda que acompanhava Elis Regina, dentre<br />
outras. Mas, para além de seu magistral contrabaixo, ele também era<br />
compositor dos bons, e imenso em estatura e musicalidade.<br />
Zé Luiz Maia herdou o talento de Big Lui. Com seu baixo de cinco cordas, e<br />
a pegada forte, traz de volta o som ímpar que Luizão tirava do baixo; e,<br />
para melhor agradá-lo, entendeu de juntar um time como há muito não se<br />
ouvia tocando junto.</p>
<p>Mas não se pode falar de um disco assim sem antes nomear cada um dos que<br />
aceitaram o convite para tocar sete músicas só de Luizão, uma dele com<br />
Marku Ribas, outra com Gilson Peranzzetta e ainda outra com João Rebouças.<br />
Um naipe de metais: Marcelo Martins (sax alto e flauta), Zé Carlos<br />
“Bigorna” (sax tenor, flautas e um arranjo), Henrique Band (saxes barítono<br />
e soprano, e um arranjo), Jhonson de Almeida (trombone), Arimatéa de<br />
Oliveira e Bruno Santos (flugelhorn e trompete).</p>
<p>E mais Fernando Merlino (piano), Leonardo Amuedo (guitarra e um arranjo),<br />
Marcio Bahia (bateria e percussão), Tino Junior (sax alto e tenor), Itamar<br />
Assiere (piano e arranjo para quatro músicas), Lula Galvão (violão), Marku<br />
Ribas (violão, percussão de bochecha e voz), Rildo Hora (gaita), Gilson<br />
Peranzzetta (piano e um arranjo), Mario Adnet (violão e um arranjo) e<br />
Jhonson de Almeida (percussão).</p>
<p>Há que se louvar a eficiente mixagem, feita por Daniel Cheese, que realçou<br />
o som de cada instrumento e permitiu tornar nítida a emoção e a técnica<br />
afloradas em cada compasso.</p>
<p>Desde a primeira faixa, o naipe de metais serviu como base para os<br />
arranjos. A ela, seguiram-se outras, igualmente suingadas, em que os solos<br />
e os improvisos vão passando de um para o outro, tendo a alinhavá-los o<br />
baixo de Zé Luiz.</p>
<p>Luizão e Luizinho, filho e pai sempre unidos. Não há distância que limite<br />
o amor nascido entre notas musicais.</p>
<p>Tal Pai – que por tudo nos remete a Ouro Negro, CD que homenageou o<br />
maestro Moacir Santos –, é a demonstração de que o instrumentista<br />
brasileiro está entre os melhores e mais virtuosos do planeta. Mas com uma<br />
diferença fundamental: a música feita aqui é muito mais diversificada do<br />
que a de qualquer outro país, o que faz dela a mais rica do mundo.</p>
<p><em>Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do <a href="http://www.mpb4.com.br/" target="_blank">MPB4</a><br />
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).</em></p>
<p>PS. Tristeza em todas as vilas músicais do Brasil. Morreu Luiz Carlos da<br />
Vila. Saudades.</p>
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<title><![CDATA[Novo CD - Adolar Marin, O Independente Que Cria no Tempo e no Contratempo - Por Aquiles Reis]]></title>
<link>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/10/17/novo-cd-adolar-marin-o-independente-que-cria-no-tempo-e-no-contratempo-por-aquiles-reis/</link>
<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 15:02:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristhian Playbacks</dc:creator>
<guid>http://cristhianplaybacks.wordpress.com/2008/10/17/novo-cd-adolar-marin-o-independente-que-cria-no-tempo-e-no-contratempo-por-aquiles-reis/</guid>
<description><![CDATA[O tempo voa e nos deixa, por vezes, aturdidos com a rapidez de seu passar. E nos deixamos ficar vend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-136" title="2031" src="http://cristhianplaybacks.wordpress.com/files/2008/10/2031.jpg" alt="" width="274" height="183" /></p>
<p>O tempo voa e nos deixa, por vezes, aturdidos com a rapidez de seu passar. E nos deixamos ficar vendo seu lépido voar, que larga para trás o que não somos capazes de guardar, posto que incapazes de domá-lo e dele nos assenhorar.</p>
<p>Vã utopia. Reiterada mania de querermos fazê-lo estancar e esperar. Resta tudo o mais. Resta a música. Ficamos nós e nossa angústia. Nós e a loucura que nos lançará, inexoravelmente, num futuro desconhecido.</p>
<p>Tanta divagação para enfim chegar a Atemporal, CD independente de Adolar Marin. Segundo Houaiss, atemporal é “adj.2g. (c1940) 1 em que não há tempo; fora do domínio do tempo; intemporal 2 em que se faz abstração do tempo (&#8230;)”.</p>
<p>Tudo a ver com Adolar Marin, que escreveu e disse: “Às vezes sou tão grande que não caibo em mim. Outras horas, tão pequeno que em meu corpo, como um frasco, sou um líquido no fim”.</p>
<p>Atemporal é álbum lançado já há algum tempo. Mas graças a um mercado que dá pouca ou quase nenhuma importância a lançamentos independentes, e contrariando todos os lugares (in)comuns usados para expressar o seu passar, o tempo para os independentes parece que não adianta. É como se o disco independente parasse no tempo, à espera de quem o leve em direção a um momento que está mil compassos à frente do presente.</p>
<p>Adolar Marin, compositor, violonista e guitarrista, nos dá um álbum com 15 canções inéditas. Quatorze são dele. Destas, seis em parceria com Léo Nogueira. Bom poeta, Léo também compôs “Arco-Íris” com Élio Camalle, única música no CD que não é de Adolar.</p>
<p>Atemporal é sugestivo nome para um disco que não se prende a estilos nem a fórmulas; que foge de estereótipos e encontra na diversidade a melhor maneira de se expressar. Cada faixa tem uma levada; cada música, um ritmo; cada verso, a cara da canção que o emoldura.</p>
<p>Cantor de recursos razoáveis, Adolar canta para demonstrar seu talento de compositor. Bom instrumentista, seu violão e sua guitarra adornam os inspirados arranjos que escreveu junto com o também violonista, guitarrista e bandolinista Dino Barioni. Juntos, eles produziram Atemporal.</p>
<p>Por suas faixas brilham ora a admirável flauta de Léa Freire e o enérgico contrabaixo de Sizão Machado, ora o mágico acordeom de Dominguinhos, a bela voz de Virgínia Rosa e o canto de Élio Camalle.</p>
<p>Você, amiga, gosta de samba? Em Atemporal tem. Quer choro? Tem. De baião, você gosta? Também tem. E tem valsa e tem modinha e tem poesia. Muita poesia da boa, inspirada. Feito a de Léo Nogueira para “Nave Mãe”: “E eu que sou puro, pintei quadros no inferno/Com as tintas que há no breu/Construí muros e tornei-me um interno/Desse hospício que sou eu”. Fique certo, amigo, Atemporal é pródigo em música de qualidade.</p>
<p>Mesmo que o tempo não se curve aos anseios que temos de alcançá-lo, é da música, cantada ou instrumental, independente ou não, que poderemos também nos valer para tornar o passar da vida mais suave, menos insípido: Atemporal.</p>
<p><em>Comentário de Aquiles Rique Reis, músico e vocalista do <a href="http://www.mpb4.com.br/" target="_blank">MPB4</a><br />
Publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), A Gazeta (Cuiabá), Jornal da Cidade (Poços de Caldas) e Brazilian Voice (uma publicação voltada para os brasileiros residentes em toda costa leste dos EUA).</em></p>
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</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Feriado sem descanso]]></title>
<link>http://dapavirada.wordpress.com/2008/04/22/feriado-sem-descanso/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 00:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dani Gurgel</dc:creator>
<guid>http://dapavirada.wordpress.com/2008/04/22/feriado-sem-descanso/</guid>
<description><![CDATA[Pra começar pelo fim, acabo de terminar um retrato da Fabiana Cozza. Logo mais aparece por aqui. Ont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pra começar pelo fim, acabo de terminar um retrato da <span style="font-weight:bold;">Fabiana Cozza</span>. Logo mais aparece por aqui.</p>
<p>Ontem fotografei o <a href="http://www.trialogo.art.br/">Triálogo</a>, no Sesc Pompéia, num projeto interessantíssimo: <span style="font-style:italic;">Três por quatro</span>, com trios instrumentais e quartetos vocais. <a href="http://picasaweb.google.com.br/danigurgel23/152502TriLogo">[ver todas]</a></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/danigurgel23/152502TriLogo"><img style="width:255px;height:371px;" src="http://lh3.ggpht.com/danigurgel23/SAzRGZY1keI/AAAAAAAAMws/reF2z7J9tms/152-502-9950.jpg?imgmax=512" /></a></p>
<p>O quarteto que se apresentou logo depois era o <span style="font-weight:bold;">MPB4</span>. <a href="http://picasaweb.google.com.br/danigurgel23/152503MPB4">[ver todas]</p>
<p><img style="width:353px;height:242px;" src="http://lh6.ggpht.com/danigurgel23/SAzSZJY1kwI/AAAAAAAAMy8/C9HcX78CRAg/152-503-0031.jpg" /></a></p>
<p>E na sexta, seguindo a ordem de trás pra frente, fotografei o <span style="font-weight:bold;">Marcelo Bratke</span> no Auditório Ibirapuera. <a href="http://picasaweb.google.com.br/danigurgel23/151501MarceloBratke">[ver todas]</p>
<p><img style="width:367px;height:252px;" src="http://lh5.ggpht.com/danigurgel23/SA0tX3usQOI/AAAAAAAAM0k/9Epvm0qqnDU/151-501-0094.jpg" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trilha Sonora de Roque Santeiro: Segunda Parte]]></title>
<link>http://roquesanteiro.wordpress.com/2007/09/27/trilha-sonora-de-roque-santeiro-segunda-parte/</link>
<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 14:35:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roque Santeiro</dc:creator>
<guid>http://roquesanteiro.wordpress.com/2007/09/27/trilha-sonora-de-roque-santeiro-segunda-parte/</guid>
<description><![CDATA[Aqui vai a segunda (e última) trilha sonora de Roque Santeiro. Como anteriormente, links foram provi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Aqui vai a segunda (e última) trilha sonora de <em>Roque Santeiro</em>.  Como anteriormente, links foram providenciados para vídeos encontrados no YouTube.</p>
<p><img src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:7kpNpWVRsJV1KM:http://jayrus.art.br/Apostilas/images/Dias_Gomes_Roque_Santeiro_resumo_1.jpg" /><br />
01. MALANDRO SOU EU &#8211; Beth Carvalho (tema de Roque)<br />
02. COISAS DO CORAÇÃO &#8211; Ritchie (tema de Tânia)<br />
03. PELO SIM PELO NÃO &#8211; Cláudio Nucci e Zé Renato (tema de Sinhozinho Malta)<br />
04. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KERm_hXOaAc">VITORIOSA</a> &#8211; Ivan Lins (tema de Lulu)<br />
05. FRUTA MULHER &#8211; Nana Caymmi (tema de Matilde)<br />
06. VERDADES E MENTIRAS &#8211; Sá e Guarabira (tema de locação)<br />
07. MIL E UMA NOITES DE AMOR &#8211; Pepeu Gomes (tema de Linda Bastos e Gerson)<br />
08. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FtKiK7qSQss">A HORA E A VEZ</a> &#8211; Cláudio Nucci e Zé Renato (tema de Porcina)<br />
09. MAL NENHUM &#8211; Joanna (tema de Ninon e Delegado Feijó)<br />
10. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Pb31kuSLuEs">ENTRA E SAI DE AMOR</a> &#8211; Altay Veloso (tema de Tânia e Padre Albano)<br />
11. AMPARITO AMOR &#8211; Cauby Peixoto (tema de Amparito Hernandez)<br />
12. MAL DE RAIZ &#8211; MPB4 (tema de Mocinha)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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